<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>reconciliacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/reconciliacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "reconciliacao"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 11:18:11 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA["Viver a Vida": Helena e Marcos se reconciliam]]></title>
<link>http://redetelevisao.wordpress.com/2009/11/30/viver-a-vida-helena-e-marcos-se-reconciliam/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 12:52:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>raquel_</dc:creator>
<guid>http://redetelevisao.wordpress.com/2009/11/30/viver-a-vida-helena-e-marcos-se-reconciliam/</guid>
<description><![CDATA[Depois de se encontrarem nos corredores do Hospital, Helena (Taís Araújo) e Marcos (José Mayer) deci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="SearchKey_Text1">
<p style="text-align:justify;">Depois de se encontrarem nos corredores do Hospital, Helena (Taís Araújo) e Marcos (José Mayer) decidem enfim conversar e o local escolhido é a casa onde pretendiam morar, na novela global <em>Viver a Vida</em>. &#8220;Parece uma casa abandonada&#8221;, diz a modelo, que para sua surpresa, o marido complementa: &#8220;Falta você&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando passam pelo quarto que foi de Luciana (Alinne Moraes) na infância, Helena pode ver uma luz especial e o começo da decoração infantil. É o quarto que Helena escolheu também para o filho que vão ter e isso emociona Marcos.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Quero que você me perdoe&#8221;, diz Marcos, que admite ter culpa em tudo que aconteceu, tanto quanto ela, e que agora é o momento de retomar suas vidas, &#8220;superar esses maus momentos&#8221;. Helena concorda com o marido: &#8220;Por nós mesmos e pelo filho que vamos ter&#8221;, e um beijo apaixonado sela a reconciliação.</p>
<p style="text-align:justify;">As cenas estão previstas para ir ao ar nesta segunda-feira (30).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://redetelevisao.wordpress.com/files/2009/11/marcos-helena-viver-a-vida.jpg"><img class="size-full wp-image-5896 aligncenter" title="marcos-helena-viver-a-vida" src="http://redetelevisao.wordpress.com/files/2009/11/marcos-helena-viver-a-vida.jpg" alt="" width="468" height="187" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agentes de Reconciliação]]></title>
<link>http://blogrjpinheirinho.wordpress.com/2009/11/25/agentes-de-reconciliacao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristiano</dc:creator>
<guid>http://blogrjpinheirinho.wordpress.com/2009/11/25/agentes-de-reconciliacao/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor&#8221; (Col. 1:13)</p>
<p>No capítulo 1 (versos 13 a 23) vemos o apóstolo Paulo descrevendo não só a pessoa de Jesus, como também a Sua obra, a obra da reconciliação. A expressão &#8220;reconciliação&#8221; traz a idéia não só de aproximação, mas a de trazer para mais perto ainda algo que estava longe. É um novo relacionamento restaurado, e agora mais íntimo e profundo, pois também a reconciliação traz ainda a idéia de restauração, de cura, de algo que estava enfermo, lesado.</p>
<p>A ênfase maior na reconciliação é o relacionamento &#8211; acima de tudo, o relacionamento entre o Criador e Sua criatura, entre Deus e o homem. Ele mesmo afirmara de Si para Si ou de Si para o Filho e o Espírito Santo, após ter criado o homem e já estar lhe preparando uma companheira para se relacionar por toda vida(Eva): &#8220;Não é bom que o homem esteja só&#8221;.(Gn 2:18)</p>
<p>Mas, por causa do pecado de Adão, do Primeiro Homem, o relacionamento que havia entre ele e Deus, entre o Criador e a criatura, outrora sem barreiras ou fronteiras, agora estava rompido, fechado. Conseqüentemente, fomos divididos. Assim, nosso relacionamento com Deus foi quebrado por causa do pecado &#8211; ou seja, por causa de uma escolha errada do Primeiro Homem.</p>
<p>Alguém disse, certa vez, que quando as pessoas se frustram nos relacionamentos, elas procuram substituir essa frustração por qualquer outra coisa: trabalho excessivo, jogos, internet, bebidas, drogas etc. O homem, sem Deus, está aberto à toda influência do mal. Quando o homem não busca a Deus, a maldade se multiplica(veja Gn. 6:5). Daí, o terrorismo, as atrocidades, o genocídio, a violência. Enfim.</p>
<p>Ninguém é uma ilha</p>
<p>Deus fez o homem para Se relacionar com ele. Talvez por isso é que haja em nós um grande potencial para relacionamentos. Na fase da adolescência, por exemplo, percebe-se a necessidade que o adolescente tem de falar com alguém. Senhoras, na hidroginástica, freqüentam a academia para, principalmente, dialogarem, baterem papo, e não somente para se exercitarem.</p>
<p>Em Jesus fomos reconciliados com Deus. E o homem que se reconcilia com Deus, mediante Jesus, experimenta do Seu amor incondicional e eterno. Deus não nos deixa nem nos desampara. Ele está conosco nos momentos de alegria e de tristeza. Assim disse Jesus: &#8220;Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos&#8221;.</p>
<p>O que mais nos comove acerca do amor de Deus para conosco é que esse amor nos traz dignidade e valor(veja Mt.22:37). Quando somos inundados, cheios desse amor, aprendemos também a respeitar o outro e conferir-lhe, igualmente, dignidade e valor. Basta ver como foi o relacionamento de Jesus com seus discípulos, com os doze. E quando somos curados por esse amor, somos curados nos nossos relacionamentos interpessoais &#8211; principalmente entre nosso Pai celestial.</p>
<p>O Espírito Santo, diz o apóstolo Paulo, é quem propicia essa reconciliação (veja I Cor. 5:18). Deus assim então nos reconciliou Consigo mesmo e nos fez agentes de reconciliação. Talvez por isso que Jesus tenha dito no Grande Sermão sobre as Bem-Aventuranças: &#8220;Os pacificadores serão chamados filhos de Deus&#8221;.</p>
<p>Sejamos e ajamos, então, como filhos &#8211; como filhos de Deus, como filhos da luz. Sejamos agentes de reconciliação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ecuador y Colombia dan otro paso hacia la reconciliación]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/24/ecuador-y-colombia-dan-otro-paso-hacia-la-reconciliacion/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:06:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emilia C. de Paula</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/24/ecuador-y-colombia-dan-otro-paso-hacia-la-reconciliacion/</guid>
<description><![CDATA[Equador &#8211; El Mundo &#8211; 23/11/09. Luego de 20 meses de una dura confrontación verbal y rupt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Equador &#8211; El Mundo &#8211; 23/11/09. Luego de 20 meses de una dura confrontación verbal y rupt]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sonhos descabidos]]></title>
<link>http://deixaoverao.wordpress.com/2009/11/12/sonhos-descabidos/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 14:40:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Naomi</dc:creator>
<guid>http://deixaoverao.wordpress.com/2009/11/12/sonhos-descabidos/</guid>
<description><![CDATA[não é a primeira vez que sonho com ex-namorados. e é sempre estranho, pq de uma forma ou de outra, s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>não é a primeira vez que sonho com ex-namorados. e é sempre estranho, pq de uma forma ou de outra, sempre acaba em reconciliação. o pior de tudo é que nunca nutri por esse desejo, quer dizer, não nos últimos tempos&#8230;</p>
<p>fico curiosa em saber oq esse tipo de sonho quer dizer&#8230; se tem a ver com coisas mal resolvidas do passado, se é um sinal de que algo está para acontecer ou se é só viagem da minha cabeça.</p>
<p>é&#8230; às vezes a ignorância é mesmo o melhor remédio&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vídeo: Não Deixe Entrar o Diabo no Teu Quarto]]></title>
<link>http://sergiobehrens.wordpress.com/2009/11/09/nao-deixe-entrar-o-diabo-no-teu-quarto/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:12:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Behrens</dc:creator>
<guid>http://sergiobehrens.wordpress.com/2009/11/09/nao-deixe-entrar-o-diabo-no-teu-quarto/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Onde está o teu tesouro...]]></title>
<link>http://catalisecritica.wordpress.com/2009/11/06/onde-esta-o-teu-tesouro/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 01:31:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>leoparipiranga</dc:creator>
<guid>http://catalisecritica.wordpress.com/2009/11/06/onde-esta-o-teu-tesouro/</guid>
<description><![CDATA[Por José Leonardo Ribeiro Nascimento -  É MEU! DEIXE AÍ!!! -  DEIXE EU BRINCAR!! ME EMPRESTE!! - NÃO]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/avareza2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-163" title="Avareza2" src="http://catalisecritica.wordpress.com/files/2009/11/avareza2.jpg" alt="Avareza2" width="600" height="473" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Por José Leonardo Ribeiro Nascimento</span></p>
<p style="text-align:justify;">-  É MEU! DEIXE AÍ!!!</p>
<p style="text-align:justify;">-  DEIXE EU BRINCAR!! ME EMPRESTE!!</p>
<p style="text-align:justify;">- NÃO!! GUARDE NA CAIXA. É SÓ PRA VER. VOCÊ VAI QUEBRAR!!!</p>
<p style="text-align:justify;">As duas crianças pareciam prontas para se engalfinhar, tamanha a revolta de uma perante o comportamento da outra. Para uma, a ideia de se ter um brinquedo que não servia para brincar parecia absurda. Para a outra, a ousadia de seu primo de querer brincar com o dragão que nem mesmo ele se atrevia a usar, era inconcebível. Antes, porém, que passassem para um nível mais físico na sua contenda, a porta do quarto se abriu, e os dois se voltaram, assustados, para a figura que apareceu:</p>
<p style="text-align:justify;">- Que bagunça é essa? Parem de brigar os dois agora mesmo! Por que essa confusão toda?</p>
<p style="text-align:justify;">- É ele, que não quer me dar o Dragão Diamante para eu brincar! E ele nem estava brincando!</p>
<p style="text-align:justify;">- Ele vai quebrar! Ele nunca tem cuidado com as coisas! E eu só tenho um Dragão Ancião. Ele é muito raro. Eu nunca nem brinco com ele!</p>
