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	<title>saude-mental &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "saude-mental"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 15:18:12 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Notas de Saúde Mental]]></title>
<link>http://med11jf.wordpress.com/2009/11/29/notas-de-saude-mental/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>medturma11</dc:creator>
<guid>http://med11jf.wordpress.com/2009/11/29/notas-de-saude-mental/</guid>
<description><![CDATA[Em anexo as notas de Saúde Mental ( 70 potos): notas saude mental- 70 pontos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em anexo as notas de Saúde Mental ( 70 potos):</p>
<p><a href="http://med11jf.wordpress.com/files/2009/11/notas-saude-mental-70-pontos.doc">notas saude mental- 70 pontos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[À Noite Dormimos...Nos Divertimos e Trabalhamos!]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/26/a-noite-dormimos-nos-divertimos-e-trabalhamos/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:30:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Sem Título&#8221; por Alex Vallauri(1949-1987) *Por Angelita Corrêa Scardua Você já se imagin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/alex-vallauri.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1473" title="Alex Vallauri" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/alex-vallauri.jpg" alt="" width="496" height="710" /></a>&#8220;<em>Sem Título</em>&#8221; por Alex Vallauri(1949-1987)</p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Por <a href="http://www.mundodossentidos.wordpress.com" target="_blank">Angelita Corrêa Scardua</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Você já se imaginou vivendo para sempre em vigília, ininterruptamente? Provavelmente você sentiu até um certo cansaço ao pensar numa resposta para essa pergunta. É óbvio, se não provável, que a resposta razoável a tal pergunta é, não! Talvez você até goste de imaginar a possibilidade de ampliar o tempo disponível para as suas atividades, o que é bastante compreensível. Mas é difícil imaginar que você ou qualquer outra pessoa pense em fazê-lo sem descanso.</p>
<p style="text-align:justify;">O sono é um dos traços comportamentais mais característicos dos seres humanos, e não sem razão. Pesquisas desenvolvidas ao longo das últimas cinco décadas têm demonstrado que a privação de sono implica em inúmeros danos físicos e emocionais, de problemas gástricos ao aumento da irritabilidade, de déficit de atenção ao aparecimento de humores depressivos, de envelhecimento precoce à disfunções sexuais. Resumindo: dormir é bom, necessário e indispensável. Mas o que poucos de nós sabemos é que o sono tem hora certa para acontecer. Pelo menos do ponto de vista biológico e, também, psicológico podemos dizer que o sono deve ser usufruído preferencialmente à noite.</p>
<p style="text-align:justify;">E porque devemos dormir à noite? Em primeiro lugar porque estamos biologicamente adaptados para isso. Digamos que ao longo da evolução o corpo humano foi desenvolvendo um mecanismo de auto-regulação, esse mecanismo é conhecido como ‘relógio biológico’. Uma espécie de ‘marcador de tempo’ neuronal que organiza o nosso meio interno e nos coloca em sintonia com o meio externo. Esse relógio, aparentemente, localiza-se no núcleo supraquiasmático do cérebro e é sincronizado pela alternância entre claro/escuro que ocorre no meio ambiente. Podemos pensar mais ou menos assim: nos primórdios da vida humana na terra sobreviveram – se reproduziram e passaram os genes adiante – os grupos hominídeos que desenvolveram mecanismos de exposição ao meio, e de recolhimento, que puderam oferecer mais vantagens no aproveitamento dos recursos disponíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Imagine-se como um homem/mulher primitivo: você não possui uma constituição física das mais exuberantes, seus filhotes são muito frágeis e precisam de acompanhamento constante, sua dieta alimentar é maioritariamente raízes e outros frutos de coleta. Lá fora, no mundo à sua volta, há uma dezena de predadores muito mais robustos que você e suas armas são um pedaço de osso e a sua coragem…Venhamos e convenhamos, é muito sábio exercer suas atividades na generosa luz do dia e se recolher à noite quando a escuridão torna-se um disfarce propício para os seus inimigos naturais. Admita, a natureza é sábia dando a todos os seres a chance de sobreviver…e isso, para os outros animais, pode significar se alimentar de humanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Você é um tipo matutino, vespertino ou indiferente? Tenha você embarcado ou não na minha fantasia pré-histórica, o fato é que o seu organismo começa a se preparar para o repouso tão logo o sol se põe, o seu cérebro reage ao anoitecer liberando hormônios que te induzem ao sono. Da mesma forma, quando o sol desponta no horizonte o seu ‘relógio biológico’ faz com que seu cérebro passe a liberar hormônios que o enchem de vigor físico e o preparem para a atividade. Para algumas pessoas esses processos e seus efeitos ocorrem um pouco mais cedo e para outras um pouco mais tarde. Ou seja, é natural que algumas pessoas tendam a dormir e a acordar mais cedo e outras mais tarde e, ainda, outras que alternam entre uma coisa e outra sem muito esforço. É o que os pesquisadores designam respectivamente como indivíduos matutinos, vespertinos e indiferentes.</p>
<p style="text-align:justify;">É possível que você nunca tenha pensado na importância do sono em sua vida, ou qual perfil de ‘dormidor’ é o seu, mas tente imaginar-se trabalhando durante à noite, ou em turnos alternantes. Imagine-se perdendo noites e noites de sono durante anos, seguidamente. Você pode ter em mente que a sua função é relevante para a sociedade, você pode ser um profissional de transporte, segurança, energia, saúde….ou você pode ser um profissional da área de supermercado, siderúrgia, entretenimento…enfim, você pode ser alguém que precisa trabalhar e, obra da sociedade humana, o trabalho que você precisa, sabe e/ou deseja fazer é noturno! Justamente quando o seu corpo está pedindo por cama.</p>
<p style="text-align:justify;">Você conseguiria trocar a noite pelo dia? Provavelmente não. Além de adoecer fisicamente, o seu corpo iria chiar e muito, pode ter certeza disso. Você também adoeceria psicologicamente! Por mais noctívago(vespertino) que você seja, você provavelmente não conseguiria reunir um grupo social – abrangente o suficiente para atender todas as suas demandas afetivas e sociais – que quisesse, ou conseguisse, viver exclusivamente à noite. Por conta de nossa história evolutiva somos essencialmente seres diurnos e organizamos nossa vida social assim: atividades durante o dia e repouso à noite. Quase que a totalidade das escolas, do comércio, consultórios médicos, o resto da sua família, o cinema e uma parte considerável dos seus amigos e da vida social ‘funciona’ durante o dia. Esse é o aspecto problemático, do ponto de vista psicológico, da vida em 24 horas. Para que a sociedade contemporânea ofereça serviços ininterruptos é necessário que uma camada respeitável da população seja privada de sono e de vida social.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem trabalha à noite sofre com os horários sociais padrão da sociedade humana, além de sofrer com os problemas físicos advindos da inversão temporal que é trabalhar à noite e repousar de dia. Hoje se sabe que parte dos problemas de saúde apresentados por trabalhadores noturnos, ou em turnos alternantes, são desencadeados e/ou agravados por fatores psicológicos. Quando se trabalha à noite ocorre um descompasso entre a vida pessoal e a vida coletiva e, felizmente ou infelizmente, o ser humano é um animal gregário. Ou seja, o ser humano não sabe viver sem a companhia de seus iguais, o convívio social é parte fundamental da nossa saúde psíquica.</p>
<p style="text-align:justify;">À noite sonhamos? Sonhamos! Sonhamos e, também, trabalhamos. Hoje cerca de 20% da população mundial trabalha em alguma atividade noturna. A sociedade de consumo demanda cada vez mais e mais serviços de 24 horas. É o preço que pagamos pelo conforto, pela velocidade da informação e pelo acúmulo de trabalho. É, não devemos nos esquecer que a necessidade de mais e mais pessoas trabalhando à noite está relacionada, em parte, ao fato de que mais e mais pessoas precisam estender o seu dia em função do excesso de trabalho que empurra as atividades de manutenção da vida, doméstica e de lazer, para horários cada vez mais tardios. Nós, seres humanos, não estamos programados para viver dias/noites tão longos.</p>
<p style="text-align:justify;">Se podemos mudar isso? É possível que sim, mas a um custo muito grande. Talvez não possamos mais voltar a um tempo em que as noites eram somente para sonhar, mas talvez possamos impedir que as noites se tornem tão somente um tempo a mais para trabalhar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relatório Final da VIII Reunião Ordinária do Fórum Nacional de Saúde Mental Infanto-Juvenil]]></title>
<link>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/24/relatorio-final-da-viii-reuniao-ordinaria-do-forum-nacional-de-saude-mental-infanto-juvenil/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:05:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Sérgio Gonçalves</dc:creator>
<guid>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/24/relatorio-final-da-viii-reuniao-ordinaria-do-forum-nacional-de-saude-mental-infanto-juvenil/</guid>
<description><![CDATA[MINISTÉRIO DA SAÚDE                                                              SECRETARIA DE ATENÇ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">MINISTÉRIO DA SAÚDE <br />
                                                           </p>
<p style="text-align:center;">SECRETARIA DE ATENÇÃO A SAÚDE <br />
   Departamento de Ações Programáticas Estratégicas <br />
        Coordenação Nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas</p>
<p style="text-align:left;">FÓRUM NACIONAL DE SAÚDE MENTAL INFANTO-JUVENIL</p>
<p style="text-align:left;">Documento Síntese da VIII Reunião Ordinária<br />
Brasília – DF</p>
<p>Nos dias 25 e 26 de março de 2009, realizou-se em Brasília/DF, a VIII Reunião Ordinária do Fórum Nacional de Saúde Mental Infanto-Juvenil, que contou com a participação de representantes das 32 entidades membros do Fórum e de 125 convidados.</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>A VIII Reunião focou questões relacionadas ao uso e abuso de álcool e outras drogas por crianças e adolescentes, tendo como tema Álcool e Outras Drogas: Atenção Integral e Inclusão. Ao contemplar essa problemática, pretendeu-se qualificar o debate sobre álcool e outras drogas, formular caminhos para ampliação da atenção aos usuários, e contribuir para que o tema seja abordado de forma mais competente e conseqüente pela sociedade brasileira. (&#8230;)</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><em>Veja o relatório na íntegra:</em></span></strong></p>
