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	<title>silencios &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/silencios/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "silencios"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:24:19 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Tu me amarias?]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/27/tu-me-amarias/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 22:51:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/11/27/tu-me-amarias/</guid>
<description><![CDATA[E se eu fizesse todas as escolhas erradas ou a única escolha certa possível Tu ainda assim me amaria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ziario.wordpress.com/files/2009/11/is_this_love_by_andikapatrya.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4506" title="is_this_love_by_andikapatrya" src="http://ziario.wordpress.com/files/2009/11/is_this_love_by_andikapatrya.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>E se eu fizesse<br />
todas as escolhas<br />
erradas<br />
ou a única escolha<br />
certa<br />
possível</strong><br />
<span style="color:#000000;"><strong>Tu ainda assim<br />
me amarias?</strong><br />
E se eu partisse<br />
e indo embora<br />
a cada passo dado<br />
para largar-me ao mundo<br />
ainda mais que nunca<br />
para longe de mim<br />
E isso me fizesse algo de bom<br />
algo de bem<br />
algo que há tempos não sinto<br />
</span><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;">Tu ainda assim<br />
me amarias?<br />
</span><span style="color:#000000;"><strong>E se a memória me levasse<br />
E se a raiva me levasse<br />
E se a saudade fosse tanta<br />
E me levasse<br />
para um canto incompreensível<br />
das coisas que se sente<br />
quando se está só<br />
Tu me amarias?<br />
</strong>E se eu me conter<br />
para dizer<br />
novamente<br />
que o amor é injusto<br />
que a dor é injusta<br />
que a história que contamos<br />
é injusta<br />
e o trabalho que nos ocupa<br />
todo santo dia<br />
é injusto<br />
</span><span style="color:#000000;"><strong>Tu me amarias?<br />
Tu me amarias?</strong><br />
<strong>Se eu me perdesse</strong><br />
</span></span><span style="color:#000000;"><strong>Se eu não me achasse<br />
Se eu não encontrasse saída<br />
para o certo e o incerto em mim<br />
Se eu causasse o maior estrago<br />
Se eu fizesse o escândalo maior do mundo</strong><br />
</span><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><strong>Se eu não pudesse mais parar por um único<br />
segundo<br />
Tu me amarias ?</strong><br />
E se eu fosse fraco ?<br />
E se eu fosse fútil?<br />
E se eu não tivesse dinheiro nenhum?<br />
nem empregos<br />
nem a vontade de participar<br />
do que fosse<br />
e se eu fosse sujo<br />
ríspido<br />
roto<br />
gasto<br />
assustado<br />
apavorado<br />
amedrontado<br />
</span><strong><span style="color:#000000;">E estivesse encolhendo<br />
encolhido<br />
por dentro<br />
tudo isso<br />
por dentro<br />
tão diferente<br />
do por fora<br />
</span></strong></span><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><strong>Tu me amarias?<br />
E se eu não achasse o caminho da volta?</strong><br />
E se eu não soubesse nada a respeito do que eu vejo no espelho?<br />
E se eu nasci com a capacidade de jamais esquecer?<br />
<strong>E se eu tiver vocação para me perder?</strong><br />
<strong>Tu me amarias?</strong><br />
</span><strong><span style="color:#000000;">Tu me amarias ?<br />
Se eu fosse tão velho quanto o tempo<br />
ou infantil como a criança mais doce e ingênua<br />
E se eu fosse apenas</span></strong></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;">humano</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;">Tu me amarias?<br />
E se eu te amar para sempre<br />
E te querer tão bem para sempre<br />
E te desejar silenciosamente para sempre<br />
E te enxergar<br />
E te ver<br />
E te perceber<br />
E te notar<br />
E te avistar<br />
E tão simplesmente</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;">nunca</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;">mais</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;">te</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;">ter</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><strong>Tu me amarias?<br />
Tu me amarias?</strong><br />
</span><span style="color:#000000;"><strong>Se eu deixar de existir<br />
Se eu deixar de perder as minhas coisas pelo caminho</strong><br />
</span><span style="color:#000000;"><strong>Se eu deixar de estar onde sempre estive<br />
Se eu deixar de ser qualquer coisa que se perceba<br />
Se eu deixar saudade nenhuma<br />
Tu me amarias?</strong><br />
</span><span style="color:#000000;"><strong>Tu me amarias pelas coisas que não pude ser<br />
</strong>pelas que me cansaram<br />
por aquelas que não pude compreender<br />
pela raiva que senti<br />
pela tristeza que senti<br />
pela saudade que senti<br />
e por ser como toda a gente deste mundo<br />
inseguro<br />
imprevisível<br />
imaturo<br />
Tu me amarias?<br />
[...] Tu me amarias?<br />
</span><strong><span style="color:#000000;">Tu me amarias<br />
Se as palavras me faltassem<br />
