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	<title>ram-charam &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ram-charam/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ram-charam"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 14:26:52 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Rabo de tubarão ou cabeça de sardinha?]]></title>
<link>http://raulmarinhog.wordpress.com/2008/10/15/rabo-de-tubarao-ou-cabeca-de-sardinha/</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 18:47:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raul Marinho</dc:creator>
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<description><![CDATA[O que é melhor: ser um dos melhores contadores de Palestina (cidade com 15 mil habitantes no extremo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://raulmarinhog.files.wordpress.com/2008/10/sorveteiro190.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-510" title="sorveteiro190" src="http://raulmarinhog.wordpress.com/files/2008/10/sorveteiro190.jpg" alt="" width="190" height="208" /></a></p>
<p>O que é melhor: ser um dos melhores contadores de Palestina (cidade com 15 mil habitantes no extremo norte do estado de São Paulo), ou estar na média de mercado em São Paulo (capital)? Ter a melhor loja de acessórios para carros num bairro distante, ou uma loja no centro da cidade equivalente à da vizinhança? Ser &#8220;mais um&#8221; num grande centro, ou <em>o</em> cara de uma currutela?</p>
<p>Dinheiro não é tudo na vida (obviamente, também existem os cartões de crédito, os CDBs, os fundos de investimentos&#8230;), mas em termos de sucesso profissional, é muito melhor ser o rabo do tubarão que a cabeça da sardinha. Veja por quê neste artigo que eu publiquei na Você S/A (na verdade, o mais popular de todos os textos que eu já publiquei até hoje):</p>
<blockquote><p><strong><span class="titulomateria">Quanto mais gente, melhor</span></strong></p>
<p><span class="texto">Grandes gurus da administração como Ram Charam dizem que o melhor lugar para se aprender a fazer negócios é na feira. Concordo, mas acrescentaria que também se pode aprender com o camelô, o pipoqueiro e com todo mundo que lida diretamente com o freguês comprando e vendendo. Estes profissionais podem nos mostrar na prática como as teorias do mundo dos negócios funcionam de verdade. Observando o comportamento de um sorveteiro na praia, pode-se chegar a conclusões interessantes sobre estratégia de localização com base na Teoria dos Jogos. Mais do que isso, é possível concluir novos aspectos sobre nossa própria localização: por que é vantajoso morar e trabalhar em uma cidade grande como São Paulo?<br />
Imagine uma praia relativamente pequena, com uns 300 metros, onde seus freqüentadores encontram-se espalhados igualmente na areia. Neste cenário, imagine-se um sorveteiro que chega na praia onde já se encontra um concorrente vendendo o mesmo produto com o mesmo preço que o seu. Como o outro sorveteiro está sozinho, ele está bem no meio da praia. Onde você irá estacionar o seu carrinho de sorvetes e onde você acha que seu concorrente o fará?<br />
À primeira vista, parece que o mais óbvio é cada um ficar a uma distância de 100 metros do fim da praia e deles mesmos. Esta seria uma estratégia de mútua cooperação, onde cada um dos vendedores teria um terço da praia praticamente exclusiva e um terço dividido eqüitativamente. Eles estariam posicionados da melhor forma para que qualquer banhista possa chegar até eles andando o mínimo possível. Mas&#8230; Se você já teve a oportunidade de presenciar uma situação parecida com esta na realidade, provavelmente você notou os dois sorveteiros juntos no meio da praia. Será que eles fazem isso para poder ficar conversando? Ou será que esta é realmente a melhor alternativa?<br />
Na verdade, eles ficam juntos no meio da praia porque este é o único Equilíbrio de Nash possível no sistema. Em Teoria dos Jogos, o Equilíbrio de Nash é atingido quando cada jogador faz o melhor possível em função do que seus concorrentes fazem. Voltando a imaginar-se sorveteiro: se o seu concorrente ficasse a 100 metros do fim direito da praia, o melhor que você poderia fazer seria se posicionar logo à sua esquerda. Desta forma, você abrangeria dois terços da praia contra um terço para ele. Seria a sua deserção, vantajosa frente à cooperação dele. No momento seguinte, porém, seu concorrente se moveria mais para o centro, logo à sua esquerda. Dali a pouco, seria você que iria para a esquerda dele e, momentos depois, ambos estariam juntos no meio da praia. Em uma sucessão de deserções de parte a parte, você e seu concorrente iriam ficar bem no centro da praia, dividindo a clientela meio a meio. Repare que é muito comum encontrar postos de gasolina, floriculturas e bancos e localizados um em frente ao outro. Isto acontece pelo mesmo motivo: Equilíbrio de Nash.<br />
