<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>raquel-recuero &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/raquel-recuero/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "raquel-recuero"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:23:12 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[A internet e a cultura escrita]]></title>
<link>http://ambientedomeio.com/2009/11/13/a-internet-e-a-cultura-escrita/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:27:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Marina Martins de Lima</dc:creator>
<guid>http://ambientedomeio.com/2009/11/13/a-internet-e-a-cultura-escrita/</guid>
<description><![CDATA[ Danilo Albergata/ Revista Com Ciência Das pequenas tábuas de argila, passando pelo surgimento do pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ Danilo Albergata/ Revista Com Ciência Das pequenas tábuas de argila, passando pelo surgimento do pa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dica de leitura: Redes Sociais na Internet]]></title>
<link>http://danielamachado.wordpress.com/2009/09/10/dica-de-leitura-redes-sociais-na-internet/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 01:11:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniela Machado</dc:creator>
<guid>http://danielamachado.wordpress.com/2009/09/10/dica-de-leitura-redes-sociais-na-internet/</guid>
<description><![CDATA[Livro traz discussões teóricas sobre as redes sociais Qual o impacto das redes digitais nas relações]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Livro traz discussões teóricas sobre as redes sociais Qual o impacto das redes digitais nas relações]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E - Books Para Download]]></title>
<link>http://batedeira.wordpress.com/2009/09/08/e-books-para-download/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 19:44:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>batedeira</dc:creator>
<guid>http://batedeira.wordpress.com/2009/09/08/e-books-para-download/</guid>
<description><![CDATA[Pessoal seguem 5 e-books para download, é só clicar e baixar. 1 &#8211; Tudo o que você precisa sabe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1229" title="ebooks2" src="http://batedeira.wordpress.com/files/2009/09/ebooks2.jpg" alt="ebooks2" width="380" height="253" /></p>
<p>Pessoal seguem 5 e-books para download, é só clicar e baixar.</p>
<p>1 &#8211; <span style="font-weight:bold;"><a href="http://guiadotwitter.talk2.com.br/arquivos/Manual_Twitter_6_MB.pdf" target="blank">Tudo o que você precisa saber sobre Twitter</a></span> &#8211; Juliano Spyer</p>
<p>2 &#8211; <span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.onipresentelivro.com.br/download/onipresente-1.0-print.pdf" target="blank">Onipresente</a></span> &#8211; Ricardo Cavallini</p>
<p>3 &#8211; <span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.4shared.com/file/49330509/fe0bbb6d/Cultura_Livre_-_Lawrence_Lessig.html" target="blank">Cultura Livre</a></span> &#8211; Lawrence Lessig</p>
<p>4 – <span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.redessociais.net/cubocc_redessociais.pdf" target="blank">Redes Sociais na Internet</a></span> – Raquel Recuero</p>
<p>5 &#8211; <span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.marketingdebusca.com/wp-content/uploads/2007/07/gestao-reputacao-online.pdf" target="blank">Guia da Gestão da Reputação Online</a></span></p>
<p><span style="font-weight:bold;"><span style="font-weight:bold;"> </span></span></p>
<p><span style="font-weight:bold;"><span style="font-weight:bold;">Via <a href="http://www.chmkt.com.br/" target="_blank">CHMKT</a></span></span><span style="font-weight:bold;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TWITTER - REDE SOCIAL]]></title>
<link>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/07/09/twitter-rede-social/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 19:40:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiguportfolio</dc:creator>
<guid>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/07/09/twitter-rede-social/</guid>
<description><![CDATA[Trabalho apresentado para a disciplina &#8220;Redes Comunicacionais&#8221; ministrada pela professor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/07/capa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-821" title="capa" src="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/07/capa.jpg" alt="capa" width="450" height="337" /></a></p>
<p>Trabalho apresentado para a disciplina &#8220;Redes Comunicacionais&#8221; ministrada pela professora Telma Johnson na Espcom 2009 UFMG. (<a href="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/07/twitter_versao-final.pdf">twitter_versão final</a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[redes sociais&gt;áudios]]></title>
<link>http://cibercomunicafja.wordpress.com/2009/06/30/redes-sociaisaudios/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 14:09:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>cibercomunicafja</dc:creator>
<guid>http://cibercomunicafja.wordpress.com/2009/06/30/redes-sociaisaudios/</guid>
<description><![CDATA[Palestra em áudio de Raquel Recuero sobre Redes Sociais e Comunicação Palestra da jornalista Paula G]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>Palestra em áudio de Raquel Recuero sobre Redes Sociais e Comunicação</h2>
<h2>Palestra da jornalista Paula Goes (Londres), do Global Voice</h2>
<p><a href="http://" target="_blank">http://cibercomunicaunijorge.mypodcast.com/index.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista: Raquel Recuero]]></title>
<link>http://dialogopossivel.wordpress.com/2009/06/23/entrevista-raquel-recuero/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 08:45:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Robson Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dialogopossivel.wordpress.com/2009/06/23/entrevista-raquel-recuero/</guid>
<description><![CDATA[A jornalista Raquel Recuero é autora de um livro recém-lançado sobre redes sociais Raquel Recuero é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_41" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class="size-full wp-image-41 " title="fotoraquel" src="http://dialogopossivel.wordpress.com/files/2009/06/fotoraquel.jpg" alt="fotoraquel" width="240" height="180" /><p class="wp-caption-text">A jornalista Raquel Recuero é autora de um livro recém-lançado sobre redes sociais</p></div>
