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	<title>responsabilidade-ambiental &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/responsabilidade-ambiental/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "responsabilidade-ambiental"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 02:18:03 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Imazon detecta desmatamento de 194 km² na Amazônia Legal em outubro]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/26/imazon-detecta-desmatamento-de-194-km%c2%b2-na-amazonia-legal-em-outubro/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:24:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Área equivale a cinco vezes o Parque Nacional da Tijuca, no RJ, Pará responde por 45% da devastação ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;">Área equivale a cinco vezes o Parque Nacional da Tijuca, no RJ, Pará responde por 45% da devastação registrada.</h3>
<p style="text-align:justify;">O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon),         organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da         devastação na região amazônica, registrou a destruição de 194         km² de floresta em outubro, o equivalente a cerca de cinco vezes         o Parque Nacional da Tijuca (RJ). O instituto detectou ainda         104 km² de degradação florestal (destruição parcial da mata) na região.</p>
<div id="attachment_1087" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/0011.jpg"><img class="size-medium wp-image-1087" title="001" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/0011.jpg?w=400" alt="" width="400" height="295" /></a><p class="wp-caption-text">Mapa da Amazônia Legal mostra, em vermelho, os pontos de desmatamento detectados pelo Imazon em outubro. As áreas em verde indicam reservas federais e estaduais. (Imagem: Reprodução) </p></div>
<p style="text-align:justify;">O índice teve um aumento de 90% em relação a outubro de 2008,         quando o desmatamento registrado foi de  102 km². Ao mesmo         tempo, houve queda de 10% em relação a setembro deste         ano, quando foram localizados 216 km² de floresta desmatada.</p>
<p style="text-align:justify;">O estado com mais devastação em outubro é o Pará         (45%), seguido de Mato Grosso (22%) e Rondônia (13%). Somados,         os três representam 80% do total<br />
desmatado. Depois         vêm Amazonas (9%), Roraima (6%), Amapá (3%) e Acre<br />
(2%).</p>
<p style="text-align:justify;">Em relação a situação fundiária, a maioria (83%)         do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou em diversos         estágios de posse. O restante foi registrado em assentamentos de         reforma agrária (4%), unidades de conservação (9%) e terras         indígenas (7%).</p>
<p style="text-align:justify;">Os municípios mais desmatados foram São Félix do         Xingu (PA) com 12<br />
km², seguido de Óbidos (PA) com         7,7 km² e Feliz Natal (MT) com 6,7 km². Graças à pouca cobertura         de nuvens, que comumente atrapalha o monitoramento da floresta,         foi possível checar 87% da Amazônia Legal no mês.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1392669-16052,00.html" target="_blank">Fonte</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></title>
<link>http://simoesehiroshi.wordpress.com/2009/11/25/responsabilidade-ambiental/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:55:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>simoesehiroshi</dc:creator>
<guid>http://simoesehiroshi.wordpress.com/2009/11/25/responsabilidade-ambiental/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://simoesehiroshi.wordpress.com/files/2009/11/08_06_10_saggese3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-32" title="08_06_10_saggese3" src="http://simoesehiroshi.wordpress.com/files/2009/11/08_06_10_saggese3.jpg" alt="" width="175" height="175" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coreanos produzem plástico sem uso de combustíveis fósseis]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/25/coreanos-produzem-plastico-sem-uso-de-combustiveis-fosseis/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:02:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/25/coreanos-produzem-plastico-sem-uso-de-combustiveis-fosseis/</guid>
<description><![CDATA[Investigação amiga do ambiente Sang Yup Lee, coordenador da investigação Uma equipa de cientistas su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;">Investigação amiga do ambiente</h2>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_1075" class="wp-caption alignleft" style="width: 151px"><em> </em><em><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/37298.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1075" title="Coreanos" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/37298.jpg?w=113" alt="" width="141" height="188" /></a></em><p class="wp-caption-text">Sang Yup Lee, coordenador da investigação</p></div>
<p style="text-align:justify;"><em>Uma equipa de cientistas sul-coreanos conseguiu produzir polímeros utilizados no nosso dia-a-dia através da bioengenharia, em vez do uso de combustíveis fósseis com produtos químicos. Esta inovadora investigação, que abre caminho à produção de plásticos ecologicamente sustentáveis, é conhecida através da publicação na edição especial do 50.º aniversário da revista Biotechnology and Bioengineering.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Os polímeros são moléculas encontradas na nossa vida quotidiana sob a forma de plásticos e borrachas.</em></p>
<p style="text-align:justify;">A equipa da <a href="http://www.kaist.edu/edu.html">Korea Advanced Institute of Science and Technology</a> e da LG Chem Chemical Company, liderada pelo professor <a href="http://mbel.kaist.ac.kr/lab/family/professor.html">Sang Yup Lee</a>, concentrou suas pesquisas no ácido polilático (PLA), uma base biológica de polímeros que detém a chave para a produção de plásticos a partir de recursos naturais e renováveis.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Os poliésteres e outros polímeros que usamos todos os dias são principalmente derivados de óleos fósseis conseguido por refinação ou processos químicos&#8221;,</strong> <strong>afirmou Lee. &#8220;A ideia de produzir polímeros a partir de biomassa renovável tem atraído muita atenção devido às preocupações crescentes com o ambiente e com a limitação de dos recursos fósseis. O PLA é considerado uma boa alternativa à base de petróleo para os plásticos biodegradáveis e, ao mesmo tempo, tem uma baixa toxicidade para o ser humano&#8221;.<br />
</strong><br />
Até agora, o PLA era produzido em duas etapas de fermentação química e de polimerização, ambos complexos e caros. Agora, através de uso de uma cepa geneticamente tratada da E. coli, a equipa tem desenvolvido um processo de uma etapa que produz ácido polilático e seus copolímeros através da fermentação directa. Isso faz com que a produção renovável de PLA e de copolímeros mais barata e comercialmente viável.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Ao desenvolver uma estratégia que combina engenharia de enzimas metabólicas e de engenharia, desenvolvemos um eficiente processo de produção de PLA, e dos seus polímeros, directo e de base biológica&#8221;,</strong> disse Lee, ou seja, <strong>&#8220;uma cepa de Escherichia Coli é agora capaz de produzir de forma eficiente os polímeros através de um processo de fermentação directo&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;O aquecimento global e outros problemas ambientais incitam-nos a desenvolver processos sustentáveis baseados em recursos renováveis&#8221;,</strong> concluiu.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37292&#38;op=all" target="_blank">Fonte</a></p>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Separe seu Lixo (Meio Ambiente)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/24/separe-seu-lixo-meio-ambiente/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:34:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/24/separe-seu-lixo-meio-ambiente/</guid>
<description><![CDATA[Olha ai o exemplo, se metade do Brasil fizesse isso talvez o mundo não acabe em 2012..rsrsrs, brinca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olha ai o exemplo, se metade do Brasil fizesse isso talvez o mundo não acabe em 2012..rsrsrs, brincadeiras a parte&#8230;acho uma EXCELENTE idéia do órgão público municipal.</p>
<p>Jefferson Anibal</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><strong>20/11/2009 &#8211; 23h23 </strong></p>
<p><strong>Morador de Nova Esperança (PR) que não separa lixo deixa de ter resíduos recolhidos </strong></p>
<p><strong>DIMITRI DO VALLE</strong></p>
<p>da <strong>Agência Folha</strong>, em Curitiba</p>
<p>A Prefeitura de Nova Esperança (460 km de Curitiba), no Paraná, implantou há três meses um sistema de recolhimento de lixo que obriga o morador a deixar o material reciclável separado para a coleta.</p>
<p>Caso isso não ocorra, a prefeitura deixa de remover o lixo da frente da casa do morador e ainda coloca um adesivo vermelho avisando que ele não foi recolhido porque não houve a devida separação.</p>
<p>O material reciclado é encaminhado para uma cooperativa de catadores do município, que fica no noroeste do Paraná e tem 26 mil habitantes.</p>
<p>Os 30 catadores conseguiram com a parceria aumentar a coleta de 20 para 60 toneladas de material por mês.</p>
<p>Com mais material para trabalhar, eles viram sua renda aumentar, em média, de R$ 380 para R$ 500.</p>
<p>O secretário municipal de Viação e Obras Públicas, Mauro Ferrari, afirmou que até o momento não houve reclamação por parte dos moradores a respeito da medida. &#8220;Todos estão colaborando&#8221;, disse ele.</p>
<p>Para funcionar, os catadores foram integrados ao serviço regular de recolhimento do lixo, que cobre 100% do município.</p>
<p>Junto ao caminhão da prefeitura, uma carreta da cooperativa vai a reboque &#8211;tudo para facilitar a separação desde a origem de todo o material que pode ser reaproveitado.</p>
<p>O promotor de Justiça Nivaldo Bazoti, que acompanhou a implantação das mudanças na coleta de lixo, afirmou que a medida tem respaldo jurídico.</p>
<p>&#8220;O ente estatal não pode entrar na casa de cada morador para separar o lixo, mas esse morador pode fazer isso sem nenhuma dificuldade&#8221;, disse.</p>
