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	<title>sardinhada &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/sardinhada/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sardinhada"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 12:44:48 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[As mamas dos candidatos]]></title>
<link>http://cenasdegajo.wordpress.com/2009/09/14/as-mamas-dos-candidatos/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 18:33:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>semstressnaboa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bem, depois de aqui ter conjecturado sobre as pilas dos candidatos a PM, venho aqui fazer o mesmo so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bem, depois de aqui ter conjecturado sobre as pilas dos candidatos a PM, venho aqui fazer o mesmo sobre as suas mamas!<br />
- José &#8211; mama 32 &#8211; é uma mama já interessante. Um pouco descaída, não muito&#8230; mas o seu biquinho já aponta para a barriguinha, especialmente quando está sentado! Deve ter um mamilo pequeno mas sempre murcho!<br />
- Jerónimo &#8211; mama 34 copa B &#8211; é uma senhora mama. Mama peluda. De macho! Mama gingona, que faz de abanador nas sardinhadas!<br />
- Paulo &#8211; mama 32 &#8211; se for durinha é fruto das plásticas de enchimento&#8230; é mama sem pêlos já de si. Sim, porque deve ser uma mama perfeita! «Ouçaaaaaaaa» Com um biquinho cor-de-rosa&#8230; sempre excitado! Basta um olhar ao espelho do próprio e o bico salta&#8230; boa mama para colocar piercing!<br />
- Xiquinho &#8211; mama 32 &#8211; mas muito diferente do 32 do Paulo! é uma mama mole. Com uma mamilo oval&#8230; com 3 ou 4 pêlos a saírem do próprio mamilo! E de diferentes tamanhos&#8230; Nem lhe chamaria bem mamas&#8230;<br />
- Manuela &#8211; Mamas? Coitadinha da senhora&#8230; posso chamar-lhe chuchas antes? Não&#8230; peço desculpa senhora candidata&#8230; não vou opinar sobre a sua mamoca&#8230; não seria de bom tom!!! Se ainda fosse das suas nalgas ou do seu mangerico ainda opinava, agora dos marmelinhos&#8230; não o vou fazer! Mas para usar saia e casaco são as ideais&#8230; </p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Churrasco]]></title>
<link>http://microfoneavariado.wordpress.com/2008/07/12/churrasco/</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 12:10:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>M2life Paravane</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje levantei-me um pouco mais cedo do que o habitual num sábado e fui à Costa Nova comprar peixe. C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje levantei-me um pouco mais cedo do que o habitual num sábado e fui à Costa Nova comprar peixe. Comprando à mesma vendedora desde há muitos anos, o peixe que trago para casa é sempre de excelente qualidade. Entre as várias espécies, trouxe sardinha. Mais logo passo pela horta, recolho uma alface, uns tomates, um pimento e vai haver sardinhada! Com isto, declaro oficialmente aberta a época do churrasco em Nariz <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O  Quarteto na Vigairada ]]></title>
<link>http://carva55.wordpress.com/2008/01/26/cambada-a-solta/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 15:56:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>carva55</dc:creator>
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<description><![CDATA[Decorriam os anos setenta e era tempo de festas. Festas dos Santos populares. Festa de dança, marcha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href='http://carva55.wordpress.com/files/2008/01/marchas-de-santos-populares.jpg' title='marchas-de-santos-populares.jpg'><img src='http://carva55.wordpress.com/files/2008/01/marchas-de-santos-populares.thumbnail.jpg' alt='marchas-de-santos-populares.jpg' /></a><a href='http://carva55.wordpress.com/files/2008/01/manjericos.jpg' title='manjericos.jpg'><img src='http://carva55.wordpress.com/files/2008/01/manjericos.thumbnail.jpg' alt='manjericos.jpg' /></a><a href='http://carva55.wordpress.com/files/2008/01/sardinhada2_.jpg' title='sardinhada2_.jpg'><img src='http://carva55.wordpress.com/files/2008/01/sardinhada2_.thumbnail.jpg' alt='sardinhada2_.jpg' /></a> </p>
