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	<title>resenha &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/resenha/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "resenha"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 02:57:06 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Resenha: O Estilo Bill Gates de gerir]]></title>
<link>http://fellowpalm.wordpress.com/2009/12/22/resenha-o-estilo-bill-gates-de-gerir/</link>
<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 01:14:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emanuel Campos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois do livro A cabeça de Steve Jobs resolvi que queria continuar lendo sobre estas grandes mentes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Depois do livro A cabeça de Steve Jobs resolvi que queria continuar lendo sobre estas grandes mentes]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[RESENHA] Atividade Paranormal]]></title>
<link>http://ligadona.wordpress.com/2009/12/20/resenha-atividade-paranormal/</link>
<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 15:42:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>licedoa</dc:creator>
<guid>http://ligadona.wordpress.com/2009/12/20/resenha-atividade-paranormal/</guid>
<description><![CDATA[Atividade Paranormal só assusta na hora do suspense. O filme caseiro faz o espectador sentir medo po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-174 aligncenter" title="atividade_paranormal" src="http://ligadona.wordpress.com/files/2009/12/atividade_paranormal.jpg?w=300" alt="" width="300" height="171" /></p>
<p><strong>Atividade Paranormal</strong> só assusta na hora do <em>suspense</em>. O filme <strong>caseiro</strong> faz o espectador sentir <em>medo</em> por esperar que <em>algo apareça</em>, mas o <strong>monstro</strong> <em>nunca aparece</em>.</p>
<p>Não acho que seja um <em>filme necessário</em> para todos nós assistirmos. Eu assisti pelo simples fato de que <strong>não paravam de falar do filme</strong> e eu queria entender <em>o que de tão assustador que tinha</em> nesse filme. Lembro até que <strong>um mês antes</strong> de o filme ser lançado lá fora, exibiram um <a title="vídeo" href="http://www.youtube.com/watch?v=t-ffRbWGn48" target="_blank">vídeo</a> no <strong>youtube</strong> mostrando a <em>reação das pessoas</em> que foram <strong>convidadas</strong> para assistirem ao filme <em>antes</em>, como fizeram com <strong>Quarentena</strong> que faz mais ou menos o <em>mesmo gênero</em>.</p>
<p>A <strong>verdade</strong> é que você fica assistindo ao filme com <em>aquela cara</em> <strong>SIM</strong>, mas não porque está vendo <strong>alguma coisa</strong>, mas porque está <em>esperando</em> que algo <em>apareça ou aconteça</em>.</p>
<p>As <strong>atuações</strong> no filme, são <em>péssimas</em>. No início do filme <strong>Katie </strong>parece ser uma jovem<em> casada, pacífica e estudiosa</em> que só quer <strong>paz</strong>, por ser perseguida por um <em>entidade</em>. Mas logo se mostra ser <strong>histérica</strong> de uma forma que <strong>extrapola</strong> qualquer limite dentro do personagem. Fora os <em>xingamentos</em> <em>idiotas</em> de <strong>Micah</strong>, que soam <em>falsos</em> e ele que “<em>despertou</em>” o tal <em>espírito de galinha</em> – <strong>literalmente</strong> – quando quis <em>gravar as cenas</em> enquanto eles dormiam e gravou alguns <strong>áudios </strong>também.</p>
<p>O <em>final</em>, não sei como dizer isso, é <strong>BREGA</strong>. Demais! Tipo a <strong>Bruxa de Blair </strong>mesmo, só que sem correria. Até no <em>final</em> de <strong>Bruxa de Blair</strong> eu senti medo e em <strong>Atividade Paranormal</strong> eu ri. Não, eu não sou uma <em>psicopata</em>, mas é que o final é totalmente <strong>previsível </strong>com direito a um <strong>sangue falso</strong> que eu poderia dizer que é <em>catchup</em>.</p>
<p>Enfim, <strong>Atividade Paranormal</strong> deve todo seu sucesso à campanha <em>viral</em> que teve na <strong>Internet</strong> e só quem <em>merece</em> ganhar o dinheiro do filme são os <strong>publicitários</strong>. E ainda querem fazer um <strong>segundo filme</strong>. Esse eu não vou nem ver, <strong>me recuso</strong>!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Importância da Pesquisa Empírica]]></title>
<link>http://martindonascimento.wordpress.com/2009/12/16/a-importancia-da-pesquisa-empirica/</link>
<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 11:27:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Martin</dc:creator>
<guid>http://martindonascimento.wordpress.com/2009/12/16/a-importancia-da-pesquisa-empirica/</guid>
<description><![CDATA[As Ciências Sociais estão mudando e a direção na qual estão indo é obvia: mais estudos empíricos qua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://martindonascimento.wordpress.com/files/2009/12/17126790_f63f5ae708_b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-52" title="Survey Marker" src="http://martindonascimento.wordpress.com/files/2009/12/17126790_f63f5ae708_b.jpg" alt="" width="497" height="372" /></a></p>
<p>As Ciências Sociais estão mudando e a direção na qual estão indo é obvia: mais estudos empíricos quantitativos e menos teoria. Como menciona Earl Babbie no seu livro <em>Métodos de Pesquisas de Survey</em>, a explicação para isso tem muito a ver com a invenção e a difusão do computador que permitem a realização de estudos anteriormente proibidos pelo tempo requerido para fazer os cálculos. Porém, os impactos dessa mudança vão muito além da monitor e do teclado e, para compreendê-las, é preciso treinamento específico e detalhado. É na capacidade de prover esse treinamento que o livro em revista <em>Métodos de Pesquisas</em> poderia ser considerado indispensável para o jovem estudante de Economia, de Direito e de outras ciências da sociedade, bem como para o professor sem conhecimentos sobre a pesquisa empírica.</p>
<p>Recentemente, num artigo publicado no New York Times foi discutido o assunto dos métodos empíricos na Ciência Política. Segundo o artigo, tem sido crescente  o movimento no campo dessa ciência (liderado por um cientista anônimo chamado ‘Perestroika’) contra o uso ascendente de métodos empíricos (tipicamente estatísticos). O artigo relata entrevistas com membros dos dois lados do debate e mesmo consegue a opinião de cientistas de grande fama, como Joseph Nye da Kennedy School of Government, da Harvard University, sobre como as suas pesquisas e de seus colegas têm mudado nos últimos anos. A questão que o artigo não discute é como a formação dos alunos tem sido afetada e como a preparação do aluno tem cambiado por causa dessa mudança no campo.</p>
<p>Apesar do fato existirem pelo menos alguns cientistas políticos que prefeririam  que não estivessem acontecendo essas mudanças a favor de estudos empíricos, elas vão além das Ciência Política. Na minha formação como economista na American University era requerido que eu tomasse pelo menos uma aula de estatística e outra de econometria. Mesmo se esse exigência não parece tão fora do comum para o aluno de Economia,  interessante é que minhas aulas estavam cheias de alunos de outras disciplinas (Sociologia, Antropologia, etc.). No campo da Economia, dizem que são os alunos vindo das ciências duras, a Física e a Engenharia em particular, que estão disputando as vagas nos melhores programas de pós-graduação. É evidente que os caminhos da pesquisa nas Ciências Sociais estão mudando e, por causa disso, os assuntos ensinados precisam também mudar . É aí onde entra o livro de Earl Babbie.</p>
<p>Earl Babbie estudou a Sociologia desde o ano de 1960 quando ele começou sua graduação na Harvard University. Em 1969, ele recebeu seu PhD pela Univerisidade da Califórnia, em Berkeley, onde também dirigiu o Centro de Pesquisa de <em>Survey</em>. Hoje em dia professor na Chapmand University, Babbie escreveu e publicou dezenove livros sobre a pesquisa empírica social.</p>
<p>Embora seja intitulado “Métodos de Pesquisa de <em>Survey,</em>” as quatrocentas e setenta e duas páginas do livro (sem incluir anexos ou bibliografia) se dividem em cincos partes todas as quais contendo lições metodológicas e teóricas que se aplicam a pesquisas empíricas quantitativas ou qualitativas.</p>
<p>Na primeira seção do livro, “O Contexto Científico da Pesquisa de Survey”, o autor explica de modo claro a lógica científica, como ela tem sido desenvolvida durante os últimos séculos, e as características da ‘ciência’ destacando-a como “determinística”, “parcimoniosa”, e “intersubjetiva”. Daí, Babbie se concentra nas Ciências Sociais mostrando que, apesar de não poder aproveitar-se de experimentos em laboratórios como as ciências duras, na busca de regularidades sóciais a ciência social mantém as características essenciais daquelas ciências. Em seguida, ainda nessa parte do livro vem uma discussão do <em>survey</em> como um método de pesquisa social. Citando o artigo “A Menor das Ciências”, publicado pelo sociólogo Allan Mazur, Babbie defende a legitimidade do <em>survey</em> e da Sociologia como ‘ciência’ afirmando que, apesar de as ciências ‘macias’ conterem problemas com relação à metodologia, como as ciências duras sempre estão num processo de melhoramento e que, com a inovação do computador, “as ciências sociais expandirão radicalmente nossa visão do que pode ser a ciência”.</p>
<p>Adiante, a segunda seção do livro tem a ver com o “Desenho da Pesquisa Survey.” Aqui, o autor relata os vários tipos de pesquisa <em>survey</em> que existem (<em>surveys</em> inter-seccionais, longitudinais, e de painel, etc.) e delineia as propriedades de cada um. Nessa parte, a experiência do autor se torna inestimável por causa do fato de isso lhe permitir suplementar as discussões de teoria com exemplos da vida real e das experiências adquiridas no trabalho de campo. Assim, Babbie consegue explicar os diferentes tipos de amostragens, por exemplo, de uma maneira que faz com que as diferenças sutis entre eles sejam sublinhadas e que o leitor consiga lembrar delas.</p>
<p>É no terceiro grupo de capítulos que o livro começa a abordar assuntos mais detalhados e específicos das pesquisas de <em>survey</em>. Intitulado “Coleta de Dados”, o autor descreve como construir um questionário e um <em>survey</em> (duas coisas diferentes) para maximizar a probabilidade de que os resultados sejam representativos da população e úteis para a pesquisa. Porém, essa porção do livro não trata exclusivamente de assuntos técnicos. Aqui também encontramos uma discussão fascinante sobre a importância do computador na pesquisa moderna e as mudanças que já tem provocado nas ultimas décadas. Especificamente, o capítulo 11 sobre o processamento dos dados discute esse assunto  afirmando que o “que o microscópio foi para a biologia e o telescópio para a astronomia, o que o computador tem sido para a moderna ciência social”.</p>
<p><a href="http://martindonascimento.wordpress.com/files/2009/12/215910967_7ede5cc61a_b1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-56" title="Survey 1" src="http://martindonascimento.wordpress.com/files/2009/12/215910967_7ede5cc61a_b1.jpg?w=208" alt="" width="208" height="300" /></a></p>
<p>A próxima seção do livro continua com a análise específica da seção precedente discutindo “A Análise da Pesquisa <em>Survey</em>.” Essa seção trata detalhadamente de como um pesquisador deveria elaborar um trabalho no qual serão apresentados os resultados da pesquisa. Assim, discute como preparar tabelas e gráficos, como organizar o trabalho, como apresentar os resultados da <em>survey</em> para falar da população em geral, e —possivelmente mais importante — como criar e representar  relações determinantes entre variáveis para mostrar uma correlação entre eles. Discutindo esses assuntos, Babbie dá ao leitor as ferramentas para elaborar <em>ou</em> analisar e criticar um trabalho baseado numa pesquisa de <em>survey,</em> mesmo se o leitor não tiver uma formação em Estatística ou Matemática. Ele começa o capitulo 16 com essas palavras e, ao chegar ao fim da seção, o leitor pode admitir que são verdadeiras: “Muitas pessoas se deixam intimidar pela pesquisa empírica por não ficarem confortáveis com matemáticas ou estatísticas [... porém] a pesquisa empírica é, antes de mais nada, uma operação lógica e não uma matemática”.</p>