<p>Bazoti declarou que a adoção do adesivo para chamar a atenção de quem não separou &#8220;é educativa&#8221;. Ele disse que a ação trouxe resultados práticos devido à adesão maciça dos moradores. &#8220;Não houve nenhuma contestação&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo o promotor, a coleta antes da implantação do projeto era feita com os materiais orgânicos e recicláveis misturados. &#8220;O município estava começando a ter problemas para encaminhar esse lixo todo misturado&#8221;, disse Bazoti.</p>
<p>Para ele, a mudança no sistema de recolhimento de lixo beneficiará o meio ambiente, além de prolongar a vida útil do aterro sanitário da cidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[McDonald’s muda logo pra ficar mais “verde”]]></title>
<link>http://ecolouca.wordpress.com/2009/11/24/mcdonald%e2%80%99s-muda-logo-pra-ficar-mais-%e2%80%9cverde%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:51:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecolouca</dc:creator>
<guid>http://ecolouca.wordpress.com/2009/11/24/mcdonald%e2%80%99s-muda-logo-pra-ficar-mais-%e2%80%9cverde%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[. . O McDonald’s decidiu ficar mais ‘verde’ na Europa. Buscando uma imagem ‘ambientalmente amigável’]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2672/4130323357_89afd35092_o.jpg" alt="" width="500" height="371" />.</p>
<p>O McDonald’s decidiu ficar mais ‘verde’ na Europa. Buscando uma imagem ‘ambientalmente amigável’, a rede começa a nova ação mudando a cor da fachada e do logo – de vermelho para verde – de cerca de 100 lanchonetes alemãs até o fim do ano.</p>
<p>Algumas franquias na França e na Grã-Bretanha também já começaram a adotar a mudança. “Essa não é uma iniciativa alemã, mas de toda a Europa”, informou Martin Nowicki, porta-voz da rede na Alemanha.</p>
<p>Acusado por grupos ambientais de ‘inimiga do ambiente’, o McDonald’s quer reverter a imagem negativa com outras atitudes sustentáveis, como a conversão do óleo usado nos restaurantes em biodiesel. A rede tem mais de 32 mil lanchonetes espalhadas por 118 países.</p>
<p>“Com essa nova aparência, nós queremos deixar clara nossa responsabilidade na preservação dos recursos naturais. No futuro, colocaremos um foco ainda maior nisso”, disse, em comunicado, Hoger Beek, vice-presidente do conselho de administração da companhia na Alemanha. Valeu pela dia <a href="http://twitter.com/frenteguerrilha">Frente Guerrilha</a></p>
<p>.</p>
<p>link: <a href="http://marketingnacozinha.com.br/2009/11/mcdonalds-muda-logo-pra-ficar-mais-verde/" target="_blank">http://marketingnacozinha.com.br/2009/11/mcdonalds-muda-logo-pra-ficar-mais-verde/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obama e Jintao concordam com reduções ]]></title>
<link>http://blog10.wordpress.com/2009/11/24/obama-e-jintao-concordam-com-reducoes/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:39:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo</dc:creator>
<guid>http://blog10.wordpress.com/2009/11/24/obama-e-jintao-concordam-com-reducoes/</guid>
<description><![CDATA[Barack Obama e Hu Jintao declaram que apoiam a assinatura de acordo de redução de emissões Estados U]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/obama-jintao.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-854" title="58936256" src="http://blog10.wordpress.com/files/2009/11/obama-jintao.jpg?w=400" alt="" width="400" height="266" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Barack Obama e Hu Jintao declaram que apoiam a assinatura de acordo de redução de emissões</p>
<p style="text-align:justify;">Estados Unidos e China comunicam que pretendem pressionar, sim, para a elaboração de um acordo na conferência climática de Copenhague, em dezembro.</p>
<p style="text-align:justify;">As duas maiores nações poluidoras do mundo, responsáveis por 40% das emissões do planeta, anunciaram objetivo de elaborar metas de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.</p>
<p style="text-align:justify;">O anúncio foi feito ontem por Barack Obama e pelo presidente chinês Hu Jintao. O comunicado vem em boa hora, após semanas conturbadas nas quais os líderes não sinalizavam a possibilidade de um acordo no próximo mês.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo reportagem do The Guardian, Obama afirmou que o objetivo principal da conferência não é um acordo parcial ou declaração política, mas um algo que possa ser posto em prática imediatamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Os líderes emitiram um comunicado conjunto no qual diziam que os países participantes de Copenhague deveriam concordar com metas de redução de emissões para nações ricas e um plano de ação para diminuir emissões de gás carbônico em países em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align:justify;">O comunicado dizia ainda ser necessário aumentar a assistência financeira a países em pobres, promover o desenvolvimento da tecnologia, ajudar a adaptação de comunidades carentes e aumentar a proteção das florestas.</p>
<p style="text-align:justify;">A ida de Barack Obama à China faz parte de uma viagem oficial de nove dias para quatro países asiáticos.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://blog.eco4planet.com/2009/11/obama-e-jintao-concordam-com-reducoes/">Fonte</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[tecnologia Sustentável - Mavizen lança motocicleta elétrica com acesso à internet ]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/24/tecnologia-sustentavel-mavizen-lanca-motocicleta-eletrica-com-acesso-a-internet/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:02:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/24/tecnologia-sustentavel-mavizen-lanca-motocicleta-eletrica-com-acesso-a-internet/</guid>
<description><![CDATA[Os apaixonados por motocicletas que se preparem. A Mavizen acaba de apresentar seu novo projeto – a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/mavizen-ttx02-capa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3298" title="Mavizen-TTX02-capa" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/mavizen-ttx02-capa.jpg" alt="" width="425" height="260" /></a></p>
<p>Os apaixonados por motocicletas que se preparem. A Mavizen acaba de apresentar seu novo projeto – a superesportiva Mavizen TTX02. Totalmente elétrica, essa moto de tirar o fôlego foi construída em cima do chassi da KTM RC8 e possui um sistema Linux com conexão a internet via Wi-Fi. Com seus motores elétricos ela é capaz de chegar a 210 km/h, com 65 km de autonomia.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Os dois motores têm uma potência de pico de cerca de 100hp e puxam a eletricidade de uma bateria de lítio-íon. Serão oferecidos três tipos diferentes de baterias, a maior delas com capacidade de 11kWh.</p>
<p>Além do design arrojado e da tecnologia verde, a TTX02 possui recursos de última geração. Entradas USB possibilitam a instalação rápida de qualquer acessório periférico e quando conectada à internet a moto poderá requisitar suporte técnico a qualquer momento. Seu painel com uma tela de LCD permite ainda acesso à Web pela conexão Wi-Fi.</p>
<p><a href="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/mavizen-ttx02-03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3297" title="Mavizen-TTX02-03" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/mavizen-ttx02-03.jpg" alt="" width="425" height="284" /></a></p>
<p>Os interessados em adquirir uma dessas já podem fazer a reserva. Pela bagatela de £25 mil, esses compradores poderão desfrutar de uma TTX02 a partir de março de 2010, quando as unidades começarem a ser entregues aos seus donos.</p>
<p>Especificações Técnicas da Mavizen TTX02:</p>
<ul>
<li>Peso Seco: 110 kg sem as baterias</li>
<li>Altura do assento: 805 mm</li>
<li>Entre-eixos: ,430 mm</li>
<li>Cáster: 23.3°Trail: 90 mm</li>
<li>Suspensão dianteira: WP-USD, 43 mm</li>
<li>Curso da suspensão dianteira: 120 mm</li>
<li>Suspensão traseira: WP-Monoshock</li>
<li>Curso da suspensão traseira: 125 mm</li>
<li>Pneu dianteiro: 120/70-17</li>
<li>Pneu traseiro: 190/55-17</li>
<li>Freio dianteiro: Duplo disc. Brembo / 320 mm</li>
<li>Freio traseiro: disco Brembo / 220 mm</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Responsabilidade Ambiental - Plástico biodegradável é feito de milho ]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/23/responsabilidade-ambiental-plastico-biodegradavel-e-feito-de-milho/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:52:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/23/responsabilidade-ambiental-plastico-biodegradavel-e-feito-de-milho/</guid>
<description><![CDATA[Professor do MIT abre fábrica de bioplástico – material que é degradado na natureza e pode ser produ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-3277" title="plastico-milho-20091117115105" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/plastico-milho-20091117115105.jpg?w=239" alt="" width="239" height="300" />Professor do MIT abre fábrica de bioplástico – material que é degradado na natureza e pode ser produzido a partir do milho.</p>
<p>De acordo com Anthony Sinksey, do Massachusetts Institute of Technology, mais de 113 milhões de toneladas de plástico são produzidos no mundo por ano. O problema não está somente na fabricação, mas na poluição gerada com o descarte do material.</p>
<p>Muito do plástico produzido vai parar nos oceanos, onde ele nunca se decompõe: só é quebrado em minúsculas partículas.</p>
<p>Como resultado de um trabalho de mais de 25 anos, no mês que vem o professor Sinksey e seu antigo aluno Oliver Peoples irão abrir a fábrica Metabolix, que usa tecnologia patenteada do MIT para fazer plástico de milho. A fábrica pretende produzir anualmente 50 mil toneladas de bioplástico, que será degradado no solo ou oceano.</p>
<p>Isso é apenas 1% do que somente os Estados Unidos produzem, mas espera-se que a indústria tenha potencial de crescimento. Segundo os cientistas, o mercado global de polímeros biodegradáveis gira em torno de 259 mil toneladas por ano, e deve dobrar até 2012.</p>
<p>O projeto teve início quando Peoples começou a seqüenciar o gene da bactéria R. eutropha no laboratório de Sinskey.</p>
<p>Esse gene codifica uma enzima que permite à bactéria produzir polihidroxialcanoato (PHA) — uma forma natural de poliéster. Ela precisa apenas de luz do sol, água e uma fonte de carbono para sintetizar o material que utiliza para armazenar carbono e energia.</p>
