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	<title>seguranca-privada &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/seguranca-privada/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "seguranca-privada"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 22:40:13 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Brasileiro deve comprar mais através das lojas virtuais nesse Natal]]></title>
<link>http://diegosotelo.wordpress.com/2009/11/28/brasileiro-deve-comprar-mais-atraves-das-lojas-virtuais-nesse-natal/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 01:41:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>diegosotelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Natal se aproxima e com isso a movimentação do comércio eletrônico entra em sua fase mais esperada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Natal se aproxima e com isso a movimentação do comércio eletrônico  entra em sua fase mais esperada. Segundo o portal de consultoria e-bit,  foi divulgado essa semana, a perspectiva de 30% a mais no crescimento  das vendas nesse Natal, comparado ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>O período referente aos dias 15 de novembro e 24 de dezembro são  considerados para o e-commerce, o mais significativo do ano. Estima-se  que entre essas datas, por influência do Natal, o segmento atinja a  marca de R$ 1,63 bilhão. No ano passado o setor atingiu a marca de R$  1,25 bilhão no mesmo período.</p>
<p>Seguindo a boa fase dos negócios online, o comércio eletrônico,  projeta faturar esse ano, 28% a mais que em 2008, podendo alcançar os R$  10,5 bilhões. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray  Sistemas, esse crescimento do setor deve-se ao aumento do numero de  pessoas conectadas a rede. “Dos mais de 50 milhões de internautas  brasileiros, quase 20 milhões já compram pela internet. O brasileiro se  apegou a web e naturalmente as vendas online vão crescer a medida que  houver mais pessoas conectadas, haja vista que a facilidade para  aquisição de cartões de crédito, meio de pagamento mais utilizado na  net, aumenta principalmente entre as classes mais baixas.Pelo fato das  pessoas terem o costume de presentear as outras no natal, o tíquete  médio das compras também tendem a aumentar, a expectativa é de que cada  e-consumidor gaste em média R$ 346,00 em compras nesse natal.”</p>
<p>De acordo com o e-bit, a estimativa é de que apenas 25% das pessoas  que acessam a internet no Brasil de fato fazem compra na web, isso  representa cerca de 17 milhões de e-consumidores. Entre os produtos mais  procurados pelos internautas estão os livros, eletrodomésticos,  eletrônicos e informática, produtos de saúde, beleza e medicamentos.</p>
<p><strong>Publicado por: Micheli Consani</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Como comprar com segurança pela internet]]></title>
<link>http://diegosotelo.wordpress.com/2009/11/28/como-comprar-com-seguranca-pela-internet/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 01:36:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>diegosotelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Alguns cuidados são fundamentais para que sua compra seja efetuada com sucesso. 1- O primeiro passo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Alguns cuidados são fundamentais  para que sua compra seja efetuada com sucesso.</p>
<p>1- O primeiro passo para quem vai  realizar uma compra na internet é ter um bom antivírus, um firewall e em  anti-spyware instalados na sua máquina e mantê-los sempre atualizados;</p>
<p>2- Nunca faça compras em  computadores públicos ou lan-houses, pois alguém pode ter instalado  algum tipo de programa espião e pode roubar os dados de contas bancárias  e cartões de credito;</p>
<p>3- Ao escolher o produto faça uma  pesquisa em sites comparadores de preços, a exemplo do Zura (<a href="http://www.zura.com.br/">www.zura.com.br</a>), Buscapé (<a href="http://www.buscape.com.br/">www.buscape.com.br</a>), o Bondfaro (<a href="http://www.bondfaro.com.br/">www.bondfaro.com.br</a>) e CotaCota (<a href="http://www.cotacota.com.br/">www.cotacota.com.br</a>).  Eles listam as lojas virtuais que vendem o mesmo produto com seus  respectivos valores;</p>
<p>4- Repare as formas de pagamentos  oferecidas pelas lojas. Desconfie das lojas que trabalham somente com  depósito bancário ou boleto bancário. Ao contrario do que as pessoas  pensam, o cartão de crédito é o jeito mais seguro de efetuar uma compra  pela internet. Para disponibilizar essa forma de pagamento a empresa tem  que fazer um contrato com as operadoras ou utilizar uma ferramenta que  faça a intermediação das vendas, dessa maneira é também mais fácil  cancelar a compra caso haja algum tipo de problema;</p>
