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	<title>sentimento &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/sentimento/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sentimento"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 09:29:16 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Bons negócios são feitos por boas pessoas]]></title>
<link>http://trink.wordpress.com/2009/11/28/bons-negocios-pessoas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 13:32:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciano Pillar</dc:creator>
<guid>http://trink.wordpress.com/2009/11/28/bons-negocios-pessoas/</guid>
<description><![CDATA[Vendi um apartamento e comprei outro. Depois, me mudei. Venda, compra, contratos, escrituras, dinhei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vendi um apartamento e comprei outro. Depois, me mudei. Venda, compra, contratos, escrituras, dinheiro e impostos. São os negócios, correto? Sim, mas muito antes disso, e como tudo na vida, a questão é uma só: pessoas!</p>
<p><strong>Os negócios são tão confiáveis e seguros quanto as pessoas</strong>. Isso significa que os negócios podem ser ótimos para todos. É o que acontece quando pessoas maduras encontram-se para negociar. <strong>A maturidade nos faz cientes da importância dos outros e a não nos apegarmos às coisas materiais do mundo</strong>. Sendo assim, qualquer negociação já é muito tranquila para muitos de nós e, um dia, quando todos crescerem, ficará na história o tempo em que uns passavam a perna nos outros. Uma história que será de difícil compreensão para os verdadeiros adultos de amanhã.</p>
<p>Vamos a minha experiência real de negociação de um apartamento. E, como sempre, convido-os a pensar e aprender com ela.</p>
<p>Eu e a família olhamos vários apartamentos até chegar ao escolhido. A escolha recaiu no que sentimos quando entramos nele: leveza e bem-estar. E, é claro, tal sensação teve uma origem: a pessoa que nos recebeu em sua casa. <strong>Dona Nara, a proprietária, nos acolheu e nos mostrou sua casa de forma tão amável que imediatamente nos fez sentir  em casa</strong>. Depois disso, vieram os aspectos técnicos. Como o imóvel era bom, estava feita a escolha.</p>
<p>A próxima etapa foi a negociação. Falarei agora na primeira pessoa para descrever minhas próprias impressões. Neste momento conheci os outros proprietários, pois o apartamento era de dona Nara e de seus filhos, e a empresa que intermediou nosso negócio. Dos proprietários conheci especialmente a filha Alessandra, com quem realmente tratei do negócio. De imediato notei estar diante de uma pessoa e não apenas de alguém querendo negociar. Este é um importantíssimo passo no contato humano e que, pela força de hábitos do rápido mundo que supomos civilizado, costuma-se passar por cima. <strong>A Alessandra se mostrou humana e transparente o suficiente para que eu soubesse que estava diante de alguém com quem tudo seria tratado com honestidade</strong>. Esse é o verdadeiro negócio entre pessoas que não se escondem de si nem do outro, pois não há o que esconder.</p>
<p>Vamos agora à empresa que nos apresentou o imóvel e intermediou toda a negociação. Novamente fui um felizardo por ela ter sido a<strong> Imobiliária Morare </strong>(<a href="http://www.morare.com.br" target="_blank">www.morare.com.br</a>). A empresa existe para ter lucro com seus negócios, correto? Sim, mas bem antes disso, e muito mais correto ainda, é que <strong>a empresa é uma associação humana e, desta forma, uma extensão de nossa humanidade</strong>. É um conjunto de pessoas unidas na perseguição de um propósito. Então, de forma mais completa,<strong> a empresa existe para servir às pessoas realizando seu trabalho. O lucro financeiro é uma consequência</strong>. E a Morare desempenhou seu papel, com esta conotação, de forma impecável. Serviram-me, sempre, de uma forma eficiente e humana. Não me senti sozinho.</p>
<p>Mas <strong>uma empresa, de fato, são as pessoas que a compõem. Na Morare, aquela que realmente nos atendeu foi a Andrea</strong>. Novamente me sinto alguém de muita sorte mesmo, pois <strong>a Andrea é uma pessoa como a Alessandra. Humana, atenciosa, interessada em ajudar aos outros e competente em seu trabalho, ela assessorou-me impecavelmente nas questões do negócio e, melhor ainda, tornou-se uma amiga</strong>. Assim a vejo. Não falo isso sem um conhecimento mais embasado, pois, devido a umas pequenas complicações burocráticas (documentos que faltaram), o negócio demorou meses, apesar de eu ter me mudado antes de seu término. Assim, tive bastante tempo para conhecer estas pessoas.</p>
<p>Essa demora nos levou a várias situações, como a quebra de prazos contratuais e as previstas multas, a necessidade de dona Nara pagar o outro apartamento que ela comprara para morar e que dependia do dinheiro deste, entre outras. <strong>Todas estas situações, tratadas de ambas as partes por pessoas honestas, transparentes em suas posições e dispostas a ajudar o outro lado nos seus problemas, foram transpostas sem nenhuma dificuldade</strong>. Assim é a vida de pessoas maduras o suficiente para entenderem que os outros, e não as posses, são o que temos de mais importante nesta vida. E, consequentemente, assim são as negociações para elas.</p>
<p>Sendo assim, parece-me que influímos positivamente uns nos outros. Acrescentamos uns aos outros. Sentimentos de amor percorreram-nos. Amizades nasceram e bons exemplos pessoais somaram-se em nossas vidas. Isso é estar vivo cumprindo com os objetivos de nossa existência.</p>
<p>Então, amigos, esse é um negócio real. Como ele, tenho várias outras situações de minha vida e de conhecidos que mostram como <strong>nossa realidade está repleta de casos corretos e bem sucedidos de vida e de negócios. Normalmente são divulgados os casos problemáticos da vida</strong>. As desonestidades e crimes chegam aos nossos ouvidos e tendem a se tornar o espelho da realidade, mas, de fato, tais casos são apenas parte da realidade. Se fôssemos apenas maus, possivelmente já estaríamos extintos  há muito tempo.</p>
<p>Bom, entendido o fato de que a honestidade e os verdeiros e saudáveis relacionamentos humanos são reais e abundam entre nós, tentemos entender o outro lado.</p>
<p>Vamos a um dos princípios para tudo que é a visão do universo a partir de nós mesmos. Pense em você mesmo. <strong>Você é o grande personagem de sua vida</strong>. Possivelmente o maior e mais importante. Você pensa em você e se ocupa de si mesmo. Você é a razão de suas atitudes e ações. Você é o que existe e tem as suas necessidades. Você é o que precisa sobreviver e ter sua importância. Você necessita ser querido e amado. E ser importante para os outros. Você que está lendo isso, a mente que está funcionando e aquele a quem você chama de &#8220;eu&#8221;, é o centro do universo. E o que é você? Uma pessoa.</p>
<p>Olhe agora ao seu redor. O que você vê? Aquele a quem você chama de &#8220;eu&#8221;, com certeza, vê outras pessoas. A mente, que foi treinada nessa sociedade, talvez possa se confundir um pouco e ver os objetos do mundo e seus valores atribuídos pela sociedade. Mas, no seu entorno, existem outras pessoas. Seriam elas importantes? Pense egoistamente para começar a responder a esta questão. Você gostaria que elas soubessem de sua própria importância? Que gostassem de você e se importassem com sua vida? Que o ajudassem nas suas próprias necessidades? Que cuidassem de você? Que lhe dessem afeto e compreensão? Que lhe amassem?</p>