<p>A habilidade de distinguir e representar separadamente os aspectos matemáticos e os aspectos lógicos da pesquisa <em>survey</em> poderia ser o maior contribuição do livro de Babbie porque dá acesso a novas fontes de informação a pessoas que anteriormente não podiam usá-las.</p>
<p>A última seção do livro, “A Pesquisa  <em>Survey</em> no Contexto Social”, continua com essa meta, entretanto retomando uma discussão de nível mais teórica das primeiras seções. Aqui Babbie  aborda do assunto da ética numa pesquisa social. Aqui recebemos regras gerais sobre com dirigir uma <em>survey</em> ética. Exemplos disso: os participantes devem ser voluntários, ou as entrevistas devem ocorrer sem prejuízo, ou as informações baseadas nas entrevistas devem ser apresentadas na forma de anonimato e sob sigilo. Também recebemos um treinamento em relação a como enfrentar uma pesquisa do ponto de vista de um ‘consumidor informado’ — quais são as perguntas a fazer, quais são os aspectos mais importantes a estudar.</p>
<p>Resumindo, o livro de Earl Babbie, Métodos de Pesquisa de <em>Survey,</em> é uma contribuição importante as Ciências Sociais não só porque discute teorias novas, mas também porque aborda assuntos básicos relacionados à Estatística e à pesquisa <em>survey</em> e as apresenta de uma forma compreensível para as pessoas de todas formações e origens. Dado o fato que as Ciências Sociais vêm se transformando, sendo cada vez mais baseadas na pesquisa empírica, a habilidade de compreender e criticar um trabalho empírico está aumentando em importância.</p>
<p>Por isso, o estudante novo nas Ciências Sociais pode se beneficiar do livro de Babbie bem como o professor menos inclinado às perguntas empíricas de qualquer universidade. Assim que vale a pena para os dois ler o livro Métodos de Pesquisa de<em> Survey </em> de Earl Babbie para familiarizar-se com as informações e temas básicos da pesquisa empírica. É preciso se preparar para o futuro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E o mau humor passou!]]></title>
<link>http://sophsticated.wordpress.com/2009/11/30/e-o-mau-humor-passou/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 21:28:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Isabela</dc:creator>
<guid>http://sophsticated.wordpress.com/2009/11/30/e-o-mau-humor-passou/</guid>
<description><![CDATA[No sábado, meu mau humor passou. Por quê? Simples: LOOOOOOOOOSHO! Seria um ultraje ficar de mau humo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">No sábado, meu mau humor passou. Por quê? Simples:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01267.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1049" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01267.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01268.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1050" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01268.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01274.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1051" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01274.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>LOOOOOOOOOSHO</strong>!</p>
<p style="text-align:justify;">Seria um ultraje ficar de mau humor depois de &#8220;ganhar&#8221; uma coisa mais gute-gute como essa! E eu coloquei ganhar entre aspas porque eu paguei metadinha dele! rsrsrsrsrs Eu e meu irmão, novamente, deixamos o último de nossos rins para pagar o kit. Hahahahahahahaha!</p>
<p style="text-align:justify;">O kit é o <em>Do-the-trick buff and line</em>. Há outros dois. Na hora, até fiquei tentada a pegar o com o 224, mas pensei melhor. Com esse kit, você pode fazer o rosto todo. O kit com o 224 é específico para olhos, <em>entonces</em>&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Esse kit é composto pelo 187 (duo-fiber), 168 (blush chanfrado), 252 (sombra?), 209 (delineador) e 219 (pincel lápis):</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1054" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01269.jpg"><img class="size-medium wp-image-1054" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01269.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mimos!</p></div>
<p style="text-align:justify;">Eles são <strong>TU-DO</strong>! Lindos, lindos, lindos&#8230;  como dá para ver pela foto, eles já estão sujinhos porque eu já lavei e já usei, óbvio! O acabamento desses pincéis é sem comentários. Sim, eu sei que as edições especiais são manufaturadas e acabam perdendo em performance e maciez (enquanto os originais, de tamanho normal, são feitos a mão), mas ainda assim, o acabamento é uma coisa de louco! Melhor do que qualquer coisa que eu já vi (que foram poucas, rsrsrsrs) &#8211; olha o cabo, que luxo!</p>
<p style="text-align:justify;">Impressões, please!</p>
<p style="text-align:justify;">O 187 é bem parecido com o DW1 da Klass Vough, confere:</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1055" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01273.jpg"><img class="size-medium wp-image-1055" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01273.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Klass Vough x MAC</p></div>
<p style="text-align:justify;">O comprimento das cerdas é o mesmo, a diferença é que eu achei o da MAC mais gordinho do que o da Klass Vough e um tiquinho mais macio (imaginem o de tamanho normal, então!). PORÉM, como já tinha lido, soltou cerdas tanto na lavagem e moooooitas na minha cara, sendo que o da Klass Vough soltou <a href="http://sophsticated.wordpress.com/2009/11/03/resenha-duo-fiber-klass-vough/" target="_blank">apenas duas e nenhuma na lavagem</a>!</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01271.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1056" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01271.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Ainda assim, ele é lindo! Eu amey esse pincel duo-fiber (independente de ser MAC ou Klass Vough), deixa a pele muito mais bonita e a base mais natural. Dá aquele polimento mesmo! E para aplicar iluminador, ele é <strong>TU-DO</strong> também! Fica lindo!</p>
<p style="text-align:justify;">Let&#8217;s move on&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1057" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01272.jpg"><img class="size-medium wp-image-1057" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01272.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Para os &#39;zóio&#39;</p></div>
<p style="text-align:justify;">Respectivamente na foto: 219, 209 e 252. Eu não tinha ainda um pincel lápis como o 219, mas ele é realmente muito bom para aplicar sombra na linha inferior dos cílios e também dá para marcar o côncavo. Perfeito! Soltou algumas cerdinhas só de mexer nele e na lavagem, mas na aplicação, não.</p>
<p style="text-align:justify;">O 209 é todo de cerdas sintéticas, não soltou cerdas e é bem durinho. O meu veio com a pontinha dobrada e eu tentei aplicar delineador líquido com ele e: super funcionou!! Achei que fiz o traço mais facilmente com ele do que com o pincel que vem no produto! Ele é preciso! Gostei mooooito dele!</p>
<p style="text-align:justify;">O 252 é ainda um mistério para mim. Não sei se é para sombra&#8230; se eu entendi direito, ele é composto tanto por cerdas naturais quanto sintéticas, por isso, tem gente que aplica até corretivo com ele! Não testei com produtos mais emolientes (hein!? hahahahahaha), mas para sombra, ele aplicou bem (pegou a quantidade certa e tals). Como ele é duro (sim, ele é bem duro, e as cerdas chegam até a pinicar), não rola esfumar, não. Mas super rola aplicar sombra iluminadora embaixo da sobrancelha com ele. Vou testar com corretivo depois.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, a decepção:</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1058" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01270.jpg"><img class="size-medium wp-image-1058" src="http://sophsticated.wordpress.com/files/2009/11/dsc01270.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Thumbs down!</p></div>
<p style="text-align:justify;">O 168 foi a maior decepção. Tudo bem que os pincéis são manufaturados e a maciez não é a mesma, mas o pincel é <span style="text-decoration:underline;"><strong>DURO</strong></span>, grosso, piniquento&#8230; tudo de ruim! Meu pincel de blush chanfrado chinês (aliás, o kit da MAC é feito na China também) é mais macio que ele! Poxa vida, MAC, não precisa chutar o balde e fazer um pincel duro que nem esse! Assim, dá para usar? Dá! Aplica bem blush? Sim! Faz bem o contorno? Faz! Mas dá umas pinicadas no seu rosto&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O engraçado é que quando você passa no braço ele é super macio&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><em>OVERALL: </em>Luxo, poder, glória e sedução &#8211; teria os 3 kits, se pudesse!! Eu &#8220;mijoguei&#8221; nesse kit porque ele custa o equivalente a um pincel MAC aqui no Brasil (R$230! UH! Meu cartão ainda chora&#8230;, rsrsrsrsrs) e porque para viagem é ótimo! Eu fiz um rosto completo apenas com esses pincéis (o duo-fiber aplica base, pó, iluminador e blush &#8211; olha que maravilha!) e juntando com meu <a href="http://sophsticated.wordpress.com/2009/08/11/resenha-kit-pocket-klass-vough/" target="_blank">kit pocket Klass Vough</a> (que fica tão pobrinho ao lado desses pincéis, rsrsrsrs) é um kit completo para viagem (é muito melhor levar pincéis miniaturas do que os grandões, né?)!</p>
<p style="text-align:justify;">E fora que (1) eu sou tarada por pincéis e (2) o estojo que vem junto é LEEEEENDO (assim como a embalagem, que eu vou guardar!!! rsrsrsrs)! Por dentro, ele tem até um bolso! \o/</p>
<p style="text-align:justify;">Ah, ia esquecendo. A única coisa que muda nos pincéis (além de serem manufaturados) é o comprimento do cabo. De acordo com a vendedora, o comprimento das cerdas, densidade etc, é a mesma! E aliás, a vendedora que me atendeu foi um amor &#8211; até mesmo quando meu irmão perguntou qual era a diferença daqueles pincéis e os de pintar quadro (hahahahahahahaha &#8211; chorey)!</p>
<p style="text-align:justify;">E vou contar (rsrsrsrs). Achava que pincel de base era tudo igual, né? Foi aí que peguei nas cerdas do pincel de base (aquele mesmo, de cerdas sintéticas, meio amarelado) da MAC e <em>jisuis</em>! É mooooito macio comparado ao meu da Klass Vough (não sei se o da Contém e o antigo do Boticário são mais macios&#8230;) e aquele de base flat é lindo &#8211; quero um para mim!</p>
<p style="text-align:justify;">Já posso morrer feliz, feliz!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moulin Rouge - Amor em Vermelho: a espetacular injustiça]]></title>
<link>http://cinemajestic.wordpress.com/2009/11/30/moulin-rouge-amor-em-vermelho-a-espetacular-injustica/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:14:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Gianesi</dc:creator>
<guid>http://cinemajestic.wordpress.com/2009/11/30/moulin-rouge-amor-em-vermelho-a-espetacular-injustica/</guid>
<description><![CDATA[Uma das melhores obras dos últimos tempos foi praticamente ignorada pela academia em 2002 Por Rodrig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><a href="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/600full-moulin-rouge-poster.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-147" title="600full-moulin-rouge-poster" src="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/600full-moulin-rouge-poster.jpg" alt="" width="412" height="590" /></a></em></p>
<p><em>Uma das melhores obras dos últimos tempos foi praticamente ignorada pela academia em 2002</em></p>
<p style="text-align:right;">Por Rodrigo Gianesi</p>
<p>Eu, particularmente, não gostava muito de musicais até assistir &#8220;<em>Moulin Rouge &#8211; Amor em Vermelho&#8221;</em>. O filme de Baz Luhrmann mudou completamente meu conceito sobre musicais e me deixou mais aberto para esse tipo de filme, que passei a adorar. O filme conta uma das mais belas histórias de amor já vistas no cinema, foge completamente do que se espera de um filme hollywoodiano, com um roteiro quase revolucionário, longe da intenção de agradar a grande massa. O musical foi completamente injustiçado pela Academia no Oscar de 2002, ganhando apenas o prêmio de melhor direção de arte e de melhor figurino. Perdeu o prêmio de melhor filme para “<em>Uma Mente Brilhante</em>”, filme mais fácil de ser “digerido” pela grande massa por ser mais convencional e conservador, e nem sequer concorreu à melhor trilha sonora, canção original (uma triste injustiça com a maravilhosa “<em>Come What May</em>”) e direção.</p>