<p>A ideia, a partir dessa descoberta, era aumentar a capacidade de produção da bactéria para que ela pudesse ser usada para fins comerciais. Em 1994 eles fundaram a Metabolix e utilizam desde então as patentes do gene sintetizador de PHA, tentando viabilizar a produção em larga escala.</p>
<p>No processo de engenharia metabólica desenvolvido por eles, diferentes genes de diferentes bactérias são incorporados na espécie E. coli, criando uma raça que produz PHA em níveis muito maiores que em bactérias naturais.</p>
<p>A nova fábrica em Clinton, Iowa, usa milho como ponto de partida para as bactérias, mas ela também pode funcionar com outros materiais, como celulose, óleo vegetal e cana de açúcar.</p>
<p>O uso de materiais agrícolas ajuda a reduzir a quantidade de petróleo utilizada para fazer plásticos tradicionais. Atualmente, segundo os pesquisadores, são necessários dois milhões de barris de petróleo por dia para fabricar plásticos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/plastico-biodegradavel-e-feito-de-milho-17112009-13.shl" target="_blank">Eco4Planet</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Responsabilidade Ambiental - Obama e Jintao concordam com reduções ]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/22/responsabilidade-ambiental-obama-e-jintao-concordam-com-reducoes/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 05:55:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/22/responsabilidade-ambiental-obama-e-jintao-concordam-com-reducoes/</guid>
<description><![CDATA[Barack Obama e Hu Jintao declaram que apoiam a assinatura de acordo de redução de emissões Estados U]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_3281" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/obama-jintao-clima-20091118131022.jpg"><img class="size-full wp-image-3281" title="Obama Jintao clima" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/obama-jintao-clima-20091118131022.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Barack Obama e Hu Jintao declaram que apoiam a assinatura de acordo de redução de emissões</p></div>
<p>Estados Unidos e China comunicam que pretendem pressionar, sim, para a elaboração de um acordo na conferência climática de Copenhague, em dezembro.</p>
<p>As duas maiores nações poluidoras do mundo, responsáveis por 40% das emissões do planeta, anunciaram objetivo de elaborar metas de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O anúncio foi feito ontem por Barack Obama e pelo presidente chinês Hu Jintao. O comunicado vem em boa hora, após semanas conturbadas nas quais os líderes não sinalizavam a possibilidade de um acordo no próximo mês.</p>
<p>Segundo reportagem do The Guardian, Obama afirmou que o objetivo principal da conferência não é um acordo parcial ou declaração política, mas um algo que possa ser posto em prática imediatamente.</p>
<p>Os líderes emitiram um comunicado conjunto no qual diziam que os países participantes de Copenhague deveriam concordar com metas de redução de emissões para nações ricas e um plano de ação para diminuir emissões de gás carbônico em países em desenvolvimento.</p>
<p>O comunicado dizia ainda ser necessário aumentar a assistência financeira a países em desenvolvimento, promover o desenvolvimento da tecnologia, ajudar a adaptação de comunidades carentes e aumentar a proteção das florestas.</p>
<p>A ida de Barack Obama à China faz parte de uma viagem oficial de nove dias para quatro países asiáticos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.eco4planet.com/2009/11/obama-e-jintao-concordam-com-reducoes/" target="_blank">Eco4planet</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Responsabilidade ambiental - Lixo Eletrônico]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/17/responsabilidade-ambiental-lixo-eletronico/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:16:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/17/responsabilidade-ambiental-lixo-eletronico/</guid>
<description><![CDATA[﻿﻿﻿﻿ Há mais de dez anos tem crescido enormemente o uso de dispositivos eletrônicos portáteis, como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>﻿﻿﻿﻿<a href="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/lixao-eletronico.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3268" title="Lixão Eletrônico" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/lixao-eletronico.jpg" alt="" width="468" height="362" /></a></p>
<p>Há mais de dez anos tem crescido enormemente o uso de dispositivos eletrônicos portáteis, como computadores, telefones celulares e tocadores de música (primeiramente CD e, depois, arquivos digitais). Um dos resultados, que a princípio não parecia preocupante, é o acúmulo de lixo.</p>
<p>Eletrônicos hoje representam o tipo de resíduo sólido que mais cresce na maioria dos países, mesmo nos em desenvolvimento. Um dos grandes problemas de tal lixo está nas baterias, que contêm substâncias tóxicas e com grande potencial de agredir o ambiente.</p>
<p>Em artigo publicado na edição de 30/10 da revista <em>Science</em>, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, comentam o problema e a ausência de políticas adequadas de reciclagem.</p>
<p>“O pequeno tamanho, a curta vida útil e os altos custos de reciclagem de tais produtos implicam que eles sejam comumente descartados sem muita preocupação com os impactos adversos disso para o ambiente e para a saúde pública”, apontam os autores.</p>
<p>Eles destacam que tais impactos ocorrem não apenas na hora de descartar os equipamentos eletrônicos, mas durante todo o ciclo de vida dos produtos, desde a fabricação ou mesmo antes, com a mineração dos metais pesados usados nas baterias.</p>
<p>“Isso cria riscos de toxicidade consideráveis em todo o mundo. Por exemplo, a concentração média de chumbo no sangue de crianças que vivem em Guiyu, na China, destino conhecido de lixo eletrônico, é de 15,2 microgramas por decilitro”, contam.</p>
<p>Segundo eles, não há nível seguro estabelecido para exposição ao chumbo, mas recomenda-se ação imediata para níveis acima de 15,2 microgramas por decilitro de sangue.</p>
<p>Os pesquisadores estimam que cada residência nos Estados Unidos guarde, em média, pelo menos quatro itens de lixo eletrônico pequenos (com 4,5 quilos ou menos) e entre dois e três itens grandes (com mais de 4,5 quilos). Isso representaria 747 milhões de itens, com peso superior a 1,36 milhão de toneladas.</p>
<p>O artigo aponta que, apesar do tamanho do problema, 67% da população no país não conhece as restrições e políticas voltadas para o descarte de lixo eletrônico. Além disso, segundo os autores, os Estados Unidos não contam com políticas públicas e fiscalização adequadas para a reciclagem e eliminação de substâncias danosas dos produtos eletrônicos.</p>
<p>Os pesquisadores pedem que os governos dos Estados Unidos e de outros países coloquem em prática medidas urgentes para lidar com os equipamentos eletrônicos descartados. Também destacam a necessidade de se buscar alternativas para os componentes que causem menos impactos à saúde humana e ao ambiente.</p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.eco4planet.com/2009/11/com-avancos-tecnologicos-lixo-eletronico-vai-se-acumulando/" target="_blank">Eco4Planet</a></p>
<p>Para saber de alguns aparatos tecnológicos que não comprometem o meio ambiente Acesse: <a href="http://blogmais.wordpress.com/category/tecnologia/tecnologia-sustentavel/" target="_blank">Tecnologia Sustentável</a> aqui no blog</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boas Notícias - Corte das emissões brasileiras de gás-estufa será de 35% a 40%]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/13/boas-noticias-corte-das-emissoes-brasileiras-de-gas-estufa-sera-de-35-a-40/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 19:39:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/2009/11/13/boas-noticias-corte-das-emissoes-brasileiras-de-gas-estufa-sera-de-35-a-40/</guid>
<description><![CDATA[O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou nesta sexta-feira (13) que o Brasil assumirá um co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-3258" title="carlos minc" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/11/carlos-minc.jpg" alt="carlos minc" width="292" height="280" />O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou nesta         sexta-feira (13) que o Brasil assumirá um compromisso voluntário         de reduzir a taxa de crescimento de suas emissões de gás-estufa         em 35% a 40% até 2020. Ele deu a declaração, exclusiva, ao         <strong>G1</strong>, ao chegar a São Paulo, vindo do Rio de         Janeiro. O ministro afirmou que &#8220;acredita&#8221; que a taxa         será de 38%.</p>
<p>Minc participa nesta tarde, ao lado do presidente Luiz Inácio         Lula da Silva e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff,          do anúncio do número que o país apresentará na <strong> Conferência                 do Clima </strong>, em Copenhague.</p>
<p>O ministro afirmou que o anúncio após a reunião será de um número         &#8220;mais próximo de 40%.&#8221; &#8220;Acredito em 38%&#8221;,         disse o Ministro.</p>
<p>A reunião para oficializar como o Brasil pretende contribuir para         frear o aquecimento global será no escritório da Presidência da         República na Avenida Paulista.</p>
<p>Sobre a demora do governo em assumir uma meta voluntária, Minc         afirmou que o &#8220;governo estava dividido&#8221; e que setores         da indústria também não se sentiram confiantes no compromisso         assumido pelo Brasil. &#8220;Tive reuniões com os presidentes das         centrais sindicais mostrando que eles não seriam prejudicados. É         um mito que a eficiência energética tira empregos dos         trabalhadores&#8221;, disse.</p>
<p>Os gases que mobilizam governos, cientistas, ambientalistas &#8211; e         candidatos à Presidência do Brasil &#8211; são responsáveis por um         efeito de aquecimento anormal da temperatura do planeta.         Especialistas chegaram a um <strong> consenso </strong> de que, caso as emissões não sejam controladas e         reduzidas, efeitos como maior incidência de secas, derretimento         de geleiras, aumento do nível do mar e até intensificação de         surtos epidemiológicos, sairão do controle ainda neste século.</p>
<p>Fonte: Portal G1</p>
