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	<title>servidor-local &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/servidor-local/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "servidor-local"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 06:55:27 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[XAMPP - Servidor local]]></title>
<link>http://kokydm.wordpress.com/2009/09/11/xampp-servidor-local/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 16:47:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>kokydm</dc:creator>
<guid>http://kokydm.wordpress.com/2009/09/11/xampp-servidor-local/</guid>
<description><![CDATA[Xampp XAMPP es un servidor independiente de plataforma, software libre, que consiste principalmente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Xampp XAMPP es un servidor independiente de plataforma, software libre, que consiste principalmente ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como fazer conexão entre dreamweaver e localhost]]></title>
<link>http://videoaulasmania.wordpress.com/2009/07/04/como-fazer-conexao-entre-dreamweaver-e-localhost/</link>
<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 19:21:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>vamfree</dc:creator>
<guid>http://videoaulasmania.wordpress.com/2009/07/04/como-fazer-conexao-entre-dreamweaver-e-localhost/</guid>
<description><![CDATA[Olá galera, estamos de volta com mais essa vídeo aula. Nessa iremos aprender como fazer uma conexão ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://videolog.uol.com.br/video.php?id=455199"><img class="aligncenter size-full wp-image-25" title="dreamweaver_logo" src="http://videoaulasmania.wordpress.com/files/2009/06/dreamweaver_logo2.jpg" alt="dreamweaver_logo" width="156" height="160" /></a></p>
<p>Olá galera, estamos de volta com mais essa vídeo aula. Nessa iremos aprender como fazer uma conexão do dreamweaver com o seu localhost. Iremos também aprender como fazer uma conexão do dreamweaver com um banco de dados.</p>
<h3>::: Conteúdo</h3>
<p>Nessa vídeo aula os tópicos abordados foram:</p>
<ul>
<li> Como criar um site no dreamweaver;</li>
<li>Como criar um banco de dados;</li>
<li>Como cirar uma conexão do dreamweaver com o seu servidor local;</li>
<li>Como criar uma conexão entre o dreamweaver e um banco de dados.</li>
</ul>
<h3>::: Para assistir</h3>
<p>Para assistir cliquem na imagem do começo do post ou então cliquem <a href="http://videolog.uol.com.br/video.php?id=455199">aqui.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como instalar o Wamp Server]]></title>
<link>http://videoaulasmania.wordpress.com/2009/07/02/como-instalar-o-wamp-server/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 03:49:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>vamfree</dc:creator>
<guid>http://videoaulasmania.wordpress.com/2009/07/02/como-instalar-o-wamp-server/</guid>
<description><![CDATA[Olá pessoal, estamos mais uma vez invadindo aqui o nosso espaço para dizer que há mais uma vídeo aul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.videolog.tv/video?454527"><img class="aligncenter size-full wp-image-43" title="wamp logo" src="http://videoaulasmania.wordpress.com/files/2009/07/video-ciwp.jpg" alt="wamp logo" width="198" height="158" /></a></p>
<p>Olá pessoal, estamos mais uma vez invadindo aqui o nosso espaço para dizer que há mais uma vídeo aula no ar. Como prometido na aula de dreamweaver passada, nós iremos ensinar <strong>como instalar o Wamp Server</strong>. Para quem não sabe ainda o que é o Wamp Server, pode saber mais clicando  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/WampServer">aqui</a>.</p>
<h3>::: Conteúdo</h3>
<p>Nessa vídeo aula nós abordamos os seguintes tópicos:</p>
<ul>
<li>Como fazer o download do Wamp Server;</li>
<li>Como instalar o Wamp Server;</li>
<li>Para que serve o Wamp Server;</li>
<li>Como rodar o Wamp Server na sua máquina.</li>
</ul>
<h3>::: Para assistir</h3>
<p>Para assistir a vídeo aula clique na imagem do começo do post ou clique <a href="http://www.videolog.tv/video?454527">aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Configurando Servidor Local Apache]]></title>
<link>http://bendet29.wordpress.com/2009/06/23/configurando-servidor-local-apache/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 11:14:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>bendet29</dc:creator>
<guid>http://bendet29.wordpress.com/2009/06/23/configurando-servidor-local-apache/</guid>
<description><![CDATA[Olá pessoal tudo bem com vocês? Estes últimos dias me deparei com um probleminha com um programa de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá pessoal tudo bem com vocês?</p>
<p>Estes últimos dias me deparei com um probleminha com um programa de servidor local e depois de solucionado o problema vou postar a dica que meu professor Denis Zaniro me passou.</p>
<p>Trabalho como Designer Web e a cada dia vamos conhecendo novos programas e novos componentes para se trabalhar, neste final de semana passei a usar o programa Xampp para estar podendo trabalhar com sites PHP localmente.</p>
<p><strong>A dica é a seguinte:</strong></p>
<p>Quando instalamos o Xampp ele instala o Servidor Apache, o MySql e também o FileZilla só que na instalação ao final dela se não se prestar a atenção parece que o programa foi instalado corretamente, mais na verdade ele deu uma falha que quase não se percebe e só se da conta depois que se tenta fazer subir o Apache.</p>
<p>No finalzinho da instalação o sistema de instalação vai conferindo as portas para o Apache MySql e FileZilla, então vai dando as mensagens de Success ou Failed.</p>
<p>O Apache por default utiliza as portas 80 e 443 para poder trabalhar, se elas já estão em uso ou bloqueadas pelo Firewall a instalação nos apresenta o seguinte erro:</p>
<p>Ports 80 or 443(SSL) already in use! Installing apache 2.2 service failed.</p>
<p>Para poder resolver este probleminha ser perder muito tempo como eu perdi é só seguir os seguintes passos.</p>
<p>C:\Xampp\apache\conf</p>
<p>Neste diretório existe o arquivo httpd.conf, e editar 2 linhas de comando, para isso você pode usar qualquer editor de HTML ou o próprio bloco de notas.</p>
<p><em><strong>Nas Linhas:</strong></em></p>
<p><span style="color:#ff0000;">#Listen 12.34.56.78:80</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Listen 80</span></p>
<p><em><strong>Você devera mudar para:</strong></em></p>
<p><span style="color:#ff0000;">#Listen 12.34.56.78:8080</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Listen 8080</span></p>
<p>Prontinho, é só salvar e reiniciar o sistema, seu Apache vai montar sem dar falha e você poderá trabalhar sem perder tempo.</p>
<p>Obs.  Antes para acessar o servidor tínhamos que colocar <a href="http://localhost/">http://localhost/</a> agora teremos que entrar da seguinte forma, <a href="http://localhost:8080/">HTTP://localhost:8080</a></p>
<p>Então é isso galera espero poder ajudar a quem tiver problema com a configuração do Apache usando o Xampp.</p>
<p>Grande Abraço a todos</p>
<p><em><strong>BENDET</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como instalar WordPress en tu computadora para tener una copia de prueba de tu blog]]></title>
<link>http://comohackear.wordpress.com/2009/06/11/como-instalar-wordpress-en-tu-computadora-para-tener-una-copia-de-prueba-de-tu-blog/</link>
<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 20:49:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Patricia</dc:creator>
<guid>http://comohackear.wordpress.com/2009/06/11/como-instalar-wordpress-en-tu-computadora-para-tener-una-copia-de-prueba-de-tu-blog/</guid>
<description><![CDATA[Si alguna vez te sentiste aterrorizado por la idea de actualizar la versión de WordPress o subir un ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Si alguna vez te sentiste aterrorizado por la idea de actualizar la versión de WordPress o subir un ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AnalogX PHPConfig, editor gráfico del PHP.ini]]></title>
<link>http://sercastro.wordpress.com/2009/03/30/analogx-phpconfig-editor-grafico-del-phpini/</link>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 20:34:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://sercastro.wordpress.com/2009/03/30/analogx-phpconfig-editor-grafico-del-phpini/</guid>
<description><![CDATA[AnalogX PHPConfig es un editor gráfico del archivo php.ini, en el cual toda la configuración de PHP ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="1" src="http://pixelea.com/s/398480143a.gif" alt="" width="300" height="269" /></p>
<p><a href="http://www.snapfiles.com/php/download.php?id=105781&#38;a=7111971&#38;tag=287484&#38;loc=2">AnalogX PHPConfig</a> es un editor gráfico del archivo php.ini, en el cual toda la configuración de PHP tiene lugar. Te permite gastar más tiempo en la programación del código que en cambiar los valores del archivo .ini; soporta todas las funcionalidades estándar de PHP y tiene una pestaña llamada “Unknown” para manejar todos los plugins, los cuales pueden ser Zend Optimizer o MSSQL entre otros.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Instalar Wordpress en Wampserver 2.0]]></title>
<link>http://luisitob.wordpress.com/2009/03/12/instalar-wordpress-en-wampserver-20/</link>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 16:53:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis</dc:creator>
<guid>http://luisitob.wordpress.com/2009/03/12/instalar-wordpress-en-wampserver-20/</guid>
<description><![CDATA[Para instalar WordPress  en nuestro PC convirtiendolo en un servidor local mediante Wampserver nesec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Para instalar WordPress  en nuestro PC convirtiendolo en un servidor local mediante Wampserver nesec]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LTSP y Linux: solución de reutilización de los computadores en los colegios]]></title>
<link>http://lamatriz.wordpress.com/2009/02/11/ltsp-y-linux-una-solucion-reutilizacion-en-los-computadores-en-los-colegios/</link>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 21:44:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>lamatriz</dc:creator>
<guid>http://lamatriz.wordpress.com/2009/02/11/ltsp-y-linux-una-solucion-reutilizacion-en-los-computadores-en-los-colegios/</guid>
<description><![CDATA[Uno de los mayores problemas que tienen las escuelas y colegios es el tema tecnológico en sus salas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-629" title="edubuntu_escuelas" src="http://lamatriz.wordpress.com/files/2009/02/edubuntu_escuelas.jpg" alt="edubuntu_escuelas" width="367" height="101" /></p>
<p>Uno de los mayores problemas que tienen las escuelas y colegios es el tema tecnológico en sus salas de computación, y es paso del tiempo lo que más afecta ya que los PC`s en 5 años ya son casi obsoletos y en la mayoría de los países del “tercer mundo” los gobiernos, municipalidades, o la misma escuela no tienen suficiente dinero para cambiar y renovar los equipos, que en la educaión actual es fundamental la computación ya que un computador enseña de forma más didactica y divertida, además de toda la información del mundo en internet si ase ocupa bien.</p>
