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	<title>revista-science &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/revista-science/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "revista-science"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:40:48 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[La farsa del calentamiento global (parte 2)]]></title>
<link>http://abrirlosojos.wordpress.com/2009/11/20/la-farsa-del-calentamiento-global-parte-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:53:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>msante</dc:creator>
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<description><![CDATA[Palo de hockey El 4 de septiembre se publicó un alarmante informe en la prestigiosa revista Science ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Palo de hockey El 4 de septiembre se publicó un alarmante informe en la prestigiosa revista Science ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[El origen del cáncer de próstata]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/10/29/el-origen-del-cancer-de-prostata/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 05:58:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
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<description><![CDATA[Científicos estadounidenses han descubierto que la fusión de dos genes inicia el proceso que desenca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Científicos estadounidenses han descubierto que la fusión de dos genes inicia el proceso que desenca]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Hallan probable causa de la fatiga crónica]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/10/10/hallan-probable-causa-de-la-fatiga-cronica/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 14:30:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
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<description><![CDATA[Científicos en Estados Unidos afirman que lograron un avance importante en el entendimiento de lo qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Científicos en Estados Unidos afirman que lograron un avance importante en el entendimiento de lo qu]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A Nossa Mais Antiga Antepassada]]></title>
<link>http://bgnaescola.wordpress.com/2009/10/05/a-nossa-mais-antiga-antepassada/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 18:47:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>BG</dc:creator>
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<description><![CDATA[Apresento-vos a Ardi, a nova mais antiga antepassada dos Homens   Há muito, muito tempo, a região de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><img class="alignright size-full wp-image-81" title="Ardi" src="http://bgnaescola.wordpress.com/files/2009/10/281648.jpg" alt="Ardi" width="192" height="334" />Apresento-vos a Ardi, a nova mais antiga antepassada dos Homens </strong><a href="http://10.38.1.194/admin/editaNoticiaHTM.asp?idNot=1403329&#38;id=13" target="_blank"><strong> </strong></a></p>
<p style="text-align:justify;"> Há muito, muito tempo, a região de Afar, no que é hoje a Etiópia, perto da actual aldeia de Aramis, 230 quilómetros a nordeste da capital Addis Abeba, era um autêntico paraíso. Uma paisagem de floresta esparsa, onde corriam cascatas de água doce, com zonas densamente arborizadas, mas também com grandes extensões de pradaria. Na floresta havia palmeiras, abundavam as figueiras e os lódãos. Era um mundo povoado de caracóis, mochos, papagaios e pavões – e ainda de ratos, morcegos, ouriços-cacheiros, hienas, ursos, porcos, rinocerontes, elefantes, girafas, macacos e antílopes. Também aí, entre os seus, vivia Ardi, uma fêmea de hominídeo primitivo. Pesava uns cinquenta quilos e media cerca de um metro e vinte. Vivia em grupo, criava os filhos e foi aí que morreu&#8230; há 4,4 milhões de anos.</p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro fragmento dos seus restos fossilizados – um molar – foi descoberto há 17 anos por Gen Suwa, da Universidade de Tóquio, e anunciado em 1994 na revista Nature. A seguir, entre 1994 e 1997, o resto do esqueleto (só parcialmente recuperado), em mau estado e muito fragilizado e disperso, com o crânio esmagado, foi minuciosamente libertado pelos paleontólogos dos sedimentos onde se encontrava prisioneiro. Mais de 125 fragmentos ósseos de Ardi foram assim postos a nu: crânio, dentes, braços, mãos, pélvis, pernas, pés. E também ossos de pelo menos mais 36 indivíduos da mesma espécie que esta fêmea de Ardipithecus ramidus, deste “símio do chão” (ardi, em Afar, significa “chão”). E ainda milhares de ossos de dezenas de animais e de plantas, que permitiram reconstituir, com um pormenor sem precedentes, o habitat de Ardi e dos seus congéneres.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte</strong>: <em>Jornal Público</em></p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">A recuperação e a análise destes achados demorou 17 anos e centenas de pessoas participaram no projecto. E hoje, uma equipa multidisciplinar de 47 cientistas, oriundos de dez países, publica na revista Science nada menos do que 11 artigos descrevendo os resultados – alguns dos quais põem em causa ideias estabelecidas da história evolutiva dos grandes símios e dos homens.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Remontar às origens</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A questão de saber como era o mais recente antepassado comum aos homens e aos grandes símios – e em particular aos chimpanzés, que são geneticamente os mais próximos de nós – é uma questão central da nossa história como espécie e prende-se com coisas como a origem do bipedismo, do crescimento espectacular do cérebro humano, etc. Pensa-se que esse antepassado terá vivido há seis ou mais milhões de anos – o que, diga-se já, exclui à partida a possibilidade de que os hominídeos da espécie Ardipithecus ramidus sejam esse antepassado comum, situados nessa bifurcação da árvore evolutiva dos primatas. Mas, mesmo assim, os autores do estudo concluem que Ardi deverá ter sido bastante parecida com esse misterioso antepassado comum – e com certeza mais parecida com ele do que Lucy, o célebre esqueleto fóssil de uma fêmea de Australopithecus afarensis, uma espécie de homens-símios totalmente bípedes, com um cérebro de pequenas dimensões, que viveu há 3,2 milhões de anos (mais de um milhão de anos depois de Ardi). Até ontem, Lucy, descoberta em 1974 não muito longe de donde foi agora descoberta Ardi, detinha oficialmente, com os seus congéneres, o título de mais antigo antepassado conhecido da espécie humana.</p>
<p style="text-align:justify;">“Ardipithecus é uma forma não especializada que ainda não evoluiu muito em comparação com o Australopithecus”, diz num comunicado Tim White, da Universidade da Califórnia e um dos líderes da equipa de cientistas. “E quando olhamos para [Ardi] da cabeça aos pés, o que vemos é uma criatura-mosaico, que não é nem chimpanzé, nem humana.”</p>
<p style="text-align:justify;">E é aí que começam as surpresas. Acontece que, até agora, os cientistas concordavam em dizer que os chimpanzés, os gorilas e os outros símios africanos modernos tinham conservado muitas das características físicas daquele último antepassado que partilharam com os humanos – ou seja, pensava-se que o antepassado em questão era muito mais parecido com um chimpanzé, ou com um gorila, do que com um homem. Por outras palavras ainda: enquanto nós tínhamos evoluído imenso desde aquela altura, tornando-nos muito diferentes daquele antepassado comum, os símios actuais tinham evoluído pouco desde então. Ardi vem precisamente pôr em causa essa concepção das coisas.</p>
<p style="text-align:justify;">Pensava-se, por exemplo, que o antepassado comum aos homens e aos chimpanzés teria sido um ágil trepador, conseguindo pendurar-se nos ramos das árvores, baloiçar-se e saltar de árvore em árvore tal como os chimpanzés de hoje. E também que, tal como eles, caminhava apoiado nos nós dos dedos das mãos. Mas não foi nada disso que os investigadores descobriram ao examinarem Ardi. Como explica ainda o comunicado acima referido, quando se encontravam no chão, os hominídeos de Ardipithecus caminhavam erguidos, apoiados nas suas duas pernas (isto é sugerido pela anatomia dos pés). Uma outra ideia estabelecida pode, aliás, estar em causa aqui: a que supõe que o bipedismo dos hominídeos nasceu quando eles se lançaram para espaços mais abertos, para a savana e não quando ainda viviam na floresta. Os Ardipithecus eram “bípedes facultativos”, dizem os investigadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Um outro elemento surpreendente é que, conforme o que se pôde deduzir da morfologia dos dentes de Ardipithecus, este hominídeo tinha uma dieta diferente dos símios africanos actuais.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado, Ardi não parece ter-se deslocado apoiando-se nos nós dos dedos das mãos (é o que indica a anatomia das mãos e dos pulsos, que não possuíam rigidez suficiente para isso). E também não parece ter passado muito tempo a baloiçar-se ou pendurada dos ramos das árvores. Pelo contrário, um dos artigos publicado na Science, dedicado às mãos de Ardi, qualifica-a mesmo de “trepadora prudente”, que subia às árvores, disso não há dúvidas, mas que se deslocava de gatas pelos ramos, ajudada pelo polegar oponível dos seus pés.</p>
