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	<title>redes-sociais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/redes-sociais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "redes-sociais"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:56:56 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Redes sociais: por onde sua empresa deve começar?]]></title>
<link>http://sandrodb.wordpress.com/2009/11/30/606/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:37:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>sandrodb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ouvindo.  Eis um belo começo! A agência Foreplay adaptou e traduziu para o português uma apresentaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="visibility:hidden;width:0;height:0;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bHQ9MTI1OTE5Mzg2NzAyMCZwdD*xMjU5MTkzODg2ODc5JnA9MTAxOTEmZD1zc19lbWJlZCZuPXdvcmRwcmVzcyZnPTImbz**Nzg2Mjc4ZGJiNjE*NjVmYWJiZTU1OWUzNjhhNGMwYyZvZj*w.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" />Ouvindo.  Eis um belo começo! A agência <a href="http://www.foreplay.com.br/blog/2009/11/24/evolucao-os-8-estagios-do-listening-nas-midias-sociais/" target="_blank">Foreplay </a>adaptou e traduziu para o português uma apresentação de Jeremiah Owyang, web strategist e colunista da Forbes, que propõe 8 estágios para uma empresa começar a ouvir de forma efetiva seus clientes. E o mais importante: mostra também como começar a agir.</p>
<div style="width:425px;text-align:left;">
<div style="width:425px;text-align:left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;text-decoration:underline;margin:12px 0 3px;" title="8 Estágios do Listening em Mídias Sociais" href="http://www.slideshare.net/brunoanconalopes/8-estgios-do-listening-em-mdias-sociais">8 Estágios do Listening em Mídias Sociais</a><iframe frameborder="0" width="433" height="363" src="http://wpcomwidgets.com/?width=425&amp;height=355&amp;src=http%3A%2F%2Fstatic.slidesharecdn.com%2Fswf%2Fssplayer2.swf%3Fdoc%3D8estgiosdolistening-091124084310-phpapp01%26stripped_title%3D8-estgios-do-listening-em-mdias-sociais&amp;quality=high&amp;wmode=tranparent&amp;_tag=gigya&amp;_hash=ad46078b38ee3c73d5862beee5aaf258" id="ad46078b38ee3c73d5862beee5aaf258"></iframe></div>
<div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;">View more <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/">documents</a> from <a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/brunoanconalopes">Bruno Ancona Lopes</a>.</div>
</div>
<div style="width:425px;text-align:left;"><strong>Saiba mais acessando o <a href="http://www.foreplay.com.br/blog/2009/11/24/evolucao-os-8-estagios-do-listening-nas-midias-sociais/" target="_blank">post completo no site da Foreplay</a>.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:149px;width:1px;height:1px;">http://www.foreplay.com.br/blog/2009/11/24/evolucao-os-8-estagios-do-listening-nas-midias-sociais/</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Twitter supera Orkut no Brasil]]></title>
<link>http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/twitter-supera-orkut-no-brasil/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:20:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelao</dc:creator>
<guid>http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/twitter-supera-orkut-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[↑ Grab this Headline Animator Pessoal, Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://feeds.feedburner.com/~r/wordpress/kCoR/~6/1"><img src="http://feeds.feedburner.com/wordpress/kCoR.1.gif" alt="Blog do Marcelão" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/headlineanimator/install?id=1627364&#38;w=1" target="_blank">↑ Grab this Headline Animator</a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://blogmeujapao.files.wordpress.com/2009/08/twitter_bird.jpg" alt="" /></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet<a href="http://www.slideshare.net/Elife2009/hbitos-de-usoe-comportamento-dos-internautasbrasileiros-em-mdias-sociais"> E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.</a></p>
<p>Dos quase 1 300 usuários entrevistados, 87,2% disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra 72,6% que acessa o Orkut no mesmo período. É o líder, portanto, em frequência de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.</p>
<p><!--more-->Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é o primeiro colocado entre as redes sociais com mais cadastrados no Brasil &#8212; 89,6% dos respondentes têm conta na rede. O Twitter é o segundo, com 80,1% e o YouTube o terceiro, com 79,6%. O Facebook aparece na quinta posição, com 57,6% dos entrevistados registrados.</p>
<p>Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%). </p>
<p>Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. &#8221;As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo&#8221;, diz.</p>
<p>Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. &#8221;Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente).&#8221;</p>
<p><a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/20091124_listar_dia.shtml">Via Portal Exame.</a></p>
<p>Um abraço.</p>
<p>&#8220;Keep the Faith&#8221;</p>
<p><a rel="#someid42" href="http://www.addthis.com/bookmark.php" target="_blank"><img src="http://s9.addthis.com/button1-addthis.gif" border="0" alt="Bookmark and Share" width="125" height="16" /></a></p>
<p> Leia também os seguintes posts :</p>
<p>- Vídeos : Visão da Nokia para os celulares &#8211; &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/videos-visao-da-nokia-para-os-celulares/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Recuse certos “presentes” – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/30/um-pouco-de-sabedoria/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Vídeo : História do Google – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/29/video-historia-do-google/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Heróis que não precisamos – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/16/herois-que-nao-precisamos/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Seis tendências em mídias sociais – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/10/seis-tendencias-para-midias-sociais/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Valorizando o que é nosso – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/10/valorizando-o-que-e-nosso/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Erre para acertar – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/11/10/erre-para-acertar/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Reconstruir e Recomeçar – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/23/reconstruir-e-recomecar/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Confiar mais = Arriscar mais = Inovar mais – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/12/mais-confianca-arriscar-mais-inovar-mais/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- O valor do respeito – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/05/o-valor-do-respeito/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- A diferença entre líderes e gerentes : Controlador X Inovador – &#62;  <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/02/a-diferenca-entre-lideres-e-gerentes-controlador-x-inovador/"></a><a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/01/forum-mundial-de-negociacao-hsm-o-que-eles-disseram/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Fórum Mundial de inovação - O que eles disseram -&#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/10/01/forum-mundial-de-negociacao-hsm-o-que-eles-disseram/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p>- Negociar e decidir – competências importantes para a vida – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/30/negociar-e-decidir-competencias-importantes-para-a-vida/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Mudar = Aprender = Ter Humildade – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/30/mudar-aprender-ter-humildade/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - 10 Lições de Gandhi para mudar o mundo – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/28/10-licoes-de-gandhi-para-mudar-o-mundo/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Dicas de conteúdo aberto sobre empreendedorismo e inovação – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/15/dicas-de-conteudo-aberto-sobre-empreendedorismo-e-inovacao/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Gestão 2.0 : A diferença entre líderes e gerentes by Gary Hamel – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/07/gestao-2-0-a-diferenca-entre-lideres-e-gerentes-by-gary-hammel/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - Gestão 2.o : Crie uma cultura de inovação -&#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/06/gestao-2-0-crie-uma-cultura-de-inovacao/">Clique aqui para ler;</a></p>
<p> - 10 razões para adotar redes sociais nas empresas – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/09/02/10-razoes-para-adotar-redes-sociais-nas-empresas/"><strong>clique aqui para ler</strong></a>;</p>
