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	<title>romario &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/romario/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "romario"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:54:00 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[ROMARIO TORNA IN CAMPO A 43 ANNI]]></title>
<link>http://cartellinorosso.wordpress.com/2009/11/26/romario-torna-in-campo-a-43-anni/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:09:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>cartellinorosso</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dalla scrivania al campo. L&#8217;ex attaccante brasiliano del Barcellona Romario, 43 anni, è tornat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="border:0 none;margin:2px 3px;" title="Romario" src="http://static.sky.it/static/contentimages/original/sezioni/sport/calcio_estero/2009/11/26/romario_vasco_da_gama_lp.jpg" alt="" width="130" height="90" />Dalla scrivania al campo. L&#8217;ex attaccante brasiliano del Barcellona <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Rom%C3%A1rio" target="_blank">Romario</a>, 43 anni, è tornato ad indossare gli scarpini con la maglia dell&#8217;<a href="http://www.america-rj.com.br/noticias.php?id=824" target="_blank">America, club di Rio de Janeiro</a> che milita nella seconda divisione brasiliana dove ricopre il ruolo di direttore tecnico e per il quale tifava il padre, scomparso lo scorso anno. <!--more--></p>
<p>Il Baixinho, un anno e mezzo dopo aver annunciato il suo ritiro, è sceso in campo al 65&#8242; nel match tra l&#8217;America e l&#8217;Artsul (2-0), in tempo per vincere il campionato di Serie B. &#8220;Sono emozionato, felice. E&#8217; un&#8217;emozione diversa da qualsiasi altra che ho provato. E&#8217; un grande onore per me aver realizzato il sogno della persona più importante della mia vita&#8221;, ha detto Romario.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novamente a Altitude e a Atitude...]]></title>
<link>http://cademeucamisa10.com/2009/11/26/novamente-a-altitude-e-a-atitude/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:39:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cadê Meu Camisa 10?</dc:creator>
<guid>http://cademeucamisa10.com/2009/11/26/novamente-a-altitude-e-a-atitude/</guid>
<description><![CDATA[No passado escrevi um post com título parecido para comentar sobre a derrota do Brasil em La Paz con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No passado escrevi um post com título parecido para comentar sobre a derrota do Brasil em La Paz contra a seleção boliviana, dessa vez o título serve para dois jogos diferentes.</p>
<p><a href="http://cademeucamisa10.wordpress.com/files/2009/11/fluminense-261109.jpg"><img src="http://cademeucamisa10.wordpress.com/files/2009/11/fluminense-261109.jpg" alt="" title="Fluminense 261109" width="500" height="334" class="aligncenter size-full wp-image-1736" /></a></p>
<p>Primeiro a altitude, assisti a derrota do Fluminense para a LDU por sonoros 5 x 1, nunca fui daqueles críticos a respeito de jogos na altitude, mas ontem bateu uma sensação de revolta. O time equatoriano é muito bom, forte e favorito ao título, mas é um absurdo levar o jogo para a altitude, o Fluminense foi goleado por causa da altitude e não por causa do futebol da LDU. </p>
<p>Já é notótio a influência que a altitude tem fisicamente ao jogador. Dr. João Zanini disse no blog Expresso da Bola que qualquer jogo realizado a uma altura superior a 1.600 mts é prejudicial ao corpo e totalmente favorável ao corpo que já está acostumado. Quito está a quase 3.000 mts de altura, ou seja, jogar na altitude contra a LDU é como se fosse nos jogos de rua, que você vira e diz: &#8220;Tá bom, vocês começam com 2&#215;0 já&#8221;. </p>
<p>Ficou muito difícil para o Fluminense, espero que de qualquer forma o encanto do time no Brasileirão não se acabe, e de repente se deixarem, vencer a LDU por 5&#215;0 no Maracanã.</p>
<p>Agora a atitude, ontem assisti a América-RJ 2 x o ArtSul, neste jogo a equipe de Édson Passos se sagrou campeã da Série B do campeonato carioca, os seus fiéis torcedores puderam comemorar um título, algo que não acontecia há 27 anos. Os dois gols foram marcados por Ciro, bom jogador que por uma ironia do destino nasceu no ano de 1982. Bom, mais o fato extraordinário desta partida foi o retorno de um jogador troncudo de pouca estatura, de excelente finalização dentro da área, talvez o melhor centroavante que eu tenha visto jogar, isso mesmo, Romário voltou.</p>
<p><a href="http://cademeucamisa10.wordpress.com/files/2009/11/romario-261109.jpg"><img src="http://cademeucamisa10.wordpress.com/files/2009/11/romario-261109.jpg" alt="" title="Romario 261109" width="436" height="290" class="aligncenter size-full wp-image-1737" /></a></p>
<p>Aos 43 anos, com a famosa camisa 11 que ele eternizou, Romário entrou em campo para realizar uma homenagem para o seu pai, torcedor fanático do Ameriquinha. Impressionante, a forma física do Baixinho, com 13 anos a mais do que outros atacantes por aí, Romário mostrou uma forma física invenjável, algo que a sua disciplina com o corpo auxiliou. Ceta vez, conheci David &#8220;The Camelot&#8221;, um camelô carioca famoso que tornou seu negócio um evento e hoje dá palestras pelo Brasil. David era vizinho de Romario no Rio de Janeiro. </p>
<p>Perguntei para ele como era o Romário se aprontava muito, se era tão baladeiro assim como falavam se fazia festinhas em casa entre outras coisas. Aí David me respondeu, &#8220;o Romário não é baladeiro, é que ele gosta de gente, ele gosta de estar cercado do seus amigos, Romario faz algumas festas na casa dele, mas o cara não pede nada, ele fica o tempo inteiro com aquela <em>latinha verde</em> na mão de guaraná, acho que para ele a seleção brasileira não podia ter escolhido patrocinador melhor. (Na época, a seleção brasileira era patrocinada pelo Guaraná Antartica) Romário se quiser joga até os 50, o cara se cuida muito, ele só não gosta de acordar cedo, os treinadores tem que entender.&#8221;</p>
