<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>redacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/redacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "redacao"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 15:06:51 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Da Crônica ao Apagão.]]></title>
<link>http://weirdandawesome.wordpress.com/2009/12/03/da-cronica-ao-apagao/</link>
<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 01:39:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>léo barreto</dc:creator>
<guid>http://weirdandawesome.wordpress.com/2009/12/03/da-cronica-ao-apagao/</guid>
<description><![CDATA[Dentre todos os gêneros textuais, a crônica é um dos mais fáceis de se escrever e ler. Isto acontece]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://weirdandawesome.wordpress.com/files/2009/12/semluz.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14" title="Vela" src="http://weirdandawesome.wordpress.com/files/2009/12/semluz.jpg?w=225" alt="" width="180" height="240" /></a>Dentre todos os gêneros textuais, a crônica é um dos mais fáceis de se escrever e ler. Isto acontece porque ela é criada a partir de fatos do cotidiano, com uma linguagem simples. O cronista pode ter idéias ao andar na rua e ver um acidente de carro ou ainda, o comum engarrafamento de todos os dias nas grandes cidades do nosso país. Engarrafamento no qual, ontem, deve ter piorado muito com o inesperado apagão.</p>
<p>Todos estão em suas casas e, sem nenhuma explicação, a luz apaga. &#8220;Daqui a pouco volta&#8221;, e não volta. Demora bastante e, olhando pela janela, vemos que não somos os únicos prédios sem luz, mas uma cidade inteira. Telefonemas vão e vem e logo percebemos que não é um evento da nossa cidade, mas do estado. Graças a tecnologia, o celular e a internet 3G, logo descobre-se que o apagão afetou o país todo. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Brasilia e diversos outros estados ficam sem luz. E neste momento vemos como somos dependentes da eletricidade.</p>
<p>Sem luz, não temos ar condicionados nem ventiladores, e logo suamos. Com sede, vamos a geladeira e encontramos a água quente. &#8220;É um caos.&#8221; As baterias dos celulares e computadores vão acabando e nos encontramos impotentes diante da situação.</p>
<p>&#8220;Caos! O mundo está se acabando!&#8221; Não. Vamos dormir e acordamos no dia seguinte com tudo  funcionando como deveria. Lemos algumas notícias sobre o que aconteceu – algo com a usina de Itaipu ou a destribuição de energia, não ficou claro – e voltamos a viver a nossa vida normalmente, esquecendo-nos com facilidade de um outro apagão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fontes Confidenciais: poderosa (e perigosa) ferramenta jornalística ]]></title>
<link>http://telemultimidia.wordpress.com/2009/11/30/fontes-confidenciais-poderosa-e-perigosa-ferramenta-jornalistica/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:44:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clara Torres</dc:creator>
<guid>http://telemultimidia.wordpress.com/2009/11/30/fontes-confidenciais-poderosa-e-perigosa-ferramenta-jornalistica/</guid>
<description><![CDATA[Fontes Confidenciais: Quem, quando e Por que? O Poynter dá algumas dicas de critérios que você deve ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4><a href="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/062008coletoon.jpg"><img class="aligncenter" src="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/062008coletoon.jpg" alt="" width="420" height="288" /></a></h4>
<h4><strong><span style="color:#000000;">Fontes Confidenciais: Quem, quando e Por que? O <a href="http://www.poynter.org">Poynter</a> dá algumas dicas de critérios que você deve observar antes de lançar mão deste recurso em reportagens jornalísticas:</span></strong></h4>
<p><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color:#000000;">Uma reportagem que usa fontes confidenciais deve ter um poderoso      apelo de interesse público..</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Antes de usar uma fonte sem nome, você deve estar convencido de que      não há nenhuma forma de conseguir a informação essencial <span style="text-decoration:underline;">on the record.</span></span></li>
<li><span style="color:#000000;">A fonte sem nome deve ser checável e ter o conhecimento em primeira      mão da história. Mesmo que a fonte não possa ser nomeada, a informação      deve ter comprovação. Se você não tem certeza de que a informação é      verdadeira, admita isto para o público.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Você deve estar disposto a revelar ao público porque a fonte não      pode ser nomeada e o que a sua redação fez para conseguir a informação. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">O que o uso de uma fonte confidencial significa para a exatidão      factual e a autenticidade contextual de sua história?</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Esta fonte merece a proteção de sua identidade?</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Que obrigações legais você assume com a promessa de não revelar os      nomes das fontes? Se você for processado, está disposta até ser preso para      proteger esta fonte? Se você for processado, esta fonte vai se revelar?      Esta relutância e justificável? </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Como leitores/telespectadores/ouvintes avaliariam a mesma      informação se eles soubessem o nome das fontes e as motivações? </span></li>
<li><span style="color:#000000;">O que você fez para que a fonte entendesse os riscos que corre ao      repassar as informações em questão? </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Se você prometeu proteger a identidade da fonte, está usando as      ferramentas técnicas que garantem essa proteção? E se um advogado intimar      judicialmente o material bruto? Esta pessoa seria identificável a partir      disto?</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Você deve conhecer a política de confidencialidade da sua redação      antes de prometer proteção a suas fontes. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Você pode precisar do      consentimento de um editor ou pode ter que revelar a identidade da fonte      para um supervisor. Sua fonte deve saber se outras pessoas da redação      precisarem saber de sua identidade. </span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas para arrasar na redação do vestibular]]></title>
<link>http://kuryusthelord.wordpress.com/2009/11/29/dicas-para-arrasar-na-redacao-do-vestibular/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:16:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuryusthelord</dc:creator>
<guid>http://kuryusthelord.wordpress.com/2009/11/29/dicas-para-arrasar-na-redacao-do-vestibular/</guid>
<description><![CDATA[Especialistas dão o caminho das pedras para escrever um texto vencedor Desde 2001, o MEC considera o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="ltitulo2">
<div id="titulochamada0">
<h3><strong>Especialistas dão o caminho das pedras para escrever um texto vencedor</strong></h3>
</div>
</div>
<div id="creditoFerramentas">
<div id="creditoespecial">
<p style="margin:0;">
</div>
</div>
<div id="textomat">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="250" align="right">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3"><img src="http://admin.paulistasul.org.br/administrador/destaques/imagens/1501/caderno.jpg" alt="" width="254" height="243" /></td>
</tr>
<tr>
<td width="30" valign="top"></td>
<td width="196">
<p class="texto">Desde 2001, o MEC considera<br />
obrigatória a redação nos vestibulares.</p>
<p class="texto"><strong>Dicas para se dar bem na redação</strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="209">
<tbody>
<tr>
<td width="13" valign="top"></td>
<td class="texto" width="196"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Não comece escrever sem pensar e definir sua opinião sobre o tema;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Tome cuidado para não fugir do tema proposto;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Não tente &#8220;modernizar&#8221; a escrita durante a prova;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td class="texto">Evite o uso de clichês;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Evite repetição de termos e palavras. Faça uso de sinônimos e elipse;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Fundamente os argumentos, mas nunca use exemplos pessoais;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><img src="img/nada.gif" alt="" width="1" height="5" /></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"></td>
<td class="texto">Lembre-se: o texto é uma conversa com um interlocutor desconhecido, portanto seja o mais claro possível</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="texto">
</td>
<td width="11"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3"><img class="alignright" src="http://www.fotosearch.com.br/comp/DNV/DNV217/caderno-folha-illustrator_~034v1200ec.jpg" alt="" width="180" height="179" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&#8220;Um dos piores erros que os candidatos podem cometer em uma prova de redação é a extrema preocupação com a forma, com a gramática. O importante é que ele opine sobre o tema&#8221;, explica a coordenadora da banca de avaliação de redações da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), Marisa Magnus Smith.</p>
<p>Já faz tempo que o segredo de escrever uma boa redação deixou de ser o fato de não errar a gramática. Na opinião de especialistas, acima de tudo, uma boa redação de vestibular &#8211; que nada mais é do que um teste para averiguar a capacidade do estudante em opinar e refletir &#8211; deve conter argumentação bem colocada e bem fundamentada.</p>
<p>Para se sair bem em sua &#8220;defesa&#8221;, os especialistas dizem que os candidatos não devem ficar &#8220;em cima do muro&#8221; (ora a favor, ora contra o tema), tampouco comprar opiniões do senso-comum. Se o candidato não estiver certo do que está dizendo e não expuser razões para pensar daquela forma o texto fica vazio. &#8220;O texto tem que ter posicionamento, se for exclusivamente informativo não é bom. Aliás, não dá nem para começar a escrever um texto se não tiver uma opinião. Um texto sem opinião não existe&#8221;, reforça o professor de redação do Cursinho Anglo, Maurício Soares Filho.</p>
<p>Para entender melhor por que os especialistas defendem essa idéia é fácil: imagine que as drogas acabaram de ser legalizadas pelo governo. Segundo os especialistas, se as pessoas abrem o jornal e procuram um artigo sobre a questão e encontram um texto sem nenhuma argumentação ou opinião, elas não refletirão, além de chato de ler. Para eles, aquilo que o leitor espera de um articulista é o mesmo que um examinador de vestibular espera de um futuro universitário (especialmente se for de universidade pública): opinião e reflexão.</p>
<p>De acordo com Soares Filho, para seu texto causar impacto, porém, a opinião deve estar muito clara. Por isso, a construção da redação deve valorizar seus argumentos. A ordem é apostar na organização da estrutura textual para não perder o fio da meada. &#8220;Organizar as informações é o segredo para fazer que a opinião apareça&#8221;, complementa Soares Filho.</p>
<p><strong>Treinando um texto nota 10</strong></p>
<p>Se a intenção é obter destaque por meio de uma boa argumentação, o que fazer para se preparar? Ler, ler, ler e escrever, escrever e escrever. &#8220;O hábito da leitura ajuda a desenvolver a escrita. Além disso, com a prática da redação, alguns padrões de textualidade são mais facilmente assimilados do que pelo professor a falar em sala de aula&#8221;, enfatiza Marisa.</p>
<p>Para Soares Filho, a prova de redação é 50% leitura e 50% escrita. &#8220;Uma é conseqüência da outra. O primeiro passo para ter sucesso é ler o tema com muita atenção e, em seguida, posicionar sua opinião para definir o que será defendido&#8221;.</p>
<p>Uma boa dica é ler editoriais, crônicas, artigos e textos assinados que emitam opinião sobre o tema que é retratado. Com isso, é possível criar uma bagagem de como e em que momentos é pertinente evidenciar as opiniões pessoais.</p>
<p>Outra dica valiosa é procurar ser autêntico. Na hora de escrever um texto sobre a legalização das drogas ou do aborto ninguém precisa &#8220;encarnar o revolucionário&#8221; para passar em um vestibular de uma universidade famosa por sua histórica política de contestação. A autenticidade do seu pensamento deve estar refletida em seu texto, nem mais, nem menos.</p>
<p>&#8220;Como professor, uma de minhas preocupações é esclarecer para os meus alunos que eles não devem fingir ser uma pessoa que não são na hora de escrever, pois assim, vão ter dificuldades em sustentar os argumentos, e fica muito fácil se contradizer, o que compromete a qualidade do texto&#8221;, diz Maurício.</p>
<p>Por fim, a prova de redação serve para avaliar a capacidade do candidato de se comunicar por escrito, de fazer reflexão e de conseguir se expressar de maneira simples e coesa. Por isso é tão importante não ser superficial e mostrar uma visão crítica sobre o tema a ser discutido.</p>
<p><strong>Clique nos títulos abaixo e confira o  parágrafo inicial de três redações da edição 2006 do vestibular da FUVEST (Fundação Universitária para o Vestibular) a respeito do tema &#8220;visões sobre trabalho&#8221;: </strong></p>
<ul>
<li><a href="popup(">Labora et labora: um ciclo eterno</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="popup(">Metamorfoses da arte de trabalhar</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="popup(">Trabalho: necessidade ou imposição?</a></li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="http://www.universia.com.br/index.jsp">http://www.universia.com.br/index.jsp</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A DISSERTAÇÃO ARGUMENTATIVA]]></title>
<link>http://professordaniel50.wordpress.com/2009/11/29/a-dissertacao-argumentativa/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 03:01:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>professordaniel50</dc:creator>
<guid>http://professordaniel50.wordpress.com/2009/11/29/a-dissertacao-argumentativa/</guid>