Se as palavras não me bastassem<br />
Se as palavras não estivessem mais<br />
onde deveriam estar<br />
ou se as palavras<br />
juntas ou separadas<br />
não significassem nada<br />
desconexas<br />
inexatas</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;">não</span></p>
<p><span style="color:#000000;">tu não me amarias!</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Retirado do</span> <a href="http://palavraguda.wordpress.com/2009/11/04/amar-e-2/" target="_blank">Palavra Aguda</a></p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#000000;">Ps:Não fiz as adaptações de gênero para não quebrar a forma e sutileza da poesia, e para conservar a essência da escrita. Mas em mtos aspectos, principalmente os negritados, vi ali minhas próprias interrogações e pensamentos sentidos&#8230;</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[escrever.]]></title>
<link>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/23/escrever/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:19:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>phi -</dc:creator>
<guid>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/23/escrever/</guid>
<description><![CDATA[às vezes penso. escrever foi desde sempre o vício que eu deixei fugir. gosto muito, confio pouco. nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">às vezes penso. escrever foi desde sempre o vício que eu deixei fugir. gosto muito, confio pouco. não guardo as minhas palavras porque elas são iguais às de toda a gente. um dia vou acordar com as verdades do José Luís Peixoto na ponta dos dedos.  </p>
<p style="text-align:justify;">é por isso que este blog é uma surpresa. para mim. não é hábito durarem tanto os meus devaneios. eu desisto sempre, porque os outros são sempre melhores. eu não sei ser eu quando escrevo, porque não sei gostar de mim. e assim vai. apagar. fim.</p>
<p style="text-align:justify;">só que nos últimos tempos eu ando a descobrir a ausência e o silêncio, a solidão e a dor. e escrevo. e tenho vontade de fazê-lo. sem olhar à beleza. escrever para me descobrir. mesmo sem aceitar. mesmo que apagar fosse a melhor opção.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Do Silêncio Acolhedor]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/23/do-silencio-acolhedor/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:40:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/11/23/do-silencio-acolhedor/</guid>
<description><![CDATA[Hoje entendo que existe uma diferença sutil entre silenciar ausentando-se, o que muitas vezes pode a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">Hoje entendo que existe uma diferença sutil entre silenciar ausentando-se, o que muitas vezes pode atender a uma medida de proteção própria, e silenciar acolhendo a dor do outro. No silencio acolhedor, existe, a partir dos processos introjetivos, todo um movimento de sintonias afetivas que conecta os dois sujeitos envolvidos, abrindo espaços para a emergência de um campo expressivo que será fundamental para recuperar a mobilidade psiquica de quem se encontra cerceado pelo estupor traumatico.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Marisa Schargel Maia</strong>  no livro &#8220;Extremos da Alma: dor e trauma na atualidade e clínica psicanalitica&#8221;; Rio de Janeiro: Garamond, 2003, p.228.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL VALOR DE TU SILENCIO Y DE TUS PALABRAS]]></title>
<link>http://luhema.wordpress.com/2009/11/21/el-valor-de-tu-silencio-y-de-tus-palabras/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 15:39:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>luhema</dc:creator>
<guid>http://luhema.wordpress.com/2009/11/21/el-valor-de-tu-silencio-y-de-tus-palabras/</guid>
<description><![CDATA[EL VALOR DE TU SILENCIO Y DE TUS PALABRAS &nbsp; HABLAR;     Oportunamente, es acierto.      Frente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#808080;">EL VALOR DE TU SILENCIO Y DE TUS PALABRAS </span><img class="aligncenter size-full wp-image-2303" title="foto_nota_24" src="http://luhema.wordpress.com/files/2009/11/foto_nota_24.jpg" alt="" width="705" height="135" /></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#333399;">HABLAR;</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#333399;">    </span><span style="color:#333399;">Oportunamente, es acierto. <br />
    Frente al enemigo, es civismo. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Ante una injusticia, es valentía. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Para rectificar, es un deber. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Para defender, es compasión. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Ante un dolor, es consolar. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Para ayudar a otros, es caridad. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Con sinceridad, es rectitud. <br />
    De sí mismo, es vanidad. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Restituyendo fama, es honradez. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Aclarando chismes, es estupidez. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Disipando falsedades, es de conciencia. </span><br />
