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	<title>ruth-rocha &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ruth-rocha/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ruth-rocha"</description>
	<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 17:34:08 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[RUTH ROCHA]]></title>
<link>http://casinhadasletras.wordpress.com/2009/11/25/ruth-rocha/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:41:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>verdedentro</dc:creator>
<guid>http://casinhadasletras.wordpress.com/2009/11/25/ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Se você quer presentear uma criança com um bom livro e não quer errar, dê um livro da Ruth Rocha. Ru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://casinhadasletras.wordpress.com/files/2009/11/ruth_rocha1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-114" title="ruth_rocha" src="http://casinhadasletras.wordpress.com/files/2009/11/ruth_rocha1.jpg" alt="" width="592" height="179" /></a></p>
<p>Se você quer presentear uma criança com um bom livro e não quer errar, dê um livro da Ruth Rocha.</p>
<p>Ruth Rocha tem lugar garantido na história da literatura infanto-juvenil. Escreveu mais de 130 livros, foi traduzida em mais de 25 idiomas, ganhou 5 Jabutis, entre diversos outros prêmios, e acaba de completar 40 anos de carreira.</p>
<p>Para comemorar, a editora Salamandra está reeditando toda a sua obra numa coleção lindamente ilustrada por nomes como Suppa e Mariana Massarani.</p>
<p>Muitos de seus livros, lidos há mais de 20 anos, ficaram na minha memória e agora leio-os para minha filha, que também há de ler para seus filhos.</p>
<p>Meus preferidos: <em>O Trenzinho do Nicolau</em>, <em>A Escolinha do Mar</em>, <em>Romeu e Julieta</em>, <em>Nosso Amigo Ventinho </em>e, é claro,<em> Marcelo, Marmelo, Martelo.</em></p>
<p>Recomendo também o CD <em>Na Casa da Ruth</em> , com Poemas de Ruth Rocha musicados por Hélio Ziskind (Palavra Cantada) e interpretados por Fortuna.</p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">&#60;div&#62;&#60;a href=&#8221;http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&#38;amp;pub=oceanoale&#8221; title=&#8221;Bookmark and Share&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&#62;&#60;img src=&#8221;http://s7.addthis.com/static/btn/v2/lg-share-en.gif&#8221; width=&#8221;125&#8243; height=&#8221;16&#8243; alt=&#8221;Bookmark and Share&#8221; style=&#8221;border:0&#8243;/&#62;&#60;/a&#62;&#60;/div&#62;</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">&#60;!&#8211; AddThis Button END &#8211;&#62;</div>
<p><a class="a2a_dd" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://static.addtoany.com/buttons/share_save_171_16.png" border="0" alt="" width="171" height="16" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conheça adaptações infantis de clássicos da literatura como Ilíada e Rei Lear]]></title>
<link>http://literatsi.wordpress.com/2009/10/29/conheca-adaptacoes-infantis-de-classicos-da-literatura-como-iliada-e-rei-lear/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:12:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Fernando Cardoso</dc:creator>
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<description><![CDATA[Folha Online — Livraria da Folha Quem disse que histórias como Ilíada, Odisseia ou Os Lusíadas são c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Folha Online — Livraria da Folha Quem disse que histórias como Ilíada, Odisseia ou Os Lusíadas são c]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ler é a maior diversão]]></title>
<link>http://devoltapracasa.wordpress.com/2009/10/29/ler-e-a-maior-diversao/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 18:25:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>shi2009</dc:creator>
<guid>http://devoltapracasa.wordpress.com/2009/10/29/ler-e-a-maior-diversao/</guid>
<description><![CDATA[Hoje é o Dia Nacional do Livro e quero começar este post declarando publicamente meu amor por livros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje é o <strong>Dia Nacional do Livro</strong> e quero começar este post declarando publicamente meu amor por <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/index.asp" target="_blank">livros</a>, estes objetos de desejo e sabedoria. Minha história com os livros é diferente da de tantas outras pessoas, penso. Quando criança, não tive o hábito da leitura, porque meus pais não tinham grana pra comprar livros. Isso era artigo de luxo num lar onde nem <a href="http://refrigeradores.pontofrio.com.br/?Filtro=C13_C14" target="_blank">geladeira</a> havia (a gente pegava gelo no caridoso vizinho com um potinho de isopor, pra gelar nossos sucos). Então, não tive contato com livros infantis físicos. Mas histórias? Ah, as histórias. Estas sempre me cercaram de um jeito ou de outro.</p>
<p><a href="http://devoltapracasa.wordpress.com/2009/03/02/o-homem-que-amava-caixas/" target="_self"><img class="alignleft size-full wp-image-239" title="Turma da Mônica" src="http://devoltapracasa.wordpress.com/files/2009/10/turma-da-monica-ok.jpg" alt="Turma da Mônica" width="167" height="630" />Meu pai era um contador de histórias</a> nato. Inventava enredos e me encantava, ativando minha criativa imaginação infantil. Já minha mãe, era mais pragmática. Ela dizia que, quando eu aprendesse a ler, iria me dar de presente revistas em quadrinhos pra eu me divertir. E cumpriu sua promessa. Comprou muitas nas bancas de jornal, de onde eu voltava de olhos brilhantes de alegria, sempre da Turma da Mônica (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=TuOpTUR0gK4" target="_blank">veja um vídeo clássico dos anos 70</a>) ou do Sítio do Picapau Amarelo, que eu adorava não só ler mas ver todas as tardes na TV. As revistas eram minhas e do meu irmão. A gente sempre aprendeu a dividir tudo, o que nos fez pessoas menos egoístas e mais humanas, eu acho. Com o tempo, cresci e as revistinhas ficaram guardadas numa caixa. Guardo minha coleção carinhosamente até hoje.</p>
<p>A vida se encarregou de me fazer conhecer um amigo na minha adolescência, o <a href="http://twitter.com/jorgeluizbrasil" target="_blank">Jorge Brasil</a>, hoje jornalista, mas que sempre devorou pilhas de livros. Quando soube que eu não tinha hábito de ler, me puxou pelo braço e levou na biblioteca do colégio, onde me fez o grande favor de me apresentar aos livros da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agatha_Christie" target="_blank">Agatha Christie</a>. Disse: “– Escolha o que quiser.” Lembro que o primeiro que li foi “O Natal de Poirot”. Adorei e li muitos desta autora. Jorge sabia das coisas e me fez ler no início algo fácil e instigante, que me cativaria e criaria em mim o hábito da leitura. Depois, outros entraram no meu gosto, como José de Alencar, José Lins do Rego, Fernando Sabino e o impagável <a href="http://www.machadodeassis.org.br/" target="_blank">Machado de Assis</a>, que considero meu verdadeiro professor de redação.</p>
<p>Anos mais tarde, sem querer me tornei redatora. Nesta época eu já lia de tudo, de bula de remédio a lista telefônica&#8230;rs E entendi porque eu gostava tanto de escrever cartões de natal e aniversário para os amigos na adolescência, sempre com mensagens extensas e cheias de emotividade. Eu já era escritora sem saber. Um belo dia resolvi fazer uma pós. &#8220;– Em quê?&#8221;, pensei. Em Literatura Infanto-Juvenil. Foi somente aí, neste curso, que vim ter maior contato com livros para crianças, aqueles que me faltaram na infância, e vou contar pra vocês: foi um grande prazer escolher, tocar e ler aqueles livros como se eu tivesse de novo 10 anos. Li <a href="http://lobato.globo.com/" target="_blank">Monteiro Lobato</a> (que luxo!), <a href="http://www.anamariamachado.com/" target="_blank">Ana Maria Machado</a>, Ruth Rocha e tantos mais. Minha criança interior ficou bem satisfeita, confesso. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-241" title="Sítio do Pipapau Amarelo" src="http://devoltapracasa.wordpress.com/files/2009/10/sitio_picapau.jpg" alt="Sítio do Pipapau Amarelo" width="500" height="344" /></dt>
</dl>
</div>
<h3 style="text-align:center;">&#8220;Um país de faz com homens e livros.&#8221; Monteiro Lobato</h3>
<p>Hoje é o <strong>Dia Nacional do Livro</strong>, repito. Uma data para ser comemorada com pomba e circunstância. Todo mundo deveria fazer a gentileza de dar um livro de presente a uma criança pelo menos uma vez na vida. É o maior presente que podemos oferecer, para estimular nossas crianças a serem adultos melhores.</p>
<p>Curtam este lindo vídeo e leiam sempre. Vale a pena.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ASdHSmNGUoU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ASdHSmNGUoU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historinhas malcriadas]]></title>
<link>http://sabordeler.wordpress.com/2009/09/23/historinhas-malcriadas/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 11:52:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>profsuraia</dc:creator>
<guid>http://sabordeler.wordpress.com/2009/09/23/historinhas-malcriadas/</guid>
<description><![CDATA[Será que as histórias para crianças precisam ser sempre bem comportadas? Para responder a esta pergu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="comic"><strong>Será que as histórias para crianças precisam ser sempre bem comportadas? Para responder a esta pergunta, podemos formular outra: as crianças são sempre comportadas? Descubra as respostas no encantador livro da <a title="Ruth Rocha" href="http://sabordeler.wordpress.com/2009/09/23/ruth-rocha/" target="_blank">Ruth Rocha</a></strong></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ruth Rocha]]></title>
<link>http://sabordeler.wordpress.com/2009/09/23/ruth-rocha/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 11:50:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>profsuraia</dc:creator>
<guid>http://sabordeler.wordpress.com/2009/09/23/ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Ruth só foi escrever a sua primeira história aos 39 anos. Na época, trabalhava na revista Recreio, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><font size="4" face="comic"><strong></strong></font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="comi"><strong>Ruth só foi escrever a sua primeira história aos 39 anos. Na época, trabalhava na revista Recreio, e sua amiga Sônia Robato, que havia feito o projeto da revista, insistia para Ruth escrever uma história infantil. Era final dos anos 60, e começo de uma década que revolucionou a produção de textos para o público jovem, no Brasil. Mas Ruth achava que não devia escrever livro algum, não se via escritora. Foi então Sônia que tomou uma decisão drástica: trancou a amiga em um quarto e a mandou escrever.</strong></font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="comi"><strong>O resultado é conhecido do grande público: os livros de Ruth Rocha são lidos e reconhecidos por quase todos os leitores mirins. Depois do primeiro, <i>Palavras, muitas palavras, </i>vieram mais de 100. Muitos deles revolucionários na forma e linguagem, como <i>Nicolau teve uma idéia, </i>e outros que marcaram época questionando os valores da sociedade, como <i>O reizinho mandou,</i> que era um apelo à liberdade de expressão, e um manifesto contra a ditadura. Escreveu livros também que se tornaram enorme sucesso de vendas, como <i>Marcelo, Marmelo, Martelo. </i>Tantas vezes premiada, já traduzida para mais de 25 idiomas.</strong></font></p>
<p align="justify"><font color="#000080" size="4" face="comi"><strong>Ela nasceu em 1931, em São Paulo, mas é filha de cariocas. Tem quatro irmãos, uma filha e dois netos.&#160; Teve infância feliz em Vila Mariana, em São Paulo.&#160; Estudou Sociologia.&#160; Já escreveu uma centena de livros e ganhou os mais importantes prêmios da literatura infanto-juvenil.&#160; Seu livro mais conhecido é “Marcelo, marmelo, martelo”</strong></font></p>