<p>Esperamos que o exista muita dispota entre governo e oposição para ver quem corta mais emissão de gases estufa, essa é uma &#8220;briga&#8221; que vale a pena ver!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre o Lixão da RMC]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/09/sobre-o-lixao-da-rmc/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:20:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/09/sobre-o-lixao-da-rmc/</guid>
<description><![CDATA[Estou em Curitiba há apenas 8 anos, não me considero a melhor pessoa para opinar sobre o assunto. Po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estou em Curitiba há apenas 8 anos, não me considero a melhor pessoa para opinar sobre o assunto. Porém, nestes anos, não ouvi, dentre todos os discursos, nada coerente. Pouquíssimos se arriscam a dar uma opinião sólida, ou seja, com SOLUÇÃO. E, o pior, não parece haver &#8220;alternativa inteligente&#8221; nunca, pois se há algo sensato que possa ser discutido, a turma do &#8220;não dá certo&#8221; logo abafa. Por que não aparece uma turma do &#8220;vai dar certo&#8221;? Críticas sobre um assunto tão delicado existem inúmeras. E diminuir a produção de lixo? E taxar verdadeiramente o lixo e desperdício dos grandes produtores de resíduos para que eles, sim, procurem soluções viáveis, a começar pelo tratamento no seu próprio local de geração? Por que não é possível? No final, quem vai continuar a perder será sempre a população.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Protecting the Blue Heart of the Planet [legendado]]]></title>
<link>http://ecourbana.wordpress.com/2009/11/08/protecting-the-blue-heart-of-the-planet/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 22:24:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecourbana</dc:creator>
<guid>http://ecourbana.wordpress.com/2009/11/08/protecting-the-blue-heart-of-the-planet/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param> <param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/SylviaEarle_2009-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SylviaEarle-2009.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=467" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/SylviaEarle_2009-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SylviaEarle-2009.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=467"></embed></object></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abolindo o Copinho Plástico]]></title>
<link>http://coresepaginas.wordpress.com/2009/11/05/abolindo-o-copinho-plastico/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 22:25:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>alinecostta</dc:creator>
<guid>http://coresepaginas.wordpress.com/2009/11/05/abolindo-o-copinho-plastico/</guid>
<description><![CDATA[Estou auxiliando meus alunos, durante este semestre, no desenvolvimento de um projeto sobre meio amb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-374" title="Copo" src="http://coresepaginas.wordpress.com/files/2009/11/copo.jpg?w=100" alt="Copo" width="100" height="150" />Estou auxiliando meus alunos, durante este semestre, no desenvolvimento de um projeto sobre meio ambiente que chamamos de “Salvando o Planeta”. Já estamos na reta final desta jornada, mas tenho diversas histórias estocadas para dividir sobre as nossas vivências.</p>
<p>Uma delas é a medida que tomamos, como classe, de abolir os copinhos plásticos pensando na sustentabilidade. Tudo começou há algumas semanas, na escola onde trabalho, quando discutia com as minhas crianças sobre o tema “Consumo Consciente”.</p>
<p>Estavamos tentando criar algumas maneiras de contribuir com as nossas ações na escola. Aos poucos novas idéias foram surgindo até que chegamos à decisão de que durante a semana as crianças deveriam usar apenas um copinho plástico para tomar água, para evitar o desperdício.</p>
<p>Com o passar do tempo, percebemos que aqueles copinhos iam estragando e mesmo sendo lavados não conseguiamos mantê-los por muito tempo. Foi então que surgiu a solução: vamos trazer um copo de casa!</p>
<p>Cada criança trouxe seu copo e aos poucos foi se tornando mais natural a utilização do copo em diferentes momentos, até que finalmente tomar água com o seu próprio copo se tornou um hábito.</p>
<p>Além de significar um gasto a menos para a escola, esta medida não estimula apenas o não desperdício mas também a sustentabilidade. O público infantil é muito amplo e aberto para este assunto, precisamos fazer a nossa parte para que eles desenvolvam uma responsabilidade social e ambiental.</p>
<p>Esta é uma dica simples, mas muito eficaz!</p>
<p>Para quem quer ir além:</p>
<p><a href="http://www.ecoblogs.com.br">www.ecoblogs.com.br</a></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sacos Plástico...Será Que Não Os Dão Por Questões Ambientais Ou Económicas??]]></title>
<link>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/05/sacos-plastico-sera-que-nao-os-dao-por-questoes-ambientais-ou-economicas/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:00:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>hangover</dc:creator>
<guid>http://hangover80.wordpress.com/2009/11/05/sacos-plastico-sera-que-nao-os-dao-por-questoes-ambientais-ou-economicas/</guid>
<description><![CDATA[Hoje venho trazer algo, que tem suscitado alguma discussão e tem dividido muitos clientes, são o não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/n63573025305-04-2007190820_principal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-928" title="Sacos Plásticos" src="http://hangover80.wordpress.com/files/2009/11/n63573025305-04-2007190820_principal.jpg" alt="Sacos nas Grandes Superfícies Possuem as Mais Diversas Políticas..." width="450" height="358" /></a></p>
<p><strong>Hoje venho trazer algo, que tem suscitado alguma discussão e tem dividido muitos clientes, são o não fornecimento por parte das superfícies comerciais de sacos de plástico para as compras, passo a transcrever a notícia e de seguida teço o meu comentário sobre o assunto:</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>« Sacos de plástico Reduzimos o consumo, reutilizamos mais e aprendemos a reciclar. Não chega</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>Continuam omnipresentes, mas há um novo cuidado na maneira como os gastamos: passaram a ser pagos, são biodegradáveis ou existem em formatos maiores para poderem ser utilizados várias vezes. Há menos desperdício, mas é só nos sacos de plástico. E o resto? Por Nicolau Ferreira e Rui Gaudêncio</p>
<p>&#160;</p>
<p>Até há poucos anos chegávamos a sentir-nos ultrajados quando ficávamos sem sacos de plástico na caixa de um supermercado e tínhamos de pedir mais um para guardar as últimas três latas de atum e a garrafa de óleo. O gesto automático do empregado que nos atendia era suficiente para nos sossegar. As mãos desapareciam por baixo do balcão onde passam as compras e voltavam a aparecer com mais um molho de sacos com um ar resistente, desinfectado e fresco &#8211; como se tivessem acabado de nascer ali, de propósito para nós. O atum e o óleo eram guardados, preenchendo um terço do saco, pagava-se a conta e a missão estava cumprida. Levávamos para casa muitos sacos de plástico com múltiplas funcionalidades, em que o único perigo era causar a asfixia de crianças.</p>
<p>Durante décadas, poucos se interrogaram do impacto que esta transacção tinha na natureza. Mas a onda ambiental que tem vindo a atravessar o globo viu neste objecto, representante da cultura do desperdício, um alvo para passar uma mensagem. Os sacos de plástico, tão omnipresentes como os carros de cinco portas e o ar condicionado, tornaram-se o símbolo da luta pelo ambiente.</p>
<p>Em Portugal ainda não há leis como na Irlanda, em Gales ou em algumas cidades dos Estados Unidos que taxaram universalmente o saco, mas notam-se diferenças. Apareceram no mercado sacos que se intitulam biodegradáveis, foram fabricados sacos encanastrados, resistentes e maiores, de longa duração. Supermercados que distribuíam livremente passaram a pedir taxas simbólicas por cada unidade. A situação mudou, os hábitos das pessoas também e já pensamos um segundo, quando o empregado de balcão nos pergunta o número de sacos que queremos.</p>
<p>&#8220;Enquanto não se pagava, era tudo nosso; agora, como é a pagar, as pessoas já se encolhem um bocadinho, como é normal&#8221;, diz Fátima Ribeiro, 43 anos, à saída de um Pingo Doce em Lisboa. A cadeia de supermercados da Jerónimo Martins teve uma vitória indiscutível, ao conseguir diminuir o consumo de 60 por cento dos sacos de plástico desde que, em 2006, introduziu a taxa de valor simbólico de dois cêntimos por saco.</p>
<p>Segundo a empresa, a aposta era ambiental. &#8220;O Pingo Doce acredita que deve assumir uma posição que motive a poupança de recursos naturais e de sensibilização do consumidor&#8221;, explica por <em>e-mail</em> Rita Cardoso, assessora da empresa. A aposta é bem intencionada, mas o plástico que se continua a levar para casa e a deitar fora em embalagens, invólucros, garrafas de água é em proporções absurdas. Já para não falar no sem-número de problemas ambientais e ecológicos que o mundo engendrou &#8211; no topo dos quais aparecem as alterações climáticas, a falta de água e a extinção de espécies.</p>
<p>Estamos a aprender a poupar nos sacos, e depois?</p>
<p><strong>Toneladas de lixo</strong></p>
<p>Desde passarem a ser identificados como flor nacional (não oficial) da África do Sul até serem os responsáveis pelas cheias no Bangladesh durante o final dos anos de 1990 por entupirem o sistema de esgotos (os séculos que demoram a degradar-se faz com que se acumulem rapidamente), os sacos de plástico costumam aparecer pelos piores motivos nas notícias relacionadas com o ambiente.</p>
<p>Não é só uma questão de serem fabricados a partir de um subproduto do petróleo, um recurso não renovável e por isso não sustentável, com emissões de CO2 associadas à sua síntese e transporte. Há o problema acrescido de muitos países não fazerem recolha dos sacos de plástico, que acabam dispersos na natureza. &#8220;Muitas aves e tartarugas acabam por ingerir esses elementos e os animais morrem sufocados,&#8221; exemplifica Rui Berkemeier, fundador e coordenador do Centro de Informação de Resíduos da Quercus.</p>