<p><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=32638">http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=32638</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HONORÁRIOS DE PSIQUIATRAS NÃO SERÃO REPASSADOS EM JUIZ DE FORA.]]></title>
<link>http://faxsindical.wordpress.com/2009/11/22/honorarios-de-psiquiatras-nao-serao-repassados-em-juiz-de-fora/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:13:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>gh7a</dc:creator>
<guid>http://faxsindical.wordpress.com/2009/11/22/honorarios-de-psiquiatras-nao-serao-repassados-em-juiz-de-fora/</guid>
<description><![CDATA[domingo, 22 de novembro de 2009 SINDICAL_192_TELEGRAMA TELEGRAMA SINDICAL 191 Ano IV – Número 191 – ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 class="date-header">domingo, 22 de novembro de 2009</h2>
<p>  <a name="4225159527458109262"></a><br />
<h3 class="post-title entry-title"> <a href="http://sindicatoexpresso.blogspot.com/2009/11/sindical192telegrama.html">SINDICAL_192_TELEGRAMA</a> </h3>
<div class="post-body entry-content">
<p> <!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} -->   </p>
<div style="border-color:windowtext 0;border-style:double none;border-width:2.25pt medium;padding:1pt 0;">
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;padding:0;"><span style="font-family:&#34;">TELEGRAMA SINDICAL 191</span></p>
</p></div>
<div style="border-color:0 0 windowtext;border-style:none none solid;border-width:medium medium 1pt;padding:0 0 1pt;">
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;padding:0;"><span style="font-family:&#34;">Ano IV – Número 191 – Juiz de Fora, 22 de novembro de 2009.</span></p>
</p></div>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">HONORÁRIOS MÉDICOS NÃO SERÃO REPASSADOS PELA SECRETARIA DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">O Ministro Temporão assinou a portaria MS/GM 2.644, no dia 28 de outubro de 2009, que reajusta incrementos para os serviços de atenção psiquiátrica hospitalar. Traduzindo do burocratês sanitário para língua inteligível, a portaria corrige os honorários médicos e as contas hospitalares para a área de Psiquiatria. A defasagem de honorários médicos causava desânimo entre os profissionais por ter atingido níveis perigosamente irrisórios e indignos do trabalho realizado. A defasagem das diárias hospitalares sucateia as instituições e compromete a qualidade da assistência. Não parece ser bom para a sociedade, para os usuários do sistema público de saúde e para os profissionais que atuam nessas instituições a persistência dessa situação. O Governo Lula agiu de conformidade com os reclamos do espírito público e dá um passo decisivo para a correção dessas distorções.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Em todo o Brasil a decisão do Ministro Temporão terá eficácia. Não terá em Juiz de Fora. O encarregado do serviço de saúde mental da Prefeitura, por meio do Ofício 269/2009 DIR/DRSME/SS, de novembro de 2009, informa que, em Juiz de Fora, o dinheiro correspondente aos reajustes não será entregue aos seus destinatários. Não faz referência ao ressarcimento dessas perdas de honorários que os médicos vão sofrer. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Considerando que esses recursos são conhecidos como verbas carimbadas, isto é, transferências feitas com uma destinação determinada, fica difícil entender como podem ser tão facilmente desviados para não se sabe onde. Pede-se transparência. A opinião pública e todos os interessados merecem isso. Não podem pairar dúvidas e mistérios sobre os destinos do dinheiro público. Não apenas sobre o destino dos honorários médicos, como também sobre os cerca de 350 mil reais enviados pelo governo do Estado para montar casas para albergar egressos de hospitais psiquiátricos, as denominadas residências terapêuticas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">A administração do Prefeito Custódio de Matos deve uma explicação à opinião pública sobre esses assuntos que parecem ser da mais alta gravidade.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">JUIZ DE FORA: SINDICATOS CRIAM FORUM SINDICAL PERMANENTE PARA DISCUTIR RELAÇÕES COM A PREFEITURA DE JUIZ DE FORA.</span></p>
<div style="border-color:windowtext 0;border-style:solid none;border-width:1pt medium;padding:1pt 0;">
<p class="MsoNormal" style="border:medium none;padding:0;"><span style="font-family:&#34;">Proposta de prêmio anual por desempenho permite antecipar ofensiva da administração de Custódio de Matos contra o Serviço Público.</span></p>
</p></div>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">Sindicatos que representam os trabalhadores do setor público municipal acenderam o sinal de alerta diante da discussão, na Câmara Municipal, sobre a instituição de uma gratificação anual por desempenho, a ser paga a critério do lado patronal. Com isso o Sinserpu, o SINPRO, o Sindicato dos Médicos e a Delegacia Regional do Sindicato dos Engenheiros decidiram criar um fórum sindical, a funcionar em caráter permanente, para discutir as relações trabalhistas com a Prefeitura, a unidade na organização do trabalho e na ação sindical.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">O primeiro ato do Fórum Sindical será repudiar a proposta da administração de Custódio de Matos de contratar por 200 mil reais uma empresa para elaborar planos de cargos, carreiras e salários. O entendimento unânime dos sindicatos é que esse assunto pertence ao campo das negociações coletivas entre as partes. A discussão do assunto deve ser democrática e não tecnocrática. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">&#160;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:&#34;">O Fórum Sindical representou um avanço substancial do movimento sindical no setor público em Juiz de Fora.</span></p>
</p></div>
<p>  <span class="post-author vcard"> Postado por <span class="fn">Secretaria Geral do Sindicato dos Médicos de Juiz de Fora e da Zona da Mata de Minas Gerais</span> </span> <span class="post-timestamp"> às</p>
<p></span>Categorias do Technorati <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/M%C3%A9dicos" rel="tag">Médicos</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/Juiz%20de%20Fora" rel="tag">Juiz de Fora</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/Sindicato%20dos%20M%C3%A9dicos" rel="tag">Sindicato dos Médicos</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/Prefeitura%20de%20Juiz%20de%20Fora" rel="tag">Prefeitura de Juiz de Fora</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/Cust%C3%B3dio%20de%20Matos" rel="tag">Custódio de Matos</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/Minas%20Gerais" rel="tag">Minas Gerais</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/Sindicatos" rel="tag">Sindicatos</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/centrais%20sindicais" rel="tag">centrais sindicais</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/munic%C3%ADpio" rel="tag">município</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/administra%C3%A7%C3%A3o%20p%C3%BAblica" rel="tag">administração pública</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/servi%C3%A7o%20p%C3%BAblico" rel="tag">serviço público</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/cargo" rel="tag">cargo</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/carreira" rel="tag">carreira</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/remunera%C3%A7%C3%A3o" rel="tag">remuneração</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/emprego" rel="tag">emprego</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/sal%C3%A1rio" rel="tag">salário</a>, <a class="performancingtags" href="http://technorati.com/tag/FENAM" rel="tag">FENAM</a></p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=c8daf45a-2de4-86c0-8532-279caa96c8e8" /></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aula de Saúde Mental- Exame Psíquico]]></title>
<link>http://med11jf.wordpress.com/2009/11/20/aula-de-saude-mental-exame-psiquico/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:24:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>medturma11</dc:creator>
<guid>http://med11jf.wordpress.com/2009/11/20/aula-de-saude-mental-exame-psiquico/</guid>
<description><![CDATA[Em anexo a aula de Saúde Mental-Exame Psíquico: OBS: Aula referente até o término do período. EXAME ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em anexo a aula de Saúde Mental-Exame Psíquico:</p>
<p>OBS: Aula referente até o término do período.</p>
<p><a href="http://med11jf.wordpress.com/files/2009/11/exame-psiquico.doc">EXAME PSÍQUICO</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Era uma vez...]]></title>
<link>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/20/era-uma-vez/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:20:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Sérgio Gonçalves</dc:creator>
<guid>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/20/era-uma-vez/</guid>
<description><![CDATA[Era uma vez&#8230; Era uma vez um corpo, um corpo biológico, biologicamente completo, completude em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Era uma vez&#8230;<br />
Era uma vez um corpo,<br />
um corpo biológico,<br />
biologicamente completo,<br />
completude em desamparo.<br />
Desamparo biológico<br />
que é atendido, é alimentado.</p>
<p>Era uma vez um corpo,<br />
um corpo biológico,<br />
um corpo sem alma &#8211; sem psique -<br />
sem psiquismo, sem desejo.<br />
Era um corpo querido, era desejado,<br />
mais que um corpo, era objeto,<br />
objeto do desejo dum outro.</p>
<p>Mais que leite dá-lhe o outro,<br />
pois sexualizado é o outro,<br />
é um outro desejante.<br />
Por amor, por desejo,<br />
violenta-lhe o outro,<br />
dá-lhe o leite,<br />
dá-lhe o desejo.</p>
<p>Apoia-se no amparo do leite<br />
o desejo que se constrói.<br />
Um corpo que se conserva,<br />
um psiquismo que se inaugura.<br />
Doravante dois desamparos,<br />
um corpo que sentirá fome e<br />
a fome da tensão do desejo.</p>
<p>Desejo saciado &#8211; satisfeito -<br />
buscará repetir o impossível,<br />
a vivência primeira de satisfação.</p>
<p>Antonio Sérgio Gonçalves/96</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rede de Cuidados em Saúde Mental]]></title>
<link>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/20/rede-de-cuidados-em-saude-mental/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:38:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Sérgio Gonçalves</dc:creator>
<guid>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/20/rede-de-cuidados-em-saude-mental/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MslMKMZKEqc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MslMKMZKEqc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A depressão como um sintoma social contemporâneo]]></title>