<p>5- Além das formas de pagamento é muito  importante sempre procurar na loja telefones para contato e outras  informações, como o CNPJ. Se mesmo assim não estiver certo sobre a loja  entre em contato por telefone e solicite mais informações. Também é  possível verificar a imagem da loja em sites como o ReclameAqui (<a href="http://www.reclameaqui.com.br/">www.reclameaqui.com.br</a>)  ou Procon;</p>
<p>6- Depois de escolhido a loja,  finalize a compra, mas na hora de realizar o cadastro preste atenção na  parte inferior do navegador e veja se tem um cadeado. Ele indica que os  dados estão sendo criptografados, mas isso não garante a segurança.  Clique nele e veja o certificado de segurança e sua validade;</p>
<p>7- Feito a compra salve e imprima o  email de confirmação do pedido, esses são documentos essenciais caso  ocorra algum problema. Acompanhe o status do seu pedido na central do  cliente na loja onde realizou a compra e quando recebê-lo veja se a  embalagem não está danificada;</p>
<p><strong>Publicado por: Donato Pina, coordenador operacional da Tray Sistemas</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como comprar com segurança na internet nesse Natal]]></title>
<link>http://diegosotelo.wordpress.com/2009/11/28/como-comprar-com-seguranca-na-internet-nesse-natal/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 01:34:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>diegosotelo</dc:creator>
<guid>http://diegosotelo.wordpress.com/2009/11/28/como-comprar-com-seguranca-na-internet-nesse-natal/</guid>
<description><![CDATA[O ano de 2009 já está terminando e o comércio eletrônico está em alta. O crescimento acentuado nesse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O ano de 2009 já está terminando e  o comércio eletrônico está em alta.  O crescimento acentuado nesse  ano se dá principalmente ao aumento do numero de internautas, a entrada  de grandes players e a inclusão das micro e pequenas empresas no  segmento. Rodeados de publicidades atrativas e muitas vezes apresentando  ao público ofertas arrasadoras, a facilidade na procura por diferentes  tipos de produtos e preços torna o mercado de compras pela internet um  imenso parque de diversões.</p>
<p>O que antes era privilégio de  poucos, hoje torna-se  uma ferramenta na mão de uma crescente parte da  população que têm acesso a internet, seja no trabalho ou em casa, devido  a baixa no preço dos computadores e a facilidade de acesso a rede. A  classe C é considerada a fatia do mercado que mais cresce entre os  consumidores on-line. A entrada de grandes redes do varejo popular na  internet é prova que essa classe de consumidores está se expandindo e é  importante fidelizar esse público.</p>
<p>O que antes era considerado apenas  mais uma inovação tecnológica usada por poucos e em sua maioria por  jovens, hoje mudou. Além da classe C, a internet, que antes era acessada  em sua maioria, ou por profissionais de tecnologia ou por jovens, hoje  faz parte da realidade de uma classe de pessoas mais abrangente.</p>
<p>Segundo pesquisa realizada pelo  Ibope, os dados mostram que no período entre julho de 2005 e julho de  2006, dos brasileiros que fizeram compra pela Internet, apenas 19%  tinham entre 35 e 44 anos. O mesmo período foi analisado entre os anos  de 2007 e 2008 onde esse percentual subiu para 28%.Com a expansão desse  publico de consumidores virtuais, o numero de fraudes pela internet  também aumentou. Com isso, muitas pessoas ainda sentem receio de comprar  pela rede ou mesmo investir  em um negócio que não lhe pareça seguro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Private Security in Brazil: the global versus the specific]]></title>
<link>http://ubisurv.wordpress.com/2009/02/04/private-security-in-brazil-the-global-versus-the-specific/</link>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 11:56:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>David</dc:creator>
<guid>http://ubisurv.wordpress.com/2009/02/04/private-security-in-brazil-the-global-versus-the-specific/</guid>
