<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>republica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/republica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "republica"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 06:08:25 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Ce am mai scris prin Republica Oltenia ]]></title>
<link>http://decapulmeu.wordpress.com/2009/11/27/ce-am-mai-scris-prin-republica-oltenia/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:08:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>decapulmeu</dc:creator>
<guid>http://decapulmeu.wordpress.com/2009/11/27/ce-am-mai-scris-prin-republica-oltenia/</guid>
<description><![CDATA[http://www.republicaoltenia.ro/articole.php?sectiune=1&amp;rubrica=5&amp;id=494&amp;title=Tatal-nost]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>http://www.republicaoltenia.ro/articole.php?sectiune=1&#38;rubrica=5&#38;id=494&#38;title=Tatal-nostru-care-inca-nu-esti-in-ceruri</p>
<p>http://www.republicaoltenia.ro/articole.php?sectiune=1&#38;rubrica=1&#38;id=499&#38;title=Aterizare-fortata-in-sala-de-baschet-a-Stelei-</p>
<p>http://www.republicaoltenia.ro/articole.php?sectiune=1&#38;rubrica=1&#38;id=495&#38;title=Mititelu-interpola-interlopi-si-in-cealalta-galerie-Plus-o-barfa-tot-cu-interlopi</p>
<p>http://www.republicaoltenia.ro/articole.php?sectiune=1&#38;rubrica=1&#38;id=500&#38;title=Proconsul:-Daca-apar-manifestari-nedorite-adresati-va-medicului-sau-farmacistului!</p>
<p>Rasfoieste ziarul!</p>
<p>http://www.republicaoltenia.ro/pdf/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[18 Brumário de Luis Bonaparte]]></title>
<link>http://blogdoherrero.wordpress.com/2009/11/27/18-brumario-dde-luis-bonaparte/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:38:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigoherrerolopes</dc:creator>
<guid>http://blogdoherrero.wordpress.com/2009/11/27/18-brumario-dde-luis-bonaparte/</guid>
<description><![CDATA[Mais um texto do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. A discussão ddesta semana girou e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um texto do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. A discussão ddesta semana girou em torno do &#8220;18 Brumário de Luis Bonaparte&#8221;, de Karl Marx.</p>
<p>Esta obra de Marx trata a respeito da conjuntura social, política e econômica da França no período em que Luis Bonaparte assume o controle do Estado por meio de uma eleição (1848) até a consecução de um golpe de Estado (1851) pelo próprio mandatário. Vários temas podem ser observados nesse livro e que são importantes dentro do contexto da obra do autor, tais como: teoria das lutas de classes, a revolução proletária, a doutrina do Estado e a ditadura do proletariado. Mas o objetivo da obra é analisar os fatores históricos e sociais que propiciaram a tomada do poder por Bonaparte de forma tal que seu modelo de Estado autoritário seja base de análise de outros Estados semelhantes nos dias de hoje.</p>
<p>A análise parte da revolução proletária e 1848 que foi frustrada e esmagada pelo exército, através de uma aliança burguesa com a aristocracia francesa. Mas, antes desse fim trágico, abordemos as condições de sua breve vitória, o “período de fevereiro”, que vai de 24 de fevereiro (quando da queda de Luís Felipe) até 4 de maio de 1848 (quando da instalação da Assembléia Constituinte): é a época que Marx chama de “prólogo da revolução”, onde todas as decisões tem caráter provisório, ocorrida após a fuga da monarquia e a condescendência do exército que não se opôs ao levante, tornando-se lógica a criação de uma República. E já que eram os proletários que conseguiram conquistá-la (apesar de terem iniciado com apoio da burguesia, que almejava tomar o poder do monarca e derrubar a aristocracia financeira), eles deram o nome de República social: “Indicava-se, assim, o conteúdo geral da revolução moderna, conteúdo esse que estava na mais singular contradição com tudo que, com o material disponível, com o grau de educação atingido pelas massas, dadas as circunstâncias e condições existentes, podia ser imediatamente realizado na prática<a href="#_ftn1">[1]</a>”.</p>
<p>No entanto, Marx revela que todos os grupos que fizeram parte da Revolução de Fevereiro tiveram seu quinhão no governo, provocando vozes diversas e contraditórias dentro de um processo que, a bem da verdade, não se sabia onde ia dar, principalmente porque os proletários não tinham em mente o que fazer com aquilo. Enquanto isso, os velhos grupos derrotados temporariamente estavam se agrupado para uma contra-ofensiva para por no chão os trabalhadores e retomar o poder, o que de fato ocorreu e desembocou no que o autor chama de segundo período, de 4 de maio de 1848 até o fim de maio de 1849, em que a República burguesa é constituída.</p>
<p>A vitória da burguesia – e o conseqüente massacre aos trabalhadores insurretos – teve entre seus aliados a aristocracia financeira, a burguesia industrial, a classe média, a pequena burguesia, o exército, o <em>lumpen-proletariado</em>, intelectuais de prestígio, o clero e a população rural – o que acabou por se congregar num partido único, o Partido da Ordem. O que indica, sob o ponto de vista dos trabalhadores: “sempre que uma das camadas sociais superiores entra em efervescência revolucionária o proletariado alia-se a ela e, conseqüentemente, participa de todas as derrotas sofridas pelos diversos partidos<a href="#_ftn2">[2]</a>”. Essa derrota proletária evidencia outro item, ainda mais importante, segundo Marx, de que “República burguesa significava o despotismo ilimitado de uma classe sobre as outras”. Ou seja, o central aqui é o tema da luta de classes no cerne da análise de Marx, não apenas de uma vitória de um grupo sobre o outro, mas de uma classe sobre a outra, sendo que o resultado desta disputa é que vai condicionar o tipo de governo, Estado, Constituição a serem elaborados, privilegiando a classe vencedora.</p>
<p>Esse justamente vem a ser o problema a seguir, pois, a partir da vitória das velhas forças da sociedade, a preocupação agora é criar uma Constituição, por meio de uma Assembléia Constituinte, que atenda aos interesses vários do Partido da Ordem, encabeçado pela burguesia, promulgando todas as liberdades para os “amigos da ordem”, sendo vedadas as liberdades “aos outros ou permitindo o seu gozo sob condições que não passam de armadilhas policiais, isto é feito sempre, apenas no interesse da ‘segurança pública’, segurança da burguesia, como prescreve a Constituição<a href="#_ftn3">[3]</a>”. O problema é que de um lado há os representantes eleitos por sufrágio universal para compor uma Assembléia Nacional “que desfruta da onipotência legislativa”, sendo que do outro está o presidente, Luis Bonaparte, com “todos os atributos do poder real, com autoridade para exonerar seus ministros independente da Assembléia Nacional”, com toda a verba disponível para realizar a governança sem a participação do Legislativo, evidenciando um problema sério na divisão de poderes da Constituição francesa à época, o que vai facilitar a realização do golpe de Estado pelo próprio Luis Bonaparte, em 1851. Isso porque, “enquanto a Constituição outorga poderes efetivos ao presidente, procura garantir para a Assembléia Nacional o poder moral<a href="#_ftn4">[4]</a>”, o que, em termos práticos não garante nada, além de poderes máximos ao mandatário.</p>
<p>Essa disputa pelo poder via Constituição vai desembocar, justamente, no Golpe de Estado de Luis Bonaparte, tornando o governo despótico da burguesia num despotismo único, do velho novo imperador Bonaparte, agora III. Isso porque houve um embate entre monarquistas e os republicanos burgueses a respeitos das leis orgânicas suplementares à Constituição, casos de lei do ensino, culto religioso, sendo importante, na visão dos monarquistas, que eles próprios elaborassem essas leis, evitando que os republicanos as escrevessem. Contribuiu também para o encurtamento da Assembléia Constituinte, a discussão sobre uma lei sobre responsabilidade do presidente da República, que estava sendo escrita na Assembléia, mas, antes desta ser colocada em prática, Bonaparte fez o conhecido golpe de 2 de dezembro de 1851, impedindo que ele fosse submetido também a regras constitucionais.</p>
<p>A tomada do poder definitivo por Luis Bonaparte encurrala os burgueses republicanos, que não tem mais saída, por viver sob o jugo de um déspota que, mesmo garantindo a aparência da Assembléia Nacional e a Constituição, impõe a força para fazer valer suas predileções e objetivos, como no caso da reeleição de seu mandato, impossível pela Constituição, mas que, com a votação na Assembléia se tornaria factível, mas sendo necessário o apoio dos burgueses para a confirmação desta mudança constitucional. Só que, caso se opusessem, impulsionariam Bonaparte a um novo golpe para permanecer no poder; caso legitimasse a eleição, se colocariam em má posição, acabando, pois, reféns do próprio golpe imposto aos proletários, anos antes, como bem destaca Marx: “No Parlamento a nação tornou lei a sua vontade geral, isto é, tornou sua vontade geral a lei da classe dominante. Renuncia, agora, ante o poder executivo, a toda vontade própria e submete-se aos ditames superiores de uma vontade estranha, curva-se diante da autoridade. (&#8230;) A França, portanto, parece ter escapado ao despotismo de uma classe apenas para cair sob o despotismo de um indivíduo e, o que é ainda pior, sob a autoridade de um indivíduo sem autoridade<a href="#_ftn5">[5]</a>”. Ou seja, o uso da classe trabalhadora pela burguesia proporcionou que alçasse espaço em um governo que não desejava o proletariado e que acabou por suplantá-lo através de um golpe, colocando-a, por sua vez, no cabresto de um governo despótico, revivendo os tempos da Monarquia, ou seja, um grande passo atrás, não só para os proletários, que se viram sozinhos após o massacre em 1848, mas principalmente para a burguesia, que apostou em uma aliança com os monarquistas e a aristocracia financeira, membros de um regime anterior que almejava revivê-lo e viram em Bonaparte o personagem para a concretização desse objetivo, derrubando os burgueses em um momento oportuno.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> Marx, Karl. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. São Paulo: Escriba, 1968. Página 23.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> Idem, p. 25.</p>
<p><a href="#_ftnref3">[3]</a> Idem, p. 31.</p>
<p><a href="#_ftnref4">[4]</a> Idem, p. 33.</p>
<p><a href="#_ftnref5">[5]</a> Idem, p. 129.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NUEVA SECCIÓN: MEMORIA HISTÓRICA EN LLAMAS-Hoy, PÍO MOA]]></title>
<link>http://laciudadenllamas.wordpress.com/2009/11/26/nueva-seccion-memoria-historica-en-llamas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:39:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>monolocus</dc:creator>
<guid>http://laciudadenllamas.wordpress.com/2009/11/26/nueva-seccion-memoria-historica-en-llamas/</guid>
<description><![CDATA[Llevo ya demasiado tiempo cortándome de enlazar artículos de Pío Moa, porque si empiezo, no acabo. S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Llevo ya demasiado tiempo cortándome de enlazar artículos de Pío Moa, porque si empiezo, no acabo. Sin embargo, tras la siniestra jornada de hoy, con el editorial conjunto de la prensa catalana en pleno, no espero más y declaro inaugurada la <strong>sección de memoria histórica.</strong></p>
<p>Empezamos a todo gas, con una batería de artículos de <strong>Pío Moa</strong>, que narran acontecimientos de hace ochenta años, pero <strong>que venimos reviviendo en clave contemporánea, especialmente desde la siniestra jornada del 14-M.</strong></p>
<p>No se trata de una declaración de intenciones, ni de panfletos, como he escuchado miles de veces antes de acercarme a sus sorprendentes artículos. Pío Moa ha dedicado, con rotundo éxito historiográfico, importantes esfuerzos a la tarea de desmontar todos los mitos que la izquierda ha desplegado.</p>
<p>No ha logrado asímismo calar en la población, ni en la élite intelectual, controlada por la izquierda. Para la progresía, Moa es el mismo demonio. Auténtico vade retro de la izquierda. Y a día de hoy, sin el visto bueno de la izquierda mediática, nada puede calar en la sociedad. <strong>El de Pío Moa es un ejercicio de memoria histórica sin filtros ideológicos.</strong> Moa disecciona el fenómeno y a sus actores con distancia de entomólogo, y el resultado es asombroso.</p>
<p>Sin embargo, sus libros se leen con comodidad y asombro. Comodidad, porque su estilo directo y organizado hacen difícil que se pierda el hilo. Además, y tristemente, el paralelismo clarísimo entre los hechos previos a la guerra civil y nuestros días, sólo facilita más la lectura de los hechos. De lo cual viene el asombro al detectar tal paralelismo.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Éste artículo sirve de introducción al trabajo del autor, que lleva años enfrascado en una <strong>rigurosa revisión</strong>, una <strong>relectura en perspectiva</strong>, incluso, de la guerra civil española, y sobre todo, de los años previos al conflicto. Pinche sobre el encabezado para acceder al artículo completo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.libertaddigital.com/opinion/pio-moa/los-origenes-de-la-guerra-civil-49289/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1661" title="origenes guerra civil" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/origenes-guerra-civil.jpg?w=300" alt="" width="300" height="66" /></a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">A continuación ofrezco una serie de artículos del autor, que dibujan los años previos al conflicto definitivo. Faltaría, para redondear la colección, el marco social que incluye en la introducción de su obra &#8220;El Derrumbe de la Segunda República y la Guerra Civil&#8221;, pero no contamos con transcripción alguna. Éste segundo texto es un artículo perteneciente a la publicación La Ilustración Liberal.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</strong></p>
<p style="text-align:center;">Éste es el primero de una serie de cinco, cuyo índice y enlaces se encuentra abajo, al final. Muy recomendables.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://www.libertaddigital.com/opinion/pio-moa/verano-de-1934-17695/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1663" title="verano 34" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/verano-34.jpg?w=300" alt="" width="300" height="167" /></a></strong></p>
<p style="text-align:center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.libertaddigital.com/ilustracion_liberal/articulo.php/698"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1677" title="alternancia" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/alternancia3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="133" /></a></p>
<p style="text-align:center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.libertaddigital.com/ilustracion_liberal/articulo.php/755"><img title="represion" src="../files/2009/11/represion.jpg?w=300" alt="" width="300" height="129" /></a></p>