<description><![CDATA[Um texto dissertativo possui três partes. São elas: A Apresentação (Tese), o desenvolvimento (argume]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://professordaniel50.wordpress.com/files/2009/11/redacao.jpg"><span style="color:#ff0000;"><img class="alignright size-full wp-image-571" title="redação" src="http://professordaniel50.wordpress.com/files/2009/11/redacao.jpg" alt="" width="116" height="116" /></span></a><span style="color:#ff0000;">Um texto dissertativo possui três partes. São elas: A Apresentação (Tese), o desenvolvimento (argumentação) e a Conclusão (Final).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Vamos iniciar o estudo com alguns esclarecimentos sobre a primeira parte da estrutura que é a Tese, também chamada de Apresentação ou de Introdução.<!--more--></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">A Tese de uma dissertação deve ser clara, objetiva e concisa, preferencialmente. Esta precisa ser discutida, argumentada e concluída.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Seguem exemplos de teses, visto que uma das reclamações dos alunos é sempre esta:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">&#8221; – Professor, eu não sei começar!&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Assim, os exemplos ajudarão a resolver esse impasse, dando inúmeras possibilidades ao aluno.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Vale lembrar que na tese deve sempre estar presente a palavra-chave do tema proposto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">MODELOS DE TESE</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>1</strong> – <strong>Cena descritiva</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">O som invade a cidade. Buzinas estridentes atordoam os passantes. Edifícios altíssimos cobrem os céus cinzentos da metrópole. Uma fumaça densa e ameaçadora empresta a São Paulo o aspecto de fotografias antigas sombreadas pela cor do tempo. É a paisagem tristonha da poluição.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>2</strong> –<strong> Uma frase declarativa ou afirmação</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">O artista contemporâneo, diante de um mundo complexo e agitado, tem por missão traduzir o mais fielmente possível essa realidade. Mesmo que pareça impossível impedir que o subjetivismo esteja presente, deve-se despir de opiniões já estabelecidas de pré-julgamentos ou preconceitos, a fim de que essa tradução seja fidedigna.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>3 –</strong> <strong>Frases ou expressões nominais</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Baixos salários. Médicos descontentes. Enfermagem pouco qualificada. Falta de medicamentos. Desvio de verbas. Hospitais insuficientes e mal aparelhados. Atendimento precário. Esse é o retrato da saúde pública brasileira.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>4 –</strong> <strong>Resgate histórico ou dados retrospectivos</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">As primeiras manifestações de comunicação humana nas eras mais primitivas foram traduzidas por sons que expressavam sentimentos de dor, alegria ou espanto. Mais tarde, as pinturas rupestres surgiram como primeiros vestígios de tentativa de preservação de uma era&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>5</strong> – <strong>Citação: textual e comentada</strong>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Textual:</strong> &#8220;O escravo brasileiro, literalmente falando, só tem uma coisa: a morte.&#8221; Joaquim Nabuco, grande teórico do movimento abolicionista brasileiro. Nabuco revela uma das características que o pensamento antiescravista apresenta: a nota de comiseração pelo escravo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Comentada:</strong> O teórico Joaquim Nabuco, em sua comiseração pelo escravo brasileiro, disse que este só tem a própria morte. O movimento brasileiro antiescravista, quando já fortalecido, deixou bem clara essa pungente acusação nas palavras dos abolicionistas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>6 –</strong> <strong>Pergunta ou uma seqüência de perguntas</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Os pensadores do século XIX propuseram nos termos da época as questões que, apesar de toda a posterior realidade, continuam a intrigar os críticos sociais: como funciona a mente de um político? Quais são os fatores imponderáveis que o levam a agir desta ou daquela maneira?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>7</strong> –<strong> Definição</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;">Exemplo</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">O envelhecimento é um processo evolutivo que depende dos fatores hereditários, do ambiente e da idade, embora ainda não tenham sido descobertas as causa precisas que o determinam em toda a sua amplitude e diversidade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>8</strong> –<strong> Linguagem figurada</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Os meios de comunicação, com sua velocidade estonteante de informação, fazem de cada homem um <em>condômino do mundo</em>. De repente, todos ficaram sabendo quase tudo, sem tempo para digerir 90% das informações que recebem; é <em>uma ilha </em>cercada de comunicações por todos os lados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>9 –</strong> <strong>Narração</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">O ano de 1997 foi marcado pela expansão da informática no país: realizaram-se as mais importantes feiras do mundo, apresentando novidades que deslumbraram os brasileiros. Os mais ávidos de atualizar-se transformaram-se em presas definitivas de um dos mercados mais lucrativos do planeta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>10 -</strong> <strong>Idéias contrastantes ou ponto de vista oposto</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Enquanto muitos políticos brasileiros praticam a corrupção ao desviarem altíssimas somas em dinheiro do tesouro público, cerca de 30% da população sobrevive com menos de um salário mínimo. E para agravar, ainda temos episódios inaceitáveis como a proposta de aumento do salário dos deputados de R$ 12.000 para R$ 21.000!!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>11 –</strong> <strong>Comparação</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">A era da informática veio aprofundar os abismos do país: de um lado, assistimos ao avanço tecnológico desfrutado por cerca de 2% da população; de outro, assistimos à crescente marginalização da maioria que sequer consegue alfabetizar-se minimamente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>12 –</strong> <strong>Contestação ou confirmação de uma citação</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">O computador liberta, afirmou Nicholas Negroponte, o pioneiro da era digital. Contudo, o modo como a informática vem se impondo parece angustiar o homem, gerando ansiedade que, longe de libertar, escraviza.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>13 –</strong> <strong>Declaração surpreendente</strong>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Exemplo</span>:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Jamais houve cinema silencioso. A projeção das fitas mudas era acompanhada por música de piano ou pequena orquestra. No Japão e outras partes do mundo, popularizou-se a figura do narrador ou comentador de imagens, que explicava a história ao público. Muitos filmes, desde os primórdios do cinema, comportavam música e ruídos especialmente compostos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff0000;">A ARGUMENTAÇÃO</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">O desenvolvimento é a parte mais extensa do texto dissertativo. Compreende os argumentos (evidências, exemplos, justificativas etc.) que dão <strong>sustentação à tese</strong> – idéia central apresentada no primeiro parágrafo. O conteúdo dos parágrafos de desenvolvimento deve obedecer a uma progressão: repetir idéias mudando apenas as palavras resulta em redundância. É preciso encadear os enunciados de maneira que se completem (cada enunciado acrescentará informações novas ao anterior). Deve-se também evitar a reprodução de clichês, fórmulas prontas e frases feitas – recursos que enfraqueçam a argumentação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Cabe lembrar, ainda, que a adequada utilização de seu repertório cultural será determinante para diversificar e enriquecer seus argumentos. Observe alguns exemplos de argumentação:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Tema: <strong>Televisão</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff0000;">Argumentação por exemplificação</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Já foi criada até uma campanha – &#8220;Quem financia a baixaria é contra a cidadania&#8221; – para que sejam divulgados os nomes das empresas que anunciam nos programas que mais recebem denúncias de desrespeito aos direitos humanos. O mais importante nessa iniciativa é que a participação da sociedade, que pode abandonar a passividade e interferir na qualidade da programação que chega às casas dos brasileiros.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff0000;">Argumentação histórica</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Quem assiste à TV hoje talvez nem imagine que seu compromisso inicial, quando chegou ao país, há pouco mais de meio século, fosse com educação, informação e entretenimento. Não se pode negar que ela evoluiu –transformou-se na maior representante da mídia, mas em contrapartida esqueceu-se de educar, informa relativamente e entretém de maneira discutível.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff0000;">Argumentação por constatação</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Para além daquilo que a televisão exibe, deve-se levar em conta também seu papel social. Quem há não renunciou um encontro com amigou ou a um passeio com a família para não perder a novela ou a participação de algum artista num programa de auditório? Ao que tudo indica, muitos têm elegido a tevê como companhia favorita.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff0000;">Argumentação por comparação</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Enquanto países com Inglaterra e Canadá têm leia que protegem as crianças da exposição ao sexo e à violência na televisão, no Brasil não há nenhum controle efetivo sobre a programação. Não é de surpreender que muitos brasileiros estejam defendendo alguma forma de censura sobre a TV aberta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff0000;">Argumentação por testemunho</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Conforme citado pelo jornalista Nelson Hoineff, &#8220;o que a televisão tem de mais fascinante para quem a faz é justamente o que ela tem de mais nocivo para quem a vê: sua capacidade aparentemente infinita de massificação&#8221;. De fato, mais de 80% da população brasileira tem esse veículo como principal fonte de informação e referência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#ff0000;">A CONCLUSÃO DO TEXTO DISSERTATIVO</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Quando elaboramos uma dissertação, temos sempre um objetivo definido: <strong>defender uma ideia</strong>, um <strong>ponto de vista</strong>. Para tanto, formulamos uma tese interessante, que será desenvolvida com eficientes argumentos, até atingir a última etapa da estrutura dissertativa: a <strong>conclusão</strong>. Assim, as ideias devem estar articuladas numa seqüência que conduza logicamente ao final do texto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Não há um modelo único de conclusão. Cada texto pede um determinado tipo de fechamento, a depender do tema, bem como do enfoque escolhido pelo autor. Em textos com teor informativo, por exemplo, caberá a conclusão que condense as idéias consideradas. Já no caso de textos cujo conteúdo seja polêmico, questionador, será apropriada uma conclusão que proponha soluções ou trace perspectivas para o tema discutido.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Observe alguns dos procedimentos adequados para se concluir um texto dissertativo:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Síntese da discussão</strong> – apropriada para textos expositivos, limita-se a condensar as idéias defendidas ao longo da explanação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Retomada da tese</strong> – é a confirmação da idéia central. Reforça a posição apresentada no início do texto. Deve-se, contudo, evitar a redundância ou mera repetição da tese.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Proposta(s) de solução</strong> – partindo de questões levantadas na argumentação, consiste na sugestão de possíveis soluções para os problemas discutidos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Com interrogação (retórica)</strong> – só deve ser utilizada quando trouxer implícita a crítica procedente, que instigue a reflexão do leitor. É preciso evitar perguntas que repassem ao leitor a incumbência de encontrar respostas que deveriam estar contidas no próprio texto.</span></p>
<p style="text-align:right;"><em><span style="color:#ff0000;">Fonte: Site cdb (adaptado)</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enem - Dicas para uma boa redação]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/28/dicas-para-uma-boa-redacao/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 19:04:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/28/dicas-para-uma-boa-redacao/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/U-VaM_uV5ys&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/U-VaM_uV5ys&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Voluntários do Rio é destaque em A Tribuna]]></title>
<link>http://voluntariosdorio.wordpress.com/2009/11/27/voluntarios-do-rio-e-destaque-em-a-tribuna/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:46:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>voluntariosdorio</dc:creator>
<guid>http://voluntariosdorio.wordpress.com/2009/11/27/voluntarios-do-rio-e-destaque-em-a-tribuna/</guid>
<description><![CDATA[Para quem não leu, ou quer ler novamente, segue a íntegra da matéria publicada na edição de hoje do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Para quem não leu, ou quer ler novamente, segue a íntegra da matéria publicada na edição de hoje do caderno Indústria, do jornal A Tribuna:</em></p>