<p style="text-align:justify;">Se se confirmarem estes dados, isso significa, em particular, que os chimpanzés não são um bom modelo desse misterioso antepassado comum entre eles e nós – e que talvez um melhor modelo sejamos&#8230; nós próprios! É o que parece concluir no mesmo artigo sobre as mãos de Ardi a equipa de Owen Lovejoy, da Universidade Estadual do Ohio e também um dos principais investigadores. “Esta descoberta”, escrevem na Science, “põe um ponto final a anos de especulação sobre o decorrer da evolução humana. (&#8230;) Foram os símios africanos que evoluíram imenso desde os tempos do nosso último antepassado comum, não os humanos nem os seus antepassados hominídeos mais imediatos. As mãos dos primeiros hominídeos eram menos parecidas com as dos símios do que as nossas (&#8230;.).”</p>
<p style="text-align:justify;">Claro que nem todos os especialistas concordam com a interpretação dos achados e que alguns dos peritos interrogados por uma jornalista da Science, que acompanha a publicação dos resultados, permanecem cépticos. Mas todos acolheram com grande interesse os novos dados e acham que é agora que o debate vai começar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Hallazgo que acerca a la vacuna del VIH]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/09/04/hallazgo-que-acerca-a-la-vacuna-del-vih/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 23:18:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
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<description><![CDATA[Científicos descubrieron dos poderosos anticuerpos capaces de neutralizar al VIH, el virus que causa]]></description>
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</item>
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<title><![CDATA[Extraordinaria imagen de una molécula]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/08/28/extraordinaria-imagen-de-una-molecula/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 00:05:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por primera vez científicos lograron captar la imagen de una molécula con un detalle estructural sin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por primera vez científicos lograron captar la imagen de una molécula con un detalle estructural sin]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Alisando el camino para que corra la luz]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/08/03/alisando-el-camino-para-que-corra-la-luz/</link>
<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 17:46:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
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<description><![CDATA[La luz que te guía: Las películas de plata estampadas con estructuras como esta pirámide guían la lu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La luz que te guía: Las películas de plata estampadas con estructuras como esta pirámide guían la lu]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Desmatar gera progresso ef&ecirc;mero]]></title>
<link>http://ensaiando.wordpress.com/2009/06/16/desmatar-gera-progresso-efmero/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 17:25:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guto Santos</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#160; Diz um estudo feito por cientistas brasileiros e estrangeiros, que mapearam os efeitos econôm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#160; Diz um estudo feito por cientistas brasileiros e estrangeiros, que mapearam os efeitos econôm]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[La nueva pandemia, antecedentes: Gripe Porcina, AH1N1, H5N1...(Nota de PUMHA)]]></title>
<link>http://aquevedo.wordpress.com/2009/05/19/la-nueva-pandemia-antecedentes-gripe-porcina-ah1n1-h5n1-nota-de-pumha/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 21:47:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Aquevedo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ramon Godoy &#8211; 18.05.2009 12:15 Hace unos veintitrés años, aparecía en el Reino Unido, mas prec]]></description>
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<title><![CDATA[La gripe A (H1N1): lo que informa la Revista Science sobre su origen y consecuencias&hellip;]]></title>
<link>http://aquevedo.wordpress.com/2009/05/19/la-gripe-a-h1n1-lo-que-informa-la-revista-science-sobre-su-origen-y-consecuencias/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 20:34:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Aquevedo</dc:creator>
<guid>http://aquevedo.wordpress.com/2009/05/19/la-gripe-a-h1n1-lo-que-informa-la-revista-science-sobre-su-origen-y-consecuencias/</guid>
<description><![CDATA[Sospechan que el origen de la gripe A se debe a una falla en un laboratorio 2009-05-14 00:00:00 Ver ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sospechan que el origen de la gripe A se debe a una falla en un laboratorio 2009-05-14 00:00:00 Ver ]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[Molesto Calderón con Cuba y otros. Con EEUU, no.]]></title>
<link>http://enlamismacostura.wordpress.com/2009/05/15/molesto-calderon-con-cuba-y-otros-con-eeuu-no/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 12:56:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>norelys</dc:creator>
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<description><![CDATA[La acusación de que Cuba discrimina a los mexicanos debido a la cancelación de los vuelos entre los ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La acusación de que Cuba discrimina a los mexicanos debido a la cancelación de los vuelos entre los dos países por las autoridades del primero, medida de protección ante la acelerada propagación internacional de la influenza A/H1N1 –con epicentro en México-, terminará estallando como pompa de jabón contra la realidad, afirma el articulista <a href="http://www.cubadebate.cu/index.php?tpl=design/opiniones.tpl.html&#38;newsid_obj_id=15060">Angel Guerra. </a></p>
<p><a href="http://www.cubadebate.cu/index.php?tpl=design/especiales.tpl.html&#38;newsid_obj_id=15078">Lo que informó la Revista Science.Reflexión de Fidel Castro.</a></p>
<p>Cuando escribí temprano la reflexión publicada hoy en el Noticiero Nacional de Televisión y en CubaDebate, no había leído todavía un despacho publicado en México por Mark Stevenson y David Koop, transmitido por AP, la principal agencia cablegráfica de Estados Unidos.</p>
<p>Desde luego que no había intención alguna de darme la razón, cuando más de una vez reiteró que yo había acusado a México de ocultar la epidemia hasta después de la visita de Obama a México.</p>
<p>Continué imperturbable leyendo el despacho del que disponía, gracias a boletines que recogen noticias de la prensa internacional, que no están incluidas en las 326 páginas publicadas ayer por las agencias radicadas en Cuba.<br />
Es un artículo de la AP de especial interés en este momento, ¿qué dice textualmente?</p>
<p>“La visita de Obama el 16 de abril se produjo una semana antes de que los funcionarios de salud anunciaran que la influenza porcina se estaba diseminando, lo que condujo al eventual cierre masivo que prácticamente paralizó a muchas partes del país.”</p>
<p>“Un estudio publicado este lunes en la revista Science calculaba que ya el 23 de abril, día en que  anunció la epidemia, posiblemente México tuviera ya 23,000 casos de influenza porcina. El estudio considera que la influenza porcina causa la muerte de entre 0,4% y 1,4% de sus víctimas, pero el autor principal Neil Ferguson, del Imperial College de Londres, afirmó que los datos son aún incompletos.<br />
“‘Resulta harto difícil, en esta fase, cuantificar el impacto en la salud humana’, apuntó.</p>
<p>“El análisis publicado por Science sugiere la existencia de muchos más casos que los confirmados en los laboratorios, entre 6 mil y 32 mil en México desde el 23 de abril. La influenza se ha expandido desde entonces por todo el mundo y según el estudio parece ser mucho más contagiosa que la influenza común que se presenta cada temporada.</p>
<p>“Los investigadores también compararon el ADN de los virus en 23 casos confirmados e hicieron un estimado de que el 12 de enero deben haberse producido los primeros casos, presumiblemente transmitidos de persona a persona, si bien consideran que pudo haber comenzado en cualquier momento entre el 3 de noviembre y el 2 de marzo.</p>
