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	<title>semantica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/semantica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "semantica"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 18:49:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O HTML 5]]></title>
<link>http://henriquearaujo.wordpress.com/2009/11/24/o-html-5/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:16:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
<guid>http://henriquearaujo.wordpress.com/2009/11/24/o-html-5/</guid>
<description><![CDATA[Se você achava que num futuro próximo todos os navegadores &#8220;iriam falar a mesma língua&#8221; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="html 5" src="http://garimpoweb.files.wordpress.com/2009/07/html5.jpg?w=450&#038;h=299" alt="" width="450" height="299" /></p>
<p>Se você achava que num futuro próximo todos os navegadores &#8220;iriam falar a mesma língua&#8221; e a dor de cabeça de construir código compatível com todos eles iria acabar, pode tirar o cavalo da chuva, porque tem coisa revolucionária vindo por aí. Apresentando&#8230; o <strong>HTML 5</strong>!</p>
<p>Principal mudança entre o HTML atual para o 5 já deve ter sido imaginada por alguns desenvolvedores, está na Semântica, no significado da estrutura html do seu site. No momento em que estávamos acostumados a criar um <strong>&#60;div id=&#8221;rodape&#8221;&#62;</strong> agora a galera nos ajudou, bastando um <strong>&#60;footer&#62;</strong> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  , bem, além disso temos também o seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>Tags com valore semânticos.  </strong>adição de valores semânticos com a criação das geniais tags footer, header, time, nav por exemplo;</li>
<li><strong>Áudio e Vídeo. </strong> incluir vídeo e áudio era coisa de outro mundo? não mais! Foram criadas as tags &#60;audio&#62; e &#60;video&#62; que fazem com que essas mídias sejam incluídas numa página sem a necessidade de plug-ins extras. Estuda-se até o caso de incluir legenda nesses vídeos, imagina só! Tudo isso totalmente &#8220;de grátis&#8221;;</li>
<li><strong>Desenhos dinâmicos.</strong> o novíssimo HTML 5 permite que você trabalhe com os arquivos vetoriais baseados em XML e com código aberto, os chamados SVG (Scalable Vetorial Graphics);</li>
<li><strong>Drag and Drop.</strong> sim, agora vai dar para mover objetos e customizar a experiência do usuário na página com apenas algumas poucas linhas de código;</li>
<li><strong>Geolocation API.</strong> você vai poder localizar os dados de um usuário facilmente, sem a necessidade de depender de sites externos para isso;</li>
<li><strong>Armazene dados no cliente.</strong> existirá uma espécie de base dados no computador do cliente, da até pra trabalhar offline! Isso vai dar pra fazer estrago com Javascript.</li>
</ul>
<p>Essas novidades são o &#8220;coração&#8221; do novo HTML, mas a página que contém a documentação tem uma rolagem sem fim. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Mas eu já posso usar?</h3>
<p>Na minha opinião pessoal eu acho que ainda não é viável cair de cabeça na utilização da liguagem, mas estudá-la já está na hora. A documentação ainda é muito nova, sua aplicação precisaria de uma flexibilidade para mudanças. A documentação final está prevista para 2012, então ainda há tempo.</p>
<p>Pense no seu público-alvo e faça seus testes com prudência. O Internet Explorer 6 e 7 não oferecem suporte ainda, porém existe um <a href="http://html5shiv.googlecode.com/svn/trunk/html5.js" target="_blank">Javascript</a>, capaz de fazer estes navegadores interpretarem HTML 5 ,  em todos os artigos que li para elaborar este meu os escritores e blogueiros não aconselham você esperar a empresa do tio Bill Gates para um suporte completo dos IE ao HTML 5, isto duria séculos, mas também não é pra menos né, até hoje não acertaram com o IE8. Já com o Chrome e o Firefox, apartir das versões 3.0,  a história é diferente e você consegue sim ver as mágicas acontecerem. </p>
<h3>E o que mais?</h3>
<p>Tá aí&#8230;</p>
<p><strong>&#60;article&#62;:</strong> Define um artigo.<br />
<strong>&#60;aside&#62;:</strong> Define algum conteúdo relacionado ao artigo.<br />
<strong>&#60;audio&#62;:</strong> Define um streaming de áudio em um documento HTML<br />
<strong>&#60;canvas&#62;:</strong> Define a criação de gráficos em uma página web<br />
<strong>&#60;command&#62;:</strong> Define um botão de comando, como um radiobutton, uma caixa de seleção ou um botão.<br />
<strong>&#60;datagrid&#62;:</strong> Define uma lista de dados selecionáveis. O datagrid é exibido como uma árvore.<br />
<strong>&#60;datalist&#62;:</strong> Define uma lista de dados selecionáveis. Utilize esse elemento juntamente com o elemento input, para fazer uma lista suspensa para um valor de entrada.<br />
<strong>&#60;datatemplate&#62;:</strong> Define um recipiente para o modelo de dados. Deve conter elementos filho que são &#60;rule&#62; para definir um modelo.<br />
<strong>&#60;details&#62;:</strong> define os detalhes de um elemento, no qual o usuário pode ver, e clicar para ocultar.<br />
<strong>&#60;embed&#62;:</strong> Utilizado para incorporar conteúdo no HTML, atuando como um plugin.<br />
<strong>&#60;eventsource&#62;:</strong> Define um destino para eventos enviados por um servidor.<br />
<strong>&#60;figure&#62;:</strong> Especifica ilustrações, imagens, fotos, associado juntamente com alguma legenda.<br />
<strong>&#60;footer&#62;:</strong> Define o rodapé de uma seção ou documento. Normalmente, contém o nome do autor, data em que o documento foi escrito e / ou informações de contato.<br />
<strong>&#60;header&#62;:</strong> Define o cabeçalho de uma seção ou documento.<br />
<strong>&#60;mark&#62;:</strong> Define texto marcado. Utilize a tag &#60;mark&#62; se você quiser destacar partes do seu texto<br />
<strong>&#60;meter&#62;:</strong> Define uma medição. Usado apenas para medições com conhecimento de um valor mínimo e um valor máximo.<br />
<strong>&#60;nav&#62;:</strong> Define uma seção de links de navegação.<br />
<strong>&#60;nest&#62;:</strong> Define o ponto de incício para criação de elementos em um &#60;datatemplate&#62;, utilizado em conjunto com o elemento &#60;rule&#62;.<br />
<strong>&#60;output&#62;:</strong> Define a saída de diferentes tipos de dados, por exemplo, o cálculo efetuado por algum script.<br />
<strong>&#60;progress&#62;:</strong> Define o progresso de uma tarefa de qualquer tipo.<br />
<strong>&#60;rule&#62;:</strong> Define as regras para atualização de um datatemplate. Usado em conjunto com os elementos &#60;datatemplate&#62; e &#60;nest&#62;.<br />
<strong>&#60;section&#62;:</strong> Define as seções em um documento. Tal como capítulos, cabeçalhos, rodapés, ou quaisquer outras seções do documento.<br />
<strong>&#60;source&#62;:</strong> Define recursos para elementos de mídia, como &#60;audio&#62; e &#60;video&#62;.<br />
<strong>&#60;time&#62;:</strong> Define tempo ou data, ou ambos.<br />
<strong>&#60;video&#62;:</strong> Define vídeo, como um clipe de filme ou vídeo de outros fluxos.</p>
<p>(fonte: <a href="http://www.pinceladasdaweb.com.br/blog/2009/10/26/introducao-ao-html5/" target="_blank">pinceladas da web</a>)</p>
<p>A W3C liberou a documentação oficial no meio do ano de 2009 mas ainda é passível de alterações portanto não é definitiva. Ela é a mais completa e confiável fonte de informações sobre a linguagem e você encontra <a href="http://dev.w3.org/html5/spec/Overview.html" target="_blank">aqui neste link</a>. (inglês).</p>
<h3>Existem exemplos?</h3>
<p> Haram&#8230; olha aí:</p>
<p><a href="http://bit.ly/1Hw1ED">http://bit.ly/1Hw1ED</a> (resize &#38; drag and drop de fotos)<br />
<a href="http://bit.ly/HkYnp">http://bit.ly/HkYnp</a> (post-its que são arrastados e armazenados offline)<br />
<a href="http://www.html5gallery.com/">http://www.html5gallery.com</a> (galeria de sites em html5)<br />
<a href="http://bit.ly/fPMxn">http://bit.ly/fPMxn</a> (resize &#38; drag and drop de videos)<br />
<a href="http://bit.ly/2F3i1K">http://bit.ly/2F3i1K</a> (desenho escalável de um tigre em SVG)<br />
<a href="http://bit.ly/1Hw1ED">http://bit.ly/1Hw1ED</a> (resize &#38; drag and drop de fotos)</p>
<p>(fonte: <a href="http:/%%/www.luiztiago.com" target="_blank">Luiz Tiago</a>)</p>
<h3>E afinal?</h3>
<p>É uma questão sem solução atualmente adequada. Se por um lado existe um suporte à navegadores desatualizados o que cria a disponibilidade à todos os seus usuários, por que não usar?  Por outro lado, se ainda não existe uma documentação finalizada e consistente, para que começar?</p>
<p>Fica com você!</p>
<p>Vamos discutir sobre o assunto?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entendre la web 3.0 (web semantica)]]></title>
<link>http://reflexiosic.wordpress.com/2009/11/20/entendre-la-web-3-0-web-semantica/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:57:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>reflexiosic</dc:creator>
<guid>http://reflexiosic.wordpress.com/2009/11/20/entendre-la-web-3-0-web-semantica/</guid>
<description><![CDATA[Fa temps que se&#8217;n parla de la web semàntica.  Segurament, si aneu a l&#8217;explicació de la w]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fa temps que se&#8217;n parla de la web semàntica.  Segurament, si aneu a l&#8217;explicació de la wikipedia, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Web_sem%C3%A1ntica">us quedareu fred</a>s.</p>
<p>En canvi, si us poso aquest petit acudit&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter" title="Web semantica" src="http://www.dreig.eu/caparazon/wp-content/semantica.jpg" alt="" width="500" height="307" /></p>
<p>L&#8217;he trobat en <strong><a href="www.dreig.eu/caparazon/" target="_blank">El Caparazón</a></strong><a href="www.dreig.eu/caparazon/" target="_blank">, un bloc fantàstic</a> que escriu una experta en el tema: <strong>Dolors Reig</strong>.</p>
<p>En el seu bloc he trobat també un un vídeo que recomana per entrendre (per fi) què és això de la web 3.0:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/off08As3siM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/off08As3siM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De una galleta a una web líquida]]></title>
<link>http://franrojo.es/2009/11/18/de-una-galleta-a-una-web-liquida/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:03:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beatriz</dc:creator>
<guid>http://franrojo.es/2009/11/18/de-una-galleta-a-una-web-liquida/</guid>
<description><![CDATA[Es increible cómo funciona Internet. Cómo se conecta todo, cómo se enlazan contenidos, y cómo ésto n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Es increible cómo funciona Internet. Cómo se conecta todo, cómo se enlazan contenidos, y cómo ésto nos permite descubrir sitios que nunca hubiéramos buscado.<br />
Es como viajar por el Pais de las Maravillas, pasando a través de espejos de un lugar a otro, sin saber muy bien dónde vas a ir a parar.</p>
<p>Cierto es que en muchas ocasiones lo que encontramos era mejor que siguiera perdido, pero a veces los bits se alinean, se ponen de nuestro lado, y nos encontramos agradables sorpresas.</p>
<p>Eso es lo que me ha pasado hoy.</p>
<p>Estaba buscando fotos de galletas (ayudando a una empresa a buscar imágenes para identificar las diferentes familias de venta en su programa de gestión), y, entre los resultados de la búsqueda de imágenes de Google, me apareció <a href="http://lamaletaextraviada.wordpress.com/2009/04/07/el-monstruo-de-las-magdalenas/" target="_blank">éste</a>.</p>