<p>Os primeiros compostos que precederam o plástico nasceram durante a segunda metade do século XIX, mas os sacos só começaram a ser introduzidos em massa cem anos depois. Jaime Festas é do tempo em que as pessoas não os usavam. O dono de uma das mercearias do Bairro da Graça, em Lisboa, tem 53 anos e mais de 40 a trabalhar no negócio. Recorda-se das almotolias de folha de metal para o transporte do azeite, dos garrafões de vidro para a água mineral, do papel onde se punha a quantidade de manteiga ou banha que se pesava. Para o transporte das compras serviam os sacos de papel, que continua a defender veementemente como uma indústria que se poderia desenvolver em Portugal, e os cestos de verga que as empregadas utilizavam. &#8220;Lembro-me da vinda dos sacos de plástico&#8221;, diz.</p>
<p>São indiscutíveis os benefícios que todos viram no objecto: é mais higiénico, não verte líquidos, é impermeável, leve mas com uma grande resistência, pode ser utilizado várias vezes. Hoje, Jaime Festas fornece gratuitamente os sacos de plástico aos clientes, e paga um euro e meio por quilo do material.</p>
<p>&#8220;Estima-se que a quantidade de sacos de plástico colocados no comércio retalhista varie entre 10 mil e 20 mil toneladas&#8221;, explica por <em>e-mail</em> Rui Toscano, que preside ao conselho de administração da Plastval, a sociedade anónima que foi criada há 13 anos por um conjunto de indústrias do plástico, depois de uma directiva comunitária estabelecer metas para a reciclagem.</p>
<p>Em 2008, reciclaram-se em Portugal 35 mil toneladas de plástico, cinco mil das quais eram sacos &#8211; cerca de metade de todo o tipo de plástico, na versão de filme, composto por uma substância chamada polietileno que é reciclado. Os sacos representam menos de 15 por cento de todo o plástico reciclado.</p>
<p>As normas europeias prevêem que em 2011, em Portugal, mais de um quinto (22,5 por cento) do plástico seja reciclado. &#8220;A taxa de reciclagem nacional do plástico situa-se nos 19,1 por cento; se estivéssemos em 2011, a meta não estaria atingida, razão pela qual continua a ser necessária a participação de todos os cidadãos na separação e deposição selectiva do material plástico&#8221;, observa Rui Toscano. Não se pense, contudo, que a tendência para a produção deste material sintético, capaz de ser moldado em milhares de objectos diferentes e que é utilizado para fazer tudo, desde carros até material para informática, vá diminuir.</p>
<p>Segundo o relatório <em>The Compelling Facts about Plastics 2009,</em> publicado há menos de um mês pela Plastics Europe, foram produzidos no ano passado 245 milhões de toneladas de plástico em todo o mundo, tendo havido uma diminuição em relação ao ano anterior como efeito directo da recessão mundial. No entanto, as estimativas &#8211; para 2015 &#8211; das necessidades dos cidadãos deverão exigir à indústria mundial uma produção de cerca de 328 milhões de toneladas. É provável que daqui a meia década levemos menos sacos para casa, mas mais plástico.</p>
<p><strong>Opções diferentes</strong></p>
<p>No dia-a-dia há quem veja as medidas que estão a ser tomadas pelos supermercados como o Pingo Doce um arranque positivo para uma cultura com menos desperdício. &#8220;Acho que nunca se deve chamar inútil a um esforço&#8221;, defende João Pedro Frazão, estudante do ensino superior, que diz ter alterado o seu comportamento desde que foi obrigado a pagar os sacos de plástico. &#8220;O facto de pagar, para além da parte financeira &#8211; não é que sejam muito caros -, obriga uma pessoa a pensar: se calhar é melhor reutilizar, comprar sacos para o lixo.&#8221; O jovem de 21 anos aponta para as alternativas que existem, como os sacos encanastrados, que são maiores e podem ser reutilizados.</p>
<p>Tanto o Pingo Doce como, entre outros, a cadeia de supermercados Continente (empresa pertencente ao grupo que detém o PÚBLICO) têm à disposição do consumidor este tipo de saco, que se pode adquirir a 50 cêntimos. Mas a filosofia do grupo da Sonae é diferente em relação aos sacos comuns. &#8220;Consideramos que os sacos são &#8220;embalagens de serviço&#8221;, sendo entendidas como parte da globalidade dos serviços que prestamos, para os quais não faz sentido introduzir pagamentos&#8221;, defende por <em>e-mail</em> a assessoria da empresa.</p>
<p>Esta opinião é partilhada por João Pereira Pestana, de 56 anos, que paga pelos sacos de plástico que leva. &#8220;Se vimos às compras, temos de levá-las. Tem de haver um saco de plástico &#8211; dado ou por uma quantia simbólica.&#8221; E para o pasteleiro a questão dos dois cêntimos cobrados pelo Pingo Doce &#8220;não é uma quantia simbólica, ao fim de muito tempo é um valor mesmo&#8221;. No caso do Minipreço, onde sempre se pagaram os sacos de plástico, o valor sobe para três cêntimos.</p>
<p>Ainda assim é uma quantia irrisória, quando comparada com o que se passa na Irlanda, onde o preço dos sacos de plástico, imposto pelo Estado, começou por ser de 15 cêntimos em 2002 e mais recentemente subiu para 22. Depois de a medida ter sido aplicada houve uma redução de 90 por cento no número de sacos de plástico utilizados.</p>
<p>A alternativa ambiental do Continente foi apostar nos sacos oxodegradáveis. &#8220;O novo saco-cliente [o saco comum] é fabricado através de um processo de inovação tecnológica que garante a degradação do plástico em apenas alguns meses, sem qualquer intervenção humana.&#8221; A composição do saco leva um aditivo que, supostamente, torna as ligações moleculares mais fracas e permite aos microrganismos uma degradação mais fácil. Segundo a Sonae, os sacos ficarão degradados totalmente &#8220;entre 18 a 24 meses&#8221;.</p>
<p>A Quercus está desde Janeiro a realizar uma experiência para comprovar a capacidade de degradação deste novo material. Quatro ambientes diferentes testam a resistência do plástico &#8211; água normal, água salgada, envoltos em lixo e em cima da terra. Em todas as experiências o material está submetido à luz natural. Até agora os sacos de plástico parecem continuar tão viçosos como no primeiro dia.</p>
<p>Rui Berkemeier, que questiona as novas propriedades do material, alerta que a grande discussão a nível mundial é o impacto do material. &#8220;Os oxoplásticos entram na natureza de uma forma perniciosa&#8221;, alerta, explicando que não se sabe que efeito vão ter nas cadeias alimentares.</p>
<p>O ambientalista argumenta que devem ser tomadas medidas de racionalização do plástico, preferindo que o material seja utilizado para fabricar objectos de longa duração: &#8220;O plástico tem propriedades fantásticas, não faz sentido ser utilizado em produtos descartáveis.&#8221; Quanto ao saco de plástico, defende que não seja oferecido. &#8220;Os dois maiores partidos têm no seu programa de Governo medidas explícitas para reduzir o consumo de sacos de plástico, defendemos que haja um consenso,&#8221; diz, explicando que uma medida destas seria um símbolo muito importante para a luta pelo ambiente.</p>
<p>Para Margarida Silva, ambientalista do Porto, apesar de útil, passar a pagar por cada saco de plástico teria um efeito meramente cosmético. &#8220;O plástico é um subproduto do refinamento do petróleo; o nosso grande problema é estarmos toxicodependentes do petróleo energeticamente. Isso é um tabu ainda maior do que o plástico.&#8221;</p>
<p>A Plastval confirma que apenas quatro por cento do petróleo bruto extraído anualmente é utilizado na produção de matérias-primas plásticas. Aos ambientalistas esta associação responde que &#8220;políticas ambientais baseadas na limitação do crescimento são falsas políticas ambientais&#8221; e deve-se apostar em dar mais valor aos produtos através de uma redução na produção e eliminação dos resíduos. &#8220;O desempenho ambiental da produção, uso e destino final dos sacos de plástico é superior, quando comparado com outros materiais alternativos&#8221;, lembra a Plastval.</p>
<p>No final do dia, o papel máximo do cidadão parece reduzir-se a separar o lixo correctamente.</p>
<p><strong>Acreditar no gesto</strong></p>
<p>Na Miosótis de São Sebastião, em Lisboa, os sacos de plástico são a excepção. O segundo supermercado de produtos biológicos da empresa tem uma filosofia clara assente na redução do consumo, reutilização e reciclagem. Os únicos sacos de plástico que o P2 viu foram junto aos frescos, para os legumes molhados. &#8220;Incentivamos as pessoas a trazerem um saco para o pão, um saco para os legumes&#8221;, explica Ângelo Rocha, um dos donos da Miosótis, acrescentando que as pessoas que vão ali fazer um consumo ecológico &#8220;devem ter um comportamento ecológico também em relação ao saco&#8221;.</p>
<p>Para quem se esquece de trazer sacos há à venda sacos de pano ou de papel. Se o cliente não quiser pagar, tem ainda disponíveis as caixas de cartão que vieram com os produtos e que já não são utilizadas. Dentro da loja o plástico não abunda ou está concentrado nos carrinhos das compras reciclados que são feitos a partir de 25 garrafas plástico de litro e meio. Há cereais a granel e os produtos frescos têm uma embalagem simples, com um tamanho mínimo, para reduzir o plástico utilizado. Segundo Ângelo Rocha, as marcas optaram por embalagens mais &#8220;justas&#8221; na sequência da pressão dos consumidores com maiores preocupações ecológicas.</p>
<p>Os clientes que vão à loja apreciam os produtos pela qualidade e o &#8220;sabor&#8221;, como é o caso de Dina Dima, que acrescenta ser também uma forma de poluir menos. &#8220;É menos prejudicial no futuro, sei que é mais caro, mas que traz vantagens para mim e para todos, no final&#8221;, explica a conservadora de museus, de 46 anos, que deixou de utilizar sacos de plástico desde que vai à Miosótis. E não acha que poupar nos sacos de plástico é uma gota no oceano? &#8220;É, mas eu acho importante, tenho de acreditar, se não, parava.&#8221;</p>
<p>Quando Dina passa pela caixa do supermercado, o diálogo não será assim tão diferente. &#8220;Às vezes, quando me esqueço dos sacos, tenho de comprar aqui. São muitas as vezes em que me esqueço.&#8221;»</p>
<p><em>In:</em> <a href="http://jornal.publico.clix.pt/noticia/01-11-2009/sacos-de-plastico-reduzimos-o-consumo-reutilizamos-mais--e-aprendemos-a-reciclar--nao-chega-18108286.htm"><em>http://jornal.publico.clix.pt/noticia/01-11-2009/sacos-de-plastico-reduzimos-o-consumo-reutilizamos-mais&#8211;e-aprendemos-a-reciclar&#8211;nao-chega-18108286.htm</em></a>, em Jornal Público a 02 de Novembro de 2009</p>
<p><strong>O meu comentário:</strong></p>