<span style="color:#333399;">    De defectos, es lastimar. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Debiendo callar, es necedad. </span><br />
<span style="color:#333399;">    Por hablar, es tontería. <br />
</span> <img class="aligncenter size-full wp-image-2302" title="foto_nota_21" src="http://luhema.wordpress.com/files/2009/11/foto_nota_21.jpg" alt="" width="706" height="136" /></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[silly.]]></title>
<link>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/21/silly/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 14:56:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>phi -</dc:creator>
<guid>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/21/silly/</guid>
<description><![CDATA[i love you, bitch. aperta-me agora no peito o medo que, há dez anos, porque também tinha dez anos, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h5 style="text-align:right;">i love you, bitch.</h5>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-96" title="nicparis" src="http://w0rthdyingfor.wordpress.com/files/2009/11/nicparis.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>aperta-me agora no peito o medo que, há dez anos, porque também tinha dez anos, eu não soube sentir assim.  </p>
<p>vai tudo ficar bem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tic tac]]></title>
<link>http://algundiameencontraras.wordpress.com/2009/11/19/tic-tac/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:21:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Algún día me encontrarás</dc:creator>
<guid>http://algundiameencontraras.wordpress.com/2009/11/19/tic-tac/</guid>
<description><![CDATA[Últimamente paso días en la cama. Busco la inercia al lado de la pared porque, sin encontrarla, es d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Últimamente paso días en la cama. Busco la inercia al lado de la pared porque, sin encontrarla, es difícil salir del barullo del edredón tibio.</p>
<p>Justamente allí debajo creí encontrar la otra noche a Lucía, susurrándome, tal como la imaginaba, iluminando las últimas horas de ocuridad con el sonido de su respiración al escaparse entre palabra y palabra:</p>
<p>- Abel&#8230; -me decía.</p>
<p>- Shhh.</p>
<p>- Abel&#8230;</p>
<p>- Calla.</p>
<p>- Llévame.</p>
<p>Le acaricié el pelo insistiendo:</p>
<p>- Me gustas, Lucía.</p>
<p>- Abel&#8230;</p>
<p>Así paso los días en la cama: aquello resultó no ser Lucía, sino una alucinación, una mala pasada del deseo  que me hizo estirar el brazo y alcanzar el teléfono de la mesilla, sin ni siquiera encender la lámpara para marcar. Juguetée con el cable entre los dientes, con su sabor a plástico frío, mientras sonaban los tonos. Ella se desperezó al otro lado para preguntarme &#8220;qué&#8221; en baja voz, arropando mi sonrisa. Y empecé a hablar, y a decirle que aquí había sitio, y que viniera, y que ya tenía su mitad de edredón tibia.</p>
<p>- Abel&#8230;</p>
<p>- ¿Qué?</p>
<p>- Abel&#8230;</p>
<p>- Shh&#8230;</p>
<p>- No dejes de hablar, Abel.</p>
<p>Ya no tenía(mos) ropa, sin darnos cuenta el uno del otro. El mal sueño, y el deseo, se hicieron tangibles con una lágrima, luego un sollozo, luego un torrente imparable de placeres que se perdieron en la tibieza del edredón. Cuando despierte, cambiaré las sábanas. Cuando despierte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[- estiveste a chover?]]></title>
<link>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/16/estiveste-a-chover/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:37:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>phi -</dc:creator>
<guid>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/16/estiveste-a-chover/</guid>
<description><![CDATA[algumas metáforas são tão óbvias como o choro que nos inunda o chão. o tecto. o peito. nunca sentist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>algumas metáforas são tão óbvias como o choro que nos inunda o chão. o tecto. o peito. nunca sentiste medo de perder alguém? há uns tempos ouvi uma música que falava de amor. é quase incomum, não é? ironias. há tanta coisa a ser dita no meio de palavras vazias. não gosto de dias assim &#8211; tudo nos escorrega em segundos. um solavanco, um choque, um raio, o fim. relâmpagos de vida e de morte. talvez seja estúpido, mas o sonho de que te falei não me deixa descansar. &#8220;<em>mau</em>&#8221; - disseste tu, entre travos de um café que é retrato de mim.  </p>
<p>toma cuidado. promete-me que tomas cuidado. não só agora, sempre que esta ânsia se repetir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Musica]]></title>
<link>http://sarawordpress.wordpress.com/2009/11/12/musica/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:13:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogsxdexclase</dc:creator>
<guid>http://sarawordpress.wordpress.com/2009/11/12/musica/</guid>
<description><![CDATA[La música (del griego: μουσική [τέχνη] &#8211; mousikē [téchnē], &#8220;el arte de las musas&#8220;)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a class="image" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Op27_1_seg_mov.png"><img class="thumbimage" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0f/Op27_1_seg_mov.png/270px-Op27_1_seg_mov.png" alt="" width="270" height="127" /></a></p>
