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	<title>ruptura &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ruptura/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ruptura"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 01:20:10 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[ruptura]]></title>
<link>http://nubeauacidulat.wordpress.com/2009/11/23/ruptura/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:52:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aceeasi EU</dc:creator>
<guid>http://nubeauacidulat.wordpress.com/2009/11/23/ruptura/</guid>
<description><![CDATA[castanii trosneau sub pântecele femeii ucise, iar pruncul urla pe duşumea, din sânii ei curgea un la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://nubeauacidulat.wordpress.com/files/2009/11/the_wind_by_negativefeedback.jpg"><img class="size-medium wp-image-3332    alignnone" title="the_wind_by_NegativeFeedback" src="http://nubeauacidulat.wordpress.com/files/2009/11/the_wind_by_negativefeedback.jpg?w=300" alt="" width="270" height="214" /></a></p>
<p>castanii trosneau sub pântecele femeii ucise,<br />
iar pruncul urla pe duşumea,</p>
<p style="text-align:left;">din sânii ei curgea un lapte acru, iar buzele<br />
roşii, pline de sânge<br />
tăceau.</p>
<p><a title="Foto" href="http://negativefeedback.deviantart.com/art/the-wind-116751948" target="_blank">Foto </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Refletindo sobre ruptura]]></title>
<link>http://bemfeliz.com.br/2009/11/22/refletindo-sobre-ruptura/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:20:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>analumais3</dc:creator>
<guid>http://bemfeliz.com.br/2009/11/22/refletindo-sobre-ruptura/</guid>
<description><![CDATA[Nem sei se alguém já escreveu sobre isto, ou mesmo se vai escrever. Ainda não tenho filho nascido, c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nem sei se alguém já escreveu sobre isto, ou mesmo se vai escrever.</p>
<p>Ainda não tenho filho nascido, criado e crescido. Ainda não entendo ao certo o que é a tal da questão relacionada ao ninho vazio.</p>
<p>Ainda não sei o que são noites sem dormir, e no fundo, tenho esperança de ter poucas ocorrências nesta categoria na minha vida.</p>
<p>Ainda não sei o que é dedicar tanto tempo de uma vida em prol de outra vida, o que é ver esta vida crescer inserida em uma rotina propiciada por você, em uma redominha linda de cristal (fundamental por muito tempo) e de repente&#8230;</p>
<p>Passar pela fase da vida que traduz rompimento sem desligamento &#8211; uau&#8230;</p>
<p>Rompimento porque em algum momento um filho nascido, criado e crescido vai ficar maior do que o que você pode propiciar a ele. Rompimento, porque em algum momento, ele vai precisar de mais do que você pode dar. Rompimento porque neste momento, ou ele vai alçar vôo por conta própria, ou porque a vida vai propiciar esta linda visão do horizonte prá ele.</p>
<p>Por enquanto, isto tudo me parece um tanto irônico.</p>
<p>Imagino a figura do progenitor &#8211; o horizonte é lindo (sempre, sinal de esperança, de conquista, de amplitude, de vida), mas perigoso (muita liberdade, muito espaço, muita estrada de terra batida e pedras batendo na lataria prá chegar lá). Este progenitor que tem a seu favor a experiência, a vivência, as tatoos de vida espalhadas pela história, sabe o quão necessário é que o rebento trilhe este caminho &#8211; e daí, a vital necessidade de ruptura. Mas, sabe também, dos sofrimentos, das altas temperaturas do forno que molda a jóia, e por isso, quando da ruptura, a sensação de perda.</p>
<p>Rompimento = perda? Será? Por incrível que pareça, no caso desta ligação, acho que o impossível é tão visível que assume o papel de elo de ligação.</p>
<p>E este elo se chama rompimento sem desligamento.</p>
<p>O amor. A cumplicidade. O respeito. A ternura. A briga. O sentido de família &#8211; tanto permeia indelevelmente quem fica quanto quem vai.</p>
<p>Li em um livro de Josué Rodrigues (procure, o cara sabe do que fala quando o assunto é família) que as memórias afetivas são o que nos sustentam ao longo da vida, são o que nos fazem voltar sempre.</p>
<p>Acho que lá na frente, depois de kilometros na estrada isto fica claro para todo rebento. É impossível esquecer de onde se vem, a própria raiz &#8211; é possível esconder, mas não esquecer&#8230;</p>
<p>Não pretendo esquecer de onde vim e quem sou. Pretendo entender melhor quem sou &#8211; um pontinho de cada vez. E pretendo ter um rebento para a Trindade, para o horizonte, para a vida.</p>
<p>E lá na frente, quando  a ruptura do crescimento for necessária, pretendo estar menos despreparada para enfrentar este dilema quase irônico e antagonico que me permitira depois de um curto espaço de tempo, viver a cumplicidade do compartilhar o cuidado &#8211; Deus cuidando de mim, do marido e do rebento, eu cuidadando de mim, do marido e do rebento e todo mundo se cuidando de volta em um ciclo virtuoso de dependência absoluta de Deus e co-depência uns dos outros.</p>
<p>Me parece que como tudo na vida, esta equação aparentemente tão exata e simples de entender, se mostra tão complexa e tão atrativa para mim &#8211; parece mesmo que as coisas mais simples, mais naturais, são as mais difíceis de se deixar entender, simplesmente porque elas requerem que sejam aceitas e não questionadas.</p>
<p>Bejoprocê!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oracle y HP rompen]]></title>
<link>http://margotu.wordpress.com/2009/11/21/oracle-y-hp-rompen/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 15:07:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Javier Aparicio</dc:creator>
<guid>http://margotu.wordpress.com/2009/11/21/oracle-y-hp-rompen/</guid>
<description><![CDATA[Ruptura entre Oracle y HP Todos sabemos que cuando las crisis hacen impacto en nuestras economías la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ruptura entre Oracle y HP</p>
<div>
<p><img title="Foto Ruptura entre Oracle y HP" src="http://www.blogordenadores.com/wp-content/uploads/oracle.jpg" alt="Ruptura entre Oracle y HP noticias" width="185" height="110" />Todos sabemos que cuando las crisis hacen impacto en nuestras economías las empresas deben reacomodar sus prioridades, acuerdos y situación en general. Por eso es más común de lo deseado ver cómo<strong> grandes alianzas se terminan en medio de una crisis y otras se forman.</strong></p>