<div style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:6acacaa1-5b9f-4302-b1e9-64eb460451b7" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/fCatlQ5siZk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/fCatlQ5siZk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
</div>
<p align="justify"><strong><font color="#000080" size="4">Veja mais sobre a autora:</font></strong></p>
<p align="justify"><strong><font color="#000080" size="4"><a title="Ruth Rocha - Site Ofiial" href="http://www2.uol.com.br/ruthrocha/home.htm" rel="tag" target="_blank">Site Oficial</a></font></strong></p>
<p align="justify"><strong><font color="#000080" size="4"><a title="Ruth no museu da pessoa: entrevistas, biografia, fotos, voz, bibliografia" href="http://189.126.116.44/museuDaPessoa/memoriasDaLiteratura/autores.cfml" target="_blank">Museu da pessoa</a></font></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fábulas do Esopo]]></title>
<link>http://seboletraselivros.wordpress.com/2009/09/15/fabulas-do-esopo/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 20:31:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>alineguedes</dc:creator>
<guid>http://seboletraselivros.wordpress.com/2009/09/15/fabulas-do-esopo/</guid>
<description><![CDATA[    Fábulas de Esopo Ruth Rocha R$4,00       Nota: A  presente obra encontra-se em bom estado de con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-498" title="SAPO" src="http://seboletraselivros.wordpress.com/files/2009/09/sapo.jpg?w=298" alt="SAPO" width="238" height="240" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Fábulas de Esopo</span></h1>
<h2 style="text-align:center;">Ruth Rocha</h2>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">R$4,00</span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"> </span></h1>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><strong>Nota:</strong> A  presente obra encontra-se em bom estado de conservação, contém, apenas, algumas marcações à lápis e manchas amareladas causadas pelo tempo.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"> </span></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><strong>Dados Técnicos:</strong></span></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Ano: 1999</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">N</span><span style="color:#000000;">úmero de Páginas: 29</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Editora: FTD</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Conservação de Capa: Ótimo estado</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Conservação do miolo: Ótimo estado</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Acabamento: Capa Dura</span></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;"><span style="color:#000000;">Idioma: Português</span></div>
</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Comprar: <a href="mailto:seboletraselivros@gmail.com">seboletraselivros@gmail.com</a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong>Tels: (11) 8140-2123(Plantão) / (11) 2225-3461</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Frete não incluso.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ana Maria Machado e Ruth Rocha encantam crianças e adultos na Bienal]]></title>
<link>http://texturaslij.wordpress.com/2009/09/15/ana-maria-machado-e-ruth-rocha-encantam-criancas-e-adultos-na-bienal/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 20:12:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Augusto</dc:creator>
<guid>http://texturaslij.wordpress.com/2009/09/15/ana-maria-machado-e-ruth-rocha-encantam-criancas-e-adultos-na-bienal/</guid>
<description><![CDATA[Deu no Prosa online (por Guilherme Freitas, 12/9/2009): Comemorando 40 anos de carreira dedicada aos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Deu no <em>Prosa online </em>(<em>por Guilherme Freitas, 12/9/2009</em>):</p>
<blockquote><p><img class="alignright size-full wp-image-133" title="12_CHA_cult_ruthana1" src="http://texturaslij.wordpress.com/files/2009/09/12_cha_cult_ruthana1.jpg" alt="12_CHA_cult_ruthana1" width="240" height="165" />Comemorando 40 anos de carreira dedicada aos livros e às crianças, as escritoras Ruth Rocha e Ana Maria Machado participaram nesta sexta-feira de um debate com clima de encontro de amigas. A mesa &#8220;40 anos formando e encantando leitores&#8221; reuniu o maior público do Café Literário até agora, atraindo muitas crianças, e adultos em número ainda maior, o que mostra como a obra das duas influenciou as gerações que se formaram nessas últimas quatro décadas. Numa conversa descontraída, as duas recordaram a longa amizade, falaram sobre a importância de Monteiro Lobato e criticaram as tendências atuais na literatura para crianças:</p>
<p>- Tenho notado muitos livros que fazem uma coisa politicamente correta, de auto-ajuda. Nesses livros, todo mundo é tão bonzinho, tão certinho, ninguém mais atira o pau no gato&#8230; Acho isso uma tendência triste. É muito artificial, não é literatura &#8211; lamentou Ruth.</p>
<p>Ana Maria fez coro com a amiga:</p>
<p>- Se nós duas começassemos hoje, dificilmente seríamos publicadas. A geração que começou na nossa época, eu, Ruth, Ziraldo, Marina Colasanti e outros, não era formada por pedagogos, éramos intelectuais esmagados pela ditadura que escoavam o que queriam dizer nos livros infantis.</p>
<p>O discurso politizado pode surpreender quem esperava apenas um debate sobre contos da carochinha, mas tanto Ruth quanto Ana Maria deixaram claro, desde o início da conversa, que suas preocupações na hora de escrever vão além de colocar as crianças para dormir. As duas falaram com admiração de Monteiro Lobato, cujas preocupações sociais elas se orgulham de ter herdado:</p>
<p>- Lobato fala do petróleo, da reforma agrária, da guerra, da ecologia. Ele tinha uma preocupação social grande e não temia passar isso para as crianças. Nós, que vivemos acontecimentos políticos muito marcantes na nossa geração, somos filhas do Monteiro Lobato &#8211; disse Ruth.</p>
<p>Para Ana Maria, é um erro tratar as crianças de forma infantilizada. Autora de muitos livros &#8220;adultos&#8221; (distinção que ela detesta) e de uma coletânea de poemas lançada recentemente (&#8220;Sinais do Mar&#8221;, Cosac Naify), ela diz que o escritor não deve alterar muito a linguagem para se comunicar com crianças:</p>
<p>- É claro que para a criança existem questões de vocabulário, o texto tem que ser mais concreto, sem muitas descrições nem abstrações. Um erro muito comum nos escritores iniciantes é dizer coisas como: &#8220;A esperança é aquilo que se guarda no cantinho do coração!&#8221; Mas a criança não entende nada disso&#8230; Não existe diferença na linguagem para adulto e para criança.</p>
<p>Adultos ou crianças, todos na plateia se divertiram com a conversa das amigas, que a partir de cada pergunta do mediador ou da plateia embarcavam num longo diálogo, uma interrompendo a outra, rindo e lembrando boas histórias. Houve espaço até para pequenas confissões, como a admiração de Ruth por um personagem de seriados infantis da TV politicamente incorretíssimo:</p>
<p>- Eu adoro o Chaves! Tem um diálogo ingênuo, infantil. Aquele Chaves é tão feinho, tão pobrinho, tão engraçadinho&#8230;</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vale a pena ler Ruth Rocha]]></title>
<link>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/07/29/vale-a-pena-ler-ruth-rocha/</link>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 03:17:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Telma e Karina</dc:creator>
<guid>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/07/29/vale-a-pena-ler-ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Mais um estória divertida de Ruth Rocha para mostrar que as crianças são bem mais espertas do que se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um estória divertida de Ruth Rocha para mostrar que as crianças são bem mais espertas do que se imagina e que a sua inteligência não pode ser subestimada.</p>
<p><strong>COMO SE FOSSE DINHEIRO</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1343" title="2911098856_bb27413624" src="http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/files/2009/07/2911098856_bb274136241.jpg" alt="2911098856_bb27413624" width="470" height="313" /><br />
</strong></p>
<p><strong>Todos os dias Catapimba levava dinheiro para escola para comprar o lanche.</strong></p>
<p><strong> Chegava no bar, comprava um sanduíche e pagava seu Lucas.</strong></p>
<p><strong>Mas seu Lucas nunca tinha troco.</strong></p>
<p><strong> Um dia, Catapimba reclamou de seu Lucas:</strong></p>
<p><strong>- Seu Lucas, eu não quero bala, quero meu troco em dinheiro.</strong></p>
<p><strong>- Ora, menino, eu não tenho troco. Que é que eu posso fazer?</strong></p>
<p><strong>- Ah, eu não sei! Só sei que quero meu troco em dinheiro!</strong></p>
<p><strong>- Ora, bala é como se fossa dinheiro, menino? Ora essa&#8230;</strong></p>
<p><strong>Catapimba ainda insistiu umas duas ou três vezes.</strong></p>
<p><strong>A resposta era sempre a mesma:</strong></p>
<p><strong>- Ora, menino, bala é como se fosse dinheiro&#8230; Então, leve um chiclete, se não gosta de bala.</strong></p>
<p><strong> Aí, Catapimba resolveu dar um jeito.</strong></p>
<p><strong>No dia seguinte, apareceu com um embrulhão de baixo do braço. Os colegas queriam saber o que era. Catapimba ria e respondia;</strong></p>
<p><strong>- Na hora do recreio, vocês vão ver&#8230;</strong></p>
<p><strong> E, na hora do recreio, todo mundo viu.</strong></p>
<p><strong>Catapimba comprou o seu lanche. Na hora de pagar, abriu o embrulho. E tirou de dentro&#8230; uma galinha.</strong></p>
<p><strong>Botou a galinha em cima do balcão.</strong></p>
<p><strong>- Que é isso, menino? &#8211; perguntou seu Lucas.</strong></p>
<p><strong>- É pra pagar o sanduíche, seu Lucas. Galinha é como se fosse dinheiro&#8230; o senhor pode me dar troco, por favor?</strong></p>
<p><strong>Os meninos estavam esperando para ver o que seu Lucas ia fazer.</strong></p>
<p><strong>Seu Lucas ficou um tempão parado, pensando&#8230;</strong></p>
<p><strong>Aí colocou uma moedas no balcão:</strong></p>
<p><strong>- Está aí seu troco, menino!</strong></p>
<p><strong>E pegou a galinha, para acabar com a confusão.</strong></p>
<p><strong> No dia seguinte, todas as crianças apareceram com embrulhos debaixo do braço.</strong></p>
<p><strong>No recreio, todo mundo foi comprar lanche.</strong></p>
<p><strong>Na hora de pagar&#8230;</strong></p>
<p><strong>Teve gente que queria pagar com raquete de pingue-pongue, com papagaio de papel, com vidro de cola, com geléia de jabuticaba&#8230;</strong></p>
<p><strong> O Armandinho quis pagar um sanduíche de mortadela com o sanduíche de goiabada que ele tinha levado&#8230;</strong></p>
<p><strong> Teve gente que também levou galinha, pato, peru&#8230;</strong></p>
<p><strong>E, quando seu Lucas reclamava, a resposta era sempre a mesma;</strong></p>
<p><strong>- Ué, seu Lucas, é como se fosse dinheiro&#8230;</strong></p>
<p><strong> Mas seu Lucas ficou chateado mesmo quando apareceu o Caloca puxando um bode.</strong></p>
<p><strong>Aí, seu Lucas correu e chamou a diretora.</strong></p>
<p><strong> Dona Júlia veio e contaram pra ela o que estava acontecendo.</strong></p>
<p><strong>E sabe o que ela achou?</strong></p>
<p><strong>Pois achou que as crianças tinham razão..</strong></p>
<p><strong>- Sabe, seu Lucas &#8211; ela falou -, bode não é como se fosse dinheiro. Galinha também não é. Até aí o senhor tem razão. Mas bala também não é como se fosse dinheiro muito menos chiclete.</strong></p>
<p><strong>Seu Lucas se desculpava:</strong></p>
<p><strong>- É, mas eu não tive troco?</strong></p>
<p><strong>- Aí, o senhor anota, e no outro dia paga.</strong></p>
<p><strong> Os meninos fizeram uma festa, deram pique-pique pra dona Júlia e tudo.</strong></p>
<p><strong>Naquele dia, nem houve mais aula.</strong></p>
<p><strong>Mas o melhor de tudo é que todos do bairro ficaram sabendo do caso.</strong></p>
<p><strong> E, agora, seu Pedro da farmácia não dá mais comprimidos de troco, seu Ângelo do mercado não dá mais mercadoria como se fosse dinheiro.</strong></p>
