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	<title>racionalismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/racionalismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "racionalismo"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:25:32 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[ECOPLANET - Site de Busca é Preto e Verde. Economiza por volta de 20% de Energia do Monitor e Planta uma Árvore a cada 50.000 pesquisas. Você tem idéia do quanto se economiza? Não!? Então leia a matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:57:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</guid>
<description><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre Nietzsche e os mitos sociais modernos]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/27/sobre-nietzsche-e-os-mitos-sociais-modernos/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:30:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2009/11/27/sobre-nietzsche-e-os-mitos-sociais-modernos/</guid>
<description><![CDATA[Neste postal que escrevi sobre Nietzsche e Fernando Pessoa, os comentários foram diversos e o último]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p></p>
<div style="font-size:11px;line-height:18px;">
<p>Neste <b><a href="http://espectivas.wordpress.com/2007/10/23/de-nietzsche-a-pessoa/" target=" _blank ">postal que escrevi sobre Nietzsche e Fernando Pessoa</a></b>, os comentários foram diversos e o último deles  foi o que se segue:<br />
<!--more--><br />
</p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;">
« Sólo tú, Barbara, has sido inteligente y sensible, frente a las muchas y muy superficiales tonterías que se presentan. A los demás, pues, os digo:<br />
- leed, por ejemplo, el “Nietzsche” de Gilles Deleuze<br />
y, todavía antes, aprended a leer! »</div>
<p></p>
<p>É evidente que eu nunca coloquei em causa o Nietzsche como literato (seria estúpido fazê-lo), assim como não coloco em causa o <b><a href="http://google.com/search?q=Ernst+Haeckel" target=" _blank"> Ernst Haeckel</a></b> como biólogo, ou <b><a href="http://google.com/search?q=Joseph+Mengele" target=" _blank ">Joseph Mengele</a></b>  como médico. Todos eles foram muitíssimo bons nos seus respectivos misteres. Porém, o facto de Nietzsche ter sido um profundo conhecedor das ideias filosóficas ― e principalmente da filologia e filosofia clássicas ― não lhe dá automaticamente uma <i>autoridade de direito</i> em termos éticos e morais, e de tal modo que as suas ideias devam ser seguidas ou adoptadas como sendo positivas. <span style="background:yellow;" />O conhecimento profundo de uma determinada matéria não transforma o conhecedor em um paradigma ético-moral. </span></p>
<p></p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;line-height:16px;padding:10px;">
« Sim, Nietzsche e Pessoa têm muito em comum: <strong>o repúdio ao dogmatismo, à metafísica, ao racionalismo – pilares do cristianismo.</strong><br />
SE não dá pra gostar de Nietzsche e ser cristão, não sei. Dá sim pra ler Nietzsche, gostar de Nietzsche ( E Álvaro de Campos!) e ser ético, correto, bom. Apenas é necessário que se saiba compreender alegorias e metáforas–aliás inúmeras na Bíblia! Que se pense de forma menos literal. Nem todos conseguem ou aceitam. » </div>
<p></p>
<p>Quem, como acontece com esta leitora do referido postal, em nome das ideias de Nietzsche, critica a racionalidade ― e não me refiro ao racionalismo, que está essencialmente ligado ao Positivismo e por isso é coisa diferente ― , é quem se senta à frente de um computador para criticar a racionalidade humana que lhe permite estar sentada ao computador. </p>
<p>Quando falamos em niilismo de Nietzsche  não é no sentido do sofista Górgias que se refere a um niilismo absoluto, mas na utilização da razão para negar a razão ou a racionalidade. Não é possível negarmos a razão senão através da razão, e é nesta negação irracional que consiste <b>o niilismo de Nietzsche que proclamou a impossibilidade de qualquer hierarquia de valores.</b></p>
<p>Reparem bem na estupidez que grassa por aí: <b><i>“o repúdio ao dogmatismo, à metafísica, ao racionalismo – pilares do cristianismo”</i></b>. Segundo a estúpida que escreveu isso, o cristianismo acumula simultaneamente o dogmatismo e o seu contrário: o racionalismo. Por este tipo de comentários é que muitas vezes não os publico, porque dão uma trabalheira a desmontá-los ideologicamente como estou a fazer agora ― e eu não tenho muito tempo disponível.</p>
<p>Em primeiro lugar, a estúpida não faz a menor ideia dos significados múltiplos que tem o nominativo “racionalismo”, mas em nenhum deles se pode conjugar o “dogmatismo” no sentido da fé cristã. Confunde-se muitas vezes “racionalismo” com “racionalidade” e/ou “razão” da Escolástica e dos socráticos. O racionalismo é uma proto-ideologia que descambou no Positivismo; a única responsabilidade do cristianismo no desenvolvimento do racionalismo foi a de mostrar a abertura e tolerância suficientes para permitir esse desenvolvimento, o que não aconteceu, por exemplo, com o islamismo e com o budismo.</p>
<p>No que respeita ao comentário do espanholo, chama-me de “burro” mas não explica porquê. Contudo, eu vou explicar porque é que ele é burro e estúpido. É estúpido porque utiliza um argumento <i>ad Hominem</i>, o que se constitui como sendo uma falácia lógica. E é burro porque não pensa pela sua cabeça e atira para uma qualquer presumível autoridade de direito ― neste caso, Gilles Deleuze ― a definição daquilo que é “correcto”. O problema da burrice do espanholo não está em mencionar o livro de Deleuze; o problema está noutra falácia lógica em que cai o burro espanholo, que é o argumento <i>ad Verecundiam</i>. Dou dois exemplos desta falácia:</p>
<p><b></p>
<blockquote><p>“Albert Einstein escreveu muito sobre Deus, e por isso é provável que Ele exista”. </p></blockquote>
<blockquote><p>“Freud, Dawkins, Carl Sagan e muitos outras personalidades contemporâneas  foram ateístas, e por isso é evidente que Deus não existe.”</p></blockquote>
<p></b></p>
<p>O argumento <i>ad Verecundiam</i> é próprio dos burros ― aqueles  que não pensam pelas suas próprias cabeças. Podemos perfeitamente citar um autor qualquer, mas temos que depois explicar porque é que usamos essa citação no nosso raciocínio. E como isto não acontece normalmente nos comentários deste blogue, eles são, na maioria dos casos, simplesmente apagados. </div>
<p></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Frontón Madrid", el día de su inauguración]]></title>
<link>http://urbancidades.wordpress.com/2009/11/20/fronton-madrid-el-dia-de-su-inauguracion/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 18:35:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Enrique Fidel</dc:creator>
<guid>http://urbancidades.wordpress.com/2009/11/20/fronton-madrid-el-dia-de-su-inauguracion/</guid>
<description><![CDATA[Frontón Madrid en 2007 (FOTO: Enrique F. Rojo) No hace mucho nos habíamos referido al Teatro Fígaro,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/calle-doctor-cortezo_fronton-madrid_2007_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2374" title="Calle Doctor Cortezo_Fronton Madrid_2007_01" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/calle-doctor-cortezo_fronton-madrid_2007_01.jpg" alt="" width="400" height="228" /></a><em><span style="color:#800000;">Frontón Madrid en 2007</span></em> <span style="color:#c0c0c0;">(FOTO: Enrique F. Rojo)</span></p>
<p><strong>N</strong>o hace mucho nos habíamos referido al <strong>Teatro Fígaro</strong>, que muestra ahora su aspecto original trás haber perdido todo su lustre. En la acera de enfrente, en la misma calle Doctor Cortezo, se encuentra el <strong>Frontón Madrid</strong>, mandado a construir por el mismo propietario del teatro, <strong>Ildefonso Anabitarte</strong>. El artquitecto que lo proyectó  fue <strong>Eduardo Lozano Larded</strong>, quien por esas fechas también construiría el<strong> Cine San Carlos</strong> en la calle Atocha de Madrid, convertido en discoteca, al igual que el <strong>Cine Barceló</strong> de <strong>Gutiérrez Soto</strong>.</p>
<p><strong>E</strong>l <strong>Frontón Madrid </strong>se inauguró el miércoles 5 de junio de 1929, y la prensa madrileña recogio tan importante acontecimiento social y deportivo. El día 7 de junio, el diario <a href="http://hemeroteca.abc.es/nav/Navigate.exe/hemeroteca/madrid/abc/1929/06/07/012.html">ABC</a> publicaba una crónica amplia en la que se hacía eco de la inauguración, y al mismo tiempo promocionaba el nuevo local, junto con los productos y las actividades comerciales a las que se dedicaba el promotor del recinto, quien, probablemente,  hiciera alguna aportación al periódico para recibir tan generoso trato.</p>
<p><strong>C</strong>omo la crónica es muy ilustrativa, a pesar de que las descripciones son más bien someras, y nos refiere cómo era el edificio cuando se construyó, creo que merece la pena leer la transcripción de lo publicado. Así que aquí la dejo para deleite de cuantos estén interesados en conocer la historia del<em> Frontón Madrid</em>. Al menos sus inicios, que el presente ya lo vemos, y su futuro  todavía no está del todo claro .</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/calle-doctor-cortezo_fronton-madrid_2007_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2375" title="Calle Doctor Cortezo_Fronton Madrid_2007_03" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/calle-doctor-cortezo_fronton-madrid_2007_03.jpg" alt="" width="400" height="263" /></a><span style="color:#c0c0c0;">(FOTO: Enrique F. Rojo)</span></p>
<h3 style="text-align:center;"><em>Inauguración del &#8220;Frontón Madrid&#8221;  (miércoles 5 de junio de 1929)</em></h3>
<p><strong>ABC</strong><br />
<span style="color:#333300;">Madrid, viernes 7 de junio de 1929<br />
<strong>&#8220;E</strong>l espléndido deporte “nuestro”, en sus diferentes manifestaciones: mano, cesta, remonte, pala, etc. no puede ser descubierto; originario y practicado con preferencia en el país vasco, se ha puesto también en boga en todas las regiones de España. Ahora bien: <strong>Madrid</strong>, en nuestro concepto, es el lugar en el que- -prescindiendo de las provincias vascongadas- -más afecciones tiene conseguido la práctica de nuestro juego. En la corte es donde se ha dispuesto del mayor número de frontones. Desaparecidos los antiguos, pronto fueron substituidos por otros más en consonancia con las exigencias de la época. Puede decirse, sin embargo, que no se había llegado a la ultima palabra hasta el miércoles pasado, fecha de la inauguración del mejor frontón concebido y cuya realización ha respondido perfectamente. Se trata del <strong>Frontón Madrid</strong>, enclavado en la calle del Doctor Cortezo, en la acera situada enfrente del <strong>Frontón Moderno</strong>, más cerca de la plaza del Progreso, que de la calle de Atocha. La idea de la construcción de un nuevo que respondiera a todas las exigencias de la afición, cada vez más creciente, en cuanto a capacidad, comodidad y toda clase de detalles, pertenece a <strong>D. Ildefonso Anabitarte</strong>, el empresario que es un apasionado de la pelota vasca, por lo que conoce todos sus secretos y todas sus necesidades.<br />