<p>La <strong>música</strong> (del <a title="Idioma griego" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Idioma_griego">griego</a>: <em>μουσική</em> [<em>τέχνη</em>] &#8211; <em>mousikē</em> [<em>téchnē</em>], &#8220;el arte de las <a title="Musas" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Musas">musas</a>&#8220;) es, según la definición tradicional del término, el <a title="Arte" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Arte">arte</a> de organizar sensible y lógicamente una combinación coherente de <a title="Sonido" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sonido">sonidos</a> y <a title="Silencio" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Silencio">silencios</a> utilizando los principios fundamentales de la <a title="Melodía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Melod%C3%ADa">melodía</a>, la <a title="Armonía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Armon%C3%ADa">armonía</a>, el <a title="Ritmo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ritmo">ritmo</a>, y el timbre, mediante la intervención de complejos procesos psico-anímicos. El concepto de música ha ido evolucionando desde su origen en la antigua Grecia, en que se reunía sin distinción a la poesía, la música y la danza como arte unitario. Desde hace varias décadas se ha vuelto más compleja la definición de qué es y qué no es la música, ya que destacados compositores, en el marco de diversas experiencias artísticas fronterizas, han realizado obras que, si bien podrían considerarse musicales, expanden los límites de la definición de este arte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ruhe in frieden.]]></title>
<link>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/11/ruhe-in-frieden/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 21:15:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>phi -</dc:creator>
<guid>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/11/ruhe-in-frieden/</guid>
<description><![CDATA[parece que foi ontem. tu estás em todas as minhas memórias, está nos primeiros anos que eu me lembro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">parece que foi ontem. tu estás em todas as minhas memórias, está nos primeiros anos que eu me lembro de sonhar, estás do lado oposto ao lado da minha vida &#8211; mas estás em mim, porque tu não eras dos meus mas eras meu ainda assim.</p>
<p style="text-align:justify;">é este tipo de dor que me faz sentir que nada faz sentido. descansa em paz, Enke. (<em>lê-se Einka</em>. <em>eu queria ter-te escrito em alemão.</em>) agora nunca mais perderás a Lara.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I don't know where to go from here ]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/11/07/you-and-me/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 10:30:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/11/07/you-and-me/</guid>
<description><![CDATA[What day is it? And in what month? This clock never seemed so alive I can&#8217;t keep up and I can]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/FD-lVXeOpG8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/FD-lVXeOpG8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#000000;">What day is it?<br />
And in what month?<br />
This clock never seemed so alive<br />
</span><span style="color:#000000;">I can&#8217;t keep up and I can&#8217;t back down<br />
I&#8217;ve been losing so much time </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Cause it&#8217;s you and me and all of the people with nothing to do<br />
Nothing to lose<br />
And it&#8217;s you and me and all of the people<br />
</span><span style="color:#000000;">And I don&#8217;t know why<br />
I can&#8217;t keep my eyes off of you </span></p>
<p><span style="color:#000000;">All of the things that I want to say just aren&#8217;t coming out right<br />
I&#8217;m tripping on words<br />
You&#8217;ve got my head spinning<br />
I don&#8217;t know where to go from here &#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La mañana despierta...]]></title>
<link>http://elotroladodelolvido.wordpress.com/2009/11/06/la-manana-tambien-es-una-rubia-natural/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 08:41:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>redneseht</dc:creator>
<guid>http://elotroladodelolvido.wordpress.com/2009/11/06/la-manana-tambien-es-una-rubia-natural/</guid>
<description><![CDATA[Aqui me ves, sonriendo, planeando secuestrar tus labios, buscando donar la tristeza y endosar mi nos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui me ves, sonriendo, planeando secuestrar tus labios, buscando donar la tristeza y endosar mi nostalgia a ese recuerdo tuyo que todo lo nombra&#8230; Sabría acaso que nos perdimos uno al otro buscando entre el silencio esa palabra que nos llene&#8230; El diario siempre con sus noticias y el desempleo que me augura una gastritis&#8230; Ya las mañanas no las hacen como antes, con ese olor a pasto recién cortado y con el café o el mate para darle la bienvenida al día. </p>
<p>Amor, las cosas son como el olvido, como un suspiro que nadie atrapa&#8230; Si a veces no duermo no es por vos, es causa de que el desayuno me trajo viejas palabras&#8230;</p>
