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	<title>seje &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/seje/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "seje"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:55:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Obrigado eu! Por nada!]]></title>
<link>http://linguafalada.wordpress.com/2009/07/30/obrigado-eu-por-nada/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:23:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cidinha Spirandellli</dc:creator>
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<description><![CDATA[O &#8216;obrigado eu&#8217; é bem conhecido de todos nós. Já tornou-se parte integrante, e ninguém m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O <strong>&#8216;obrigado eu&#8217;</strong> é bem conhecido de todos nós. Já tornou-se parte integrante, e ninguém mais se espanta de ouvi-lo.</p>
<p>Mas o <strong>&#8216;por nada&#8217;</strong> em vez de <strong>&#8216;de nada&#8217;</strong> foi recentemente criado pelos orientadores da pasteurização dos treinamentos de pessoal, que provavelmente se reuniram e acharam por bem estabelecer como regra do falar elegante esta nova forma.</p>
<p>Todos os atendentes públicos agora falam <strong>&#8216;por nada&#8217;</strong>.</p>
<p>Enterraram o velho e bom <strong>&#8216;de nada&#8217;</strong>?</p>
<p>Deve ser ele muito importante dentro das prioridades linguísticas dos atuais orientadores, já que nenhum deles se importou em alertar seus empregados para os indefectíveis <strong>&#8217;seje&#8217;</strong> e <strong>&#8216;esteje&#8217;</strong>.</p>
<p>Mais um registro. Vocês já ouviram esta pérola: &#8216;-<strong>Ele ainda não tinha chego&#8217;</strong>?</p>
<p>Lindo demais, fala aí!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[I can see alot of life in you]]></title>
<link>http://adamloewenphotography.wordpress.com/2009/03/06/i-can-see-alot-of-life-in-you/</link>
<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 05:33:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>adamloewenphotography</dc:creator>
<guid>http://adamloewenphotography.wordpress.com/2009/03/06/i-can-see-alot-of-life-in-you/</guid>
<description><![CDATA[These are two pictures from a series I did called Faces of Seje. They were from a trip I made to rur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-90" title="img_3640-edit-41" src="http://adamloewenphotography.wordpress.com/files/2009/03/img_3640-edit-41.jpg" alt="img_3640-edit-41" width="460" height="306" /><img class="aligncenter size-full wp-image-91" title="img_4170-71" src="http://adamloewenphotography.wordpress.com/files/2009/03/img_4170-71.jpg" alt="img_4170-71" width="460" height="306" /></p>
<p>These are two pictures from a series I did called Faces of Seje. They were from a trip I made to rural Kenya a while ago. It was part of a community development project and we were the first ones in. We built for these two girls, and the rest of the Seje tribe, a school, and tried unsuccessfully to drill a well for them. I attended the funeral of little boy who died under suspicious circumstances, and I also got malaria. We had plans to go back to the tribe and continue building the community through means including agriculture, clean water, food programs, and small business development.</p>
<p>If you&#8217;ve ever been to Africa you will appreciate that things are much different there. It was not really easy to do what we wanted to do. We were met with glaring cultural issues, lack of resources, disorganization, and corruption. We left discouraged. And we never went back.</p>
<p>I took these pictures because I wanted to show people the faces behind the statistics. I took them because I believed that they could communicate something my words never would. I believe that is what art does. It speaks for our souls. It speaks to our souls. And it speaks for those who have no voice.</p>
<p>I look at these pictures now and I remember. I remember how excited they were that someone had come to help them. I remember how we worked side by side with the young and the old of that tribe. I remember laughing with them, eating with them, singing and dancing with them, and crying with them.</p>