<p style="text-align:center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align:center;">A continuación, varios capítulos de <strong>Los Orígenes de la Guerra Civil</strong>, disponible online en forma de artículos.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://revista.libertaddigital.com/la-evolucion-de-la-republica-y-del-frente-popular-1276204531.html"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1664" title="evolucion" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/evolucion.jpg?w=300" alt="" width="300" height="79" /></a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://revista.libertaddigital.com/1934-la-extrana-alianza-izquierdistapeneuvista-1276215540.html"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1665" title="pnv-izq" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/pnv-izq.jpg?w=300" alt="" width="300" height="114" /></a>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://revista.libertaddigital.com/capitulo-vii-el-psoe-camina-a-la-escision-i-382.html"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1667" title="psoe escisión" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/psoe-escision.jpg?w=300" alt="" width="300" height="80" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://revista.libertaddigital.com/capitulo-vii-el-psoe-camina-a-la-escision-ii-413.html"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1668" title="psoe 2" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/psoe-2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="88" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
</strong></p>
<p style="text-align:left;">Todos los actores importantes (la izquierda catalana, los nacionalismos vasco y catalán, el PC/PSOE, la Monarquía, la derecha, la Iglesia) están representados hoy día por personajes más o menos análogos a los actuales, y que se comportan con maneras muy parecidas.</p>
<p style="text-align:left;">Por tanto, los hechos, en muchas ocasiones, parecen calcados a los actuales, casan perfectamente con la evolución histórica más reciente de España, especialmente desde la llegada de Zapatero a la Moncloa, hace ya un larguísimo lustro. Por supuesto, las diferencias son evidentes, pero resaltan con claridad los hechos coincidentes con la actualidad.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/ventanilla-se-repite1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1680" title="ventanilla se repite" src="http://laciudadenllamas.wordpress.com/files/2009/11/ventanilla-se-repite1.jpg" alt="" width="512" height="384" /></a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunicado de prensa sobre la manifestación contra la privatizacion de la sanidad]]></title>
<link>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/26/comunicado-de-prensa-sobre-la-manifestacion-contra-la-privatizacion-de-la-sanidad/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:36:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sur Republicano</dc:creator>
<guid>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/26/comunicado-de-prensa-sobre-la-manifestacion-contra-la-privatizacion-de-la-sanidad/</guid>
<description><![CDATA[Más de 70 organizaciones sindicales, sociales, vecinales, de pacientes y políticas, hacen un llamami]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Más de 70 organizaciones sindicales, sociales, vecinales, de pacientes y políticas, hacen un llamamiento a participar mañana jueves, 26 de noviembre, en la manifestación contra la privatización y el deterioro de la sanidad que se efectuará de Cibeles a Sol a partir de las 19 horas, que convocan la Coordinadora Anti Privatización de la Sanidad (CAS Madrid), la Plataforma MATUSALEN y la Coordinadora de Trabajadores de la Sanidad Pública contra la Privatización.<!--more--></strong></p>
<p><strong>MANIFIESTO:</strong></p>
<p>Esperanza Aguirre no sólo continúa privatizando la sanidad madrileña, sino que lo hace con un modelo ya desechado en otros países por ser <strong>MÁS CARO</strong>, <strong>MENOS EFICIENTE </strong>y <strong>DISMINUIR LA CALIDAD DE LA ATENCIÓN.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Así, mientras los Gobiernos y Parlamentos de Gales y Escocia dan marcha atrás en los planes de privatización de su sanidad pública y el Gobierno de Quebec (Canadá) paraliza la construcción de mas hospitales con ese modelo, el PP madrileño sigue adelante -“sin oposición real por parte del PSOE”- con el objetivo de llegar al 2011 con la mayor parte de la red sanitaria pública en manos privadas:</p>
<ul>
<li>Nuevos Hospitales completamente privados en Torrejón, Carabanchel, Móstoles y Villalba.</li>
<li>Nuevo Laboratorio privado de Ribera Salud (que procesa las muestras de más de un millón de madrileños, a costa del cierre de laboratorios públicos).</li>
<li>La anunciada reforma y “jibarización” de los grandes hospitales públicos – La Paz, Gº Marañón, …- para su posible cesión posterior a empresas privadas.</li>
<li>Cesión de Áreas enteras y centros patrimonio de la Tesorería de la Seguridad Social (Pontones y Quintana) a multinacionales (Capio España-Fundación Jiménez Díaz).</li>
<li>El deterioro programado de las redes de Atención Primaria y Salud Mental.</li>
<li>Con la disculpa de la libre elección de médico establecerán un Área Única para crear un Mercado Sanitario que, en realidad, esconde un sistema de competencia entre centros sanitarios por el dinero público que suponen los pacientes rentables (los “no rentables” lógicamente no serán interesantes).</li>
</ul>
<p>A sabiendas de que el modelo es un fracaso y que supondrá un desastre para la salud de los madrileños (incrementos de morbilidad y mortalidad), el PP no duda en imponerlo con el único propósito de traspasar dinero público a manos privadas.</p>
<p>No podemos consentirlo. Solo la movilización continua puede paralizar la privatización y devolver a manos públicas lo ya privatizado.</p>
<p><strong>Por una sanidad verdaderamente pública, universal, gratuita y de calidad.</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ORGANIZACIONES  CONVOCANTES</span></strong>: AAVV Aires Nuevos (Getafe), AAVV Alto del Arenal-Vallecas, AAVV La Unión-Vallecas, AAVV Vientos del Pueblo-Getafe, Ateneo Republicano de Carabanchel,  <strong>Agrupación de Republicanos de la Zona Sur de Madrid</strong>, CAS Madrid (Plataforma Sindical de la EMT, Solidaridad Obrera, Confederación Nacional del Trabajo-CNT, Sindicato Asambleario de Sanidad), Colectivo de Jóvenes Comunistas, Club de Amigos de la UNESCO, Comisiones de Base-CoBas, Coordinadora en Defensa de los Servicios Públicos de Arganzuela, Coordinadora Sindical de Madrid, Coordinadora de Trabajadores de la Sanidad Pública, Corriente Roja, Iniciativa Comunista, Iniciativa Social de Parla, Izquierda Castellana, Izquierda Independiente de San Sebastián de los Reyes, Izquierda Unida-Meco, Jóvenes de IU-Madrid, Movimiento Ciudadano en Defensa de la Sanidad Pública de Rivas, Partido Comunista de España-PCE, Partido Comunista de los Pueblos de España-PCPE, Partido Comunista de España (marxista-leninista)-PCE (m-l), Plataforma Ciudadanos por la República, Plataforma por la Sanidad Pública de la Sierra del Guadarrama, Solidaridad para el Desarrollo y la Paz-SODEPAZ, Sindicato Único de Sanidad e Higiene-SHSH, Unión de Juventudes Comunista de España, Verdes-Grupo Verde</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">ORGANIZACIONES QUE APOYAN LA  CONVOCATORIA Y SUSCRIBEN EL MANIFIESTO ADJUNTO</span></strong>: APISCAM, Asociación Cultural Candela, Asociación Derecho a Morir Dignamente de Madrid, Asociación Internacional de Estudiantes de Medicina de la Universidad Autónoma (AIEME-UAM), Asociación Madrileña de Salud Mental, AVV Aluche, AVV Alto Extremadura, AVV Butarque, AVV  Carabanchel Alto, AVV  Daganzo, AVV La Elipa, AVV Majadahonda, AVV PAU Vallecas, AVV Quintana, AVV San Pascual, ATTAC-Madrid, Asociación Madrileña para el Síndrome de Prader-Willi (AMSPW), Asociación El Defensor del Paciente, Asociación Española Contra la Osteoporosis, Asociación de familiares de Personas con enfermedad mental (AFEM), Asociación Salud y Alternativas de Vida. Salud Mental Area 9, CAES, Casapueblos, Consejos Populares de Acción Ciudadana, Ecologistas en Acción, Falsa Democracia, Instituto de Ciencias Económicas y de la Autogestión-ICEA, Izquierda Anticapitalista, Izquierda Unida-CM, PCE-Alcalá de Henares, Partido Humanista, Plataforma en Defensa del Servicio y el Empleo Público, Plataforma en Defensa de la Sanidad Pública de Majadahonda, Plataforma de Trabajador@s de Correos, Sindicato de Trabajadores de la Enseñanza-STEM-STES, Sindicato de la Elevación, Unidad Cívica por la República</p>
<p>Madrid, 25 de  noviembre de 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MANIFESTACIÓN REPUBLICANA CONTRA LA CORRUPCIÓN]]></title>
<link>http://cosladarepublicana.wordpress.com/2009/11/25/manifestacion-republicana-contra-la-corrupcion-2/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:17:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>cosladarepublicana</dc:creator>
<guid>http://cosladarepublicana.wordpress.com/2009/11/25/manifestacion-republicana-contra-la-corrupcion-2/</guid>
<description><![CDATA[Domingo 29 de Noviembre 2009 a las 12.30 hrs metro “La Rambla” (Coslada) ¡CONTRA LA CORRUPCIÓN Y CON]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Domingo 29 de Noviembre 2009 a las 12.30 hrs metro “La Rambla” (Coslada) ¡CONTRA LA CORRUPCIÓN Y CON]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[República de Weimar 1918-1933 (II)]]></title>
<link>http://waldircardoso.wordpress.com/2009/11/25/republica-de-weimar-1918-1933-ii/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 03:05:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>waldircardoso</dc:creator>
<guid>http://waldircardoso.wordpress.com/2009/11/25/republica-de-weimar-1918-1933-ii/</guid>
<description><![CDATA[Restava agora o apelo ao Presidente Wilson, cujos 14 pontos que propunha, como forma de criar após a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Restava agora o apelo ao Presidente Wilson, cujos 14 pontos que propunha, como forma de criar após a guerra um estado de harmonia entre as nações, encorajava a esperança de que a Alemanha derrotada seria tratada com dignidade e compreensão.</p>
<p>A pretensão alemã não sensibilizou nem os aliados, nem ao próprio Wilson, que respondeu dizendo que competia aos aliados fixar os termos do armistício.</p>
<p>O corredor ficava mais estreito e mais escuro para os alemães. O flanco ficou ainda mais vulnerável quando o Império Austro-húngaro rendeu-se aos aliados, deixando a Alemanha sozinha para prosseguir a guerra.</p>
<p>O governo alemão agora não podia mais voltar atrás no seu pedido de armistício:<span id="_marker"> </span></p>
<p style="background:white;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Restava agora o apelo ao Presidente Wilson, cujos 14 pontos que propunha, como forma de criar após a guerra um estado de harmonia entre as nações, encorajava a esperança de que a Alemanha derrotada seria tratada com dignidade e compreensão. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">A pretensão alemã não sensibilizou nem os aliados, nem ao próprio Wilson, que respondeu dizendo que competia aos aliados fixar os termos do armistício.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;"></p>
<p style="background:white;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">O corredor ficava mais estreito e mais escuro para os alemães</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">. O flanco ficou ainda mais vulnerável quando o Império Austro-húngaro rendeu-se aos aliados, deixando a Alemanha sozinha para prosseguir a guerra. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">O governo alemão agora não podia mais voltar atrás no seu pedido de armistício:</span></p>
<p></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">(Continua): <a href="http://waldircardoso.wordpress.com/files/2009/11/republica-de-weimar-1918-1933-ii-nov-20092.doc">República de Weimar 1918-1933 (II) nov 2009</a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Fonte: Site Política para Políticos</span></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maltrato policial por ser republicanos]]></title>
<link>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/25/maltrato-policial-por-ser-republicanos/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:20:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sur Republicano</dc:creator>
<guid>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/25/maltrato-policial-por-ser-republicanos/</guid>
<description><![CDATA[Cinco militantes de la UJCE vieron  sus derechos negados por pegar carteles por la IIIª la República]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://surrepublicano.wordpress.com/files/2009/11/republicana.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2049" title="republicana" src="http://surrepublicano.wordpress.com/files/2009/11/republicana.jpg?w=199" alt="" width="199" height="300" /></a>Cinco militantes de la UJCE vieron  sus derechos negados por pegar carteles por la IIIª la República la pasada madrugada del domingo en el pueblo madrileño de Las Rozas</strong></p>
<p>Cinco miembros de la <strong>Unión de Juventudes Comunistas de España</strong> (<a href="http://www.jcmadrid.org/jc/">UJCE</a>), entre los que se encontraban dos menores, han visto como la policía vulneraba sus derechos más elementales.</p>
<p>La  madrugada del 22 de noviembre, los jóvenes se encontraban pegando carteles en favor de la manifestación del próximo día seis de diciembre por la III República y contra la constitución monárquica, en una zona pública destinada a ello, dónde se encontraban otros carteles que anunciaban conciertos y atracciones circenses.<!--more--></p>
<p>Los agentes de la policía, según expresa la <strong>UJCE</strong> en un comunicado, &#8220;<em>llevaron a los jóvenes a comisaría donde se les estuvo <strong>amenazando sobre las consecuencias de pegar carteles</strong> y con llamar a sus padres en el caso de los menores</em>&#8220;. Fueron liberados horas más tarde acompañados de sus padres, con la &#8220;<strong>promesa</strong>&#8221; de ser multados, no sin antes someter a los menores de edad a un interrogatorio coactivo en todas  sus formas sobre &#8220;que es, a que se dedica, donde están y cuántos son&#8221; la organización juvenil.</p>
<p>Este traslado se debió al contenido político y republicano de los carteles, a los que la policía se refirió, con una ignorancia supina de la legalidad que dicen defender y una estupidez rayana al absurdo, como &#8220;<strong>apología de la república</strong>&#8220;, &#8220;<strong>anticonstitucional</strong>&#8221; y &#8220;<strong>algo muy peligroso</strong>&#8220;. Aunque los jóvenes hubieran pegado los carteles en un lugar que no correspondiera, el hecho<em><strong> sólo sería motivo de sanción administrativa</strong></em>, lo que demuestra hasta que punto la policía se extralimitó en sus funciones.</p>
<p>Por otra parte, si la retención y traslado a comisaría de los jóvenes se debió a su adscripción republicana, constituye, no sólo una violación flagrante de sus derechos políticos y ciudadanos, sino un acto intencionado, intimidatorio  y represor de la policía más propio de otros tiempos, no tan lejanos.</p>
<p>Como en su momento se le recordó a <a href="http://www.kaosenlared.net/noticia/bono-contra-bandera-republicana-acto-homenaje-presos-represaliados-fra" target="_blank">Bono en el Congreso</a>, la bandera republicana, no sólo no es anticonstitucional (<em>según sentencia nº 1335/2003 de Tribunal Superior de Justicia &#8211; Madrid &#8211; Sala de lo Contencioso-Administrativo, de 15 de Diciembre 2003</em>), sino que es la única legitíma y en la que nos reconocemos  y por la que luchan miles de jóvenes y ciudadanos en todo el estado español.</p>
<p>Este no es el primer ataque policial contra los republicanos, a mediados de 2.006, dos jóvenes también militantes de la UJCE e IU <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2006/05/17/madrid/1147881086.html">fueron agredidos</a> y retenidos ilegalmente por ondear unas banderas republicanas durante la visita de los Príncipes de Asturias a Móstoles.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[eu só quero um puxadinho]]></title>
<link>http://larissaguerra.wordpress.com/2009/11/24/eu-so-quero-um-puxadinho/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:00:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Larissa Guerra</dc:creator>
<guid>http://larissaguerra.wordpress.com/2009/11/24/eu-so-quero-um-puxadinho/</guid>