<p style="text-align:justify;">- De que adianta ter um brinquedo com o qual você nem brinca, meu filho? Se você não o usa, o melhor é darmos esse Dragão para alguém que o use – e André já foi pegando o Dragão Diamante das mãos do seu filho. Em relação aos valores, ele era bastante rígido. Para ele era fundamental que Tiago crescesse sem apego a bens materiais e com um forte senso de generosidade, mesmo que, para isso, ele tivesse que tomar decisões duras como essa.</p>
<p style="text-align:justify;">- NÃO! Ele é meu, pai, eu gosto dele!</p>
<p style="text-align:justify;">- Por que você gosta dele?</p>
<p style="text-align:justify;">- Porque ele é um Dragão Ancião, e é bonito&#8230; &#8211; a voz de Tiago já começava a ficar embargada. O pequeno sabia que seu pai realmente pretendia tirar-lhe o brinquedo.</p>
<p style="text-align:justify;">- O único motivo justificável para se gostar de um brinquedo é o prazer que ele lhe proporciona por meio das brincadeiras. Um brinquedo que só serve para ficar dentro de uma caixa não pode, de maneira alguma, lhe suscitar afeto, Tiago.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Outra coisa: eu não admito que se tenha tanto apreço por um objeto. Lembra o que a gente sempre fazia com os brinquedos que você não usava mais, quando você era menor? – aquele “fazia” cortou o coração de André. Ele reconhecia, em seu íntimo, que tinha abandonado aquela boa prática, e essa sua omissão certamente havia contribuído para que agora seu filho pensasse daquela maneira.</p>
<p style="text-align:justify;">- A gente dava aos meninos que não podiam comprar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- E lembra como era na escola quando você era menorzinho? Todos os coleguinhas levavam os brinquedos para a escola e um brincava com o brinquedo do outro? Será que você esqueceu tudo isso?</p>
<p style="text-align:justify;">- Não&#8230; &#8211; e as lágrimas de Tiago rolavam devagar, apesar de todo o seu esforço para contê-las.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então, meu filho. Como é que seu primo vem passar as férias aqui, para brincar com você, e você não quer deixar que ele brinque com seus brinquedos? Vocês não gostam tanto um do outro?</p>
<p style="text-align:justify;">- Gosto&#8230; e&#8230; &#8211; a voz de Tiago não saía mais. O choro era de arrependimento e de vergonha de seu primo, que presenciava todo aquele sermão.</p>
<p style="text-align:justify;">André pegou seu filho e colocou-o no colo. Mesmo aos dez anos, ele ainda era o seu bebê, e lhe provocava certa satisfação o fato de que seus sermões ainda surtiam efeito. Ele o abraçou e continuou, agora num tom ainda mais tenro:</p>
<p style="text-align:justify;">- Filhinho, brinquedos foram feitos para brincar. O que a gente tem que guardar no coração são as pessoas. A amizade do seu primo vale um número sem fim de Dragões, sejam eles de Diamante, Platina, do Gelo ou do Fogo. Vou contar uma história de quando eu era pequeno, de uma aventura que eu vivi e que serviu exatamente para que uma pessoa aprendesse tudo isso.</p>
<p style="text-align:justify;">- Lembra daquela história da biblioteca, que eu sempre conto?</p>
<p style="text-align:justify;">- Claro, né, pai. Toda semana você conta. Só o Vítor já deve ter ouvido umas cem vezes, né, Vítor?</p>
<p style="text-align:justify;">- Por aí.</p>
<p style="text-align:justify;">Os três riram, o que era um bom sinal.</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Pouco tempo depois daquilo, houve uma gincana na escola. Eu havia passado uns meses bem quietinho, controlando a minha curiosidade. Limitava-me a ler os livros da Biblioteca Municipal e a imaginar histórias. Eu nem estava interessado em participar da gincana. Tinha medo de que alguma tarefa envolvesse qualquer atividade que me colocasse próximo da casa do Coronel. Mas dois “problemas” contribuíram para que eu participasse: O primeiro foi Ítalo, que ficou no mesmo grupo que eu no sorteio. O segundo&#8230; Bem, o segundo foi Mônica, uma linda menina por quem eu nutria uma admiração secreta. Ela acabou ficando no mesmo grupo também.</p>
<p style="text-align:justify;">Nem comecem a rir, que eu nem sonhava em namorar naquela época. Não é como hoje. Eu simplesmente achava o máximo poder dividir o mesmo espaço físico que ela, fazer alguma tarefa ao seu lado, quem sabe trocar algumas palavras, talvez impressioná-la com algum feito&#8230; Vocês já podem ver que minha vaidade começou a falar mais alto. Eu era muito tímido quando se tratava de meninas, e eu achava o jeito recatado e tímido da Mônica simplesmente irresistível, mas nunca havia sequer chegado a conversar com ela. Essa gincana seria uma oportunidade única de ela me notar, já que muitos dos temas eram literários, e eu, modéstia à parte, lia como ninguém na escola.</p>
<p style="text-align:justify;">O que importa é que eu acabei aceitando ficar no grupo. Além de nós três, havia mais cinco meninas e quatro meninos. Eu aguardava ansioso a distribuição das tarefas, sonhando que eu e Mônica ficássemos com alguma sob nossa responsabilidade. As tarefas vieram, e, para a minha tristeza, a grande maioria era relativa a trabalhos manuais, para os quais eu realmente não tinha habilidade. Ítalo, nessa área, era o melhor, pois desenhava muito bem. Algumas atividades com as quais eu poderia ficar foram logo escolhidas por outros meninos, que sempre tinham um primo, um tio ou um avô que os ajudassem a encontrar uma moeda antiga, uma flor rara, ou que tocasse um instrumento musical exótico.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando foram ler a última tarefa, minha frustração era aparente, pois até aquele momento não havia uma única atividade que eu, e só eu pudesse executar. Mas aí Mônica leu o último desafio, e, instantaneamente, todos olharam para mim. Sabiam que eu era o mais indicado para cumpri-lo. O desafio era o seguinte:</p>
<p style="text-align:justify;">“Conseguir um livro antigo e em bom estado para ser doado à Biblioteca Municipal, com identificação do doador. Ganha quem conseguir o livro mais antigo e em melhor estado.”</p>
<p style="text-align:justify;">Eu tinha lido todos os romances da Biblioteca Municipal e já havia pelo menos segurado nas mãos todos os outros livros. Não saberia dizer a relação completa de livros de lá, mas se alguém me perguntasse por um título, eu saberia dizer, com absoluta certeza, se ele constava ou não no acervo. Além desse fato, minha curiosidade era conhecida de muitos no colégio, motivo que os levava a crer que eu realmente poderia encontrar, em algum lugar, um livro bem antigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Obviamente fui aclamado para essa tarefa, que valia o dobro de pontos das outras. Para que minha felicidade não fosse completa, Mônica não ficaria comigo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Você poderia pedir ao Coronel Otávio Assunção, André &#8211; sugeriu Moinho, que na verdade se chamava Antonio. Pelo seu sorriso, parecia que ele sabia de algo sobre o incidente. Instintivamente, olhei para Ítalo, que apenas baixou a cabeça.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ele só costuma doar livros mais recentes ou que já estejam em péssimo estado de conservação. Não se preocupem que eu vou encontrar o livro mais antigo que existir nessa cidade. Esses vinte pontos já são nossos – e sorri meio amarelo. Em meu íntimo, eu tinha o propósito de fazer daquela a tarefa mais importante de toda a gincana. Haveria de realmente encontrar um livro antigo para ser doado, só não fazia ideia de onde começar a procurar.</p>
<p style="text-align:justify;">Terminada a reunião, eu e Ítalo saímos, a caminho de nossas casas. Ítalo se apressou a perguntar:</p>
<p style="text-align:justify;">- Você não vai de novo à biblioteca do Coronel, não é, André?</p>
<p style="text-align:justify;">- Você está maluco? Não pisaria lá nem se a atividade valesse dez mil pontos!</p>
<p style="text-align:justify;">O semblante de Ítalo ficou visivelmente mais tranquilo. Eu sabia que meu amigo não aguentaria tanta tensão outra vez. Acabamos por decidir perguntar aos nossos pais onde poderíamos encontrar livros antigos na cidade, apesar de eu, particularmente, não imaginar que meu pai pudesse saber mais de livros do que eu próprio. Dá pra ver como muitas vezes somos estúpidos, subestimando a sabedoria dos mais velhos e superestimando o nosso próprio conhecimento. Como disse certa vez Oscar Wilde, “não sou jovem o suficiente para saber de tudo”.</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
<p style="text-align:justify;">- O que, pai?</p>
<p style="text-align:justify;">- Depois eu explico. Deixe-me continuar a história.</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
<p style="text-align:justify;">Cheguei em casa e fui logo falando com meus pais da gincana, dando destaque especial para a minha tarefa, que expliquei ser a mais importante de toda a competição, o que não deixava de ser verdade. Meu pai, no mesmo instante que falei do livro antigo, lembrou-me logo de Seu Genário de Dodó, um senhor bastante idoso, com fama de excêntrico, que morava no povoado Lagoa. Ele tinha mais de noventa anos e ainda trabalhava todos os dias na roça. Possuía um sítio repleto de pés de laranja, manga, jaboticaba, tangerina, acerola e diversas outras frutas. A maioria se perdia, pois ele vivia sozinho e ele não permitia que ninguém fosse lá colher qualquer fruto. Além disso, era conhecido por ser colecionador de velharias. Na verdade, não era bem colecionador. Ele simplesmente guardava tudo. Não conseguia se desfazer de nenhum objeto. Contavam que ele tinha tudo que havia sido de seu pai e tudo que ele, desde a infância, ou seja, desde o início do século, tinha comprado ou ganhado. Pouca gente o visitava, mas aqueles que o haviam feito falavam que a casa era completamente tomada por objetos: quadros, panelas, sofás, cadeiras, rádios, e, claro, livros. Os muitos quartos da casa viviam trancados, mas supunha-se que estivessem repletos de ainda mais velharias. Era considerado por todos como o sujeito mais avarento de toda a cidade. Meu pai não tinha dúvidas de que ele possuía diversos livros antigos. O que ele duvidava realmente é que o velho pudesse doar algum dos seus bens, já que ele era apegado até a uma jaboticaba que se perdia no seu sítio.</p>
<p style="text-align:justify;">Toda aquela descrição havia despertado em mim, depois de todos aqueles meses, a velha curiosidade. Por mim, partia para a casa do seu Genário naquele mesmo instante. Falando com meu pai, ele disse que eu até poderia tentar. Se eu quisesse, ele me levaria até o sítio, mas não iria falar com o velho, até porque ele já sabia que aquele avarento nunca doaria um botão para ninguém, quanto mais um livro antigo e em bom estado.</p>