<p><strong>Afinal, ninguém quer receber um bode em pagamento, como se fosse dinheiro. É, ou não é?</strong></p>
<p>(Fonte: http://www.uol.com.br/ruthrocha/home.htm)</p>
<p>Karina</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A contadora de histórias]]></title>
<link>http://simbioticos.wordpress.com/2009/06/11/a-contadora-de-historias/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 23:12:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>simbioticos</dc:creator>
<guid>http://simbioticos.wordpress.com/2009/06/11/a-contadora-de-historias/</guid>
<description><![CDATA[Em meio as polêmicas que envolvem a adoção escolar dos livros Aventuras provisórias de Cristovão Tez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Em meio as polêmicas que envolvem a adoção escolar dos livros Aventuras provisórias de Cristovão Tezza e Poesia do dia de Joca Reiners Terron, um exemplo duradouro entre literatura e educação tem sido o da escritora infantil Ruth Rocha.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">A autora de Marcelo Marmelo Martelo completa 40 anos de carreira com a reedição de mais de 130 títulos pela editora Salamandra, que agora detém exclusividade sobre as obras da escritora. Os livros vão receber novo projeto gráfico, editorial e outras ilustrações.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">&#8220;A distribuição no Brasil era muito precária, então sempre espalhei minha obra por várias editoras, porque uma era melhor no Norte, outra no Sul. Mas isso mudou. Recebi uma oferta boa, o relançamento significa confiança&#8221;, contou a escritora em entrevista por telefone. Nesse momento inicial, saem as primeiras produções literárias escritas por Ruth. Publicadas originalmente pela revista Recreio, a partir de 1969, essas histórias integram a série Vou te contar!, direcionadas às crianças em fase de alfabetização.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">A coleção envolve os títulos Borba, o gato, O coelhinho que não era da Páscoa, A arca de Noé, Macacote e Porco Pança, Nosso amigo Ventinho, Uma história com mil macacos, O trenzinho do Nicolau, Um amigo do Rei, Um macaco pra frente e Mil pássaros pelo céu. As edições ganharam uma unidade por conta do novo projeto editorial, mas cada livro recebeu um tratamento particular dado pelos diferentes ilustradores que tiveram total liberdade para recriar visualmente as histórias de Ruth Rocha. O próximo pacote de obras deve sair até setembro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Na contramão das atuais turbulências envolvendo livros escolares, a escritora desenvolveu algumas orientações para se manter por quatro décadas como um dos principais nomes do segmento infantil. &#8220;Tento evitar temas abstratos, porque as crianças sentem dificuldade em compreendê-los. Também evito uma linguagem formal, para não cansar. Acho que, por conviver com crianças, sinto o que elas podem entender&#8221;, explicou Ruth.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Mas, apesar dessas limitações, autora defende que as histórias não subestimem seus leitores. &#8220;A criança aprende vendo, começa a falar o que escuta. É preciso confiar na capacidade dela em aprender&#8221;, analisou. Alguns dos seus livros falam sobre temas espinhosos como racismo, escravidão de índios e direitos humanos. &#8220;Meu mestre foi Monteiro Lobato, sempre se preocupando com problemas sociais. Tem a ver com minha formação de socióloga também&#8221;, apontou.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Talvez por isso a obra de Ruth Rocha tenha sobrevivido ao longo de 40 anos de carreira, mantendo-se atrativa em meio a desenhos animados, cinema 3D, videogames e mangás. &#8220;As crianças não mudaram, tanto que Marcelo Marmelo Martelo continua sendo meu livro mais vendido. O comportamento mudou um pouco, mas os sonhos são os mesmos. Quem mudou nesse tempo acho que fui eu. Fiquei mais séria, já fui mais engraçada&#8221;, observou a escritora.</div>
<div><strong>A contadora de histórias</strong><br />
Thiago Corrêa</div>
<div></div>
<div>Em meio as polêmicas que envolvem a adoção escolar dos livros <em>Aventuras provisórias</em> de Cristovão Tezza e <em>Poesia do dia</em> , coletânea que traz um polêmico poema de Joca Reiners Terron, um exemplo duradouro entre literatura e educação tem sido o da escritora infantil Ruth Rocha. A autora de <em>Marcelo Marmelo Martelo</em> completa 40 anos de carreira com a reedição de mais de 130 títulos pela editora Salamandra, que agora detém exclusividade sobre as obras da escritora. Os livros vão receber novo projeto gráfico, editorial e outras ilustrações.</div>
<div>&#8220;A distribuição no Brasil era muito precária, então sempre espalhei minha obra por várias editoras, porque uma era melhor no Norte, outra no Sul. Mas isso mudou. Recebi uma oferta boa, o relançamento significa confiança&#8221;, contou a escritora em entrevista por telefone. Nesse momento inicial, saem as primeiras produções literárias escritas por Ruth. Publicadas originalmente pela revista Recreio, a partir de 1969, essas histórias integram a série Vou te contar!, direcionadas às crianças em fase de alfabetização.</div>
<div>A coleção envolve os títulos <em>Borba, o gato</em>, <em>O coelhinho que não era da Páscoa</em>, <em>A arca de Noé</em>, <em>Macacote e Porco Pança</em>, <em>Nosso amigo Ventinho</em>, <em>Uma história com mil macacos</em>, <em>O trenzinho do Nicolau</em>, <em>Um amigo do Rei</em>, <em>Um macaco pra frente</em> e <em>Mil pássaros pelo céu</em>. As edições ganharam uma unidade por conta do novo projeto editorial, mas cada livro recebeu um tratamento particular dado pelos diferentes ilustradores que tiveram total liberdade para recriar visualmente as histórias de Ruth Rocha. O próximo pacote de obras deve sair até setembro.</div>
<div>Na contramão das atuais turbulências envolvendo livros escolares, a escritora desenvolveu algumas orientações para se manter por quatro décadas como um dos principais nomes do segmento infantil. &#8220;Tento evitar temas abstratos, porque as crianças sentem dificuldade em compreendê-los. Também evito uma linguagem formal, para não cansar. Acho que, por conviver com crianças, sinto o que elas podem entender&#8221;, explicou Ruth.</div>
<div>Mas, apesar dessas limitações, autora defende que as histórias não subestimem seus leitores. &#8220;A criança aprende vendo, começa a falar o que escuta. É preciso confiar na capacidade dela em aprender&#8221;, analisou. Alguns dos seus livros falam sobre temas espinhosos como racismo, escravidão de índios e direitos humanos. &#8220;Meu mestre foi Monteiro Lobato, sempre se preocupando com problemas sociais. Tem a ver com minha formação de socióloga também&#8221;, apontou.</div>
<div>Talvez por isso a obra de Ruth Rocha tenha sobrevivido ao longo de 40 anos de carreira, mantendo-se atrativa em meio a desenhos animados, cinema 3D, videogames e mangás. &#8220;As crianças não mudaram, tanto que <em>Marcelo Marmelo Martelo</em> continua sendo meu livro mais vendido. O comportamento mudou um pouco, mas os sonhos são os mesmos. Quem mudou nesse tempo acho que fui eu. Fiquei mais séria, já fui mais engraçada&#8221;, observou a escritora.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["O menino que quase virou cachorro"]]></title>
<link>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/05/11/o-menino-que-quase-virou-cachorro/</link>
<pubDate>Mon, 11 May 2009 15:46:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Telma e Karina</dc:creator>
<guid>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/05/11/o-menino-que-quase-virou-cachorro/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma estória de Ruth Rocha para alegrar e ensinar a criançada. Porque criança também tem voz ati]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais uma estória de Ruth Rocha para alegrar e ensinar a criançada. Porque criança também tem voz ativa e merece atenção.</p>
<p><strong>O Menino que Quase Virou Cachorro</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1081" title="claim" src="http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/files/2009/05/claim.jpg" alt="claim" width="300" height="251" /></p>
<p><strong>&#8220;Miguel era um menino bacana.</strong></p>
<p><strong>Brincalhão, inteligente, amigo dos amigos.</strong></p>
<p><strong>E ele era muito amigo do Tanaka, um outro menino brincalhão, inteligente e descolado.</strong></p>
<p><strong>Os dois conversavam muito, sobre uma porção de coisas.</strong></p>
<p><strong>Um dia o Miguel disse pro Tanaka:</strong></p>
<p><strong>-Cê sabe, Tanaka, eu acho que eu sou invisível.</strong></p>
<p><strong>-Invisível? Como assim? Eu estou vendo você muito bem&#8230;</strong></p>
<p><strong>- Não – disse o Miguel – não sou invisível pra todo mundo, não. Só pros meus pais. Eles olham pra mim, mas acho que eles não me enxergam!</strong></p>
<p><strong>O Tanaka ficou espantado. E então eles combinaram que iriam à casa do Miguel só pro Tanaka ver.</strong></p>
<p><strong>No sábado, na hora do almoço Tanaka chegou, como eles tinham combinado.</strong></p>
<p><strong>Miguel abriu a porta, mandou o amigo entrar e anunciou a todos que já estavam sentados pra almoçar :</strong></p>
<p><strong>-Eu trouxe o Tanaka pra almoçar conosco!</strong></p>
<p><strong>A mãe do Miguel levantou, botou um a cadeira pro Tanaka, foi buscar um prato, um copo e os talheres.</strong></p>
<p><strong>Enquanto isso ia conversando:</strong></p>
<p><strong>-Olá, Tanaka, faz tempo que você não aparece! E sua mãe vai bem? E sua irmã, tão bonitinha, sua irmã&#8230;</strong></p>
<p><strong>Mas nem olhou pro Miguel.</strong></p>
<p><strong>Miguel sentou-se, serviu-se, comeu, e ninguém olhou pra ele. Tanaka ficou reparando.</strong></p>
<p><strong>Então o Miguel fez uma pergunta pro pai, mas ele estava prestando atenção à TV e só fez:</strong></p>
<p><strong>-Shhh&#8230;</strong></p>
<p><strong>Quando os meninos saíram o Tanaka estava espantado, mas ele disse:</strong></p>
<p><strong>-Acho que as famílias são assim mesmo. Ninguém presta atenção aos filhos&#8230;</strong></p>
<p><strong>O Miguel ainda falou:</strong></p>
<p><strong>-Pois é, quando eu saio com meu pai é ainda pior! Meu pai fala comigo como se eu fosse o cachorro “Anda!”, “Anda logo!” “Espera!” “Anda!” “Vem logo!”</strong></p>
<p><strong>Na semana seguinte Miguel saiu com o pai. E como ele tinha dito o pai só dizia “Anda!”, “Vem logo!”</strong></p>
<p><strong>Miguel foi ficando bravo.</strong></p>
<p><strong>Aí quando o pai, mais uma vez disse “Anda!” Miguel latiu:</strong></p>
<p><strong>-Au, au, au, au!</strong></p>
<p><strong>O pai olhou espantado, mas o ônibus estava chegando e eles tomaram o ônibus.</strong></p>
<p><strong>Quando desceram o pai continuou: Anda, para, espera, vem logo!</strong></p>
<p><strong>Miguel latiu outra vez:</strong></p>
<p><strong>-Au, au, au, au!</strong></p>
<p><strong>O pai olhou espantado:</strong></p>
<p><strong>-Que é isso, menino, vem!</strong></p>
<p><strong>E o Miguel:</strong></p>
<p><strong>-Au, au, au, au!</strong></p>
<p><strong>-Pára com isso! – o pai respondeu – Vem!</strong></p>
<p><strong>Miguel resolveu parar, porque achou que o pai estava ficando bravo&#8230;</strong></p>
<p><strong>Mas na outra semana havia um casamento de uma prima e o pai levou o Miguel para comprar uma roupa. Nem perguntou o que ele queria. Já foi escolhendo uma calça comprida, uma camisa, um suéter e &#8230; uma gravata.</strong></p>
<p><strong>Miguel não falou nada, porque ninguém perguntou. Mas ele pensou: “Eu não vou botar gravata, nem morto. Eu não sou cachorro pra usar coleira&#8230;”</strong></p>
<p><strong>No dia do casamento Miguel tomou banho, se vestiu, calçou os sapatos, que também eram novos, mas não botou a gravata.</strong></p>
<p><strong>O pai dele chamou: “Vem aqui.&#8221; Miguel chegou perto do pai e disse:</strong></p>
<p><strong>- Eu não quero botar gravata. Parece coleira.</strong></p>
<p><strong>O pai nem respondeu. Ele disse:</strong></p>