<p> - Digital Age – Minhas impressões – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/30/digital-age-minhas-impressoes/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - O papel das empresas – Parte II – A lição Tony Stark – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/30/o-papel-das-empresas-parte-ii-a-licao-tony-stark/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - O papel das empresas – Parte I – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/26/o-papel-das-empresas-parte-i/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Vida digital em um planeta inteligente – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/10/vida-digital-em-um-planeta-inteligente/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Paulo Freire e o líder como educador – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/06/paulo-freire-e-o-lider-como-educador/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Identifique um agente da inovação e da mudança – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/07/23/identifique-um-agente-da-inovacao-e-da-mudanca/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - Estratégia : 10 tendências a monitorar – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/07/29/estrategia-10-tendencias-para-monitorar/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - A dor e o valor de fazer escolhas difíceis - &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/08/04/a-dor-e-o-valor-de-fazer-escolhas-dificeis/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a> </p>
<p>- Gestão 2.0 : Por quê lideres criativos são tão raros? – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/07/27/porque-lideres-criativos-sao-tao-raros/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
<p> - A diferença entre líderes e gerentes – &#62; <a href="http://marcelao.wordpress.com/2009/01/02/a-diferenca-entre-lideres-e-gerentes/"><strong>Clique aqui para ler;</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oportunidades de negócios no mundo inteiro em apenas um clique]]></title>
<link>http://gestaofeminina.wordpress.com/2009/11/30/oportunidades-de-negocios-no-mundo-inteiro-em-apenas-um-clique/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:04:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Re Alves</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta é a proposta do site B2BMatchfinder, criado há 6 anos para ajudar empresários de todas as ativi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esta é a proposta do site <a href="www.b2bmatchfinder.com">B2BMatchfinder</a>, criado há 6 anos para ajudar empresários de todas as atividades econômicas na busca de parceiros para seus negócios.<br />
“O B2BMatchfinder foi busca atender às duas maiores necessidades dos empresários: encontrar clientes e dominar o inglês técnico necessário para encontrar informações relevantes e interagir com outros empresários”, explica Pierre Grosmann.<br />
<div id="attachment_847" class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><a href="http://gestaofeminina.wordpress.com/files/2009/11/b2b-copia.jpg"><img src="http://gestaofeminina.wordpress.com/files/2009/11/b2b-copia.jpg" alt="" title="B2B cópia" width="500" height="612" class="size-full wp-image-847" /></a><p class="wp-caption-text">Homepage B2BMatchfinder</p></div>Desde que foi criado, o site já conquistou milhares de pessoas em mais de 140 países. É uma ferramenta de uso gratuito, cujas principais vantagens são a obtenção de leads de negócios e a identificação de oportunidades no mundo inteiro. “Os leads são enviados por e-mail continuamente a partir do perfil dos usuários, ajudando-os diariamente a encontrar clientes e parceiros em todas as atividades econômicas e a interagir com os mesmos”, esclarece Pierre.<br />
Para Pierre, o networking deve ser encarado como parte da estratégia de qualquer atividade econômica “pois permite a expansão dos negócios, encontrando novas parcerias, oportunidades de mercado e internacionalização das empresas.”<div id="attachment_849" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://gestaofeminina.wordpress.com/files/2009/11/b2bcel-copia.jpg"><img src="http://gestaofeminina.wordpress.com/files/2009/11/b2bcel-copia.jpg?w=300" alt="" title="b2bcel cópia" width="300" height="184" class="size-medium wp-image-849" /></a><p class="wp-caption-text">B2BMatchfinder no celular (imagem ilustrativa)</p></div><br />
Para estabelecer uma boa rede de contatos, é primordial definir o perfil que você deseja atingir, obter contatos que preenchem os seus requisitos, qualificar e priorizar esses contatos e, finalmente, interagir com eles. O B2BMatchfinder facilita bastante esta tarefa, pois automaticamente identifica usuários dentro do perfil de interesse, avisa por e-mail sempre que surgem novos usuários nesse perfil e disponibiliza seus dados diretamente no perfil de cada usuário. Para saber mais, veja o <a href="www.b2bmatchfinder.com">White Paper</a> “Oito Maneiras de Utilizar o B2BMatchfinder”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Twitter ainda tem poder e credibilidade?]]></title>
<link>http://webcomunica.wordpress.com/2009/11/29/o-twitter-ainda-tem-poder-e-credibilidade/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:29:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>webcomunica</dc:creator>
<guid>http://webcomunica.wordpress.com/2009/11/29/o-twitter-ainda-tem-poder-e-credibilidade/</guid>
<description><![CDATA[Artigo interessante sobre uso do Twitter no espaço corporativo, tanto para as empresas quanto para o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Artigo interessante sobre uso do Twitter no espaço corporativo, tanto para as empresas quanto para os seus consumidores. </strong></p>
<p><strong>Do assessor de imprensa Rodrigo Capella.<br />
</strong></p>
<p>O &#8216;Journal of the American Society for Information Sciences and Technology’ publicou, não faz muito tempo, um estudo confirmando em números que as empresas estão se beneficiando com o poder do Twitter.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 20% dos tweets contêm referências a produtos (pedidos de informações ou repostas às solicitações). O material analisado, que inclui meio milhão de mensagens, ajudou os pesquisadores a concluírem que as empresas utilizam, cada vez mais, o microblogging para reforçar marcas, personalidades e relacionamentos.</p>
<p>Jim Jansen, professor associado de ciência da informação e da tecnologia na Faculdade de Ciências da Informação e Tecnologia (IST) em Penn State e um dos responsáveis pela pesquisa, declarou ao ‘Journal’: “as pessoas estão usando o Twitter para expressar suas reações negativas e positivas e contam como se envolvem com produtos e serviços”.</p>
<p>É o tal do engajamento. O consumidor não quer mais receber apenas informação, quer participar da construção de produtos, quer receber entretenimento. E, nesse contexto, não há campo melhor para fazer isso do que a social media, ambiente que aguça a criatividade e a interatividade.</p>
<p>E mais: pesquisa realizada pelo Instituto Vox Populi, a pedido da Máquina da Notícia, revela que as redes sociais (42,7%) têm mais credibilidade do que a versão on-line de duas fortes mídias impressas: jornais (37,4%) e revistas (22,8%).</p>
<p>O momento é de reflexão: o Twitter ainda tem poder e credibilidade? Entre os assessores de imprensa, sem dúvida. Entre as empresas, mais do que nunca. Os profissionais de comunicação sabem que para se diferenciar e se manter no competitivo mercado é preciso entender a mente do consumidor e, principalmente, dos clientes.</p>
<p>Todos querem – e vão querer por algum tempo – trabalhos realizados nessa esfera. E como disse Jack Welch, ex-presidente da GE, “as empresas não podem garantir a vocês estabilidade no trabalho. Isso é algo que só os clientes podem fazer”.</p>
<p>É simples assim.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Fonte: Nós da Comunicação</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jogos de Facebook: Casuais?]]></title>
<link>http://planetagamer.wordpress.com/2009/11/29/jogos-de-facebook-casuais/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:09:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sabrina Carmona</dc:creator>
<guid>http://planetagamer.wordpress.com/2009/11/29/jogos-de-facebook-casuais/</guid>
<description><![CDATA[Quando nos deparamos com redes sociais, o principal objetivo é criar seu perfil e iniciar seu networ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" src="http://img517.imageshack.us/img517/9347/farmvillec.jpg" alt="Farmville" width="235" height="180" />Quando nos deparamos com redes sociais, o principal objetivo é criar seu perfil e iniciar seu networking, ou seja, sua rede de contatos sociais online. Existem diversos motivos para se ter um perfil social online, e muitos deles têm suas expectativas atingidas. Porém, podemos perceber que a rede social do Facebook, que já era muito popular nos Estados Unidos em 2005 sendo apenas restrita a undergraduates nesta época, deu uma turbinada em seu número de membros a partir do momento que os jogos criados pela empresa Zynga deu uma enorme popularizada na ferramenta.</p>
<p>Os &#8220;joguinhos&#8221; de Facebook são hoje em dia muito populares, e são responsáveis por grande parte da jogatina de pessoas do mundo inteiro. Quem nunca ouviu falar de Farmville, Mafia Wars, Café World, Vampire Wars, Yoville, etc? Acho que a grande minoria que possui perfil social ainda não conhece estes nomes. Inclusive pessoas que não possuem um perfil no Facebook, de tanto ouvir falar destes mini-games acabam criando suas contas para poder participar também.</p>
<p>A grande jogada dos games de Facebook, agora contanto também com a participação da Eletronic Arts com uma versão de Spore criada especialmente para ele, é você criar seu avatar e evoluí-lo, seja na sua fazenda ou na sua máfia. Quanto mais pessoas você tiver na sua lista social dentro do jogo, muitas vezes chamados de &#8220;neighbours&#8221;, mais pontos você acumula, consequentemente dando um upgrade no seu próprio perfil.</p>