<p>La foto me pareció graciosa, así que entré a verla, y me encontré con un blog muy interesante en el que, entre otras entradas, estaba <a href="http://lamaletaextraviada.wordpress.com/2009/10/28/web-liquida/" target="_blank">ésta</a>.</p>
<p>Así fue cómo, buscando galletas, me encontré con <a href="http://wonder-wall.com/#project/en" target="_blank">una web con un diseño novedoso y muy llamativo</a>.</p>
<p>Como anécdota puede estar bien, pero además esta historia tiene moraleja: &#8220;<strong>Pon etiquetas en todo el contenido que subes a la Red, porque nunca sabes cómo van a encontrarte&#8221;</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cosa rivela di noi quello che scriviamo sui social network?]]></title>
<link>http://mediameter.wordpress.com/2009/11/17/cosa-rivela-di-noi-quello-che-scriviamo-sui-social-network/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 08:34:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eugenia</dc:creator>
<guid>http://mediameter.wordpress.com/2009/11/17/cosa-rivela-di-noi-quello-che-scriviamo-sui-social-network/</guid>
<description><![CDATA[Segnaliamo arrabbiati che un imbranato su un’automobile nera ci ha appena sorpassato a destra? Un so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Segnaliamo arrabbiati che un imbranato su un’automobile nera ci ha appena sorpassato a destra? Un software per il trattamento di informazioni non strutturate ne deduce che siamo maggiorenni, che abbiamo un lavoro e che guidiamo la macchina. Ci lamentiamo di mariti pantofolai e di ex-mogli spendaccione? Questo dice molte cose sul nostro stato civile e sui nostri interessi. A un software che estrae informazioni non strutturate basta anche meno: un participio coniugato correttamente, e si può sapere se chi scrive è uomo o donna.</em></p>
<p>La nuova ricerca di Blogmeter su <a href="http://www.blogmeter.it/?p=179&#38;cat=12">Carta d’identità e mood sui social network. Ecco cosa rivela di noi quello che scriviamo in rete. </a></p>
<p>Buona lettura.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como usar a apóstrofe!]]></title>
<link>http://maedomeuamigo.com/2009/11/13/como-usar-a-apostrofe/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigoortiz</dc:creator>
<guid>http://maedomeuamigo.com/2009/11/13/como-usar-a-apostrofe/</guid>
<description><![CDATA[Nesta sexta-feira 13, iremos explorar um tema extremamente tenebroso: GRAMÁTICA! Não acha tenebroso,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta sexta-feira 13, iremos explorar um tema extremamente tenebroso: GRAMÁTICA!</p>
<p>Não acha tenebroso, caro(a) leitor(a)? Pense que eu, assim como outros amantes do vernáculo e da boa escrita sofremos dia após dia com o uso errôneo de nossa amiga apóstrofe.</p>
<p>Exatamente por isso (e com uma arte e temática agradavelmente nonsense) que criaram o site How To Use an Apostrophe!</p>
<p><a href="http://apostrophe.me/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1564" title="Picture 14" src="http://maedomeuamigo.wordpress.com/files/2009/11/picture-14.png" alt="Picture 14" width="450" height="188" /></a></p>
<p>Divirtam-se.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interatividade na internet e tendências para o futuro]]></title>
<link>http://midiasinterativas.wordpress.com/2009/11/10/interatividade-na-internet-e-tendencias-para-o-futuro/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:09:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Teixeira</dc:creator>
<guid>http://midiasinterativas.wordpress.com/2009/11/10/interatividade-na-internet-e-tendencias-para-o-futuro/</guid>
<description><![CDATA[Fechando um pouco o conceito de interatividade e discutindo como ela se aplica na web, não dá para d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fechando um pouco o conceito de interatividade e discutindo como ela se aplica na web, não dá para deixar de comentar os textos das colegas Luciane e Christine, que trouxeram raciocínios bastante ricos para a aula.</p>
<p>É interessante perceber como a internet evolui em ondas, e como os próprios desenvolvedores se apóiam nelas para nortear o próximo passo no processo evolutivo. Lemos na aula sobre web2.0 e como o usuário passou de “consumidor” para “produtor” de conteúdo com a implementação de pequenas funcionalidades nos sites que surgiram a partir de 2004 (YouTube, Flickr, Orkut). Lembro-me que, na época, os desenvolvedores ficavam inseguros se as pessoas realmente enviariam conteúdo para esses sites, dado o baixo índice de participação da época. Poucos anos depois, já nos vemos em um cenário onde esse conteúdo gerado pelos usuários é tão volumoso e sua organização tão caótica, que sofremos o que especialistas chamam de infobesidade. Esses dias assisti a uma palestra do Michel Lent, da agência Ogilvy, onde ele tratava justamente desse excesso de informações e de como os filtros já se tornaram indispensáveis para o consumo saudável desse conteúdo (slides da palestra disponíveis aqui: <a href="http://www.viuisso.com.br/2009/11/07/a-info-obesidade-os-atuais-desafios-da-publicidade/">http://www.viuisso.com.br/2009/11/07/a-info-obesidade-os-atuais-desafios-da-publicidade/</a>)</p>
<p>Passada a onda da web 2.0, vemos a internet caminhando para o que chamamos de web 3.0. É perigoso dizer que a web 2.0 passou, existiu ou aconteceu em determinado período de tempo. Isso porque web 2.0 é mais uma forma de pensar a web do que um reflexo na interface dos ambientes interativos. E essa forma de pensar nunca vai passar ou ser deixada para trás, e sim complementada por novos modelos mentais e novas tendências de uso. O próprio termo “web 2.0”, como afirma Luli Radfahrer, foi apenas um verbete comercial que as empresas aproveitaram para se mostrarem antenadas e por dentro das tendências. A web 3.0, por sua vez, é uma tentativa de organização semântica desse conteúdo, de forma que o próprio software navegador entenda do que trata aquele conteúdo. Pierre Levy é um dos grandes entusiastas da aplicação dessa linguagem e implementação do que ele chama de “web semântica”. Essa nova linguagem de programação semântica permite novas formas de interação na internet. A partir do momento em que o sistema “entende” do que trata cada bloco de informações, é possível economizar várias etapas na interação entre o usuário e o sistema.</p>
<p>Mais algumas tendências:</p>
<ul>
<li>Portabilidade: a internet sendo acessada de diferentes gadgets, utensílios domésticos, aparelhos celulares, leitores de e-books etc.</li>
<li>Inclusão digital: aumenta o número de pessoas que tem acesso a internet e diminui a escolaridade média e o letramento digital médio desse público.</li>
<li>Veículos de meios tradicionais migrando para a web e fazendo dela seu principal canal de comunicação. (exemplo do jornal O Globo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=b_VvYkNf1ZU">http://www.youtube.com/watch?v=b_VvYkNf1ZU</a>)</li>
</ul>
<p>E um ponto importante, colocado pela Luciana sobre a palestra que ela assistiu de Maffesoli e Lemos, de que não basta tentar transportar o conteúdo de outros meios para a web (“esperando que as pessoas comecem a assistir Faustão pelo celular”). O importante é que o conteúdo e as interações sejam PENSADAS para a web. Vemos exemplos como o Twitter e outras redes sociais que já foram startadas sob um “raciocínio web”, e não simplesmente replicando metáforas do mundo real. Dentre os desafios para os próximos anos, acredito que esse seja o principal: desacostumar o raciocínio dos meios os quais estamos viciados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ética y moral, una aproximación semántica.]]></title>
<link>http://frentealadoxa.wordpress.com/2009/11/09/etica_moral_semantica/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:20:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>frentealadoxa</dc:creator>
<guid>http://frentealadoxa.wordpress.com/2009/11/09/etica_moral_semantica/</guid>
<description><![CDATA[Ética deriva de las palabras griegas êthos y éthos. La primera poseía dos sentidos fundamentales, el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ética deriva de las palabras griegas <em>êthos</em> y <em>éthos</em>. La primera poseía dos sentidos fundamentales, el más antiguo aludía a la &#8220;residencia&#8221;, &#8220;morada&#8221;, al &#8220;lugar donde se habita&#8221;. <em>Êthos</em> fue evolucionando hasta llegar a designar el lugar (metafórico, interior) desde el que se vive:  el carácter. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%B3n">Platón</a> y <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles">Aristóteles</a> derivaron <em>êthos</em> de <em>étho</em>s, el carácter de la costumbre y acercaron el sentido de éthos al de <em>héxis</em>, hábito que se adquiere a través de la repetición.</p>
<p>Ambos términos, <em>êthos</em> y <em>éthos</em>, fueron traducidos al latín con la palabra <em>mos</em>, de la que provendría moral. Así, en la traducción, prevaleció el sentido de costumbre o hábito.</p>
<p>Las fronteras entre el filósofo moral (labor teórica, aunque referida a la práctica) y el moralista (labor de reformar y alentar la práctica moral) han sido difusas. Las diferencias entre uno y otro permiten asimismo diferenciar entre ética y moral. La distinción se funda en que, aunque el filósofo moral reflexiona sobre la vida práctica, no por ello tiene que jugar el papel de moralista, sino que puede limitarse a una reflexión sobre el fenómeno de la moralidad. Por lo tanto, mientras la moral hace directa referencia al comportamiento humano y a su calificación en cuanto bueno o malo mediante códigos y principios que tratan de regular las acciones humanas (moral griega, cristiana, budista, marxista&#8230;), en cambio, la Ética (también denominada &#8220;filosofía moral&#8221; o &#8220;Moral&#8221; con mayúscula) sería aquella rama de la filosofía que piensa la vida moral, sin proponerse prescribir o aconsejar, sino reflexionar sobre los códigos y principios, ver cómo funcionan y dar razón de los mismos, buscando sus categorías específicas. Dijo <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Adela_Cortina">Adela Cortina</a>: &#8220;La Ética supone un segundo nivel reflexivo acerca de los ya existentes juicios, códigos y acciones morales.&#8221;</p>
<p>A modo de resumen: &#8220;ética&#8221; y &#8220;moral&#8221;, en minúscula y como sinónimos, se refieren  a la moral vivida (<em>ethica utens</em>), mientras que &#8220;Ética&#8221;, &#8220;Moral&#8221; o &#8220;filosofía moral&#8221; se refieren a la reflexión filosófica sobre la moralidad (<em>ethica docens</em>).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atti linguistici]]></title>
<link>http://sicapisce.wordpress.com/2009/11/09/atti-linguistici/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 06:00:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Samuel Zarbock</dc:creator>
<guid>http://sicapisce.wordpress.com/2009/11/09/atti-linguistici/</guid>
<description><![CDATA[Durante gli anni &#8216;50 del secolo scorso si smise di considerare il linguaggio come semplice vei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Durante gli anni &#8216;50 del secolo scorso si smise di considerare il linguaggio come semplice <strong>veicolo di contenuti</strong> e si cominciò a vederlo come <strong>azione a sé stante</strong>: una frase non venne più considerata solo come espressione di verità o falsità ma anche come atto compiuto da colui che la pronuncia.</p>
<p>Anzi, non &#8220;un atto&#8221;: tre. <a title="Voce di Wikipedia sugli atti linguistici" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Teoria_degli_atti_linguistici" target="_blank">Le azioni che il linguaggio permette di eseguire</a> sono:</p>
<ul>
<li>produrre il segno linguistico: dire, urlare, sussurrare, scrivere&#8230;</li>