<strong>E</strong>l joven arquitecto <strong>D. Eduardo Lozano Lardet</strong> fue el encargado de poner en práctica el proyecto. Empresario y arquitecto trabajaron íntimamente, de perfecto acuerdo y de esta forma, con el arte, la ciencia y la experiencia de ambos, se ha llegadoa adotar a Madrid del mejor frontón.<br />
<strong>L</strong>a fachada, si bien sencilla de líneas es de una moderna concepción, esbelta y atractiva, que ya deja adivinar un interior magnífico.<br />
<strong>E</strong>l vestíbulo de acceso llama la atención por su amplitud, decoración e iluminación. A mano derecha se encuentra otro vestíbulo mayor, donde se han instalado debidamente el bar, con una dependencia <em>ad hoc</em>; guardarropas, el “<em>bureau</em>”, un servicio de peluquería y otros accesorios.<br />
<strong>U</strong>na soberbia escalinata de mármol, con entrada independiente, conduce al salón de té situado en el primer piso; al restaurante, que se ha dispuesto en el segundo y a la terraza.<br />
En cuanto al terreno de juego, en el centro del vestíbulo principal, y sobre una artística fuente, se levanta una escalera de dos tramos que da acceso a la cancha. Resalta la comodidad en los palcos y en las butacas y la excelente disposición de la galería. En número total de espectadores no baja de 1.500.<br />
<strong>L</strong>as butacas constituyen una novedad: son basculantes, comodísimas, patente del señor Anabitarte.<br />
La luz artificial de todas las dependencias es muy profusa, siendo indirecta en los salones, en el vestíbulo y en la fachada. El salón posee más de 80.000 bujías y el total del edificio unas 120.000.<br />
<strong>E</strong>l salón de té es amplio y en él no falta en menor detalle. Una orquesta de “<em>tziganes</em>” amenizará todas las tarde la reunión.<br />
<strong>M</strong>ás arriba se halla el restaurante que en nada desmerece al salón de té, y que como él recibe una esplendida luz solar. Con un servicio esmerado ha de satisfacer todas las exigencias. Desde luego, la especialidad será la cocina vasca.<br />
Todas las puertas poseen la famosa cerradura Schlage, llamada a desterrar, por susu ventajas, a todas las conocidas y a dominar el mercado español. La cerradura Schlage es uno de los numerosos artículos de fabricación norteamericana cuya exclusiva ha sido concedida al Sr. Anabitarte.<br />
<strong>P</strong>or fin se llega a la terraza, en la que en verano se servirán cenas y que constituirá, a no dudarlo, un sitio ideal y un punto de cita de la gente mundana y elegante&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/frontonmadrid_abc_1929.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2373" title="FrontonMadrid_ABC_1929" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/frontonmadrid_abc_1929.jpg" alt="" width="400" height="484" /></a><span style="color:#800000;"><em>Dos imágenes del Frontón Madrid en la fecha de su inauguración. La primera corresponde a la cancha y graderíos. La segunda, al Salón Restaurante.</em></span> <span style="color:#999999;">(FOTOS: <a href="http://hemeroteca.abc.es/nav/Navigate.exe/hemeroteca/madrid/abc/1929/06/07/012.html">ABC</a>,1929)</span></p>
<p style="text-align:center;">
<h3>Referencias.-</h3>
<p><a href="http://hemeroteca.abc.es/nav/Navigate.exe/hemeroteca/madrid/abc/1929/06/07/012.html"><strong>Hemeroteca ABC</strong></a> (7 de junio de 1929)</p>
<p>Ver  <a href="http://www.rtve.es/mediateca/videos/20081128/fronton-madrid/350510.shtml">VIDEO “El ocaso de las pelotaris</a>“  (RTVE-1978)</p>
<p><a href="http://urbancidades.wordpress.com/2007/09/18/arquitecturas-perdidas-iii-frontones/">Arquitecturas perdidas de Madrid: Frontones</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dieter Rams - Wikipedia, la enciclopedia libre - Menos, pero mejor]]></title>
<link>http://blog.darioalvarez.net/2009/11/10/dieter-rams-wikipedia-la-enciclopedia-libre/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:38:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>arquitecturas</dc:creator>
<guid>http://blog.darioalvarez.net/2009/11/10/dieter-rams-wikipedia-la-enciclopedia-libre/</guid>
<description><![CDATA[Dieter Rams, Boston 2005 Los diez principios del buen diseño, según Dieter Rams El buen diseño es in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dieter Rams, Boston 2005 Los diez principios del buen diseño, según Dieter Rams El buen diseño es in]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teatro-Cine "Fígaro" (Madrid, 1931)]]></title>
<link>http://urbancidades.wordpress.com/2009/11/09/teatro-figaro-madrid-1931/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:51:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Enrique Fidel</dc:creator>
<guid>http://urbancidades.wordpress.com/2009/11/09/teatro-figaro-madrid-1931/</guid>
<description><![CDATA[Según se indica en la guía de arquitectura madrileña de la COAM, el Teatro Fígaro fue la primera sal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro_figaro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2303" title="Teatro_figaro" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro_figaro.jpg" alt="Teatro_figaro" width="350" height="466" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#800000;">Según se indica en la guía de arquitectura madrileña de la COAM, el Teatro Fígaro fue la primera sala de espectáculos que se construyó siguiendo los principios estéticos y de compromiso ético establecidos por el <a href="http://www.coam.org/pls/portal/docs/PAGE/COAM/COAM_PUBLICACIONES/HTML/mercadal.html">GATEPAC</a>.</span></em></p>
<p><strong>E</strong>l <strong><em>Cine-Teatro Fígaro</em>, </strong>originalmente <em><strong>Cine Moderno</strong></em> tenía en el proyecto un aforo de 950 localidades en un espacio de 5250 metros cúbicos para una superficie de 321 m2 de vestíbul0 y 320 m2 de patio de butacas. Se diseñó, como ha quedado dicho como cine, capricho de los propietarios, pero a poco del final de las obras cambió el concepto original y se decidió que acabase por ser teatro. También capricho de los dueños.</p>
<p><strong>E</strong>n <strong>1932</strong> el proyecto del <strong>Cine Moderno</strong> recibió la segunda medalla en la <strong>Exposición de Bellas Artes</strong>. Desde esta concesión ha representado siempre una referencia del estilo expresionista-racionalista madrileño, aunque a lo largo de los años fuera objeto de diferentes modificaciones que desfiguraron su aspecto original.</p>
<p><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/interiorteatrofigaro1209.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2313" title="InteriorteatroFigaro1209" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/interiorteatrofigaro1209.jpg" alt="InteriorteatroFigaro1209" width="189" height="256" /></a><strong>E</strong>l<strong> <em>Cine Moderno</em></strong> carecía, por tanto, de escenario, al objeto de aportar el máximo aforo. Los cambios de última hora obligaron a reducirlo y a limitar el tamaño del <a href="http://www.raulbongiorno.com.ar/unlp/partes_escenario.pdf">escenario</a> cuya embocadura siempre ha resultado pequeña para grandes representaciones.<strong> </strong></p>
<p><strong>E</strong>l <strong>Teatro Fígaro</strong> fue una elegante muestra de racionalismo y de  modernidad  y curiosamente fue bautizado los hermanos <strong>Álvarez Quintero</strong>, representantes de una sociedad mucho más tradicional.  En su fachada, un paño vertical de ladrillo visto jugaba con las líneas horizontales de tres grandes ventanales. Bajo la marquesina curva unas discretas luces iluminaban la calle, y en lo alto había un precioso cartel con <strong>tipografía expresionista</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_planta.jpg"><img class="size-full wp-image-2309      aligncenter" title="Teatro Fígaro-Madrid Cine_Planta" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_planta.jpg" alt="Teatro Fígaro-Madrid Cine_Planta" width="360" height="531" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#800000;">Teatro-Cine &#8220;Fígaro&#8221;. Planta.</span></em></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#800000;"><br />
</span></em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_planta.jpg"></a><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_planta_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2308" title="Teatro Fígaro-Madrid Cine_Planta_02" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_planta_02.jpg" alt="Teatro Fígaro-Madrid Cine_Planta_02" width="346" height="549" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#800000;">Teatro-Cine &#8220;Fígaro&#8221;. Planta.</span></em><em><br />
</em></p>
<p><strong><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/figaro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2315" title="figaro" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/figaro.jpg" alt="figaro" width="140" height="191" /></a></strong></p>
<p><strong>&#8220;S</strong>u siguiente  dueño, <strong>Ildefonso Anabitarte </strong>-un pelotari casado con una cantante de zarzuela y propietario también del <a href="http://hemeroteca.abc.es/nav/Navigate.exe/hemeroteca/madrid/abc/1929/06/07/012.html">Frontón de Madrid</a> (que ahora mismo está siendo remodelado como hotel)- decidió convertirlo de cine en teatro. En la revista A.C., del <strong>GATEPAC</strong>, parece que la concesión al pasado no sentó muy bien: &#8220;El Fígaro es teatro porque así lo decidió la propiedad cuando estaba avanzada la obra del local que había de llamarse Cine Moderno; es cine porque de cine es su trazado y para ese fin se proyectó&#8221;. El resultado del cambio fue un escenario enano &#8220;sólo apto para comedias y varietés&#8221; (según A.C.), que tras sucesivas reformas le ha ido ganando cachitos al patio de butacas.&#8221; (<a href="http://www.elpais.com/articulo/madrid/Figaro/recupera/brillo/elpepucul/20091109elpmad_9/Tes">El País</a>)</p>
<p><strong>&#8220;E</strong>n la actualidad el <strong>FÍGARO</strong> ha sido reformado siguiendo los patrones originales de su construcción. &#8220;<em>Se parece mucho más al de la foto de los años treinta&#8221;</em>.  -dice A<strong>ntonio del Castillo,</strong> uno de los socios propietarios y el arquitecto que se encargó de devolver la dignidad al edificio-. &#8220;<em>Cuando lo compramos estaba hecho polvo, no entendías la arquitectura original de tantos pegotes como había</em>&#8220;. En sus orígenes el teatro se diseñó como cine con el  nombre de<strong> Cine Moderno</strong>. Y sería la primera sala de espectáculos proyectada según los principios del<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/GATEPAC"> <strong>GATEPAC</strong></a>, el Grupo de Artistas y Técnicos Españoles para el Progreso de la Arquitectura Contemporánea&#8221;. (<a href="http://www.elpais.com/articulo/madrid/Figaro/recupera/brillo/elpepucul/20091109elpmad_9/Tes">El País</a>)</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-cine-figaro_entrada-escalera-y-vestibulo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2306" title="Teatro-Cine Figaro_Entrada- escalera y vestibulo" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-cine-figaro_entrada-escalera-y-vestibulo.jpg" alt="Teatro-Cine Figaro_Entrada- escalera y vestibulo" width="500" height="120" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-cine-figaro_seccion-y-detalle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2307" title="Teatro-Cine Figaro_Sección y Detalle" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-cine-figaro_seccion-y-detalle.jpg" alt="Teatro-Cine Figaro_Sección y Detalle" width="400" height="492" /></a><em><span style="color:#800000;">Teatro-Cine &#8220;Fígaro&#8221;. Sección y detalle.</span></em></p>