<div id="attachment_152" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/moulin_rouge_12.jpg"><img class="size-medium wp-image-152" title="Moulin_Rouge_1" src="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/moulin_rouge_12.jpg?w=300" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;Spetacular, Spetacular&#34;</p></div>
<p>&#8220;<em>Moulin Rouge</em>&#8221; conta a história de Christian (Ewan McGregor), um poeta boêmio que acredita, acima de tudo, no amor. O poeta se apaixona por Satine (Nicole Kidman), a mais bela cortesã do Moulin Rouge, um clube noturno e bordel de Paris. Como qualquer boa história amor que se preze, os dois enfrentam obstáculos para poderem ficar juntos. Harold Zidler (Jim Broadbent), dono do Moulin Rouge, recebe o patrocínio de um duque (Richard Roxburgh) para produzir uma peça teatral no clube (&#8220;<em>Spetacular, Spetacular</em>&#8220;, escrita por Christian e estrelada por Satine). A condição que o duque impõe, porém, é que Satine seja dele, e apenas dele. Caso contrário, a propriedade do bordel passaria para o Duque. Com esses empecilhos, Christian e Satine têm de esconder seu romance, genialmente inserido disfarçadamente na peça em questão.</p>
<p>Mesmo com o grande número de músicas no filme, elas não o tornam cansativo, como acontece com muitos musicais. A grande sacada de Luhrmann foi de utilizar obras que variam entre músicas atuais e obras mais antigas ao invés de apenas compor novas canções, com exceção de poucas, como a já mencionada “<em>Come What May</em>”.</p>
<p><a href="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/moulin2.jpg"></a></p>
<div id="attachment_149" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/moulin21.jpg"><img class="size-medium wp-image-149" title="moulin2" src="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/moulin21.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Química entre Nicole Kidman e Ewan McGregor é perfeita</p></div>
<p>A sintonia entre McGregor e Nicole Kidman é inexplicável. Em nenhuma cena a relação dos dois parece forçada ou piegas. As cenas do casal são muito naturais, apesar da intensidade dos sentimentos envolvidos nelas. Grande destaque para a maravilhosa (e triste) cena final do filme. A frase de Christian, “<em>Obrigado por me curar da minha ridícula obsessão pelo amor</em>”, dirigida à Satine, deitada no chão, rebaixada e chorando, arrepia até as pessoas mais insensíveis.</p>
<div class="mceTemp">Além das ótimas atuações de Ewan McGregor e Nicole Kidman (que, mais uma vez, se mostraram grandes atores, versáteis e intensos), os donos de papéis secundários também se destacam. Broadbent encarna fervorosamente o papel do cafetão, enquanto Roxburgh faz uma ótima atuação, deixando o ódio e o ciúme do Duque bem claro e de um jeito que, de certa forma, é ridículo.</div>
<div class="mceTemp">Um roteiro com reviravoltas emocionantes, repleto de canções marcantes e que transborda sentimentos, desde a paixão até o ódio e o desprezo, fazem este trabalho de Baz Luhrmann uma das mais espetaculares produções dos últimos tempos. Uma prova de que ainda existe criatividade e genialidade na indústria de Hollywood.</div>
<p><strong><em>Moulin Rouge! – Amor em Vermelho (Moulin Rouge!)</em></strong>: 2001, Austrália, EUA. <strong>Direção:</strong> Baz Luhrmann. <strong>Elenco:</strong> Ewan McGregor, Nicole Kidman, Jim Broadbent, Richard Roxburgh.<strong> Roteiro:</strong> Baz Luhrmann e Craig Pearce. <strong>Duração:</strong> 127 min.</p>
<p><strong>Notas:</strong></p>
<p>Rodrigo Gianesi [10] Ronnie Romanini [10]</p>
<p><strong>Média parcial:</strong> [10]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AC/DC em Sampa: para matar a próxima geração de inveja, parte I]]></title>
<link>http://amacadiaria.wordpress.com/2009/11/30/resenha-acdc/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:40:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari Rolin</dc:creator>
<guid>http://amacadiaria.wordpress.com/2009/11/30/resenha-acdc/</guid>
<description><![CDATA[Iniciando tardiamente a série Coisas-que-vão-matar-meus-filhos-de-inveja, temos a resenha do show da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Iniciando tardiamente a série Coisas-que-vão-matar-meus-filhos-de-inveja, temos a resenha do show da última sexta-feira (27/11) em São Paulo. Performáticos, históricos e com mais fôlego do que e você juntos, a banda australiana <b>AC/DC</b> esteve no Brasil para promover o seu álbum mais recente, <em>Black Ice</em> e levar fãs ao delírio. Bem, eu delirei.</p>
<p>Como todo grande show, a saga sempre começa com a venda dos ingressos que, neste caso, bateu a impressionante marca de esgotar em menos de 48 horas. O segundo lote foi ainda mais ligeiro, o que deixou muita gente de fora. Nessas horas me lembro de pessoas que, com ingressos em punho, ponderavam em eterna indecisão se estavam ou não dispostas a &#8220;gastar uma noite de sexta&#8221;, ao mesmo tempo em que pensava em amigos que queriam mesmo estar lá. Para futura referência: não segurem ingressos de shows aos quais você não vai. É no mínimo falta de respeito com outras pessoas e acredite, alguém vaio querer comprá-los de você (adiantado cara, não vai ficar parecendo um cambista na porta).</p>
<p>Peguei um lugar na arquibancada, tomo meu lugar já quando já escurecia. Aprendi há algum tempo que banda nenhuma vale 12  horas dormindo na rua. Meu lado <em>mucho crazy</em> geralmente clama por um espacinho no empurra-empurra da pista, mas nesse dia confesso que agradeci a escolha (meio forçada) de permanecer lá, com uma vista quase perfeita do palco. Os telões ajudaram pacas, nunca vi câmeras tão sincronizadas, imagens tão empolgantes.</p>
<p>Depois de uma abertura bacaninha do Nasi, com direito a Andreas Kisser e músicas do Raul Seixas (o que nos poupou do eterno e infame &#8220;toca Raul&#8221; de sempre), as luzes se apagam o estádio brilha, bonito, com toda aquela multidão portando chifrinhos luminosos na cabeça. Eu, particularmente, não consigo pensar em show mais apropriado para tal adereço.</p>
<p align="center">
<a href="http://entretenimento.r7.com/musica/fotos/veja-fotos-do-show-do-ac/dc-em-sp-8.html"><img src="http://lh3.ggpht.com/_RHGwK1Pr34I/SxPYDEzDPZI/AAAAAAAAAM8/nPdK_B_2ZRY/s400/ac-dc-gg-20091127.jpg" /></a></p>
<p>Soa o apito de trem, uma locomotiva imensa decora o palco e todos vamos à loucura. Era a hora, finalmente, e lá estavam eles. Não posso deixar de me lembrar do meu pai, que sabe-se lá por quê não foi. Brian Johnson e Angus Young, como sempre, causam o maior impacto. Boina e uniforme, respectivamente, estavam lá. O carisma então, nem vou comentar. Acho que todos podemos entender então os gritos irreprimíveis, o delírio da multidão diante daqueles arautos do bom rock. Chiliques de lado, o show começa com <b>Rock N&#8217; Roll Train</b>. Nenhuma música deixava de arrancar gritos e respostas empolgadas do público. Sem decepcionar em momento ou campo algum, tocaram clássicos como <b>T.N.T</b> e <b>The Jack</b>. </p>
<p>Vale ressaltar o enorme sino que descia enquanto Brian tomava impulso pelo palco. Todos sabíamos o que estava por vir e <b>Hell&#8217;s Bell</b> começa com verdadeiras badaladas.</p>
<p>Com direito a brincadeiras, delírios, rodas abrindo na pista, e Angus causando surtos na platéia com um solo memorável, eu jamais me perdoaria caso perdesse o que pode ser a última passagem d&#8217;Os Caras por terras brasileiras &#8211; rola aqueles papos de aposentadoria e tudo mais, enquanto ficamos na torcida para que seja algo no melhor estilo Romário.</p>
<p align="center">
<a href="http://entretenimento.r7.com/musica/fotos/veja-fotos-do-show-do-ac/dc-em-sp-8.html"><img src="http://lh4.ggpht.com/_RHGwK1Pr34I/SxPYDdRvl1I/AAAAAAAAANE/Pfgjtp6NWK0/s400/acdc_ae_2_g_20091128.jpg" /></a></p>
<p>Foram duas horas inesquecíveis, encerradas com a mais que indispensável <b>Highway to Hell</b> e <b>For Those About to Rock (We Salute You)</b>. E nem vou comentar os fogos que pipocaram sobre a cabeça dos presentes que, estarrecidos como eu, se perguntavam se eles parariam de surpreender. </p>
<p><b>Confiram o repertório do show:</b></p>
<p>Rock N&#8217; Roll Train<br />
Hell Ain&#8217;t a Bad Place to Be<br />
Back in Black<br />
Big Jack<br />
Dirty Deeds Done Dirt Cheap<br />
Shot Down in Flames<br />
Thunderstruck<br />
Black Ice<br />
The Jack<br />
Hells Bells<br />
Shoot to Thrill<br />
War Machine<br />
Dog Eat Dog<br />
You Shook Me All Night Long<br />
T.N.T.<br />
Whole Lotta Rosie<br />
Let There Be Rock </p>
<p><b>Bis </b><br />
Highway to Hell<br />
For Those About to Rock (We Salute You)</p>
<p><b>As fotos deste post são do canal R7, veja <a href="http://entretenimento.r7.com/musica/fotos/veja-fotos-do-show-do-ac/dc-em-sp-8.html">aqui</a>.</b> Eu tive a infelicidade de não levar câmera alguma.</p>
<p>P.S.: Dedicado ao meu amigo Marcello, cujo &#8220;valeu, Mari&#8221; por eu ter ligado para ele ouvir The Jack ainda não foi classificado como legítimo ou tomado de profundo sarcasmo. Beijosmeliga.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma consulta com o Dr. Lektroluv]]></title>
<link>http://factoide.wordpress.com/2009/11/30/uma-consulta-com-o-dr-lektroluv/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 14:40:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabriel Lucas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sets, vídeos e um pouco sobre a única coisa verde que deu certo no Brasil em Novembro. Após uma brev]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sets, vídeos e um pouco sobre a única coisa verde que deu certo no Brasil em Novembro. Após uma brev]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Review: Maybelline Mineral Power: Natural Perfecting Foundation]]></title>
<link>http://sunglassesafterdark.wordpress.com/2009/11/30/review-maybelline-mineral-power-natural-perfecting-foundation/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:35:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ju Beraldo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ganhei várias makes esse final de semana (obrigada pai, obrigada mãe!), vou começar fazer uma série ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ganhei várias makes esse final de semana (obrigada pai, obrigada mãe!), vou começar fazer uma série ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CD, Novembro é o mês dos Discos Natalinos, Vários Títulos  ]]></title>
<link>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cd-novembro-e-o-mes-dos-discos-natalinos-varios-titulos/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:49:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>charlitosheadphone</dc:creator>
<guid>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cd-novembro-e-o-mes-dos-discos-natalinos-varios-titulos/</guid>
<description><![CDATA[Charles Antunes No Brasil poucos se arriscaram a gravar discos de “Christmas”. Historicamente, salvo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Charles Antunes</em></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51Dp9OsLT5L._SL500_AA240_.jpg"><img class="alignleft" title="my christmas" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51Dp9OsLT5L._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="170" height="170" /></a>No Brasil poucos se arriscaram a gravar discos de “Christmas”. Historicamente, salvo algumas exceções bem sucedidas, por aqui esses discos não emplacam. A cantora <em>Simone</em> lançou <em>25 de Dezembro (1995)</em> e a dupla <em>Chitãozinho e Xororó – Em Família (1997</em>). Um ou outro artista tentou, além dos discos com “casts” das gravadoras homenageando a data que até chegam a vender um pouco.</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51S2slT0VHL._SL500_AA240_.jpg"><img class="alignleft" title="winters" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51S2slT0VHL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="169" height="169" /></a>Entre os relançamentos temos <em>A Harpa e a Cristandade   ristandade de Luís Bordon </em>que apesar de relembrar a infância também vem carregado de melancolia, o disco natalino de grande sucesso e vendagem desde o seu lançamento em 1959. Os “best sellers” <em>Bing Crosby</em> &#8211; <em>Merry Christmas</em>, o mais famoso disco de natal; <em>Elvis Presley &#8211; Elvis&#8217; Christmas Album</em> ; <em>Frank Sinatra &#8211; A Jolly Christmas From Frank Sinatra</em> (os três de 1957) e <em>Stille Nacht &#8211; Die Schönsten Deutschen Weihnachtsl Fischer Chor</em>, o grandioso coral alemão, uma das melhores pedidas para animar a ceia.</p>