<p>Penso que a questão dos sacos nos supermercados, é comparável mediante a estratégia da superfície comercial, ou seja, se uma superfície comercial é <em>discount</em>, então temos que pagar os sacos plástico, se a superfície comercial é <em>mass market</em>, então temos a oferta dos sacos plásticos.</p>
<p>Ficaria mais feliz, se as políticas fossem mais ambientais, ou seja, o Pingo Doce, no inicio apesar de invocarem natureza ambiental, a verdade, é que era mais pelo custo que os sacos tinham, e o impacto que repercutiam no custos da superfície comercial. NO entanto, penso que em parte a tese ambiental, até tenha um pouco de veracidade, e que seja relevante, de tal forma, que tenham essas preocupações, mas se tal fosse verdadeiro em 100%, deveriam ter sacos reutilizáveis a venda, nem que fossem um pouco mais caros, mas que incentivassem os clientes a proteger eles mesmos o ambiente, e até poderiam ter a insígnia nos respectivos sacos, de certeza que as pessoas, os usariam para fins tão diversificados, que teriam o retorno em publicidade <em>gratuita</em>, além de denotarem uma responsabilidade social pelo meio ambiente.</p>
<p>As superfícies que oferecem actualmente os sacos plástico, têm um público alvo ligeiramente diferente das superfícies que enumerei anteriormente, pois têm clientes que além dos produtos, exigem serviço, ou seja, exigem valor acrescentado, e como tal, necessitam ter os sacos disponíveis, e por essa razão as empresas, dizem mesmo que os sacos são parte integrante do serviço.</p>
<p>Penso que, o principio de boa utilização dos plásticos, deve partir de todos nós, devemos ter consciência que mesmo que a superfície comercial no faculte sacos, se pudermos utilizar um saco reutilizável, deveremos optar por tal, e se todos fizermos isso, chegará uma parte, em que os sacos usados pelas pessoas nas suas compras, terão um peso residual, e nós usaremos sacos, que vão às compras muitas vezes.</p>
<p>Um exemplo, existe uma grande superfície de decoração, que não dá sacos, ou pagamos uns 20 cêntimos por uns de papel, ou compramos, por 50 cêntimos uns reutilizáveis, os reutilizáveis, são bastante resistentes, e podem ser usados mesmo para ir ao hipermercado, agora se dividirmos os 50 cêntimos por 0.02€, temos o resultado de 25 sacos plástico, ou seja, ao comprar um saco daqueles, é o mesmo que comprar 25 de plástico, mas os de plástico não são tão resistentes, nem podem ir tantas vezes às compras como aqueles. Trata-se basicamente de uma questão de escolha e opção.</p>
<p>A regra do bom senso, rege-se que sejamos ambientalmente eficazes, e como tal, poupemos o ambiente, e como tal, parte de cada um de nos poupar os recursos e o ambiente, se não for uma estratégia conjunta entre todos, penso que não chegaremos a bom porto, portanto, deixo os parabéns a quem já tem sacos reutilizáveis, às grandes superfícies que vendem os sacos, mas também às outras que os dão, pois penso que o cliente, é que tem que mudar de hábitos, tem que ser ambientalmente correcto, e desta forma, podermos poupar alguns dos recursos do planeta, mas para tal acontecer, temos que agir todos em prol do planeta melhor. Outra vantagem, é que neste caso, ser ambientalmente correcto, favorece, pois poupam as empresas, e dão mais descontos e geram mais emprego, e poupamos nós, que pagamos menos pelas compras, e custam menos as sacas; não pensem que as sacas eram dadas de borla, o preço delas está incrementado no preço dos produtos…</p>
<p>Pensem nisto….</p>
<p>Tenho Dito</p>
<p>RT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crivella e a responsabilidade ambiental]]></title>
<link>http://amigosdocrivella.wordpress.com/2009/11/04/crivella-e-a-responsabilidade-ambiental/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 18:02:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sandra de Andrade</dc:creator>
<guid>http://amigosdocrivella.wordpress.com/2009/11/04/crivella-e-a-responsabilidade-ambiental/</guid>
<description><![CDATA[O Senador Marcelo Crivella apresentou projeto no qual pede que as prefeituras das cidades  com mais ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">O Senador Marcelo Crivella apresentou projeto no qual pede que as prefeituras das cidades  com mais de 200 mil habitantes deem prioridade, nas licitações, aos prestadores de serviços que ofereçam a utilização do potencial de geração de energia elétrica dos aterros sanitários.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Fonte: JB<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL]]></title>
<link>http://cadriane.wordpress.com/2009/11/02/desenvolvimento-sustentavel/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 01:28:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>cadriane</dc:creator>
<guid>http://cadriane.wordpress.com/2009/11/02/desenvolvimento-sustentavel/</guid>
<description><![CDATA[Todos merecemos ter um nível satisfatório de desenvolvimento social, econômico, humano e cultural. M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Todos merecemos ter um nível satisfatório de desenvolvimento social, econômico, humano e cultural. Mas o que você faz hoje pelo nosso amanhã? Que ação faz para que não se esgotem os recursos para o futuro? </p>
<p>Contribuir para o desenvolvimento sustentável é demonstrar respeito e preocupação com as condições do ambiente e da nossa sociedade. Atitudes em casa, no trabalho e na mobilização de pessoas próximas já colaboram para um amanhã mais saudável.</p>
<p><img src="http://cadriane.wordpress.com/files/2009/11/pe.jpg" alt="pe" title="pe" width="150" height="172" class="alignleft size-full wp-image-205" /></p>
<p>Muitas organizações estão aderindo à sustentabilidade, conscientizando seus colaboradores e criando práticas para que cada um faça a sua parte. Como exemplo destaca-se a JBS-Friboi, líder mundial em exportação no setor frigorífico. A empresa reflete a sua contribuição para um futuro melhor em mais de 40.000 funcionários em todo o mundo e, no Brasil, oferece serviços de saúde e cultura gratuitos para a população vizinha de suas unidades e cumpre com a responsabilidade ambiental.</p>
<p>Infelizmente não são todas as empresas que adotam esse ‘estilo de vida’, mas a pressão que os consumidores estão fazendo sobre o mercado já é de bom tamanho. A tendência é: ou as empresas passam a controlar seus procedimentos e implantam uma forma mais sustentável de produção ou seus produtos serão vistos com maus olhos e a perda de mercado será inevitável. </p>
<p>Faça um <strong><a href="http://www.pegadaecologica.org.br">TESTE</a></strong> e descubra de quantos mundos o futuro vai precisar para manter os seus hábitos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bolsa de Valores Sociais e a Responsabilidade Social]]></title>
<link>http://eusouempreendedor.wordpress.com/2009/11/02/responsabilidade-social-bolsa-de-valores-sociais/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:40:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rosário Santos</dc:creator>
<guid>http://eusouempreendedor.wordpress.com/2009/11/02/responsabilidade-social-bolsa-de-valores-sociais/</guid>
<description><![CDATA[Hoje, segunda-feira, nasceu em Lisboa a primeira Bolsa de Valores Sociais da Europa e segunda no mun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><a href="http://eusouempreendedor.wordpress.com/files/2009/11/bolsa-de-valores-sociais.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4804" title="Bolsa de Valores Sociais" src="http://eusouempreendedor.wordpress.com/files/2009/11/bolsa-de-valores-sociais.jpg" alt="Bolsa de Valores Sociais" width="224" height="153" /></a><strong>Hoje, segunda-feira, nasceu em Lisboa a primeira <span style="color:#993300;">Bolsa de Valores Sociais da Europa</span> e segunda no mundo. O objectivo não é o lucro, mas sim ajudar as organizações de cariz sócio-ambiental a conseguirem angariar mais fundos.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>As instituições de acção social vão dispor, então,  a partir de 2 de Novembro, de um novo mecanismo de angariação de fundos, com investidores a poderem usufruir de uma forma inovadora de aplicar o seu dinheiro, num mercado bolsista, sem especulação.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Para o arranque, esta Bolsa de Valores Sociais contou com o <span style="color:#800000;">apoio da Fundação EDP, Calouste Gulbenkian e Euronext Lisbon</span>, que irão colaborar nas áreas de apoio a toxicodependentes, crianças portadoras de problemas de saúde, biodiversidade e avaliação do impacto social.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Nesta primeira fase, estão «cotadas» quatro organizações: <span style="color:#993300;">Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21</span>, <span style="color:#808000;">Cooperativa Terra Chã</span>, <span style="color:#008080;">Dianova</span> e <span style="color:#800080;">Associação de Apoio à Criança Hospitalizada</span>.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Convém salientar,  que quando um projecto  obtiver a verba necessária para o seu financiamento,  sai e dá lugar a outro projecto que estará numa lista de espera, defendendo-se assim a possibilidade de serem apoiados mais e mais projectos.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#993300;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Como proceder?</strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Os projectos aprovados, vão estar em &#8220;exposição&#8221; no &#8220;site&#8221; da Bolsa e, a partir daí, os investidores sociais, Empresas ou cidadãos a título particular,  realmente interessados, vão poder dar as &#8220;ordens de compra&#8221; acedendo ao site </strong></span><a href="http://www.bvs.org.pt/" target="_blank"><span style="color:#000080;"><strong><span style="color:#993300;">http://www.bvs.org.pt</span></strong></span></a><span style="color:#000080;"><strong> e escolher o projecto que pretendem. O mínimo que podem investir são 10 euros (dez acções, a um euro cada ).</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Nesta conformidade,  cada investidor pode acompanhar na bolsa a forma como o dinheiro é aplicado e o impacto social atingido na organização em que escolheu investir.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Convém realçar, que os investidores sociais não têm retorno financeiro, <span style="color:#993300;">mas podem abater o valor investido no IRS</span>.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>É de esperar projectos elaborados de forma a poderem avançar por etapas, em função do investimento que forem alcançando, e equipas técnicas de acompanhamento zelarão para que o dinheiro doado seja efectivamente aplicado no projecto pretendido.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>A Bolsa de Lisboa, pioneira na Europa torna-se numa plataforma comum de responsabilidade social que visa uma sociedade mais justa e solidária e com uma maior responsabilidade ambiental.</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#ff6600;"><strong>Jogue na Bolsa e ajude quem precisar.</strong></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#ff6600;"> </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Creative Review - Embalagem ambientalmente responsável]]></title>