<p><strong>E</strong>n el diseño original, los camerinos y el escenario tenían una salida a la <strong>calle del Doctor Cortezo</strong>, a través de una comunicación privada. Por otra parte, la disposición longitudinal de la sala propició la realización de dos vestíbulos por planta. En la Planta Baja de creó un vestíbulo de acceso al local, con la salida lateral de las localades de butacas y el vestíbulo de distribución, situado en sentido transversal, con tres puertas de acceso a los tres pasillos del patio de butacas. Este vestíbulo comunicaba también con la salida a la calle   através del portal de taquillas.</p>
<p><strong>E</strong>n la planta principal se encontraba el gran vestíbulo o salón de fumar, desde donde se accedía a las localidades de sillones y palcos pares,  y el vestíbulo de bar y sala de té, así como el acceso a lo sillones y palcos impares.</p>
<p><strong>L</strong>os servicios y lavabos de caballeros se encontraban en la planta principal y en los sótanos. Y la <em>toilette</em> de señoras en la entreplanta de bacones sobre los vestíbulos. En esta planta se encontraba también el despacho de la dirección del local.</p>
<p><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2304" title="Teatro figaro" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro.jpg" alt="Teatro figaro" width="360" height="480" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#800000;"><em>Teatro Fígaro, en la calle Doctor Cortez0</em>.</span></em> (FOTO : <a href="http://www.ivansolbes.com/">Iván Solves, 2007)</a></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#800000;"><strong>F</strong>ue el arquitecto<strong> Felipe López Delgado</strong> quien proyectó este edificio para cine y teatro por encargo del empresario <strong>Ildefonso Anabitarte</strong>. Sobre un solar de dimensiones reducidas y con forma de rectángulo irregular, dispuso la sala paralela a la fachada según la máxima dimensión, dejando un alargado vestíbulo con escaleras a ambos lados para acceso a los palcos. El ingreso directo a la sala desde la entrada está situado en un costado. El interior se asemejaba en decoración a la arquitectura naval (rasgo habitual en la arquitectura racionalista), destacando su escalera con descansillo semicircular volado. La fachada, muy sencilla, se caracterizaba por un diseño en donde destacan  impactantes  los vanos alargados y las distintas superficies de mármol negro en el alto zócalo y de ladrillo rugoso combinado con paramentos lisos, que originalmente estuvieron pintados en blanco, en la parte alta. </span></em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro_fachada-1933.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2305" title="Teatro Figaro_Fachada 1933" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro_fachada-1933.jpg" alt="Teatro Figaro_Fachada 1933" width="400" height="541" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro_figaro_1990.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2312" title="Teatro_figaro_1990" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro_figaro_1990.jpg" alt="Teatro_figaro_1990" width="400" height="596" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em><span style="color:#800000;"><strong>H</strong>asta hace bien poco la fachada estuvo bastante desfigurada ya que se habían eliminado tres de los elementos más singulares: la marquesina curvada, los llamados &#8220;balconcillos&#8221; del vestíbulo   y el gran cartel con el nombre del local sobre el tejado.<strong> O</strong>bservando las imágenes de su inauguración, en los años treinta, y la de su estado hace un par de  décadas se observan las muestras de su proceso de cambio y de desvirtuación arquitectónica. </span></em>&#8221; <span style="color:#800000;">En la foto de los noventa, el cartel del tejado ha desaparecido. A la fachada le ha crecido otro vertical, y bien feo, como de motel barato. También le ha salido una farola que cuelga sin sentido sobre la marquesina, donde se han sustituido las discretas luces por unos tremendos globos como de aplique de cuarto de baño&#8221;. </span><em><span style="color:#800000;">Por cierto, que en la foto más antigua se ve un anuncio del<strong> <a href="http://hemeroteca.abc.es/nav/Navigate.exe/hemeroteca/madrid/abc/1929/06/07/012.html">Frontón Madrid</a></strong>, justo en frente del Teatro, en el número 8 de la calle del Doctor Cortezo, propiedad del mismo empresario de espectáculos que adquirió el teatro.<br />
</span></em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_patio-de-butacas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2310" title="Teatro Fígaro-Madrid Cine_Patio de butacas" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_patio-de-butacas.jpg" alt="Teatro Fígaro-Madrid Cine_Patio de butacas" width="400" height="276" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_entrada-desde-balcon.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2311" title="Teatro Fígaro-Madrid Cine_entrada desde balcon" src="http://urbancidades.wordpress.com/files/2009/11/teatro-figaro-madrid-cine_entrada-desde-balcon.jpg" alt="Teatro Fígaro-Madrid Cine_entrada desde balcon" width="277" height="167" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><em> Durante la guerra el cine-teatro fue de la <strong>CNT</strong> y quedó destrozado. Se perdieron los balconcillos redondos que daban al vestíbulo. Actualmente tanto el vestíbulo, diáfano y bañado de luz natural, como la fachada, están protegidos.En la foto superior se ve el patio de butacas desde el piso inferior. Las fotos son de 1933, más menos, y se publicaron en la revista </em></span><span style="color:#800000;"><strong>A.C</strong><em>., del </em><strong>GATEPAC</strong><em>, de ese año.</em></span></p>
<p><strong>&#8220;<em>E</em></strong><em>n el interior del Fígaro (apellidado <strong>Adolfo Marsillach</strong> cuando su hija Blanca se hacía cargo de la programación) siguen pagando que aquello fuese originalmente un cine. Desde muchas butacas del palco, pensadas para ver la pantalla, no se veía a los actores cuando se movían por el escenario. Solución: arrancar un par de filas. Por dentro, la sala, un pastiche de sucesivas reformas, no se parece demasiado al sueño racionalista. Quedan, sin embargo, un par de rincones intactos. En la sala de proyección duermen, rodeados de polvo, dos enormes proyectores, sobre los que hay una alcachofa de ducha, medida antiincendios de la época. Y en un despacho se conservan los poquísimos muebles art decó que sobrevivieron a la guerra y al olvido.&#8221; &#8220;El mobiliario original era maravilloso y la idea es reponerlo&#8221;, dice Del Castillo, &#8220;pero poquito a poco, según se vaya pudiendo</em>&#8220;. (<a href="http://www.elpais.com/articulo/madrid/Figaro/recupera/brillo/elpepucul/20091109elpmad_9/Tes">El País</a>)</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:300px;width:1px;height:1px;"><strong>E</strong>l <strong>Cine-Teatro Fígaro, </strong>originalmente <strong>Cine Moderno</strong> tenía en el proyecto un aforo de 950 localidades en un espacio de 5250 metros cúbicos para una superficie de 321 m2 de vestíbul0 y 320 m2 de patio de buatcas. Se diseñó, como ha quedado dicho como cine, capricho de los propietarios, pero a poco del final de las obras cambió el concepto original y se decidió que acabase por ser teatro. También capricho de los dueños.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geyse Arruda - Aluna hostilizada na UNIBAN é Expulsa por quebra do decoro, ética, moralidade e Dignidade. De vítima à Ré. Advogado da Uniban afirmou que a Aluna teria levantado o vestido e provocado o tumulto. Ministério da Educação cobrará explicação da Universidade, que no dia 09/11/09 revogou a expulsão.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/09/aluna-hostilizada-na-uniban-e-expulsa-por-quebra-do-decoro-e-etica-de-vitima-a-re-ministerio-da-educacao-cobrara-explicacao-da-universidade/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:32:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A cegueira dos ateus]]></title>
<link>http://beinbetter.wordpress.com/2009/11/06/a-cegueira-dos-ateus/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:29:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Everth Queiroz Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[A sociedade moderna, contaminada pela visão racionalista do mundo e dos costumes, relaciona o cetici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignright" src="http://3.bp.blogspot.com/_kZTie4jaZQc/SNApzaG_g8I/AAAAAAAAAVc/HIMVuNwzmXo/s400/cego.jpg" alt="http://3.bp.blogspot.com/_kZTie4jaZQc/SNApzaG_g8I/AAAAAAAAAVc/HIMVuNwzmXo/s400/cego.jpg" />A sociedade moderna, contaminada pela visão racionalista do mundo e dos costumes, relaciona o ceticismo com o ateísmo, como se os dois fossem complemento um do outro. Além disso, arbitrariamente estabelece na mentalidade das pessoas que a Igreja é um meio de manipulação e que todos os religiosos mantêm uma fé cega nas suas crenças. Afirma – e poucos contestam isso – que os cristãos, assim como os muçulmanos ou os judeus, não questionam sua fé, pois, se verdadeiramente questionassem, não creriam no que está escrito na Bíblia – no caso dos judeus – ou no <em>Alcorão</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse método ateísta de se pré-estabelecer uma conclusão a um questionamento não é cético, mas tendencioso e – esse sim &#8211; verdadeiramente manipulador. <em>Questionar</em> não é mais sinônimo de “comprovar”, mas sim ir diretamente contra aquilo que é proposto. Os ateus se esquecem, contudo, que aquele que vai contra algo ou alguma moral sem nem mesmo questioná-lo antes não foge da manipulação; pelo contrário, <strong>participa ainda mais dela</strong>. Por exemplo, quando um ou outro cientista ateu estabelece uma proposição que confirme em parte alguma idéia do evolucionismo os ateus não se contêm: nem mesmo pesquisam fontes ou procuram saber o que levou aquela pessoa a chegar àquela conclusão já estão divulgando essas idéias. Quando é questionado o <em>porquê</em> de sua fé nessas teorias – que muitas vezes são bobagens, diga-se de passagem – não há resposta, mas pressupostos: esse seria o retrato fiel da ciência.</p>
<p style="text-align:justify;">A Teoria da Evolução, assim como as suas supostamente <em>prodigiosas</em> conclusões ainda não foram devidamente comprovadas – e é por isso que o evolucionismo de Darwin é <em>teoria</em> -. Mas tem muitos anti-religiosos que a consideram um superdogma, algo inquestionável, uma verdade absoluta. Enquanto os verdadeiros cientistas se utilizam da cautela para falar da origem do universo os ateus mantêm essa linha arbitrária de pensamento. E ai de quem pensar diferente! É tachado de ignorante, retrógrada e atrasado. Será que a verdadeira ciência consiste em afirmar aquilo que ainda não foi devidamente comprovado? Definitivamente, não.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, as ideologias atéias estão sendo cada vez mais propagadas no mundo. Se engana quem pensa que é a expansão do ceticismo. Não&#8230; É a expansão da <strong>manipulação</strong>, eu diria. Quantos neo-ateus acusam a Igreja de pôr uma venda para tapar os olhos dos fiéis quando eles mesmos são guiados e conduzidos a pensar em coisas que talvez nem mesmo acreditem ou conheçam de verdade! “Deus, um delírio”, de Richard Dawkins, é considerado obra sublime de ciência, de filosofia, de racionalismo&#8230; “Confissões”, de Santo Agostinho, ou “Suma Teológica”, de São Tomás de Aquino, são tratados com repugnância. Mas por quê?</p>