<p><strong>-Vem!</strong></p>
<p><strong>E foi botando a gravata no pescoço do Miguel e dando um laço e apertando o laço e o Miguel começou a uivar.</strong></p>
<p><strong>-Aúúúúúúú!</strong></p>
<p><strong>O pai ficou espantado, mas continuou a apertar o laço e a dizer:</strong></p>
<p><strong>-Fica quieto! Não se mexa!</strong></p>
<p><strong>-Pare com isso!</strong></p>
<p><strong>E então o laço estava tão apertado que o Miguel não aguentou. Tacou uma mordida na mão do pai.</strong></p>
<p><strong>O pai ficou furioso, cheio de “Que é issos” e de “ Para já com issos” e de “Vam’ver, vam’veres”.</strong></p>
<p><strong>A mãe veio lá de dentro pra ver o que estava acontecendo e o Miguel disse:</strong></p>
<p><strong>-Se não querem que eu vire cachorro, não me tratem como cachorro!</strong></p>
<p><strong>O pai olhou pra mãe.</strong></p>
<p><strong>A mãe olhou pra pai.</strong></p>
<p><strong>-Que é isso – disse a mãe – ninguém trata você como cachorro!</strong></p>
<p><strong>E o Miguel respondeu:</strong></p>
<p><strong>-Então não me ponham coleira! Não me chamem “Vem”. Eu tenho nome.</strong></p>
<p><strong>O Miguel, nesse dia, foi ao casamento sem coleira&#8230; quer dizer, sem gravata.</strong></p>
<p><strong>E o Tanaka e contou que quando foi à casa do Miguel, na semana passada, os pais falavam com ele direitinho:</strong></p>
<p><strong>-Quer mais feijão, Miguel?</strong></p>
<p><strong>-Me passa a batatinha, filho?&#8221;</strong></p>
<p>Karina</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais Ruth Rocha]]></title>
<link>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/04/16/mais-ruth-rocha/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 23:50:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Telma e Karina</dc:creator>
<guid>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/04/16/mais-ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Já falamos sobre Ruth Rocha no blog, salientando como a escritora paulistana consegue entrar no imag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><img class="aligncenter size-full wp-image-963" title="786044_bright_idea" src="http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/files/2009/04/786044_bright_idea.jpg" alt="786044_bright_idea" width="300" height="213" /></span></p>
<p>Já falamos sobre Ruth Rocha no blog, salientando como a escritora paulistana consegue entrar no imaginário das crianças com maestria. Seus livros, amplamente premiados, são, além de diversão para as crianças, uma forma de aprendizado sobre valores e sobre como lidar com os conflitos e com as adversidades que a vida impõe desde cedo.</p>
<p>Sempre que possível postaremos dicas de livros e trechos da obra dessa escritora maravilhosa.</p>
<p>Hoje colocaremos a estória &#8220;O que os olhos não veem&#8221;, que de forma acessível incute na mente da criança a consciência política e revela o poder do povo.</p>
<p>Não deixem de ler para seus filhos, sobrinhos, netos etc:</p>
<p><strong>O que os olhos não veem</strong></p>
<p><strong>Havia uma vez um rei<br />
num reino muito distante,<br />
que vivia em seu palácio<br />
com toda a corte reinante.<br />
Reinar pra ele era fácil,<br />
ele gostava bastante. </strong></p>
<p><strong>Mas um dia, coisa estranha!<br />
Como foi que aconteceu?<br />
Com tristeza do seu povo<br />
nosso rei adoeceu.<br />
De uma doença esquisita,<br />
toda gente, muito aflita,<br />
de repente percebeu&#8230;</strong></p>
<p><strong>Pessoas grandes e fortes<br />
o rei enxergava bem.<br />
Mas se fossem pequeninas,<br />
e se falassem baixinho,<br />
o rei não via ninguém.</strong></p>
<p><strong>Por isso, seus funcionários<br />
tinham de ser escolhidos<br />
entre os grandes e falantes,<br />
sempre muito bem nutridos.<br />
Que tivessem muita força,<br />
e que fossem bem nascidos.<br />
E assim, quem fosse pequeno,<br />
da voz fraca, mal vestido,<br />
não conseguia ser visto.<br />
E nunca, nunca era ouvido.</strong></p>
<p><strong>O rei não fazia nada<br />
contra tal situação;<br />
pois nem mesmo acreditava<br />
nessa modificação.<br />
E se não via os pequenos<br />
e sua voz não escutava,<br />
por mais que eles reclamassem<br />
o rei nem mesmo notava.</strong></p>
<p><strong>E o pior é que a doença<br />
num instante se espalhou.<br />
Quem vivia junto ao rei<br />
logo a doença pegou.<br />
E os ministros e os soldados,<br />
funcionários e agregados,<br />
toda essa gente cegou.</strong></p>
<p><strong>De uma cegueira terrível,<br />
que até parecia incrível<br />
de um vivente acreditar,<br />
que os mesmos olhos que viam<br />
pessoas grandes e fortes,<br />
as pessoas pequeninas<br />
não podiam enxergar.</strong></p>
<p><strong>E se, no meio do povo,<br />
nascia algum grandalhão,<br />
era logo convidado<br />
para ser o assistente<br />
de algum grande figurão.<br />
Ou senão, pra ter patente<br />
de tenente ou capitão.<br />
E logo que ele chegava,<br />
no palácio se instalava;<br />
e a doença, bem depressa,<br />
no tal grandalhão pegava.</strong></p>
<p><strong>Todas aquelas pessoas,<br />
com quem ele convivia,<br />
que ele tão bem enxergava,<br />
cuja voz tão bem ouvia,<br />
como num encantamento,<br />
ele agora não tomava<br />
o menor conhecimento&#8230;</strong></p>
<p><strong>Seria até engraçado<br />
se não fosse muito triste;<br />
como tanta coisa estranha<br />
que por esse mundo existe.</strong></p>
<p><strong>E o povo foi desprezado,<br />
pouco a pouco, lentamente.<br />
Enquanto que próprio rei<br />
vivia muito contente;<br />
pois o que os olhos não vêem,<br />
nosso coração não sente.</strong></p>
<p><strong>E o povo foi percebendo<br />
que estava sendo esquecido;<br />
que trabalhava bastante,<br />
mas que nunca era atendido;<br />
que por mais que se esforçasse<br />
não era reconhecido.</strong></p>
<p><strong>Cada pessoa do povo<br />
foi chegando à convicção,<br />
que eles mesmos é que tinham<br />
que encontrar a solução<br />
pra terminar a tragédia.<br />
Pois quem monta na garupa<br />
não pega nunca na rédea!</strong></p>
<p><strong>Eles então se juntaram,<br />
Discutiram, pelejaram,<br />
E chegaram à conclusão<br />
Que, se a voz de um era fraca,<br />
Juntando as vozes de todos<br />
Mais parecia um trovão.</strong></p>
<p><strong>E se todos, tão pequenos,<br />
Fizessem pernas de pau,<br />
Então ficariam grandes,<br />
E no palácio real<br />
Seriam logo avistados,<br />
Ouviriam os seus brados,<br />
Seria como um sinal.</strong></p>
<p><strong>E todos juntos, unidos,<br />
fazendo muito alarido<br />
seguiram pra capital.<br />
Agora, todos bem altos<br />
nas suas pernas de pau.<br />
Enquanto isso, nosso rei<br />
continuava contente.<br />
Pois o que os olhos não vêem<br />
nosso coração não sente&#8230;</strong></p>
<p><strong>Mas de repente, que coisa!<br />
Que ruído tão possante!<br />
Uma voz tão alta assim<br />
só pode ser um gigante!<br />
- Vamos olhar na muralha.<br />
- Ai, São Sinfrônio, me valha<br />
neste momento terrível!<br />
Que coisa tão grande é esta<br />
que parece uma floresta?<br />
Mas que multidão incrível!</strong></p>
<p><strong>E os barões e os cavaleiros,<br />
ministros e camareiros,<br />
damas, valetes e o rei<br />
tremiam como geléia,<br />
daquela grande assembléia,<br />
como eu nunca imaginei!</strong></p>
<p><strong>E os grandões, antes tão fortes,<br />
que pareciam suportes<br />
da própria casa real;<br />
agora tinham xiliques<br />
e cheios de tremeliques<br />
fugiam da capital.</strong></p>
<p><strong>O povo estava espantado<br />
pois nunca tinha pensado<br />
em causar tal confusão,<br />
só queriam ser ouvidos,<br />
ser vistos e recebidos<br />
sem maior complicação.</strong></p>
<p><strong>E agora os nobres fugiam,<br />
apavorados corriam<br />
de medo daquela gente.<br />
E o rei corria na frente,<br />
dizendo que desistia<br />
de seus poderes reais.<br />
Se governar era aquilo<br />
ele não queria mais!</strong></p>
<p><strong>Eu vou parar por aqui<br />
a história a que estou contando.<br />
O que se seguiu depois<br />
cada um vá inventando.<br />
Se apareceu novo rei<br />
ou se o povo está mandando,<br />
na verdade não faz mal.<br />
Que todos naquele reino<br />
guardam muito bem guardadas<br />
as suas pernas de pau.</strong></p>
<p><strong>Pois temem que seu governo<br />
possa cegar de repente.<br />
E eles sabem muito bem<br />
que quando os olhos não veem<br />
nosso coração não sente.</strong></p>
<p> (Editora Salamandra &#8211; Ano 2003 &#8211; Ilustrações de Carlos Brito &#8211; recomendado a partir dos 8 anos de idade)</p>
<p> Karina</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O homem e a galinha, por Ruth Rocha]]></title>
<link>http://profmi.wordpress.com/2009/03/19/o-homem-e-a-galinha-por-ruth-rocha/</link>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 21:28:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miriam Fajardo</dc:creator>
<guid>http://profmi.wordpress.com/2009/03/19/o-homem-e-a-galinha-por-ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras. Um dia a galinha botou u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Era uma vez um homem que tinha uma galinha.<br />
Era uma galinha como as outras.<br />
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.<br />
O homem ficou contente. Chamou a mulher:<br />
- Olha o ovo que a galinha botou.<br />
A mulher ficou contente: &#8211; Vamos ficar ricos!<br />
E a mulher começou a tratar bem da galinha.<br />
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.<br />
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.<br />
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.<br />
Vai que o marido disse:<br />
- Pra que este luxo todo com a galinha?<br />
Nunca vi galinha comer pão-de-ló&#8230;<br />
Muito menos sorvete! Vai que a mulher falou:<br />
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!<br />
O marido não quis conversa:<br />
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.<br />
Aí a mulher disse:<br />
- E se ela não botar mais ovos de ouro?<br />
- Bota sim! &#8211; o marido respondeu.<br />
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.<br />
E a galinha botava um ovo de ouro.<br />
Vai que o marido disse:<br />
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão!<br />
A galinha pode muito bem comer milho.<br />
- E se ela não botar mais ovos de ouro?<br />
- Bota sim. &#8211; respondeu o marido.<br />
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.<br />
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.<br />
Vai que o marido disse:<br />
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?<br />
Ela que cate o de-comer no quintal!<br />
- E se ela não botar mais ovos de ouro?<br />
- Bota sim &#8211; o marido falou.<br />
E a mulher soltou a galinha no quintal.<br />
Ela catava sozinha a comida dela.<br />
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.<br />
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.<br />
Foi embora e não voltou mais.<br />
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.<br />
Ruth Rocha, Enquanto o mundo pega fogo,2. ed.<br />
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984.p.14-9.<br />
Questões de análise semiótica<br />
Questão 1<br />
Todos os dias a galinha bota um ovo de ouro. Botar ovos é o seu trabalho. O ovo de ouro é o produto do seu trabalho. No entanto ele não pertence a galinha, mas ao dono, que, ao fim de um certo período, estará rico. Qual o tema que se pode extrair dessas figuras?<br />
Questão 2<br />
Em troca do ovo de ouro (produto de seu trabalho), a dona dá sucessivamente a galinha: mingau, pão-de-ló e sorvete, farelo, milho. No final, não lhe dá nada. A galinha tem de catar o de comer no quintal. O que significa as figuras mingau, pão-de-ló, etc., considerando que elas constituem o que se recebe para produzir ovos de ouro?<br />
Questão 3<br />
As figuras mingau, sorvete, etc., mostram que a retribuição à galinha é cada vez menor, enquanto o fruto de seu trabalho permanece constante (todos os dias bota um ovo de ouro). Como gasta cada vez menos com a galinha, o homem vai ficar mais rico. Qual o tema que aparece sob essas figuras?<br />
