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	<title>santos-padres &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "santos-padres"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 04:46:37 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Benedicto XVI y los Padres de la Iglesia]]></title>
<link>http://parroquiaicm.wordpress.com/2009/10/25/benedicto-xvi-y-los-padres-de-la-iglesia/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 20:59:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>cito</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Roteiro de Leitura Orante - Como fazer (Lectio Divina)]]></title>
<link>http://catequetica.wordpress.com/2009/09/30/roteiro-de-leitura-orante-como-fazer-lectio-divina/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:56:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunidadecatolica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lectio Divina, também conhecido como Leitura Orante, é um metodo antigo, do inicio do cristianismo, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Lectio Divina, também conhecido como Leitura Orante, é um metodo antigo, do inicio do cristianismo, de leitura e contemplação da Palavra de Deus. Abaixo disponibilizo uma apresentação PowerPoint de como fazer a Leitura Orante. Em seguida apresento uma recomendação do proprio Vaticano, na figura do Papa Bento XVI, que se faça a leitura orante.</p>
<p>Apresentação: <a href="http://catequetica.wordpress.com/files/2009/09/lob-pratica.ppt" target="_blank">Lectio Divina &#8211; apresentação powerpoint </a>- 4,846 KB</p>
<p><strong>Recomendação do Vaticano:</strong></p>
<p><strong>Lectio Divina, maneira de conhecer coração de Deus</strong></p>
<p>CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 15 de outubro de 2008 (<a href="http://www.zenit.org/">ZENIT.org</a>).-</p>
<p> O Sínodo dos Bispos pediu que se ilustrasse à assembléia um dos diferentes métodos atuais de «Lectio divina», a leitura orante da Sagrada Escritura. Em resposta, nesta terça-feira, na congregação geral, Dom Santiago Jaime Silva Retamales, bispo auxiliar de Valparaíso (Chile), fez uma apresentação muito concreta que durou cerca de 20 minutos.<!--more--></p>
<p> A promoção da «Lectio divina» é a proposta concreta que os padres sinodais e ouvintes mais repetiram neste sínodo sobre «A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja». Dom Silva, nomeado por Bento XVI como vice-presidente da Comissão para a mensagem que o Sínodo emitirá, explicou, citando São Gregório Magno, que o objetivo desta prática é «conhecer o coração de Deus através das palavras de Deus».O encontro começa preparando o ambiente onde acontece o encontro. Em particular, coloca-se a Bíblia aberta num ambão e se preparam também os participantes, não só com sua postura, mas também com um «coração limpo». É necessário também que cada um traga sua Bíblia ou o texto impresso. A seguir, acontece a invocação ao Espírito Santo para que, assim como Ele fez que a Palavra se convertesse em livro, o livro se torne Palavra. Depois se busca a passagem bíblica e se prepara com perguntas que, partindo da vida, ajudem a compreender o texto.</p>
<p> O seguinte passo é a leitura ou a proclamação do texto bíblico. É muito importante que depois haja um momento de silêncio para que cada um o releia pessoalmente. O seguinte passo sugere aos participantes que utilizem um lápis para marcar com o sinal de interrogação (?) as passagens que não entendem. E se lhes pede também que <span style="text-decoration:underline;">sublinhem</span> a passagem que consideram central.Assim, em grupo, descobre-se esta passagem medular ou se oferecem, em particular o guia do grupo, elementos para a compreensão. Os participantes voltam a ler a passagem, e nesta ocasião devem marcar com o sinal de exclamação (!) a passagem ou passagens que interpelam suas intenções e ações. Com o lápis devem marcar com um asterisco (*) a passagem ou passagens que os ajudam a orar.</p>
<p> Passa-se então à meditação, seguindo o sinal de exclamação. Como ajuda, sugere-se que se façam, a partir da passagem, perguntas que interpelam a vida.Depois acontece a oração, seguindo os asteriscos, para orar desde e com a Palavra de Deus e o vivido no encontro com a Palavra, ou seja, Cristo.Por último, deixa-se espaço à contemplação, ajudando-se do silêncio ou da música. O importante, disse o bispo, é «que Jesus me arrebate, que olhe pra mim e que eu olhe pra Ele, numa troca de olhares».</p>
<p> Passa-se assim à última fase, «o atuar», escrevendo uma palavra (por exemplo, «diálogo», «ajuda») que indica ao participante o caminho a seguir e compartilhar. Estas práticas em comunidade constituem um plano de três anos, ilustrou Dom Silva. Não quer ser um curso de Bíblia, declarou; trata-se de um encontro com Jesus na Sagrada Escritura.</p>
<p> O bispo chegou a esta conclusão: «A Igreja no mundo de hoje está enfrentando a ameaça de vários ‘ismos’», como o secularismo, o consumismo, o materialismo… A ‘Lectio Divina’ é uma resposta que se demonstrou eficaz. Em palavras do nosso Santo Padre: ‘Quando promovida eficazmente, a <em>Lectio divina</em> traz à Igreja – estou convencido – uma nova primavera espiritual’».</p>
<p> Fonte: http://blog.cancaonova.com/cancaonovaformacao/2008/10/16/lectio-divina-maneira-de-conhecer-coracao-de-deus/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Del amor propio]]></title>
<link>http://hesiquia.wordpress.com/2009/09/14/amor-propio/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 16:13:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hesiquia</dc:creator>
<guid>http://hesiquia.wordpress.com/2009/09/14/amor-propio/</guid>
<description><![CDATA[Cristo del Consuelo 56. El amor propio, como se dijo muchas veces, es la causa de todos los pensamie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1962" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://www.flickr.com/photos/arranz/407723760/"><img class="size-full wp-image-1962 " title="El Stmo. Cristo del Consuelo se presenta íntimo en su capilla de la Iglesia de San Benito de Valladolid.  Los cirios encendidos son el preludio de otras tantas luces que le acompañarán en el Vía Crucis en la noche de Miercoles Santo. " src="http://hesiquia.wordpress.com/files/2009/09/consul1.jpg" alt="Cristo del Consuelo" width="468" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Cristo del Consuelo</p></div>
<p><strong>56. El amor propio, como se dijo muchas veces, es la causa de todos los pensamientos pasionales. De él nacen los tres pensamientos capitales de la concupiscencia: la gula, el amor por el dinero, y la vanagloria. De la gula, nace el de la fornicación; de la vanagloria, el de la soberbia. Todos los otros siguen a alguno de estos tres: la cólera, la tristeza, el rencor, la envidia, la maledicencia, y todos los demás.</strong></p>
<p><strong>57. Principio de todas las pasiones es el amor propio; término, la soberbia. Y el amor propio es el afecto irracional por el cuerpo: el que lo rechaza, rechaza con él todas las pasiones de él derivadas.</strong></p>
<p><strong>63. El que ha obtenido el conocimiento de Dios y ha, realmente, gozado de la dicha que de esto proviene, desprecia todos los placeres generados por la potencia concupiscible.</strong></p>