<p style="text-align:justify;">Na maioria das vezes não existe motivo racional. Simplesmente <span style="text-decoration:underline;">é bonito ser ateu</span>. Para a sociedade moderna o ateísmo é sinônimo de revolução ideológica, de ceticismo, de questionamento, de racionalismo, de cientificismo&#8230; Enfim, de tudo aquilo que é considerado importante. Mas sabe o que acontece? Até nisso nós vemos um processo de <em>maria-vai-com-as-outras</em>, pois se fosse verdadeiramente certa a tese de que tudo deve ser contestado e criticado também as idéias neo-ateístas deveriam ser questionadas. Mas não&#8230; Elas são apoiadas. Não precisa ler o livro do Dawkins pra apoiar suas idéias. <span style="text-decoration:underline;">Se ele não crê em Deus já é inteligente</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Questionar – entendas os ateus – conduz a dois caminhos: o <em>sim</em> ou o <em>não</em>. Aqueles que não questionam a religião – e essa atitude é <strong>severamente</strong> condenável – nem mesmo tem certeza do sim ou do não; elas apenas seguem aquilo que outros concluíram com seu questionamento. No entanto, aqueles que questionaram e foram conduzidos ao caminho do “<em>sim</em>” não podem ser condenados. <span style="text-decoration:underline;">O erro não está em questionar, mas em supor que o questionamento conduz somente à contestação</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa mentalidade devasta os princípios mais básicos da moralidade. É preciso combatê-la arduamente pois não está do lado da ciência, senão da <strong>cegueira</strong>. Sim, a cegueira não existe somente na religião, como pregam os anti-religiosos. Ela também está, e em grande percentual, no meio dos “racionalistas” ateus.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le Corbusier]]></title>
<link>http://elversodeluniverso.wordpress.com/2009/11/06/le-corbusier/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 04:02:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>elversodeluniverso</dc:creator>
<guid>http://elversodeluniverso.wordpress.com/2009/11/06/le-corbusier/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://elversodeluniverso.wordpress.com/files/2009/11/corb20painting20nude.jpg" alt="corb%20painting%20nude" title="corb%20painting%20nude" width="272" height="391" class="aligncenter size-full wp-image-151" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ENERGIA ELÉTRICA - ECONOMIZE 5% - Plante uma árvore ao lado de sua casa. Além de proporcionar um Ambiente mais Harmônico, gera Oxigênio e Sequestra Carbono. Os benefícios são incomensuráveis.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/26/plante-uma-arvore-ao-lado-de-sua-casa-e-economize-5-de-energia-alem-de-proporcionar-um-ambiente-mais-harmonico-gera-oxigenio-e-sequestra-carbono-os-beneficios-sao-incomensuraveis/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 07:10:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Que cultivar árvores faz bem ao meio ambiente, todas as crianças já sabem. Mas que elas podem ajudar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Que cultivar árvores faz bem ao meio ambiente, todas as crianças já sabem. Mas que elas podem ajudar]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[JUSTIÇA NA ERA DIGITAL - VIDEOCONFERÊNCIA - São mais de 4.000 Audiências através de Videoconferência, Economizando Dinheiro, Transporte, Material, Vidas Humanas, Tempo, etc.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/25/justica-na-era-digital-videoconferencia-%c2%b4sao-mais-de-4-000-audiencias-atraves-de-videoconferencia-economizando-dinheiro-transporte-material-vidas-humanas-tempo-etc/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 21:28:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Governo de São Paulo anunciou na quinta-feira, 22/10/2009, os locais de instalação das 50 novas sa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Governo de São Paulo anunciou na quinta-feira, 22/10/2009, os locais de instalação das 50 novas sa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ACLARACIÓN DE GUERRA]]></title>
<link>http://wwwarturoruiz.wordpress.com/2009/10/24/aclaracion-de-guerra/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 14:11:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arturo Ruiz Ortega</dc:creator>
<guid>http://wwwarturoruiz.wordpress.com/2009/10/24/aclaracion-de-guerra/</guid>
<description><![CDATA[He hecho esta aclaración otras veces, pero no está de más hacerla una vez más y de paso volver a pen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignright" src="http://z.about.com/d/altreligion/1/0/s/O/3/lamia.jpg" alt="" width="313" height="514" />He hecho esta aclaración otras veces, pero no está de más hacerla una vez más y de paso volver a pensar nuestra relación con el mundo. No soy siquiera un científico, no puedo saber cómo es que se ordena el mundo, intento ser un pensador y como tal intento pensar cómo es que ese mundo se ordena ante mí, porque esa es la única visión de la que puedo dar cuenta con propiedad. El mundo se presenta ante mí en gran medida como MISTERIO.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Las causalidades que pueda establecer son de alcance sumamente limitado, también las causalidades y explicaciones que pueden presentarme aquellos que han tenido el privilegio de cultivar alguna rama de la Ciencia son, si bien de un alcance mayor que el de las mías propias, limitadas, posibles, más o menos probables. Esto deja un gran espacio para el MISTERIO y en el MISTERIO permanecen las respuestas a las principales preguntas por el Ser y por la propia existencia personal.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>¿Por qué es en general el Ente y no más bien la Nada?</em> Preguntó alguna vez Leibniz y respondió que por Dios, sin embargo, pese a lo brillante de su pregunta su respuesta se reveló tan vacía que fue menospreciada por los propios creyentes y a su dios se le llamó despectivamente <em>El Dios de los Filósofos</em>, porque era un dios frío, conceptual, ajeno… e improbable.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">En el fondo de las cuestiones de interés nos enfrentamos a la improbabilidad, la pregunta por el sentido del Ser permanece en ámbito improbable. Improbable quiere decir que no es susceptible de prueba ni de demostración, pero aquello que es improbable no es imposible, es simplemente algo de lo que no podemos dar cuenta de manera racional –sólo de esa manera podemos dar cuenta de algo pues, si no, tenemos una experiencia personal de la que no podemos dar cuenta dado que no es una experiencia comunicable.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">La existencia de nosotros, sin embargo, continúa pese a su explicación improbable dirigiéndose necesariamente hacia la muerte. En esta ignorancia absoluta de las cuestiones fundamentales es lícito a los mortales construir sentidos para cada una de sus existencias, sin embargo, estas explicaciones de lo improbable no tienen el derecho de sobrepasar el criterio de la imposibilidad.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Es imposible aquello que no puede ser de ningún modo. La gran ventaja de la imposibilidad de algo es que nos revela la una certeza, aunque sea negativa. Descartes llegó a la conclusión que no podía ser que un ente que se engaña a sí mismo no existiera, puesto que si no existiera no podría engañarse a sí mismo. Esto fue lo que le llevó a afirmar en primer lugar su propia existencia y esto fue lo que, a decir de Hegel, hizo que la Filosofía tocara tierra firme.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Estas verdades surgidas de nuestra observación y ante la mera potencia de nuestro intelecto son, diría el maestro Nietzsche, conchas vacías, tautologías o perogrulladas, como le gustaba decir a Ortega, sin embargo, estas perogrulladas revelan su poder cuando alguien quiere afirmar algo arremetiendo en contra de ellas. Es así, por ejemplo, como se revela falso que un Universo inhumano tanto en sus dimensiones físicas, morales y gnoseológicas haya sido creado precisamente por un ser humano –es lo que entiendo por alguien a nuestra imagen y semejanza, ya que la semejanza es una relación que puede establecerse de manera recíproca.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Sin excluir una posible dimensión espiritual ¿no es esta una dimensión claramente inhumana desde el momento en que es sobrehumana? El mundo nos muestra cada vez más claramente nuestra propia pequeñez, para ello baste con leer cualquier libro de divulgación cosmológica o cuántica. Ambos extremos de pequeñez e inmensidad desafían nuestra comprensión e imaginación, al punto de que podemos preguntarnos si es que la configuración de nuestros cerebros es apta para tales conocimientos…</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Si tras esta dimensión sobrehumana existiera algún ente responsable de todo ello, probablemente la semejanza entre tal ente y nosotros sería marginal y mucho menor que aquella que existe entre nosotros y las cucarachas… entonces, cuando llegamos a este punto de nuestra  especulación, aparece la voz de un anciano que se parece al <em>Emperador</em> de <em>Star Wars</em> y que, en nombre de esta entidad posible, quiere decirnos a mi mujer y a mí que no usemos píldoras anticonceptivas –en un mundo sobrepoblado – y que se atreve a decir en África, el continente más golpeado por el SIDA que usar preservativos es pecado… y entonces, toda esta meditación acerca del Absoluto cae a niveles ridículos y risibles ¡y cualquier meditación trascendental se vuelve entonces una controversia genital despreciable!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Considero que es improbable que alguien hable en nombre de un dios, e imposible que quien hable de parte de tal ser hable tanta soberana estupidez. Existen dos posibilidades para explicar la existencia de tal discurso anodino: o bien la persona que lo dice es una persona con sus facultades mentales perturbadas y se engaña a sí misma o, a decir de Saramago, <em>demuestra </em><em>solamente el absoluto cinismo intelectual del personaje</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Tal discurso anodino de prescripciones pueriles no hace más que rebajar aún más la existencia de los mortales y me niego a llegar a cualquier tipo de acuerdo o consenso con un discurso semejante ¿no es absolutamente lícito y hasta un deber moral declararle la guerra a un discurso semejante? Es en este sentido que soy un enemigo de la Iglesia Católica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a aula desta quarta-feira, 21 de outubro]]></title>
<link>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/21/sobre-a-aula-desta-quarta-feira-21-de-outubro/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:22:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>mauriciolandi</dc:creator>
