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	<title>setimo-selo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/setimo-selo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "setimo-selo"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 13:12:59 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Moitará 172 - Gabriela Noujaim]]></title>
<link>http://moitara.wordpress.com/2009/06/26/moitara-172-gabriel-noujaim/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 23:06:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>nadamguerra</dc:creator>
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<description><![CDATA[Encontrei Gabriela em uma palestra no Parque Lage. ela me deu este slide tirado do filme &#8221; o s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Encontrei Gabriela em uma palestra no Parque Lage. ela me deu este slide tirado do filme &#8221; o sétimo selo&#8221; que faz parte da sua instalação &#8220;jogo de xadrez&#8221; de 2006 que será apresentada no Largo das artes em outubro.</p>
<p><a href="http://moitara.wordpress.com/files/2009/08/img_5472v2web.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1332" title="Moitará 172 - Gabriela Noujaim" src="http://moitara.wordpress.com/files/2009/08/img_5472v2web.jpg" alt="Moitará 172 - Gabriela Noujaim" width="500" height="365" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Setimo Selo - A Missão]]></title>
<link>http://erik072.wordpress.com/2009/01/26/setimo-selo-a-missao/</link>
<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 04:06:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>erik072</dc:creator>
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<description><![CDATA[InfoCel Downloads4shared]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><img alt="http://www.expressivaonline.com.br/fotos/LogoSetimoSeloGd.jpg" src="http://www.expressivaonline.com.br/fotos/LogoSetimoSeloGd.jpg" /></p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/49947814/1f15a20d/a_misso.html">InfoCel Downloads<br />4shared</a></div>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[enquanto o facto está distante]]></title>
<link>http://teoriadadesilusao.wordpress.com/2008/06/22/enquanto-o-facto-esta-distante/</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 19:44:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>j m</dc:creator>
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<description><![CDATA[escrevo, para tantos sem razão, pela força da vontade que se aloja nesta mão. aprendo que a amizade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="max-width:800px;float:right;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;" src="http://teoriadadesilusao.files.wordpress.com/2008/06/seventh-seal-xl-04-film-b.jpg" /></p>
<p>escrevo, para tantos sem razão, pela força da vontade que se aloja nesta mão.</p>
<p>aprendo que a amizade é um pilar e confirmo a religião como um engodo, um contentamento, uma agonia, um sofrimento, uma felicidade&#8230; conforme o caso e a pessoa. seja qual for o caso, todos têm o mesmo destino, mais ou menos acomodados, que é o vazio.</p>
<p>espera-se a Morte e convida-se a figura para um jogo num tabuleiro de xadrez. adia-se o facto. para quê? porque nesse tempo, salvamos a nossa alma ao retirar sofrimento a outros&#8230; até que os factos sejam um só em cada um.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Filmes, Pipoca e boa companhia]]></title>
<link>http://rubbaum.wordpress.com/2008/02/04/filmes-pipoca-e-boa-companhia/</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 02:53:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>rubbaum</dc:creator>
<guid>http://rubbaum.wordpress.com/2008/02/04/filmes-pipoca-e-boa-companhia/</guid>
<description><![CDATA[Olá amigos. Primeiramente desejo parabéns pra minha amiga Kalyua que desde ontem carrega um aninho a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/brilho_eterno_de_uma_mente.jpg" title="brilho_eterno_de_uma_mente.jpg"></a><a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/o-setimo-selo.jpg" title="o-setimo-selo.jpg"></a>Olá amigos.</p>
<p>Primeiramente desejo parabéns pra minha amiga Kalyua que desde ontem carrega um aninho a mais nas costas. Saúde, felicidades e sucesso pra você. O jantar de ontem esteve otimo, o papo agradavel assim como todos os convidados presentes. Devemos reunir essa galerinha toda semana.</p>
<p>No pós Jantar (hehehe), decidimos ir na casa d<a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/777uy4.jpg" title="777uy4.jpg"></a>e outro amigo onde passamos a madrugada Jogando conversa fora e PS2. Grandes jogos.</p>
<p>Hoje digamos que foi um grande dia. Cinema em casa.</p>
<p>Dois filmes:</p>
<p>     <a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/brilho_eterno_de_uma_mente.jpg" title="brilho_eterno_de_uma_mente.jpg"><img width="254" src="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/brilho_eterno_de_uma_mente.jpg" alt="brilho_eterno_de_uma_mente.jpg" height="698" style="width:147px;height:207px;" /></a>                 <a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/777uy4.jpg" title="777uy4.jpg"><img width="327" src="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/777uy4.jpg" alt="777uy4.jpg" height="809" style="width:162px;height:208px;" /></a><a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/777uy4.jpg" title="777uy4.jpg"></a></p>