<li>perseguire uno o più intenti comunicativi: chiedere, ordinare, costringere&#8230;</li>
<li>perseguire un risultato &#8220;reale&#8221;: ottenere X, far fare Y, compiere un rito (come ad esempio sposare due persone)&#8230;</li>
</ul>
<p>La costruzione dell&#8217;enunciato è detta &#8220;<strong>atto locutorio</strong>&#8220;; l&#8217;attribuzione di un&#8217;intenzione all&#8217;enunciato è detta &#8220;<strong>atto illocutorio</strong>&#8220;; la ricerca di un effetto sull&#8217;interlocutore per tramite dell&#8217;enunciato è detto &#8220;<strong>atto perlocutorio</strong>&#8220;.<br />
Ogni forma comunicativa può dunque essere analizzata nelle sue tre componenti:</p>
<ul>
<li>il lessico e/o la grammatica (la forma di una data espressione linguistica)</li>
<li>la semantica (il senso e lo scopo di una data espressione linguistica)</li>
<li>la funzione pragmatica (gli obiettivi di chi formula una data espressione linguistica)</li>
</ul>
<p>Questi ultimi tre punti, dunque, corrispondono a tre settori della <a title="Pagina di Wikipedia sulla linguistica computazionale" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Linguistica_computazionale#La_nuova_frontiera" target="_blank">linguistica computazionale</a>, disciplina che cerca il modo per <a title="Voce di Wikipedia sulla linguistica computazionale e le sue possibili forme di annotazione" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Linguistica_computazionale#L.27annotazione_dei_corpora" target="_blank">analizzare (e formalizzare) in automatico</a> lessico e grammatica, semantica, piani e intenzioni dell&#8217;utente.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Altri articoli in cui ho affrontato gli atti linguistici e sulla pragmatica linguistica:</p>
<ul>
<li><a href="http://sicapisce.wordpress.com/2009/07/27/linguistica-computazionale/">http://sicapisce.wordpress.com/2009/07/27/linguistica-computazionale/</a></li>
<li><a href="http://sicapisce.wordpress.com/2008/10/10/sopperire-alle-insufficienze-linguistiche-dei-lettori-su-web/">http://sicapisce.wordpress.com/2008/10/10/sopperire-alle-insufficienze-linguistiche-dei-lettori-su-web/</a></li>
<li><a href="http://sicapisce.wordpress.com/2008/09/30/lamentazioni/">http://sicapisce.wordpress.com/2008/09/30/lamentazioni/</a></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Sem&acirc;ntica e a Acessibilidade: um casal perfeito]]></title>
<link>http://ainternetenossa.wordpress.com/2009/11/05/a-semntica-e-a-acessibilidade-um-casal-perfeito/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:52:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas Martins</dc:creator>
<guid>http://ainternetenossa.wordpress.com/2009/11/05/a-semntica-e-a-acessibilidade-um-casal-perfeito/</guid>
<description><![CDATA[A semântica, bem como a acessibilidade, podem ser aplicadas a tudo. Na construção de um prédio, na d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A semântica, bem como a acessibilidade, podem ser aplicadas a tudo. Na construção de um prédio, na dissertarção de uma redação e claro, na criação de sistemas e websites.</p>
<p><strong><font size="4">Semântica</font></strong>, pode ser definido como: a realização de algo utilizando um padrão formal.</p>
<p><a href="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/semantica.png"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;margin-left:0;border-top:0;margin-right:0;border-right:0;" title="semantica" border="0" alt="semantica" align="left" src="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/semantica_thumb.png?w=240&#038;h=180" width="240" height="180" /></a> </p>
<p>Como nesta imagem, você pode perceber a utilização da semântica quando se organiza os veículos de transportes com os tipos de transportes (terrestres, aéreos e aquáticos). Imagine que o “land”, “water” e “air” não estivesse nessa representação, ficaria uma bagunça, dificultando o entendimento e a leitura desta imagem.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>No desenvolvimento de sites, é um pouco diferente, mas com o mesmo objetivo e conceito. </p>
<p>Nesta imagem ao lado (clique nela <a href="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/semantica_html5.jpg"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;border-top:0;border-right:0;margin:10px 0 10px 20px;" title="semantica_html5" border="0" alt="semantica_html5" align="right" src="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/semantica_html5_thumb.jpg?w=216&#038;h=121" width="216" height="121" /></a>para ampliar), tento mostrar bem como a semântica pode ser utilizada na criação de sites com a <a href="http://ainternetenossa.wordpress.com/2009/11/04/sobre-o-html-5/" target="_blank">nova versão do HTML</a>, definindo bem os elementos em seu local correto e definindo tag’s corretas para cada informação que será exibida ao cliente. <strong>Mas e o cliente saberá que o site está utilizando uma boa semântica na sua estrutura? Não</strong>, mas os mecanismos de buscas, leitores de telas e navegadores saberão, e é aí que a acessibilidade entra. Somando a compatibilidade do navegador com a interpretação do leitor de tela, as pessoas com deficiência poderão usufruir do site como deveria e como todo mundo usufrui.</p>
<p><font size="4"><strong>Acessibilidade</strong></font>, além da sua definição clássica que é permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, também podemos incluir o direito de eliminação de barreiras arquitetônicas, de disponibilidade de comunicação, de acesso físico, de equipamentos e programas adequados, de conteúdo e apresentação da informação em formatos alternativos.</p>
<p>Não é fácil, a princípio, avaliar a importância dessa temática associada à concepção de páginas para a web. Mas os dados da <a href="http://www.semanticaweb.com.br/criacao-de-sites-otimizacao.html" target="_blank"><strong>W3C</strong></a> (Consórcio para a WEB) e <a href="http://www.w3.org/WAI/" target="_blank"><strong>WAI</strong></a> (Iniciativa para a Acessibilidade na Rede) apontam situações e características diversas que o usuário pode apresentar:</p>
<ul>
<li>Incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, ou grande dificuldade &#8211; quando não a impossibilidade &#8211; de interpretar certos tipos de informação.</li>
<li>Dificuldade visual para ler ou compreender textos.</li>
<li>Incapacidade para usar o teclado ou o mouse, ou não dispor deles.</li>
<li>Insuficiência de quadros, apresentando apenas texto ou dimensões reduzidas, ou uma ligação muito lenta à Internet.</li>
<li>Dificuldade para falar ou compreender, fluentemente, a língua em que o documento foi escrito.</li>
<li>Ocupação dos olhos, ouvidos ou mãos, por exemplo, ao volante a caminho do emprego, ou no trabalho em ambiente barulhento.</li>
<li>Desatualização, pelo uso de navegador com versão muito antiga, ou navegador completamente diferente dos habituais, ou por voz ou sistema operacional menos difundido.</li>
</ul>
<p>Um código HTML com uma boa formatação e semântica, pode ajudar muito o seu site tornar-se mais acessível. </p>
<h4><font color="#517586">10 Dicas rápidas para construir web sites</font></h4>
<p><em>Guia completo e checklist: www.w3.org/WAI/</em></p>
<ul>
<li><strong>Imagens e Animações:</strong> Use o atributo <strong>alt</strong> para descrever a função de cada elemento visual.</li>
<li><strong>Imagemaps: </strong>Use mapas client-side (o tag <strong>map</strong>) e texto para as regiões clicáveis.</li>
<li><strong>Multimídia: </strong>Inclua legendas e transcrições para o áudio, e descrições para o vídeo.</li>
<li><strong>Híperlinks:</strong> Utilize texto que faça sentido fora do contexto. Evite a frase “clique aqui”.</li>
<li><strong>Organização da Página:</strong> Use cabeçalhos, listas e uma estrutura consistente. Use <strong>CSS</strong>para layout e estilo sempre que possível.</li>
<li><strong>Gráficos e Diagramas:</strong> Sumarize o conteúdo ou use o atributo <strong>longdesc</strong>.</li>
<li><strong>Scripts, applets e plug-ins: </strong>Para o caso de estarem desabilitados ou de não serem suportados pelo browser, forneça conteúdo alternativo.</li>
<li><strong>Frames: </strong>Use o tag <strong>noframes</strong> e empregue títulos significativos.</li>
<li><strong>Tabelas:</strong> Torne compreensível a leitura linha a linha. Resuma.</li>
<li><strong>Valide seu trabalho: </strong>Use as ferramentas, checklist e os guias disponíveis em <a href="http://www.w3.org/TR/WCAG">http://www.w3.org/TR/WCAG</a>.</li>
</ul>
</p>
</p>
</p>
</p>
<p>&#160;</p>
<p align="center"><strong>Com a padronização da W3C, os designers e desenvolvedores estão sendo forçados a criar aplicativos mais acessíveis.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As novas tags que vem no HTML 5]]></title>
<link>http://ainternetenossa.wordpress.com/2009/11/05/as-novas-tags-que-vem-no-html-5/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:42:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas Martins</dc:creator>
<guid>http://ainternetenossa.wordpress.com/2009/11/05/as-novas-tags-que-vem-no-html-5/</guid>
<description><![CDATA[&lt;article&gt;: Define um artigo. &lt;aside&gt;: Define algum conteúdo relacionado ao artigo. &lt;a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><li><strong>&#60;article&#62;</strong>: Define um artigo. </li>
<li><strong>&#60;aside&#62;</strong>: Define algum conteúdo relacionado ao artigo. </li>
<li><strong>&#60;audio&#62;</strong>: Define um streaming de áudio em um documento HTML </li>
<li><strong>&#60;canvas&#62;</strong>: Define a criação de gráficos em uma página web </li>
<li><strong>&#60;command&#62;</strong>: Define um botão de comando, como um radiobutton, uma caixa de seleção ou um botão. </li>
<li><strong>&#60;datagrid&#62;</strong>: Define uma lista de dados selecionáveis. O datagrid é exibido como uma árvore. </li>
<li><strong>&#60;datalist&#62;</strong>: Define uma lista de dados selecionáveis. Utilize esse elemento juntamente com o elemento input, para fazer uma lista suspensa para um valor de entrada. </li>
<li><strong>&#60;datatemplate&#62;</strong>: Define um recipiente para o modelo de dados. Deve conter elementos filho que são &#60;rule&#62; para definir um modelo. </li>
<li><strong>&#60;details&#62;</strong>: define os detalhes de um elemento, no qual o usuário pode ver, e clicar para ocultar. </li>
<li><strong>&#60;embed&#62;</strong>: Utilizado para incorporar conteúdo no HTML, atuando como um plugin. </li>
<li><strong>&#60;eventsource&#62;</strong>: Define um destino para eventos enviados por um servidor. </li>
<li><strong>&#60;figure&#62;</strong>: Especifica ilustrações, imagens, fotos, associado juntamente com alguma legenda. </li>
<li><strong>&#60;footer&#62;</strong>: Define o rodapé de uma seção ou documento. Normalmente, contém o nome do autor, data em que o documento foi escrito e / ou informações de contato. </li>
<li><strong>&#60;header&#62;</strong>: Define o cabeçalho de uma seção ou documento. </li>
<li><strong>&#60;mark&#62;</strong>: Define texto marcado. Utilize a tag &#60;mark&#62; se você quiser destacar partes do seu texto </li>
<li><strong>&#60;meter&#62;</strong>: Define uma medição. Usado apenas para medições com conhecimento de um valor mínimo e um valor máximo. </li>
<li><strong>&#60;nav&#62;</strong>: Define uma seção de links de navegação. </li>
<li><strong>&#60;nest&#62;</strong>: Define o ponto de incício para criação de elementos em um &#60;datatemplate&#62;, utilizado em conjunto com o elemento &#60;rule&#62;. </li>
<li><strong>&#60;output&#62;</strong>: Define a saída de diferentes tipos de dados, por exemplo, o cálculo efetuado por algum script. </li>