<p style="text-align:justify;">Era o que eu precisava ouvir: um desafio lançado pelo meu próprio pai. Combinei com ele de, no dia seguinte, ir visitar o sítio e tentar conversar com seu Genário. Toda aquela noite passei imaginando toda sorte de diálogos: imaginava ser bem recebido, e sair rapidinho com um livro; considerando que essa era uma remotíssima possibilidade, imaginava que ele nem iria me receber, e que eu teria que me provar valoroso o suficiente para que ele me ouvisse; imaginava-o irredutível quanto à doação e tentava elaborar hipóteses para abrandar seu coração. Aí me veio um estalo: eu precisaria chegar lá com um plano bem elaborado, e para isso tinha que saber exatamente com quem estava lidando. Ele certamente tinha algum motivo para ser tão avarento, tão apegado a seus bens, e, se sua casa tinha muitos quartos, é porque ele teve filhos. Se teve filhos, hoje já teria netos e, talvez, bisnetos. Logo, sua família deveria ser grande, mas não andava lá, já que as frutas se perdiam todos os anos, como seu pai lhe disse. Eu precisaria descobrir o motivo de eles não o visitarem e arranjar um meio de tocar o coração do avarento para que ele resolvesse me doar um livro. Foi com esse raciocínio que resolvi, no dia seguinte, ir não à casa do avarento, mas até a casa da minha avó, que também morava no povoado Lagoa. Com ela conversei bastante, tentando descobrir a história de seu Genário. O que a minha avó sabia era que ele havia sido muito pobre, e que, depois que seu pai sofrera um acidente, ele sustentou seus pais por toda a vida, desde os doze anos de idade. Ele tinha um grande amigo, mas aconteceu algum desentendimento entre eles muito tempo atrás, e esse amigo também vivia no povoado Lagoa. Era bastante velhinho também, e praticamente já não saía de casa. Imediatamente pedi informações sobre como chegar até a casa de seu Inácio, e, ainda naquela manhã fui até lá. A minha avó tentou de toda maneira me convencer a não mexer com essas coisas antigas, mas minha curiosidade estava no nível máximo, e minha sede por aventuras já não me deixava parar.</p>
<p style="text-align:justify;">Fui até lá decidido a ter uma conversa séria com seu Inácio, e passar toda aquela história a limpo. Fui recebido por dona Aninha, sua esposa, que, naturalmente, ficou surpresa com a visita de um garoto desconhecido a seu velho marido. Após me apresentar como neto de dona Soledade, ela logo mudou de expressão, informando-me que era muito amiga de minha avó e que havia visto minha mãe crescer. Muito doce e educada, ela me adiantou que seu marido estava muito doente e que praticamente não conseguia falar. Eu disse que gostaria de conversar com ele, fazer algumas perguntas, mas que a maioria das respostas seria bem curta. Disse se tratar de um trabalho da escola, e ela logo me levou até o quarto.</p>
<p style="text-align:justify;">Seu Inácio apenas olhava para o telhado, com uma expressão que me deixou inquieto. Parecia apenas esperar a morte. Para um menino, aquilo era realmente assustador. Além disso, seu rosto incrivelmente magro, o cheiro de mofo misturado ao de remédios, a falta de luminosidade do ambiente e aquele rádio bem baixinho, apenas emitindo um chiado, sem que fosse possível distinguir qualquer voz, compunham um cenário deprimente.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ele gosta de ouvir o rádio para lembrar-se dos tempos passados – apressou-se a dizer dona Aninha – Mas como as emissoras de hoje não tocam mais as músicas que ele gostava, para ele basta que deixe o rádio assim, sem estar sintonizado em emissora alguma.</p>
<p style="text-align:justify;">Pedi que ela me apresentasse e ela me deixou lá sozinho com ele. Sua voz saía com dificuldade, mas era bem inteligível. Além disso, colaborava muito com o diálogo o fato de sua audição ainda ser muito boa.</p>
<p style="text-align:justify;">Comecei dizendo que era um estudante e que iria participar de uma gincana. Falei bastante da minha família, do meu gosto pela leitura, da minha curiosidade, e vi que ele foi se interessando por tudo aquilo. Imagino que receber uma visita como aquela fosse bastante raro, e ele queira aproveitar para se atualizar. Perguntou-me como era o ensino atualmente, de que eu gostava de brincar, quem era o prefeito, o presidente, que país estava em guerra naquele momento. Percebi o quanto era importante saber das coisas, estar atento a tudo, pois ia respondendo e conquistando-o. Quando dei por mim, a dona Aninha já estava trazendo o almoço do seu Inácio, e me chamou para almoçar com ela. Aceitei e almocei rápido, ansioso para retomar a animada conversa com meu novo amigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Na volta, ele parecia outro. Esforçava-se para falar o tempo todo, e começou a me contar a sua vida. Em determinado momento, perguntou-me se eu tinha um melhor amigo, ao que respondi que sim, falando-lhe um pouco de Ítalo e de algumas aventuras pelas quais já havíamos passado (claro que omiti a história do Coronel).</p>
<p style="text-align:justify;">Bruscamente ele me interrompeu, com um tom bem amargo:</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu também já tive um grande amigo, mas as amizades são levadas embora pelo dinheiro e pelo orgulho&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar da curiosidade, não consegui dizer nada. Fiquei calado, observando-o, compadecendo-me da sua tristeza. Após cerca de um minuto em silêncio, ele continuou:</p>
<p style="text-align:justify;">- Minha amizade durou muitos anos. Éramos os melhores amigos que poderiam existir neste mundo. Fazíamos de tudo juntos: pescávamos, trabalhávamos, cantávamos, corríamos. Tínhamos o plano de sermos padrinhos de casamento um do outro, de um batizar o primeiro filho que o outro tivesse. Nossas casas seriam próximas e um ajudaria o outro na roça, na hora de plantar, de colher. Nossa velhice seria uma alegria só: sempre visitaríamos um ao outro, e sentaríamos em frente à casa e observaríamos o sol se por, e passaríamos horas contando histórias e lembrando das aventuras que vivêramos.</p>
<p style="text-align:justify;">-  Mas o dinheiro e o orgulho acabam com tudo, meu filho&#8230; Nunca deixe que eles tomem conta da sua cabeça.</p>
<p style="text-align:justify;">-  O que aconteceu exatamente, seu Inácio?</p>
<p style="text-align:justify;">Ele parou, dessa vez por uns bons dois minutos, provavelmente avaliando se deveria abrir seu coração para um garoto que mal acabara de sair das fraldas e que até então ele nunca havia visto.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu estou chegando ao fim da minha vida, meu filho – começou, em tom solene.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hoje vejo que a única coisa que devemos guardar no coração são as pessoas, e não o dinheiro. Espero que você aprenda bem essa lição. Ontem sonhei que a minha Mãezinha do Céu iria ficar do meu lado todo o tempo, pois está chegando o momento de eu partir. Não adianta mais guardar mágoas, ficar com o peito cheio de angústia e de arrependimento. Sabe quando foi que eu briguei com meu amigo? Foi no dia 18 de novembro de 1921. Completou sessenta anos na semana passada. E você vir aqui, hoje, me fazer lembrar de tudo isso só pode ser um sinal.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ele sempre sustentou os pais, desde que era bem novo, pois o pai teve um acidente e ficou incapacitado de trabalhar. Sua mãe perdeu vários bebês, e só ele consegui sobreviver. Eu também era de família pobre, e a gente morava bem perto um do outro. Nós já éramos adultos nessa época. Ele tinha trinta e cinco anos e eu, vinte e dois. Desde que eu tinha uns oito anos eu o via como um irmão mais velho, e ele me considerava o irmão mais novo. Ele planejava se casar, e juntava dinheiro para isso. Sempre foi muito, muito econômico. Todos o chamavam de sovina, e tinham razão. Como sempre haviam passado muita dificuldade, ele nunca se desfazia de nada, pois achava que não iria conseguir comprar de novo. Eu nunca fui assim, mas tinha um defeito talvez ainda pior: era muito, muito orgulhoso. Esses dois defeitos provocaram a nossa briga e acabaram com a nossa amizade. Era para hoje ele estar aqui, ao meu lado&#8230; Me assistindo na hora da morte&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Lágrimas marejaram seus olhos. Ele fez mais uma pausa.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nessa época éramos inseparáveis, como irmãos. Um determinado dia, indo trabalhar em outro povoado, conheci uma moça. Era a Ana, que hoje é a minha mulher. Fiquei encantado com ela e queria fazer uma surpresa. Eu sempre fui também bastante vaidoso, e me achava muito bonito e bom de papo. Você me vê assim hoje, acabado, mas eu já fui considerado muito elegante, pode perguntar a Ana – e ele deu um sorriso amarelo e triste.</p>
<p style="text-align:justify;">- Como eu falei, meu amigo nunca jogava nada fora, e sua casa era repleta de bugigangas. Eu lembrava que lá havia uma viola que havia sido recebida em pagamento por algum serviço prestado há muitos anos pelo seu pai, antes ainda do acidente. Ele nunca havia tocado na viola, e ela era belíssima. Eu não sabia tocar, mas tinha certeza de que a minha simples aparição em frente à casa de Ana batendo os dedos nas cordas do instrumento causariam uma bela impressão na moça. Fiquei com medo de pedir a viola emprestada, pois, como falei, eu era muito orgulhoso. Mas, depois de pensar bastante, confiante na amizade que nos unia, resolvi arriscar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Falei da moça e expus-lhe meu plano. Ele inicialmente disse que não emprestaria, o que já me deixou imensamente magoado, apesar de não ter lhe falado nada naquele momento. Ele, no entanto, pareceu perceber, tanto que me deu a viola, não sem me passar centenas de recomendações sobre o cuidado que deveria ter, que não poderia dar a ninguém sequer para segurar, etc. etc. Eu só não o xinguei naquele momento porque queria muito fazer a surpresa para Ana, mas saí dali convencido de que ele não era meu amigo de verdade, uma vez que fez tudo aquilo comigo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Resumindo a história, fiz a serenata, mas, quando acabei, caí na besteira de colocar a viola encostada em um banco, para poder me sentar e conversar com Ana e com a sua mãe. Estavam lá também dois irmãos meus e uma família que morava próximo à casa dos pais de Ana. Quando sentei, o banco balançou e a viola caiu. No momento que me abaixei para pegar a viola, ouvi um grito vindo de trás de uma laranjeira que ficava perto da porteira. Ao levantar o olhar, vi que Genário estava vindo esbravejando:</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu falei para você ter cuidado com a viola!!!!! E você derruba, arranhando ela toda!!</p>