<p><strong>Decorriam os anos setenta e era tempo de festas. Festas dos Santos populares. Festa de dança, marchas e petiscadas.<br />
Os quatro amigos decidem ir a ela, à tal festa, e a elas, que por ela, a pavonearem-se certamente não faltariam. “ Nesta altura do ano andam todas à solta, é dos calores!”__diz o Brasuca, muito convicto dessa sua afirmação__. (Brasuca por alcunha, por ter estado no Brasil e por ainda não se ter livrado de algumas expressões tal como uma que repetia amiúde, que era: __ ó seu cara de chapa).<br />
Depois de bem aperaltados eis que: eles lá vão à caça, de armas bem carregadas, prontas a serem descarregadas na primeira “perdiz” que por perto passasse, ou que a jeito se pusesse.<br />
 Atravessam o descampado grande como uma parada militar e ao passarem junto ao ringue desportivo e à cozinha, são contemplados com um trecho de uma peça orquestrada pelas gargantas da bicharada que habitava a horta. Eram patos, galinhas, cabritas e porcos, que por serem muito bem tratados por um grupo de doentes orientados e devidamente controlados por uma equipa de profissionais da saúde mental, eles os da bicharada também contentes estavam e se manifestavam com a sua festa possível.<br />
Transpõem o portão e o manicómio fica para trás.<br />
O manicómio era um mundo diferente totalmente à parte, do outro mundo considerado dos sãos .<br />
Ainda hoje tenho as minhas dúvidas que assim seja , porque cada vez mais, vejo mais malucos à solta que internados.<br />
 Junto ao Campo Santana, na rua que desce até ao Martim Moniz, passam carros eléctricos a abarrotar de gente alegre.<br />
Os quatro amigos decidem continuar a pé. Não por eles, __os carros  irem tão cheios, (porque cabe sempre mais um nem que seja pendurado fora de borda ) , mas porque estava uma rica tarde, com uma temperatura ideal que convidava a bons passeios.<br />
Já no Largo do Martim Moniz, junto ao cinema “piolho”especializado e afamado por passar sessões contínuas de “coboyada” da forte com grandes batalhas de tiroteios, setadas e machadadas entre soldados liderados e guiados por aventureiros e por grupos aguerridos de Índios, que, coitados perdiam sempre. Porque era assim que rezava a história, era assim que a contavam, porque era assim que devia de ser encarada, __ os bons e os maus __. Os bons eram os colonos invasores, os maus eram os Índios, que coitados só queriam que os deixassem em paz e sossego, a viverem na paz dos anjos e na companhia das aves e dos animais de quatro patas seus amigos, naquelas terras onde primeiro tinham chegado. Às vezes nos salões, após todo mundo estar bem bebido, aconteciam desavenças entre pistoleiros, jogadores e engatatões profissionais que originava grandes sessões de porrada de criar bicho e rapar pêlo.<br />
__ Ó pessoal! Ali naquela casa da janela verde, um dia vim ver uma televisão que estava empenada.<br />
Estava eu a olhar as entranhas da dita, envoltas num camadão de poeira, e eis que a dona, uma velhota já muito velhota mas com um pulmão de fazer inveja a muita boa gente, dá uma assopradela com uma tal força, que me enfarinhou todo! Do que ela se haveria de lembrar!<br />
__  Ouve lá ó Dr. “Parafusos”: isso havia de ter sido comigo!Pegava na velha e pendurava-a no estendal da roupa, diz o &#8220;Brazuca&#8221;.<br />
Na esquina da praça, o “ Rodas baixas”, (alcunha bem espetada porque realmente era muito pequenino), tem um rica ideia e lança-a para a mesa.<br />
__  E que tal se fossemos ali ao Intendente, ao bar Lindoso ou outro, beber algo e arregalar o olho com o mulherio?<br />
__Isso mesmo, boa ideia! E eu até vou espetar cá pró bucho um prego bem regado com um fino bem geladinho. __ Acrescenta o Olhos de sapo.<br />
 (este levou com esta, por usar umas lentes tão fortes que parecia que olhava por um fundo de garrafa!)<br />
Ele tinha um carro! Coisa rara em gente com a categoria de servente, que depois alguém se lembrou de mudar para empregado geral e eu soube que alguns anos mais tarde, esta designação, ainda foi mudada para, __ auxiliar de acção médica __. Ora que porra! Ora vejam lá! Coisa linda sim senhora!<br />
Mas dizia eu que ele tinha um carro. Um carro muito grande, não me lembro nem da marca nem do modelo. Era do tipo citroen boca de sapo com a traseira em rampa. Só que o tal era trombudo estilo americanado.<br />