<p style="text-align:left;"><em><a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51kRmc0eTuL._SL500_AA240_.jpg"><img class="alignleft" title="neil- cherry" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51kRmc0eTuL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="170" height="170" /></a>Andréa Bocelli &#8211; My Christmas</em>, o cantor lírico italiano interpreta hinos natalinos e religiosos com a competência de sempre. <em>Sting &#8211; If On A Winter&#8217;s Nigh&#8230;</em>, o cantor do <em>Police </em>num disco de Natal com o sabor se sua produção recente, influências de <em>musica celta</em> e até um pouquinho de<em> jazz.<br />
</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>David Archuleta &#8211; Christmas From The Heart</em>, o segundo colocado do <em>American Idol</em>, num disco apenas correto; <em>Olívia Newton John &#8211; Christmas Wish </em>com participações de <em>John Secada, Michael McDonald, Barry Manilow e Jann Arden</em>, vale pelos 22 temas, apesar do resultado ser morno. <em>Michael McDonald &#8211; This Christmas</em> é enfadonho. Os melhores são: <em>Neil Diamond &#8211; A Cherry Cherry Christmas; Barry Manilow &#8211; In The Swing Of Christmas e Bob Dylan&#8230;</em></p>
<p style="text-align:left;"><strong><a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51PZE0VC9-L._SL160_AA115_.jpg"><img class="alignleft" title="bob dylan christmas" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51PZE0VC9-L._SL160_AA115_.jpg" alt="" width="170" height="170" /></a>Bob Dylan</strong> – <em>Christmas in the Heart</em> (2009), a diferença já começa pela bela capa que foge do convencional (cantor bem vestido e barbeado ao lado da árvore), afinal estamos falando de <a href="http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/07/23/cd-working-on-a-dream-bruce-springsteen-2009/"><em>Bob Dylan</em></a>. Aqui está a familiar voz anasalada entoando hinos natalinos com o acento <em>folk </em>peculiar de seus discos.</p>
<p style="text-align:left;">Em <em>I&#8217;ll Be Home For Christmas</em>, o vocal lembra <em>Tom Waits</em>. A faixa <em>The Christmas Blues</em> versos entoados pelo vocal encharcado de Bourbon. <em>Dylan</em> nos presenteia com mais um trabalho que pela pujança do conjunto pode ser ouvido mesmo depois das festas.</p>
<p style="text-align:left;">Mais um acerto entre os muitos do compositor, e que, pode ser colocado no patamar de qualidade de seus trabalhos apresentados nessa década.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CD: Break Up, Pete Yorn &amp; Scarlett Johansson (2009)]]></title>
<link>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cd-break-up-pete-yorn-scarlett-johansson-2009/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:35:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>charlitosheadphone</dc:creator>
<guid>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cd-break-up-pete-yorn-scarlett-johansson-2009/</guid>
<description><![CDATA[Charles Antunes O músico norte-americano Pete Yorn, teve Wilco e Guided by Voices como influências. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><em>Charles Antunes</em></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51T0NpJws0L._SL160_AA115_.jpg"><img class="alignleft" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51T0NpJws0L._SL160_AA115_.jpg" alt="" width="170" height="170" /></a>O músico norte-americano <strong>Pete Yorn</strong>, teve <em>Wilco</em> e <em>Guided by Voices </em>como influências. A sua música privilegia a sonoridade “low profile” e o lirismo do rock britânico dos 80’s. Ele teve a ideia de convidar a bela atriz <strong>Scarlet Johansson</strong>, a nova musa de <em>Woody Allen</em>, para cantar uma pequena coleção de canções influenciadas pelos duetos de <em>Serge Gainsbourg com Brigitte Bardot.</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Break Up</em> é o resultado desse encontro que ocorreu em 2006, antes mesmo da boa recepção do álbum de estreia Anywhere I Lay My Head (2008), que revelou a porção cantora de Scarlett.</p>
<p style="text-align:left;">A primeira música, <em>Relator</em>, já conquista de primeira,  com palmas no estilo <em>Close to Me</em> do <em>Cure</em>, violão, <em>syntetizador</em> e a voz de <em>Scarlett</em> que lembra <em>Hope Sandoval e Breeders</em>. Na faixa<em> Wear and Tear</em>, o banjo e vocal de Pete com backing de <em>Scarlett.</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>I Am The Cosmos</em> de <em>Chris Bell,</em> guitarrista do <em>Big Star</em>, a única  composição que não é de autoria de <em>Yorn</em>, ganhou uma versão linda na voz sexy de <em>Scarlett</em>, uma das melhores do disco.</p>
<p style="text-align:left;">Em <em>Break Up</em>, os instrumentos acústicos sobressaem sobre os eletrônicos que servem para incrementar as ideias musicais de <em>Yorn</em>. O mérito para alinhavar o trabalho se deve também aos colaboradores <em>Amir Yahmai, Max Goldblatt, e Sunny Levine</em> que tocaram vários instrumentos e co-produziram o álbum.</p>
<p style="text-align:left;">O disco num todo remete a <em>Magic Numbers, Kings of Convenience e Norah Jones</em>, quando se distancia do<em> jazz</em>, principalmente o vocal de <em>Scarlett</em>.  O <em>Pop</em> econômico e despretensioso revela sofisticação e agrada do começo ao fim.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Artista: Pete Yorn &#38; Scarlett Johansson, 2009<br />
CD: Break Up<br />
Gravadora: ATCO – Warner</strong></p>
<p><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cA_1vBT5E6s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cA_1vBT5E6s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CD: Coming To Terms, Carolina Liar (2009)]]></title>
<link>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cd-coming-to-terms-carolina-liar-2009/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:34:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>charlitosheadphone</dc:creator>
<guid>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cd-coming-to-terms-carolina-liar-2009/</guid>
<description><![CDATA[Charles Antunes Chad Wolf, compositor, guitarrista e cantor cresceu na Carolina do Sul  até se mudar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Charles Antunes</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align:left;"><em><a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51wq1x7kGkL._SL500_AA240_.jpg"><img class="alignleft" title="carolina liar" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51wq1x7kGkL._SL500_AA240_.jpg" alt="" width="169" height="169" /></a>Chad Wolf</em>, compositor, guitarrista e cantor cresceu na Carolina do Sul  até se mudar para Los Angeles em busca da exteriorização da música encerrada na mente dele. Foi necessário que fosse para Estocolmo e formasse uma banda com músicos locais, e só assim poder retornar aos EUA com o merecido reconhecimento.</p>
<p style="text-align:left;"><em> </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Pop Rock</em> melodioso com letras mais profundas que o convencional é o que está presente em <em>Coming To Terms</em> do <strong>Carolina Liar</strong>.  <em>I’m Not Over</em> tem semelhanças com <em>Coffe And TV do Blur</em>, porém mais ritmada.</p>
<p style="text-align:left;">A sonoridade do <em>Carolina Liar </em>pode ser colocada entre <em>Killers e  <a href="http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/07/28/cd-to-lose-my-life-white-lies-2009/">White Lies</a></em><a href="http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/07/28/cd-to-lose-my-life-white-lies-2009/">, </a>apesar de não ser tão sisudo quanto o último.  <em>Last Night</em> cativa o ouvinte na primeira audição.</p>
<p style="text-align:left;">Em músicas como <em>Show Me What I’m Lookin For</em> e <em>When You Are Near</em> guarda semelhanças com o <em>Keane</em> quanto ao andamento em que o piano é o elemento harmônico.</p>
<p style="text-align:left;"><em>Chad Wolf</em> tem como lema  não se contentar com nada menos do que ser feliz e sempre sorrir. Nas canções de <em>Coming To Terms</em>, ele canta versos  compostos por dúvida, perda, marasmo e esperança de que as coisas mudem.</p>
<p><strong>﻿CD: Coming To Terms, 2009<br />
Artista: Carolina Liar<br />
Gravadora: Warner Music</strong></p>
<p><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ijSg4NkOIeY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ijSg4NkOIeY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CD/DVD: Elas Cantam Roberto Carlos, Vários (2009)]]></title>
<link>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cddvd-elas-cantam-roberto-carlos-varios-2009/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:32:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>charlitosheadphone</dc:creator>
<guid>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cddvd-elas-cantam-roberto-carlos-varios-2009/</guid>
<description><![CDATA[Charles Antunes Como parte das homenagens pelos 50 anos de carreira de Roberto Carlos, 20 cantoras i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Charles Antunes</em></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:hT8VwsJvFvhFaM:http://www.revistaviverbrasil.com.br/img/materias/submateria/cdedvd-elascantamrobertocarlos-152928.jpg"><img class="alignleft" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:hT8VwsJvFvhFaM:http://www.revistaviverbrasil.com.br/img/materias/submateria/cdedvd-elascantamrobertocarlos-152928.jpg" alt="" width="170" height="170" /></a>Como parte das homenagens pelos 50 anos de carreira de <em>Roberto Carlos,</em> 20 cantoras interpretaram músicas marcantes da carreira do compositor. <strong>Elas Cantam Roberto</strong>,<strong> </strong>disponível em DVD e CD duplo foi gravado no Teatro Municipal de São Paulo, em Maio de 2009.</p>
<p style="text-align:left;">Para a gravação foram convidadas cantoras  populares e algumas que a maioria do público do <em>Rei</em> não conhecia. As intérpretes, algumas de talento duvidoso, apresentaram desde boas releituras, passando por versões beirando aos calouros dos antigos programas de <em>Chacrinha e Silvio Santos</em>.</p>
<p style="text-align:left;">O mal desses shows e discos de tributos é a escolha equivocada de quem vai interpretar o quê. As gravadoras os tratam como verdadeiros caça-níqueis, sem critério artístico. Os artistas são escalados pela popularidade, o que muitas vezes, compromete o resultado.</p>
<p style="text-align:left;">Para esse tipo de projeto, os bons resultados unem o talento e o esmero de produção, como os discos dedicados às canções de <em>Roberto Carlos</em> gravados por <em>Maria Bethânia, As Canções Que Você Fez Pra Mim</em> (1993 ) e <em>Nara Leão, E Que Tudo Mais Vá Pro Inferno (1978).</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Elas Cantam Roberto </em>abre com uma interpretação sutil de <em>Hebe Camargo </em>para a canção<em> </em><em>Você Não Sabe.</em> <em>Fernanda Abreu</em> reforça o ritmo funkeado de <em>Todos Estão Surdos</em>, uma das melhores, quase tão boa quanto à versão de <em>Chico Science  &#38; Nação Zumbi</em>, presente no álbum <em>Rei </em>(1994), homenagem dos artistas do <em>pop rock</em> nacional a <em>Roberto e Erasmo.</em></p>
<p style="text-align:left;">A cantora lírica <em>Celine Imbert </em>não consegue bom resultado com <em>A Distância.</em> <em>Sandy</em>, a mais jovem das <em>Divas de Roberto</em>, com sua voz miúda e infantil não convence cantando os versos nostálgicos de <em>As Canções Que Você Fez Pra Mim</em>, melhor seria <em>Bethânia</em> que já havia gravado a música.</p>
<p style="text-align:left;">O pior momento, quando a atriz e cantora <em>Marília Pêra</em>, num misto de dramaticidade com histrionismo de Yoko Ono, “executa com um tiro na cabeça”  <em>120&#8230;150&#8230;200 km por Hora</em>. A interpretação dela  lembra um bêbado que insiste em cantar no Karaokê às 3h  da manhã. Sabe quando você tem vergonha alheia, então&#8230; eu senti naquele momento.</p>
<p style="text-align:left;">A maioria das interpretações não compromete o resultado, porém a produção deixou o disco com a sonoridade abafada e bateria opaca, não dá pra sentir a suntuosidade dos arranjos das músicas. <em>Elas Cantam Roberto </em>parece um registro pirata dos anos 80 e 90,  quando shows eram gravados sem o consentimento dos artistas, e consequentemente, sem qualidade técnica.</p>