<li><strong>&#60;progress&#62;</strong>: Define o progresso de uma tarefa de qualquer tipo. </li>
<li><strong>&#60;rule&#62;</strong>: Define as regras para atualização de um datatemplate. Usado em conjunto com os elementos &#60;datatemplate&#62; e &#60;nest&#62;. </li>
<li><strong>&#60;section&#62;</strong>: Define as seções em um documento. Tal como capítulos, cabeçalhos, rodapés, ou quaisquer outras seções do documento. </li>
<li><strong>&#60;source&#62;</strong>: Define recursos para elementos de mídia, como &#60;audio&#62; e &#60;video&#62;. </li>
<li><strong>&#60;time&#62;</strong>: Define tempo ou data, ou ambos. </li>
<li><strong>&#60;video&#62;</strong>: Define vídeo, como um clipe de filme ou vídeo de outros fluxos.</li>
<p>&#160;</p>
<h2>TAGS PARA CONSTRUIR O LAYOUT NO HTML 5</h2>
<p>&#160;</p>
<li><strong>&#60;nav&#62;:</strong> Define o local do menu</li>
<li><strong>&#60;section&#62;:</strong> Define uma sessão de conteúdo da página</li>
<li><strong>&#60;article&#62;:</strong> Define o conteúdo (artigo, textos, postagens, etc)</li>
<li><strong>&#60;header&#62;:</strong> Define o cabeçalho (topo) de algum elemento (body, section, nav, etc)</li>
<li><strong>&#60;footer&#62;: </strong>Define o rodapé de algum elemento (body, section, nav, etc)</li>
<li><strong>&#60;aside&#62;:</strong> Define o local da barra lateral (como um layout em 3 colunas)</li>
<p>Lembrando que nada é mágico e nem deve ser, tudo precisa e continua necessitando de estilização com CSS.</p>
<p>No próximo artigo, irei mostrar alguns exemplos e formas de utilizar essas novas tags.</p>
<p>Abraços!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre o HTML 5]]></title>
<link>http://ainternetenossa.wordpress.com/2009/11/04/sobre-o-html-5/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:29:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas Martins</dc:creator>
<guid>http://ainternetenossa.wordpress.com/2009/11/04/sobre-o-html-5/</guid>
<description><![CDATA[No início de 2009, o W3C anunciou a primeira especificação do HTML5. A versão atual do HTML é a 4.0.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/html5.png"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:inline;margin-left:0;border-top:0;margin-right:0;border-right:0;" title="HTML 5" border="0" alt="HTML 5" align="left" src="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/html5_thumb.png?w=240&#038;h=73" width="240" height="73" /></a> No início de 2009, o <strong>W3C</strong> anunciou a primeira especificação do <strong>HTML5</strong>.</p>
<p>A versão atual do <strong>HTML</strong> é a <strong>4.0.1</strong>, e a versão final do HTML está prometida para 2012.</p>
<p>Foram feitas grandes alterações que favorecem a semântica, que incluem: </p>
<ul>
<li>novas <strong>API’s</strong> </li>
<li>Elemento &#60;canvas&#62; para desenhos dinâmicos;</li>
<li>Network status (online/offline);</li>
<li>Utilização de um plugin gratuito de áudio e vídeo via tags;</li>
<li>contentEditable – Editor rico de conteúdo;</li>
<li>Drag and Drop de elementos;</li>
<li>Cross-document e cross-domain messages;</li>
<li>Histórico de navegação em Ajax;</li>
<li>Geolocation API;</li>
<li>Maior controle de dados sobre formulários;</li>
<li>Armazenamento de dados no cliente;</li>
<li>Web worker threads;</li>
<li>Melhoria na depuração de erros;</li>
<li>Entre outros avanços.</li>
</ul>
<p>Esta evolução da linguagem padrão para web pode eliminar a necessidade de plug-ins para aplicações multimídia em navegadores. Diversos críticos consideram a tecnologia como um forte concorrente ao Flash do Adobe, Silverlight, da Microsoft, e o recente JavaFX, da Sun. </p>
<p>Recentemente, Shantanu Narayen, diretor executivo do Adobe, disse que o Flash não irá perder mercado, porem a versão 5 do HTML já está sendo chamado de “Flash-killer”. Estas tecnologias precisarão se adaptar rapidamente para conseguir manter-se no mercado, tão popular quanto hoje. </p>
<p>Na avaliação do co-diretor de ferramentas da Mozilla, Ben Galbraith, as tecnologias viabilizadas pelo HTML 5 como o Canvas para desenhos 2D e o armazenamento de conteúdos no desktop, permitirão que “usemos mais o browser do que nunca”.</p>
<p>Após dez anos sem atualizações, a forma como se escreve páginas na Internet passa por uma boa transformação. O HTML 5 oferece uma experiência web totalmente diferente para usuários e embora exista um longo caminho para ser finalizado, os navegadores mais importantes, como o <strong>Opera</strong>, <strong>Google Chrome</strong>, <strong>Safari 4</strong>, o novo <strong>Firefox 3.5</strong> e o <strong>Internet Explorer 8</strong> já implementaram partes da linguagem, incluindo tags de vídeo e suporte à tecnologia Canvas.</p>
<p>Na versão 4 do HTML, a atual, o navegador não distingue o que é topo, conteúdo, rodapé e menu, mas com o HTML 5 isso irá mudar, veja:</p>
<p>Estrutura de código com o <strong>HTML 4</strong>:</p>
<blockquote><pre>&#60;body&#62;
  &#60;div id=&#34;topo&#34;&#62;...&#60;/div&#62;
   &#60;div id=&#34;menu&#34;&#62;...&#60;/div&#62;
   &#60;div class=&#34;content&#34;&#62;...&#60;/div&#62;
   &#60;div id=&#34;barralateral&#34;&#62;...&#60;/div&#62;
   &#60;div id=&#34;rodape&#34;&#62;...&#60;/div&#62;
  &#60;/div&#62;
&#60;/body&#62;</pre>
</blockquote>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/html5_estrutura.png"><img style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;border-width:0;" title="html5_estrutura" border="0" alt="html5_estrutura" align="right" src="http://ainternetenossa.files.wordpress.com/2009/11/html5_estrutura_thumb.png?w=240&#038;h=177" width="240" height="177" /></a> Estrutura de código com o <strong>HTML 5</strong>:</p>
<blockquote>
<pre>&#60;body&#62;
  &#60;header&#62;...&#60;/header&#62;
  &#60;nav&#62;...&#60;/nav&#62;
  &#60;section&#62;
    &#60;header&#62;...&#60;/header&#62;
    &#60;article&#62;...&#60;/article&#62;
    &#60;footer&#62;...&#60;/footer&#62;
  &#60;/section&#62;
  &#60;aside&#62;...&#60;/aside&#62;
  &#60;footer&#62;...&#60;/footer&#62;
&#60;/body&#62;</pre>
</blockquote>
<p>Ou seja, agora o navegador terá um conhecimento real de como o layout está sendo renderizado, o que é o rodapé, o conteúdo, a barra lateral da direita e etc. E claro, isto irá auxiliar muito os mecânismos de busca a filtrar informações úteis ou não. Talvez o que está em “header” não interesse muito, talvez o mais importante será o que está dentro de “article”, e por ai vai as possibilidades de mudanças que a nova tecnologia nos dará.</p>
<p>Repare pela imagem representando o layout que os elementos header e footer não são exclusivos da página, mas pode ser usado para representar o topo e o rodapé de qualquer conteúdo (ou article).</p>
</p>
<p>Bom, não vamos extender muito o tópico, resumi bem e de forma simples o que é o novo HTML.</p>
<p>Nos próximos artigos sobre o HTML 5 eu vou mostrar detalhadamente sobre as novas TAGs e atributos e quais são suas funcionalidades. Também irei mostrar um exemplo prático de como desenvolver o HTML 5.</p>
<p>Abraços!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HTML 5 gol-goluţ]]></title>
<link>http://betyourmom.wordpress.com/2009/11/01/html-5-gol-golut/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 17:36:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>sgherman</dc:creator>
<guid>http://betyourmom.wordpress.com/2009/11/01/html-5-gol-golut/</guid>
<description><![CDATA[HTML-ul s-a cam oprit prin &#8216;99. Producătorii de browser-e s-au concentrat pe cititoare RSS sau]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>HTML-ul s-a cam oprit prin &#8216;99. Producătorii de browser-e s-au concentrat pe cititoare RSS sau facilităţile aduse de tab-uri. Lumea a început să înveţe  CSS, JavaScript şi AJAX ca să le integreze cu framework-urile deja existente. Doar HTML-ul a ramas pe loc în ultimii 8 ani de zile.</p>
<p>Ei bine, dupa tot acest timp de pribegie, bestia s-a întors! Dar deşi aduce o mulţime de lucruri noi în săculeţul de pe băţ, tot HTML rămâne. Nu există namespace-uri. Tag-urile nu trebuie închise. Browser-ele sunt extrem de „forgiving”.</p>
<p>Haideţi totuşi să nu fim pesimişti. Vechi prieteni precum <em>div</em> încă mai sunt de găsit, în schimb acum avem <em>section</em>, <em>header</em>, <em>footer</em> şi <em>nav. img </em>şi <em>embed</em> continuă să fie folosite, dar acum există <em>video</em> şi <em>audio</em>. De fapt, noile elemente nu sunt atât de diferite. Sunt doar multe lucruri de care poate ar fi avut nevoie un designer în &#8216;99. Sunt oricum foarte uşor de însuşit (mai uşor decât AJAX sau CSS).</p>
<p>Veţi fi surprinşi poate să aflaţi că noile pagini sunt afişate în Netscape sau IE5. Bineînţeles, tag-urile noi nu sunt recunoscute, însă paginile apar pe ecran iar conţinutul este acolo în totalitate. HTML 5 a fost conceput pentru a se „degrada cu graţie” în browsere care nu îl suportă. Într-adevăr, render-ele de HTML au rămas blocate în &#8216;99. Firefox spre exemplu ştie despre CSS, dar nu putem înainta fără să ţinem cont de baza instalată. Cu aceste lucruri în minte, să vedem ce aduce noul HTML.</p>
<p>La capitolul structură:</p>
<ul>
<li><em>section</em> : un captol dintr-o carte, o secţiune dintr-un ziar, în principiu orice deţine un heading propriu</li>
<li><em>header</em> : nu e la fel cu <em>head,</em> semnifică foarte clar headerul unei pagini</li>
<li><em>footer</em> : evident, semnifică footerul unei pagini</li>
<li><em>nav</em> : o colecţie de link-uri către alte pagini</li>
<li><em>article</em> : o intrare independentă într-un ziar, o revistă, un blog (cum ar fi acest articol dacă s-ar folosi HTML 5) etc.</li>
</ul>
<p>La capitolul semantică:</p>
<ul>
<li><em>aside</em> : reprezintă o notă, un sidebar, o explicaţie între paranteze şi în general orice se află în afara firului narativ ca să spunem aşa</li>
<li><em>figure</em> : reprezintă o poză, un clip video, un clip audio la nivel de bloc, împreună cu captura asociată</li>
<li><em>dialog</em> : reprezintă o conversaţie între mai multe persoane; <em>dt</em> este supraîncărcat pentru a indica vorbitorul iar <em>dd</em> pentru a indica vorbele; sintaxa exactă încă este la nivel de dezbatere</li>
<li><em>time</em> : indică un moment specific din istorie</li>
<li><em>meter</em> : o valoare numerică într-un interval specificat</li>
</ul>
<p>După cum bine ştiţi, toată lumea se uită la clipuri e net. Adobe foloseşte FlashPlayer, Microsoft foloseşte Windows Media, Apple foloseşte QuickTime. WhatWG a propus <em>video</em> într-o încercare de standardizare care permite încorporarea a mai multor formate video care să satisfacă toate cerinţele. În mod complementar, s-a propus şi <em>audio</em>, pentru a adăuga de exemplu muzică de fundal unei pagini.</p>
<p>În zona de interactivitate, s-au reîntors din HTML 2 <em>menu</em> şi <em>command</em>. In HTML 5, un element <em>menu</em> conţine mai multe elemente <em>command, </em>fiecare provocând o acţiune imediată.</p>
<p>În concluzie, putem afirma că HTML 5 face parte din viitorul web-ului. Noile elemente fac marcări simple şi clare care fac paginile mai evidente. Nu avem elemente redundante. Deşi nu toate browser-ele vor suporta noile facilităţi la început, la fel a fost şi în cazul majorităţii elementelor introduse după ce HTML a fost inventat: <em>img</em>, <em>table</em>, <em>object</em>. Suportul va veni în timp.</p>
<p>Opt ani de zile este o perioadă destul de mare de aşteptare pentru noile facilităţi, mai ales într-o lume cu o dinamică atât de avansată cum este World Wide Web. HTML 5 se simte ca în vremurile entuziaste de început, când Netscape şi Microsoft introduceau elemente noi în fiecare săptămână. Viitorul sună bine.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Appunti di logica modale]]></title>