<p style="text-align:justify;">Raquel Recuero é jornalista, professora e pesquisadora do PPGL e do curso de Comunicação Social da UCPel. Suas áreas de interesse são redes sociais e comunidades virtuais na Internet, conversação e fluxos de informação e capital social no ciberespaço e jornalismo digital. Autora do livro &#8220;Redes Sociais Na Internet&#8221;, algumas pessoas dizem que ela é uma das maiores especialistas em redes sociais do Brasil. Porém todos sabemos que as vezes as pessoas falam de mais. Confira!  </p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Diálogo Possível:</strong> Você é autora do recém-lançado livro “Redes Sociais Na Internet”, que é o seu primeiro livro. De onde surgiu a idéia de produzir um livro sobre este assunto?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Raquel Recuero:</strong> Esse é o meu primeiro livro como única autora, já fiz outros como organizadora ou participante. A idéia surgiu da minha tese e das minhas pesquisas. O livro reflete esses trabalhos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> Que aspectos principais sobre as redes sociais você aborda em seu livro?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> Eu abordo várias coisas sobre redes sociais: como podem ser observadas, teorias, modelos, aplicações e etc.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> Para você, qual é a importância das redes sociais?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> Então, eu acho que a Internet proporciona que as conexões entre os atores fiquem mais &#8220;perenemente&#8221; funcionando e que as pessoas possam receber muito mais informações, dados e até mesmo, participar de conversações assíncronas. Isso possibilita que as redes fiquem mais ativas e que permeiem mais o <em>offline</em> também.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> Porque o Orkut é a rede social de mais sucesso no Brasil no momento?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> Eu não sei exatamente porque o Orkut é o site de maior sucesso no Brasil. Existem várias hipóteses. Basicamente é porque chegou primeiro, tinha uma interface melhor, foi o sistema certo na hora certa e porque atingiu uma massa crítica rapidamente.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> Qual será o sucessor do Orkut?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> Só Deus sabe! (risos) Não sei, é muito difícil avaliar esse tipo de coisa. O Orkut está muito estabelecido, mas as pessoas já não usam tanto. Por outro lado, há mais opções. Então é difícil outro sistema chegar e abarcar um mercado tão grande. Mas não sei, sempre pode acontecer.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> Algumas pessoas só vivem na rede virtual, o que você pensa sobre isso?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> Olha, eu não conheço ninguém que viva SÓ no virtual. (risos) Acho que o virtual é um complemento e em minhas pesquisas tenho observado justamente isso. As pessoas usam como um complemento para as interações no <em>offline</em>. Usam para falar com os amigos, colegas de escola e não com o universo.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> Com as redes sociais as pessoas passaram a se expor mais. Será que as redes sociais não podem ser um risco para as pessoas?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> A rede em si, não. Os sites até podem, dependendo do uso, como tudo. As pessoas precisam ter cuidado com aquilo que publicam online porque, justamente, é uma publicação. Sempre digo aos meus alunos para não colocar online o que não colocariam em um outdoor.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> A grande novidade em redes sociais no Brasil atualmente é o Twitter, que  é um microblogging sobre o que você está fazendo a cada momento. Na sua opinião, as pessoas têm uma necessidade de serem acompanhadas,  de serem realmente seguidas a cada momento?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> Já escrevi sobre isso, mas não acho que o Twitter seja microblogging, chamo de micromensageiro e não acho que foque o que as pessoas estão fazendo a cada momento. Eu considero que o Twitter seja uma ferramenta de informação e conversação.<br />
 <br />
 <br />
<strong>DP:</strong> Nestes últimos anos surgiu um novo conceito de blog, os microblogs. Desde então, tem sido lançado um site atrás do outro: Twitter, Plurk e Yahoo Meme. Esta é uma tendência?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR: </strong>De novo, não concordo com essa idéia de &#8220;microblog&#8221;. Acho que cada um desses serviços tem particularidades e não tem nenhuma semelhança com blog. Também já escrevi sobre isso, mas o Plurk e o Twitter, por exemplo, são usados de forma totalmente diferentes.<br />
 </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> As redes sociais tendem a serem tachadas como inúteis. Foi como esse propósito que elas foram criadas?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> As redes sociais não foram criadas, acho que está acontecendo uma confusão. Rede social, pra mim, como está no livro, é uma metáfora estrutural para agrupamentos humanos. Assim, elas sempre existiram, enquanto existiram agrupamentos humanos. Desse modo, não temos como dizer se uma rede é útil ou inútil, ela é útil na medidade em que serve aos atores que ali estão.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DP:</strong> Se você pudesse descrever a rede social do futuro, como ela seria?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RR:</strong> Acho que não entendi. Como assim rede social do futuro?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por dentro das redes sociais]]></title>
<link>http://lsantiago.wordpress.com/2009/06/12/redes-sociais/</link>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 14:36:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Santiago</dc:creator>
<guid>http://lsantiago.wordpress.com/2009/06/12/redes-sociais/</guid>