<p>Este conceito de networking dentro de um jogo traz uma leve semelhança às guildas de jogos online, fazendo com que quanto mais amigos você tiver jogando o mesmo jogo, melhor para ambos. Mas porque estes jogos são tão viciantes?</p>
<p>Simples. A grande maioria é feita em Flash, plataforma leve que roda em quase todos os computadores via web. Os jogos possuem uma temática simples, onde o que importa é fazer suas &#8220;tarefas&#8221; para administrar seus recursos. E o melhor de tudo, quase todos os jogos tem uma contagem em tempo real para acontecer, ou seja, se você colocar uma pizza para ser cozida, ela demorará cinco horas reais para ficar pronta, portanto você só poderar interagir servindo sua comida para arrecadar dinheiro e expandir seu café se você esperar ela ficar pronta.</p>
<p>Com este mecanismo de ter o tempo real, qualquer pessoa pode jogar, basta apenas programar-se para colher os frutos ou iniciar uma guerra na máfia no horário que você está disponível. É uma grande sacada destes jogos, pois todos podem deixar de jogar e ir para a escola, para o trabalho, faculdade&#8230; E depois, é só voltar que ele estará lá, com mais dinheiro, mais evoluído, com mais energia e cheio de frutos para colher. O fato destes jogos também não terem um &#8220;save game&#8221; faz com que eles sempre estejam ligados, acontecendo simultaneamente com qualquer outra coisa que você esteja ou não fazendo no computador.</p>
<p>Seria os jogos de redes sociais um novo conceito de mercado de games?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As grandes redes de comércio invadem a internet]]></title>
<link>http://icommercepage.wordpress.com/2009/11/29/as-grandes-redes-de-comericio-invadem-as-redes/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:37:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>icommercepage</dc:creator>
<guid>http://icommercepage.wordpress.com/2009/11/29/as-grandes-redes-de-comericio-invadem-as-redes/</guid>
<description><![CDATA[O ano de 2.009 deverá ser um ano chave para o comércio eletrônico, pelo menos 12 grandes redes do co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://icommercepage.wordpress.com/files/2009/11/network.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1305" title="network" src="http://icommercepage.wordpress.com/files/2009/11/network.jpg" alt="rede de vendedores" width="442" height="443" /></a></p>
<p>O ano de 2.009 deverá ser um ano chave para o comércio eletrônico, pelo menos 12 grandes redes do coméricio eletrônico dos EUA deverão criar algum tipo de serviço ligado ao comércio, via celular.</p>
<p>O que já se tem de concreto, é que as grandes redes, como a Walmart, trocou estrategicamente os jornais  tradicionais em papel, pelas mídias eletrônicas. As redes sociais passaram a ser o foco principal de lançamento de promoções na internet.</p>
<p>As redes principais são a Twitter e a Facebook, as redes que mais crescem, além de ser as mais procuradas atualmente. No caso do Facebook, já se nota esse comportamento de usuários populares que não fazem outra coisa senão fazer propaganda de alguma coisa.</p>
<p>Para a sorte dos usuários, a Facebook lançou o Facebook Lite, o que deverá aliviar uma parte de seus usuários, mas a maioria, a exemplo do que se pode ser notado na Twitter, prefere receber os Spams e fazer parte dos contatos de gente famosa, nesse caso, não há como mudar isso.</p>
<p>Casos de redes sociais inteligentes, como o Dihitt, se tornam cada vez mais raras. Em portugal, há casos de redes sociais com esses perfis, mas essas redes não crescem muito.</p>
<p>Isso pode até ser bom, assim, cada grupo de usuários escolherá uma rede, fará parte de um determinado grupo, ficando protegido de novas ondas Orkutianas. Por falar em Orkut, uma rede que foi comprada por dois motivos, primeiro os donos originais da rede não seriam capazes de mander uma rede gratuíta tão grande, segundo porque a oferta da Google foi muito alta para se recusar, estratégia para evitar o surgimento de novos gigantes na rede.</p>
<p>Enquanto o Orkut, comprado estrategicamente, não oferecia publicidade, a Facebook, logo de cara criou uma forma criativa de se beneficiar, analisando os gostos do usuário.</p>
<p>Não é à toa que tantos usuários imploram para serem adicionados em suas redes de contatos, uma verdadeira batalha de vampiros sociais está para se iniciar na internet, vampiros que podem ser vencidos facilmente, com um click para se apagar, desde que suas vítimas já não estejam possuídas pelo seu poder de atração de seguidores.</p>
<p>By Jânio</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em dezembro, internautas podem acompanhar dia-a-dia do STF pelo Twitter ]]></title>
<link>http://webcomunica.wordpress.com/2009/11/29/em-dezembro-internautas-podem-acompanhar-dia-a-dia-do-stf-pelo-twitter/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:01:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>webcomunica</dc:creator>
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<description><![CDATA[O público que acompanha diariamente a página de notícias do Supremo Tribunal Federal (STF) na Intern]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O público que acompanha diariamente a página de notícias do Supremo Tribunal Federal (STF) na Internet e o canal de vídeos da Corte no YouTube passa a contar com mais uma fonte de informações sobre tudo que acontece na instância máxima do Judiciário brasileiro. A partir do dia 1º de dezembro, o Supremo passa a se comunicar com seu público, também, por meio do Twitter, rede social criada em 2006 e reconhecida por sua simplicidade e grande agilidade.</p>
<p>Seguindo o Twitter do STF, os usuários terão acesso, em primeira mão, aos itens mais relevantes das agendas do presidente da Corte e dos demais ministros, aos destaques das pautas de julgamento do Plenário, além de poder acompanhar, em tempo real, <em>flashes</em> dos julgamentos mais importantes em andamento na Casa, seja nas Turmas ou no próprio Plenário.</p>
<p>Também vão ser divulgadas, regularmente, as ações que chegam à Corte diariamente e as decisões e despachos dos ministros nos principais processos em tramitação na Corte. O Plenário Virtual, onde os ministros decidem a aplicação da repercussão geral nos temas em debate na Corte, também poderá será acompanhado por meio dessa nova ferramenta social.</p>
<p>Os mais recentes vídeos postados no YouTube, as fotos disponíveis no banco de imagens, as entrevistas dos ministros, e os destaques na programação da TV e da Rádio Justiça: tudo que acontece no STF poderá ser acompanhado em tempo real.</p>
<p><strong>Twitter</strong></p>
<p>A rede, com apenas três anos de existência, já contabiliza mais de 3, 5 milhões de usuários no Brasil, registrando, no mundo, algo em torno de 54 milhões de visitas por mês, segundo <em>sites</em> especializados em tecnologia. Personalidades da política, instituições, artistas e jornalistas estão entre os usuários mais ativos e que têm aproveitado a agilidade e facilidade de uso desta nova ferramenta para se comunicar com seus seguidores.</p>
<p>O Twitter permite que os usuários cadastrados exponham, em no máximo 140 toques os chamados tweets, que podem ser pensamentos, notícias, feitos, projetos, ideias, <em>links</em> para fotos, vídeos ou textos.</p>
<p>O usuário que se cadastra na rede escolhe livremente a quem pretende seguir no Twitter. Ao clicar para seguir alguém, o usuário passa a receber, em sua página inicial e em tempo real, as mensagens postadas por aquele usuário.</p>
<p>Como a interface do Twitter é simples e as mensagens têm tamanho máximo de até 140 caracteres, a rede tem demonstrado, como o YouTube, grande potencial para uso nos atuais aparelhos de celular, conhecidos como<em> smartphones</em>, considerados por muitos profissionais da área de tecnologia como o futuro da comunicação. É a mobilidade a serviço da comunicação do Judiciário com a sociedade, de forma democrática e ágil.</p>
<p><strong>YouTube</strong></p>
<p>A experiência do STF no YouTube cujo canal, lançado no início de outubro, já é acompanhado de perto por cerca de dois mil parceiros inscritos mostrou que a utilização das mídias digitais como ferramenta de comunicação é uma tendência irreversível. Prova disso é que, em pouco mais de um mês, os vídeos do canal do STF já foram exibidos mais de 250 mil vezes.</p>
<p>O STF foi a primeira Corte Suprema do mundo a ter um canal oficial na comunidade de vídeos mais popular da Internet. A página disponibiliza vídeos de julgamentos realizados na Corte, bem como programas produzidos pela TV Justiça.</p>
<p>Fonte: JusBrasil</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rede social, o big bang da comunicação]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/29/rede-social-o-big-bang-da-comunicacao/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 14:13:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/29/rede-social-o-big-bang-da-comunicacao/</guid>
<description><![CDATA[Por Ana Carolina Cortez (exercício 6) O nascimento das redes sociais, por meio de modelos colaborati]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Ana Carolina Cortez (exercício 6)</p>
<p>O nascimento das redes sociais, por meio de modelos colaborativos como o Six Degrees.com, em 1997, trouxe uma revolução nas formas de comunicação interpessoais ao redor do mundo. No Brasil, o boom desse fenômeno estourou com o Orkut. Embora salas de bate-papo, blogs, ICQ e MSN tenham chegado antes no país, nenhum site tão popular tinha conseguido misturar perfil de internet com bate-papo e funcionalidades interativas, com o objetivo de integrar pessoas de diversas partes do planeta.</p>