<p>Es por eso que una vez más el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/LTSP" target="_blank">LTSP</a> y <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Linux" target="_blank">Linux</a> tienen la “solución” mucho más económica de enfrentar este problema del envejecimiento de los equipos en los colegios y escuelas sin gastar enormes sumas de dinero en cambiar o botar estos equipos ya que no es necesario cambiarlos sino reutilizar estos equipos, me refiero a <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Edubuntu" target="_blank">Edubuntu</a> que es un sistema operativo libre que esta dedicado a la educación, que es totalmente gratuita y que lo puede conseguir en  <a href="https://shipit.edubuntu.org/" target="_blank">https://shipit.edubuntu.org/</a>que enviado por correo el o los CD`s en cualquier parte del mundo. Solamente donde hay que invertir es conseguir un PC o computador de última generación con procesador 2GHz minimo (ojalá doble nucleo) y 512MB de RAM minimo y una revisión de sus redes si estan en buen estado y ojalá un experto en redes y Linux.</p>
<p>Ahora les doy los pasos a seguir para esta solución y así contribuir no solamente a la educación de los niños sino también una oportunidad de reciclar y reutilizar estos computadores o no queden en la basura, o sea educación, tecnología y ecología tres temas esenciales del presente y futuro.</p>
<p><strong>Reciclaje de PCs viejos en colegios, oficinas,etc.: Servidor de terminales</strong></p>
<p>Un sistema servidor de terminales está formado por un grupo de ordenadores clientes (terminales tontos, clientes ligeros, thin clients…) que se conectan por red a un ordenador o PC potente que actúa como servidor. Tanto los datos de los usuarios como el software estarán emplazados en éste.</p>
<p>Las aplicaciones también se ejecutan en él, mientras que las salidas por pantalla se envían a los clientes a través de la infraestructura de red. Estos no necesitan tener CD, disquetera ni disco duro, puesto que el arranque se puede hacer desde la tarjeta de red. Este tipo de sistemas permite aprovechar ordenadores antiguos para ejecutar herramientas actualizadas sin tener que hacer un gran desembolso.</p>
<p><strong>Paso 1</strong><br />
<strong>Software y hardware</strong></p>
<p>Para montar nuestro sistema, vamos a utilizar el conjunto de aplicaciones servidores <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/LTSP" target="_blank">LTSP</a> (<a href="http://www.ltsp.org/" target="_blank">www.ltsp.org</a>). Puede instalarse en cualquier sistema Linux, pero sería necesario configurar también los servicios <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/DHCP" target="_blank">DHCP</a>, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/DNS" target="_blank">DNS</a>, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/TFTP" target="_blank">TFTP</a>, así como numerosos parámetros, lo cual nos llevaría un tiempo considerable.</p>
<p>Otra posibilidad mucho más rápida es instalar un sistema operativo que nos configure de forma automática los servicios que necesitamos. El elegido ha sido Ubuntu Alternate 8.04.1 i3 (<a href="http://cl.releases.ubuntu.com/edubuntu/intrepid/" target="_blank">descargable el imagen .ISO aquí</a>), también conocido como Edubuntu (<a href="http://www.edubuntu.org" target="_blank">www.edubuntu.org</a>), también lo puedes conseguir los CD`s sin costo a <a href="https://shipit.edubuntu.org/" target="_blank">shipt.edubuntu.com</a>.</p>
<p>Para el servidor, la configuración pasa por una CPU a 2 GHz o superior, y mejor si tiene varios núcleos, ya que podrá distribuir con más facilidad el trabajo; 512 Mbytes de RAM, a la que hay sumar 80 Mbytes (mejor que sobre) por cada terminal concurrente; dos tarjetas de red (una para administración y otra Gigabit Ethernet para dar servicio a los clientes) y, varios discos duros montados en RAID y un disco duro de 160 GB mínimo.</p>
<p>Por su parte, para los clientes (los Pcs viejos), se precisará una CPU a partir de 233 MHz (se puede emplear una inferior, pero bajará el rendimiento); 64 MB o más de memoria RAM (ocurre lo mismo que con la CPU, de hecho, siempre se pueden desinstalar cosas en el cliente que no se utilicen para aligerarlo); tarjeta de red de 100 Mbps con soporte PXE de arranque en red y tarjeta gráfica VGA de 2 Mbytes.</p>
<p>Instalamos Ubuntu en un equipo nuevo o en una partición. En la pantalla de selección del software que queremos descargar, nos situamos sobre Instalar Ubuntu, pulsando después la tecla F4. En el menú que aparece a continuación, seleccionamos Instalar un servidor LTSP y pulsamos sobre Enter. Si damos de nuevo a Enter, comenzará la instalación.</p>
<p><strong>Paso 2<br />
El arranque de los clientes</strong></p>
<p>En las pruebas, hemos arrancado nuestros terminales desde la tarjeta de red, la cual debe tener soporte <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/PXE" target="_blank">PXE</a>, <a href="http://etherboot.softonic.com/linux" target="_blank">Etherboot</a> o <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/BOOTP" target="_blank">BOOTP</a>. También es posible hacerlo desde disquete, CD, USB, BIOS, disco duro, etcétera; pero, al optar por la tarjeta no es preciso configurar nada en los clientes.</p>
<p>Si tu tarjeta no tiene soporte para arrancar desde la red, puedes descargar una imagen y guardarla en un disquete o un CD. Si no sabes cuál es el modelo de tu tarjeta, móntala en algún ordenador o carga un Linux y ejecuta las siguientes instrucciones desde un terminal: lspci &#124;grep net.</p>
<p>Ejecuta la siguiente instrucción seguida de los números que aparecen a la izquierda. En nuestro ejemplo, 02:00.0: lspci –n –s 02:00.0. Apunta aquellos que están separados por dos puntos y no se corresponden a los que introdujimos anteriormente, en nuestro caso serían 1022:2000.</p>
<p>Entra en www.rom-o-matic.net y pulsa en el enlace de la versión gPXE para entornos de producción. Para averiguar el modelo de la tarjeta, pulsa sobre el enlace NICs are documented here. Busca los números que corresponden a la tuya (en la nuestra, 1022:2000; el primer número es el controlador y el segundo, el modelo).</p>
<p>Anota el nombre que tienes a la izquierda (en nuestro caso, pci_1022_2000). Selecciona éste en el desplegable de modelos y el tipo de imagen que quieres descargar (en función de si es para CD, disquete, etc.). En el botón Configure, puedes determinar algunos parámetros que tendrá la ROM que vas a descargar.</p>
<p>Pulsa sobre el botón Get ROM. Ahora, abre un terminal y ve al directorio en el cual has descargado el archivo, ejecuta: dd if=nombre_se gún_la_tarjeta.zdsk of=/dev/fd0 (En las pruebas dd if= gpxe-0.9.3-pcnet3.zdsk of=/dev/fd0)</p>
<p>Hay más información sobre cómo arrancar desde distintos dispositivos en <a href="www.etherboot.org/wiki/usermanual?s[]=boot" target="_blank">www.etherboot.org/wiki/usermanual?s[]=boot</a> (parámetros y manual) y <a href="http://etherboot.org/wiki/howtos" target="_blank">http://etherboot.org/wiki/howtos</a> (instalar etherboot).</p>
<p><strong>Paso 3<br />
Software en el cliente</strong></p>
<p>El siguiente paso es encender el terminal. En unos segundos, comenzará a cargar el software del cliente. Si arranca en modo texto, no te preocupes, sólo habrá que regenerar el software para el cliente. Abre un terminal en el servidor y ejecuta la instrucción: sudo ltsp-update-image.</p>
<p>Una vez terminado, reinicia el cliente y ya entrarás en modo gráfico. Aparecerá una ventana de log-in similar a la de Ubuntu, que validará la contraseña contra el servidor. Para instalar cualquier herramienta en el software de los clientes, ejecuta: sudo chroot /opt/ltsp/i386 apt-get install HERRAMIENTA_QUE_QUEREMOS_INSTALAR exit</p>
<p><strong>Paso 4<br />
Control desde el servidor</strong></p>
<p>Para controlar a los clientes, debemos instalar la herramienta Thin Client Manager. Abre un terminal en el servidor y ejecuta la instrucción sudo apt-get install thin-client-manager-gnome. Puedes arrancar Thin Client de dos formas: abriendo un terminal en el servidor y ejecutando la instrucción sudo student-control-panel; o desde Sistema/Administración/Thin Client Manager.</p>
<p>Para visualizar las pantallas de los clientes en Thin Client Manager, hay que instalar x11vnc en los clientes. Copia la lista de repositorios del sistema al entorno del software cliente: sudo cp /etc/apt/sources.list/opt/ltsp/i386/etc/apt/sources.list</p>
<p>Entra en el entorno del cliente ltsp dentro del servidor con sudo chroot /opt/ltsp/i386. A continuación, actualiza los repositorios que utiliza el entorno ltsp para apt-get (apt-get update) e instala x11vnc (apt-get install x11vnc). Para añadir x11vnc al arranque del sistema, abre el archivo rc.local (puedes utilizar otra herramienta, en lugar de vi, para editarlo, pero asegúrate de que el archivo que modificas sea el que está dentro de /opt/ltsp/i386/etc): vi /etc/rc.local</p>
<p>Añade la siguiente línea antes de la línea que pone exit 0: x11vnc –display :6 –forever –loop –shared &#38;. Asegúrate de que se ejecuta rc.local: cd /etc/rc2.d mv K99rc.local S99rc.local</p>
<p>Sal del entorno chroot con exit y actualiza la imagen ltsp (sudo ltsp-update-image). Resetea los clientes y puedes comprobar que se visualizan en el servidor. En algunas ocasiones, es necesario arrancar Thin Client Manager antes que los clientes para que funcione la visualización. Pulsa el botón Refrescar para actualizar las pantallas. En la página https://wiki.edubuntu.org/InstallX11VncOnLtspClients tienes más información para ejecutar x11vnc en clientes.</p>
<p><strong>Paso 5<br />
Opciones de Thin Client manager</strong></p>
<p>Desde Thin Client puedes realizar las siguientes acciones: ejecutar un programa en el cliente, desconectar un cliente, enviar un mensaje, bloquear y desbloquear la pantalla de un cliente, compartir nuestro escritorio, ver y finalizar los procesos de un usuario, ver y agrupar a los usuarios y editar las restricciones de los usuarios (pulsa el botón derecho del ratón y selecciona la opción Lockdown).</p>
<p>En la web <a href="http://doc.ubuntu.com/edubuntu/edubuntu/handbook/C/" target="_blank">http://doc.ubuntu.com/edubuntu/edubuntu/handbook/C/</a> encontrarás información sobre LTSP, Ubuntu, clientes ligeros, etc.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VS.Php: Programar PHP en Visual Studio]]></title>
<link>http://sercastro.wordpress.com/2009/01/19/vsphp-programar-php-en-visual-studio/</link>
<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 14:13:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://sercastro.wordpress.com/2009/01/19/vsphp-programar-php-en-visual-studio/</guid>
<description><![CDATA[VS.Php for Visual Studio.Net es una herramienta que le permite al usuario la creación de aplicacione]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-full wp-image-2931 alignleft" title="box_2008_phpjpg" src="http://sercastro.wordpress.com/files/2009/01/box_2008_phpjpg.png" alt="box_2008_phpjpg" width="169" height="182" /></p>