<p><strong>70. Si después de haber erradicado un poco las causas de las pasiones, nos dedicamos a las contemplaciones espirituales, pero sin dedicarnos a ellas para siempre, durante esta misma ocupación, fácilmente volveremos de nuevo a las pasiones de la carne, y así no extraeremos otro fruto mas que un simple conocimiento unido a presunción, cuyo término será el progresivo oscurecimiento de la conciencia y la completa desviación del intelecto hacia las cosas materiales.</strong></p>
<p><strong>72. Dios ha creado el mundo invisible y el mundo visible, y es por lo tanto Él mismo quién ha hecho el alma y el cuerpo. Y si el mundo visible es tan bello, ¿cuánto mejor lo será el invisible? Si además, este es mejor que aquél, ¿cuánto mejor que ambos será Dios, que los ha creado? En consecuencia si el Artífice de todas las cosas bellas es mejor que todas las criaturas, ¿porque motivo el intelecto, dejando de lado lo mejor, se ocupa de lo peor? Me refiero a las pasiones de la carne. ¿No es tal vez claro, que esto sucede porque el intelecto, teniendo comercio y costumbre con las pasiones desde el nacimiento, <span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">no ha tenido todavía una perfecta experiencia de Aquel</span></span></strong><strong> que es mejor y superior a todas las cosas?</strong></p>
<p><strong>Entonces con el largo ejercicio de continencia respecto de los placeres y de la meditación en las realidades divinas, lo arrancaremos poco a poco de este estado; se dilatará progresando, poco a poco, en las realidades divinas, y reconocerá su propia dignidad. Y </strong><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">al final dirigirá a Dios todo su deseo.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#993300;">&#8220;Sobre la caridad&#8221;</span></strong><strong>, </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://misticavita.wordpress.com/2009/09/14/maximo-el-confesor/">Máximo el confesor</a> Extraído de Filocalia,</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong>tomo II, pags. 93 y ss. - Ed. Lumen, Arg. 2003</p>
<p style="text-align:center;">Enlace:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://divinavocacion.blogspot.com/2009/09/160-hermanas-de-jesus-paciente.html"><span style="color:#993300;"><strong>Necesidad de vocaciones</strong></span></a></p>
<p style="text-align:right;">
<p style="text-align:center;"><strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Oración del Corazón]]></title>
<link>http://hesiquia.wordpress.com/2009/08/01/de-niceforo-el-monje/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 20:13:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hesiquia</dc:creator>
<guid>http://hesiquia.wordpress.com/2009/08/01/de-niceforo-el-monje/</guid>
<description><![CDATA[de Nicéforo, el monje Extracto de La Filocalía: (1)(2) PREGUNTA (a Nicéforos)(3): Hemos aprendido de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana;color:#000088;font-size:small;"><span style="line-height:normal;"><em><span style="color:#993300;">de Nicéforo, el monje</span></em></span></span></h2>
<p><span style="widows:2;text-transform:none;text-indent:0;border-collapse:separate;font:11px Verdana;white-space:normal;orphans:2;letter-spacing:normal;color:#000088;word-spacing:0;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><em><br />
</em></strong></span></span></p>
<h2><span style="widows:2;text-transform:none;text-indent:0;border-collapse:separate;font:11px Verdana;white-space:normal;orphans:2;letter-spacing:normal;color:#000088;word-spacing:0;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Extracto de La Filocalía:</strong> (1)(2)</span></span></h2>
<div><span style="widows:2;text-transform:none;text-indent:0;border-collapse:separate;font:11px Verdana;white-space:normal;orphans:2;letter-spacing:normal;color:#000088;word-spacing:0;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#000080;"> </span></span></span></div>
<div><span style="widows:2;text-transform:none;text-indent:0;border-collapse:separate;font:11px Verdana;white-space:normal;orphans:2;letter-spacing:normal;color:#000088;word-spacing:0;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#000080;">PREGUNTA (a Nicéforos)(3): Hemos aprendido de las anteriores evidencias que el trabajo practicado por los santos padres resultaba grato a Dios; y que existe un cierto trabajo que rápidamente libera al alma de las pasiones y que por amor la une a Dios. Práctica que es indispensable a cualquiera que conmuevan estas cosas. Todas nuestras dudas están ahora despejadas y nos sentimos firmemente convencidos de ésto. Pero te rogamos nos enseñes qué es la atención de la mente y cómo capacitarse para adquirirla, porque tal trabajo nos es absolutamente desconocido.</span></span></span></div>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#888888;"><strong>R</strong><span style="color:#333333;"><strong>ESPUESTA (de Nicéforos): En el nombre de nuestro Señor Jesucristo Quien dijo: &#8220;sin mí vosotros no podéis hacer nada&#8221; (Juan, XV, 5). Habiéndolo invocado para que me ayude, trataré en la medida que me sea posible, mostraros qué es la atención y cómo, Si Dios lo permite, se puede tener éxito en adquirirla.</strong></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Algunos de los santos han llamado atención a la preservación de la mente, otros, a la protección del corazón y aún otros, despertar la han llamado y así muchos nombres semejantes.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Pero todos estos nombres significan la misma cosa. Exactamente como de un pan uno puede decir: una rebanada, un trozo, o un pedazo, así debéis entender todas estas expresiones. Respecto de la atención misma y sus rasgos característicos, lo estudiaremos a continuación.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Atención es una señal de sincero arrepentimiento.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>La atención es la imagen o apariencia que el alma puede tener de sí misma, rechazando al mundo y ascendiendo hacia Dios.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>La atención es el renunciamiento del pecado y la adquisición de la virtud.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>La atención es la indudable certeza del perdón de los pecados.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>La atención es el comienzo de la contemplación o, más bien, su condición necesaria: porque por medio de ella, Dios se aproxima y se revela a la mente.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Atención es la serenidad de la mente o, dicho de otro modo, es mantenerse imperturbable, sin divagaciones en el don de la misericordia divina.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Atención significa detener los pensamientos, es la morada del recuerdo de Dios y la casa del tesoro donde yace el poder de resistir todo lo que pueda venir.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Por consiguiente, la atención es también el origen de la fe, la esperanza y el amor; porque aquél que carece de fe no puede resistir todas las aflicciones provenientes del mundo y aquél que no las sufre voluntariamente, tampoco puede decir: &#8220;El es mi refugio y mi fortaleza&#8221; (Salmos, X, VI, 2), y aquél que no tiene al Todopoderoso como su refugio, no puede ser verdaderamente sincero en su amor por El.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Este trabajo, el mayor de todos los grandes trabajos, puede ser realizado por muchos y aún por todos, si son debidamente entrenados. Pocos hombres reciben este don directamente de Dios, sin necesidad de enseñanza y trabajan por compulsión interior y al calor de su fe. Pero lo que es excepción no es la ley.