<div id="attachment_158" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://voluntariosdorio.wordpress.com/files/2009/11/p8090002.jpg"><img class="size-medium wp-image-158" title="P8090002" src="http://voluntariosdorio.wordpress.com/files/2009/11/p8090002.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Ponte sobre o Rio Cubatão, próxima ao Conjunto Afonso Schmidt </p></div>
<p> <strong>Voluntários do Rio tem ação destacada pela Carbocloro</strong> </p>
<p>E-2<br />
Indústria</p>
<p>A TRIBUNA Sexta-feira, 27 de novembro de 2009.</p>
<p><a href="http://www.atribuna.com.br/">http://www.atribuna.com.br </a></p>
<p>DA REDAÇÃO</p>
<p>Alunos de cinco escolas de Cubatão que participaram nos últimos três meses do projeto Voluntários do Rio, promovido pela Carbocloro e pelo seu Conselho Comunitário Consultivo, recebem domingo a premiação pelo destaque na fase final. Cerca de 1.500 alunos elaboraram, juntamente com os professores e familiares, as melhores redações que retrataram o objetivo do projeto: formar hábitos de consciência de preservação ambiental na comunidade, preservando principalmente os rios e mangues da região. O projeto de conscientização envolveu cerca de 4 mil pessoas, seforem incluídos os familiares dos alunos. Segundo o gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Carbocloro, Teodoro Pavão, a primeira fase teve como foco principal a limpeza dos rios Cubatão, Cascalho e Casqueiro.</p>
<p><strong>CINCO TONELADAS DE LIXO </strong></p>
<p>Durante cinco dias, quatro em- barcações especializadas percorreram um trajeto aproximado de 10 km por dia, recolhendo cerca de cinco toneladas de lixo, composto, em sua maioria, por garrafas pet, plásticos, isopor, entre outros objetos e materiais jogados pelos moradores das margens dos rios de Cubatão, Santos e São Vicente e arrastados pelas marés.</p>
<p><strong>QUASE NO QUINTAL DE CASA</strong></p>
<p>Na semana seguinte, o início da segunda fase do projeto foi marcado pelas apresentações teatrais nas escolas de Cubatão. A peça Quase no quintal de casa abordou a importância do papel de cada indivíduo na preservação e manutenção dos rios e mangues, exatamente o &#8220;quintal da casa&#8221;, o trecho da cidade comum a todos. Durante uma semana, os atores percorreram cinco escolas, atingindo 1.300 pessoas, entre alunos, professores e funcionários. Em continuidade ao projeto, aconteceram nas escolas as oficinas de reciclagem, que ensinaram aos alunos a transformar garrafas pet em objetos de uso diário, o jogo lúdico alusivo à peça teatral e o Concurso Familiar de Redação, que consolidou os conceitos disseminados nas ações de conscientização desenvolvidas. Na solenidade de domingo, a Carbocloro premiará as cinco melhores redações e as respectivas escolas. No total, foram produzidas por alunos e familiares das cinco escolas participantes do Projeto 304 redações. O encerramento do projeto acontece no Centro Ambiental Afonso Schmidt (Rua Lafayete Custódio, 123 ­ Conjunto Afonso Schmidt), das 8h30 às 12h, após passeio de barco pelo Rio Cubatão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Karina Baracho]]></title>
<link>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/karinabarachotribuna/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:19:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivosls</dc:creator>
<guid>http://teoriasdojornalismoufba.wordpress.com/2009/11/27/karinabarachotribuna/</guid>
<description><![CDATA[feita por Mayara Azevedo, Ruan Melo e Camila Queiroz Entrevista com a repórter da editoria local do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>feita por Mayara Azevedo, Ruan Melo e Camila Queiroz</em></p>
<p>Entrevista com a repórter da editoria local do jornal Tribuna da Bahia:  <a href="http://www.scribd.com/doc/23254960/entrevistakarina">http://www.scribd.com/doc/23254960/entrevistakarina</a></p>
<p>&#8220;Eu queria mudar o mundo&#8221;</p>
<p>Nascida em Itabuna a jornalista Karina Baracho, hoje repórter da editora local do jornal Tribuna da Bahia, fala sobre sua rotina na redação, questões éticas, problemas do dia-a-dia e dos critérios que utiliza ao cobrir uma pauta.</p>
<p>Foi fazendo faculdade de Administração de Empresas em Brasília, que Karina Baracho descobriu sua paixão pelo Jornalismo. Se mudou em 2004 para Salvador, concluiu o curso de Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e desde então, trabalha como repórter no Jornal Tribuna da Bahia na editoria local. Karina fala sobre o sensacionalismo presente no seu jornal, a diferença de diagramação e diz considerar a mudança visual do jornal muito válida já que o mesmo ficou mais leve, mais colorido e mais agradável para o leitor.<br />
Você mesma sugere a sua pauta ou sempre recebe uma pauta para cobrir?</p>
<p>Normalmente a gente recebe a pauta. Quando chegamos ao jornal, a pauta já está pronta. Ela é feita pela pauteira e entregue pela manhã. Após receber a pauta nós vamos ensaiar. Raramente a gente sugere alguma pauta, não é o normal. A gente pode sugerir, mas não é normal. Só existem situações como a de hoje. Eu fui cobrir uma passeata que aconteceria agora a tarde por causa dos meninos morreram de Meningite. Mas quando cheguei lá não houve a passeata. Então tive que construir alguma coisa em cima desse tema. Fomos ao colégio recolher depoimentos para fazer a matéria só que focando outra coisa.</p>
<p>Quais os critérios que você usa para cobrir uma determinada matéria?</p>
<p>Sempre o diferente. A gente tem que ter o fillen de pegar algo que normalmente não acontece e que tem credibilidade. A gente tem que pegar o que chama mais atenção nas pessoas. Por exemplo, na matéria de hoje a gente focou muito que não tem vacina para Meningite e que se você quiser vacinar, tem que ser em hospital particular. Então isso tem credibilidade porque é um assunto importante. Tem que pegar o que você percebe que vai chamar mais a atenção do</p>
<p>leitor.  A partir daí você faz um lead legal para que as pessoas leiam o resto da matéria. Porque se você fizer um bom lead, as pessoas leem o todo o conteúdo da matéria.</p>
<p>Qual o tipo de pauta mais difícil de cobrir?</p>
<p>Enterro. É quando as pessoas estão muito tristes, abaladas com alguma situação, geralmente a morte de um ente querido. Porque você tem que chegar pra falar com as pessoas e elas estão tristes e comovidas.  É difícil. Nessa situação não é interessante você chegar para um pai, para um filho e entrevistar. É muito complicado. Eu não suporto fazer.</p>
<p>Qual foi o maior impacto que você teve ao sair do mundo “teórico” da faculdade e passar pra rotina da redação?</p>
<p>Saber que eu não ia mudar o mundo. Quando eu saí faculdade eu queria mudar o mundo. Pensava que iria poder escrever o que queria e o que realmente está acontecendo. Em qualquer veículo de comunicação a gente vê que não é assim porque existe o interesse do próprio veiculo e o das pessoas que anunciam nos veículos. Não só é aqui, mas em qualquer jornal impresso de salvador, nas TVs etc. A gente tem que saber se podar, se moldar e aprender a escrever nas entrelinhas se quer que uma determinada informação saia. O maior impacto que a gente tem é que não podemos mudar o mundo. Eu comecei a estagiar aqui antes de terminar a faculdade. Foi bom e foi complicado, porque quando eu via na faculdade a professora falando aquelas coisas mirabolantes sobre o dia-a-dia na redação, eu sabia que não era nada aquilo. A realidade era outra.</p>
<p>O que deve ser notícia no jornal?</p>
<p>Tudo é notícia. Para todos os temas tem gente que quer cobrir A gente só tem que verificar as informações bem e sair um pouco do sensacionalismo. Portanto, <span style="font-family:ArialMT;">que sair um pouco disso. A gente tenta ao máximo fazer isso, mas tudo é notícia. Tudo a galera quer saber, e tem que saber mesmo.<font face="ArialMT">
<p>&#160;</p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como vocês lidam com a concorrência?</strong></p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT;">Local é muito tranqüila. Não tem muito disso. Agora no de Polícia, tem. A gente se dá muito bem né? O pessoal dos outros veículos, a gente se conhece, se fala na rua mas em questão de furo, ninguém passa para o outro. Se eu sei de uma coisa&#8230;a gente fala de Polícia porque as coisas são muito imediatas. Se eu soube de uma morte que teve em tal lugar, e se eu perceber que a coisa é “pesada” eu não aviso para os meus colegas e nem eles me avisariam se tivessem. A gente pode se encontrar, mas não avisa não.</p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como é seu relacionamento </strong><strong>c om  s e u s  c o l e g a s  n a </strong><strong>redação?</strong></p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT;">É tranqüilo, ótimo. Aqui na TRIBUNA, tem um diferencial entre os outros dois jornais baianos, por ser um jornal menor, então a gente se dá muito bem. Os outros são um pouco maiores, as pessoas têm o ego muito elevado. Eu gosto muito daqui.<strong> </strong></p>
<p><font face="ArialMT">
<p>&#160;</p>
<p></font></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Você acredita que para </strong><strong>conquistar um leitor, um </strong><strong>jornal tenha que usar do </strong><strong>sensacionalismo?</strong></span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Não, muito pelo contrário. O sensacionalismo não prende a maioria dos leitores. Quer dizer, prende, mas não é a maioria. Também eu acho que as pessoas que são atraídas pelo sensacionalismo são menos seletivas. Elas estão muito preocupadas na desgraça dos <span style="font-family:ArialMT;">outros, para filmar, vender pra TV, fotografar, vender pra jornal impresso. Eu acho que esse tipo de jornalismo não dura muito porque é uma coisa que cansa, que desgasta, além de ser uma coisa horrível. É uma coisa feia. Você abrir um jornal e ver uma  m a t é r i a  e x t r e m a m e n t e sensacionalista. Eu não gosto. Conheço os outros meninos que fazem os programas desse tipo mas, eu não assisto. Se você me perguntar o horário que passa, eu não sei.</span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;"><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como você lida com a questão ética? Você já passou por alguma situação em que alguém lhe deu uma informação em “off&#8221; e você não pode publicar?</strong></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Ás vezes quando a gente recebe a informação em “off”, a gente publica mas não tem o nome da fonte. Quando eu fazia Polícia eu recebia muita informação assim, e não publicava. Inclusive uma vez, eu entreguei um cara que estava sendo procurado, ai o pai desse cara veio aqui, fazendo e acontecendo, liguei pra minha fonte, ele passou todo o histórico do cara, etc. Ai ele disse que ia entrar com uma ação, mas tudo tava na minha mão. Polícia é complicado (risos)</p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Atualmente, um dos assuntos ma i s  d i s c u t i d o s  p e l o s professores na faculdade é sobre o jornalismo on-line. Você acredita que a internet  p o d e r á  a c a b a r  c om o jornalismo impresso?</strong></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Ainda não. Na minha época já falavam sobre o fim do jornalismo impresso e ele não acabou. Eu sempre quis trabalhar no jornalismo impresso. Eu acredito que tem o seu espaço, o online também. Eles podem coexistir. Eles têm suas formas distintas de abordar a notícia. Na TV não saem tanto os detalhes que saem no impresso ou em um site. A gente do impresso tem que enxugar a notícia, mas de uma forma que tenha mais detalhes<strong>.</strong></p>
<p><font face="ArialMT">
<p>&#160;</p>
<p></font></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como é que você lida quando o jornal te delimita um espaço para a sua matéria?</strong><font face="ArialMT,Bold">
<p>&#160;</p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Quando a gente sabe que tem que escrever aquilo é mais fácil porque você mesmo faz a sua seleção e coloca só o que é importante. Hoje mesmo, minha matéria ficou com duas fontes de fora porque já tava grande demais. Com o tempo você vai aprendendo, articulando as palavras. Uma frase que é grande você reescreve de outra forma sem reduzir o impacto que ela causaria. Quando a gente não sabe a quantidade de linhas é complicado porque às vezes escrevemos uma grande matéria e ela é cortada. Mas tem vezes que você termina de fazer a matéria e o editor pede pra você reduzir. É um problema porque você já está com tudo pronto e tem que mudar muitas coisas ou refazer. Mas é pior quando eles mesmos cortam. Quando você abre o jornal e tá lá sua matéria decepada. A gente sempre pergunta quantas linhas e eles dão mais ou menos uma média. E <span style="font-family:ArialMT;">também do peso, tem matéria que não rende muita coisa. Você faz as vezes, um esforço pra fazer 25 linhas de alguma coisa. </span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Vo c ê  f e z  o  c u r s o  d e Administração antes de Jornalismo. O que te fez desistir desse curso e seguir a carreira com comunicação?</strong><font face="ArialMT,Bold">
<p>&#160;</p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Você leu o que meu? (risos) Meu deus! Números, números. Na real idade eu t inha feito comunicação e coloquei como Segunda opção o curso de Administração. Ai não passei em comunicação e pensei: “Vou tentar. Vai que eu gosto e tô falando que não gosto”. Mas eu não conseguia ir pra faculdade. Morava do lado e não ia. Era muito chato. Sou muito ruim de número, você não sabe como sou péssima. Até na hora de receber o troco eu tenho vergonha de contar. Se o cara for me roubar, ele vai me roubar, porque se eu contar e não contar, vai dar no mesmo. Quando eu chego em casa, eu vou fazer as contas na calculadora, mas ai, ele já vai ter me roubado. E não é minha praia. Eu adoro escrever, gosto do contato com as pessoas quando eu fico três dias trancada na redação eu fico desesperada. Peço pelo amor de deus, pra me darem uma pauta pra cobrir na rua, pra eu sair. Então, não ia conseguir f a z e r  n a d a  d i s s o  e m administração.</p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Como é que você definiria a linha editorial do seu jornal? Qual é o diferencial dele para os outros?</strong></p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT;">O jornal mudou. Teve uma mudança bem legal. O formato do jornal mudou. Você abria o jornal e ele tinha um peso. Agora tá mais leve, mais colorido e <span style="font-family:ArialMT;">chama atenção. Empolga o leitor  para ler<strong>.</strong> </span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>O que significou pra você a mudança no visual do jornal?</strong><font face="ArialMT,Bold">