<p>I don&#8217;t know all the reasons that led to the Seje project shutting down, and I have no doubt they were good reasons. It wasn&#8217;t easy. In fact, it was hard as hell. There would have been dozens of reasons for pulling the plug, all legitimate. But it has always bothered me. It&#8217;s actually kind of haunted me. Because I&#8217;m sure those girls in the pictures don&#8217;t understand why we never came back. We were just more white people with broken promises. With reasons.</p>
<p>Why am I talking about Seje? Because there will always be reasons, but sometimes I think we need to be unreasonable. Even though all reason and logic would say one thing, we should do the other just because we know we should. Because it&#8217;s the right thing to do. There is a fine line between reasons and excuses sometimes, one that I am walking right now in my photography career. I have some bloody good reasons to take this job. But something in me tells me that it would always haunt me if I did. Because life is not always easy, and pursuing your dreams can be hard as hell. So do I want to be a man of resolve and character? Or do I want to have reasons?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É com cedilha?]]></title>
<link>http://chadesaquinho.wordpress.com/2008/05/07/e-com-cedilha/</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 13:34:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nana B.</dc:creator>
<guid>http://chadesaquinho.wordpress.com/2008/05/07/e-com-cedilha/</guid>
<description><![CDATA[Aqui está nosso post comemorativo. Muito obrigada aos leitores que vieram opinar e parabéns ao Marco]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui está nosso post comemorativo. Muito obrigada aos leitores que vieram opinar e parabéns ao <a href="http://ddi.brogui.com">Marcos</a> por ter sido o escolhido e à <a href="http://cauonstage.wordpress.com">Cau</a> por dar força à idéia. Comentários sobre os blogs (que, aliás, já estão nos links faz tempo) no final do post.</p>
<p>Como faço Letras e erros alarmantes e mau uso da língua portuguesa me deixam em cólicas mais do que o normal, achei que seria interessante contar algumas situações pelas quais passei e comentá-las. Vou deixar um conto pronto para o próximo post, pra dar uma variadinha.</p>
<p><strong>O vocativo</strong></p>
<p>Começo por esse porque vejo como as pessoas têm dificuldade em usá-lo, ou melhor, como as pessoas teimam em não usá-lo. É uma coisa tão simples e aprendemos tão na base da nossa educação escolar que acho que acaba esquecida. Tenho dois exemplos desse cara:<br />
O primeiro foi um baque. Eu vinha feliz e saltitante (mentira, eu estava de carro) pela rua quanto vi um cartaz, sem brincadeira, gigante, em um prédio ainda na base da construção. A corretora, feliz com a venda de todos os apartamentos ainda na planta, mandou fazer o cartaz que dizia em letras garrafais &#8220;Obrigado Niterói!&#8221; SEM VÍRGULA! Eu tinha ataques toda vez que passava por lá. O pior é que passava todo dia&#8230; Tinha um desejo secreto de passar de madrugada e fazer uma <em>virgulona</em> de tinta vermelha.<br />
O segundo caso é bem recente e ainda pode ser visto se você ligar sua televisão por algumas horas, na propaganda da Visa, onde todo mundo diz ao Luiz que ele deve sair de férias. O problema é que a sugestão não aparece com vírgula em nenhuma das ocasiões, nem com a variante que pode ser usada no lugar da vírgula no vocativo, a exclamação. Pior do que aparecer sem vírgula, &#8220;Luiz saia de férias&#8221;, é aparecer com dois pontos, &#8221;Luiz: saia de férias&#8221;. Essa me deixou triste.<br />
Claro que tenho mais muitas histórias sobre vocativos esquecidos, principalmente em msn e afins, mas não vou soterrá-lo em vírgulas, caro leitor.</p>
<p><strong>A regência</strong>   </p>