<p>Outro fenômeno no Brasil e no mundo foi o twitter, hoje utilizado até por departamentos de Recursos Humanos em processos de seleção.  De “o que você está fazendo” para “o que está acontecendo”, a resposta a uma simples pergunta te conecta a milhares de pessoas em um processo de troca de experiências e informações que só a realidade virtual é capaz de promover.</p>
<p>Tamanha mudança na forma com a qual as pessoas se comunicam resultaria, obviamente, na própria mudança de paradigma do fazer jornalístico. Os leitores de hoje são mais participativos e não aceitam uma comunicação unilateral. Querem produzir conteúdo, querem sugerir pauta, querem escrever sobre os acontecimentos também.  Para um jornalista hoje, é possível viver atualizado sem twitter?</p>
<p>Embora ainda seja muito difícil para alguns meios de comunicação assimilarem essa mudança &#8211; desde a News Corporation ao Estado de S.Paulo,  que anunciaram recentemente a decisão de fecharem conteúdo on-line para assinantes -, esta é uma realidade que deverá ser aceita para a evolução do jornalismo. E o sucesso dos negócios, claro. Afinal, se o foco da atuação deixa de ser a demanda dos leitores, a conseqüência é a perda de público, como vem acontecendo hoje em uma enorme crise enfrentada pelos veículos impressos de comunicação.</p>
<p>A internet, as pessoas, os relacionamentos, o jornalismo, a notícia, o mundo. Tudo está em constante mudança – e ela ocorre cada vez mais rapidamente por conta da revolução da comunicação promovida pela dinâmica do espaço on-line. A sociedade – e principalmente os jornalistas – precisam estar a par dessas mudanças e assimilar a melhor forma de atuar nesse novo cenário, que revolucionou o conceito de comunidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[WEB 2]]></title>
<link>http://rafaelcobbe.wordpress.com/2009/11/29/web-2/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 07:22:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafaelcobbe</dc:creator>
<guid>http://rafaelcobbe.wordpress.com/2009/11/29/web-2/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Estamos vivendo a era das redes sociais, qualquer individuo pode ter um espaço na web, e com ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Estamos vivendo a era das redes sociais, qualquer individuo pode ter um espaço na web, e com um blog, pode falar o que quiser, a questão é saber se alguém está ouvindo&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflex&otilde;es sobre m&iacute;dias sociais no Caf&eacute; Aberje Campinas &ndash; Cobertura de Rodrigo Cogo]]></title>
<link>http://prezadoscolaboradores.wordpress.com/2009/11/28/reflexes-sobre-mdias-sociais-no-caf-aberje-campinas-cobertura-de-rodrigo-cogo/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:59:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>leobraganca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Indico a leitura da ótima cobertura feita pelo Rodrigo Cogo, nosso colaborador aqui do blog, para o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Indico a leitura da ótima cobertura feita pelo Rodrigo Cogo, nosso colaborador aqui do blog, para o Café Aberje Campinas, realizado no último dia 27 de novembro. O encontro teve a participação de Fábio Cipriani (Deloitte &#8211; autor do livro “Blog Corporativo”), Marcelo Coutinho (FGV – Ibope) e Sérgio Amadeu (Faculdade Cásper Líbero – moderador). Clique na imagem para acessar o link.</p>
<p><a href="http://www.aberje.com.br/acervo_not_ver.asp?ID_NOTICIA=2124&#38;EDITORIA=Caf%E9%20Campinas" target="_blank"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;" src="http://www.aberje.com.br/userfiles/image/fotos_noticias/cafecampinasnov-marcelocoutinho-fabiocipriani-sergioamadeu close.jpg" width="472" height="315" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A fábula dos porcos assados ]]></title>
<link>http://upalupa.wordpress.com/2009/11/28/a-fabula-dos-porcos-assados/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 19:16:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lígia Dutra</dc:creator>
<guid>http://upalupa.wordpress.com/2009/11/28/a-fabula-dos-porcos-assados/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Certa vez, aconteceu um incêndio no bosque onde se encontravam alguns porcos . Estes foram as]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Certa vez, aconteceu um incêndio no bosque onde se encontravam alguns porcos . Estes foram assados pelo incêndio. Os homens acostumados a comer carne crua, experimentaram e os acharam deliciosos. Iguaria de Deuses. Logo, todas as vezes que queriam comer porcos assados, soltavam uns porcos e incendiavam o bosque, o modelo foi crescendo, e milhões de pessoas estavam envolvidos no sistema&#8230; até que todo país estava envolvido no modelo.  Mas, o que eu quero contar é o que aconteceu quando tentaram mudar o SISTEMA para implantar um novo. Fazia tempo que algumas coisas não iam bem: às vezes, os animais ficavam queimados ou parcialmente crus; outras, de tal maneira queimados, que era impossível utilizá-los. Como era um procedimento montado em grande escala, preocupava muito a todos porque, se o SISTEMA falhava, as perdas ocasionadas eram igualmente grandes. Milhões eram os que se alimentavam de carne assada e também muitos milhões eram os que tinham ocupação nessa tarefa. Portanto, o SISTEMA simplesmente não devia falhar. Mas, curiosamente, à medida que se fazia em maiores escalas, mais parecia falhar e maiores perdas pareciam causar. Em razão das deficiências, aumentavam as queixas. Já era um clamor geral a necessidade de reformar profundamente o SISTEMA. O MODELO estava com problemas. Tanto assim que, todos os anos, realizavam-se congressos, seminários, conferências e jornadas para achar a solução. Mas parece que não acertavam o melhoramento do mecanismo, porque, no ano seguinte, repetiam-se os congressos, os seminários, as conferências e as jornadas. E assim sempre. As causas do fracasso do SISTEMA , segundo os especialistas, deviam se atribuir à indisciplina dos porcos que não permaneciam onde deviam; ou à inconstante natureza do fogo, tão difícil de controlar; ou às árvores excessivamente verdes; ou à umidade da terra; ou ao serviço de informações meteorológicas, que não acertava o lugar, o momento e quantidade de chuvas; ou &#8230; As causas eram, como se vê, difíceis de determinar porque, na verdade, o sistema para assar porcos era muito complexo. Fora montada uma grande estrutura: uma grande maquinaria com inúmeras variáveis fora institucionalizada. Havia indivíduos dedicados a acender os incendiadores que, ao mesmo tempo, eram especialistas de setores (incendiadores da zona norte, da zona oeste, etc; incendiadores noturnos, diurnos com especialização matutina e vespertina; incendiadores de verão, de inverno, com disputa jurídica sobre o outono e a primavera). Havia especialistas em vento: os anemotécnicos. Havia um diretor geral de assamentos e alimentação assada; um diretor de técnicas ígneas (com seu conselho geral de assessores); um administrador geral de florestação; uma comissão de treinamento profissional em porcologia; um instituto superior de cultura e técnicas alimentícias (ISCUTA) e o BRODRIO (Bureau Orientador de Reformas Igneooperativas). O BRODRIO era tão grande que tinha inspetor de reformas para cada 7000 porcos, aproximadamente. E era precisamente o BRODRIO que propiciava anualmente os congressos, os seminários, as conferências e as jornadas. Mas isso só parecia servir para incrementar o BRODRO em burocracia. Tinha-se projetado e encontrava-se em pleno crescimento a formulação de novos bosques e selvas, seguindo as últimas indicações técnicas (em regiões escolhidas, segundo determinadas orientações, onde os ventos não sopravam mais que três horas seguidas e onde era reduzida a percentagem de umidade). Havia milhões de pessoas trabalhando na preparação dos bosques que logo teriam que ser incendiados. Havia especialistas na Europa e nos Estados Unidos, estudando a importação de melhores madeiras, árvores e sementes e de melhores e mais potentes fogos; estudando idéias operativas (por exemplo, como fazer buracos para que neles caíssem os porcos antes do incêndio, mecanismos para deixá-los sair no momento oportuno, técnicos em sua alimentação, etc.. As soluções que os congressos sugeriam eram, por exemplo, aplicar triangularmente o fogo após a Va-1 pela velocidade do vento sul; soltar os porcos 15 minutos antes que o fogo-promédio da floresta alcançasse 97 graus; outros diziam que era necessário pôr grandes ventiladores que serviam para orientar a direção do fogo e assim por diante. E não é preciso falar que poucos especialistas estavam de acordo entre si e que cada um tinha investigações e dados para provar suas afirmações. Um dia, um incendiador categoria SO/DMNCH (isto é, um acendedor de bosques especialista sudoeste, diurno, matutino com licenciatura em verão chuvoso) chamado João Bom Senso, falou que o problema era muito fácil de resolver. Tudo consistia, segundo ele, primeiramente em matar o porco escolhido, limpando e cortando adequadamente o animal e colocando-o, posteriormente, numa jaula metálica ou armação sobre umas brasas, até que o efeito do calor, e não das chamas, o assasse ao ponto. Ciente, o Diretor Geral do Assamento mandou chamá-lo e perguntou que coisas esquisitas andava falando por aí e depois de ouvi-lo, disse-lhe:</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- O que o senhor fala está bem, mas somente na teoria. Não vai dar certo na prática. Pior ainda, é impraticável. Vamos ver o que o senhor faria com os anemotécnicos, no caso de se adaptar o que sugere?