<p>&#160;</p>
<p></font></span></p>
<p><span style="font-family:ArialMT;">Ai eu amei. Ficou mais bonito, mais atraente, a tarja de cima muda. Hoje é azul, ontem foi vermelho. Você leu a edição de aniversário? Dava pra ver bem a mudança. Mostrava como era o jornal, tinha até uma exposição no shopping. Antes era muito preto, muito texto&#8230;agora tem muita foto, a gente tá valorizando muito a imagem já que o texto casa com a imagem. Eu, o fotógrafo e o motorista, somos uma equipe. Se o texto não tá legal, desvaloriza a foto. Assim como se a foto não estiver boa, o texto vai ser desvalorizado também. A gente usa muito isso agora, pra ficar harmonioso.</p>
<p></span><span style="font-family:ArialMT,Bold;"><strong>Já que você viveu em Brasília por um tempo, qual a diferença do jornal de lá para o daqui? </strong></p>
<p><font face="ArialMT,Bold">
<p>&#160;</p>
<p></font></span><span style="font-family:ArialMT;">Lá os jornais são mais voltados para política. A política sempre pesa mais. O correio brasiliense é muito parecido com a TRIBUNA na forma de lidar com as matérias. </span></p>
<p></span></p>
<p></span></p>
<p></span></p>
<p></span></p>
<p></span></span></p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Curso de Redação e Estilo para Jornais e Revistas – Brasília]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/11/26/curso-de-redacao-e-estilo-para-jornais-e-revistas-%e2%80%93-brasilia/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:12:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/11/26/curso-de-redacao-e-estilo-para-jornais-e-revistas-%e2%80%93-brasilia/</guid>
<description><![CDATA[O curso explora os principais pontos relacionados à estrutura da gramática, ao estilo de redação e t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso explora os principais pontos relacionados à estrutura da gramática, ao estilo de redação e também aos problemas corriqueiros existentes na redação de textos. O conteúdo programático realiza uma análise dos trabalhos de jornais de grande circulação e aborda temas como as escolas européia e norte-americana de jornalismo, modelos de lead e pirâmide invertida, além do emprego da crase. As aulas abordam ainda questões sobre os erros mais freqüentes no jornalismo impresso, problemas de estilo e concordâncias verbal e nominal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Escola de Comunicação</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – St. Paul Park Hotel – Setor Hoteleiro Sul, qd. 2, bl. H, Centro – Brasília/DF</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – 28  a 29 de novembro de 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – R$ 360</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>Mariana Duccini</em> (jornalista graduada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), mestre e doutoranda em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Foi vencedora dos prêmios “Jornalistas do Futuro” (Revista Imprensa, 2001) e “Estado-Unesco de Jornalismo” (Jornal O Estado de S. Paulo, em parceria com a Unesco, 2002))<em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carga Horária</strong> – 12 horas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (11) 3897-0860</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Twitter – </strong><a href="http://twitter.com/escola_comunic" target="_blank">@escola_comunic</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:cursos@comunique-se.com.br">cursos@comunique-se.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/programa/teor.asp?id=886" target="_blank">Escola de Comunicação</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fuja dos pecados mortais na hora de escrever a redação]]></title>
<link>http://profmiky.wordpress.com/2009/11/26/fuja-dos-pecados-mortais-na-hora-de-escrever-a-redacao/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:36:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miky</dc:creator>
<guid>http://profmiky.wordpress.com/2009/11/26/fuja-dos-pecados-mortais-na-hora-de-escrever-a-redacao/</guid>
<description><![CDATA[A redação costuma assustar a muitos dos estudantes na época do vestibular. Mas, garantem professores]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A redação costuma assustar a muitos dos estudantes na época do vestibular. Mas, garantem professores]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inep divulga locais de prova do Enem 2009]]></title>
<link>http://profmiky.wordpress.com/2009/11/25/inep-divulga-locais-de-prova-do-enem-2009/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:29:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miky</dc:creator>
<guid>http://profmiky.wordpress.com/2009/11/25/inep-divulga-locais-de-prova-do-enem-2009/</guid>
<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta quart]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta quart]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PBF - Redação e Expressão Oral]]></title>
<link>http://karlapires.wordpress.com/2009/11/24/pbf-redacao-e-expressao-oral/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:08:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Karla Pires</dc:creator>
<guid>http://karlapires.wordpress.com/2009/11/24/pbf-redacao-e-expressao-oral/</guid>
<description><![CDATA[Trabalho de redação e expressão oral do 2º semestre de 2009 Peças criadas em Illustrator e Photoshop]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#000080;">Trabalho de redação e expressão oral do 2º semestre de 2009</span></strong></p>

<p><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#000080;">Peças criadas em Illustrator e Photoshop</span></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exercícios complementares - Prof. Nilo Mendes]]></title>
<link>http://voupassarnovestibular.wordpress.com/2009/11/24/exercicios-complementares-prof-nilo-mendes/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:00:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>flaudiooi</dc:creator>
<guid>http://voupassarnovestibular.wordpress.com/2009/11/24/exercicios-complementares-prof-nilo-mendes/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; PREPAS 1 etapa 1 – (CESPE – PRODEST/2006-M) “ O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<h3><a href="http://prepasnilo.blogspot.com/2009/11/prepas-1-etapa.html" target="_blank">PREPAS 1 etapa</a></h3>
<div>1 – (CESPE – PRODEST/2006-M) “ O “caso Pedrinho” (o garoto seqüestrado de uma família de classe média, em uma maternidade em Brasília), por exemplo, poderia ter passado despercebido por todos.”<br />
( ) O termo “Pedrinho” é o sujeito sintático de “poderia ter passado despercebido por todos.”</p>
<p>2 – (CESPE – FR/SE/2006-M) “ Para alcançarmos o desenvolvimento sustentável é necessário o fortalecimento do capital social do país. É esse capital que ajuda a manter a coesão social, o que leva a uma sociedade mais aberta e democrática. Reflete também o grau de confiança existente entre os diversos atores sociais que formam as comunidades e a sua capacidade de estabelecer relações de cooperação e associação em torno dos interesses comuns&#8230;”<br />
( ) A forma verbal “Reflete” tem como sujeito elíptico “esse capital”. </p>
<p>3– (CESPE – CODEBA/2006-M) “ Tenho uma pequena força, o suficiente para garantir o pão nosso de cada dia, e mesmo alguma manteiga, o que não é pouco, neste país em que muita gente morre de fome”<br />
( ) A expressão “ pequena força” é o sujeito de “o que não é pouco”.</p>
<p>4 – (CESPE – TCE/AC/2006-M) “Quando os cientistas políticos ensinam que, nas democracias modernas, pode travar, aludem a uma forma de pacto social ou controle tácito que permite a governabilidade.”<br />
( ) A forma verbal “aludem” concorda com o sujeito da oração: “democracias modernas”.<br />
( ) A palavra “que”, nas duas ocorrências em que aparece no trecho, exerce a função sintática de sujeito.</p>
<p>5 – (CESPE – SGA/SESACRE/2006-M) “&#8230;Nos casos em que não se constata uma urgência maior, o profissional encaminha a pessoa a uma unidade de saúde. Nas outras situações, define se é necessário o envio de uma ambulância básica ”<br />
( ) O sujeito de “define” é “ a pessoa”.</p>
<p>6 &#8211; (CESPE – PMV/2007-M)“Os microbiologistas confessam ser incalculável o número total de espécies somando bactérias, protozoários e vírus aos tipos também microscópicos de fungos e algas.”<br />
( ) O sujeito de “ser incalculável” é o “número total de espécie”.</p>
<p>7 – (CESPE – SAD/MT/2007-M) “Pensei em reescrever minha vida de trás para frente, de ponta-cabeça, mas não posso, mal consigo rabiscar. As palavras são manchas no papel, e escrever é quase um milagre&#8230; Sinto no corpo o suor da agonia, e o que se lê pouco antes do fim. Na margem da última página, estas palavras: “meia-noite é pouco”.<br />
( ) Na oração “ Escrever é quase um milagre”, o termo “escrever” desempenha a função sintática de sujeito.</p>
<p>8 &#8211; (CESPE – SAD/MT/2007-M) “O Ministério da Educação pela pontuação surpreendente obtida na Prova Brasil, que mediu conhecimentos de 3.306.378 alunos de 4ª a 8ª séries. A professora já havia percebido que a turma melhorava desde o primeiro bimestre, mas explicações para o milagre veio agora&#8230;”<br />
( ) Na oração “ A professora já havia percebido” “havia” está sendo empregado como verbo impessoal.</p>
<p>9 – (CESPE/2008-S)” Dentro de um mês tinha comigo vinte aranhas, no mês seguinte cinqüenta e cinco, em março de 1877 contava quatrocentas e noventa.”<br />
( ) O verbo TER, na linha 1, está empregado no sentido de HAVER, EXISTIR, por isso mantém-se no singular, sem concordar com o sujeito da oração – “ vinte aranhas”.</p>
<p>10 &#8211; (CESPE – MMA/AGUA/2009) Esforços vãos. As partidas demarcadoras, as missões apostólicas, as viagens governamentais, com as suas frotas de centenas de canoas, e os seus astrônomos comissários apercebidos de luxuosos instrumentos, e os seus prelados, e os seus guerreiros, chegavam, intermitentemente, àqueles rincões solitários e armavam rapidamente no altiplano das “barreiras” as tendas suntuosas da civilização em viagem. Regulavam as culturas; poliam as gentes; aformoseavam a terra.<br />
( ) No período “Regulavam as culturas; poliam as gentes; aformoseavam a terra” , o sujeito das orações é indeterminado.</p></div>
<div>
<div>
<h3><a href="http://prepasnilo.blogspot.com/2009/11/prepas-2-etapa.html" target="_blank">PREPAS 2 etapa</a></h3>
</div>
<div>1 – (CESPE )<br />
“Da garrafa estilhaçada,<br />
no ladrilho já sereno<br />
escorre uma coisa espessa<br />
que é leite, sangue&#8230;não sei.<br />
Por entre objetos confusos,<br />
mal redimidos da noite,<br />
duas cores se procuram,<br />
suavemente se tocam,<br />
amorosamente se enlaçam,<br />
formando um terceiro tom<br />
a que chamamos aurora.”<br />
( ) A palavra “cores” é empregada no plural porque se refere ao branco do “leite” e ao vermelho do “sangue”,que, depois de misturados, geram “um terceiro tom”.</p>
<p>2 &#8211; (CESPE – SERPRO/2008) “Todos os Estados promoverão a cooperação internacional com o objetivo de garantir que os resultados do progresso científico e tecnológico sejam usados para o fortalecimento da paz e da segurança internacionais, a liberdade e a independência, assim como para atingir o desenvolvimento econômico e social dos povos e tornar efetivos os direitos e liberdades humanas de acordo com a Carta das Nações Unidas.”<br />
( ) Na linha 3, justifica-se a flexão de plural em “internacionais” pela concordância desse adjetivo tanto com “paz” quanto com “segurança”; se a flexão fosse de singular, as regras gramaticais seriam atendidas, mas a clareza do documento seria prejudicada.</p>
<p>3 &#8211; (CESPE-SEPLAG-Professor-2008) “VII Dialogar sobre dificuldades (investigação) apresentadas”<br />
( ) Em VII, o substantivo entre parênteses, por estar ligado, pelo sentido, à palavra “dificuldades”, deveria ter sido flexionado no plural, para que fosse estabelecida a concordância nominal no trecho.<br />
(adaptação) </p>
<p>4 &#8211; (CESPE-PETROBRÁS)A linha de lubrificantes Lubrax possui reconhecimento no mercado por sua alta qualidade e tecnologia. Começou a ser exportada para o mercado argentino em 1996. Em 2002,passou a ser produzida na fábrica de Avellaneda, região metropolitana de Buenos Aires. Internet: (com adaptações).<br />
Com relação ao fragmento de texto acima, julgue os itens.<br />
( ) A forma verbal “Começou” está no singular porque concorda com “A linha” .<br />
( ) As palavras “exportada” e “produzida”estão no gênero feminino porque concordam com “A linha”.</p>
<p>5 – (CESPE –MPOG/2008-S) “As chamadas cidades globais fornecem a infraestrutura de que a economia mundial necessita para as suas transações. Fazem parte dessa infra-estrutura, entre outros,<br />
o sistema bancário, hoteleiro, de telecomunicação, bem como aeroportos, segurança. Precisa haver um número significativo de pessoas qualificadas e competentes para dar conta de todos os serviços demandados para a realização das grandes transações econômicas, manipulações das bolsas de valores, transferências bancárias, entre outras.<br />
( ) Mantendo-se a correção gramatical e o sentido da sentença, no trecho “o sistema bancário, hoteleiro, de telecomunicação” (l.3), a expressão sublinhada poderia receber a flexão de plural: os sistemas.</p>
<p>Concordância Nominal Outras bancas</p>
<p>1- (CESGRANRIO-ADM./2008-S)Segundo a norma culta, há ERRO de concordância na opção<br />
(A) A revista custa caro.<br />
(B) Os funcionários estão meio descrentes.<br />
(C) As equipes devem estar sempre alerta.<br />
(D) Às faturas estão anexo as listas de preço.<br />
(E) Todos chegaram ao continente salvo ele.</p>
<p>2 &#8211; (CESGRANRIO-AG.JUD./2008-S) Indique a opção na qual a concordância nominal está adequada.<br />
(A) Alguns pseudos-ecologistas se opõem ao Bolsa-Floresta.<br />
(B) Há partes da floresta que estão menas devastadas que outras.<br />
(C) Visto a grande devastação, alguma atitude deve ser tomada.<br />