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>De manera que es necesario buscar un maestro que no esté él mismo en error, seguir sus instrucciones y así aprender a distinguir, en materia de atención, defectos y excesos de la derecha y de la izquierda, los que surgen por medio de sugerencias diabólicas.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>De su propia experiencia acerca de las tentaciones, él nos explicará qué es lo necesario hacer y nos mostrará correctamente la senda mental que deberemos entonces seguir con menos impedimentos.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Si no estuviere tal maestro a vuestro alcance, se debe buscarlo, sin reparar en esfuerzos. Pero si, a pesar de tal búsqueda, no es encontrado, entonces, con espíritu contrito, invocando a Dios y orándole asiduamente y con humildad, trabajad según explicaré.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Vosotros sabéis que nuestra respiración es la inhalación y exhalación del aire. El órgano que sirve para ésto son los pulmones que rodean al corazón, de manera que el aire que circula por ellos envuelve de paso al corazón.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Esta respiración es, por consiguiente, el camino natural hacia el corazón. Por lo que, habiendo reunido vuestras mentes dentro de vosotros mismos (lo que también es atención), conducidla hacia el canal respiratorio a través del cual el aire llega al corazón y, junto al aire inhalado, forzad la mente a descender dentro del corazón y mantenedla allí.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Acostumbraos a ello, hermanos, no salgáis del corazón demasiado pronto, aunque al comienzo experimentéis gran soledad en tal aislamiento y reclusión. Pero cuando os acostumbréis a ello, empezaréis, al contrario, a disgustaros del sinsentido del girar exterior, por lo que no se hará desagradable ni tedioso permanecer adentro.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Exactamente como un hombre que ha estado alejado de su hogar al regresar es invadido de alegría al ver a sus niños y esposa, y los abraza y todo lo que les diga será poco, del mismo modo, el unirse al propio corazón, es experimentado con inexpresable alegría y deleite.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Entonces uno ve que el reino de los cielos está verdaderamente dentro de nosotros; y viéndolo ahora en sí mismo, uno lucha y se esfuerza con oración pura a mantenerlo y fortalecerlo allí, comprendiendo que todo lo externo no es importante e inatractivo por completo.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Cuando vosotros entréis así al lugar del corazón, según he indicado, dad gracias a Dios y, solicitando su misericordia, conservad siempre este trabajo y el os enseñará cosas que por ningún otro medio podríais jamás aprender. Más aún, vosotros deberíais saber que a medida que la mente se establezca firmemente en el corazón, no debe dejársela allí en silencio y ociosidad, sino repetir constantemente la oración: &#8220;Señor, Jesús Cristo, Hijo de Dios, ten misericordia de mí&#8221; y no cesar de hacerlo. Pues esta práctica, alejando los sueños de la mente, la torna evasiva e impenetrable a las sugestiones enemigas y la conduce cada día más y más a amar y desear vehementemente a Dios.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Si, sin embargo, y a pesar de todos vuestros esfuerzos no lográis entrar en el reino del corazón según he descrito, haced lo que os diré ahora y, con la ayuda de Dios, encontraréis lo que buscáis.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Vosotros sabéis que en todo ser humano el hablarse internamente depende del pecho. Así, pese a estar nuestros labios silenciosos, es en el pecho donde conversamos y hablamos a nosotros mismos, rezamos, cantamos salmos y hacemos muchas otras cosas de mayor inconveniencia. Entonces, habiendo ahuyentado todo pensamiento de este conversar interno (lo que puede hacerse si se lo desea), dadle al pecho la siguiente corta oración: &#8220;Señor, Jesús Cristo, Hijo de Dios, ten misericordia de mí&#8221; &#8211; y forzadla, a pesar de cualquier otro pensamiento, para tener solamente este sonido adentro.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Si vosotros trabajáis de esta manera con permanencia con toda atención, entonces con el tiempo ésto abrirá el camino hacia el corazón que ya he descrito. No es posible dudar de ésto, pues lo hemos comprobado en nosotros mismos por experiencia.</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#333333;"><strong>Si vosotros trabajáis de esta manera con un fuerte deseo y con gran atención, llenos de dulzura, una completa gama de virtudes vendrá: amor, alegría, paz y otras, por medio de las cuales, toda petición que hagáis será respondida en el nombre de Jesús Cristo, nuestro Señor, a Quien, con el Padre y el Espíritu Santo, sea dada honor y gloria, poder y adoración ahora y siempre y por siempre jamás. Amén.</strong></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#888888;"><em><strong><span style="color:#333333;">N</span>otas:</strong></em></span></span></p>
<h6><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#993300;">1.(Traducción directa del Ruso) &#8220;Philokalia&#8221;</span></span></h6>
<h6><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#993300;">2.Estoy digitalizando una versión basada en la traducción del francés de Editorial Lumen, algo mas extensa y con varias palabras diferentes. Pronto la tendrán disponible.</span></span></h6>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#888888;"><span style="widows:2;text-transform:none;text-indent:0;border-collapse:separate;font:11px Verdana;white-space:normal;orphans:2;letter-spacing:normal;word-spacing:0;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>3.</strong> <strong>Nota biográfica:</strong></span></span> </span></span></p>
<p><span style="color:#99cc00;"><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#2c5213;">Nuestro Santo padre Nicéforos vivió una vida de intenso trabajo espiritual en el sagrado Monte Athos, muriendo poco después del año 1340. Fue maestro y guía de Gregorio de Salónica (Palamas), en el estudio del método de entrenamiento para la obtención de la más alta sabiduría según testimonio de su propio discípulo.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="color:#2c5213;">En silencioso recogimiento no perturbado por problemas mundanos y manteniendo su atención puesta exclusivamente en sí mismo, alcanzó la indescriptible unión interna con el Dios Eterno, recibiendo en su corazón la bendita iluminación de la Gracia Divina. Exaltado por este divino don es como un padre guiándonos con sus escritos a través del mismo camino. Seleccionó de los libros y vidas de los Santos Padres, pasajes relativos a la sobriedad, a la atención y oración, agregando finalmente consejos derivados de su propia experiencia e invitándonos a todos a elevarnos hacia la más perfecta comunión con el Señor por medio de la oración de la mente y del corazón.</span></span></p>
<div id="attachment_846" class="wp-caption aligncenter" style="width: 301px"><img class="size-full wp-image-846" title="estilita" src="http://hesiquia.wordpress.com/files/2009/08/estilita1.jpg" alt="estilita" width="291" height="437" /><p class="wp-caption-text">Icono de Simeón el estilita</p></div>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segunda regla de los Padres Serapión y otros]]></title>