<link>http://luigiselmi.wordpress.com/2009/10/31/appunti-di-logica-modale/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 16:13:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>luigiselmi</dc:creator>
<guid>http://luigiselmi.wordpress.com/2009/10/31/appunti-di-logica-modale/</guid>
<description><![CDATA[Le logiche modali sono estensioni della logica classica per il trattamento di enunciati che esprimon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Le logiche modali sono estensioni della logica classica per il trattamento di enunciati che esprimono una modalità di essere diversa dal semplice valore vero o falso come possibile, necessario, permesso, obbligatorio.<br />
La semantica della logica classica ha a che fare con il mondo reale così com&#8217;è, hic et nunc. La semantica delle logiche modali ha invece a che fare con i mondi possibili, che non sono ma che potrebbero essere. Un mondo è l&#8217;insieme delle proposizioni vere in quel mondo. Un mondo possibile è un mondo che differisce dall&#8217;attuale per il valore di verità di qualcuna di queste proposizioni. Qual&#8217;è dunque il significato di un enunciato che contempla frasi del tipo &#8220;è possibile che A&#8221; o &#8220;è necessario che B&#8221;. Che relazione ci deve essere tra un mondo dove A è vero e uno dove è solo possibile ?<br />
E&#8217; possibile accedere ad un mondo, poniamo w2, diverso da quello attuale w1 se esiste una relazione binaria di accessibilità o visibilità da w1 a w2. La relazione può essere asimmetrica, riflessiva, simmetrica, transitiva. Possiamo definire un modello M come un insieme W di mondi possibili, una relazione R di accessibilità tra mondi e una funzione di interpretazione I che associa un valore nell&#8217;insieme {Vero, Falso} a ciascuna proposizione in ogni mondo di W. Se qualcosa è vero nel nostro mondo allora è possibile in uno dei mondi possibili che sono raggiungibili a partire dal nostro, se è falso nulla può essere detto ne che sia possibile ne che sia impossibile. Se qualcosa è falso nel nostro mondo allora non è necessariamente vero, se è vero non lo è comunque necessariamente in tutti i mondi possibili.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INnovautas 09]]></title>
<link>http://jvillalba.wordpress.com/2009/10/29/innovautas-09/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:51:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>jvillalba</dc:creator>
<guid>http://jvillalba.wordpress.com/2009/10/29/innovautas-09/</guid>
<description><![CDATA[Promovido por Atos Origin, quienes hemos acudido hoy a Teatros del Canal, hemos tenido ocasión de di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Promovido por Atos Origin, quienes hemos acudido hoy a Teatros del Canal, hemos tenido ocasión de di]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Il significato delle parole]]></title>
<link>http://giovannacosenza.wordpress.com/2009/10/27/il-significato-delle-parole/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 08:44:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>giovannacosenza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Un brillante esempio di intelligenza pubblicitaria nell&#8217;ultimo spot di Orange, il marchio con ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un brillante esempio di intelligenza pubblicitaria nell&#8217;ultimo spot di Orange, il marchio con ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Semántica lingüística (Lyons): una traducción...]]></title>
<link>http://discurso.wordpress.com/2009/10/25/1972/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 15:01:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>federiconavarro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Recientemente, he utilizado en un curso universitario los primeros siete capítulos de la traducción ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Recientemente, he utilizado en un curso universitario los primeros siete capítulos de la traducción española del conocido manual de <strong>John Lyons</strong>, <em><strong>Linguistic Semantics: An introduction</strong></em> (1995). Este libro fue publicado por Paidós Ibérica en 1997. Entiendo que no existen otras ediciones disponibles en español.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Ahora bien, tanto varios colegas que utilizaron esta versión como yo mismo hemos detectado una cantidad innumerable de <strong>errores de traducción y adaptación</strong> de todos los tipos imaginables. Los errores son en ocasiones tan groseros que no es necesario manejar el original en inglés para percatarse de que hay serios problemas en la versión española.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">De manera incompleta y no sistemática, es decir, sin que se trate de un trabajo de traducción/adaptación para una editorial y edición concreta, hemos compilado una <strong>lista de errores y comentarios a esos errores</strong> que pueden servir para guiar a los lectores de <em><strong>Semántica lingüística. Una introducción</strong></em>. <a href="http://discurso.wordpress.com/files/2009/10/problemas_traduccion_semantica_linguistica.pdf" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Puede descargarse acá</strong></span></a>. Son ocho hojas y abarcan los primeros siete capítulos (el libro tiene diez).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a análise da comunicação]]></title>
<link>http://distropia.wordpress.com/2009/10/22/sobre-a-analise-da-comunicacao/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 02:00:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>fsopho</dc:creator>
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<description><![CDATA[Luis Rosa Eu não percorri toda a literatura sobre comunicação em filosofia, mas eu desconfio de uma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Luis Rosa</strong></p>
<p>Eu não percorri toda a literatura sobre comunicação em filosofia, mas eu desconfio de uma coisa: os caras ainda não tem o que propriamente pode ser chamado de &#8216;análise da comunicação&#8217;.  Dá pra perceber que existem vários pressupostos quanto ao que é uma relação de comunicação, mas não vi nem um Dascal e nem um Grice tentar colocar isso no &#8217;spotlight&#8217;.</p>
<p>O negócio então é o seguinte: quero perguntar sobre as condições necessárias e suficientes para haver comunicação entre interlocutores que falam uma mesma língua natural, e que estão inseridos no mesmo contexto. . Supõe-se que haja, então, pelo menos dois casos <em>type</em> pertinentes a uma pergunta sobre as condições para a comunicação: i) aquele em que se comunica o próprio conteúdo proposicional da sentença ‘p’, e ii) aquele em que se comunica algo distinto deste conteúdo proposicional da sentença ‘p’. O caso ii) é o caso &#8216;mais drástico&#8217; enfrentado pela pragmática &#8211; nas palavras de Dascal em &#8220;Interpretação e Compreensão&#8221;.</p>
<p>Contudo, queremos antes então trabalhar com os fenômenos supostamente menos drásticos da pragmática – usando uma linguagem análoga a de Dascal. A motivação aqui é encontrar uma análise ou definição do conceito de comunicação – para, a partir desta análise, recolocar o problema da subscrição do conteúdo proposicional e ilocucionário ao conteúdo intencional.</p>
<p>Pareceria que a comunicação é explicada no caso de fenômenos em que não há implicaturas, em que o conteúdo intencional, o conteúdo proposicional e o conteúdo ilocucionário são o mesmo. Então, trabalhemos com a hipótese desta univocidade de conteúdo – o interlocutor de nosso estudo estará emitindo uma sentença em que ele intenciona dizer a mesma coisa que é dita pela sentença quando esta é interpretada de um ponto de vista da semântica natural; e o contexto no qual ele está inserido ao fazer esta emissão não oferece outras possibilidades de interpretação acerca do significado de sua sentença. Chamaremos nosso emissor de ‘Não-Ambíguo’ – um nome estranho, mas que serve a nossa proposta.</p>
<p>Agora, precisamos tornar nossa hipótese mais interessante: precisamos de um interlocutor. Nosso interlocutor tem então completo domínio da língua natural em que Não-Ambíguo está emitindo a sentença. Além disso, este interlocutor, uma vez que está inserido no contexto ilocucionário de Não-Ambíguo, não está disposto a fazer interpretações estranhas a este contexto. Chamaremos o interlocutor de ‘Mistério’ – outro nome estranho, mas como veremos, com uma razão de ser.</p>
<p>Então: Não-Ambíguo emite uma sentença ‘<em>p</em>’ para Mistério. O que é preciso para que haja aqui comunicação? A comunicação seria uma relação entre pelo menos dois interlocutores – mas que relação? Vamos supor que Mistério tenha um sistema nervoso central que o possibilita ouvir sons externos, mas que ele não seja capaz de dar significado a estes sons. Neste caso certamente não está ocorrendo a comunicação de ‘<em>p</em>’. O mesmo diríamos se Não-Ambíguo emitisse simplesmente a sentença, sem ter a menor idéia do que estava fazendo. Então temos uma condição necessária para a comunicação: que os interlocutores sejam capazes de atribuir ou captar significado aos fonemas, frases e enunciados presentes na relação. Mas isto é condição suficiente para a comunicação? Não.</p>
<p>Comunicar precisa ser entendido como uma relação em que alguma coisa se torna comum entre seus termos. Não basta tão somente haver interlocutores para haver comunicação: é preciso haver um algo que é comunicado entre eles. Suponhamos que Não-Ambíguo enuncie a sentença ‘<em>p</em>’ e que Mistério associe a esta sentença um significado distinto do seu significado original (outra proposição à mesma sentença), digamos, o significado de ‘<em>q</em>’. Não precisamos levar em conta a hipótese de Não-Ambíguo proferir <em>p</em> e querer com isso dizer <em>q</em>, pois isso já está excluído da nossa hipótese inicial. Bem, ocorre comunicação em um caso como este? Claramente não. O que é necessário aqui? Que Não-Ambíguo e Mistério associem o mesmo conteúdo à sentença que está sendo de um lado proferida, e de outro, ouvida. Então, a condição necessária aqui é a seguinte (ela engloba a primeira, de forma que podemos ser então mais econômicos): se <em>R</em> é uma relação de comunicação da sentença ‘p’ entre <em>x</em> e<em> y</em>, então <em>x </em>e <em>y</em> associam a mesma proposição ou significado a esta sentença.</p>
<p>Mas atentemos para a seguinte possibilidade (contra-exemplo à suficiência da condição anterior): Não-Ambíguo profere a sentença ‘<em>p</em>’ no contexto que falamos, e Mistério está neste mesmo contexto – mas, digamos que Mistério vê a mesma sentença que Não-Ambíguo proferiu em um cartaz, a sentença ‘<em>p</em>’, e que associa a ela o mesmo conteúdo que o primeiro associa à sentença que proferiu. Neste caso, houve comunicação? Não, e isto nos leva a outra condição necessária: Se <em>R</em> é uma relação de comunicação da sentença ‘<em>p</em>’ entre <em>x</em> e <em>y</em>, então <em>x </em>proferiu esta sentença para <em>y</em> e este a ouviu de <em>x</em> (tudo pode ser transformado para o modo escrito). O proferimento da sentença por parte de <em>x</em> precisaria ser endereçado ao interlocutor com que se diz que ele está a se comunicar, o <em>y</em>.</p>
<p>Até aqui teríamos a seguinte análise:</p>
<p>C1) <em>R</em> é uma relação de comunicação da sentença ‘p’ entre x e y sse: i) <em>x</em> proferiu esta sentença para <em>y</em>, e este a ouviu de <em>x</em>, e ii) <em>x </em>e <em>y</em> associaram o mesmo significado a esta sentença</p>