<description><![CDATA[Para ler esta postagem,  primeiro preste atenção nesta bela canção: Se ao menos dinheiro sobrando eu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para ler esta postagem,  primeiro preste atenção nesta bela canção:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pl3vxEudif8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pl3vxEudif8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Se ao menos dinheiro sobrando eu tivesse, investiria em vários carnês do Baú da felicidade para ver se eu conseguiria ganhar uma casa no programa do Sílvio Santos. Atualmente, o ápice da minha ambição é possuir um puxadinho em que eu possa <span style="text-decoration:line-through;">ter uma árvore de natal</span> me espalhar em poucos metros quadrados sem precisar pensar que no começo da temporada de verão é mudança na certa.</p>
<p>Aprendi a ser mais desapegada com coisas materiais, afinal são duas mudanças por ano. Isso que ano passado foi bem mais, e em questão de um dia eu organizava tudo. E tudo para mim são livros, revistas, papeladas, roupas, um jogo de panelas, um jogo de pratos, um ventilador que papai me deu, uma batedeira que roubei de mamãe e a televisão que Gustavo ama mais que eu. Mas dá trabalho. Agora, toda vez que você sentar no seu confortável sofá, olhar para a sua mesa de centro enfeitada, a sua estante cheia de mimimis, você vai ter aquele insight a meu respeito. Porque, de tanto me mudar, eu nem consigo mais ter badulaques espalhados pela casa. Não tenho mais saco. No fim das contas, estou até aliviada pela morte de João Leno, o peixe, meses atrás. Levar um peixe para lá e para cá é demais para mim.</p>
<p>No final de semana estou de endereço novo &#8211; temporariamente. Saudades dos tempos de carnê da Casa Feliz. Custava só dez reais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[re:publica 2010 in Berlin - Meet the Bloggers!]]></title>
<link>http://wha-ever.com/2009/11/24/republica-2010-in-berlin-meet-the-bloggers/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:28:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>anmara</dc:creator>
<guid>http://wha-ever.com/2009/11/24/republica-2010-in-berlin-meet-the-bloggers/</guid>
<description><![CDATA[Yesterday the first tickets went on sales for the re:publica &#8211; and today almost 300 tickets ar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Yesterday the first tickets went on sales for the <a title="re:publica" href="http://re-publica.de/10/" target="_blank"><strong>re:publica</strong></a> &#8211; and today <strong>almost</strong> <strong>300 tickets are already sold</strong>! Which means people long for the annual blogger feast next springtime in Berlin from the <strong>14th to he 16th of April</strong> in the <strong><a title="Friedrichstadtpalast Wikipedia (German)" href="http://de.wikipedia.org/wiki/Friedrichstadtpalast" target="_blank">Friedrichsstadtpalast</a></strong>.<a href="http://anmara.wordpress.com/files/2009/11/republica10.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-836" title="republica10" src="http://anmara.wordpress.com/files/2009/11/republica10.jpg" border="none" alt="" width="200" height="113" /></a></p>
<p>It will be the <strong>4th time only</strong> that it takes place, yet the number of visitors has risen exponentially every year and the ticket sales of next year&#8217;s event show that this trend seems to continue.</p>
<p>Main organisers of the event are (again) <strong>Markus Beckedahl</strong> <a title="Twitter Netzpolitik" href="http://twitter.com/netzpolitik" target="_blank"><strong>@netzpolitik</strong></a> and <strong>Johnny Häussler</strong> <a title="Spreeblick on Twitter" href="http://twitter.com/spreeblick" target="_blank"><strong>@spreeblick</strong></a>. Markus&#8217;  <a title="Netzpolitik Blog" href="http://www.netzpolitik.org/" target="_blank"><strong>Blog</strong></a> about politics, current affairs and social media/ internet belongs  to the best known ones  in the German speaking blogosphere, and also Johnny&#8217;s blog <a title="Spreeblick Blog" href="http://www.spreeblick.com/" target="_blank"><strong>Spreeblick</strong></a> is one of the most linked and read in the German blogosphere.</p>
<p>You might have seen or met <strong>Johnny</strong> on the <a title="#140conf London" href="http://search.twitter.com/search?q=%23140conf" target="_blank"><strong>#140conf</strong></a> in <strong>London</strong> when trying to explain the flashmob-phenomenon during German elections &#8211; <strong><a title="iFranznation - Johnny at 140conf" href="http://ifranznation.de/2009/11/17/johnny-on-stage-und-alle-so-yeah/" target="_blank">see here</a></strong> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p><a href="http://wha-ever.com/2009/02/25/republica-2009-in-berlin/" target="_blank">Last</a> <a href="http://wha-ever.com/2009/04/05/republica-rickrolling-und-poken/" target="_blank">year</a> was the first time I attended the <strong><a title="re:publica 09" href="http://www.re-publica.de/09/" target="_blank">re:publica</a></strong> and despite some simply conference-typical things like WLAN-downtime it was an absolute great and greatly organised event. Anyone who&#8217;d like to take a glimpse should make his or her way to Berlin &#8211; should you get bored with too much German language on the conference then Berlin is worth a visit as well.</p>
<p>There were <strong>quite a lot of international visitors and speakers</strong> last yea<a href="http://anmara.wordpress.com/files/2009/11/thebobs1.gif"><img class="alignright size-full wp-image-837" title="thebobs" src="http://anmara.wordpress.com/files/2009/11/thebobs1.gif" border="none" alt="" width="100" height="43" /></a>r,<br />
though, and it <strong>might</strong><strong> be more in 2010</strong> since the re:publica will also host <strong><a title="The Bobs" href="http://www.thebobs.com/" target="_blank">The Bobs &#8211; the International Blog Awards</a></strong> run by <a title="Deutsche Welle" href="http://www.dw-world.de/" target="_blank"><strong>Deutsche Welle</strong></a>.</p>
<p>Looking forward to see the <a title="Program" href="http://re-publica.de/10/programm/" target="_blank"><strong>program</strong></a> and list of <strong><a title="Speaker" href="http://re-publica.de/10/speaker/" target="_blank">speakers</a></strong> grow over the next few months now.</p>
<p><strong><a title="TicketShop" href="http://de.amiando.com/republica2010.html?page=342204" target="_blank">Book your ticket</a></strong> and <strong>join in</strong> &#8211; the re:publica and Berlin are definitely worth a trip!</p>
<p>(BTW &#8211; one can follow the re:publica on Twitter at <a title="re:publica Twitter" href="http://twitter.com/republica" target="_blank"><strong>@republica</strong></a> or simply check the hashtag <a title="#rp10 on Twitter" href="http://search.twitter.com/search?q=%23rp10" target="_blank"><strong>#rp10</strong></a>)</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Update:</strong> <a title="re:publica 10 " href="http://re-publica.de/10/2009/11/25/republica-2010-record-breaking-advance-sales/" target="_blank">Early-Bird-Blogger-Tickets gone within 24hours</a> &#8211; didn&#8217;t I tell you <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[24th November 09 - Nepal’s Gadhimai blood-bath is beginning soon (ever hopeful) HAS BEGUN]]></title>
<link>http://karmadorje.wordpress.com/2009/11/24/24th-november-09-nepal%e2%80%99s-gadhimai-blood-bath-is-beginning-soon/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 05:55:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jacqueline</dc:creator>
<guid>http://karmadorje.wordpress.com/2009/11/24/24th-november-09-nepal%e2%80%99s-gadhimai-blood-bath-is-beginning-soon/</guid>
<description><![CDATA[I feel so sad at the moment.  Since I found out about the Gadhimai Festival haven’t really been able]]></description>
<content:encoded><![CDATA[I feel so sad at the moment.  Since I found out about the Gadhimai Festival haven’t really been able]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Ayuntamiento de Meco censura la presentación de un libro sobre la situación de la sanidad madrileña]]></title>
<link>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/24/el-ayuntamiento-de-meco-censura-la-presentacion-de-un-libro-sobre-la-situacion-de-la-sanidad-madrilena/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:51:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sur Republicano</dc:creator>
<guid>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/24/el-ayuntamiento-de-meco-censura-la-presentacion-de-un-libro-sobre-la-situacion-de-la-sanidad-madrilena/</guid>
<description><![CDATA[Las puertas de la Biblioteca Municipal de Meco albergarán esta tarde, a las seis y media, un acto in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Las puertas de la Biblioteca Municipal de Meco albergarán esta tarde, a las seis y media, un acto informativo sobre la situación de la sanidad madrileña organizado por Izquierda Unida de Meco. </strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>Según informaba el grupo municipal IU, el acto (que incluía la presentación del libro de la Coordinadora Anti-Privatización de la Sanidad de la Editorial <em>Traficantes de Sueños</em>) debía celebrarse dentro de la Biblioteca pero &#8220;ha sido censurado por el equipo de gobierno denegándonos el local PÚBLICO previamente concedido&#8221;. Por su parte, el Ayuntamiento ha alegado simplemente que han denegado el acto &#8220;porque IU ocultó información&#8221;.<!--more--></strong></span><span style="font-family:Verdana;color:#000080;font-size:x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">El acto público organizado por IU Meco para esta tarde no podrá ser como estaba previsto. Según anunciaba su convocatoria el acto informativo versará &#8220;sobre la situación de la sanidad madrileña y las agresiones privatizadoras que sufre desde el gobierno de la CAM&#8221; y contará con la presencia de Antonio Gómez de la Coordinadora contra la Privatización de la Sanidad y la Plataforma MATUSALEN, de la que IU Meco es integrante. Según argumentaban en su escrito &#8220;dada la grave situación de la Sanidad Pública en la CAM y la absoluta desinformación y manipulación que sufrimos los usuarios y trabajadores, hacemos un llamamiento a participar en estas y otras iniciativas en defensa de la sanidad 100% pública y de calidad&#8221;, como por ejemplo, la manifestación que se celebrará el próximo jueves día 26 de noviembre desde la Plaza de Cibeles en Madrid.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Previamente IU de Meco había pedido permiso al Ayuntamiento para celebrar dicho acto que incluiría la presentación de un libro sobre el tema. Pues bien, según relatan en un correo de Izquierda Unida, a un día de la celebración del evento, el equipo de gobierno municipal ha denegado la solicitud alegando que IU había ocultado información, al haber pedido permiso para la presentación de un libro y luego haber publicitado con carteles un acto de otro caracter. A continuación les mostramos el cartel de la discordia para que juzguen ustedes mismos quien tiene razón.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hospital de Arganda: ¡¡ Más de un mes con la agenda de ginecología cerrada !!]]></title>
<link>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/24/hospital-de-arganda-%c2%a1%c2%a1-mas-de-un-mes-con-la-agenda-de-ginecologia-cerrada/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:03:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sur Republicano</dc:creator>
<guid>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/24/hospital-de-arganda-%c2%a1%c2%a1-mas-de-un-mes-con-la-agenda-de-ginecologia-cerrada/</guid>
<description><![CDATA[Desde el pasado 20 de octubre, las pacientes que piden cita para el Servicio de Ginecología del Hosp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Desde el pasado 20 de octubre, las pacientes que piden cita para el Servicio de Ginecología del Hospital de Arganda desde cualquiera de los centros de salud de Rivas, Arganda, Villarejo de Salvanés, Perales de Tajuña, Morata y Campo Real se encuentran con la respuesta : “la agenda está cerrada”. <!--more--></strong></p>
<p>Esto es una muestra más del desastroso funcionamiento de dicho servicio, que en los casi dos años de apertura no ha dejado de ser noticia: desde la renuncia de toda la plantilla de ginecólog@s en el último trimestre de 2008 (debido a que no soportaban las condiciones laborales que repercutían negativamente en la atención a las pacientes), hasta las presiones ejercidas por el SERMAS entre ginecólog@s de otros centros para que “aceptasen” trasladarse temporalmente a Arganda hasta encontrar sustitutos a cambio del ofrecimiento de contratos más estables posteriormente en otro centro.</p>
<p>A fecha de hoy, en los centros de atención primaria citados <strong>tampoco es posible lograr una cita para Obstetricia en dicho hospital</strong>, comunicándose a las pacientes que si quieren ser vistas por dichos especialistas, deben de desplazarse directamente hasta Arganda para lograr la cita. ¿Era esta la sanidad más cercana que nos prometía machaconamente Esperanza Aguirre en las múltiples campañas publicitarias lanzadas –con dinero público- para la apertura de los nuevos hospitales de gestión privada?</p>
<p>En la misma línea, las consultas de ginecología de Rivas, que pasaron a depender del hospital de Arganda hace unos meses, han ido deteriorándose a partir de ese momento: rotación de ginecólog@s, cierre de las consultas de tarde durante el verano y, a partir de septiembre se ha suprimido dicha atención todos los lunes y viernes por la tarde. Es decir reducción de servicios y deterioro de la calidad asistencial .</p>
<p>Además de las especialidades citadas, <strong>también está cerrada la agenda para el Servicio de Digestivo</strong>, lo que está también limitando el derecho de los pacientes a lograr una cita con su especialista.</p>
<p>Hacemos un llamamiento a todos los pacientes de este u otros centros para que denuncien estas anomalías, pues “la negativa de cita a un paciente podría suponer denegación de asistencia”, ya que es un derecho de todo paciente el recibir cita con su especialista en el momento de solicitarla.</p>
<p>Madrid, 23 de noviembre de 2009<!--[if gte vml 1]&#62;                    &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--></p>
<p><a href="http://www.nodo50.org/sasmadrid/noticia.php?id=534" target="_blank">Enlace relacionado</a></p>
<p>Más <a href="http://surrepublicano.wordpress.com/?s=hospital+de+m%C3%B3stoles" target="_blank">noticias relacionadas</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Detención de 5 jóvenes por pegar carteles republicanos]]></title>
<link>http://grandolapeque.wordpress.com/2009/11/23/detencion-de-5-jovenes-por-pegar-carteles-republicanos/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:19:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grândola</dc:creator>
<guid>http://grandolapeque.wordpress.com/2009/11/23/detencion-de-5-jovenes-por-pegar-carteles-republicanos/</guid>
<description><![CDATA[Copio textualmente el comunicado de prensa que ha remitido la UJCE por la detención de 5  jóvenes la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Copio textualmente el comunicado de prensa que ha remitido la <a href="http://www.jcmadrid.org/jc/madrid/28-noticiascomunicados/714-detencion-de-5-jovenes-por-pegar-carteles-republicanos.html">UJCE</a> por la detención de 5  jóvenes la madrugada del sábado en Las Rozas (Madrid) La policía sólo les dejó salir, horas más tarde cuando fueron a buscarlos sus padres. Cabe destacaer el hecho de que para su detención alegaron que hacían &#8220;apología de la república&#8221;, &#8220;anticonstitucional&#8221; y &#8220;algo muy peligroso&#8221;. Entre los carteles que estaban pegando y que muestro más abajo estaba el de la Convocatoria a la Manifestación por la República del día 6 de Diciembre en Madrid.</p>