<p><!--more--></p>
<p>Justamente eso es lo que hoy nos comunican desde el corazón de <strong>Oracle</strong>, la compañía que hace un año lanzaba la primer versión del ordenador especializado en bases de datos Exadata de la mano de<strong> HP</strong>, y que ahora <strong>rompe esta alianza para unirse a otra empresa</strong>.</p>
<p>El nuevo convenio se realizó entre <strong>Oracle y Sun Microsystem</strong>, otro de los más importantes fabricantes de ordenadores del mundo. Estas empresas <strong>se han unido para presentar la segunda versión de ordenadores con Exadata,</strong> a través de lo que combinarán el software de Oracle y el hardware de Sun Microsystems.</p>
<p>De esta forma <strong>quienes hasta aquí fueron socios ahora se convierten en rivales</strong> en el mercado de los servidores y equipamientos de almacenamiento. Con lo que además el producto que anteriormente diseñara la fusión HP/Oracle ya no saldrá a la venta.</p>
<p>Seguramente en los próximos días escucharemos más repercusiones sobre esta ruptura.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las Amigas: Una cosa demasiado chula !]]></title>
<link>http://dtezanos.wordpress.com/2009/11/19/las-amigas-una-cosa-demasiado-chula/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:19:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>dtezanos</dc:creator>
<guid>http://dtezanos.wordpress.com/2009/11/19/las-amigas-una-cosa-demasiado-chula/</guid>
<description><![CDATA[. Y de repente sucedió.  A usted la acaban de botar sin ninguna explicación lógica, es más, sin ning]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1013" class="wp-caption aligncenter" style="width: 292px"><a href="http://dtezanos.wordpress.com/files/2009/11/rbon22l.jpg"><img class="size-full wp-image-1013" title="rbon22l" src="http://dtezanos.wordpress.com/files/2009/11/rbon22l.jpg" alt="" width="282" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Y de repente sucedió.  A usted la acaban de botar sin ninguna explicación lógica, es más, sin ninguna explicación y punto.  Usted está fuera, out, como la chacabana, sentada en la banca, ya le retiraron su camiseta, le dieron de baja o cualquier otra alegoría que quiera emplear para admitir que le dieron “game over”</p>
<p style="text-align:justify;"> <strong>Y Ahora?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> Bueno pues ahora viene lo normal, recurrir a tu red de seguridad, donde siempre vamos cuando uno siente que se le sacude el mundo y se le está cayendo el medio-fondo :  Las Amigas.  Muchas veces subestimadas, y más veces dadas por sentadas, pero que no dudan en prestarte su hombro, escucharte y hasta darte dos galletas virtuales para que dejes de estar poniendo status depresivos en el gtalk o publicando videitos “tirapuyas”  en Facebook.</p>
<p style="text-align:justify;"> Antes de seguir quiero aclarar que yo me refiero a aquellas amigas de verdad, las que son necesarias, y que puedes durar años sin ver y al encontrarse es como si nada hubiera cambiado.  De manera personal puedo decir que no sé que hubiera hecho sin mis amigas, ellas saben quiénes son (y uno que otro amigo, pero eso es otro tema), porque todas en su momento y quizás sin saberlo han sido un salvavidas para mí -tipo tubo de los que alquilaban en Boca Chica-, porque cuando yo pensé que me estaba “decacarando” me dieron mi manita de pintura.</p>
<p style="text-align:justify;"> Y es en estos momentos donde las amigas se vuelven más solidarias que nunca, son las abanderadas del Club Yo Odio a Fulano (inserte aquí el nombre del rabo’e vaca que la botó).  He aquí algunos de los argumentos ampliamente utilizados por las amigas, y debo reconocer que yo misma he dicho uno que otro cuento de estos para hacer sentir bien a alguien, pero es que en esos momentos esos argumentos a uno le saben a nada, son puras palabras… uno lo que quiere es que le saquen el corazón así como le iban a hacer a Indiana Jones en el Templo de la Perdición, para que le deje de doler.</p>
<p style="text-align:justify;"> 1.  <strong><em>Ay Amiga, ese hombre te quiere, si se le nota, lo que pasa es que él no se ha dado cuenta y créeme que cuando él se de cuenta va a ser muy tarde… Ese… Ese se arrepiente, que te lo digo yo !</em></strong>   MENTIRAAAAAAAAAA…. Ese tipo no la quiere nada a usted, si la quisiera no se hubiera ido con un modelo nuevo.</p>
<p style="text-align:justify;"> 2.  <strong><em>You’re too much for him</em></strong>.  Sí, así mismo en inglés, probablemente sea una amiga suya que estudió en un colegio bilingüe, y se le ha olvidado que estamos en RD, o quizás sea una adicta a ver las series sin subtítulos, porque ella sable inglés y no necesita eso.  Pero  ESO ES CUENTOOOO !!!! Si eso fuera verdad ese hombre todavía estuviera pisando el suelo por el que usted camina y agradeciéndole a Dios, Alá, Yobú o el que sea, el hecho de que usted apareció en su vida.</p>
<p style="text-align:justify;"> 3.  <strong><em>Bórralo del MSN, bórralo del Facebook, no borres su número de teléfono para que cuando llame sepas que es él y NO le contestes</em></strong>.  Esta no está tan mal… pero UNO NO SE AGUANTA !!!  Porque desde que ve ese celular sonando, a uno se le olvida que el tipo es un desconsiderado, que tiene 5 días sin llamarla, el único pensamiento que le cruza a uno por la cabeza mientras da dos brinquitos como los perritos es : ME ‘TA LLAMANDO… ME ‘TA LLAMANDO !!!!  Hay que ver que uno es tonto…</p>
<p style="text-align:justify;"> 4. <strong><em>Deja de estar publicando mierditas en Facebook, cámbiate de ropa y arranca para la calle, que tú no tienes que andarle demostrando a la gente que te está llevando er diablo</em></strong>.   También un buen consejo, pero uno piensa que para qué va a ir uno a la calle, a entrar a los sitios con miedo de encontrarse al  tipo en cuestión gozando de lo lindo mientras usted anda arrastrando las cadenas de la soledad eterna??  O peor aún sentarse con cara de “me quiero ir para mi casa” y aguarle el bonche a los amigos??</p>
