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	<title>saude-e-bem-estar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "saude-e-bem-estar"</description>
	<pubDate>Sat, 25 May 2013 03:13:43 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[É bom viver no Brasil]]></title>
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<pubDate>Tue, 09 Oct 2012 22:40:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esse eu também quero “O Brasil é o melhor país do mundo para se viver, se você é rico.” Quem diz iss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1302" class="wp-caption aligncenter" style="width: 124px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/10/fogaoalenha1.jpg"><img class="size-full wp-image-1302" title="fogaoalenha" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/10/fogaoalenha1.jpg?w=114&#038;h=94" alt="" width="114" height="94" /></a><p class="wp-caption-text">Esse eu também quero</p></div>
<p>“O Brasil é o melhor país do mundo para se viver, se você é rico.” Quem diz isso é o historiador inglês Eric Hobsbawm. Aliás, dizia! Acabou de falecer, aos 95 anos. Ele se referia à profunda desigualdade social aqui reinante. O comentário está meio desatualizado. Pudera é de 1978. De lá para cá muita coisa mudou. Claro que para os ricos a coisa continua na mesma. Mas, para os pobres mudou. E mudou muito. Eles, os pobres, agora tem mais conforto ao seu dispor. Vejo o meu cunhadinho pedir um fogão que viu encostado. Ganhou. Um achado! O seu irmão gêmeo, também, ganhou uma cama Box em ótimo estado e mais um fogão de lenha, em ferro esmaltado, quase sem uso. Eu ganhei um colchão, idem. Então, agora existem duas classes de pobres. Os que estão comprando de tudo. E os que estão ficando com os objetos que os primeiros estão descartando. Eu mesmo já doei dois computadores. Doei, ainda, duas geladeiras e acabei ganhando uma de presente. A rotação de bens é frenética. A ordem é desocupar rápido o espaço para acomodar mais coisas novas. E se você pode, é só receber. “Sou pobre mais não sou orgulhoso. Pode me dar que eu aceito!” Esse é o mote mais conveniente. Pena que você morreu, Hobsbawn, senão estaria redigindo uma retificação ao seu comentário original. A coisa toda ficaria, mais ou menos, assim: “O Brasil é o melhor país do mundo para se viver, se você é rico, se é um emergente ou se é um pobre sem nenhum falso orgulho”. E vamos em frente que ainda temos uma Copa e uma Olimpíada pela frente. Descanse em paz (R.I.P.) Hobsbawm.</p>
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<title><![CDATA[Chove em Nova Iorque]]></title>
<link>http://blogdonabuco.wordpress.com/2012/10/02/chove-em-nova-iorque/</link>
<pubDate>Tue, 02 Oct 2012 21:24:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não estou lá &#8211; Vejo na telinha E chove mesmo! Vejo, ao vivo pela EarthCam, a famosa Times Squa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1293" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/10/timesquare.jpg"><img class="size-medium wp-image-1293" title="Timesquare" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/10/timesquare.jpg?w=300&#038;h=185" alt="" width="300" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">Não estou lá &#8211; Vejo na telinha</p></div>
<p>E chove mesmo! Vejo, ao vivo pela EarthCam, a famosa Times Square, com o seu calçadão molhado e as pessoas caminhando com seus guarda-chuvas. Enquanto sorvo, lentamente, o meu chá neste final de tarde penso em tudo o que observei hoje. Além, é claro, desta chuvinha fina que castiga a Big Apple, já há algumas horas. Logo cedo, cruzei com um cidadão na escada rolante do Extra João Dias. Compenetrado, expressão de preocupação que se mesclava com um sentido de determinação, ele passou por mim célere e com um olhar fixo. Sumiu logo, dobrando à esquerda no estacionamento. No que pensava? Qual a sua grande meta do dia? O que o preocupava? Nunca saberei. E aquele senhor, mulato de mechas brancas no cabelo ralo, parado, ali na porta daquele açougue, oferecendo sacolas. Eram vendidas a apenas R$2,00 cada. Nas peças, vejo estampado “<em>Rice – Genuine Product of South America</em>”. Um produto reciclado de sacos de cereais. De que país seriam originárias? E esse