<p style="text-align:justify;">- Todos pararam, sem palavras. Eu demorei um tempo para entender o que estava acontecendo, até que me dei conta de que, todo aquele tempo, Genário esteve me seguindo e veio me observar secretamente para ver se eu tinha cuidado com sua viola. Era demais para mim. Eu me sentia humilhado diante de toda aquela gente. Meu orgulho falou mais alto. Ele ainda gritava quando eu parti para cima dele e dei-lhe um empurrão, dizendo que ele era um desgraçado, um traidor, e que, desde aquele dia ele poderia considerar que eu não era mais seu amigo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ele parou, olhou-me e simplesmente andou até a viola, apanhou-a e, dando as costas, saiu, sem dizer uma palavra&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Sessenta anos que essa besteira aconteceu. A avareza de um, o orgulho do outro, e uma amizade acabou.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando ele acabou a história é que pude perceber que ele já estava sentado na cama, com as pernas para fora, como se fosse se levantar.</p>
<p style="text-align:justify;">- E nunca mais vocês se falaram? Um nunca pediu desculpas um ao outro?</p>
<p style="text-align:justify;">Eu era orgulhoso demais para isso, e, além do mais, na minha concepção, eu estava certo. Ele é quem havia errado. Hoje vejo que também não faz diferença que está certo e quem está errado, contanto que um perdoe o outro&#8230; Mas já é tarde&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">- Não! – falei, mais alto do que pretendia – Por que o senhor não vai lá e conversa com ele? Ele mora longe? Ainda há tempo, é só o senhor querer.</p>
<p style="text-align:justify;">Após algum tempo consegui convencer seu Inácio. Minha ousadia parecia não ter fim. Corri até a casa de um charreteiro e, para a minha surpresa, quando voltei, encontrei seu Inácio de pé, do lado de fora da casa, esperando. Dona Aninha me disse, com lágrimas nos olhos, que havia meses que ele não saía de casa. No máximo andava um pouco do quarto para a cozinha e só. Ela também disse que não iria, que bastava que eu, o anjinho do céu – foi essa a expressão que ela usou – acompanhasse seu marido.</p>
<p style="text-align:justify;">Já era quase noite quando saímos. A casa de seu Genário de Dodó era próxima, e não demoramos a chegar. O charreteiro abriu o colchete, fechado com arame farpado, e ficou esperando do lado de fora. Bem devagar, fui ajudando seu Inácio a cruzar a pequena distância que separava o colchete e o alpendre da casa de seu Genário. Ele parecia contemplar cada pedaço de terra, cada bugiganga ali jogada, talvez relembrando velhas histórias vividas com o amigo. Ao chegar ao alpendre, percebi que alguém nos observava lá de dentro da porta entreaberta, sob a luz de um candeeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ô de casa! – gritei.</p>
<p style="text-align:justify;">A porta se abriu completamente após alguns instantes e um senhor magro, meio curvado, com chapéu e roupa surrados nos recebeu.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que é que vocês querem?</p>
<p style="text-align:justify;">- Queria conversar com você, Genário – seu Inácio levantou a cabeça e tirou o grande chapéu de palha que usava para se proteger do sereno, como recomendara dona Aninha.</p>
<p style="text-align:justify;">O velho Genário ficou por alguns segundos completamente imóvel. Acredito que ele jamais imaginaria receber a visita de um amigo com quem brigara há sessenta anos. Depois de um tempo, convidou-nos para entrar. O que aconteceu lá dentro me influenciou pelo resto da minha vida. Foi uma lição de como o tempo pode ser cruel e de quanto são inúteis todo apego a coisas materiais e todo orgulho. Também aprendi que a reconciliação deve ser feita de imediato, pois cada segundo que perdemos jamais poderá ser recuperado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Vim pedir perdão a você, Genário – disse seu Inácio, logo que se sentou.</p>
<p style="text-align:justify;">A luz do candeeiro tremulava por causa do vento leve que corria, fazendo com que se formassem sombras dançantes nas paredes, no teto, e no chão. Eu procurava fixar meu olhar na sombra de seu Inácio, procurando nela qualquer sinal sobrenatural que demonstrasse o peso de sessenta anos de remorso saindo das suas costas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Eu deveria ter tomado cuidado com sua viola. Sempre fui muito orgulhoso. Quando você apareceu falando tudo aquilo eu me senti humilhado na frente da moça por quem eu estava apaixonado&#8230; Perdi a cabeça e destruí nossa amizade. Todo esse tempo tentei alimentar raiva por você para justificar o fato de não ter vindo lhe pedir perdão. Mas não consegui. Você era meu amigo, e, mesmo a gente não se falando, continuei sem consegui odiá-lo. Minha morte está próxima. Não me deixe partir sem ter a certeza de que você não tem mais raiva de mim. Queria ouvir você dizer que me perdoa&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Seu Genário ouvia tudo mudo. Na verdade, ele nem se movia. Eu, que prestava atenção em tudo, sabia que ele tentava se segurar, mas que queria mesmo era chorar. De repente, ele se levantou e, sem dizer uma palavra, andou em direção ao seu quarto. Ficamos, os dois, calados, na sala, aguardando, não sabíamos o quê. Até que começamos a ouvir um barulho vindo da direção do quarto que não demoramos a compreender: era um choro. De início, parecia que seu Genário tentava se conter. Quando os primeiros soluços brotaram, entretanto, deram vazão a outros e mais outros, e ouvimos o arrependimento de sessenta anos de mágoa se desfazer num choro desajeitado e irreprimível. Seu Inácio ouvia e chorava. Eu via seu Inácio chorar e chorava também, não sei bem por quê.</p>
<p style="text-align:justify;">Após alguns minutos, o choro de seu Genário parou, e o ouvi se arrastar lentamente em direção à sala. Eu me recompus, ansioso por ver o desenlace daquela história.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando seu Genário apareceu, trazia em suas mãos a velha viola. Ele a estendeu na direção do seu amigo, dizendo:</p>
<p style="text-align:justify;">- É sua, Inácio. Esteve aqui esses anos todos apenas esperando por você, e eu jamais tive coragem de ir lhe entregar. Perdoe-me, meu amigo – e mais uma vez as lágrimas.</p>
<p style="text-align:justify;">Eles conversaram bastante naquela noite, e riram, choraram, lembraram histórias, anedotas, coisas tristes e alegres. Pareciam querer recuperar todo o tempo perdido em algumas horas. A imagem que eu tinha de velho avarento e rabugento não poderia parecer mais distante da realidade, já que seu Genário estava muito bem humorado e parecia mesmo nutrir alguma afeição por mim, perguntando-me, eventualmente, como começara toda aquela história.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembro que, quando chegamos à casa de seu Inácio a minha avó estava lá, com dois tios meus, à minha espera, pois já passava da meia-noite. Despedi-me afetuosamente dos dois velhinhos e ganhei a viola do seu Inácio, acompanhado do seguinte ensinamento:</p>
<p style="text-align:justify;">- Estou lhe dando essa viola, que muito provavelmente é o primeiro presente que Genário deu a alguém nos seus mais de noventa anos de vida e que, portanto, significa muito para mim, para que você compreenda que o que importa não são as coisas, mas as pessoas. Tire todos os objetos que têm ocupado espaço em seu coração, porque eles impedem que as pessoas o habitem.</p>
<p style="text-align:center;">***</p>
<p style="text-align:justify;">- Espero que, com essa história, você tenha entendido o que fazer com o seu Dragão.</p>
<p style="text-align:justify;">Imediatamente, Tiago pegou o Dragão Diamante das mãos do pai e o entregou ao seu primo Vítor, abraçando-o em seguida.</p>
<p style="text-align:justify;">André sorriu satisfeito. Suas histórias ainda surtiam efeito em seu filho.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pai!</p>
<p style="text-align:justify;">- Oi.</p>
<p style="text-align:justify;">- E o livro antigo? Você não falou com seu Genário? O que aconteceu com a gincana?</p>
<p style="text-align:justify;">- Depois de tudo aquilo você acha que eu teria coragem de pedir? A Mônica ficou com raiva de mim porque perdemos a gincana por causa dos vinte pontos que não consegui ganhar. Foi melhor assim, já que, pouco tempo depois conheci uma bela garota de olhos bem pretos e cabelo ondulado. Seu nome era Elisângela, e você sabe bem quem ela é.</p>
<p style="text-align:justify;">- Minha mãe.</p>
<p style="text-align:justify;">- Isso mesmo. Como eu consegui conquistá-la prometendo-lhe publicar um poema dela no maior jornal do estado é outra história bem interessante. Mas fica para a próxima vez&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A cura da alma da família(Bert Hellinger)]]></title>
<link>http://reginaalgarra.com.br/2009/11/02/a-cura-da-alma-da-famliabert-hellinger/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 21:38:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maria Regina Manetta Algarra</dc:creator>
<guid>http://reginaalgarra.com.br/2009/11/02/a-cura-da-alma-da-famliabert-hellinger/</guid>
<description><![CDATA[A alma tem muitas dimensões. Depende do ponto de vista que a observamos. Posso observá-la do ponto d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A alma tem muitas dimensões. Depende do ponto de vista que a observamos.</p>
<p>Posso observá-la do ponto de vista do corpo, então ela é mais restrita. Porém, podemos observá-la do ponto de vista da família, do clã, etc….</p>
<p>Tanto dentro do corpo como também dentro da família e do clã, a alma tem, por um lado, a tendência de manter a completude, o que no grupo significa manter todos os membros, por outro lado, entretanto, também tem a tendência de repelir algo doente, quando isso ameaça o todo. É assim no corpo (uma doença), e é exatamente assim numa família e no clã. Por exemplo: um assassino ameaça o sistema familiar e, por isso, tem de sair do mesmo.</p>