<p>Pense um pouco mais. <strong>Você já esteve sozinho alguma vez na vida? Digo sozinho mesmo, fisicamente e por bastante tempo. Meses ou anos em isolamento, sem estar com ninguém</strong>. Faltou-lhe esta experiência? Você consegue imaginá-la? Suportaria essa situação? Ninguém para compartilhar. Ninguém para culpar. Ninguém para amar. Mas, e se você ficasse isolado por alguns anos com tudo o que quisesse. Piscina, carro, roupas, home theater e até  livros, telefone e Internet. Você até poderia falar e ver as pessoas, mas nunca teria sua presença real. Consegue imaginar como seria? Suportaria?</p>
<p>Onde quero chegar? Ao fato de que estamos aqui e não estamos sozinhos. Ao fato de que <strong>os outros que estão ao seu redor constituem a principal necessidade de sua própria vida</strong>. Ora, se os outros são minha maior necessidade, qual o sentido em não me dedicar a eles? Isso faz sentido para uma pessoa ainda egoísta e, para aquela que já ultrapassou esta fase de desenvolvimento, dedicar-se aos outros importa em si e não apenas pelas necessidades pessoais.</p>
<p>Então, o que temos mesmo somos a nós. E aos outros. Com a maturidade isso fica claro e, esta, depende de tempo de vida e de experiências úteis. Depende de vermos e de nos tornarmos conscientes. <strong>Os bebês esperam atendimento incondicional e imediato aos seus desejos</strong>. Choram para obtê-los. Quando crescem, entendem que o mundo não existe apenas para atender aos seus desejos. Quando crescem mais, entendem que <strong>existem outras pessoas</strong>. E, continuando o crescimento, percebem, gradativamente, que <strong>os outros têm necessidades</strong>, que as verdadeiras necessidades não são os desejos e as delícias dos prazeres do mundo físico e que os outros são vidas conjuntas consigo próprias num universo integrado. E a evolução continua ainda a partir daqui. No nosso mundo temos hoje diversas pessoas em diferentes estágios. Muitos apesar da idade, ainda são bebês. E a maioria ainda está presa à fase de servidão e apego aos desejos sensoriais. E essa maioria define o sentimento preponderante em nossas diversas sociedades que incentiva em todos o apego ao material e ao desejo de prazer e de poder. Mas, enquanto isso, continuamos crescendo. É a lei e andamento único do universo.</p>
<p>Amigo, gostaria muito de dizer-lhe que <strong>é ótimo estar e negociar com outros quando nos importamos com eles</strong>. Isso é um fato real que já experimentei várias vezes. E conheço outros que também têm esta experiência. Isso é um fato e, contra fatos, argumentações são inócuas. Quando acontecem desonestidades, todos sentem-se mal. E todos perdem. <strong>A desonestidade é apenas uma distorção causada pale falta de maturidade</strong>. Ela é como a escuridão que, de fato, não existe, pois ela é apenas a falta de luz que, esta sim, existe.</p>
<p>Nosso negócio com o apartamento terminou de forma boa para todos. Foi um sucesso! Óbvio. Poderia ser de outra forma? <strong>Se ninguém faria nada para se beneficiar à custa de problemas ao outro, como poderia algo dar errado?</strong> Se algo fosse prejudicar o outro, cederíamos. Todas as necessárias solicitações eram feitas, de um lado ou do outro, ponderadas e aceitas, com poucas modificações. Todas as solicitações eram cumpridas conforme combinado. Todos os momentos em que alguém tinha que ceder, cedia-se. Surgiu a confiança e, com esta, a tranquilidade.</p>
<p>Com o tempo todos amadurecerão o suficiente para saberem da verdade que já está clara para muitos: <strong>na realidade é impossível fazer um benefício a si próprio em troca de um malefício a outros, pois estamos todos unidos</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Referências</strong></span>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.morare.com.br" target="_blank">Imobiliária Morare</a></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ECOPLANET - Site de Busca é Preto e Verde. Economiza por volta de 20% de Energia do Monitor e Planta uma Árvore a cada 50.000 pesquisas. Você tem idéia do quanto se economiza? Não!? Então leia a matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:57:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</guid>
<description><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Proximidade distante]]></title>
<link>http://elaenluarada.wordpress.com/2009/11/28/proximidade-distante/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 03:03:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>elaenluarada</dc:creator>
<guid>http://elaenluarada.wordpress.com/2009/11/28/proximidade-distante/</guid>
<description><![CDATA[Amor exala por cada célula, cada fagulha de energia viaja, vibra, paira e encontra o destino: o fôle]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://elaenluarada.wordpress.com/files/2009/11/deusgregoquehabitameussonhos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-192" title="DeusGregoQueHabitaMeusSonhos" src="http://elaenluarada.wordpress.com/files/2009/11/deusgregoquehabitameussonhos.jpg" alt="" width="389" height="299" /> </a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Amor exala por cada célula, cada fagulha de energia viaja, vibra, paira e encontra o destino: o fôlego, o respirar, o bater de um coração.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Sozinha, sonhos e devaneios transformam-me .</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">A fixação bate à porta , atendo só para encontrar sua imagem dentro de meus pensamentos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Ao som de uma doce melodia, seu perfume apenas em minha memória, tem cheiro, tem gosto, quase posso tocar sua presença, apenas quase&#8230;quase sinto seus lábios e o som de sua voz ao dizer meu nome entre pedidos, poemas e perdições.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Infinito, urge o sentimento abarrotado em meu peito, qual incêndio incontrolável, inevitável, insondável.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Sentimento emergente, clareando a face de minha alma, tal qual nascer do sol abrasador, avassalador &#8211; seus olhos em mim queimam, inspiram, ascendem&#8230;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">A forma de amar mais abstrata e absurda, transcendeu , tangeu cada linha de meu ser. Seguirá intenso, emanando até o destino reconhecer.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Sofrido, exilado esse amor em mim encontrado é mapa no labirinto infinito da vida, trancado, marcado e tatuado em mim.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Entender? Desnecessário. Impossível decifrar a presença que inexiste, mas que percorre intensamente meu ser levando à vibração, interiorização, euforia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Queima, arde, e dói docemente, saudade inerente, espera constante, te querer se tornou um vício, maravilhoso desespero, incansável busca.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Pensamentos, incertezas, inseguranças, longe de ti surgem. Seu sorriso minha calmaria, sua presença meu refúgio, meu desejo, querer, realizar, viver.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Não há disfarce, nem segredo em minha alma.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">A porta se abre me permitindo entrar nessa reviravolta que é te amar assim pelo vento, pelo avesso, nessa distante proximidade -como posso sentir-te tão perto, tão em mim?