<p>¿A qué hora quieres que te olvide?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gonçalo.]]></title>
<link>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/06/goncalo/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:36:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>phi -</dc:creator>
<guid>http://w0rthdyingfor.wordpress.com/2009/11/06/goncalo/</guid>
<description><![CDATA[oh, why did this ever happen to us? lembro-me de termos poucos anos, e de tu seres um pêssego. e às ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h5 style="text-align:right;">oh, why did this ever happen to us?</h5>
<p>lembro-me de termos poucos anos, e de tu seres um pêssego. e às vezes penso que podia ter evitado que te perdesses assim, bastava-me nunca te ter perdido. mas não soube não perder.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Haver]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/10/30/o-haver/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:09:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/10/30/o-haver/</guid>
<description><![CDATA[Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura Essa intimidade perfeita com o silêncio Resta essa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura<br />
Essa intimidade perfeita com o silêncio<br />
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo<br />
– Perdoai!eles não têm culpa de ter nascido&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta esse antigo respeito pela noite, esse falar baixo<br />
Essa mão que tateia antes de ter, esse medo<br />
De ferir tocando, essa forte mão de homem<br />
Cheia de mansidão para com tudo que existe.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta essa imobilidade, essa economia de gestos<br />
Essa inércia cada vez maior diante do Infinito<br />
Essa gagueira infantil de quem quer exprimir o inexprimível<br />
Essa irredutível recusa à poesia não vivida.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta essa comunhão com os sons, esse sentimento<br />
Da matéria em repouso, essa angústia da simultaneidade<br />
Do tempo, essa lenta decomposição poética<br />
Em busca de uma só vida, uma só morte, um só Vinicius.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta esse coração queimando como um círio<br />
Numa catedral em ruínas, essa tristeza<br />
Diante do cotidiano; ou essa súbita alegria<br />
Ao ouvir passos na noite que se perdem sem história&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta essa vontade de chorar diante da beleza<br />
Essa cólera em face da injustiça e do mal-entendido<br />
Essa imensa piedade de si mesmo, essa imensa<br />
Piedade de si mesmo e de sua força inútil.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado<br />
De pequenos absurdos, essa capacidade<br />
De rir à toa, esse ridículo desejo de ser útil<br />
E essa coragem para comprometer-se sem necessidade.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta essa distração, essa disponibilidade, essa vagueza<br />
De quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser<br />
E ao mesmo tempo essa vontade de servir, essa<br />
Contemporaneidade com o amanhã dos que não tiveram ontem nem hoje.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta essa faculdade incoercível de sonhar<br />
De transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade<br />
De aceitá-la tal como é, e essa visão<br />
Ampla dos acontecimentos, e essa impressionante</span></p>
<p><span style="color:#000000;">E desnecessária presciência, e essa memória anterior<br />
De mundos inexistentes, e esse heroísmo<br />
Estático, e essa pequenina luz indecifrável<br />
A que às vezes os poetas dão o nome de esperança.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta esse desejo de sentir-se igual a todos<br />
De refletir-se em olhares sem curiosidade e sem memória<br />
Resta essa pobreza intrínseca, essa vaidade<br />
De não querer ser príncipe senão do seu reino.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta esse diálogo cotidiano com a morte, essa curiosidade<br />
Pelo momento a vir, quando, apressada<br />
Ela virá me entreabrir a porta como uma velha amante<br />
Mas recuará em véus ao ver-me junto à bem-amada&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto<br />
Esse eterno levantar-se depois de cada queda<br />
Essa busca de equilíbrio no fio da navalha<br />
Essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo<br />
Infantil de ter pequenas coragens.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;">Vinicius de Moraes</span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NO TENÍAMOS SALIDA POR FANNY JEM WONG]]></title>
<link>http://fannyjemwong.wordpress.com/2009/10/30/no-teniamos-salida-por-fanny-jem-wong/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 07:51:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>fannyjemwong</dc:creator>
<guid>http://fannyjemwong.wordpress.com/2009/10/30/no-teniamos-salida-por-fanny-jem-wong/</guid>
<description><![CDATA[NO TENÍAMOS SALIDA Penas, dolor, mentiras, pueden tener muchos rostros&#8230;. Hubo tanta miseria al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-718" title="ff360afd2c67aa4ce8a225b" src="http://fannyjemwong.wordpress.com/files/2009/10/ff360afd2c67aa4ce8a225b.jpg" alt="ff360afd2c67aa4ce8a225b" width="450" height="299" /></p>