<p>Então tem uma outra dimensão da alma que abraça o todo. Na Grande Alma todos estão reunidos outra vez. Os membros da família podem se reconciliar com o assassino em seu meio , vendo os excluídos juntos nesse nível mais elevado, acolhendo-o e lá encontrando o sossego e a paz.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma parábola, dois filhos e um Caminho]]></title>
<link>http://betelsede.wordpress.com/2009/10/27/uma-parabola-dois-filhos-e-um-caminho/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:06:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Eduardo</dc:creator>
<guid>http://betelsede.wordpress.com/2009/10/27/uma-parabola-dois-filhos-e-um-caminho/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Um certo homem tinha dois filhos&#8230;&#8221; Lc. 15:11   Assim o Senhor começa uma das mais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#c00000;">&#8220;Um certo homem tinha dois filhos&#8230;&#8221;</span> Lc. 15:11</strong><br />
<strong></strong> <br />
<strong>Assim o Senhor começa uma das mais belas histórias</strong><br />
<strong>de amor, graça e reconciliação.</strong><br />
<strong>Mas o que quero destacar agora é uma característica</strong><br />
<strong>que fez toda diferença na vida destes dois jovens e que</strong><br />
<strong>faz também na nossa: a consciência que eles tinham da vida.</strong><br />
<strong></strong> <br />
<strong>O filho mais moço tinha consciência de que era herdeiro, de que</strong><br />
<strong>era filho. Assim ele toma sua herança. Mas ele não tinha consciência</strong><br />
<strong>do lugar onde estava: a Casa do Pai. Desta forma ele toma tudo o que</strong><br />
<strong>agora tem e parte pra sua busca de sentido e significado.</strong><br />
<strong>Já o filho mais velho tinha consciência do lugar onde estava.</strong><br />
<strong>Sabia que o lugar era bom e que ali ele poderia viver; mas ele</strong><br />
<strong>não tinha consciência de sua filiação :<span style="color:#c00000;"> &#8221; eis que te sirvo a tantos</span></strong><br />
<strong><span style="color:#c00000;">anos, sem nunca transgredir teu mandamento&#8221;</span><span style="color:#000000;">(</span>v. 29). Ele não</strong><br />
<strong>se apropriava daquilo que era dele por direito.</strong><br />
<strong>A grande diferença entre esses irmãos me leva a refletir sobre</strong><br />
<strong>a maneira como temos vivido hoje na presença de Deus. </strong><br />
<strong>Muitos vão à igreja todos os domingos, oram, cantam, têm</strong><br />
<strong>toda uma performance mas seus corações estão vazios de sentido.</strong><br />
<strong>Eles não conseguem se ver como filhos de Deus e por isso não se </strong><br />
<strong>alegram quando um &#8220;filho que estava perdido&#8221; volta ao lar.</strong><br />
<strong>Por outro lado muitos vivem de forma dissoluta, gastam todos</strong><br />
<strong>os bens recebidos de forma pródiga porque não entendem o</strong><br />
<strong>propósito da herança que receberam: abençoar outras pessoas.</strong><br />
<strong>Precisamos ter conciência completa de que somos filhos e de que</strong><br />
<strong>somos também servos. Que temos herança mas que também temos</strong><br />
<strong>responsabilidades. Ou então estaremos fadados ao fracasso</strong><br />
<strong>do filho que sai ou ao desgosto do filho que fica.</strong><br />
<strong>Faça de sua vida e de suas escolhas uma porta para</strong><br />
<strong>a benção entrar neste mundo. Deixe brilhar a Luz de</strong><br />
<strong>um filho/servo de Deus através de você.</strong><br />
<strong></strong> <br />
<strong>Leiam a história em Lucas 15:11-32.</strong><br />
<strong></strong> <br />
<strong>Graça e Paz</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mição Telemensagens - Envie Telemensagens pela Internet]]></title>
<link>http://mition.wordpress.com/2009/10/27/micao-telemensagens-envie-telemensagens-pela-internet/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 03:47:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mição</dc:creator>
<guid>http://mition.wordpress.com/2009/10/27/micao-telemensagens-envie-telemensagens-pela-internet/</guid>
<description><![CDATA[Mensagens de Aniversário, Datas Comemorativas, Agradecimentos, Saudades, Românticas e Outras Categor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mensagens de Aniversário, Datas Comemorativas, Agradecimentos, Saudades, Românticas e Outras Categor]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Afinal, o que é intercessão?]]></title>
<link>http://fabriciomarra.wordpress.com/2009/10/22/intercessao2/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:09:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciomarra</dc:creator>
<guid>http://fabriciomarra.wordpress.com/2009/10/22/intercessao2/</guid>
<description><![CDATA[O que é intercessão? Lemos livros, temos ministérios, ouvimos sobre e até dizemos que intercedemos. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O que é intercessão? Lemos livros, temos ministérios, ouvimos sobre e até dizemos que intercedemos. ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ONÉSIMO, O SERVO DE DEUS]]></title>
<link>http://pregacoesfn.wordpress.com/2009/10/18/onesimo-o-servo-de-deus/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 11:59:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>francisconascimento</dc:creator>
<guid>http://pregacoesfn.wordpress.com/2009/10/18/onesimo-o-servo-de-deus/</guid>
<description><![CDATA[ONÉSIMO, O SERVO DE DEUS “Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões; O qual noutro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ONÉSIMO, O SERVO DE DEUS “Peço-te por meu filho Onésimo, que gerei nas minhas prisões; O qual noutro]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre relacionamentos (visão de Bert Hellinger)]]></title>
<link>http://reginaalgarra.com.br/2009/10/16/sobre-relacionamentos-viso-de-bert-hellinger/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:37:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maria Regina Manetta Algarra</dc:creator>
<guid>http://reginaalgarra.com.br/2009/10/16/sobre-relacionamentos-viso-de-bert-hellinger/</guid>
<description><![CDATA[Sempre que existem lutas pelo poder não se olha para o mais fraco. Quando num casamento entre homem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sempre que existem lutas pelo poder não se olha para o mais fraco.</p>
<p>Quando num casamento entre homem e mulher está em jogo o poder, as crianças são sacrificadas sem escrúpulos à luta pelo poder.</p>
<p>A vitória numa luta pelo poder está ligada a uma sensação de triunfo: agora lhe dei uma. Onde quer que exista esse triunfo, algo foi destruído. O homem que triunfa sobre a mulher perdeu a mulher. A mulher que triunfa sobre o marido perdeu o marido. A mãe que triunfa sobre o marido perdeu a criança. A criança que triunfa sobre os pais perde os pais. Esse é o caminho soberbo e arrogante.</p>
<p>O contrário é o caminho humilde que vê o outro e o reconhece. Ele renuncia ao triunfo e ao exercício do poder , mas tem um grande efeito. Aqui as forças que curam e promovem a paz, podem agir.</p>
<p>Enquanto um pensamento como : ¨Eu tenho razão¨ imperar, ainda existe luta pelo poder.</p>
<p>Quando ganhamos a compreensão de que nada sabemos , uma outra força assume a liderança. No fundo da alma , atua uma força que dirige todo o sistema para uma reconciliação profunda ,para o respeito  e o reconhecimento mútuos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jovem é sequestrada para forçar reconciliação com muçulmanos ]]></title>
<link>http://amigosdeoracao.wordpress.com/2009/09/27/jovem-e-sequestrada/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 11:00:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amigos de Oração</dc:creator>
<guid>http://amigosdeoracao.wordpress.com/2009/09/27/jovem-e-sequestrada/</guid>
<description><![CDATA[EGITO - A filha de um homem copta foi seqüestrada no Egito, para forçar seu pai a se reconciliar com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>EGITO -</strong> A filha de um homem copta foi seqüestrada no Egito, para forçar seu pai a se reconciliar com as famílias dos homens que assassinaram seu irmão. </p>
<p>Amal Estephanos, 19, foi seqüestrada em plena luz do dia em 12 de setembro, por um muçulmano chamado Ibrahim Ali Negan. De acordo com o pai dela, o crime foi testemunhado por diversas pessoas. </p>
<p>“Com esse seqüestro, eles querem me humilhar, e me forçar a aceitar as tentativas de reconciliação”, conta Estephanos. </p>
<p>O copta apelou para o presidente Hosni Mubarak, com a mensagem “Eu quero minha filha de volta. Já foi o suficiente o que aconteceu com meu filho Amir”. </p>
<p>Surpreendentemente, o incidente recebeu uma intervenção da agência de Segurança do Estado, que prendeu a família do seqüestrador até que a garota seja solta. A ajuda dada pelo governo pode estar relacionada com uma queixa de um membro do conselho consultivo egípcio, que afirmou que o seqüestro foi um “ponto final” na tentativa de reconciliação. </p>
<p>Amal, a jovem de 19 anos, parece ter sido levada para a cidade de Aswan, no Sul do Egito, e detida por uma organização que força cristãos coptas a se converterem ao islamismo. </p>
<p>Em abril, seu irmão mais velho, Amir, 22, e seu amigo Adib Hedra Soliman, 22, foram assassinados depois de irem a um culto na véspera da Páscoa. Uma família muçulmana, que tinha conflitos com a família Soliman, abordou os dois jovens. Apesar de Amir Estephanos não estar envolvido na briga entre as famílias, ele e seu amigo foram alvejados com 70 balas. Um terceiro cristão que estava com eles ficou gravemente ferido e perdeu um braço e uma perna por causa dos disparos. </p>
<p>Enquanto o caso está no tribunal criminal de Qena, há muita pressão do Estado sobre as famílias, para que se reconciliem. </p>
<p>No entanto, as “sessões de reconciliação não passam de uma maneira de forçar os coptas a abrir mão de seus direitos de realizar queixas formais. A comunidade cristã no Egito pede, há muito tempo, para que o governo acabe com essas reuniões, que sempre resultam nos coptas retirando suas acusações. </p>