<guid>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/21/sobre-a-aula-desta-quarta-feira-21-de-outubro/</guid>
<description><![CDATA[Olá, amigos! Adicionei este post para vocês comentarem a atividade de sala sobre os pequenos textos,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá, amigos!</p>
<p>Adicionei este post para vocês comentarem a atividade de sala sobre os pequenos textos, o primeiro abordando a &#8220;dúvida metódica&#8221; de René Descartes e o segundo, o empirismo do inglês John Locke.</p>
<p>Beijos e bons comentários.</p>
<p>Ei! Não esqueçam da atividade de Sociologia para esta sexta-feira, 23 de outubro!</p>
<p>Novos beijos,</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Generar confusión]]></title>
<link>http://pormeterse.wordpress.com/2009/10/20/generar-confusion/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 07:54:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>lainon</dc:creator>
<guid>http://pormeterse.wordpress.com/2009/10/20/generar-confusion/</guid>
<description><![CDATA[Una de las armas que se usa para combatir el desarrollo de la inteligencia y la razón humanas es la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Una de las armas que se usa para combatir el desarrollo de la inteligencia y la razón humanas es la contrainformación. No es lo mismo que la desinformación, que simplemente es no informar sobre las cosas. La contrainformación es la manera de introducir información normalmente falsa o incorrecta en algún sentido de manera que sea absorbida por determinados grupos o incluso de forma masificada de manera que llegue a convertirse en una verdad a base de repetirla, especialmente si se desea que sea verdad. Frente a la realidad contrastada (lo que comúnmente los humanos llamamos &#8220;verdad&#8221;), la contrainformación es la manera más eficaz de lavar el cerebro a la gente y así evitar que piensen por si mismos.</p>
<p>La cuestión es que existen, al menos dos formas de contrainformar. Una la ejercen los poderosos de distinto pelaje: gobiernos, empresas, bancos, etc. La usan para mantener bajo control la información importante y mostrar a los ciudadanos sólo información de poca relevancia. Ocasionalmente la información relevante sale a la luz por una falta de control (Internet es un problema de control de información para los poderosos, aunque se apoyan en la masificación para que no tenga mucho efecto), con lo que entra en juego el sistema de control de riesgos: negación de la realidad, acusaciones de falsedad, campañas de masificación, etc. En fin, el pan nuestro de cada día. Lo vivimos de continuo. Un ejemplo cotidiano de esto ha sido, por ejemplo, la ultima manifestación contra el aborto (sí, ya sé que lo menciono mucho, pero es que es un ejemplo clarísimo). El gobierno prefiere una manifestación así mientras ellos negocian por lo bajo los presupuestos del año que viene, que es lo que ahora mismo ellos tienen en mayor relevancia para sus arreglos políticos futuros. &#8220;Maniobras de diversión&#8221;, lo llaman en términos militares. Y es que ZP es un buen estratega (cortoplacista, dicho sea de paso).</p>
<p>La otra forma de contrainformación proviene, sospechosamente, de los se hacen llamar &#8220;antigubernamentales&#8221;. Son grupos que lanzan constantemente acusaciones de diverso tipo contra los poderosos, con la finalidad clara y manifiesta de ser escuchados por aquellos que tienen sus mismas tendencias ideológicas o que simplemente no razonan lo suficiente como para no ser influenciados ni por unos ni por otros. Son los acusadores de los &#8220;illuminati&#8221; y otras super-conspiraciones de todo tipo para dominar el mundo, amén de chorrapolleces del tipo fin del mundo en 2012 y demás historias. En general intentan captar a todo un conjunto de ciudadanos poco formados e informados en general que puedan tragarse sus chorradas con buena intención y que están hartos de los poderosos, pero que no piensan lo suficiente como para apreciar que les están contando simplemente chorradas (es más, algunos hasta se atreven a vender sus diatribas, y son auténticos best-sellers). Internet ha sido, al contrario que en el caso anterior, el caldo de cultivo ideal para este tipo de tendencias. Bajo su imagen de antigubernamentales, esconden en realidad un afán de notoriedad infinitas, que expelen información sin contrastar y la mayor parte de las veces inventada, simplemente para hacerse conocidos y de paso generar &#8220;hype&#8221;.</p>
<p>Lo que ellos saben perfectamente (y se aprovechan de ello), es que estos grupos contrainformativos, en realidad, favorecen los intereses de los poderosos. Lanzando sus ideas de ciencia-ficción (y ni eso) sobre conspiranoias estúpidas (porque encima si hablasen de cosas realmente importantes, pero la mayoría de las veces son auténticas chorradas), en realidad les están haciendo la cama a los gobiernos, porque ellos pasan por idiotas inventores de bobadas, y así quedan como tales. Funcionan como cortina de humo de los poderosos, generando un primer plano absurdo que les permite seguir operando con la información real relevante en la sombra. ¿Quienes son estos idiotas? Bueno, hay muchos en Internet. En español es especialmente relevante Trinity A Tierra (no voy a dar el enlace, no se merecen un trackback de mi parte, si alguien quiere echarse unas risas que busque un poco que lo verá enseguida), y seguidores, un grupo especialmente gracioso de idiotas. Se dedican a lanzar ideas delirantes sobre un montón de cosas esperando a que la gente pique. Y pica. Este sitio en concreto es muy popular entre los conspiranoicos. Como ellos hay más, pero no quiero darles más publicidad. Sólo quiero avisar de que esta gente existe y de que deben ser repelidos por la gente con criterio de forma inmediata.</p>
<p>El problema de estos idiotas es que crean mala prensa para la gente que realmente nos informamos, contrastamos noticias y ponemos nuestras opiniones más o menos formadas (sean favorables o no a los poderosos) en común para compartir nuestras ideas, basadas en la razón y el criticismo, con el común de los mortales internautas. Así, no puedes decir en ningún momento una palabra más alta que otra porque si no te tachan inmediatamente de seguidor de Trinity, por decir un caso, y eso jode bastante. Un caso reciente ha sido un artículo donde mencionan que el gobierno USA ya tiene preparada la dominación mundial por medio de microchips en vacunas y cápsulas, incluso haciendo referencia a webs donde se habla, simplemente, de que algunas farmacéuticas han preparado para fabricar chips de localización médica. Algunos han ido más lejos e incluso hablan de vacunación masiva en distintos países para implantar estos chips (aprovechando la gripe A), para tener controlada totalmente a la población. Primero se acusó a Bélgica de hacerlo (cosa que los medios ya han corroborado a la contra), ahora Francia, y por supuesto, USA. Primero, si llegase a ocurrir eso, lo primero que pasaría es que habría revueltas populares. Y segundo, ningún gobierno occidental se atrevería a hacer eso de forma tan obvia y evidente. Lo harían de muchas maneras distintas, por medio de las vacunas estacionales normales, o incluso de la vacunas normales que se ponen a los niños pequeños todos los años, con lo que hacerlo por medio de una vacunación masiva por una enfermedad de chichinabo es cuanto menos escandaloso. Esta gente se inventa unas historias tan histriónicas que se caen por su propio peso. Y miren ustedes, si llegase a pasar algo semejante (que hay que ser estúpidos), desde luego tendrían la negativa de la mayoría de la población. Muchas películas han visto esta gente.</p>
<p>Sólo aviso. No os fiéis de todo lo que veáis en la Red (y fuera de la red). Contrastar la información. Buscar alternativas a las noticias que os presentan. Cuando veáis una noticia en un periódico, iros a otros tres o cuatro de distintas tendencias para confirmar o desmentir. Y recordad que las historias de estos &#8220;iluminados&#8221; están bien sólo para pasar un rato entretenido. Ante todo usad la razón, el sentido común y el criticismo. Así, no os ganará nadie, ni unos ni otros.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[13ª edição - 19 de outubro]]></title>
<link>http://odescarte.wordpress.com/2009/10/19/13%c2%aa-edicao-19-de-outubro/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:14:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rendjer Editor</dc:creator>
<guid>http://odescarte.wordpress.com/2009/10/19/13%c2%aa-edicao-19-de-outubro/</guid>
<description><![CDATA[O DESCARTE Ed. XIII &#8211; Segunda-feira, 19 de outubro de 2009 Download da edição]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1>O DESCARTE</h1>
<p>Ed. XIII &#8211; Segunda-feira, 19 de outubro de 2009</p>
<p><a href="http://dl.getdropbox.com/u/1917171/ODESCARTE13.pdf">Download</a> da edição</p>
<p><img src="http://www.mila_bumdefora.blogger.com.br/bundefora.gif" alt="" width="116" height="173" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Racionalismo]]></title>
<link>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/15/racionalismo/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 02:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>mauriciolandi</dc:creator>
<guid>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/15/racionalismo/</guid>
<description><![CDATA[racionalismo A posição filosófica segundo a qual a razão tem um papel preponderante na aquisição de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">racionalismo</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">A posição filosófica segundo a qual a razão tem um papel preponderante na aquisição de conhecimento. O racionalismo é assim o oposto do EMPIRISMO. Tal como existem versões radicais de empirismo que negam à razão qualquer papel na aquisição de conhecimento, também as versões mais radicais de racionalismo negam aos sentidos qualquer papel na aquisição de conhecimento. Contudo, ao passo que ainda hoje em dia há quem defenda posições empiristas radicais, as posições racionalistas radicais só foram populares na Grécia antiga. As versões mais moderadas de racionalismo defendem que tanto a razão como os sentidos são fontes substanciais de aquisição de conhecimento. Há que não confundir a ideia de que podemos adquirir conhecimento a priori acerca do mundo com a ideia de que o conhecimento não seria possível sem termos experiência do mundo. Uma coisa é como adquirimos os conceitos relevantes usados na formulação das nossas crenças acerca do mundo, os quais podem ser adquiridos através da experiência; outra coisa é saber se, na posse dos conceitos relevantes, podemos ou não saber coisas acerca do mundo sem recorrer à experiência. Por exemplo, o facto de termos adquirido os conceitos de azul e de vermelho através da experiência perceptiva não nos impede de saber a priori que um objecto todo vermelho não pode ser azul.</div>