<p>&#8220;Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças&#8221; e &#8220;O Setimo Selo&#8221;.</p>
<p>Primeiro um classico contemporâneo: Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Do diretor Michel Gondry que conta com surpreendentes performances dos atores Jim Carrey e Kate Winslet. Provavelmente foi a melhor interpretação do Sr. Carrey em toda sua carreira até o momento. Conta ainda com as participações de Kirsten Dunst, Elijah Wood e Mark Ruffalo que mesmo em papeis menores exploram bem seus personagens sendo importantes para a trama.</p>
<p>O filme começa quando Joel Barish  acorda com um humor diferente e, ao invés de ir para o trabalho, resolve tirar o dia para dedicar-se a passear numa praia (num dia gelado). Lá, ele acaba cruzando com a excêntrica Clementine (Kate Winslet) e, apesar da timidez de Joel tentar boicotar qualquer tentativa de conversa, eles acabam se envolvendo num encontro que torna-se mágico sem sair da esfera da realidade. O filme corta para o final do relacionamento, que acaba numa nota tão amarga que Clementine procura o consultório da Lacuna (com cara de clandestino), para apagarJoel da memória e, assim, começar do zero. Acidentalmente, Joel descobre e, com os sentimentos feridos, resolve apagá-la da memória, praticamente por despeito.</p>
<p><a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/eternal_sunshine-praia.jpg" title="eternal_sunshine-praia.jpg"><img src="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/eternal_sunshine-praia.jpg" alt="eternal_sunshine-praia.jpg" /></a></p>
<p> A sensação passada por &#8220;Brilho eterno&#8230;&#8221; é a de alguém que, para consolá-lo, simplesmente colocou a cabeça sobre seu ombro, sem ter que dizer nada.</p>
<p> &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Continuando com um classico Cult: O Setimo Selo.De Ingman Bergman.<br />
Falar de um filme de Ingman Bergman é dificil. Isto não por que o filme seja ruim, ao contrario, o filme é magnánimo. O problema é que graças a aura de gênio criada para o Sr. Bergman, muitos mesmo o citam sem ter assistido essa magnifica obra. O qué é um erro. Este filme de 1956 deve fazer parte dos filmes imperdiveis de todas as pessoas.</p>
<p>O filme conta a historia de Antonius Block (Max Von Sydow), cavaleiro que retorna das Cruzadas e encontra sua vila destruída pela doença. A Morte aparece para levá-lo, mas Block se recusa a morrer sem ter entendido o sentido da vida. O cavaleiro faz um trato com ela. Enquanto conseguir contê-la numa partida de xadrez, sua vida será poupada.</p>
<p>A idéia do cavaleiro jogando xadrez com a morte foi citada em tantos filmes que se tornou uma referência cinematográfica básica.</p>
<p><a href="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/o-setimo-selo.jpg" title="o-setimo-selo.jpg"><img src="http://rubbaum.wordpress.com/files/2008/02/o-setimo-selo.jpg" alt="o-setimo-selo.jpg" /></a></p>
<p>Uma coisa marcante na historia é a busca do cavaleiro por Deus, talvez um sentido ou respostas a vida (ele não sabe que a resposta pra tudo é 42). No decorrer do filme ele procura até o diabo, pensando que este pode ter as respostas que ele procura ja que deveria conhecer Deus.</p>
<p>No filme ainda encontramos ainda a história de uma trupe de andarilhos que posteriormente acabam se encontrando com o cavaleiro e sendo escoltados por este. Um detalhe interessante é que inicialmente o andarilho que acorda primeiro tem uma visão da &#8220;Virgem e do menino Jesús&#8221; e conta para sua esposa que não acredita. Posteriormente o o cavaleiro parece encantado ao vislumbrar a esposa do andarilho e seu filho e decide escolta-los.</p>
<p>Seria está uma alusão a sagrada familia (José, Maria e Jesus)?</p>
<p>Enfim&#8230;.Estes dois filmes fazem parte de minha lista de filmes que não podemos morrer sem assistir.</p>
<p>Até a proxima.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Cincuenta anos de DET SJUNDE INSEGLET (Ingmar Bergman) por Héctor Gómez.]]></title>
<link>http://volframzine.wordpress.com/2007/12/05/cincuenta-anos-de-det-sjunde-inseglet-ingmar-bergman-por-hector-gomez/</link>
<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 15:34:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>volframzine</dc:creator>
<guid>http://volframzine.wordpress.com/2007/12/05/cincuenta-anos-de-det-sjunde-inseglet-ingmar-bergman-por-hector-gomez/</guid>
<description><![CDATA[# Este texto non pretende ser unha peza de obituario máis, unha lembranza máis a modo de homenaxe, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://volframzine.wordpress.com/files/2007/12/septimo.jpeg" title="septimo.jpeg"><img src="http://volframzine.wordpress.com/files/2007/12/septimo.jpeg" alt="septimo.jpeg" /> </a></p>
