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	<title>sexo-na-velhice &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/sexo-na-velhice/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sexo-na-velhice"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 23:02:18 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A velhice]]></title>
<link>http://privadaaberta.wordpress.com/2009/06/13/a-velhice/</link>
<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 21:10:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>jfbullinger</dc:creator>
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<description><![CDATA[Texto publicado em 14.03.09 no meu antigo blog &#8211; link ao lado Vou ser um velho triste. Vi meu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Texto publicado em 14.03.09 no meu antigo blog &#8211; link ao lado Vou ser um velho triste. Vi meu ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Preconceitos Ocultos]]></title>
<link>http://clubedolivro.wordpress.com/2008/04/16/preconceitos-ocultos/</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 16:47:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>scliar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estranheza. Perplexidade. Um impulso de  subverter o curso da história, refazendo a própria história]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://clubedolivro.files.wordpress.com/2008/04/dancing.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-162" style="float:left;margin:2px 5px;" src="http://clubedolivro.wordpress.com/files/2008/04/dancing.jpg" alt="by Bianca Scliar" width="274" height="300" /></a><span style="color:#000000;">Estranheza. Perplexidade. Um impulso de  subverter o curso da história, refazendo a própria história. A relação amorosa das duas amigas (avós, o que reforça a diferença de idade) e seus respectivos filhos, é encoberta pelos planos para que uma vida rotineiramente tradicional se estabeleça. Como a diferença de idade é um dos plots do conto, vamos pular da ficção para a realidade.<br />
<span style="color:#800080;"><strong><br />
50 ANOS DE DIFERENÇA</strong></span><br />
Tive dois namorados (não simultaneamente! Minha “modernidade” não chega a tanto…). Entre os dois, uma diferença de 50 anos. Ou seja: tive um namorado 25 anos mais novo que eu e um outro 25 anos mais velho. Geralmente, a pergunta que eu mais ouvia, em especial dos homens, quando contava isto, era: -E qual era o melhor? Entenda-se, aqui, “melhor” como desempenho sexual! Que parece ser uma grande preocupação masculina (me corrijam os homens, se eu estiver errada).<br />
O problema, para mim, é definir este melhor. Lembro o que disse uma das minhas filhas, quando ela tinha 18 anos, sobre seu recente namorado. Ela, toda orgulhosa e muito segura de si: <em>-Ah, está maravilhoso! Nós temos uma relação fantástica na cama, perfeita. </em><br />
Caramba! Ou minha filha tem o dom da sabedoria precoce, ou eu era uma completa idiota aos 18 anos (agora, menos completa).<br />
Voltando aos comentários. Em relação ao namorado que era mais velho, o comentário do filho dele: <em>-Ela só pode estar interessada no seu dinheiro. </em><br />
Em relação ao mais novo, comentário da família e dos amigos: <em>-Ah, ele só pode estar interessado em seu dinheiro!</em><br />
Parece que existe um tabu nas relações afetivas que transgridem as barreiras geracionais e que, portanto, só podem se estabelecer segundo os critérios de valoração na sociedade atual: sexo e dinheiro. Preconceitos que achamos superados Estarão mesmo? No caso do meu namorado mais novo, existia um outro componente, pois ele possuía um cabelo super longo e eu, na época, usava cabelo Joãozinho, bem rente. De costas, segundo os critérios vigentes, eu parecia o menino e ele a menina… Mas aí já entra a questão de gênero -também presente no conto-, que fica para o próximo post. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
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