<p>Los carteles que estaban poniendo:</p>
<p><a href="http://grandolapeque.wordpress.com/files/2009/11/cartel6d-flaquita1.jpg"><img class="size-medium wp-image-183 alignleft" title="cartel6d-flaquita" src="http://grandolapeque.wordpress.com/files/2009/11/cartel6d-flaquita1.jpg?w=215" alt="" width="215" height="300" /></a><a href="http://grandolapeque.wordpress.com/files/2009/11/cartelrepublica.jpg"><img class="size-medium wp-image-184 alignleft" title="cartelrepublica" src="http://grandolapeque.wordpress.com/files/2009/11/cartelrepublica.jpg?w=300" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
<p>La Unión de Juventudes Comunistas de España quiere hacer público a los medios de comunicación y a la<br />
opinión pública que:<br />
 <br />
En la madrugada del domingo 22 de Noviembre, 5 de nuestros militantes de Las Rozas (2 de ellos menores de edad), que se encontraban pegando carteles en zonas habilitadas y de uso común para tal fin (en un puente, junto a carteles varios de circos y discotecas) fueron retenidos y llevados a dependencias policiales por la policía local. </p>
<p>Dicha retención y traslado, que en principio no se  iba a producir, pues se trataba de una sanción administrativa y la policía ya había recabado los datos pertinentes, se desencadeno, según el policía debido a que uno de los carteles [Ver Anexo 1] hacían &#8220;apología de la república&#8221; y que eso era &#8220;anticonstitucional&#8221; y &#8220;algo muy peligroso&#8221;.</p>
<p>Acto seguido los agentes llevaron a los jóvenes a comisaría donde se les estuvo amenazando sobre las consecuencias de pegar carteles y con llamar a sus padres en el caso de los menores. Finalmente fueron liberados horas más tarde acompañados de sus padres, con la &#8220;promesa&#8221; de ser multados, no sin antes someter a jóvenes menores de edad a un interrogatorio coactivo en sus formas sobre &#8220;que es, a que se dedica, donde estamos y cuántos somos&#8221; la UJCE.<br />
 <br />
Ante estos hechos de represión policial queremos declarar:<br />
 <br />
1º Nuestra más profunda condena ante la actuación de la policía de Las Rozas, la cual según parece, no tiene mejor actuación a realizar, que retener a 5 jóvenes militantes comunistas que, en lugar de hacer botellón o practicar alguna forma ocio consumista,  estaban haciendo difusión de ideas y valores políticos y ciudadanos. Parece ser que la difusión de carteles de empresas no está penalizada, pero la difusión de Ideas sí.<br />
 <br />
2º El hecho de que el detonante de la retención y amenazas haya sido el hecho de que los carteles sean republicanos y la catalogación de los mismos como algo &#8220;peligroso e inconstitucional&#8221; constituye, no solo una violación flagrante de los derechos políticos y ciudadanos de estos jóvenes, sino un acto de ignorancia supina, mas grave aun si cabe, cuando es expresada por un policía. La bandera republicana, no solo no es anticonstitucional según sentencia nº 1335/2003 de Tribunal Superior de Justicia &#8211; Madrid &#8211; Sala de lo Contencioso-Administrativo, de 15 de Diciembre 2003 [Ver Anexo 2], sino que a nuestro modo de ver, es la única legitima y en la que nos reconocemos, en la que soñamos y por la que luchamos miles de jóvenes en el estado español.</p>
<p>3º Esta nueva agresión, que entendemos que no es solo dirigida a la Juventud Comunista, sino a todo el movimiento republicano, se enmarca en un contexto constante y cada vez mayor de agresiones contra los movimientos políticos y sociales especialmente  en Madrid. Casos como el de estos 5 jóvenes compañeros, como el de Eduardo y Nayara [Ver Anexo 3] que fueron agredidos por policías nacionales cuando ondeaban una bandera republicana y otros son la prueba. Aun así, la Juventud Comunista declaramos que no dejaremos jamás de luchar por una 3ª República con Democracia participativa, por un modelo de estado verdaderamente democrático que venga a sustituir el actual modelo heredado directamente de la Dictadura.</p>
<p>ANEXO 2<br />
Ver sentencias en:<br />
http://tsj.vlex.es/vid/17987066<br />
http://disparandopandehigo.blogspot.com/2008/06/la-tricolor-es-legal-aunque-bono-no-le.html<br />
 <br />
ANEXO 3<br />
http://www.20minutos.es/noticia/120256/0/bandera/republicana/principes/<br />
http://www.lahaine.org/index.php?p=15436<br />
<a href="http://www.20minutos.es/noticia/126934/0/querella/bandera/republicana/">http://www.20minutos.es/noticia/126934/0/querella/bandera/republicana/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Investimento na Madeira]]></title>
<link>http://patriotafunchalense.wordpress.com/2009/11/23/o-investimento-na-madeira/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 09:07:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alquimista Real</dc:creator>
<guid>http://patriotafunchalense.wordpress.com/2009/11/23/o-investimento-na-madeira/</guid>
<description><![CDATA[Passados estes trinta e um anos de governação, vê-se que o investimento na infra-estruturação do arq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Passados estes trinta e um anos de governação, vê-se que o investimento na infra-estruturação do arquipélago fez-se no tempo certo.<br />
Porque era o possível.<br />
Porque a conjuntura presente, bem como as suas actuais perspectivas de evolução, confirmam que nem agora, nem tão cedo, haverá meios para concretizar o que, antes, na altura oportuna, se conseguiu erguer.<br />
Até ao final dos anos noventa, o Estrado central estava mais folgado, em termos de permitir negociar com as Regiões Autónomas, embora tais acordos nunca fáceis. Como nunca se verificou um confronto político tão extremado por parte do Governo central, semelhante ao de há quatro anos para cá.<br />
Durante essa década de noventa, eram apenas quatro os chamados “países da coesão”, na União Europeia. Depois, foi a adesão de mais outra dezena, todos eles necessitados de Fundos Europeus, pelo que, para cada um, passou a haver muito menos disponibilidades financeiras, do que antes as Regiões portuguesas haviam beneficiado.<br />
Ora, se nesses tempos não se tivesse construído as infra-estruturas de que a Madeira e o Porto Santo necessitavam quase a partir do zero e em todos os campos, obviamente que só um louco afirmaria que elas seriam possíveis agora, ou nos próximos anos.<br />
A obra do aeroporto, por exemplo, hoje seria possível?&#8230;<br />
É de uma ignorância ridícula conceber que o Povo Madeirense teria mudado as suas condições de vida, se não Lhe tivessem sido concretizados todos os meios físicos que, nos mais diversos domínios, são necessários para se viver social, económica e culturalmente melhor.<br />
Como, perante a evolução da situação mundial e portuguesa a que agora se assiste, é cabotino dizer que tais investimentos deviam ter sido adiados.<br />
Mais a mais que, no presente momento, a inserção da Madeira na República Portuguesa, bem como a situação a que chegou o Estado português, inclusive a política, exigem medidas que não dependem do Governo Regional.<br />
Se tivéssemos ido na “conversa” de “mais subsídios” para aqui, “borlas” acolá, mais uns euros para este e para aquele, mais despesa pública de mero consumo, não teríamos as disponibilidades, nem o aproveitamento dos Fundos Europeus, que permitiram a inadiável prioridade de modernizar o arquipélago, de construir o que era preciso fazer para criar novas, merecidas e justas condições de vida ao Povo Madeirense.<br />
Não cedemos à demagogia fácil e eleitoralista, a qual nos teria deixado tão mal como estávamos no início do período autonómico.<br />
A maioria da população entendeu tudo isto, como também, na minoria que fingiu não entendê-lo, o que lhes sobrevivia era um egoísmo consumista e imediatista, ou mesmo uma falta do sentido da necessidade de, nalguma coisa, abdicar em prol do Bem Comum.<br />
A boa Política é ter a visão do quando se deve e pode fazer, pensando e prevendo o evoluir dos tempos, bem como nas condições que se criam para as sucessivas gerações.<br />
O resto é medíocre. Uma falta de perspectivas grosseira.<br />
Como medíocres são aqueles que não querem reconhecer que as suas exigências ou propostas nesse passado recente, teriam comprometido irremediavelmente o que a Madeira é hoje, dada a impossibilidade conjuntural e dos tempos próximos, em construir o que então se fez.<br />
Para nem falar da mesquinhez daqueles que foram agindo politicamente, só pensando no horizonte partidário, mas pequenino, no que poderiam ganhar se hoje a Madeira continuasse atrasada.<br />
Não tem sido fácil.<br />
Houve que saber gerir e até dilatar o honrar dos compromissos assumidos nos Programas dos Governos Regionais, conforme os meios, nomeadamente quanto ao lançamento do programado e quanto às demoras na respectiva conclusão.<br />
Foi muita coisa.<br />
Houve que pagar o preço de dizer “não” ao que, pretendido por um sentido facilitista de alguns, não constava dos Programas dos Governos Regionais, sempre nas ocasiões próprias acertados com a população e com os Municípios. Excepções, só emergências ou necessidades gritantes.<br />
Há dívidas? É verdade, sim senhor.<br />
Mas qual o montante de grandes investimentos num relativamente curto espaço de tempo – trinta anos são tão pouco&#8230; – sejam esses grandes investimentos, públicos ou privados, que se fazem sem recurso a dívida?&#8230;<br />
Que “cérebro” da Economia os faz?&#8230;<br />
Como se passa do zero ou quase nada, ao em Justiça necessário, em prazos que os tempos agora demonstram que não podiam ser adiados?&#8230;<br />
E o Património – que é uma garantia financeira – de que o Povo Madeirense passou a dispor, incomensuravelmente muito maior e mais valioso?&#8230;<br />
E não vai a Região Autónoma continuar a arrecadar receita pelos tempos foram e muito mais receitas devido ao Desenvolvimento Integral conseguido, a par de uma evidente descida radical nas despesas de investimento face ao que está já feito?&#8230;<br />
A Política desenvolvida não podia ter sido outra, em termos de Direitos e necessidades do Povo, dado o ESTADO DE NECESSIDADE, até juridicamente indesmentível, em que o arquipélago se encontrava.<br />
Há dias, no Congresso Nacional dos Economistas, na presença da maior parte dos “craques” da Economia portuguesa e também dos muito bons Economistas que felizmente temos na Madeira, expliquei tudo isto, face ao caso concreto do arquipélago. Contestei mesmo aquela teoria orçamentalista – que recentemente tanta desgraça trouxe – que alega não se dever fazer as coisas, para que as futuras gerações não tenham de suportar dívida anterior.<br />
Opus que, em tal raciocínio, se cometia o erro político de perder oportunidades que não se repetem; opus que, por este raciocínio, muito do imprescindível ia sendo sempre adiado; opus que é justo uma determinada geração, arrojadamente, ter o Direito de beneficiar do que, mesmo em extremo, possa já estar ao seu alcance, e porque as mesmas estruturas serão também gozadas pelas gerações que se sucedem, estas deverem ajudar a pagá-las.<br />
Ao longo dos dias, ninguém o contestou. E estava ali representado do melhor que existe em todos os quadrantes políticos.<br />
A partir do final do mandato deste Governo Regional, com a Região Autónoma praticamente toda infra-estruturada quanto ao essencial, um novo ciclo da vida da Madeira vai se iniciar.<br />
Na prática, um novo ciclo exige ideias novas e novas gerações a dirigir.<br />
Há que saber aproveitar, o melhor possível e com iniciativas novas, o desenvolvimento estrutural que a Região Autónoma conseguiu nestes trinta anos, propiciando campo para mais ousadia criativa.<br />
Todos cientes de que continuará a haver sempre dificuldades &#8211; quais as Políticas que as não têm?&#8230; – sobretudo devido às contingências de insularidade, da Natureza, de debilidade económico-financeira permanente e de forte dependência do exterior, que inalteravelmente caracterizam o arquipélago.<br />
São caminhos novos que, se desencadeados, têm já suporte num quadro de Valores sociais-democratas que os alicerçam consolidadamente.<br />
Daí que, no interesse da população, tais Valores não devam ser postos em causa, mas aperfeiçoados conforme a evolução dos tempos.<br />
Tendo presente que a Madeira retrocederá, se mergulhar na hipertrofia estatizante, burocrática, subsidiarista e provada inepta, do socialismo, ou se for apoderada pela indisciplina liberal do capitalismo selvagem.<br />
E nem passa pela cabeça, qualquer tentação totalitária, anti-democrática, pelo comunismo ou pela extrema-direita.</p>
<p>Artigo de Opinião de :<strong> Alberto João Jardim </strong><em>in </em>JORNAL DA MADEIRA [2009-09-23]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Duas imagens valem mais que um milh&atilde;o de bravatas]]></title>
<link>http://materiasjuridicas.wordpress.com/2009/11/22/duas-imagens-valem-mais-que-um-milho-de-bravatas/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:40:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>materiasjuridicas</dc:creator>
<guid>http://materiasjuridicas.wordpress.com/2009/11/22/duas-imagens-valem-mais-que-um-milho-de-bravatas/</guid>
<description><![CDATA[Recebi o post abaixo do meu amigo Dr. Adonias, e serve de reflexão e comparação pelos detalhes de co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Recebi o post abaixo do meu amigo Dr. Adonias, e serve de reflexão e comparação pelos detalhes de co]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manifestación Republicana Unitaria para el 6 de Diciembre 2009]]></title>
<link>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/22/manifestacion-republicana-unitaria-para-el-6-de-diciembre-2009/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 14:15:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sur Republicano</dc:creator>
<guid>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/22/manifestacion-republicana-unitaria-para-el-6-de-diciembre-2009/</guid>
<description><![CDATA[La Coordinadora Republicana de Madrid, de la que forma parte nuestra Agrupación de Republicanos de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://www.ciudadanosporlarepublica.info/images/stories/carteles/republica/cartel061209.jpg"><img class="alignright" src="http://www.ciudadanosporlarepublica.info/images/stories/carteles/republica/cartel061209.jpg" alt="" width="216" height="301" /></a>La Coordinadora Republicana de Madrid, de la que forma parte nuestra Agrupación de Republicanos de la Zona Sur, junto a más de 30 Organizaciones del estado español convoca a la Manifestación Republicana Unitaria el día 6-12-2009 por la 3ª República y para decir No a la Constitución Monárquica</strong></p>
<p>¡Ante  la Crisis del Capital&#8230; Republica Popular! ¡A la calle, que ya es  hora!</p>
<p>Trabajadores y ciudadanos del Estado Español, La Constitución Monárquica del 78 que nos ENGAÑA , y lo hace ya desde el Artículo 1º, cuando afirma que defiende un &#8220;Estado Social y Democrático de Derecho&#8221;. <!--more-->Los Republicanos decimos bien alto, que eso es FALSO PORQUE&#8230; &#8230;Mientras, que de los casi 4.600.000 parados reales, es decir, el 20% de la población laboral, más de millón y medio no reciben absolutamente nada y cientos de miles son desahuciados por no poder pagar la casa&#8230; El gobierno ha entregado a banqueros y empresarios cientos de miles de millones de euros (varios billones de pesetas) Cuando las rentas del capital tributan 18% y las  del trabajo entre el 24 y el 43%&#8230; Las grandes fortunas lo hacen SOLO al  1%.</p>
<p>Porque las nuevas medidas fiscales del gobierno se basan en aumentar el IVA (un impuesto que pagan, tanto los parados como los Botines de turno)&#8230; Y eso perjudica principalmente a los trabajadores.</p>
<p>Mientras el Gasto Público en Sanidad y Educación es la mitad que el promedio de la UE y el Fraude Fiscal es de mas de 1.000 Millones de Euroos&#8230; El capital privatiza a pasos agigantados, la Sanidad y la Educación.</p>
