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	<title>sempre-actuais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sempre-actuais"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 09:44:49 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Pelas Ruas]]></title>
<link>http://pedraphilosofal.wordpress.com/2008/11/26/pelas-ruas/</link>
<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 20:48:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>alchimista</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em todas as ruas te perco Em todas as ruas te encontro conheço tão bem o teu corpo sonhei tanto a tu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><font color="#cc6600"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Verdana;" lang="PT"></span></font></p>
<p><img style="max-width:800px;float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://pedraphilosofal.files.wordpress.com/2008/11/old-town-street-by-kefasek.jpg?w=190&#038;h=200" height="200" width="190" />
<div align="left"> Em todas as ruas te perco<br /> Em todas as ruas te encontro</div>
<p> conheço tão bem o teu corpo<br /> sonhei tanto a tua figura<br /> que é de olhos fechados que eu ando<br /> a limitar a tua altura<br /> e bebo a água e sorvo o ar<br /> que te atravessou a cintura<br /> tanto, tão perto, tão real<br /> que o meu corpo se transfigura<br /> e toca o seu próprio elemento<br /> num corpo que já não é seu<br /> num rio que desapareceu<br /> onde um braço teu me procura</p>
<p><span class="nv">Mário Cesariny</span></p>
<p>Portugal<br /><span class="nv_soft">[1923-2006]</span>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Verdana;" lang="PT"><font color="#cc6600"></font></span></p>
<p> <b></b></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Igoratis vita]]></title>
<link>http://pedraphilosofal.wordpress.com/2008/08/17/igoratis-vita/</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 15:54:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>alchimista</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como é que, sendo as crianças tão inteligentes, a maior parte dos homens é tão estúpida? Deve ser fr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font face="Georgia, Times New Roman, Times, serif" size="3"><strong>Como é que, sendo as crianças tão inteligentes, a maior parte dos homens é tão estúpida? Deve ser fruto da educaçã..</p>
<p></strong></font><span class="nv">Alexandre Dumas</span></p>
<p></p>
<p>		<span class="nv_soft"><br />
		França<br />[1802-1870]</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O Absurdo]]></title>
<link>http://pedraphilosofal.wordpress.com/2008/06/02/o-absurdo/</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 11:49:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>alchimista</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se existe algo que o Homem nunca conseguiu encontrar, esse algo é a verdade. porque no fundo, talvez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="max-width:800px;width:273px;height:262px;float:left;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-right:10px;" src="http://pedraphilosofal.files.wordpress.com/2008/06/82warrior.jpg" /></p>
<p> <span style="color:rgb(255, 102, 0);">   Se existe algo que o Homem nunca conseguiu encontrar, esse algo é a verdade. porque no fundo, talvez tudo se possa resumir nos propósitos de Camus: o Homem, tal como a sua realidade, é um absurdo. A primeira vista, trata-se de uma postura redutora, incapacitante para uma sociedade assente em bases sólidas de conhecimento, mas talvez seja esse um dos grandes problemas do tempo em que vivemos: a aceitação sem tempo de questionar. Talvez fosse bom falar de Sartre, das verdades de Marx nos planos escolares, esses planos filosóficos abstractos, superiores ao mundo em que convivemos, mas por vezes tenho a impressão de que é mais fácil compreender a questionar quando nos deparamos com o absurdo do dia a dia, e nesse cápitulo, nada melhor do que Albert Camus. </span><br /><span style="color:rgb(255, 102, 0);">Declaro esta semana como a semana de Camus, o     Dali,Salvador                             absurdo estrangeiro!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Os seis I]]></title>
<link>http://pedraphilosofal.wordpress.com/2008/05/18/os-seis-i/</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 15:16:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>alchimista</dc:creator>
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<description><![CDATA[Seis homens ficarambloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperaraté ao amanh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:trebuchet ms;">Seis homens ficaram<br />bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar<br />até ao amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um<br />pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se<br />aqueciam. Se o fogo apagasse &#8211; eles sabiam -, todos morreriam de frio<br />antes que o dia clareasse.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"> Chegou a hora de cada um colocar a sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"></span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><br />O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros<br />cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele<br />raciocinou consigo mesmo: &#8211; &#8220;Aquele negro! Jamais darei a minha lenha<br />para aquecer um negro&#8221;. E guardou-a, protegendo-a dos olhares dos<br />demais.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"> O segundo<br />homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os<br />juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu no círculo em torno do fogo<br />bruxuleante, um homem da montanha, que trazia a sua pobreza no aspecto<br />do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas ao<br />valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro,<br />pensou: &#8211; &#8220;Eu? Dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?&#8221; E<br />reservou-a.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"> O<br />terceiro homem era um negro. Os seus olhos faiscavam de ira e<br />ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela<br />superioridade moral que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito<br />prático: &#8211; &#8220;É bem provável que eu precise desta lenha para me defender.<br />Além disso, eu jamais daria a minha lenha para salvar aqueles que me<br />oprimem&#8221;. E guardou a sua lenha com cuidado. </span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><br />O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os<br />outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: -<br />&#8220;Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar a minha lenha.&#8221; </span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><br />O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando<br />fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha<br />que carregava. Ele estava preocupado demais com as suas próprias visões<br />(ou alucinações?) para pensar em ser útil.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><br />O último homem trazia, nos vincos da testa e nas palmas calosas das<br />mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e<br />rápido. &#8211; &#8220;Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a<br />ninguém nem o menor dos meus gravetos&#8221;.</span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"></span><br /><span style="font-family:trebuchet ms;"><br />Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última<br />brasa da fogueira cobriu-se de cinzas e finalmente apagou-se. Ao<br />alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegara à caverna,<br />encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de<br />lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro<br />disse: &#8211; &#8220;<strong><span style="color:rgb(102, 0, 0);">O frio que os matou não foi o de fora, mas o frio que veio de dentro</span></strong>&#8220;. </span></p>
<p align="right"><span style="font-family:trebuchet ms;">Autor desconhecido</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ad summam]]></title>
<link>http://pedraphilosofal.wordpress.com/2008/03/31/ad-summam/</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 12:14:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>alchimista</dc:creator>
<guid>http://pedraphilosofal.wordpress.com/2008/03/31/ad-summam/</guid>
<description><![CDATA[No final, independentemente do percurso o que conta é o que atingimos, como atingimos e o que aprend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No final, independentemente do percurso o que conta é o que atingimos, como atingimos e o que aprendemos com os obstáculos. O caminho mais difícil para atingir um objectivo pode servir de preparação para os obstáculos impensáveis que nos aparecerão pela frente. Porque parar é morrer&#8230;.</p>
</div>]]></content:encoded>
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