<p>“Los investigadores indicaron que al parecer la influenza H1N1 del 2009 será tan severa como la de 1957, pero menos que la versión mortal de 1918.</p>
<p>“En México, la reapertura de los jardines de la infancia y escuelas primarias y secundarias cerradas desde el 24 de abril fue el más reciente paso en los esfuerzos por retornar a cierta normalidad. Los negocios, servicios gubernamentales, preuniversitarios y universidades reabrieron sus puertas la pasada semana.</p>
<p>“Sin embargo, seis de los 31 estados mexicanos pospusieron la reapertura de las escuelas por otra semana por el aumento de los casos de influenza a nivel local y un séptimo estado lo pospuso un día más, hasta el martes. El Departamento de Educación anunció que añadiría siete días al calendario escolar para recuperar el tiempo perdido.</p>
<p>“Pero mientras los funcionarios elogiaban a los sistemas de educación y salud por su respuesta a la crisis, se percibe que el ya sobrecargado sistema de salud de México empieza a dar señales de estar bajo grandes presiones.</p>
<p>“Docenas de trabajadores de la salud subordinados al gobierno, incluidos médicos y enfermeras, realizaron marchas y bloquearon calles en la ciudad costera de Jalapa para exigir aumentos salariales y mejores condiciones de trabajo.</p>
<p>“‘El gobierno nos pidió ayuda para combatir la epidemia de influenza, ahora nosotros le pedimos al gobierno que nos haga justicia’, dijo la enfermera Mariana Cortés, una de las organizadoras de la protesta.”</p>
<p>¡Los esfuerzos que hice para demostrar que desde fines de marzo ya se estaban produciendo síntomas, cinco semanas antes del anuncio oficial de la epidemia! La revista Science expresa su opinión de que posiblemente entre enero y marzo de 2009 surgió la enfermedad en México.</p>
<p>No soy yo el que escribió ese despacho ni el artículo de Science. Como lo que afirma equivale a más de 10 veces el número de enfermos que yo dije, y está evaluado por una de las revistas científicas más prestigiosas en el mundo, me pregunto si el Presidente y los líderes de su partido visitaron ya al embajador de Estados Unidos en México y lo amenazaron con romper las relaciones diplomáticas con ese país.</p>
<p>No hace mucho observé con preocupación que el honorable señor Presidente de México se disgustó cuando en una reflexión critiqué a su ilustre predecesor.  ¡Qué tonto fui al mencionar aquella virgen vestal de la oligarquía mexicana! Se sintió en la necesidad de protestar en un comentario público.</p>
<p>Algunos se preguntan a título de qué hablo yo. Lo he dicho bien claro:  con el de “El Compañero Fidel”, Me siento orgulloso de ser militante del Partido Comunista de Cuba. Cuando escribí lo que tanto agrió al presidente Calderón, titulé el mismo como “lo que pasaba por mi mente”. Es lo que ocurrió mientras leía su declaración contra Cuba. No violé las normas de la ética. Dije con toda sinceridad y sin insulto lo que pensaba. He sido entrenado por 10 Presidentes de Estados Unidos. A uno de ellos lo respeto mucho: a Carter.  Alguno de los demás dio unas veces lo mejor y otras lo peor de sí.  Varios de ellos,  únicamente lo peor porque no tenían otra cosa que ofrecer.  Al número 11 lo observo cuidadosamente.  A todos agradezco lo mucho que aprendí a lidiar con los poderosos.<br />
No tengo nada más que ofrecer hoy.   </p>
<p>Fidel Castro Ruz<br />
Mayo 14 de 2009<br />
7 y 14  p.m.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calentamiento global aumentará a partir de 2009]]></title>
<link>http://holismoplanetario.wordpress.com/2009/04/03/calentamiento-global-aumentara-a-partir-de-2009/</link>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 03:23:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>holismoplanetario</dc:creator>
<guid>http://holismoplanetario.wordpress.com/2009/04/03/calentamiento-global-aumentara-a-partir-de-2009/</guid>
<description><![CDATA[10-08-2007 El calentamiento global aumentará a partir de 2009 Los científicos esperan que el calenta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://holismoplanetario.wordpress.com/files/2009/04/calentamiento_global.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1666" title="calentamiento_global" src="http://holismoplanetario.wordpress.com/files/2009/04/calentamiento_global.jpg" alt="calentamiento_global" width="397" height="324" /></a></p>
<p>10-08-2007</p>
<h1><span class="az1">El calentamiento global aumentará a partir de 2009</span></h1>
<p><img src="http://actualidad.terra.es/img/au.gif" alt="" height="12" /></p>
<h3><span class="b">Los científicos esperan que el calentamiento global se haga más patente después de 2009, ya que estiman que al menos la mitad de los cinco años siguientes serán más calurosos que 1998, el año más cálido del que se tienen registros.</span></h3>
<p><img src="http://actualidad.terra.es/img/au.gif" alt="" height="12" /><br />
<span class="par">Los expertos en climatología han pronosticado desde hace tiempo una tendencia general al calentamiento a lo largo del siglo XXI, <strong>potenciada por el efecto invernadero</strong>, pero este nuevo estudio, difundido el jueves, es mucho más específico en cuanto a lo que probablemente ocurrirá durante la década que comenzó en 2005.</span></p>
<p>Para hacer este tipo de predicción, los investigadores del Ministerio de Meteorología de Reino Unido <strong>crearon un modelo informático </strong>que tiene en cuenta fenómenos naturales como el patrón de viento El Niño en el Océano Pacífico y otras fluctuaciones que afectan a las corrientes y temperaturas oceánicas.</p>
<p>Un pronóstico para la próxima década es particularmente práctico, ya que durante este período el clima podría estar más <strong>condicionado por estos cambios naturales que por el calentamiento global</strong> causado por los humanos, según explicó telefónicamente el autor del estudio, Douglas Smith.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="4" width="140" align="left">
<tbody>
<tr valign="top">
<td class="i"><img style="cursor:hand;" src="http://actualidad.terra.es/addon/img/feed/actualidad/20070809/7216df158cd88p.jpg" border="0" alt="Los científicos esperan que el calentamiento global se haga más patente después de 2009." width="126" height="111" /><br />
Calentamiento global</td>
<td width="6"><img src="http://actualidad.terra.es/img/au.gif" alt="" width="6" height="1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="par">En una investigación publicada por la revista Science, Smith y sus compañeros predijeron que los <strong>próximos tres o cuatro años se caracterizarán por un bajo calentamiento</strong>, aunque se mantiene un pronóstico de un aumento general de las temperaturas a lo largo de la década.</span></p>
<p>&#8220;Hay un interés particular por la próxima década, que presenta un elemento clave en la planificación de mejoras de las infraestructuras, de los seguros, de las políticas energéticas y del desarrollo de las empresas&#8221;, destacaron Smith y sus coautores.</p>
<p>El verdadero calor comenzará después de 2009. Hasta entonces, las fuerzas de la naturaleza eclipsarán el<strong> esperado calentamiento causado por las actividades humanas</strong>, como la quema de combustibles fósiles, que favorece el efecto invernadero provocado por el dióxido de carbono.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Fuente: </strong></span><a href="http://actualidad.terra.es/ciencia/articulo/calentamiento_global_aumentara_partir_1772423.htm"><span style="color:#ff0000;"><strong>http://actualidad.terra.es/ciencia/articulo/calentamiento_global_aumentara_partir_1772423.htm</strong></span></a></p>
<p><strong>Enlaces relacionados:</strong></p>
<p><strong>(1) <a href="http://holismoplanetario.wordpress.com/2009/05/04/holismo-planetario/">¿Qué es el holismo planetario?</a></strong></p>
<p><strong>(2) <a href="http://holismoplanetario.wordpress.com/2009/05/20/fotografias-impactantes-sobre-los-efectos-del-calentamiento-global/">Fotos impactantes del calentamiento global</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hurdia Victoria, el predador de los mares Cámbricos]]></title>
<link>http://tejiendoelmundo.wordpress.com/2009/03/20/hurdia-victoria-el-predador-de-los-mares-cambricos/</link>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 17:47:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sinuhé</dc:creator>
<guid>http://tejiendoelmundo.wordpress.com/2009/03/20/hurdia-victoria-el-predador-de-los-mares-cambricos/</guid>
<description><![CDATA[Ilustración de Hurdia victoria, revista Sciencie Una gamba terrorífica Un equipo investigador de la ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ilustración de Hurdia victoria, revista Sciencie Una gamba terrorífica Un equipo investigador de la ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estiagem na Amazônia vira artigo na Science]]></title>
<link>http://nelsontembra.wordpress.com/2009/03/16/estiagem-na-amazonia-vira-artigo-na-science/</link>