arroz, onde teria sido consumido? Nunca saberei. Ao sair do Banco me deparei com aquele outro senhor ali na porta. Olhava, fixamente, para dentro da agência. Fiz questão de gravar bem a sua fisionomia. A gente nunca sabe. Podemos estar diante de uma cena que logo estará nos noticiários. Ele notou a minha presença e sentiu a minha preocupação. Pude perceber. E ficou nisso. O que ele fazia ali, naquela atitude, no mínimo estranha? Nunca saberei. E o dia está terminando. Assim como o meu chá. Com ele ficam todas as minhas dúvidas. Mas ficam algumas certezas. Não tive, no dia de hoje, nem uma fração da preocupação do primeiro personagem. Nem precisei vender sacolas na porta do açougue. Nem mesmo tive que correr o risco de permanecer na porta do Banco. Foi um dia bem feliz. Só faltou aquela chuvinha caindo na minha cabeça e aquele calçadão sob os meus pés. Não se pode ter tudo, não é?</p>
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<title><![CDATA[A Repartição de Pães e Peixes]]></title>
<link>http://blogdonabuco.wordpress.com/2012/09/28/a-reparticao-de-paes-e-peixes/</link>
<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 14:54:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Feliz viagem a todos Não pretendo ser um Deus. Nem, ter todos os dons temporais de Seu Filho Encarna]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1282" class="wp-caption aligncenter" style="width: 136px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/coletivo.jpg"><img class="size-full wp-image-1282" title="coletivo" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/coletivo.jpg?w=126&#038;h=84" alt="" width="126" height="84" /></a><p class="wp-caption-text">Feliz viagem a todos</p></div>
<p>Não pretendo ser um Deus. Nem, ter todos os dons temporais de Seu Filho Encarnado. Gostaria, porém, de ter, tão somente, dois desses dons. O primeiro seria, sem a menor dúvida, o de amar a tudo e a todos. Ele me ajudaria muito com meus propósitos, neste instante. O outro seria aquele de poder repartir algumas poucas coisas com multidões. E isso, porque, tenho duas taças de excelente Champanhe Francês, que ganhei da minha amiga Mila, e gostaria de degustar com todos vocês. Seria uma grande festa. Bem apropriada para o dia de hoje, meu aniversário. O Sol e o Céu azul, que estão lá fora, já são de todo mundo. Não preciso nem me preocupar em repartir. O bolo que a Alice está me preparando é feito de tão grande coração que poderá, facilmente, ser dividido com todos. E as Graças de Deus, hoje derramadas sobre a minha cabeça, com certeza estão sendo, também, derramadas sobre todos. Na minha caminhada matinal já avistei uma árvore caída bem na minha rua. Não deve ter resistido à prolongada estiagem. Isso, acontecendo na Primavera, é um pouco triste. Como, também, é triste saber do passamento do lutador Ted Boy Marinho, um ídolo da minha geração. Dois fatos, porém, bem ilustrativos do que é a vida e a morte. De que somos todos passageiros deste grande coletivo e de que alguns apeiam antes do que outros, em alguns pontos do caminho, mas, que o preço da passagem é o mesmo para todos e que muitos outros estão adentrando e tomando os assentos dos que desceram. E, ainda, de que o percurso todo demora uma eternidade, mas, a viagem deve ser sempre proveitosa e pode ser até divertida. Motorista, por favor, não corra muito, não tenho pressa e, somente agora, consegui uma janelinha. Eu vou, ainda, um pouco mais à frente, me avise quando chegar a minha hora de descer. Obrigado.</p>
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<title><![CDATA[A Décima Segunda Casa do Inferno Astral]]></title>
<link>http://blogdonabuco.wordpress.com/2012/09/27/a-decima-segunda-casa-do-inferno-astral/</link>
<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 21:44:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[A sua Vida é o seu Caminho ao Céu Estou curtindo muito. É o meu Inferno Astral e tenho, apenas, um m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1278" class="wp-caption aligncenter" style="width: 115px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/decimasegunda-casa.jpg"><img class="size-full wp-image-1278" title="decimasegunda casa" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/decimasegunda-casa.jpg?w=105&#038;h=118" alt="" width="105" height="118" /></a><p class="wp-caption-text">A sua Vida é o seu Caminho ao Céu</p></div>