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei, respondeu João.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Onde vai pôr os acendedores das diversas especialidades?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- E os especialistas em sementes, em madeiras ?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- E os indivíduos que foram para o estrangeiro para se especializar durante anos e cuja formação custou tanto ao país. Vou pô-los para limpar porquinhos?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- E os que têm se especializado todo esses anos em participar de congressos, seminários e jornadas para a Reforma e Melhoramentos do Sistema? Se o que você fala resolve tudo, o que faço com eles?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- O senhor percebe agora que a sua solução não é de que nós necessitamos? O senhor acredita que, se tudo fosse tão simples, os nossos especialistas não teriam achado a solução antes? Veja só! Que autores falam nisso? Que autoridade pode avaliar sua sugestão? O senhor, por certo, imagina que eu não posso dizer aos engenheiros em anemotécnica que é questão de pôr brasinhas sem chamas! O que faço com os bosques já preparados, a ponto de serem queimados, que somente possuem madeira apta para o fogo-em-conjunto, cujas árvores não produzem frutos, cuja falta de folhas faz com que não prestem para dar sombra? O que faço? Diga-me!</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- O que faço com a Comissão Redatora de Programas Assados , com seus Departamentos de Classificação e de Seleção de Porcos, com a Arquitetura Funcional de Estábulos, Estatísticas, População, etc.?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Diga-me: O engenheiro em Porcopirotécnica, o Sr. J.C. da Figuração, não é uma extraordinária personalidade científica?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Sim, parece que sim.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Bem, o simples fato de possuir valiosos e extraordinários engenheiros em Porcopirotécnica indica que o sistema é bom. E o que faço com indivíduos tão valiosos?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Viu? O senhor tem que trazer solução para certos problemas, por exemplo, como fazer melhores anemotécnicos, como conseguir mais rapidamente acendedores do oeste (que é nossa maior dificuldade!). Tem que melhorar o que temos e não mudá-lo. Traga-me uma proposta para que nossos bolsistas na Europa custem menos ou mostre-me como fazer uma boa revista para a análise profunda do problema da Reforma do Assamento.. Isto é o que necessitamos. Isto é o que o País necessita. Ao senhor falta-lhe sensatez, Bom Senso! Diga-me por exemplo, o que faremos com o meu bom amigo (e parente), o presidente da Comissão para o Estudo de Aproveitamento Integral dos Resíduos dos Ex-Bosques?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Realmente, eu estou perplexo! falou João.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">- Bem, agora que conhece bem o problema, não diga por aí que o senhor conserta tudo. Agora o senhor vê que o problema é mais sério e não tão simples como o senhor imaginava. Tanto os de baixo como os de fora dizem: &#8220;Eu conserto tudo&#8221;. Mas tem que estar dentro para conhecer os problemas e saber das dificuldades. Agora, entre nós, recomendo-lhe que não insista com sua idéia, porque isso poderia trazer problemas para o senhor no seu cargo. Não por mim! Eu falo pelo seu próprio bem, porque o senhor sabe que pode encontrar outro superior menos compreensivo. O senhor sabe como são às vezes, não é?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">João Bom Senso, coitado, não falou um &#8220;A&#8221;. Sem despedir-se, meio assustado e meio atordoado, com a sensação de estar caminhando de cabeça para baixo, saiu e nunca mais ninguém o viu. Não se sabe para onde foi. Por isso é que falam que, nessas tarefas de reforma de melhoria de sistema, falta o &#8220;Bom Senso&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">(Artigo originalmente publicado em Juicio a La Escuela Cirigliano, Forcade Tilich Editorial Humanitas &#8211; Buenos Aires, 1976).</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Ok ok ok o texto é longo pra caramba, mas acho que representa muito bem o que vejo e sinto hoje no mercado de redes sociais. Muitos especialistas, muitos métodos, muitos blablablás&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">E a coisa é tão óbvia.</p>
<p style="text-align:justify;">Não há novidade nenhuma em dizer que vivemos em rede, porque o mundo vive assim desde sempre, antes até do homem surgir na terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é novidade nenhuma que bons relacionamentos geram bons negócios, aprendi isso com meu avô e ele aprendeu com o avô dele&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Apenas as ferramentas que utilizamos para viver nossos relacionamentos em rede é que são novas: orkut, facebook, twitter, bymk, blogs, enfim&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O princípio de seguidores quem inventou foi Jesus, como bem disse o Nepomuceno no Intercon09.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada dia que passa aparece uma ferramenta nova, mas o princípio não muda: seu trabalho deve ser útil na vida de alguém. Você e sua empresa precisam fazer a diferença no mundo. Simples assim.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presen&ccedil;a da empresa no Twitter dobra n&uacute;mero de &ldquo;updates&rdquo; sobre a marca]]></title>
<link>http://prezadoscolaboradores.wordpress.com/2009/11/28/presena-da-empresa-no-twitter-dobra-nmero-de-updates-sobre-a-marca/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:42:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>leobraganca</dc:creator>
<guid>http://prezadoscolaboradores.wordpress.com/2009/11/28/presena-da-empresa-no-twitter-dobra-nmero-de-updates-sobre-a-marca/</guid>
<description><![CDATA[Pesquisa inédita realizada pelo iDig – Instituto Digital, revela que presença de uma empresa no Twit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pesquisa inédita realizada pelo <a href="http://www.idig-institutodigital.com.br" target="_blank">iDig – Instituto Digital</a>, revela que presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a marca nessa ferramenta. O trabalho foi realizado com o objetivo de entender o uso do Twitter pelo mercado corporativo. Nesse trabalho, realizado em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres, foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20 de setembro a 24 de outubro de 2009. </p>
<p>Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas que não têm Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período. </p>
<p>Segundo Claudio Torres, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas.</p>
<p>A pesquisa constatou que as empresas dos setores de telefonia e automotivo são as que mais apostam na presença no Twitter. Mas, quando se observam os setores com mais penetração o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog.</p>
<p>O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar. </p>
<p>Veja os principais dados da pesquisa:</p>
<blockquote><p>- Das 50 marcas analisadas, 42% têm perfil no Twitter</p>
<p>- Estas marcas têm em média 3.053 seguidores</p>
<p>- As marcas que têm perfil no Twitter correspondem a 74% das mensagens sobre marcas</p>
<p>- A presença no Twitter dobra a quantidade de mensagens sobre a marca</p>
<p>- As dez marcas mais citadas correspondem a 57% do total de mensagens sobre marcas</p>
<p>- Os setores com maior penetração no Twitter são telefonia, bebidas, automotivo e financeiro</p>
<p>- Em média, 11,2% das mensagens sobre marcas são retransmitidas pelos consumidores. O setor de cosméticos está significativamente acima desta média</p>
<p>Além disso, a pesquisa monitorou o volume total de mensagens postadas (Tuits) no Twitter no Brasil e constatou, no período analisado, que:</p>
<p>- A cada 600 mensagens (tuits), uma menciona uma das marcas analisadas</p>
<p>- A cada 33 segundos, há uma mensagem (tuit) mencionando uma das marca analisadas</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10 coisas que não devem ser compartilhadas em redes sociais]]></title>
<link>http://paulocsm.wordpress.com/2009/11/28/10-coisas-que-nao-devem-ser-compartilhadas-em-redes-sociais/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>PauloCSM</dc:creator>
<guid>http://paulocsm.wordpress.com/2009/11/28/10-coisas-que-nao-devem-ser-compartilhadas-em-redes-sociais/</guid>
<description><![CDATA[A menos que você esteja vivendo numa caverna em pleno ano 2009, você deve saber que sites de redes s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A menos que você esteja vivendo numa caverna em pleno ano 2009, você deve saber que sites de redes s]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redes sociais corporativas incentivam inovação]]></title>
<link>http://webcomunica.wordpress.com/2009/11/27/redes-sociais-corporativas-incentivam-inovacao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 20:38:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>webcomunica</dc:creator>
<guid>http://webcomunica.wordpress.com/2009/11/27/redes-sociais-corporativas-incentivam-inovacao/</guid>