<p><a href="http://www.jcxsoftware.com/vs.php" target="_blank"><strong>VS.Php for Visual Studio.Net</strong></a> es una herramienta que le permite al usuario la creación de aplicaciones php dentro de Microsoft Visual Studio, aprovechando el lenguaje de interface IDE del mismo, lo cual evita que el programador deba cambiar de herramientas en  medio de un desarrollo.</p>
<p>Es esta la diferencia fundamental con otros programas, puesto que <a href="http://www.jcxsoftware.com/vs.php" target="_blank"><strong>VS.Php for Visual Studio.Net</strong></a> está pensado específicamente para asentarse sobre la base operativa de Visual Studio. De esta manera, proporciona una integración total que facilita la creación de aplicaciones php.</p>
<p>Además, <a href="http://www.jcxsoftware.com/vs.php" target="_blank"><strong>VS.Php for Visual Studio.Net</strong></a> corrige errores de sintaxis en tiempo real, lo cual es de mucha utilidad para el programador dentro del proceso de trabajo, evitando que éste tenga que ejecutar el código en busca de falencias.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://spanish.ircfast.com/lv/software/downloadf/kl55712.htm"><img class="alignnone size-full wp-image-2932" title="descargar22211112" src="http://sercastro.wordpress.com/files/2009/01/descargar22211112.gif" alt="descargar22211112" width="57" height="40" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EasyPHP: Entorno de desarrollo PHP + Apache + MySQL]]></title>
<link>http://sercastro.wordpress.com/2008/12/17/easyphp-entorno-de-desarrollo-php-apache-mysql/</link>
<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 22:29:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://sercastro.wordpress.com/2008/12/17/easyphp-entorno-de-desarrollo-php-apache-mysql/</guid>
<description><![CDATA[EasyPHP es un sistema WAMP (Windows + Apache + MySQL + PHP), ya que ofrece un  sistema que actúa com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span class="entry"><img class="alignleft size-full wp-image-1688" title="easyphp-150x150" src="http://sercastro.wordpress.com/files/2008/12/easyphp-150x150.png" alt="easyphp-150x150" width="121" height="121" /><strong>EasyPHP</strong> es un sistema <strong>WAMP</strong> (<em><strong>W</strong>indows + <strong>A</strong>pache + <strong>M</strong>ySQL + <strong>P</strong>HP</em>), ya que ofrece un  sistema que actúa como <strong>entorno de desarrollo</strong> para el <strong>lenguaje de programación web PHP</strong>, con funcionalidades para trabajar con <strong>bases de datos</strong> (MySQL) y tener tu propio <strong>servidor web</strong> (Apache) en tu PC<br />
</span></p>
<p>Se trata de una aplicación gratuita, simple y fácil de usar que usa <acronym><acronym title="Apache, MySQL, PHP">AMP</acronym></acronym> y que cumple las mismas funciones que <acronym title="Linux Apache, MySQL, PHP">LAMP</acronym> pero en Windows.<strong> Se puede instalar en el sistema o llevarlo en un <acronym title="Universal Serial Bus">USB</acronym></strong> a cualquier lado y es ideal para hacer pruebas o demostraciones de sitios web.</p>
<p>Su interfaz es realmente sencilla y con sólo instalarlo ya tenemos un servidor web virtual listo para funcionar.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1690 aligncenter" title="menu-easyphp" src="http://sercastro.wordpress.com/files/2008/12/menu-easyphp.png" alt="menu-easyphp" width="412" height="205" /></p>
<p>Solamente tenemos que subir nuestros archivos a la carpeta www dentro EasyPHP en Archivos de programa para tener un sistema funcionando. A su vez podemos cambiar la ubicación de los archivos a través del <strong>panel de administración</strong> de EasyPHP agregando un “alias” en la configuración de Apache.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-1691 aligncenter" title="administracion-easyphp" src="http://sercastro.wordpress.com/files/2008/12/administracion-easyphp.png" alt="administracion-easyphp" width="477" height="195" /></p>
<p style="text-align:left;">Como verán en la imagen disponemos de las últimas versiones de <strong><acronym title="Pre-Hypertext Processing">PHP</acronym>, MySQL y Apache</strong>. Tenemos <strong>PHPMyAdmin</strong> como manejador de las bases de datos y lo mejor de todo es que <strong>EasyPHP es multileguaje</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><strong><a href="http://internap.dl.sourceforge.net/sourceforge/quickeasyphp/easyphp1-8_setup.exe"><img class="alignnone size-full wp-image-1686" title="descargar22211112" src="http://sercastro.wordpress.com/files/2008/12/descargar22211112.gif" alt="descargar22211112" width="57" height="40" /></a></strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Monta un servidor web en tu pc]]></title>
<link>http://patripe.wordpress.com/2008/10/17/montar-un-servidor-web-en-tu-pc/</link>
<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 14:58:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>patripe</dc:creator>
<guid>http://patripe.wordpress.com/2008/10/17/montar-un-servidor-web-en-tu-pc/</guid>
<description><![CDATA[Podemos montar un servidor web para utilizarlo como entorno de desarrollo en cualquier pc.  Disponem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Podemos montar un servidor web para utilizarlo como entorno de desarrollo en cualquier pc.  Disponemos de multitud de paquetes que integran PHP + MySql + Apache, es decir instalan un servidor local con los mismos servicios que cualquier <a title="Definición de Servidor Web en la wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Servidor_web" target="_blank">servidor web</a>(en internet), generalmente los entornos de desarrollo se instalan en una máquina a nivel local con propósitos de desarrollo y/o pruebas, aunque hay paquetes que nos permiten convertirlo fácilmente en un servidor de producción, y que sea accesible desde internet.</p>
<p>Entre los mejores paquetes de distribución libre:</p>
<p><a href="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/appservnetwork.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-113" title="appserv" src="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/appservnetwork.gif" alt="" width="82" height="81" /></a><a title="Montar un servidor en tu pc con windows" href="http://www.appservnetwork.com/" target="_blank">AppServ</a>: Recomendado para novatos, que tengan un Sistema Operativo Windows, permite instalar un servidor de base de datos, apache, y php con un ejecutable lo único que hay que cambiar es la contraseña del root (administrador de la base de datos) y pulsar siguiente siguiente. Una vez acabada la operación si tecleamos en nuestro navegador http://localhost/ Nos saldrá la pantalla de bienvenida de AppServ. Podemos acceder a la base de datos en http://localhost/phpMyAdmin/, el usuario es administrador de la base de datos (DBA), por lo cual podemos crear usuarios, bd, etc&#8230;</p>
<p>Para poder visualizar nuestros proyectos deberemos incluir las carpetas en C:\AppServ\www\</p>
<p>Esto nos permitirá acceder a la web mediante la dirección url http://localhost/nombre_carpeta/</p>
<p>Si la carpeta contiene un fichero index se ejecutará automáticamente, como cualquier servidor web.</p>
<p><a href="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/xampp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-114" title="xampp" src="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/xampp.jpg" alt="" width="200" height="59" /></a><a title="XAMPP Monta un servidor web en tu pc" href="http://www.apachefriends.org/en/xampp.html" target="_blank">XAMPP:</a> Idéntico al anterior, aunque con opciones de SSL (Certificados Seguros), y mayor implementación de seguridad ya que está indicado para servidores de producción. Es multiplataforma, y existe versión linux y windows, su instalación no es tan intuitiva como la de appserv, y esto hace que sea requerido un nivel más alto de conocimiento para su correcta instalación.</p>
<div id="attachment_117" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/indiandoppler.png"><img class="size-medium wp-image-117" title="indiandoppler" src="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/indiandoppler.png?w=300" alt="cherokee" width="300" height="70" /></a><p class="wp-caption-text">cherokee</p></div>
<p><a title="Cherokee monta un servidor web en tu pc" href="http://www.cherokee-project.com/" target="_blank">Cherokee:</a> Es multiplataforma (puede ser instalado en diferentes sistemas operativos). También está pensado como un servidor de producción, y permite múltiples configuraciones para asegurar el servidor. También permite gestionar el servidor completamente.</p>
<p>Estos serían los grandes en cuanto a propósitos web generales.</p>
<p><a href="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/upload-server-48x48.png"><img class="alignleft size-full wp-image-118" title="upload-server-48x48" src="http://patripe.wordpress.com/files/2008/10/upload-server-48x48.png" alt="" width="48" height="48" /></a>Si queremos montar servidores más específicos, por ejemplo para Joomla existe un excelente paquete creado por J<a title="Joomla Spanish-" href="http://www.joomlaspanish.org/" target="_blank">oomlaSpanish</a>.<a title="Servidor Web paquete Joomla Spanish" href="http://joomlacode.org/gf/download/frsrelease/7846/28052/JoomlaSpanish-UniformServer-RC3.zip" target="_self"> Joomla Spanish Uniform Server RC 3</a></p>
<p><a title="Baby Web Server, servidor para aplicaciones ASP" href="http://www.pablosoftwaresolutions.com/html/baby_web_server.html" target="_self">Baby Web Server</a></p>
<p>Para ASP existe una versión hecha en España que funciona como un servidor IIS (Windows Server), aunque esto también es posible configurarlo desde el Panel de Control &#8211;&#62; Añadir programas de Microsoft &#8211;&#62; Servicios &#8211;&#62; Internet &#8211;&#62; IIS Services. Entre los servicios: multihilo, modificación de cabeceras, configuración de SSL, etc&#8230;Mucho menos complicado que la configuración desde el panel de control, y más fácil de desinstalar, sin que se solape con otros servicios web que tengamos corriendo en nuestro Windows.</p>
<p><a title="Definición de servidor local en la wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/WAMP" target="_blank">Definición de WAMP / LAMP / XAMPP / MAMP en la wikipedia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Configurando um servidor de rede local com o Ubuntu]]></title>
<link>http://theeviltux.wordpress.com/2008/09/29/configurando-um-servidor-de-rede-local-com-o-ubuntu/</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 16:21:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>theeviltux</dc:creator>
<guid>http://theeviltux.wordpress.com/2008/09/29/configurando-um-servidor-de-rede-local-com-o-ubuntu/</guid>
<description><![CDATA[Este tutorial é destinado a configurar o servidor de uma forma simples, de forma que você possa colo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span class="warndesc">Este tutorial é destinado a configurar o servidor de uma forma simples, de forma que você possa colocá-lo no ar em poucos minutos, sem precisar de muito conhecimento técnico e sem complicações. No tutorial, aprenderemos como personalizar uma instalação padrão do Ubuntu 8.04, transformando-o em um servidor de rede local, com as seguintes funções: Compartilhar arquivos e impressoras através do Samba, rodar máquinas virtuais através do VMware Server, que ficarão acessíveis para toda a rede, servidor DHCP, compartilhamento da conexão e proxy transparente com o Squid, servidor SSH e NX Server, para acesso remoto, domínio virtual no No-IP.</span></p>