(D) Seguem anexo os documentos para a certificação.<br />
(E) Todos devemos ficar alerta para salvar a Amazônia.</p>
<p>3 &#8211; (CESGRANRIO-TERMOAÇU/2008-S) A cidade ___________ morta, o frio e a fome ___________ inclementes deixavam os pescadores mais ______ . De acordo com a norma culta da língua, as palavras que<br />
completam a frase são<br />
(A) meio – bastante – só<br />
(B) meio – bastante – sós<br />
(C) meio – bastantes – sós<br />
(D) meia – bastante – só<br />
(E) meia – bastantes – sós</p>
<p>Concordância Verbal Verbos Impessoais CESPE</p>
<p>1 &#8211; (CESPE – PMES) “&#8230;um passo nesse sentido é o aparecimento da máquina ultrashape. Não há cânulas nem agulhas no procedimento, apenas ondas de ultra-som&#8230;”<br />
( ) A correção gramatical da oração será mantida se, no trecho “Não há cânulas nem agulhas” a forma verbal “há” for substituída pela forma verbal existe.</p>
<p>2 &#8211; (CESPE-ANATEL/2009)”Não se trata de supor que há, de um lado, a coisa física ou material e, de outro, a coisa como ideia e significação.”<br />
( ) Devido à organização da estrutura linguística em que ocorre a forma verbal “há” (l.1), sua substituição por existe respeitaria as regras gramaticais.</p>
<p>3 &#8211; (CESPE-TCE/TO)”A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade”<br />
( ) No trecho “Casos houve, ainda que raros”, a forma verbal “houve” é substituível por houveram, sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido original do texto.</p>
<p>4 &#8211; (CESPE – TRT 17.ª Região/ES/2009) “Tem equipes estudando o uso de células-tronco para tratamento da calvície”,<br />
( ) O sentido do verbo “ter” equivale semanticamente, no texto, ao sentido da forma verbal ‘Há’.</p>
<p>5 &#8211; (CESPE – SERPRO/2008) “Com ele, ler o mundo tornou-se virtualmente possível, haja vista que sua natureza imaterial o faz ubíquo por permitir que seja acessado em qualquer parte do planeta, a qualquer hora do dia e por mais de um leitor simultaneamente”<br />
( ) Na linha 1, a flexão de feminino em “haja vista” deve-se à concordância com a palavra feminina “natureza”.</p>
<p>6 – (CESPE –MPOG/2008-S) “As chamadas cidades globais fornecem a infraestrutura de que a economia mundial necessita para as suas transações. Fazem parte dessa infra-estrutura, entre outros,<br />
o sistema bancário, hoteleiro, de telecomunicação, bem como aeroportos, segurança. Precisa haver um número significativo de pessoas qualificadas e competentes para dar conta de todos os serviços demandados para a realização das grandes transações econômicas, manipulações das bolsas de valores, transferências bancárias, entre outras.<br />
( ) Seria privilegiada a concisão do texto se, no trecho “Precisa haver um número significativo de pessoas qualificadas e competentes” , o segmento sublinhado fosse suprimido. Nesse caso, no entanto, seria necessária a alteração de “Precisa haver” para Precisam haver.</p>
<p>7 &#8211; ( CESPE- PMDF/2009-S) “O mundo hoje está pior? Vamos compará-lo com o de um século atrás. Jamais houve tanta liberdade e o crescimento das democracias foi extraordinário”.<br />
( ) A substituição do verbo impessoal haver, na sua forma flexionada “houve” (l.1), pelo verbo pessoal existir exige que se faça a concordância verbal com “liberdade” (l.2) e “crescimento” (l.5), de modo que, fazendo-se a substituição, deve-se escrever existiram.</p></div>
</div>
<div> </div>
<div>Pré_PAS 3 etapa<br />
Funções do Quê</p>
<p>(CESGRANRIO-ADM./2008-S) <br />
MANDE SEU FUNCIONÁRIO PARA O MAR<br />
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard<br />
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de<br />
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a<br />
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:<br />
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,<br />
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa<br />
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na<br />
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos<br />
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas<br />
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:<br />
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi<br />
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,<br />
em uma reportagem de capa.<br />
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam<br />
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é<br />
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono<br />
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe<br />
cerca de 900 currículos &#8211; como o do jovem Scott<br />
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e<br />
passagens por outras empresas, implorou para ser<br />
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o<br />
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa<br />
companhia conduzida por valores”. Que valores são<br />
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a<br />
alma”, diz Chouinard.<br />
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos<br />
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo<br />
para escalar paredões de granito. Foi quando começou<br />
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,<br />
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia<br />
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes<br />
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.<br />
A filosofia do alpinismo &#8211; não importa só aonde você<br />
chega, mas como você chega &#8211; foi adotada nos<br />
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a<br />
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi<br />
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado<br />
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas<br />
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.<br />
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,<br />
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos<br />
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.<br />
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou<br />
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá<br />
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.<br />
Nem de pé.Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)<br />
Assinale a opção cuja classe gramatical do que difere da dos demais.<br />
(A) “que faturou US$ 270 milhões em 2006,” (l. 11)<br />
(B) “&#8230;que seus funcionários sejam preguiçosos, apesar do ambiente maneiro.” (l. 14-15)<br />
(C) “&#8230;que abre,” (l. 17)<br />
(D) “que, com dois MBAs no bolso e passagens por outras empresas, implorou&#8230;” (l. 19-20)<br />
(E) “que se define como um antiempresário,” (l. 43-44)</p>
<p>Partícula SE</p>
<p>(FUNIVERSA/PC/2009-S) Assinale a alternativa em que a palavra “se” possui a mesma função sintática que em “que se situam no pelotão de frente da economia e do conhecimento” (linhas 5 e 6). <br />
Texto: “ O país mais desenvolvido do mundo, aquele em que a ciência e a tecnologia mais contribuem para gerar riqueza, é também — entre as poucas dezenas de <br />
nações que se situam no pelotão de frente da economia e do conhecimento&#8230;” </p>
<p>(A) “aprende-se com os resultados da ciência” (linha 33). <br />
Texto : “aprende-se com os resultados da ciência&#8230;”</p>
<p>(B) “se defrontam com mentes impermeáveis a seu trabalho de erosão de mitos e de construção de um mundo diferente” (linhas de 35 a 37). <br />
Texto: “&#8230;mas o espírito científico — ou os inúmeros e conflitantes espíritos <br />
científicos — se defrontam com mentes impermeáveis a seu trabalho de erosão de <br />
mitos e de construção de um mundo diferente.”</p>
<p>(C) “Nele se praticam atos que têm o homem como autor e como destinatário” (linhas de 43 a 45). <br />
Texto: “&#8230; chamaremos aqui agir: o mundo humano é o da práxis. Nele se praticam <br />
atos que têm o homem como autor e como destinatário, como sujeito e como objeto.</p>
<p>(D) “Com efeito, os humanistas discutem se é preferível a vida contemplativa do sábio ou do cientista” (linhas de 53 a 55). <br />
Texto: “&#8230;Com efeito, os humanistas discutem se é preferível a vida contemplativa <br />
do sábio ou do cientista&#8230;”</p>
<p>(E) “Exemplar desse debate é a primeira parte da Utopia, de Thomas Morus, como se sabe escrita depois da segunda parte.” (linhas de 60 a 62).<br />
Texto: “&#8230;Exemplar desse debate é a primeira parte da Utopia, de Thomas Morus, como se sabe escrita depois da segunda parte. Nesta última, expõe-se como seria a ilha de Utopia, o primeiro regime “comunista” do mundo moderno.”</p>
<p>(FCC-Metrô-analista/2008-S) Na exposição se percorre uma longa trajetória &#8230; (1o parágrafo) <br />
O segmento grifado acima pode ser corretamente substituído, sem alteração do sentido original, por: <br />
(A) foi percorrido. <br />
(B) é percorrida. <br />
(C) vai-se percorrer. <br />
(D) tinha percorrido. <br />
(E) deve ser percorrida.</p>
<p>Partícula SE</p>
<p>1 &#8211; (CESPE –TRT/ES) “ Podem ser fios demais caídos no travesseiro. Ou fios de menos percebidos na cabeça ao se olhar no espelho. No fim das contas, o resultado é o mesmo: você está perdendo cabelo.”(&#8230;) “Se tanta companhia não vale como consolo, a vantagem de ter muita gente sofrendo com o problema é que isso estimula as pesquisas científicas. “<br />
( ) Nas linhas 2 e 3, cada ocorrência da partícula se pertence a uma classe de palavra diferente.</p>
<p>2 &#8211; (CESPE – ANATEL/2009) “Até meados do século XX, prevalecia, entre os antropólogos, a ideia de que a família nuclear era uma instituição apenas cultural. Hoje se acredita que a família nuclear tenha-se estabelecido por trazer vantagens evolutivas. Várias hipóteses apontam nesse sentido. A relação estável também ganhou espaço porque, entre humanos, criar um filho não é fácil.”<br />
( ) O pronome “se”, tanto em “se acredita” (l.2) como em “tenha-se estabelecido” (l.2), tem função de marcar a indeterminação do sujeito da oração.</p>
<p>3 &#8211; (CESPE – ANATEL/2009) “Os homens, ao produzirem seus meios de vida, produzem a si mesmos, em um infinito processo de autoconstrução.” Vânia Noeli F. de Assunção. Karl Marx: teoria e práxis de um gênio das ciências sociais.Internet: .<br />
( ) Respeitam-se a coerência da argumentação e as regras gramaticais ao se usar produzem-se em lugar de “produzem a si mesmos” (l.1).</p>
<p>4 – (CESPE – PML/SP)“Estima-se que existam hoje 500 mil catadores de lixo no Brasil.”<br />
( ) O “se” tem valor reflexivo.</p>
<p>5 – (CESPE – PMDF/CHOAEM)“Hoje os especialista se debruçam sobre a intensidade ideal&#8230;”<br />
( ) O pronome “se” pode ser omitido sem prejuízo para o sentido e a correção gramatical do período.</p>
<p>6 – (CESPE – MI) “&#8230;porque permite que a pessoa elabore a mensagem e se comunique por meio de um código comum ao conjunto da sociedade&#8230;”<br />
( ) Em “se comunique”, o termo “se” indique que o sujeito da forma verbal é indeterminado.</p>
<p>7 – (CESPE – PCES)“&#8230; pode-se afirmar com segurança que o Brasil avançou significadamente na questão dos direitos humanos&#8230;”<br />
( ) O pronome “se” em “ pode-se” indica reflexividade.</p>
<p>8 – (CESPE – F.R)“As comunidades não se tornam cívicas por serem ricas.”<br />
( ) O emprego do “se” indica sujeito indeterminado. </p>
<p>9 – (CESPE – DOCAS/PA) “&#8230;para se ter ideia do perigo, basta seguir a trajetória das notas de dólar&#8230;”<br />
( ) A retirada da partícula “se” provocaria erro gramatical e, consequentemente, incoerência no texto.</p>
<p>10 – (CESPE – PM/RB)“Para tornar-se um dos maiores defensores da Amazônia, ele incorporou uma espécie de político.<br />
( ) Em “tornar-se”, o pronome “se” indica indeterminação do sujeito.</p>
<p>11 – (CESPE – PM/RB) “ O Brasil é campeão mundial de agrobiodiversidade. Estima-se que somente a Amazônia detinha mais de 25% da biodiversidade vegetal e animal do planeta.<br />
( ) Em “estima-se”, o sujeito está oculto </p>
<p>12 &#8211; (CESPE – PM/RB) “Os brasileiros revoltaram-se com tal providência, o que resultou na disseminação de vários conflitos.<br />
( ) Em “ revoltaram-se”, a partícula “se” indica sujeito indeterminado.</p>
<p>13 – (CESPE – TER/TO) “ Mais uma vez, antes mesmo de tomarem posse, dezenas de parlamentares se mobilizaram para deixar de lado as legendas&#8230;”<br />
( ) O termo “se”, em “mobilizaram-se, tem a função de indeterminar o sujeito.”</p>
<p>14 – (CESPE – SEAD)“ É fundamental que o conciliador se apresente humildemente para auxiliar as partes.”<br />
( ) Em “ se apresentem”, a partícula “se” indica sujeito indeterminado.</p>
<p>15 &#8211; (CESPE – SEAD) “Conta-se que ficou tão encantado quanto indignado ao saber que não pertenciam ao Brasil.<br />
( ) Em “Conta-se”, o “se” indica voz reflexiva.</p>
<p>16 – (CESPE – TSE/2006) “ Tentam-se acordos, dividindo os deputados&#8230;”<br />
( ) A substituição de “Tentam-se” por – são tentados – prejudica a correção gramatical do período.</p>
<p>17 – (CESPE-MRE/2008-M)“Para aferir a longevidade, o indicador se vale da capacidade de vida ao nascer&#8230;”<br />
( ) Em “se vale”, o “se” indica sujeito indeterminado.</p>
<p>18 – (CESPE-MRE/2008-M) “ O dólar minguante reduz o número de empresas locais capazes de competir com rivais estrangeiras. Vai-se concentrando em apenas dois seguimentos – agropecuária e mineração – a competitividade dos produtos nacionais.<br />
( ) A substituição de “ Vai-se concentrando” por – vai sendo concentrado – mantém a correção gramatical do período.</p>
<p>19 – (CESPE-TSE/2008-S)“Baseando-se unicamente nessa perspectiva, pode-se supor que a sociedade tecnológica seria caracterizada por um contexto no qual o trabalho passaria a ser uma necessidade exclusiva da classe trabalhadora.”<br />
( ) Mantém-se a noção de voz passiva, assim como a correção gramatical, ao se substituir “ seria caracterizada” por – caracterizaria-se. </p>
<p>20 – (CESPE-DFTRANs/2008-S)“Acho que se compreenderia melhor o funcionamento da linguagem supondo que o sentido é um efeito do que dizemos, e não algo que existe em si, independentemente da enunciação, e que envelopamos em um código também pronto. Poderiam mudar muitas perspectivas: se o sentido nunca é prévio, empregar ou não um estrangeirismo teria menos a ver com a existência ou não de uma palavra equivalente na língua do falante. O que importa é o efeito que palavras estrangeiras produzem. Pode-se dar a entender que se viajou, que se conhecem línguas. Uma palavra estrangeira em uma placa ou em uma propaganda pode indicar desejo de ver-se associado a outra cultura e a outro país, por seu prestígio”. Sírio Possenti. A cor da língua. Mercado das Letras, 2002.<br />