<p>Estou curtindo muito. É o meu Inferno Astral e tenho, apenas, um mês para conviver com ele. Ele se estende pelo espaço que é representado pela minha Décima Segunda Casa Astral. Alguns dizem que é um período crítico e repleto de dificuldades. Depende. As dificuldades variam de acordo com a noção que você tem da vida. Sim, dessa vida que ganhamos de Deus, Nosso Pai. A vida é um dom precioso e você vai aproveitá-lo mais na medida em que toma ciência do que deve fazer. E isso – saber o que fazer – é um grande mistério. Talvez, a maior incógnita de todos os tempos. Se todos soubessem, com clareza, qual a nossa, verdadeira, missão na terra, tudo seria mais fácil. É, e não haveria mais graça. Ou seja, o jogo acabaria. Imaginem vocês, um mundo onde as pessoas abandonassem suas pretensões financeiras, desistissem de ser mais importantes, umas do que as outras, deixassem de lado as rusgas e as desavenças e passassem a amar umas às outras, como genuínos irmãos. Podem imaginar isso? Pois é, esse é o mundo que teríamos se as religiões (todas elas) fossem levadas mais a serio. Se os Textos Sagrados fossem seguidos à risca e se a voz dos espíritos iluminados – dos que já passaram para o outro lado – fosse ouvida. Todos vamos à Igreja e ouvimos algum tipo de sermão. Fazemos ouvidos moucos. Seguimos a voz dos nossos impulsos e ficamos à mercê dos nossos três e únicos demônios, como bem expôs Shirley McLaine, que são os nossos maus Pensamentos, nossas más Palavras e os nossos maus Sentimentos. E nem o poderoso Sinal da Cruz parece estar sendo bem compreendido, em sua essência. Em suma, este Inferno Astral, que termina em algumas poucas horas, está servindo a esse propósito – refletir na razão da minha existência. Quando será a sua vez?</p>
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<title><![CDATA[Dio mio! Adesso cosa faccio]]></title>
<link>http://blogdonabuco.wordpress.com/2012/09/26/dio-mio-adesso-cosa-faccio/</link>
<pubDate>Wed, 26 Sep 2012 17:36:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oh, mio ​​Dio! Salva la mia anima! Ho andato a comperare medicina per Alice. Alla farmacia, dovuto a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1274" class="wp-caption aligncenter" style="width: 230px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/numero666.jpg"><img class="size-full wp-image-1274" title="numero666" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/numero666.jpg?w=220&#038;h=272" alt="" width="220" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">Oh, mio ​​Dio! Salva la mia anima!</p></div>
<p>Ho andato a comperare medicina per Alice. Alla farmacia, dovuto aspettare pertanto me hanno dato un pezzo di carta com il numero 666. Questo numero, mi pare, è stato nella Bibbia: “&#8230;cioè il nome della bestia o il numero del suo nome. Qui sta la sapienza. Chi ha intelligenza calcoli il numero della bestia: essa rappresenta un nome d&#8217;uomo. E tal cifra è seicentosessantasei.” Dio Mio! Mi hanno dato questo numero! Adesso cosa faccio?  Prima di tutto dobbiamo capire qui cosa significa questa tripletta. Molte sone le ipotesi. Una ipotesi è quella qui si riferisce al denaro: “Non potete servire a Dio e a Mammona” Il termine mammona viene usato nel Nuovo Testamento per personificare il profitto, il guadagno e la ricchezza materiale, generalmente con connotazioni negative, e cioè accumulato in maniera rapida e disonesta ed altrettanto sprecato in lussi e piaceri. Mi ero svegliato la notte successiva e ho guardato al mio cellulare per vedere chi ora faceva. Erano 4:44. Un’altra tripletta. Ma questa non era così tenebrosa. Tuttavia, in quello stesso giorno, mentre leggeva una rivista, io ho visto una cifra che indicava qual è la perdita annuale negli alimenti: 222 milioni di tonnellate. Una tripletta di più e sono tornato al&#8217;inizio del destino maledetto. Ora sono davvero preoccupato. E tu cosa vorresti fare in tale circostanza. <a href="http://youtu.be/D4y3-lF_DMk">http://youtu.be/D4y3-lF_DMk</a></p>
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<title><![CDATA[Espantalho de horta, eu?]]></title>