<p><strong>NO TENÍAMOS SALIDA</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Penas, dolor, mentiras,<br />
pueden tener muchos rostros&#8230;.<br />
Hubo tanta miseria alrededor,<br />
no teníamos paraguas, ni salida&#8230;</strong></p>
<p><strong>Máscaras&#8230; Máscaras&#8230;.<br />
Solo fueron máscaras.<br />
Al fin cayeron los velos.</strong></p>
<p><strong>Miro de reojo<br />
el ojo que me cuida,<br />
la verdad asoma<br />
vestida de blanco.</strong></p>
<p><strong>Fanny Jem Wong<br />
Lima Perú<br />
26-10-2009 </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nos sentaremos pacientemente  a esperar </strong><strong><br />
veremos caer todas las mascaras….<br />
Por lo menos, eso no se nos fue negado.</strong></p>
<p><strong>Jem </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>29-10-2009</strong></p>
<p><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/rp9vs47M2Ks&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/rp9vs47M2Ks&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://stats.contadorwap.com/0-stats/index.php?id=6e54075b1af2035a72000202c36bed6d&#38;s=8" target="_blank"><img src="http://logs8.contadorwap.com/hit-beta.php?v=pre&#38;id=6e54075b1af2035a72000202c36bed6d&#38;s=8&#38;tipo=icono&#38;zone=-21600&#38;nocache=0.9376458306818594&#38;nuser=0&#38;browser=Firefox&#38;os=Windows-XP&#38;mobile=&#38;refer=http://www2.blogger.com/publish-confirmation.g%3FblogID%3D33666700%26postID%3D979770739210433568%26timestamp%3D1255062206382%26javascriptEnabled%3Dtrue&#38;sc=1024x768x32&#38;lan=es-ES&#38;pagi=SIEMPRE%20CAMINAR%C9%20HACIA%20TI%20POR%20FANNY%20JEM%20WONG&#38;co=true" border="0" alt="CONTADORWAP" width="23" height="23" /></a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[There are days]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/10/26/aviso-2/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 13:15:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/10/26/aviso-2/</guid>
<description><![CDATA[I can take the rain on the roof of this empty house, that don&#8217;t bother me I can take a few tea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/H-ADfK2kC4c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/H-ADfK2kC4c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#000000;">I can take the rain on the roof of this empty house, that don&#8217;t bother me<br />
I can take a few tears now and then and just let them out<br />
I&#8217;m not afraid to cry<br />
Every once in a while even though going on with you gone still upsets me<br />
There are days<br />
Every now and again I pretend I&#8217;m ok but that&#8217;s not what gets me</span></p>
<p><span style="color:#000000;">What hurts the most, was being so close<br />
And having so much to say<br />
And watching you walk away<br />
And never knowing, what could have been<br />
And not seeing that loving you<br />
Is what I was trying to do</span></p>
<p><span style="color:#000000;">It&#8217;s hard to deal with the pain of losing you everywhere I go<br />
But I&#8217;m doing  it<br />
It&#8217;s hard to force that smile when I see our old friends and I&#8217;m alone<br />
Still harder getting up, getting dressed, living with this regret</span></p>
<p><span style="color:#000000;">But I know if I could do it over<br />
I would trade, give away all the words that I saved in my heart that I left unspoken</span></p>
<p><span style="color:#000000;">What hurts the most&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[You've got no place to run]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/10/19/youve-got-no-place-to-run/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 13:46:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/10/19/youve-got-no-place-to-run/</guid>
<description><![CDATA[I don&#8217;t know where I crossed the line Was it something that I said Or didn&#8217;t say this ti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mTjPSACyzSQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/mTjPSACyzSQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#000000;">I don&#8217;t know where <strong>I crossed the line</strong><br />
Was it something that <strong>I said</strong><br />
Or <strong>didn&#8217;t say</strong> this time<br />
And I don&#8217;t know if it&#8217;s me or you<br />
But I can see the skies are changing<br />
No longer shades of blue<br />
And I don&#8217;t know which way it&#8217;s gonna go<br />
If it&#8217;s gonna be a rainy day<br />
There&#8217;s nothing we can do to make it change<br />
We can pray for sunny weather<br />
But that won&#8217;t stop the rain<br />
<strong>You&#8217;re feeling like you&#8217;ve got no place to run</strong><br />
[...]<br />
</span><span style="color:#000000;"><strong>Yeah I know you just can&#8217;t stand it<br />
When things don&#8217;t go your way</strong><br />
But we&#8217;ve got no control over what happens anyway</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[19 DE OCTUBRE. DÍA INTERNACIONAL DE LA VERGÜENZA PEDAGÓGICA]]></title>