<p>Es FALSO, porque, mientras la Iglesia Católica recibe, del dinero de todos, 3.800 millones de euros al año para la financiación de sus Universidades y Colegios concertados, el Coste del profesorado de religión en centros públicos y privados superan los 550 millones de euros y el Gobierno perdona a la Iglesia Católica 750 millones de Euros al año en Impuestosâ€¦ La enseñanza pública se degrada cada día más y más y esto sucede gracias al Concordato con la Santa Sede de 1953, renovado en 1979.</p>
<p>Porque el 41% de las pensiones están bajo el umbral de la pobreza&#8230; Y los banqueros se jubilan a los 55 años con tres millones de euros al año.</p>
<p>Cuando la policía detiene a inmigrantes sin papeles y los hacina en Cetros de Integración para Extranjeros en condiciones infrahumanas&#8230; Las 10 más grandes multinacionales españolas, lograron unos ingresos en 2008 de más de 310.000 millones de euros, sacados precisamente de los países de procedencia de nuestros inmigrantes.</p>
<p>Porque mientras que, el desembolso previsto por el Gobierno para los parados, se traduce en la vergüenza de los 420 euros desde el 1 de enero, con un desembolso de 1.300 millones de euros&#8230; El gasto militar, sólo en inversiones, será de 4.080 millones de euros en 2009.</p>
<p>¿Hasta cuando vamos a seguir CLAUDICANDO? ante una Constitución Monárquica, que amparándose en sus restrictivos valores de &#8220;Justicia e Igualdad&#8221;, propicia:</p>
<p>Que la situación económica se debilite por momentos, el poder adquisitivo de los ciudadanos empeore, la creación de empleo disminuya, miles de trabajadores pierdan sus puestos de trabajo y la siniestralidad laboral sea la mas alta de la UE.</p>
<p>Que la Juventud, se encuentre en un desamparo frente a la ausencia real de políticas que les permita avanzar hacia la emancipación familiar y el desarrollo profesional.</p>
<p>Que la mujer, continúe incansablemente  reclamando y luchado por la &#8220;igualdad real&#8221; con los hombres.</p>
<p>Que mientras decenas de miles de fusilados republicanos siguen en las cunetas, continúen sin anularse las sentencias de los tribunales fascistas, gracias a la inoperante Ley de la Memoria Histórica.</p>
<p>Que las cárceles estén llenas de pequeños delincuentes, y los grandes ladrones, banqueros, especuladores y gansters campen a sus anchas por bolsas, consejos de administración, desfiles y actos oficiales.</p>
<p>O que los grupos de extrema derecha, herederos genéticos y políticos de la Dictadura criminal, sigan actuando con total impunidad, ¿ Hasta cuando vamos a seguir AGUANTANDO? una Constitución Monárquica, que amparándose en su imperativo &#8220;Ordenamiento Jurídico&#8221;, tiene un Rey que: Lo es por designación de Franco, que juró defender los Principios del Movimiento Nacional fascista y que por ello no ha jurado la Constitución.</p>
<p>Un rey que cuando volvió del exilio, donde la República mandó a su familia,llegó sin patrimonio alguno y hoy está entre las 20 primeras fortunas de Europa, al que nadie controla sus ingresos y que no paga impuestos por ellos.</p>
<p>Un rey al que estos &#8220;pequeños detalles&#8221; no le impiden que sea el Jefe Supremo de un Ejército, cuyos componentes &#8211; al igual que los de los altos tribunales, la policía, la guardia civil y las altas esferas de las administraciones &#8211; no han sufrido depuración alguna, a pesar de haber sido el sostén de la Dictadura durante 40 años.</p>
<p>¿Hasta cuando vamos a seguir SOSTENIENDO una  Constitución Monárquica, que amparándose en su peculiar modo de entender  el</p>
<p>&#8220;Pluralismo Político&#8221;: Niega el Derecho de Autodeterminación de los Pueblos y designa al ejército como garante de la unidad de la patria.</p>
<p>Impide cualquier representación política a la izquierda abertzale y a las decenas de miles de personas a las que representa, que cierra periódicos y radios y encarcela a cientos de vascos y vascas por su actividad política, encausados por tribunales especiales como la Audiencia Nacional, heredera del fascista Tribunal de Orden Público, todo bajo una dictatorial Ley de Partidos, que coarta la libertad de expresión como en los años fascistas de los 70.</p>
<p>Propicia un auténtico Estado de excepción en Euskal Herria en el que se practica, según denuncian la ONU y Amnistía Internacional, la tortura de forma generalizada. Un Estado de excepción, en el que por ejemplo, un joven puede ser condenado a 16 años de cárcel por quemar un cajero, continuando en ella desde hace ya mas de seis, mientras el general Rodríguez Galindo, jefe del GAL y condenado a 71 años de cárcel por los asesinatos de Lasa y Zabala, sólo cumplió cuatro y ahora sus memorias, son superventas en las librerías.</p>
<p>Las Organizaciones Republicanas que convocamos esta Manifestación del 6 de Diciembre, estamos convencidas de que todos estos atropellos se sustentan en una estructura de poder político, económico, militar, policial, judicial y mediático que mantiene sus pilares intactos desde la Dictadura y que encabeza el rey.</p>
<p>Pese a los lavados de cara de las instituciones con los que intentan engañarnos, cada día es más evidente, que los pueblos no tenemos poder alguno y que en momentos de crisis, cuando los grandes poderes económicos siguen exhibiendo beneficios y reciben dinero público a manos llenas, aprovechan para exprimir a la clase obrera y sectores populares todavía más y más.</p>
<p>Si seguimos contemplando pasivamente lo que nos sucede y esperando una imposible salvación individual, llegaremos a condiciones laborales de semiesclavitud, con la sanidad y la educación para quien la pueda pagar y con una represión y coartación de nuestras libertades, sin freno.</p>
<p>Las Organizaciones Republicanas de la COORDINADORA REPUBLICANA DE MADRID luchamos por una salida democrática y popular a la crisis económica, por una alternativa no capitalista y afirmamos que SÍ HAY SALIDA A LA CRISIS, siempre que se produce un más justo reparto del trabajo y la riqueza.</p>
<p>Y os decimos que ya es hora de que todas y  todos hagamos nuestro aquel: &#8220;A LA CALLE QUE YA ES HORA&#8221;&#8230; Para  exigir:</p>
<p>· Protección social plena y de empleo para todas y todos los  parados.<br />
· Reforma fiscal, para que paguen más los que más  tienen.<br />
· Nacionalización de la Banca y de los sectores estratégicos de  la economía.<br />
· Creación de empleo público de calidad. Viviendas para  todos.<br />
· Ayudas y moratorias a parados y rentas bajas.<br />
· Educación  y sanidad públicas y de calidad. No a la financiación de la sanidad<br />
privada  con dinero público.<br />
· Eliminación del Concordato con la Santa Sede. Plena  separación Iglesia/Estado.<br />
· Salida de la OTAN, desmantelamiento de las  bases y regreso de las tropas en el<br />
exterior.<br />
· Amnistía para los  presos políticos.</p>
<p><strong>¡FRENTE A LA CRISIS DEL CAPITAL&#8230; REPÚBLICA  POPULAR!<br />
¡POR EL DERECHO DE AUTODETERMINACIÓN DE LOS PUEBLOS!<br />
¡POR  LA DEROGACIÓN DE LA LEY DE PARTIDOS!<br />
¡POR UN ESTADO LAICO!<br />
¡NO A  LA CONSTITUCION MONARQUICA DEL 78!<br />
¡POR LA III  REPUBLICA!</strong></p>
<p>COORDINADORA REPUBLICANA DE  MADRID Diciembre de 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los 40 años de Juan Carlos como rey de España]]></title>
<link>http://noticieroalternativo.com/2009/11/21/los-40-anos-de-juan-carlos-como-rey-de-espana/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 02:10:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticieroalternativo</dc:creator>
<guid>http://noticieroalternativo.com/2009/11/21/los-40-anos-de-juan-carlos-como-rey-de-espana/</guid>
<description><![CDATA[Juan Carlos de Borbón escucha un discurso de Francisco Franco en el Palacio de El Pardo en 1975 El 2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 319px"><img src="http://www2.noticiasdegipuzkoa.com/ediciones/2009/07/22/politica/espana-mundo/fotos/8308100.jpg" alt="" width="309" height="217" /><p class="wp-caption-text">Juan Carlos de Borbón escucha un discurso de Francisco Franco en el Palacio de El Pardo en 1975</p></div>
<p style="text-align:justify;">El 22 de julio de hace 40 años Juan Carlos de Borbón fue nombrado príncipe de España y sucesor en la jefatura del Estado. Pero seguramente no es un hecho que el rey quiera precisamente recordar. Porque su nombramiento fue decidido por el entonces dictador Francisco Franco. Así, por designación del dictador, Juan Carlos I, de rodillas sobre un cojín de terciopelo guinda, juró su investidura con uniforme de capitán de infantería y llevando el Toisón de Oro y la Gran Cruz de la Orden de Carlos III. Juró “<strong><em>en nombre de Dios y sobre los Santos Evangelios, lealtad al jefe del Estado y fidelidad a los principios del Movimiento Nacional y demás leyes fundamentales del reino</em></strong>”. El Movimiento Nacional era el brazo político de la dictadura.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more-->Juan Carlos de Borbón fue proclamado príncipe de España y sucesor a título de rey en la jefatura del Estado. Dos días después, por decreto, fue ascendido a general de brigada de los Ejércitos de Tierra y Aire, y contraalmirante de la Armada, atribuyéndosele los honores de capitán general. A partir de entonces ocupó en todos los actos oficiales el puesto inmediato al del jefe del Estado, que era Franco. La Ley de Sucesión, publicada el 23 de julio de 1969, establecía que “al producirse la vacante en la jefatura del Estado, se instaurará la corona en la persona del príncipe don Juan Carlos de Borbón y Borbón”.</p>
<p style="text-align:justify;">ERROR DE CÁLCULO</p>
<p style="text-align:justify;">De esta forma Juan Carlos I consiguió que los Borbones volvieran al trono pese a que ello le costó un disgusto familiar con su padre, Juan de Borbón, legítimo sucesor de Alfonso XIII (depuesto en 1931), a quien el dictador odiaba. Franco prefirió a Juan Carlos, a quien conocía bien pues incluso había hecho que de niño viviese en el Palacio de El Pardo, residencia de los Franco.</p>
<p style="text-align:justify;">El dictador pensó que de esta forma se perpetuaría el franquismo después de su muerte. Así lo afirmó en las cortes el día de la proclamación, donde indicó que Juan Carlos había dado “claras muestras de lealtad a los principios e instituciones del régimen”. Por si quedaban dudas, en su juramento el entonces príncipe llegó a decir que aceptaba el nombramiento por una “legitimidad” emanada del 18 de julio de 1936. Una fecha marcada a fuego en el calendario de las efemérides españolas porque ese día Franco cometió el golpe de Estado que le llevaría a gobernar España con mano de hierro.</p>
<p style="text-align:justify;">Se iniciaba así un periplo que continuaría con la proclamación de Juan Carlos de Borbón como rey de España y jefe del Estado, a la muerte del dictador, el 22 de noviembre de 1975.</p>
<p style="text-align:justify;">La forma como llegó al trono y el contexto histórico y político de aquellos años no permitían presagiar un camino de rosas para el nuevo jefe del Estado. Así, el monarca fue calificado rápido como “Juan Carlos el Breve”, en la creencia de que su reinado sería efímero. Cuarenta años después Juan Carlos I encabeza una monarquía considerada austera y correcta, más allá de los debates sobre la legitimidad de su designación.</p>
<p style="text-align:justify;">Y es que Juan Carlos de Borbón, lejos de lo que esperaba Franco, hizo todo lo posible por erradicar los remanentes de la dictadura. En estas cuatro décadas ha tratado que quede en un segundo plano el hecho de haber sido designado por el dictador que mantuvo en un puño a España durante cuatro décadas. Y lo ha logrado mediante acciones determinantes a favor de la transición y de la consolidación democráticas.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo indica que no lo ha hecho mal. Si se pregunta a los españoles hoy por hoy, seguramente la mayoría dirá que el rey tiene mucho más a favor que en contra por sus actos. De allí que a una buena parte de los españoles les guste decir que son juancarlistas más que monárquicos o republicanos.</p>
<p style="text-align:justify;">PUNTO DE INFLEXIÓN</p>
<p style="text-align:justify;">¿En qué momento los españoles dejan de pensar en Juan Carlos de Borbón como un jefe del Estado designado por el dictador Franco? En este punto hay coincidencia en todos los flancos. El rey se ganó el respeto y el cariño de su gente el 23 de febrero de 1981. Ese día un grupo de militares y guardias civiles, descontentos porque perdían los privilegios exorbitantes que disfrutaron durante la dictadura, secuestraron el Congreso, con sus parlamentarios dentro. La asonada no prosperó porque a las pocas horas del intento de golpe de Estado el rey Juan Carlos, en su calidad de comandante en jefe de las Fuerzas Armadas, emitió por Televisión Española un mensaje que obligaba a los golpistas a retractarse. Y así lo hicieron.</p>
<p style="text-align:justify;">Esos momentos fueron cruciales porque España vivía el período que sería recordado como la Transición, el paso de la dictadura a la democracia sin que se derramara una gota de sangre. Y el rey fue una figura clave en este proceso.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy lo que prevalece en el imaginario colectivo, con las lógicas excepciones a la regla, es que Juan Carlos I lidera una monarquía considerada austera y carismática dentro y fuera del país.</p>
<p style="text-align:justify;">En estos cuarenta años España ha pasado de ser un país con grandes déficits de desarrollo a convertirse en la octava economía mundial por producto bruto interno. Un país sobre el que quienes visitan después de décadas afirman que ha pegado un vuelco espectacular en su salto a la modernidad y a la democracia. El rey hizo mucho por ello aunque solo sea por haber evitado entrar en escena como un monarca continuista del franquismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Franco nombró a Juan Carlos I. Pero el monarca se ha encargado de difuminar esa sombra con las luces de su reinado.</p>
<p style="text-align:justify;">OTRA COSA ES EL PRÍNCIPE FELIPE</p>
<p style="text-align:justify;">Monárquicos o republicanos, conservadores o progresistas, la mayor parte de españoles se declara juancarlistas. Otra cosa es lo que piensan de Felipe de Borbón y Grecia, el príncipe de Asturias, el sucesor a la corona. Así como al rey se le reconoce su entrega incluso eligiendo por esposa a una mujer preparada desde niña para ser reina, doña Sofía, hija de los reyes Pablo y Federica de Grecia, al príncipe Felipe se le achaca pensar antes en sí mismo que en la responsabilidad que tiene encomendada.</p>
<p style="text-align:justify;">Es verdad que en estos días se recuerda que Juan Carlos I fue designado por Franco. Pero sobre todo los medios de comunicación y las tertulias, cada vez que se tiene que hablar de la corona, no dejan de señalar que la elección de Letizia como esposa por parte de Felipe no encaja con el modelo de entrega y responsabilidad que se espera del futuro rey y jefe del Estado. Y es que no se olvida que Letizia era una mujer divorciada y carente de conocimiento de las esferas monárquicas y de la élite mundial cuando fue elegida por el príncipe. Una crítica que, cómo no, lanzan principalmente los monárquicos más rancios del reino.</p>
<p style="text-align:justify;">Así como pocos dudan de que la monarquía juancarlista es sólida, pocos creen que la monarquía felipista —si llega a tener lugar— sea duradera. El tiempo tiene la palabra.</p>
<p style="text-align:justify;">Fuente: El Comercio.com Perú</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[20-N: manifestaciones antifascistas en todo el estado]]></title>
<link>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/21/20-n-manifestaciones-antifascistas-en-todo-el-estado/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 21:45:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sur Republicano</dc:creator>