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Marco os rumos dessa história te encontrando dentro de mim, apenas dentro de mim, por meio de palavras escritas, faladas, recitadas, mas em meus sonhos, são palavras beijadas, apaixonadas, palavras vivas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">E enquanto passo dias sem lhe ver, sem lhe ter, sem saber, corro louca contra o tempo, quase destruo relógios, que gotejam segundos, gota a gota, um a um, pouco a pouco. Silêncio.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">A doce melodia ainda toca e encontra sua presença além de mim, e seu toque imaginado me acende e me joga em um emaranhado de sentir, despertando meus sentidos em cada centímetro de meu ser que vive prestes a por você se perder.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Profundo, pela mão do amor guiado, sentimento espalhado, por lençóis feitos de estrelas, estrelas que vejo, que vês, que clareiam a esperança, reluzem o acontecer.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Quando há de ser?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Nesse gosto, nesse cheiro, que me remete ao seu encontro, meu coração viaja inteiro, querendo acalmar-se, querendo entregar-se.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">E em ti, encontra-se, revive.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;">Enquanto nessas juras e rimas, no tempo em que nossas vidas se cruzaram, vou sentindo apenas, quase, sua presença, que ainda paira atrás da porta de meus pensamentos aficionados e perdidos por ti, apenas por ti.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:center;">*****</p>
<p style="text-align:center;">Enluarada</p>
<p style="text-align:center;">*****</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">&#8220;Longe de ti, tudo parou&#8230;vem me fazer feliz porque eu te amo, você desagua em mim e eu oceano, me  esqueço que amar é quase uma dor. Só sei viver se for por você.&#8221;</span> &#8211; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=mLh-cMP6cCU">Djavan.</a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do dia]]></title>
<link>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/27/frase-do-dia-15/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 22:04:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>viniciuspacheco</dc:creator>
<guid>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/27/frase-do-dia-15/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje.&#8221; Provérbio chinês]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_D59d1UkiYUY/SCYtnog6j0I/AAAAAAAAAPc/hxMuEMyMzBg/s400/flor_de_lotus_imagelarge.jpg" title="flor" class="aligncenter" width="355" height="400" /></p>
<p>&#8220;Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje.&#8221;</p>
<p>Provérbio chinês</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Momentos]]></title>
<link>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/27/momentos/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:38:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>viniciuspacheco</dc:creator>
<guid>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/27/momentos/</guid>
<description><![CDATA[Estava reparando como momentos ficam marcados na nossa memória. Tenho lembranças incríveis do tempo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_BwgMH4tR-TM/SspAd8PiMtI/AAAAAAAABNs/ZFyr7lQV-lM/s400/pao+de+mel.jpg" title="pao" class="alignnone" width="288" height="272" /></p>
<p>Estava reparando como momentos ficam marcados na nossa memória. Tenho lembranças incríveis do tempo de infância e também atuais. Algumas vezes, a memória é mais do que visual, é olfativo e até palativo (será que é assim que se escreve sobre paladar?)! O nosso corpo nos traz muitas surpresas. Realmente incrível. Você já teve a incrível sensação de comer aquele doce que você comia nos tempos de escola? Você traz na sua cabeça todos os momentos dos tempos de criança. Aquela viagem, aquele intervalo que você cantava a musiquinha &#8221; Meu lanchinho, meu lanchinho&#8230;&#8221; Também tem aquela música que você escutava no carro na volta de alguma festa com seus pais. Você retoma muito do seu passado. E quando você sente o cheiro de alguma coisa e começa algo a martelar na sua cabeça: &#8220;Eu já senti esse cheiro&#8230;&#8221; Os problemas, os bons momentos, as alegrias e emoções. É como estar lá, vendo a você mesmo.</p>
<p>Recomendo que experimentem! É incrível!!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saudade]]></title>
<link>http://nossaslentes.wordpress.com/2009/11/27/saudade/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:59:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>nossaslentes</dc:creator>
<guid>http://nossaslentes.wordpress.com/2009/11/27/saudade/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/dEWsw2-q2Sw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/dEWsw2-q2Sw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você vai saber, vai sentir...]]></title>
<link>http://nuncapercaseuequilibrio.wordpress.com/2009/11/27/voce-vai-saber-vai-sentir/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:28:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>nuncapercaseuequilibrio</dc:creator>
<guid>http://nuncapercaseuequilibrio.wordpress.com/2009/11/27/voce-vai-saber-vai-sentir/</guid>
<description><![CDATA[Procurei por inumeras vezes talvez até me enganar, não sei ao certo se &#8220;me enganar&#8221; seri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:N1NysQOs626sIM:http://josecarlos.blogs.sapo.pt/arquivo/Love.JPG"><img class="aligncenter" src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:N1NysQOs626sIM:http://josecarlos.blogs.sapo.pt/arquivo/Love.JPG" alt="" width="124" height="75" /></a></p>
<p><em>Procurei por inumeras vezes talvez até me enganar, não sei ao certo se &#8220;me enganar&#8221; seriam as palavras certas, o que sinto por você é real, é verdadeiro e sincero, porém</em></p>
<p><em>nesse tempo todo que passou talvez eu não houvesse percebido ainda quanto esse sentimento mudou&#8230;digo isso pois começo a perceber que tudo em mim mudou apenas ficou a essência, aquela que você conhece muito bem, como também conheço a sua, achei que seria triste, mas pelo contrario estou feliz, feliz em saber que mesmo depois de tantos anos e tantos fatos ocorridos entre nós eu continuo te amando, porém de uma forma diferente, esse sentimento passou por várias transformações, mudanças constantes marcaram nossos caminhos, nossos destinos se cruzaram e esse sentimento persiste até hoje, mais a vida se encarregou de nos mostrar o quanto nossa história foi bela, pura, simples, sincera, e que essa história continua de uma forma diferente, com a mesma intensidade pois o sentimento continua sendo o amor, porém o amor é diferente, senti que meu sentimento amadureceu, minha alma percebeu que você faz parte dela, nossos espiritos estão ligados para sempre, isso é o que importa de verdade, o que importa de verdade é o amor o verdadeiro amor, e isso não posso esconder e nem negar amo sim, de uma outra forma mais amo, quero bem, respeito e admiro&#8230;hoje você vai saber, vai sentir e perceber que podemos ser muito mais do que fomos até hoje, depois de tudo ainda estamos aqui, sentindo tudo isso, essa alegria, me sinto vitoriosa por ter tido a oportunidade de sentir o verdadeiro amor, a paixão, a amizade e o respeito, sentimentos puros esses que cada vez se transformam mais e mais e só crescem, obrigado por iluminar minha alma&#8230;seremos sempre esse sentimento enquanto o cultivarmos!</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>By Renata Ramone</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sogno]]></title>