<link>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/20/a-depressao-como-um-sintoma-social-contemporaneo/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:21:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Sérgio Gonçalves</dc:creator>
<guid>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/20/a-depressao-como-um-sintoma-social-contemporaneo/</guid>
<description><![CDATA[“A via do entendimento psicanalítico parte sempre da investigação clínica, na qual as formações do i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>“A via do entendimento psicanalítico parte sempre da investigação clínica, na qual as formações do inconsciente se expressam na singularidade de cada sujeito; mas a experiência clínica pode também, seguindo o exemplo de Freud, contribuir para esclarecer o sofrimento que se expressa através dos sintomas da vida social. A direção da construção da teoria vai do particular para o social, nunca o contrário”.</em><strong><em> </em></strong>(Kehl, 2009)</p>
<p>Maria Rita lançou agora, pela Boitempo Editorial, O Tempo e o cão – a atualidade das depressões. Nesta sua publicação, esta autora, por meio de um rigoroso trabalho de investigação e reflexão, parte de sua experiência clínica e desenvolve um profícuo percurso reflexivo, tomando como suposição a depressão como uma das expressões do mal-estar contemporâneo – seu sintoma. Em uma das três partes que compõe este seu trabalho e apoiando-se em conceitos dos filósofos Henry Bergson e Walter Benjamin, discute a questão da percepção do tempo pelos deprimidos formulando assim, o que ela denomina de temporalidade como relação subjetiva destes sujeitos com o tempo.</p>
<p>Para além da clínica psicanalítica, Kehl no proporciona com acuidade, uma das possibilidades de leitura do mal-estar contemporâneo, convidando-nos a pensar sobre a relação entre as formas atuais de subjetivação e seu(s) sintoma(s).</p>
<p>Por outra via, Alain Ehrenberg, sociólogo francês seguindo uma concepção antropológica da sociologia, como define seu trabalho, publicou La fatigue d’être soi: Dépression et societé (1998). Neste trabalho, Ehrenberg constrói, por meio da análise de um consistente corpus (pesquisas e artigos psiquiátricos), uma leitura sobre o conceito de depressão. Vai dos anos 40 com o uso da técnica da eletroconvulsoterapia (eletrochoque), passando pelos antidepressivos na década de 50. Reflete sobre as mudanças que as publicações técnicas sobre a depressão recebe, dos anos 60 até os dias atuais, não deixando de fora, uma análise crítica sobre as revisões realizadas no DSM (Diagnostic and Statisctical Manual of Mental Disordes), hoje em sua quarta edição (DSM IV) e as suas conseqüências: da passagem de uma clínica estrutural (organização neurótica e psicótica), para uma clínica sindrômica. Da condição de sintoma de estruturas clínicas, a depressão ganhou o estatuto de uma entidade clínica autônoma.</p>
<p>Alain Ehrenberg se foca na mudança ocorrida na hierarquia dos valores e normas, como define: da transformação de grande amplitude da passagem da disciplina (Foucault) para a autonomia. Ehrenberg em entrevista concedida a Michel Botbol (2004) define o seu trabalho <strong>La fatigue d’être soi</strong>, <em>“como um estudo de caso no qual</em><em> </em><em>procurei mostrar que na passagem da neurose para a depressão, se passa de uma patologia do conflito — que coloca em cena o desejo —, para uma patologia da insuficiência — que coloca em jogo a questão da ação.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Em uma sociedade em que os sujeitos são medidos por seu desempenho, pela métrica da competitividade liberal, em que freneticamente (mania) os sujeitos de debatem para “ser”, somos contemplados não apenas na clinica, mas no cotidiano, pelas formas ameaçadoras em que a <em>fadiga de ser (a si mesmo)</em> emerge: as adicções, as pseudo bipolaridades, o chamados “ataques de pânico” como sintomas e a depressão, propriamente dita, como subjetivação possível.</p>
<p>Antonio Sérgio Gonçalves</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saúde Mental no RS: realidade e projetos ]]></title>
<link>http://jessicamello.wordpress.com/2009/11/18/saude-mental-no-rs-realidade-e-projetos/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:59:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>jessicamello</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando se fala em saúde mental prontamente o imaginário popular faz associação aos loucos internados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Q<span style="color:#000000;">uando se fala em saúde mental prontamente o imaginário popular faz associação aos loucos internados em manicômios, por vezes psicopatas e perigosos ao convívio em sociedade. Mas tudo não passa de exagero. <strong>Os usuários dessa doença são pessoas iguais a todos nós, com as mesmas vontades e desejos, embora necessitem de tratamentos especiais, como qualquer outro doente precisa. </strong>Ainda hoje existe muito preconceito envolvendo essa temática, mas houve grandes avanços a partir da criação do Sistema Único de Saúde (SUS), em 1988, no qual foram estabelecidas as condições institucionais para a implantação de novas políticas de saúde, entre as quais a de saúde mental. Os recursos enviados pelo Ministério da Saúde proporcionam a criação de serviços em saúde mental de atenção comunitária, pública, de base territorial, ao mesmo tempo em que se determina a implantação de critérios mínimos de adequação e humanização do parque hospitalar especializado.</span></p>
<p>Conforme dados do próprio Ministério da Saúde, <strong>12% da população brasileira necessitam de algum atendimento em saúde mental</strong>, seja ele contínuo ou eventual e 3% sofrem com transtornos mentais severos e persistentes. Com o objetivo de dar o acompanhamento básico a essa população, o SUS destina 2,3% do seu orçamento anual para o tratamento de transtornos mentais. Além dos Centros de Atenção Psicossocial, onde os usuários ganham acompanhamento clínico e participam de programas de reinserção social, a Política Nacional de Saúde Mental ainda oferece as Residências Terapêuticas, uma Política de tratamento infanto-juvenil, a Atenção Básica ao usuário e diversos programas e políticas específicas.</p>
<p><a href="http://jessicamello.wordpress.com/files/2009/11/dsc02034-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-189" title="Fachada da GerAção Poa. Foto: Karyme Reis" src="http://jessicamello.wordpress.com/files/2009/11/dsc02034-1.jpg?w=225" alt="Fachada da GerAção Poa. Foto: Karyme Reis" width="225" height="300" /></a>Em Porto Alegre, a PNSM, juntamente com o SUS, mantém a <strong>GerAção POA, uma oficina de trabalho e renda, que busca reinserir os usuários de saúde mental no mercado de trabalho.</strong> A GerAção possui diversas oficinas, dentre elas Papéis e Cartões, Serigrafia, e a chamada Oficineiros &#38; Poetas, que reúne os usuários para a criação e leitura de poesias, aprimorando a escrita e a criatividade. Todos os oficinandos passam por acompanhamento psicoterapêutico, já que todos os trabalhos realizados pelo projeto contam com a coordenação de terapeutas ocupacionais. Além disso, eles continuam em atendimento nos serviços que o encaminharam – sejam eles o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), o Centro Regional de Saúde do Trabalhador (CEREST), as equipes de saúde mental, os ambulatórios de hospitais (HPV, GHC, HC&#8230;), as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou o Programa da Saúde da Família (PSFs) -, tendo um acompanhamento conjunto e contínuo. Uma das terapeutas da GerAção POA, Katia Barfknecht, diz que os problemas apresentados pelos usuários atendidos pela GPOA são, em sua maioria, decorrentes de sintomas detectados nos seus diagnósticos.“Muitos apresentam dificuldade de socialização, de relacionarem-se com o coletivo, de trazerem suas idéias, falarem o que sente; enfim, de opinarem, seguirem combinações com o grupo, dificuldade de memória, entre outros”. Em média, os usuários costumam frequentar a Oficina durante dois anos, embora Kátia alerte para uma não determinação precisa deste tempo.</p>
<p>Em conversas com alguns participantes, realizadas no mês de novembro,  foi possível perceber o quanto as oficinas são importantes para assegurar uma auto-estima um pouco maior para esses usuários. Veridiana (36), que frequenta as oficinas há alguns meses, conta que depois que descobriu a Geração POA conseguiu superar um princípio de depressão. Formada em Magistério, Veridiana fala com nostalgia de quando lecionava. Em meio a confusões mentais, ela conta com tristeza quando foi afastada da atividade. Afirma que sua superior não gostava da maneira como ela ensinava as crianças, pois ela tinha implicâncias pessoais com a professora. Após um período de superação do afastamento, a usuária descobriu as oficinas da Geração POA, e desde então frequenta o lugar todas as segundas e terças-feiras. Rodeada por montinhos de papel, ela trabalha na oficina que confecciona blocos de anotações. Juntamente com mais cinco usuários, a produção segue o estilo fordista, no qual cada um é responsável por uma etapa do processo. O trabalho se inicia no recorte do papel realizado por dois rapazes, passando pela contagem das folhas e finalmente chegando ao fechamento feito por Veridiana e outra colega.</p>
<p>Julio César (34) fazia timidamente o recorte da capa que seria colocada na frente dos blocos de anotações. Usuário da Geração POA há quase um ano, Julio contou que está se preparando para o vestibular na Associação Beneficente Sargento Cordeiro e faz, também, capoeira nas horas vagas. Nesta associação, que oferece cursos de qualificação sem fins lucrativos, ele estuda muito para conseguir uma vaga na UFRGS. Julio afirma estar ciente das dificuldades para entrar na Universidade Federal, mas não pretende desistir do seu sonho de cursar Educação Física.</p>
<p><span style="color:#548dd4;"><span style="color:#000000;">No dia em que tivemos esta conversa com Julio e Veridiana,</span></span><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#548dd4;"><span style="color:#000000;">aconteciam</span></span><span style="color:#000000;"> duas oficinas simultaneamente, a de confecção de blocos e a de serigrafia. O grupo realizava a serigrafia de uma encomenda de camisetas que seria entregue no final da semana. A terapeuta Katia conta com o auxílio daqueles usuários que já estão a mais tempo no projeto. Rafael Lisboa (46) frequenta as oficinas há onze anos e é um dos mais velhos do grupo, por esse motivo ele coordena o pessoal da serigrafia. A terapeuta diz que nessa encomenda os usuários participaram de todo o processo, e que eles procuram sempre deixá-los responsáveis por todas as etapas, auxiliando-os quando necessário. Neste caso das camisetas, foi realizada uma reunião na qual se decidiram desde o valor, até a data para a entrega da produção. Katia conta também que alguns tem bastante dificuldade nesta parte de falar ao telefone, negociar, mas que mesmo assim eles incentivam e que muitos já apresentam grande crescimento nessas relações sociais. Os grupos são mistos, homens e mulheres, jovens e idosos, deficientes mentais e não deficientes.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://jessicamello.wordpress.com/files/2009/11/dsc02035.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-191" title="Usuários na Oficina de Papéis &#38; Cartões. Foto: Karyme Reis." src="http://jessicamello.wordpress.com/files/2009/11/dsc02035.jpg?w=300" alt="Usuários na Oficina de Papéis &#38; Cartões. Foto: Karyme Reis." width="300" height="225" /></a><br />