<p style="text-align:justify;">5.  <strong><em>Ese tipo es un perro, yo me la llevé desde el principio, yo no quería decirte nada porque yo sé que tú estabas entregada a él, pero yo desde que lo vi supe que no iba a servir para nada</em></strong>.  Y es cierto, tú sabes que quizás tu amiga tenga razón pero, como pasa siempre en los momentos de ruptura, la memoria se vuelve selectiva y tú solo recuerdas los momentos felices, esos pequeños gestos y detalles que te enamoraron, ese chocolate que te regalaron, ese abrazo,  y de tu boca solo sale bien bajito una voz con más vergüenza que pena, que dice :  Pero yo lo quieroooooo.</p>
<p style="text-align:justify;"> 6.  <strong><em>Pensándolo bien, es mejor que pasara esto ahora y no después</em></strong>.  Pero como así ??  Ojala que no hubiera pasado nunca y que viviéramos happily ever after (como diría tu amiga la del colegio bilingüe)</p>
<p style="text-align:justify;"> Pero en ese momento uno con esas palabras se limpia las nalgas, no le sirven de nada, es más ya está uno pensando que son pretextos para no decirle claro y pela’o cuál es la cruda realidad:  Que no quieren estar con usted.  Sin importar las razones todo se reduce a eso:  El pana, mi querida, ya no quiere estar con usted, puede que se arrepienta&#8230; puede que no.  Puede que lo mejor que le haya pasado es que él haya salido de su vida&#8230; pero puede que no.  Lo que sí está claro es que se fue.</p>
<p style="text-align:justify;"> Pero todo pasa y lo más probable es que todo eso que te dijeron tus amigas sea verdad y que con el paso del tiempo al mirar atrás sonrías y en voz alta te digas:  Coño y por eso era que yo me estaba mueriendo????   (O puede que no)</p>
<p style="text-align:justify;"> You’ll never know.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pingos nos "is"]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/19/pingos-nos-is/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:25:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
<guid>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/19/pingos-nos-is/</guid>
<description><![CDATA[Ninguém tem coragem de nos perguntar qual foi o motivo da morte da Carol. O ser humano tem uma neces]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ninguém tem coragem de nos perguntar qual foi o motivo da morte da Carol. O ser humano tem uma necessidade absurda de achar culpados para todo e qualquer problema que sofra, então é mais fácil achar que o obstetra errou ou que os neonatologistas não deram o seu melhor. Eu, é claro, não fujo à regra. A primeira reação que tive ao saber que a nossa filha estava enfrentando dificuldades para urinar por conta de uma infecção foi achar que a culpada era eu. Afinal, se ela nasceu prematuramente, de alguma maneira, a falha foi minha. Será que eu me descuidei e fiz algum esforço que causou a ruptura da bolsa? Será que o meu ritmo de tabalho prejudicou a continuidade da gravidez? Será que fui eu quem passou essa infecção para ela?</p>
<p>As dúvidas nessas horas são infinitas, poderia passar o dia apontando cada uma das questões que estavam &#8211; e ainda estão &#8211; povoando meus pensamentos. O fato é que a realidade não nos permite continuar buscando alternativas. A vida não é feita de suposições, mas de situações concretas. A Carol nasceu saudável, entre os bebês da UTIN com certeza era potencialmente a que tinha as melhores chances ser liberada a curto prazo, e sua evolução nos dois primeiros dias, os mais críticos, foi excepcional. Ela era um pequeno milagre.</p>
<p>Com a suspensão dos anitbióticos, que o bebê prematuro recebe de praxe -há sempre o risco da causa do nascimento antecipado ser decorrente de uma infecção intrauterina -,  a Carol ficou exposta a bactérias e vírus que não seriam perigosos para crianças nascidas no tempo certo, mas esse é o tratamento padrão. O sonho dava espaço ao pesadelo. Não houve tempo para reverter o quadro, a Klebsiella Pneumoniae, uma bactéria poderosa quando atinge recém-nascidos prematuros,  levou a nossa Carol em tempo recorde. Por se tratar de uma bactéria característica em ambientes hospitalares, principalmente UTI&#8217;s,  recebe a definição de infecção hospitalar. Essa foi a causa da morte. Fim de história.</p>
<p>Não cabe a mim julgar se houve ou não precipitação no tipo de tratamento dado a ela,  a nossa corujinha estava exposta aos mesmos riscos que tantos outros prematuros devido à sua baixa imunidade e, com toda a certeza, recebeu os melhores cuidados clínicos. Ela foi uma em um milhão, virou estatísca para o Ministério da Saúde.</p>
<p>Não é culpa dos médicos, não é culpa do hospital, não é culpa minha, não é culpa de D&#8217;us. E é com isso que precisamos nos acostumar.  Esse é o motivo pelo qual estamos aqui hoje, escrevendo este blog.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ha sigut de cop / Ha sido de golpe]]></title>
<link>http://manelh.wordpress.com/2009/11/11/207/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:25:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>manelh</dc:creator>
<guid>http://manelh.wordpress.com/2009/11/11/207/</guid>
<description><![CDATA[Ha sigut de cop. T&#8217;estava escoltant fa una estona i ja només et sento. Ha sigut de cop. Instan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-206" title="rupturaG" src="http://manelh.wordpress.com/files/2009/11/rupturag.jpg?w=150" alt="rupturaG" width="150" height="99" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Ha sigut de cop.<br />
T&#8217;estava escoltant fa una estona<br />
i ja només et sento.<br />
Ha sigut de cop.<br />
Instantani com<br />
un tro i un llamp alhora.<br />
Sabia què em deies<br />
i de volta ja no ho sé,<br />
no escolto què em dius.<br />
Ara ja no t&#8217;escolto ni et sento,<br />
ara que un reguitzell de llàgrimes<br />
em cauen galta avall.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Castellano</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Ha sido de golpe.<br />
Te estaba escuchando hace un rato<br />
y ya sólo te oigo.<br />
Ha sido de golpe.<br />
Instantáneo como<br />
un trueno y un rayo a la vez.<br />
Sabía qué me decías<br />
y de repente no lo sé,<br />
no escucho qué me dices.<br />
Ahora ya no te escucho ni te siento,<br />
ahora que una retahíla de lágrimas<br />