<link>http://assutiamo.wordpress.com/2009/11/26/sogno-2/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:55:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>assutiamo</dc:creator>
<guid>http://assutiamo.wordpress.com/2009/11/26/sogno-2/</guid>
<description><![CDATA[Le grandi notti d’ estate che nulla muove oltre il chiaro filtro dei baci, il tuo volto un sogno nel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>Le grandi notti d’ estate<br />
che nulla muove oltre il chiaro<br />
filtro dei baci, il tuo volto<br />
un sogno nelle mie mani.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Lontana come i tuoi occhi<br />
tu sei venuta dal mare<br />
dal vento che pare l’ anima.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>E baci perdutamente<br />
sino a che l’ arida bocca<br />
come la notte è dischiusa<br />
portata via dal suo soffio.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Tu vivi allora, tu vivi<br />
il sogno ch’ esisti è vero.<br />
Da quanto t’ ho cercata.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Ti stringo per dirti che</em> <em>i sogni<br />
son belli come il tuo volto,<br />
lontani come i tuoi occhi.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do dia]]></title>
<link>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/25/frase-do-dia-14/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:54:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>viniciuspacheco</dc:creator>
<guid>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/25/frase-do-dia-14/</guid>
<description><![CDATA[As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável. (Madre Te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável.</p>
<p>(Madre Teresa)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Histórias e Histórias...]]></title>
<link>http://vidasdiferentespessoasiguais.wordpress.com/2009/11/25/historias-e-historias/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:47:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>vidasdiferentespessoasiguais</dc:creator>
<guid>http://vidasdiferentespessoasiguais.wordpress.com/2009/11/25/historias-e-historias/</guid>
<description><![CDATA[Hoje eu trouxe a história de uma amiga, que conheço desde pekinininha&#8230; Lhes apresento Thais Pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Hoje eu trouxe a história de uma amiga, que conheço desde pekinininha&#8230;<br />
Lhes apresento Thais Paixão&#8230;</strong></p>
<p><a href="http://vidasdiferentespessoasiguais.wordpress.com/files/2009/11/namoro-internet-260508-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-207" title="namoro-internet-260508-1" src="http://vidasdiferentespessoasiguais.wordpress.com/files/2009/11/namoro-internet-260508-1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a>Minha amiga me apresentou pela internet um rapaz que por vista parecia ser uma ótima pessoa.<br />
Eu fiquei muito empolgada, falei pra ela, nossa me passa o MSN dele, e ela falo assim nossa Thais o pior que é ele é muito enjoado, ai eu pensei , nossa então esquece que eu nem quero mais não.<br />
E assim ficou por isso mesmo, ai um certo dia ela foi passear na minha casa, ela pega e entra na net, ai eu disse que lindo que ele é.<br />
Ela me pega e fala pra ele que eu chamei de lindo, ai eu disse: fala pra ele me adiciona.E ele me adicionou, e começamos a conversar a partir desse dia nunca mais ficamos sem nos falar.<br />
Com o passar dos dias agente foi se conhecendo melhor, e foi criando um certo sentimento um pelo outro, um sentimento legal. Mais isso só foi cada dia aumentando, aumentando, e não parou, hoje agente se curte muito, até demais, e daqui alguns dias vamos nos conhecer melhor.</p>
<p><strong>Essa é minha historia.</strong></p>
<p><strong>Espero que tenham gostado Bjus</strong></p>
<p><strong>*MEL*</strong></p>
<p><strong>ps: Imagem retirada de: <a href="http://punknidea.wordpress.com/2009/04/29/relacionamento-virtual-acabou-de-entrar-2/">http://punknidea.wordpress.com/2009/04/29/relacionamento-virtual-acabou-de-entrar-2/</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Expressão]]></title>
<link>http://odesignfilosofico.wordpress.com/2009/11/25/expressao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:56:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisa Roque</dc:creator>
<guid>http://odesignfilosofico.wordpress.com/2009/11/25/expressao/</guid>
<description><![CDATA[Aparentemente muito simples: &#8220;estou me sentindo assim&#8230;&#8221; Na realidade a coisa é um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://odesignfilosofico.wordpress.com/files/2009/11/melancolia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-67" title="Melancolia" src="http://odesignfilosofico.wordpress.com/files/2009/11/melancolia.jpg?w=107" alt="" width="107" height="150" /></a></p>
<p>Aparentemente muito simples: &#8220;estou me sentindo assim&#8230;&#8221;</p>
<p>Na realidade a coisa é um pouco mais complexa. Dar vasão aos sentimentos e agir com autenticidade, requer um pouco mais de ousadia do que parece. Em maior ou menor grau, estamos constantemente aguardando aprovação e as coisa ficam um tanto estranhas quando não correspondemos às expectativas (e vale acrescentar: quando não correspondem às nossas, né?).</p>
<p>O fato é que quando a expressão ocorre, os resultados podem ser surpreendentemente bons! A dica é não deixar explodir&#8230; Assim o sentimento se manifesta sem revolta e pode ser usado para algo que seja útil e criativo.</p>
<p>Obs.: &#8220;Melancolia&#8221; &#8211; 2 meses e meio de curso</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luz]]></title>
<link>http://apenasumsonhador.wordpress.com/2009/11/25/luz/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:52:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael</dc:creator>
<guid>http://apenasumsonhador.wordpress.com/2009/11/25/luz/</guid>
<description><![CDATA[Atravesso o tempo, sobrevivo a mim mesmo Navego no horizonte, sem saber se vou chegar Analiso os fat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://apenasumsonhador.wordpress.com/files/2009/11/my-blue-heart.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-23" title="Blue Heart" src="http://apenasumsonhador.wordpress.com/files/2009/11/my-blue-heart.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Atravesso o tempo, sobrevivo a mim mesmo<br />
Navego no horizonte, sem saber se vou chegar<br />
Analiso os fatos, me jogo do penhasco</p>
<p style="text-align:center;">Insisto no que é certo, me coloco em cheque<br />
Sabidamente é melhor assim, sinto que sou<br />
Agora, dentro de mim, tudo é luz.</p>
<p style="text-align:center;">Trago o que resta de meus pedaços até aqui<br />
Encontro em seus olhos a resposta às minhas perguntas</p>
<p style="text-align:center;">Gira, gira, gira&#8230; e então a tontura passa<br />
Oriento-me não mais pelo que me machuca<br />
Sou, sim, o que procura a luz, a sua luz<br />
Tenho em você o repouso às minhas fadigas<br />
Outros tempos passaram, agora tudo é você</p>
<p style="text-align:center;">Milhas e milhas até o paraíso<br />
Uno o meu tudo em uma caixa e lhe dou<br />
Infinitamente feliz, sinto que encontrei<br />
Tudo passou a fazer sentido<br />
Olho em sua face e digo: encontrei a minha luz em você.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Paixões]]></title>
<link>http://frasesilustradas.wordpress.com/2009/11/25/as-paixoes-2/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:16:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ceó Pontual</dc:creator>