<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 12:22:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelsontembra</dc:creator>
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<description><![CDATA[A revista Science de março publica artigo sobre a reação da floresta amazônica a longos períodos de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A revista Science de março publica artigo sobre a reação da floresta amazônica a longos períodos de estiagem. Pesquisa observou os efeitos da seca severa que a região da Amazônia sofreu em 2005, levando à morte um grande número de árvores. </p>
<p>Os autores, entre os quais o diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Natalino Silva, concluíram que secas prolongadas na região amazônica são extremamente perigosas para o equilíbrio ecológico da floresta, causando desequilíbrio no balanço de carbono.</p>
<p>&#8220;A floresta deixa de ser um sumidouro e passa a emitir mais dióxido de carbono do que captura&#8221;, afirma Natalino Silva, doutor pela Universidade de Oxford, Inglaterra, em Ciências Florestais. O carbono é principal gás responsável pelo aquecimento global.</p>
<p>Natalino participou da pesquisa, fornecendo dados coletados em áreas de florestas intactas, no estado do Pará. Esses dados foram enviados para a rede internacional de pesquisa e monitoramento de florestas tropicais (Rainfor).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viziunea în cercetare]]></title>
<link>http://blogideologic.wordpress.com/2008/12/08/viziunea-in-cercetare/</link>
<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 23:32:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogideologic</dc:creator>
<guid>http://blogideologic.wordpress.com/2008/12/08/viziunea-in-cercetare/</guid>
<description><![CDATA[Cercetarea  ştiinţifică se face în acord cu o Viziune, care este un set de valori. Dar valorile (imp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Cercetarea<span>  </span>ştiinţifică se face în acord cu o Viziune, care este un set de valori. Dar valorile (imponderale) servesc pentru a mări puterea celui care enunţă Viziunea. În cazul acesta, USA. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="RO">Articolul </span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">“Cercetatori romani ignorati in tara, laudati in reviste straine”, scris de ziarista Dabija Tatiana şi publicat la adresa URL <a href="http://www.romanialibera.ro/a140221/cercetatori-romani-ignorati-in-tara-laudati-in-reviste-straine.html"><span style="color:#800080;">http://www.romanialibera.ro/a140221/cercetatori-romani-ignorati-in-tara-laudati-in-reviste-straine.html</span></a>, focalizează un interes spre problemă. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Deja Viziunea USA era enunţată şi încorporată în Manifest Destiny care anunţa un vast şi răuvoitor program pentru distrugerea biodiversităţii în America. Ceea ce articolul din revista <em>Science</em> iarăşi nu spune, este faptul că tinerii cercetători români stabiliţi în <span> </span>USA lucrează pentru mărirea puterii Americii şi pentru exploatarea până la epuizare a<span>  </span>resurselor planetei Pământ. Domnul Liviu Giosan<span>  </span>este oceanolog. Or, America este puterea care stăpâneşte oceanele. Există o analogie între fluxurile bezmetice de materiale transportate prin ţară <span> </span>în epoca Nicolae Ceauşescu şi fluxurile de<span>  </span>materii prime şi mărfuri transportate continuu spre America pe oceanele lumii. </span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="RO">Or, procesul duce la apariţia unor uriaşe insule de gunoaie plutitoare, să amintesc numai ce se înt</span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">â</span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="RO">mplă cu </span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">North Pacific Gyre, curent marin circular situat aproximativ la jumătatea drumului între Japonia şi USA care colectează gunoaiele Pacificului de Nord. În interviul amintit, oceanologul Liviu Giosan<span>  </span>nu ne spune chiar nimic despre fenomenele foarte urâte produse de America pe oceanele lumii.</span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="RO"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Cercetarea<span>  </span>ştiinţifică românească, &#8211;la fel ca educaţia universitară românească&#8211;, nu are o Viziune cu adevărat pentru România. Chiar şi celebrele criterii ISI (acronimul pentru Institute for Scientific Information) sunt de fapt nişte ‘criterii de excelenţă’ destinate a răspunde strict intereselor din Viziunea USA. Criteriile Shanghai pentru universităţi (the Academic Ranking of World Universities) au fost stabilite <span> </span>la Shanghai Jiao Tong University deoarece China visează să depăşească USA ca forţă imperială. Cercetătorii români care lucrează pentru criterii ISI nu lucrează de fapt pentru România, universităţile româneşti care lucrează pentru criteriile Shanghai nu lucrează de fapt pentru România. </span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="RO">Este o morală dubioasă. Se confirmă că </span><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">“Mai binele este duşmanul binelui”.</span></em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="RO">În fine, morala sistemului criterial ISI obligă cercetătorii din toate ţările, care primesc<span>  </span>granturi din ţările lor, să lucreze gratuit pentru America. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Titus Filipas</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Captan imágenes de planetas fuera de nuestro sistema solar.]]></title>
<link>http://tsunamiverde.wordpress.com/2008/11/14/captan-imagenes-de-planetas-fuera-de-nuestro-sistema-solar/</link>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 18:50:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>tsunamiverde</dc:creator>
<guid>http://tsunamiverde.wordpress.com/2008/11/14/captan-imagenes-de-planetas-fuera-de-nuestro-sistema-solar/</guid>
<description><![CDATA[Las letras b y c muestran a dos de los tres planetas y orbitando la estrella HR8799 observador por e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_59" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><a href="http://tsunamiverde.wordpress.com/files/2008/11/_45207805_exoplan2.jpg"><img class="size-full wp-image-59" title="Imágen planetas" src="http://tsunamiverde.wordpress.com/files/2008/11/_45207805_exoplan2.jpg" alt="Las letras b y c muestran a dos de los tres planetas y orbitando la estrella HR8799 observador por el telescopio Gemini." width="203" height="152" /></a><p class="wp-caption-text">Las letras b y c muestran a dos de los tres planetas y orbitando la estrella HR8799 observador por el telescopio Gemini.</p></div>
<p>Tres de ellos forman un sistema multiplanetario -muy parecido al nuestro- orbitando una estrella, afirmaron los científicos que publican ambos estudios en la revista Science.</p>
<p>Aunque en el pasado se ha hablado mucho sobre la existencia de &#8220;exoplanetas&#8221; (más allá de nuestro sistema solar), ésta es la primera evidencia fotográfica que lo comprueba.</p>
<p>Hasta ahora los dos grupos de científicos han publicado imágenes de cuatro planetas y afirman que podría haber muchos más, pero todavía no han logrado verlos.<!--more--></p>
<p>El primer equipo, de la  Universidad de California, Berkeley (que utilizó el telescopio espacial Hubble) logró captar la imagen de un planeta orbitando una estrella a 25 años luz de la Tierra.</p>
<p>Se cree que éste es el astro más frío y de menor masa que se ha visto fuera de nuestro sistema solar.</p>
<p>El segundo equipo, del Instituto de Astrofísica Herzberg en Canadá, el Observatorio Lowell y el Laboratorio Nacional Lawrence Livermore en Estados Unidos (que utilizó los telescopios terrestres Keck y Gemini en Hawai), logró obtener imágenes infrarrojas de otros tres planetas orbitando una estrella en la constelación Pegaso.</p>
<p><strong>Primera evidencia</strong></p>
<p>&#8220;Desde hace una década sabíamos que el Sol no era la única estrella que tenía planetas orbitándolo, pero por fin tenemos una imagen real de un sistema completo&#8221; expresó Christian Marois, uno de los autores de la investigación.</p>
<p><!-- S IIMA -->&#8220;Esto es un hito en la búsqueda y la caracterización de sistemas planetarios alrededor de estrellas&#8221;, agregó.</p>
<p>El nuevo sistema solar orbita una joven estrella llamada HR 8799, ubicada a unos 130 años luz de la Tierra, que tiene 1,5 veces la masa de nuestro sol y es 5 veces más luminosa que éste.</p>
<p>Tres de los planetas que orbitan a su alrededor tienen aproximadamente 10, 10 y 7 veces la masa de Júpiter y son tan jóvenes que todavía siguen brillando por el calor liberado cuando se formaron.</p>
<p>Los científicos creen que esto ocurrió hace sesenta millones de años.</p>
<p>&#8220;De cierta forma, este sistema planetario parece ser una versión a gran escala de nuestro sistema solar orbitando una estrella más grande y más brillante&#8221;, explicó Bruce Macintosh, otro de los autores del estudio.</p>