<p>Mas aqui passamos a angariar problemas. Em primeiro lugar, notamos que simplesmente <em>x </em>e <em>y</em> associarem o mesmo conteúdo a uma dada sentença não seria suficiente para falarmos numa relação de comunicação entre <em>x </em>e <em>y</em>. Mas, no nosso exemplo anterior, o <em>y</em>, apesar de não ter mantido uma relação de comunicação com <em>x</em>, manteve ou não manteve uma relação de comunicação com o indivíduo que redigiu a sentença <em>p</em> no cartaz? Quem escreve cartazes, digamos, cartazes públicos a respeito de qualquer coisa, mantém ou não uma relação de comunicação com as pessoas que lêem este cartaz? Estamos inclinados a responder que sim, uma vez que parece perfeitamente possível haver uma univocidade de significado relacionado às sentenças presentes neste cartaz. Mas, apesar disso, digamos que quem colocou as sentenças neste cartaz não tenha endereçado-as para alguém em especial – não tenha tido a intenção de comunicar algo a um indivíduo específico. Se este é um caso em que ocorre comunicação, então isso vem a contrariar em absoluto a exigência de que o falante tenha de endereçar a sentença para o ouvinte para que haja comunicação. Mas então, como fazemos para evitar, conforme nossa definição, que se diga que eu me comuniquei com Wittgenstein tão somente porque associei o mesmo conteúdo que ele associou à sentença ‘It’s raining’ – a despeito do fato de que nunca encontrei Wittgenstein, nunca troquei cartas com ele (quem dirá e-mails), como também nunca encontrei tal sentença em qualquer obra sua?</p>
<p>Isso sugere que deve haver alguma relação especial entre os interlocutores, mas não somente entre estes interlocutores entre si – mais precisamente entre a coisa comunicada e estes interlocutores. Mas que tipo de relação será essa? Uma relação causal? Se assim for, podemos pensar na seguinte análise como remediando os problemas presentes naquela primeira:</p>
<p>C2) <em>R</em> é uma relação de comunicação da sentença ‘p’ entre x e y sse: i) x enunciou (externou) a sentença ‘p’, e esta enunciação (externamento) causou em y a captação desta sentença, e ii) <em>x </em>e <em>y</em> associaram o mesmo significado (p) a esta sentença</p>
<p>Mas sei lá&#8230; Acho que é preciso encontrar uma outra forma de desbancar os impasses que levantei. A coisa é embrionária, por hora.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Web 3.0. Cada Vez Más Cerca: Búsqueda Por Imágenes]]></title>
<link>http://egovflash.wordpress.com/2009/10/21/web-3-0-cada-vez-mas-cerca-busqueda-por-imagenes/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:45:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>asaravia2000</dc:creator>
<guid>http://egovflash.wordpress.com/2009/10/21/web-3-0-cada-vez-mas-cerca-busqueda-por-imagenes/</guid>
<description><![CDATA[Así es. La Web 3.0 (semántica o inteligente) está pidiendo pista para aterrizar. ya se pueden apreci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Así es. La Web 3.0 (semántica o inteligente) está pidiendo pista para aterrizar. ya se pueden apreci]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Minimalismo y quietismo representacional]]></title>
<link>http://relatividad.wordpress.com/2009/10/15/minimalismo-y-quietismo-representacional/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 21:23:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>javiervidal</dc:creator>
<guid>http://relatividad.wordpress.com/2009/10/15/minimalismo-y-quietismo-representacional/</guid>
<description><![CDATA[Quiero discutir un característico tipo de argumento que lleva del minimalismo al quietismo represent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Quiero discutir un característico tipo de argumento que lleva del minimalismo al quietismo representacional, la tesis de que un discurso que tiene superficialmente los rasgos de un discurso representacional <em>es</em> un discurso representacional. Mi objeción está basada en la idea de que ese tipo de argumento consiste en pasar indebidamente de consideraciones sintácticas a consideraciones semánticas. Voy a centrar mis observaciones en el discurso sobre la mente propia (compuesto de oraciones como “Me duele la pierna”), ya que hay una interpretación de origen wittgensteiniano según la cual ese discurso, a pesar de ser superficialmente representacional, realmente no lo es: en otras palabras, hay una interpretación expresivista o cuasi-realista del discurso sobre la mente propia.</p>
<p style="text-align:left;">
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:left;">De entrada, el argumento minimalista sobre el quietismo representacional puede formularse en los siguientes términos:</p>
<p style="text-align:left;">1) El discurso sobre la mente propia tiene superficialmente los rasgos sintácticos de un discurso asertórico.</p>
<p style="text-align:left;">2) Tesis minimalista A: Si un discurso tiene superficialmente los rasgos sintácticos de un discurso asertórico, entonces es un discurso asertórico cuyas oraciones tienen realmente condiciones de verdad.</p>
<p style="text-align:left;">3) Por tanto, el discurso sobre la mente propia es un discurso asertórico cuyas oraciones tienen realmente condiciones de verdad.</p>
<p style="text-align:left;">4) Tesis minimalista B: Si un discurso es un discurso asertórico cuyas oraciones tienen realmente condiciones de verdad, entonces es un discurso representacional.</p>
<p style="text-align:left;">5) Por tanto, el discurso sobre la mente propia es un discurso representacional.</p>
<p style="text-align:left;">Un discurso que tiene superficialmente los rasgos sintácticos de un discurso asertórico es un discurso que está disciplinado sintácticamente de cierta manera: por ejemplo, las reglas de formación son tales que las oraciones bien formadas del discurso que tienen un uso más relevante son las oraciones indicativas. Ahora bien, un discurso articulado según esa disciplina sintáctica (que no me detengo a desarrollar) consta de un operador “es verdad que” cuyo funcionamiento está determinado por la siguiente regla de transformación: cualquier oración indicativa del discurso puede transformarse en una oración bien formada que es el resultado de anteponer el operador &#8220;es verdad que&#8221; a esa oración indicativa. El discurso sobre la mente propia tiene superficialmente los rasgos<br />
de un discurso asertórico porque, entre otras cosas, es legítima la transformación consistente en pasar de la oración “Me duele la pierna” a la oración “Es verdad que me duele la pierna”. Pero, una consecuencia de esto es que, ateniéndonos exclusivamente a consideraciones sintácticas, un rasgo de un discurso superficialmente asertórico es que sus oraciones tienen condiciones de verdad. En efecto, otra regla de transformación (o, posiblemente, otra parte de una sola regla) establece la legitimidad de transformar la oración “Es verdad que me duele la pierna” en la oración “Me duele la pierna”, y este segundo movimiento no es otra cosa que dar la condición de verdad de la oración indicativa con la que empezamos.</p>
<p style="text-align:left;">Examinemos, entonces, la tesis minimalista A. Es evidente que el antecedente de A es de naturaleza sintáctica, pero he intentado mostrar que <em>un rasgo sintáctico de un discurso superficialmente asertórico es que sus oraciones tienen condiciones de verdad</em>. Téngase en cuenta que una regla de transformación de la oración “Es verdad que me duele la pierna” en la oración “Me duele la pierna” es independiente de la interpretación o comprensión de la oración “Me duele la pierna”. Obviamente, quien comprende la oración &#8220;Me duele la pierna&#8221; conoce algo que, dada esa regla de transformación, constituye trivialmente la condición de verdad de la oración: pero, no es la propia comprensión de la oración lo que determina que la oración tenga una condición de verdad, que, entonces, no sería trivial. Luego, si esa regla de transformación produce la condición de verdad de la oración “Me duele la pierna”, la condición de verdad no viene dada por la comprensión de la oración. Esta es una lectura posible de la tesis quineana de la verdad como desentrecomillado, donde el desentrecomillado debe entenderse como un mecanismo intralingüístico, en el sentido de la regla de transformación que he introducido: no es un mecanismo para pasar de la sintaxis a la semántica (o, por decirlo más libremente: el descenso semántico no es tal, porque no lleva a ninguna parte).</p>
<p style="text-align:left;">Pero, según A un discurso superficialmente asertórico es un discurso asertórico cuyas oraciones tienen realmente condiciones de verdad. Ahora bien, está en cuestión si el consecuente de A es de naturaleza sintáctica o semántica y, por ello, está en cuestión también si A es o no es una tesis minimalista. Pues, si el consecuente de A es leído en términos sintácticos, no consiste más que en repetir enfáticamente (“…tienen <em>realmente</em> condiciones de verdad”) que un rasgo sintáctico de un discurso asertórico es que sus oraciones tienen condiciones de verdad. En ese caso, la tesis A es una tesis minimalista en tanto que su contenido es trivialmente verdadero. A este respecto, el nuevo expresivismo, es decir, el cuasi-realismo, alimentado por las teorías minimalistas de la verdad, está comprometido con la tesis minimalista A. Por el contrario, si el consecuente de A es leído en términos semánticos, su contenido es que las oraciones de un discurso asertórico tienen realmente condiciones de verdad en el sentido de que, además de ser legítimas ciertas transformaciones sintácticas, una interpretación o comprensión de las oraciones especifica en qué circunstancias extralingüísticas son verdaderas. Pero, es manifiesto que del hecho de que sea legítimo transformar la oración “Es verdad que me duele la pierna” en la oración “Me duele la pierna” no se sigue que una comprensión de &#8220;Me duele la pierna&#8221; especifique las circunstancias extralingüísticas en que la oración es verdadera. Pues, no se trata solo de que una comprensión de &#8220;Me duele la pierna&#8221; sea un conocimiento de lo que, dada esa transformación, constituye trivialmente la condición de verdad de la oración, sino de que la propia comprensión de la oración determine que la oración tenga una condición de verdad, que, entonces, no es trivial. De manera que, en ese caso, la tesis A no es minimalista. Precisamente, el expresivismo clásico, surgido en el contexto del positivismo lógico y, por tanto, de las teorías robustas de la verdad, rechaza la tesis A: del hecho de que un discurso sea superficialmente asertórico no se sigue que sea un discurso asertórico cuyas oraciones tienen realmente (es decir, en un sentido semántico) condiciones de verdad.</p>