<guid>http://frasesilustradas.wordpress.com/2009/11/25/as-paixoes-2/</guid>
<description><![CDATA[Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 28 de Junho de 1712 — Ermenonville, 2 de Julho de 1778) foi um filós]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://frasesilustradas.wordpress.com/files/2009/11/paixaoma2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2019" src="http://frasesilustradas.wordpress.com/files/2009/11/paixaoma2.jpg" alt="" width="425" height="829" /></a></p>
<p>Jean-Jacques Rousseau (Genebra, 28 de Junho de 1712 — Ermenonville, 2 de Julho de 1778) foi um filósofo suíço, escritor, teórico político e um compositor musical autodidata.</p>
<p>Mais uma resgatada.</p>
<p>&#8220;Todas as paixões são boas quando somos senhores delas, e todas são más quando se tornam nossos senhores.&#8221; Jean-Jacques Rousseau</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Auto-Conhecimento Masculino”]]></title>
<link>http://elisabetecunha2008.wordpress.com/2009/11/24/%e2%80%9cauto-conhecimento%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:43:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>elisabetecunha2008</dc:creator>
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<description><![CDATA[    Durante muito tempo a cultura popular tem passado a imagem de um homem que não coincide com a su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[    Durante muito tempo a cultura popular tem passado a imagem de um homem que não coincide com a su]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Non abbiate fretta di confessare a qualcuno che l'amate..."]]></title>
<link>http://nutrimente2.wordpress.com/2009/11/24/non-abbiate-fretta-di-confessare-a-qualcuno-che-lamate/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:10:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>nutrimente2</dc:creator>
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<description><![CDATA[Non abbiate fretta di confessare a qualcuno che l’amate. È il vostro amore a rendervi felici, a darv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Non abbiate fretta di confessare a qualcuno che l’amate. È il vostro amore a rendervi felici, a darv]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Homem da Cabeça de Papelão - João do Rio ( Começo do séc. XX)]]></title>
<link>http://culturabeat.wordpress.com/2009/11/23/o-homem-da-cabeca-de-papelao-joao-do-rio-comeco-do-sec-xx/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:34:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>punkanddisorder</dc:creator>
<guid>http://culturabeat.wordpress.com/2009/11/23/o-homem-da-cabeca-de-papelao-joao-do-rio-comeco-do-sec-xx/</guid>
<description><![CDATA[Caros leitores, acabo de voltar de um teatro que foi uma adaptação desse conto. Posso dizer, com cer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Caros leitores, acabo de voltar de um teatro que foi uma adaptação desse conto. Posso dizer, com certeza, que esse teatro mudou minha vida. Como não posso disponibilizar a peça pra vocês, fiquem com esse conto e, logo abaixo, com o vídeo da interpretação de Maria Luísa Medonça, para o canal Cultura. Espero que lhes seja útil tanto como foi para mim.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<h2 style="text-align:center;">O Homem da Cabeça de Papelão<br />
João do Rio</h2>
<p>No País que chamavam de Sol, apesar de chover, às vezes, semanas inteiras, vivia um homem de nome Antenor. Não era príncipe. Nem deputado. Nem rico. Nem jornalista. Absolutamente sem importância social.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O País do Sol, como em geral todos os países lendários, era o mais comum, o menos surpreendente em idéias e práticas. Os habitantes afluíam todos para a capital, composta de praças, ruas, jardins e avenidas, e tomavam todos os lugares e todas as possibilidades da vida dos que, por desventura, eram da capital. De modo que estes eram mendigos e parasitas, únicos meios de vida sem concorrência, isso mesmo com muitas restrições quanto ao parasitismo. Os prédios da capital, no centro elevavam aos ares alguns andares e a fortuna dos proprietários, nos subúrbios não passavam de um andar sem que por isso não enriquecessem os proprietários também. Havia milhares de automóveis à disparada pelas artérias matando gente para matar o tempo, cabarets fatigados, jornais, tramways, partidos nacionalistas, ausência de conservadores, a Bolsa, o Governo, a Moda, e um aborrecimento integral. Enfim tudo quanto a cidade de fantasia pode almejar para ser igual a uma grande cidade com pretensões da América. E o povo que a habitava julgava-se, além de inteligente, possuidor de imenso bom senso. Bom senso! Se não fosse a capital do País do Sol, a cidade seria a capital do Bom Senso!</p>
<p>Precisamente por isso, Antenor, apesar de não ter importância alguma, era exceção mal vista. Esse rapaz, filho de boa família (tão boa que até tinha sentimentos), agira sempre em desacordo com a norma dos seus concidadãos.</p>
<p>Desde menino, a sua respeitável progenitora descobriu-lhe um defeito horrível: Antenor só dizia a verdade. Não a sua verdade, a verdade útil, mas a verdade verdadeira. Alarmada, a digna senhora pensou em tomar providências. Foi-lhe impossível. Antenor era diverso no modo de comer, na maneira de vestir, no jeito de andar, na expressão com que se dirigia aos outros. Enquanto usara calções, os amigos da família consideravam-no um <em>enfant terrible</em>, porque no País do Sol todos falavam francês com convicção, mesmo falando mal. Rapaz, entretanto, Antenor tornou-se alarmante. Entre outras coisas, Antenor pensava livremente por conta própria. Assim, a família via chegar Antenor como a própria revolução; os mestres indignavam-se porque ele aprendia ao contrario do que ensinavam; os amigos odiavam-no; os transeuntes, vendo-o passar, sorriam.</p>
<p>Uma só coisa descobriu a mãe de Antenor para não ser forçada a mandá-lo embora: Antenor nada do que fazia, fazia por mal. Ao contrário. Era escandalosamente, incompreensivelmente bom. Aliás, só para ela, para os olhos maternos. Porque quando Antenor resolveu arranjar trabalho para os mendigos e corria à bengala os parasitas na rua, ficou provado que Antenor era apenas doido furioso. Não só para as vítimas da sua bondade como para a esclarecida inteligência dos delegados de polícia a quem teve de explicar a sua caridade.</p>
<p>Com o fim de convencer Antenor de que devia seguir os tramitas legais de um jovem solar, isto é: ser bacharel e depois empregado público nacionalista, deixando à atividade da canalha estrangeira o resto, os interesses congregados da família em nome dos princípios organizaram vários <em>meetings</em> como aqueles que se fazem na inexistente democracia americana para provar que a chave abre portas e a faca serve para cortar o que é nosso para nós e o que é dos outros também para nós. Antenor, diante da evidência, negou-se.</p>
<p>— Ouça! bradava o tio. Bacharel é o princípio de tudo. Não estude. Pouco importa! Mas seja bacharel! Bacharel você tem tudo nas mãos. Ao lado de um político-chefe, sabendo lisonjear, é a ascensão: deputado, ministro.</p>
<p>— Mas não quero ser nada disso.</p>
<p>— Então quer ser vagabundo?</p>
<p>— Quero trabalhar.</p>
<p>— Vem dar na mesma coisa. Vagabundo é um sujeito a quem faltam três coisas: dinheiro, prestígio e posição. Desde que você não as tem, mesmo trabalhando — é vagabundo.</p>
<p>— Eu não acho.</p>
<p>— É pior. É um tipo sem bom senso. É bolchevique. Depois, trabalhar para os outros é uma ilusão. Você está inteiramente doido.</p>