( ) “ Para se manter o paralelismo com o primeiro e o último período sintáticos do texto, o segundo período também admitiria uma construção sintática de sujeito indeterminado, podendo ser alterado para: “ Poderia se mudar muitas perspectivas&#8230;”</p>
<p>21 – (CESPE – STF – Téc. Jud.-M) “ O consumo das famílias deverá crescer 7,5% neste ano, tornando-se um dos principais responsáveis pelo crescimento do produto interno bruto&#8230;” <br />
( ) A partícula “se” em “ tornando-se”, indica que o sujeito da oração correspondente é indeterminado.</p>
<p>22 – (CESPE-TST/2008-M) “ Gente boa em inclusão social é o que se quer&#8230;”<br />
( ) O pronome “se” indicativo que o sujeito é indeterminado, refere-se à “Gente boa”.</p>
<p>23 &#8211; (CESPE – PCES &#8211; 2009) “ Muitos pais querem saber que atitudes tomar quando o filho se desentende com amigos ou colegas,quando chega em casa com marcas de briga, quando tem o costume de dirigir palavrões aos outros etc.”<br />
( ) Se, no primeiro parágrafo, “o filho” (R.2) estivesse no plural, as concordâncias corretas dos verbos que têm essa expressão como sujeito seriam se desentendem, chegam, têm.</p>
<p>24 &#8211; (CESPE – INPE &#8211; 2009) Para os gregos — e mais tarde para os pensadores medievais — a ciência era uma especulação teórica, desligada da prática. A postura de desprezo pela técnica se devia ao fato de que, nessas civilizações, as atividades manuais eram ofício de escravos ou de servos, o que significava uma desvalorização delas. Decorre daí que a ciência, como “saber contemplativo” — isto é, como pura teoria — se achava vinculada à reflexão filosófica. Filosofia é uma palavra de origem grega que significa “amor à sabedoria” e na Antiguidade representava um tipo de conhecimento superior e mais geral, alcançado pelo “sábio”, capaz de abranger o conhecimento da época, levando toda interrogação à busca das essências. Durante muitos séculos — toda a Antiguidade e a Idade Média —, não se fez distinção entre filosofia e ciência. Dessa forma, pode-se dizer que qualquer cientista, em certo momento de seu trabalho, pode parar para refletir sobre questões propriamente filosóficas. O bom cientista, no sentido humano da palavra, deve ser aquele que também indaga sobre os fins a que se destinam suas pesquisas. Samuel Murgel Branco. O saber científico e outros saberes. In: Márcia Kupstas (Org.). Ciência e tecnologia em debate. São Paulo: Moderna, p. 23-5 (com adaptações).<br />
a) ( ) A função de sujeito sintático ocupada pelo pronome “se” (l.2) justifica a flexão de singular em “devia” (l.2).</p>
<p>25 &#8211; (CESPE – Tec.Jud.TRE/GO/2009) Até hoje, os que estão de um lado ou de outro veem o processo civilizatório como uma consequência de um tripé sinérgico em que avanço técnico, igualdade e liberdade articulam-se positivamente, cada um como um vetor que induz o outro a crescer. Em nossos dias, porém, essa sinergia morreu e o avanço técnico, longe de construir a igualdade, está ampliando a desigualdade e, em lugar de ampliar o número de pessoas livres, está limitando a liberdade a poucos (mesmo nesses casos, trata-se de uma liberdade condicionada, consumida nos engarrafamentos de trânsito, nos muros dos condomínios).Cristovam Buarque. Os círculos dos intelectuais. In: Ari Roitman (Org.).O desafio ético. Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 109 (com adaptações).<br />
a) ( ) Na linha 6, a flexão da forma verbal, no singular, em “trata-se”, deve-se à concordância com “uma liberdade”.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redação sobre Qualidade de Vida]]></title>
<link>http://qualiblog.wordpress.com/2009/11/24/redacao-sobre-qualidade-de-vida/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 08:00:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldocgq</dc:creator>
<guid>http://qualiblog.wordpress.com/2009/11/24/redacao-sobre-qualidade-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Para o Dia Mundial da Qualidade (Word Quality Day – WQD), ocorrido no último dia 12, eu fiz uma prom]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><span style="color:#0000ff;">Para o <a href="http://qualiblog.wordpress.com/2009/06/30/o-que-e-o-dia-mundial-da-qualidade/" target="_self">Dia Mundial da Qualidade</a> <strong><span style="color:#008000;">(Word Quality Day – WQD)</span></strong>, ocorrido no último dia 12, eu fiz uma promoção aqui no blog. Quem ganhou a votação entre os leitores do blog foi a <strong><span style="color:#333399;">Casablanca Turismo</span></strong>, com seu trabalho de divulgação do WQD através de um <a href="http://qualiblog.wordpress.com/2009/10/30/mais-uma-acao-inspirada-no-wqd/" target="_self">concurso interno de redação</a>. Depois do resultado eu recebi deles a redação da <strong><span style="color:#333399;">Carmen Gomes</span></strong>, que levou o prêmio do concurso deles.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#0000ff;">Para conhecerem, segue abaixo então a redação da Carmen!</span></em></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;">Qualidade de vida no trabalho</span></span></strong></p>
<p>Qualidade é sinônimo de confiança, mas também de muitos predicados fundamentais a realidade de qualquer ser humano que se preza. Para tanto, deve-se cuidar da saúde, ou seja, do bem-estar do corpo e da alma.</p>
<p>Na vida de qualquer cidadão que apenas “dorme em casa”, e vive em função do trabalho ou dos estudos é muito difícil conseguir se alimentar bem, manter hábitos saudáveis, assim sendo, muitos recorrem a “fast food”, pois sempre estão atrasados. Entretanto, devemos priorizar a saúde para desempenharmos bem nossa função enquanto funcionários e, também, como estudantes que alguns de nós ainda somos, afinal “somos fruto daquilo que nos alimenta”. Para evitar surpresas desagradáveis vamos visitar o médico periodicamente, fazer os exames necessários, abandonar o sedentarismo. Os esportes são de grande valia, não só a alimentação.</p>
<p>Por fim, reunindo essa “qualidade”, a “vida” e o “trabalho” pode-se dizer que este depende delas para ser desempenhado com afinco. Um funcionário precisa de um ambiente agradável, confortável e prazeroso para se sentir estimulado a passar parte do seu dia nele, cercado de tantas pessoas com as quais convive até mais do que com seus familiares. “A qualidade de vida” seja no trabalho, ou no convívio social é imprescindível para as pessoas entenderem quão importante é ter bons hábitos: alimentares, comportamentais, e em outros campos que englobam o âmbito social. Ela nos leva ao bem–estar físico, que por sua vez nos permite está em harmonia e ter uma relação equilibrada na família, no trabalho e na comunidade em que vivemos.</p>
<p><em><span style="color:#0000ff;">Simples e espontânea&#8230; A Carmen mereceu ganhar porque expôs sua opinião com naturalidade, sem tentar rebuscar o assunto com um palavreado difícil que muitas vezes mais confunde que transmite uma idéia&#8230; <strong><span style="color:#ff0000;">Parabéns, Carmen</span></strong>!!!</span></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Voluntários do Rio em sua reta final]]></title>
<link>http://voluntariosdorio.wordpress.com/2009/11/23/voluntarios-do-rio-em-sua-reta-final/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:49:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>voluntariosdorio</dc:creator>
<guid>http://voluntariosdorio.wordpress.com/2009/11/23/voluntarios-do-rio-em-sua-reta-final/</guid>
<description><![CDATA[Comissão avalia redações dos alunos cubatenses Por Renato Silvestre Após quase três meses de árduo t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_154" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://voluntariosdorio.wordpress.com/files/2009/11/avaliacao-das-redacoes.jpg"><img class="size-medium wp-image-154" title="avaliação das redações" src="http://voluntariosdorio.wordpress.com/files/2009/11/avaliacao-das-redacoes.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Comissão avalia redações dos alunos cubatenses</p></div>
<p><em>Por Renato Silvestre</em></p>
<p>Após quase três meses de árduo trabalho, principalmente, de conscientização e educação ambiental voltada às crianças da rede municipal de ensino de Cubatão, o projeto Voluntários do Rio terá seu encerramento no próximo domingo, 29 de novembro, às 08h30.</p>
<p>O cenário para a divulgação dos vencedores do concurso de redação de cada escola participante será, mais uma vez, o Centro Ambiental Afonso Schmidt. Após a premiação dos alunos, haverá um passeio de barco pelos rios da cidade.</p>
<p><strong>Próximas ações</strong></p>
<p>As melhores redações foram escolhidas por uma comissão formada por membros do CCC e colaboradores da Carbocloro. Paralelamente, foram realizadas atividades lúdicas com as crianças, como o jogo Voluntários do Rio, desenvolvido em uma grande lona, onde os estudantes se tornaram as peças dessa brincadeira, que divertiu e instruiu ao mesmo tempo.</p>
<p>Durante toda essa semana, o CCC e a Carbocloro promovem ainda a coleta de lixo nos rios e mangues da cidade. Após o encerramento do Voluntários do Rio será desenvolvido um relatório com todos os resultados obtidos, além disso está em andamento a produção de mais uma edição do informativo CCC em Ação, que trará cobertura completa do projeto.</p>
<p>O Voluntários do Rio vai encerrando suas atividades esse ano, mas há promessa de muitas outras ações em breve. O importante é conscientização, que a pequena semente plantada pelo CCC e Carbocloro gere frutos e tenhamos um futuro muito mais limpo e saudável nos rios, mangues e comunidades cubatenses.</p>
<p><em>Em breve a divulgação das redações vencedoras, a cobertura do encerramento do projeto e um apanhado geral dos resultados obtidos.</em></p>
<p><em> Continuem acessando, divulgando e comentando!</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Namoro virtual - Flávio Nickel]]></title>
<link>http://2pass.wordpress.com/2009/11/23/namoro-virtual/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:07:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>flaviolin</dc:creator>
<guid>http://2pass.wordpress.com/2009/11/23/namoro-virtual/</guid>
<description><![CDATA[Namoro Virtual*   “Se um cara chamado Portões ficou rico vendendo janelas que vivem quebrando, acho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Namoro Virtual*</strong></p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_bnDUC6Eu5ao/R0n23t9fPCI/AAAAAAAAABQ/JU5_gJxlSJI/s1600-h/namoro.jpg"></a></p>
<p> <a href="http://2pass.wordpress.com/files/2009/11/namoro.png"><img class="size-full wp-image-119 alignnone" title="namoro" src="http://2pass.wordpress.com/files/2009/11/namoro.png" alt="" width="390" height="286" /></a></p>
<p>“Se um cara chamado Portões ficou rico vendendo janelas que vivem quebrando, acho que posso abrir minhas portas”</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Tudo aconteceu num cybercafé. Ela era teen e amava um chat. Ele era hacker e estudava sistemas. Marcaram um encontro na Café com Bytes, uma mistura de café, boate e ponto de encontro dos usuários de computador. Ela foi de micro-saia, laptop vermelho e sapatos salto alto. Ele foi de walk-machine, óculos escuros, aro de tartaruga. Entrou, escaneou a área do bar e a localizou perto da máquina de refrigerante. Se reconheceram pelas fotos que exibiam na Internet. Cumprimentaram-se e ele viu que não precisava perguntar como ela era. Instalaram-se numa giratória e pediram um suco natural.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Tudo cooperava para o encontro e o ambiente era compatível. Falaram das imagens que criaram um do outro, do tempo e da nova configuração política mundial depois da guerra, mas tudo soava muito superficial. A verdade é que a conversa estava uma chatice. Nada a ver com o Chat onde sempre tinham assunto.Olhavam-se envergonhados e ficaram horas compartilhando o suco invisível que acabara há muito tempo. Até que ele sugeriu um programa diferente e ela aceitou.</p>
<p style="text-align:justify;">Foram para o reservado, no nível de cima do bar. Havia pcs conectados em cabines individuais e o som ambiente tocava “Nunca te vi sempre te amei” da Broadband, o novo mp3 que era um record nos sites de download. Ele se assentou de frente pra um pc compaqto, enquanto ela alisava os cabelos com um pentium de lítio. Ela ligou o laptop, ele já estava on-line e conectaram-se. Virtualmente iniciaram o namoro teclando elogios, depois ele a convidou para visitá-lo em casa. Ela tinha duas opções; não e ficar no bar e sim, continuar. Preferiu a segunda opção e foram para o endereço dele.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Era uma casa muito grande mobiliada com muitos arquivos e algumas janelas sobrepostas, parecendo um office moderno. Na casa havia um cômodo especial. Era uma área de trabalho pequena, mas pintada em branco e azul tinha-se a impressão que era maior. Na sala ele ligou o DVD e colocou um disco no dispositivo. Era o filme “ICQ – Episodio I seek you”. Assentaram-se num banco de dados que ali havia e assistiam ao filme trocando carícias. Minutos depois ele disse que iria à despensa buscar algo para comer. Não achou o milho de pipoca, embora soubesse que havia armazenado mais que o suficiente. Optou por um chocolate em placas. Ela estava ainda na sentada, mas não parecia interessada no filme. Ele como que por efeito mágico tira do bolso um anel de cristal liquido, que ela recebe estupefata enquanto come o chocolate. Beijaram-se contidamente, mas ele sabia que as mulheres têm os mesmos códigos, apenas a combinação poderia ser diferente. Ela apertou a orelha dele e sussurrou algo sobre um local mais à vontade. Ele como em automático a arrastou para outro compartimento com um wallpaper amarelinho claro. Era seu gabinete. Ele abriu uma pasta, tirou uma proteção antivírus e assoviou. Carregando-a, a deitou na rede acoplada no cômodo e retirou o pesado boot que estava calçado. Amaram-se virtualmente. No ápice da conexão amorosa eles fizeram leituras dos próprios pensamentos através de um prolongado movimento de olho no olho. Amam-se novamente e toda a interação é reiniciada. Todos os sentidos são ativados pelo tato através das relações neurais. Isso traz às suas memórias uma sensação nada virtual. A ação sexual é realizada pela terceira vez, esta porém, numa webcama, que estava atrás de uma pesada porta serial. Dormem.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Ele acorda preguiçosamente e num impulso analisa a cama à procura dela. Não encontra e rastreia o quarto. Ela se foi. Tomou algum caminho que ele não sabia qual. Escapou de sua rede enquanto ele hibernava. Tudo que compartilharam estava no passado, mas não seria esquecido como um papel na lixeira e nem ele queria deletar isso da memória.Tinha perdido-a e teria que reconquistá-la, mesmo sem saber qual foi seu erro. Ainda sonolento ele maquina uma forma de reconquistá-la. Talvez enviasse flores. Talvez a convidasse a ir ao sitio, lá ele tinha uma torre onde poderiam simular a estória de Rapunzel. Talvez se acendesse uma tela pro seu santo de proteção, Jesus poderia salvar a relação. Adormeceu novamente processando informações sobre como atraí-la.</p>