<p style="text-align:justify;">A posição filosófica segundo a qual a razão tem um papel preponderante na aquisição de conhecimento. O racionalismo é assim o oposto do EMPIRISMO. Tal como existem versões radicais de empirismo que negam à razão qualquer papel na aquisição de conhecimento, também as versões mais radicais de racionalismo negam aos sentidos qualquer papel na aquisição de conhecimento. Contudo, ao passo que ainda hoje em dia há quem defenda posições empiristas radicais, as posições racionalistas radicais só foram populares na Grécia antiga. As versões mais moderadas de racionalismo defendem que tanto a razão como os sentidos são fontes substanciais de aquisição de conhecimento. Há que não confundir a ideia de que podemos adquirir conhecimento a priori acerca do mundo com a ideia de que o conhecimento não seria possível sem termos experiência do mundo. Uma coisa é como adquirimos os conceitos relevantes usados na formulação das nossas crenças acerca do mundo, os quais podem ser adquiridos através da experiência; outra coisa é saber se, na posse dos conceitos relevantes, podemos ou não saber coisas acerca do mundo sem recorrer à experiência. Por exemplo, o facto de termos adquirido os conceitos de azul e de vermelho através da experiência perceptiva não nos impede de saber a priori que um objecto todo vermelho não pode ser azul.</p>
<p style="text-align:justify;">(Fonte: Dicionário Escolar de Filosofia)</p>
<p style="text-align:justify;">http://www.defnarede.com</p>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atividade de Filosofia]]></title>
<link>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/15/proposta-de-atividade/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 02:24:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>mauriciolandi</dc:creator>
<guid>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/15/proposta-de-atividade/</guid>
<description><![CDATA[Vamos lá! Neste bimestre continuaremos a caminhar pela trilha da Teoria do Conhecimento, vasto campo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vamos lá!</p>
<p style="text-align:justify;">Neste bimestre continuaremos a caminhar pela trilha da Teoria do Conhecimento, vasto campo do estudo da Filosofia.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto ao tema, seguirão dois posts sobre Racionalismo e Empirismo. Leia-os, pois farão parte da proposta.</p>
<p style="text-align:justify;">Peço que seja cumprido o seguinte roteiro:</p>
<p style="text-align:justify;">1) Realize de uma pequena pesquisa sobre a Revolução Científica (século XVII). Sistematize em seu caderno os dados coletados na pesquisa. Eles serão utilizados na próxima aula.</p>
<p style="text-align:justify;">2) Organize em seu caderno uma análise comparativa entre Racionalismo e Empirismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta atividade será apresentada por você em sala de aula na próxima quarta-feira, 21 de outubro.</p>
<p>Até lá!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olá, moçada!]]></title>
<link>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/15/ola-mocada/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 02:14:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>mauriciolandi</dc:creator>
<guid>http://cooedubamundocao.wordpress.com/2009/10/15/ola-mocada/</guid>
<description><![CDATA[Pois então&#8230; Demorou um bocado, mas agora foi! Nada como alguns minutos sobrando para organizar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Pois então&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;text-align:justify;">Demorou um bocado, mas agora foi!</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;text-align:justify;">Nada como alguns minutos sobrando para organizar um pouquinho a cabeça e dar início aos projetos antigos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;text-align:justify;">Pois é isso: o blog é um caminho para estendermos e aprofundarmos uma relação que começa na sala de aula mas, certamente, não se esgota nela.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;text-align:justify;">Quanto aos textos daqui, comentem, discutam e questionem.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;text-align:justify;">No mais, um abração!</div>
<p style="text-align:justify;">Demorou um bocado, mas taí!</p>
<p>Aliás, a idéia do blog era antiga mas, até então, só havia levado adiante com a galera do 2º ano.</p>
<p>Mas nada como alguns minutos sobrando e a necessidade para organizar um pouquinho a cabeça e empurrar para adiante os antigos projetos.</p>
<p>O &#8220;Mundo Cão&#8221; é um caminho para estendermos e aprofundarmos uma relação que começa na sala de aula mas, certamente, não se esgota nela.</p>
<p>Quanto aos textos daqui, comentem, discutam e questionem.</p>
<p style="text-align:justify;">No mais, um abração!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paciencia ante todo? Que hable la razón]]></title>
<link>http://numberninet.wordpress.com/2009/10/14/paciencia-ante-todo-que-hable-la-razon/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 17:31:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>numberninet</dc:creator>
<guid>http://numberninet.wordpress.com/2009/10/14/paciencia-ante-todo-que-hable-la-razon/</guid>
<description><![CDATA[Hace poco llegó a mi un fanático religioso a criticar mi estilo de vida, quejándose de la música que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hace poco llegó a mi un fanático religioso a criticar mi estilo de vida, quejándose de la música que escucho, la literatura y el cine, eso me hizo recordar de nuevo la entrada que publicaron mis camaradas, tanto la quema de libros y el oscurantismo, de todo lo que se quejan esas personas ciegamente devotas, a lo que yo sigo preguntándome: ¿<span style="font-style:italic;">es que acaso no se dan cuenta que la religión de verdad daña el juicio humano?</span></p>
<p>Todo ello hizo que a mi mente llegara el nombre de uno de esos sujetos, como dice en la primer entrada, con ideas <span style="font-style:italic;">hippies al estilo Lennon</span>, el historiador <span style="font-style:italic;">Joseph McCabe</span> y su interesante frase:</p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-weight:bold;font-style:italic;font-family:Arial;">“Nadie excepto un experto lee hoy en día un libro escrito entre    los años 420 y 1100 de nuestra Era; si eso no es oscurantismo, </span><span style="font-weight:bold;">¿</span><span style="font-weight:bold;font-style:italic;font-family:Arial;">Qué será?”    </span></div>
<p>Este sujeto a una edad de 15 años fue ordenado sacerdote, sin embargo renunció a eso y tomó una muy sabia desición, dedicó su enorme capacidad intelectual a combatir la superchería y la irracionalidad de la religión cristiana.</p>
<p>Él, como otros, durante su vida fue un defensor acérrimo del racionalismo. Antes de su muerte, solicitó que el epitafio de su tumba fuera:</p>
<div style="text-align:center;"><span style="font-weight:bold;font-style:italic;">&#8220;A Rebel to his Last Breath&#8221;</span></div>
<p>Él se dió cuenta de lo que las religiones son, y lo que causan a una penosa sociedad&#8230;¿cuántos libros mas deben quemarse?¿que mas se debe de quemar?cuantos años mas deben pasar para que la sociedad confíe de nuevo en la humanidad y en su propio racionalismo?</p>
<p>En algún lugar leí que la paciencia es uno de los mejores atributos de una persona, pero, para ser honestos, considero que ésta puede ser traicionera dependiendo como se aplique y en que situación, así que al final después de escuchar tanta ignorancia, obviamente mi carismático amigo religioso terminó por acabar con la mía, lo que me hizo recordar lo siguiente: &#8220;si te pegan en una mejilla pones la otra??&#8221; no, le pegas en los huevos, toda una lástima que fuese todo a través de la red.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Padrão Último]]></title>
<link>http://apdsji.wordpress.com/2009/10/12/o-padrao-ultimo/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 16:29:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>thimax77</dc:creator>
<guid>http://apdsji.wordpress.com/2009/10/12/o-padrao-ultimo/</guid>
<description><![CDATA[A Palavra de Deus versus a Opinião Arbitrária do Homem. Às vezes alguns críticos da Criação se refer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Palavra de Deus versus a Opinião Arbitrária do Homem. Às vezes alguns críticos da Criação se refer]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre la sutil diferencia entre intelecto y razón.]]></title>
<link>http://pedaleosymas.wordpress.com/2009/10/07/sobre-la-sutil-diferencia-entre-intelecto-y-razon/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 18:08:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>kikoprieto</dc:creator>
<guid>http://pedaleosymas.wordpress.com/2009/10/07/sobre-la-sutil-diferencia-entre-intelecto-y-razon/</guid>
<description><![CDATA[  Me lanzo a escribir de nuevo sobre un aspecto puramente teórico que he estado gestando en las últi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-444" title="pensa" src="http://pedaleosymas.wordpress.com/files/2009/10/pensa.jpg?w=220" alt="pensa" width="220" height="300" /></p>
<p>Me lanzo a escribir de nuevo sobre un aspecto puramente teórico que he estado gestando en las últimas semanas: hasta qué punto el hombre es un ser racional y no un ser intelectual, y si de alguna manera son sinónimos o no.</p>
<p>Partimos del supuesto argumental de que en efecto razón e intelecto son para la mayoría sinónimos puros. Podemos hablar de una identidad uno a uno. Mi cometido es mostrar que en realidad se tratan de dos conceptos análogos, es decir, no son sinónimos puros sino mixtos: se parecen en algo pero también son diferentes. Será por tanto importante fijarse en esa sutil diferencia.</p>
<p>El intelecto es lo que tiene el hombre, la razón es la herramienta del intelecto. Se puede ser muy racional y muy poco intelectual. La razón atiende a lo concreto y singular frente al intelecto que busca lo universal y general.</p>
<p>El ser humano conoce por ambos caminos. Por la vía racional emergen ciencias como la matemática o la física, fundamentadas en la lógica. Por la vía intelectual llegamos al conocimiento vital y al conocimiento argumental. También están basados en la lógica, pero en este caso de una lógica no procedimental sino esencial, es decir, en una lógica de lo real.</p>
<p>Por la vía racional no podemos llegar a la determinada causa final y eficiente, nos quedamos con la causa material y formal, de tal manera que no ahondamos más en el ser de lo conocido que por medio de los fenómenos, que nos muetran certeramente el noúmeno, en la llamada causa formal; el qué de la cosa.</p>
<p>Por la vía intelectual aprehendemos la cosa. Accedemos a la causa final y eficiente, de tal manera, que sin agotar el ser de lo conocido lo esencializamos en la realidad, es más, lo ubicamos en un &#8220;ubi&#8221; no físico, sino temático, metafísico.</p>
<p>A modo de conclusión, en el hombre de nuestros días, el hombre fruto de  un rancio racionalismo,  advertimos con mucha frecuencia un uso inequívoco de la razón, olvidandonos de que también existe el intelecto, un intelecto que nos abre al ser de un modo super-racional, es decir, que es más que racional.</p>
<p> </p>
<p>Francisco Prieto</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abrir Empresa - Quais são os Documentos? Por onde começo? Demora quanto tempo? ]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/06/abrir-empresa-quais-sao-os-documentos-o-que-e-necessario-que-tipo-de-empresa-abrir-quais-orgaos-sao-envolvidos/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 02:41:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/06/abrir-empresa-quais-sao-os-documentos-o-que-e-necessario-que-tipo-de-empresa-abrir-quais-orgaos-sao-envolvidos/</guid>