<link>http://blogdonabuco.wordpress.com/2012/09/21/espantalho-de-horta-eu/</link>
<pubDate>Fri, 21 Sep 2012 23:25:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Parado ali vigiando&#8230; As relações trabalhistas eram duras naquele início da década de 60. Não h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 130px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/espantalho.jpg"><img class="size-full wp-image-1266" title="espantalho" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/espantalho.jpg?w=120&#038;h=149" alt="" width="120" height="149" /></a><p class="wp-caption-text">Parado ali vigiando&#8230;</p></div>
<p>As relações trabalhistas eram duras naquele início da década de 60. Não havia, ainda, o instituto do Fundo de Garantia e prevalecia o direito à indenização, à base de um salário por ano de trabalho, em caso de dispensa injustificada. Os trabalhadores, em geral, computavam como pecúlio os salário-ano que acumulavam, durante sua carreira na empresa. No entanto, perdiam tudo se solicitassem a demissão. Aos 10 anos de permanência, atingia-se o direito a estabilidade e não se podia mais ser demitido. Poucos privilegiados conseguiam essa façanha. Na maioria, eram demitidos quando beiravam a data limite. Estou aqui contando isso para formar o clima para a estória que vem a seguir. O rapaz era um operador da linha de montagem, naquela metalúrgica multinacional. Competente, educado e muito diligente. Na aparência, seria rotulado de nerd, nos termos de hoje. Quase não falava. Todos gostavam dele e nunca se havia levantado nada que desabonasse a sua conduta, quer na empresa ou fora. Por essa razão, já contava com uns bons quatro anos de permanência nela. Um belo dia de Inverno, chegou bem cedo ao trabalho, como era de seu costume. Porém, ao invés de se dirigir à sua bancada, adentrou a sala de seu chefe e lá permaneceu sentado até que este chegasse. A espera foi meio longa já que, naquela época, os chefes tinham o costume de chegar mais tarde que seus subordinados. “Oh bom dia meu garoto! Algum problema?” Foi a pergunta inicial do Barreiros (acho que esse era o seu nome). “Sim, vim aqui para lhe dizer que eu o considero um chefe ridículo. Na verdade, quero lhe dizer que quando fica parado, ali na linha de montagem, mais parece um <em>espantalho de horta</em>. E é isso! Um bom dia que agora tenho que voltar ao trabalho”. O sangue subiu à cabeça daquele chefe. Ele foi direto ao Departamento do Pessoal. “Tenho um funcionário que me chamou de <em>espantalho de horta</em>! Quero resolver isso aqui e agora!” Quando revelou quem era o detrator ninguém acreditou. Não era possível. Aquele moço não faria isso.  “Chamem ele aqui para que ele venha confirmar tudo&#8230;”  E chamaram o tal moço. “O senhor pode confirmar o que falou para o seu chefe há pouco?” “Claro que posso, dei-lhe um bom dia como faço diariamente&#8230;!” Vamos encurtar a estória: o moço foi demitido no ato. Recebeu sua indenização e foi trabalhar na papelaria do tio que já o esperava há alguns dias. Pode?</p>
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<title><![CDATA[May I have more wine please?]]></title>
<link>http://blogdonabuco.wordpress.com/2012/09/17/may-i-have-more-wine-please/</link>
<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 15:42:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[In front the Fisher Building In this complex world, we are not by ourselves. There is always a conte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1255" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/fisherbuilding.png"><img class="size-medium wp-image-1255" title="FisherBuilding" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/fisherbuilding.png?w=300&#038;h=262" alt="" width="300" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">In front the Fisher Building</p></div>
