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	<title>revista-ler &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/revista-ler/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "revista-ler"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 14:47:45 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Ler no Chiado]]></title>
<link>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/10/01/ler-no-chiado-9/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 01:14:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>cadeiraovoltaire</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mais logo, pelas 18h30, na Bertrand, trocam-se ideias sobre política em mais uma sessão Ler no Chiad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-medium wp-image-2625" title="lerchiadoout" src="http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/files/2009/10/lerchiadoout.jpg?w=214" alt="lerchiadoout" width="259" height="363" /></p>
<p>Mais logo, pelas 18h30, na Bertrand, trocam-se ideias sobre política em mais uma sessão <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/">Ler</a> no Chiado. Os convidados: André Freire (politólogo), Luís Pedro Nunes (director do <em>Inimigo Público</em>) e Pedro S. Guerreiro (director do <em>Jornal de Negócios</em>), com moderação de Anabela Mota Ribeiro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[“Paula Rego, Uma Contadora de História” no regresso das Tertúlias Ler no Chiado]]></title>
<link>http://canelaehortela.wordpress.com/2009/09/03/%e2%80%9cpaula-rego-uma-contadora-de-historia%e2%80%9d-no-regresso-das-tertulias-ler-no-chiado/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 14:06:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Canela&amp;Hortelã</dc:creator>
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<description><![CDATA[As Tertúlias Ler no Chiado regressam hoje ao convívio do público, para mais uma série, a ter lugar t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="margin:1ex;">
<div>
<p><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"><img class="alignright size-medium wp-image-3437" title="AF_LER_no_Chiado_09'09" src="http://canelaehortela.wordpress.com/files/2009/09/af_ler_no_chiado_09091.jpg?w=214" alt="AF_LER_no_Chiado_09'09" width="214" height="300" /></span></p>
<p>As Tertúlias Ler no Chiado regressam hoje ao convívio do público, para mais uma série, a ter lugar todas as primeiras quintas-feiras  do mês, na Livraria Bertrand do Chiado, às 18h30, numa iniciativa da <a href="http://www.bertrand.pt/">Bertrand Livreitos</a> e pela Revista LER, desta vez sob o mote “Paula Rego, Uma Contadora de Histórias”.</p>
<p>A duas semanas da inauguração,  em Cascais, da &#8220;Casa das Histórias&#8221;, prevista para 18 de Setembro, a pintora Paula Rego, dá o mote para mais um  encontro, moderado por Anabela Mota Ribeiro, com  Dalila Rodrigues, directora do Museu Paula Rego, o cronista José Manuel  dos Santos, que lidou com a artista, nomeadamente, aquando da série  de quadros para o Palácio de Belém, e a jornalista e poeta Ana Marques  Gastão, autora de um livro-diálogo com os quadros de Paula Rego.</p></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Enki Bilal, <i>Quatro?</i>, Edições Asa]]></title>
<link>http://becodasimagens.wordpress.com/2009/09/02/enki-bilal-quatro-edicoes-asa/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 10:15:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>becodasimagens</dc:creator>
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<description><![CDATA[O FUTURO É UMA ILUSÃO Em 1998, Enki Bilal assinava O Sono do Monstro, primeiro volume de uma série e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-284" title="quatro" src="http://becodasimagens.wordpress.com/files/2009/09/quatro.jpg" alt="quatro" width="189" height="258" /></p>
<p>O FUTURO É UMA ILUSÃO</p>
<p>Em 1998, Enki Bilal assinava <em>O Sono do Monstro</em>, primeiro volume de uma série em banda desenhada onde um futuro tecnológico situado em 2026 exibia as marcas de um passado com claras ressonâncias da guerra dos Balcãs. Iniciava-se assim a saga de Nike Hatzfeld, marcada pela complexidade de várias tramas confluindo num mesmo argumento e pela predominância de cores frias e texturadas, reflexo de uma visão futurista pouco animadora onde os cenários não mudam ao longo de muitos milhares de quilómetros.</p>