me caen mejilla abajo.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colombia presentó una queja ante OMC por bloqueo comercial impuesto por Venezuela]]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/11/03/colombia-presento-una-queja-ante-omc-por-bloqueo-comercial-impuesto-por-venezuela/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:43:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
<guid>http://cubaout.wordpress.com/2009/11/03/colombia-presento-una-queja-ante-omc-por-bloqueo-comercial-impuesto-por-venezuela/</guid>
<description><![CDATA[Colombia presentó una queja ante la Organización Mundial del Comercio (OMC) por el bloqueo comercial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Colombia presentó una queja ante la Organización Mundial del Comercio (OMC) por el bloqueo comercial]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Noticias de Nuevo album]]></title>
<link>http://thestrokesfans.wordpress.com/2009/11/02/noticias-de-nuevo-album/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 14:40:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>indiegraphics</dc:creator>
<guid>http://thestrokesfans.wordpress.com/2009/11/02/noticias-de-nuevo-album/</guid>
<description><![CDATA[hay una discordia un sinsabor entre los fan entre la espectativa de un disco que esta casi listo y l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[hay una discordia un sinsabor entre los fan entre la espectativa de un disco que esta casi listo y l]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversaci&oacute;n en Speculative Heresy]]></title>
<link>http://naxos.wordpress.com/2009/11/01/conversacin-en-speculative-heresy/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 03:50:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>adr</dc:creator>
<guid>http://naxos.wordpress.com/2009/11/01/conversacin-en-speculative-heresy/</guid>
<description><![CDATA[RT @Naxos: @nsrnicek ThXs4 it Now I wonder what make u see my claim as correlationism &amp; not bour]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>
<blockquote>
<dl>
<dd>
<p>RT @Naxos: @nsrnicek ThXs4 it <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Now I wonder what make u see my claim as correlationism &#38; not bourdieusian relationism, which is out of such trap.  In your response you say that I may disagree that there is such an event (galaxies colliding) independent of discourse. I do not: such an event exists as an event and not as an object and we may not have the knowledge to access its reality, but if we get to know its existence and might know something about its reality, then such an event will be political. So the event may not be neither actual nor real, but it could have been existed in time or in our time, if so. Events (beings, objects, entities, or whatelse) that are not political are those that might have existed in time or that may exist but that we just don´t know nor experienced them as such in such existence. Its clear that even if we could get into account not only their factual existence but also something about their reality, such an event could not possible be influenced by our existence and reality. To my taste, your realist argument is twisted and malformed: you are rejecting a reduction that it is not reductive: *ontology is not broader than politics*.  </p>
</dd>
<dd><em><strong>Comentado por <a href="http://naxos.wordpress.com/">Naxos</a> en:</strong></em></dd>
<dd><em><a href="http://speculativeheresy.wordpress.com/2009/10/30/six-propositions/"> six-propositions </a></em></dd>
<dd><em><a href="http://speculativeheresy.wordpress.com/2009/10/30/six-propositions/#comment-879">November 1st, 2009 at 5:03 pm </a></em></dd>
</dl>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversaci&oacute;n en Anodyne Lite]]></title>
<link>http://naxos.wordpress.com/2009/11/01/conversacin-en-anodyne-lite/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 03:43:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>adr</dc:creator>
<guid>http://naxos.wordpress.com/2009/11/01/conversacin-en-anodyne-lite/</guid>
<description><![CDATA[Hi everyone @anodinelite: I liked very much the post ..i also think that Nick´s propositions fall in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>
<blockquote>
<dl>
<dd>
<p>Hi everyone  @anodinelite: I liked very much the post <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  ..i also think that Nick´s propositions fall into a greedy reductionism, which is one of the vices of the scholastic view that is reproduced &#8216;practically&#8217; in many fields of knowledge.  @kvond Kevin I don´t think it sounds latourian at all: she is not talking about actors or actants neither about networks, she is talking about fields of knowledge and their strategic relations and tendencies, which is more like bourdieusian. I don´t think all the sociological leads to a greedy reductionism, at least not Bourdieu´s relationism. In fact, i think the problem is that Nick is somehow applying the very infamous early-latourian laboratory operation -or something near that-, so to embrace his standpoints: the 6 propositions are the proof of it.   </p>
</dd>
<dd><em><strong>Comentado por <a href="http://naxos.wordpress.com/">Naxos</a> en:</strong></em></dd>
<dd><em><a href="http://anodynelite.blogspot.com/2009/10/politics-and-greedy-reductionism.html"> Politics and greedy reductionism </a></em></dd>
<dd><em><a href="http://anodynelite.blogspot.com/2009/10/politics-and-greedy-reductionism.html?showComment=1257077286312#c6628602107140750656">November 1, 2009 7:08 AM </a></em></dd>
</dl>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿ Es que os gusta sufrir ?]]></title>
<link>http://unajovenenapuros.wordpress.com/2009/11/01/%c2%bf-es-que-os-gusta-sufrir/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 22:12:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>patirifusa</dc:creator>
<guid>http://unajovenenapuros.wordpress.com/2009/11/01/%c2%bf-es-que-os-gusta-sufrir/</guid>