<link>http://reglasdevida.wordpress.com/2009/07/24/segunda-regla-de-los-padres-serapion-y-otros/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 15:52:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hesiquia</dc:creator>
<guid>http://reglasdevida.wordpress.com/2009/07/24/segunda-regla-de-los-padres-serapion-y-otros/</guid>
<description><![CDATA[    SEGUNDA REGLA   DE LOS PADRES   Reunidos en asamblea en nombre del Señor nuestro Jesucristo, seg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[    SEGUNDA REGLA   DE LOS PADRES   Reunidos en asamblea en nombre del Señor nuestro Jesucristo, seg]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Regla de Serapión y otros Santos Padres]]></title>
<link>http://reglasdevida.wordpress.com/2009/07/22/regla-de-serapion-y-otros-santos-padres/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 20:10:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hesiquia</dc:creator>
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<description><![CDATA[COMIENZA LA REGLA DE LOS SANTOS PADRES Serapión, Macario, Pafnucio y el otro Macario    PRÓLOGO   1.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[COMIENZA LA REGLA DE LOS SANTOS PADRES Serapión, Macario, Pafnucio y el otro Macario    PRÓLOGO   1.]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O PURGATÓRIO, A IGREJA PRIMITIVA E OS PADRES DA IGREJA]]></title>
<link>http://comunidadecatolica.wordpress.com/2009/06/23/o-purgatorio-a-igreja-primitiva-e-os-padres-da-igreja/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 19:01:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunidadecatolica</dc:creator>
<guid>http://comunidadecatolica.wordpress.com/2009/06/23/o-purgatorio-a-igreja-primitiva-e-os-padres-da-igreja/</guid>
<description><![CDATA[Por José Miguel Arráiz Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: http://www.apologeticacatolica.org   I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por José Miguel Arráiz Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: http://www.apologeticacatolica.org   I]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A Eucaristia e os Apóstolos]]></title>
<link>http://exsurge.wordpress.com/2009/06/11/a-eucaristia-e-os-apostolos/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 15:06:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>genteestranha</dc:creator>
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<description><![CDATA[            A Igreja possui 2000 anos de exegese bíblica. Ela não foi inventada por Constantino ou L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">            A Igreja possui 2000 anos de exegese bíblica. Ela não foi inventada por Constantino ou Lutero. Temos aqui um resumo do ensino dos Santos Padres a respeito da Eucaristia:<br />
             Todos estes santos homens defenderam a fé contra as heresias de sua época, <strong>e todos defendem a transubstanciação como verdade de fé.</strong> Coincidência que aqueles que defendiam a ortodoxia fossem <strong>todos a favor da transubstanciação?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            Santo Inácio de Antioquia </strong>(+110, Séc. II) expressava a fé comum ao dizer que a Eucaristia é &#8220;<em>a Carne de nosso Salvador Jesus Cristo, a qual padeceu por nossos pecados e a qual o Pai ressuscitou por sua benignidade </em>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            São Justino (Séc. II),</strong> na Apologia, após descrever a missa do século II tal qual a conhecemos hoje, diz sobre a comunhão: <em>&#8220;Designamos este alimento eucaristia. A ninguém é permitido dele participar, sem que creia na verdade de nossa doutrina, que já tenha recebido o batismo de remissão dos pecados e do novo nascimento, e viva conforme os ensinamentos de Cristo. Pois </em><strong><em>não tomamos estas coisas como pão ou bebida comuns </em></strong><em>; senão, que assim como Jesus Cristo, feito carne pela palavra de Deus, teve carne e sangue para salvar-nos, assim também o </em><strong><em>alimento feito eucaristia </em></strong><em>(&#8230;) </em><strong><em>é a carne e o sangue de Jesus encarnado </em></strong><em>. Assim nos ensinaram.&#8221; </em>(Primeiro livro das Apologias de S. Justino, pág. 65-67.)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            Santo Irineu (Séc. II) </strong>, discípulo de São Policarpo, e depois de São Justino, em seu monumental <em>&#8220;Contra as heresias&#8221; </em>, diz estas palavras interessantíssimas: <em>&#8220;(Nosso Senhor) nos ensinou também que há um novo sacrifício da nova aliança, sacrifício que a Igreja recebeu dos Apóstolos, e que se oferece em </em><strong><em>todos os lugares </em></strong><em>da terra ao Deus que se </em><strong><em>nos dá em alimento </em></strong><em>como primícia dos favores que Ele nos concede no Novo Testamento. Já o havia prefigurado Malaquias ao dizer: Porque desde o nascer do sol, (&#8230;) (Malaquias, I, 11). O que equivale dizer com toda clareza que o povo primeiramente eleito (os judeus) não havia mais de oferecer sacrifícios, senão que em todo lugar se ofereceria um sacrifício puro e que seu nome seria glorificado entre as nações.&#8221; </em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            São Cipriano (Séc. III) </strong>, comparando a eucaristia ao pão nosso de cada dia do <em>&#8220;Pai Nosso&#8221; </em>, nos relegou este testemunho: <em>&#8220;Posto que Cristo disse que aquele que comer deste pão viveria eternamente, </em><strong><em>é evidente que possuem a vida quem toca o corpo de Cristo e recebem a eucaristia </em></strong><em>. Temamos, pois, comprometer nossa saúde se nos separarmos do corpo de Cristo. Assim, pois, pedimos o pão de cada dia, quer dizer, a eucaristia diária, como prenda cotidiana de nossa perseverança na vida de Cristo.&#8221; </em>(S. Cipriano, Da oração dominical, 18)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            São Cirilo de Jerusalém (Séc. IV) </strong>, parecia falar para os protestantes do século XX, se exprimia desta forma: <em>&#8220;Havendo Cristo declarado e dito, referindo-se ao pão: Isto é o meu corpo, </em><strong><em>quem ousará jamais duvidar? </em></strong><em>Havendo Cristo declarado e dito: Este é o meu sangue, </em><strong><em>quem ousará jamais dizer que não é esse seu sangue? </em></strong><em>&#8221; </em>(Cirilo de Jerusalém, Catech. mystag., LXXXVI, 2401)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            São João Crisóstomo (Séc. IV) </strong>, ainda mais claramente, <em>&#8220;Aqui está Cristo presente. O mesmo Cristo que em outros tempos dispôs a mesa do Cenáculo, tem disposto esta para vós; </em><strong><em>pois não é um homem </em></strong><em>, certamente, </em><strong><em>aquele que faz as ofertas se converterem em corpo e sangue de Nosso Senhor, senão Cristo mesmo </em></strong><em>, para nós crucificado. Aqui está o bispo que O representa, e que pronunciou as palavras que bem sabeis; mas o </em><strong><em>poder e a graça de Deus são o que produzem a transformação </em></strong><em>. </em><strong><em>Isto é o meu corpo, diz o bispo, e esta palavra transforma as ofertas </em></strong><em>.