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	<title>salafismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/salafismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "salafismo"</description>
	<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 07:22:53 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Yo estoy ideologizado]]></title>
<link>http://jjoaquinpi.wordpress.com/2009/06/18/yo-estoy-ideologizado/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 17:36:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>jjoaquinpi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Me pregunto cuándo la opinión pública y, espero, al menos, una parte de sus votantes de partidos que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Me pregunto cuándo la opinión pública y, espero, al menos, una parte de sus votantes de partidos que más fielmente lo representan, pasarán a considerar al neoliberalismo y a la &#8220;cultura&#8221; engendrada por el mismo como obsoleta, contraproducente, destructiva, absurda, irracional, ilógica y acientífica con la misma rapidez y decisión que esos mismos neoliberales, con Fukuyama como pensador-ariete, se precipitaron a hacer con una de las tradiciones intelectuales europeas más ricas, fecundas y heterogéneas de Europa como es el marxismo. ¿Que las ideologías han muerto? ¿Que el mundo es y será dominado irremisiblemente por una sola potencia con un sistema económico y una escala de valores muy determinada después de 1991? Eso quisieran algunos. Esto es una falacia cuando se intenta presentar ante nuestros ojos como una certeza y no como una hipótesis, como una tesis constatada empíricamente cuando en realidad es un dogma de fe.</p>
<p>Por muy dogmáticas y disparatadas que sean estas tesis, es evidente que tienen un calado preocupante, pese a la crisis económica engendrada por este sistema, dentro del cual, quienes estarían llamados a afanarse en el cambio del mismo, en la transición a un nuevo modelo o en su reforma profunda, solo pueden/podemos -ay, lo reconozco- esbozar, balbuceantes, cuatro ideas inconexas que se quedan en el maquillaje del engendro para hacerlo más presentable, cuando no en buenas palabras. Y ello da que pensar, más cuando, en su sustrato ideológico, parece herido de muerte. No deja de sorprenderme cómo, antes del inicio de la década de los noventa, lo contrario de capitalismo sólo podía ser comunismo de tipo soviético o chino, lo contrario de democracia liberal burguesa sólo podía ser dictadura y, lo contrario de libre mercado, economía de planificación estatal. Habiendo hecho aguas y habiéndose hundido por completo el &#8221;socialismo real&#8221;, más conocido como comunismo, la ideología neoliberal ha creado otro monstruo apocalíptico para mantener la eterna dicotomía de nosotros frente a ellos, de <em>buenos</em> frente a <em>malos</em>, de <em>civilizados</em> frente a <em>incivilizados</em>, de <em>avanzados</em> frente a <em>atrasados</em>, de <em>verdad </em>frente a <em>creencia</em>.  Si el neoliberalismo colocaba en la segunda categoría de las parejas de conceptos mencionadas a la población que habitaba en países dominados por el modelo soviético, el derrumbe de los mismos ha precisado la creación de una nueva cabeza de turco personificada, parece ser, en el mundo musulmán.</p>
<p>Refiero todo esto ante unas palabras del portavoz de Asuntos Exteriores del PP. Ante la perspectiva de la entrega a España de cuatro presos del penal de Guantánamo, por parte de Estados Unidos -que parece darlo por hecho-, Gustavo de Arístegui mostraba su &#8220;preocupación&#8221; alertando de que dichos ex-convictos puedan resultar ser terroristas potenciales o &#8220;personas fuertemente ideologizadas&#8221;. Quien esto escribe ha estado cavilando sobre estas palabras unos minutos, ¿qué diablos habrá querido decir este hombre? ¿Qué es según él &#8220;estar ideologizado&#8221;? ¿Tan malo es? ¿&#8221;Estar ideologizado&#8221;, para el señor Arístegui es ser musulmán? ¿Los &#8220;muy ideologizados&#8221; serán los musulmanes más fundamentalistas e intransigentes que pueden terminar abrazando la violencia? ¿Los católicos no están &#8220;ideologizados&#8221;? ¿Y los occidentales? ¿Es, entonces, el Islam una ideología? Creo que habría que escoger con más cuidado las palabras, que ciertas asociaciones de ideas evocan -creo- en más de uno de nosotros el enfrentamiento de bloques, que se creía ya superado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Uma marroquina trajando burca tem o pedido de nacionalidade francesa recusado, 12/07/08]]></title>
<link>http://migrepi.wordpress.com/2008/08/29/uma-marroquina-trajando-burca-tem-o-pedido-de-nacionalidade-francesa-recusado-120708/</link>
<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 21:40:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>migrepi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Le Monde, 12/07/08: Uma marroquina trajando burca tem o pedido de nacionalidade francesa recusado St]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Le Monde, 12/07/08:</p>