<p>Igual que en nuestro sistema solar, estos planetas gigantes orbitan en las regiones exteriores a 24, 37 y 67 veces la distancia que separa a la Tierra y el Sol.</p>
<p>Y el planeta más lejano orbita dentro de un disco de restos polvorientos similar al que producen los cometas del Cinturón Kuiper (en nuestro sistema solar), a 30 veces la distancia entre la Tierra y el Sol.</p>
<p><strong>Muchos más</strong></p>
<p>&#8220;Todavía no hemos obtenido un panorama completo&#8221;, explicó el doctor Marois.</p>
<p><!-- S IIMA -->&#8220;El hecho de que hayamos detectado tres planetas alrededor de HR 8799 no significa que no haya otros planetas orbitando a separaciones más pequeñas. Quizás allí podría haber otros gigantes gaseosos o incluso planetas rocosos&#8221;, dijo.</p>
<p>Por otra parte, las imágenes captadas por el telescopio Hubble muestran a una estrella llamada Fomalhaut en la constelación de Piscis Austrinus.</p>
<p>La estrella, como explicó Paul Kalas, quien dirigió este estudio, tiene un disco masivo de polvo orbitando a su alrededor.</p>
<p>El equipo cree que el planeta, que ha sido bautizado Fomalhaut b, está ubicado a unos 18.000 millones de kilómetros de distancia de su estrella, es tan grande como Júpiter y completa una órbita en aproximadamente 870 años.</p>
<p>&#8220;Casi tuve un ataque cardiaco a fines de mayo cuando logramos confirmar que Fomalhaut b orbita a una estrella&#8221;, expresó el doctor Kalas.</p>
<p>&#8220;Poder ver al fin a este planeta que nunca antes había sido visto, fue una experiencia profunda y extraordinaria&#8221; agregó.</p>
<p><strong>Detección directa</strong></p>
<p>Hasta ahora, la búsqueda de planetas extrasolares había dependido de la detección de los temblores que producen en su estrella progenitora. Si sus órbitas están al lado de la trayectoria de los telescopios, también se puede ver cómo se oscurece la luz de su estrella a medida que pasan frente a ella.</p>
<p>Las nuevas investigaciones, sin embargo, lograron detectar directamente la luz de estos planetas y esto permitirá a los astrónomos estudiar detalladamente su composición y sus atmósferas.</p>
<p>Los expertos expresan además que los resultados de estos estudios servirán para apoyar las teorías de cómo se forman los planetas a partir de discos masivos de polvo y otro material que rodea a las estrellas.</p>
<p><!-- S IIMA -->Y eso podría ayudar a calcular cuántos planetas parecidos a la Tierra podrían existir.</p>
<p>&#8220;Muchas veces hemos visto un objeto cerca de una estrella y hemos pensado que es un planeta&#8221;, comentó a la BBC Mark McCaughrean, astrofísico de la  Universidad de Exeter, Inglaterra.</p>
<p><strong>Tomado de BBCmundo</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La pelvis que puede cambiar de paradigma la evolución humana]]></title>
<link>http://eloraculodedelfos.wordpress.com/2008/11/14/la-pelvis-que-puede-cambiar-de-paradigma-la-evolucion-humana/</link>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 09:37:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>yurei8</dc:creator>
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<description><![CDATA[Una pelvis de mujer puede dar la vuelta a lo que se sabía, o se creía saber, de nuestros antepasados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Una pelvis de mujer puede dar la vuelta a lo que se sabía, o se creía saber, de nuestros antepasados. El fósil fue localizado en el año 2000 en la región de Gona, en la colvulsa región <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Afar">Afar</a> de Etiopía. Perteneció a <strong>una hembra de &#8216;<em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus">Homo erectus</a></em>&#8216;</strong>, la primera especie que muchos consideran humana y <strong>vivió hace entre 1,8 millones y 160.000 años</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Pelvis" src="http://estaticos01.cache.el-mundo.net/elmundo/imagenes/2008/11/13/1226596679_1.jpg" alt="" width="452" height="186" /><!--more--></p>
<p>Los investigadores revelan hoy, en la revista &#8216;<a href="http://www.sciencemag.org/">Science</a>&#8216;, que el tamaño del cerebro del feto era más grande que el de los homininos anteriores, como el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Homo_habilis"><em>&#8216;Homo habilis</em></a>&#8216;, y que <strong>los <em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Homo_erectus">&#8216;H. erectus&#8217;</a></em> no fueron tan esbeltos como se les imaginaba</strong>, una tesis que ya en 1994 defendieron los paleontólogos españoles de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sierra_de_Atapuerca">Atapuerca </a>(Burgos) y ahora parece confirmarse.</p>
<p>Es decir, que no hubo una adaptación a un clima tropical ni a la necesidad de una mayor resistencia para correr, que facilitan unas piernas más largas. Más bien, parece que <strong>eran rechonchos, anchos y bajos</strong>, muy parecidos a los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Homo_heidelbergensis"><em>&#8216;H. heidelbergensis&#8217;</em></a> de hace 800.000 años encontrados en los yacimientos de Atapuerca, y antepasados de los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Homo_neanderthalensis">neandertales</a>.</p>
<p>Han tenido que pasar varios años para que finalmente viera la luz el análisis de <strong>la pelvis y una vértebra lumbar</strong> encontrada en Gona, en un área desértica que en el Pleistoceno era un pantano próximo a una pradera. Todo un acontecimiento, habida cuenta de los escasos retos de este ancestro humano que han salido a la luz hasta ahora.</p>
<p>Los paleontólogos norteamericanos, dirigidos por Scott W. Simpson, de la Universidad de Cleveland (EE. UU.), han reconstruido en alta resolución las partes que faltaban en la pelvis para concluir que su canal para el parto era más grande de lo que previamente se pensaba hasta ahora.</p>
<p>El investigador español Manuel Domínguez-Rodrigo, de la Universidad Complutense, que ha trabajado con el equipo que encontró la pelvis en Etiopía, afirma que este fósil «demuestra que las hembras de esta especie no podían acomodar fetos de un 40% o un 50% del tamaño de los cerebros adultos, por lo que el inicio del proceso de un desarrollo lento y prolongado, como es el del humano actual, se retrotrae a hace 1,5 millones de años».</p>
<p>Eso no quiere decir que las crías fueran indefensas durante tanto tiempo como los niños de nuestra especie, puesto que su cerebro ya era bastante grande pero si indica que <strong>su desarrollo era más lento que el de los chimpancés y otros primates</strong>&#8220;. Según el estudio, era un 30% mayor de lo que se pensaba antes de este hallazgo.</p>
<p>Otro rasgo importante de la pelvis es su acetábulo, el hueco en la pelvis en el que se coloca la cabeza del fémur. El fósil indica que era más pequeño que lo que se creía y eso quiere decir que la homínida en cuestión <strong>media únicamente entre 1,2 y 1,46 metros</strong>, muy lejos del 1,8 que se atribuía a sus congéneres varones.</p>
<p>Hay que recordar que las estimaciones anteriores se basaban principalmente en los fósiles del &#8216;H. erectus&#8217; del famoso <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ni%C3%B1o_de_Nariokotome"><strong>Niño de Turkana</strong></a>, unos restos de un varón de unos 11 años encontrados en Kenia en 1985. Fue el estudio de esos huesos lo que determinó el aspecto de la especie. Todas las teorías se construyeron sobre la apariencia de ese cuerpo larguirucho y ágil.</p>
<h3><span style="text-decoration:underline;">La tesis de Atapuerca</span></h3>
<p>Algunas voces, sin embargo, ya habían discrepado de esa interpretación, entre ellas las del equipo de Atapuerca, que encontró en 1994 una pelvis de &#8216;H. heilderbergensis&#8217;, bautizada como &#8216;Elvis&#8217;, que no cuadraba con la reconstrucción del Niño de Turkana porque era más ancha.</p>
<p><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Juan_Luis_Arsuaga">Juan Luis Arsuaga</a>, codirector del proyecto Atapuerca, que fue quien encontró esta pelvis, estaba ayer satisfecho de que este trabajo confirme su tesis: &#8220;Desde hace 14 años ya venimos defendiendo en todos los foros internacionalse que <strong>todo el modelo de evolución humana estaba mal hecho</strong>, que <strong>la anchura del cuerpo no varió hasta la aparición del &#8216;Homo sapiens&#8217;</strong> y que la reconstrucción del &#8216;Niño de Turkana&#8217; estaba equivocada y la estrechez de su pelvis no era tal porque no era una adaptación al clima. Por ello los neandertales también eran corpulentos&#8221;, argumenta el paleontólogo.</p>