<p style="text-align:justify;"> No mundo virtual é assim, após cada encontro é preciso reiniciar.</p>
<p>*Conto escolhido para tema de redação no vestibular 2005 da UEM &#8211; PR</p>
<p> Texto publicado em http://favelacultural.blogspot.com/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gabarito e provas da 1ª fase Fuvest 2010]]></title>
<link>http://pombosemasa.wordpress.com/2009/11/22/gabarito-e-provas-da-1%c2%aa-fase-fuvest-2010/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 13:33:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fillipe</dc:creator>
<guid>http://pombosemasa.wordpress.com/2009/11/22/gabarito-e-provas-da-1%c2%aa-fase-fuvest-2010/</guid>
<description><![CDATA[Começou hoje para mais de 128 mil candidatos a primeira fase da Fuvest. O vestibular seleciona ingre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Começou hoje para mais de 128 mil candidatos a primeira fase da Fuvest. O vestibular seleciona ingressantes para as 10.812 vagas oferecidas pela Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>O novo formato da Fuvest mantém a primeira fase com 90 questões de múltipla escolha, mas o resultado será apenas eliminatório e não contará pontos na nota final.</p>
<p><a href="http://www.fuvest.br/vest2010/fuvest.stm" target="_blank">Clique aqui para ver o gabarito do vestibular Fuvest 2010 ! !</a></p>
<p>Já a segunda fase passa a ter duração de três dias e a cobrar todas as disciplinas do ensino médio. Até o ano passado, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram exigidas.</p>
<p>Embora permaneça o vestibular mais concorrido do País, o número de inscritos na Fuvest caiu de 170 mil, recorde histórico de 2006, para 128 mil.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas para amanhã no vestibular Fuvest 2010]]></title>
<link>http://pombosemasa.wordpress.com/2009/11/21/dicas-para-amanha-no-vestibular-fuvest-2010/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:33:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fillipe</dc:creator>
<guid>http://pombosemasa.wordpress.com/2009/11/21/dicas-para-amanha-no-vestibular-fuvest-2010/</guid>
<description><![CDATA[Chegou a hora: a primeira fase do vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://pombosemasa.wordpress.com/files/2009/11/011974134-ex00.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2153" title="0,,11974134-EX,00" src="http://pombosemasa.wordpress.com/files/2009/11/011974134-ex00.jpg?w=300" alt="" width="300" height="187" /></a>Chegou a hora: a primeira fase do vestibular da Fundação Universitária para o Vestibular (<strong>Fuvest</strong>), será amanhã. A prova seleciona candidatos para a Universidade de São Paulo (<strong>USP</strong>), para a Academia de Polícia Militar Barro Branco e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.</p>
<p>Mesmo depois de um ano inteiro de preparação, os candidatos sempre querem uma dica, um conselho, uma sugestão de última hora que possa melhorar seu desempenho na prova. Para suavizar essa angústia o <strong>Pombo Sem Asa</strong> dá importantes dicas para você se dar bem na hora da prova.</p>
<p><strong>A prova está chegando. Devo estudar mais?</strong><br />
É importante que o aluno mantenha o ritmo de estudo a que está acostumado. “Não adianta sair atropelando na reta final, vestibular não é corrida”, brinca André Guibur, professor de Geografia. Mas o oposto também não deve acontecer: não é hora de deixar os livros de lado. O ideal é aproveitar os últimos dias resolvendo exercícios.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2152" title="fuvest2008-fase1_f_016" src="http://pombosemasa.wordpress.com/files/2009/11/fuvest2008-fase1_f_016.jpg?w=300" alt="" width="300" height="162" /></p>
<p><strong>Na véspera da prova: relaxe!</strong><br />
Nada de estudar na véspera, recomendam os professores. No máximo, no</p>
<p>sábado de manhã, para tirar uma ou outra dúvida que ainda persiste em aparecer. Depois do meio-dia, o negócio é</p>
<p>relaxar. Cinema, teatro e uma volta por parques são os passeios mais recomendados, mas o ideal é que cada candidato escolha o lazer que lhe faça descontrair-se e descansar.</p>
<p><strong>No dia da prova: atenção</strong><br />
Com relação à alimentação, é sempre bom lembrar: nada de comida pesada. Além do risco de passar mal, pode bater o indesejável sono. Um café da manhã reforçado e um almoço leve são suficientes. Por prevenção, é bom levar para a prova uma fruta, um biscoito, uma barra de cereais ou um lanche simples, caso a fome aperte mais tarde. É preferível uma garrafa de água a refrigerante, que é doce e não mata a sede.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Fique Ligado:</span></strong> O Pombo será o primeiro a divulgar o gabarito assim que o mesmo for divulgado. Portanto, não perca o Pombo de vista&#8230;</p>
<p><strong>O Pombo Sem Asa deseja boa sorte a você no vestibular Fuvest 2010 ! !</strong></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pérolas de Provas]]></title>
<link>http://vivianelopes.wordpress.com/2009/11/17/perolas-de-provas/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:26:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>damadolago</dc:creator>
<guid>http://vivianelopes.wordpress.com/2009/11/17/perolas-de-provas/</guid>
<description><![CDATA[Pérolas &nbsp; Estava verificando meus e-mails e percebi que tinha recebido aquelas famosas “Pérolas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pérolas</p>
<p>&#160;</p>
<p>Estava verificando meus e-mails e percebi que tinha recebido aquelas famosas “Pérolas das Provas” de vestibulares, Enem e tantas outras&#8230; então resolvi colocar algumas aqui.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Parece mentira, mas essa é a realidade da educação do nosso país. Afinal de contas, de quem é o erro maior? Dos alunos que não se interessam pelos estudos; dos professores que não se dedicam mais, ou dos governantes, que são responsáveis pelo método de ensino? Acho que cada um tem a sua dose de (ir)responsabilidade nisso&#8230;</p>
<p>&#160;</p>
<p><em><strong>Frases colhidas no vestibular:</strong></em></p>
<p>&#160;</p>
<p>* Lavoisier foi guilhotinado por ter inventado o oxigênio.</p>
<p>* O nervo ótico transmite idéias luminosas.</p>
<p>* O vento é uma imensa quantidade de ar.</p>
<p>* O terremoto é um pequeno movimento de terras não cultivadas.</p>
<p>* Os egípcios antigos desenvolveram a arte funerária para que os mortos pudessem viver melhor.</p>
<p>* Péricles foi o principal ditador da democracia grega.</p>
<p>* O problema fundamental do terceiro mundo é a superabundância de necessidades.</p>
<p>* O petróleo apareceu há muitos séculos, numa época em que os peixes se afogavam dentro d’água.</p>
<p>* A principal função da raiz é se enterrar.</p>
<p>* A igreja vem perdendo muita clientela.</p>
<p>* O Sol nos dá luz, calor e turistas.</p>
<p>* As aves têm na boca um dente chamado bico.</p>
<p>* A unidade de força é o Newton, que significa a força que se tem que realizar em um metro da unidade de tempo, no sentido contrário.</p>
<p>* Lenda é toda narração em prosa de um tema confuso.</p>
<p>* A harpa é uma rosa que toca.</p>
<p>* A febre amarela foi trazida da China por Marco Polo.</p>
<p>* Os ruminantes se distinguem dos outros animais porque o que comem, comem por duas vezes.</p>
<p>* O coração é o único órgão que não deixa de funcionar 24 horas por dia.</p>
<p>* Quando um animal irracional não tem água para beber, só sobrevive se for empalhado.</p>
<p>* A insônia consiste em dormir ao contrário.</p>
<p>* A arquitetura gótica se notabilizou por fazer edifícios verticais.</p>
<p>* A diferença entre o Romantismo e o Realismo é que os românticos escrevem romances e os realistas nos mostram como está a situação do país.</p>
<p>* O Chile é um país muito alto e magro.</p>
<p>* As múmias tinham um profundo conhecimento de Anatomia.</p>
<p>* O batismo é uma espécie de detergente do pecado original.</p>
<p>* Na Grécia, a democracia funcionava muito bem, porque os que não estavam de acordo, se envenenavam.</p>
<p>* A prosopopéia é o começo de uma epopéia.</p>
<p>* Os crustáceos fora d’água respiram como podem.</p>
<p>* Os hermafroditas nascem unidos pelo corpo.</p>
<p>* As glândulas salivares só trabalham quando a gente têm vontade de cuspir.</p>
<p>* A fé é uma graça através da qual podemos ver o que não vemos.</p>
<p>* Os estuários e os deltas foram os primeiros habitantes da Mesopotâmia.</p>
<p>* O objetivo da Sociedade Anônima é ter muitas fábricas desconhecidas.</p>
<p>* A Previdência Social assegura o direito à enfermidade coletiva.</p>
<p>* O Ateísmo é uma religião anônima.</p>
<p>* A respiração anaeróbica é a respiração sem ar, que não deve passar de três minutos.</p>
<p>* O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo.</p>
<p>* Antes de ser criada a Justiça, todo mundo era injusto.</p>
<p>* Caracteres sexuais secundários são as modificações morfológicas sofridas por um indivíduo após manter relações sexuais.</p>
<p><em>(Colaboração da leitora Zoraida Gazal Ale.)</em></p>
<p><strong><br />
<strong>Mais pérolas&#8230;</strong></strong></p>
<p><strong>Redação</strong><strong><br />
</strong><br />
* Sobrevivência de um aborto vivo (título).</p>
<p>* O Brasil é um país abastardo com um futuro promissório.</p>
<p>* O maior matrimônio do país é a Educação.</p>
<p>* Precisamos tirar as fendas dos olhos para enxergar com clareza o número de famigerados que almenta (sic).</p>
<p>* Os analfabetos nunca tiveram chance de voltar à escola.</p>
<p>* O bem star (sic) dos abtantes endependente (sic) de roça, religião, sexo e vegetarianos, está preocudan-do-nos.</p>
<p>* É preciso melhorar as indiferenças sociais e promover o saneamento de muitas pessoas.</p>
<p>* Também preoculpa (sic) o avanço regesssivo da violência.</p>
<p>* Segundo Darcy Gonçalves (Darcy Ribeiro) e o juiz Nicolau de Melo Neto (Nicolau dos Santos Neto).</p>
<p>* E o presidente onde está? Certamente em sua cadeira, fumando baseado e conversando com o presidente dos EUA.</p>
<p><strong>História</strong><strong></p>
<p></strong>* O hino nacional francês se chama La Mayonèse&#8230;</p>
<p>* Tiradentes, depois de morto, foi decapitulado.</p>
<p>* Resposta a uma pergunta: &#8220;Não cei&#8221;.</p>
<p>* Entres os índios de América, destacam-se os aztecas, os incas, os pirineus, etc.</p>
<p>* A História se divide em 4: Antiga, Média, Moderna e Momentânea (esta, a dos nossos dias).</p>
<p>* Em Esparta as crianças que nasciam mortas eram sacrificadas.</p>
<p>* Resposta à pergunta: &#8220;Que entende por helenização?&#8221;: &#8220;Não entendo nada&#8221;.</p>
<p>* No começo os índios eram muito atrazados mas com o tempo foram se sifilizando.</p>
<p>* Entre os povos orientais os casamentos eram feitos &#8220;no escuro&#8221; e os noivos só se conheciam na hora h.</p>
<p>* Então o governo precisou contratar oficiais para fortalecer o exército da marinha.</p>
<p>* Em homenagem a Gutenberg, fizeram na Alemanha uma estátua, tirando uma folha do prelo, com os dizeres: &#8220;e a luz foi iluminada&#8221;.</p>
<p>* No tempo colonial o Brasil só dependia do café e de outros produtos extremamente vegetarianos.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Geografia</strong><strong><br />
</strong><br />
* A capital de Portugal é Luiz Boa.</p>
<p>* A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos.</p>
<p>* O Brasil é um país muito aguado pela chuva.</p>
<p>* Na América do Norte tem mais de 100.000 Km de estradas de ferro cimentadas.</p>
<p>* Oceano é onde nasce o Sol; onde ele nasce é o nascente e onde desce decente.</p>
<p>* Na América Central há países como a República do Minicana.</p>
<p>* A Terra é um dos planetas mais conhecidos no mundo.</p>
<p>* As constelações servem para esclarecer a noite.</p>
<p>* As principais cidades da América do Norte são Argentina e Estados Unidos.</p>
<p>* Expansivas são as pessoas tangarelas.</p>
<p>* O clima de São Paulo é assim: quando faz frio é inverno; quando faz calor é verão; quando tem flores é primavera; quando tem frutas é outono e quando chove é inundação.</p>
<p>* Os plantetas são 9: Mercúrio, Venus,Terra, Marte. Os outros 5 eu sabia mas como esqueci agora e está na hora de entregar a prova, o sr. não vai esperar eu lembrar, vai? (e espero que não vai abaixar a nota por causa disso).</p>
<p><em>(Colaboração do leitor Márcio Werneck.)</em></p>
<p><strong><br />
<strong>E ainda mais pérolas.. </strong><br />
</strong><br />
* &#8220;(&#8230;) quanto à opinião pública, podemos dizer que ela é mutável. Por exemplo: na hora do parto, a mulher pode optar pelo aborto.&#8221;</p>
<p>* &#8220;A comunicação é importante porque comunica algo entre duas ou mais pessoas que querem se comunicar&#8221;</p>
<p>* &#8220;O Press release tem esse nome porque realiza as coisas com pressa&#8221;.</p>
<p>* &#8220;O problema da comunicação social no Brasil é que ela é dirigida por brasileiros, deveríamos trazer os  americanos.</p>
<p>* &#8220;O endomarketing é como se fosse o marketing endovenoso.&#8221;<br />
* &#8220;Eu acho que a resposta é não. Como o professor deve ter pensado numa armadilha, respondo que é sim.</p>
<p>* &#8220;O público mixto é composto por aquelas pessoas que entram e saem da empresa. Ou seja nunca estão totalmente dentro, nem totalmente fora.&#8221;</p>