A questão da localização do carrinho de sorvete também pode ser entendida como uma estratégia de localização profissional. Recentemente, a revista Você S.A. publicou uma pesquisa sobre as melhores cidades para fazer carreira onde São Paulo foi apontada como a primeira colocada. Coincidentemente, São Paulo também é a cidade mais próxima da maior parte do mercado nacional em termos de concentração de PIB. Pode-se dizer que São Paulo é exatamente o “meio da praia”, o lugar onde é mais vantajoso você estar se quiser atingir o maior número de pessoas possível e aumentar sua exposição pessoal.<br />
Mas São Paulo é a cidade onde se encontra a maior concorrência profissional do Brasil. Mesmo assim, é considerada a melhor cidade para fazer carreira, o que é uma aparente contradição. Por que não fazer carreira em uma pequena cidade do interior, para onde quase ninguém vai? Simplesmente porque isto representaria ir para o “canto da praia”. Você conquistaria uma clientela local, sem dúvida, mas quem fica no centro divide a quase totalidade do mercado.<br />
Como o ambiente de negócios brasileiro é bem mais complexo que uma praia, este raciocínio tem que ser entendido levando-se em conta inúmeras outras particularidades, desde o ramo de atividade em que se trabalha até questões de qualidade de vida que cada cidade oferece. Mas o “jogo do sorveteiro” é, sem dúvida, um exercício interessante para refletir sobre posicionamento profissional.</span></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sustentabilidade]]></title>
<link>http://bentoandreato.wordpress.com/2008/06/19/sustentabilidade/</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 23:33:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>bento15</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estou aqui em Curitiba participando do Global Fórum, iniciativa que junta sociedade civil, governos,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estou aqui em Curitiba participando do Global Fórum, iniciativa que junta sociedade civil, governos, empresas e universidades para a discussão da sustentabilidade na América Latina.</p>
<p>A partir de uma metodologia chamada &#8220;Investigação Apreciativa&#8221;, foram incentivadas diversas rodadas de conversação. </p>
<p>Hoje o evento contou com a participação de Ram Charam. Coloco aqui seus 10 princípios para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>1 – Defina a causa, a missão, quais os resultados que se pretende e como dimensionar esses resultados. “É preciso usar a mente e buscar resultados mensuráveis”, explicou.<br />
2 – Busque o comprometimento local. Identifique quem são as pessoas que podem se comprometer localmente com a causa.<br />
3 – Converse com essas pessoas, dialogue com elas até alcançar o consenso. A partir do consenso o interesse se intensifica.<br />
4 – Neste ponto entram as empresas. As empresas podem usar a mente, o raciocínio para projetar sistemas que permitam tornar um produto ou serviço acessível, na base, por exemplo, de 1 dólar. “Não ter dinheiro é uma situação que força a inovação”, disse Charan.<br />
5 – Projete um sistema. Mas é preciso ter em mente que o sistema só vai funcionar se as pessoas executoras concordarem com esse sistema. Caso contrário, é preciso voltar ao diálogo.<br />
6 – Identifique líderes na comunidade. Pessoas de paixão e confiáveis. Segundo Charan, nenhum grupo de pessoas ou comunidade alcança a sustentabilidade sem um líder, seja ele eleito, indicado informalmente ou escolhido.<br />
7- Não busque a publicidade e o elogio pelo sucesso alcançado. “A satisfação pessoal não é medida pela publicidade da sua iniciativa”, disse.<br />
8- Mantenha reuniões periódicas com pessoas de empresas, universidades, autoridades públicas. Estabeleça prioridades, mas não queira nunca abraçar o mundo. Escolha três prioridades, com base na sua causa, nos resultados e mensuração dos resultados. Use palavras exatas, evitando conceitos e definições genéricas.<br />
9 – Busque a criatividade do grupo envolvido no trabalho. É preciso identificar quais os recursos, em termos de criatividade, com que se pode contar para o desenvolvimento das ações.<br />
10 – Tenha em mente que a vida é a felicidade. Seja feliz e, mais importante, faça outras pessoas felizes.</p>
<p>SAIBA MAIS: www.globalforum.com.br</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filme: "Coach Carter - Treino para a Vida"]]></title>
<link>http://valerianakamura.wordpress.com/2008/03/10/filme-coach-carter-treino-para-a-vida/</link>
<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 16:19:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>valerianakamura</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este filme é baseado na história real de Ken Carter, um treinador (coach) de basquete que deseja tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://valerianakamura.wordpress.com/files/2008/03/coachcarter.thumbnail.jpg" alt="Coach Carter" />Este filme é baseado na história real de Ken Carter, um treinador (<em>coach</em>) de basquete que deseja transformar a vida de garotos de uma escola da periferia da Califórnia, utilizando o esporte e a educação.</p>
<p>Carter, proprietário de uma loja de materiais esportivos, se depara com um convite para se tornar treinador do Colégio Richmond onde havia estudado e jogado basquete com inúmeros recordes que não haviam sido quebrados.</p>