Um dia organizou um passeio até à praia de Tróia. Todos os que ele convidou para o acompanhar naquela aventura, se arrependeram de terem aceitado o desafio porque o maldito carro andava um pouco e parava. Empurrávamos, andava e de repente, punha-se a tossir  e depois de soltar uns roncos engasgados e umas tremidelas na carroçaria, tornava a parar.<br />
As paradas e os empurrões foram às dúzias.<br />
No bar, diz o Brasuca:<br />
__Eia! Pá! Que pivete aqui vai!<br />
__Realmente, agora que o dizes, também eu o sinto. __diz o Rodas baixas.<br />
__Tinha que ser, só agora o sentiste porque os cheiros sobem, e tu, se não desces, pelo menos manténs-te aí em baixo. E o “olhos de sapo” que foi quem isto disse e que era grande como uma girafa, passa a mão em frente do nariz do outro como que a medi-lo. O outro, que, coitado não tinha culpa de ter saído assim, __às vezes, a brincar, brincadeira parva! Mas enfim… , também eu lhe dizia : isso foi falta de adubo na raiz! E ele ria e dizia: “Ou má qualidade da semente!__” E ambos ríamos a bandeiras despregadas.<br />
__Cá para mim, isto é cheiro de leite azedo largado pela pachacha de alguma daquelas gajas, diz o Dr. Parafusos.<br />
Gargalhada geral!<br />
__ Realmente só mesmo tu! Só mesmo dessa tua cabecinha pensadora …, tens bom remédio: vai cheirar uma a uma e logo verás.__ Diz o Olhos de sapo<br />
  A gargalhada geral tinha levantado a lebre, e o porteiro que era grande como um dos filhos do clã Bonanza da série da Tv. olhava a medir-nos as intenções.<br />
O Barman, secundava-o no serviço de controlo.<br />
Um gajo com uns pendentes amarelados a brilhar na peluda peitaça, e que pelo aspecto deveria ser o dono de alguma, ou algumas, das máquinas de sexo por ali sentadas, esperando um cliente, em defesa do negócio, olhou e deixou-nos sem saber o que tinha concluído.<br />
__ Bem, o melhor é vazarmos já daqui para fora, diz o Brasuca.<br />
Em fila Indiana, passámos em frente às máquinas de sexo, que alinhadas junto à parede, obedientes aos métodos ensinados e assimilados na aprendizagem da vida, nos seguiram olhando à cata do tal olhar sinal __”anda daí”__, que porventura algum de nós fizesse.<br />
Por aquela encosta acima, de metro a metro a festa animava.<br />
Por todo o lado, rua, ruela, beco e esquina, era um regalo ver petiscadas apetitosas, esperando-nos.<br />
Nos bailaricos as moçoilas encaloradas esperam-nos, __ todos pensávamos.<br />
__ É pessoal, nem é tarde nem é cedo, agora mesmo tocou para uma sardinhada, diz o Olhos de sapo<br />
__Pois que assim seja. Para comer e beber todas as ordens são bem vindas, diz o Rodas baixas.<br />
__Pois claro! Tinhas de ser tu a dizer isso! É por estas e por outras que só cresces prós lados, diz o Brasuca.<br />
__ Que raio! O pivete continua presente, nem o cheiro das sardinhas o afasta daqui!__ Diz o Olhos de sapo .<br />
E a festa continuou, como, mais não pode ser dito, porque as paredes têm ouvidos.<br />
Chegados à camarata do manicómio, eu este narrador , (de Dr. Parafusos alcunhado  por um enfermeiro bem inspirado  que isto inventou    devido ao meu gosto e jeito pela electrónica ),  entro no quarto, olho em redor e vejo a causa do<br />
pivete.<br />
Naquele tempo, eu aderi , ( e não  gosto de modas ),  à  moda do salto tamanho de um tijolo e das calças “saiadas”que tapavam a biqueira e ainda sobrava pano ! Para compôr o ramalhete usava-se  o cabelo grande. Para o segurar meti umas borrifadelas de uma embalagem que eu pensava ser de laca fixadora, mas era uma outra mistela que com a pressa e como não tenho olfacto, não dei por nada.<br />
__ É pessoal! Encontrei a causa do pivete.<br />
Vinde ver. A quem descobrir, pago uma imperial na Portugália, já na próxima saída.<br />
Todos olharam, com olhos de ver, deveras interessados.<br />
__Ó raios te partam! Não é que este gajo em vez de laca pôs brise, purificador de ar?! __ Diz o Rodas baixas.<br />
__ Ai pagas, pagas, e não só a ele que descobriu o mistério, pagas a todos e sem espiga, diz o Brasuca, com toda a sua justiça.<br />
E pronto, foi assim aquela noitada daquela cambada à solta mas bem comportada.</p>
<p>         </strong></p>
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