<p>In this complex world, we are not by ourselves. There is always a context and we are inextricable part of it. At that night, there were about twenty persons around the dining table. Discussions taking place at high level. The year 1971 and the place Private Restaurant Room, at Fisher Building &#8211; Detroit Michigan. The event, arranged by Burroughs Components Group Directors, served to welcome members from all the world manufacturing units. It was, also, a preparatory gathering. Subsequent day meetings would be somewhat difficult. Hard times coming ahead and no amenities at sight. I could realize all of that, but, for that magic moment, I was somewhat detached from the discussions. Instead, I was appreciating the tasteful glass of Porto wine served as an appetizer. It seemed to me, simply putting, delicious. “Waiter, please, may I have more of this wine?” It might be otherwise an ordinary request. At some other place or during some other event. Not at that night, absolutely! The waiter got away and, despite the dimmed light, I could spot him talking confidently to the Maitre and that servant, by its turn, approaching the head of the table, a highly ranked Company executive. Probably the one that negotiated the dinner with the catering services of the Fisher Building. Additional wine was not to be contemplated. That was an absolute fact I suddenly realized. The executive wanted to know who in a hell requested more wine. The maitre nodded at my direction. Boy, I wanted to die at that exact moment. I would be fired the next day I thought in a profound regret of my action. The executive, after a pause, smiled in a very sympathetic manner and authorized one additional serving for every person around the table. It was ok, you were safe this time, but Brazilian pale face, next time, please, don’t rock the boat.</p>
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<title><![CDATA[GOD DOES NOT MAKE JUNK]]></title>
<link>http://57nat.wordpress.com/2012/09/16/145/</link>
<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 01:50:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>rita57</dc:creator>
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<description><![CDATA[Transformamos recursos naturais e humanos, em produtos e serviços que vendemos e prestamos às popula]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://57nat.files.wordpress.com/2012/09/sunset-belleair-bluffs.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-148" title="sunset belleair bluffs" src="http://57nat.files.wordpress.com/2012/09/sunset-belleair-bluffs.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>Transformamos recursos naturais e humanos, em produtos e serviços que vendemos e prestamos às populações. Depois com o marketing e a publicidade, e com o lucro em mira, convencemos as massas e as populações e impingimos-lhe os produtos e serviços, fazemos lavagens ao cérebro e conversões ao ponto de conseguir que as massas fiquem ansiosas e em pânico se não tiverem nem puderem comprar os produtos e os serviços elaborados e tão imprescindíveis na vida deles; os demónios e o bicho papão passam a ser o não ter um bom emprego e bastante dinheiro para comprar todos estes produtos enlatados e metalizados que nos vão trazer a liberdade e a felicidade absoluta (a perfeita ilusão vendida nos tempos modernos com a maior das eficácias).</strong></p>
<p>Entretanto a população vai aumentando, e os recursos vão ter que ser mais explorados e transformados para se poder produzir mais produtos e em maior quantidade e mais serviços que cheguem para todos. <a class="zem_slink" title="Como" href="http://maps.google.com/maps?ll=45.812,9.084&#38;spn=0.01,0.01&#38;q=45.812,9.084 (Como)&#38;t=h" rel="geolocation" target="_blank">Como</a> é que a população e a produção crescem, paralelamente, existe um equilíbrio neste crescimento, ou seja, para quê produzir a mais, se não há gente que precise ou compre?</p>
<p>Mas tem que haver, diz o mercado e o empreendedor, a gente arranja técnicas e estratégias para vender mais e melhor e convencer a malta de que não podem viver nem ser alguém sem comprarem estes produtos. Para isso criámos todo o tipo de cursos de marketing e publicidade e gestão e administração de empresas, para que o enriquecimento continue a todos os níveis e a matéria seja o bem mais adquirido e desejado e procurado pela maioria da população mundial. Aqueles que não tinham o materialismo como objectivo e valor e principio de vida, estão errados e atrasados e são pobres, e portanto, cá estamos nós para os ensinar e os enriquecer e os