<p>Mas o desafio era grande, o time na última temporada ganhou apenas 4 jogos e perdeu 22. Os jogadores eram briguentos, sem nenhuma disciplina e regras, mas Carter acreditava que podia transformá-los.</p>
<p>O basquete não deveria ser uma desculpa para estar na escola, mas uma conquista obtendo boas notas e presença nas aulas e assim, Carter decide impor regras que a princípio deixam pais, professores e alunos inconformados, mas ele não se importa, pois sabe o que precisa fazer para chegar onde deseja.</p>
<p>Carter faz com que esses garotos comecem a visualizar um mundo diferente, com a possibilidade de irem para a universidade, de não pertecerem ao mundo que seus pais e amigos fazem parte, o das drogas e do crime, enfim, podem se tornar verdadeiros cidadãos e profissionais.</p>
<p>Esses meninos descobrem suas potencialidades, sua autoconfiança e auto-estima aumentam, aprendem o que é ser uma equipe, ajudando uns aos outros. Aprendem a ganhar e a perder, como ocorre em nossa vida.</p>
<p>Vamos analisar esse filme com foco na liderança nas empresas, principalmente voltado ao processo de Execução que segundo Ram Charam é um grande problema, pois a maioria dos executivos estão preocupados com as estratégias, mas não com a execução e por isso os resultados não aparecem.</p>
<p>1. Carter gostava de desafios, pois como esportista e empresário, isso fazia parte de sua vida. E assim, é o líder, eternamente movido a desafios, senão sua vida não tem sentido.</p>
<p>2. Carter gostava de pessoas e acreditava que todas podiam desenvolver seu potencial, porém precisavam se conhecer realmente para que pudessem fazer a diferença em suas vidas, por isso fazia com que os garotos chegassem ao limite do corpo, da mente, da alma. Era absolutamente transparente, não ficava com medo de melindrar, de causar uma revolução, de perder os garotos; trabalhava o processo de <em>feedback</em> de forma brilhante, &#8220;o que você faz bem&#8230; o que você não faz e como pode fazer&#8221;.</p>
<p>Vejo que várias pessoas que estão exercendo a liderança atualmente não estão preparadas para isso, pois primeiro, não gostam de pessoas, não se importam com elas, as enxergam apenas como um objeto para atingirem seus objetivos e por isso, muitas vezes não conseguem. E segundo, não saber trabalhar o processo de vital importância nas relações pessoais que é o <em>feedback</em>. Alguns têm muito medo em dar o <em>feedback</em> e serem vistos como &#8220;mauzinhos&#8221; da empresa, preferindo ficar &#8220;de bem&#8221; com todos, outros acreditam que o <em>feedback</em> só é utilizado quando ocorreu algo errado e aí também o resultado não aparece. Acredito que esse assunto merece um post próprio que depois escreverei.</p>
<p>3. Carter ao testar os jogadores, começa a colocá-los nas posições mais adequadas. Nas empresas, muitas pessoas são colocadas em posições que não possuem a competência necessária e por isso, muitas vezes são descartadas ou discriminadas. Deve-se haver um estudo mais aprofundado das competências profissionais para termos pessoas certas nos lugares certos.</p>
<p>4. Carter podia exigir resultados, pois sabia que era possível, afinal ele também fora aluno daquela escola, passou pelas mesmas situações daqueles garotos, foi um brilhante jogador e conseguiu dar a volta por cima, estudar e se tornar um empresário. Quantos líderes que vemos nas empresas que elaboram estratégias maravilhosas, mas não sabem como excutá-las e quando questionados dizem: &#8220;eu sou pago para pensar&#8230; vocês são pagos para fazer!&#8221;. Mas como executar algo que nem o líder sabe por onde começar? O líder precisa dar a direção, mostrar que é possível e que está com a equipe em todo o processo, caso contrário, a credibilidade do líder começa a cair e seus funcionários não o seguem. Imagine o Coach Carter dizendo para seus garotos que eles podem ter uma vida diferente se a dele não tivesse sido&#8230; será que eles o seguiriam? O que você acha de um médico endocrinologista obeso que te diz que é possível emagrecer de forma natural?</p>
<p>Os líderes precisam ser um exemplo!</p>
<p>5. Existia um garoto (Cruz) que sempre entrava em embate com Carter que sempre o questionava e desafiava: &#8220;Do que você tem medo?&#8221;. Após passar por muitas coisas, esse garoto responde a essa pergunta: &#8220;Temos medo do nosso próprio brilho!&#8221;.</p>
<p>O verdadeiro líder é um transformador de pessoas e do ambiente em que vive e por isso precisa buscar seu autoconhecimento e conhecer as pessoas com quem se relaciona para ajudá-las no seu desenvolvimento e fazer com que elas brilhem e saibam lidar com isso. No momento em que cada um encontre seu caminho e saiba que para obter um melhor resultado (um brilho maior) precisa de outras pessoas, o líder conseguiu formar uma verdadeira equipe.</p>
<p>Nosso ativo mais importante na empresa é formado pelas pessoas. Nenhuma estratégia dará resultado se não conseguir ter pessoas para operacionalizá-las. Por isso, passe a valorizá-las!</p>
</div>]]></content:encoded>
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