<div><span>Hoje em dia, quase todo mundo que tem acessa via banda larga e tem mais do que um PC em casa, acaba de uma forma ou de outra configurando um deles para compartilhar recursos na rede, ou compartilhar a conexão. Conforme os upgrades e trocas acontecem, mais cedo ou mais tarde você acaba ficando com um micro disponível e acaba usando-o para configurar um servidor de arquivos, ou outro tipo de servidor dedicado para a rede, sem falar no casos em que você monta uma máquina especialmente para a tarefa. </span><span>Neste tutorial, aprenderemos como personalizar uma instalação padrão do Ubuntu 8.04, transformando-o em um servidor de rede local, com as seguintes funções:</span></p>
<ul>
<li> <span>Compartilhar arquivos e impressoras através do Samba, servindo como um servidor de arquivos para a rede local.</span></li>
<li> <span>Rodar máquinas virtuais através do VMware Server, que ficarão acessíveis para toda a rede (você pode manter uma VM com o Windows caso precise rodar aplicativos para a plataforma, por exemplo e acessá-la de qualquer um dos micros da rede).</span></li>
<li> <span>Servidor DHCP.</span></li>
<li> <span>Compartilhamento da conexão e proxy transparente com o Squid.</span></li>
<li> <span>Servidor SSH e NX Server, para que você possa acessar o servidor remotamente.</span></li>
<li><span>Domínio virtual no No-IP, para que o servidor tenha um endereço fixo, para acesso remoto. </span></li>
</ul>
<p><span>O tutorial é destinado a configurar o servidor de uma forma simples, de forma que você possa colocá-lo no ar em poucos minutos, sem precisar de muito conhecimento técnico e sem complicações. A idéia é que o servidor fique aberto para a rede local, aceitando conexões dos outros micros sem frescuras, mas que ao mesmo tempo seja bem seguro contra conexões provenientes da Internet. </span></p>
<p><span>No tutorial, utilizarei a versão desktop do Ubuntu, o que permite que você também utilize o servidor localmente, como se fosse mais um PC da rede. Se você preferir montar um servidor dedicado, pode executar os mesmos passos utilizando a versão Server do Ubuntu, que é otimizada para uso em servidores sem interface gráfica. </span></p>
<p><span>Se você ainda não tem o CD, pode baixá-lo no mirror da UFPR, que é normalmente o com acesso mais rápido dentro do Brasil:</span></p>
<div><a href="http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/releases/8.04/ubuntu-8.04-desktop-i386.iso">http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/releases/8.04/ubuntu-8.04-desktop-i386.iso</a></div>
<p><span>Para a maioria dos casos, a versão de 32 bits (i386) é a recomendada, pois as versões de 64 bits ainda são menos usadas e por isso possuem mais problemas no geral, além de serem incompatíveis com muitos softwares de código fechado disponibilizados apenas em versão de 32 bits. Você só tem uma real necessidade de usar um sistema operacional de 64 bits se pretender utilizar mais do que 3 GB de memória RAM. Para mais detalhes, veja o meu artigo anterior sobre o tema: <a href="http://www.guiadohardware.net/artigos/barreira-dos-gb/">http://www.guiadohardware.net/artigos/barreira-dos-gb/</a>.</span></p>
<p><span>Caso esteja curioso, o servidor que montei para este tutorial é baseado em um Pentium E2180 (2.0 GHz), com 2 GB de RAM. Ou seja, é uma máquina relativamente modesta para os padrões atuais, mas que ao mesmo tempo possui um bom poder de processamento, que vou usar para disponibilizar máquinas virtuais para a rede com o VMware Server. Os três HDs são para aumentar o espaço de armazenamento, já que esta será a principal função do servidor:. </span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-c3a3d1da.jpg" alt="m137bae6a" width="600" height="450" /></p>
<p><span>Com o sistema instalado, o primeiro passo é ajustar a configuração de rede, de forma que o servidor passe a utilizar um endereço IP fixo. Para isso, clique sobre o ícone do Network Manager ao lado do relógio, acesse as propriedades da conexão e desmarque a opção &#8220;Modo Roaming&#8221;, para ter acesso à configuração dos endereços:</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-80d098a9.jpg" alt="m7b77ea08" width="600" height="432" /></p>
<p><span>Caso seu servidor tenha duas placas de rede, uma para a rede local e outra para a Internet, configure primeiro a interface de rede local, deixando para configurar a interface da Internet depois. Não se esqueça de verificar a configuração dos servidores DNS na aba &#8220;DNS&#8221;, pois sem eles você não navega <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p align="justify"><span>No Ubuntu 8.04 existe um bug que faz com que as alterações não sejam aplicadas depois de salvas. Você pode contornar isso forçando uma atualização manual, reiniciando o serviço responsável pela configuração da rede:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo /etc/init.d/networking restart</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Com a rede configurada, vamos à configuração dos serviços. </span></p>
<p align="justify"><span>O primeiro passo é atualizar a lista de pacotes do apt-get, para ter certeza de que utilizaremos as versões mais atuais dos pacotes. Em versões anteriores do Ubuntu era necessário editar o arquivo &#8220;/etc/apt/sources.list&#8221;, descomentando as linhas referentes aos repositórios universe e multiverse, mas nas versões atuais, incluindo o 8.04, os repositórios já vem ativados por padrão.</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo apt-get update</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Verifique em seguida se as partições que você deseja utilizar nos compartilhamentos de arquivos estão ativadas no arquivo &#8220;<strong>/etc/fstab</strong>&#8221; e configuradas para serem montadas automaticamente durante o boot. Se você configurou os pontos de montagem das partições durante a instalação, elas já estarão configuradas corretamente, caso contrário, você pode fazer com que o sistema passe a usá-las inserindo as linhas apropriadas no arquivo &#8220;/etc/fstab&#8221;.</span></p>
<p align="justify"><span>Se você acabou de particionar um novo HD em EXT3 e deseja que a partição &#8220;<strong>/dev/sdc1</strong>&#8221; criada seja montada na pasta &#8220;<strong>/mnt/sdc1</strong>&#8220;, por exemplo, os passos seriam:</span></p>
<p align="justify"><span>Criar a pasta onde a partição será montada:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo mkdir /mnt/sdc1</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Testar a montagem da partição:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo mount /dev/sdc1 /mnt/sdc1</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Adicionar a linha abaixo no final do arquivo &#8220;/etc/fstab&#8221;, orientando o sistema a montá-la automaticamente durante o boot. Você pode abrir o arquivo no gedit, usando o comando &#8220;sudo gedit /etc/fstab&#8221;:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">/dev/sdc1 /mnt/sdc1 ext3 defaults 0 0</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Examinando o arquivo /etc/fstab, você percebe que o Ubuntu não faz referência às partições dentro do fstab pelo dispositivo, mas sim pelo UUID, que é um identificador único. O uso dos UUIDs é um &#8220;xuncho&#8221; para solucionar o problema dos devices dos HDs mudarem a cada boot, fazendo com que as partições deixem de ser montadas. </span></p>
<p align="justify"><span>Para seguir o padrão do sistema, identificando a partição através do UUID, você pode verificar qual é o UUID referente à sua partição usando o comando &#8220;blkid&#8221;, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># blkid /dev/sdc1</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">/dev/sdc1: UUID=&#8221;5c5a3aff-d8a3-479e-9e54-c4956bd2b8fd&#8221; SEC_TYPE=&#8221;ext2&#8243; TYPE=&#8221;ext3&#8243;</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Você pode então especificar o UUID na linha do fstab no lugar do device, como em:</span></p>
<p align="justify">
<ul><span><strong></p>
<div class="rawoutput">UUID=5c5a3aff-d8a3-479e-9e54-c4956bd2b8fd /mnt/sdc1 ext3 defaults 0 0</div>
<p></strong></span></ul>
<p align="justify"><span><strong></strong></span></p>
<p align="justify"><span>Veja um exemplo:</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-2dc6d316.jpg" alt="21dc54fb" width="600" height="358" /></p>
<p align="justify"><span>Com as partições montadas, podemos passar para a etapa seguinte, que é instalar o Samba e criar os compartilhamentos desejados.</span></p>
<p><span>nstalar o servidor Samba no Ubuntu é bastante simples, você precisa apenas instalar o pacote &#8220;samba&#8221; usando o apt-get:</p>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># apt-get install samba</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Como a idéia é fazer uma configuração simples, que permita que o servidor compartilhe as pastas desejadas com os demais micros da rede local, sem impor restrições de acesso, utilizaremos a opção &#8220;guest account&#8221; do Samba para mapear todos os acessos para uma conta criada previamente. Com isso, os os usuários poderão acessar os compartilhamentos diretamente, sem precisar fornecer usuário e senha, de forma similar ao que temos ao criar compartilhamentos no Windows XP. </span></p>
<p align="justify"><span>O primeiro passo é criar uma conta de usuário para acesso aos compartilhamentos, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># adduser gdh</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Se preferir, você pode simplesmente usar o usuário que criou durante a instalação. O próximo passo é cadastrar o usuário no Samba, usando o comando &#8220;smbpasswd -a&#8221;, fornecendo a mesma senha especificada ao criar o login:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># smbpasswd -a gdh</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">New SMB password:<br />
Retype new SMB password:</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Depois de cadastrar o usuário, falta configurar o Samba, o que é feito editando o arquivo &#8220;<strong>/etc/samba/smb.conf</strong>&#8220;:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo gedit /etc/samba/smb.conf</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Apague todo o conteúdo do arquivo original, deixando-o com o seguinte conteúdo:</span></p>
<p><span></p>
<div class="rawoutput">[global]<br />
<strong> netbios name = Ubuntu</strong><br />
server string = Servidor Samba<br />
<strong> workgroup = Grupo</strong><br />
local master = yes<br />
os level = 100<br />
preferred master = yes<br />
wins support = yes</div>
<p></span></p>
<p><span></p>
<div class="rawoutput">printing = cups<br />
load printers = yes</p>
<p>map to guest = bad user<br />
<strong> guest account = gdh</strong></div>