<description><![CDATA[El otro dia estaba yo en la cafetería de mi facultad, con un grupo de chicas hablando, os parecerá u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" src="http://erase_una_vez.blogia.com/upload/Pareja.jpg" alt="" width="300" height="416" />El otro dia estaba yo en la cafetería de mi facultad, con un grupo de chicas hablando, os parecerá un topicazo,  de chicos. Primero aclarar que no estamos acostumbradas a tratar este tema, aunque parezca extraño, nuestras conversaciones sobre el tema se limitan a informar de novedades y poco más. Pero una de mis compañeras necesitaba comunicarnos algunas ideas&#8230;nada especial. Lo remarcable fue cuando al hablar de los chicos &#8221;buenos&#8221; y los &#8221;cabrones&#8221; una compañera comentó lo atrayentes e irresistibles que resultaban los cabrones a todas las mujeres, debo admitir que quedé en shock durante unos segundos y después de una manera un poco brusca exclamé &#8211; ¡ A mi no !-. Cuando veo a uno de esos chicos de sonrisa fácil, pelo de aspecto mojado, ropa impecable pero &#8221;informal&#8221;,  es que se les ve venir a la legua, solo pienso en dar media vuelta que ni de amigos los quiero. Mi sorpresa fue que a la mayoría de mis compañeras le dieron la razón. ¿ que nos pasa? ¿ no lo tenemos ya lo bastante dificil como para encima complicarnos aún más? Un chico dulce, que te respeta, que te cuida y se deja cuidar, con el que se puede conseguir una completa unión a todos los  niveles, un amigo y  amante, eso es aburrido. Peor un hombre que te engaña, te usa,  se ríe de ti y cuando se aburre te deja tirada como un pañuelo usado, eso es &#8221;atrayente&#8221; e &#8221;irresistible&#8221;. No me juzquéis, todos sabemos que sobre gustos no hay nada escrito, pero sencillamente no lo veo lógico.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Canciller colombiano preocupado por crímenes de nacionales en Venezuela]]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/31/canciller-colombiano/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 23:15:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
<guid>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/31/canciller-colombiano/</guid>
<description><![CDATA[El canciller de Colombia, Jaime Bermúdez, se declaró este viernes preocupado por los crímenes de uno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El canciller de Colombia, Jaime Bermúdez, se declaró este viernes preocupado por los crímenes de uno]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversación en twTr! @nsrnicek]]></title>
<link>http://naxos.wordpress.com/2009/10/30/conversacin-en-twtr-nsrnicek/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:26:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>adr</dc:creator>
<guid>http://naxos.wordpress.com/2009/10/30/conversacin-en-twtr-nsrnicek/</guid>
<description><![CDATA[@nsrnicek RT @nsrnicek Two questions: (1) Are two galaxies colliding in the vast emptiness of space,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>
<blockquote>
<dl>
<dd>
<p>  <a href="http://speculativeheresy.wordpress.com/2009/10/27/the-neutering-of-politics-a-response-to-some-friendly-critics/">@nsrnicek</a> RT <a href="http://speculativeheresy.wordpress.com/2009/10/30/six-propositions/">@nsrnicek</a> Two questions: (1) Are two galaxies colliding in the vast emptiness of space, political? (2) If yes, how?  </p>
<p>re:Yes, because such an event was researched so to be known &#38; experienced as a positive knowledge through the technology that is capable to do it, &#38; through the people with the professional skills to determine it as a scientific truth &#38; also as a fact, not only in the history of humanity but specially in the history of the discipline that holds such positive knowledge: technology &#38; people, that are both actually payed with certain funds that would not exist if the colliding event would not be relevant to politics or if such an event would be not political. I am afraid that you are willing to see the event itself as a being that is not conditioned by the humans nor their history nor their politics, that is part of a reality that is natural &#38; independent from them, which is like saying that you only want to see this event in terms of an isolated object. But this objectual reductio which is finally invented on the base of the factual existence of a being which natural reality we are not already sure to know, or that is meant not to be known with the knowledge we have so far, is something too comfortable to take as a human-political-independent reality, mostly if considered that the colliding of two galaxies in the vast emptiness of space is not merely an object but an event that has its own affirmativeness &#38; that might even have its complex reasons to happen, what ever these reasons might be, &#38; therefore because of these complex reasons, it might have lots of relevant relations empowering its own material reality.  </p>
<p>The problem is 1) if we are willing to take the question as something eventual that happens in fact, &#38; then when it happens &#38; as we get to know it, it irremediably becomes a political question such as all facts are, or 2) if are we willing to see &#38; to take what we think of such event as an object.The problem is 1) not if such an event exists independently from human reality, the problem is 2) if we are able &#38; capable as researchers to reach the reality of that an object, &#38; i mean not it if we even have the knowledge to understand such an event, but if we have the knowledge-of-the-political-implications of our own specialized knowledge, exercises, practices &#38; disciplines, a) regarding to other kind or related knowledge, exercises, practices &#38; disciplines b) regarding to our fields of action, &#38; of course as well, c) regarding to the people &#38; its social sensibility.  </p>
<p>The problem is 1) if we have objectified our position &#38; trajectory in the fields we are working on &#38; have worked on through our careers, regarding to the position &#38; trajectories of our collegues &#38; adversaries who are working in the same fields that we are, even though they might be working in something else, &#38; all this so to avoid e.g. to use &#38; abuse of the knowledge of such an event, even in the exercise of our professional practice, &#38; to make not that knowledge end as a weapon or as an ideological dominancy. All this 2) if it is the case that we have taken the correct routes of our knowledge to understand &#8220;objectively&#8221; such an event, because it might be the case as well the we might have taken the routes inside our own discipline that would not lead us to understand it, &#38; rather also might have filled us with all kind of pre-notions &#38; pre-sumptions regarding to the object we are referring to, either because of the vices &#38; shortcuts that point to all what we have taken for granted about our knowledge &#38; practice, to what makes the sense of such practice &#38; gives us the scholastic view of it as self-evident &#38; the natural way to do things inside our fields.  </p>