<description><![CDATA[     Muitos que me acompanham aqui no blog se interessam por este tema. Fica, então, a dica do livro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="288" valign="top"> <br />
<img title="Redes Sociais na Internet (Raquel Recuero)" src="http://lsantiago.wordpress.com/files/2009/06/raquelrecuero.jpg" alt="Redes Sociais na Internet (Raquel Recuero)" width="200" height="297" />  </td>
<td width="288" valign="top">
<p style="text-align:left;">Muitos que me acompanham aqui no blog se interessam por este tema. Fica, então, a dica do livro <strong><em>Redes Sociais na Internet</em></strong>, escrito pela Raquel Recuero, professora e pesquisadora em redes sociais, comunidades virtuais e mídia social.</p>
<p style="text-align:left;">Reproduzo o link que ela divulgou no Twitter hoje, onde há uma versão completa em PDF (40MB): <a title="Redes Sociais na Internet" href="http://www.redessociais.net/" target="_blank">http://www.redessociais.net/</a>. Considero muito sensata essa forma de compartilhar conhecimento em vez de se privilegiar única e excluisvamente os chamados &#8220;direitos autorais&#8221;. </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por uma questão de comodidade, os interessados podem adquirir a versão impressa, se assim o desejarem, no mesmo link que informei.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redes Sociais na INTERNET - Ed Sulina]]></title>
<link>http://reuniaodepauta.wordpress.com/2009/05/29/redes-sociais-na-internet-ed-sulina/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 16:59:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>deysicioccari</dc:creator>
<guid>http://reuniaodepauta.wordpress.com/2009/05/29/redes-sociais-na-internet-ed-sulina/</guid>
<description><![CDATA[Acabo de receber o livro Redes Sociais na Internet, da minha teacher Raquel Recuero. A Ed Sulina me ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acabo de receber o livro Redes Sociais na Internet, da minha teacher Raquel Recuero. A Ed Sulina me enviou essa cortesia e eu quero aqui, agradecer muito,muito,muito! Estou ansiosa pra começar a ler. um beijo na minha amiga Maris, que fez essa gentileza.</p>
<p>Presentão pra uma sexta-feira!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TEDx Brasil]]></title>
<link>http://spreadthings.wordpress.com/2009/04/10/tedx-brasil/</link>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 04:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>bnagumo</dc:creator>
<guid>http://spreadthings.wordpress.com/2009/04/10/tedx-brasil/</guid>
<description><![CDATA[houve uma época em que quis muito viver em 1969, ver o homem chegar na lua, o Hendrix no Woodstock, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-304" title="tedx_logo_top" src="http://spreadthings.wordpress.com/files/2009/04/tedx_logo_top.jpg" alt="tedx_logo_top" width="480" height="133" /></p>
<p>houve uma época em que quis muito viver em 1969, ver o homem chegar na lua, o Hendrix no Woodstock, o movimento cultural e político da época, mas NÃO! já era! não dá pra viver de passado</p>
<p>é 2009 (apesar de tudo às vezes parecer tão 90&#8217;s&#8230;) e no meu atual movimento de <strong>desapego</strong> (um pouco dele <a href="http://spreadthings.wordpress.com/2009/03/29/adendo-4/" target="_blank">aqui</a>) aproveito pra empacotar meus pré-conceitos de alguns movimentos tecnológicos, do poder das massas de usar a internet com um pouco de <em>intelligentsia</em> pra divulgar a todo pulmão <strong>um movimento que apoio e quero fazer parte</strong></p>
<p>o <a href="http://www.ted.com/tedx" target="_blank">TEDx</a>, um filhote open-source do <a title="ted" href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a> (Technology, Entertainment and Design), que pra quem ainda não conhece (mais uma auto-referência, clique <a href="http://spreadthings.wordpress.com/2008/12/07/palestra-do-vik-muniz-na-ted/" target="_blank">aqui</a>) são palestras de pessoas de renome de inúmeras áreas do conhecimento que são gravadas na Califórnia e divulgadas pela internet, simples, direto e dentro de 18 minutos</p>
<p>o filhote open-source é descrito assim:</p>
<p>&#8220;In the spirit of &#8220;Ideas Worth Spreading,&#8221; TEDx is a program that enables schools, businesses, libraries or just groups of friends to enjoy a TED-like experience through events they themselves organize, design and host.&#8221;</p>
<p>os projetos já estão rolando e São Paulo estamos nos mexendo <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=67546421774#/topic.php?uid=67546421774&#38;topic=8103" target="_blank">aqui</a></p>
<p>meus pitacos pro line-up:</p>
<p>1- Raquel Recuero (expert em redes sociais)</p>
<p>2- Marcelo Tas (comunicador, jornalista, multimídia)</p>
<p>3- Tiago Dória (blogueiro e trendspotter do jornalismo)</p>
<p>4- Fernanda Viégas (expert em visualização de dados)</p>
<p>5- Vik Muniz (mesmo ele já tendo participado do TED US, o cara é bom!)</p>
<p>6- os criadores da Endossa (loja colaborativa, idéia tupiniquim com orgulho)</p>
<p>e vocês? quem querem ver?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Navegando pelos primórdios dos blogs]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/01/30/navegando-pelos-primordios-dos-blogs/</link>
<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 05:06:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/01/30/navegando-pelos-primordios-dos-blogs/</guid>
<description><![CDATA[Scripting News, um dos blogs mais antigos de que se tem notícia, e sua aparência em 1997 Hoje resolv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1029" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1029" title="scripting_news" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/01/scripting_news.jpg" alt="Scripting News, um dos blogs mais antigos de que se tem noticia, e sua aparência em 1997" width="500" height="366" /><p class="wp-caption-text">Scripting News, um dos blogs mais antigos de que se tem notícia, e sua aparência em 1997</p></div>
<p>Hoje resolvi fazer a lição de casa e, finalmente, visitei (graças à <a href="http://www.archive.org/web/web.php" target="_blank">máquina do tempo da Web</a>) dois dos blogs mais   antigos do mundo.</p>