<p>Antenor foi trabalhar, entretanto. E teve uma grande dificuldade para trabalhar. Pode-se dizer que a originalidade da sua vida era trabalhar para trabalhar. Acedendo ao pedido da respeitável senhora que era mãe de Antenor, Antenor passeou a sua má cabeça por várias casas de comércio, várias empresas industriais. Ao cabo de um ano, dois meses, estava na rua. Por que mandavam embora Antenor? Ele não tinha exigências, era honesto como a água, trabalhador, sincero, verdadeiro, cheio de idéias. Até alegre — qualidade raríssima no país onde o sol, a cerveja e a inveja faziam batalhões de biliosos tristes. Mas companheiros e patrões prevenidos, se a princípio declinavam hostilidades, dentro em pouco não o aturavam. Quando um companheiro não atura o outro, intriga-o. Quando um patrão não atura o empregado, despede-o. É a norma do País do Sol. Com Antenor depois de despedido, companheiros e patrões ainda por cima tomavam-lhe birra. Por que? É tão difícil saber a verdadeira razão por que um homem não suporta outro homem!</p>
<p>Um dos seus ex-companheiros explicou certa vez:</p>
<p>— É doido. Tem a mania de fazer mais que os outros. Estraga a norma do serviço e acaba não sendo tolerado. Mau companheiro. E depois com ares…</p>
<p>O patrão do último estabelecimento de que saíra o rapaz respondeu à mãe de Antenor:</p>
<p>— A perigosa mania de seu filho é por em prática idéias que julga próprias.</p>
<p>— Prejudicou-lhe, Sr. Praxedes?</p>
<p>Não. Mas podia prejudicar. Sempre altera o bom senso. Depois, mesmo que seu filho fosse águia, quem manda na minha casa sou eu.</p>
<p>No País do Sol o comércio é uma maçonaria. Antenor, com fama de perigoso, insuportável, desobediente, não pôde em breve obter emprego algum. Os patrões que mais tinham lucrado com as suas idéias eram os que mais falavam. Os companheiros que mais o haviam aproveitado tinham-lhe raiva. E se Antenor sentia a triste experiência do erro econômico no trabalho sem a norma, a praxe, no convívio social compreendia o desastre da verdade. Não o toleravam. Era-lhe impossível ter amigos, por muito tempo, porque esses só o eram enquanto não o tinham explorado.</p>
<p>Antenor ria. Antenor tinha saúde. Todas aquelas desditas eram para ele brincadeira. Estava convencido de estar com a razão, de vencer. Mas, a razão sua, sem interesse chocava-se à razão dos outros ou com interesses ou presa à sugestão dos alheios. Ele via os erros, as hipocrisias, as vaidades, e dizia o que via. Ele ia fazer o bem, mas mostrava o que ia fazer. Como tolerar tal miserável? Antenor tentou tudo, juvenilmente, na cidade. A digníssima sua progenitora desculpava-o ainda.</p>
<p>— É doido, mas bom.</p>
<p>Os parentes, porém, não o cumprimentavam mais. Antenor exercera o comércio, a indústria, o professorado, o proletariado. Ensinara geografia num colégio, de onde foi expulso pelo diretor; estivera numa fábrica de tecidos, forçado a retirar-se pelos operários e pelos patrões; oscilara entre revisor de jornal e condutor de bonde. Em todas as profissões vira os círculos estreitos das classes, a defesa hostil dos outros homens, o ódio com que o repeliam, porque ele pensava, sentia, dizia outra coisa diversa.</p>
<p>— Mas, Deus, eu sou honesto, bom, inteligente, incapaz de fazer mal…</p>
<p>— É da tua má cabeça, meu filho.</p>
<p>— Qual?</p>
<p>— A tua cabeça não regula.</p>
<p>— Quem sabe?</p>
<p>Antenor começava a pensar na sua má cabeça, quando o seu coração apaixonou-se. Era uma rapariga chamada Maria Antônia, filha da nova lavadeira de sua mãe. Antenor achava perfeitamente justo casar com a Maria Antônia. Todos viram nisso mais uma prova do desarranjo cerebral de Antenor. Apenas, com pasmo geral, a resposta de Maria Antônia foi condicional.</p>
<p>— Só caso se o senhor tomar juízo.</p>
<p>— Mas que chama você juízo?</p>
<p>— Ser como os mais.</p>
<p>— Então você gosta de mim?</p>
<p>— E por isso é que só caso depois.</p>
<p>Como tomar juízo? Como regular a cabeça? O amor leva aos maiores desatinos. Antenor pensava em arranjar a má cabeça, estava convencido.</p>
<p>Nessas disposições, Antenor caminhava por uma rua no centro da cidade, quando os seus olhos descobriram a tabuleta de uma “relojoaria e outros maquinismos delicados de precisão”. Achou graça e entrou. Um cavalheiro grave veio servi-lo.</p>
<p>— Traz algum relógio?</p>
<p>— Trago a minha cabeça.</p>
<p>— Ah! Desarranjada?</p>
<p>— Dizem-no, pelo menos.</p>
<p>— Em todo o caso, há tempo?</p>
<p>— Desde que nasci.</p>
<p>— Talvez imprevisão na montagem das peças. Não lhe posso dizer nada sem observação de trinta dias e a desmontagem geral. As cabeças como os relógios para regular bem…</p>
<p>Antenor atalhou:</p>
<p>— E o senhor fica com a minha cabeça?</p>
<p>— Se a deixar.</p>
<p>— Pois aqui a tem. Conserte-a. O diabo é que eu não posso andar sem cabeça…</p>
<p>— Claro. Mas, enquanto a arranjo, empresto-lhe uma de papelão.</p>
<p>— Regula?</p>
<p>— É de papelão! explicou o honesto negociante. Antenor recebeu o número de sua cabeça, enfiou a de papelão, e saiu para a rua.</p>
<p>Dois meses depois, Antenor tinha uma porção de amigos, jogava o pôquer com o Ministro da Agricultura, ganhava uma pequena fortuna vendendo feijão bichado para os exércitos aliados. A respeitável mãe de Antenor via-o mentir, fazer mal, trapacear e ostentar tudo o que não era. Os parentes, porém, estimavam-no, e os companheiros tinham garbo em recordar o tempo em que Antenor era maluco.</p>
<p>Antenor não pensava. Antenor agia como os outros. Queria ganhar. Explorava, adulava, falsificava. Maria Antônia tremia de contentamento vendo Antenor com juízo. Mas Antenor, logicamente, desprezou-a propondo um concubinato que o não desmoralizasse a ele. Outras Marias ricas, de posição, eram de opinião da primeira Maria. Ele só tinha de escolher. No centro operário a sua fama crescia, querido dos patrões burgueses e dos operários irmãos dos spartakistas da Alemanha. Foi eleito deputado por todos e, especialmente, pelo presidente da República — a quem atacou logo, pois para a futura eleição o presidente seria outro. A sua ascensão só podia ser comparada à dos balões. Antenor esquecia o passado, amava a sua terra. Era o modelo da felicidade. Regulava admiravelmente.</p>
<p>Passaram-se assim anos. Todos os chefes políticos do País do Sol estavam na dificuldade de concordar no nome do novo senador, que fosse o expoente da norma, do bom senso. O nome de Antenor era cotado. Então Antenor passeava de automóvel pelas ruas centrais, para tomar pulso à opinião, quando os seus olhos deram na tabuleta do relojoeiro e lhe veio à memória.</p>
<p>— Bolas! E eu que esqueci! A minha cabeça está ali há tempo… Que acharia o relojoeiro? É capaz de tê-la vendido para o interior. Não posso ficar toda vida com uma cabeça de papelão!</p>
<p>Saltou. Entrou na casa do negociante. Era o mesmo que o servira.</p>
<p>— Há tempos deixei aqui uma cabeça.</p>
<p>— Não precisa dizer mais. Espero-o ansioso e admirado da sua ausência, desde que ia desmontar a sua cabeça.</p>
<p>— Ah! fez Antenor.</p>
<p>— Tem-se dado bem com a de papelão? — Assim…</p>
<p>— As cabeças de papelão não são más de todo. Fabricações por séries. Vendem-se muito.</p>
<p>— Mas a minha cabeça?</p>
<p>— Vou buscá-la.</p>
<p>Foi ao interior e trouxe um embrulho com respeitoso cuidado.</p>
<p>— Consertou-a?</p>
<p>— Não.</p>
<p>— Então, desarranjo grande?</p>
<p>O homem recuou.</p>