<p style="text-align:left;">Así que tanto el quietista representacional como el cuasi-realista sostienen la tesis minimalista A bajo una lectura netamente sintáctica: ambos están de acuerdo, por tanto, en que el discurso sobre la mente propia es un discurso asertórico con el rasgo sintáctico de que sus oraciones tienen condiciones de verdad. Examinemos ahora la tesis minimalista B, cuyo antecedente está siendo leído sintácticamente. Como antes, está en cuestión si el consecuente de B es de naturaleza sintáctica o semántica y, por ello, está en cuestión también si B es o no es una tesis minimalista. Desde luego, uno podría pensar que el consecuente de B solo puede ser leído en términos semánticos: un discurso representacional es un discurso cuyas oraciones tienen un contenido cognitivo. Pero, supongamos que un discurso articulado según cierta disciplina sintáctica consta de un operador “es verdadera la representación de que”, una variante enfática y redundante del operador “es verdad que”, cuyo funcionamiento está determinado por la siguiente regla de transformación: cualquier oración del discurso con el operador “es verdad que” puede transformarse en una oración bien formada que es el resultado de sustituir el operador “es verdad que” por el operador “es verdadera la representación de que” (una observación: el carácter enfático del operador sería más evidente en términos de un modificador adverbial, algo como &#8220;es <em>representacionalmente</em> verdadero que&#8221;, pero la expresión resultante es inusual). Esta regla de transformación nos permite pasar de la oración “Es verdad que me duele la pierna” a la oración “Es verdadera la representación de que me duele la pierna” sin ningún recurso a la idea de que un uso de la oración “Me duele la pierna” consiste en una representación de la forma como es la realidad extralingüística. Ahora bien, a partir de la tesis minimalista A, la tesis B dice que si un rasgo sintáctico de un discurso asertórico es que sus oraciones tienen condiciones de verdad, entonces ese discurso es representacional. Pero, si el consecuente de B es leído en los términos sintácticos que acabo de introducir, solo dice que <em>un rasgo sintáctico de un discurso asertórico es que sus oraciones pueden ser representacionalmente verdaderas</em>. En ese caso, la tesis B expresa un contenido trivialmente verdadero: pues, de acuerdo con las reglas de transformación que he introducido, es trivial que si es un rasgo sintáctico de un discurso asertórico que sus oraciones tienen condiciones de verdad, entonces también es un rasgo sintáctico de ese discurso que sus oraciones pueden ser representacionalmente verdaderas.</p>
<p style="text-align:left;">Así que la tesis B es, bajo esta lectura, una tesis minimalista que un cuasi-realista sofisticado puede aceptar, concluyendo que el discurso sobre la mente propia es un discurso representacional. Está claro también que si el quietista representacional solo está comprometido con una lectura sintáctica del consecuente de B, el cuasi-realismo es compatible con el quietismo representacional: pues, el cuasi-realista que niega que un uso de la oración “Me duele la pierna” consiste en la representación de la forma como es la realidad extralingüística, no estaría negando nada que el quietista representacional afirme. Supongamos, por el contrario, que el quietista representacional está comprometido con una lectura semántica del consecuente de B: su contenido es que un discurso asertórico es un discurso representacional en el sentido de que, además de ser legítimas ciertas transformaciones sintácticas, el uso de las oraciones del discurso consiste en la representación de la forma como es la realidad extralingüística. Pero, es obvio que del hecho de que podamos transformar la oración “Es verdad que me duele la pierna” en la oración “Es verdadera la representación de que me duele la pierna”, no se sigue trivialmente que el uso de la oración “Me duele la pierna” consiste en la representación de la forma como es la realidad extralingüística. Luego, la tesis B no es una tesis minimalista bajo una lectura semántica del consecuente. De hecho, me atrevo a decir que estamos ante un caso de un tipo de falacia que, por analogía con la falacia naturalista, puede concebirse como <em>una falacia sintáctica</em>: así como la falacia naturalista es tratar de derivar propiedades normativas de propiedades naturales, la falacia sintáctica es tratar de derivar propiedades semánticas, como el carácter representacional de un discurso, de propiedades meramente sintácticas o lógicas, como el uso de un operador enfático. De manera que si el quietista representacional va a distinguirse del cuasi-realista cae en una falacia sintáctica o, en el mejor de los casos, defiende una lectura de la tesis B tal (con un antecedente sintáctico y un consecuente semántico) que deja de ser una tesis minimalista.</p>
<p style="text-align:left;"><em>En otras palabras, el quietista está ante un dilema: o bien el paso 4) es una falacia sintáctica y, por tanto, el argumento desde el minimalismo hasta el quietismo representacional es inválido, o bien el paso 4) no es realmente falaz (pues, es posible derivar la semántica de la sintaxis) y el argumento es válido, pero el paso 4) no es una tesis minimalista y, por tanto, el argumento no es un argumento minimalista sobre el quietismo representacional</em>. Si, en contra de lo que estoy suponiendo, el quietista representacional hubiera hecho una lectura semántica del consecuente de la tesis A, entonces este mismo dilema ya se habría presentado con respecto al paso 2) del argumento. En ese caso, es cierto que la tesis B sería una tesis minimalista bajo una lectura meramente semántica: si las oraciones de un discurso tienen realmente condiciones de verdad en el sentido de que una comprensión de las oraciones especifica las circunstancias extralingüísticas en que las oraciones son verdaderas, entonces se sigue trivialmente que un uso de esas oraciones consiste en una representación de la forma como es la realidad extralingüística. Pero, obviamente, el quietista no habría podido llegar hasta el paso 4) teniendo que enfrentar previamente un dilema paralizante con respecto al paso 2).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Verticalitatea - intransigenta sau stoicism]]></title>
<link>http://sunetulgandurilor.wordpress.com/2009/10/13/verticalitatea-intransigenta-sau-stoicism/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 19:44:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>sunetulgandurilor</dc:creator>
<guid>http://sunetulgandurilor.wordpress.com/2009/10/13/verticalitatea-intransigenta-sau-stoicism/</guid>
<description><![CDATA[De ce am inceput cu intransigenta ? Pentru ca reprezinta semantica negativa care creeaza INTRIGA lit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[De ce am inceput cu intransigenta ? Pentru ca reprezinta semantica negativa care creeaza INTRIGA lit]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El nivel léxico y semántico (mapa conceptual)]]></title>
<link>http://lenguamachado.wordpress.com/2009/10/10/el-nivel-lexico-y-semantico-mapa-conceptual/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 08:55:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>glezserna</dc:creator>
<guid>http://lenguamachado.wordpress.com/2009/10/10/el-nivel-lexico-y-semantico-mapa-conceptual/</guid>
<description><![CDATA[Para que no os perdáis a la hora de estudiar la teoría de la primera unidad, os dejo un mapa concept]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para que no os perdáis a la hora de estudiar la teoría de la primera unidad, os dejo un mapa conceptual de una parte muy importante de los contenidos.</p>
<p>Pulsad sobre la imagen para agrandarla.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://lenguamachado.wordpress.com/files/2009/10/nivel_lexico.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-51" style="border:1px solid black;" title="nivel_lexico" src="http://lenguamachado.wordpress.com/files/2009/10/nivel_lexico.jpg?w=300" alt="nivel_lexico" width="300" height="191" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu, direito e linguagem privada]]></title>
<link>http://fabriciopontin.wordpress.com/2009/10/06/eu-direito-e-linguagem-privada/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 23:43:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciopontin</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um pouco sobre filosofia do direito, constituição e Saul Kripke: Isso significa que através da predi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um pouco sobre filosofia do direito, constituição e Saul Kripke:</p>
<blockquote><p><span style="line-height:18px;">Isso significa que através da predicação dos estados em [S] por [R] temos um número infinito de possibilidades, de modalizações.  Mas <em>nem todas as predicações</em> serão transtitivas e conexas em I, portanto, apenas podem ser válidas aquelas expressoes modais que possam ao mesmo tempo serem coerentes com [I], este processo de determinação das modalidades extra-legislativas ou não-principais que são conectadas a constituição (ou ao corpo legislativo, de forma mais geral), é o chamado Labeling (nomeamento). Em princípio, o processo de labeling pode ser considerado incontrolável – parece que Derrida teria entendido isso bem. No entanto, esta é uma saída fácil para o problema aqui demonstrado. Como disse, é possível, sim, argumentar de forma consistente e direta as possibilidades linguisticas que estão de acordo com determinadas estruturas gramaticais prévias (assim como é possível determinar quais sentenças são ou não são gramaticalmente corretas, muito embora nossa capacidade de predicação seja infinita).</span></p></blockquote>
<p><span style="line-height:18px;">Fazia tempo que eu tava trabalhando nisso. Esta é a primeira parte, sobre semântica. A próxima vai ser sobre temporalização. <a href="http://distropia.wordpress.com/2009/10/06/constituicao-enquanto-sistema-fechado-reflexoes-semanticas/" target="_blank">Passem lá para detonar tudo</a>.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Constituição enquanto sistema fechado: reflexões semânticas]]></title>
<link>http://distropia.wordpress.com/2009/10/06/constituicao-enquanto-sistema-fechado-reflexoes-semanticas/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 23:25:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciopontin</dc:creator>
<guid>http://distropia.wordpress.com/2009/10/06/constituicao-enquanto-sistema-fechado-reflexoes-semanticas/</guid>
<description><![CDATA[A idéia do contrato social surge em Hobbes para dar conta de certas facetas do chamado Corpo Polític]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A idéia do contrato social surge em Hobbes para dar conta de certas facetas do chamado Corpo Político, este corpo político expressa as demandas de um indivíduo moderno e pontencialmente egoísta. Esta situação anárquica na qual o indivíduo monádico é jogado por Hobbes causa uma certa confusão que só pode ser controlada pela emergência de um sistema normativo imposto de fora &#8211; mas ainda minimamente representativo das vontades egóicas dos indivíduos . Hobbes então elabora a idéia de contrato social para regular o comportamento de indivíduos, que agora deslocam seus corpos políticos do estado de natureza para o estado social.</p>
<p>Duas observações de ordem metafísica: para Hobbes, o indivíduo apenas adquire relevância enquanto indivíduo quando seu corpo é inserido para dentro do estado social &#8211; isso quer dizer, quando ele deixa de ter uma relevância monádica e individual para adquirir uma relevância social, quando ele é exposto ao contrato (e portanto, ao poder soberano). Esta sutileza Hobbesiana inspira escritores tão diferentes quando Agamben e Janine Ribeiro a investigarem as implicações da noção de contrato para a noção de indivíduo. Agamben vai fazer um elogio da situação anárquica, mas ele faz isso deixando de lado a noção de indivíduo egoísta defendida por Hobbes e tenta demonstrar como a inserção do indivíduo no campo político expõe  a vida humana a um controle estatal que acaba com as possibilidades criativas do indivíduo &#8211; que estaria melhor sem estado. Tal hipótese pode ser facilmente deixada de lado uma vez que percebemos que este <em>simplesmente</em> não é o caso. Indivíduos <em>não </em>estão melhores na situação anárquica &#8211; pelo contrário! &#8211; Hobbes, junto com todos os contratualistas, percebeu bem que a tendência da não-regulamentação joga os indivíduos na situação de dilema, causando <em>mais</em> conflito e <em>diminuindo</em> o espaço para expressão individual. O estado anárquico e o estado totalitário tem isto em comum: eles diminuem o escopo de expressão individual, um pela situação de dilema e o outro pelo fator não-representativo. Aqui, não se trata de re-inventar a roda, mas apenas de perceber que o movimento pela criação do estado moderno é justamente apresentar alternativas a organização anárquica e tirânica que se apresentava na Europa. Não é que as tentativas de auto-regulamentação não tenham sido tentadas, é que elas <em>não funcionaram.</em></p>