<p><strong># </strong>Este texto non pretende ser unha peza de obituario máis, unha lembranza máis a modo de homenaxe, dos que nestes últimos meses estamos saturados por causa de todos aqueles que semellan descobrer aos grandes artistas cando estes parten cara outro lugar. É preferible dar un enfoque de celebración, de recoñecimento vital, agora que <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4M3AQMHRufY" target="_blank">O Sétimo Selo</a> </em>(Det sjunde inseglet, 1957) cumpre medio século de proxeccións. O recordo dunha filmación como esta convírtese en necesario a todas luces por ser unha das obras capitais da Historia Cinematográfica, pola sua influencia na conciencia, imaxinería, imaxinario e memoria universais e, non embargantes, non ser unha obra capital, redonda e cumio no que se refire á filmografía de Ingmar Bergman.</p>
<p>Se algo no <em>Sétimo Selo </em>merece pasar á Historia, é a angustia vital que desprende o cabaleiro (Max von Sydow) cando se lle resposta a nada absoluta como o único que existe despois deste mundo. Nos seus ollos pódese ver un abismo absoluto cara ningures, unha caída sen fin, un descorazonamento existencial que é, ao tempo, o descorazonamento de toda unha xeración que comezaba a estar seriamente desapegada dos valores e da moral xudeo-cristiana, e que ten o vacío absoluto como única resposta.</p>
<p>E é que grande parte do cinema bergmaniano sae do descorazonamento. En particular, analisarei dúas obras que para mín constitúen, xunto a outras coma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MeehCG9oF4c&#38;feature=related" target="_blank"><em>Persoa</em> </a>(1966), o eixo reflexivo da madurez de Bergman como cineasta e pensador: estoume referindo a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=-Ilhq2L4Zcw" target="_blank"><em>Os Comulgantes</em> </a>(Nattvardsgästerna, 1962) e a <em>O Manantial da Doncela</em> (Jungfrukällan, 1960).</p>
<p>Ambas cintas son parte dunha mesma idea, dunha mesma agonía, ambas considéranse de maneira intuitiva partes dunha triloxía centrada nos interrogantes sobre a existencia dun Ser Superior e, ao seu tempo, a incomunicación deste cos seres humanos, e na que tamén se tende a incluír <em>Como nun Espello</em> (Säsom i en spegel, 1961).</p>
<p>Tanto en <em>Os Comulgantes</em> coma en <em>O Manantial da Doncela</em> exponse a idea do descorazonamento en torno ao Deus da tradición e cultura cristiá. Existen numerosos e sinxelos paralelismos entre ambos filmes. Se en <em>Os Comulgantes</em> se analisa a incapacidade de resposta dun guía espiritual como é o pastor cristiano (Gunnar Björnstrand), e a súa conseguinte incapacidade para evitar o suicidio -tanto físico coma espiritual- dun atormentado Max von Sydow, en <em>O Manantial da Doncela</em> reflíctese a inusitada incapacidade do Deus cristiano, e por ende, de todas as divindades criadas, para respostar ao acto de maldade suprema dos violadores da doncela. O Mal pode violar, matar, destrozar os lazos familiares e afundir na máis absoluta desesperanza, mentres que o Ben únicamente pode facer brotar a auga da terra, nunha das -dito sexa de paso- secuencias cinematográficas de corte milagroso máis emocionantes que un servidor ten visto, comparable quizá únicamente ao cesamento das bombas en <em>Offret</em> (Andrei Tarkovski, 1986) ou á resurrección mediante a palabra en <a href="http://www.youtube.com/watch?v=R_9wLA6tmLU" target="_blank"><em>Ordet</em></a> (Carl Theodor Dreyer, 1955).</p>
<p>Outro dos peares da obra de madurez de Ingmar Bergman é <em>Persoa</em> (1966). Neste caso o autor sae da temática antes mentada para facer unha análise lúcida e precisa da psique humana e das relacións interpersoais. Ademáis desta serie de virtudes, <em>Persoa</em> ten unha das máis importantes cando nos referimos a unha película: a súa fotografía. É o traballo do xenial <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CBHgY8S3OpI" target="_blank">Sven Nykvist</a> o que lle confire ese aura de inmortalidade, de grandeza, o que convirte á cinta nunha obra infinita e impermeable ao desgaste temporal.</p>
<p>Filme tras filme, Bergman compromete a interpretación da realidade que ten a Humanidade no seu conxunto. Estuda, disecciona e golpea cada un dos peares que confortan o Universo cognitivo, moral e relacional criado polos seres humanos.</p>
<p>A título persoal, vexo en cada filme de Bergman un exorcismo persoal e intrasferible que lle leva a compartir todos aqueles pensamentos, reflexións ou ensoñacións que condicionan a sua integridade coma cidadán do mundo. En definitiva, entendo cada filme de Ingmar Bergman coma unha necesidade vital, unha estraña forma de solidariedade cos seus semellantes; pero acaso non é certo que toda clase de arte honesta surxe da pura e simples necesidade criativa e comunicativa?</p>
<p>Faise necesario agradecer a Ingmar Bergman a súa vida, unha desas vidas que se convirten en importantes para o resto da humanidade. Tal vez, agora sí poda mirar de frente á Morte, preguntarlle todo o que en vida desexara e mover os seus peóns, ainda que a partida xa estivese perdida.</p>
</div>]]></content:encoded>
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