<p style="text-align:justify;">Uma marroquina trajando burca tem o pedido de nacionalidade francesa recusado</p>
<p style="text-align:justify;">Stéphanie Le Bars</p>
<p style="text-align:justify;">Seria a burca &#8211; a veste feminina mais radical do Islã, que cobre todo o corpo, até mesmo o rosto e os olhos &#8211; incompatível com a nacionalidade francesa? Uma marroquina de 32 anos, casada com um francês e mãe de três filhos nascidos na França, acaba de se ter a nacionalidade francesa recusada pelo motivo de que ela &#8220;adotou, em nome de uma prática radical da sua religião, um comportamento em sociedade incompatível com os valores essenciais da comunidade francesa, e principalmente o princípio de igualdade dos sexos&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Pela primeira vez na França, o Conselho de Estado, numa sentença proferida em 27 de junho, levou em consideração o nível de prática religiosa para pronunciar-se a respeito da capacidade de assimilação de uma pessoa estrangeira. Até então, na comunidade muçulmana, apenas pessoas consideradas como envolvidas com movimentos fundamentalistas ou que tivessem feito publicamente declarações favoráveis ao Islã radical se viram recusar a nacionalidade francesa. E, em todos estes casos, nenhuma delas optou por dar prosseguimento ao processo.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso de Faiza M., foram a vestimenta que ela costuma usar e a sua vida privada que serviram como argumentos para confirmar a recusa de lhe outorgar nacionalidade francesa. Invocando o princípio de liberdade religiosa garantido pela Constituição; além do fato de que, desde que ela se instalou na França, em 2000, ela &#8220;nunca agiu no sentido de questionar os valores fundamentais da República&#8221;, Faiza M. havia solicitado ao Conselho de Estado para que este anulasse o decreto de 2005 por meio do qual o seu pedido havia sido recusado, por conta da sua &#8220;incapacidade de assimilação&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Ginecologista homem</p>
<p style="text-align:justify;">A comissária do governo (encarregada de dar um parecer jurídico), Emmanuelle Prada-Bordenave, insistiu nas circunstâncias nas quais foram realizadas as entrevistas com o casal, e que foram conduzidas por profissionais dos serviços sociais e da polícia. Em três oportunidades, Faiza M. teria se apresentado &#8220;coberta com a veste das mulheres da península arábica, que incluía um vestido longo caindo até os pés, um véu ocultando seus cabelos, a testa e o queixo, além de uma peça de tecido que escondia seu rosto e deixava os olhos aparecerem apenas através de uma fresta&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Os cônjuges reconheceram &#8220;espontaneamente&#8221; serem seguidores do salafismo. Esta vertente do Islã, que preconiza uma leitura literal e rigorista do Alcorão, se inspira no modo de vida dos primeiros fiéis do profeta Maomé. Faiza M. afirmou que ela não trajava o véu quando vivia no Marrocos e acrescentou que ela &#8220;só resolveu adotar este traje depois da sua chegada à França, atendendo a um pedido do seu marido, e que ela o utiliza muito mais por hábito do que por convicção&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Segundo as suas próprias declarações&#8221;, sublinhou a comissária do governo, &#8220;ela leva uma vida quase reclusa e praticamente cortada da sociedade francesa. Ela não tem idéia alguma a respeito do laicismo ou do direito de voto. Ela vive numa atitude de submissão total aos homens da sua família&#8221;. Faiza M. parece &#8220;considerar isso como normal e a própria idéia de contestar esta submissão não lhe ocorre nem de longe&#8221;, acrescentou a comissária Prada-Bordenave, concluindo que estas declarações são &#8220;reveladoras da inexistência de qualquer vontade da sua parte de adotar certos valores fundamentais da sociedade francesa&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Paralelamente, apurou-se que Faiza M. &#8220;fala bem em francês&#8221;, um critério que costuma ser importante na decisão de se atribuir ou não a nacionalidade, e que, durante as suas gravidezes, ela foi atendida por um ginecologista homem.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta decisão, que está sendo anunciada algumas semanas depois da anulação de um casamento entre dois cônjuges muçulmanos, pelo motivo de que a mulher havia mentido a respeito da sua virgindade, reflete o surgimento na sociedade francesa de questões vinculadas aos particularismos religiosos e culturais.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Este caso demonstra que o direito está sendo chamado cada vez mais a pronunciar-se a respeito dos conflitos de valores que o Islã suscita em nossa sociedade&#8221;, constata Didier Leschi, um antigo diretor do departamento dos cultos no ministério do Interior, especialista no laicismo. Faiza M., que não tem nenhuma possibilidade de recorrer da decisão, poderá, segundo os juristas, apresentar um novo pedido tão logo ela terá provado que &#8220;abraçou para valer os valores da República&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Tradução: Jean-Yves de Neufville</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Argelia: la nación que vence al terror yihadista]]></title>