<description><![CDATA[One of the purposes of my project here is to differentiate what is the product of globalising forces]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>One of the purposes of my project here is to differentiate what is the product of globalising forces (or indeed generator of such forces), and what is more specific and particular to each of the countries and cities that I am examining. If you skim Mike Davis and Daniel Bertrand Monk´s 2007 collection, <em><a title="Evil Paradises" href="http://www.thenewpress.com/index.php?option=com_title&#38;task=view_title&#38;metaproductid=1367" target="_blank">Evil Paradises</a></em>, you can certainly come away with the overall impression that everything bad in the world is down to neoliberal capitalism. But actually, many of the contributors to that book, particularly Tim Mitchell on the reasons why the state and private capital are so entangled in Egypt and Mike Davis himself on Dubai, are quite careful about describing the particular historical roots and contemporary developments that have led to the situations they observe. I am trying to do the same.</p>
<p><a title="Surveillance or Security society?" href="http://ubisurv.wordpress.com/2009/01/27/surveillance-security/" target="_self"></a><a href="http://press.princeton.edu/titles/8533.html"><img class="alignright size-full wp-image-524" title="insurgent" src="http://ubisurv.wordpress.com/files/2009/02/insurgent1.gif" alt="insurgent" width="128" height="194" /></a>As I wrote last week, the private security industry here in Brazil is obvious and ubiquitous. It is easy to see this simply as part of a trend towards privatisation, and the growth of personal, community and class-based responses to risk and fear that is pretty much the same, or is at least in evidence, all over the world. However, there are several factors here that point internally and backwards in time. The first was made clear to me reading James Holston´s superb 2008 book <a title="Insurgent Citizenship" href="http://press.princeton.edu/titles/8533.html" target="_blank"><em>Insurgent Citizenship</em></a>, which is both an excellent ethnographic study of contemporary conflicts over housing and land in Saõ Paulo and an illuminating historical account of the roots of such conflicts in the development of citizenship, property rights and order in Brazil from its foundation.</p>
<div id="attachment_518" class="wp-caption alignleft" style="width: 238px"><img class="size-full wp-image-518" title="coronelismo" src="http://ubisurv.wordpress.com/files/2009/02/coronelismo1.jpg" alt="Brazilian National Guard troops in the C19th" width="228" height="190" /><p class="wp-caption-text">Brazilian National Guard troops in the C19th</p></div>
<p>Holston makes a comparison between the foundation of Brazil and the other, and in many ways superficially similar, federal state in the Americas, the USA. He argues that whilst the USA consolidated itself within a smaller territory before expanding west, Brazil arrived as a massive fully-formed state. In consequence,  the USA developed a form of governance that expanded with the territory, and this included centrally-determined land surveying and an emphasis on small townships to control territory and organise development. Brazil on the other hand, being basically divided between highly administered colonial towns and practically no administration at all elsewhere, had ´an incapacity to consolidate itself´ (65). The state therefore depended on large landowners, and in particular after the creation of the National Guard (1831), which was delegated to these property owners, these landowners also acquired a military-police power.  Effectively, this conflation of private interest and the law, or <em>coronelismo</em>, was built into the governing structure and culture of Brazil.</p>
<div id="attachment_519" class="wp-caption alignright" style="width: 265px"><a href="http://www.blueangels.com.br"><img class="size-full wp-image-519" title="blueangels" src="http://ubisurv.wordpress.com/files/2009/02/blueangels.jpg" alt="One of the thousands of private security firms..." width="255" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">One of the thousands of private security firms...</p></div>
<p>It is a masterly analysis but Holston´s one slight error, I think, is to call this ´a nationwide privatisation of the public´ (66). It is hard to argue this when the public had never really yet existed in anything like the idealised sense in which it is used by political scientists &#8211; in other words the nature of the ´public´ in Brazil was always pre-defined by the private, and by the power of the private, rather than the other way around. In other words, what has happened since, off and on, has been a struggle by the more democratic and progressive interests in Brazil to bring the private into the public. You can see this right up to the present day with the struggles by the state to prohibit and eradicate the so-called <a title="ADC" href="http://www.comunidadesegura.org/?q=pt/node/32287/" target="_blank">Autodefesas Comunitárias</a>, the authoritarian paramilitary groups that have emerged in Rio and other cities in recent years. The struggle is essentially one of creating the ´public´.</p>