Questão 4<br />
A Galinha foi embora porque quase não lhe davam nada em troca do que produzia. Dizem que está numa casa onde a tratam a pão-de-ló. Essas figuras recobrem que sentido mais abstrato?<br />
Questão 5<br />
A mulher estava preocupada com o bem-estar da galinha quando a tratava com mingau, sorvete e pão-de-ló? Aponte no texto uma frase que justifica sua resposta.<br />
Questão 6<br />
Se compararmos este texto de Ruth Rocha às fábulas, poderemos transpor para as relações humanas. Que contextualização verifica-se em um terceiro nível de leitura?<br />
Fonte: Free file sharin</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Autores favoritos das crianças]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/03/11/autores-favoritos-das-criancas/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 15:30:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/03/11/autores-favoritos-das-criancas/</guid>
<description><![CDATA[      ***   Apesar de eu não estar ligada diretamente à educação, por causa das minhas escolhas de p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2704" title="leitura-criancas-lendo-ilustracao" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/03/leitura-criancas-lendo-ilustracao.jpg" alt="leitura-criancas-lendo-ilustracao" width="510" height="430" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>***</p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Apesar de eu não estar ligada diretamente à educação, por causa das minhas escolhas de postagem, dando ênfase a livros e poesia para os jovens, freqüentemente amigos e conhecidos me perguntam o que comprar para um presente para um jovem leitor. <span> </span>E eu me acho na posição extremamente delicada de sem conhecer a personalidade do pequeno leitor ir dando palpites na esperança de não errar muito feio. <span> </span>Por coincidência, hoje voltei a um portal sobre livros que não visitava há muito tempo:<a title="Ranking dos autores favoritos" href="http://www.oyo.com.br" target="_blank"> <strong>Oyo </strong></a>e encontrei por lá uma lista dos autores preferidos entre leitores infanto-juvenis com os respectivos livros favoritos. <span> </span>A amostra é muito pequena, mas já dá para se ter uma idéia do que anda lendo este leitor infanto-juvenil.<span>  </span>Repasso aqui a lista dos 10 primeiros colocados e a sugestão dos dois livros mais favorecidos pelas crianças, um o recomendado pelo portal, o outro entre os mais vendidos do autor.<span>  </span>Isto é válido para a maioria na lista a não ser os seguintes casos: há dois autores cujos livros não foram especificados.<span>  </span>Os Irmãos Grimm e Rubem Alves, respectivamente os 4° e 8° colocados. <span> </span>Neste caso, fui ver a obra destes autores que se encontra entre as mais vendidas e coloquei aqui como sugestão. <span> </span>E há Antoine Saint-Exupéry que fica simplesmente com o <strong><em>Pequeno Príncipe</em></strong>. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Autores favoritos para leitura infanto-juvenil:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">1º<span>    </span>Monteiro Lobato <span> </span>&#8211; <strong><em>Memórias da Emília</em></strong> e </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                       </span><span>     </span><strong><em>O saci</em></strong> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">2º<span>    </span>J. K. Rowling <span> </span>&#8211; <strong><em>Harry Potter e as relíquias da morte</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                   </span><span>   </span><strong><em>Harry Potter e<span>  </span>o prisioneiro de Azkaban</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">3º<span>    </span>Antoine de Saint-Exupéry – <strong><em>O pequeno príncipe</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">4º<span>    </span>Irmãos Grimm – <strong><em>A guardadora de gansos e </em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                  </span><span>   </span><span> </span>Os seis criados do príncipe</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">5º<span>    </span>Ana Maria Machado – <strong><em>Cinco estrelas</em></strong> [antologia poética]</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                            </span><span>      </span><strong><em>O menino que espiava para dentro </em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">6º<span>    </span>Ruth Rocha – <strong><em>Marcelo Marmelo Martelo e outras histórias</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                               </span><span> </span>Quem tem medo de dizer não?</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">7º<span>    </span>Pedro Bandeira &#8212; <span> </span><strong><em>A marca de uma lágrima</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                     </span><span>   </span>A onça e o saci</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">8º<span>    </span>Rubem Alves – <strong><em>O país dos dedos gordos</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                 </span><span>  </span>Lagartixas e dinossauros</span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">9º<span>    </span>Walcyr Carrasco – <strong><em>A corrente da vida</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                  </span><span>   </span><span>    </span>As asas do Joel </span></span></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">10º<span>    </span>Thalita Rebouças <span> </span>&#8211; <strong><em>Fala sério, mãe!</em></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"><span>                                    </span><span>  </span><span>     </span><span> </span><span>  </span>Fala sério, amiga!</span></span></em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[G]]></title>
<link>http://123macaquinhodochines.wordpress.com/2009/02/17/g/</link>
<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 15:14:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>serradalua</dc:creator>
<guid>http://123macaquinhodochines.wordpress.com/2009/02/17/g/</guid>
<description><![CDATA[Galo com dor de garganta Gargareja Depois canta Ruth Rocha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-187" title="galo00" src="http://123macaquinhodochines.wordpress.com/files/2009/02/galo00.gif" alt="galo00" width="207" height="194" /></p>
<p style="text-align:center;">Galo com dor de garganta</p>
<p style="text-align:center;">Gargareja</p>
<p style="text-align:center;">Depois canta</p>
<p style="text-align:center;"><em>Ruth Rocha</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Reizinho Mandão: aprendizado fundamental para crianças]]></title>
<link>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/02/11/o-reizinho-mandao-aprendizado-sem-limites-para-criancas/</link>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 15:24:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Telma e Karina</dc:creator>
<guid>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2009/02/11/o-reizinho-mandao-aprendizado-sem-limites-para-criancas/</guid>
<description><![CDATA[Já virou costume no blog darmos sugestões de livros e poemas infantis para atiçar o gosto pela leitu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-697" title="657681_nutcracker" src="http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/files/2009/02/657681_nutcracker.jpg" alt="657681_nutcracker" width="300" height="199" /></p>
<p>Já virou costume no blog darmos sugestões de livros e poemas infantis para atiçar o gosto pela leitura na garotada.</p>
<p>Hoje não será diferente. Convidamos os leitores a oferecerem um belo presente para seus filhos, sobrinhos, netos e amigos de tenra idade: o livro &#8220;O Reizinho Mandão&#8221; da consagrada escritora e membro da Academia Brasileira de Letras Ruth Rocha.</p>
<p>Ruth é paulistana, nasceu em 1931 e, ao longo de sua vida profissional, escreveu inúmeros títulos para a garotada, tendo recebido diversos prêmios em razão de seu brilhantismo e de sua vocação para falar para crianças. Seu livro mais conhecido é &#8220;Marcelo, Marmelo, Martelo&#8221;, que atingiu a espetacular marca de vender mais de 1 milhão de exemplares.</p>
<p>Já falamos de passagem neste livro aqui no blog. Mas vale a pena um post só pra ele. O &#8220;Reizinho Mandão&#8221; narra a estória de um rei arbitrário e prepotente, que cria leis absurdas para serem seguidas em seu reino. Tem mania de mandar as pessoas calarem a boca a todo momento e é tão egoísta e arrogante, que as pessoas passam a ficar cada dia mais caladas, até que não falam mais absolutamente nada, desaprendem a falar.</p>
<p>Neste momento da narrativa, finalmente o déspota percebe que está agindo mal. Trata-se de um livro infantil imperdível, pela narrativa e também pelas interessantes ilustrações, de autoria de Walter Ono. Um maravilhoso aprendizado para a criançada sobre caráter, atitude, liberdade de expressão e mesmo sobre a importância da democracia.</p>
<p>Abaixo, postaremos apenas um trecho da obra apenas a título de aperitivo:</p>
<p><strong>&#8220;&#8230;</strong></p>
<p><strong>Precisa ver que reizinho chato que ele ficou!</strong></p>
<p><strong>Mandão, teimoso, implicante, xereta!</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Ele era tão xereta, tão mandão</strong></p>
<p><strong>que queria mandar em</strong></p>
<p><strong>tudo o que acontecia no reino.</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Quando eu digo tudo, era tudo mesmo!</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>A diversão do reizinho era fazer leis</strong></p>
<p><strong>e mais leis. E as leis que ele fazia</strong></p>
<p><strong>eram as mais absurdas do mundo.</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Olhem só esta lei:</strong></p>
<p><strong>&#8220;Fica terminantemente proibido cortar a unha</strong></p>
<p><strong>do dedão do pé direito em noite de lua cheia!&#8221;</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Agora, por que é que o reizinho queria mandar</strong></p>
<p><strong>no dedão das pessoas,</strong></p>
<p><strong>isso ninguém jamais vai saber.</strong></p>
<p><strong>&#8230;</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>As pessoas, então, foram ficando</strong></p>
<p><strong>cada vez mais quietas,</strong></p>
<p><strong>cada vez mais caladas.</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>É que todo mundo tinha medo</strong></p>
<p><strong>de levar pito do rei.</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>E de tanto ficarem caladas</strong></p>
<p><strong>as pessoas foram esquecendo</strong></p>
<p><strong>como é que se falava.&#8221;</strong></p>
<p> </p>
<p>Telma</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[poesia para todos]]></title>
<link>http://gmsp.wordpress.com/2008/11/08/poesia-para-todos/</link>
<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 16:14:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>H.</dc:creator>
<guid>http://gmsp.wordpress.com/2008/11/08/poesia-para-todos/</guid>
<description><![CDATA[hoje ganhamos nosso primeiro livro da Ruth Rocha (tirando os milhares da biblioteca da casa da vovó)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><a href="http://gmsp.wordpress.com/files/2008/11/quem_tem_medo_do_novo.jpg"></a>hoje ganhamos nosso primeiro livro da <a href="http://www2.uol.com.br/ruthrocha/home.htm">Ruth Rocha </a>(tirando os milhares da biblioteca da casa da vovó). lançamento da Editora Global, faz parte de uma coleçãozinha que trata de vários tipos de medo. tããão legal! os títulos, em forma de perguntas, sempre começam com &#8220;Quem tem medo de&#8230; ?&#8221;. e as ilustrações de <a href="http://marianamassarani.blogspot.com/">Mariana Massarani </a>são d-e-m-a-i-s, dizem muitíssimo. o nosso é o <a href="http://www.globaleditora.com.br/Loader.aspx?ucontrol=bWVudUhvbWUsZmljaGFMaXZybw==&#38;livroID=4516">&#8220;Quem tem medo do novo?&#8221;</a>. redundante dizer que é o máximo, né&#8230;? na verdade, é poema em forma de livro. rimas lindas. eu, lendo a primeira vez em voz alta, quase chorei de tão bonitinho:</p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