<link>http://revistaoz.wordpress.com/2008/07/22/argelia-la-nacion-que-vence-al-terror-yihadista/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 07:46:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>jzeballo</dc:creator>
<guid>http://revistaoz.wordpress.com/2008/07/22/argelia-la-nacion-que-vence-al-terror-yihadista/</guid>
<description><![CDATA[El propósito de este artículo es responder como Argelia está haciendo frente al brutal terrorismo re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El propósito de este artículo es responder como Argelia está haciendo frente al brutal terrorismo re]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El crecimiento terrorista en el Magreb (13 12 07)]]></title>
<link>http://indianadequesada.wordpress.com/2007/12/13/el-crecimiento-terrorista-en-el-magreb/</link>
<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 06:43:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>indianadequesada</dc:creator>
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<description><![CDATA[Publicado en &#8220;Hoy Día Córdoba&#8221; &#8211; (13 de diciembre, 2007) . . . . . . . . . AL QAED]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address>Publicado en &#8220;Hoy Día Córdoba&#8221; &#8211; (13 de diciembre, 2007)</address>
<address>.</address>
<address>.<br />
</address>
<address>.</address>
<address>.</address>
<address><img class="aligncenter" src="http://www.ousferrats.com/wp-content/uploads/2007/09/al_qaeda.jpg" alt="" width="299" height="458" /></address>
<address>.</address>
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</address>
<address></address>
<h3 class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-AR"><em>AL QAEDA</em></span></h3>
<h3 class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-AR"> </span></h3>
<h2 class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-AR">EL CRECIMIENTO TERRORISTA EN EL MAGREB</span></h2>
<h2 class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:14pt;" lang="ES-AR">.</span></h2>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;">.</p>
<p>.</p>
<p><em><strong>Por Nelson G. Specchia</strong></em></p>
<p>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">El Magreb, el conjunto de países de la larga costa mediterránea del norte de África, se está convirtiendo en la nueva plataforma privilegiada de acción del terrorismo de base fundamentalista. La cercanía geográfica con los países del sur de Europa, y los llamados de los líderes de Al Qaeda a golpear contra los intereses “colonialistas” de España, Francia, y de los Estados Unidos (o de la ONU, a la que consideran un apéndice de la potencia norteamericana), transforman al Magreb en una región de alto riesgo para la seguridad global. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR"><span> </span>Esta semana, el 11 de diciembre, en un nuevo aniversario de aquel día 11 de septiembre que marcó la entrada del terrorismo de base islamista al centro de la escena internacional, el Magreb ha recibido un nuevo golpe. El ataque terrorista contra objetivos nacionales argelinos, y contra oficinas de la ONU, se suma a un listado creciente de actividades armadas en la región. Este crecimiento –tanto en número de acciones como en intensidad y alcance- durante los últimos cuatro años, está vinculado a la redefinición estratégica de diversos grupos aislados, que han sido orgánicamente incorporados a la red de Al Qaeda, y que han visto modificados sus objetivos en el contexto de una estrategia “yihadista” global.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR"><span> </span>El ataque de esta semana estuvo dirigido contra las sedes del Consejo Constitucional y del Tribunal Supremo argelino, situados en uno de los barrios más controlados y custodiados de Argel. Hace pocos meses, en abril, en un nuevo aniversario del día 11, la propia sede del gobierno de Abdelaziz Buteflika sufrió el impacto de un coche bomba, que alcanzó a volar toda un ala del palacio presidencial. Junto con las oficinas gubernamentales, otro ataque, prácticamente simultáneo, estallaba esta semana en las oficinas de las Naciones Unidas, donde se encontraba la sede del Alto Comisionado para los Refugiados (ACNUR). Las víctimas mortales de este nuevo golpe de la violencia terrorista se acercan a 80, que se suman a los aproximadamente 500 hombres y mujeres que Argelia ha debido sepultar, durante este año, muertos en atentados del fundamentalismo islámico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR"><span> </span>Ya en 2004, el Grupo Salafista para la Predicación y el Combate (GSPC), una célula aislada y minoritaria, declaraba la guerra a “los extranjeros y a las compañías foráneas” en todo el Magreb, a quienes se acusa de un doble crimen: atentar contra el Islam por la penetración occidental, especialmente por los medios de comunicación; y expoliar neocolonialmente a los países musulmanes del norte de África. El GSPC, luego de una