<guid>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/21/20-n-manifestaciones-antifascistas-en-todo-el-estado/</guid>
<description><![CDATA[Madrid 20.15: Ha terminado la manifestación, después de la lectura del comunicado. La Haine entrevis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://surrepublicano.wordpress.com/files/2009/11/mani20nmadrid.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2032" title="mani20nmadrid" src="http://surrepublicano.wordpress.com/files/2009/11/mani20nmadrid.jpg?w=300" alt="" width="300" height="201" /></a>Madrid 20.15: Ha terminado la manifestación, después de la lectura del comunicado. La Haine entrevista al portavoz de la Coordinadora Antifascista de Madrid, que nos dice: &#8220;Valoramos muy positivamente la manifestación, ha sido bastante numerosa, con un recorrido muy combativo, los asistentes han estado a la altura de las circunstancias pese a las presiones de la delegación de Gobierno que no nos ha permitido el recorrido tradicional de Cibeles a Puerta del Sol, en definitiva creemos que ha sido triunfo. Aunque no tenemos cifras exactas, calculamos que han asistido en torno a 4.000 personas.&#8221;<!--more--></p>
<p>También nos comenta que &#8220;Nosotros apostamos por un trabajo unitario y creemos que ese es el camino. Consideramos que en el ámbito del movimiento antifascista de Madrid es necesario incluir todo tipo de expresiones. Somos anarquistas, somos castellanistas, somos republicanos, somos antifascistas, pero cabemos todos. Como dice el comunicado de la manifestación, no debemos convertir nuestras diferencias en un obstáculo, al contrario, debemos convertirlas en una suma de fuerzas. Es legítimo caminar separados pero es fundamental golpear juntos. Nuestro enemigo común es el fascismo y el capitalismo&#8221;.</p>
<p><strong>León:</strong> En la manifestación del 20N 2009 han participado unas 100 personas. Este año hubo poca presencia policial. Diversos colectivos se han sumado al acto antifascista, entre ellos grupos estudiantiles de la ciudad y otros como Corriente Roja. La marcha fue organizada por la Coordinadora Antifascita de León, que pese al mal tiempo valoran para La Haine que el resultado de la movilización &#8220;es positivo, porque bastante gente ha salido hoy a la calle&#8221;. En la pancarta principal se podía leer la consigna unitaria &#8220;Frente a la crisis capitalista, su arma: la represión y el fascismo; la nuestra: unidad y organización&#8221;.<br />
<strong><br />
Castellón:</strong> Unas 200 personas se han manifestado contra el fascismo en una marcha que ha dado comienzo a las 19.30h, convocados por BAF Castellón. Se han coreado lemas como &#8220;La Plana será la tumba del fascismo&#8221;, &#8220;No es un delito ser antifascista&#8221;, &#8220;Carlos, hermanos, nosotros no olvidamos&#8221; y &#8220;El fascismo avanza si no se le combate&#8221;.</p>
<p><strong>Burgos:</strong> Unas 200 personas han salido a la calle este sábado a la manifestación organizada por la Coordinadora Antifascista de Burgos. La marcha ha sido colorida con presencia de banderas comunistas, anarquistas y pendones castellanos. También había una pancarta con la cara de Carlos y dos pancartas principales, una delante y otra detrás. En la de delante se podía leer &#8220;La lucha es el único camino&#8221; y en la de atrás &#8220;Tú lo sostienes, tú lo puedes derribar&#8221;. La presencia policial no fue excesiva este año.</p>
<p><strong>Zaragoza:</strong> Unas 500 personas han participado en la manifestación antifascista del 20N 2009. Se ha visto la presencia animosa de bastantes asociaciones de vecinos, como por ejemplo la AAVV de la Madalena, ACTUR y de AAVV de Torreo. La presencia represiva fue importante, había unas 10 furgonas detrás y delante, además de agentes en las calles adyacentes.<br />
Se ha recordado combativamente a Carlos y a los asesinados por el fascismo. También ha habido a la misma hora de la tarde una manifestación fascista del Movimiento Social Republicano, que apenas alcanzó a reunir unos 50 elementos. Un grupo de antifascistas ha intentado acercarse pero han sido disueltos por la policías, que como siempre defiende a los fascistas, sin producirse detenciones.<br />
<strong><br />
Santander:</strong> Unas 200 personas han marchado desde Cuatru Caminos hasta Correos, este año hay nueva trayectoria, normalmente la marcha era hasta el Ayuntamiento donde estaba la estatua del dictador Franco, pero tras su retirada la marcha llega hasta Correos, que es un recorrido más largo. Ahora mismo se está leyendo el comunicado. La pancarta principal pone &#8220;Fascismo impune, Estado culpable&#8221;, que es el lema de las Jornada de este Noviembre Antifascista, más el logo de la Coordinadora Antifascista de Cantabria.<br />
La gente ha coreado incesantemente consignas como &#8220;Carlos hermano nosotros no olvidamos&#8221;, &#8220;Cantabria obrera, fascistas fuera&#8221;, &#8220;Ser antifascista no es un delito&#8221;, &#8220;Fascismo impune, estado culpable&#8221;. Este año hay mas presencia policial que otros, una lechera detrás, otra delante y varios antidisturbios alrededor, aunque en actitud no amenazante. Se ha insistido en los cánticos en solidaridad con el antifascista asesinado Carlos y contra los montajes policiales en Euskal Herria y en el resto del Estado español. También se ha gritado &#8220;Ilegalizar Democracia Nacional&#8221; porque hace un mes abrieron un local en Camargo, cerca de Santander.<br />
<strong><br />
Madrid 20.15:</strong> Ha terminado la manifestación, después de la lectura del comunicado. La Haine entrevista al portavoz de la Coordinadora Antifascista de Madrid, que nos dice: &#8220;Valoramos muy positivamente la manifestación, ha sido bastante numerosa, con un recorrido muy combativo, los asistentes han estado a la altura de las circunstancias pese a las presiones de la delegación de Gobierno que no nos ha permitido el recorrido tradicional de Cibeles a Puerta del Sol, en definitiva creemos que ha sido triunfo. Aunque no tenemos cifras exactas, calculamos que han asistido en torno a 4.000 personas.&#8221;</p>
<p>También nos comenta que &#8220;Nosotros apostamos por un trabajo unitario y creemos que ese es el camino. Consideramos que en el ámbito del movimiento antifascista de Madrid es necesario incluir todo tipo de expresiones. Somos anarquistas, somos castellanistas, somos republicanos, somos antifascistas, pero cabemos todos. Como dice el comunicado de la manifestación, no debemos convertir nuestras diferencias en un obstáculo, al contrario, debemos convertirlas en una suma de fuerzas. Es legítimo caminar separados pero es fundamental golpear juntos. Nuestro enemigo común es el fascismo y el capitalismo&#8221;.</p>
<p><strong>Ciudad Real</strong></p>
<p>La manifestación partió desde la Pza. San Francisco a las 21:15h. con casi un centenar de personas, realizando diversas paradas, concretamente, frente a la Subdelegación del Gobierno (sita en Pza. Cervantes) y en la Plaza Mayor para finalizar en la Plaza de la Constitución. La manifestación, precedida por la pancarta &#8220;Contra la crisis capitalista y fascista, unidad y lucha&#8221;, ha transcurrido sin ninguna incidencia reseñable y con una importante presencia policial. Se han coreado diversas consignas tanto contra el capital como en recuerdo de lxs compañerxs presxs y caídxs en la lucha. Una vez alcanzado el lugar de finalización, Pza. de Constitución se ha procedido a leer el comunicado y, posteriormente, se ha guardado un minuto de silencio por todxs lxs compañerxs caídxs en la lucha. A las 22:10h. se ha desconvocado la manifestación.</p>
<p><strong>Cuenca</strong></p>
<p>Cerca de medio centenar de personas se han reunido en Cuenca bajo el lema “Frente a la crisis capitalista, su arma: fascismo y represión; la nuestra: unidad y organización”. Convocada por la Asamblea Autónoma de Cuenca, y con la colaboración de juventudes comunistas, la manifestación ha comenzado sobre las 19.30h desde la Plaza San Esteban. El acto se realizó sin problemas y bajo mínima presencia policial. De entre los lemas principales cabe destacar: “combate el fascismo”, y “unidad antifascista”. Los organizadores han declarado que &#8220;en la unidad y la organización está la respuesta hacia el estado opresor&#8221;.</p>
<p><strong>Granada</strong></p>
<p>La manifestación &#8220;Por un 20-N en Granada Anticapitalista, Autónomo y Sin Partidos&#8221; ha terminado una hora después de su inicio. A la mitad del trayecto se han empezado<br />
a formar barricadas; el alto número de &#8220;secretas&#8221; y antidisturbios (la manifestación no estaba legalizada) se ha concretado, al paso por la catedral, en enfrentamientos, disturbios y cargas policiales que han supuesto numerosos heridos y es posible que haya habido detenciones.</p>
<p><strong>Málaga</strong></p>
<p>La manifestación antifascista concluyó frente a la catedral de Málaga, que ha reunido a unos 200 participantes. Toda la ruta se realizó sin incidentes, se recorrió plaza de la Merced, calle Granada, calle Larios, plaza de la Constitución, plaza de la Marina. Al llegar a la catedral los activistas se encontraron con la cruz custodiada por los antidisturbios. Los fascistas de Fuerza Nueva hicieron antes una ofrenda floral en ese mismo lugar, y &#8220;seguramente los represores no querían que se pisotearan las flores&#8221;, según declara una antifascista a La Haine. La pancarta principal pone &#8220;Frente a la crisis capitalista unidad y organización antifascista&#8221;, también se desplegaron otra sobre la represión en Málaga y otra sobre Carlos Palomino.</p>
<p><strong>Segovia</strong></p>
<p>A pesar de la alta presencia policial, no han ocurrido altercados en esta manifestación convocada por la Coordinadora Antifascista de Segovia y en la que han participado cerca de un centenar de personas. De entre los manifestantes, destaca la presencia de muchos jóvenes que se han unido hoy para protestar contra el Fascismo con gritos unánimes como el de “Ni un paso atrás”. Se lee en la pancarta principal “Segovia en lucha: Fascismo nunca más”. Desde la Coordinadora nos expresan que la motivación principal para realizar un acto como este es que, &#8220;a pesar de que se quiera hacer ver lo contrario, seguimos viviendo en un sistema dictatorial que supone una continuación del fascismo vivido durante la dictadura de Francisco Franco&#8221;.</p>
<p><strong>Sevilla</strong></p>
<p>Unas 80 personas se concentraban al inicio de la manifestación frente al arco de la Macarena, con intención de ir callejeando hacia la plaza del Duque. Se ha desplegado una pancarta con el lema unitario: &#8220;Frente a la crisis capitalista, su arma: la represión y el fascismo; la nuestra: UNIDAD Y ORGANIZACIÓN&#8221;. Se han cantado consignas antifascistas como &#8220;Ninguna agresión sin respuesta&#8221;.</p>
<p>Mientras la manifestación callejeaba dirigiéndose hacia la plaza del Duque, final previsto, repartiendo panfletos y gritando consignas, 12 antidisturbios se plantaron a un metro cortando el paso. Cuando se intentó discutir con ellos dijeron que no se podía hacer la manifestación, pero la gente se podía quedar en el arco de la Macarena. Ante la pretensión represiva de ordenar lo que los activistas debían hacer, estos recogieron la pancarta e intentaron bajar a plaza Nueva (la del ayuntamiento) callejeando en varios grupos para despistar a la policía, cosa que inicialmente se logró. Al llegar a plaza Nueva se reunieron y arreciaron las consignas, pero en 5 minutos aparecieron 3 furgones y vehículos de policía municipal, que rodearon a la gente e identificaron a varios activistas de mala manera.</p>
<p>Ante la imposibilidad de continuar con el acto antifascista, la gente se dispersó. Un activista ha comentado a La Haine que &#8220;no se pudo leer el comunicado ni terminar la manifestación, la policía estuvo pisándonos los talones todo el tiempo, un acoso increíble&#8221;.</p>
<p><strong>Trasancos (Galiza)</strong></p>
<p>NÓS-UP realiza varios sabotajes simultáneamente a símbolos fascistas. Entre otras acciones en Ferrol ha sido pintada la “Cruz dos caídos” de la Praça de Amboage. <a href="http://www.lahaine.org/index.php?p=41526">Leer noticia completa</a>.</p>
<p><strong>Valladolid </strong></p>
<p>Una tensa manifestación ha aglutinado a unas 250 personas. En ella la policía ha mantenido una actitud intimidatoria,incluso a amenazado a algún compañero con detenerle. El recorrido se ha realizado con bastante animación y sin incidentes salvo en la Plaza de la Universidad, donde dio comienzo la manifestación, pues se encontraban reunidos unos fascistas a la salida de La Catedral, que estuvieron celebrando una misa en su interior, y buscaron la provocación con los manifestantes.Como de costumbre, la policía se puso de lado de los fascistas y se produjeron momentos de tensión.</p>
<p>La pancarta principal portaba el lema: &#8220;La juventud lucha contra el fascismo&#8221;. También se desplegó un estandarte recordando a Iván, el último compañero asesinado por el fascismo en Rusia. Al finalizar la manifestación se ha leído el comunicado elaborado para la ocasión y se ha recordado el próximo acto convocado para el 25 de Noviembre contra la violencia machista.</p>
<p><strong>Sevilla 22.30:</strong> Mientras la manifestación callejeaba dirigiéndose hacvia la plaza del Duque, repartiendo panfletos y gritando consignas, 12 antidisturbios se plantaron a un metro cortando el paso. Cuando se intentó discutir con ellos dijeron que no se podía hacer la manifestación, pero la gente se podía quedar en el arco de la Macarena. Ante la pretensión de ordenar lo que los activistas debían hacer, estos recogieron la pancarta e intentaron bajar a plaza Nueva (la del ayuntamiento) callejeando en varios grupos para despistar a la policía, cosa que incialmente se logró. Al llegar a plaza Nueva se reunieron y arreciaron las consignas, pero en 5 minutos aparecieron 3 lecheras y vehículos de policía municipal, que rodearon a la gente e identificaron a varios activistas de mala manera. Ante la imposibilidad de continuar con el acto antifascista, la gente se dispersó. Un activista comenta a La Haine que &#8220;no se pudo leer el comunicado ni terminar la manifestación, la policia estuvo pisándonos los talones todo el tiempo, un acoso increible&#8221;.</p>
<hr size="2" /><strong>Ciudad Real 22.00: </strong>Unas 100 personas se concentraron en la plaza de san Francisco, desde donde arrancó la manifestación que transcurrió sin incidentes. Finalizo en la plaza Cervantes, siendo acompañada por mucha policía que por suerte no provocó ningún percance. La única pancarta desplegada ponía &#8220;Contra la crisis capitalista y fascista unidad y lucha&#8221;. Al finalizar se leyó el comunicado, recordando la charla que la Asociación de Víctimas del Terrorismo Fascista, con la presencia de Mavi, madre de Carlos Palomino, dará mañana a las 18.30. Luego se desconvocó el acto.</p>
<p>&#160;</p>
<hr size="2" /><strong>Valladolid 21.15:</strong> Acaba de terminar una tensa manifestación en donde la policía ha mantenido una actitud intimidatoria. El recorrido se ha realizado con bastante animación y sin incidentes salvo cuando la manifestación, que aglutinó a 250 personas, se encontraba a la altura de la plaza de La Antigua, en donde estaban reunidos los fascistas a la salida de la Iglesia y buscaron la provocación con los manifestantes. La pancarta principal portaba el lema: &#8220;La juventud lucha contra el fascismo&#8221;. También se desplegó un estandarte recordando a Iván, el último compañero asesinado por el fascismo en Rusia. Al finalizar la manifestación se ha leído el comunicado elaborado para la ocasión y se ha recordado el próximo acto convocado para el 25 de Noviembre contra la violencia machista.</p>
<p>&#160;</p>