daquilo que é novo?<br />
Que quando aparece<br />
a gente se assusta<br />
porque não conhece?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de mudar de casa?<br />
Morar numa rua,<br />
olhar na janela<br />
e ver uma turma<br />
que não é a sua?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de mudar de escola?<br />
Entrar numa classe<br />
onde ninguém dá cola<br />
e a pessoa mais bonita<br />
não dá a menor bola?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de sair de casa<br />
e ir a um lugar<br />
onde nunca passou<br />
e ficar pensando&#8230;<br />
Onde é que eu estou?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de provar um prato<br />
que nunca comeu?<br />
E pensar&#8230;<br />
Será que isso é bife de gato?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de cortar o cabelo<br />
e ficar com cara<br />
de pesadelo?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de aprender inglês,<br />
aprender a nadar<br />
ou a falar francês?<br />
Tomar lições de dança&#8230;<br />
Quem é que tem medo<br />
de tanta mudança?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de ser diferente?<br />
Chamar a atenção<br />
de quase toda gente?<br />
Botar uma roupa<br />
meio escandalosa,<br />
assim como umas calças<br />
todas cor-de-rosa?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de aprender um jogo,<br />
não saber jogar<br />
e passar por bobo?</em></p>
<p><em>E você? Tem medo<br />
de telefonar<br />
e alguém atender,<br />
começar a falar<br />
e você não saber<br />
como se comportar?</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
de escutar uma idéia<br />
de uma outra pessoa<br />
e ver que essa idéia<br />
é uma idéia boa?<br />
E de jogar fora<br />
sua idéia antiga,<br />
sem muita discussão,<br />
sem nenhuma briga&#8230;</em></p>
<p><em>Mudar de idéia<br />
às vezes demora.<br />
A gente não pode<br />
mudar toda hora.</em></p>
<p><em>Mas ficar teimando<br />
numa idéia só<br />
é uma coisa boba.<br />
Ora, tenha dó!</em></p>
<p><em>Quem é que tem medo<br />
afinal de crescer?<br />
Já que tudo isso<br />
é apenas viver&#8230;</em></p>
<p><em>A gente não gosta<br />
de ser diferente.<br />
Mas goste ou não goste,<br />
tem que andar pra frente!<br />
Voar como o vento!<br />
Pois quem pára é poste:<br />
A vida é movimento!</em></p>
<p>como tudo o que é bom de verdade, não importa se é feito ou não pra criança, mexe com qualquer um: adulto, velho, novo&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-179 aligncenter" title="quem_tem_medo_do_novo" src="http://gmsp.wordpress.com/files/2008/11/quem_tem_medo_do_novo.jpg" alt="quem_tem_medo_do_novo" width="135" height="176" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem tem medo do ridículo? - Ruth Rocha]]></title>
<link>http://educacaoepedagogia.wordpress.com/2008/09/16/quem-tem-medo-do-ridiculo-ruth-rocha/</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 19:54:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>epedagogia</dc:creator>
<guid>http://educacaoepedagogia.wordpress.com/2008/09/16/quem-tem-medo-do-ridiculo-ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Agosto 15, 2008 Todo mundo tem seus medos: De escuro ou de furacão De cachorro ou de galinha De polí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:8.5pt;color:#000000;font-family:&#34;">Agosto 15, 2008 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Todo mundo tem seus medos:<br />
De escuro ou de furacão<br />
De cachorro ou de galinha<br />
De polícia ou de ladrão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Mas o medo mais terrível<br />
É de fazer, de repente<br />
Um papel muito ridículo<br />
No meio de toda gente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Ridículo dá mais medo<br />
Do que cair de avião,<br />
Do que dar trombada em poste,<br />
Do que tiro de canhão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Dá mais medo que fantasma,<br />
Mais medo até que dentista,<br />
Mais que cair de cabeça,<br />
Que trombar com terrorista.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Imagine ir numa festa<br />
Com a turma lá da escola,<br />
Sua mãe bota em você<br />
Sua roupa mais FRAJOLA…<br />
Calça comprida, sapato,<br />
Cabelo bem penteado,<br />
Camisa com colarinho,<br />
E um paletó alinhado!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Quando chega, você vê,<br />
A turma de jeans rasgado!<br />
De camiseta e boné,<br />
E tênis bem desbotado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">É coisa de apavorar.<br />
A vida da gente estraga<br />
Dá vontade de matar!<br />
Que mico que a gente paga!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Outra coisa que apavora,<br />
Que nos dá muita aflição,<br />
É um dia de sabatina<br />
Não sabermos a lição…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Mas às vezes dá mais medo,<br />
De saber uma lição,<br />
Que a classe inteira não sabe.<br />
Você banca o caretão!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">E veja se não dá medo,<br />
De vez em quando, na escola,<br />
Todo mundo está falando,<br />
Não está dando a menor bola,<br />
No meio do barulhão,<br />
De repente a gente fala.<br />
E neste mesmo momento,<br />
A classe inteira se cala.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Sua voz sai esquisita.<br />
Com um jeito muito infeliz,<br />
E quase sempre é besteira.<br />
Aquilo que a gente diz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">A gente gosta do irmão<br />
Ainda mais pequenininho<br />
Mas às vezes, dá vergonha,<br />
Carregar nosso irmãozinho!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Quando a gente está com a turma,<br />
E a mãe da gente aparece,<br />
Às vezes é o maior mico<br />
Que a gente paga e não esquece!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">No meio de uma conversa,<br />
Causa grande sofrimento,<br />
Não conseguir segurar,<br />
Soltar um pum barulhento…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Soltar pum é natural<br />
Que qualquer pessoa faz.<br />
Mas conforme a situação<br />
É ridículo demais!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Se pensarmos um bocado,<br />
Chegamos à conclusão,<br />
Que ridículo são todos:<br />
Depende da ocasião!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:12.1pt;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:&#34;">Por isso, cada um de nós,<br />
Será ridículo quando<br />
Ficar muito preocupado<br />
Com o que os outros tão pensando!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indicação de Livros para Crianças]]></title>
<link>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2008/08/07/indicacao-de-livros-para-criancas/</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 23:52:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Telma e Karina</dc:creator>
<guid>http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/2008/08/07/indicacao-de-livros-para-criancas/</guid>
<description><![CDATA[Como já dissemos neste blog, as crianças estão lendo cada vez menos! Precisamos incentivá-las a adot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://literaturaemcontagotas.files.wordpress.com/2008/08/reinacoes.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41" src="http://literaturaemcontagotas.wordpress.com/files/2008/08/reinacoes.jpg?w=142" alt="" width="142" height="164" /></a>Como já dissemos neste blog, as crianças estão lendo cada vez menos! Precisamos incentivá-las a adotar o hábito da leitura por prazer. A seguir indicamos alguns livros e autores interessantes  que agradam aos pequenos e aos adultos também!</p>
<p>- Fábulas de Esopo e Fábulas de La Fontaine: breves estórias, onde os principais personagens são animais. No desfecho, sempre uma lição de moral.</p>
<p>- Monteiro Lobato: nem é preciso dizer muito sobre esta indicação. Monteiro Lobato, reúne educação e diversão em seus livros. A coleção Sítio do Pica-Pau Amarelo é imperdível e no livro &#8220;Fábulas&#8221;, Lobato reescreve as fábulas de Esopo e La Fontaine, mas com comentários dos personagens do Sítio do Pica-Pau Amarelo - Emília, Pedrinho, Narizinho, Dna. Benta etc.</p>
<p>Outros livros interessantes:</p>
<p>- A Fada que tinha idéias, de Fernanda Lopes de Almeida &#8211; o livro conta a estória da revolucionária fadinha Clara Luz, que se rebela contra o superado livro de lições das fadas. Num texto muito divertido e com ótimas ilustrações, o que a autora pretende é levar o leitor a uma reflexão sobre o poder da capacidade de &#8220;inventar&#8221; e sobre a importância de ter idéias e opiniões próprias.</p>
<p>- Raul da Ferrugem Azul, de Ana Maria Machado &#8211; conta a estória do menino Raul que, intrigado com as manchas azuis que lhe saem frequentemente no corpo (e que só ele vê), resolve ir atrás de respostas para solucionar o problema. Acaba percebendo que a &#8220;ferrugem&#8221; aparece toda vez que ele se omite diante de alguma situação em que seria correto agir. É um ótimo livro que, com simplicidade, ensina as crianças a não se acovardarem diante dos obstáculos.</p>
<p>- O Reizinho Mandão, de Ruth Rocha &#8211; conta a estória de um rei mimado e autoritário que obriga todos os seus súditos a se calarem. Fala sobre autoritarismo e da importância da liberdade de expressão.</p>
<p>- A Bolsa Amarela, de Lígia Bojunga &#8211; estória de uma menina &#8211; Raquel - que vive conflitos interiores. Ela tem 3 vontades: ser homem, crescer e escrever. A bolsa amarela é o local onde Raquel guarda as suas vontades secretas. O livro prossegue com muita fantasia e principalmente muitas metáforas que ensinam a criança a superar os medos e a assumir seus desejos e sonhos.</p>
<p>Estes são alguns exemplos de títulos e de autores que realmente entendem de crianças. Mas o adultos também costumam se encantar com a leveza e com as lições que eles passam.</p>
<p>Boa leitura a todos!</p>
<p>Karina</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gabriela e a Titia ]]></title>
<link>http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/05/14/gabriela-e-a-titia/</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 15:13:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye4</dc:creator>
<guid>http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/05/14/gabriela-e-a-titia/</guid>
<description><![CDATA[Gabriela menina. Gabriela levada&#8230; Ô menina encapetada! Gabriela foi passear com a titia. A tit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Gabriela menina.<br />
Gabriela levada&#8230;<br />
Ô menina encapetada! </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Gabriela foi passear com a titia.<br />
A titia de Gabriela é engraçada,<br />
gorducha, tagarela. Mas Gabriela não<br />
gosta muito de conversa fiada.<br />
E a titia fala pelos cotovelos&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Titia pára para falar com o peixeiro:<br />
- Bom dia, seu Monteiro!<br />
Que dia lindo, não é?<br />
E patati, patatá&#8230;patati, patatá&#8230;<br />
A titia não pára de falar&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">A titia pára para falar com o padeiro:<br />
- Bom dia, seu Zé Maria! O pão está fresquinho?<br />
O pão está quentinho?<br />
E patati, patatá&#8230;Patati, patatá&#8230;<br />
A titia não pára de falar.<br />
A titia pára para falar com a florista:<br />
- Bom dia, dona Margarida! Como a loja está<br />
florida! Gabriela só fica olhando&#8230;<br />
se aborrecendo&#8230;enjoando&#8230;<br />
E a titia falando!</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Mas nesse dia&#8230;<br />
Lá vão Gabriela e a titia.<br />
E encontram uma coisa diferente, interessante realmente!<br />
Um realejo! Desses que tocam umas musiquinhas do tempo do onça, com um macaquinho<br />
engraçado que faz caretas e pede esmolas com<br />
um gorro na mão.<br />