<p>Nascido em Sarajevo, em 1993, em plena guerra, Nike chegou ao orfanato com poucos dias de vida, devendo o seu nome ao facto de ter sido encontrado junto de uma sapatilha da marca homónima. A história que percorre a tetralogia centra-se na procura de Nike pelos seus irmãos de orfanato, Amir e Leyla, mas cruzar-se-á com as ambições de poder de Optus Warhole, proclamado ‘o artista do Mal Supremo’ num mundo onde o fanatismo religioso, a guerra e a corrupção tudo definem. A reflexão sobre a evolução tecnológica, aliada à capacidade de manipulação bio e neurológica, permite a Bilal complexificar a narrativa a um ponto nem sempre equilibrado do ponto de vista da legibilidade; clones, extensões cerebrais ou alterações de personalidade têm plena justificação narrativa, contribuindo para o seu avanço e para a lógica interna, mas a frequência com que surgem nem sempre se coaduna com os limites de um enredo apreensível.</p>
<p>O quarto volume da série cumpre a reunião dos três ‘irmãos’ e assinala as resoluções possíveis no enredo. E apesar do final aberto, que deixa no ar a hipótese de um novo reencontro, <em>Quatro?</em> configura o momento de pacificação que Nike procurava. Que essa pacificação seja parcial e se alcance por entre mortes, destruição e enganos não é estranho ao universo de Bilal, onde o maniqueísmo só tem lugar para originar um novo logro e onde a constatação da integridade mental de cada personagem é sempre acompanhada pela dúvida. Costuma assinalar-se que Nike é um anagrama de Enki, facto curioso mas da ordem do biográfico. Mais relevante é notar que os duplos que atravessam a tetralogia se reflectem num outro nível, mais básico do que a tecnologia da clonagem: as coincidências de Nike, Amir e Leyla, até nos seus traços e gestos, fazem deles avatares de uma identidade por cumprir, fragmentos de uma deriva de que o pós-guerra nos Balcãs é exemplo histórico (mas outros haveria). Recorde-se a vinheta de <em>O Sono do Monstro</em> em que Nike deixa sem resposta a pergunta: “É sérvio, croata ou muçulmano?”</p>
<p>Sara Figueiredo Costa<br />
(texto publicado na revista <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/">Ler</a>, nº81, Junho 09)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ler]]></title>
<link>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/07/03/ler-4/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 12:36:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>cadeiraovoltaire</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Ler de Julho já está nas bancas. Agora, só regressa em Setembro.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2191" title="lerjulho" src="http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/files/2009/07/lerjulho.jpg" alt="lerjulho" width="168" height="240" /></p>
<p>A <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/">Ler</a> de Julho já está nas bancas. Agora, só regressa em Setembro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nas bancas]]></title>
<link>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/06/06/nas-bancas/</link>
<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 00:48:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>cadeiraovoltaire</dc:creator>
<guid>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/06/06/nas-bancas/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2009" title="Layout 1" src="http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/files/2009/06/capalerjunho.jpg?w=209" alt="Layout 1" width="209" height="300" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ler]]></title>
<link>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/05/02/ler-3/</link>
<pubDate>Sat, 02 May 2009 14:58:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>cadeiraovoltaire</dc:creator>
<guid>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/05/02/ler-3/</guid>
<description><![CDATA[A Ler de Maio já está nas bancas e traz José Eduardo Agualusa na capa: Lá dentro, para além das rubr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/">Ler</a> de Maio já está nas bancas e traz José Eduardo Agualusa na capa:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1654" title="lermaio" src="http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/files/2009/05/lermaio.jpg" alt="lermaio" width="168" height="240" /></p>