<p>En la misma línea se manifiesta otro de los codirectores, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Mar%C3%ADa_Berm%C3%BAdez_de_Castro">José María Bermúdez de Castro</a>: &#8220;Con el Niño de Turkana se equivocaron los cálculos, se pensó su desarrollo como si éste fuera un humano moderno que sigue creciendo, y bastante, hasta los 18 años, pero el &#8216;erectus&#8217; a los los 12 años ya casi había cesado su desarrollo y nunca llegaría a medir 1,8 metros&#8221;.</p>
<p>Bermúdez de Castro también cree que estos antepasados humanos, que habitaron el planeta hace 1,8 millones de años, nacían &#8220;más espabildados&#8221; que los bebés de hoy&#8221;.</p>
<p>Domínguez Rodrigo pone otro asunto sobre la mesa: el dimorfismo sexual (diferencia del tamaño de hembras y machos) que podría reflejar esta neuva pelvis. El paleontólogo considera que, si realmente el Niño de Turkana llegó a ser alto, ello significaría que <strong>habría habido dos tipos de hembras</strong>. Unas habrían sido esbeltas y adaptadas a medios tropicales y otras de estatura más baja y más adaptadas a climas templados o fríos.</p>
<p>&#8220;Una segunda opción es que lo que ahora llamamos &#8216;Homo erectus&#8217; realmente sean dos especies diferentes. La anatomía del Niño de Turkana muestra una adaptación tropical, preparada para una carrera de fondo, que no se documenta en la hembra de la nueva pelvis&#8221;, afirma este experto.</p>
<p>Es decir, en su opinión, el nuevo estudio no rebate la idea de que el &#8216;erectus&#8217; no fuera alto y ágil para correr, sino que es <strong>otra especie aún por determinar</strong>. Desde su punto de vista, &#8220;ningún paleontólogo puede refutar que &#8216;Homo erectus&#8217; fuera un homínido adaptado al medio tropical, con dimorfismo sexual [diferencias entre hembras y machos] reducido y adaptado a la caerra de fondo para su supervivencia&#8221;.</p>
<p>Todo ello viene a decir que aún nos queda mucho por saber de nuestro pasado y que las interpretaciones pueden ser muy diferentes porque aún faltan muchas piezas del &#8216;puzzle&#8217; de la evolución humana.</p>
<p>Fuente: <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/11/13/ciencia/1226596679.html?a=9569e00f4e1263e20fd26c58e6b9d4d1&#38;t=1226654147">ElMundo.es</a></p>
<p>Especial: <a href="http://www.elmundo.es/especiales/2007/07/ciencia/atapuerca/index.html">La cuna de los primeros europeos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las mujeres que disfrutan menos con la comida son más propensas a la obesidad]]></title>
<link>http://elblogdepuentegenil.wordpress.com/2008/10/17/las-mujeres-que-disfrutan-menos-con-la-comida-son-mas-propensas-a-la-obesidad/</link>
<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 16:30:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>F.J. Soria</dc:creator>
<guid>http://elblogdepuentegenil.wordpress.com/2008/10/17/las-mujeres-que-disfrutan-menos-con-la-comida-son-mas-propensas-a-la-obesidad/</guid>
<description><![CDATA[Las mujeres que disfrutan menos con la comida son más propensas a la obesidad Obesidad morbida Las m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://www.correoandalucia.com/img/logo_web_el_correo.gif" alt="" width="330" height="75" /></p>
<h3><span style="color:#ff0000;">Las mujeres que disfrutan menos con la comida son más propensas a la obesidad</span></h3>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 422px"><img src="http://www.correoandalucia.com/files/Elementos_412x732_71188_OBESIDAD.jpg" alt="Obesidad morbida" width="412" height="240" /><p class="wp-caption-text">Obesidad morbida</p></div>
<p>Las mujeres que disfrutan menos con la comida son más propensas a la obesidad, un riesgo que se incrementa si cuentan con una variación genética asociada a bajos niveles de receptores de dopamina en el cerebro, según un estudio realizado por investigadores estadounidenses.</p>
<p>Los científicos de las universidades de Yale y Texas y del Instituto de Investigación de Oregón llegaron a esta conclusión tras medir con una resonancia magnética funcional la actividad cerebral en dos grupos de jóvenes mujeres mientras ingerían un batido de chocolate y una sustancia insípida.</p>
<p>Las mujeres también fueron sometidas a pruebas para detectar la presencia de una variación genética conocida como Taq1A1, relacionada con niveles más bajos de receptores de dopamina D2 en el cerebro y con una mayor masa corporal.</p>
<p>La dopamina es el principal neurotransmisor de los circuitos de recompensa del cerebro, localizados en el striatum dorsal.</p>
<p>Los resultados del estudio, que se publican en la última edición de la revista Science, son novedosos porque es la primera vez que se mide la respuesta cerebral ante la comida para predecir un eventual aumento de peso, según uno de sus autores, la profesora asociada Dana Small, de la universidad de Yale.</p>
<p>Los escáneres cerebrales demostraron que las mujeres cuya masa corporal era mayor tuvieron una reacción cerebral más débil que sus congéneres más delgadas al beber el batido de chocolate, en una indicación de que las personas obesas pueden tender a comer más para compensar la escasa recompensa que reciben.</p>
<p>Y un año después esas mujeres habían ganado más peso que las que experimentaron una mayor reacción de placer ante el batido, sobre todo si tenían la variación genética Taq1A1.</p>
<p>Investigaciones anteriores ya habían demostrado que las personas obesas tienden a tener menos receptores en el cerebro y a comer más para compensar este déficit en los niveles de recompensa.</p>
<p>Este estudio refuerza la teoría de que una respuesta débil ante la comida supone un factor de riesgo para la obesidad, aunque no descarta de forma concluyente la posibilidad de que también sea una adaptación al hecho de comer más, advirtió Small.</p>
<p>Según el autor principal del estudio, Eric Stice, del Instituto de Investigación de Oregón, a la luz de estos resultados los científicos buscan ahora posibles medidas conductuales o farmacológicas para corregir este déficit en los niveles de recompensa, con el fin de prevenir y tratar la obesidad.</p>
<p><a href="http://www.correoandalucia.com/noticia.asp?idnoticia=4424170094099092091094424170">EL CORREO DE ANDALUCIA<br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hallan "ciudades" en el Amazonas Ciencia y Tecnologia]]></title>
<link>http://publicaronline.wordpress.com/2008/09/01/hallan-ciudades-en-el-amazonas-ciencia-y-tecnologia/</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 11:55:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando</dc:creator>
<guid>http://publicaronline.wordpress.com/2008/09/01/hallan-ciudades-en-el-amazonas-ciencia-y-tecnologia/</guid>
<description><![CDATA[Hallan &#8220;ciudades&#8221; en el Amazonas Ciencia y Tecnologia Una parte de la selva amazónica qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span class="textoparrafo"><strong><a href="http://www.publicaronline.com/noticias-buscador.aspx"><img class="size-medium wp-image-324 aligncenter" src="http://publicaronline.wordpress.com/files/2008/08/publicar-online-ciencia-y-tecnologia.png?w=300" alt="Science and Technology" width="300" height="62" /></a></strong></span></p>
<p>Hallan &#8220;ciudades&#8221; en el Amazonas Ciencia y Tecnologia<br />
<strong>Una parte de la selva amazónica que se calificaba de &#8220;virgen&#8221; albergó comunidades urbanas tan complejas como las de la Grecia antigua o la Europa medieval, según científicos estadounidenses.</strong></p>
<p>La investigación publicada en el último número de la revista <em>Science</em> fue realizada por un equipo de la Universidad de Florida, en Gainsville, dirigido por el Dr. Mike Heckenberger.</p>
<p>Con la ayuda de tribus locales e imágenes satelitales, lograron revelar los trazados de estos asentamientos y los caminos que los unían en la cuenca del río Amazonas, en el centro-norte de Brasil.</p>
<p>&#8220;Si uno mira la ciudad medieval o la polis griega promedio, la mayoría de ellas son de la escala de las que encontramos en esta parte del Amazonas, sólo que éstas son más complicadas en término de planificación&#8221;, expresó Heckenberger.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://publicaronline.com"><img class="size-medium wp-image-88 aligncenter" src="http://publicaronline.wordpress.com/files/2008/08/publicar-online.gif?w=200" alt="" width="200" height="84" /></a></p>
<p><strong>Antepasados Kuikoro</strong></p>
<p><!-- S IIMA --></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="203" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/44969000/jpg/_44969821_080829amazonia203.jpg" border="0" alt="Dique usado para criadero de peces (Science)" width="203" height="152" /></div>
<div class="cap">Hay pruebas de actividad agrícola y construcción de diques y lagos artificiales.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!-- E IIMA -->Según los expertos, estas ciudades amuralladas habrían albergado una población de unos 50.000 habitantes antes de la llegada de los conquistadores en el siglo XV.</p>