<div id="attachment_520" class="wp-caption alignleft" style="width: 272px"><img class="size-full wp-image-520" title="riotpolice" src="http://ubisurv.wordpress.com/files/2009/02/riotpolice.jpg" alt="Member of the elite Brazilian National Public Security Force in training, 2007 (EPA/Antônio Lacerda)" width="262" height="180" /><p class="wp-caption-text">Members of the elite Brazilian National Public Security Force in training, 2007 (EPA/Antônio Lacerda)</p></div>
<p>The ADC issue highlights another historical reason for the dependence on and trust in, private security in Brazil. The reason is simply that the law is not trusted. Judges and courts have long been perceived as essentially tools of privilege and the official police in their various forms are not trusted by many people of all social classes. The former, as with <em>coronelismo</em>, goes way back into the post-colonial period, but the latter is also a particular legacy of the dictatorships (which can also be seen as the ultimate private control of the public), the last of which only ended in 1985. This leaves Lula´s government, the first that can really claim to be at all progressive, with several major problems: making an untrusted police more trustworthy whilst at the same time increasing their effectiveness and equipment; regulating the thousands of private security firms and, if possible, reducing the dependence of property-owning Brazilians upon them; and finally, and most importantly, dealing with the massive underlying inequalities, that are also a product of what Holston calls the the inclusive but inegalitarian nature of Brazil´s constitution and subsequent socio-economic development. The latter subject is outside the scope of my project, but I will be continuing to delve into the differentiations and intersections between <em>segurança pública</em> and<em> segurança privada</em> whilst I am here.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Press-cut]]></title>
<link>http://scurev.wordpress.com/2008/10/16/press-cut/</link>
<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 00:41:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>scurev</dc:creator>
<guid>http://scurev.wordpress.com/2008/10/16/press-cut/</guid>
<description><![CDATA[2008-05-27 Publicação no Dossier do jornal &#8220;O Primeiro de Janeiro&#8220; Cada vez mais em voga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><BR>
<p style="text-align:right;">2008-05-27</p>
<p style="text-align:right;">Publicação no Dossier do jornal &#8220;<I>O Primeiro de Janeiro</I>&#8220;</p>
<p><BR><BR>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;"><strong><span style="font-size:large;">Cada vez mais em voga, as questões de segurança representam, por um lado, uma preocupação da sociedade em geral e, por outro, uma necessidade para muitas pessoas, empresas, espaços, eventos, entre outros. Hugo Ferreira, em entrevista ao &#8220;O Primeiro de Janeiro&#8221;, faz uma análise transversal ao sector, numa reflexão sobre questões relacionadas e apresenta algumas ideias de melhoramento no que diz respeito à segurança privada em Portugal.</span></strong></span></p>
<p><BR><BR><span style="font-family:arial;"><strong><span style="font-size:large;">Faça-nos uma breve apresentação da SCUREV enquanto empresa de Segurança, Consultoria e Formação.</span></strong></span><br />
<BR>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">A SCUREV &#8211; Segurança, Consultoria e Formação Lda, com a sua sede em Aveiro, surge, essencialmente, da vontade de um conjunto de pessoas com vasta experiência na área da segurança, pois todos os elementos que constituem a actual direcção já tinham integrado anteriormente outras empresas do ramo. Nós não queremos ser só &#8220;mais uma&#8221; empresa do ramo de segurança privada. A SCUREV tem projectos e ideias muito próprias do que se deve ser uma &#8220;empresa de segurança&#8221;, Também entendemos que as empresas deste género para terem êxito terão de conjugar vários factores, dos quais a honestidade e a qualidade do serviço são alguns dos mais importantes.</span></p>
<p><BR><BR><span style="font-family:arial;"><strong><span style="font-size:large;">Que tipo de experiência possui a equipa que está na génese da SCUREV?</span></strong></span><br />
<BR>