<p>— Senhor, na minha longa vida profissional jamais encontrei um aparelho igual, como perfeição, como acabamento, como precisão. Nenhuma cabeça regulará no mundo melhor do que a sua. É a placa sensível do tempo, das idéias, é o equilíbrio de todas as vibrações. O senhor não tem uma cabeça qualquer. Tem uma cabeça de exposição, uma cabeça de gênio, <em>hors-concours</em>.</p>
<p>Antenor ia entregar a cabeça de papelão. Mas conteve-se.</p>
<p>— Faça o obséquio de embrulhá-la.</p>
<p>— Não a coloca?</p>
<p>— Não.</p>
<p>— V.EX. faz bem. Quem possui uma cabeça assim não a usa todos os dias. Fatalmente dá na vista.</p>
<p>Mas Antenor era prudente, respeitador da harmonia social.</p>
<p>— Diga-me cá. Mesmo parada em casa, sem corda, numa redoma, talvez prejudique.</p>
<p>— Qual! V.EX. terá a primeira cabeça.</p>
<p>Antenor ficou seco.</p>
<p>— Pode ser que V., profissionalmente, tenha razão. Mas, para mim, a verdade é a dos outros, que sempre a julgaram desarranjada e não regulando bem. Cabeças e relógios querem-se conforme o clima e a moral de cada terra. Fique V. com ela. Eu continuo com a de papelão.</p>
<p>E, em vez de viver no País do Sol um rapaz chamado Antenor, que não conseguia ser nada tendo a cabeça mais admirável — um dos elementos mais ilustres do País do Sol foi Antenor, que conseguiu tudo com uma cabeça de papelão.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qQCJ6E_1EIw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qQCJ6E_1EIw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/AwG3yiVSLYM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/AwG3yiVSLYM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Créditos : http://www.almacarioca.net/o-homem-da-cabeca-de-papelao-joao-do-rio/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os transtornos dela.]]></title>
<link>http://anomade.wordpress.com/2009/11/23/os-transtornos-dela/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:25:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Izabel</dc:creator>
<guid>http://anomade.wordpress.com/2009/11/23/os-transtornos-dela/</guid>
<description><![CDATA[Quanto tempo jogado&#8230; quantas letras perdidas. Já não há mais esperança De começar uma nova vid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quanto tempo jogado&#8230; quantas letras perdidas.</p>
<p>Já não há mais esperança</p>
<p>De começar uma nova vida.</p>
<p>Antes a alegria&#8230; a possibilidade de ter amigos&#8230; e preservar este amigos&#8230;</p>
<p>Os amigos se vão&#8230;</p>
<p>Não a suportam mais.</p>
<p>Ela não chora&#8230; no fundo sabe que é assim&#8230;</p>
<p>Seu jeito de ser, sua maneira de agir, só compreende quem perto dela está.</p>
<p>A única coisa que ela lamenta é o fato de não ter conseguido aos amigos conquistar.</p>
<p>Seus sonhos acabaram&#8230;</p>
<p>Nunca teve o direito de sonhar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Compartilhar ]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/24/compartilhar/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
<guid>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/24/compartilhar/</guid>
<description><![CDATA[Expor sentimentos não deveria ser tão difícil. O receio de que esse sofrimento, tão descarado e sinc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Expor sentimentos não deveria ser tão difícil. O receio de que esse sofrimento, tão descarado e sincero, pudesse maltratar as pessoas que estão a nossa volta fez com que hesitássemos algumas vezes em divulgar o blog. Demorou um pouco, é verdade, mas foi bom dar tempo ao tempo. </p>
<p>Não observo a tristeza com preconceito, pelo contrário, acho que saber conviver com esse peso e ainda conseguir sorrir é uma grande conquista. E é assim que vejo esse espaço, uma página que guarda recordações das muitas lágrimas que já caíram, mas aonde cabem muitos sorrisos &#8211; às vezes misturados a um choro de alívio para lavar a alma.  Estamos trilhando nosso caminho, com a Carol no coração, graças a muitos amigos e familiares queridos que nos dão a cada dia um novo motivo para seguir em frente. Os comentários de apoio recebidos nesta segunda-feira, em especial, fizeram com que a vida ganhasse mais cor. É muito bom poder compartilhar nossas reflexões com vocês. Obrigada!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</guid>
<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Imparare ad amare]]></title>
<link>http://canneorifamily.wordpress.com/2009/11/22/imparare-ad-amare/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 14:42:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiziano</dc:creator>
<guid>http://canneorifamily.wordpress.com/2009/11/22/imparare-ad-amare/</guid>
<description><![CDATA[Altro post ripescato da &#8220;altrove&#8221;&#8230; Che titolone, vero?  Questo w.e., complice un v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Altro post ripescato da &#8220;altrove&#8221;&#8230;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Che titolone, vero? </p>
<p style="text-align:justify;">Questo w.e., complice un viaggetto in macchina con la family e una nuova amica, ho avuto modo di riflettere su questo grande argomento.</p>
<p style="text-align:justify;">Si può imparare ad amare? Ma soprattutto, visto che siamo genitori, si può &#8220;<em>insegnare</em>&#8221; ai propri figli cos&#8217;è l&#8217;amore e come lo si coltiva? La risposta è&#8230;&#8230;. forse!</p>
<p style="text-align:justify;">Penso che per insegnare qualcosa a qualcuno, per quanto a dei bambini, è necessario &#8220;<em>conoscere</em>&#8221; bene (o almeno sufficientemente bene) ciò di cui si parla e nel caso specifico risulterebbe necessario sapere cos&#8217;è l&#8217;A M O R E e non è poi così scontato come sembra, anzi. Poi c&#8217;è da trovare il linguaggio &#8220;<em>giusto</em>&#8220;, visto che si tratta di un sentimento, del SENTIMENTO per eccellenza, di un qualcosa di astratto e anche in questo caso le difficoltà non sono poche.</p>
<p style="text-align:justify;">Educhiamo i figli, nella maggior parte dei casi, come siamo stati educati, cercando, se siamo degli adulti abbastanza maturi e consapevoli, di smussare alcuni angoli e di introdurre quelle novità tipiche del tempo in cui viviamo. Se riconosco in me come fondamentali certi &#8220;<em>pilastri</em>&#8221; che mio padre e mia madre hanno eretto a fatica sarò portato ad edificarli anche nei miei figli, ma le tecniche costruttive potranno essere diverse da quelle che si usavano 30 anni fa.</p>
<p style="text-align:justify;">L&#8217;amore che mi è stato insegnato era più o meno questo: poca passione (<em>almeno apparente</em>), poca confusione (<em>ovvero io sono tua e tu sei mio da qui all&#8217;eternità e non ci sono dubbi</em>) e poco astrattismo (<em>ovvero ora stiamo insieme concentriamoci su altro</em>). Complice l&#8217;epoca e la loro condizione sociale di nascita i miei genitori mi hanno trasmesso che l&#8217;amore è fatto essenzialmente di una forte, fortissima comunione di intenti, di rispetto reciproco e di poche smancerie. La mia è stata ed è tutt&#8217;ora una famiglia felice, unita anche se da quando ne ho messa su una tutta mia non le ho risparmiato forti critiche.</p>
<p style="text-align:justify;">Forse ho accusato questo eccesso di &#8220;<em>concretezza</em>&#8221; e forse per questo io ho sviluppato un concetto d&#8217;amore molto più &#8220;<em>romantico</em>&#8221; e meno razionale. Viva i colpi di fulmine, viva gli eccessi, i pianti e le follie, viva la voglia di camminare su un filo in precario equilibrio piuttosto che su una larga e piatta strada. Questa è, a grandi linee, la mia &#8220;<em>visione</em>&#8221; dell&#8217;amore. Una visione che però ha tante, tantissime complicazioni rispetto a quella tramandatami.</p>
