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	<title>rolando-toro &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "rolando-toro"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 15:01:03 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[danzaterapia]]></title>
<link>http://giadina.wordpress.com/2008/04/17/danzaterapia/</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 15:49:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>giadina</dc:creator>
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<description><![CDATA[anche attraverso la danza ci si può curare&#8230; la BIODANZA (la danza della vita),è un percorso di]]></description>
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<title><![CDATA[A afetividade entra na dança]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/2008/04/16/a-afetividade-entra-na-danca/</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 02:17:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quase quatro décadas após criar a biodança, o chileno Rolando Toro aponta alguns mitos atribuídos ao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quase  quatro décadas após criar a biodança, o chileno Rolando Toro aponta alguns mitos  atribuídos ao método.<em><br />
</em></p>
<p><em>Amarílis Lage</em></p>
<p>Tudo  começou com uma festa. O psicólogo chileno Rolando Toro, então com quase 50  anos, marcou a data, escolheu as músicas e, no horário combinado, preparou-se  para receber os convidados: pacientes do hospital psiquiátrico em que  trabalhava.</p>
<p>&#8220;Eu via os pacientes muito tristes, porque lhes tiravam a  intimidade, a possibilidade de amar, de viver com autonomia. E decidi fazer uma  festa para alegrá-los&#8221;, lembra Toro. O resultado, diz, foi além do esperado.  &#8220;Descobri coisas fundamentais que mudavam o comportamento do enfermo. Que a  dança e o encontro de pessoas era altamente curativo.&#8221;</p>
<p>Nascia a biodança,  um método que busca o desenvolvimento de cinco áreas &#8211; vitalidade, sexualidade,  criatividade, afetividade e transcedência &#8211; por meio de atividades orais e de  exercícios físicos.</p>
<p>Toro, hoje com 84 anos, afirma à reportagem da Folha  que não criou a biodança, mas sim a descobriu. &#8220;Era algo que existia antes de  mim. Eu apenas vi.&#8221; Ainda assim, o termo biodança é registrado por ele em mais  de 40 países &#8220;em outros, está em processo de tramitação, por meio da  International Biocentric Foundation, que Toro preside.</p>
<p>&#8220;Houve uma  expansão surpreendente em países europeus, africanos e asiáticos&#8221;, relata o  psicólogo, que chegou ao Brasil na semana passada para uma temporada de  palestras e de certificação de novos profissionais, incluindo professores que  vieram da África.</p>
<p>Nesse processo de expansão, aumentaram também  concepções que Toro considera equivocadas sobre o conceito da biodança &#8211; entre  as mais comuns, está a supervalorização da sexualidade nas sessões.</p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Sexualidade e afetividade</p>
<p></strong></span>Segundo Toro, a  sexualidade é apenas uma das cinco áreas abordadas, mas chama atenção devido à  repressão que existe em torno do tema. &#8220;A hipocrisia de nossa civilização é  altíssima devido à religião. Caluniaram a sexualidade por séculos. Neste  momento, a humanidade vive uma crise sexual devido à repressão&#8221;,  avalia.</p>
<p>Apesar disso, os exercícios relacionados à sexualidade não são os  que geram mais resistência nos alunos, observa o psicólogo, abordando outro mito  relacionado à biodança.</p>
<p>&#8220;A categoria mais difícil é a da afetividade. As  pessoas se buscam por interesses, o relacionamento entre pais e filhos é ruim,  entre professores e alunos também. A capacidade de fazer amigos quase não  existe. As pessoas se tornam solitárias. Pensam que &#8216;eu sou eu, você é você, e  ninguém tem que satisfazer as expectativas de ninguém&#8217;. Eu vou na direção  oposta: se nos encontramos, é maravilhoso; se não nos encontramos, é uma  tragédia. Há uma proposta altamente individualizada e distanciadora. É preciso  transgredir e olhar nos olhos&#8221;, diz Toro.</p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Bons e  maus alunos</p>
<p></strong></span>Mulheres teriam uma maior facilidade nesse  processo? Mais uma vez, o psicólogo diz que não. &#8220;As diferenças são de pessoa  para pessoa &#8211; cada uma tem uma linha mais desenvolvida. Umas são mais afetivas,  mas não têm muita criatividade. Sou partidário apenas de que as mulheres tenham  o mesmo direito de se manifestar que os homens.&#8221;</p>
<p>O que Toro tem  identificado é que alguns povos, como certas comunidades mexicanas, são  culturalmente mais fechados ao contato físico que a biodança promove. Ainda  assim, diz, o método também pode ser praticado nesses locais.</p>
<p>&#8220;Dei aulas  para um grupo de japoneses e, na terceira, eles estavam saltando e se abraçando.  Afinal, todo mundo gosta de abraçar.&#8221;</p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Mundo  real</p>
<p></strong></span>Outro problema comum, para o psicólogo, é a expectativa,  por parte de alguns alunos, de transpor rapidamente as vivências da biodança  para o seu dia-a-dia. Esse processo, diz Toro, precisa ser gradual.</p>
<p>&#8220;A  biodança é um &#8216;ambiente enriquecido&#8217;, onde as pessoas recebem muitos abraços,  por exemplo. Mas quem a praticar num local não enriquecido fracassa. Certo aluno  saiu da sessão e quis abraçar as pessoas na rua &#8211; claro que elas se assustaram e  pediram socorro&#8221;, diverte-se Toro.</p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Música</p>
<p></strong></span>Outra história engraçada que ele  presenciou é relacionada à música nas sessões de biodança &#8211; outro mito: as aulas  não têm só músicas clássicas e hits &#8220;new age&#8221;.</p>
<p>&#8220;Há uma semântica musical  que deve se ajustar ao exercício e à vivência que queremos produzir. Não tem que  ser a música que eu gosto, mas a que funciona&#8221;, diz.</p>
<p>Para exemplificar a  teoria, ele se lembra de outra sessão, também em um hospital psiquiátrico.  &#8220;Coloquei músicas refinadas e a aluna me disse que o que eles queriam ouvir era  &#8216;Fuscão Preto&#8217;. Eu acho terrível, mas coloquei e eles se identificaram,  cantaram, choraram e bailaram.&#8221;</p>
<p><em>fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/indices/inde03042008.htm">http://www1.folha.uol.com.br/fsp/indices/inde03042008.htm</a></em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/indices/inde03042008.htm"><br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Rolando Toro: La existencia como una Embriología Poética ]]></title>
<link>http://mandioca.wordpress.com/2007/10/20/rolando-toro-la-existencia-como-una-embriologia-poetica/</link>
<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 00:25:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>mandioca</dc:creator>
<guid>http://mandioca.wordpress.com/2007/10/20/rolando-toro-la-existencia-como-una-embriologia-poetica/</guid>
<description><![CDATA[El artículo salió publicado en el número 14 de la revista Mutantia, en junio de 1983.Este texto tamb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El artículo salió publicado en el número 14 de la revista Mutantia, en junio de 1983.Este texto tamb]]></content:encoded>
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