</span></p>
<p><strong>Os usuários de saúde mental e a tecnologia</strong></p>
<p><span style="color:#548dd4;"><span style="color:#000000;">Além das dificuldades enfrentadas pelos usuários e que já foram aqui citadas, outra que se percebe é o uso com a tecnologia. Apesar de ser um uso quase que cotidiano na vida da maioria da classe média e alta, essa realidade não pode ser aplicada à população de baixa renda, e, no caso desta reportagem, aos usuários de saúde mental. <strong>Poucos tem contato com aparelhagens tecnológica e muitos sequer sabem como tais adereços funcionam.</strong> Durante um encontro com o grupo de Oficineiros &#38; Poetas, em que os usuários estavam realizando uma pesquisa acerca das imigrações alemã e italiana no Estado para o projeto da Agenda 2010, discutiu-se a possibilidade de fazer essa pesquisa através da internet. Prontamente, os que ali estavam manifestaram-se negativamente, afirmando não saber como realizar tal atividade nos computadores. Alguns, inclusive, pergutavam: &#8220;Tem como fazer isso?&#8221;.</span></span></p>
<p><span style="color:#548dd4;"><span style="color:#000000;">Ainda que haja interesse por parte das terapeutas em ensinar aos usuários como manusear os computadores e utilizar a internet, faltam equipamentos para realizar as oficinas. Segundo a terapeuta Carmem Vera, existem poucos computadores na GerAção POA e todos são usados para administrar o projeto, contendo informações e dados que não podem ser de acesso dos usuários. Além disso, não existem pessoas qualificadas no ensino básico da informática trabalhando na GerAção para auxiliar no aprendizado dos usuários.</span></span></p>
<p><strong>A relação saúde mental e Economia Solidária</strong></p>
<p><span style="color:#000000;">O trabalho realizado nas oficinas da GerAção POA segue alguns princípios da Economia Solidária &#8211; uma teoria que promove, dentre outras, a ideia de preço justo, a divisão de sobras ao invés do lucro e a igualdade entre os funcionários, sem a existência de um chefe que mande, mas de um líder que organize o grupo. A oficina é frequentemente assessorada pelo Núcleo de Economia Alternativa da UFRGS, através de áreas do conhecimento específicas de demanda, como Contabilidade, Gestão, Design e Comunicação. Os bolsistas do Núcleo ajudam os usuários a compreenderem e utilizarem na prática questões técnicas das áreas citadas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> A GerAção POA também comercializa seus produtos, basicamente, em Feiras e eventos especializados de Economia Solidária ou de Saúde Mental, como o III Encontro Estadual de Saúde Mental, ocorrido na Sogipa em setembro. Nestes eventos, é feito uma escala de trabalho na qual os usuários se prontificam a permanecer nos stands de venda durante o período de duração da Feira. <strong>Tal organização é vital para explorar a sociabilidade e a relação com os demais indivíduos</strong>, problemas usuais apresentados pelos usuários da GPOA. Além disso, deixa-os mais envolvidos com o processo geral de produção e comercialização dos seus próprios produtos, dando-os liberdade para decidir sozinhos valores para descontos, quando se deve dar e em quais produtos dar e o tabelamento de preços e de vendas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> <strong>Outros projetos além das oficinas</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;">A GerAção POA não só oferece as oficinas, como também luta pela causa dos transtornos mentais. A terapeuta Carmem Vera conta que há tempos vem batalhando pelo direito de oferecer cursos de qualificação aos usuários. Recentemente, conseguiu. A parceria foi feita entre o SENAC e o Zaffari para a realização de um curso de Caixa de Supermercado, cuja qualificação final do aluno será tanto para caixa quanto para empacotador ou estoquista. Após o término, o Zaffari empregará os alunos destaques.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Para Carmem a iniciativa surge para mostrar que os usuários de saúde mental não são incapacitados ou meros doentes. &#8220;Eles são pessoas como nós. São pessoas que encontramos na rua e que não as julgaríamos doentes mentais&#8221;, diz a terapeuta. Ainda existem outros projetos encaminhados. <strong>Este é apenas o primeiro passo para a diminuição do preconceito e para a maior democratização e igualdade de chances e oportunidades.</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#548dd4;"><span style="color:#000000;">Para mais informações a respeito do projeto, acesse o blog do NEA (neaufrgs.wordpress.com) ou marque uma visita na GerAção POA, através do número 3321-1976 ou no endereço Rua Mariante, 500 &#8211; Porto Alegre/RS.</span></span></p>
<p><span style="color:#548dd4;"><span style="color:#000000;"><em>(reportagem produzida por Jessica Mello e Karyme Reis para a cadeira Jornalismo Impresso II &#8211; FABICO/UFRGS)</em></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moradores de Rua]]></title>
<link>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/18/moradores-de-rua/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:34:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antonio Sérgio Gonçalves</dc:creator>
<guid>http://actofalhoeafins.wordpress.com/2009/11/18/moradores-de-rua/</guid>
<description><![CDATA[Homens e mulheres, crianças e jovens. Nos centros das cidades, nas filas dos albergues, pelas ruas o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://actofalhoeafins.wordpress.com/files/2009/11/cimg00404.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-35" title="Morador de rua, centro de São Paulo - SP" src="http://actofalhoeafins.wordpress.com/files/2009/11/cimg00404.jpg?w=1024" alt="" width="1024" height="348" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Homens e mulheres, crianças e jovens.</p>
<p style="text-align:center;">Nos centros das cidades, nas filas dos albergues, pelas ruas ou sob os viadutos;</p>
<p style="text-align:center;">São vistos caídos, catando, bebendo ou dormindo;</p>
<p style="text-align:center;">Ou ainda brincando, dançando, falando sozinhos, sentados em grupo, sentados sozinhos, costumam ter um cão.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;">Povoam as praças. Cheirando cola, portando a garrafa, pedindo esmola?</p>
<p style="text-align:center;">Uma carroça, uma caixa de papelão, um cobertor. A sopa, a sobra, o lixo.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;">Alguns enlouquecem, outros o são! Quem não seria?</p>
<p style="text-align:center;">Muitos não!</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;">De casas um dia, modelo de sala;</p>
<p style="text-align:center;">Sob o viaduto, as cenas recriam!</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;">Espalham-se filhos. Criam seus filhos, Perdem seus filhos.</p>
<p style="text-align:center;">Pivetes, pixotes, menores, trombadinhas, trombadões, meliante, elemento, ladrão!</p>
<p style="text-align:center;">Pega ladrão!</p>
<p style="text-align:center;">&#8230;ta lá o corpo estendido no chão!</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;">Na rua o chão, o mesmo chão, a rua como instituição.</p>
<p style="text-align:center;">Marcam pontos, perdem os pontos, desfazem os grupos;</p>
<p style="text-align:center;">Envelhecem cedo, adoecem cedo, adoecem muito.</p>
<p style="text-align:center;">Alguns morrem, alguns são mortos; muitos não!</p>
<p style="text-align:center;">Excedem a vida&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">Desapercebidos, percebidos; ameaçam, indignam ou são naturalizados:</p>
<p style="text-align:center;">Da rua fazendo parte&#8230; ou não?</p>
<p style="text-align:center;">Vamos pensar sobre isso?</p>
<p style="text-align:right;">ASG/2006</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saúde Mental e Psicologia do Trabalho_Parte I]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-i/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:48:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-i/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Linha de Produção&#8221; por Di Cavalcanti (1897-1976) *Por José Roberto Heloani e Cláudio Ga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/di-cavalcanti_linha_de_producao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1421" title="Di cavalcanti_linha_de_producao" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/di-cavalcanti_linha_de_producao.jpg" alt="" width="500" height="404" /></a>&#8220;Linha de Produção&#8221; por Di Cavalcanti (1897-1976)</p>
<p style="text-align:right;"><strong>*Por José Roberto Heloani e Cláudio Garcia Capitão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um dos objetivos mais recentes da saúde mental não se restringe apenas à cura das doenças ou a sua prevenção, mas envidar esforços para a balhar em excesso e a divertir-se muito pouco; outras, pelo contrário, passam os dias a divertirem-se; outras ainda não conseguem fazer nem uma coisa nem outra. Sabe-se hoje que tanto o trabalho, quanto a diversão em proporções satisfatórias são critérios para avaliar um funcionamento psíquico saudável. Na realidade, ao contrário do que muitos possam supor, a organização do trabalho não cria doenças mentais específicas. Os surtos psicóticos e a formação das neuroses dependem da estrutura da personalidade que a pessoa desenvolve desde o início da sua vida, chegando a certa configuração relativamente estável, após o período de ebulição da adolescência – quando as condições sociais são relativamente favoráveis –, antes mesmo da pessoa entrar no processo produtivo. No entanto, “o defeito crônico de uma vida mental sem saída mantido pela organização do trabalho, tem provavelmente um efeito que favorece as descompensações psiconeuróticas” (Dejours, 1992:122).</p>
<p style="text-align:justify;">Atualmente, observa-se uma pressão constante contra a grande massa de trabalhadores existente em quase todo o mundo. Uma ameaça com objetivo certeiro faz com que milhares de pessoas sintam-se sobressaltadas, pois a úniimplementação de recursos que tenham como resultado melhores condições de saúde para a população. Na visão de Bleger (1984), não interessa apenas a ausência de doenças, mas o desenvolvimento integral das pessoas e da comunidade. A ênfase, então, na saúde mental, desloca-se da doença à saúde e à observação de como os seres humanos vivem em seu cotidiano. Para Dejours (1994), a psicopatologia tradicional está alicerçada no modelo clássico da fisiopatologia das doenças que afetam o corpo. Dedica-se, exclusivamente, ao diagnóstico das doenças mentais, dos transtornos mentais orgânicos, da esquizofrenia, dos transtornos do humor e dos inúmeros transtornos de personalidade. O debate, porém, que este artigo pretende explorar abrange as condições de milhares de pessoas sem imunidade que, embora suportem as pressões, conseguem, de alguma forma, escapar de um transtorno psicótico severo, mas que se mantêm, por assim dizer, no campo da normalidade. Não é raro encontrar pessoas que, por uma condição de sua psicodinâmica interna, possuem a propensão a tra ca ferramenta de que dispõem, sua força de trabalho, pode ser dispensada a qualquer momento.</p>