<p>Lá dentro, para além das rubricas habituais, publica-se a lista final dos <a href="http://premiosdeedicao.blogs.sapo.pt/">Prémios de Edição Ler/Booktailors.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O COMPUTADOR MAGALHÃES, OS INTELECTUAIS E A REVISTA LER]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/2009/03/09/o-computador-magalhaes-os-intelectuais-e-a-revista-ler/</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 18:26:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.wordpress.com/2009/03/09/o-computador-magalhaes-os-intelectuais-e-a-revista-ler/</guid>
<description><![CDATA[(1) Para se conseguirem audiências convida-se uma pessoa conhecida, das artes e das letras, da acade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><img class="size-full wp-image-2726 alignleft" title="revista-ler-capa-antonio-barreto" src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2009/03/revista-ler-capa-antonio-barreto.jpg" alt="revista-ler-capa-antonio-barreto" width="311" height="400" />(1)</strong> Para se conseguirem audiências convida-se uma pessoa conhecida, das artes e das letras, da academia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(2)</strong> Põe-se a imagem dessa pessoa na capa da revista para a qual se convidou uma pessoa conhecida das artes e das letras, da academia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(3)</strong> Faz-se uma entrevista a essa pessoa conhecida, oriunda das artes e das letras da academia, e retira-se uma frase que a pessoa conhecida disse. Uma frase bombástica ou aparentemente bombástica que chamará a atenção de quem a veja na capa e depois queira adquirir a revista.</p>
<p style="text-align:justify;">A frase é <strong>&#8221; O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(4)</strong> E assim se alcança o efeito pretendido: <em>notoriedade.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Importa notar que o conteúdo da mensagem de António Barreto é &#8220;contra&#8221; uma lógica de mercantilização e de alienação que o uso do (computador) Magalhães criará numa sala de aula. Também é contra a lógica &#8220;de mercado&#8221; e de marketing chico esperto da direcção editorial da revista Ler.</p>
<p style="text-align:justify;">Isto num puro domínio da &#8220;ética&#8221; e dos princípios&#8230;bem entendido.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>E a revista não nos desmente, antes confirma.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Ao lado do titulo com a imagem de António Barreto e a frase</p>
<p><strong>&#8221; O Magalhães é o maior assassino da leitura em Portugal&#8221;.</strong></p>
<p>está a frase</p>
<p><strong>&#8220;&#8230;os intelectuais:podemos acreditar neles&#8221;?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Ø</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Barreto é a doença e o antídoto de si mesmo. É simultaneamente apresentado na capa desta revista como uma<em> &#8220;voz de autoridade&#8221;</em> e ao mesmo tempo é rotulado de &#8221; intelectual, ao qual se planta a duvida de não ser (em) credíveis para podermos neles acreditar.</p>
<p style="text-align:justify;">Ora&#8230; se António Barreto é visualmente apresentado com o suposto ar mitológico imaginado do que será um &#8220;ar intelectual&#8221; (um tipo velho, de barbas, de ar sábio, com um livro na mão) para corroborar a imagem e a frase relacionada com o Magalhães;</p>
<p style="text-align:justify;">ao lado de António Barreto surge uma frase a atacar os intelectuais. A comparação e o paralelismo é óbvio&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Eis como se faz um exercício desonesto pseudo cultural e se desvaloriza uma opinião &#8220;bombástica&#8221; para a qual se trabalhou para se obter, apenas para ao lado dessa opinião bombástica, estar uma frase a destruir.</p>
<p style="text-align:justify;">Numa simples capa esta revista atacou mais a leitura, ao destruir desta forma assassina e &#8220;silenciosa&#8221;, a critica de António Barreto ao computador e ao ideal de sociedade que está por detrás da ideia, do que mil Magalhães a trabalharem em várias salas de aula.</p>