<p style="text-align:left;">No final, o <em>Rei </em>canta uma música presente em todos os seus shows <em>Emoções</em>, e depois  divide o microfone com todas as <em>Divas</em> num momento de reciprocidade entre o homenageado, cantoras e plateia, na emocionante <em>Como é Grande o Meu Amor Por Você</em>.</p>
<p><strong>CD/ DVD: Elas Cantam Roberto, 2009<br />
Artista: Vários<br />
Gravadora: Sony &#8211; BMG</strong></p>
<p><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/yjxB0o7ngrI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/yjxB0o7ngrI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CD: Tributo a Ella Fitzgerald, Jane Duboc &amp; Victor Biglione (2009)]]></title>
<link>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/29/cd-tributo-a-ella-fitzgerald-jane-duboc-victor-biglione-2009/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 23:30:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>charlitosheadphone</dc:creator>
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<description><![CDATA[Charles Antunes A cantora Jane Duboc aos 16 anos foi estudar música nos EUA. Mesmo com a  formação m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Charles Antunes</em></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:gu51R158iRUhwM:http://gold.br.inter.net/pedro/Jane%2520Vitor.jpg"><img class="alignleft" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:gu51R158iRUhwM:http://gold.br.inter.net/pedro/Jane%2520Vitor.jpg" alt="" width="170" height="154" /></a>A cantora <strong>Jane Duboc</strong> aos 16 anos foi estudar música nos EUA. Mesmo com a  formação musical e experiência adquirida em apresentações em <em>night clubs</em>, no Brasil ela ainda não foi reconhecida pelo grande público. Desde os anos 70 participou de inúmeras gravações, projetos, festivais, além de centenas de apresentações solo ou com grupos musicais.</p>
<p style="text-align:left;"><em>Jane</em> sempre teve senso melódico e voz afinadíssima para <em>MPB</em> e também para os <em>standards</em>. Sua passagem pelos EUA rendeu-lhe intimidade com o idioma inglês, o que pode ser constatado com o êxito de <em>Movie Melodies</em> (1992) composto por temas de cinema.</p>
<p>Antes do projeto <em>Tributo a Ella Fitzgerald</em>, duas parcerias direcionavam para esse álbum: <em>Da Minha Terra </em>(1998) com violonista S<em>ebastião Tapajós</em> e <em>Uma Porção de Marias </em>(2007) com baixista <em>Arismar do Espírito Santo</em>.</p>
<p style="text-align:left;">O <em>Tributo a Ella Fitzgerald</em> não é uma aventura ou mero jogo de marketing, <em>Jane Duboc </em>sabe onde pisa e se garante em tal empreitada. Enquanto Ella Fitzgerald gravou com o melodioso guitarrista <em>Joe Pass</em>, <em>Jane</em> formou dupla com o consagrado guitarrista <em>Victor Biglione</em>, que já havia gravado <em>Splendid Brazil</em> (2005) com <em>Andy Summers (The Police)</em>.</p>
<p style="text-align:left;">O repertório focou alguns dos <em>standards</em> eternizados na voz de <em>Ella.</em> O disco abre com <em>Night And Day (Cole Porter)</em>, em que o arranjo privilegia o balanço <em>bossa nova</em> do violão de <em>Biglione</em> enquanto a cantora paraense esbanja categoria no <em>skat singing</em> característico de<em> Ella</em>.</p>
<p style="text-align:left;"><em>Stormy Weather (Arlen/Koehler)</em> é reinventada com a batida do <em>samba</em>, o fraseado de <em>Biglione</em> e a voz de <em>Jane</em>. Em <em>Come Rain or Come Shine </em>(<em>Mercer/Arlen</em>), novamente a roupagem do samba “abrasileira” a canção com o diálogo da guitarra e do piano. <em>Lush Live (Billy Strayhorn)</em> recebe uma versão bem próxima da homenageada, porém sem os floreios vocais  da <em>Diva</em>.</p>
<p style="text-align:left;">O resultado é quase impecável, só não é perfeito porque todas essas canções foram interpretadas por uma das maiores cantoras de todos os tempos. Mesmo assim o desempenho de Jane Duboc, bem como a parte instrumental e a produção do álbum, o colocam como um dos grandes lançamentos de 2009.</p>
<p style="text-align:left;">Repertório:</p>
<p style="text-align:left;">Night and Day (Cole Porter)<br />
Stormy Weather (Harold Arlen e Ted Koehler)<br />
Ain&#8217;t Got Nothing But The Blues (Duke Ellington)<br />
Bonita (Antônio Carlos Jobim)<br />
Here Is That Rainy Day (Van Heusen/Johnny Burke)<br />
Autumn in New York/ April In Paris/ A Foggy Day (V. Duke / E. Y. Harburg / George &#38; Ira Gershwin)<br />
Satin Doll (Duke Ellington)<br />
Come Rain or Come Shine (Johnny Mercer/Harold Arlen)<br />
Angel Eyes (Matt Dennis /Earl Brent)<br />
Lush Life (Billy Strayhorn)<br />
Someone to Watch Over Me (George &#38; Ira Gershwin)<br />
Embraceable You/ How Long Has This Been Going On/ Love Is Here To Stay (George &#38; Ira Gershwin)</p>
<p><strong>CD: Tributo a Ella Fitzgerald, 2009<br />
Artista: Jane Duboc &#38; Victor Biglione<br />
Gravadora: Rob Digital</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resenha: Esmalte Impala "Espelho"]]></title>
<link>http://girlienoob.wordpress.com/2009/11/29/resenha-esmalte-impala-espelho/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:10:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rose</dc:creator>
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<description><![CDATA[Finalmente vou tirar a prova se gastei dinheiro à toa ou não. &#8220;Espelho&#8221; nessa semana, e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Finalmente vou tirar a prova se gastei dinheiro à toa ou não. &#8220;Espelho&#8221; nessa semana, e ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Norwegian Wood]]></title>
<link>http://faru.wordpress.com/2009/11/29/norwegian-wood/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:09:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Farley</dc:creator>
<guid>http://faru.wordpress.com/2009/11/29/norwegian-wood/</guid>
<description><![CDATA[Conheci Haruki Murakami através do livro Hard-Boiled Wonderland and The End of the World e depois di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://faru.wordpress.com/files/2009/11/murakami.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-157" style="border:1px solid #808080;padding:3px;" title="murakami" src="http://faru.wordpress.com/files/2009/11/murakami.jpg" alt="" width="256" height="207" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Conheci Haruki Murakami através do livro<a href="http://www.skoob.com.br/livro/sobre/13961"> Hard-Boiled Wonderland and The End of the World</a> e depois disso me tornei fã dele. Murakami preza principalmente pela escrita simples e por suas histórias complicadas, tendo como característica personagens melancólicos e solitarios, mas extremamente verossímeis. Seu texto costuma também ter várias referências à cultura pop, junto com questões existenciais/filosóficas e em alguns casos o surrealismo, combinados de forma incrível.</p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">O último que li dele foi <a href="http://www.skoob.com.br/livro/sobre/2655/">Norwegian Wood</a>. Aqui Murakami nos apresenta Toru Watanabe, jovem estudante de teatro, e acompanhamos a tragetória dele da adolescência para a vida adulta. Parece cliché, mas tudo é colocado de uma maneira muito boa. Reproduzo aqui a <a href="http://www.skoob.com.br/meus_livros/mostrar/7727/2655/3460/resenha">resenha</a> que postei no <a href="http://www.skoob.com.br/perfil/FaruSantos">Skoob</a>:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Norwegian Wood é daqueles livros suaves, mas completamente envolventes. Murakami utiliza mais uma vez de seus personagens solitários e melancólicos pra contar uma história que parece ser simples, mas na verdade é bem profunda.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Achei interessante aqui o foco principal da história: a morte e suas consequencias na alma. Pode não parecer tanto isso por conta do rumo dos acontecimentos, mas a morte está ali sempre, presente de alguma maneira, sempre acompanhadas de jazz e de música. E como sempre os personagens são incríveis, humanos e reais, é difícil não se apaixonar por eles.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Minha única ressalva aqui é o uso um tanto quanto exagerado de sexo. Entendo sim que é necessário no contexto da história e dos personagens, mas acho que Murakami poderia ter maneirado um pouco.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Por fim mais uma vez Murakami me surpreende, afinal ele consegue transformar pessoas e histórias ordinárias e comuns em algo extremamente envolvente, que você acaba se identificando e tomando como quase real. Recomendo não só para quem é fã do autor, mas para qualquer um que esteja procurando uma história de amor e de vida muito especial.</em></p>
</blockquote>
<p>Só acho uma pena que seja complicado ler Murakami no Brasil. Os poucos livros dele publicados por aqui são um tanto quanto raros e caros, infelizmente. Hard-Boiled Wonderland and The End of the World mesmo eu li em inglês (e saiu por uma bagatela!),<a href="http://www.skoob.com.br/livro/sobre/33946"> The Wind-up Bird Chronicle</a> também lerei em inglês por não ter sido publicado ainda no Brasil. De qualquer maneira recomendo pra qualquer um que goste de personagens extremamente bem construídos e histórias instigantes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sexta feira pacata: Wall-E]]></title>
<link>http://deunaminhatelha.wordpress.com/2009/11/28/sexta-feira-pacata-wall-e/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 12:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>mmurtas</dc:creator>
<guid>http://deunaminhatelha.wordpress.com/2009/11/28/sexta-feira-pacata-wall-e/</guid>
<description><![CDATA[Sexta-feira de fim de mês. Namorada foi viajar para casa dos pais, a grana está curta e o cansaço é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/walle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1103" title="walle" src="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/walle.jpg" alt="" width="398" height="402" /></a></p>
<p>Sexta-feira de fim de mês. Namorada foi viajar para casa dos pais, a grana está curta e o cansaço é grande. Esse foi meu quadro neste dia 27 de novembro. Acabei me jogando no sofá e começei a procurar alguma coisa para assistir quando encontrei o filme Wall-E em seu início. Ótimo! Já havia assistido a esta produção da Pixar anteriormente e foi um prazer contemplá-la novamente.</p>
<p>Wall-E aparenta, inicialmente, ser um filme infantil. E na realidade não deixa de ser. O interessante de sua história, no entanto, é que assim como <em>Os Incríveis</em>, o longa metragem possui críticas reflexivas pertinentes misturadas em situações engraçadas e cativantes, tanto para para crianças como para adultos.</p>
<p>A história é da nossa sociedade (do consumo) que degrada o planeta terra ao ponto de tornar a vida nele impossível. Os seres humanos, então, constroem uma super espaçonave (Axiom) e partem para uma viagem de cinco anos enquanto esperam as condições na terra se tornarem amena para que a vida possa ser reestabelecida nela. Para tanto, máquinas Wall-E  (de Waste Allocation Load Lifters &#8211; Earth-Class, ou basicamente &#8216;máquinas de limpeza&#8217;) são deixadas na terra para limpar o ambiente do lixo deixado pelos humanos, mas não suportam as condições terrenas e acabam deixando de funcionar. Exceto por uma pequena unidade de compactação de lixo, protagonista da história.</p>
<p>Trabalhador árduo, &#8220;Wall-E&#8221; cumpre sua função todos os dias. A máquina também  desenvolve personalidade, começa a colecionar objetos humanos e a cuidar de sua amiga &#8211; uma barata. A vida seguia normalmente até que uma sonda EVE (feminina) chega no planeta com uma missão &#8220;classified&#8221; (confidencial). O protagonista se apaixona pela maquina recém-chegada, e a partir desse ponto, a história toma um rumo ainda mais interessante, uma vez que o robô-reciclador toma contato com os humanos que já circulavam pelo espaço há 700 anos, em vez dos cinco anos planejados.</p>
<p>O interessante da história é observar a nítida mensagem do quão fútil o homem é, uma vez que nesses 700 anos circulando pelo espaço, tudo o que o ser humano fez foi viver consumindo e respondendo mecanicamente às novas modas anunciadas pelas mídias. Não menos interessante é ver &#8220;nos ver&#8221; conversando e convivendo com pessoas ao seu redor (ou do seu lado) por meio de uma tela. Outra atitude tipicamente humana é a de EVE, que coloca uma arma na cara de tudo que é desconhecido e atira primeiro para entender depois. Também aparecem situações do quão &#8220;humano um ser humano pode ser&#8221;, instigando a reflexão de nossos valores. Muitas outras questões pertinentes são levantadas na história.</p>