&#8221; </em>(S. João Crisóstomo, In proditionem Judae hom. I, 6)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            São Cirilo de Alexandria (Séc. IV),</strong> contrariando a tese Davidiana dos demonstrativos que não demonstram: <em>&#8220;(&#8230;) Porque o Senhor disse </em><strong><em>mostrando os elementos: </em></strong><em>Isto é meu corpo, e Este é o meu sangue, para que não imagineis que o que ali aparece é uma figura, senão para que saibas com toda segurança que, pelo inefável poder de Deus onipotente, as </em><strong><em>oblações são transformadas real e verdadeiramente no corpo e sangue de Cristo;</em></strong><em> e que ao comungar delas recebemos a virtude vivificante e santificadora de Cristo.&#8221; </em>(Cirilo de Alexandria, Comment. In Math. XXVI, 27)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            Santo Ambrósio (Séc. IV) </strong>, mostrando a realidade e a transcendência desta verdade: <em>&#8220;O que fazemos nós, é o corpo nascido da Virgem: porquê buscar aqui na ordem da natureza o corpo de Cristo, quando Jesus nosso Senhor nasceu da Virgem fora da ordem natural? </em><strong><em>(O que fazemos) é, portanto, a verdadeira carne de Cristo, a mesma que foi crucificada e fechada no sepulcro </em></strong><em>. Este é em verdade o sacramento desta carne.&#8221; </em>(Ambrósio, De mysteriis, 52)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>            Santo Agostinho (Séc. IV),</strong> a quem freqüentemente os hereges modernos recorrem na tentativa de desvirtuar suas palavras, explicava assim a eucaristia aos recém batizados: <em>&#8220;Tal é a eficácia das orações que vais escutar. </em><strong><em>À palavra do sacerdote, eis aqui o corpo e sangue de Cristo;</em></strong><em> tireis a palavra e não haverá mais que pão e vinho.&#8221; </em>(Agostinho, Sermo VI, De sacramento altaris ad infantes.)</p>
<p style="text-align:justify;">(Todas as citações acima são conforme Maurice Brillant, <em>&#8220;Eucaristia&#8221; </em>, Dedebec, Ed. Desclée de Brouwer, Buenos Aires, 1949)</p>
<p style="text-align:justify;">            A explicação é dada pelo próprio Lutero, nessa confissão aos cristãos de Estrasburgo: <em>&#8220;Confesso que o dr. Karlstadt ou qualquer outro me teria prestado um grande serviço, se, há cinco anos, </em><strong><em>tivesse provado que no Sacramento só havia pão e vinho </em></strong><em>. Naquela ocasião tive grandes vexames e lutei e torci por encontrar uma saída, pois </em><strong><em>vi que com isso podia dar o maior golpe contra o Papado </em></strong><em>. Também havia dois que eram mais hábeis que o dr. Karlstadt e que não martirizavam tanto as palavras segundo seu próprio parecer. </em><strong><em>Mas estou preso, não encontro saída. O texto é tão majestoso que com palavras não se deixa tirar da mente </em></strong><em>.&#8221; </em>(De Wette, II-576 e segs.; citado em Lúcio Navarro, <em>A legítima interpretação da Bíblia </em>, Campanha de instrução religiosa Brasil-Portugal, 1958, pág. 448)</p>
<p style="text-align:justify;">            Lutero também não admitia a transubstanciação pelas palavras do padre, como Cristo ensinou, mas era obrigado a admitir, pelo &#8220;texto majestoso&#8221;, que Cristo estava realmente presente no altar, e que já não havia apenas pão e vinho no sacramento&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">            Se Lutero se sentia preso, por algum compromisso ínfimo com a verdade, o mesmo Lutero que dizia que os fins justificavam uma mentira, uma “<strong>atrevida, forte mentira&#8221; (&#8220;bold, lusty lie&#8221;) </strong>conforme suas palavras, é porque é preciso muita má fé para negar esta verdade católica.</p>
<h5 style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://www.sinaisdostempos.org/eucaristia/apostolos_eucaristia.htm">http://www.sinaisdostempos.org/eucaristia/apostolos_eucaristia.htm</a></h5>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A actualidade e urgência da Carta a Diogneto]]></title>
<link>http://pericorese.wordpress.com/2009/05/16/a-actualidade-e-urgencia-da-carta-a-diogneto/</link>
<pubDate>Sat, 16 May 2009 14:09:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>almostnever</dc:creator>
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<description><![CDATA[É uma breve carta dirigida escrita a um tal Diogneto que teria perguntado sobre aspectos das crenças]]></description>
<content:encoded><![CDATA[É uma breve carta dirigida escrita a um tal Diogneto que teria perguntado sobre aspectos das crenças]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[TEORIA DO RESGATE]]></title>
<link>http://comunidadecatolica.wordpress.com/2009/03/05/teoria-do-resgate/</link>
<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 15:07:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunidadecatolica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Cledson Ramos   &#8220;Prefiro molestar com a verdade a ser complacente com adulações&#8221;. (S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Cledson Ramos   &#8220;Prefiro molestar com a verdade a ser complacente com adulações&#8221;. (S]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Conversão de um ex-protestante (Altamente recomendável)]]></title>
<link>http://comunidadecatolica.wordpress.com/2008/11/18/conversao-de-um-ex-protestante-altamente-recomendavel/</link>
<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 16:43:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunidadecatolica</dc:creator>
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<description><![CDATA[ROBERT IAN WILLIAMS: EX-PROTESTANTE Por Robert Ian Williams Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ROBERT IAN WILLIAMS: EX-PROTESTANTE Por Robert Ian Williams Tradução: Carlos Martins Nabeto Fonte: h]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Os Efeitos da Eucaristia - Por São Tomas de Aquino]]></title>
<link>http://comunidadecatolica.wordpress.com/2008/06/12/os-efeitos-da-eucaristia-por-sao-tomas-de-aquino/</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 15:52:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunidadecatolica</dc:creator>
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<description><![CDATA[OS EFEITOS DA EUCARISTIA S. Tomás de Aquino - Summa Theologiae IIIa. Pars Qs. 79-80 - - Sermão sobre]]></description>
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<title><![CDATA[Os Efeitos da Eucaristia - Por São Tomas de Aquino]]></title>
<link>http://catequetica.wordpress.com/2008/06/12/os-efeitos-da-eucaristia-por-sao-tomas-de-aquino/</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 15:47:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunidadecatolica</dc:creator>
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<description><![CDATA[OS EFEITOS DA EUCARISTIA S. Tomás de Aquino - Summa Theologiae IIIa. Pars Qs. 79-80 - - Sermão sobre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoTitle" style="text-align:center;"><span style="font-size:14pt;"><strong><span style="font-family:Times New Roman;">OS EFEITOS DA EUCARISTIA</span></strong></span></p>
<p class="MsoSubtitle" style="text-align:center;"><strong><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">S. Tomás de Aquino</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><em><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">- Summa Theologiae IIIa. Pars Qs. 79-80 -<br />
- Sermão sobre o Corpo do Senhor -</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><em></em></p>