<p style="text-align:justify;">Artigo relacionado com <a href="http://dissidentex.wordpress.com/2009/03/08/computador-magalhaes-e-como-este-ajuda-a-destruir-a-escola/">&#8220;Computador Magalhães e como este ajuda a destruir a escola&#8221;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para (re)ler e reflectir II]]></title>
<link>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/02/02/para-reler-e-reflectir-ii/</link>
<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 11:05:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>cadeiraovoltaire</dc:creator>
<guid>http://cadeiraovoltaire.wordpress.com/2009/02/02/para-reler-e-reflectir-ii/</guid>
<description><![CDATA[No blog da Pó dos Livros, Jaime Bulhosa disponibiliza o artigo que assinou na Ler de Janeiro onde, a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No blog da Pó dos Livros, Jaime Bulhosa disponibiliza o artigo que assinou na <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/">Ler</a> de Janeiro onde, a propósito do encerramento da Byblos, lança o debate sobre a situação das livrarias face ao ritmo estonteante das novidades e sobre o que isso nos faz perder em termos de oferta e da disponibilidade dos tão essenciais fundos. Para ler <a href="http://livrariapodoslivros.blogspot.com/2009/01/fabula-de-byblos.html">aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[haja acervo]]></title>
<link>http://teoriadadesilusao.wordpress.com/2009/01/30/haja-acervo/</link>
<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 23:06:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>j m</dc:creator>
<guid>http://teoriadadesilusao.wordpress.com/2009/01/30/haja-acervo/</guid>
<description><![CDATA[Ó Pacheco, apareces-me em todo o lado! Imagem da capa da LER do Verão de 1995.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:left;padding:3px;">
<a href="http://www.flickr.com/photos/14368222@N00/3239270759/" title="haja acervo"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3127/3239270759_a2248b2b4a.jpg" style="border:solid 2px #000000;" alt="haja acervo" /></a>
</div>
<p>
Ó Pacheco, apareces-me em todo o lado!</p>
<p>Imagem da capa da LER do Verão de 1995.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le Clézio ganha o Nobel da Literatura]]></title>
<link>http://asfolhasardem.wordpress.com/2008/10/09/le-clezio-ganha-o-nobel-da-literatura/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 15:42:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>manuel margarido</dc:creator>
<guid>http://asfolhasardem.wordpress.com/2008/10/09/le-clezio-ganha-o-nobel-da-literatura/</guid>
<description><![CDATA[Jean-Marie Gustave Le Clézio (1940-) ganhou hoje o Prémio Nobel da Literatura (à hora que escrevo, o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://kirjasto.sci.fi/leclezio.htm" target="_blank"><span style="color:#003366;">Jean-Marie Gustave <strong>Le Clézio</strong></span></a> (1940-) ganhou hoje o <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/2007/" target="_blank"><span style="color:#003366;"><strong>Prémio Nobel da Literatura</strong></span></a> <span style="color:#000000;">(à hora que escrevo, o site da Fundação Nobel ostenta ainda, gloriosamente, <span style="color:#003366;"><strong>Doris Lessing</strong></span>, 2007)</span>, satisfazendo deste modo o ego francês, que tem uma bela ideia da sua língua, ‘<em>la plus belle des langues</em>’, e da sua literatura, ego que não era massajado desde <span style="color:#003366;"><strong>Claude Simon</strong></span> (1985). Confesso que li muito pouco o autor, até pelo fastio crescente que os romancistas franceses me vêm provocando (culpa minha, certamente). <em>Le Chercheur d’Or</em>, e o mais recente <em>Coeur brûlé et autres romances</em> (2000), não dão para formar uma ideia sólida do conjunto da obra. Destreza e muita mão, mas algo errático (digo eu, que gosto de dizer coisas). Desconfio que (<span style="color:#003300;"><strong>Roth,</strong></span> perdão, escapou-se) havia escolhas melhores. Há sempre escolhas melhores, não é? Como diz um <em>post</em> (comentário) colocado esta tarde no <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/170853.html" target="_blank"><span style="color:#333399;">blogue da LER</span></a>, “<em>This is sadder than funny, and funnier than sad.</em>” – Anónimo.</p>