<p>Um filme muito gostoso que merece seus minutos &#8211; e os minutos de seus filhos &#8211; de ateção. Definitivamente, este eu recomendo.</p>
<p><a href="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/walle_37.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1104" title="walle_37" src="http://deunaminhatelha.wordpress.com/files/2009/11/walle_37.jpg" alt="" width="509" height="420" /></a></p>
<p>Imagens:  reprodução internet</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AC/DC - Morumbi, São Paulo – Fotos, Vídeos e Infos]]></title>
<link>http://factoide.wordpress.com/2009/11/28/acdc-so-paulo-fotos-vdeos-e-infos/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 09:34:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Soares</dc:creator>
<guid>http://factoide.wordpress.com/2009/11/28/acdc-so-paulo-fotos-vdeos-e-infos/</guid>
<description><![CDATA[Saiba como foi o show em São Paulo. 60 mil pessoas foram ao, único show da turnê Black Ice, Estádio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Saiba como foi o show em São Paulo. 60 mil pessoas foram ao, único show da turnê Black Ice, Estádio ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[fargo - uma comédia de erros [1996]]]></title>
<link>http://receioderemorso.wordpress.com/2009/11/28/fargo-uma-comedia-de-erros-1996/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 03:30:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeff</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fargo &#8211; Uma Comédia de Erros (Fargo, 1996) direção: Joel Coen roteiro: Joel e Ethan Coen país:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fargo &#8211; Uma Comédia de Erros (Fargo, 1996) direção: Joel Coen roteiro: Joel e Ethan Coen país:]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camiño e peiote]]></title>
<link>http://amoraes.wordpress.com/2009/11/28/camino-e-peiote/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 01:41:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>amoraes</dc:creator>
<guid>http://amoraes.wordpress.com/2009/11/28/camino-e-peiote/</guid>
<description><![CDATA[como sou muito preguiçoso e as duas revistas publicaram hqs que cometi, pedi pro camarada Zé R resen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>como sou muito preguiçoso e as duas revistas publicaram hqs que cometi, pedi pro camarada Zé R resenhá-las. aconselho veementemente que você visite o <a href="http://salatiel-reuniaodepauta.blogspot.com/">blog do cara</a>, muito mais comprometido com ações do tipo que só pratico em modo diletante.</p>
<div>
<p><strong><span style="font-size:small;">CAMIÑO DI RATO/ PEIOTE</span></strong></p>
<p><span style="font-size:small;">Quadrinhos independentes, al</span><span style="font-size:small;">ternativos ou underground desempenhavam importantes papéis político e cultural </span><span style="font-size:small;">nos anos </span><span style="font-size:small;">19</span><span style="font-size:small;">60 e </span><span style="font-size:small;">19</span><span style="font-size:small;">70, quando se contrapunham à caretice da indústria dos </span><em><span style="font-size:small;">comics</span></em><span style="font-size:small;">. Surpreende o fato de qu</span><span style="font-size:small;">e, na era da internet, o gênero tenha</span><span style="font-size:small;"> não somente sobrevivido como proliferado, inclusive no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Duas publicações mais recentes </span><span style="font-size:small;">- </span><strong><span style="font-size:small;">Camiño di Rato #5</span></strong><span style="font-size:small;"> e </span><strong><span style="font-size:small;">Peiote #1</span></strong> <span style="font-size:small;">–</span><span style="font-size:small;"> não me permitem extrair qualquer</span><span style="font-size:small;"> inferência indutiva válida sobre esse mercado editorial </span><em><span style="font-size:small;">outsider</span></em><span style="font-size:small;">. Mas</span><span style="font-size:small;">,</span> <span style="font-size:small;">ao menos</span><span style="font-size:small;">,</span><span style="font-size:small;"> dão uma temperatura da produção atual, comparada com aque</span><span style="font-size:small;">la da segunda metade dos</span><span style="font-size:small;"> anos </span><span style="font-size:small;">19</span><span style="font-size:small;">80,</span> <span style="font-size:small;">quando o país m</span><span style="font-size:small;">al havia saído da ditadura e fanzines eram distribuídos</span><span style="font-size:small;"> pelos Correios em troc</span><span style="font-size:small;">a de selos</span><span style="font-size:small;">.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Sem o </span><span style="font-size:small;">contexto </span><span style="font-size:small;">que gerou</span><span style="font-size:small;"> o movimento, qual a finalidade d</span><span style="font-size:small;">as revistas e fanzines </span><span style="font-size:small;">independentes </span><span style="font-size:small;">de h</span><span style="font-size:small;">oje? Ser laboratório para </span><span style="font-size:small;">experiência</span><span style="font-size:small;">s com a linguagem</span><span style="font-size:small;">, </span><span style="font-size:small;">óbvio,</span><span style="font-size:small;"> além de espaço de treino de narrativas e </span><span style="font-size:small;">domínio da técnica para neófitos na arte</span><span style="font-size:small;">.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">O primeiro ponto positivo das duas revistas</span><span style="font-size:small;">, portanto, é a atitude </span><span style="font-size:small;">dos autores e editores de</span><span style="font-size:small;"> expor seu</span><span style="font-size:small;">s</span><span style="font-size:small;"> trabalho</span><span style="font-size:small;">s</span><span style="font-size:small;"> ao julgamento alheio, quando para muitos seria mais fácil esconder o “talento” na gaveta e amargurar o criador incompreendido. </span><span style="font-size:small;">Não temos outra opção, senão pu</span><span style="font-size:small;">blicar.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Dito isso, a crítica que faço, num âmbito geral, é que parece haver um descompasso entre as Hqs adultas que ganharam espaço nas livrarias (boa parte também fruto do underground do século 20) e o universo </span><em><span style="font-size:small;">teen</span></em><span style="font-size:small;"> que ainda prevalece nas independentes.</span><span style="font-size:small;"> Histórias pseudofilosóficas, com </span><span style="font-size:small;">a profundidade de uma placa de Petri, acompanhadas de um papo </span><span style="font-size:small;">modorrento sobre</span><span style="font-size:small;"> magia, </span><span style="font-size:small;">drogas psicodélicas e</span><span style="font-size:small;"> teoria da conspiração</span><span style="font-size:small;">, a meu </span><span style="font-size:small;">ver, </span><span style="font-size:small;">é sinal de que o i</span><span style="font-size:small;">ogurte está com prazo </span><span style="font-size:small;">de validade </span><span style="font-size:small;">vencido. Em outras palavras, o</span><span style="font-size:small;"> discurso azedou. </span><span style="font-size:small;">Será que não está na hora de trocar a cartilha do titio Moore?</span></p>
<p><strong><span style="font-size:small;">Caminhos alternativos</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size:small;">Camiño di Rato</span></strong><span style="font-size:small;"> e </span><strong><span style="font-size:small;">Peiote</span></strong><span style="font-size:small;"> chama</span><span style="font-size:small;">m</span><span style="font-size:small;"> atenção pelo formato revista e zelo na edição do material. Não é um trabalho</span><span style="font-size:small;"> nada fácil selecionar quadrinhos </span><span style="font-size:small;">de qualidade e publicar uma revista, mesmo com as </span><span style="font-size:small;">facilidades tecnológicas atuais. O próximo desafio, para essas publicações, será manter a periodicidade (a </span><strong><span style="font-size:small;">Camiño</span></strong><span style="font-size:small;"> está n</span><span style="font-size:small;">o quinto número &#8211; nota do Abs: isso é coisa do Mathieu&#8230; na verdade o # na capa é um 2 invertido)</span><span style="font-size:small;">.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">P</span><span style="font-size:small;">ara quem tem mais de 30, </span><strong><span style="font-size:small;">Camiño</span></strong><span style="font-size:small;"> vai lembrar a finada </span><strong><span style="font-size:small;">Chiclete Com Banana</span></strong><span style="font-size:small;">, </span><span style="font-size:small;">numa versão mais </span><em><span style="font-size:small;">ligth</span></em><span style="font-size:small;"> (no sentido </span><span style="font-size:small;">físico, sobretudo</span><span style="font-size:small;">, mas não somente).</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Em apenas duas páginas de</span><span style="font-size:small;"> “Domin</span><span style="font-size:small;">go”, Marcelo D’Salete</span> <span style="font-size:small;">mostra </span><span style="font-size:small;">segurança no traço e na na</span><span style="font-size:small;">r</span><span style="font-size:small;">ra</span><span style="font-size:small;">tiva. Com </span><span style="font-size:small;">economia de texto e imagens, passa </span><span style="font-size:small;">ao leitor </span><span style="font-size:small;">o</span><span style="font-size:small;">s</span><span style="font-size:small;"> sentimento</span><span style="font-size:small;">s</span><span style="font-size:small;"> de solidão e frustração que acompanham o fim de um relacionamento duradouro, sob o ponto de vista das coisas. Na partilha das </span><span style="font-size:small;">“</span><span style="font-size:small;">coisas</span><span style="font-size:small;">”</span><span style="font-size:small;">, </span><span style="font-size:small;">aliás, </span><span style="font-size:small;">o mais impor</span><span style="font-size:small;">tante é o mais ausente.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Antonio Eder também </span><span style="font-size:small;">chama atenção</span><span style="font-size:small;"> pelos traços pessoais, na descompromissada “Nostálgico é a M</span><span style="font-size:small;">ãe”</span><span style="font-size:small;">. Já o trabalho de </span><span style="font-size:small;">Pa</span><span style="font-size:small;">blo Mayer, </span><span style="font-size:small;">artista </span><span style="font-size:small;">veterano</span><span style="font-size:small;">, se valoriza em mãos firmes no roteiro, o que não é o caso, infelizmente, de </span><span style="font-size:small;">“Fog</span><span style="font-size:small;">o Que Arde Sem Se Ver”</span><span style="font-size:small;">.</span><span style="font-size:small;"> Outro ponto alto </span><span style="font-size:small;">da edição </span><span style="font-size:small;">é a ilustração </span><em><span style="font-size:small;">noir</span></em> <span style="font-size:small;">de D. Ramirez em “</span><span style="font-size:small;">Filosofia Cotidiana”</span><span style="font-size:small;">.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">No</span><span style="font-size:small;"> primeiro número de </span><strong><span style="font-size:small;">Peiote</span></strong><span style="font-size:small;"> destaca-se, </span><span style="font-size:small;">à primeira vista, </span><span style="font-size:small;">a</span><span style="font-size:small;"> qualidade gráfica</span><span style="font-size:small;">, que inclui páginas coloridas. Jaum </span><span style="font-size:small;">edita e assina metade do material publicado na </span><span style="font-size:small;">coletânea</span><span style="font-size:small;">, mais a capa. </span><span style="font-size:small;">Sobre seu trabalho, desponta </span><span style="font-size:small;">certo</span><span style="font-size:small;"> “retrato do artista enquanto jovem”, quer dizer, </span><span style="font-size:small;">do quadrinhista </span><span style="font-size:small;">em busca de</span><span style="font-size:small;"> identidade própria, não obstante a eficiência com q</span><span style="font-size:small;">ue manipula os traços moebianos. N</span><span style="font-size:small;">os roteiros, </span><span style="font-size:small;">o tom sarcástico mereceria investimento. </span><span style="font-size:small;">A conferir futuros trabalhos.