<p></span></p>
<div class="rawoutput">[printers]<br />
comment = Impressoras<br />
print ok = yes<br />
guest ok = yes<br />
path = /var/spool/samba</div>
<p><span><span><span><strong></strong></p>
<div class="rawoutput"><strong>[arquivos]</strong><br />
<strong>path = /mnt/sdc1</strong><br />
writable = yes<br />
guest ok = yes</div>
<p></span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span><strong></strong></p>
<div class="rawoutput"><strong>[videos]</strong><br />
<strong>path = /mnt/sdb1/videos</strong><br />
writable = yes<br />
guest ok = yes</div>
<p></span><span>As opções em negrito no modelo de configuração são as opções que você deve alterar, indicando as configurações que se aplicam ao seu caso:</span></span></span></p>
<ul>
<p align="justify"><span><span> <span><strong>netbios name</strong>: Indica o nome do servidor, com o qual ele aparecerá no ambiente de rede.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span><strong>workgroup</strong>: O grupo de trabalho, o mesmo especificado na configuração das outras máquinas da rede.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span><strong>guest account</strong>: Aqui você especifica a conta que cadastramos anteriormente usando o comando &#8220;smbpasswd -a&#8221;.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span><strong>[arquivos]</strong> e <strong>[videos]</strong>: Estes são dois compartilhamentos de exemplo. Altere os nomes e as pastas compartilhadas conforme desejado.</span></span></span></p>
</ul>
<p align="justify"><span><span> <span>Os compartilhamentos do Samba seguem uma estrutura muito simples, onde você indica o nome do compartilhamento (da forma como ele aparecerá no ambiente de rede) entre colchetes e indica a pasta a que ele dará acesso na opção &#8220;path&#8221;. A opção &#8220;writable = yes&#8221; faz com que o compartilhamento seja para leitura e escrita e a &#8220;guest ok = yes&#8221; faz com que ele fique disponível para qualquer usuário da rede, já que qualquer tentativa de acesso com um login de usuário que não existe será mapeada para o usuário &#8220;gdh&#8221;. </span> </span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span>Para que a configuração entre em vigor, reinicie o Samba usando o comando:</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo /etc/init.d/samba restart</div>
<p></span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span>A partir daí, o servidor aparecerá no ambiente de rede das máquinas Windows, compartilhando as pastas especificadas no arquivo. Devido ao uso do guest, os usuários poderão acessar os compartilhamentos diretamente, sem que você precise cadastrar cada usuário manualmente, como precisaria fazer em uma instalação tradicional do Samba:</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <img src="http://201.76.37.243/imagens/img-a31d7160.jpg" alt="172add21" width="600" height="420" /></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span>Esta configuração também faz com que o servidor compartilhe automaticamente as impressoras instaladas. Configure a impressora no servidor através do &#8220;Sistema &#62; Administração &#62; Impressão&#8221; e ela ficará automaticamente disponível para os clientes.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span>Você pode criar mais compartilhamentos usando este mesmo modelo, mudando apenas o nome e a pasta a compartilhar. Com esta configuração, o servidor irá também automaticamente compartilhar as impressoras instaladas no servidor, você precisará apenas fornecer os drivers de impressão ao instalá-las nos clientes.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span>O único cuidado é que o usuário usado na opção &#8220;guest account&#8221; (o gdh no exemplo) precisa ter acesso completo ao conteúdo das pastas compartilhadas, já que todos os acessos serão feitos através dele. Caso necessário, altere as permissões de acesso às pastas, usando o comando &#8220;chown -R&#8221;, como em:</span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span></p>
<div class="cmdmargin"># chown -R gdh.gdh /mnt/sdc1/</div>
<p></span></span></span></p>
<p align="justify"><span><span> <span>O &#8220;-R&#8221; no comando faz com que as alterações seja aplicadas de forma recursiva, atingindo todos os subdiretórios dentro da pasta, enquanto o &#8220;gdh.gdh&#8221; indica o usuário e o grupo que assumirá o controle. </span></span></span></p>
<p><span>Se, como no meu caso, você está usando uma máquina atual como servidor, uma boa forma de usar os ciclos de processamento disponíveis é fazer com que ele rode máquinas virtuais, que poderão ser acessadas através dos outros micros da rede. Dessa forma, você pode deixar várias máquinas virtuais instaladas no servidor e usá-las em qualquer micro da rede local conforme precisar. </span></p>
<p align="justify"><span>Se você precisa acessar um determinado site que só abre no IE, ou se quer testar uma determinada configuração no Fedora 8, vai precisar apenas abrir a VM correspondente. Além da flexibilidade, outra grande vantagem é que todo o processamento é feito no servidor, de forma que você pode abrir as VMs de que precisar, sem se preocupar em deixar seu micro lento.</span></p>
<p align="justify"><span>Se você está chagando agora, pode ler mais sobre o VMware Server no meu tutorial sobre ele: <a href="http://www.guiadohardware.net/tutoriais/vmware-server/">http://www.guiadohardware.net/tutoriais/vmware-server/</a></span></p>
<p align="justify"><span>Vamos aproveitar para já instalar o VMware 2.0, que inclui uma interface de administração via web bastante prática, que permite acessar as VMs diretamente através do navegador:</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">
<p align="justify"><span><br />
</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-28743a86.jpg" alt="m102d9a8" width="600" height="395" /></p>
<p align="justify"><span>Antes de começar, é necessário instalar o pacote &#8220;build-essential e os headers do Kernel em uso, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo apt-get install build-essential<br />
$ sudo apt-get install linux-headers-2.6.24-16-generic</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Os arquivos do VMware Server 2.0 Beta estão disponíveis no: <a href="http://www.vmware.com/beta/server/">http://www.vmware.com/beta/server/</a>. Quando a versão final estiver disponível, a página será movida para o <a href="http://www.vmware.com/download/server/">http://www.vmware.com/download/server/</a>. </span></p>
<p align="justify"><span>Ele é dividido em dois pacotes: o pacote &#8220;VMware-server&#8221;, que é o componente principal e o &#8220;VMware-vix&#8221;, que contém a engine da interface de administração. Baixe os dois arquivos para a mesma pasta e descompacte-os, como em: </span></p>
<p align="justify">
<div class="cmdmargin"># tar -zxvf  VMware-server-e.x.p-84186.i386.tar.gz<br />
# tar -zxvf VMware-vix-e.x.p-84186.i386.tar.gz</div>
<p align="justify"><span><br />
Diferente do VMware-Server 1.0.x, onde você precisa instalar o patch &#8220;vmware-any&#8221; para que ele possa ser instalado no Ubuntu 8.04 (devido à versão do Kernel), o VMware 2.0 Beta 2 pode ser instalado diretamente. </span></p>
<p align="justify"><span>Acesse a pasta &#8220;vmware-server-distrib/&#8221; e rode o script &#8220;vmware-install.pl&#8221;. Desde que você tenha descompactado os dois arquivos no mesmo diretório, o script se encarregará de instalar também o VMware-vix automaticamente.</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># vmware-server-distrib/<br />
# ./vmware-install.pl</div>
<p><strong> </strong></span></p>
<p align="justify"><span>Perto do final da instalação, o instalador pergunta sobre as portas que serão usadas para o acesso web, via HTTP e HTTPS. A menos que você pretenda rodar um servidor web no servidor, pode simplesmente usar as portas padrão (80 e 443) para facilitar o acesso.</span></p>
<p align="justify">
<div class="rawoutput">Please specify a port for standard http connections to use [80]:<br />
Please specify a port for secure http (https) connections to use [443]:</div>
<p align="justify"><span><span><br />
Como de praxe, ao especificar portas diferentes do padrão, você deve incluir a porta no endereço de acesso ao servidor, como em &#8220;<a href="https://gdhn.com.br:404433/">https://192.168.1.254:40433</a>&#8220;</span></span></p>
<p align="justify"><span>Uma observação é que as versões beta do VMware Server 2.0 vem com as extensões de debug ativadas. Elas permitem gerar relatórios detalhados sobre o status do software, que podem ser incluídos em bug reports, mas reduzem substancialmente o desempenho das máquinas virtuais (a perda chega a mais de 50% em diversas operações).</span></p>
<p align="justify"><span>O debug pode ser desativado dentro das configurações de cada máquina virtual (você precisa desativá-lo uma por uma), desmarcando a opção &#8220;Record runtime information&#8221;, dentro da seção &#8220;Summay &#62; Commands &#62; Configure VM &#62; Advanced&#8221;: </span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-bed54b81.png" alt="m5f875da3" width="538" height="294" /></p>
<p align="justify"><span>Os betas possuem também um sistema de expiração, que bloqueia o uso das versões antigas conforme atualizações vão sendo disponibilizadas, de forma a evitar que os usuários continuem a utilizar versões beta antigas, cujos problemas já foram solucionados. </span></p>
<p align="justify"><span>Quando ele perguntar &#8220;In which directory do you want to keep your virtual machine files?&#8221;, especifique a pasta onde você quer salvar as máquinas virtuais. Como as pastas podem ser bem grandes, é interessante usar uma partição separada, que possua bastante espaço disponível. Você pode, por exemplo, criar uma pasta separada dentro da partição com os compartilhamentos do Samba e indicá-la na opção, como em: </span></p>
<p align="justify"><span>In which directory do you want to keep your virtual machine files?<br />
[/var/VMs] /mnt/sdc1/VMs </span></p>
<p align="justify"><span><span>O beta 2 do VMware Server 2.0 ainda tem alguns bugs diversos e o desempenho da interface web ainda deixa bastante a desejar. Se você preferir continuar com a versão 1.0.5, que é a versão &#8220;tried and true&#8221;, faça o download dos três pacotes no <a href="http://vmware.com/download/server/">http://vmware.com/download/server/</a>.</span></span></p>
<p align="justify"><span>Para instalá-lo no Ubuntu 8.04, comece instalando pacote &#8220;xinetd&#8221; via apt-get:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo apt-get install xinetd</div>
<p><strong> </strong></span></p>
<p align="justify"><span>Em seguida, instale o pacote &#8220;vmware-server&#8221; baixando anteriormente, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ tar -zxvf VMware-server-1.0.5-80187.tar.gz<br />
$ cd vmware-server-distrib<br />