<p>#addendum To make the proper objectivification of our position, exercises, &#38; trajectory in our disciplinary fields, its needed to effectuate epistemological ruptures as part of the methodology that would make us approximate to our pretended object: this means that we need to drop out certain &#38; concrete things that are settled in &#38; related to our knowledge &#38; to the knowledge of our practice &#38; discipline, things that we presume useful to make such an approximation. Of course I am not only referring to establish a moral rupture regarding to our personal beliefs &#38; atavisms, but mostly to the embodied skills &#38; schemes that constitute our sense of practice which implies the blinded spots that we all have embodied because all of the obvious things that we have taken for granted while exercising our practice.</dd>
<dd><em><strong>Comentado por <a href="http://naxos.wordpress.com/">Naxos</a> en:</strong></em></dd>
<dd><em><a href="http://twitter.com/Naxos/status/5291791349">twitter.com/Naxos </a></em></dd>
<dd><em><a href="http://tl.gd/pulh">On Friday 30th October 2009 10:26am   </a></em></dd>
</dl>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Cumbre del ALBA fue pedo de pulga]]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/26/la-cumbre-del-alba-fue-pedo-de-pulga/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:31:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
<guid>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/26/la-cumbre-del-alba-fue-pedo-de-pulga/</guid>
<description><![CDATA[Por Estremadoiro Winston | Los Tiempos ¡Qué caray!, saco pecho por una estatuilla de premio a la muj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Estremadoiro Winston | Los Tiempos ¡Qué caray!, saco pecho por una estatuilla de premio a la muj]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rusia dotará de radares y equipos a Bolivia]]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/26/rusia-dotara-de-radares-y-equipos-a-bolivia/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:24:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
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<description><![CDATA[La Paz | Ap Rusia suministrará radares y equipo logístico militar a Bolivia con un crédito de 100 mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La Paz | Ap Rusia suministrará radares y equipo logístico militar a Bolivia con un crédito de 100 mi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Construye Chávez su 'cortina de hierro']]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/25/construye-chavez-su-cortina-de-hierro-2/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 23:32:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Octavio Pineda | Reforma | BOGOTÁ La Alternativa Bolivariana de las Américas (Alba), así como ot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Octavio Pineda | Reforma | BOGOTÁ La Alternativa Bolivariana de las Américas (Alba), así como ot]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Construye Chávez su 'cortina de hierro']]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/24/construye-chavez-su-cortina-de-hierro/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 23:05:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Octavio Pineda | Reforma | BOGOTÁ La Alternativa Bolivariana de las Américas (Alba), así como ot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Octavio Pineda | Reforma | BOGOTÁ La Alternativa Bolivariana de las Américas (Alba), así como ot]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Guerra Venezuela vs. Colombia: ¿Un futuro posible?]]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/21/guerra-venezuela-vs-colombia-%c2%bfun-futuro-posible/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 23:49:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Canal youtube omegasegcom Esto es una simulacion de una guerra entre colombia y venezuela, no es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Canal youtube omegasegcom Esto es una simulacion de una guerra entre colombia y venezuela, no es]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Venezuela y Colombia se arman hasta los dientes]]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/21/venezuela-y-colombia-se-arman-hasta-los-dientes/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 23:41:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
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<description><![CDATA[Engrosan arsenal Chávez y Uribe Cristina marcano  | reforma | Fuente: Sukhoi.org, Israel Aerospace I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Engrosan arsenal Chávez y Uribe Cristina marcano  | reforma | Fuente: Sukhoi.org, Israel Aerospace I]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crisis]]></title>
<link>http://losojosdefer.wordpress.com/2009/10/19/crisis/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 07:43:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>losojosdefer</dc:creator>
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<description><![CDATA[Junto al Sena, París. Julio 2006 Sentados al borde del ocaso, en el centro de nuestro cuento, en un ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-201 " title="Los amantes" src="http://losojosdefer.wordpress.com/files/2009/10/20060715-paris274r.jpg" alt="Junto al Sena, París. Julio 2006" width="850" height="567" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Junto al Sena, París. Julio 2006</dd>
</dl>
<p>Sentados al borde del ocaso, en el centro de nuestro cuento, en un remanso del declive, poco antes de la decadencia imparable de esta cuenta de resultados, miro adentro y me pregunto ¿Cuándo empezó, amor, nuestro amor a morir?</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rebeca, no mueras por él]]></title>