<p>Consta nos autos que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dave_Winer" target="_blank">Dave Winer</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jorn_Barger" target="_blank">Jorn Barger</a> começaram a blogar em 1997, com diferença de meses. Há relatos de   blogueiros ainda mais antigos (como Justin Hall, que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blog#History" target="_blank">foi visto na rede</a> fazendo algo parecido ao ato de   colecionar links legais a partir de 1994).</p>
<p>Outra coincidência entre eles é que todos eram, em todas as acepções da palavra, geeks (que no meu tempo eram chamados   de nerds, tanto faz). Trabalhavam com programação de computadores e desenvolvimento de softwares. Barger teria   sido, ainda, o criador do termo weblog, cuja corruptela se transformaria numa coqueluche a ponto de ser <a href="http://webmanario.wordpress.com/2008/04/05/os-malfadados-blogs" target="_blank">totalmente   deturpada</a> _ainda que haja quem, com propriedade, <a href="http://www.insanus.org/martelada/archives/023199.html" target="_blank">desconstrua as pistas básicas</a> sobre como identificar a plataforma.</p>
<p>Ainda que nossa viagem no tempo favoreça Barger _a impressão mais longínqua de sua página é de 1999, dois anos à frente da de Winer_, nota-se claramente que ambos faziam a mesma coisa: vasculhavam a Internet e publicavam os links que consideravam mais interessantes.</p>
<p>A <a href="http://web.archive.org/web/19990508053702/http://www.robotwisdom.com/index.html" target="_blank">veia noticiosa do Robot Wisdom</a> (tocado por Barger) se explica: 1999 marcou o auge dos newsjunkies e do consumo por esse tipo de produto. Não por acaso 2000 foi o ano mais auspicioso a história da rede, com a criação em série de portais e produtos, vários deles com ênfase no noticiário do dia-a-dia. Essa fase <a href="http://encarta.msn.com/media_701610607/the_internet_bubble.html" target="_blank">terminou em tragédia</a>.</p>
<p>Já o <a href="http://web.archive.org/web/19970219184710/http://www.scripting.com">Scripting News original</a>, de Winer, era naturalmente focado em tecnologia (característica que resiste até hoje num número expressivo de páginas pessoais).</p>
<p>Entretanto, os dois mostram conhecimento sobre <a href="http://webmanario.wordpress.com/tag/usabilidade/" target="_blank">usabilidade</a> e design. Descontados os anos, já eram modernos o minimalismo (expresso no fundo branco, uma contraposição ao carnaval de cores e gifs que dominava a Internet daquela época) e a disposição dos hiperlinks _note quantos, o que envergonharia os blogueiros de meia pataca de hoje que fazem, na verdade, <a href="http://www.lancenet.com.br/blogs_colunistas/beto/" target="_blank">colunas impressas em versão eletrônica</a>.</p>
<p>É engraçado se referir a todas estas coisas tão recentes como &#8220;antigas&#8221;, mas o timing on-line é assim, inclemente.</p>
<p>Minha inspiração veio da leitura de <a href="http://www.sobreblogs.com.br" target="_blank">Blogs.com, uma compilação indispensável</a> para entender do que é que aqueles caras estavam falando há 15 anos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leitura de final de semana]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/01/24/leitura-de-final-de-semana/</link>
<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 02:33:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/01/24/leitura-de-final-de-semana/</guid>
<description><![CDATA[Não passou batido, mas esqueci de comentar aqui o lançamento do livro (disponibilizado apenas on-lin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não passou batido, mas esqueci de comentar aqui o lançamento do livro (disponibilizado apenas on-line) <a href="http://www.sobreblogs.com.br/" target="_blank">Blogs.com</a>, organizado por <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/" target="_blank">Raquel Recuero</a>, <a href="http://palavrasecoisas.blogspot.com/" target="_blank">Adriana Amaral</a> e <a href="http://tekhne.blogspot.com/" target="_blank">Sandra Montardo</a>.</p>
<p>Recém imprimi, então as impressões ficam para depois.</p>
<p>Só uma, que dá para dizer de cara: sinto falta da versão em livro. A Web é muito legal, mas há coisas que merecem uma encadernação para serem consultadas a posteriori _e, porque não, off-line.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Twitter por Raquel Recuero]]></title>
<link>http://coffeeproject.wordpress.com/2008/11/23/twitter-por-raquel-recuero/</link>
<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 17:59:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>mayrapatricia</dc:creator>
<guid>http://coffeeproject.wordpress.com/2008/11/23/twitter-por-raquel-recuero/</guid>
<description><![CDATA[[20 de novembro de 2008] Redes de Filiação e Redes Emergentes: Análise do Twitter Uma das minhas pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="post">
<h2>[20 de novembro de 2008]</h2>
<p><a name="003839"></a></p>
<h1><a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/redes_de_filiacao_e_redes_emergentes_analise_do_twitter.html">Redes de Filiação e Redes Emergentes: Análise do Twitter</a></h1>
<p>Uma das minhas propostas no meu atual projeto de pesquisa é discutir como a rede social analisada pode variar de acordo com o que se escolhe para mapeá-la nos sites de redes social. É com base nisso que eu propus que as <strong>conversações fossem usadas como forma de mapear</strong> o que eu chamei de rede emergente, que seria diferente da rede de filiação. Assim, enquanto a <strong>rede emergente</strong> é aquela que está viva, presente nas interações dos atores sociais, sendo construída e modificada enquanto as interações acontecem, a <strong>rede de filiação</strong> é estática, tem maior durabilidade e é resultado de interações sociais que são apenas possíveis na rede: Aquelas onde você pode adicionar um amigo e ele permanece lá para sempre, a menos que delete o perfil ou que você o delete.</p>
<p><strong>Mas como assim?</strong><br />