<div id="attachment_359" class="wp-caption aligncenter" style="width: 161px"><a href="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/10/images.jpg"><img class="size-full wp-image-359" title="Sou Nobel, vou ganhar muito papel." src="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/10/images.jpg" alt="Sou Nobel, vou ganhar muito papel." width="151" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Sou Nobel, vou ganhar muito papel.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do online ao papel]]></title>
<link>http://asfolhasardem.wordpress.com/2008/09/19/do-online-ao-papel/</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 23:53:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>manuel margarido</dc:creator>
<guid>http://asfolhasardem.wordpress.com/2008/09/19/do-online-ao-papel/</guid>
<description><![CDATA[Há quase dez anos, em plena época da chamada &#8220;bolha tecnológica&#8221;, no início do vertigino]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Há quase dez anos, em plena época da chamada &#8220;bolha tecnológica&#8221;, no início do vertiginoso processo de criação/transposição de conteúdos para o meio <em>online</em>, numa conversa acesa com um colaborador de grande inteligência, juventude e ego, dizia-me este, conhecedor do meu gosto pelos livros: «Esquece, daqui a vinte anos não se fazem livros. Está tudo na web!». Recordo, com o rigor que o tempo permite, ter-lhe respondido: «Pois. Mas os melhores conteúdos que forem produzidos na web hão-de passar a livro». Não sou propriamente áugure. O tempo encarregou-se de produzir um trânsito que processa agora, em grande crescimento, nos dois sentidos. Dei hoje conta,<span style="color:#333399;"> <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u394581.shtml" target="_blank">em artigo da Folha Online</a> </span>(São Paulo, Brasil) que o poderoso grupo <span style="color:#003366;">Bertelsmann</span> vai publicar uma versão impressa (alemã) da <span style="color:#003366;">Wikipedia</span>, símbolo maior da produção de conteúdos <em>online</em> e referência incontornável na discussão das vantagens e desvantagens dos dois meios (o materializado e o desmaterializado) na produção e fixação do conhecimento. Um calhamaço com 1.000 páginas e 50.000 verbetes. E lembrei-me do que disse Eduardo Lourenço, na belíssima entrevista que concedeu a Carlos Vaz Marques no<span style="color:#333399;"> <a href="http://fotos.sapo.pt/tbsGqlNRrujOodLGPAAI" target="_blank">nº. 72 da LER</a></span>, de Setembro de 2008*: «(&#8230;) o relacionamento com os livros  &#8211; que vem de todos os livros que a gente lê quando é jovem &#8211; torna-os bocados de nós próprios. São as tábuas privadas das nossas leis. As escritas e as não escritas. Faltará qualquer coisa quando a nossa relação com eles for puramente electrónica.» A intimidade da relação que Eduardo Lourenço estabelece entre a pessoa e o livro é mais do que uma questão filosófica ou estética. Conduz inexoravelmente a interrogações que parecem centrais e ocupam um espaço de discussão imenso: como se lê digitalmente? Como se se apropria o leitor de um texto no ecrã de um computador (ou de um <span style="color:#003366;">i-pod</span>)? Mais: como se escreve digitalmente? Quais as variáveis implícitas à produção escrita que se deslocam, quando se desloca o meio em que se escreve?</p>
<p style="text-align:justify;">*A revista LER tem <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/" target="_blank">um blogue</a>, excelente, por sinal, rico em conteúdos, informação, com uma capacidade manifesta em convidar quem o visita para a vertigem nos livros. Admirável jogo de espelhos&#8230;</p>
<div id="attachment_139" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><img class="size-full wp-image-139" title="A fragilidade pode &#34;desfolhar-se&#34;?" src="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/09/images3.jpg" alt="A fragilidade pode &#34;desfolhar-se&#34;?" width="230" height="110" /><p class="wp-caption-text">A fragilidade pode &#34;desfolhar-se&#34;? </p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[2ª edição da LER]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/06/03/2%c2%aa-edicao-da-ler/</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 22:00:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
<guid>http://absurdo.wordpress.com/2008/06/03/2%c2%aa-edicao-da-ler/</guid>