<description><![CDATA[Uso das novidades típicas da Web 2.0 vai muito além de uma estratégia de marketing e pode ajudar na ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uso das novidades típicas da Web 2.0 vai muito além de uma estratégia de marketing e pode ajudar na construção do capital intelectual</p>
<p>Ao longo dos anos, as redes internas das empresas tornaram-se a principal forma pela qual os funcionários têm conhecimento sobre a empresa e sua rotina. Criadas e mantidas por um time de técnicos e engenheiros, naturalmente foi batizada de intranet. Mas, no mundo de Orkut, Twitter, Facebook e outros sites do tipo, teria cabimento manter tal denominação e arquitetura?</p>
<p>Para a fornecedora de soluções em software e serviços de Campinas (SP) Ci&#38;T, a intranet é coisa do passado. A empresa adotou redes sociais no lugar de plataformas tradicionais e não vê a possibilidade de recuar a decisão.</p>
<p>Já são 80 blogs e diversos wikis criados por funcionários. Alguns são públicos, outros contam com a participação de clientes e uns poucos são fechados e confidenciais. &#8220;Não é complicado gerenciar tudo isto, basta ter uma política para este fim e cultura de uso&#8221;, diz o diretor de inovação corporativa, Flavio Pimentel.</p>
<p>A decisão pela morte da intranet tem relação com o negócio da empresa. &#8220;Vivemos num setor que necessita de inovação constante e as redes sociais se mostraram mais dinâmicas para isso&#8221;, conta Pimentel. Para ele, o retorno da estratégia é quantificado na redução da troca de e-mails, aliada à disponibilidade do conhecimento. &#8220;O melhor de tudo é que isto passa a ser autogerenciável pela comunidade em pouco tempo&#8221;, enfatiza.</p>
<p>Embora os casos existentes não sejam muitos se comparados a essa adoção rápida pelo marketing, eles são exemplares. Um dos mais interessantes é feito pelo Banco do Brasil. A instituição possui dois wikis que funcionam como plataformas para criação de documentos baseados no conhecimento colaborativo dos funcionários.</p>
<p>Um deles é restrito aos gerentes e outro é de acesso democrático e está destinado à criação de textos sobre os produtos e serviços fornecidos pelo banco aos clientes. Os funcionários têm acesso ao sistema e podem criar ou editar os itens. O foco principal é facilitar a venda para o cliente. &#8220;É uma forma de evitar que o conhecimento fique parado em uma pessoa ou departamento&#8221;, explica o gerente da divisão de software livre e conhecimento colaborativo do BB, Ulisses Pena.</p>
<p>A intenção do banco é trabalhar mais plataformas desse tipo no futuro. O uso de blogs internos é estudado pela área de TI. Para Pena, a adoção dessa novidade é algo tranquilo do ponto de vista tecnológico. O problema maior é envolver todos numa cultura de trabalho com ferramentas sociais e foco na obtenção de valores agregados ao negócio.</p>
<p>Os donos do conhecimento</p>
<p>Essa aculturação é sentida nos próprios projetos de wikis. A adoção é lenta. Poucos funcionários criam termos na plataforma ou editam os textos. O banco ainda não tem números específicos sobre isso, mas a área de TI avalia que essa participação seja construída ao longo do uso e necessite de funcionários dispostos a &#8220;evangelizar&#8221; os demais.</p>
<p>O antropólogo e especialista em gestão de conhecimento corporativo e também sócio-fundador da Tree Branding, Ignacio García, explica que esse sintoma é conhecido por quem se aventurou nas ferramentas sociais. &#8220;O conhecimento não está no indivíduo e sim nas inter-relações&#8221;, diz. Por isto, o sucesso dos programas que envolvem este tipo de tecnologia tem muito mais de planejamento e de educação do que se aquisição e instalação de um suporte tecnológico.</p>
<p>O primeiro passo ideal ao se implantar uma política de capital social baseada na troca de conhecimentos por redes sociais corporativas é a identificação dos funcionários que são relevantes para todo o grupo. Aquelas que incentivam as redes de relacionamento. &#8220;A tecnologia serve para formalizar e explicitar uma possível rede informal que provavelmente já existe dentro da companhia&#8221;, comenta García.</p>
<p>Uma política de incentivo para quem mais participa também é essencial. O prêmio varia muito. Neste tipo de interação digital, o uso do reconhecimento oficial e da comunidade conta muito. Sites como o Digg e Orkut abusam do uso de estrelinhas que conferem um diploma de relevância à pessoa.</p>
<p>Às vezes, porém, isso basta, mas bônus em dinheiro, fornecimento de um curso especializado ou até um encontro com o presidente da empresa podem ser avaliados. &#8220;Vai depender de cada projeto, mas errar neste ponto pode parecer uma ofensa e quebrar o fluxo das interações&#8221;, comenta o antropólogo. Sem tais preocupações, a estratégia de redes sociais de uma empresa pode falhar de forma dramática e se tornar somente mais um canal para disseminação da mesmice.</p>
<p>Fonte: IT Web</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Municípios investem em redes sociais para aproximar cidadão do poder público]]></title>
<link>http://webcomunica.wordpress.com/2009/11/27/municipios-investem-em-redes-sociais-para-aproximar-cidadao-do-poder-publico/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:25:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>webcomunica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Colaboração e engajamento são atitudes inerentes aos usuários das redes sociais em um ambiente de we]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Colaboração e engajamento são atitudes inerentes aos usuários das redes sociais em um ambiente de web 2.0. O município de Adamantina (SP) aproveitou ferramentas como Orkut, Twitter, Blog e YouTube e já colhe frutos dessa relação com os cidadãos conectados. A comunidade no site de relacionamento da Secretaria de Cultura já contabiliza mais de 6 mil participantes, o que corresponde a 20% da população de 33 mil habitantes.</p>
<p>“O maior fruto é a relação instantânea com os nossos colaboradores e o retorno que recebemos é a população fazendo parte do cotidiano do poder público. É um universo gigantesco a ser explorado. No entanto, ainda precisamos facilitar o acesso aos nossos moradores”, conta o secretário Acácio Rocha, em uma palestra na Expo Brasil Desenvolvimento Local.</p>
<p>Segundo Cláudio Guarniere, gestor da Rede Célula de Inovação do Município (Cim), do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal, o diferencial não está na quantidade de usuários conquistados, mas na relação construída com eles. “Não é uma questão de mera mobilização. O cidadão vai contribuir para uma ação maior, porque ele vai estar engajando em algum movimento que ele acredita que trará benefícios para a comunidade. Além disso, nas redes sociais ele encontra uma relação de igual para igual com o poder público”.</p>
<p>Cerca de 75% das casas do município de Sud Mennucci (SP), com 8 mil habitantes, possuem internet banda larga sem fio. Entretanto, o prefeito Celso Franco vê dificuldades na inserção do município na web 2.0. “Fico incomodado porque meu município não tem uma rede social que possa abrir mais este canal com os moradores. Eu me encontro amarrado pela legislação para que não pareça propaganda política”.</p>
<p>O tema rede sociais foi tratado na Expo Brasil 2009, conferência sobre desenvolvimento local aberta na quarta-feira (25) em São Paulo e que prossegue até a sexta-feira (27).</p>
<p>Fonte: Agência Sebrae</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[As redes sociais e uma nova postura na comunicação]]></title>
<link>http://webcomunica.wordpress.com/2009/11/27/as-redes-sociais-e-uma-nova-postura-na-comunicacao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:50:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>webcomunica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há bem pouco tempo, as empresas estavam razoavelmente tranqüilas, sobretudo aquelas que sempre se va]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há bem pouco tempo, as empresas estavam razoavelmente tranqüilas, sobretudo aquelas que sempre se valeram do seu poder econômico para subjugar os adversários e mesmo para cooptar a mídia que, no Brasil, com raras exceções, costuma ser refém de interesses políticos e comerciais.</p>
<p> Na maioria das cidades brasileiras, a imprensa sempre esteve atrelada a alguns grupos, representantes tradicionais do poder político e econômico local (infelizmente, o caciquismo ainda não foi totalmente derrotado, muito pelo contrário). Nestas cidades, a impunidade, a falta de vigilância imperavam sem dó nem piedade. Particularmente no caso de emissoras de rádio e TV, o controle esteve e permanece em mãos destes grupos hegemônicos porque concessão do Estado, que sempre favoreceu os seus amigos e aliados.</p>
<p>Mas esta zona de conforto pouco a pouco vai se deteriorando, com a multiplicação de veículos jornalísticos e especialmente com a chegada da internet (o número de sites e portais cresceu vertiginosamente) e mais recentemente com a emergência do cidadão enquanto protagonista e produtor de conteúdos.</p>
<p>Os blogs, o twitter, as redes sociais em geral, viraram o mundo das organizações de cabeça para baixo e, parodiando o ditado, &#8220;nada ficou como antes no quartel de Abrantes&#8221;. A certeza do domínio, do controle sobre as informações, se perdeu, levando o desespero para empresários inescrupulosos ou incompetentes e seus gestores de comunicação.</p>