<p style="text-align:justify;"> <span style="font-size:14pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">1 &#8211; No Sacramento da Eucaristia, em virtude das palavras da instituição, as espécies simbólicas se mudam em corpo e sangue; seus acidentes subsistem no sujeito; e nele, pela consagração, sem violação das leis da natureza, o Cristo único e inteiro existe Ele próprio em diversos lugares, assim como uma voz é ouvida e existe em vários lugares, continuando inalterado e permanecendo inviolável quando dividido, sem sofrer diminuição alguma. Cristo, de fato, está inteira e perfeitamente em cada e em todo fragmento de hóstia, assim como as aparências visíveis que se multiplicam em centenas de espelhos.<!--more--></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">2 &#8211; O efeito deste Sacramento deve ser considerado, portanto, primeira e principalmente em função daquilo que nele está contido, que é o Cristo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Ele, vindo ao mundo em forma visível, trouxe ao mundo a vida da graça, segundo nos diz o Evangelho de João:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;A graça e a verdade, porém, vieram por meio de Jesus Cristo”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Assim, da mesma forma, vindo Cristo ao mundo em forma sacramental, opera a vida da graça, segundo ainda outra passagem do mesmo Evangelho:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;Quem me come, viverá por mim”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">3 &#8211; O efeito deste Sacramento deve, ademais, ser considerado também pelo que ele representa, que é a Paixão de Cristo. Por isto, o efeito que a Paixão de Cristo realizou no mundo, este Sacramento também realiza no homem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">4 &#8211; O efeito deste Sacramento também deve ser considerado pelo modo através do qual ele é trazido aos homens, que é por modo de comida e bebida. E por isto todo efeito que a bebida e a comida material realizam quanto à vida corporal, isto é, sustentar, crescer, reparar e deleitar, tudo isto realiza este Sacramento quanto à vida espiritual. E é por isto que se diz:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;Este é o pão da vida eterna, pelo qual se sustenta a substância de nossa alma&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">De onde que o próprio Senhor diz, no Evangelho de São João:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;Minha carne é verdadeiramente comida, e meu sangue é verdadeiramente bebida”.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">5 &#8211; Finalmente, o efeito do Sacramento da Eucaristia deve ser considerado pelas espécies em que este Sacramento nos é oferecido. Foi por causa disto que escreveu Santo Agostinho:</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em>&#8220;O Senhor confiou-nos</em><span style="font-style:normal;"> </span><em>o Seu Corpo e o Seu Sangue</em><span style="font-style:normal;"> </span><em>em coisas tais que são reduzidas à</em><span style="font-style:normal;"> </span><em>unidade</em><span style="font-style:normal;"> </span><em>a partir de muitas outras</em><span style="font-style:normal;">, </span><em>porque o pão é um,</em><span style="font-style:normal;"> </span><em>embora conste de muitos grãos,</em><span style="font-style:normal;"> </span><em>e o vinho é feito</em><span style="font-style:normal;"> </span><em>a partir de muitas uvas&#8221;.</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">E por isso ele também escreveu em outro lugar:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;Ó Sacramento da piedade, ó sinal da unidade, ó vínculo da caridade!”.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">6 &#8211; E porque Cristo e sua Paixão são causa da graça, e uma refeição espiritual e a caridade não podem existir sem a graça, por todas estas coisas é manifesto que este Sacramento confere a graça.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">7 &#8211; Mas, conforme diz São Gregório na homilia de Pentecostes, </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;o amor de Deus não é ocioso; opera grandes coisas, se de fato existe&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Por isto, por meio deste Sacramento, o quanto pertence a seu efeito próprio, não somente é conferido o hábito da graça e da virtude, mas também esta é conduzida ao ato, segundo o que está escrito na Segunda Epístola aos Coríntios: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;O amor de Cristo nos impele&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Daqui é que provém que pela virtude do Sacramento da Eucaristia a alma faz uma refeição espiritual por deleitar-se e inebriar-se pela doçura da bondade divina, segundo o que diz o Cântico dos Cânticos: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;Comei, amigos, e bebei; e inebriai-vos, caríssimos&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">8 &#8211; Este Sacramento também tem virtude para a remissão dos pecados veniais, o que pode ser visto pelo fato de que ele é tomado sob a espécie de alimento nutritivo. A nutrição proveniente do alimento é necessária ao corpo para restaurar aquilo que em cada dia é desperdiçado pelo calor natural. Espiritualmente, porém, em nós também é desperdiçado a cada dia algo pelo calor da concupiscência pelos pecados veniais que diminuem o fervor da caridade. E por isto compete a este Sacramento a remissão dos pecados veniais. De onde que Santo Ambrósio diz, no livro <em>Dos Sacramentos</em>, que este pão de cada dia é tomado <em>&#8220;como remédio da enfermidade de cada dia&#8221;.</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em>9 &#8211; </em>Ademais, a coisa deste Sacramento é a caridade, não somente quanto ao hábito, mas também quanto ao ato, ao qual é conduzida neste Sacramento, pelo qual os pecados veniais se dissolvem. De onde que é manifesto que pela virtude deste Sacramento ocorre a remissão dos pecados veniais. Os pecados veniais, ao contrário dos mortais, não contrariam a caridade quanto ao hábito, mas contrariam a caridade quanto ao fervor do ato, ao qual é conduzida por este Sacramento. É por esta razão que os pecados veniais são perdoados pelo Sacramento da Eucaristia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">10 &#8211; O Sacramento da Eucaristia pode também perdoar toda a pena devida ao pecado. Este efeito pode ocorrer tanto por ele ser sacrifício, como por ser sacramento. A Eucaristia possui razão de sacrifício na medida em que é oferecido; possui razão de sacramento na medida em que é tomado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">11 &#8211; Como Sacramento, a Eucaristia possui diretamente aquele efeito para o qual foi instituído. Não foi, porém, como Sacramento, instituído para satisfazer, mas para alimentar espiritualmente pela união a Cristo e aos seus membros, assim como o alimento se une ao alimentado. Mas porque esta união se realiza pela caridade, por cujo fervor alguém pode conseguir a remissão não apenas da culpa, mas também da pena, daqui ocorre que por conseqüência, por uma certa concomitância ao efeito principal, o homem alcança a remissão também para a pena. Não, porém, de toda a pena, mas de acordo como o modo de sua devoção e fervor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">12 &#8211; Mas, na medida em que é Sacrifício, a Eucaristia possui virtude satisfatória. Entretanto, também na satisfação mais deve se considerar o afeto do oferente do que a quantidade da oblação, de onde que o Senhor disse, no Evangelho de São Lucas, da viúva que ofereceu apenas duas moedas, que <em>&#8220;ofereceu mais do que todos&#8221;.