Imaginemos, por exemplo, o Twitter. Eu tenho lá 604 seguidores e sigo 264 twitters. Dentre aqueles que eu sigo e que me seguem, o que poderia indicar uma reciprocidade no laço social, tenho 50 pessoas que não me seguem (ou seja, há reciprocidade apenas com 214). Assim, se eu montar minha rede social baseada em quem me segue e quem eu sigo no Twitter, tenho o seguinte mapa, que constitui minha <strong>rede de filiação</strong> (via <a href="http://www.tweetwheel.com/">TweetWheel</a>.)</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display:inline;"><img class="mt-image-center" style="text-align:center;display:block;margin:0 auto 20px;" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/wheel.jpg" alt="wheel.jpg" width="274" height="158" /></span></p>
<p>Já se eu observar apenas as pessoas com quem falei publicamente no Twitter (usei a &#8220;@&#8221;), o universo fica ainda menor. Dos meus 2049 tweets (so far), apenas 1/3 deles (pouco mais de 600) são falas direcionadas a algum ator. Essas conversações (pelo menos duas interações) estão concentradas em 103 twitters, dos quais 55 possuem mais de 2 conversações (dois espaços temporais distintos). Ou seja, se eu mapear a rede com base nas pessoas com as quais eu efetivamente interjao no Twitter, terei uma rede bem menor e mais ativa, com menos tweet trocados.</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display:inline;"><img class="mt-image-center" style="text-align:center;display:block;margin:0 auto 20px;" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/interacoes.jpg" alt="interacoes.jpg" width="559" height="308" /></span></p>
<div style="text-align:center;"><em>No gráfico, as pessoas com quem eu conversei até hoje no Twitter.</em></div>
<p>Ou seja, se analisarmos minha rede unicamente através de seguidores e seguidos, temos uma rede imensa, a qual dificilmente poderia refletir uma rede social de forma estrita (até porque há um limite nos investimentos de tempo e sentimentos que conseguimos fazer em atores sociais). Se analisarmos as conversações, por outro lado, temos a esfera de indivíduos que realmente está interagindo comigo no Twitter. Ou seja, temos a minha <strong>rede emergente</strong>.</p>
<p><strong>Mas o que isso significa?</strong><br />
A rede emergente, por exemplo, pode me auxiliar a compreender, por exemplo, a minha <strong>influência no Twitter</strong>. As pessoas que respondem ou que falam comigo são aquelas que parecem responder às interações que eu proponho no sistema e que vão iniciar/responder a informações que eu coloco ali. É claro que uma boa parte das respostas depende do modo através do qual eu utilizo o sistema. Como a maior parte dos meus tweets é <strong>pouco &#8220;conversacional&#8221;</strong>, no sentido que são informações, links e etc., talvez a minha rede emergente no twitter seja menor por conta disso. Já atores que utilizam o Twitter de forma mais conversacional (assuntos mais cotidianos), podem obter um maior número de respostas e conversações, bem como atores que investem mais tempo na ferramenta. Outro elemento interessante é que a maior parte das minhas conversações no Twitter dura poucas interações, ou seja, possui baixa persistência. Talvez porque a interface do Twitter seja pouco propícia para a conversação, como falei no post abaixo.</p>
<p>É importante ressaltar que o Twitter tem um forte componente de <strong>visibilidade</strong>. Para receber e interagir de forma conversacional, muitas vezes, é preciso dividir o que Marcuschi chama de &#8220;identidade temporal&#8221;, ou seja, é preciso estar presente online ao mesmo tempo em que os demais atores, e nem sempre todos estão online para interagir no Twitter. <strong>A presença é um forte componente para a coerência conversacional online</strong>.</p>
<p><strong>E o que podemos discutir aqui?</strong><br />
Esses elementos podem indicar que as <strong>redes emergentes poderão ser menores no Twitter</strong> justamente devido às dificuldades para manter uma conversação mais aprofundada. No entanto, as <strong>redes emergentes nesse sistema podem auxiliar a perceber elementos como a influência </strong>de um ator  e sua capacidade em gerar feedback dos demais, em contrapartida a uma mera medida da <strong>rede de filiação</strong>, que por outro lado, pode indicar <strong>a abrangência dos tweets feitos pelo ator</strong> e sua <strong>popularidade</strong> em relação à rede.</p>
<p><em>Utilizei o <a href="http://xefer.com/twitter/" target="_blank">Twitter Charts</a> e o <a href="http://tweetstats.com/" target="_blank">Tweetstats</a> para ajudar a coletar os dados pra esse post.</em></p>
<div class="comentarios">por raquel as <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/redes_de_filiacao_e_redes_emergentes_analise_do_twitter.html">11:18</a><br />
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/redes_de_filiacao_e_redes_emergentes_analise_do_twitter.html#comments"><br />
</a></div>
</div>
<div class="post">
<h2>[18 de novembro de 2008]</h2>
<p><a name="003838"></a></p>
<h1><a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/consideracoes_sobre_o_twitter_ii_autoridade.html">Considerações sobre o Twitter II &#8211; Autoridade</a></h1>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display:inline;"><img class="mt-image-left" style="float:left;margin:0 20px 20px 0;" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/whale.gif" alt="whale.gif" width="200" height="150" /></span>Como medir autoridade no Twitter? Essa questão me assaltou também durante a ABCiber e fiquei um tempo pensando nela. Essa foi, também, a segunda discussão com a <a href="http://www.verbeat.org/blogs/gabrielazago/" target="_blank">Gabi Zago</a>. Assim que vou traçar algumas considerações gerais aqui, em cima de um artigo que estou escrevendo.</p>
<p>Tenho percebido que o Twitter está intimamente l<strong>igado com a blogosfera no Brasil</strong> (que supostamente morreu). Primeiramente, porque tenho observado que muitos blogueiros possuem twitter e o utilizam de forma complementar a seus blogs. Parece que temos uma correlação entre a audiência do blog e a audiência do Twitter também, uma vez que alguns dos maiores blogueiros são, também, alguns dos twitters com maior número de seguidores. Mas será que isso significa autoridade?</p>