<description><![CDATA[Ser empreendedor não é fácil, basta fazer essas perguntas. A dificuldade aumenta muito se o dinheiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ser empreendedor não é fácil, basta fazer essas perguntas. A dificuldade aumenta muito se o dinheiro]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil - Acordo entre Brasil e Santa Sé será em breve aprovado e terá 20 artigos. Leia a matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/05/estatuto-juridico-da-igreja-catolica-no-brasil-acordo-entre-brasil-e-santa-se-sera-em-breve-aprovado-e-tera-20-artigos-leia-a-materia/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 20:26:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/05/estatuto-juridico-da-igreja-catolica-no-brasil-acordo-entre-brasil-e-santa-se-sera-em-breve-aprovado-e-tera-20-artigos-leia-a-materia/</guid>
<description><![CDATA[Celebrou-se, em 13 de novembro de 2008, Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Celebrou-se, em 13 de novembro de 2008, Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé r]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El "giallo" es un estado de la mente: Luigi Bazzoni, La mujer del lago/El día negro]]></title>
<link>http://esbilla.wordpress.com/2009/10/04/el-giallo-es-un-estado-de-la-mente-luigi-bazzoni-la-mujer-del-lagoel-dia-negro/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 18:55:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>esbilla</dc:creator>
<guid>http://esbilla.wordpress.com/2009/10/04/el-giallo-es-un-estado-de-la-mente-luigi-bazzoni-la-mujer-del-lagoel-dia-negro/</guid>
<description><![CDATA[Los dos acercamientos al “giallo” de uno de los más extraños directores del cine italiano de género:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Los dos acercamientos al “giallo” de uno de los más extraños directores del cine italiano de género: Luigi Bazzoni. Arquitecto reconvertido de breve filmografía, solo cuenta con dos títulos más: “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=UCryMc5qtqI" target="_self">El hombre, el orgullo y la venganza</a>” (1968), adaptación medio “SW” de “Carmen” y la enigmática y al parecer excepcional, “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=bSQI9gJ4cac" target="_self">Huellas de pisadas en la luna</a>” (1975) al que se suma un tercero que al menos dirigió parcialmente, el ignoto “spaghetti-western” Hermanos azules” (“<a href="http://www.imdb.es/title/tt0066865/" target="_self">Blu gang vissero per sempre felici e ammazzati</a>”, 1973) firmado bajo el pseudónimo de Marc Meyer. Un director cuya personalidad única y original merece ser rescatada de inmediato y sus verdaderos valores recalibrados hasta situarle como una de las figuras más estimulantes del“fantaterror” italiano.<a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/173.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-760" title="173" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/173.jpg" alt="173" width="218" height="285" /></a></p>
<p>&#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=t5HsQsmJsRY" target="_self">Time has told me</a>&#8220;</p>
<p>La mujer del lago (La dona del lago)</p>
<p>Director: Luigi Bazzoni, Franco Rosellini</p>
<p>Año: 1965</p>
<p>País: Italia</p>
<p>Fotografía: Leonida Barboni</p>
<p>Música: Renzo Rosellini</p>
<p>Guión: Luigi Bazzoni, FRanco Rosellini, Giulio Questi</p>
<p>Reparto: Peter Baldwin, Salvo Randone, Valentina Cortese, Philipe Leroy, Virna Lisi</p>
<p>Un escritor se obsesiona con la muerte de una joven hasta el punto de perder la noción de la realidad, hasta verse inmerso en una tristeza pesada provocada por la sensación de la derrota anticipada, de la imposibilidad del misterio para ser resuelto, ya que de ese modo perdería su naturaleza.</p>
<div id="attachment_762" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap245bk81.jpg"><img class="size-medium wp-image-762" title="bscap245bk8" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap245bk81.jpg?w=300" alt="escoptofilia" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">escoptofilia</p></div>
<p>Moviéndose en los terrenos del “giallo” primitivo (con cruces con el gótico blanquinegro y desesperadamente romántico) y claras influencias del Hitchcock voyeur y necrófilo (con aires “herrmannianos” en la banda sonora, además), un film mortuorio y deprimente, de textura invernal casi táctil, de vacíos y paisajes desolados en una ciudad provinciana tocada por la decadencia. Bazzoni y Franco Rossellini (hijo de Roberto y sobrino de ese Renzo que firma la música) logran una extraña atmósfera, un “Alain Resnais meets giallo”, mezcla de percepción alterada, sueño/vigilia, reconstrucción/realidad, una especie de tiempo flotante que nace de la colisión de estilos visuales y del curioso ritmo narrativo, entre el naturalismo y la sofisticación, con recursos de montaje o un uso del silencio</p>
<div id="attachment_764" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap445bu31.jpg"><img class="size-medium wp-image-764" title="bscap445bu3" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap445bu31.jpg?w=300" alt="hay una luz.." width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">hay una luz..</p></div>
<p>muy “nouvelle vague” y la aparición de ciertos estilemas luego habituales en Bazzoni (la propia “El día negro” guarda no pocos paralelismos tonales y visuales con esta película, pero más estilizados aun y en un contexto diferente), como el ojo de pez, los “travellings” subjetivos, los efectos con las texturas o la saturación de luz, modismos que reaparecerán en trabajos posteriores de un autor esquivo y personal.</p>
<div id="attachment_766" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap262fc3.jpg"><img class="size-medium wp-image-766" title="bscap262fc3" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap262fc3.jpg?w=300" alt="la imposible belleza" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">la imposible belleza</p></div>
<p>Desafortunadamente la languidez neurasténica de la historia acaba por contagiarse a todo el film y Peter Baldwin no se apea de su cara de medio cansado/medio cabreado en todo el metraje, para compensar Virna Lisi está tan bella y refulgente que amenaza con dejarte ciego, los secundarios aportan pedigrí y encima se cuela por los resquicios todo un discurso sobre la capacidad pregónate de la imagen capturada en relación con los mecanismos de la memoria y la alteración de los recuerdos. En definitiva un intento original y</p>
<div id="attachment_767" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap367jd5.jpg"><img class="size-medium wp-image-767" title="bscap367jd5" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/bscap367jd5.jpg?w=300" alt="y al final.." width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">y al final..</p></div>
<p>muy, muy interesante, donde además de Bazzoni, aparece otro personaje tan estimulante como Giulio Questi firmando el guión, futuro realizador de ese “spaghetti-western” casi fantástico que es “Oro maldito” o de una rareza del calibre de “Dos menos uno, tres”.</p>
<p>Intervenciones artísticas en espacios urbanos</p>
<p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/fifthcordcover1.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-780" title="fifthcordcover" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/fifthcordcover1.gif" alt="fifthcordcover" width="154" height="270" /></a>El día negro (Giornata nera per l&#8217;ariete)</p>
<p>Director: Luigi Bazzoni</p>
<p>Año: 1971</p>
<p>País: Italia</p>
<p>Fotografía: Vittorio Storaro</p>
<p>Música: Enio Morricone</p>
<p>Guión: Mario Di Narda, Mario Fenelli, Luigi Bazzoni según la novela de <a href="http://www.detective-fiction.com/dominicdevine-bibliography.htm" target="_self">Dominic Devine</a> &#8220;The fifth cord&#8221;, 1967</p>
<p>Reparto: Franco Nero, Silvia Monti, Pamela Tiffin, Wolfgang Preiss, Ira von Fürstenberg, Edmund Purdom, Rossella Falk, Renato romano, Agostina Belli<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/CDp6hHRcraw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/CDp6hHRcraw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<div id="attachment_773" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/protectedimage-php2.jpg"><img class="size-medium wp-image-773" title="protectedimage.php" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/protectedimage-php2.jpg?w=300" alt="figuras y construcciones" width="300" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">figuras y construcciones</p></div>
<p>Obra mayor a reflotar de entre la baraúnda de “gialli” que salpicaron de espesa sangre rojísima las pantallas de los 60 y 70. Se destaca principalmente por la personalidad inaprensible y única de su principal artífice, que ya había tocado tangencialmente el género en una variante existencialista con la referida “La mujer del lago”. Un film que como bien dice el fundamental Carlos Aguilar (“El giallo italiano: la oscuridad y la sangre” Ed. Antonio José Navarro, Nuer) está realizado “con Argento y contra Argento”, una tensión interna entre aprovecharse de las características que garantizaban el éxito y el impulso de apartarse de la corriente con una propuesta autoral.</p>
<div id="attachment_774" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/screenshot16-png1.jpg"><img class="size-medium wp-image-774" title="Screenshot16.png" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/screenshot16-png1.jpg?w=300" alt="after Bava" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">after Bava</p></div>
<p>Reincide en la obsesión y el decadentismo, entre lo brutalmente sórdido y lo extrañamente fascinante, la belleza y la podredumbre, la magia del misterio y el desencanto de la resolución. Lograda tanto a través del personaje de periodista alcoholizado, al que interpreta Nero sufriendo como sabe, martirizado por el asesino y que ve como el caso representa una oportunidad última, como de una trabajadísima estética espacial de arquitectura racionalista de hormigón, línea recta y contracurva, largos pasillos e interiores de <a href="http://2.bp.blogspot.com/_tngWMToWtCc/Rl7gFaPscYI/AAAAAAAACJI/VKCKAF9lxeM/s1600-h/Screenshot19.png.jpg" target="_self">diseño “seventies”</a> vs. exteriores desnudos. Fotografía otoñal y grisácea (de Storaro, nada menos) capturada en amenazante “ojo de pez” en panorámico imposible, plano largo, movimiento sinuoso forzado por la escenografía y una capacidad hipnótica multiplicada por la imponente columna sonora de Morricone.</p>
<div id="attachment_775" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/cap435-bmp1.jpg"><img class="size-medium wp-image-775" title="cap435.bmp" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/cap435-bmp1.jpg?w=300" alt="la vida moderna" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">la vida moderna</p></div>