<p>Hay pruebas de centros urbanos amurallados, sistemas de caminos que desembocaban en grandes plazas centrales, así como de actividades humanas desarrolladas como la agricultura o el tratamiento de pantanos.</p>
<p>También se encontraron restos de diques y lagos artificiales usados, muy probablemente, para la cría de peces.</p>
<p>Los restos arqueológicos son casi imperceptibles pero pudieron ser descubiertos gracias a la ayuda de miembros de la tribu Kuikoro, que serían descendientes directos de los pobladores de estas &#8220;ciudades perdidas&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://publicaronline.com"><img class="size-full wp-image-1176 alignnone" src="http://publicaronline.wordpress.com/files/2008/08/publicar-online-la-mejor-forma.png" alt="" width="300" height="62" /></a></p>
<p>Los científicos trabajaron durante diez años con estos relatos e imágenes satelitales, para poder conformar un mapa de la región.</p>
<p><strong>Aniquilados</strong></p>
<p><!-- S IIMA --></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="203" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://newsimg.bbc.co.uk/media/images/44969000/jpg/_44969819_080829amazonia01.jpg" border="0" alt="Yacimiento arqueológico en la selva amazónica, centro-norte de Brasil (Science)" width="203" height="152" /></div>
<div class="cap">Terraplenes y restos de cerámica abundan en el área.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!-- E IIMA -->Según el Dr. Heckenberger, las ciudades de esta región amazónica presentaban una organización que indica un sistema de planificación regional.</p>
<p>Las comunidades se agrupaban en poblados de unas 60 hectáreas diseminados en la selva, rodeadas -al igual que en la Grecia Antigua y la Europa medieval- por altas murallas.</p>
<p>&#8220;No son ciudades, pero sí es urbanismo&#8221;, sostiene Heckenberger, quien cree que la población fue aniquilada por el conquistador europeo, especialmente por las nuevas enfermedades que éste trajo al continente americano.</p>
<p>El hallazgo no sólo permite conocer más acerca de la riqueza de las civilizaciones precolombinas, sino que también cambia las perspectivas en cuanto a la selva amazónica como área de biodiversidad primigenia nunca antes expuesto a la actividad humana. <a title="BBC Mundo En Epañol" href="http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/science/newsid_7587000/7587693.stm" target="_blank">BBC MUNDO</a><!-- E BO --></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Science Magazine]]></title>
<link>http://computacioncuantica.wordpress.com/2008/08/22/science-magazine/</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 13:38:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>HP</dc:creator>
<guid>http://computacioncuantica.wordpress.com/2008/08/22/science-magazine/</guid>
<description><![CDATA[Fundada en 1880 por John Michaels y con la ayuda económica de Thomas Edison, es la principal competi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fundada en 1880 por John Michaels y con la ayuda económica de Thomas Edison, es la principal competi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La actividad volcánica y el cambio climático]]></title>
<link>http://ecohuellas.wordpress.com/2008/05/09/la-actividad-volcanica-y-el-cambio-climatico/</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 19:02:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecohuellas</dc:creator>
<guid>http://ecohuellas.wordpress.com/2008/05/09/la-actividad-volcanica-y-el-cambio-climatico/</guid>
<description><![CDATA[  ¿Si el aire se limpia, la tierra se calentará? ,  esta pregunta es frecuente teniendo en cuenta qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ecohuellas.files.wordpress.com/2008/05/portada.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-490" src="http://ecohuellas.wordpress.com/files/2008/05/portada.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">¿Si el aire se limpia, la tierra se calentará? ,<span>  </span>esta pregunta es frecuente teniendo en cuenta que según investigaciones, las partículas contaminantes reflectan una parte de los rayos solares, lo cual ayuda a enfriar en algún porcentaje el planeta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">No obstante, </span></strong><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;">El calentamiento que sufrió la Tierra hace 55 millones de años fue causado por erupciones volcánicas en Groenlandia y la zona occidental de las islas británicas, según un <span> </span>estudio publicado por la revista &#8220;Science&#8221;.</p>
<p>Esa actividad volcánica ocurrió durante la llamada &#8220;máxima termal Paleoceno-Eoceno&#8221; (PETM , en inglés), que ocasionó un aumento de cinco grados centígrados en los trópicos y de más de seis en el Ártico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Arial;"><br />
De acuerdo con los geólogos, las erupciones y la contaminación atmosférica resultante originaron lo que se <span> </span>denomina &#8220;una emergencia planetaria&#8221; de aumento de la temperatura en la superficie marina, así como una acidificación de los océanos que causó la extinción de muchas especies.</p>
<p>Este estudio documenta la reacción del planeta a la liberación de grandes cantidades de gases invernadero en la atmósfera y vincula, de manera concluyente, un importante acontecimiento volcánico con un período de calentamiento global.</p>
<p>Se considera que esos gases invernaderos, entre ellos el dióxido de carbono y el metano, actualmente producidos por la actividad industrial, son los componentes principales de la contaminación y el calentamiento que está sufriendo la Tierra.</p>
<p>&#8220;Sin duda esas erupciones y el calentamiento global de entonces están vinculados y ese fenómeno constituye una analogía para lo que ocurre hoy&#8221;, asegura Robert Duncan, uno de los científicos.</p>
<p>&#8220;Se habían encontrado vestigios de este calentamiento en residuos marinos así como evidencia geológica de que las erupciones ocurrieron virtualmente en el mismo momento. Pero hasta ahora no se había establecido una vinculación directa entre ambos fenómenos&#8221;, explicó.</p>
<p>&#8220;Existe sin duda una analogía que nos permite ver de qué forma el planeta ha reaccionado ante el fenómeno&#8221;, añadió.</p>
<p>Duncan también señaló que, además, con este estudio se ha constatado el hecho de que en algunos lugares del planeta el calentamiento fue muy rápido y en otras bastante lento, &#8220;como ocurre hoy&#8221;.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;">Vínculos fósiles</span></strong></p>
<p>El vínculo entre la actividad volcánica y el calentamiento global surgió de la correlación de los registros fósiles examinados por los científicos, según el informe de la investigación.</p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;">El PETM se caracterizó por:</span></strong></p>
<p>* Enormes cambios en la composición carbono-isotópica de los océanos.<br />
* La corrosión de los caparazones del plancton.<br />
* La extinción de algunos organismos de las profundidades marinas.</p>
<p>Los científicos también vincularon el PETM con la separación física de Groenlandia del continente europeo a través del análisis de las capas de cenizas que se depositaron al culminar las erupciones volcánicas.</p>
<p>Mediante una comparación de las sustancias químicas residuales, establecieron que la composición de las capas de cenizas en el este de Groenlandia eran similares a las de los sedimentos marinos en el océano Atlántico, según el informe. </p>
<p>&#8220;Creemos que las erupciones volcánicas comenzaron hace unos 61 millones de años y que pasaron otros cinco millones (de años) hasta que el manto se debilitó y el material fundido surgió en la superficie&#8221;, indicó Duncan.</p>
<p>&#8220;Fue como si se destapara una olla. La placa tectónica se partió y así nació el océano Atlántico&#8221;, indicó.</p>
<p>La actividad volcánica que se registró en Groenlandia hace entre 55 millones y 61 millones de años llevaron a la superficie alrededor de 10 millones de kilómetros cúbicos de magma.</p>
<p>Según los científicos, esos flujos de lava pueden verse a simple vista en el oeste de Escocia y en las islas Faroe, puesto que, tras enfriarse, dejaron un espectro de lava que en algunas zonas tienen una profundidad de hasta seis kilómetros.</span><span style="font-family:Arial;"></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La ocupación humana del continente americano data de más de 14.000 años]]></title>
<link>http://descubriramerica.wordpress.com/2008/05/09/la-ocupacion-humana-del-continente-americano-data-de-mas-de-14000-anos/</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 13:09:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>walter</dc:creator>
<guid>http://descubriramerica.wordpress.com/2008/05/09/la-ocupacion-humana-del-continente-americano-data-de-mas-de-14000-anos/</guid>