</em> Embora, portanto, a oblação eucarística pela sua própria quantidade seja suficiente para a satisfação de toda a pena, todavia torna-se satisfatória para aqueles pelos quais é oferecida, ou também para os próprios oferentes, de acordo com a quantidade de sua devoção, e não por toda a pena.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">13 &#8211; A Eucaristia também preserva o homem dos pecados futuros, pelo mesmo modo em que o corpo é preservado da morte futura. O pecado é uma certa morte espiritual da alma. Ora, a natureza corporal do homem é preservada da morte pela comida e pelo remédio na medida em que a natureza humana é interiormente fortificada contra o que pode corrompê-la interiormente. É deste modo que este Sacramento preserva o homem do pecado, porque através dele, unindo-se a Cristo pela graça, é fortalecida a vida espiritual do homem, ao modo de uma comida espiritual e um remédio espiritual. É assim que diz o Salmo 103:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;O pão confirma o coração do homem&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em>14 &#8211; </em>A Eucaristia preserva o homem dos pecados futuros também o defendendo contra as impugnações exteriores. Pois é sinal da Paixão de Cristo, pela qual foram vencidos os demônios, de modo que este Sacramento repele toda a impugnação dos demônios.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">15 &#8211; Ainda que este Sacramento não diretamente se ordene à diminuição do incitamento do pecado, diminui, porém, este incitamento por uma certa conseqüência, na medida em que aumenta a caridade, porque, segundo diz Agostinho no <em>Livro das 83 Questões</em>, <em>&#8220;O aumento da caridade é a diminuição da cobiça&#8221;.</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Diretamente, porém, a Eucaristia confirma o homem no bem, pelo que também é preservado o homem do pecado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> 1</span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">6 &#8211; Este Sacramento, ademais, é de proveito para muitos outros além dos que o recebem porque, conforme foi dito, este Sacramento não é apenas sacramento, mas é também sacrifício. Na medida em que neste Sacramento é representada a Paixão de Cristo, pela qual Cristo se ofereceu a Si mesmo como hóstia a Deus, possui razão de sacrifício. Na medida, porém, em que neste Sacramento é trazida invisivelmente a graça sob uma espécie visível, possui razão de sacramento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">17 &#8211; Assim, pois, este Sacramento é, para os que o recebem, de proveito não só por modo de sacramento, como também por modo de sacrifício, porque é oferecido por todos os que o recebem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">18 &#8211; Mas também é de proveito para os que não o recebem, embora apenas por modo de sacrifício, na medida em que é oferecido pela salvação deles. É por isso que no cânon da Missa se diz:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;Lembrai-vos, Senhor, dos vossos servos e servas, pelos quais nós Vos oferecemos, e eles Vos oferecem também, este Sacrifício de louvor, por si e por todos os seus, pela redenção de suas almas, pela esperança de sua salvação e sua segurança&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">19 &#8211; O próprio Senhor, ademais, expressou que a Eucaristia seria de proveito para outros além dos que a recebem, quando disse, na última Ceia:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em>&#8220;Este cálice é o meu sangue, que por vós&#8221;, </em>isto é, os que o recebem, <em>&#8220;e por muitos&#8221; </em>outros, </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;será derramado para o perdão dos pecados&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">20 &#8211; Pode-se, porém, argumentar que sendo o efeito deste Sacramento a obtenção da graça e da glória e a remissão da culpa, pelo menos da venial, se este Sacramento realmente tivesse efeito em outros além dos que o recebem poderia acontecer que alguém alcançasse a glória, a graça e a remissão das culpas sem ação nem paixão própria, por algum outro ter oferecido ou recebido este Sacramento. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Responde-se a isto dizendo que assim como a Paixão de Cristo é de proveito para todos para a remissão da culpa, e a obtenção da graça e da glória, mas não produz efeito senão naqueles que se unem à Paixão de Cristo pela fé e pela caridade, assim também este sacrifício que é a Eucaristia, memorial da Paixão do Senhor, não produz efeito senão naqueles que se unem a este Sacramento pela fé e pela caridade. De onde que no Cânon da Missa não se ora por aqueles que estão fora da Igreja. Aos que nela estão, porém, o Sacrifício Eucarístico é de proveito maior ou menor de acordo com o modo de sua devoção.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">21 &#8211; Mas, assim como deve-se dizer que o Sacramento da Eucaristia obtém a remissão dos pecados veniais, assim devemos também dizer que os pecados veniais impedem o efeito deste Sacramento. Pois diz São João Damasceno: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><em>&#8220;O fogo do seu desejo que há em nós, acendendo-se mediante aquele fogo que há no carvão&#8221;, </em>isto é, neste Sacramento,</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">&#8220;Queimará nossos pecados e iluminará nossos corações para que ardamos e nos deifiquemos pela participação do fogo divino&#8221;.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Mas o fogo do nosso desejo ou do nosso amor é impedido pelos pecados veniais, que impedem o fervor da caridade. Portanto, os pecados veniais impedem o efeito deste Sacramento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">22 &#8211; Os pecados veniais podem ser considerados de dois modos. De um primeiro modo, na medida em que são passados. De um segundo modo, na medida em que estão sendo exercidos em ato. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Segundo o primeiro modo, os pecados veniais de nenhum modo impedem o efeito deste Sacramento. De fato, pode acontecer que alguém, depois de ter cometido muitos pecados veniais, se aproxime devotamente a este Sacramento e alcance plenamente o seu efeito. </span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Porém, de acordo com o segundo modo, os pecados veniais não impedem totalmente o efeito deste Sacramento, mas apenas em parte. De fato, foi dito que o efeito deste Sacramento não é apenas a obtenção da graça habitual ou da caridade habitual, mas também uma certa refeição atual de espiritual doçura. A qual, na verdade, é impedida se alguém se aproximar a este Sacramento com a mente distraída pelos pecados veniais. O aumento da graça habitual ou da caridade habitual, porém, não é tirado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">23 &#8211; Aquele que com o ato do pecado venial se aproxima deste Sacramento come espiritualmente segundo o hábito, mas não segundo o ato. E por isto recebe o efeito deste Sacramento segundo o hábito, não segundo o ato.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">24 &#8211; Nisto o Sacramento da Eucaristia difere do Batismo, porque o Batismo não se ordena a um efeito atual, isto é, ao fervor da caridade, do modo como ocorre com o Sacramento da Eucaristia. O Batismo é uma regeneração espiritual, pelo qual se adquire uma primeira perfeição, que é um hábito ou forma; mas a Eucaristia é uma refeição espiritual que possui uma deleitação atual.