seguidilla de acciones mortales durante los dos años siguientes, consiguió que Al Qaeda lo incorporara orgánicamente a su organización, pasando a llamarse “Al Qaeda en el Magreb Islámico”, y que el lugarteniente de Osama Bin Laden, Ayman al Zawahiri, les encargara, hace cuatro meses, “acabar con la presencia de españoles, franceses, y norteamericanos, en el Magreb.” En esa lógica deben leerse los atentados de esta semana, y los que –lamentablemente- creo que debemos esperar para el futuro próximo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR"><span> </span>Porque el desarrollo creciente de “Al Qaeda en el Magreb Islámico” es también una invitación a que las organizaciones paralelas en los restantes países de la costa norte de África, intensifiquen su acción en sus respectivas sociedades. Células fundamentalistas como el Grupo Islámico Combatiente Marroquí (GICM), en el cuerno occidental de la costa mediterránea; el Grupo Combatiente Tunecino (GCT); y el Grupo Islámico Combatiente Libio (GICL); han tenido el mismo origen y aspiran a integrar la red islámica global de Al Qaeda, tal como lo hicieron los argelinos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR"><span> </span>Después de que Al Zawahiri anunciara la integración formal del GSPC en Al Qaeda, el 11 de septiembre del año pasado, los líderes de la formación argelina subrayaban que “no es posible luchar contra los Estados Unidos de Norteamérica, si no se produce la unidad de todos los combatientes yihadistas del Magreb”, en lo que constituye un llamado al resto de las células norafricanas a seguir sus pasos respecto de la gran red fundamentalista global.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">Además del riesgo que supone el traslado de las acciones violentas hacia la costa sur de Europa, la estrategia de la “yihad” en África también contempla la expansión hacia el interior del continente, hacia el Sahel, el inmenso cinturón desértico que se extiende entre Sudán, Chad, Níger, Mali, Mauritania, y Senegal. Una zona de fronteras difusas y prácticamente sin Estado, donde el poder real reside en los jefes de las tribus tuareg, y en las redes de contrabandistas, que hacen de la inestabilidad institucional una situación permanente. Sumar el Sahel a la estrategia yihadista del Magreb sería pensar en un refugio internacional, en una vastísima zona prácticamente fuera de todo control, para el alojamiento y el entrenamiento del movimiento terrorista de base islámica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">Por todo ello, sería un error analizar los atentados de esta semana, y la estrategia de la violencia terrorista global, como un supuesto choque de civilizaciones, o un enfrentamiento entre Occidente y el Islam, como vienen insistiendo ciertos grupos de opinión, especialmente influyentes en la política exterior norteamericana de nuestros días. Los atentados de Argelia demuestran que no sólo los países europeos o americanos son víctimas, sino también los propios países y poblaciones musulmanas. Conviene asimismo incluir en el análisis que la amenaza para Occidente no viene “de afuera”, sino que el proceso de radicalización ideológica que está en el centro de la estrategia yihadista se produce también al interior de las sociedades occidentales, como pudo verse en los autores materiales de los atentados de Gran Bretaña o España, que eran ciudadanos nacidos y educados en esos países.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span lang="ES-AR">La amenaza de esa ideología del terror que es el salafismo yahiadista tiene sus raíces en ambas costas del mediterráneo, tanto la africana como la europea, por lo que la metodología para enfrentarse a ella no puede ser solamente policial o militar, sino que debe incluir la dimensión de la cooperación económica y social, especialmente en la dirección norte-sur, desde Europa hacia el Magreb.</span></p>
<div>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p></div>
<div>
<p>.</p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<hr size="1" /></span></p>
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin:0;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span lang="ES-AR">Profesor de Política Internacional. Universidad Católica de Córdoba.</span></span></span></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atentados en Argel, la punta del iceberg del salafismo radical]]></title>
<link>http://revistaoz.wordpress.com/2007/04/15/atentados-en-argel-la-punta-del-iceberg-del-salafismo-radical/</link>
<pubDate>Sun, 15 Apr 2007 08:47:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>jzeballo</dc:creator>
<guid>http://revistaoz.wordpress.com/2007/04/15/atentados-en-argel-la-punta-del-iceberg-del-salafismo-radical/</guid>
<description><![CDATA[Treinta y tres muertos, más de doscientos cincuenta heridos, es el luctuoso balance de dos atentados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Treinta y tres muertos, más de doscientos cincuenta heridos, es el luctuoso balance de dos atentados]]></content:encoded>
</item>

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