<hr size="2" /><strong>Segovia. 21.00h:</strong> Hay aproximadamente 100 personas circulando por la calle Real. A pesar de que hay bastante presencia policial, no han ocurrido altercados en esta manifestación convocada por la Coordinadora Antifascista de Segovia. De entre los manifestantes, destaca la presencia de muchos jóvenes que se han unido hoy para protestar contra el Fascismo con gritos unánimes como el de “Ni un paso atrás”. Se lee en la pancarta principal “Segovia en lucha: Fascismo nunca más”. Desde la Coordinadora nos expresan que la motivación principal para realizar un acto como este es que, a pesar de que se quiera hacer ver lo contrario, seguimos viviendo en un sistema dictatorial que supone una continuación del fascismo vivido durante la dictadura de Francisco Franco.</p>
<p>&#160;</p>
<hr size="2" /><strong>Barcelona 21.00: Se termina la manifestación sin incidentes</strong></p>
<p>&#160;</p>
<hr size="2" /><strong><em>20 de Noviembre</em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Barcelona</strong></p>
<p>21.00h: Se termina la manifestación sin incidentes.</p>
<p>A las 20.45h, los manifestantes se encuentran ya en la calle de la librería fascista. Los Mossos han cortado la calle y hay 7 lecheras a unos metros de los manifestantes. No hay incidentes con la policía debido en parte a que existe una separación entre manifestantes y agentes.</p>
<p>20.30h:La manifestación ha comenzado en la Plaza Vila de Gràcia con aproximadamente 100 personas. En estos momentos la cifra va aumentando, ya que cada vez se une más gente al acto, y ya son más de 200 personas las que circulan por la calle Gran de Gràcia con rumbo a la Librería Europa. No hay presencia policial por esta calle, pero se tiene constancia de que hay varios furgones de Mossos en la zona de la librería. Además, nos han comunicado que esta tarde estos han estado cacheando e identificando a varias personas en distintas bocas del metro, entre ellas, en Diagonal y Fontana.</p>
<p>La pancarta principal “20 N: Contra la impunitat feixista. Fora la llibrería Europa” sintetiza claramente el motivo de la manifestación, convocada por la Plataforma Antifeixista de Europa. Uno de los miembros de la Plataforma nos ha explicado que se pide una vez más el cierre inmediato de la librería, aprovechando estas jornadas antifascistas celebradas en todo el estado. Pese a que ya se ha pedido muchas veces, la Generalitat y los órganos de Gobierno no proceden al cierre del establecimiento, motivo por el cual se protesta contra la total impunidad con la que actúa el fascimo.</p>
<hr size="2" /><strong>Málaga</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>20.45: Está terminando frente a la catedral de Málaga la manifestación antifascista, que ha reunido a unos 200 participantes, ahora se está leyendo el comunicado. Toda la ruta se realizó sin incidentes, se recorrió plaza de la Merced, calle Granada, calle Larios, plaza de la Constitución, plaza de la Marina. Al llegar a la catedral los activistas se encontraron con la cruz custodiada por los antidisturbios. Los fascistas de Fuerza Nueva hicieron antes una ofrenda floral en ese mismo lugar, y seguramente los represores no querían que se pisotearan las flores. La pancarta principal pone &#8220;Frente a la crisis capitalista unidad y organización antifascista&#8221;, también se desplegaron otra sobre la represión en Málaga y otra sobre Carlos Palomino.</p>
<hr size="2" /><strong>Sevilla</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>20.00: En este momento hay ya unas 80 personas concentradas frente al arco de la Macarena, la manifestación está a punto de comenzar, van a ir callejeando hacia la plaza del Duque. Se ha desplegado la pancarta con el lema unitario: &#8220;Frente a la crisis capitalista, su arma: la represión y el fascismo; la nuestra: UNIDAD Y ORGANIZACIÓN&#8221;. Se han cantado consignas antifascistas como &#8220;Ningnuna agresión sin respuesta&#8221;. Hay 3 lecheras policiales, pero los represores están en actitud tranquila.</p>
<hr size="2" /><strong><em>19 de Noviembre</em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>GRANADA</strong></p>
<p>Algo más de doscientas personas convocadas por Jaleo!!!, JCA, CJC, IA y PCE-ML se dieron cita ayer 19 de Noviembre para manifestarse contra el fascismo y su desarrollo durante estos tiempos de crisis. El lema &#8220;Fascismo y Racismo, Herramientas de Capitalismo&#8221; fue el elegido para la pancarta principal. A pesar de que la manifestación había sido convocada con la idea de una alternativa antifascista seria y no vandálica, la presencia policial fue desmesurada, con notoria malaeducación por parte de los agentes a la hora de identificar a algunos manifestantes.</p>
<p>El cortejo de manifestantes salió de los jardines del Triunfo y finalizó en la Fuente de las Batallas, se realizó el recorrido sin ningún tipo de incidentes, sólo algún que otro abucheo a un par de personas seniles que increparon a los manifestantes, pero sin más. Se oyeron las consignas que ya vienen siendo habituales como &#8220;Carlos, hermano nosotros no olvidamos&#8221;, &#8220;Nazis no&#8221; o &#8220;Ilegalizad Democracia Nacional&#8221; entre otras muchas más. Al llegar a la sede de AJE frente a la Plaza del Carmen, con un dispositivo especial de la policía para ésta, la manifestación se paró para &#8220;dedicarle&#8221; abucheos, pitidos y algún que otro recuerdo no muy cariñoso a las madres. A partir de ahí la manifestación siguió hacia su final con la expectación de curiosos y extraños que pasaban por la calle.</p>
<p>Al finalizar la marcha, Shema Rivera, portavoz nacional de jaleo!!! leyó el manifiesto conjunto redactado por todas las organizaciones convocantes, el cuál sirve como alerta a la proliferación del fascismo como herramienta del capitalismo y como la situación económica hace que el mensaje tenga más calado social. También hubo recuerdo para los asesinados por el fascismo como Carlos Palomino o Javier Verdejo. El manifiesto terminó con un &#8220;Por una Granada y Andalucía Libre de Fascismo&#8221;. Que así sea y esperemos que esta unión entre organizaciones no sea algo puntual y siga adelante en el futuro.</p>
<p>Recordamos desde La Haine que para hoy a las 20 horas en el Arco Elvira hay una convocatoria autónoma antifascista bajo los lemas &#8220;Hoy el fascismo se llama democracia&#8221; &#8220;La lucha es el único camino&#8221;, por un 20-N Anticapitalista, Autónomo y sin Partidos.</p>
<hr size="2" />
<div>Málaga 20.45: Está terminando frente a la catedral de Málaga la manifestación antifascista, que ha reunido a unos 200 participantes, ahora se está , esta leyendo el comunicado. Toda la ruta se recorrió sin incidentes, se recorrió plaza de la Merced, calle Granada, calle Larios, plaza de la constitución, plaza de la Marina. Al llegar a la catedral los activistas se encontraron con la cruz custodiada por los antidisturbios. Los fascistas de fuerza nueva hicieron antes una ofrenda floral en ese mismo lugar, seguramente los represores no querían que se pisoteen las flores. La pancarta principal pone &#8220;Frente a la crisis capitalista unidad y organización antifascista&#8221;, también se desplegaron otra sobre la represión en Málaga y otra sobre Carlos Palomino.
<p>&#160;</p>
<p>Sevilla 20.00: En este momento hay ya unas 80 personas concentradas frente al arco de la Macarena, la manifestación está a punto de comenzar, van a ir callejeando hacia la plaza del Duque. Se ha desplegado la pancarta con el lema unitario: &#8220;Frente a la crisis capitalista, su arma: la represión y el fascismo; la nuestra: UNIDAD Y ORGANIZACIÓN&#8221;. Se han cantado consignas antifascistas como &#8220;Ningnuna agresión sin respuesta. Hay 3 lecheras policiales, pero los represores están en actitud tranquila.</p>
</div>
<div>
<p>&#124;20-11-2009</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Unas cien personas secundan una marcha antifascista en Granada en la víspera del 20 N </strong></span></p>
<p>jueves, 19/11/2009 22:31</p>
<p>Algo más de cien de personas, según la Policía Local, se manifiestaron esta tarde en Granada en una marcha antifascista convocada por grupos de izquierda con motivo de la conmemoración, mañana, del aniversario de la muerte de Francisco Franco.  <em> </em></p>
<p>La manifestación, que ha sido autorizada y transcurrió sin incidencias bajo la vigilancia de efectivos policiales, partió pasadas las 19.30 horas de los Jardines del Triunfo para concluir en la Fuente de las Batallas con la lectura de un manifiesto en el que denuncian la &#8220;proliferación de comportamientos y discursos de la extrema derecha&#8221; en estos momentos de crisis.</p>
<div>Un pancarta con el lema: &#8220;Fascismo y racismo, herramientas del capitalismo&#8221; abría la manifestación, en la que los participantes, con banderas republicanas, han lanzado consignas como &#8220;El capitalismo es cuna del fascismo&#8221; o &#8220;Hace falta ya una huelga general&#8221;.
<p>&#160;</p>
<p>Los organizadores, entre los que figuran la Unión de Juventudes Comunistas de España (UJCE) e Izquierda Anticapitalista, han decidido adelantar a hoy la marcha reivindicativa para no coincidir mañana con la tradicional concentración que cada 20 de noviembre secunda un grupo de falangistas para conmemorar los aniversarios de las muertes de Francisco Franco y José Antonio Primo de Rivera, que el año pasado derivó en incidentes en Granada.</p>
<p>Los participantes critican la celebración en Granada de &#8220;eventos del fascismo&#8221;, como el tradicional día de la Toma, que rememora cada 2 de enero la conquista de la ciudad por los Reyes Católicos, o el &#8220;esperpéntico&#8221; monumento a Primo de Rivera.</p>
</div>
</div>
<p>Fuente: <a href="http://www.lahaine.org/index.php?p=41516" target="_blank">La Haine</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reunión del Estado Mayor franquista. Leganés a 23 de noviembre de 1936]]></title>
<link>http://elartedelahistoria.wordpress.com/2009/11/21/reunion-del-estado-mayor-franquista-leganes-a-23-de-noviembre-de-1936/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:17:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Francisco Arroyo Martín</dc:creator>
<guid>http://elartedelahistoria.wordpress.com/2009/11/21/reunion-del-estado-mayor-franquista-leganes-a-23-de-noviembre-de-1936/</guid>
<description><![CDATA[Evacuación de la población civil La rebelión del 18 de julio de 1936 de buena parte de los militares]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Evacuación de la población civil La rebelión del 18 de julio de 1936 de buena parte de los militares]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[21st November 09 - Eye witness account]]></title>
<link>http://karmadorje.wordpress.com/2009/11/21/21st-november-09-eye-witness-account/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 08:59:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jacqueline</dc:creator>
<guid>http://karmadorje.wordpress.com/2009/11/21/21st-november-09-eye-witness-account/</guid>
<description><![CDATA[I want to share an article written by Jagdish Aarohi - jagdishaa@gmail.com &amp; published on 21st N]]></description>
<content:encoded><![CDATA[I want to share an article written by Jagdish Aarohi - jagdishaa@gmail.com &amp; published on 21st N]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Cayo Lara (IU) - Entrevista en "El meridiano" (Canal Sur - 19/11/09)]]></title>
<link>http://horasur.wordpress.com/2009/11/21/cayo-lara-iu-entrevista-en-el-meridiano-canal-sur-191109/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 23:36:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>basiliopozoduran</dc:creator>
<guid>http://horasur.wordpress.com/2009/11/21/cayo-lara-iu-entrevista-en-el-meridiano-canal-sur-191109/</guid>
<description><![CDATA[ver video (para descargar clic aquí con el botón secundario y &#8220;guardar como&#8221;)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ver video</p>
<p><!--blip.tv pattern not matched in posts_id=2896363&#38;dest=-1--></p>
<p><a href="http://blip.tv/file/get/Basiliopozoduran-CayoLaraIUEntrevistaEnElMeridianoCanalSur191109376.flv">(para descargar clic aquí con el botón secundario y &#8220;guardar como&#8221;)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sinopsis del libro DE REPUBLICANOS Y MASONES]]></title>
<link>http://jesusalcaraz.wordpress.com/2009/11/20/sinopsis-del-libro-de-republicanos-y-masones/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 17:27:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>jesusalcaraz</dc:creator>
<guid>http://jesusalcaraz.wordpress.com/2009/11/20/sinopsis-del-libro-de-republicanos-y-masones/</guid>
<description><![CDATA[Ambientado en la Guerra Civil Española y el largo período de posguerra que la sucedió, “De Republica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Ambientado en la Guerra Civil Española y el largo período de posguerra que la sucedió, “De Republicanos y Masones” narra la historia de Francisco, un joven murciano reclutado a la fuerza en las filas republicanas y que caería herido en el Frente del Ebro. Esa fatal herida le acompañará el resto de su vida, en la que es rechazado allá donde va por su condición de perdedor de la contienda, lo que no le impide perseverar en la búsqueda de una segunda oportunidad para su sufrida existencia. En medio de esta necesidad de consuelo Francisco conocerá a Juanchu, un joven lisiado que le adentrará en el umbroso mundo de una sociedad secreta, encaminando los acontecimientos a una caterva de simbolismos, intrigas y asesinatos.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VALLE DE LOS CAÍDOS 2009. SIGUE LA IGNOMINIA]]></title>
<link>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/20/valle-de-los-caidos-2009-sigue-la-ignominia/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:34:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sur Republicano</dc:creator>
<guid>http://surrepublicano.wordpress.com/2009/11/20/valle-de-los-caidos-2009-sigue-la-ignominia/</guid>
<description><![CDATA[Declaración de la Federación Estatal de Foros por la Memoria 20 de noviembre de 2009. Han pasado más]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Declaración de la <strong>Federación Estatal de Foros por la Memoria</strong></p>
<p>20 de noviembre de 2009. Han pasado más de 34 años desde que un dictador y genocida recibiera sepultura en el gigantesco mausoleo que construyese en vida. El Valle de los Caídos se mantiene prácticamente intacto en su concepción inicial, tanto en los aspectos materiales de la obra física construida en la Sierra del Guadarrama como en la aberrante idea que se esconde tras las toneladas de piedra y la gran cruz que preside el conjunto.<!--more--></p>
<p>De todos los grandes monumentos construidos como símbolos por los regímenes fascistas del siglo XX, solamente el Valle sobrevive. La Cancillería del Reich en Berlín o la gran cruz gamada del estadio de Nuremberg fueron destruidas y luego reutilizados sus restos en monumentos erigidos para recordar a sus víctimas o celebrar su derrota. En España, no. En España no sólo el pasado fue diferente, sino que también lo es el presente: El Valle de los Caídos, un recordatorio gigantesco del fascismo en su variente nacional-católica española, no es cuestionado en lo esencial. El diseño inicial sobrevive: no se ha pensado en desmantelar las estructuras del monumento, se respetan los sepulcros de los líderes, los frescos que les glorifican, la orden sacerdotal consagrada al respeto de su memoria sigue en su sitio, como siguen los miles y miles de cuerpos de los muertos en batallas y paredones que llenan las criptas del valle.</p>
<p>Una gran cruz corona la basílica subterránea donde yacen los despojos del guerrero rodeados de los cráneos de sus soldados y de sus enemigos, y en la que grandes frescos que glorifican la masacre que llevó a un  asesino a la consideración autoproclamada de elegido por los dioses.</p>