<description><![CDATA[Já tenho a nova LER. À primeira vista parece-me ser muito melhor que a 1ª edição. Mas ainda irei ler]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-744 aligncenter" src="http://absurdo.wordpress.com/files/2008/06/ler2.jpg?w=208" alt="" width="208" height="240" /></p>
<p style="text-align:justify;">Já tenho a nova LER. À primeira vista parece-me ser muito melhor que a 1ª edição. Mas ainda irei ler&#8230; Para já um pormenor que <a href="http://absurdo.wordpress.com/2008/04/29/a-ler-e-boa-mas-quero-mais/" target="_blank">da outra vez </a>me escapou: os cronistas assustam-me. Não, não falo dos textos mas das fotografias que precisam de mais cor e de menos escuridão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amanhã]]></title>
<link>http://whormhole.wordpress.com/2008/05/30/amanha/</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 21:40:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>salamandrine</dc:creator>
<guid>http://whormhole.wordpress.com/2008/05/30/amanha/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="center">
<p><a href="http://ler.blogs.sapo.pt/68750.html" target="_blank"><img src="http://fotos.sapo.pt/zZPZcua8YsaQMThB5tOI/x435" alt="Revista Ler" /></a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[já não é mau.]]></title>
<link>http://whormhole.wordpress.com/2008/05/22/ja-nao-e-mau/</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 13:53:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>salamandrine</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nos últimos anos, tem havido uma enorme vaga de popularidade em torno do romance histórico: tira alg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Nos últimos anos, tem havido uma enorme vaga de popularidade em torno do romance histórico: tira alguma conclusão disso?<br />
</strong><br />
Não é um fenómeno dos últimos anos, isso sempre existiu. Todo o romance é histórico. Aí entramos num terreno pantanoso, que é o terreno da não-literatura. As pessoas compram isso da mesma maneira que vêem novelas. Não exige uma atitude activa do leitor. Estamos ali a receber aquilo passivamente. Mas isso sempre existiu. Sempre há-de existir. Não faz mal a ninguém. Enquanto lêem aquilo não se drogam. Já não é mau. Agora, fazer livros é uma coisa, ser escritor é outra. Quando algumas pessoas que fazem esses livros dizem «Pus os portugueses a ler»&#8230;</p>
<p></p>
<p>
<br />
<font size="-2">Entrevista de Carlos Vaz Marques a António Lobo Antunes<br />
<a href="http://ler.blogs.sapo.pt/" target="_blank">Revista Ler</a>, Maio 2008</font><br />

</p>
<p></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[a Ler é boa mas quero mais]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/04/29/a-ler-e-boa-mas-quero-mais/</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 10:30:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
<guid>http://absurdo.wordpress.com/2008/04/29/a-ler-e-boa-mas-quero-mais/</guid>
<description><![CDATA[A revista LER, dirigida por Francisco José Viegas, saiu no dia 23 de Abril. Na blogosfera gerou-se u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A revista LER, dirigida por Francisco José Viegas, saiu no dia 23 de Abril. Na <em>blogosfera </em>gerou-se uma onda de divulgação e comentários extremamente positivos. Nada a apontar: a minha 1ª impressão também foi relativamente boa. <strong>Mas como leitora da LER, espero mais, quero mais, muito mais.</strong> Por isso, deixo alguns apontamentos,</p>
<p style="text-align:justify;">1. Do que mais senti falta foi da reportagem. A LER traz duas entrevistas, uma selecção dos 50 autores mais influentes do século XX, algumas notícias mais desenvolvidas&#8230; mas não traz reportagem. E eu gosto de reportagens alargadas. Numa revista mensal, espero encontrá-las.</p>
<p style="text-align:justify;">2. Tendo a noção de que é uma revista mensal e por isso corre o risco de trazer algo já divulgado, a LER aqui não surpreendeu e não trouxe grandes novidades para quem acompanha as notícias literárias. A notícia da livraria Lello, a página da Booktailors, a Boutique&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">3. Eu gosto de crónicas, muito, mas a nova LER traz uma avalanche de cronistas que me assustou. Não querendo apontar nomes ou ser desagradável para alguém, louvo os novos nomes e torço o nariz aos mesmos de sempre que já leio bastante em outros meios de comunicação.</p>