<p style="text-align:justify;">O desprezo assola o universo do trabalho e traz conseqüências drásticas para todos os que têm em seu trabalho sua única forma de sobrevivência. Contudo, a força de trabalho exigida precisa de especial qualificação, mesmo que seja, como antigamente, para apertar um simples botão. Assim, para a maior parte das atividades, exige-se um trabalhador complexo, que saiba muito mais além do que seria preciso para a execução de determinada tarefa. Acompanhando a tecnicidade do mundo, vai-se,  paulatinamente, necessitando de um trabalhador com maiores habilidades, ágil, que saiba lidar com uma nova representação de mundo, mesmo que seja para ocupar um cargo simples como o de telefonista. Essa pessoa tem de dominar sua língua, em alguns casos outro idioma, tem de ter rapidez tanto manual, como na voz e na mente, além de uma bagagem de informação disponível enquanto recurso pessoal para, ante qualquer dificuldade, utilizá-la.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, o mundo do trabalho torna-se, de forma rápida e surpreendente, um complexo monstruoso, que se por um lado poderia ajudar, auxiliar o homem em sua qualidade de vida, por outro lado – patrocinado pelos que mantêm o controle do capital, da ferramenta diária que movimenta a escolha de prioridades –, avassala o homem em todos os seus aspectos.  Alguns são absorvidos, exigidos, sugados. Outros alçados a postos de poder e de liderança que reproduzem o capital virtual. Outros, por assim dizer, alguns milhões, são jogados como a escória cuja água benta do emprego, da possibilidade do trabalho, não veio a salvar.  Esse princípio de realidade adentra e fere o psiquismo humano, fazendo com que as pessoas sintam-se exigidas; o sentimento de impotência e de desvalorização, que leva as pessoas pouco resistentes a degenerar-se rapidamente, avilta de si qualquer potencial humano que pudesse se somar às conquistas da civilização.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Paradoxos do Trabalho</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A barbárie do capital instaura na contemporaneidade a desumanidade das relações humanas, que se desqualificam quase totalmente, surpreendendo com a forma e a fôrma na qual o homem atual vai colocando-se. O capital, por meio do trabalho, organiza e estrutura o mundo. Só que hoje ele não tem mais nomes, expressa-se por Fundos. As empresas são gerenciadas por executivos, não mais por seus donos. Podem mudar de cidade, de nome, de país, de ramo de atividade, deixando seus trabalhadores em pleno mar de incertezas e retirando-lhes a identificação com sua prática diária e com a empresa para a qual trabalham.</p>
<p style="text-align:justify;">No pensamento e análise precisos e pontuais de Ianni (2000), é principalmente no neoliberalismo que se dá a dissociação entre o Estado e a sociedade civil, adquirindo o primeiro características de um aparelho administrativo das classes e grupos que detêm o poder, configurando-se como blocos dominantes em escala mundial. O que se observa é um Estado comprometido com a possibilidade de facilitação da produção e dos mercados, tendo em seu bojo a fluidez do capital produtivo e especulativo, da alta tecnologia, da informática, etc. No entanto, sempre em sintonia com as políticas geradas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (Bird), Organização Mundial do Comércio (OMC), Grupo dos 7, Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) comprometidas em facilitar e incrementar a produção, com praticamente nenhum cuidado em relação aos resultados de suas políticas, sua repercussão social ou conseqüências diretas na vida de milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Se o homem passa a maior parte de seu tempo trabalhando, suas relações pessoais fora de casa deveriam ter um valor afetivo de extrema importância. No entanto, as relações de companheirismo e de amizade no trabalho não se concretizam, pois elas são passageiras, imediatas, competitivas e as ligações afetivas, os vínculos não podem estabelecer-se, já que com cada alteração rompem-se os laços, perdem-se as pessoas e daí, além do castigo do desemprego, há a solidão, a perda irreparável. Fala-se em corrosão do caráter porque ninguém, nem os que teriam todas as razões para estarem satisfeitos com o sistema já que representam seu próprio ideal, encara seu emprego num horizonte a longo prazo. O comportamento de curto prazo, como Sennett (1998) observou, distorceu qualquer senso de realidade, confiança e comprometimento mútuo. As empresas descartam seus funcionários e os que podem fazem o mesmo. As pessoas parecem não mais estarem preocupadas com o significado do seu trabalho ou com a oportunidade de vivência e troca coletiva. A preocupação volta-se para a acumulação de um valor de troca, como se todos se convertessem em uma ação de mercado, cujo preço é julgado por outrem. A verdadeira identificação com o trabalho parece viver de um objetivo que não chega a concretizar-se: acumula-se aprendizado, dinheiro, experiência, aumentam-se as páginas do currículo, tudo para o próximo processo seletivo já que o trabalho atual será apenas momentâneo.</p>
<p style="text-align:justify;">No presente, ao contrário da classe de mineiros descrita em Germinal, por Zola, o que encontra-se são pessoas isoladas, esquizóides, que olham o colega como alguém não confiável, não só pelo fato do que o outro realmente é, mas, muito mais, pelo que representa: sofrimento e dor. No universo pós-moderno “são muitos os que colocam em plano muito secundário, ou simplesmente esquecem, o povo, as classes, os grupos e os movimentos sociais, assim como as correntes de opinião pública e os jogos das forças sociais [...] Em especial, esquecem as formas de organização social e técnica do trabalho, compreendendo as condições sob as quais se desenvolvem e realizam a produção, distribuição, troca e consumo, processos com os quais se funda uma parte fundamental da ‘fábrica’ da sociedade, em escala nacional e mundial” (Ianni, 2000).</p>
<p style="text-align:justify;">Retrocedendo na História, assim como sugere Marx (1996), mais dependente aparece o indivíduo, e, conseqüentemente também o indivíduo produtor e o conjunto ao qual pertence. De início, esse aparece de um modo ainda bastante natural, no seio da família e da tribo, esta uma família ampliada. Mais tarde, surge nas inúmeras formas de comunidade resultantes do antagonismo e da fusão das tribos. Somente no século XVIII, na “sociedade burguesa”, é que as diversas formas do conjunto social passaram a apresentar-se ao indivíduo como simples meio de realizar seus fins privados, como necessidade exterior. Todavia, a época que produz esse ponto de vista, o do indivíduo isolado, é precisamente aquela na qual as relações sociais (e, desse ponto de vista, gerais) alcançaram o mais alto grau de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Não pretende-se nesse breve artigo sobrepor o homem atual àquele encontrado no século XVIII, no que se refere, por exemplo, ao trabalho e à forma como ele se organiza. Mas, ao contrário, esclarecer algumas das determinações históricas que fizeram com que o trabalho fosse e tivesse a forma atual e porque a relação com o trabalho deve ser de sofrimento, de pena a ser cumprida, de trabalho forçado e não algo ego-sintônico, motivado e prazeroso. Seriam apenas as relações de propriedade e de exploração? Ou a própria produção cria aquele que consome, que, por sinal, cria a própria Produção. Para Marx (1996:31), “a produção é também imediatamente consumo. Consumo duplo, subjetivo e objetivo. O indivíduo, que ao produzir desenvolve suas faculdades, também as gasta, as consome, no ato da produção, exatamente como a reprodução natural é um consumo de forças vitais”. Se a produção coincide com o consumo dos meios que obrigatoriamente foram utilizados e gastos para que ela ocorresse, o próprio ato de produção vai ser, como se verá, em todos os seus momentos, também ato de consumo. O resultado, em síntese, é que a produção é consumo, e que, imediatamente, é produção. “Cada qual é imediatamente seu contrário. Mas, ao mesmo tempo, opera-se um movimento mediador entre ambos. A produção é mediadora do consumo, cujos materiais cria e sem os quais não terá objeto. Mas o consumo é também mediador da produção ao criar para os produtos o sujeito, para o qual são os produtos” (Marx, 1996:32).</p>
<p style="text-align:justify;">Para entender quais as determinações históricas da relação homem x trabalho na modernidade, tem-se de penetrar na “máquina” que tece sua trama nevrálgica, a produção que cria seu produtor e consumidor, com base no momento em que foi gerada. Então, o trabalho configura-se como o representante da força dos impulsos que o homem emprega para executálo, para poder ou não consumir o que foi por ele produzido, abrindo possibilidades de constituição de subjetividades, correspondentes a cada época histórica, que tem, por domínio, uma forma de produção.</p>
<p style="text-align:justify;">Sujeito, trabalho, produto, consumo, lucro. Elementos constitutivos de um intrigante eixo gravitacional, em que consumidor e produto mantêm uma relação eqüidistante. Para Adorno e Horkheimer (apud Rouanet, 1983:147) “a atrofia da imaginação e da espontaneidade do consumidor cultural moderno não precisa ser reconduzida a mecanismos psicológicos. Os produtos mesmos, a partir do mais típico, o filme falado, paralisam aquelas faculdades por sua própria constituição objetiva. São feitos de tal forma que sua compreensão adequada exige rapidez de reflexos, dotes de observação, competência específica, mas também a absoluta suspensão da atividade mental do espectador, se este não quer perder os fatos que se desenrolam diante de seus olhos&#8230; o espectador não deve trabalhar com a própria cabeça; o produto prescreve todas as reações: não por seu contexto objetivo – este se esvai no momento em que é submetido ao pensamento – mas através de sinais. Toda conexão lógica, que exija esforço intelectual, é escrupulosamente evitada”. O produto posiciona o consumidor na mesma situação de uma linha de montagem e não se restringe apenas a filmes, mas a amplo universo de necessidades criadas, consumidas sem qualquer reflexão, como se os efeitos da paralisia mental sofrida na produção fosse transferida em gênero, número e grau, para aquele que o adquire.</p>