<link>http://ideiasexplosivas.wordpress.com/2009/10/24/creative-review-embalagem-ambientalmente-responsavel/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 15:10:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felipe</dc:creator>
<guid>http://ideiasexplosivas.wordpress.com/2009/10/24/creative-review-embalagem-ambientalmente-responsavel/</guid>
<description><![CDATA[A embalagem da edição de novembro da revista Creative Review virá em uma forma ambientalmente respon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ideiasexplosivas.wordpress.com/files/2009/10/creative-review.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-421" title="Creative Review" src="http://ideiasexplosivas.wordpress.com/files/2009/10/creative-review.jpg" alt="Creative Review" width="455" height="311" /></a></p>
<p>A embalagem da edição de novembro da revista <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&#38;source=web&#38;ct=res&#38;cd=1&#38;ved=0CAkQFjAA&#38;url=http%3A%2F%2Fwww.creativereview.co.uk%2F&#38;ei=oxfjSrGpMciF-QaQ5_zhAQ&#38;usg=AFQjCNGrWjzvC2uFOy_6CAGXHy0bRrVvnA&#38;sig2=nm0UPn6nButdJxziqNy75A" target="_blank">Creative Review</a> virá em uma forma ambientalmente responsável. Basta colocar a embalagem num recipiente, encher de água e pronto, ela se decompõe sem deixar resíduos tóxicos.</p>
<p>Claro que a iniciativa não acaba com todo o impacto ambiental necessário para a produção de uma revista de papel, mas, pelo menos, reduz parte dele. Então vamos torcer para que a moda pegue.</p>
<p>Mais detalhes no <a href="http://www.creativereview.co.uk/cr-blog/2009/october/crs-incredible-dissolving-bag" target="_blank">site</a> da revista.</p>
<p><a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/10/23/creative-review-e-o-plastico-que-dissolve-na-agua/">Via.</a></p>
<p><span style="color:#000000;"><em>Me siga no Twitter: <a rel="#someid5" href="http://twitter.com/felipemendes87" target="_blank">http://twitter.com/felipemendes87</a></em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A menina bonita dos hidrocarbonos]]></title>
<link>http://ecourbana.wordpress.com/2009/10/24/a-menina-bonita-dos-hidrocarbonos/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 03:31:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecourbana</dc:creator>
<guid>http://ecourbana.wordpress.com/2009/10/24/a-menina-bonita-dos-hidrocarbonos/</guid>
<description><![CDATA[Marcela Valente, da IPS. Reproduzido do Ecoblogue, 22 de outubro de 2009 A indústria do gás natural ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-4739" href="http://ecourbana.wordpress.com/2009/10/24/a-menina-bonita-dos-hidrocarbonos/onibus-a-gas-perth/"><img class="alignright size-medium wp-image-4739" title="onibus a gas Perth" src="http://ecourbana.wordpress.com/files/2009/10/onibus-a-gas-perth.jpg?w=300" alt="onibus a gas Perth" width="300" height="196" /></a>Marcela Valente, da IPS. Reproduzido do Ecoblogue, 22 de outubro de 2009</p>
<p>A indústria do gás natural – um recurso não renovável, mas abundante – é oferecida como solução para o aquecimento global. Entretanto, especialistas alertam que este hidrocarbono é uma fonte de contaminação climática apenas menos intensa do que o carvão e o petróleo. O metano, componente principal do gás natural, é um dos gases causadores do efeito estufa que intensificam esse processo natural na atmosfera, conservando nela por mais tempo o calor dos raios solares. Especialistas indicam que é o mais limpo dos combustíveis fósseis, mas não é comparável às energias renováveis.<!--more--></p>
<p>Este gás pode ser “um ator-chave” na mitigação da mudança climática, disse à IPS o argentino Roberto Brandt, presidente do comitê coordenador da União Internacional do Gás (IGU), integrada por 750 especialistas de associações da indústria em uma centena de países. Brandt, que participou da 24ª Conferência Mundial do Gás, realizada de 5 a 9 deste mês em Buenos Aires, insistiu que se trata de um recurso abundante e em crescimento, entre 25% e 30% menos contaminante do que o petróleo e seus derivados, e entre 45% e 50% mais limpo do que o carvão e seus derivados.</p>
<p>Estes dados, que serão divulgados em dezembro na 15ª Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática, na cidade de Copenhague, foram confirmados por especialistas da não-governamental Fundação Bariloche da Argentina, voltada ao desenvolvimento sustentável, mas, ao mesmo tempo, relativizados. “Do ponto de vista das emissões que causam o efeito estufa, as gasosas são um mal menor em relação aos hidrocarbonos pesados”, reconheceu à IPS o economista Osvaldo Girardín, da Fundação e que participa da elaboração do informe nacional sobre emissões que será apresentado na COP 15.</p>
<p>Mas, “se a comparação for com as energias renováveis, como a eólica, solar ou biomassa, já não é tão limpa”, acrescentou Girardín. “O balanço é favorável, mas isso não significa que com o gás natural se acaba com as emissões” contaminantes, explicou. No Brasil, por exemplo, onde cerca de 80% da energia são gerados em centrais hidrelétricas, a substituição por gás natural seria um retrocesso. Já na China, ou nos Estados Unidos, onde a maior produção de energia é em centrais térmicas movidas a carvão, “seria uma medida de mitigação”, acrescentou.</p>
<p>Brandt reconhece que “o setor energético responde por mais de 70% das emissões de dióxido de carbono na atmosfera, e qualquer resposta ao problema da mudança climática o tem como um ator-chave”. Nesse cenário, o gás é a opção menos contaminante dos combustíveis fósseis. Em qualquer das projeções – disse o especialista – sua inserção na matriz energética mundial é crescente. Em uma perspectiva conservadora, sua participação passará dos 21% atuais para 23% em 2030, e em um “cenário verde” o aumento no mesmo período chega a 28%, assegurou.</p>
<p>Esse eventual cenário verde seria aquele no qual seriam penalizadas as emissões de dióxido de carbono mediante imposto, uma iniciativa que está em estudo nos países-parte da Convenção sobre Mudança Climática para o próximo período de compromissos de redução de emissões que suceder as obrigações surgidas do Protocolo de Kyoto. O IGU considera que o gás natural pode contribuir para essa redução de emissões. Mas, há outras vantagens que esta indústria oferece, disse Brandt. Por exemplo, o uso de jazidas esgotadas com deposito par à captura e armazenamento de carbono, uma prática que já existe na Noruega.</p>
<p>Outro beneficio – segundo Brandt – é a maior eficiência relativa do gás para gerar energia elétrica. O metano emite 0,35 quilogramas de dióxido de carbono para cada quilowatt/hora de energia que gera, contra uma média de 0,80 quilogramas do carvão e de 1,2 quilo do lignito, um tipo de carvão de menor poder calorífero. Longe de se preocupar com o desenvolvimento de fontes renováveis, a indústria do gás surge como complemente. “Já há gasodutos e redes de distribuição de gás natural que estão sendo usados para transportar biogás”, obtido da fermentação de determinados resíduos, explicou Brandt.</p>
<p>Ara Daniel Bouille, diretor do programa de Energia da Fundação Bariloche, se de fato acredita-se que 40% da energia elétrica são produzidos com base no muito mais contaminante carvão, esta opção é superior. “Se há intenção” de ampliar participação do gás, “melhor”, disse, mas não se pode promovê-lo côo se fosse uma energia totalmente limpa. As perdas de metano (que tem um efeito estufa 20 vezes mais poderoso do que o dióxido de carbono) pela fuga de emissões durante o processo de produção e distribuição do gás, constituem apenas 2% do total produzido, afirmou Bouille. Também é liberado metano na ventilação do gás, desperdiçado quando está presente em jazidas de petróleo e não há mecanismo para retirá-lo e reinjetá-lo. Uma solução é a queima, com a conseqüente liberação de dióxido de carbono. IPS/EnvolverdeEste gás pode ser “um ator-chave” na mitigação da mudança climática, disse à IPS o argentino Roberto Brandt, presidente do comitê coordenador da União Internacional do Gás (IGU), integrada por 750 especialistas de associações da indústria em uma centena de países. Brandt, que participou da 24ª Conferência Mundial do Gás, realizada de 5 a 9 deste mês em Buenos Aires, insistiu que se trata de um recurso abundante e em crescimento, entre 25% e 30% menos contaminante do que o petróleo e seus derivados, e entre 45% e 50% mais limpo do que o carvão e seus derivados.</p>
<p>Estes dados, que serão divulgados em dezembro na 15ª Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática, na cidade de Copenhague, foram confirmados por especialistas da não-governamental Fundação Bariloche da Argentina, voltada ao desenvolvimento sustentável, mas, ao mesmo tempo, relativizados. “Do ponto de vista das emissões que causam o efeito estufa, as gasosas são um mal menor em relação aos hidrocarbonos pesados”, reconheceu à IPS o economista Osvaldo Girardín, da Fundação e que participa da elaboração do informe nacional sobre emissões que será apresentado na COP 15.</p>
<p>Mas, “se a comparação for com as energias renováveis, como a eólica, solar ou biomassa, já não é tão limpa”, acrescentou Girardín. “O balanço é favorável, mas isso não significa que com o gás natural se acaba com as emissões” contaminantes, explicou. No Brasil, por exemplo, onde cerca de 80% da energia são gerados em centrais hidrelétricas, a substituição por gás natural seria um retrocesso. Já na China, ou nos Estados Unidos, onde a maior produção de energia é em centrais térmicas movidas a carvão, “seria uma medida de mitigação”, acrescentou.</p>