<p style="text-align:justify;">4. Do que não gostei nada foram das 4 páginas de &#8220;mais livros saídos&#8221; e das citações que colocaram para os recomendar. Gosto da crítica, gosto de sentir que me recomendam algo que já foi lido. Preferiria que me indicassem menos livros mas que estes viessem acompanhados de comentário. A mim não me diz quase nada meia dúzia de linhas retiradas do livro. Partindo do princípio que terá de ser assim, pelo menos, poderiam organizar os livros por género. Colocar os ensaios todos seguidos, depois os de história, etc. Andei por ali perdida.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E é só. A revista LER é boa. Mas quero mais.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[o paradoxo do absurdo]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/04/24/o-paradoxo-do-absurdo/</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 09:54:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
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<description><![CDATA[O absurdo é um blog dedicado quase exclusivamente à literatura. E, ontem, que se comemorou o Dia Mun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O absurdo é um blog dedicado quase exclusivamente à literatura. E, ontem, que se comemorou o <strong>Dia Mundial do Livro</strong>, não houve neste espaço literatura para ninguém. Os programas de rádio sobre livros multiplicaram-se, os jornais e os <em>bloggers</em> assinalaram o dia, a televisão não sei porque não a liguei&#8230; Não venho com o discurso de <em>&#8220;Dia Mundial do Livro deveria ser todos os dias, blá, blá, blá&#8221;</em>. Não, gosto destes dias especiais. E gosto de todo o frenesim que se gera à volta na imprensa.</p>
<p style="text-align:justify;">Ontem, a data não se assinalou aqui porque a autora passou o dia a ler e ouvir falar de livros e, muito especialmente, de volta da LER. Brevemente, tecerei algumas impressões sobre a revista. Para já fica a sugestão: porque não criam uma assinatura com desconto? Não é que me importe de gastar 5 euros com uma revista mensal porque, como diria um amigo, gastam-se 5 euros numa merda qualquer e nem se dá conta. E aqui sei que é para a LER. Mas receber a revista em casa e usufruir de um desconto, seria ainda melhor.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><em>Post-Scriptum: a autora desta casa anda a dormir de pé. padece da falta de algumas horas de sono que serão corrigidas este fim-de-semana prolongado. a Ler oferece um sistema de assinaturas, sim senhora.</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Falta 1 dia]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/04/22/falta-1-dia/</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 09:50:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
<guid>http://absurdo.wordpress.com/2008/04/22/falta-1-dia/</guid>
<description><![CDATA[para o Dia Mundial do Livro chegar e com ele a nova LER. Algumas páginas já podem ser descobertas aq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">para o Dia Mundial do Livro chegar e com ele a nova LER.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-695" src="http://absurdo.wordpress.com/files/2008/04/capa_ler.jpg?w=235" alt="" width="235" height="270" /></p>
<p style="text-align:justify;">Algumas páginas já podem ser descobertas <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/29952.html" target="_blank">aqui</a> e <a href="http://ler.blogs.sapo.pt/29001.html" target="_blank">ali</a>. A apresentação está marcada para hoje no Belém Bar Café (junto ao Museu da Electricidade, em Lisboa), a partir das 21h00. Francisco José Viegas revela que a nova Ler <a href="http://dn.sapo.pt/2008/04/22/artes/a_nova_nao_e_revista_literatura_de_l.html" target="_blank">&#8220;não é uma revista de literatura, mas de livros&#8221;</a>. Amanhã, mal ponha um pé fora de casa irei descobrir&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">As iniciativas que vão marcar o Dia Mundial do Livro um pouco por todo o país podem ser lidas no renovado <a href="http://rascunho.net/artigo.php?id=1969" target="_blank">Rascunh</a><a href="http://rascunho.net/artigo.php?id=1969" target="_blank">o</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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