<description><![CDATA[Datos nuevos desde Monte Verde en Chile ver también nuestra pagina: La Prehistoria de América WASHIN]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1><span style="color:#ff0000;">Datos nuevos desde Monte Verde en Chile</span></h1>
<p>ver también nuestra pagina: <a title="La Prehistoria de America" href="http://descubriramerica.wordpress.com/la-prehistoria-de-america/" target="_blank">La Prehistoria de América</a></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#808000;"><strong>WASHINGTON (AFP) &#8211; Los humanos se establecieron en el continente americano hace más de 14.000 años, según nuevos indicios descubiertos en el sitio arqueológico de Monte Verde, en Chile, que corroboran la teoría de una migración inicial desde Alaska, reveló el jueves <a title="Ancient Algae Suggest Sea Route for First Americans" href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/summary/320/5877/729" target="_blank">la revista Science</a>.</strong></span></p>
<p>Esta investigación permitió obtener la primera cosecha de nuevos datos recolectados en el famoso sitio en 10 años, lo que incluye la identificación de nueve especies de algas marinas encontradas en antiguos hogares de este lugar arqueológico, descubierto en 1976 y considerado Patrimonio Mundial de la Humanidad desde 2004.</p>
<p>Las muestras de estas algas se remontan a un periodo que va de 14.220 a 13.980 años, según una datación con carbono 14, lo cual confirma que la capa superior del suelo, denominada Monte Verde II, estaba ocupada por humanos <strong>más de mil años antes de la llegada de</strong> <strong>la cultura Clovis</strong>, considerada la población indígena más antigua de América.</p>
<p>El estudio, dirigido por Tom Dillehay, antropólogo de la universidad Vanderbilt (Tennessee, sur), será divulgado en la revista Science de este 9 de mayo.</p>
<p>Desde 1900, la teoría dominante ubicaba el inicio de la colonización del continente americano a fines del último periodo glaciar, hace unos 13.000 años: grupos de cazadores pertenecientes a la cultura Clovis, provenientes de Siberia, aparentemente siguieron manadas de animales en Alaska tomando el estrecho de Bering, entonces no sumergido, antes de extenderse gradualmente hacia el sur del continente americano.</p>
<p><a title="Monte verde" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Monte_Verde" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-167 alignright" style="float:right;" src="http://descubriramerica.wordpress.com/files/2008/05/piedras-de-monte-verde.jpg" alt="" width="320" height="194" /></a>Pero ninguno de los objetos de la cultura Clovis encontrados hasta ahora en América se remonta a más de 13.000 años. Por eso era difícil reconciliar esa teoría dominante con objetos y osamentas humanas más antiguos descubiertos en Monte Verde y datados en 1979.</p>
<p>La controversia finalmente terminó en 1997, cuando un grupo de reputados arqueólogos que acudió a estudiar el sitio del sur de Chile concluyó de forma unánime que la datación de los hallazgos era correcta y que éstos eran más antiguos que los de la cultura Clovis.</p>
<p><strong>Ahora los arqueólogos coinciden en su mayoría en que los primeros humanos ingresaron al continente por el pasaje del estrecho de Bering hace más de 16.000 años.</strong> Pero ignoran si al llegar a Alaska colonizaron el continente desplazándose por la costa del Pacífico o por el interior, o con ambos rumbos. Pero los científicos en general creen que los primeros inmigrantes probablemente siguieron la costa, el camino más rápido ya que les permitía alimentarse fácilmente explotando los recursos marinos, que conocían muy bien.</p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#808000;"><strong>No obstante, los indicios que permitan corroborar esta teoría son difíciles de encontrar, ya que el nivel del océano ha subido desde entonces aproximadamente 66 metros y los primeros lugares habitados quedaron en su mayoría sumergidos.</strong></span></p>
<p>Según el profesor Dillehay, los últimos hallazgos de Monte Verde aportan nuevos indicios que refuerzan la teoría de la migración costera. En la época en la que el sitio estaba habitado, se encontraba junto a un río a casi 70 metros sobre el nivel del mar y a 80 kilómetros de una gran bahía.</p>
<p>Además de las nueve variedades de algas identificadas, estos investigadores también encontraron otros materiales llevados desde la costa por esos pobladores, como cantos rodados planos y plantas acuáticas. &#8220;Encontrar algas no fue sorprendente pero descubrir cinco nuevas especies de algas en abundancia nos asombró&#8221;, indicó Dillehay. &#8220;Los monteverdianos rastrillaban la playa, si tomamos en cuenta la cantidad de plantas y objetos marinos recolectados, lo que muestra una tradición de explotación de los recursos costeros&#8221;, concluyó.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Malária]]></title>
<link>http://bgnaescola.wordpress.com/2009/10/04/malaria/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 08:19:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>BG</dc:creator>
<guid>http://bgnaescola.wordpress.com/2009/10/04/malaria/</guid>
<description><![CDATA[Mosquito da malária tem gene que o ajuda a resistir à doença e pode ser importante para os humanos T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Mosquito da malária tem gene que o ajuda a resistir à doença e pode ser importante para os humanos<img class="alignright size-full wp-image-89" title="Parasita Malária" src="http://bgnaescola.wordpress.com/files/2009/10/281643.jpg" alt="Parasita Malária" width="288" height="236" /></strong><a href="http://10.38.1.194/admin/editaNoticiaHTM.asp?idNot=1403323&#38;id=13" target="_blank"><strong> </strong></a></p>
<p style="text-align:justify;">Tirem o ser humano da equação por um momento. O &#8220;Anopheles&#8221; é o principal hospedeiro do parasita da malária, que se reproduz e multiplica no seu corpo. Sabe-se que o mosquito tem uma reacção imunitária ao &#8220;Plasmodium&#8221;, mas só agora se provou que um gene é em parte responsável pela resistência à doença. O estudo é publicado hoje na revista Science e pode ter consequências para a prevenção da doença nos humanos também.</p>
<p style="text-align:justify;">“Identificámos o gene a partir do fenótipo [a resposta do mosquito consoante a sua genética] ”, disse ao PÚBLICO Lars Steinmetz, o último autor do artigo, que trabalha no Laboratório Europeu de Biologia Molecular Europeu, na Alemanha. Apesar de ser conhecido desde 2001, só agora ficou comprovada a importância do gene TEP1 na resistência do &#8220;Anopheles&#8221; ao parasita que causa a malária — e são os mosquitos que o transmitem aos humanos, pela sua picada.</p>
<p style="text-align:justify;">Os investigadores utilizaram o &#8220;Anopheles gambie&#8221; e o &#8220;Plasmodium berghei&#8221;, um parasita irmão do da malária humana, que ataca roedores. A equipa tinha identificado uma região no cromossoma 3 do mosquito, onde está o TEP1, e cruzou estirpes com alelos diferentes do TEP1 (com pequenas variações no ADN do gene).</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns dos alelos estavam associados à resistência do mosquito à infecção e outros não. Como cada indivíduo tem sempre dois alelos do mesmo gene (um herdado do pai e outro da mãe), para confirmar que o gene era responsável pela resistência, os investigadores conseguiram, em mosquitos com alelos diferentes, bloquear um deles para que a reacção do organismo à infecção pelo parasita só dependesse do outro.</p>
<p style="text-align:justify;">Descobriram então que a proteína produzida por ordem do TEP1 envolve e inutiliza o parasita.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando se bloqueava o alelo ineficaz do TEP1, o mosquito conseguia matar mais parasitas. Mas quando era bloqueado o alelo mais eficaz, sobreviviam mais parasitas. Ao silenciar diferents alelos do gene, os cientistas conseguiram uma panóplia de respostas graduais do mosquito.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte:</strong> <em>Jornal Público</em></p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">“O estudo mostra que, em mosquitos de África, há uns mais resistentes que outros”, diz Maria Mota, especialista em malária do Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa. “Há polimorfismos [pequenas diferenças no ADN] de peso.”</p>
<p style="text-align:justify;">No laboratório, o insecto está sob um stress tão grande que tem um tempo de vida mais reduzido. Mas na natureza não se tem tanta certeza. “Muitos estudos mostram que a malária reduz a sobrevivência e fertilidade dos mosquitos. Isso poderia explicar porque montam uma resposta contra o parasita tão potente”, disse por e-mail Stephanie Blandin, primeira autora do artigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Steinmetz, uma investigação mais complexa desta resposta, que depende de outros genes, poderá ter consequências na forma de combater a doença.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
