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	<title>rip-v1 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/rip-v1/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "rip-v1"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 04:22:31 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O protocolo RIP.]]></title>
<link>http://segti.wordpress.com/2008/02/23/o-protocolo-rip/</link>
<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 00:03:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>wanderwildner</dc:creator>
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<description><![CDATA[Introdução O protocolo RIP foi um dos primeiros protocolos IGP, muito utilizado pela sua simplicidad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left"><b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Introdução</span></b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">O protocolo RIP foi um dos primeiros protocolos IGP, muito utilizado pela sua simplicidade. Este protocolo se baseia basicamente em trocas de mensagem entre roteadores que utilizam o protocolo RIP, desta forma o roteador pode traçar sua rota até seu destino.<span>  </span></span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"><span></span></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">A RFC do protocolo RIP saiu em 1988 (<a href="http://www.faqs.org/rfcs/rfc1058.html" title="RFC 1058">RFC 1058</a>).</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Funcionamento</span></b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Este protocolo trabalha de maneira muito simples, basicamente ele troca informações sobre rotas conhecidas entre os demais roteadores da mesma rede que utilizam o mesmo protocolo, em intervalos regulares de tempo, que por padrão é 30 segundos. O protocolo trabalha com o a métrica distance-vector, ou seja, o protocolo sempre vai escolher a rota com menos holpes (saltos).</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Desvantagens</span></b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">O protocolo RIP anuncia sua tabela de roteamento a cada 30 segundos, mesmo que a tabela não tenha nenhuma alteração, o que gera trafego desnecessário na rede. Além disso, o protocolo RIP comporta, no máximo, informações sobre 25 rotas diferentes, ou seja, caso a rede fosse grande seria necessário varias trocas de mensagens entre dois roteadores para atualizar suas respectivas tabelas.</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Outro ponto negativo para o protocolo é o fato que ele possui a contagem máxima de salto de 15 holpes (saltos), ou seja, se o destino está a 16 saltos ou mais este será considerado inalcançável. </span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Como já foi dito anteriormente, este protocolo trabalho com a métrica distance-vector, que também gera um problema. Veja na figura abaixo:</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"><img src="http://www.gta.ufrj.br/grad/04_1/rip/i/fig9.gif" border="0" height="218" width="446" /> </span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Neste caso, considerando que o tráfego venha do roteador A, o pacote seria encaminhado diretamente para o roteador C, simplismente porque esta rota possui menos holpes, mesmo sendo uma rota visivelmente mais lenta.</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Por estes motivos este protocolo não é recomendado para redes grandes ou muito grandes. </span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">RIP versão 1</span></b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">O protocolo RIP versão 1, possui muitos problemas, a começar pelo fato que ele utilizava o endereço de broadcast para divulgar suas tabelas de roteamento. Além disso, o protocolo tenta identificar se a rede coincide com uma das classes padrão A, B ou C, assim, é assumida a máscara de sub-rede padrão da respectiva classe.</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Caso a identificação de rede não coincida com uma das classes padrão o protocolo verifica se a identificação de rede coincide com a identificação de rede da interface na qual o anúncio foi recebido, assim a mascada de sub-rede da interface na qual o anúncio foi recebido, será assumida.</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Caso a identificação de rede não coincida com identificação de rede da interface na qual o anuncio foi recebido, o destino será considerado um host e a mascada de sub-rede será 255.255.255.255</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Esta versão não possui nenhuma proteção contra roteadores não autorizados, isso é um problema sério visto que um roteador não autorizado podia ser inserido na rede e anunciar rotas falsas, e pior de tudo, estas rotas serão repassadas para os roteadores autorizados e estes replicarão para os demais roteadores da rede.</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">RIP versão 2</span></b><b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Os anúncios de protocolo RIP versão 2 são baseados em tráfego multicast e não em broadcast como seu antecessor. Isso diminui o trafego na rede porque as tabelas de roteamento só serão enviadas para integrantes do grupo multicast, os demais não terão conhecimento.</span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Informações sobre a máscara de sub-rede são enviadas no anúncio do protocolo RIP versão 2, ou seja, esta versão trabalha tranquilamente com redes classeless. </span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;">Outra diferença considerável com seu antecessor é que este protocolo melhorou sua segurança, pois adicionou mecanismos de autenticação e proteção contra a utilização de roteadores não autorizados. Por exemplo, com a autenticação por senha, quando um roteador envia um anúncio, ele envia juntamente a senha de autenticação. Outros roteadores da rede, que recebem o anúncio, verificam se a senha está certa e somente depois desta verificação, alimentam suas tabelas de roteamento com as informações recebidas. </span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"><b> </b></span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"><b>Bibliografia</b></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"><a href="http://www.gta.ufrj.br/grad/04_1/rip/rip.htm"><font color="#800080">http://www.gta.ufrj.br/grad/04_1/rip/rip.htm</font></a></span><span style="font-size:9.5pt;font-family:Arial;"><br />
<a href="http://www.juliobattisti.com.br/artigos/windows/tcpip_p14.asp"><font color="#800080">http://www.juliobattisti.com.br/artigos/windows/tcpip_p14.asp</font></a></span></p>
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