<p>É bastante óbvio que o número de seguidores no Twitter implica sim em uma maior popularidade, uma vez que aquilo que será publicado por alguém aparecerá para seus seguidores. Isso implica no fato de que essas pessoas podem ter maior influência para, por exemplo, repassar mensagens, do que outras. Mas <strong>a autoridade não vem somente do número de seguidores</strong> (embora esse possa indicá-la), mas também da <strong>credibilidade</strong>. Por exemplo, imaginemos o <a href="http://twitter.com/victorfasano" target="_blank">Victor Fasano</a>. Ele tem vários seguidores, mas isso não implica diretamente em uma maior autoridade, pois muitos sabem que se trata de um fake e o acompanham apenas por diversão. A mim parece que a autoridade, no Twitter, tem um forte <strong>componente &#8220;herdado&#8221; dos blogs</strong>. Ou seja, aqueles blogueiros que já tinham alguma credibilidade em seus blogs parecem importar essa credibilidade no Twitter e construir autoridade a partir dela. A autoridade dos indivíduos no Twitter é também diferente daquela dos jornais e conglomerados jornalísticos que utilizam o Twitter para enviar notícias, como a <a href="http://twitter.com/bbcnews" target="_blank">BBC News</a>. A autoridade é também decorrente da <strong>capacidade de inluência</strong>, ou seja, da <strong>capacidade de provocar em outros alguma ação</strong> (como já falei <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/reputacao_popularidade_e_autoridade_em_redes_sociais_na_internet.html" target="_blank">aqui</a>). Isso poderia ser observado através das conversações, dos replies que alguém recebe ou da sua capacidade de gerar uma discussão/thread no Twitter.</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display:inline;"><img class="mt-image-right" style="float:right;margin:0 0 20px 20px;" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/09f1.jpeg.jpg" alt="09f1.jpeg.jpg" width="211" height="145" /></span><strong>Todos os tipos de autoridade são iguais?</strong></p>
<p>Assim, parece-me que uma métrica de autoridade, de um modo geral, teria que levar em conta todos esses elementos. Mas não se pode esquecer também o fato de que há tipos diferentes de autoridade, decorrentes dos vários tipos de valores que são perseguidos pelos atores sociais naquele espaço. Fazendo uma tentativa de classificar esses valores, vou usar os tipos de capital social do Bertolini e Bravo, que são mais específicos para esse tipo de construção. Só para que fique claro aqui, o capital social é o valor social construído no grupo, que pode ser apropriado pelos indivíduos. Ou seja, só há capital social quando há um grupo (não é o indivíduo que possui capital, mas o grupo que constrói). Assim, a autoridade, enquanto capital social, não é construída por mim, mas pelo conjunto das pessoas que me concedem esse valor em cima de uma tentativa minha de construí-lo. Assim, poderíamos trabalhar os tipos de autoridade:</p>
<p><strong>a) Autoridade Informativa</strong> &#8211; Seria o valor construído em cima do <strong>capital cognitivo</strong>, ou seja, da veracidade e credibilidade das informações publicadas pelo twitter. Seria o tipo de autoridade da <a href="http://twitter.com/bbcnews" target="_blank">BBC</a>, por exemplo. É um tipo de autoridade difícil de construir pelos indivíduos, pois está diretamente relacionada com a expertise do ator social e com o seu investimento em publicar esse tipo de informação. Por conta das limitações do Twitter, parece-me que esse tipo de autoridade é mais &#8220;herdada&#8221; de outras ferramentas (sites, mídia, etc.) e menos construída no Twitter. Está diretamente relacionada com as informações publicadas.</p>
<p><strong>b) Autoridade relacional</strong> &#8211; Seria a capacidade de iniciar uma conversação ou uma movimentação no Twitter. É um valor construído em cima da conectividade do indivíduo na rede (e logo, está também conectada ao seu número de seguidores). Está relacionado aos laços fracos, à interação e à capacidade de gerar respostas a uma determinada publicação. Essas respostas têm menos uma relação com aquilo que é publicado e mais uma relação com o ator social. Essa relação não está baseada na credibilidade ou no expertise, mas simplesmente, nas relações estabelecidas com outros twitters. É um tipo de autoridade que normalmente só é construída pelos indivíduos, a partir de seu investimento em conversações com outros. Está diretamente relacionada com o número de respostas que alguém recebe quando publica alguma coisa.</p>
<p>Esses dois tipos de autoridade poderiam ser encontrados em um mesmo ator social, mas não estão sempre juntos e geram valores diferentes na rede. A percepção desses valores poderia auxiliar a medir a autoridade no sistema. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="comentarios">por raquel as <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/consideracoes_sobre_o_twitter_ii_autoridade.html">08:09</a><br />
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/consideracoes_sobre_o_twitter_ii_autoridade.html#comments"><br />
</a></div>
</div>
<div class="post"><a name="003837"></a></p>
<h1><a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/consideracoes_sobre_o_twitter_i_definicao.html">Considerações sobre o Twitter I &#8211; Definição</a></h1>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image" style="display:inline;"><img class="mt-image-left" style="float:left;margin:0 20px 20px 0;" src="http://www.pontomidia.com.br/raquel/imagens/twitter_bird.gif" alt="twitter_bird.gif" width="250" height="157" /></span>Uma das coisas que me peguei pensando e discutindo com a <a href="http://www.verbeat.org/blogs/gabrielazago/" target="_blank">Gabriela Zago</a> na ABCiber foi a respeito do formato do Twitter e de como medir elementos como autoridade e capacidade de influência ali. Vou tentar resumir algumas coisas que pensei e outras que discutimos aqui.</p>
<p><strong>O Twitter é microblogging?</strong><br />