<p>:: Fonte: <a href="http://www.portasabertas.org.br">Missão Portas Abertas</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vaso quebrado]]></title>
<link>http://iptubarao.wordpress.com/2009/09/21/vaso-quebrado/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 16:56:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>iptubarao</dc:creator>
<guid>http://iptubarao.wordpress.com/2009/09/21/vaso-quebrado/</guid>
<description><![CDATA[Boa Semente Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim tamb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#888888;">Boa Semente</span></p>
<p><span style="color:#888888;"><img class="alignnone size-full wp-image-2572" title="090921_vaso-quebrado" src="http://iptubarao.wordpress.com/files/2009/09/090921_vaso-quebrado.gif" alt="090921_vaso-quebrado" width="445" height="150" /></span></p>
<p><img class="size-full wp-image-1543 alignleft" title="_aspas" src="http://iptubarao.wordpress.com/files/2009/04/_aspas.gif" alt="_aspas" width="42" height="24" /></p>
<p style="padding-left:60px;"><strong>Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram</strong> <span style="color:#888888;">(Romanos 5:12)</span><span style="color:#888888;">.</span> <strong>Não nos desamparou o nosso Deus; antes, estendeu sobre nós beneficência… para revivermos</strong><span style="color:#888888;"> (Esdras 9:9).</span></p>
<p>Em Londres, em uma sala especial do British Museum, pode-se admirar uma peça única: um vaso muito precioso. Certo dia, alguém deixou esse vaso cair. O resultado foi centenas de estilhaços no chão. Chamaram um especialista que, com muita paciência, recolheu os fragmentos e reconstituiu o vaso, o qual pode ser visto atualmente. Quem não conhece a história, nunca poderia imaginar que esse magnífico objeto já foi um monte de cacos. As uniões são praticamente invisíveis ao simples olhar. Uma placa relata o ocorrido e, ao lê-la, muitas pessoas ficam totalmente surpresas.</p>
<p>A história desse vaso em três etapas nos lembra a do homem: sua beleza original, sua destruição e sua restauração. O ser humano foi criado perfeito, “à imagem de Deus”, porém no momento da queda, sua desobediência o conduziu à uma degradação total por causa do pecado. A imagem inicial foi completamente deformada. Ainda hoje, pela graça e obra perfeita de Cristo, todo ser humano pode adquirir uma beleza divina. O estado de inocência não pode ser recuperado, mas no novo nascimento, cada pecador arrependido recebe a vida que Jesus Cristo dá, passa a conhecer a bondade, a misericórdia e o amor de Deus. Assim, salvo da ruína, aquele que estava separado da vida de Deus pode viver agora somente para a glória dAquele que o restaurou.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Podcast: O dom do perdão]]></title>
<link>http://beinbetter.wordpress.com/2009/09/15/podcast-o-dom-do-perdao/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 22:04:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Everth Queiroz Oliveira</dc:creator>
<guid>http://beinbetter.wordpress.com/2009/09/15/podcast-o-dom-do-perdao/</guid>
<description><![CDATA[Nessa mensagem vamos falar sobre o perdão. O mesmo perdão de caráter sacrificial que Jesus Cristo De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Nessa mensagem vamos falar sobre o <strong>perdão</strong>. O mesmo perdão de caráter sacrificial que Jesus Cristo Deus a nós por meio da sua morte é o mesmo perdão que devemos praticar na caridade para com os irmãos. O Mestre nos ensinou, ao contrário do prega esse mundo imoral, a amarmo-nos incondicionalmente e de maneira fervorosa: “Amai vossos inimigos, <span style="text-decoration:underline;">fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem</span>” (Mt 5, 44). Jesus aperfeiçoa a Antiga Lei: dá a ela sentido pleno. Agora o homem conhece o significado verdadeiro do genuíno amor. Não pode ele mais se queixar da infelicidade. Deus está próximo. Ele se faz homem para nos dar a graça da reconciliação, mandando que façamos o mesmo para com nosso semelhante. Que a Santíssima Virgem nos ajude a conceder com amor o perdão. Afinal, se não perdoarmos o próximo, tampouco Deus perdoará nossas faltas (cf. Mt 6, 15). Ouça a mensagem abaixo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>[<a href="http://www.4shared.com/file/132919071/85af333a/O_dom_do_perdo.html">Faça download do áudio</a> ou ouça a mensagem abaixo] </strong></p>
<p><span style='text-align:left;display:block;'><p><object type='application/x-shockwave-flash' data='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' width='290' height='24' id='audioplayer1'><param name='movie' value='http://wordpress.com/wp-content/plugins/audio-player/player.swf' /><param name='FlashVars' value='&amp;bg=0xf8f8f8&amp;leftbg=0xeeeeee&amp;lefticon=0x666666&amp;rightbg=0xcccccc&amp;rightbghover=0x999999&amp;righticon=0x666666&amp;righticonhover=0xffffff&amp;text=0x666666&amp;slider=0x666666&amp;track=0xFFFFFF&amp;border=0x666666&amp;loader=0x9FFFB8&amp;soundFile=http%3A%2F%2Fdc152.4shared.com%2Fimg%2F132919071%2F85af333a%2Fdlink__2Fdownload_2F132919071_2F85af333a_3Ftsid_3D20090915-180230-efbed313%2Fpreview.mp3' /><param name='quality' value='high' /><param name='menu' value='false' /><param name='bgcolor' value='#FFFFFF' /></object></p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desprezo]]></title>
<link>http://isaias40.wordpress.com/2009/08/29/desprezo/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 13:43:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leo</dc:creator>
<guid>http://isaias40.wordpress.com/2009/08/29/desprezo/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Assim, desprezou Esaú a sua primogenitura.” Gn 25.34c Semana passada este assunto fez parte d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-76" title="desprezo" src="http://isaias40.wordpress.com/files/2009/08/desprezo2.jpg" alt="desprezo" width="150" height="148" /></p>
<p><em>&#8220;Assim, desprezou Esaú a sua primogenitura.” Gn 25.34c</em></p>
<p>Semana passada este assunto fez parte do estudo da lição da EBD que fiz com meus alunos adolescentes da minha igreja. E o Senhor tocou-me de maneira tão profunda neste acontecimento que já me fez refletir sobre tantas coisas e ações, sobre desprezo e a injusta troca que muitas vezes nós também fazemos. Por isso quero compartilhar com todos para que possamos repensar muitas vezes que atitudes teremos ou palavras sairão de nossas bocas e podem estar sendo mais que meros e impensados gestos diante do Senhor.</p>
<p>No passado, a primogenitura, era uma honra especial dada ao primeiro filho que nascia, que incluía uma porção dobrada da herança familiar com o privilégio e um dia torna-se o líder da família. O filho mais velho poderia vender a primogenitura, mas, fazendo isso, perderia os bens materiais quanto a sua posição de liderança.</p>
<p><!--more--> Podemos ler entre os versículos 29 e 34 do capítulo 25 de Gênesis que Esaú demonstrou completo desprezo pelas bênçãos materiais e espirituais que viriam ao seu encontro se ele a tivesse mantido. Apesar de não saber exatamente como se passou a situação narrada e que intensidade real era a fome de Esaú, é difícil entender como uma pessoa já predestinada a ter bênçãos se desfez de tudo por um prato de cozido com lentilhas (v.34). O preço que foi pago em troca das bênçãos da primogenitura de Esaú sempre soa aos nossos ouvidos com como algo muito <em>barato</em> e totalmente indigno. Deus me fez refletir através desta atitude de Saul às minhas atitudes e a que muitos também têm tido diante de situações extremamente parecidas com a dele.</p>
<p>Pensemos juntos: nós também fomos feitos filhos de Deus através da reconciliação Dele com o homem na morte de Jesus na cruz (1Jo 3.1; 2Co 5.18). Em Romanos 8.17 diz que “se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.” Então nesse momento entendemos que somos herdeiros e Deus e co-herdeiro de Cristo, ou seja, possuímos as mesmas bênçãos que o Pai deu a Jesus em porção igual à Dele! Deus, o Pai, escolheu nos abençoar com toda sorte de bênçãos espirituais. com isso nos dando os mesmos direitos e bênçãos do Seu primeiro filho, Jesus (Ef 1.3). Sim, nós também temos as bênçãos da primogenitura de Deus em Cristo!</p>
<p>Que bênçãos são essas? A primeira e maior de todas com certeza é a salvação, porque um dia iremos morar com Deus em um lugar que Jesus foi preparar para nós (Jo 14.2). Hoje, através da morte e ressurreição de Cristo, temos livre acesso a Deus porque o homem já não precisa de outro que leve seus pecados diante do Seu trono, já não precisa de outro que leve sua adoração, porque Jesus desfez toda separação que havia entre nós! Somos livres do pecado quando aceitamos a Jesus como nosso único, verdadeiro e suficiente salvador; isso nós faz caminhar como Ele e viver como Ele e ter a vida justa e pura que Ele quer que tenhamos. E tem uma bênção que eu considero a maior de todas para o homem viver aqui na terra: Deus habitando nele todos os dias (Mt 28.20).</p>
<p>Bem, agora iremos chegar ao objetivo. Diante de tantas bênçãos que escrevi aqui e muitas outras que temos como herdeiros de Deus, qual tem sido nossa atitude diante delas? Será que estamos de fato aceitando-as, e mais ainda, valorizando-as? Deus me fez pensar nisso: “por qual tipo de coisa ou preço tenho desprezado minhas bênçãos?” São muitas as vezes que troco o que Deus me dá por muito pouco ou por algo que nem valor tem; atitudes e palavras que não valem à pena trocar.</p>
<p>Trocamos as maravilhosas bênçãos de Deus por um momento passageiro, talvez por uma pessoa, por objetos, por uma posição importante na sociedade. Buscamos tantas coisas em tantos lugares para resolver tantos problemas e encher nosso ego e nem paramos para pensar que na maior parte desse tempo que pensamos estar ganhando algo para nós, só estamos é perdendo e desprezando tudo aquilo que Jesus conquistou com uma morte tão cruel.</p>
<p>Hoje e a partir de agora façamos isso juntos: sempre que formos fazer algo ou pensar em falar, vamos parar por 2 segundos e refletir se com essa atitude estamos desprezando as bênçãos da primogenitura de Deus para nós. Pergunte a si mesmo: “Vale à pena trocar por esse preço?!”</p>
<p>Jesus te abençoe e te dê sabedoria.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abel e Norminha reatam ao som do Calcinha Preta]]></title>
<link>http://blogdenoronha.wordpress.com/2009/08/27/abel-e-norminha-reatam-ao-som-do-calcinha-preta/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 11:28:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Jorge Loureiro</dc:creator>