<p>Brandt reconhece que “o setor energético responde por mais de 70% das emissões de dióxido de carbono na atmosfera, e qualquer resposta ao problema da mudança climática o tem como um ator-chave”. Nesse cenário, o gás é a opção menos contaminante dos combustíveis fósseis. Em qualquer das projeções – disse o especialista – sua inserção na matriz energética mundial é crescente. Em uma perspectiva conservadora, sua participação passará dos 21% atuais para 23% em 2030, e em um “cenário verde” o aumento no mesmo período chega a 28%, assegurou.</p>
<p>Esse eventual cenário verde seria aquele no qual seriam penalizadas as emissões de dióxido de carbono mediante imposto, uma iniciativa que está em estudo nos países-parte da Convenção sobre Mudança Climática para o próximo período de compromissos de redução de emissões que suceder as obrigações surgidas do Protocolo de Kyoto. O IGU considera que o gás natural pode contribuir para essa redução de emissões. Mas, há outras vantagens que esta indústria oferece, disse Brandt. Por exemplo, o uso de jazidas esgotadas com deposito par à captura e armazenamento de carbono, uma prática que já existe na Noruega.</p>
<p>Outro beneficio – segundo Brandt – é a maior eficiência relativa do gás para gerar energia elétrica. O metano emite 0,35 quilogramas de dióxido de carbono para cada quilowatt/hora de energia que gera, contra uma média de 0,80 quilogramas do carvão e de 1,2 quilo do lignito, um tipo de carvão de menor poder calorífero. Longe de se preocupar com o desenvolvimento de fontes renováveis, a indústria do gás surge como complemente. “Já há gasodutos e redes de distribuição de gás natural que estão sendo usados para transportar biogás”, obtido da fermentação de determinados resíduos, explicou Brandt.</p>
<p>Ara Daniel Bouille, diretor do programa de Energia da Fundação Bariloche, se de fato acredita-se que 40% da energia elétrica são produzidos com base no muito mais contaminante carvão, esta opção é superior. “Se há intenção” de ampliar participação do gás, “melhor”, disse, mas não se pode promovê-lo côo se fosse uma energia totalmente limpa. As perdas de metano (que tem um efeito estufa 20 vezes mais poderoso do que o dióxido de carbono) pela fuga de emissões durante o processo de produção e distribuição do gás, constituem apenas 2% do total produzido, afirmou Bouille. Também é liberado metano na ventilação do gás, desperdiçado quando está presente em jazidas de petróleo e não há mecanismo para retirá-lo e reinjetá-lo. Uma solução é a queima, com a conseqüente liberação de dióxido de carbono.</p>
<p>Fonte: IPS/Envolverde</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ministros europeus chegam a acordo sobre redução de emissões de navios e aviões]]></title>
<link>http://ecourbana.wordpress.com/2009/10/22/ministros-europeus-chegam-a-acordo-sobre-reducao-de-emissoes-de-navios-e-avioes/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 01:41:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecourbana</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os ministros do Ambiente da União Europeia reunidos no Luxemburgo concordaram hoje em pedir aos arma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-4726" href="http://ecourbana.wordpress.com/2009/10/22/ministros-europeus-chegam-a-acordo-sobre-reducao-de-emissoes-de-navios-e-avioes/cargo-4/"><img class="alignleft size-medium wp-image-4726" title="cargo" src="http://ecourbana.wordpress.com/files/2009/10/cargo3.jpg?w=300" alt="cargo" width="300" height="225" /></a>Os ministros do Ambiente da União Europeia reunidos no Luxemburgo concordaram hoje em pedir aos armadores de todo o mundo e às companhias aéreas que reduzam as suas emissões poluentes, no âmbito das negociações internacionais sobre o clima.</p>
<p>Naquele que foi o primeiro Conselho do Ambiente sob presidência sueca, a União Europeia fixou dois objectivos difíceis para as negociações mundiais sobre o clima: reduzir até 2020 as emissões das companhias aéreas em dez por cento e a dos navios em 20 por cento. Os dois sectores não têm, de momento, qualquer limite às suas emissões.<!--more--></p>
<p>A Grécia, Chipre e Malta protestaram contra a iniciativa mas acabaram por aceitar.</p>
<p>As companhias aéreas contribuem com dois por cento para as emissões mundiais de gases com efeito de estufa. O transporte marítimo representa entre três e quatro por cento. Mas estas emissões poderão aumentar rapidamente com o crescimento do transporte de mercadorias, garantido em 90 por cento por navios.</p>
<p>A União Europeia, que controla 41 por cento da frota mundial, propõe reduzir as emissões de dióxido de carbono dos navios em 20 por cento até 2020, em relação aos níveis de 2005, e a “criação de um mecanismo de mercado que permita criar recursos financeiros a redistribuir aos países em desenvolvimento”, explicou um negociador. Este mecanismo poderá ser um imposto sobre os combustíveis ou a imposição de quotas de emissão.</p>
<p>Além destas decisões, os ministros chegaram a acordo sobre a vontade de a União Europeia participar no esforço exigido aos países desenvolvidos para reduzirem até 2050 entre 80 e 95 por cento das suas emissões, a níveis de 1990. No entanto, não assumiram compromissos.</p>
<p>“As negociações foram muito difíceis”, comentou o comissário europeu para o Ambiente, o grego Stavros Dimas. Estas aconteceram depois de ontem os ministros europeus das Finanças não terem conseguido chegar a acordo sobre o financiamento aos países pobres. “O fracasso dos ministros das Finanças afectou fortemente as discussões. A presidência sueca conseguiu um acordo, porque estava em causa a credibilidade do Conselho do Ambiente, mas teve de fazer compromissos”, explicou a ministra belga Evelyne Huyttebroeck.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=4042&#38;Itemid=1">Ecoblogue</a>, 21 de outubro de 2009. Extraído do jornal Público</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Noticias - Carta do Greenpeace a Lula chega ao topo do Twitter no Brasil]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/2009/10/20/noticias-carta-do-greenpeace-a-lula-chega-ao-topo-do-twitter-no-brasil/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 20:59:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[A campanha do Greenpeace que cobra que as autoridades brasileiras levem uma série de metas de preser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong><a href="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/10/greenpeace.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-3172" title="greenpeace" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2009/10/greenpeace.gif" alt="greenpeace" width="197" height="281" /></a>A campanha do Greenpeace que cobra que as autoridades brasileiras levem uma série de metas de preservação ambiental à 15ª Convenção do Clima, em Copenhague (Dinamarca), em dezembro, atingiu nesta segunda-feira, 19, o topo dos Trending Topics (assuntos mais comentados) do conteúdo em português do Twitter referente ao presidente Lula.</strong></em></p>
<p>A notícia é do portal do jornal O Estado de S. Paulo, 19-10-2009.</p>
<p>A organização está recolhendo desde janeiro assinaturas para uma petição que exige do governo três metas climáticas. Segundo o coordenador da campanha, João Talocchi, o Greenpeace conseguiu até agora mais de 70 mil assinaturas, cerca de metade pelo site do órgão. As demais foram coletadas em mobilizações de rua e durante a expedição de um navio do Greenpeace pela costa brasileira.</p>
<p>O abaixo-assinado propõe um conjunto de metas que, segundo a organização, o Brasil deveria adotar, como zerar o desmatamento da Amazônia até 2015.</p>
<p>Talocchi diz que o número bom, mas que as autoridades brasileiras ainda não deram um parecer sobre o documento. Mas ele afirma que o governo está se reunindo de novo para ampliar os compromissos já assumidos. &#8220;Se isso é reflexo ou não da campanha, não podemos dizer, mas evidencia as ações de movimentos da sociedade&#8221;.</p>
<p>At o final da tarde, o Ministério do Meio Ambiente não havia se manifestado sobre o assunto.</p>
<p><strong>Leia a íntegra do documento:</strong></p>
<p>Exmo. Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República</p>
<p>Venho, por meio desta, exigir que o governo brasileiro assuma a liderança nas negociações da 15ª Conferência das Partes da ONU, em Copenhague, na Dinamarca e se comprometa a:</p>
<p>- Zerar o desmatamento da Amazônia at 2015 e apoiar a criação de fundo financeiro internacional para apoiar este objetivo (mecanismo Florestas pelo Clima);</p>
<p>- Garantir que pelo menos 25% da eletricidade sejam gerados a partir de fontes renováveis de energia como vento, sol, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas at 2020, e apoiar a transferência de tecnologia entre os países;</p>
<p>- Transformar pelo menos 30% do território costeiro-marinho do Brasil em áreas protegidas at 2020;</p>
<p>Senhor presidente, independente do histórico do Brasil como emissor de gases estufa, o país deve assumir sua responsabilidade.</p>
<p>Podemos continuar nos desenvolvendo e gerar emprego e renda sem contribuir para o aquecimento global, o maior desafio já enfrentado pela humanidade.</p>
<p>Salvar o planeta agora ou agora!</p>
<p>Fonte: rede Social do PV</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ações estratégicas - Responsabilidade Socioambiental]]></title>
<link>http://epressblog.wordpress.com/2009/10/30/acoes-estrategicas-responsabilidade-socioambiental/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 21:32:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>epressblog</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesta categoria, venceram a Faculdade Cásper Líbero, a PUC-Campinas e o Centro Universitário de Bela]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta categoria, venceram a Faculdade Cásper Líbero, a PUC-Campinas e o Centro Universitário de Belas Artes de São Paulo. A ação empresarial responsável parece, a cada dia, se tornar o tema central de debate. Em 2009, a Associação Brasileira de Recursos Humanos debateu o tema &#8220;Liderança Responsável&#8221; em seu Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas. A questão que parece relevante, quando falamos de responsabilidade social e ambiental, é justamente separar o que é ação de fato do que é apenas propaganda. Veja no vídeo abaixo o momento da premiação.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/wCbiNchDPfc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/wCbiNchDPfc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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