<p>Se era fácil no passado calar jornais, emissoras de rádio e TV, que cediam facilmente às pressões, particularmente a econômica, o mesmo não se pode dizer agora das redes sociais, dos grupos organizados que defendem causas específicas (ambientais, direitos humanos, relações democráticas no trabalho, direitos do consumidor etc). Logo, a coisa definitivamente &#8220;começou a pegar&#8221; para as organizações e elas, desacostumadas ao diálogo e ao relacionamento franco, têm posto literalmente os pés pelas mãos, muitas vezes mais perdidas do que cachorro que cai do caminhão em dia de mudança.</p>
<p>Esta falta de habilidade ou competência das organizações em lidar com a nova realidade tem a ver com uma série de circunstâncias. Em primeiro lugar, a cultura (e consequentemente o processo de gestão) da maioria das organizações, apesar do discurso em contrário, continua sendo avessa ao debate, à divergência , enxergando opiniões contrárias como afrontas que devem ser, quando possível, combatidas a ferro e fogo. Essa postura vale tanto para os públicos internos quanto externos e, notadamente os funcionários, sentem na pele (&#8220;manda quem pode, obedece quem tem juízo&#8221;, não é assim?) o autoritarismo de chefias e mesmo de profissionais de comunicação a seu serviço. Em segundo lugar, as organizações ainda não se deram conta (embora isso vá acontecer naturalmente com o desvendar desta nova realidade) de que o mundo ficou diferente e que será necessário, cada vez mais, rever os velhos conceitos. Já não dá para chamar a polícia para combater os grevistas, como as montadoras, por exemplo, faziam nos tempos da ditadura, não funciona mais o argumento da luta contra o comunismo para silenciar sindicalistas e profissionais de imprensa e muito menos é possível cooptar todos os adversários porque eles são cada vez mais numerosos (subjugá-los todos é economicamente inviável).</p>
<p>Em terceiro lugar, as redes sociais, a blogosfera, permitiram que vozes individuais se afirmassem e os cidadãos não dependem mais da mediação da imprensa para expressar suas opiniões, divergências e repúdio à postura de determinas empresas. Essa independência em relação à mídia estimulou o espírito crítico e, com o avanço da legislação que protege o consumidor, defende as minorias secularmente discriminadas, pune os crimes ambientais etc, as organizações já não podem apostar no velho e sereno &#8220;mar da tranqüilidade&#8221; em que viviam.</p>
<p>Finalmente, as novas tecnologias também propiciaram a formação de uma consciência coletiva, a mobilização de grupos descontentes, a divulgação rápida dos abusos cometidos contra mulheres, negros, crianças, pobres, consumidores e estabeleceu-se, quase num passe de mágica, uma solidariedade planetária que tem abraçado causas diversas e que ruidosamente impacta a imagem e a gestão das organizações que não andam fazendo direito a lição de casa.</p>
<p>Isso não quer dizer que corporações predadoras não continuem existindo, mas elas não têm conseguido agora, como sempre fizeram, permanecer escondidas e se sentem, quase sempre, desconfortáveis quando desnudadas diante das luzes dos holofotes da opinião pública.</p>
<p>A força e a pluralidade das redes sociais encorajam os debates, os confrontos, as divergências e as organizações que se empenhavam (e muitas vezes tinham sucesso) para impor as suas vozes e interesses agora se vêem literalmente em palpos de aranha, ou seja têm que negociar com os públicos de interesse (os &#8220;stakeholders&#8221;) continuamente, muitas vezes em desvantagem.</p>
<p>A unanimidade deixou de ser um ideal a perseguir porque inalcançável e a postura a ser adotada, na gestão dos negócios e na forma de se relacionar com os públicos, teve que ser revista.</p>
<p>As redes sociais exigem uma nova cultura de relacionamento que não se confunde com o controle, a censura, auto-censura, a obsessão pelo controle e subjugação das vozes contrárias. O negócio agora é interagir, dialogar, ouvir o outro lado, o que, convenhamos, para algumas organizações significa alto risco porque, ao longo do tempo, sempre optaram pelo caminho mais curto e nefasto do autoritarismo, da arrogância, da grandiloqüência na comunicação.</p>
<p>A comunicação nesses novos tempos exige novos atributos como a ética, a transparência, o profissionalismo e o compromisso com a liberdade de expressão, a pluralidade de opiniões. Ouvir mais e falar menos, este é o novo lema da comunicação moderna.</p>
<p>Temos que reconhecer que este novo modelo ainda é praticado por um número reduzido de organizações e será preciso não apenas mudar a cultura e a postura das organizações, mas investir fortemente na formação dos novos comunicadores, ainda presos a valores ultrapassados.</p>
<p>Nos cursos de comunicação, ainda se cultuam processos como &#8220;limpeza de imagem&#8221;, ainda se festeja o &#8220;marketing verde&#8221;, ainda se acredita na honestidade dos &#8220;cases de sucesso&#8221; que povoam a literatura e os eventos em Comunicação Empresarial. Ainda temos (são a maioria, infelizmente) gestores de comunicação interna que vêem os funcionários ( e o sindicato) como adversários, sempre dispostos a &#8220;detonarem&#8221; as organizações e que, por falta de competência ou insegurança, abrigam-se em salas refrigeradas em vez de circularem com desenvoltura pelo chão de fábrica.</p>
<p>A Comunicação Empresarial precisa visitar mais as obras de Paulo Freire, mas continua saudando alguns gurus de plantão e algumas agências/assessorias que apregoam e refinam velhos processos de manipulação, de cooptação e de hipocrisia empresarial.</p>
<p>A Comunicação Empresarial precisa quebrar barreiras e definitivamente comprometer-se com o debate, a divergência, o diálogo e, para tanto, precisamos de comunicadores mais corajosos, que se sintam incomodados em legitimar culturas autoritárias e propostas de comunicação transgênicas, hegemônicas, socialmente irresponsáveis.</p>
<p>O futuro não será generoso com as organizações que insistirem em preservar esta cultura dinossáurica, apoiada em hierarquias rígidas, em ameaças contra aqueles que delas divergem interna e externamente, e que abrem espaço para chefias sem liderança autêntica.</p>
<p>As redes sociais, os cidadãos, os comunicadores de cabeça erguida (não os pelegos que servem organizações predadoras) construirão um novo espaço de relacionamento, uma nova proposta para a gestão dos negócios e da comunicação.</p>
<p>Provavelmente, muitas organizações não poderão assistir a este novo momento porque terão ficado no meio do caminho. O futuro se constrói agora, a cada dia. Sem uma comunicação democrática, as empresas não irão a lugar algum. Você quer apostar?</p>
<p>* Wilson da Costa Bueno é jornalista, professor da UMESP e da USP, diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa. Editor de 4 sites temáticos e de 4 revistas digitais de comunicação.</p>
<p>Fonte: Portal Imprensa</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Guia (Muito) Básico do Facebook]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2009/11/27/guia-muito-basico-do-facebook/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:48:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como parece haver ainda muita gente que confunde as coisas, resolvi criar este simples guia do Faceb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como parece haver ainda muita gente que confunde as coisas, resolvi criar este simples guia do Facebook. Não se trata de estratégia ou de tácticas para promover um produto. Apenas e só as regras básicas de como se deve utilizar a plataforma.</p>
<p><strong>Perfis</strong> &#8211; para serem usados por indivíduos, não por marcas ou para promover produtos ou causas. Eu posso querer ser fã de uma marca, mas não vou ser &#8216;amigo&#8217; dela. Marcas, produtos e organizações têm locais específicos do Facebook para se promoverem;</p>
<p><strong>Grupos</strong> &#8211; devem ser <a href="http://www.facebook.com/apps/application.php?id=2361831622&#38;b" target="_blank">criados para discutir assuntos, interesses e gostos em comum</a>, não para servir como perfis de indivíduos ou para promover marcas. Se eu quiser criar um local no Facebook para discutir as obras de JRR Tolkien, a melhor opção é criar um grupo no qual outras pessoas podem participar. Inicialmente, era nos grupos que os fãs/clientes/detractores de uma marca ou produto se agregavam, mas como isso não era muito funcional o Facebook lançou:</p>
<p><strong>Páginas</strong> &#8211; para serem usadas por marcas, produtos e celebridades. Por celebridades entenda-se pessoas <strong>realmente </strong>famosas (se bem que o critério aqui é sempre algo subjectivo), e não alguém que tem um blog e não sei quantos followers no Twitter. Exemplo simples: <a href="http://www.facebook.com/brucespringsteen" target="_blank">Bruce Springsteen</a> tem uma página no Facebook; eu tenho um <a href="http://www.facebook.com/bruno.p.ribeiro" target="_blank">perfil</a>. Nada melhor do que ler o <a href="http://www.facebook.com/advertising/FacebookPagesProductGuide.pdf" target="_blank">guia das Páginas do Facebook</a> para perceber o objectivo das mesmas. Embora não haja uma directriz específica sobre o caso, as páginas também podem ser usadas por websites ou blogs.</p>
<p><strong>Causas</strong> &#8211; para quem quer promover uma Causa, como a recolha de donativos para instituições de caridade ou para instituições de luta contra o cancro, o Facebook tem uma &#8216;app&#8217; (o marketing da Apple a funcionar) que permite fazer precisamente isso como podem <a href="http://apps.facebook.com/causes/about" target="_blank">ver aqui</a> - isto não invalida que uma instituição envolvida na causa tenha uma página própria ou que sejam formados grupos para discutir o tema.</p>