<guid>http://blogdenoronha.wordpress.com/2009/08/27/abel-e-norminha-reatam-ao-som-do-calcinha-preta/</guid>
<description><![CDATA[Já tem dia e hora marcados para o casal mais popular de “Caminho das Índias” se reconciliar. Na noit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-616" title="Foto: Divulgação / TV Globo" src="http://blogdenoronha.wordpress.com/files/2009/08/norminha_abel.jpg" alt="Foto: Divulgação / TV Globo" width="430" height="458" /></p>
<p>Já tem dia e hora marcados para o casal mais popular de “Caminho das Índias” se reconciliar. Na noite do dia 7 vai ao ar a cena em que Abel e Norminha voltam às boas. Tudo começa no capítulo anterior, no dia 5, durante o julgamento do sapato quebrado que o guarda municipal atirara pela janela (lembra-se que a coluna adiantou?). Depois do julgamento ser interrompido, eles se reencontram à noite no Gafieira Estudantina. ”Eles reatam ao som do Calcinha Preta”, adianta a autora de “Caminho das Índias”, Gloria Perez. O grupo canta o hit “Você não vale nada, mas eu gosto de você”, tema do casal.</p>
<p>Mas a pergunta que não quer calar: como os moradores da Lapa vão reagir ao encontrar novamente o casal junto? “Vão achar que são dois semvergonhas! Mas seu Abel vai voltar a ser felicíssimo!”, diz Gloria. Por falar em “Caminho das Índias” a novela bateu recorde de audiência anteontem, com 50 pontos de audiência com 74% de participação (porcentagem de TVs ligadas).</p>
<p>Fonte: Coluna Retratos da Vida / Jornal Extra / RJ</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O lenço]]></title>
<link>http://luizandre.wordpress.com/2009/08/23/o-lenco/</link>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 03:15:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>luizandre</dc:creator>
<guid>http://luizandre.wordpress.com/2009/08/23/o-lenco/</guid>
<description><![CDATA[Comprei um lenço. Comprei sim. Um lenço palestino, o keffiyeh. Daqueles que adornam o pescoço e que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Comprei um lenço</strong>. Comprei sim. Um lenço palestino, o keffiyeh. Daqueles que adornam o pescoço e que na maioria das vezes as pessoas usam formando três pontas. Uma grande e central e as outras duas laterais, Um belíssimo lenço.<br />
<div id="attachment_158" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://luizandre.wordpress.com/files/2009/08/schmeg1.jpg?w=300" alt="Lenços..." title="schmeg1" width="300" height="300" class="size-medium wp-image-158" /><p class="wp-caption-text">Lenços...</p></div></p>
<p>Mas não usei. Não combina comigo. E nem era esse o propósito.</p>
<p>Estava fazendo um curso em Sampa e por um momento saí da sala para tomar um cafezinho, pois depois de tantas palavras dita e uma noite muito mal dormida, só mesmo o sacrossanto cafezinho para ajudar. E foi aí que no hall de exposição do hotel vi uma mulher, com uma echarpe vermelha mostrando aos que igualmente fugiram do sono da cadeira, seus mais variados tipos de lenços e echarpes.</p>
<p><strong>Comprei um lenço. O mais belo lenço palestino/árabe que ela possuía naquela tarde.</strong><br />
<img src="http://luizandre.wordpress.com/files/2009/08/gal77_10639lis-1.jpg?w=300" alt="Lenços..." title="Lenços..." width="300" height="204" class="aligncenter size-medium wp-image-160" /><br />
Tanta gente, principalmente depois que os lenços à lá cowboy apareceram na São Paulo Fashion Week, tendo como fonte de inspiração os bang-bangs do cinema da década de 60, começaram a envolver seus pescoços com esses panos macios, tratados e elegantes. <strong>E tem gente muito especial que sabe usar esse adereço com maestria.</strong></p>
<p>Têm os lenços-gravata, o indiano, lenço da dança do ventre, o lenço do chapéu e o do pirata. Não posso esquecer o lenço do palhaço e aquele que Maria Madalena enxugou o suor do rosto de Cristo. Ah, e tem aqueles refrescantes lenços de papel umedecidos que todo neném adora, e muito marmanjo também.  </p>
<p>Um lenço tradicional de outrora, era o “lenço do namorado”, confeccionado pelas mãos das moças e que traziam palavras sentimentais e de saudações amorosas. As moças adornavam em panos brancos com seus pontos de cruz, que aprenderam ainda na adolescência e que ao término eram remetidos aos pretendentes, ou como se dizia na época, os conversados. O gesto de usar ou não em público significava o aceite ou não do pretendente aos intentos da jovem enamorada.<br />
<div id="attachment_161" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://luizandre.wordpress.com/files/2009/08/5638-jpeg-border0-altpage-accueillante-titlepage-accueillante.jpg" alt="Lenço do namorado" title="lenço" width="400" height="392" class="size-full wp-image-161" /><p class="wp-caption-text">Lenço do namorado</p></div></p>
<p>Comprei um lenço por um motivo especial e <strong>depositei nele todo meu amor e carinho</strong> na esperança que no gesto de entrega houvesse a possibilidade da <strong>reconciliação</strong>. Que no abraço espontâneo sempre característico, eu pudesse retribuir imbuindo todo meu sentimento de <strong>gratidão, carinho, amor e paixão</strong>. Acho que não soube entregar esse presente da maneira correta. Os tempos são outros.</p>
<div id="attachment_162" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><img src="http://luizandre.wordpress.com/files/2009/08/parada2009-024.jpg?w=225" alt="Sergio e Luiz André" title="parada2009 024" width="225" height="300" class="size-medium wp-image-162" /><p class="wp-caption-text">Sergio e Luiz André</p></div>
<p>Comprei um lenço. <strong>Mas ele não me serve</strong>. Agora preciso não do lenço da cabeça, do pirata ou do palhaço. Hoje preciso de um pedaço branco de tecido, quadrado, o mais simples possível. Para enxugar as lágrimas de um ser que se encontra em profunda falta de esperança na sua condição de existência. </p>
<p><strong>Preciso de um lenço. Para enxugar as minhas lágrimas!</strong></p>
<div id="attachment_163" class="wp-caption aligncenter" style="width: 239px"><img src="http://luizandre.wordpress.com/files/2009/08/miro2.jpg?w=229" alt="Enxugar as lágrimas!" title="miro2" width="229" height="300" class="size-medium wp-image-163" /><p class="wp-caption-text">Enxugar as lágrimas!</p></div>
<p>Luiz André &#8211; por hoje, só Luiz André</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Após crise, Ximenes e marido se reconciliam em Paris]]></title>
<link>http://redetelevisao.wordpress.com/2009/08/20/apos-crise-ximenes-e-marido-se-reconciliam-em-paris/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 20:47:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>mix</dc:creator>
<guid>http://redetelevisao.wordpress.com/2009/08/20/apos-crise-ximenes-e-marido-se-reconciliam-em-paris/</guid>
<description><![CDATA[Mariana Ximenez e o marido, Pedro Buarque de Hollanda, estão juntos novamente. Segundo a coluna de H]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mariana Ximenez e o marido, Pedro Buarque de Hollanda, estão juntos novamente. Segundo a coluna de Hildegard Angel, do &#8220;Jornal do Brasil&#8221;, o casal está em clima de total reconciliação, após uma viagem a Paris.<br />
Recentemente, os dois viveram uma crise conjugal. Mas ao que tudo indica, a capital francesa conhecida como terra dos romances ajudou a reconciliar os pombinhos.<br />
Eles embarcaram juntos para superar o trauma vivido pelo empresário e produtor ao sofrer um sequestro relâmpago no dia 6 deste mês.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1015" title="FA3C99A016CFE9CD26C6D3C285D8D4" src="http://redetelevisao.wordpress.com/files/2009/08/fa3c99a016cfe9cd26c6d3c285d8d4.jpg" alt="FA3C99A016CFE9CD26C6D3C285D8D4" width="180" height="240" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perdão, evidência de salvação.]]></title>
<link>http://igrejapresbiterianajardimamerica.wordpress.com/2009/08/18/perdao-evidencia-de-salvacao/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 14:36:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>igrejapresbiterianajardimamerica</dc:creator>
<guid>http://igrejapresbiterianajardimamerica.wordpress.com/2009/08/18/perdao-evidencia-de-salvacao/</guid>
<description><![CDATA[Nos últimos tempos tenho falado muito sobre perdão, restauração de relacionamento, reconciliação. Qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Nos últimos tempos tenho falado muito sobre perdão, restauração de relacionamento, reconciliação. Qual o motivo pelo qual devemos falar sobre perdão?</p>
<p style="text-align:left;">Primeiro, devemos compreender de uma vez por todas que sem perdão não há salvação e que a reconciliação faz parte do cristianismo. Pois, todos os que são de Cristo passaram por essa experiência . O próprio Senhor Jesus Cristo em muitas oportunidades em<img class="alignright size-medium wp-image-219" title="37223_000sxw3d" src="http://igrejapresbiterianajardimamerica.wordpress.com/files/2009/08/37223_000sxw3d1.jpg?w=300" alt="37223_000sxw3d" width="285" height="188" /> seu ministério nos ensinou e viveu o perdão. No entanto, a base para o perdão é formada a partir do amor ao Pai Celeste.</p>
<p style="text-align:left;">Amando o Pai amaremos a nós mesmos e ao nosso próximo (Mateus 5.43).</p>
<p style="text-align:left;">Segundo, devemos compreender também que somos seres relacionais. Todos nós estamos envolvidos em uma rede de relacionamentos. No livro de Gênesis no capítulo 1 vers. 26, Deus diz: “façamos o homem conforme a nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. No texto fica claro que há também um relacionamento entre Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Ademais, a Bíblia registra uma longa história de problemas interpessoais e quebras na relação envolvendo o ser humano. Em Provérbios, nos ensina a refrear a língua, não caluniar, dizer a verdade, falar com gentileza, refletir para depois falar, ouvir atentamente, resistir à tentação da fofoca ou mexericos.</p>
<p style="text-align:left;">Por que devemos ser pessoas que liberam o perdão?</p>
<p style="text-align:left;">1º) Perdão é evidência, o atestado de que sou salvo (Efésios capítulo 4 vers 32).</p>
<p style="text-align:left;">2º) Fomos perdoados por Deus, quando não merecíamos (Romanos capítulo 5 vers 8).</p>
<p style="text-align:left;">3º) Perdão é a forma que Deus usa para restaurar a comunhão com Ele (Efésios capítulo 2 vers.14).</p>