<p>Adoro Romário, o cara é fora de série, ontem mostrou movimentação e tentou guardar o seu, e para a minha surpresa achei que a ArtSul ia ajudar a re-estréia perfeita de Romário, mas que nada, marcaram até forte demais o Baixinho. Romário já foi chamado por Cruyff de o &#8220;Gênio da Área&#8221; e Tostão disse uma vez que daria sua camisa de titular para Romário na seleção de 70, como se Tostão fosse um jogador qualquer. Vida longa a Romário!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodovitoria.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:56:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodovitoria.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
</div>
</div>
<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
<p>&#160;</p>
<div>// </div>
<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodocorinthians.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodocorinthians.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
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<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodosantoandre.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
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<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
</div>
</div>
<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
<p>&#160;</p>
<div>// </div>
<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodobarueri.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodobarueri.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodocoritiba.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodoavai.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
</div>
</div>
<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
<p>&#160;</p>
<div>// </div>
<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodonautico.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodonautico.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodosport.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodosaopaulo.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
<p>&#160;</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
</div>
</div>
<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
<p>&#160;</p>
<div>// </div>
<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodoipatinga.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodoipatinga.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
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<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodofigueirense.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:55:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodofigueirense.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
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<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://mgfutebol.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:54:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
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<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
</div>
</div>
<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
<p>&#160;</p>
<div>// </div>
<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://spfutebol.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:54:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://spfutebol.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
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<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaoatleticomineiro.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:53:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
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<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodocruzeiro.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:53:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
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<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
</div>
</div>
<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
<p>&#160;</p>
<div>// </div>
<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodopalmeiras.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:53:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodopalmeiras.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
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<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodosantos.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:53:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
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<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogdofluminense.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:52:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogdofluminense.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
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<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
</div>
</div>
<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
<p>&#160;</p>
<div>// </div>
<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodofutebol.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:52:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodofutebol.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
<p>&#160;</p>
<div>
<div>
<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
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<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodovasco.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:52:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
<guid>http://blogaodovasco.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</guid>
<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
<div>// </div>
<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
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<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[Romário volta a jogar e solta o grito de campeão com o América, de volta à elite]]></title>
<link>http://blogaodoflamengo.wordpress.com/2009/11/26/romario-volta-a-jogar-e-solta-o-grito-de-campeao-com-o-america-de-volta-a-elite/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:52:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>dudufogoo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Aos 43 anos, Baixinho entra na etapa final para homenagear o falecido pai, mas passa em branco na conquista do título da Segunda Divisão do Rio</strong></p>