<p style="text-align:justify;">No que se refere à produção, e por que não dizer o mesmo para o consumo, a situação que se encontra na atualidade não surgiu por geração espontânea, mas ocorreram marcos no capitalismo, que, para melhor rendimento e maior produção, desenvolveu métodos, muitos dos quais, aperfeiçoados em diversas versões. Taylor (apud Heloani, 1994) formulou uma forma de organização do trabalho caracterizada pelo amplo funcionamento das tarefas e concomitante o monitoramento dos movimentos dos trabalhadores. Tal forma rígida de controle objetivava a eficiência como meta e princípio. O modelo de Taylor, por seu lado, foi aperfeiçoado por Henry Ford, que desenvolveu a concepção de linha de montagem. O trabalho, então, é dividido de tal forma que o trabalhador possa a ser abastecido de peças e componentes através de esteiras, sem precisar, desse modo, movimentar-se. A administração do tempo passa a se dar de forma coletiva, pela adaptação do conjunto dos trabalhadores ao ritmo imposto pela esteira. O fordismo não se limitará apenas à questão disciplinar no interior da fábrica. Ele incorporará, tal como o taylorismo, um projeto social de “melhoria das condições de vida do trabalhador”. O projeto social fordista revela-se um projeto político que objetivava assimilar o saber e a percepção política do trabalhador para a organização.</p>
<p style="text-align:justify;">Até a crise do paradigma taylorista-fordista de produção, o modelo de Recursos Humanos e a própria concepção de administração estiveram articulados com concepções oriundas da engenharia, especialmente com a de produção, como também, com a lógica militar, expressa tão bem pela utilização de vocábulos pertencentes à caserna, tais como: logística, tática, estratégia, etc. Em conseqüência das transformações sociais e das ocorridas no cerne do capitalismo, a abordagem da engenharia foi perdendo espaço e começou a ser questionada à medida que o modelo fordista de desenvolvimento entra em crise – perde sua eficácia – em fins dos anos 60 e começo dos 70. Tal mudança não foi produto simples e acabado de uma visão mais humanista ou de um longo e bem-cuidado processo de conscientização, mas conseqüência de uma necessidade premente de responder a uma nova estrutura econômica e a um novo modo de regulamentação social; em suma, a uma nova realidade que se apresentava e que exigia respostas rápidas por parte do capital.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*José Roberto Heloani </strong>é Professor e Pesquisador da Universidade Estadual de Campinas e na FGV-SP(jheloani@fgvsp.br).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Cláudio Garcia Capitão </strong>é Psicólogo Clínico, Professor e Pesquisador em Psicologia na Universidade São Francisco (cgcapitao@uol.com.br).</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Fonte: Revista <a href="http://www.seade.gov.br/produtos/spp/" target="_blank">São Paulo em Perspectiva</a> 17(2): 102-108, 2003</strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong><span style="color:#888888;">Leia a segunda parte deste artigo</span> <a href="http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-i/" target="_blank">AQUI</a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ABRASCO Moção de apoio à realização da IV Conferência Nacional de Saúde Mental]]></title>
<link>http://estereotipos.net/2009/11/10/abrasco-mocao-de-apoio-a-realizacao-da-iv-conferencia-nacional-de-saude-mental/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:44:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.net/2009/11/10/abrasco-mocao-de-apoio-a-realizacao-da-iv-conferencia-nacional-de-saude-mental/</guid>
<description><![CDATA[Os participantes do IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, realizado em Recife, de 31 de outubro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os participantes do IX Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, realizado em Recife, de 31 de outubro a 04 de novembro de 2009, vêm manifestar seu apoio à realização da IV Conferência Nacional de Saúde Mental (CNSM) até a data de 30 de junho de 2010.</p>
<p>A realização da IV Conferência Nacional de Saúde Mental vem sendo reivindicada em vários eventos e documentos:</p>
<p>A III e última Conferência Nacional de Saúde Mental foi realizada em 2001 e desde então vem sendo reivindicada a realização da IV CNSM;</p>
<p>No VIII Congresso de Saúde Coletiva, realizado no Rio de Janeiro em 2006, foi aprovada moção reivindicando a realização da IV CNSM;</p>
<p>Em 2008 a XIII Conferência Nacional de Saúde aprovou indicação da realização da IV CNSM;</p>
<p>A Declaração de São José dos Campos, elaborada durante o XI Congresso Paulista de Saúde Pública, realizado em agosto de 2009, conclama que o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Saúde procedam à convocação da IV CNSM;</p>
<p>Em 30 de setembro de 2009 foi realizada a Marcha dos Usuários pela Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, em que 2500 usuários de serviços de saúde mental reivindicaram a realização da IV CNSM e  foram atendidos pelo chefe da Casa Civil e pela ministra interina da Saúde, tendo recebido  o comprometimento com a realização da IV CNSM;</p>
<p>Em 21 e 22 de outubro de 2009 aconteceu a reunião ampliada da Comissão Intersetorial de Saúde Mental do Conselho Nacional de Saúde em que estavam representados os estados brasileiros por seus conselheiros estaduais e nela foi reafirmada a necessidade da realização da IV CNSM e nesta mesma reunião o ministro Paulo Vanucchi afirmou a parceria da Secretaria Especial de Direitos Humanos na realização da IV CNSM.</p>
<p>Portanto,  a sociedade brasileira reivindica a realização da IV Conferência Nacional de Saúde Mental já!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grupo A]]></title>
<link>http://cc2004.wordpress.com/2009/11/09/grupo-a/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:56:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>helenatemido</dc:creator>
<guid>http://cc2004.wordpress.com/2009/11/09/grupo-a/</guid>
<description><![CDATA[As aulas TPs de saúde mental e oncologia que começam agora são para todo o grupo A. Ou seja, mesmo a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As aulas TPs de saúde mental e oncologia que começam agora são para todo o grupo A. Ou seja, mesmo as turmas A1 e A2 vão ter aulas TPs de saúde mental agora e as turmas A3 e A4 têm TPs de oncologia. Não há aulas TPs de Medicina Intensiva ou S.U.</p>
<p>Relativamente às aulas TPs de saúde mental, o Prof. Quartilho pediu para avisar que só terão inicio na próxima semana. E também que tenciona manter a alteração feita na rotação anterior, ou seja, passarão de 6ª das 4h30 para 4ª depois do seminário. Se alguém tiver algum impedimento válido que me avise rapidamente por favor. Caso contrário, teremos TP de saúde mental depois dos seminários às 4ªs e TP de oncologia às 14h30m nas 6ªs.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fisioterapia - Artigos]]></title>
<link>http://fisiomais.wordpress.com/2009/11/07/fisioterapia-onde-pode-ajudar/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 12:47:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>fisiomais</dc:creator>
<guid>http://fisiomais.wordpress.com/2009/11/07/fisioterapia-onde-pode-ajudar/</guid>
<description><![CDATA[Fisioterapia Este Espaço é dedicado ás perguntas que inicialmente não têm resposta. Assim colocamos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://fisiomais.wordpress.com/files/2009/11/lombalgia-2.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Fisioterapia </strong></p>
<p style="text-align:center;">Este Espaço é dedicado ás perguntas que inicialmente não têm resposta.</p>
<p style="text-align:center;">Assim colocamos alguns artigos que podem ajudar os nosso utentes / doentes a tirar algumas das suas dúvidas.</p>
<p style="text-align:center;">Exonha as suas dúvidas via e-mail.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="mailto:fisiomais@gmail.com">fisiomais@gmail.com</a></p>
<p style="text-align:center;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Fisioterapia &#8211; Onde Pode AJUDAR?</strong></p>
<p><strong>Artigos:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">- Dor nas Costas &#8211; Lombalgia.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-1358 alignright" title="lombalgia 2" src="http://fisiomais.wordpress.com/files/2009/11/lombalgia-2.jpg" alt="lombalgia 2" width="312" height="287" /></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Dor nas Costas &#8211; Lombalgia</strong></p>
<p>A lombalgia é a dor que ocorre nas regiões lombares inferiores e  sacroilíacas. Pode ser acompanhada de dor que irradia para uma ou ambas as nádegas ou para as pernas na distribuição do nervo ciático (dor ciática).</p>
<p><strong>Tratamento para Lombalgia:<br />
</strong>Existe uma vasta gama de profissionais na área de saúde que trabalham para tratar a lombalgia.<br />
Um bom diagnóstico deve ser feito dentro do consultório do fisioterapeuta ou médico para que se chegue a uma conclusão sobre a causa.</p>
<p>A terapêutica é prescrita apenas pelo médico e nem sempre resolvem o problema. Há um alívio enquanto ele é administrado, mas ele age na dor e não na sua causa.<br />
O melhor tratamento segundo os especialistas é inicialmente tratar a dor (com fisioterapia e medicamentos, se necessário) e depois a longo prazo o exercício físico (por exemplo aulas de Pilates, Reeducação Postural, Hidroterapia, Yoga), com supervisão de profissionais. O corpo humano necessita de ser fortalecido e alongado e a prática de exercício físico permite a melhoria de sintomas a longo prazo.</p>
<p>Lembre-se que a sua dor deve ser algo importante para si e para o seu médico ou fisioterapeuta, procure bons profissionais que lhe auxiliem e também lhe informem sobre o seu quadro.</p>
<p><strong>Fisiomais</strong></p>
<p><strong>8 de Novembro de 2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coisas Malditas]]></title>
<link>http://joaoandrerodrigues.wordpress.com/2009/11/06/coisas-malditas/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:03:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>João André Rodrigues</dc:creator>
<guid>http://joaoandrerodrigues.wordpress.com/2009/11/06/coisas-malditas/</guid>
<description><![CDATA[Tendo como base matéria veiculada no dia 06 de novembro de 2009 sobre tratamento do alcoolismo no Jo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><a href="http://studioholos.files.wordpress.com/2009/11/dependenciadedrogas298x300.jpg"><img title="dependencia-de-drogas-298x300" style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;border-width:0;" height="176" alt="dependencia-de-drogas-298x300" src="http://studioholos.files.wordpress.com/2009/11/dependenciadedrogas298x300_thumb.jpg?w=146&#038;h=176" width="146" align="left" border="0" /></a>Tendo como base matéria veiculada no dia 06 de novembro de 2009 sobre tratamento do alcoolismo no Jornal da Manhã de Criciúma, tenho algumas palavras a dizer:</p>
<p align="justify">O uso/abuso de álcool não é uma prática nova, como também não é um fenômeno de fácil compreensão e seu tratamento esta cheio de coisas “meio ditas” (malditas).</p>