<p>É outra esquecida, tadinha. Aliás é a maior prova da pobreza da aducação no nosso país. Fui comprar sorvete no McDonald&#8217;s com minha tia há uns anos atrás e a atendente do quiosque soltou &#8220;É duas casquinha?&#8221;. Imagina o embrulho no meu estômago? Mas essa tem explicação. A gente aprende em Lingüística que isso é economia de plural. A pessoa pensa, no íntimo de seu ser, &#8220;tudo bem que são duas, mas vou colocar plural em tudo pra que? Desperdício! Em uma palavra só dá pra entender.&#8221; Passou a mensagem.</p>
<p><strong>O pleonasmo</strong></p>
<p>Esqueça o &#8220;subir para cima&#8221;, leitor, ele é <em>fichinha. </em>A moda agora é internacional, é o &#8220;<em>plus</em> a mais&#8221;. Assumo que uso muito esse, mas de brincadeira. Outros clássicos como &#8220;encarar de frente&#8221;, &#8220;elo de ligação&#8221; e &#8220;maluco da cabeça&#8221; nunca saem de moda. Não vou contar nenhuma experiência com esses não. Procure você leitor, na memória, a última vez que ouviu uma pérola dessas, e ria um pouquinho, porque eu adoro rir de coisas que eu lembro.</p>
<p><strong><em>Seje</em></strong></p>
<p>Esse me deixa arrancando os cabelos. Um comentário breve: ouvi um(a) colega de Letras soltando essa pérola. Dormi mal esse dia&#8230; Brincadeirinha.</p>
<p><strong>A cedilha</strong> </p>
<p>Esse eu juro que pensei que não encararia mais. Porém é incrível o número de pessoas que não sabem usar a pobrezinha. Saem <em>tacando</em> a coitada em tudo que é <em>C</em> que vem pelo caminho. Dia desses estava conversando com um amigo (juro que não lembro quem, não adianta perguntar) e comentei que tenho visto muitas pessoas usando <em>Ç</em> antes de <em>E</em> e <em>I</em>. Para minha surpresa o amigo soltou: &#8220;Qual é o problema?!&#8221;. Imaginou minha cara de &#8220;como assim?!&#8221;? Você tem ótima imaginação, leitor, deve estar rindo de mim agora. Acabei tendo que explicar ao meu amigo (ou melhor, reforçar o que a professora do primário explicara) que não se usa <em>Ç</em> antes de <em>E</em> e <em>I</em> nem no ínicio da palavra.</p>
<p>Termino com a cedilha, já que ela é o título do post e porque o papo com o amigo foi o mais recente dos casos.<br />
Quero fazer um apelo às professoras primárias do Brasil: Massacrem seus singelos alunos com, pricipalmente, vocativos e cedilhas, para que, quando eles forem grandinhos, não paguem esse micão.</p>
<p>Sobre os blogueiros que me ajudaram com suas opiniões, aí vão as propagandas:<br />
O blog do Marcos, <a href="http://ddi.brogui.com">DeScência do IndeScente</a>, é super inteligente e trata de assuntos polêmicos e engraçados. Tudo ao mesmo tempo e muito bem escrito.<br />
O da Cau, que deu a maior força à idéia do Marcos, <a href="http://cauonstage.wordpress.com/">Duhs, clichês e blablabla</a>, tem um papo mais pessoal, mais da maneia dela de ver, porém não menos inteligente.<br />
Os dois são ótimos! Recomendo e leio sempre.</p>
<p>Leitor querido, já deve estar cansado do meu papo. Portanto, bom chá, cuidado com o vocativo e logo vem o próximo post.</p>
<p>PS.: Vou continuar aceitando idéias, então se quiser saber minha opinião sobre alguma coisa, qualquer coisa, religião, sexo, política, televisão, livros, filmes, o que for, é só deixar um comentário ou mandar um e-mail para <a href="mailto:nanalbomfim@gmail.com">nanalbomfim@gmail.com</a>. Obrigada a todos que mandaram idéias, logo logo elas serão utilizadas de alguma forma.</p>
<p> PS².: A partir desse post, respondo os comentários logo abaixo dos mesmos, já que agora aprendi como se faz. Você que deixou um comentário, é só dar uma passadinha lá que a resposta estará logo abaixo o mais rápido possível.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[La palma della cuccagna]]></title>
<link>http://meristemi.wordpress.com/2008/01/27/la-palma-della-cuccagna/</link>
<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 13:26:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Meristemi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Si pensa che lo sfruttamento indigeno delle risorse naturali sia sostenibile sempre e comunque ed in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Si pensa che lo sfruttamento indigeno delle risorse naturali sia sostenibile sempre e comunque ed in]]></content:encoded>
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