A primeira discussão foi a respeito do conceito do Twitter (e Plurk, Jaiku e etc.) como &#8220;microblogging&#8221;. Acho que <strong>o Twitter não tem nada a ver com blog</strong>. Inicialmente, a <strong>estrutura é totalmente diferente</strong>. No Twitter, há uma forma igualitária de comunicação: os lugares de fala são todos iguais (ao contrário do blog, onde há sempre blogueiros e comentaristas em espaços distintos); não há a possibilidade de comentar algo, mas simplesmente de &#8220;falar&#8221; no mesmo espaço, ou seja, no Twitter há uma grande <strong>dificuldade em manter a coerência conversacional</strong> que não existe no blog; também não há como linkar entre os tweets que estão comentando uns aos outros (exceto pelas hashtags, mas ainda assim é muito difícil seguir esse tipo de coisa). Finalmente, enquanto os blogs são publicados para &#8220;todos&#8221; (de uma forma geral, não se sabe quem te lê), os tweets são publicados apenas para um grupo de seguidores, dos quais sabe-se perfeitamente quem e quantos são. Também acho que há diferenças fundamentais entre os conteúdo dos Twitter e dos blogs. O Twitter é todo voltado para <strong>informações rápidas e conversações resumidas</strong>. O blog, de uma forma geral, tende a ser mais analítico e pessoalizado em seus textos. Enquanto o Twitter é muito usado para notícias rápidas, os blogs costumam ser mais elaborados e mais aprofundados. Além disso, o Twitter tem uma característica mais síncrona que os blogs. Até porque há um limite de informações que são mostradas pelo sistema (na primeira página e no passado). Ou seja, enquanto os blogs são basicamente assíncronos e é possível comentar uma postagem de meses atrás hoje, no <strong>Twitter o assunto gira em torno do agora</strong>.</p>
<p>Assim, fiquei pensando (e perguntei pra Gabi) por quê chamamos o Twitter de microblogging. Acho que a nomenclatura é inapropriada, no sentido em que a ferramenta é muito diferente de um blog. O Twitter não é, efetivamente, um microblog. Acho mais interessante a definição de <strong>micro-messaging</strong>, pois o Twitter, na minha opinião, aproxima-se mais de um MSN coletivo do que de um blog coletivo. Assim, o Twitter proporciona que se enviem mensagens pequenas a um grupo de seguidores, mas não para todos os twitters (como o blog, de uma forma geral, faz), de uma forma bem parecida com aquela dos mensageiros. O micro ficaria por conta da limitação do número de caracteres e da limitação no sentido da coerência conversacional que o Twitter possui (mas não os mensageiros).</p>
<div class="comentarios">por raquel as <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/consideracoes_sobre_o_twitter_i_definicao.html">07:18</a><br />
<a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/consideracoes_sobre_o_twitter_i_definicao.html#comments"><br />
</a></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A praga do control c + control v revisitada]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2008/10/25/a-praga-do-control-c-control-v-revisitada/</link>
<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 12:11:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2008/10/25/a-praga-do-control-c-control-v-revisitada/</guid>
<description><![CDATA[É a maior crítica à plataforma on-line, não tem jeito. As facilidades de reprodução de palavras ou b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É a maior crítica à plataforma on-line, não tem jeito. As facilidades de reprodução de palavras ou blocos de texto pelo computador transformam a Internet, muitas vezes, no paraíso da cópia. A culpa, evidente, não é da plataforma, mas dos desprovidos de idéias e vergonha na cara.</p>
<p>A jornalista e pesquisadora <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/" target="_blank">Raquel Recuero</a> dá um bom exemplo ao relatar que texto de sua lavra foi copiado descaradamente pelo governo federal num edital.</p>
<p>Nas faculdades, é constante o número de trabalhos de alunos executado com base em propostas de outros, que têm seu trabalhado surrupiado sistematicamente.</p>
<p>Mais feio ainda é o jornalismo, atividade profissional em que o texto é a ferramenta básica, forrado de textos absolutamente copiados. E isso não ocorre apenas no on-line: recentemente, detectei em dois jornais impressos cópias de textos originalmente publicados na Web.</p>
<p>Recuero indica, por sinal, o site <a href="http://www.plagiarismdetect.com" target="_blank">Plagiarism Detect</a>, que varre a Internet em busca de cópias de frases e parágrafos inteiros.</p>
<p>Ladrões de palavras, tremei.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Definição de Média Social ]]></title>
<link>http://olago.wordpress.com/2008/10/06/definicao-de-media-social/</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 09:04:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Gamela</dc:creator>
<guid>http://olago.wordpress.com/2008/10/06/definicao-de-media-social/</guid>
<description><![CDATA[Raquel Recuero escreveu um post muito bom sobre social media, e o seu papel na emergência das redes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_que_e_midia_social.html" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://pontomidia.com.br/raquel/imagens/midiasocial.jpg" alt="" width="465" height="390" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_que_e_midia_social.html" target="_blank">Raquel Recuero escreveu um post muito bom sobre <em>social media</em></a>, e o seu papel na emergência das redes sociais. A Raquel ainda elaborou uma lista de características dos média sociais. Um texto que vale a pena ler para melhor compreender as novas relações entre os utilizadores e o potencial que encerram.</strong></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mídia social</strong> para mim é aquela <strong>ferramenta de comunicação</strong> que permite a <strong>emergência das redes sociais</strong>. Para permitir que as redes sociais emerjam, esses meios de comunicação precisam subverter a lógica da mídia de massa (um-&#62;todos) para a lógica da participação (todos&#60;-&#62;todos) (como o <a href="http://gjol.blogspot.com/" target="_blank">Palacios</a> já falava desde 1995). Mídia social, assim, é <strong>social porque permite a apropriação para a sociabilidade</strong>, a partir da construção do espaço social e da interação com outros atores. Ela é diferente porque permite essas ações de forma individual e numa escala enorme. Ela é diretamente relacionada à Internet por conta da expressiva mudança que a rede proporcionou. Mas <strong>não acho que seja</strong>, como muitos explicam, <strong>uma característica da chamada Web 2.0</strong>. Acho que foi sim, reforçada nos últimos anos, mas sempre esteve presente enquanto potencial da Internet (lembro, por exemplo, das listas de discussão, fanzines online e etc. que são bem anteriores.</p>