<link>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/19/19-de-octubre-dia-internacional-de-la-verguenza-pedagogica/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 22:05:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Hurtado de Micina</dc:creator>
<guid>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/19/19-de-octubre-dia-internacional-de-la-verguenza-pedagogica/</guid>
<description><![CDATA[Hoy hace noventa y dos años que Frank Stern y Jennie Baumgartner, de nueve años de edad, fueron dete]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-72  aligncenter" title="PA%20Duryea%201929%20Students%20in%20Classroom" src="http://hipnopedia.wordpress.com/files/2009/10/pa20duryea20192920students20in20classroom.jpg" alt="PA%20Duryea%201929%20Students%20in%20Classroom" width="600" height="431" /></p>
<p style="text-align:justify;">Hoy hace noventa y dos años que <a href="http://query.nytimes.com/mem/archive-free/pdf?_r=1&#38;res=9505E4DF1E3BE03ABC4851DFB667838C609EDE" target="_blank">Frank Stern y Jennie Baumgartner</a>, de nueve años de edad, fueron detenidos en Nueva York por desórdenes públicos. Protestaban, junto a otros niños, contra el nuevo sistema de enseñanza -el <a href="http://books.google.es/books?id=VItHAsg5T7MC&#38;pg=PA69&#38;lpg=PA69&#38;dq=sistema+gary+educaci%C3%B3n&#38;source=bl&#38;ots=jR4AsEKdZc&#38;sig=qOxppLYzK6NJDPSOeqUqY2ootp0&#38;hl=es&#38;ei=ueXaSsbLH6SRjAe93YXrCA&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;ct=result&#38;resnum=2&#38;ved=0CAsQ6AEwAQ#v=onepage&#38;q=sistema%20gary%20educaci%C3%B3n&#38;f=false" target="_blank">Sistema de Gary</a>, basado en la pedagogía de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/John_Dewey" target="_blank">Dewey</a>- que el Gobierno Estatal había implantado en algunos colegios de modo experimental. Lo consideraban poco exigente. Sabían que “aprender a jugar” los marcaría irremediablemente cuando, en el futuro, se tuvieran que enfrentar a retos para los que jamás habrían sido preparados. Estaban tan seguros de que el esfuerzo académico era algo necesario y lo único que les permitiría promocionar socialmente, que no dudaron en apedrear las ventanas de los colegios y arremeter contra los coches patrulla de la policía para que se tuvieran en cuenta sus reivindicaciones. </p>
<p style="text-align:justify;">Es difícil concebir que una cosa parecida suceda en la actualidad. Corren otros tiempos. Nuestros estudiantes son muy diferentes a aquellos jóvenes airados, hijos de emigrantes judíos en su mayoría. La conciencia de progresar, de salir adelante, es hoy un espejismo. Pero no me lamento por ello y tampoco culpo a los alumnos de ahora. Al fin y al cabo, son meros productos educativos, cobayas, durante décadas, de experimentos pedagógicos muchísimo más efectivos que los del Sistema de Gary. No, ellos  son los únicos perdedores en este siniestro juego.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero tampoco siento vergüenza de quienes están detrás de la cortina. No me avergüenzo de mis sucesivos gobiernos porque jamás han sido míos. No me avergüenzo del influyente <em>think tank</em> pedagógico porque nunca le he prestado atención. No me avergüenzo de las familias, pues, como sus hijos,  también han perdido la partida. Ni siquiera me avergüenzo de la sociedad; formo parte de ella y siempre la he respetado lo suficiente como para no considerarla un organismo, un ser con un mismo carácter, un mismo comportamiento.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy, en este Día Internacional de la Vergüenza Pedagógica, me avergüenzo profundamente de mí mismo, de mis compañeros, de mi profesión. Me avergüenzo de nuestra tibieza y de nuestro silencio. Pero, sobre todo, me avergüenzo de nuestra infinita cobardía por haber sido espectadores privilegiados en este contumaz proceso de ingeniería social y no haber movido un solo dedo para evitarlo. Aquellos niños de hace noventa y dos años son gigantes; como <a href="http://elcafedeocata.blogspot.com/2009/08/esto-no-es-un-cuento-para-ninos.html" target="_blank">algunos</a> ya han comentado, merecen una estatua conmemorativa en cada rincón, en cada plaza de nuestras ciudades. Nosotros, en cambio, nos merecemos únicamente lo que hoy, 19 de octubre de 2009, poseemos. Nuestro enanismo cívico no da para otra cosa.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Por qué este cerote, esta pusilanimidad? ¿Por qué esta dejación que ha desembocado en ese mediocre solipsismo que campa ahora a sus anchas por cualquier sala de profesores? De todas las explicaciones que se han ofrecido me quedo con la que tiene que ver con las reglas que imperan en este país de siervos voluntarios. Y es que, si observan con atención, los “descorporeizados” cuerpos de Maestros y Profesores jamás han tenido la posibilidad de tomar la iniciativa. El sistema siempre ha estado atado y bien atado por unos sindicatos verticales que han servido a sus propios intereses y a ese lado oscuro de la fuerza que se suele llamar “razón de Estado”.</p>