<p align="justify">É fato que se trata de um prob lema de saúde publica e que ainda estamos engatinhando quanto aos tratamentos e cuidados paliativos dessa doença. Porém uma coisa tem sido feita nos últimos tempos, desde a promulgação da Lei 10.216 que dispõem sobre o tratamento dos transtornos mentais e de comportamento.</p>
<p align="justify">Hoje estamos estruturando a rede de atenção ao usuário de álcool e outras drogas com CAPS ad (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Outras Drogas), nas cidades que só tem CAPS II podem pleitear um CAPS ad e nas cidades que só tem um CAPS I o Ministério da Saúde autoriza por medida especifica o atendimento de usuários de álcool e drogas no proprio CAPS I, em cidades com menos de 20mil habitantes pode-se fazer um programa especifico em parceria com o Ministério da Saúde.</p>
<p align="justify">O entendimento do Ministério da Saúde é que o atendimento da pessoa que sofre deve ser feito junto da comunidade ou o mais perto possível e principalmente evitando o preconceito que adoece tanto quanto a droga. Entendendo que anos de exclusão não favoreceram o tratamento dessas pessoas, ao contrário as colocaram em um lugar obscuro e esquecido onde a identidade deu lugar ao estigma.</p>
<p align="justify">Não vamos discutir, ainda estamos longe do ideal, faltam leitos no SUS, pois os hospitais acham difícil dar atenção em saúde para usuários de álcool e outras drogas. Isso já acontece com o Sofrimento Psíquico (depressão, bipolares, psicóticos, etc.), mas quando a questão é com Drogas é pior, o estigma é mais profundo onde o doente mental é louco e o usuário de drogas é “vagabundo, bandido e perigoso”.</p>
<p align="justify">O uso e abuso de drogas antes de tudo é uma questão social e cultural, tem suas raízes no pensamento mítico-religioso. Onde o homem buscava se ligar aos deuses através de um estado alterado de consciência atingindo assim um conhecimento sobre humano. No cristianismo o sangue de cristo esta simbolizado pelo vinho, não vou me estender aqui, este não é um tratado de antropologia cultural.</p>
<p align="justify">Hoje o uso/abuso de drogas parece estar mais ligado a uma busca por alívio em uma sociedade que aperta e oprime por baixo de uma carapuça de liberdade e direitos garantidos pela constituição.</p>
<p align="justify">O que nos falta é organização, pois o atendimento em saúde mental deveria estar orientado em rede, usando todas as estruturas existentes com Agentes comunitários, unidades básicas de saúde e saúde da família, Núcleos de apoio a saúde da família, serviços referenciais como os CAPS e claro os hospitais gerais.</p>
<p align="justify">A participação da família não é o mais importante, é fundamental para o tratamento e o afastamento do usuário de drogas de sua família, e comunidade pode e na maioria das vezes esconde aspectos importantes que prendem a pessoa ao vício.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coisas Malditas]]></title>
<link>http://studioholos.wordpress.com/2009/11/06/coisas-malditas/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:03:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>João André Rodrigues</dc:creator>
<guid>http://studioholos.wordpress.com/2009/11/06/coisas-malditas/</guid>
<description><![CDATA[Tendo como base matéria veiculada no dia 06 de novembro de 2009 sobre tratamento do alcoolismo no Jo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><a href="http://studioholos.files.wordpress.com/2009/11/dependenciadedrogas298x300.jpg"><img title="dependencia-de-drogas-298x300" style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;border-width:0;" height="176" alt="dependencia-de-drogas-298x300" src="http://studioholos.files.wordpress.com/2009/11/dependenciadedrogas298x300_thumb.jpg?w=146&#038;h=176" width="146" align="left" border="0" /></a>Tendo como base matéria veiculada no dia 06 de novembro de 2009 sobre tratamento do alcoolismo no Jornal da Manhã de Criciúma, tenho algumas palavras a dizer:</p>
<p align="justify">O uso/abuso de álcool não é uma prática nova, como também não é um fenômeno de fácil compreensão e seu tratamento esta cheio de coisas “meio ditas” (malditas).</p>
<p align="justify">É fato que se trata de um prob lema de saúde publica e que ainda estamos engatinhando quanto aos tratamentos e cuidados paliativos dessa doença. Porém uma coisa tem sido feita nos últimos tempos, desde a promulgação da Lei 10.216 que dispõem sobre o tratamento dos transtornos mentais e de comportamento.</p>
<p align="justify">Hoje estamos estruturando a rede de atenção ao usuário de álcool e outras drogas com CAPS ad (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Outras Drogas), nas cidades que só tem CAPS II podem pleitear um CAPS ad e nas cidades que só tem um CAPS I o Ministério da Saúde autoriza por medida especifica o atendimento de usuários de álcool e drogas no proprio CAPS I, em cidades com menos de 20mil habitantes pode-se fazer um programa especifico em parceria com o Ministério da Saúde.</p>
<p align="justify">O entendimento do Ministério da Saúde é que o atendimento da pessoa que sofre deve ser feito junto da comunidade ou o mais perto possível e principalmente evitando o preconceito que adoece tanto quanto a droga. Entendendo que anos de exclusão não favoreceram o tratamento dessas pessoas, ao contrário as colocaram em um lugar obscuro e esquecido onde a identidade deu lugar ao estigma.</p>
<p align="justify">Não vamos discutir, ainda estamos longe do ideal, faltam leitos no SUS, pois os hospitais acham difícil dar atenção em saúde para usuários de álcool e outras drogas. Isso já acontece com o Sofrimento Psíquico (depressão, bipolares, psicóticos, etc.), mas quando a questão é com Drogas é pior, o estigma é mais profundo onde o doente mental é louco e o usuário de drogas é “vagabundo, bandido e perigoso”.</p>
<p align="justify">O uso e abuso de drogas antes de tudo é uma questão social e cultural, tem suas raízes no pensamento mítico-religioso. Onde o homem buscava se ligar aos deuses através de um estado alterado de consciência atingindo assim um conhecimento sobre humano. No cristianismo o sangue de cristo esta simbolizado pelo vinho, não vou me estender aqui, este não é um tratado de antropologia cultural.</p>
<p align="justify">Hoje o uso/abuso de drogas parece estar mais ligado a uma busca por alívio em uma sociedade que aperta e oprime por baixo de uma carapuça de liberdade e direitos garantidos pela constituição.</p>
<p align="justify">O que nos falta é organização, pois o atendimento em saúde mental deveria estar orientado em rede, usando todas as estruturas existentes com Agentes comunitários, unidades básicas de saúde e saúde da família, Núcleos de apoio a saúde da família, serviços referenciais como os CAPS e claro os hospitais gerais.</p>
<p align="justify">A participação da família não é o mais importante, é fundamental para o tratamento e o afastamento do usuário de drogas de sua família, e comunidade pode e na maioria das vezes esconde aspectos importantes que prendem a pessoa ao vício.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nine to Five]]></title>
<link>http://peregrinomutante.wordpress.com/2009/11/06/nine-to-five/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:45:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://peregrinomutante.wordpress.com/2009/11/06/nine-to-five/</guid>
<description><![CDATA[De acordo com o National Institute for Health and Clinical Excellence (Nice), a postura negativa dos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>De acordo com o National Institute for Health and Clinical Excellence (Nice), a postura negativa dos chefes representa o maior risco à saúde mental dos trabalhadores. Leia mais <a target="_blank" href="http://oglobo.globo.com/economia/seubolso/mat/2009/11/05/postura-do-chefe-traz-riscos-saude-do-funcionario-diz-instituto-britanico-914623224.asp">clicando aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relação entre Problemas Psiquiátricos e Doenças Cutâneas]]></title>
<link>http://akademiamedica.wordpress.com/2009/11/03/relacao-entre-problemas-psiquiatricos-e-doencas-cutaneas/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:32:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deborah Masetto</dc:creator>
<guid>http://akademiamedica.wordpress.com/2009/11/03/relacao-entre-problemas-psiquiatricos-e-doencas-cutaneas/</guid>
<description><![CDATA[Após um longo período de recesso, retomo meus queridos posts com um assunto que dá até uma coceirinh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-245" title="coceira" src="http://akademiamedica.wordpress.com/files/2009/11/coceira.jpg" alt="coceira" width="250" height="267" />Após um longo período de recesso, retomo meus queridos posts com um assunto que dá até uma coceirinha&#8230;.!</p>
<p>Pesquisadores australianos publicaram recentemente, no <em>Archives of Dermatology</em>, um estudo em que procuraram avaliar longitudinalmente a relação entre doença cutânea e morbidade psicológica em mulheres jovens, testando a hipótese de que morbidade psicológica (depressão, ansiedade e estresse) é fator causal de doença cutânea.</p>
<p>O <em>&#8220;Estudo Australiano Longitudinal de Saúde da Mulher</em>&#8220;, um estudo comunitário, foi desenhado para investigar múltiplos fatores que acometem a saúde e o bem-estar de mulheres em um período de mais de 20 anos. Dados de três pesquisas (realizadas em 2000, 2003 e 2006) foram analisados. Participaram deste estudo mulheres com idade entre 22 e 27 anos na época da primeira pesquisa, randomicamente selecionadas do banco de dados do Medicare Nacional Australiano. O número de participantes das pesquisas dos anos 2000, 2003 e 2006 foram iguais a 9688, 9081 e 8910, respectivamente.</p>
<p>Nas pesquisas de 2000, 2003 e 2006, a prevalência de doenças da pele foi igual a 24,2%, 23,9% e 24,3%, respectivamente. Nos modelos de equação de estimativas longitudinais generalizadas multivariadas, sintomas depressivos e estresse (ao contrário de ansiedade) associaram-se significativamente às alterações cutâneas (P &#60; 0,005). Os pesquisadores concluíram, então, que os achados da relação entre depressão e estresse à doença cutânea podem ter implicações clínicas consideráveis, incluindo implicações para intervenções psicológicas adjuvantes no tratamento de pacientes com doenças cutâneas.</p>
<p>O artigo original  <em><a href="http://archderm.ama-assn.org/cgi/content/short/145/8/896" target="_blank">The relationship between psychiatric illnesses and skin disease</a></em> é exclusivo para assinantes do <em>Archives of Dermatology</em>.</p>
<p>(resenha fornecida pela Medical Services)</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os jovens e o bullying]]></title>
<link>http://criancices.wordpress.com/2009/10/30/os-jovens-e-o-bullying/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 22:33:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>enfermped</dc:creator>