<p>* &#8220;(a questão dizia que a afirmativa era CORRETA, pedia a justificativa somente). &#8220;Disconcordo com a questão. Ela não pode ser positiva. Nunca fiz prova que o professor dissesse que era afirmativa uma questão. Deve ser uma pegadinha, tipo do Faustão.</p>
<p>* &#8220;A comunicassão social e feita de mim para voçês&#8221;</p>
<p>* &#8220;A televisão é influenciativa em nossas vidas. Quantas vezes não compramos um tênis porque vemos na TV? A programação deveria ser mais educante(&#8230;)&#8221;.</p>
<p>* &#8220;A empresa e o público ixterno caminhão juntos, incluindo aí a emprensa.&#8221;<br />
* &#8220;O proficional de comunicação tem um mercado bundante a sua disposição, afinal, todos se comunicam na terra(&#8230;)&#8221;.</p>
<p>* &#8220;O ruído realmente atrapalha muito a comunicação. Aqui na universidade fico atordoado quando passa o trem, quase não ouço o professor. As salas deveriam ser à prova de som&#8221;.</p>
<p>* &#8220;O fidibeque é a mesma coisa que a retroinformação, ou seja a informação que vem por trás.&#8221;</p>
<p>* &#8220;A comunicação é uma junção da verdade com a falsidade, afinal fofoca é uma coisa feia e é comunicação&#8221;.</p>
<p>* &#8220;Faço comunicação porque acho importante ser comunicadora, mas não acho importante ler jornal (suja a mão), nem ficar em casa vendo TV. Acho melhor me comunicar entre si.&#8221;</p>
<p>* &#8220;A comunicação é moderna porque usa modernidades da atualidade.&#8221;<br />
* &#8220;Os principais meios utilizados pelas comunicação são: meios orais (que são falados), meios auditivos (que são ouvidos) e mais tácteis (que são sentidos).&#8221;</p>
<p>* &#8220;A comunicação é de massa porque precisamos utilizar a massa cinzenta para compreendê-la&#8221;.</p>
<p>* &#8220;Marketing em português é mercado, marketing pessoal, portanto é o mercado que freqüentamos.&#8221;</p>
<p>* &#8220;Ao utilizarmos a comunicação nos comunicamos.&#8221;</p>
<p>* &#8220;Se a comunicação é pessoal, envolvendo o emissor e o receptor, como podemos pensar em comunicação empresarial? A empresa se expressa por si só?&#8221;</p>
<p><em>(Colaboração do leitor Fernando Luís Basto.) </em></p>
<p>&#160;</p>
<p><em>Todos os anos, após os vestibulares, as &#8220;pérolas&#8221; aparecem. Creio que há um certo exagero e muitas podem ser criação de brincalhões. São muito engraçadas, mas que assustam, assustam.</em></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso de Redação e Estilo para Jornais e Revistas – Fortaleza]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/11/17/curso-de-redacao-e-estilo-para-jornais-e-revistas-%e2%80%93-fortaleza/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:47:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/11/17/curso-de-redacao-e-estilo-para-jornais-e-revistas-%e2%80%93-fortaleza/</guid>
<description><![CDATA[O curso desenvolve os principais fundamentos relacionados à gramática, ao estilo de redação e também]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso desenvolve os principais fundamentos relacionados à gramática, ao estilo de redação e também aos principais problemas existentes no texto escrito. Assuntos como as escolas européia e norte-americana de jornalismo, modelos de lead e pirâmide invertida, assim como a análise de textos de jornais de grande circulação estão inseridos no conteúdo programático. As aulas abordam ainda questões sobre erros mais freqüentes no jornalismo impresso, problemas de estilo, emprego da crase e concordâncias verbal e nominal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Escola de Comunicação</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Maredomus Hotel – Avenida Almirante Barroso, 1030, Praia de Iracema – Fortaleza/CE</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – 21  a 22 de novembro de 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – de R$ 285 a R$ 318</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>Mariana Duccini</em> (jornalista graduada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), mestre e doutoranda em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Foi vencedora dos prêmios “Jornalistas do Futuro” (Revista Imprensa, 2001) e “Estado-Unesco de Jornalismo” (Jornal O Estado de S. Paulo, em parceria com a Unesco, 2002))<em></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carga Horária</strong> – 12 horas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (11) 3897-0860</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Twitter – </strong><a href="http://twitter.com/escola_comunic" target="_blank">@escola_comunic</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:cursos@comunique-se.com.br">cursos@comunique-se.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/programa/teor.asp?id=899" target="_blank">Escola de Comunicação</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É prêmio!]]></title>
<link>http://zaccarias.wordpress.com/2009/11/17/e-premio/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:30:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>zaccarias</dc:creator>
<guid>http://zaccarias.wordpress.com/2009/11/17/e-premio/</guid>
<description><![CDATA[Novamente a Remat em evidência, desta vez prêmios para a criatividade em peças impressas &#8211; out]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Novamente a Remat em evidência, desta vez prêmios para a criatividade em peças impressas &#8211; outdoor. A Remat papa o ouro e a prata para outdoor aplique e vai para a final em São Paulo.</p>
<p>É aguardar e esperar.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Considerações sobre um inglês em SP]]></title>
<link>http://monmistral.wordpress.com/2009/11/16/consideracoes-sobre-um-ingles-em-sp/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:04:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>monmistral</dc:creator>
<guid>http://monmistral.wordpress.com/2009/11/16/consideracoes-sobre-um-ingles-em-sp/</guid>
<description><![CDATA[Decididamente, S. Paulo não está preparada para receber estrangeiros. Ponto. Pessoal de turismo: apr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><ol>
<li>Decididamente, S. Paulo não está preparada para receber estrangeiros. Ponto. Pessoal de turismo: aprendam e <em>treinem</em> idiomas. Nós, os amigos-de-gringos exaustos de tanto traduzir, agradecemos encantados.</li>
<li>Isso posto, surpreendi-me com os garçons da churrascaria onde levamos o inglês para jantar. O lugar não é ponto turístico nem de longe, mas quase todos sabiam oferecer os pratos em inglês correto. Atitude a ser incentivada.</li>
<li>Creio que devolveremos à terra de dona Elizabeth II um homem viciado em guaraná, catupiri e polenta.  Encantadíssmo também com brigadeiro e torta holandesa. E com o rodízio de churrasco. E com pizza de &#8220;four cheeses&#8221;.</li>
<li>&#8220;Dirigir táxi por aqui é punição para prisioneiros&#8221;  foi o comentário mais apurado sobre o trânsito de SP que eu já ouvi.</li>
<li>Converti o visitante ao Corinthianismo: ele comprou uma camisa do alvinegro da ZL (com o número do Ronaldo, <em>who else</em>?) de lembrança.</li>
</ol>
<p>De resto, ele volta para casa levando um pouco de São Paulo e deixando aqui uma saudade tremenda, cheia de risadas e olhares novos para coisas que eu achava que já conhecia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Com 175 anos, Monitor Campista será fechado]]></title>
<link>http://fdenoticias.wordpress.com/2009/11/16/com-175-anos-monitor-campista-sera-fechado/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 01:55:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>fdenoticias</dc:creator>
<guid>http://fdenoticias.wordpress.com/2009/11/16/com-175-anos-monitor-campista-sera-fechado/</guid>
<description><![CDATA[Falta de recursos fez obrigou jornal encerrar suas atividades no dia 15 de novembro A primeira redaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Falta de recursos fez obrigou jornal encerrar suas atividades no dia 15 de novembro A primeira redaç]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da Crônica ao Apagão.]]></title>
<link>http://leobarreto.wordpress.com/2009/11/12/da-cronica-ao-apagao/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 12:42:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>léo barreto</dc:creator>
<guid>http://leobarreto.wordpress.com/2009/11/12/da-cronica-ao-apagao/</guid>
<description><![CDATA[Dentre todos os gêneros textuais, a crônica é um dos mais fáceis de se escrever e ler. Isto acontece]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dentre todos os gêneros textuais, a crônica é um dos mais fáceis de se escrever e ler. Isto acontece porque ela é criada a partir de fatos do cotidiano, com uma linguagem simples. O cronista pode ter idéias ao andar na rua e ver um acidente de carro ou ainda, o comum engarrafamento de todos os dias nas grandes cidades do nosso país. Engarrafamento no qual, ontem, deve ter piorado muito com o inesperado apagão.</p>
<p>Todos estão em suas casas e, sem nenhuma explicação, a luz apaga. &#8220;Daqui a pouco volta&#8221;, e não volta. Demora bastante e, olhando pela janela, vemos que não somos os únicos prédios sem luz, mas uma cidade inteira. Telefonemas vão e vem e logo percebemos que não é um evento da nossa cidade, mas do estado. Graças a tecnologia, o celular e a internet 3G, logo descobre-se que o apagão afetou o país todo. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Brasilia e diversos outros estados ficam sem luz. E neste momento vemos como somos dependentes da eletricidade.</p>
<p>Sem luz, não temos ar condicionados nem ventiladores, e logo suamos. Com sede, vamos a geladeira e encontramos a água quente. &#8220;É um caos.&#8221; As baterias dos celulares e computadores vão acabando e nos encontramos impotentes diante da situação.</p>
<p>&#8220;Caos! O mundo está se acabando!&#8221; Não. Vamos dormir e acordamos no dia seguinte com tudo  funcionando como deveria. Lemos algumas notícias sobre o que aconteceu – algo com a usina de Itaipu ou a destribuição de energia, não ficou claro – e voltamos a viver a nossa vida normalmente, esquecendo-nos com facilidade de um outro apagão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Brasil é capaz.]]></title>
<link>http://macumbaninois.wordpress.com/2009/11/10/o-brasil-e-capaz/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:06:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Matheus Carvalho"</dc:creator>
<guid>http://macumbaninois.wordpress.com/2009/11/10/o-brasil-e-capaz/</guid>
<description><![CDATA[Caros amigos leitores, tudo bem? Este último fim de semana estive em Formiga para rever a família, o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Caros amigos leitores, tudo bem?</p>
<p style="text-align:justify;">Este último fim de semana estive em Formiga para rever a família, os amigos e também para prestar o vestibular do Unifor-MG. A prova objetiva estava até fácil, acho que fui bem, mesmo estando há um ano afastado da maioria das disciplinas estudadas no ensino médio.</p>
<p style="text-align:justify;">O objetivo deste post é publicar minha redação, acho que não ficou tão boa, cometi alguns erros em virtude da falta de tempo, mas quebrou o galho. Depois se quiserem comentar, será um prazer ler críticas e/ou elogios de vocês.</p>
<p style="text-align:justify;">Então vamos lá.</p>
<p style="text-align:justify;">__________________________________________________________________________________________</p>
<p style="text-align:justify;">Tema: Brasil: sede da Copa do mundo de 2014 e das Olímpiadas de 2016. Chances de superação dos problemas sociais brasileiros ou ilusão coletiva?</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://aulas.pro.br/blog4/wp-content/uploads/2009/10/logo_rio_2016.jpg" alt="" width="470" height="321" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;">O Brasil é capaz.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O governo brasileiro tem muito trabalho para os próximos anos se quiser solucionar, ou pelo menos, maquiar nossos problemas sociais. Mas em contrapartida, tem ótimas oportunidades e possibilidades concretas para executar esta tarefa tão espinhosa quanto melhorar a condição de vida do um quarto da população que vive abaixo da linha da pobreza.</p>
<p style="text-align:justify;">Em um primeiro momento os mais céticos esbravejariam a impossibilidade de um país como o nosso organizar eventos de tamanho porte, uma vez que, não conseguimos, se quer, realizar com sucesso um exame nacional para medir o desempenho dos nossos alunos. Porém, essa posição é no mínimo contestável, o que não acontece com a idéia das olímpiadas gerarem grandes oportunidades para curarmos algumas mazelas da sociedade brasileira e, claro, mostrarmos isso ao mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda no âmbito das oportunidades, vale ressaltar a importância desses eventos para a efetivação das expectativas apresentadas pelo presidente em Londres na última semana. Segundo Lula o Brasil se cansou de ser o país do futuro, e que nos próximos quinze ou vinte anos a economia brasileira será a quinta maior do mundo, com crescimentos anuais comparados aos da China.</p>
<p style="text-align:justify;">Com exageros lulísticos, ou não, o fato é que o Brasil tem capacidade para promover uma olímpiada que chamará a atenção do mundo não pela infraestrutura, mas pela superação. Será sobretudo um evento humano, onde o povo será o maior espetáculo.</p>
<p style="text-align:justify;">Logo, infere-se que o nosso país tem possibilidades para alcançar seus o bjetivos e usar isso para desencadear um crescimento econômico sem precedentes, reembolsando os investimentos feitos e melhorando a condição de vida dos brasileiros cansados de tanta esperança e fanatismos lulistas.</p>
<p style="text-align:justify;">____________________________________________________________________________________________</p>
<p style="text-align:justify;">O nervosismo pela falta de tempo me levarama cometer alguns erros na transcrição do rascunho para a folha que deveria ser entregue, nada grave, mas vou perder alguns pontos.  :/</p>
<p style="text-align:justify;">Mudando de assunto, acho que teremos um novo autor no Macumba em breve. Aguardem. Tomara que dê certo.</p>
<p style="text-align:left;">Abraços.</p>
<p style="text-align:left;">Matheus Carvalho&#8221;.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