<p align="justify"><span style="font-family:arial;">Todos os elementos que constituem a actual gerência e restante equipa já tinham integrado&#8230;</span></p>
<p><BR>
<p align="right"><em><strong><span style="font-family:arial;"><A HREF="http://scurev.wordpress.com/acerca/">Ler mais&#8230;</A></span></strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://scurev.wordpress.com/2008/09/24/hello-world/</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 17:57:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>scurev</dc:creator>
<guid>http://scurev.wordpress.com/2008/09/24/hello-world/</guid>
<description><![CDATA[Actividade: Segurança Privada Informação Segurança, consultoria, unidade de intervenção, rondas, eve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://scurev.wordpress.com/files/2008/10/front1.png" alt="" title="Designação" width="460" height="591" class="alignnone size-full wp-image-287" /></a><br />
<BR><img src="http://scurev.wordpress.com/files/2008/10/vigia_fabrica1.gif" alt="" title="vigia na fábrica" width="460" height="460" class="aligncenter size-full wp-image-277" /></p>
<p class="categoryCont"><span class="category"><span style="font-family:arial;"><BR><span style="font-family:Arial;"><strong>Actividade</strong>:</span></span></span><span style="font-family:arial;"><span style="font-family:Arial;"> Segurança Privada<br />
</span></span></p>
<p class="information">
<p class="information"><span style="font-family:arial;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Informação</strong></span></span></p>
<ul><span style="font-family:Arial;"> <span style="font-family:arial;"></p>
<li>Segurança, consultoria, unidade de intervenção, rondas,</li>
<li>eventos, vigilância, televigilância em tempo real.</li>
<li>Formação.</li>
<p></span></span></ul>
<p class="pn"><span style="font-family:arial;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Serviços</strong></span></span></p>
<div class="listItems"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span class="bull">•</span><span class="term"> Formação em Vigilância</span> <span class="bull">•</span><span class="bull"> </span><span class="term">Segurança 24 Horas por Dia</span> <span class="bull">•</span><span class="term"> Segurança Privada</span> <span class="bull">•</span><span class="term"> Segurança de Empresas</span> <span class="bull">•</span><span class="term"> Serviço de Porteiros</span> </span></span></div>
<p class="pn"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Produtos</strong></span></span></p>
<div class="listItems"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span class="bull">•</span></span></span><span class="term"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;">Alarmes</span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span class="bull"> •</span></span></span><span class="term"><span style="font-family:arial;"><span style="font-family:Arial;"> CCTV</span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"> <span class="bull">•</span><span class="term"> Controlo de Acessos</span> <span class="bull">•</span><span class="term"> Câmaras de Vigilância </span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span class="bull">•</span><span class="term"> Sistemas de Detecção de Intruso</span> <span class="bull">•</span><span class="term"> Televigilância</span></span></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segurança privada x Milícias. - A faca de dois gumes]]></title>
<link>http://bairrojoaopaulo.wordpress.com/2008/09/02/seguranca-privada-x-milicias-a-faca-de-dois-gumes/</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 22:52:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>[|-DaRio-|]</dc:creator>
<guid>http://bairrojoaopaulo.wordpress.com/2008/09/02/seguranca-privada-x-milicias-a-faca-de-dois-gumes/</guid>
<description><![CDATA[Milícias A segurança privada pode vir a ser uma faca dois gumes. Quatro pessoas  da parte do bairro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_32" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-32" src="http://bairrojoaopaulo.wordpress.com/files/2008/09/milicias-copy.jpg" alt="Milicias" width="400" height="302" /><p class="wp-caption-text">Milícias</p></div>
<p>A <a href="http://www.uj.com.br/publicacoes/doutrinas/default.asp?action=doutrina&#38;coddou=4200" target="_blank">segurança privada</a> pode vir a ser uma faca dois gumes. Quatro pessoas  da parte do bairro considerada &#8220;pobre&#8221; comentaram que um cidadão se apresentou dizendo que era ele quem fazia a viglância noturna na rua e pedindo uma contribuição de R$20,00 mensais.  Segundo estas pessoas este indivíduo teria dito que ele faz a vigilância noturna dos condomínios &#8220;ricos&#8221; e aproveita para vigiar o restante do bairro.</p>