<p style="text-align:left;">Por fim, devemos afirmar que não perdoamos por desconhecimento, como se fôssemos cegos e sem entendimento. Mas sim por negligência e desobediência a Escritura Sagrada.</p>
<p style="text-align:right;">Carinhosamente</p>
<p style="text-align:right;">Pr. Amilton</p>
<p style="text-align:right;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[decisão]]></title>
<link>http://palavrassaoerros.wordpress.com/2009/08/01/decisao/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 19:30:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>stephenmary</dc:creator>
<guid>http://palavrassaoerros.wordpress.com/2009/08/01/decisao/</guid>
<description><![CDATA[Acho que eu já sabia que isso ia acontecer, tava só esperando o momento. E aconteceu. Ele pediu pra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Acho que eu já sabia que isso ia acontecer, tava só esperando o momento.</p>
<p style="text-align:justify;">E aconteceu. Ele pediu pra eu voltar. Disse que se arrependeu de ter dito adeus, que sente falta de mim, das conversas, dos beijos, dos olhares e até das discussões.</p>
<p style="text-align:justify;">Minha reação era inesperada. Minha frieza. Devo estar chateada. Mas é claro, lidar com um término, entrar em processo de superação para depois descobrir que o outro lado se arrependeu emputece qualquer um. Não sou uma droga de uma boneca que você decide quando quer e quando não quer coloca de lado. Mas que merda!</p>
<p style="text-align:justify;">E agora eu tô devendo uma resposta.</p>
<blockquote><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/EFMEq3c4rJ0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/EFMEq3c4rJ0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span><br />
Te vejo errando e isso não é pecado,<br />
Exceto quando faz outra pessoa sangrar<br />
Te vejo sonhando e isso dá medo<br />
Perdido num mundo que não dá pra entrar<br />
Você está saindo da minha vida<br />
E parece que vai demorar<br />
Se não souber voltar, ao menos mande notícias<br />
&#8216;Cê acha que eu sou louca<br />
Mas tudo vai se encaixar</span></p>
<p>Tô aproveitando cada segundo<br />
Antes que isso aqui vire uma tragédia</p>
<p>E não adianta nem me procurar<br />
Em outros timbres, outros risos<br />
Eu estava aqui o tempo todo<br />
Só você não viu</p>
<p>E não adianta nem me procurar<br />
Em outros timbres, outros risos<br />
Eu estava aqui o tempo todo<br />
Só você não viu</p>
<p>Você tá sempre indo e vindo, tudo bem<br />
Dessa vez eu já vesti minha armadura<br />
E mesmo que nada funcione<br />
Eu estarei de pé, de queixo erguido<br />
Depois você me vê vermelha e acha graça<br />
Mas eu não ficaria bem na sua estante</p>
<p>Tô aproveitando cada segundo<br />
Antes que isso aqui vire uma tragédia</p>
<p>E não adianta nem me procurar<br />
Em outros timbres, outros risos<br />
Eu estava aqui o tempo todo<br />
Só você não viu</p>
<p>E não adianta nem me procurar<br />
Em outros timbres, outros risos<br />
Eu estava aqui o tempo todo<br />
Só você não viu</p>
<p style="text-align:justify;">Só por hoje não quero mais te ver<br />
Só por hoje não vou tomar a minha dose de você<br />
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se<br />
curam<br />
E essa abstinência uma hora vai passar</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LIMITES HUMANOS?]]></title>
<link>http://elisabetecunha2008.wordpress.com/2009/07/18/nao-aguento-mais/</link>
<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 05:11:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>elisabetecunha2008</dc:creator>
<guid>http://elisabetecunha2008.wordpress.com/2009/07/18/nao-aguento-mais/</guid>
<description><![CDATA[  Na fronteira da insanidade O indivíduo não é neurótico e nem psicótico, mas vive em uma linha suti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Na fronteira da insanidade O indivíduo não é neurótico e nem psicótico, mas vive em uma linha suti]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perdoar é lembrar sem sentir dor]]></title>
<link>http://iptubarao.wordpress.com/2009/06/26/perdoar-e-lembrar-sem-sentir-dor/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 13:52:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>iptubarao</dc:creator>
<guid>http://iptubarao.wordpress.com/2009/06/26/perdoar-e-lembrar-sem-sentir-dor/</guid>
<description><![CDATA[Hernandes Dias Lopes A Bíblia diz que Deus perdoa os nossos pecados e deles não mais se lembra. Diz ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#888888;">Hernandes Dias Lopes</span></p>
<p><span style="color:#888888;"><img class="alignnone size-full wp-image-2172" title="090626_reconciliacao" src="http://iptubarao.wordpress.com/files/2009/06/090626_reconciliacao.gif" alt="090626_reconciliacao" width="450" height="150" /><br />
</span></p>
<p>A Bíblia diz que Deus perdoa os nossos pecados e deles não mais se lembra. Diz ainda, que devemos perdoar assim como Deus em Cristo nos perdoou. O que significa perdoar e não mais se lembrar? Significa, porventura, amnésia? Absolutamente não! Deus não tem amnésia. Deus sabe tudo e jamais fato algum é apagado da sua memória. Mas, então, o que a Bíblia quer dizer que Deus perdoa e esquece? Significa que Deus nunca mais cobra outra vez aquilo que ele perdoou. Deus nunca mais lança em nosso rosto aquilo que confessamos e abandonamos. Assim, também, quando a Bíblia diz que devemos perdoar como Deus e esquecer, não significa que os fatos que nos machucaram serão apagados da nossa memória. Isso é impossível e nem mesmo depende de nós. As coisas vêm à nossa memória querendo nós ou não. Perdoar e esquecer significa lembrar sem sentir dor; significa nunca mais cobrar da pessoa perdoada a mesma dívida.</p>
<p>O perdão é uma necessidade fundamental da vida. É impossível ter uma vida saudável emocional, física e espiritualmente sem o exercício do perdão. Quem não  perdoa não pode orar. Quem não perdoa não pode trazer sua oferta ao altar. Quem não perdoa não pode ser perdoado. Quem não perdoa adoece fisicamente. Quem não perdoa é entregue aos verdugos e flageladores da consciência. O perdão é até  mesmo uma questão de bom senso. Quando guardamos mágoa de alguém, acabamos  nos tornando prisioneiros dessa pessoa. Ela nos escraviza e nos mantém em cativeiro. Quando nutrimos mágoa de alguém, esse alguém nos perturba continuamente. Se vamos nos assentar para tomar uma refeição, essa pessoa tira o nosso apetite. Se vamos sair de férias, essa pessoa pega carona conosco. Perdoar é a única maneira de quebrar essas correntes e ficarmos livres.<!--more--></p>
<p>O perdão deve ser ilimitado. Jesus nos ensina a perdoar até setenta vezes sete. Essa cifra não é literal. Ela aponta setenta vezes o número sete, o número da perfeição. O perdão é ilimitado, pois é dessa forma que Deus nos perdoa. Jesus deixou esse fato claro na sua parábola do credor incompassivo. Aquele servo que recebeu um perdão de dez mil talentos não perdoou seu conservo de uma pequena dívida de cem denários. Dez mil talentos é seiscentas mil vezes mais que cem denários. Aquele que havia recebido um perdão seiscentas mil vezes maior negou-se a perdoar alguém que lhe devia uma dívida seiscentas mil vezes menor. O rei, então, lhe entregou aos verdugos até que ele “pagasse” a dívida impagável. Um homem precisaria trabalhar cento e cinqüenta mil anos para adquirir dez mil talentos recebendo o salário de um denário por dia. A nossa dívida com Deus é impagável. Por isso, o perdão de Deus é ilimitado. E Jesus foi enfático em afirmar que se não perdoarmos, não seremos perdoados: “Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão” (Mt 18.35).</p>
<p>O perdão é o caminho da cura das feridas. É a ponte de reconciliação das relações quebradas. O perdão é o remédio divino para os relacionamentos enfermos. O perdão é o bálsamo do céu para aqueles que andam machucados e feridos pela mágoa. Hoje é tempo de perdoar. Hoje é tempo de pedir perdão. Hoje é tempo de restaurar relacionamentos dentro da nossa casa e da igreja, a fim de vivermos uma vida plena, maiúscula e abundante.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deixem ir]]></title>
<link>http://iptubarao.wordpress.com/2009/06/26/deixem-ir/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 12:26:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>iptubarao</dc:creator>
<guid>http://iptubarao.wordpress.com/2009/06/26/deixem-ir/</guid>
<description><![CDATA[Cada Dia Leia João 18.1-9 Judas liderou o pelotão de soldados e líderes religiosos que capturou Jesu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#888888;">Cada Dia</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2162" title="090626_perdao" src="http://iptubarao.wordpress.com/files/2009/06/090626_perdao.gif" alt="090626_perdao" width="445" height="150" /></p>
<p>Leia João 18.1-9</p>
<p>Judas liderou o pelotão de soldados e líderes religiosos que capturou Jesus no Getsêmani. Eles buscavam a “Jesus de Nazaré.” Embora tivesse poder para combater aqueles homens, Jesus voluntariamente permitiu que o aprisionassem, pois sabia que eles o crucificariam. Era a hora de seu sofrimento – mas seu triunfo ainda estava por vir. João Calvino escreveu: “Quão terrível e inquietante aos perversos será a voz de Cristo quando ele ascender ao seu trono para julgar o mundo. Quando ele voltar, não para ser julgado por homens, mas para ser o juiz dos vivos e dos mortos”.</p>
<p>Então, Jesus disse algo incrível: “Se vocês estão me procurando, deixem ir embora estes homens”. Este é o sentido básico da cruz. Teólogos o chamam de “expiação substitutiva”. Significa que Jesus toma o nosso lugar: “Suportando vergonha e rude escárnio, em meu lugar condenado esteve&#8230; Aleluia, que Salvador!”.</p>
<p>Ouço Jesus dizer, na cruz: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lucas 23:34). Não existe vida tão quebrada que não possa ser libertada por Jesus. Não há pecado tão grande que sua graça não alcance. Jesus pode nos libertar de qualquer coisa que nos escravize. Ele já sofreu em nosso lugar.</p>
<p><strong>Ore</strong><br />
Grato sou, Senhor Jesus, pelo teu grande amor por mim. Tu pagaste o preço de todos os meus pecados. Que a minha gratidão seja demonstrada em minha obediência a ti. Em teu nome, oro. Amém.</p>
<p><strong>Pense</strong><br />
Não há pecado tão grande que a graça de Cristo não alcance.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