habituar a ter que comprar e ter todos estes produtos e dispositivos de toda a ordem que fazem parte do ser humano moderno, rico e desenvolvido. E que outra coisa ou outro bem ou objectivo ou finalidade se poderia ter cá nesta terra? Não foi para isso que o homem cá veio à terra, para a explorar, poluir, destruir, ignorar, abusar, transformando toda a criação divina em criação humana, arte e inteligência humana de alguns a ditar à maioria como têm que viver, o que é bom ter, como ficar mais feliz com este ou aquele produto, como não ter que fazer as obrigações e deveres (também já impostos pela mesma sociedade humana) caseiros ou familiares, porque agora se inventou mais um produto, mais uma refeição enlatada ou congelada, mais um serviço móvel ou digital, mais um conforto e mais uma facilidade, que gerou uma massa enorme de conformistas, aniquilados, enfeitiçados, enfatizados, enfardados de tudo em que acreditam sem pensar duas vezes, comprando tudo que lhes é vendido através dos media, e da pressão de semelhantes, que assim os obriga e influencia e os faz sentir horrivelmente mal se forem diferentes e disserem NÂO, não quero, não compro isso, não preciso disso, isso é apenas mais uma porcaria, é lixo, só contribui para fazer mais lixo, mais lixo mais lixo. Este lixo é feito e inventado pelo homem, não por Deus – <a class="zem_slink" title="God" href="http://en.wikipedia.org/wiki/God" rel="wikipedia" target="_blank">God</a> does not make <a class="zem_slink" title="Junk (ship)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Junk_%28ship%29" rel="wikipedia" target="_blank">junk</a> – so none of us, humans, animals, plants, stars, planets, are junk – however, people nowadays who invent junk stuff, like food and so many things, rather and easily consider and respect their junk than another human or living being.</p>
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<title><![CDATA[As Transições da vida]]></title>
<link>http://blogdonabuco.wordpress.com/2012/09/13/as-transicoes-da-vida/</link>
<pubDate>Thu, 13 Sep 2012 13:08:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdonabuco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dominando o Digital Minha cunhadinha perguntou: “Que horas são?” Olhei para o pulso e respondi-lhe q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1237" class="wp-caption aligncenter" style="width: 145px"><a href="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/hacker.jpg"><img class="size-full wp-image-1237" title="hacker" src="http://blogdonabuco.files.wordpress.com/2012/09/hacker.jpg?w=135&#038;h=90" alt="" width="135" height="90" /></a><p class="wp-caption-text">Dominando o Digital</p></div>
<p>Minha cunhadinha perguntou: “Que horas são?” Olhei para o pulso e respondi-lhe que meu relógio estava parado. Isso lhe causou um grande espanto. Afinal, os relógios atuais só param uma vez a cada ano ou a cada dois anos. É, mas este não é um relógio atual. Ele é um Eska 17 rubís (que na verdade são safiras) e funciona com corda. Se você esquece de dar corda, todos os dias, ele para. Em seguida, dei corda no relógio para não sofrer outro constrangimento. Então, me lembrei de que essa é outra transição que eu testemunhei. A dos relógios de movimento para os relógios de Quartzo. E foram tantas as transições. Do rádio de válvula para o rádio de transistor. Da ThermoFax para a Xerox. Do tecido plano para a malha. Do fogão a carvão para o fogão a gás. Da máquina fotográfica de filme para a digital. Da lâmina de barbear para o barbeador elétrico. Da Régua de Cálculo para a calculadora. Da caneta tinteiro para a esferográfica. E vai por ai a fora. Recentemente, instalei uma antena externa e entrei no mundo da TV Digital terrestre. Em São Paulo, onde moro, são dezenas de Canais, muitos em HD. Tudo de graça. A qualidade é excepcional. Se você é daquelas pessoas que só assiste TV aberta, não há a necessidade de pagar TV a Cabo. Se livre dessa fatura. Estou, agora, pesquisando como hackear o sinal do Wi-Fi dos meus vizinhos para me livrar da fatura da Internet. Quando conseguir, informo vocês. E faremos juntos mais essa transição. Ou isso tem outro nome?</p>
]]></content:encoded>
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