<p>Acontece que ninguém solicitou esta vigilância, alem disso o &#8220;segurança&#8221; não se apresentou como sendo funcionário de uma empresa constituída. O problema disso é que não há como ter certeza que ele seja quem diz ser.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/J7sHkiHSdq0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/J7sHkiHSdq0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
<em>Vídeo comparando o efetivo policial ao efetivo da segurança privada.</em></p>
<p>Um outro problema que pode vir a acontecer numa situação dessas é o surgimento de <a title="Milicias" href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/12/28/287214060.asp" target="_blank">milícias,</a> como acontece no Rio de janeiro.</p>
<p>Já que a tendência para o bairro João Paulo é segurança privada, é preciso que se tome os devidos cuidados para que não se crie um outro problema.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segurança privada. Será esta a solução?]]></title>
<link>http://bairrojoaopaulo.wordpress.com/2008/08/19/seguranca-privada-sera-esta-a-solucao/</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 17:23:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>[|-DaRio-|]</dc:creator>
<guid>http://bairrojoaopaulo.wordpress.com/2008/08/19/seguranca-privada-sera-esta-a-solucao/</guid>
<description><![CDATA[Policia e Ladrão Um policial morador do bairro afirmou que deve demorar um pouco para o bairro ter o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_20" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-20" src="http://bairrojoaopaulo.wordpress.com/files/2008/08/ladrao-policial-pgi0225.jpg?w=300" alt="Policia e Ladrão" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Policia e Ladrão</p></div>
<p>Um policial morador do bairro afirmou que deve demorar um pouco para o bairro ter o próprio posto policial, pois o número de ocorrências não justificaria a criação da unidade. Como o efetivo da polícia já está muito à quem do que deveria, a preferência por rondas, patrulhas e  por novos postos fica com as  áreas consideradas mais críticas.</p>
<p>Então parece que a solução é segurança privada mesmo. A maioria das ruas do bairro já conta com ronda noturna de segurança privada.</p>
<p>Uma dúvida.  -  Se a Polícia tem menos efetivo do que deveria, por que não abre novas vagas?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEGURANÇA]]></title>
<link>http://verblogando.wordpress.com/2008/04/08/seguranca/</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 20:14:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helga Rackel</dc:creator>
<guid>http://verblogando.wordpress.com/2008/04/08/seguranca/</guid>
<description><![CDATA[VIOLÊNCIA IMPULSIONA CRESCIMENTO DE SEGURANÇA PRIVADA Com o aumento da taxa de criminalidade e violê]]></description>
<content:encoded><![CDATA[VIOLÊNCIA IMPULSIONA CRESCIMENTO DE SEGURANÇA PRIVADA Com o aumento da taxa de criminalidade e violê]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo pune com prisão até dois anos actividade ilegal de segurança privada]]></title>
<link>http://viriatofcastro.wordpress.com/2008/03/27/governo-pune-com-prisao-ate-dois-anos-actividade-ilegal-de-seguranca-privada/</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 23:23:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>viriatofcastro</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Governo aprovou hoje uma proposta para punir com prisão até dois anos a actividade ilegal de segur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Governo aprovou hoje uma proposta para punir com prisão até dois anos a actividade ilegal de segurança privada e a obrigatoriedade das discotecas para mais de 100 pessoas terem pórtico de segurança para controlo de armas.De acordo com o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, &#8220;até aqui o exercício ilegal de segurança privada constituía apenas uma mera contra-ordenação&#8221;.</p>
<p>No entanto, &#8220;pelos valores que estão em causa&#8221;, Pedro Silva Pereira disse que se justificou da parte do Governo sancionar de forma mais pesada o exercício ilegal de segurança privada, &#8220;através de uma criminalização&#8221;.</p>
<p>&#8220;O crime pode ir até aos dois anos de pena de prisão. Esta é uma competência da Assembleia da República e, por isso, a iniciativa legislativa do Governo tomou a forma de proposta de lei&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Além da proposta de lei, o Conselho de Ministros aprovou ainda um decreto que pretende estabelecer um novo regime jurídico para os sistemas de segurança privada dos estabelecimentos de restauração ou bebidas.</p>