$ sudo ./vmware-install.pl</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span><span>Em um certo ponto da instalação, o instalador vai abortar a instalação, reclamando de um erro relacionado à compilação do módulo vmmon. Este erro é decorrente do uso do Kernel 2.6.24-16 no Ubuntu 8.04, que é mais recente do que os suportados pelo instalador. Para continuar a instalação, baixe e instale o patch disponível no <a href="http://uruz.org/files/vmware-any-any-update-116.tgz">http://uruz.org/files/vmware-any-any-update-116.tgz</a>:</span></span></p>
<p align="justify"><span><span></p>
<div class="cmdmargin">$ wget -c <a href="http://uruz.org/files/vmware-any-any-update-116.tgz">http://uruz.org/files/vmware-any-any-update-116.tgz</a><br />
$ tar -zxvf vmware-any-any-update-116.tgz<br />
$ cd vmware-any-any-update116/<br />
$ sudo ./runme.pl</div>
<p></span></span></p>
<p align="justify"><span>O script faz as modificações necessárias no script de instalação e executa o instalador novamente. Dessa vez a instalação continua até o final. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p align="justify"><span>Opcionalmente, você pode instalar também o pacote VMware-mui, que permite que você ative e desative as máquinas virtuais hospedadas no servidor usando o navegador.</span></p>
<p align="justify"><span>O pacote vmware-server-client precisa ser instalado apenas nos clientes, de onde você for acessar as máquinas virtuais. Naturalmente, nada impede que você o instale também no servidor, principalmente se você for utilizá-lo como servidor não dedicado. </span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-e9771321.jpg" alt="641dbb29" width="600" height="524" /></p>
<p align="justify"><span>Você perceberá que o acesso aos dispositivos USB dentro das máquinas virtuais não funciona diretamente no Ubuntu 8.04. Para solucionar o problema, é necessário adicionar a linha abaixo no final do arquivo &#8220;/etc/fstab&#8221;:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">none /proc/bus/usb usbfs devgid=46,devmode=664 0 0</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Depois de salvar o arquivo, reinicie o servidor e o acesso passará a funcionar. </span></p>
<div><span>Para que o servidor passe a fornecer a configuração de rede aos clientes, instale o pacote &#8220;dhcp3-server&#8221; usando o apt-get, como em:</p>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo apt-get install dhcp3-server</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Em seguida, edite o arquivo &#8220;<strong>/etc/dhcp3/dhcpd.conf</strong>&#8220;, deixando-o com o seguinte conteúdo:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">ddns-update-style none;<br />
default-lease-time 600;<br />
max-lease-time 7200;<br />
authoritative;</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">subnet 192.168.1.0 netmask 255.255.255.0 {<br />
range 192.168.1.101 192.168.1.201;<br />
option routers 192.168.1.1;<br />
option domain-name-servers 208.67.222.222,208.67.220.220;<br />
option netbios-name-servers 192.168.1.254;<br />
option broadcast-address 192.168.1.255;<br />
}</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>A opção &#8220;<strong>range</strong>&#8221; determina a faixa de endereços IP que será usada pelo servidor. Se você utiliza a faixa de endereços 192.168.1.1 até 192.168.1.254, por exemplo, pode reservar os endereços de 192.168.1.1 a 192.168.1.100 para estações configuradas com IP fixo e usar os demais para o DHCP, ou então reservar uma faixa específica para ele, de 192.168.1.101 a 192.168.1.201, por exemplo. O importante é usar faixas separadas para o DHCP e os micros configurados com IP fixo. </span></p>
<p align="justify"><span>Na  &#8220;<strong>option routers</strong>&#8221; vai o endereço do default gateway da rede, ou seja, o endereço do servidor que está compartilhando a conexão. Não é necessário que o mesmo micro que está compartilhando a conexão rode também o servidor DHCP. Pode ser, por exemplo, que na sua rede o gateway seja o próprio modem ADSL que está compartilhando a conexão e o DHCP seja um dos PCs. </span></p>
<p align="justify"><span>A opção &#8220;<strong>option domain-name-servers</strong>&#8221; contém os servidores DNS que serão usados pelas estações. Ao usar dois ou mais endereços, eles devem ser separados por vírgula, sem espaços. </span></p>
<p align="justify"><span>A opção &#8220;<strong>option netbios-name-servers</strong>&#8221; faz com que os clientes sejam orientados a utilizarem o endereço IP do servidor na rede local como servidor WINS, agilizando a navegação na rede. Naturalmente, o &#8220;192.168.1.254&#8243; deve ser substituído pelo endereço correto, caso diferente.</span></p>
<p align="justify"><span>Depois de salvar o arquivo, não esqueça de reiniciar o serviço para que a configuração entre em vigor:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo /etc/init.d/dhcp3-server restart</div>
<div class="cmdmargin"><span>Se você está usando um servidor com duas interfaces de rede, pode utilizá-lo também para compartilhar a conexão, adicionando também um proxy transparente com o Squid de forma a fazer cache dos arquivos e assim melhorar a velocidade da conexão.</p>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Depois de configuradas as duas interfaces de rede, você pode ativar o compartilhamento com a rede local usando os comandos abaixo. O segundo (echo &#8230;) só pode ser executado diretamente como root, já que o sudo não permite escrever diretamente em arquivos de configuração usando o comando echo, por isso começamos usando o comando &#8220;sudo su&#8221; para nos logar diretamente na conta de root:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo su<br />
# modprobe iptable_nat<br />
# echo 1 &#62; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward<br />
# iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth1 -j MASQUERADE</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>O &#8220;eth1&#8243; no terceiro comando indica a placa onde está a conexão com a Internet. Não se esqueça de indicar a interface apropriada ao executar o comando (na dúvida você pode checar a configuração da rede usando o ifconfig). Se você acessa via ADSL, usando o pppoeconf ou o adsl-setup (com o modem configurado como bridge) será criada a interface &#8220;ppp0&#8243;.</span></p>
<p align="justify"><span>A partir daí, todas as requisições recebidas na interface de rede local serão mascaradas e roteadas usando a interface especificada e as respostas serão devolvidas aos PCs da rede local. </span></p>
<p align="justify"><span>Os três comandos devem ser colocados em algum dos arquivos de inicialização do sistema para que passem a ser executados automaticamente durante o boot. No caso do Ubuntu e outras distribuições derivadas do Debian, você pode utilizar o arquivo &#8220;<strong>/etc/rc.local</strong>&#8220;, colocando as linhas desejadas antes do &#8220;exit 0&#8243;. </span></p>
<p align="justify"><span>Vamos aproveitar para incluir também regras para ativar um firewall simples, que bloqueie as portas de entrada na interface com a internet, deixando passar apenas pacotes de respostas e conexões em portas indicadas manualmente. Com isso, o firewall garante um bom nível de proteção, com um mínimo de efeitos colaterais. </span></p>
<p align="justify"><span>Para isso, utilizaremos o próprio iptables, complementando os três comandos anteriores. Estes comandos podem ser incluídos no arquivo /etc/rc.local, logo abaixo dos comandos para compartilhar a conexão:</span></p>
<p align="justify"><span><span></p>
<div class="rawoutput">iptables -A INPUT -p icmp &#8211;icmp-type echo-request -j DROP<br />
echo 1 &#62; /proc/sys/net/ipv4/conf/default/rp_filter<br />
iptables -A INPUT -m state &#8211;state INVALID -j DROP<br />
iptables -A INPUT -i lo -j ACCEPT<br />
iptables -A INPUT -i <strong>eth0</strong> -j ACCEPT<br />
iptables -A INPUT -p tcp &#8211;syn -j DROP</div>
<p></span></span></p>
<p align="justify"><span>O primeiro comando faz com que o seu servidor deixe de responder a pings. Muitos ataques casuais começam com uma varredura de diversas faixas de endereços de conexões domésticas, enviando um ping para todas as máquinas. Responder ao ping indica não apenas que a máquina está online, mas também que provavelmente ela está com o firewall desativado, o que estimula o atacante a continuar o ataque, lançando um portscan e iniciando o ataque propriamente dito. Deixando de responder aos pings, o volume de ataques ao servidor cai bastante. </span></p>
<p align="justify"><span>Os dois comandos seguintes protegem contra IP spoofing (uma técnica usada em diversos tipos de ataques, onde o atacante envia pacotes usando um endereço IP falseado como remetente, tentando assim obter acesso a PCs da rede interna) e contra pacotes inválidos, que são comumente utilizados em ataques DoS e ataques de buffer overflow. </span></p>
<p align="justify"><span>As três últimas linhas autorizam pacotes provenientes da interface de loopback (lo), juntamente com pacotes provenientes da rede local e descartam novas conexões na interface de Internet, deixando passar apenas pacotes de resposta. Não se esqueça de substituir o &#8220;eth0&#8243; pela interface de rede local correta, caso contrário você vai acabar fazendo o oposto, ou seja, bloqueando as conexões dos PCs da rede local e deixando passar as provenientes da Internet <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</span></p>
<p align="justify"><span>Se você quiser abrir portas específicas adicione a regra &#8220;iptables -A INPUT -p tcp &#8211;dport 22 -j ACCEPT&#8221; (onde o &#8220;22&#8243; é a porta e o &#8220;tcp&#8221; é o protocolo) antes da regra que bloqueia as conexões. Você pode repetir a regra caso necessário, abrindo assim todas as portas desejadas. </span></p>
<p align="justify"><span>No final, incluindo os comandos para compartilhar a conexão e regras para abrir a porta 22 (SSH), os comandos a adicionar no script de inicialização seriam:</span></p>
<p align="justify">
<div class="rawoutput">#!/bin/sh</div>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Compartilha a conexão<br />
modprobe iptable_nat<br />
echo 1 &#62; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward<br />
iptables -t nat -A POSTROUTING -o <strong>eth1</strong> -j MASQUERADE</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Bloqueia pings e protege contra IP spoofing e pacotes inválidos<br />
iptables -A INPUT -p icmp &#8211;icmp-type echo-request -j DROP<br />
echo 1 &#62; /proc/sys/net/ipv4/conf/default/rp_filter<br />
iptables -A INPUT -m state &#8211;state INVALID -j DROP</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Abre para a interface de loopback e para a interface de rede local<br />
iptables -A INPUT -i lo -j ACCEPT<br />
iptables -A INPUT -i <strong>eth0</strong> -j ACCEPT</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Abre para as portas especificadas<br />
iptables -A INPUT -p tcp &#8211;dport <strong>22</strong> -j ACCEPT</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Bloqueia as demais conexões, deixando passar apenas pacotes de resposta<br />
iptables -A INPUT -p tcp &#8211;syn -j DROP</div>