<p>A partir de Hobbes vemos o surgimento, então, de uma teoria do contrato social &#8211; que depois adquire os contornos de uma teoria da constituição. Daí temos na idéia de direitos fundamentais a tal da âncora para a representatividade do mecanismo (ou dispositivo, se preferirem) constitucional. Não quero perder tempo aqui com sutilezas maiores sobre teoria constitucional. Ao contrário, quero propor uma perspectiva semântica <em>fechada</em> para a interpretação da constituição enquanto um sistema de regras<em> auto-referente</em>.</p>
<p>Isso vai pressupor algumas coisas.</p>
<p>Estou aqui com influência do Wittgenstein, mais precisamente sobre a questão das regras e do seguir regras. Como seguimos regras? A partir de qual referente? Se a constituição é o referente que nos dá o set de regras que precisamos seguir, como devemos <em>montar</em> e sobretudo <em>interpretar</em> uma constituição.</p>
<p>Quero tentar trabalhar isso a partir da chamada estrutura Kripke para formalização de sistemas. Admito, com isso, que a constituição nos dá uma série de predicados que [1] podem ser seguidos e [2] são finitos. A partir disso, temos a estrutura básica de um set inicial [S] de domínio possível a partir do qual vamos destacar um número de princípios [I] que constituem o set <em>básico</em> de referências. Isso poderia ser chamado de &#8220;direitos fundamentais&#8221;. Os direitos fundamentais, portanto, dão o suporte referencial <em>direto</em> e <em>necessário</em> para o que segue em um formato legislativo.</p>
<p>As disposições não principais, ou seja que não estão contidas em [I] são relacionadas à estas de forma transitiva (direta) e conexa (coerente) , esta relação T-C é expressa logicamente de tal forma:</p>
<p>(<em>R</em> ⊆ <em>S</em> × <em>S</em>) com ∀<em>s</em> ∈ <em>S</em> (∃ <em>s</em>‘ ∈ <em>S</em> [(<em>s</em>,<em>s</em>‘) ∈ <em>R</em>)]</p>
<p>Isso significa que através da predicação dos estados em [S] por [R] temos um número infinito de possibilidades, de modalizações.  Mas <em>nem todas as predicações</em> serão transtitivas e conexas em I, portanto, apenas podem ser válidas aquelas expressoes modais que possam ao mesmo tempo serem coerentes com [I], este processo de determinação das modalidades extra-legislativas ou não-principais que são conectadas a constituição (ou ao corpo legislativo, de forma mais geral), é o chamado Labeling (nomeamento). Em princípio, o processo de labeling pode ser considerado incontrolável &#8211; parece que Derrida teria entendido isso bem. No entanto, esta é uma saída fácil para o problema aqui demonstrado. Como disse, é possível, sim, argumentar de forma consistente e direta as possibilidades linguisticas que estão de acordo com determinadas estruturas gramaticais prévias (assim como é possível determinar quais sentenças são ou não são gramaticalmente corretas, muito embora nossa capacidade de predicação seja infinita).</p>
<p>Assim, o processo de modalização constitucional poderia seguir um padrão coerente em termos M=(S,I,R,L).</p>
<p>Contudo, existe um problema em Kripke &#8211; e na forma analítica de lidar com a questão da predicação, de uma forma geral-, que é a linearização do processo lógico. Kripke cai de cabeça na questão do psicologismo ao expressar a forma de modalização em termos de labeling <em>direto</em>, precisamos também levar em consideração o quanto o processo de labeling e de modalização (ele mesmo) não pressupõe a temporalização das disposições gramaticais contidas em cada uma destes caracteres lógicos &#8211; ou seja, como elas pressupõem um mundo-vivido onde <em>predicamos </em>e um corpo-vivido que <em>predica</em> estas asserções.</p>
<p>Mas isso ultrapassa as questões semânticas e entra na segunda parte da minha reflexão, sobre a temporalização da semântica através da sintetização passiva e ativa destas regras.</p>
<p>Antes de prosseguir , alguns esclarecimentos:</p>
<p>- Quando eu digo que o direito tem uma linguagem privada, isso não significa que esta linguagem seja natural. O processo de constitucionalização é além do ponto que estou tentando colocar aqui. No entanto, no momento que existe algo<em> constituinte</em>, este algo sugere ao jurista um set de regras que funciona nos moldes de uma linguagem privada &#8211; mais ou menos como a linguagem computacional sugere um set de regras ao programador.</p>
<p>- A questão da consistência e da transitividade também não é natural &#8211; embora seja naturalizável. Estes critérios são colocados para dar um controle e um domínio de opções  possíveis (finitas) com as quais podemos trabalhar normativamente. Sem eles, o direito se torna impossível &#8211; e talvez seja justamente esta a conclusão natural que aqueles que trabalham com a questão da incontrabilidade do sentido precisam enfrentar: a interpretação desconstrutivista do direito torna o direito logicamente impossível, e torna a operação juridica uma piada onde qualquer predicação possível é aceitável a partir da premissa fácil e preguiçosa de que o sentido é sempre perdido, excetuada alguma revelação mística ou um ponto de vista privilegiado.</p>
<p>- Concordo que esta interpretação ainda não da conta do aspecto social e local da intepretação, mas esta parte da minha reflexão entra na parte temporal desta análise, que vai ser enfrentada posteriormente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los niveles de la lengua]]></title>
<link>http://lenguamachado.wordpress.com/2009/10/05/los-niveles-de-la-lengua/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 18:45:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>glezserna</dc:creator>
<guid>http://lenguamachado.wordpress.com/2009/10/05/los-niveles-de-la-lengua/</guid>
<description><![CDATA[Pulsa sobre la imagen para ver el mapa conceptual en mayor tamaño.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Pulsa sobre la imagen para ver el mapa conceptual en mayor tamaño.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://lenguamachado.wordpress.com/files/2009/10/lenguaje_verbal.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-43" style="border:1px solid black;" title="lenguaje_verbal" src="http://lenguamachado.wordpress.com/files/2009/10/lenguaje_verbal.jpg?w=1024" alt="lenguaje_verbal" width="614" height="346" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEMANTIC AMBIENT MEDIA EXPERIENCE 2009]]></title>
<link>http://crilet.wordpress.com/2009/10/05/same2009/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 12:57:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>crilet</dc:creator>
<guid>http://crilet.wordpress.com/2009/10/05/same2009/</guid>
<description><![CDATA[SAME 2009 &#8211; 2nd International Workshop on Semantic Ambient Media Experience Salzburg, 18th-21s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>SAME 2009 &#8211; 2nd International Workshop on Semantic Ambient Media Experience</p>
<p>Salzburg, 18th-21st November 2009 in conjunction with AmI-09</p>
<p>!!! SUBMISSION OF 2-4 PAGE POSITION PAPERS UNTIL THE 19th OCTOBER 2009 !!!</p>
<p>More information on: <a href="http://namu.cs.tut.fi/same2009/">http://namu.cs.tut.fi/same2009/</a> and</p>
<p><a href="http://www.ami-09.org/">http://www.ami-09.org/</a></p>
<p>* Submissions are expected to be 2-4 pages position papers according the</p>
<p>paper format of AmI-09:</p>
<p><a href="http://www.springer.com/computer/lncs?SGWID=0-164-7-72376-0">http://www.springer.com/computer/lncs?SGWID=0-164-7-72376-0</a></p>
<p>* Please send your submissions via email to <a href="mailto:lartur@acm.org">lartur@acm.org</a></p>
<p>* More information on the 1st International Workshop on Semantic Ambient</p>
<p>Media Experience held in conjunction with ACM Multimedia 2008:</p>
<p><a href="http://namu.cs.tut.fi/acmmm2008/same2008/index.html">http://namu.cs.tut.fi/acmmm2008/same2008/index.html</a></p>
<p>* Best contributions will be compiled to a special issue following up the</p>
<p>workshop</p>
<p>* Check also the Ambient Media Association (AMEA):</p>
<p><a href="http://www.ambientmediaassociation.org/">www.ambientmediaassociation.org</a> and</p>
<p><a href="http://webhotel2.tut.fi/emmi/forum/node/3">http://webhotel2.tut.fi/emmi/forum/node/3</a></p>
<p><strong>Description of the Workshop</strong></p>
<p style="text-align:justify;">The medium is the message! And the message was literacy, media democracy and</p>
<p style="text-align:justify;">music charts. Mostly one single distinguishable media such as TV, the Web,</p>
<p style="text-align:justify;">the radio, or books transmitted the message. No in the age of ubiquitous and</p>
<p style="text-align:justify;">pervasive computing, where information flows through a plethora of</p>
<p style="text-align:justify;">distributed interlinked media   what is the message ambient media will tell</p>
<p style="text-align:justify;">us? What means semantic in this context? Which experiences will it open to</p>
<p style="text-align:justify;">us? What is content in the age of ambient media? Ambient media are embedded</p>
<p style="text-align:justify;">throughout the natural environment of the consumer   in his home, in his</p>
<p style="text-align:justify;">car, in restaurants, and on his mobile device. Predominant sample services</p>
<p style="text-align:justify;">are smart wallpapers in homes, location based services, RFID based</p>
<p style="text-align:justify;">entertainment services for children, or intelligent homes. The distribution</p>
<p style="text-align:justify;">of the medium throughout the natural environment implies a paradigm change</p>
<p style="text-align:justify;">of how to think about content. Until recently, content was identified as</p>
<p style="text-align:justify;">single entities to information   a video stream, audio stream, TV broadcast.</p>
<p style="text-align:justify;">However, in the age of ambient media, the notion of content extends from the</p>
<p style="text-align:justify;">single entity thinking towards a plethora of sensor networks, smart devices,</p>
<p style="text-align:justify;">personalized services, and media embedded in the natural environment of the</p>
<p style="text-align:justify;">user. The consumer actively participates and co-designs contextual media</p>
<p style="text-align:justify;">experience One example is e.g. location based information. Initiatives as</p>
<p style="text-align:justify;">the smart Web considering location based tagging for web-pages underline</p>
<p style="text-align:justify;">this development. This multidisciplinary workshop aims to address the</p>
<p style="text-align:justify;">challenges:</p>
<p style="text-align:justify;">-     how to select, compose, and generate ambient content?</p>
<p style="text-align:justify;">-    how to present ambient content?</p>
<p style="text-align:justify;">-     how to re-use ambient content and learning experiences?</p>
<p style="text-align:justify;">-     what are the characteristics of ambient media, its content, and</p>
<p style="text-align:justify;">technology?</p>
<p style="text-align:justify;">-     how can collaborative, participatory, or social media service better</p>
<p style="text-align:justify;">supported and extended?</p>
<p style="text-align:justify;">-     and what are ambient media in terms of story-telling, interactive, and</p>
<p style="text-align:justify;">art?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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