Gabriela ficou encantada!</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Mas a titia está apressada:<br />
- Vamos embora, menina! Tenho tanto que fazer!<br />
Preciso comprar um fio de linha&#8230;<br />
Preciso comprar um alfinete&#8230;<br />
Preciso comprar um selo do correio&#8230;<br />
E lá vai a titia com a Gabriela pela mão.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">A GABRIELA?<br />
Lá se vai a titia com o macaco pela mão!<br />
- Vamos embora, menina! Tenho que<br />
comprar comida para o papagaio!</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">E Gabriela escapa para o outro lado.<br />
Vai se encontrar com os amigos.<br />
A turma da Gabriela é de amargar:<br />
o Marcelo, a Mariana,<br />
o Caloca, a Luciana,<br />
Geraldinho, Valdemar.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Vamos brincar de esconder?<br />
Gabriela convida.<br />
E a turma toda vai brincar de esconder.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Enquanto isso, lá vai a titia ao bazar do seu<br />
Maluf.<br />
Seu Maluf olha espantado.<br />
Dona Zulmira puxando um macaco pela mão!</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Coitada de Dona Zulmira! Está ficando<br />
caduca&#8230;” – ele pensa.<br />
- “E o pior é que ela conversa com o macaco”!</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">A titia é distraída e nem olha para<br />
Gabriela.<br />
“Seu Maluf está esquisito&#8230;” – ela pensa&#8230;<br />
“Está ficando caduco, coitado!<br />
Olhando pra mim de um jeito gozado&#8230;”<br />
Tia Zulmira sai do bazar. Vai pela rua puxando o macaco pela mão.<br />
E o macaco estende pra todo mundo o<br />
Gorrinho. Pedindo um dinheirinho&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">As pessoas olham espantadas para a<br />
tia Zulmira. Ela cumprimenta todo<br />
mundo muito séria.<br />
Vai puxando o macaquinho, que vai fazendo caretas pra todo lado.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Gabriela e a turminha já brincaram de tudo.<br />
Já foram ao parque de diversões andar<br />
de roda-gigante, já empinaram papagaio,<br />
já andaram de barco na represa&#8230;<br />
Só que começou a escurecer.<br />
Todo mundo correu pra casa pra jantar.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">Olhe lá a tia com o macaco pela mão. Já tem<br />
uma porção de gente atrás dela.<br />
E ela nem percebeu! Gabriela chega junto da tia<br />
Zulmira.<br />
Xii! Lá vem o homem do realejo!<br />
Gabriela tira a mão do macaco<br />
da mão da titia. Solta o macaco<br />
e põe a sua mão no lugar.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;">E a titia? A titia não percebe nada!<br />
A titia não pára de falar:<br />
Patati, patatá! Patati, patatá!</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><span style="font-size:11pt;color:black;font-family:Verdana;">Dona Zulmira levaGabriela para casa:<br />
- Gostou do passeio, minha filha?<br />
- Gostei muito, titia! Você nem pode<br />
imaginar como eu me diverti&#8230;<br />
Gabriela menina.<br />
Gabriela levada&#8230;<br />
Ô menina encapetada!</span></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong>Outras histórias:</strong></p>
<p><a title="Permanent Link to Os Três Porquinhos" rel="bookmark" href="http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/04/25/os-tres-porquinhos/"><span style="color:#006699;">Os Três Porquinhos</span></a></p>
<p><a title="Permanent Link to Cachinhos de Ouro" rel="bookmark" href="http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/04/10/cachinhos-de-ouro/"><span style="color:#006699;">Cachinhos de Ouro</span></a></p>
<p><a title="Permanent Link to Muita história pra contar." rel="bookmark" href="http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/04/08/muita-historia-pra-contar/"><span style="color:#006699;">Muita história pra contar</span></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brincadeiras de salão - Dentro e Fora]]></title>
<link>http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/2008/05/13/brincadeiras-de-salao-dentro-e-fora/</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 18:37:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye2</dc:creator>
<guid>http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/2008/05/13/brincadeiras-de-salao-dentro-e-fora/</guid>
<description><![CDATA[  Descrição/Objetivo: testar a rapidez de ação das crianças quando fornecida um “comando” Grau de Di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"> <span style="font-family:Verdana;"><span class="ctitulo1"><span style="font-size:9pt;"><span class="ctitulo1"><span style="font-size:11pt;"><strong><a href="http://jogoseducacaoinfantil.files.wordpress.com/2008/05/ruivo.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-47" src="http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/files/2008/05/ruivo.jpeg" alt="" width="303" height="421" /></a></strong></span></span></span></span></span></p>
<div><span style="font-family:Verdana;"></span></div>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><span class="ctitulo1"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"><strong>Descrição/Objetivo:</strong></span></span><span class="ctxtartigo1"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> testar a rapidez de ação das crianças quando fornecida um “comando” </span></span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span class="ctitulo1"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"><strong>Grau de Dificuldade:</strong></span></span><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> Simples</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span class="ctitulo1"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"><strong>N.º de crianças:</strong></span></span><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> no mínimo 2 (ideal: até 4)</span></p>
<p><span class="ctitulo1"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"><strong>N.º de adultos:</strong></span></span><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"> <span class="ctxtartigo1"><span style="font-family:'Trebuchet MS';">1 organizador</span></span></span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span class="ctitulo1"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"><strong>Requisitos</strong></span></span><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">: 1 razoável espaço numa sala que tenha um tapete (ou então tenha um chão com 2 tonalidades diferentes)</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span class="ctitulo1"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"><strong>Importante</strong></span></span><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">: o tapete deve estar bem firme no chão (preso por móveis, etc) para evitar escorregões perigosos.</span></p>
<p class="ctitulo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';"><strong>Regras/Funcionamento: </strong></span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">O organizador da brincadeira informa as crianças que em cima do tapete é a região conhecida como Dentro e fora do tapete é a região conhecida como Fora.</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Todas as crianças toda vão para fora do tapete, ou seja para “Fora” para que o jogo se inicie.</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">O organizador começa a falar em voz alta, as regiões para onde as crianças devem saltar e assim, se o organizador falar a palavra “dentro”, as crianças devem pular para cima do tapete (= “<strong>Dentro</strong>”) e quando falar a palavra “<strong>fora</strong>”, as crianças devem pular para fora do tapete (=“Fora”)</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">O organizador continua a falar as palavras mágicas (“<strong>Dentro ou Fora</strong>”) num intervalo cada vez mais curto (3 a 5 segundos) de forma absolutamente aleatória: Dentro, Fora, Dentro, Dentro, Fora, Dentro, Dentro, Fora, Fora, etc.</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Como o tempo é curto e a cada mudança de palavra, as crianças devem obedecer e saltar, o risco de que algumas delas cometa um erro é grande.</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Quando isto acontece, as crianças que erraram são eliminadas desta rodada.</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Convém lembrar que os erros são de 2 tipos: a criança pode saltar para “<strong>Dentro</strong>” (ou “<strong>Fora</strong>”) indevidamente ou “esquecer” de saltar.</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Quando só sobrar uma criança na rodada, ela é declarada vencedora desta rodada e ganha 1 ponto.</span></p>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:11pt;font-family:'Trebuchet MS';">Sucedem-se 5, 10 ou 15 rodadas e declara-se vencedora a criança que tiver mais pontos.</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">_____________________________________________________</span></span></span></p>
<p> </p>
<p></span></div>
<p class="ctxtartigo" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><strong>Posts anteriores:</strong></span></p>
<p><a href="http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/2008/05/08/homenagem-as-mamaes/" target="_blank">Homenagem às Mamães</a></p>
<p><a href="http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/2008/04/22/boas-maneiras-com-a-turminha/" target="_blank">Boas maneiras com a turminha</a></p>
<p><a href="http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/2008/04/14/pequena-sereia-para-cantar-colorir-e-se-divertir/" target="_blank">Pequena Sereia para cantar, colorir e se divertir!</a></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">_____________________________________________________</span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Histórinha de hoje: Bom Dia, Todas as Cores!]]></title>
<link>http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/04/04/historinha-de-hoje-bom-dia-todas-as-cores/</link>
<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 19:26:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye4</dc:creator>
<guid>http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/04/04/historinha-de-hoje-bom-dia-todas-as-cores/</guid>
<description><![CDATA[Bom Dia, Todas as Cores! Meu amigo Camaleão acordou de bom humor. - Bom dia, sol, bom dia, flores, b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:'Bodoni MT';"><b><span style="font-size:16pt;color:#9f028e;font-family:'Bodoni MT';">Bom Dia, Todas as Cores!</span></b></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p><span style="font-family:'Bodoni MT';">Meu amigo Camaleão acordou de bom humor.<br />
- Bom dia, sol, bom dia, flores,<br />
bom dia, todas as cores!</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Lavou o rosto numa folha<br />
Cheia de orvalho, mudou sua cor<br />
Para a cor-de-rosa, que ele achava<br />
A mais bonita de todas, e saiu para<br />
O sol, contente da vida.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Meu amigo Camaleão estava feliz<br />
Porque tinha chegado a primavera.<br />
E o sol, finalmente, depois de<br />
Um inverno longo e frio, brilhava,<br />
Alegre, no céu.<br />
- Eu hoje estou de bem com a vida<br />
- Ele disse. &#8211; quero ser bonzinho<br />
Pra todo mundo&#8230;</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Logo que saiu de casa,<br />
O Camaleão encontrou<br />
O professor pernilongo.<br />
O professor pernilongo toca<br />
Violino na orquestra<br />
Do Teatro Florestal.<br />
- Bom dia, professor!<br />
Como vai o senhor?<br />
- Bom dia, Camaleão!<br />
Mas o que é isso, meu irmão?<br />
Por que é que mudou de cor?<br />
Essa cor não lhe cai bem&#8230;<br />
Olhe para o azul do céu.<br />
Por que não fica azul também?</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>O Camaleão,<br />
Amável como ele era,<br />
Resolveu ficar azul<br />
Como o céu da primavera&#8230;</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Até que numa clareira<br />
O Camaleão encontrou<br />
O sabiá-laranjeira:<br />