<p style="text-align:right;"><strong><a href="http://pontomidia.com.br/raquel/http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_que_e_midia_social.html">O que é Mídia Social?</a></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:right;"><!--more--></p>
<p style="text-align:right;"><!-- AddThis Bookmark Button BEGIN --><br />
<a href="http://www.addthis.com/bookmark.php" title="Bookmark using any bookmark manager!" target="_blank"><img src="http://s9.addthis.com/button1-share.gif" width="125" height="16" border="0" alt="AddThis Social Bookmark Button" /></a><br />
<!-- AddThis Bookmark Button END --></p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://friendfeed.com/?url=&#60;?php the_permalink() ?&#62;&#38;title=&#60;?php the_title() ?&#62;" target="_blank"><img src="http://friendfeed.com/static/images/chiclet.png" alt="Share on FriendFeed" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redes Sociais na Internet e Conversação Mediada pelo Computador]]></title>
<link>http://herdeirodocaos.wordpress.com/2008/08/23/redes-sociais-na-internet-e-conversacao-mediada-pelo-computador/</link>
<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 18:23:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>herdeirodocaos</dc:creator>
<guid>http://herdeirodocaos.wordpress.com/2008/08/23/redes-sociais-na-internet-e-conversacao-mediada-pelo-computador/</guid>
<description><![CDATA[Raquel Recuero realiza palestra sobre redes sociais em Salvador “Redes são sistemas complexos. Preci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1189" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1189" src="http://herdeirodocaos.wordpress.com/files/2008/08/raquelrecuero.jpg?w=300" alt="Raquel Recuero realiza palestra sobre redes sociais em Salvador" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Raquel Recuero realiza palestra sobre redes sociais em Salvador</p></div>
<blockquote><p><span style="color:#0000ff;">“Redes são sistemas complexos. Precisam ser estudadas a partir de sua estrutura e dinâmica. O estudo das conversações possibilita observar os laços sociais e os valores sociais construídos em uma determinada rede.”</span></p></blockquote>
<p>Estas foram algumas das teses defendidas pela <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/">Raquel Recuero</a> durante a palestra realizada ontem na <a href="http://www.uneb.br">UNEB</a>. Intitulada de “Redes Sociais na Internet e Conversação Mediada pelo Computador”, a palestra navegou pelo histórico dos estudos das redes sociais, tipologia das conversações e o ciberespaço como um espaço social.</p>
<p>Em relação aos estudos das redes, Recuero destacou a importância da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_grafos">teoria dos grafos</a> e os <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/estudos_de_redes_sociais_na_internet.html">grafos sociais </a>para analisar a composição e estrutura das redes, seja os atores ou conexões por estes desenvolvidas. Mas, frisou a importância do estudo da “dinâmica das redes sociais no tempo”, o foco das suas pesquisas.</p>
<p>Para ela, a “web 2.0” potencializou as redes sociais e a conversa no ciberespaço. Tais conversas podem ser sincrônicas (ocorrem no mesmo tempo) ou assincrônicas (ocorrem em vários “momentos temporais”). Ainda sobre o “tempo” e conversação comentei com Recuero algumas aberrações que ocorrem no twitter, como bom dia, boa tarde, tchau, oi gente! e saudações relacionadas. Aberrações porque no twitter, geralmente, as conversas são assincrônicas, logo as mensagens temporais não fazem muito sentido na ferramenta twitter, mas revelam um “vício” dos instant messenger.</p>
<p>Ainda sobre os microblogs, assunto que rendeu no debate, Raquel comentou que o twitter não permite uma conversação prolongada, na maioria das vezes encerra-se após o quarto twitt. O <a href="http://www.plurk.com/">Plurk</a> acredita ela, devido as suas características (karma, interface, organização das mensagens) será mais dialógico (assim como o MSN) do que o twitter, que será mais informativo.</p>
<p>Voltando a tipologia das conversações, existem os aspectos semânticos, onde o sentido é construído entre os interagentes (há negociação da fala, reciprocidade) e estruturais, que são as formas de conexões das interações (organização das formas da fala, persistência e migração).</p>
<p>Por fim, dois argumentos me chamaram mais a atenção na palestra:</p>
<p>- um laço social possuiu relações diferentes em várias plataformas (MSN, twitter, blog), o que denomina-se de multiplicidade;<br />
- em toda rede existem os “conectores”, aqueles sujeitos que desenvolvem um número maior de relações e possuem uma lista de amigos mais volumosa. A função deste “conector” é importante para diminuir os graus de separação entres membros de uma rede, bem como potencializa a fluidez da conversação.</p>
<p>* O Leo Baiano (valeu pela foto) esteve por lá e escreveu <a href="http://www.leobaiano.com/palestra-da-raquel-recuero-sobre-redes-sociais.html">um post</a>. A <a href="http://episodios.wordpress.com/">Gabriela</a> também esteve e fez muitas perguntas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[produção acadêmica sobre blogs]]></title>
<link>http://fabiomalini.wordpress.com/2008/05/19/producao-academica-sobre-blogs/</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 00:53:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabio Malini</dc:creator>
<guid>http://fabiomalini.wordpress.com/2008/05/19/producao-academica-sobre-blogs/</guid>
<description><![CDATA[Raquel Recuero organiza o BlogBrasil, wiki de artigos e estudos de pesquisadores brasileiros sobre a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">Raquel Recuero</span></a> organiza o <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://pontomidia.com.br/wiki/doku.php?id=blogbrasil" target="_blank">BlogBrasil</a></span>, wiki de artigos e estudos de pesquisadores brasileiros sobre a blogosfera e seus impactos sociais. Ótima fonte de trabalho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