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">25 &#8211; Quem está em pecado mortal comete sacrilégio ao receber a Eucaristia, porque há duas coisas sacramentais na Eucaristia. A primeira, significada e contida, é o próprio Cristo; a segunda, significada mas não contida, é o Corpo Místico de Cristo, isto é, a sociedade dos santos. Quem quer que, pois, receba este Sacramento, só por isto significa estar unido a Cristo e aos seus membros. Ora, isto se realiza pela fé formada pela caridade, que ninguém pode possuir juntamente com o pecado mortal. E por isto é manifesto que quem quer que receba este Sacramento em pecado mortal comete nele falsidade. Incorre, por este motivo, em sacrilégio, como violador do Sacramento. Peca, por causa disto, mortalmente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">26 &#8211; Os pecadores, porém, que tocavam o Corpo de Cristo não sob a espécie sacramental, mas em sua substância própria, não pecavam. Às vezes até alcançavam o perdão dos pecados, como se lê no Evangelho de São Lucas a respeito da mulher pecadora. Isto acontecia porque o Cristo, aparecendo sob a sua espécie própria, não se exibia para ser tocado pelos homens em sinal de união espiritual com Ele, como é o caso quando se oferece para ser recebido neste Sacramento. Foi por isso que os pecadores que o tocavam em sua própria espécie não incorriam no crime de falsidade contra a divindade, como o fazem os pecadores que recebem este Sacramento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">27 &#8211; O pecador que recebe o Corpo de Cristo pode ser comparado, quanto à semelhança do crime, a Judas que beijou Cristo, porque ambos ofendem a Cristo sob um sinal de caridade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Esta semelhança compete a todos os pecadores em geral, porque por todos os pecados mortais age-se contra a caridade de Cristo, de que é sinal este Sacramento, e tanto mais quanto os pecados são mais graves. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Mas sob um aspecto especial os pecados contra o sexto mandamento tornam o homem mais inepto para o recebimento deste Sacramento, na medida em que, a saber, por este pecado o espírito é maximamente submetido à carne, e desta maneira é impedido o fervor do amor que é requerido neste Sacramento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">28 &#8211; Que ninguém, pois, se aproxime desta Mesa sem reverente devoção e fervente amor, sem verdadeiro arrependimento, ou sem lembrar-se de sua Redenção. </span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Maravilhoso é este Sacramento em que uma inefável eficácia inflama os afetos com o fogo da caridade. Que revigorante maná é aqui oferecido para o viajante! Ele restaura o vigor dos fracos, a saúde para os doentes, confere o aumento da virtude, faz a graça superabundar, purga os vícios, refresca a alma, renova a vida dos aflitos, vincula uns aos outros todos os fiéis na união da caridade. Este Sacramento da fé também inspira a esperança e aumenta a caridade. É o pilar central da Igreja, a consolação dos que falecem, e o acabamento do Corpo Místico de Cristo. A fé amadurece, e a devoção e a caridade fraterna são aqui saboreadas. Que estupenda provisão para o caminho é esta, que conduz o viajante até à montanha das virtudes! Este é o pão verdadeiro que é comido e não consumido, que dá força sem perdê-la. É a nascente da vida e a fonte da graça. Perdoa o pecado e enfraquece a concupiscência. Os fiéis encontram aqui a sua refeição, e as almas um alimento que ilumina a inteligência, inflama os afetos, purga os defeitos, eleva os desejos. Ó cálice de doçura para as almas devotas, este sublime Sacramento, ó Senhor Jesus, declara para os que crêem Tuas maravilhosas obras.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deserto]]></title>
<link>http://lpereira.wordpress.com/2007/08/16/deserto/</link>
<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 06:09:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luís Guilherme Fernandes Pereira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estou no deserto de minha vida. Jesus Cristo, Nosso Senhor, foi levado pelo Espírito Santo ao desert]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estou no deserto de minha vida.</p>
<p>Jesus Cristo, Nosso Senhor, foi levado pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado pelo demônio. (Mateus 4). Ele resistiu a todas as três tentações, que equivalem aos três principais males espirituais, e quando voltou nos ensinou o Caminho (Mateus 5); como tratar e como não tratar esses males (Mateus 6).</p>
<p>Durante nossa vida, o Espírito Santo nos leva ao deserto também. Como não somos perfeitos como Cristo é, sempre fraquejamos. Alguns mais, alguns menos.  Nem todos percebem isso, nem todos vencem o Tentador (ninguém o vence sozinho, é claro, mas com a ajuda da Santíssima Trindade apenas), nem todos são levados de volta. Neste momento eu sei que estou nesse deserto, graças à iluminação que o <a href="http://www.padrepauloricardo.org" target="_blank">Padre Paulo Ricardo</a> me deu (está tudo no site dele, então você pode recebê-la também) e que ele foi buscar na Tradição da Igreja e nas obras dos Santos Padres.</p>
<p>Fico muito feliz por enfrentar esse deserto com 24 anos, a mesma idade que o enfrentou Santa Teresinha do Menino Jesus. E buscarei nela a inspiração para, com a ajuda de Nosso Senhor, vencê-lo.</p>
<p align="center">***</p>
<p align="left">O Padre Euclides, da paróquia de Santa Izabel em Campinas, conta que os santos lhe servem mais de inspiração do que qualquer outra coisa: os santos, para ele, servem como modelos a serem seguidos, exemplos de vida, acertos e erros que nos têm um propósito educativo. Como ele é um excelente pastor, vou imitá-lo e buscar, como disse, inspiração em Santa Teresinha.</p>
<p align="center">***</p>
<p align="left">Ainda um outro comentário, em torno do mesmo tema: os Santos Padres, os padres do deserto, os grandes monges santos têm um acúmulo de conhecimento e trato psicológico superior a qualquer teoria psicológica moderna. Por exemplo, a acídia, entendida, explicada e diagnosticada pelo menos desde o ano 300 pela Igreja, compreende, abrange e generaliza o fenômeno (muito hodierno, aliás) conhecido como &#8220;depressão&#8221;. E a profilaxia proposta me parece (e poderei ter certeza quando a colocar em prática) muito mais adequada que soluções freudianas ou a ingestão de remédios de tarja preta. Delongar-me-ia se fosse necessário. Não é: reitero que visite o <a href="http://www.padrepauloricardo.org" target="_blank">site do Padre Paulo Ricardo</a>  e escute o curso da &#8220;Terapia das Doenças Espirituais&#8221;. Aposto que concordará comigo depois disso.</p>
<p align="center">***</p>
<p align="left">Quer ler algo realmente bom? Aqui vai a dica: <a href="http://julio-lemos.blogspot.com/" target="_blank">Feliz Nova Dieta</a> (http://julio-lemos.blogspot.com/ ). Pertencente ao ex-&#8221;wunderblog&#8221; Júlio Lemos, é bem escrito, trata de diversos temas, de temas profundos e importantes, não é pedante, não é político, não é monotemático, não é cliché. É um dos poucos blogues que me dá algo, em que eu termino de ler me sentindo melhor do que quando eu comecei. Obrigado por me ler e até mais!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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