<div class="rawoutput"><span>Aproveitando o compartilhamento da conexão, você pode melhorar um pouco o acesso adicionando um proxy transparente com o Squid. A configuração é simples e você ganha um cache para as páginas e arquivos já acessados, otimizando a conexão.</p>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>O primeiro passo é configurar o servidor Linux com duas placas de rede para compartilhar a conexão, como vimos nos tópicos anteriores. O proxy transparente é apenas um add-on, que complementa o compartilhamento da conexão via NAT. </span></p>
<p align="justify"><span>Com tudo funcionando, o próximo passo é instalar o <strong>Squid</strong>, o que é feito através da instalação do pacote &#8220;squid&#8221;:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo apt-get install squid</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Com o pacote instalado, o próximo passo é configurar o arquivo &#8220;<strong>/etc/squid/squid.conf</strong>&#8220;. Apague (ou renomeie) o arquivo original e crie outro com o seguinte conteúdo:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">http_port 3128 transparent<br />
visible_hostname <strong>gdh</strong></div>
<p><strong></strong> </span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">cache_mem <strong>64 MB</strong><br />
maximum_object_size_in_memory 128 KB<br />
maximum_object_size 512 MB<br />
cache_dir ufs /var/spool/squid <strong>4096 </strong>16 256<strong><br />
</strong>cache_access_log /var/log/squid/access.log</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">acl all src 0.0.0.0/0.0.0.0<br />
acl manager proto cache_object<br />
acl localhost src 127.0.0.1/255.255.255.255<br />
acl SSL_ports port 443 563<br />
acl Safe_ports port 80 21 280 443 488 563 591 777 1025-65535<br />
acl purge method PURGE<br />
acl CONNECT method CONNECT</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">http_access allow manager localhost<br />
http_access deny manager<br />
http_access allow purge localhost<br />
http_access deny purge<br />
http_access deny !Safe_ports<br />
http_access deny CONNECT !SSL_ports</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span><strong></strong></p>
<div class="rawoutput"><strong>acl redelocal src 192.168.1.0/24<br />
</strong>http_access allow localhost<br />
http_access allow redelocal</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">http_access deny all</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>A primeira linha indica a porta utilizada pelo Squid (3128) e que ele deve operar em modo transparente (transparent). A segunda indica o nome do servidor (gdh), que você deve substituir pelo nome do seu.</span></p>
<p align="justify"><span>As quatro linhas seguintes indicam a configuração do cache. O Squid trabalha com dois caches distintos, um cache mais rápido, feito na memória RAM, e outro mais lento (porém maior) feito usando espaço do HD. </span></p>
<p align="justify"><span>O &#8220;cache_mem 64 MB&#8221; indica o tamanho do cache na memória RAM (é recomendável que você utilize no máximo 1/3 da memória total instalada), enquanto o &#8220;4096&#8243; na linha &#8220;cache_dir ufs /var/spool/squid 4096 16 256&#8243; indica o tamanho do cache que será feito no HD, em megabytes. </span></p>
<p align="justify"><span>A linha &#8220;acl redelocal src 192.168.1.0/24&#8243; indica a faixa de endereços e a máscara utilizada na sua rede local (o /24 equivale à mascara 255.255.255.0). Combinada com as regras &#8220;http_access allow redelocal&#8221; e &#8220;http_access deny all&#8221; ela faz com que apenas micros da rede local possam utilizar o proxy, afastando qualquer possibilidade de que ele fique aberto para a Internet, independentemente da configuração do firewall. </span></p>
<p align="justify"><span>A linha maximum_object_size 512 MB indica o tamanho máximo de arquivo que será armazenado no cache (arquivos maiores do que isso serão ignorados), o que evita que arquivos muito grandes, (como imagens ISO) que você vai baixar apenas uma vez, desperdicem espaço no cache. </span></p>
<p align="justify"><span>Depois de terminar, reinicie o Squid para que a configuração entre em vigor:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># /etc/init.d/squid restart</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Com isso, a configuração do servidor proxy está pronta, mas falta um passo igualmente importante, que é ativar a regra de firewall que faz com que os acessos destinados à porta 80, provenientes da rede local sejam encaminhados para o Squid. Sem isso, as requisições continuam sendo roteadas diretamente, sem passarem pelo proxy:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo iptables -t nat -A PREROUTING -i eth0 -p tcp &#8211;dport 80 -j REDIRECT &#8211;to-port 3128</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Note que o &#8220;eth0&#8243; no comando especifica a interface de rede local, que deve ser alterada de acordo com a sua configuração. Este comando (sem o sudo deve ser colocado no final do arquivo &#8220;/etc/rc.local&#8221;, logo depois dos comandos para compartilhar a conexão, como em:</span></p>
<p align="justify">
<div class="rawoutput">#!/bin/sh</div>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Compartilha a conexão<br />
modprobe iptable_nat<br />
echo 1 &#62; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward<br />
iptables -t nat -A POSTROUTING -o <strong>eth1</strong> -j MASQUERADE</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span><strong></p>
<div class="rawoutput">iptables -t nat -A PREROUTING -i eth0 -p tcp &#8211;dport 80 -j REDIRECT &#8211;to-port 3128</div>
<p></strong></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Bloqueia pings e protege contra IP spoofing e pacotes inválidos<br />
iptables -A INPUT -p icmp &#8211;icmp-type echo-request -j DROP<br />
echo 1 &#62; /proc/sys/net/ipv4/conf/default/rp_filter<br />
iptables -A INPUT -m state &#8211;state INVALID -j DROP</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Abre para a interface de loopback e para a interface de rede local<br />
iptables -A INPUT -i lo -j ACCEPT<br />
iptables -A INPUT -i <strong>eth0</strong> -j ACCEPT</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Abre para as portas especificadas<br />
iptables -A INPUT -p tcp &#8211;dport <strong>22</strong> -j ACCEPT</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput"># Bloqueia as demais conexões, deixando passar apenas pacotes de resposta<br />
iptables -A INPUT -p tcp &#8211;syn -j DROP</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Depois de ativar a regra de firewall, você pode testar o proxy navegando em algum dos micros da rede local (que use o servidor como gateway) e verificar o conteúdo do arquivo &#8220;<strong>/var/log/squid/access.log</strong>&#8221; no servidor. Conforme as requisições passam pelo proxy, o arquivo é alimentado com um grande volume de informações sobre as conexões realizadas.</span></p>
<div><span>Um dos grandes problemas das conexões domésticas é que o IP é dinâmico, o que dificulta o acesso externo. Se você pretende acessar o servidor e/ou outras máquinas da rede remotamente, uma solução simples é configurar um domínio virtual, usando o no-ip.com ou outro serviço de DNS dinâmico.</span><br />
<span>Os serviços de DNS dinâmico trabalham de uma forma bastante simples, onde um cliente instalado no seu servidor (ou em qualquer outra máquina da rede, acessando através da conexão compartilhada por ele) envia informações sobre o endereço IP corrente para os servidores do serviço, o que permite a eles manterem um subdomínio no estilo &#8220;meu-nome.no-ip.org&#8221;.</span></p>
<p><span><br />
</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-1deb2e8a.jpg" alt="4e003034" width="600" height="281" /><span><em><br />
Cadastro de um domínio virtual no no-ip.com</em></span></p>
<p align="justify"><span>Para isso, basta fazer um cadastro gratuito para criar sua conta e poder cadastrar os domínios:</span></p>
<p align="justify"><a href="http://www.no-ip.com/newUser.php"><span>http://www.no-ip.com/newUser.php</span></a></p>
<p align="justify"><span><span>Fica faltando então a parte mais importante que é a instalação do cliente. Para o </span><strong>No-IP</strong></span><span>, você pode utilizar o próprio cliente Linux disponível no:<br />
<a href="http://www.no-ip.com/downloads.php?page=linux">http://www.no-ip.com/downloads.php?page=linux</a></span></p>
<p align="justify"><span>Comece descompactando o arquivo. Dentro dele, existe uma pasta chamada &#8220;binaries&#8221;, com o arquivo &#8220;noip2-Linux&#8221;. Este é o executável que faz a atualização do IP. Para usá-lo, copie-o para a pasta &#8220;/usr/local/bin&#8221;, como em:</span></p>
<p align="justify">
<div class="cmdmargin"># tar -zxvf noip-duc-linux.tar.gz<br />
# cd noip-2.1.1/binaries/<br />
# cp -a noip2-Linux /usr/local/bin/</div>
<p align="justify"><span><br />
O próximo passo é executar o &#8220;noip2-Linux&#8221;, usando a opção &#8220;-C -c&#8221; (create config), que cria o arquivo de configuração. Você pode indicar onde o arquivo será criado, basta indicá-lo no comando. Nesta etapa ele pedirá o login de usuário e o domínio registrado no site, como em: </span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># noip2-Linux -C -c /etc/noip.conf</div>
<p><strong> </strong></span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="rawoutput">Auto configuration for Linux client of no-ip.com.<br />
Please enter the login/email string for no-ip.com : meu@email.com<br />
Please enter the password for user &#8216;meu@email.com &#8216;  ********<br />
Only one host [meunome.no-ip.org] is registered to this account.<br />
It will be used.<br />
Please enter an update interval:[30]<br />
Do you wish to run something at successful update?[N] (y/N)  N<br />
New configuration file &#8216;/etc/no-ip.conf&#8217; created.</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Com o arquivo de configuração criado, inicie o noip2-Linux usando o comando abaixo. Inclua o comando em uma dos scripts de inicialização do sistema, como o &#8220;<strong>/etc/rc.d/rc.local</strong>&#8220;, para que ele seja executado durante o boot. Não esqueça de adicionar o &#8220;&#38;&#8221; no final do comando, ele faz o programa rodar em background. Sem ele, o comando bloqueia o terminal, paralisando a inicialização do sistema. Note que agora usamos apenas o segundo &#8220;c&#8221;, que indica que ele deve usar o arquivo de configuração anteriormente criado:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># noip2-Linux -c /etc/noip.conf &#38;</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Nas distribuições derivadas do Debian, existe a opção de instalar o pacote disponível via apt-get:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># apt-get install no-ip</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Ao ser instalado, ele cria automaticamente o script &#8220;/etc/init.d/no-ip&#8221;, que se encarrega de ativar o programa durante o boot. Para que ele funcione, fica faltando apenas criar o arquivo de configuração, usando o comando:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># no-ip -C -c /etc/no-ip.conf</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Para que a configuração entre o vigor, reinicie o serviço, usando:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># /etc/init.d/no-ip restart</div>