<p>Una película estupenda animada además por grandes escenas en las que el director exhibe un pulso envidiable y una muy inquietante querencia por la crueldad (amén de ese fetichismo de los objetos tan típico del “giallo”), con el ejemplo del memorable asesinato de la inválida a la que interpreta la clásica Rossella Falk o el acoso al hijo del protagonista, que quizás se resienta de cierta dispersión argumental (con la farragosidad típica del sub-género) y de un exceso de personajes.<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Z-lWeddtVSY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Z-lWeddtVSY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/thr1n61.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-777" title="thr1n6" src="http://esbilla.wordpress.com/files/2009/10/thr1n61.jpg" alt="thr1n6" width="470" height="666" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A lógica e o tênis]]></title>
<link>http://christianrocha.wordpress.com/2009/10/04/a-logica-e-o-tenis/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 12:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
<guid>http://christianrocha.wordpress.com/2009/10/04/a-logica-e-o-tenis/</guid>
<description><![CDATA[Trecho do livro &#8220;A Coisa&#8221;, de Gilbert Keith Chesterton. . Quando digo que duvidamos do a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img14.imageshack.us/img14/6365/gkchesterton.jpg" alt="chesterton" /></p>
<p>Trecho do livro &#8220;A Coisa&#8221;, de <strong>Gilbert Keith Chesterton</strong>.</p>
<p>.</p>
<p>Quando digo que duvidamos do aprimoramento intelectual produzido pelo protestantismo, pelo racionalismo e pelo mundo moderno, isso geralmente causa uma confusa controvérsia, que é um tipo de emaranhado semântico. Mas, em geral, a diferença entre nós e nossos críticos é esta: eles entendem que crescimento é um aumento do emaranhado; enquanto nós entendemos que pensamento é desemaranhar o emaranhado. Mesmo um pequeno pedaço de fio reto vale mais do que toda uma floresta de mero emaranhamento. Que haja mais assuntos sendo discutidos, ou mais termos sendo usados, ou mais pessoas usando-os, ou mais livros e autoridades citadas – tudo isso não é nada para nós se as pessoas usam impropriamente os termos, entendem mal os assuntos, invocam autoridades à esmo e sem o uso da razão; e finalmente conseguem um resultado falso. <!--more-->Um camponês que diz simplesmente, “Tenho cinco porcos; se mato um, fico com quatro porcos,” está pensando de uma maneira simples e elementar; mas está pensando tão clara e corretamente quando Aristóteles e Euclides. Agora, suponha que ele leia ou passe os olhos nos jornais e livros populares de ciência. Suponha que ele comece a chamar um porco de Terra e outro de Capital e um terceiro de Exportação, e finalmente chega a um resultado de que quanto mais porcos ele mata, mais ele possui; ou que cada porca que pare faz decrescer o número de porcos no mundo. Ele aprendeu a terminologia da economia como um meio de simplesmente se emaranhar com a falácia econômica. Ela é uma falácia em que ele nunca cairia se tivesse firmemente imbuído do dogma divino de que porcos são porcos. Para tal tipo de instrução e avanço, não temos nenhum uso; e é verdade, neste sentido somente, que preferimos um camponês ignorante a um pedante instruído. Mas isso não é porque consideramos a ignorância melhor do que a instrução ou o barbarismo melhor do que a cultura. É simplesmente porque consideramos que uma clara cadeia lógica de pequena extensão é melhor que uma interminável extensão do que é interminavelmente emaranhado. É simplesmente porque preferimos um homem que faça uma simples soma certa do que uma longa divisão errada.</p>
<p>O que observamos sobre toda a cultura atual do jornalismo e das discussões gerais é que as pessoas não sabem como começar a pensar. Não somente que seu pensamento é de terceira ou quarta mão, mas que ele começa já na terça parte do processo. Os homens não sabem de onde vêm seus pensamentos. Eles não sabem quais as conseqüências de suas palavras. Eles chegam ao final de toda controvérsia e não sabem de onde ela começou ou de que se trata. Eles estão sempre supondo certos absolutos, que, se corretamente definidos, chocariam até eles próprios como sendo não absolutos mas absurdos. Pensar é assim estar num emaranhado; continuar a pensar é se aprofundar mais e mais no emaranhado. E por trás de tudo há sempre algo entendido; que é realmente mal-entendido.</p>
<p>Por exemplo, leio um artigo do admirável Sr. Tilden, o grande tenista, que estava debatendo o que está errado com o tênis inglês. “Nada pode salvar o tênis inglês,” disse ele, exceto certas reformas de um tipo fundamental, que ele explica a seguir. O inglês, parece, tem uma maneira estranha e artificial de considerar o tênis como um jogo, ou uma coisa divertida. Ele admitia que isso é parte de um tipo de espírito amador em tudo que é (como ele observou verdadeiramente) também uma parte do caráter nacional. Mas tudo isso se coloca no caminho do que ele chama da salvação do tênis inglês. Por salvação ele entende o que outros chamariam de tornar o tênis perfeito e outros de torná-lo profissional. Tomo isso como uma passagem muito típica, tirada de jornais ao acaso, e que contém a visão de uma pessoa perspicaz e arguta sobre um assunto que ele compreende totalmente. Mas o que ele não compreende é a coisa que ele supõe entender. Ele conhece totalmente seu assunto e ainda assim não sabe do que está falando; porque ele não conhece suas suposições básicas. Ele não percebe a relação de meios e fins, ou axiomas e inferências, em sua própria filosofia. E ninguém estaria provavelmente mais surpreso e mesmo legitimamente mais indignado que ele, se eu dissesse que os primeiros princípios de sua filosofia parecem ser estes: (1) Há na natureza das coisas um certo Ser absoluto e divino; (2) Todos os homens existem para o bem e a glória desse Sr. Tênis e são obrigados a se aproximar de sua perfeição e obedecer sua vontade; (3) A esta elevada obrigação eles submetem seus desejos naturais de divertimento nesta vida; e (4) Eles são obrigados a colocar esta lealdade em primeiro lugar, e amá-lo mais apaixonadamente que a tradição patriótica, que a preservação de seu próprio estilo nacional, que suas virtudes nacionais. Este é o credo ou esquema da doutrina que é aqui desenvolvida sem ser definida. A única maneira que temos de salvar o tênis é impedi-lo de ser um jogo. A única maneira de salvar o tênis inglês é impedi-lo de ser inglês. Não ocorre a esses pensadores que algumas pessoas podem gostar do tênis porque ele é inglês e apreciá-lo porque ele é divertido. Há algum padrão abstrato e divino na coisa, para quem todos devem se levantar, sacrificando todo o prazer e afeição. Quando os cristãos dizem a mesmo coisa sobre os sacrifícios feitos para Cristo, soa como uma coisa inaceitável. Mas quando jogadores de tênis dizem isso em relação aos sacrifícios exigidos pelo tênis, soa muito natural e casual na confusão dos pensamentos e expressões da atualidade. E ninguém nota que um tipo de sacrifício humano está sendo oferecido a um tipo novo e anônimo de deus.</p>
<p>Nos velhos e bons tempos do racionalismo vitoriano, era convencional zombar de Santo Tomás de Aquino e os teólogos medievais; e especialmente repetir perpetuamente uma surrada piada sobre o homem que discutia quantos anjos poderiam dançar na ponta de uma agulha. Os confortáveis e comerciais vitorianos, com seu dinheiro e mercadorias, poderiam muito bem ter sentido uma ponta mais afiada da mesma agulha, mesmo que fosse seu outro lado. Teria sido bom para suas almas ter procurado pela agulha, não no palheiro da metafísica medieval, mas no elegante agulheiro de sua própria Bíblia de bolso. Teria lhes sido melhor meditar, não sobre como muitos anjos poderiam permanecer numa ponta de agulha, mas sobre como muitos camelos poderiam passar no buraco de uma. Mas há outro comentário sobre essa curiosa piada, que é mais relevante para nossos propósitos aqui. Se o místico medieval realmente discutiu sobre anjos permanecerem sobre uma agulha, pelo menos ele não discutiu como se o objetivo dos anjos fosse permanecer sobre uma agulha; como se Deus tivesse criados todos ao Anjos e Arcanjos, todos os Tronos, Virtudes, Potestades e Principados, somente a fim de que pudessem ser algo para vestir e decorar a inconveniente nudez da ponta de uma agulha. Mas essa é a maneira de raciocinar dos modernos racionalistas. O místico medieval não teria dito nem mesmo que uma agulha existe para ser suporte de anjos. O místico medieval teria dito, em primeiro lugar, que uma agulha existe para fazer roupas para os homens. Pois os místicos medievais, em sua maneira obscura e transcendental, estavam muito mais interessados nas razões reais das coisas e na distinção dos meios e dos fins. Eles desejavam conhecer a razão da existência de uma coisa, e como uma idéia dependia da outra. E eles poderiam até mesmo ter sugerido, o que tantos jornalistas parecem esquecer, a possibilidade paradoxal de que o tênis foi feito para o homem e não o homem para o tênis.</p>
<p>Os modernistas foram particularmente infelizes quando disseram que não se deve esperar que o mundo moderno tolere os antigos métodos silogísticos do escolástico. Eles estavam propondo que se desfizesse do único instrumento medieval que o mundo moderno exigirá mais urgentemente. Teria sido melhor ter dito que o renascimento da arquitetura gótica foi sentimental e fútil; que o movimento pré-rafaelano na arte foi somente um episódio excêntrico; que o uso da palavra “guilda” para todo tipo possível de instituição social foi artificial e fingido; que o feudalismo da jovem Inglaterra foi muito diferente do da antiga. Mas esse método elegante de dedução, com a definição de postulados e a real resposta da questão, é algo que a nossa sociedade midiática está em desesperada e urgente necessidade; como um envenenado está em necessidade do antídoto. Tomei aqui um único exemplo que atraiu meu olhar de centenas de milhares que acontecem a cada hora. E como o tênis, como qualquer outro jogo, tem de ser jogado tanto com a cabeça quanto com as mãos, penso que seja altamente desejável que ele seja discutido ocasionalmente pelo menos tão inteligentemente quanto ele é jogado.</p>
<p>.</p>
<p><font size="1">texto lido primeiro <a href="http://angueth.blogspot.com/2009/09/logica-e-o-tenis.html">aqui</a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[12ª edição - 1º de outubro]]></title>
<link>http://odescarte.wordpress.com/2009/10/01/12%c2%aa-edicao-1%c2%ba-de-outubro/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 09:00:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rendjer Editor</dc:creator>
<guid>http://odescarte.wordpress.com/2009/10/01/12%c2%aa-edicao-1%c2%ba-de-outubro/</guid>
<description><![CDATA[O Descarte Download da 12ª edição (.pdf)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:left;"><span style="color:#003366;">O Descarte</span></h1>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#003366;"><span style="color:#000000;font-weight:normal;font-size:13px;background-color:#ffffff;">Download da <a href="http://dl.getdropbox.com/u/1917171/ODESCARTE12.pdf">12ª edição</a> (.pdf)</span></span></p>
<p><span style="color:#003366;"><span style="color:#000000;font-weight:normal;font-size:13px;background-color:#ffffff;"><img class="alignnone" src="http://1.bp.blogspot.com/_vhWeqL4_fz8/R3OcGHdjPpI/AAAAAAAAAvo/BlJ_fMQBaCE/s400/purchase-the-borat-book.jpg" alt="" width="107" height="123" /></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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