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	<title>segunranca &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/segunranca/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "segunranca"</description>
	<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 17:56:42 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Brecha em codificação de HTML permite roubo de dados em serviços]]></title>
<link>http://spycorplabs.wordpress.com/2008/10/05/brecha-em-codificacao-de-html-permite-roubo-de-dados-em-servicos/</link>
<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 00:28:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogtecno2</dc:creator>
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<description><![CDATA[Londres &#8211; Falha apontada pela Universidade de Princenton aponta que sites como New York Times,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="olho">
<p>Londres &#8211; Falha apontada pela Universidade de Princenton aponta que sites como New York Times, YouTube e MetaFilter estão suscetíveis.</p></div>
<div>
<div class="texto">
<p>Um problema na codificação de sites, conhecida tecnicamente como &#8220;cross-site request forgery&#8221;, permite que crackers ataquem portais para acessar dados pessoais de usuários que estejam autenticados online.</p>
<p>O portal do jornal New York Times ainda está vulnerável. O YouTube, o portal de blogs MetaFilter e o banco ING Direct corrigiram a falha de codificação.</p>
<p>Em um <span class="link-external"><a href="http://www.freedom-to-tinker.com/sites/default/files/csrf.pdf" target="_blank"><span style="color:#2238b1;">ensaio acadêmico</span></a></span>, os professores William Zeller e Edward Felten disseram que as falhas de CSRF foram ignoradas pelos desenvolvedores por falta de conhecimento sobre a seriedade do problema.</p>
<p><strong></strong>Diversos sites legítimos armazenam informações pessoais do internauta em um cookie ou em um arquivo de dados quando a pessoa se loga no portal.</p>
<p>Estas informações são requisitadas novamente para checagem, como durante o processo de uma compra online, por exemplo.</p>
<p>Durante o ataque de CSRF, um cracker envia esse pedido de checagem para o portal legítimo que &#8211; sem saber identificar que se trata de uma fraude &#8211; envia os dados pessoais do usuário.</p>
<p>&#8220;A causa principal que gerou o CSRF e outras vulnerabilidades está na complexidade dos protocolos de web e da evolução gradual da web como local de apresentação de dados para uma plataforma de serviços interativos,&#8221; defende o ensaio.</p>
<p>No portal do The New York Times, o cracker pode conseguir o endereço de e-mail de quem está logado no portal. Esse endereço pode se tornar destinatário de spam.</p>
<p>No dia 24 de setembro, a falha não foi corrigida, apesar dos pesquisadores terem notificado o jornal em setembro de 2007.</p>
<p>O problema no portal do ING foi mais sério. Zeller e Felten escreveram que a falha CSRF permite que uma outra conta corrente seja criada em nome da vítima. Além disso, um cracker poderia transferir o dinheiro para a sua própria conta. Os especialistas afirmam que o ING corrigiu o problema depois de notificado.</p>
<p>No site do MetaFile, a falha permite acesso à senha do usuário. Já no YouTube, um ataque permite adicionar vídeos na lista de favoritos do usuário e mandar mensagens para outros usuários. Nos dois portais, as falhas foram corrigidas segundo os pesquisadores.</p>
<p>Aparentemente, as falhas de CSRF são fáceis de serem achadas e corrigidas. Os autores do estudo indicam os detalhes técnicos para isso no ensaio. Eles também criaram um plug-in adicional para o <span class="link-external"><a href="http://www.cs.princeton.edu/~wzeller/csrf/protector/" target="_blank"><span style="color:#2238b1;">Firefox</span></a></span> para que os usuários se defendam de alguns tipos de ataques CSRF.</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
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