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Sustentam a revista </span><span style="font-size:small;">os desenhos cheios de personalidade de </span><span style="font-size:small;">Luciano Irrthum (“</span><span style="font-size:small;">A Verdade</span><span style="font-size:small;">”) e Law Tissot </span><span style="font-size:small;">(“Ultraviolência”), a de</span><span style="font-size:small;">speito das histórias anêmicas.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Por fim, indico </span><span style="font-size:small;">as tiras de Abs Morae</span><span style="font-size:small;">s &#38; Jean Okada (melhor em</span><span style="font-size:small;"> cores),</span><span style="font-size:small;"> presentes em ambas as ediç</span><span style="font-size:small;">ões:</span> <span style="font-size:small;">“Zazás”</span><span style="font-size:small;"> (</span><strong><span style="font-size:small;">Camiño di Rato</span></strong><span style="font-size:small;">) e</span><span style="font-size:small;"> “Desvio”</span><span style="font-size:small;"> (</span><strong><span style="font-size:small;">Peiote</span></strong><span style="font-size:small;">)</span><span style="font-size:small;">. Não </span><span style="font-size:small;">é segredo que a combinação de</span><span style="font-size:small;"> bom trato no texto</span> <span style="font-size:small;">com desenhos profissionais</span><span style="font-size:small;">, conforme </span><span style="font-size:small;">mostrado pel</span><span style="font-size:small;">a dupla, é a fórmula de uma </span><span style="font-size:small;">HQ</span><span style="font-size:small;"> de sucesso</span><span style="font-size:small;">.</span><span style="font-size:small;"> Por que então não seria esse o melhor caminho para as independentes </span><span style="font-size:small;">aplainarem terreno próprio nos quadrinhos contemporâneos? </span><span style="font-size:small;">F</span><span style="font-size:small;">azer roteiros sem pé nem cabeça e</span><span style="font-size:small;"> rabiscos </span><span style="font-size:small;">psicodélicos </span><span style="font-size:small;">não é requisito </span><span style="font-size:small;">pa</span><span style="font-size:small;">ra ser </span><span style="font-size:small;">underground</span><span style="font-size:small;">.</span><span style="font-size:small;"> Não é feio ser bonito.</span></p>
<p><strong><span style="font-size:small;">José Renato Salatiel</span></strong></p>
<p><span style="font-size:small;">jornalista</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CD: Chickenfoot, Chickenfoot (2009)]]></title>
<link>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/27/cd-chickenfoot-chickenfoot-2009/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:27:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>charlitosheadphone</dc:creator>
<guid>http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/11/27/cd-chickenfoot-chickenfoot-2009/</guid>
<description><![CDATA[Charles Antunes Chickenfoot é o nome do supergrupo formado pelo vocalista Sammy Hagar e o baixista M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><em>Charles Antunes</em></p>
<p style="text-align:left;"><strong><a href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:M-2KUN1SPcBYLM:http://i43.tower.com/images/mm113522051/chickenfoot-cd-cover-art.jpg"><img class="alignleft" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:M-2KUN1SPcBYLM:http://i43.tower.com/images/mm113522051/chickenfoot-cd-cover-art.jpg" alt="" width="170" height="170" /></a>Chickenfoot </strong>é o nome do supergrupo formado pelo vocalista <em>Sammy Hagar</em> e o baixista <em>Michael Anthony</em>, ambos ex-integrantes da banda <em>Van Halen</em> desde 2006; o virtuoso guitarrista <em>Joe Satriani</em>, que esporadicamente se reúne com outros guitarristas sob o nome de <em>G3 </em>e o baterista <em>Chad Smith,</em>ainda no <em>Red Hot Chili Peppers</em>.</p>
<p style="text-align:left;">O primeiro trabalho de estúdio abre com <em>Avenida Revolution</em> conduzida pela guitarra “satrianica” e o vocal de <em>Sammy Hagar, </em>mais encorpado e menos melódico que nos tempos de <em>Van Halen</em>. Em <em>Sexy Little Thing</em>, o vocal e a guitarra lembram “a fase <em>Ceremony</em> do <em>Cult</em>”.</p>
<p style="text-align:left;">Na faixa <em>Running Out</em>, <em>Satriani </em>se liberta no solo e o vocalista se destaca num dos melhores momentos do álbum; o mesmo pode ser dito de <em>Get it Up</em> na qual o cantor solta a garganta, semelhante ao refrão de <em>Youth Gone Wild do Skid Row,</em> inclusive a semelhança vocal com <em>Sebastian Bach,</em> enquanto <em>Satriani</em> brilha mais uma vez.</p>
<p style="text-align:left;">O vocal característico de <em>Hagar </em>pode ser conferido na música <em>Down the Drain</em>. Tem ainda a baladinha <em>Learning to Fall</em>, que poderia constar de algum disco dos <em>Scorpions.</em></p>
<p style="text-align:left;">Supergrupos dificilmente permanecem juntos por muito tempo. Recentemente o <em>Velvet Revolver </em>formado por <em>Slash, Duff McKagan, Matt Sorum (ex-<a href="http://charlitosheadphones.wordpress.com/2009/07/21/cd-chinese-democracy-guns-n%E2%80%99-roses-2008/">Guns N’Roses</a></em>), o guitarrrista <em>Dave Kushner (Suicidal Tendencies)</em> e o vocalista <em>Scott Weiland (Stone Temple Pilots)</em>, provou que o conflito de egos e possibilidade de unificar agendas é prejudicial à longevidade dos grupos. <em>Weiland</em> deixou o <em>Velvet</em> em 2008, após desentendimentos com os outros componentes da banda. Como diz a música de <em>Marcelo Nova e Raul Seixas:</em> “Muita Estrela, Pouca Constelação”.</p>
<p style="text-align:left;">O álbum de estréia fica acima da média e aquém do talento dos integrantes do <em>Chickenfoot</em>. Esperamos que continuem juntos e quem sabe possam fazer melhor no segundo disco.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>CD: Chickenfoot, 2009<br />
Artista: Chickenfoot<br />
Gravadora: Ear Music</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/KVKvt0CPeik&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/KVKvt0CPeik&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A pesquisa do olhar]]></title>
<link>http://tramafotografica.wordpress.com/2009/11/27/a-pesquisa-do-olhar/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:53:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>tramafotografica</dc:creator>
<guid>http://tramafotografica.wordpress.com/2009/11/27/a-pesquisa-do-olhar/</guid>
<description><![CDATA[Foi no último sábado, dia 21 de setembro. Chovia, estávamos no meio de um feriado. Mesmo assim, nos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/impressoesdeumlugar_01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1631" title="impressoesdeumlugar_01" src="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/impressoesdeumlugar_01.jpg" alt="" width="285" height="380" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Foi no último sábado, dia 21 de setembro. Chovia, estávamos no meio de um feriado. Mesmo assim, nos reunimos no Sesc Pompéia para ouvir a aprender com o Alexandre Sequeira. Um bate-papo calcado em causos que ele ía contando como poucos saber contar. Um texto que ilustrava suas imagens. Ale, apresentou dois trabalhos: o conhecido Nazaré de Mocajuba, um seu retrato da comunidade eo o delicado  Meu Mundo Teu, uma emocionante pesquisa a partir das imagens de dois adolescentes: Jefferson e Tayana. Muito mais do que narrar suas experiência, o que ele nos trouxe foi seu papel de facilitador e de educador do olhar. Alexandre Sequeira é de Belém e também participou do FotoAtiva do Miguel Chikaoka, foi lá que ele desenvolveu esta sua vontade de ensinar a ver e portanto, a aprender a ver. A sua pesquisa, na verdade, não está apenas na imagem, mas na história e no processo de construção de seu trabalho. Idéias que foram debatidas por mais de duas horas e no final uma vontade em todos de produzir mais. Só devemos que agradecer a este belo e afetivo encontro que nos alimentou  os olhos e durante algumas horas nos fez sonhar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[Resenhas] Lua Nova]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/2009/11/27/resenhas-lua-nova/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:29:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://cinemagia.wordpress.com/2009/11/27/resenhas-lua-nova/</guid>
<description><![CDATA[Logo no início da exibição, &#8220;Lua Nova&#8221; dá sinais que pode ser uma continuação à altura d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/11/lua_nova.jpg" alt="" title="__lua_nova" width="120" class="alignright size-full wp-image-15049" />Logo no início da exibição, &#8220;Lua Nova&#8221; dá sinais que pode ser uma continuação à altura de seu antecessor, &#8220;Crepúsculo&#8221;: além das cenas iniciais remeterem ao mesmo clima e contexto do primeiro filme da saga, há também, logo de cara, referências à literatura, que pontuaram o longa anterior e as quais a resenha de Cinema é Magia sobre &#8220;Crepúsculo&#8221; tanto elogiou (relembre a resenha de Crepúsculo <a href="http://cinemagia.wordpress.com/2009/06/09/resenhas-crepusculo/">clicando aqui</a>). Mas fica só na promessa: infelizmente, logo o filme se transforma num grande marasmo que nem as transformações de Jacob nem os dramas pessoais de Bella conseguem suplantar. O filme definitivamente só cresce, e termina bem por conta disso, quando a trama se amplia e chega à Itália, com direito a clima de suspense e ótimas cenas da festa de São Marcos e do interior de belas edificações italianas. </p>
<p>Curiosamente, a razão desta melhora é de certa forma diferente do que acontecia com &#8220;Crepúsculo&#8221;. Se no filme anterior Robert Pattinson tinha uma atuação tão boa quanto discreta enquanto Kristen Stewart roubava o filme, desta vez os papéis se inverteram: apesar do foco estar todo em Kristen Stewart, que tem uma atuação menos impactante e em alguns momentos limitadamente constrangedora, é Robert Pattinson, que fica ausente em boa parte do filme, quem de fato rouba todas as cenas das quais participa. Edward salva o filme, pelo menos durante o tempo em que está na frente das câmeras.</p>
<p><!--more [Leia a resenha completa do Cinema é Magia clicando aqui] -->Portanto, mesmo a exuberância física de Taylor Laurent &#8212; que gera suspiros e gritinhos na plateia feminina da sala escura durante a exibição &#8212; e o clima que rola entre Jacob e Bella não são capazes de animar todo o período em que o vampiro protagonista está fora de cena: Robert Pattinson é um dos dois grandes nomes de &#8220;Lua Nova&#8221;. O outro destaque é a excelente participação de Michael Sheen como Aro: grande ator, este sim consegue, de fato e num papel coadjuvante, a interpretação mais marcante do filme. Mas não posso deixar de comentar os (pouquíssimos) minutos de Dakota Fanning: em poucas falas e muitas expressões que valem mil palavras, bota no bolso Kristen Stewart, fácil fácil. Aos 15 anos mas desde sempre, uma grande atriz, com uma carreira [tão] enorme [quanto passível de percalços, torça para que não] pela frente.</p>
<p>De resto, com direito a 2 segundos de Cristo Redentor e algumas maquiagens constrangedoras (repare a falta de capricho na diferença entre cor de rosto e cor de pescoço, mesmo nos que não são vampiros mas especialmente nestes), vale a menção à ótima trilha sonora e aos caprichados efeitos especiais em um filme que fica aquém do primeiro episódio mas que deixa um ótimo gancho para o seguinte. Quem leu o livro como sempre deve encontrar várias cenas faltando, natural em qualquer adaptação, mas certamente os fãs devem gostar bastante do que vai assistir. Já eu espero que o terceiro filme da saga, &#8220;Eclipse&#8221;, volte ao nível de qualidade do primeiro.</p>
<p><a target="_blank" href="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/11/luanova1.jpg"><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2009/11/luanova1.jpg?w=480" alt="" title="LUANOVA1" width="480" class="aligncenter size-medium wp-image-15239" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resenha: Cinema de final de Semana (Up e Wall-E)]]></title>