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<p>Romário voltou. O gol não saiu, mas o Baixinho cumpriu a promessa         feita ao falecido pai, Edevair. Ele vestiu a camisa do América         em uma partida oficial e ainda soltou o grito de campeão. Com a         vitória por 2 a 0 sobre o Artsul, na noite desta quarta-feira,         no estádio de Edson Passos, o América levantou com uma rodada de antecipação         o título da Segunda Divisão do Campeonato Carioca. O tradicional         clube não comemorava uma conquista há 27 anos. Em 1982, o         América ganhou a Copa dos Campeões e a Taça Rio (segundo turno         do Estadual).</p>
<p>Responsável pela administração do futebol do         tradicional clube carioca, Romário assumiu a missão de reerguer         o América para homenagear o pai, Edevair, torcedor fanático do         América. E estava muito emocionado.</p>
<p>- Não preciso nem dizer que é um dia especial para         mim, porque estou representando alguém que foi muito importante         na minha vida. Meu pai não está aqui na arquibancada para me ver         vestir a camisa do América, mas tenho certeza de que está me         acompanhando lá do céu &#8211; disse o Baixinho.</p>
<p>Romário, que chegou de viagem de Madri nesta         quarta-feira pela manhã, começou a partida no banco de reservas.         Vestindo a tradicional camisa 11, o Baixinho estava inquieto.         Balançava as pernas, mordia as unhas, passava a mão na cabeça.         Ele só se acalmou aos 21 minutos quando o zagueiro Ciro,         ex-Vasco, fez o primeiro gol do América. Na comemoração, o         jogador correu para o banco de reservas para ser cumprimentado         por Romário.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274757-EX,00.jpg" alt="André Durão /GLOBOESPORTE.COM" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário passou em branco, mas a felicidade não foi                     menor. O Baixinho ergueu a taça de campeão</h4>
</div>
</div>
<p>O estádio de Edson Passos recebeu um público razoável, mas menor         do que o esperado. A forte chuva que caiu no Rio de Janeiro         momentos antes da partida atrapalhou a chegada dos torcedores.         Mas Jorginho, auxiliar técnico da seleção brasileira, apareceu         para dar uma força ao Baixinho.</p>
<p>- É uma grande alegria para o futebol ver o que o         Romário está fazendo com o América. Pena que eu não posso entrar         em campo para dar um cruzamento para ele fazer um gol. De         qualquer forma, o Baixinho mostrou que tem capacidade para isso         (administrar o futebol do clube). Está até acordando cedo &#8211;         brincou Jorginho.</p>
<p>Dona Lita, mãe de Romário, também estava presente         na festa. Desde a partida contra o Sport, em que Romário fez o         milésimo gol na carreira, ela não pisava em um estádio de         futebol para assistir a uma partida.</p>
<p>- É uma missão que o pai deixou para ele. É um dia         muito bonito para a gente. Desde o milésimo não vinha a um         estádio e estou muito feliz &#8211; disse Dona Lita, que não acredita         que o Baixinho vai disputar o Campeonato Carioca de 2010. &#8211; Não         dá mais para ele continuar. Fazer uma partida assim, tudo bem.         Até porque ele continua jogando as peladas todas as semanas. Mas         um campeonato, não. O projeto agora é outro. Como avó, eu torço         pelo sucesso do Romarinho.</p>
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<div><img class="aligncenter" src="http://globoesporte.globo.com/Esportes/foto/0,,33274714-EX,00.jpg" alt="Agência/Photocâmera" width="424" height="319" /></div>
<h4>Romário realiza o sonho do pai, seu Edevair: em campo                     com a camisa do América, e como campeão</h4>
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<p>Veio o segundo tempo da partida e Romário seguia no banco de         reservas. Mas logo vibrou com o segundo gol do América marcado         novamente pelo zagueiro Ciro, aos três minutos. O Baixinho se         levantou, virou para a torcida e começou a bater no peito         soltando um grito. Não demorou muito para a ansiedade aumentar.</p>
<p>- Romário vem aí, e o bicho vai pegar &#8211; gritava a         torcida, que mostrava um boneco e uma bandeira em homenagem ao ídolo.</p>
<p>O Baixinho, então, começou o aquecimento atrás de         um dos gols. E o grito que vinha da arquibancada mudou.</p>
<p>- Joga, Romário! Joga, Romário!</p>
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<p>Acompanhado de Dona Ruth, tradicional torcedora do América,         Romário entrou em campo aos 22 minutos no lugar de Adriano. O goleiro         Roberto, também ex-companheiro de Vasco, saiu correndo para dar         a faixa de capitão para o Baixinho. O último jogo oficial de         Romário tinha sido no dia 4 de novembro de 2007 na derrota do         Vasco por 2 a 1 para o Internacional, em São Januário.</p>
<p>- Romário, eu te amo. Você veio para salvar o         América &#8211; disse Dona Ruth, emocionada.</p>
<p>O Artsul estava com dois jogadores a menos, mas o         América tinha dificuldades de criar chances de gol. Romário deu         o primeiro chute aos 32 minutos. Após receber um bom passe na         entrada da área, o Baixinho girou e tentou um toque de categoria         por cobertura para encobrir o goleiro. Mas a bola foi para fora.</p>
<p>A segunda chance veio aos 36 minutos. Após uma         confusão na área, a bola sobrou para Romário. O chute tinha o         endereço certo, mas o zagueiro se jogou na frente da bola e         conseguiu cortar. O gol não saiu. Mas o Baixinho, que balançou a         rede 1.002 vezes ao longo da carreira, soltou mais uma vez o         grito: &#8220;É campeão&#8221;.</p>
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<p>E, como sempre aconteceu em sua carreira, foi o centro das         atenções após o apito final. Cercado por jornalistas, torcedores         e reverenciado pelos companheiros de time, em meio a um         princípio de confusão e empurra-empurra, Romário era o exemplo         da grandeza do América. E com uma taça nas mãos, deu a volta         olímpica para sacramentar o retorno do Mequinha ao lugar de onde         não poderia ter saído. A torcida alvirrubra agradece. De coração.</p>
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