<guid>http://criancices.wordpress.com/2009/10/30/os-jovens-e-o-bullying/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A maioria dos adolescentes acha que o bullying em contexto escolar &#8220;sempre existiu e co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-955" title="stop_Bullying" src="http://criancices.wordpress.com/files/2009/10/stop_bullying.jpg" alt="stop_Bullying" width="500" height="482" />&#8220;A maioria dos adolescentes acha que o bullying em contexto escolar &#8220;sempre existiu e continuará a existir&#8221; e encaram com &#8220;pessimismo e resignação&#8221; o fenómeno, o que torna difícil uma intervenção eficaz e deixa pouca esperança à sua erradicação. </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>São estas as principais conclusões de uma tese de doutoramento apresentada na Universidade de Granada, em Espanha, e que foi coordenada, entre outros, pela investigadora portuguesa Ana Maria Tomás Almeida, da Universidade do Minho&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.publico.clix.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/violencia-encarada-com-normalidade-entre-os-jovens_1407385"><span style="color:#800080;">ver mais &#8230;</span></a><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Livro da Minha Vida - "O Meu Filho Nick", por Susana Ruas]]></title>
<link>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/10/30/o-livro-da-minha-vida-o-meu-filho-nick-por-susana-ruas/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:07:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Rebelo</dc:creator>
<guid>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/10/30/o-livro-da-minha-vida-o-meu-filho-nick-por-susana-ruas/</guid>
<description><![CDATA[O livro O meu filho Nick, de Danielle Steel, conta-nos a história de um rapaz chamado Nick que sofri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><img class="size-full wp-image-2665 alignright" title="meu filho nick" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/10/meu-filho-nick.jpg" alt="meu filho nick" width="197" height="320" />O livro <strong><em>O meu filho Nick</em></strong>, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Danielle_Steel" target="_blank"><strong>Danielle Steel</strong></a>, conta-nos a história de um rapaz chamado Nick que sofria de psicose maníaco-depressiva. Esta doença, incurável, provocava-lhe mudanças drásticas no comportamento, embora Nick estivesse a ser acompanhado por médicos e medicado.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"> Nick foi crescendo e, com ajuda dos psiquiatras, da sua mãe e da sua família foi lutando contra a sua doença. Quando chegou à fase da adolescência, apaixonou-se por muitas coisas novas, como a música. Passados alguns anos, constituiu uma banda onde cantou músicas compostas e interpretadas por ele, viajando pelo mundo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"> Todos os médicos consultados pela sua mãe diziam que se Nick conseguisse sobreviver até 30 anos podia ter fortes probabilidades de viver uma vida mental normal. Mas Nick foi por caminhos menos bons, consumindo drogas, não tomando os medicamentos, recusando a ajuda e revoltando-se contra todos os que o amavam, principalmente a sua mãe. Pouco tempo mais tarde, Nick morreu com apenas 19 anos de idade, vítima dessa doença que o levaria ao suicídio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"> A sua mãe escreveu então este livro e criou uma <a href="http://www.nicktrainafoundation.com/" target="_blank"><strong>fundação</strong></a> com o mesmo objectivo: ajudar e explicar os malefícios de uma doença sem cura, uma maldita doença que lhe tirou o seu próprio filho.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"> <strong>Susana Ruas, 10ºB</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bibliotecas Virtuais Temáticas - Prossiga]]></title>
<link>http://bibliofflch.wordpress.com/2009/10/28/bibliotecas-virtuais-tematicas-prossiga/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 15:38:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliofflch</dc:creator>
<guid>http://bibliofflch.wordpress.com/2009/10/28/bibliotecas-virtuais-tematicas-prossiga/</guid>
<description><![CDATA[As Bibliotecas Virtuais Temáticas do Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação (Prossiga) são coleç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As Bibliotecas Virtuais Temáticas do Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação (Prossiga) são coleções que reúnem e organizam informações, presentes na Internet, sobre determinadas áreas do conhecimento. Essas bibliotecas são desenvolvidas por meio da parceria do <a href="http://www.ibict.br/" target="_blank"><strong>IBICT</strong></a> com Instituições que desejam organizar e difundir seus conteúdos temáticos no ambiente <em>web </em>.</p>
<p>As áreas contempladas pelo projeto são:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.bibvirtuais.ufrj.br/estudosculturais/" target="_blank">Estudos Culturais</a></li>
<li><a href="http://www.bibvirtuais.ufrj.br/literatura/" target="_blank">Literatura</a></li>
<li><a href="http://mulher.ibict.br/" target="_blank">Mulher</a></li>
<li><a href="http://www.bvanisioteixeira.ufba.br/" target="_blank">Anísio Teixeira</a></li>
<li><a href="http://www.bibvirtuais.ufrj.br/artescenicas/" target="_blank">Artes Cênicas</a></li>
<li><a href="http://inovacaotecnologica.ibict.br/" target="_blank">Inovação Tecnológica</a></li>
<li><a href="http://matematica.ibict.br/" target="_blank">Matemática</a></li>
<li><a href="http://saudemental.ibict.br/" target="_blank">Saúde Mental </a></li>
<li><a href="http://saudereprodutiva.ibict.br/" target="_blank">Saúde Reprodutiva </a></li>
</ul>
<p>Mais informações podem ser obtidas no site do programa:</p>
<p><a href="http://prossiga.ibict.br/bibliotecas/">http://prossiga.ibict.br/bibliotecas/</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Atualização</strong> (Dica do nosso visitante Abraão. Nossos agradecimentos por este valioso lembrete).</p>
<p>Ainda nesse sentido, existem as Bibliotecas Virtuais em Saúde (BVS), projeto da Bireme.</p>
<p>Existem as seguintes BVSs Temáticas: ‘Adolescência’, ‘Aleitamento Materno’, ‘Doenças Infecciosas e Parasitárias’, ‘Enfermagem’, ‘Gênero’, ‘Integralidade em Saúde’, ‘Psicologia’, ‘Saúde Pública’, ‘Toxicologia’ além da de ‘Violência e Saúde’ – a qual, inclusive, eu faço parte.</p>
<p>Há também as BVSs Biográficas ‘Adolpho Lutz’ e ‘Sergio Arouca’.</p>
<p>Link da BVS: <a rel="nofollow" href="http://www.bireme.br/php/index.php">http://www.bireme.br/php/index.php</a><br />
Link da BVS-VS: <a rel="nofollow" href="http://www.bvsvs.icict.fiocruz.br/php/index.php">http://www.bvsvs.icict.fiocruz.br/php/index.php</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Corrida Sempre Mulher 2009]]></title>
<link>http://pesforte.wordpress.com/2009/10/27/corrida-sempre-mulher-2009/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:49:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>António Quaresma</dc:creator>
<guid>http://pesforte.wordpress.com/2009/10/27/corrida-sempre-mulher-2009/</guid>
<description><![CDATA[Já tem Planos para o dia 8 de Novembro? E que tal uma actividade em Família e por uma Boa Causa? Já ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#339966;">Já tem Planos para o dia 8 de Novembro? E que tal uma actividade em <span style="color:#ff0000;">Família</span> e por uma <span style="color:#ff0000;">Boa <a href="http://www.corridasempremulher.com/index.html"><img class="alignright size-full wp-image-441" title="Corrida sempre mulher" src="http://pesforte.wordpress.com/files/2009/10/corrida-sempre-mulher1.jpg" alt="Corrida sempre mulher" width="149" height="59" /></a>Causa</span>? Já ouviu falar da <span style="color:#ff0000;">Corrida Sempre Mulher</span>? Carregue na imagem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#339966;"> </span><span style="color:#339966;">São <strong>inúmeras</strong> as razões para participar. Vá e leve a família. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#339966;">&#8220;A Corrida Sempre Mulher tem como objectivo a angariação de fundos para a reabilitação/reconstrução da futura Sede (um espaço cedido pela Câmara Municipal de Lisboa no Alto da Eira, em Lisboa) da Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#00ff00;">Posted by António Quaresma</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aula do dia 27/10 de Saúde Mental]]></title>
<link>http://med11jf.wordpress.com/2009/10/26/aula-do-dia-2710-de-saude-mental/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 14:39:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>medturma11</dc:creator>
<guid>http://med11jf.wordpress.com/2009/10/26/aula-do-dia-2710-de-saude-mental/</guid>
<description><![CDATA[Em anexo a aula do dia 27/10 de Saúde Mental: PACIENTE TERMINAL]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em anexo a aula do dia 27/10 de Saúde Mental:</p>
<p><a href="http://med11jf.wordpress.com/files/2009/10/paciente-terminal.doc">PACIENTE TERMINAL</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[XXXIX Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia]]></title>
<link>http://kanzlermelo.com/2009/10/25/xxxix-reuniao-da-sociedade-brasileira-de-psicologia/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 12:20:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vladimir Melo</dc:creator>
<guid>http://kanzlermelo.com/2009/10/25/xxxix-reuniao-da-sociedade-brasileira-de-psicologia/</guid>
<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Psicologia realizará a XXXIX Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A <strong>Sociedade Brasileira de Psicologia</strong> realizará a XXXIX Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia nos dias 28 a 31 de outubro de 2009, no Centro de Convenções de Goiânia.</p>
<p>A taxa de inscrição para profissionais associados é R$160 e para não associados R$320. Os estudantes associados pagam R$80 e os não associados pagam R$160. Haverá um reajuste nessas taxas na data do evento.</p>
<p>A Reunião da SBP costuma ser um evento muito abrangente, como mostra a programação do evento, que neste ano está detalhada em 96 páginas! Por um lado, é ótimo participar de eventos grandes, mas por outro, é muito difícil para um estudante curioso traçar um roteiro diante de tantas opções.</p>
<p>Muitos professores prestigiados de Brasília apresentarão trabalhos no evento. Acredito até que, pela distância geográfica, muita gente daqui irá à Reunião. Para o valor que é cobrado, é um evento muito barato. O objetivo, no entanto, é oferecer um pouco de tudo, algo que talvez contemple mais a necessidade dos graduandos de conhecer as diversas áreas da Psicologia.</p>
<p>A exemplo de outras organizações sérias, a SBP disponibilizou uma relação de hotéis e informações sobre as respectivas diárias, telefones, sites, etc.</p>
<p>Recomendo uma visita à <a href="http://www.sbponline.org.br/rap.php">página do evento</a>. Lá estão todos os links: cursos disponíveis, inscrição antecipada, programação e hotéis.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