<link>http://lavidamacabrona.wordpress.com/2009/10/17/rebeca-no-mueras-por-el/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 01:52:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>lavidamacabrona</dc:creator>
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<description><![CDATA[Romper, terminar, acabar. Ponle el nombre que quieras. La única verdad es que ya no estás con él y q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-18" title="I_DRINK_TO_GET_THRILLED_by_videlina" src="http://lavidamacabrona.wordpress.com/files/2009/10/i_drink_to_get_thrilled_by_videlina.jpeg" alt="I_DRINK_TO_GET_THRILLED_by_videlina" width="300" height="300" /></p>
<p>Romper, terminar, acabar. Ponle el nombre que quieras. La única verdad es que ya no estás con él y que quieres olvidarlo&#8230; ¿o no? ¡Recapacita, mujer! Es hora que dejes atrás el pasado y escribas una historia nueva.</p>
<p>¿Cómo? Bueno, eso depende de ti. En estas circunstancias lo importante es decidirse  y tener la voluntad de hacerlo. Así que seca esas lágrima, bota ese odio a un lado y no, no le pidas a una amiga que te de un par de lapos para entrar en razón. </p>
<p>En agosto Caretas le dió 11 recomendaciones a Meche Aráoz para que pudiera hacer eso que deseas: olvidar al ex. He aquí la lista.</p>
<p>&#8220;1.Es hora de apelar a la sensibilidad social. Llama a los traperos de Emaus, ¡Urgente! y dónales todo lo que te recuerde a él: ropa, peluches, libros y adornos. Las fotos y las cartas de amor&#8230; ¡Vade retro Satanás! Simplemente quémalas.</p>
<p>2. Aférrate al trabajo con uñas y dientes. Una pequeña dosis de estrés podría ayudarte a mantener la mente ocupada. La consigna es llegar a casa tan agotada que solo te queden ganas de dormir.</p>
<p>3. ¿Te quedan tiempo libre y energías? El gimnasio no tiene pierde: spinning, taebo, danzas árabes y, quien sabe, un instructor que te ayude a reafirmar músculos y autoestima. Ya lo dicen los psicólogos, el ejercicio mejora la calidad de vida y contraresta la depresión.</p>
<p>4. Piérdele el rastro. Marca su correo como Spam (no deseado) para que reboten sus mensajes. Bórralo del Messenger, del Facebook, del Hi5 y de cuanta red social permita conocer sus actividades diarias, sus nuevas amistades, su nuevo look, etcétera. Está de más recomendar que también borres su número telefónico de la agenda de tu celular. Con unos tragos de más podrías cometer el infeliz error de llamarlo durante la madrugada.</p>
<p>5. Recuerda todo lo malo. Como bien aconsejó Ney Guerrero a su &#8220;fierita&#8221; Magaly Medina cuando estaban en la cárcel: &#8220;Que no te agarre la pensadora&#8221;, porque en este estado recordar es volver a sufrir. Pero si estás acosada por la nostalgia, y te empiezan a dar ganas de volver, acuérdate de cuánto te hizo sufrir ¡ese desgraciado! Lo peor que podrías hacer es idealizar la relación.</p>
<p>6. Haz una lista de las ventajas de estar sola. Te ayudamos: salir por las nochjes sin rendir cuentas a nadie, tener el control del comando del televisor, no tener que secar los bordes del inodoro y tener tiempo para pensar y conocerte mejor a ti misma.</p>
<p>7. Buscar a un ex, pero solo para distraer la mente. Todavía no estás preparada para una nueva relación, pero si hay alguien que te conoce y en el que podrías encontrar consuelo, ese es un antiguo novio. Volverlo a ver puede ayudarte a ver el pasado sin rencor.</p>
<p>8. Busca a tu incondicional, pero solo para levantar el ego. Todas las mujeres tienen un galán dispuesto a todo por una sonrisa. Es hora de ubicarlo para que te caliente&#8230; el oído.</p>
<p>9. No frecuentes amigos en común. Al menos por un tiempo prudencial. Es que siempre hay un desatinado dispuesto a hablar sobre las nuevas correrías amorosas del susodicho. Tampoco se te ocurra, también por higiene mental, visitar los lugares a los que concurrías con él.</p>
<p>10. Aléjate de la pareja feliz. Todos conocemos a una de esas parejas cuyo amor empalaga. Sus mimos solo traerán a la mente al ser amado y la carencia de cariño.</p>
<p>11. Por último. Preséntate de voluntaria al programa &#8220;Vidas extremas&#8221; para que, conviviendo con la desgracia ajena, tu sufrimiento quede reducido a un chancay de a veinte. &#8221;</p>
<p>Así que ya no tienes excusas para no hacerlo, alguna de las 11 te debe funcionar, si no&#8230; será mejor que te busques un psicólogo antes que te sigas ilusionando con el remember, la reconciliación, el regreso. Llámalo como quieras.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MG XVI]]></title>
<link>http://negrustica.wordpress.com/2009/10/06/mg-xvi/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 20:18:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>fitipaldaaaa</dc:creator>
<guid>http://negrustica.wordpress.com/2009/10/06/mg-xvi/</guid>
<description><![CDATA[- Vuelve a hacerlo- susurró Mariglo. Reyes volvió a besarla y Mariglo intentó imaginar la cara de Ga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>- Vuelve a hacerlo- susurró Mariglo. Reyes volvió a besarla y Mariglo intentó imaginar la cara de Galo viendo aquella escena. Al retirarse Mariglo de los labios de Reyes y mirar hacia la montaña pudo ver como Galo ya no estaba. Ella miró a Reyes pensando en que aquel beso había sido un error y se marchó sin decirle nada. Reyes la siguió.</p>
<p>- ¿Qué es lo que pasa? Me has dicho tú que lo hiciera- dijo Reyes cogiendo del brazo a Mariglo. Ella suspiró intentando inventar aquellas palabras que no conseguía encontrar.</p>
<p>- Mira. Hemos bebido demasiado. Esto no debería haber ocurrido- susurró Mariglo intentándole quitar importancia a la situación.</p>
<p>- Pero, no lo entiendes. Yo llevo esperando este momento mucho tiempo. Yo…yo creo que te quiero- dijo Reyes mirando a Mariglo directamente a los ojos. A ella, en ese momento le entraron ganas de reír, pero lo evitó mirando al suelo por respeto.</p>
<p>- ¡No no!- gritó ella- tú estás confundido. Sólo tienes veintidós años…- susurró Mariglo intentando tranquilizar a Reyes.</p>
<p>- Tengo veintidós años y no he estado más seguro de algo en mi vida- respondió Reyes con lágrimas en los ojos. Mariglo en aquel momento se asustó. Tragó saliva y miró a un lado y a otro.</p>