<link>http://danapeper.wordpress.com/2009/11/27/resenha-cinema-de-final-de-semana-up-e-wall-e/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 03:01:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>danapeper</dc:creator>
<guid>http://danapeper.wordpress.com/2009/11/27/resenha-cinema-de-final-de-semana-up-e-wall-e/</guid>
<description><![CDATA[- Spoooooilers! Muitos spoileeeers!!! - Eu acho que eu era o único ser humano do mundo que ainda não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>- Spoooooilers! Muitos spoileeeers!!! -</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.cinenews.com.br/wp-content/uploads/2009/05/up_destaque.jpg" alt="" width="372" height="180" /></p>
<p style="text-align:justify;">Eu acho que eu era o único ser humano do mundo que ainda não tinha visto <em><strong>Up &#8211; Altas Aventuras</strong></em> e <em><strong>Wall-E</strong></em>! Como esse fim de semana não teve a costumeira sessão de RPG (nem sábado e nem domingo, imaginem como estou seca pra jogar&#8230;), Dudu resolveu fazer uma maratona de cinema de final de semana, sem ir pro cinema! Começou com <em>Paranormal Activity</em> (que prometo falar em outro post!) no sábado, e no domingo optamos por algo mais light como <em>500 Days of Summer </em>e o esse combo da Disney-Pixar!</p>
<p style="text-align:justify;">Bem, pra começar, eu odeio a Disney, o único filme que eu sou apaixonada é a <a href="http://www.tudomercado.com.br/tm/aviso/img_avisos/Submarino_21428619.jpg" target="_blank">A Espada era a Lei</a>. Então, no começo, fui super chata dizendo que não queria ver nada que a Disney tivesse metida no meio, mas quebrei a cara, é claro! Sorte minha que tenho um namorado que não me escuta, ele enfiou o DVD no PC e quando me dei conta, já tava me acabando de chorar com a historinha de Carl e Ellie!</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não tenho nem palavras pra explicar o quão bom <strong>Up</strong> é! Além do filme ser perfeito graficamente, a história é uma das mais lindas que eu já vi! O &#8220;conto de fadas&#8221; moderno fala sobre o casal Carl e Ellie que se uniram por causa do seu espirito aventureiro quando crianças, encontraram o amor na juventude e envelheceram lado a lado. As cenas deles do começo já é o suficiente pra vocês se debulharem em lagrimas, quer dizer, se vocês forem molengas que nem eu. Eu me acabei no filme inteiro&#8230; Mas cortanto o papo fiado de quanto eu chorei no filme, vamos ao que interessa, falar sobre o filme.</p>
<p style="text-align:justify;">Ellie sempre teve um sonho, que era se mudar para o Paraíso das Cachoeiras, mas nunca foi concretizado, pois sempre havia algo mais importante pra comprar e eles sempre acabavam quebrando o vidrinho de moedas pra outras coisas. Mas Ellie acaba morrendo de velhice e Carl, que é um vendedor de balões, resolve concretizar o desejo de sua amada em levar a sua casa para o Paraíso das Cachoeiras. Como assim levar a casa? Simples, ele improvisa um dirigivel com milhares de balões de gás, que arranca a casinha do chão e leva ela para o destino tão apreciado por ele e a sua amada.</p>
<p style="text-align:justify;">A premissa do filme é basicamente essa, eu não quero contar todo, se não perde a graça pra quem não viu! Mas tem muitos personagens legais, como o escoteiro Russell, que acompanha o velhinho Carl na aventura, sem saber nem pra onde está indo, e o cachorro Dug, que tem uma coleira que traduz o seu pensamento em fala! Super recomendado!!!</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://paperdragon.files.wordpress.com/2008/11/walle_37.jpg?w=384&#038;h=316" alt="" width="384" height="316" /></p>
<p style="text-align:justify;">Eu comenti uma grande besteira, assisti primeiro <strong>Up</strong> pra depois ver <strong>Wall-E</strong>. Então, eu não posso dizer que eu adorei Wall-E&#8230; O filme é muito bem feito, a animação é digna de filme de Sci-Fi, mas a historinha, eu achei muito bobinha&#8230; Não prendia a minha atenção nenhum pouco, nem me fazia rir, nem nada&#8230; Mas não culpem o filme, culpem a mim que ficou abestalhada depois que acabou Up!</p>
<p style="text-align:justify;">O filme conta a história de um Planeta Terra que ficou ficou inabitado depois que foi soterrado de lixo por nós humanos e uma grande corporação chamada BNL solucionou o problema, levando todos os habitantes da Terra para o espaço, onde tudo é automotizado e você não precisa mais nem andar, tem uma cadeirinha automatica que te leva pra onde você bem entender! E claro, nesse futuro somos todos gordos e nem sabemos andar, pois nunca precisamos! Mas aqui na terra ficou Wall-E, que é um robozinho que fica compactando o lixo, ele é a única maquina que sobrou aqui, todas as outras acabaram pifando com o tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">Wall-E é fascinado pela cultura humana e fica coletando todo tipo de troço que ele acha interessante. E em uma das suas andanças, ele acha uma plantinha, ele tira ela da terra, coloca dentro de uma bota e leva pra casa. É ai que a coisa começa, pois uma robô chamada EVA aparece aqui, procurando algum tipo de vegetação a mando da BNL. Wall-E se apaixona por EVA e acaba dando a plantinha pra ela, com esperança de que ela entrelasse os dedinhos dela com os dele (parte fofa do filme, o que me lembrou da minha personagem de EdP, Val, que entrelaçou os dedinhos com o futuro namorado na praia, cena linda, também pra outro post). Uma nave leva Eva de volta e Wall-E segue a amada para a nave mãe da BNL, onde acontece toda a trama da história.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme é legal sim, eu gostei, mas não me apaixonei como eu vi que várias pessoas adoraram&#8230; Recomendado também. Eu achei bom. E só. Sem &#8220;maises&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Espero que tenham gostado das minhas resenhas de filmes do ano passado! Juro que vou procurar fazer a resenha de filmes mais novos, como Lua Nova (que vi na segunda), Paranormal Activity e 500 Days of Summer!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Mary Onettes - Islands (2009)]]></title>
<link>http://lovenomore.wordpress.com/2009/11/26/the-mary-onettes-islands-2009/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:15:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>luciano</dc:creator>
<guid>http://lovenomore.wordpress.com/2009/11/26/the-mary-onettes-islands-2009/</guid>
<description><![CDATA[Islands, segundo álbum do The Mary Onettes, nasceu cercado de fatos curiosos: o disco rígido que con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Islands, segundo álbum do The Mary Onettes, nasceu cercado de fatos curiosos: o disco rígido que con]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Infiltrados: A (in) Justiça de Scorsese]]></title>
<link>http://cinemajestic.wordpress.com/2009/11/26/os-infiltrados-a-in-justica-de-scorsese/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 04:39:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo do Valle</dc:creator>
<guid>http://cinemajestic.wordpress.com/2009/11/26/os-infiltrados-a-in-justica-de-scorsese/</guid>
<description><![CDATA[Grande elenco e roteiro agitado são os pontos fortes do filme de Scorsese Por Paulo do Valle &#8220;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/the-departed.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-133" title="the departed" src="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/the-departed.jpg" alt="" width="510" height="408" /></a></p>
<p><em>Grande elenco e roteiro agitado são os pontos fortes do filme de Scorsese</em></p>
<p style="text-align:right;">Por Paulo do Valle</p>
<p>&#8220;Um bom filme começa pelo seu elenco&#8221;. Se Levarmos em conta essa frase, <em>Os Infiltrados</em> pode ser considerado um excelente filme só pelo seu time de atores: Jack Nicholson, Leo DiCaprio, Matt Damon e a frieza de Mark Wahlberg fazem desse filme uma sangrenta obra de arte do Século XXI. Tudo isso somado à genialidade do diretor Martin Scorsese, o ex- injustiçado do <em>Oscar</em>, que graças a essa obra teve sua redenção e levou a estatueta de melhor filme para sua estante.</p>
<p>Frank Costello (Nicholson), é um típico mafioso dos tempos atuais. Irlandês vivendo em Boston (USA), Costello praticamente comanda o crime organizado da cidade. Com isso se torna inimigo número um da policia estadual. É ai que começa o jogo de gato e rato.</p>
<p>Querendo estar sempre um passo à frente da lei, o mafioso infiltra seu pupilo Colin Sullivan (Damon) dentro da policia. Por ter um ótimo desempenho e ser acima de qualquer suspeita, o rapaz sobe rápido de cargo e logo se encontra dentro da unidade de investigações especiais, que é justamente onde se encontra o caso de Frank Costello. Mas o que eles não contavam é que existe o outro lado da moeda (aí sim, fomos surpreendidos novamente), é quando entra o desacreditado Billy Costigan (DiCaprio), sem muito destaque na polícia e uma família com o nome sujo na praça, o rapaz é submetido a ser o infiltrado do lado policial no mundo do crime. Para que isso ocorra de uma forma perfeita, Costigan é dado como expulso da polícia e preso. O segredo é mantido a sete chaves  pelos policiais Digman (Wahlberg) e seu superior Capitão Queenan (Martin Sheen), que são os líderes da operação para prender Costello. Não demora muito para que o rapaz consiga entrar no mundo do crime. Graças ao seu primo, um traficante pequeno, Costigan é introduzido ao submundo e rapidamente chega a Costello (em uma sequência  que dói até em quem está assistindo, o mafioso, tenta pela dor física, descobrir se  Costigan é um infiltrado da polícia). Assim, ambos os lados percebem a existência de informantes agindo por ali. Com isso, o filme torna-se eletrizante, chegando muitas vezes beirar o imprevisível.</p>
<p>A vida dos dois rapazes é cheia de coincidências  e cruzamentos. Uma delas (inútil aos olhos do filme) , Sullivan e Costigan são apaixonados pela mesma mulher, a psicóloga da policia Madolyn (Vera Farmiga). O chifre no caso fica por conta do personagem de Damon. Em uma sequência  de tirar o fôlego, Billy consegue descobrir onde Costello vai encontrar-se com o seu informante. Chegando ao local (pasmem, um cinema pornô), Costigan  consegue encontrar os dois, mas não consegue ver a cara do outro infiltrado que, ao perceber que está sendo seguido, foge dando sequência a uma ótima cena do filme. Até o seu final o filme reserva boas emoções e surpresas para quem o assiste.</p>
<p><a href="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/departed.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-134" title="departed" src="http://cinemajestic.wordpress.com/files/2009/11/departed.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a>Com um desfecho surpreendente, é um ótimo exemplo do ditado ‘’ Jogar merda no ventilador’’. Scorsese apostou principalmente na força de seus protagonistas. Em mais uma atuação típica de Nicholson, beirando o sinistro e o cômico (assim como em <em>Batman </em>e <em>O</em> <em>Iluminado)</em> . E principalmente em DiCaprio, seu queridinho. Vale ressaltar também a excelente atuação de Mark Wahlberg, que mesmo não sendo um dos protagonistas, da vida à um corrosivo policial de mal com a vida.</p>
<p>Inspirado em <em>Conflitos Internos</em>, um filme policial de Hong Kong.<em> Os Infiltrados </em>pode ser considerado um clássico gangster do Séc XXI que deu a Scorsese (mesmo em meio a protestos a favor de <em>A</em> <em>Pequena Miss Sunshine</em>), um lugar ao sol entre os diretores que já levaram o tão cobiçado <em>Oscar</em>. Além de melhor diretor, levou para casa também como melhor filme, melhor montagem e melhor roteiro adaptado.</p>
<p>Com uma trilha sonora tão violenta quanto o filme ( De <em>Stones </em>passando por <em>Beach boys </em>até chegar na pesada gaita de foles do <em>Dropkick Murphys</em>) <em>Os Infiltrados </em>marca seu nome no cinema gângster mundial.</p>
<p><strong><em>Os Infiltrados ( The Departed):</em></strong> 2006, EUA. <strong>Direção:</strong> Martin Scorsese. <strong>Elenco:</strong> Jack Nicholson, Leonardo DiCaprio, Matt Damon, Mark Wahlberg, Martin Sheen, Vera Farmiga. <strong>Roteiro: </strong>Siu Fai Mak e Felix Chong. <strong>Duração: </strong>149 min.</p>
<p><strong>Notas:</strong></p>
<p>Paulo do Valle [7.5] Ronnie Romanini [7.5]</p>
<p><strong>Média parcial: </strong>[7.5]</p>
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