<p>Simples, prático e a única coisa necessária para perceber é ler as indicações fornecidas pela equipa do Facebook. Ainda assim, não faltam exemplos de quem misture as coisas. Só para clarificar que isto não se trata de uma opinião ou gosto pessoal, mas simplesmente as instruções de utilização da plataforma do próprio Facebook.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Bacuri]]></title>
<link>http://propagandaquefoge.wordpress.com/2009/11/27/o-bacuri/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:12:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>propagandaquefoge</dc:creator>
<guid>http://propagandaquefoge.wordpress.com/2009/11/27/o-bacuri/</guid>
<description><![CDATA[Foi proposto em sala de aula uma atividade em que um plano de introdução do restaurante Bacuri no me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Foi proposto em sala de aula uma atividade em que um plano de introdução do restaurante Bacuri no meio digital deveria ser desenvolvido.</p>
<p>Localizado na Rua alagoas 900, Higenópolis, em frente à Faap, serve açaí na tigela, sucos de fruta fresca, saladas em porções generosas e sanduíches, em um ambiente agradável e despojado, com fachada envidraçada, com vista para rua.</p>
<p>Reparamos que o Bacuri não tem um site próprio, assim, na internet, é apenas divulgado por outros.</p>
<p>Logo a primeira coisa que fariamos na nossa extratégia para o meio digital seria a criação de um hotsite próprio para o restaurante, que é de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Uma empresa que não tem seu endereço na internet hoje em dia não está em lugar nenhum. Desenvolveriamos um site mais dinâmico em que o consumidor pudesse participar de alguma maneira, como por exemplo, mandando suas sujestões de receitas.</p>
<p>O próximo passo seria divulgar o Bacuri através de redes sociais como o Facebook, o Orkut e o Twitter, já que estas são redes muito utilizadas pelos frequentadores da região. Dentro das redes, poderiam ser criados perfis próprios da empresa além de comunidades em que os frequentadores pudessem se comunicar entre sí em com o restaurante.</p>
<p>Também poderiam ser oferecidos almoços na faixa para blogueiros influentes (como nós) na região para que eles possam opinar e divulgar sobre o Bacuri em seus blogs.</p>
<p>Acreditamos que a inserção deste restaurante no mundo digital aumentaria sua visibilidade, consequentemente despertaria o interesse de pessoas que não o conhecem.</p>
<p>Bacuri</p>
<p>Fone: 3825 – 9822</p>
<p>Texto por Rafael Halpern e Tuany Beiram</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blip Blip]]></title>
<link>http://propagandaquefoge.wordpress.com/2009/11/26/blip-blip/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 00:09:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>propagandaquefoge</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vou ter que admitir. Até pouco tempo eu só usava Jango (www.jango.com) para ouvir musicas na interne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vou ter que admitir. Até pouco tempo eu só usava Jango (<a href="http://www.jango.com">www.jango.com</a>) para ouvir musicas na internet. É como se fosse uma estação de radio onde você escolhe o tipo de musica que toca, contudo não pode escolher uma musica especifica pra tocar. O que você pode fazer é pular uma música, parar ela, escolher para ela tocar muito na sua estação ou nunca tocar de novo. Mas agora descobri um novo site. Blip (<a href="http://www.blip.fm">www.blip.fm</a>) é um site bem parecido com o Jango, mas com algumas características diferentes. No Blip você é DJ. Você é quem escolhe que musicas ouvir e quando não escolhe, você ouve as estações de pessoas com gosto musical parecido ao seu. Uma coisa bem legal deste site é a sua integração com redes sociais com Twitter. Ao criar o seu “perfil de DJ” eles pedem seu Username do Twitter e senha para que as pessoas que te seguem no twitter podem te seguir e ouvir suas musicas no Blip. Além disto quando você escolhe uma musica para tocar você pode promover ela escrevendo um texto que acabará aparecendo tanto no seu Perfil do Blip quanto no seu Twitter. De certo jeito você se torna  publicitário de si mesmo.  Eu pessoalmente gostei mais do Blip do que o Jango, mas isto depende de cada pessoa. Se alguém quiser me seguir no Blip você pode ir pra <a href="http://blip.fm/RafaelHalpern">http://blip.fm/RafaelHalpern</a> mas acho que não vou usar muito não. Afinal, tenho Itunes.  Para mais informações sobre Blip Veja o Blog deles: <a href="http://blog.blip.fm/">http://blog.blip.fm/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do Mundo Virtual Para o Mundo de Lego]]></title>
<link>http://sociedadeemrede.wordpress.com/2009/11/26/do-mundo-virtual-para-o-mundo-de-lego/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:46:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Moraes</dc:creator>
<guid>http://sociedadeemrede.wordpress.com/2009/11/26/do-mundo-virtual-para-o-mundo-de-lego/</guid>
<description><![CDATA[Você gosta do Youtube? Gosta de Matrix? Gosta de Lego? Então precisa ver essa cena clássica de Matri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font color="#0000a0" size="2" face="Tahoma">Você gosta do Youtube? G</font><font color="#0000a0" size="2" face="Tahoma">osta de Matrix? Gosta de Lego?</font></p>
<p><font color="#0000a0" size="2" face="Tahoma">Então precisa ver essa cena clássica de Matrix repaginada para o mundo plastificado de Lego. </font></p>
<p><font color="#0000a0" size="2" face="Tahoma">Atente-se para o sincronismo perfeito com a cena original.</font></p>
<div style="width:425px;display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;padding:0;" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:0878b9f3-c7b2-4499-b301-f67af5126f6e" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iDe4v318f64&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/iDe4v318f64&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
<div style="clear:both;font-size:.8em;">Neo desviando das balas. Tamb&#233;m em vers&#227;o HD no Youtube.</div>
</div>
</p>
<p>&#160;</p>
<p><font color="#800080" size="1" face="Tahoma">POR ANDRÉ MORAES (</font><a href="http://www.TWITTER.COM/AAFMORAES"><font color="#800080" size="1" face="Tahoma">WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES</font></a><font color="#800080" size="1" face="Tahoma">)</font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conecte-se!]]></title>
<link>http://amenidadesdocotidiano.wordpress.com/2009/11/29/conecte-se/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:54:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Illa Cristina Cyrino</dc:creator>
<guid>http://amenidadesdocotidiano.wordpress.com/2009/11/29/conecte-se/</guid>
<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que a gente só tinha o jornal de domingo para procurar emprego&#8230; Há alguns an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Foi-se o tempo em que a gente só tinha o jornal de domingo para procurar emprego&#8230;</p>
<p>Há alguns anos, já é possível saber a demanda do mercado, fazendo parte das redes sociais como: grupos de e-mails, blogs, sites de relacionamento e até mesmo, pelo <a href="http://twitter.com/">Twitter</a>!</p>
<p><a href="http://amenidadesdocotidiano.wordpress.com/files/2009/11/twitter-carreira-fashion.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-43" title="twitter - carreira fashion" src="http://amenidadesdocotidiano.wordpress.com/files/2009/11/twitter-carreira-fashion.jpg" alt="" width="470" height="295" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em>15% dos internautas <em>brasileiros usam</em> o <em>Twitter, e você?<!--more--><br />
</em></em></p>
<p>O ponto mais importante dessa revolução é a <strong>velocidade </strong>com que a informação circula entre candidatos e empresas. A maneira de indicarmos alguém para uma vaga, também. Hoje em dia, basta dar um &#8216;<em>RT</em>&#8216;, para que  milhares de pessoas vejam uma oportunidade e encaminhe seu currículo. Tudo virtualmente.</p>
<p>Assim também  ficou o <em>networking </em>- nome dado à rede de pessoas que conhecemos na nossa área de atuação.</p>
<p>Recentemente, o <a href="http://www.linkedin.com">LinkedIn</a> ganhou fama entre os brasileiros que não querem perder contato com amigos do mercado de trabalho e conhecer novas pessoas influentes que possam, quem sabe, oferecer uma grande e merecida proposta de trabalho!</p>
<p><a href="http://amenidadesdocotidiano.wordpress.com/files/2009/11/linkedin.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-44" title="linkedin" src="http://amenidadesdocotidiano.wordpress.com/files/2009/11/linkedin.png" alt="" width="475" height="274" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em>O LinkedIn é muito<span style="color:#000000;"> consultado por  profissionais RH para encontrar candidatos  que se encaixem no perfil da empresa</span></em></p>
<p>Nesse site é possível elaborar seu perfil profissional e divulgá-lo entre seus amigos. É tudo de graça e muito simples, basta preencher os formulários que a página oferecer como: escolaridade, empresa onde trabalha atualmente, projetos que desenvolveu&#8230;</p>
<p>Por aqui, nem o famoso &#8216;QI&#8217; fica de fora &#8211; há a opção &#8216;Seja Recomendado&#8217;, na qual se pode enviar o currículo a amigos para que <em>eles</em> façam que esse chegue na caixa de e-mail da pessoa responsável <em>naquela </em>empresa que você tanto quer trabalhar!</p>
<p>Se você não faz parte de nenhuma dessas redes ou não conhece algum dos termos citados, está na hora de se conectar!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