<p>Las representaciones pictóricas del interior, muestran un Franco esbelto, con la mirada trascendente, de ojos decididos, grave conocedor de la difícil tarea que representa aniquilar los cuerpos y las almas de sus enemigos, dispuesto como Sigfrido a bañarse en la sangre del Rojo Dragón vertida por su espada y por su mano, para lograr así la inmortalidad. En ese cometido vengador, la Cruz mantiene una gran importancia simbólica. Si el Valle de los Caídos tuviera un cubo, una esfera o cualquier otro cuerpo espacial en su cima, la forma de abordar el problema de su permanencia sería bastante distinto. Pero la Cruz es interpretada por razones culturales de acuerdo con la interpretación cristiana. Craso error. La Cruz del Valle de los Caídos, esa cruz gigantesca, colosal en el sentido literal de la palabra, que impone su presencia hasta el horizonte, tiene poco de símbolo de perdón y salvación; la cruz es también una representación de la muerte infame y dolorosa que aguarda a los que se rebelen contra el poder.</p>
<p>La cruz durante siglos fue un instrumento de tortura y muerte, y el uso en el Valle encierra de una forma sibilina esa doble lectura: una interpretación religiosa, pero también un aviso a navegantes. Quienes se opongan, serán crucificados, quienes osaron resistirse lo fueron y ahora sus despojos rodean para general aviso los sepulcros de los vencedores.</p>
<p>En suma, el Valle de los Caídos es un horror que persiste de forma inconcebible en el corazón mismo de un país, España, que se complace en autoconsiderarse como democrático, pero cuyas instituciones son incapaces de hacer frente con eficacia a este legado indeseable.</p>
<p>La <strong>Federación Estatal de Foros por la Memoria</strong> está decidida a buscar una solución justa al problema del Valle de los Caídos.</p>
<p>La basílica debe ser desacralizada, esto es, no debe consentirse ni por un día más que se emplee la religión para legitimar un lugar infame como ese, construido para darle un sentido y una legitimidad al golpe, la guerra y la dictadura.</p>
<p>La orden religiosa custodia del Valle debe ser disuelta o trasladada a otro lugar, los despojos de Franco y Primo de Ribera debe ser devueltos a sus familias.</p>
<p>El número y origen de los miles allí sepultados deben ser cuantificados e investigados: son la prueba de un crimen de masas, la guerra, pero también del asesinato, la cárcel y la deportación que supuso la dictadura. No se trata de un problema de ubicación de huesos, se trata de hacer saber cómo se construyó aquel osario y cuál su origen.</p>
<p>La gran cruz debe ser desmantelada, por completo o en parte, pero de ninguna forma debe consentirse que se siga alzando hacia el cielo ese símbolo de muerte y venganza, pues lejos de representar un mensaje cristiano, la ambigüedad del conjunto impide esa sencilla lectura.</p>
<p>El espacio del Valle, sus instalaciones y la Basílica deben ser reconvertidos en un  centro Memorial dedicado a las víctimas del fascismo.</p>
<p>Las empresas y grandes fortunas que se lucraron con la construcción del Valle y el empleo masivo de trabajadores forzados, los esclavos del franquismo, deben ser investigadas, sus nombres publicados y forzados a pagar indemnizaciones a los supervivientes y sus familias, además de proveer un fondo para la reconversión del Valle.</p>
<p>El Valle debe ser retirado de la propaganda turística de la Comunidad de Madrid que actualmente, de forma indecente, lo sitúa como una parte de la llamada Ruta Imperial que une enclaves históricos; este simple hecho, esta consideración como «imperial» al monumento fascista, nos muestra la degradación y la insensiblidad que presiden los débiles intentos de hacer frente a este legado pétreo del franquismo.</p>
<p>Hoy por hoy, la pervivencia del Valle de los Caídos es una prueba de que la lucha por la VERDAD, la REPARACIÓN y la JUSTICIA para las víctimas del franquismo encuentra todavía grandes problemas. Es un símbolo de la pervivencia de la legalidad franquista que todavía surte efectos reales en el carácter de las sentencias y tribunales militares que juzgaron en el pasado a cientos de miles de españoles y una mal llamada Ley de Memoria todavía mantiene y no cuestiona.</p>
<p>Es necesario denunciar bien claro y bien alto el miedo a afrontar la necesidad de poner fin a la pervivencia del Valle por parte de las autoridades. Las propias dimensiones colosales del monumento impiden ocultar su presencia, es imposible ignorarlo o mirar hacia otro lado; las acciones cosméticas como la prohibiciones de concentraciones fascistas, no resuelven el problema, pues lo fundamental es la propia existencia de la basílica, la Cruz y el propio conjunto monumental.</p>
<p>La <strong>Federación Estatal de Foros por la Memoria</strong> denuncia la falta de voluntad del gobierno para poner fin a la vergüenza que supone la permanencia del Valle de los Caídos. Exigimos una acción decidida y clara que ponga fin a esta situación. Es preciso hacer pedagogía pública de los crímenes franquistas y de la necesidad de actuar de forma contundente y clara en el Valle de los Caídos.</p>
<p>Mientras por toda España concentraciones de ciudadanos claman por VERDAD, REPARACIÓN Y JUSTICIA para las víctimas del franquismo ante las Audiencias y Palacios de Justicia, en Madrid, en la Sierra, ciudadanas y ciudadanos venidos de todas partes exigimos coherencia democrática y valor para poner fin de una vez a esta  gigantesca exhibición de la dictadura franquista.</p>
<p>Por higiene ciudadana y por respeto a la dignidad de las víctimas del franquismo:</p>
<p>DESMANTELAMIENTO YA DEL VALLE DE LOS CAÍDOS</p>
<p>DESACRALIZACIÓN INMEDIATA DE LA BASÍLICA</p>
<p>RECONVERSIÓN HACIA UN GRAN MEMORIAL DEDICADO A LAS VÍCTIMAS</p>
<p>DENUNCIA DE LAS EMPRESAS QUE SE LUCRARON CON LOS ESCLAVOS DEL FRAQUISMO</p>
<p>ILEGALIZACIÓN DE LAS FUNDACIONES Y ASOCIACIONES FRANQUISTAS E INCAUTACIÓN DE SUS FONDOS Y DOCUMENTOS</p>
<p>Hacemos un llamado a todas las fuerzas políticas y sociales a abrir un proceso de acción que ponga fin a esta situación.</p>
<p>Por justicia y dignidad democrática</p>
<p><strong>Federación Estatal de Foros por la Memoria. </strong>El Escorial, 20 de Noviembre de 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1989 - 2009 - 20 anos de democracia]]></title>
<link>http://republicadosbananas.com.br/2009/11/20/1989-2009-20-anos-de-democracia/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:13:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Os Bananas</dc:creator>
<guid>http://republicadosbananas.com.br/2009/11/20/1989-2009-20-anos-de-democracia/</guid>
<description><![CDATA[Podemos dizer que exatamente há 20 anos o Brasil entrava definitivamente na Democracia com as primei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Podemos dizer que exatamente há 20 anos o Brasil entrava definitivamente na Democracia com as primeiras eleições diretas após o período da Ditadura Militar. Desde 1960 o povo brasileiro não sabia o que era votar e eleger um Presidente da República. O último tinha sido Jânio Quadros que foi eleito em 3 de outubro daquele ano. Após a renúncia de Jânio, veio seu vice João Goulart que foi tirado do poder pelo golpe militar em 1964, trazendo os generais Castelo Branco (1964), Costa e Silva (1967), Garrastazú Médici (1969), Ernesto Geisel (1974) e João Baptista Figueiredo (1979).</p>
<p><a href="http://osbananas.wordpress.com/files/2009/11/ditadura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-726" title="Ditadura" src="http://osbananas.wordpress.com/files/2009/11/ditadura.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Após 20 anos, com a queda do regime militar e a retomada da democracia, tivemos nosso primeiro Presidente civil: Tancredo Neves. Porém, este foi eleito de forma indireta, sendo escolhido pela Assembléia Cosntituinte formada por Deputados e Senadores. O povo não participou da escolha. Infelizmente Tancredo faleceu dias antes de sua posse, nocauteando as esperanças de retomada à liberdade de muitos brasileiros. José Sarney, seu vice e ex-apoiador da Ditadura, assumiu a Presidência. Lá ficou até 1989.</p>
<p>O país vivia um momento de turbulência no fim da década de 80. O governo Sarney foi marcado por dois pontos totalmente distintos. Por um lado foi nesta época que tivemos nossas instituições democráticas reestabelecidas, o Judiciário reformado, as políticas públicas retomadas e principalmente a construção e promulagação da Constituição de 1988. Por outro, o Brasil viveu um dos piores períodos de sua economia, com inflação galopante e planos e mais planos econômicos fracassados. Especialistas da área consideram a década de 80 como a década perdida.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/k-SNLTxEwg0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/k-SNLTxEwg0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Por estes motivos que a primeira eleição direta para Presidente contou com nada menos que 22 candidatos. Contávamos com nomes de destaque na política nacional como Lula pelo PT, Brizola pelo seu eterno PDT, Mário Covas pelo recém fundado PSDB, Ulysses Guimarães pelo velho PMDB, Paulo Maluf pelo PDS, partido que sustentara a ditadura, Guilherme Afif Domingos pelo PL, Roberto Freire pelo PCB, Aureliano Chaves pelo dissidente PFL, o folclórico Enéas pelo PRONA, entre outros. Dentre todos esses nomes, surgiu um, até então, candidato desconhecido chamado Fernando Collor de Melo, pelo PRN.</p>
<p>Mas quem era Collor?</p>
<p>Collor, filho de um famoso político de Brasília com carreira e reputação manchada por um assassinato de outro parlamentar dentro do Plenário, iniciou sua carreira na ARENA, partido da Ditadura. Em 1979 foi nomeado pelos militares prefeito de Maceió, onde ficou até 1982 após ser eleito deputado federal pelo PDS (antiga ARENA).</p>
<p>Em 1984 votou a favor da campanha das Diretas Já, mas vendo que a proposta havia naufragado, resolveu votar em Paulo Maluf, candidato dos militares. Com a posse de Sarney e o sucesso do Plano Cruzado, Collor se elege governador de Alagoas pelo PMDB, derrotando o senador Guilherme Palmeira, homem que abriu as portas da carreira política.</p>
<p>Em 1989, Collor e Lula eram novidades no cenário eleitoral. Os dois tiveram mais votos no primeiro turno ocorrido em 15 de novembro, indo para o segundo turno. A base de suas campanhas era pura e simplesmente a crítica severa do governo Sarney, seus fracassados planos econômicos e a biografia do então presidente. Chamado de Coronel, corrupto e outros adjetivos pouco amigáveis, Sarney foi o boneco de Judas da campanha de 1989. O final desta disputa entre Lula e Collor, todos já sabem.</p>
<p><a href="http://osbananas.wordpress.com/files/2009/11/collor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-727" title="Collor" src="http://osbananas.wordpress.com/files/2009/11/collor.jpg" alt="" width="500" height="319" /></a></p>
<p>Nesses 20 anos, tivemos altos e baixos em nosso proceso democrático. O próprio Collor sofreu um Impeachment, voltou anos depois e está hoje no Senado apoiando Lula e Sarney. Lula tentou mais uma, duas, três vezes até ser eleito Presidente em 2002. Hoje tem como apoiadores justamente Sarney e Collor. Tivemos o lançamento o Plano Real que trouxe estabilidade ao país e afastou o medo da inflação. O Brasil abriu sua economia e entrou no cenário mundial. Atingimos níveis de confiança do mercado internacional e nosso sistema eleitoral é hoje um dos mais confiáveis do mundo.</p>
<p>Nós, do <strong>República dos Bananas</strong>, acreditamos que devemos fazer uma reflexão sobre esses últimos 20 anos. Nosso sistema político ainda é arcaico, particularista e segregador. A maioria da população ainda sofre com coronéis, compra de votos e está muito distante do processo político. Temos &#8220;representantes&#8221; que em nada representam nossos interesses. Nossas instituições políticas como o Senado e a Câmara dos Deputados precisam urgente de uma reforma, assim como todo o sistema.</p>
<p>São 20 anos desde a primeira eleição com participação direta do povo, mas ainda temos o enorme desafio de reformar nosso sistema político para que a população efetivamente participe e se enxergue como cidadão.</p>
<p>Há um hotsite criado pelo &#8220;O Globo&#8221; que conta em detalhes a eleição de 1989. <a href="http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes1989/" target="_blank"><strong>Clique aqui para conferir.</strong></a></p>
<p>Por fim um momento do Debate de 1989 para divertir esta sexta-feira:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/SGNGgkII2lU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/SGNGgkII2lU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Metrô]]></title>
<link>http://daquidecima.wordpress.com/2009/11/19/metro/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:15:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>daquidecima</dc:creator>
<guid>http://daquidecima.wordpress.com/2009/11/19/metro/</guid>
<description><![CDATA[Quando o primeiro trem parou na República tive a impressão que, se todas as paredes dos vagões fosse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quando o primeiro trem parou na República tive a impressão que, se todas as paredes dos vagões<ins datetime="2009-11-19T17:09" cite="mailto:Marcio"> </ins>fossem removidas ao mesmo tempo, aquele bolo de gente iria se desfazer de uma só vez e todos iriam ao chão.</p>
<p>Eram seis horas da tarde e o sol do lado de fora impiedoso. Alguns dizem que é o aquecimento global; já eu me lembro de sentir esse mesmo calor e reclamar dele desde que nasci. Ali embaixo da terra estávamos protegidos do sol, mas era como se estivéssemos numa sauna. Algumas centenas de pessoas<ins datetime="2009-11-19T17:02" cite="mailto:Marcio">,</ins> e todas pingavam suor.</p>
<p>A porta do trem se abriu. Umas quinze pessoas na minha frente tentavam entrar, mas apenas uma conseguiu se espremer e se encaixar entre os passageiros abarrotados lá dentro. Não havia nada a fazer a não ser esperar o próximo. Mas o segundo trem veio ainda mais cheio. Desta vez ninguém se mexeu. Atrás de mim a fila aumentava e pessoas continuavam a chegar. Comecei a achar que ainda demoraria uns quarenta minutos só para conseguir sair dali. Foi quando vi um trem totalmente vazio se aproximando. Fiz cara de alívio e percebi a mesma expressão em vários rostos ao meu redor. Mas o trem passou reto. Dali a alguns minutos<ins datetime="2009-11-19T17:04" cite="mailto:Marcio">,</ins> outro trem vazio. Também passou reto. O próximo veio novamente abarrotado. Parou. Umas dez pessoas conseguiram entrar. Eu ali, espremido, enxuguei uma gota que escorria da testa e tentava entrar no meu olho<ins datetime="2009-11-19T17:17" cite="mailto:Marcio">.</ins> Lágrima ao contrário – foi o que me veio à cabeça.</p>
<p>Comecei a prestar atenção em um  casal que conversava na minha frente. O rapaz olhava pros lados e estalava a língua fazendo barulho de quem está impaciente. A moça sorriu. Calma que o próximo trem vazio vai parar – disse ela com ar de quem passa por isso todos os dias. Aquilo me aliviou<ins datetime="2009-11-19T17:17" cite="mailto:Marcio">. </ins>É caótico mas existe um planejamento – pensei comigo mesmo. </p>
<p>Como anunciara a menina, o próximo veio vazio e parou. Não precisei nem fazer esforço. Fui empurrado pra dentro. Em segundos todos os espaços estavam preenchidos. Eu desceria dali a duas estações, na Sé, onde pegaria outro trem para a Praça da Árvore. Se eu já não soubesse que muita gente desce sempre na Sé pra trocar de trem, talvez tivesse me desesperado. Eu estava longe da porta e impossibilitado de qualquer movimento. Olhando por cima via mãos penduradas e rostos cansados. Parecíamos um bando de bichos-preguiça.</p>
<p>Ao descer, vi na estação uma loja que vende panetone  e lembrei que o ano está acabando.  Tinha mais um trem pra pegar e a minha volta um monte de gente pingava suor. Dejavú. Da próxima vez tento marcar o dentista fora da hora do rush.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