- Meu amigo Camaleão,<br />
Muito bom dia e você!<br />
Mas que cor é essa agora?<br />
O amigo está azul por quê?</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>E o sabiá explicou<br />
Que a cor mais linda do mundo<br />
Era a cor alaranjada,<br />
Cor de laranja, dourada.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Nosso amigo, bem depressa,<br />
Resolveu mudar de cor.<br />
Ficou logo alaranjado,<br />
Louro, laranja, dourado.<br />
E cantando, alegremente,<br />
Lá se foi, ainda contente&#8230;</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Na pracinha da floresta,<br />
Saindo da capelinha,<br />
Vinha o senhor louva-a-deus,<br />
Mais a família inteirinha.<br />
Ele é um senhor muito sério,<br />
Que não gosta de gracinha.<br />
- bom dia, Camaleão!<br />
Que cor mais escandalosa!<br />
Parece até fantasia<br />
Pra baile de carnaval&#8230;</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Você devia arranjar<br />
Uma cor mais natural&#8230;<br />
Veja o verde da folhagem&#8230;<br />
Veja o verde da campina&#8230;<br />
Você devia fazer<br />
O que a natureza ensina.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>É claro que o nosso amigo<br />
Resolveu mudar de cor.<br />
Ficou logo bem verdinho.<br />
E foi pelo seu caminho&#8230;</p>
<p></span><span style="font-family:'Bodoni MT';"><br />
Vocês agora já sabem como era o Camaleão.<br />
Bastava que alguém falasse, mudava de opinião.<br />
Ficava roxo, amarelo, ficava cor-de-pavão.<br />
Ficava de toda cor. Não sabia dizer NÃO.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Por isso, naquele dia, cada vez que<br />
Se encontrava com algum de seus amigos,<br />
E que o amigo estranhava a cor com que ele estava&#8230;<br />
Adivinha o que fazia o nosso Camaleão.<br />
Pois ele logo mudava, mudava para outro tom&#8230;</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Mudou de rosa para azul.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>De azul para alaranjado.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>De laranja para verde.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>De verde para encarnado.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Mudou de preto para branco.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>De branco virou roxinho.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>De roxo para amarelo.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"><br />
E até para cor de vinho&#8230;</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Quando o sol começou a se pôr no horizonte,<br />
Camaleão resolveu voltar para casa.<br />
Estava cansado do longo passeio<br />
E mais cansado ainda de tanto<br />
mudar de cor.<br />
Entrou na sua casinha.<br />
Deitou para descansar.<br />
E lá ficou a pensar:<br />
- Por mais que a gente se esforce,<br />
Não pode agradar a todos.<br />
Alguns gostam de farofa.<br />
Outros preferem farelo&#8230;<br />
Uns querem comer maçã.<br />
Outros preferem marmelo&#8230;<br />
Tem quem goste de sapato.<br />
Tem quem goste de chinelo&#8230;<br />
E se não fossem os gostos,<br />
Que seria do amarelo?</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Por isso, no outro dia, Camaleão levantou-se<br />
Bem cedinho.<br />
- Bom dia, sol, bom dia, flores,<br />
Bom dia, todas as cores!</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Lavou o rosto numa folha<br />
Cheia de orvalho,<br />
Mudou sua cor para<br />
A cor-de-rosa, que ele<br />
Achava a mais bonita<br />
De todas, e saiu para<br />
O sol, contente<br />
Da vida.</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p>Logo que saiu, Camaleão encontrou o sapo cururu,<br />
Que é cantor de sucesso na Rádio Jovem Floresta.<br />
- Bom dia, meu caro sapo! Que dia mais lindo, não?<br />
- Muito bom dia, amigo Camaleão!<br />
Mais que cor mais engraçada,<br />
Antiga, tão desbotada&#8230;<br />
Por que é que você não usa<br />
Uma cor mais avançada?</span><span style="font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">
<p>O Camaleão sorriu e disse para o seu amigo:<br />
- Eu uso as cores que eu gosto,<br />
E com isso faço bem.<br />
Eu gosto dos bons conselhos,<br />
Mas faço o que me convém.<br />
Quem não agrada a si mesmo,<br />
Não pode agradar ninguém&#8230;<br />
E assim aconteceu<br />
O que acabei de contar.<br />
Se gostaram, muito bem!<br />
Se não gostaram, AZAR!</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p><em>Ruth Rocha</em></span><span style="font-size:16pt;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ruth Rocha]]></title>
<link>http://betharr.wordpress.com/2008/03/30/ruth-rocha/</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 17:41:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>betharr</dc:creator>
<guid>http://betharr.wordpress.com/2008/03/30/ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[              À escritora que encantou os educandos (dos mais novos aos adolescentes, inesquecível s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><b><br />
<b></b></b><b><b></b></b><b><b></b></b><b><b></b></b><b><b></b></b><b><b></b></b><b><b></p>
<div align="center"><img border="0" width="240" src="http://farm3.static.flickr.com/2192/2374619544_984f3af468_m.jpg" alt="Ruth Rocha e amigas" height="240" /></div>
<div align="justify"></div>
<p><b><br />
<b></p>
<div align="justify">              À escritora que encantou os educandos (dos mais novos aos adolescentes, inesquecível suas intervenções no desenho animado &#8220;A Odisséia&#8221;)  meu agradecimento. </div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify">            Estivemos lá, em sua entronização na Academia Paulista de Letras. Bem ocupada a cadeira 38. Vida longa, Ruth Rocha! Continue dando à luz, seus rebentos  imaginativos.</div>
<div align="justify">           </div>
<div align="justify">             Do discurso de posse da Ruth Rocha, no registro da Vera, eternizado o momento. <a href="http://br.youtube.com/watch?v=btuBtpqNJxo"><font color="#ff99cc">Aqui.</font></a></div>
<p></b></b></p>
<p></b></b></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ruth Rocha]]></title>
<link>http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/03/13/ruth-rocha/</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 13:41:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye4</dc:creator>
<guid>http://historiasinfantis.wordpress.com/2008/03/13/ruth-rocha/</guid>
<description><![CDATA[Borba, o gato Borba, o gato, e Diogo, o cão, eram muito amigos. Desde muito pequenos foram criados n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><b><span style="font-size:28pt;color:navy;font-family:'Script MT Bold';"><img align="right" src="http://historiasinfantis.wordpress.com/files/2008/03/borba.jpg" alt="borba.jpg" /></span></b></p>
<p><b><span style="font-size:28pt;color:navy;font-family:'Script MT Bold';">Borba, o gato</span></b><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"><br />
</span><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"><br />
Borba, o gato, e Diogo, o cão, eram muito amigos.<br />
Desde muito pequenos foram criados no mesmo quintal e, assim, foram ficando cada vez mais unidos.</span><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';">Brincavam de pegador, de amarelinha e de mocinho e bandido.<br />
Essa era a brincadeira de que eles mais gostavam.<br />
Ás vezes, Borba era o mocinho e Diogo o bandido.<br />
Outras vezes, era o contrário.</span><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';">Vocês já ouviram falar que duas pessoas brigam como cão e gato?<br />
Pois os nossos amigos nunca brigavam, apesar de serem realmente cão e gato.</p>
<p>De vez em quando, Diogo arreliava um pouquinho Borba, cantando:<br />
- Atirei o pau no ga-to-to, mas o ga-to-to não morreu-reu-reu&#8230;<br />
Mas o Borba nem ligava e eles continuavam amigos.</p>
<p>Quando chegou a hora de irem para escola, Diogo, que era um cão policial, resolveu estudar na escola da polícia.</p>
<p>Borba foi cantar a mãe:<br />
- Sabe, mamãe? Eu também vou ser policial.<br />
Dona Gata riu:<br />
- Onde é que já se viu gato policial?<br />
- Ora, mamãe, se existe cachorro policial, por que é que não pode haver gato policial?</p>
<p>Dona Gata explicou:<br />
- Meu filho, gatos são gatos, cachorros são cachorros.<br />
Existe gato siamês, gato angorá&#8230;existiu até aquele célebre Gato-de-Botas.<br />
Mas gato policial, isso nunca houve.</p>
<p>- Mas, mamãe, só porque nunca houve não quer dizer que não possa aparecer um.<br />
Afinal, é a minha vocação&#8230;</p>
<p>Diogo, todos os dias, trazia exercícios para fazer em casa:<br />
- Hoje eu tenho que descobrir quem é que rouba o leite da casa de dona Marocas. Você quer me ajudar?</p>
<p>Borba sempre queria.<br />
Mas, cada vez que ia ajudar seu amigo, arranjava uma boa trapalhada&#8230;<br />
Mas o Borba não desistia:<br />
- Sabe, Diogo?<br />
Eu tenho escutado uns barulhos muito estranhos, de noite. Deve ser algum ladrão. Vamos ver se a gente pega?</p>
<p>E os dois saíram, de madrugada, para pegar o ladrão&#8230;<br />
Que não era ladrão nenhum, era só o padeiro!</p>
<p>A mãe de Borba já estava zangada:<br />
- Vamos acabar com esses passeios no meio da noite!<br />
Criança precisa dormir bastante!</p>
<p>- Mas, mamãe, todos os gatos andam à noite pelos telhados.<br />
- Isso são os gatos grandes. Você ainda é muito pequeno.<br />
- Ah, mamãe, assim você atrapalha minha carreira!<br />
E Borba continuava a treinar para policial.</p>
<p>E explicava a Diogo:<br />
- Eu preciso reabilitar a raça felina.<br />
Em todas as histórias, os ratos são bonzinhos e os gatos são malvados. Veja os desenhos animados.<br />
Veja Tom e Jerry! É uma injustiça. Eu vou mostrar a todo mundo que os gatos são grandes homens, quer dizer, grandes gatos&#8230;</p>
<p>O tempo passou e Diogo recebeu seu diploma. Ganhou uma linda farda e todas as noites fazia a ronda do bairro:<br />
- PRIIIUUUUU! PRIIIUUUUU!&#8230;</p>
<p>Borba ainda tinha esperanças de vir a ser um policial e por isso saía sempre com o seu amigo.<br />
Uma noite, quando vinham passando pela casa do seu Godofredo, viram alguma coisa muito suspeita no telhado:</p>
<p>- O que é aquilo? – perguntou Diogo.<br />
- Desta vez juro que é um ladrão.<br />
- Mas eu não sei subir no telhado.<br />
Como é que eu faço?<br />
- Quem não tem cão caça com gato – disse o Borba.<br />
- Deixa que eu vou.</p>
<p>E subiu pela calha como só os gatos sabem fazer.<br />
Aproximou-se do ladrão por trás e &#8230;<br />
- MIAAAUUUUUU!</p>
<p>O ladrão levou tamanho susto que despencou do telhado, caindo bem em cima do Diogo.<br />
O Borba ainda gritou:<br />
- Cuidado, Diogo!<br />
Se ele te pega, faz cachorro-quente!</p>
<p>Mas o ladrão, que era o ladrão de galinhas, estava tão assustado que não conseguiu nem fugir.</p>
<p>- Está preso em nome da lei! – disse Diogo, todo satisfeito, pois era o primeiro ladrão que ele prendia.</p>
<p>Borba vinha descendo do telhado, todo orgulhoso.<br />
Toda a vizinhança aplaudia os dois amigos:<br />
- Agora podemos dormir sossegados!</p>
<p>Diogo levou seu prisioneiro para a delegacia e explicou, direitinho, como é que tinha prendido o ladrão.</p>
<p>O delegado quis logo conhecer o Borba e deu a ele uma condecoração:<br />
- Parabéns, seu Borba!<br />
O senhor daria um grande policial!</p>
<p>Borba piscou para o Diogo.<br />
E foi admitido na corporação, mesmo sem fazer o curso.</p>
<p>Afinal, ele já tinha dado provas de ser um bom policial.<br />
E ganhou o cargo de guarda dos telhados.</p>
<p>E agora, todas as noites, enquanto Diogo vigia as ruas, Borba cuida do seu setor.</p>
<p>A rua deles é a mais bem guardada da cidade.</p>
<p>Pois tem um policial na rua e um no telhado:<br />
Borba, o gato.<span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
<p><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"></span></p>
<p><span style="color:navy;font-family:'Trebuchet MS';"><em>Ruth Rocha</em></span></p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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