<p>Segundo Pedro Silva Pereira, o diploma visa reforçar o regime sancionatório, elevando o valor das coimas (na ordem dos 20 por cento) e das sanções acessórias em casos de incumprimento das regras por parte destes estabelecimentos.</p>
<p>&#8220;O Governo decidiu também reforçar as medidas preventivas para o controlo do acesso de armas a estabelecimentos com pistas de dança&#8221;, adiantou ainda o membro do Governo.</p>
<p>Pedro Silva Pereira referiu que, actualmente, já existe obrigatoriedade dos pórticos de segurança para controlo do acesso de armas nos estabelecimentos para mais de 200 pessoas.</p>
<p>Porém, na sequência de um entendimento com empresários do sector, &#8220;a exigência é reduzida para os estabelecimentos com mais de cem pessoas, de forma a alargar a obrigatoriedade&#8221; destes segurança pórticos, acrescentou o ministro da Presidência.</p>
<p><em>In</em> <a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/1570826841f73554b9a46a.html">Agência Lusa</a>, 27 de Março de 2008.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Carro bom para se andar em um país no qual se paga impostos mas a segurança pública,...óóó..]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/11/12/carro-bom-para-se-andar-em-um-pais-no-qual-se-paga-impostos-mas-a-seguranca-publicaooo/</link>
<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 08:29:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fonte: Esta. O custo de se pagar mais um centavo de imposto para não se diminuir um único ponto perc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.spacewar.com/images/buffalo-ordnance-disposal-vehicle-bg.jpg" height="160" width="200" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.spacewar.com/reports/US_Army_Awards_Force_Protection_Contract_For_Additional_Buffalo_Vehicles_999.html" target="_blank">Esta</a>.</p>
<p>O custo de se pagar mais um centavo de imposto para não se diminuir um único ponto percentual na violência é o exatamente o que me custa a oportunidade de pagar por uma empresa de segurança privada que faça isto de maneira decente.</p>
<p>No Brasil, de fato, discutir segurança privada (por exemplo, num contexto anarco-capitalista) é algo anacrônico. O brasileiro, mesmo o cronista/filósofo/palpiteiro de plantão que se pretende indignado com a &#8220;privatização&#8221; das tarefas de segurança já vive em um condomínio fechado, vigiado com seguranças privados e usa alarme eletrônico em seu carro.</p>
<p>Quando até os críticos já vivem como reclusos, a discussão parece mesmo estar até atrasada. Dia destes farei um <em>post</em> sobre o tema que, sim, fascina-me.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Segurança privada]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2007/10/30/seguranca-privada-3/</link>
<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 05:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Reproduzo da newsletter do The Independent Institute, um dos melhores Think Tanks que conheço. Secur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Reproduzo da <em>newsletter </em>do <em>The Independent Institute</em>, um dos melhores <em>Think Tanks</em> que conheço.</p>
<blockquote><p><strong>Security Contractor’s Mistakes Reflect Government-Created Incentives, Not “Market Failure”</strong></p>
<p>Earlier this month, the shooting deaths of 17 innocent Iraqi civilians brought unwanted publicity to Blackwater USA, a private firm under contract with the U.S. military to provide diplomatic security and similar services in Iraq and other hotspots. Some people may be tempted to view the Blackwater deaths as an example of the pitfalls of privatization, but in his characteristically nuanced column for the <em>New York Times</em>, George Mason University economist <strong>Tyler Cowen</strong> explains why this is gross oversimplification is highly misleading.</p>
<p>“The overall problem is not private contracting itself; contractors do not set the tone but rather reflect the sins and virtues of their customers, namely their sponsoring governments,” writes Cowen, co-editor of the Independent Institute book <em>Market Failure or Success</em>. “A private contractor doesn’t have a financial incentive to protect Iraqi citizens, who are not paying customers. Ultimately, this reflects the priorities of the United States military itself.”</p>