<p>- Tengo novio- logró decir intentando escapar de la mirada fija de Reyes.</p>
<p>- ¿Qué?- preguntó Reyes extrañado.</p>
<p>- Mira. Hemos bebido, estamos cansados. Si te apetece hablamos mañana, ¿vale?- respondió Mariglo arrepintiéndose de lo que le había dicho a Reyes e intentando huir de esa situación. Reyes asintió y se sentó en una piedra- me voy, ¿nos vemos mañana?- él sonrió lo más serenamente que pudo y despidió a Mariglo con la mano abierta.</p>
<p>Salió del bosque pensando en qué le diría a Reyes al día siguiente y pensando en Galo. Miró su reloj: las tres de la mañana. Aún era pronto y no tenía sueño: al parecer tenía demasiadas cosas en las que pensar. Fue a parar a Fuente Grande, como siempre y allí se sentó en una roca a pensar. Cogió dos rocas, intentando simular a Jordi y a Galo e intentando, vagamente, poner su cabeza en orden. “Han venido a desordenarme la vida” pensó. Escuchó voces a lo lejos. Entre las rocas más altas de la fuente había un hueco en donde Mariglo se escondió.</p>
<p>- Pero yo te quiero- decía Elisabeth entre sollozos- no puedes dejarme así. Dime qué es lo que he hecho mal. Puedo cambiar- decía ella cada vez más cerca de donde estaba Mariglo.</p>
<p>- Eli, cariño, yo no quiero que cambies por mí. Simplemente te estoy diciendo que quiero poner en orden mis pensamientos y quiero saber cuáles son mis prioridades- decía Galo exculpándose.</p>
<p>- ¿Quieres que nos vayamos a vivir juntos?- preguntó Elisabeth- o podemos hacer un viaje mejor. Yo…yo tengo claras mis prioridades, por favor…</p>
<p>- Eli, necesito estar solo- dijo Galo apartando de sus hombros las manos de Elisabeth. Galo vio a Mariglo- te prometo ir a buscarte mañana y hablar. Pero ahora necesito pensar.</p>
<p>- Pero ¿es que ya no me quieres?- preguntó Elisabeth desesperada.</p>
<p>- Claro que te quiero, pequeña- dijo Galo mirando hacia donde estaba Mariglo- simplemente necesito pensar, eso es todo.</p>
<p>Galo besó la frente de Elisabeth para despedirla. Ella se fue sollozando y sin dejar de mirarle un solo momento. Galo se acercó cabizbajo a las rocas y con las manos en los bolsillos.</p>
<p>- ¿Te has divertido?- preguntó cogiendo una piedra y lanzándola a la fuente.</p>
<p>- Yo…yo no quería escucharlo- se disculpó Mariglo saliendo de las rocas- he venido aquí porque necesitaba un respiro, necesitaba desconectar de todo lo que me envolvía y parece que está siendo más difícil de lo que pensaba- dijo mirando fijamente el agua e intentando buscar una excusa a su vuelta repentina.</p>
<p>- A lo mejor es porque tú lo haces más difícil de lo que es. La vida es fácil, Glo, nosotros la hacemos difícil.</p>
<p>- Estoy de acuerdo. Pero quizá sería muy aburrida si fuera fácil, ¿no?- respondió Mariglo entre risas. Galo sonrió. Ella no recordaba que su sonrisa fuera tan bonita. Él miraba el agua, y ella le miraba a él. Se quedó embobada sin darse cuenta y cuando él la miró, ella se sonrojó y apartó la mirada.</p>
<p>- Quizá no deberíamos hacer las cosas tan difíciles, ¿no?- dijo Galo mirando a Mariglo.</p>
<p>- ¿A qué te refieres?- preguntó Mariglo sabiendo perfectamente la respuesta y arrepintiéndose por haberlo preguntado.</p>
<p>- ¿A qué me puedo referir?- preguntó Galo acercándose a Mariglo.</p>
<p>- Dímelo tú- respondió ella mirándole a los labios y acercándose cada vez más a ellos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diodo Zener y fenomeno de ruptura]]></title>
<link>http://tectronic.wordpress.com/2009/10/04/diodo-zener-y-fenomeno-de-ruptura/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 23:21:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>tectronic</dc:creator>
<guid>http://tectronic.wordpress.com/2009/10/04/diodo-zener-y-fenomeno-de-ruptura/</guid>
<description><![CDATA[Fragmento: Diodo Zener. Su función y aplicación en la electrónica. Existen una gran cantidad de diod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fragmento:</p>
<blockquote><p><strong>Diodo Zener.</strong><br />
<em><strong> Su función y aplicación en la electrónica.</strong></em><br />
Existen una gran cantidad de diodos, todos ellos con diferentes usos y aplicaciones, uno de los más utilizados es el Diodo Zener.<br />
La característica que diferencia al diodo Zener de los demás, es que a pesar de que al polarizarlo directamente sirve como rectificador si este es polarizado inversamente, mantiene una tensión estable (con pequeñísimas variaciones) entre sus terminales&#8230;</p></blockquote>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/137609382/77674d4/Diodo_Zener_y_Fenomeno_de_ruptura.html" target="_blank"><strong>&#62;&#62;Descargar PDF&#60;&#60;</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escribo en un blog...]]></title>
<link>http://blogguercedario.wordpress.com/2009/09/25/escribo-en-un-blog-5/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 06:00:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>El efecto mariposa</dc:creator>
<guid>http://blogguercedario.wordpress.com/2009/09/25/escribo-en-un-blog-5/</guid>
<description><![CDATA[ Por El efecto mariposa   Escribo en un blog lo que no soy capaz de decirte a la cara. Escribo y dej]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;"><em> Por El efecto mariposa</em></div>
<div style="text-align:justify;"> </div>
<div style="text-align:justify;">Escribo en un blog lo que no soy capaz de decirte a la cara.</div>
<div style="text-align:justify;">Escribo y dejo colgados y expuestos al mundo, donde cualquiera pueda robarlos, los trozos de ti que quedan en mi memoria y en mi pecho.</div>
<div style="text-align:justify;">Escribo en un blog y me siento menos humana, más divina, más valiente y menos vulnerable&#8230;Y se me van resbalando por los dedos las palabras, y las coloco tan ordenadamente como el dolor me deja, y con ellas rompo con nosotros en cuatro líneas escritas en ningún papel, en ninguna carta, en ningún lugar donde puedas reconocerme al leerlas para que esto se acabe y para siempre, pero sólo a medias.</div>
<div style="text-align:left;"> </div>
<div> </div>
<div style="text-align:right;">El efecto mariposa&#8230; εïз</div>
<div> </div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