<p style="text-align:justify;">L&#8217;amore può fare anche molto, molto male tanto più se nelle sue acque ci gettiamo senza precauzioni. Le montagne russe ci fanno ridere e impaurire e non si può a priori stabilire quanto in alto vogliamo andare.</p>
<p style="text-align:justify;">Parlando con quest&#8217;amica, attenta ascoltatrice, ho detto questo: io vorrei che i miei figli non perdessero mai la capacità di emozionarsi, nemmeno da adulti, da adultissimi; vorrei che fossero in grado, in ogni stagione della loro vita, di trovare qualcosa che li faccia felici, qualcosa che dia a questo viaggio un senso. Che abbiano un/a solo/a compagna/o o cento non è un problema. Non c&#8217;è una sola via. Quello che vorrei insegnarli (<em>se a mia volta riuscissi a capire come si fa!</em>) è l&#8217;equilibrio tra due abilità: la capacità di affrontare la vita con i piedi ben piantati per terra e la capacità di lasciarsi andare quando se ne sente il bisogno, senza remore.</p>
<p style="text-align:justify;">L&#8217;amore è ovunque ed è il motore di tutto, senza di esso ogni gesto rimane fine a se stesso e privo di significato, ogni cosa si ricopre come di una patina grigia che ne nasconde l&#8217;essenza. Oggi lo scrivo qui&#8230; chissà se sarò capace di spiegarlo un giorno al Principino e alla Peste Peppina&#8230; chissà quante e quali domande quel giorno e mille altri mi rivolgeranno sull&#8217;argomento&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Numa Noite de Sábado...]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 08:22:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/</guid>
<description><![CDATA[Depois de um delicioso almoço no restaurante indiano, na super companhia do querido padrinho de form]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-3100" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/winnie_the_pooh_1024/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3100" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/winnie_the_pooh_1024.jpg?w=350" alt="" width="350" height="261" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Depois de um delicioso almoço no restaurante indiano, na super companhia do querido padrinho de formatura, nada como terminar a semana numa simples reunião em casa. Comer esfihas, conversar bastante, dar muita risada, compartilhar segredos e sonhos, tomar vinho frizante, assistir <em>Como Se Fosse a Primeira Vez </em>e curtir uma companhia muito querida e especial é sempre bom! Programação típica de menininha, mas algo bem singelo e bom. Com certeza, uma excelente pedida depois de uma semana relativamente cheia.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La fine dopo]]></title>
<link>http://emmedigi.wordpress.com/2009/11/22/la-fine-dopo/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 03:57:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mario</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lo aveva amato con talmente tanto convincimento e violenza che aveva provato rimorso ogni qualvolta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Lo aveva amato con talmente tanto convincimento e violenza che aveva provato rimorso ogni qualvolta ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sentimenti e Interessi]]></title>
<link>http://afovidius.wordpress.com/2009/11/21/sentimenti-e-interessi/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 15:54:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>afovidius</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gli uomini mutano sentimenti e comportamenti con la stessa rapidità con cui si modificano i loro int]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Gli uomini mutano sentimenti e comportamenti con la stessa rapidità con cui si modificano i loro interessi.</strong></p>
<p>(Arthur Schopenhauer)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lesbian]]></title>
<link>http://felizberto.wordpress.com/2009/11/21/cercasi-lesbica/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:53:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>felizberto</dc:creator>
<guid>http://felizberto.wordpress.com/2009/11/21/cercasi-lesbica/</guid>
<description><![CDATA[Salve a tutte, sono alla ricerca di donne che abbiano voglia di fare due chiacchiere sul tema del le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Salve a tutte,<br />
sono alla ricerca di donne che abbiano voglia di fare due chiacchiere sul tema del lesbismo.<br />
Sto facendo una ricerca per la stesura di un romanzo e fondamentalmente il mio interesse è incentrato sulla parte sentimentale, sulle relazioni interpersonali e sul lato intimo.<br />
Il mio è uno studio nel quale poter approfondire meglio aspetti a me sconosciuti in quanto uomo. La donna, quindi, ed il suo rapporto con l&#8217;altra donna.<br />
Spero in un dialogo sincero, riservato, anonimo e non volgare.</p>
<p>Grazie per l&#8217;attenzione e l&#8217;eventuale contatto!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Olá a todas,<br />
estou à procura de mulheres que querem ter uma conversa sobre o tema do lesbianismo.<br />
Estou fazendo pesquisa para a escrita de um romance e, basicamente, o meu interesse está focado no lado sentimental,  nas relações interpessoais e da intimidade.<br />
O meu é um estudo no qual quero investigar aspectos desconhecidos para mim, sendo eu homem. Queria então saber da mulher e do seu relacionamento com outra mulher.<br />
Espero por um diálogo sincero, confidencial, anónimo e não vulgar.</p>
<p>Obrigado pela atenção e, espero, para qualquer contato!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Hello everyone,<br />
I&#8217;m looking for women who want to have a chat on the topic of lesbianism.<br />
I&#8217;m doing research for the writing of a novel and basically my interest is focused on the sentimental side, on interpersonal relationships and intimacy.<br />
Mine is a study in which I want to investigate aspects unknown to me as a man. Women, then, and his relationship with another woman.<br />
I hope for a sincere dialogue, confidential, anonymous and not vulgar.</p>
<p>Thank you for your attention and for any contact!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Bonjour à tous,<br />
Je cherche des femmes qui veulent avoir une conversation sur le thème du lesbianisme.<br />
Je fais une recherche pour l&#8217;écriture d&#8217;un roman et mon intérêt est essentiellement porté sur l&#8217;aspect sentimental, sur les relations interpersonnelles et l&#8217;intimité.<br />
La mienne est une étude dans laquelle je veux étudier des aspects inconnus de moi comme un homme. Les femmes, donc, et sa relation avec une autre femme.<br />
Je souhaite un dialogue sincère, confidentiel, anonyme et pas vulgaire.</p>
<p>Je vous remercie de votre attention et de tout contact!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Hola a todos,<br />
Estoy buscando a las mujeres que quieren tener una charla sobre el tema del lesbianismo.<br />
Estoy haciendo la investigación para la escritura de una novela y, básicamente, mi interés se centra en el lado sentimental, en las relaciones interpersonales y la intimidad.<br />
El mío es un estudio en el que quiero investigar aspectos desconocidos para mí como un hombre. Las mujeres, entonces, y su relación con otra mujer.<br />
Espero que un diálogo sincero, confidencial, anónima y no vulgar.</p>
<p>Gracias por su atención y para cualquier contacto!</p>
</div>]]></content:encoded>
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