<p>Cowen notes some of the trade-offs that the use of private contractors entails. He also notes some of their unrealized potential. For example, had the UN chosen to hire private contractors in central Africa in the mid-1990s, as it had contemplated, instead of employing poorly trained police from Zaire, it’s conceivable that many of the 800,000 lives lost during Rwanda’s bloody civil war would have been spared.</p>
<p>Cowen also notes that his colleague (and Independent Institute Research Director) <strong>Alexander Tabarrok</strong> discusses the history of private contractors—namely, the privateers of the 19<sup>th</sup> century—in the spring 2007 issue of <em>The Independent Review</em>. Although Cowen doesn’t say so, Tabarrok’s article makes essentially the same point as his own. To paraphrase: the “contracting out” of security services should not be conflated with the full privatization of security, because the chain of “contracting out” is only as strong as its weakest link—in this case, Uncle Sam.</p>
<p><a href="http://www.nytimes.com/2007/10/28/business/28view.html?ref=business">“To Know Contractors, Know the Government,”</a> by Tyler Cowen (<em>The New York Times</em>, 10/28/07)</p>
<p><em><a href="http://www.independent.org/store/book_detail.asp?bookID=22">Market Failure or Success: The New Debate</a></em>, edited by Tyler Cowen and Eric Crampton</p>
<p><a href="http://www.independent.org/publications/tir/article.asp?issueID=49&#38;articleID=631">“The Rise, Fall, and Rise Again of Privateers,”</a> by Alexander Tabarrok (<em>The Independent Review</em>, Spring 2007)</p>
<p><a href="http://www.independent.org/store/tir/subscriptions.asp">Subscribe</a> to <em>The Independent Review</em>.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blackwater USA debaixo de fogo]]></title>
<link>http://amansarda.wordpress.com/2007/09/21/blackwater-usa-debaixo-de-fogo/</link>
<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 23:01:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>TGF</dc:creator>
<guid>http://amansarda.wordpress.com/2007/09/21/blackwater-usa-debaixo-de-fogo/</guid>
<description><![CDATA[Um tiroteio envolvendo seguranças da Blackwater USA domingo passado trouxe a empresa privada de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ap.google.com/article/ALeqM5hmrLJfBttBSuJiT0K5tiQvlB47dA"><img src="http://www.timesreporter.com/photos/September2007/0918iraqnet.jpg" align="left" height="215" width="144" />Um tiroteio</a> envolvendo seguranças da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blackwater_USA">Blackwater USA</a>  domingo passado trouxe a empresa privada de &#8217;segurança&#8217; (mercenários) para a ribalta. Resultou em 8 mortos e 13 feridos (<a href="http://ca.today.reuters.com/news/newsArticle.aspx?type=topNews&#38;storyID=2007-09-17T145232Z_01_L17538057_RTRIDST_0_NEWS-IRAQ-SHOOTING-COL.XML">aparentemente aleatórios</a>), levando à revogação por parte das autoridades iraquianas da licença da empresa. Ainda pendente está a hipótese de a empresa <a href="http://afp.google.com/article/ALeqM5injjDUO8jITi25kkgpIiHyeZRRFw">ser levada a tribunal</a> no Iraque.<!--more--></p>
<p>Michael Hirsh da Newsweek <a href="http://www.msnbc.msn.com/id/20892483/site/newsweek/page/0/">dá conta do vazio moral em que esta e outras empresas operam no Iraque</a>. Um caso é paradigmático: no Natal passado, durante uma festa, um empregado da empresa embriagado disse que ia sair para matar alguém. Discutiu com um guarda iraquiano e deu-lhe um tiro no peito e três nas costas. O caso poderia ter passado despercebido mas a vítima era guarda-costas de um político iraquiano bem colocado. No dia seguinte a Blackwater colocou o homicida num avião privado de volta para os EUA e recusou-se a revelar o seu nome.</p>
<p>Louis Charbonneau escreve na Reuters sobre <a href="http://www.reuters.com/article/worldNews/idUSL2034720070920">a preocupante tendência para a privatização da guerra</a> numa conversa com Ernst Uhrlau, actual presidente do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bundesnachrichtendienst">BND</a>. Segundo Uhrlau, a segurança privada é uma indústria de 100 mil milhões de dólares, e &#8220;há um consenso generalizado sobre a necessidade de um mecanismo internacional de vigilância&#8230; para prevenir abusos de direitos humanos&#8221;. A razão para o crescimento destas empresas no Iraque é clara: a necessidade dos governos envolvidos retirarem as suas tropas faz com que o sector privado seja necessário para preencher as lacunas, desde a logística à segurança de altos cargos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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