<div class="cmdmargin"><span>A forma mais simples de acessar seu servidor remotamente é usar o SSH. Através dele, você pode não apenas rodar comandos de terminal, mas também rodar programas gráficos e transferir arquivos. Para instalar o servidor SSH no Ubuntu, instale os pacotes &#8220;openssh-server&#8221; e &#8220;openssh-client&#8221;:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># apt-get install openssh-server openssh-client</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Com o SSH ativo, você pode acessar a máquina remotamente usando o cliente SSH, fornecendo o login e o endereço IP ou domínio da máquina, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ ssh -X gdh@192.168.1.254</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>No primeiro acesso o cliente confirma o fingerprint do servidor, uma identificação que permite ao cliente SSH detectar ataques man-in-the middle, onde o servidor é substituído por outra máquina, configurada para capturar as senhas. O &#8220;-X&#8221; permite que você rode aplicativos gráficos. Basta chamá-los pelo nome através do terminal, como se estivesse sentado na frente do servidor.</span></p>
<p align="justify"><span>Para transferir arquivos, o comando básico é o sftp, que lhe dá um prompt de transferência de arquivos. O uso é similar ao do SSH, basta incluir o login de acesso e o endereço do servidor, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin"># sftp gdh@192.168.1.254</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Se você é das antigas, da época dos clientes de FTP para MS-DOS, vai se identificar com a interface <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Para baixar um arquivo use o comando &#8220;get&#8221; e para navegar entre os diretórios use o &#8220;cd&#8221; e o &#8220;ls ..&#8221;, da mesma forma que em um prompt local. </span></p>
<p align="justify"><span>No dia-a-dia, você dificilmente vai utilizar o SFTP em linha de comando, pois existem interfaces mais práticas. Nas distribuições baseadas no Gnome, você pode utilizar o módulo &#8220;ssh://&#8221; do Nautilus, digitando &#8220;ssh://usuario@servidor&#8221; diretamente na barra de endereços (clique no ícone com a folha de papel para liberar a edição), o que permite acessar os arquivos diretamente e inclusive copiar e colar arquivos entre diversas janelas do navegador:</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-abfdfd56.jpg" alt="dca9331" width="600" height="340" /></p>
<p align="justify"><span>Nas distribuições baseadas no KDE, você obtém a mesma função através do módulo &#8220;fish://&#8221; do Konqueror. Basta digitar &#8220;fish://usuario@servidor&#8221; na barra de endereços.</span></p>
<p align="justify"><span>Para complementar o SSH, você pode instalar o NX server, uma espécie de terminal server para Linux, que permite que você acesse o desktop do servidor remotamente e rode qualquer conjunto de aplicativos instalado nele. Não existe limite de conexões simultâneas, de forma que você pode inclusive acessar o servidor (usando logins diferentes) a partir de todas as máquinas da rede simultaneamente:</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-8f797a30.jpg" alt="m1e4380d9" width="600" height="463" /></p>
<p align="justify"><span>Assim como no VNC, o NX exibe uma janela contendo um desktop do servidor. O tamanho da janela é ajustável e cada sessão é independente, permitindo que dezenas de clientes (Linux ou Windows) se conectem ao mesmo servidor Linux. Ao encerrar a sessão, você tem a opção de suspendê-la, o que permite reconectar mais tarde (a partir do mesmo cliente), sem perder as janelas e trabalhos abertos. </span></p>
<p align="justify"><span>Originalmente, o servidor era pago e o cliente ficava disponível para download gratuito. Mas, assim como o VMware, a partir de um certo ponto a NoMachine resolveu oferecer uma versão gratuita também do servidor, como uma forma de aumentar sua participação no mercado e assim ganhar espaço para vender suas soluções corporativas. </span></p>
<p align="justify"><span>Para instalar a versão gratuita do NX Server, baixe os pacotes do &#8220;NX Free Edition for Linux&#8221;, &#8220;NX Node&#8221; e &#8220;NX Client&#8221; no <a href="http://www.nomachine.com/download.php">http://www.nomachine.com/download.php</a>. </span></p>
<p align="justify"><span>É necessário baixar os três pacotes, pois o servidor depende dos outros dois para funcionar. Estão disponíveis versões em .rpm, .deb e também um pacote genérico, em .tar.gz, que pode ser usado no Slackware e outras distribuições.</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-05fa0022.jpg" alt="12c2ae65" width="600" height="362" /></p>
<p align="justify"><span>Ao instalar, comece instalando o cliente, seguido pelo NX Node, deixando o servidor por último, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo dpkg -i nxclient_3.2.0-9_i386.deb<br />
$ sudo dpkg -i nxnode_3.2.0-5_i386.deb<br />
$ sudo dpkg -i nxserver_3.2.0-7_i386.deb</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Aproveite para rodar o comando &#8220;apt-get -f install&#8221; no final do processo para corrigir qualquer eventual problema relacionado a dependências dos pacotes:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo apt-get -f install</div>
<p><strong> </strong></span></p>
<p align="justify"><span>Nas estações, você precisa instalar apenas o pacote &#8220;nxclient&#8221;, que possui versões para Linux, Windows, OSX e até Solaris. </span></p>
<p align="justify"><span>O servidor NX utiliza o SSH como meio de transporte, por isso, para utilizá-lo é necessário que o servidor SSH esteja ativo. Uma vez instalado, o servidor NX permite que você se conecte usando qualquer login de usuário disponível no servidor (com exceção do root). Se você quer dar acesso a alguém, basta criar uma nova conta, usando o &#8220;adduser&#8221;. </span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-7591deff.png" alt="m22c7f2b7" width="330" height="213" /></p>
<p align="justify"><span>Nos clientes, você precisa instalar apenas o pacote &#8220;nxclient&#8221;, como em:</span></p>
<p align="justify"><span></p>
<div class="cmdmargin">$ sudo dpkg -i nxclient_3.2.0-9_i386.deb</div>
<p></span></p>
<p align="justify"><span>Como comentei, ele possui também uma versão Windows (que possui uma configuração exatamente igual à da versão Linux), que pode ser baixada na mesma página, </span></p>
<p align="justify"><span>Na maioria das distribuições Linux, ao instalar o cliente NX, são criados ícones no &#8220;Iniciar &#62; Internet&#8221;. Da primeira vez, use o &#8220;NX Connection Wizard&#8221; para criar a conexão inicial. Se o ícone não tiver sido criado, use o comando &#8220;/usr/NX/bin/nxclient -wizard&#8221; (usando seu login de usuário, não o root):</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-f3ee9a49.png" alt="m1c949193" width="500" height="379" /></p>
<p align="justify"><span>Estão disponíveis ainda opções com o nível de compressão dos dados e do tamanho da janela. Usando a opção &#8220;LAN&#8221;, que é destinada a conexões via rede local, não existe perda de qualidade de imagem, mas, ao usar as demais opções, destinadas a conexões mais lentas, as imagens são comprimidas via JPG, o que garante uma atualização mais rápida, porém com uma certa perda de qualidade. </span></p>
<p align="justify"><span>Na segunda janela, temos outra opção importante, que é a seleção do ambiente gráfico usado. O cliente NX não é capaz de detectar automaticamente o ambiente gráfico usado no servidor, de forma que você precisa especificá-lo na criação da conexão. No caso do Ubuntu, que usa o Gnome por padrão, escolha &#8220;Unix &#62; Gnome&#8221;:</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-d5851570.png" alt="5f0af460" width="500" height="379" /></p>
<p align="justify"><span>A opção &#8220;Select size of your remote desktop&#8221; permite especificar o tamanho da janela com a conexão remota. A opção &#8220;Available area&#8221; faz com que a janela ocupe todo o espaço útil do desktop, sem cobrir a barra de tarefas (o ideal na maioria das situações), mas você pode também especificar uma resolução qualquer, como &#8220;1000&#215;700&#8243; ou &#8220;800&#215;480&#8243;. Não é necessário se prender às resoluções mais usadas, você pode utilizar qualquer valor.</span></p>
<p align="justify"><span>O cliente NX se encarrega de criar ícones no desktop para as conexões criadas, o que facilita o acesso a elas:</span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-e9be1834.jpg" alt="1f11af9" width="600" height="312" /></p>
<p align="justify"><span>Entretanto, para ter acesso ao botão &#8220;Configure&#8230;&#8221;, que dá acesso ao painel de configurações, você precisa abrir a conexão usando o ícone &#8220;NX Client&#8221; no menu, ou o comando &#8220;/usr/NX/bin/nxclient -wizard&#8221;.</span></p>
<p align="justify"><span>Ao acessar o menu de configuração, você tem acesso a um conjunto extra de opções. A primeira dica é a opção &#8220;Remember my password&#8221; na aba &#8220;General&#8221;, que permite memorizar a senha de acesso. Marcando a opção &#8220;Use custom settings&#8221; você tem acesso a um menu com opções adicionais relacionadas à compressão da imagem: </span></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-2800f838.png" alt="4e8cc44e" width="351" height="438" /></p>
<p align="center"><img src="http://201.76.37.243/imagens/img-7d12e55b.png" alt="m49134060" width="338" height="419" /></p>
<p align="justify"><span>Aqui você tem a opção de ajustar o nível de compressão do JPG (os níveis mais altos são úteis em conexões via modem), usar compressão via RGB (um formato sem perda) ou desabilitar completamente a compressão usando a opção &#8220;Use plain X bitmaps&#8221;. Esta última opção consome mais banda da rede (o que não chega a ser um problema em uma rede de 100 megabits), mas em troca usa menos processamento, tanto no servidor quanto no cliente. Ela é uma boa opção para uso em rede local, onde temos bastante banda disponível. </span></p>
<p align="justify"><span>Na aba &#8220;Advanced&#8221; temos a opção &#8220;Disable ZLIB stream compression&#8221;, mais uma opção interessante para melhorar o desempenho das conexões via rede local em clientes com pouco processamento.</span></p>
</div>
<p></span></div>
</div>
<p></span></div>
<p></span></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por fin!! Instalar servidor local (Apache2+MySQL5+PHP5) en Ubuntu]]></title>
<link>http://ubuntuco.wordpress.com/2008/02/20/por-fin-instalar-servidor-local-apache2mysql5php5-en-ubuntu/</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 07:09:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Seth Ladino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Casi pierdo la cabeza&#8230; pero aqui ando! asi que si yo pude todos pueden. A ver, aunque tardé en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Casi pierdo la cabeza&#8230; pero aqui ando! asi que si yo pude todos pueden. A ver, aunque tardé en]]></content:encoded>
</item>

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