<p style="text-align:justify;">Que la Administración considere únicamente a las asociaciones sindicales de la enseñanza interlocutores válidos para cualquier negociación no sólo no es democrático sino que pretende el control y el amordazamiento de toda disidencia, y más teniendo en cuenta que éstas son subvencionadas por aquél, que su capacidad de influencia depende de unas elecciones con listas cerradas y que su máxima aspiración consiste en entrar en las diversas mesas sectoriales: agencias de clientelismo, blocaos de intoxicación política, figones de sinecuras. Por otro lado, en el improbable caso de que la mayoría de los sindicatos de la enseñanza no persiguieran el propio provecho, suponiendo que no fuesen indignos representantes de sí mismos, resultaría harto difícil que algunos se pudieran aventurar más allá de reivindicaciones laborales coyunturales, pues habrían de deberse a sus afiliados antes que al bien de toda la comunidad educativa. Sindicatos de clase como los STE’s, UGT y CC.OO., ¿podrían representar a profesores de ideología liberal o conservadora, o, más aun, a la inmensa mayoría de docentes sin un credo político definido?; sindicatos profesionales como SIDI o cualquier APS, ¿estarían dispuestos a trascender el ámbito de los trabajadores interinos y de los profesores de secundaria respectivamente? Mucho me temo que la “invertebración” que denunciara Ortega es todavía uno de los lastres más pesados que ha de soportar la civilización hispánica.</p>
<p style="text-align:justify;">Aun así, muchos profesores serían capaces, por ejemplo, de postergar cualquier dignificación salarial a cambio de una solución digna para el desastre educativo. ¿Cuántos no aceptarían seguir cobrando el mismo sueldo o disfrutar de menos vacaciones si eso supusiera una Primaria exigente, un Bachillerato y una Formación Profesional más tempranos y prolongados en el tiempo, una Universidad que buscase la excelencia, una recuperación de la autoridad del profesor en clase o el destierro de la ley de cualquier pedagogía sectaria y oficialista?  Pero lo triste, lo desesperante es que ningún docente encuentra respaldo. Mira a su alrededor y sólo descubre gremialismo, corrupción, ideología.</p>
<p style="text-align:justify;">Pues bien, hoy, 19 diecinueve de octubre de 2009, en el Día Internacional de la Vergüenza Pedagógica, ha llegado la hora de denunciar sin miedo, claramente, en voz muy alta, que, tras décadas de estulticia manifiesta, ningún partido político ni ningún sindicato han sido capaces de enderezar la situación porque ellos son parte interesada del problema, que, en definitiva, cualquier intento -por muy decoroso que éste sea- de influir desde dentro, está abocado al fracaso. Ha llegado el momento de tener por fin muy claro que la estrategia que trata de aprovechar las pequeñas grietas que el sistema abre descuidadamente es equivocada y sólo consigue alimentar el cuerpo al que se pretende dejar morir de inanición. Sí, ha llegado la hora de derribar, por iniciativa propia, el gran muro de la vergüenza educativa, de apedrear sus ventanas, de pinchar las ruedas de sus coches patrulla.</p>
<p style="text-align:justify;">Llegados a este punto, a los profesores sólo les queda unir sus fuerzas en una asociación al margen de subvenciones y prebendas, en un movimiento civil de ámbito nacional, no regional -ni siquiera federal-, que aglutine a la mejor parte de colegios, institutos y universidades y que sea capaz de influir, desde fuera, desde la calle, desde la ciudad, desde la civilidad, en un poder al que -ni siquiera por omisión- jamás ha de volver a servir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda que o amor seja mudo]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/10/16/ainda-que-amor-seja-mudo/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 11:26:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/10/16/ainda-que-amor-seja-mudo/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A criança que ri na rua, A música que vem no acaso, A tela absurda, a estátua nua, A bondade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"><img class="alignnone" title="imagem da net" src="http://2.bp.blogspot.com/_GWAPwJyDr4E/SpHpjcKZqLI/AAAAAAAAAN0/pT74hxPw3DU/s320/cora%C3%A7ao.jpg" alt="" width="320" height="318" /></span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8220;A criança que ri na rua,<br />
A música que vem no acaso,<br />
A tela absurda, a estátua nua,<br />
A bondade que não tem prazo -</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Tudo isso excede este rigor<br />
Que o raciocínio dá a tudo,<br />
<strong><span style="color:#000000;">E tem qualquer coisa de amor,<br />
Ainda que o amor seja mudo.&#8221;</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;"> </span></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#000000;">Fernando Pessoa</span></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[(Variedades*) Sombras]]></title>
<link>http://jornaldepoeta.wordpress.com/2009/10/14/variedades-sombras/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 10:35:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliana</dc:creator>
<guid>http://jornaldepoeta.wordpress.com/2009/10/14/variedades-sombras/</guid>
<description><![CDATA[São vários os silêncios &#8211; várias as contas de madrepérolas do antigo colar arrebentado num rom]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><span style="font-family:times new roman,times;color:#000000;font-size:medium;">São vários os silêncios &#8211; várias as contas de madrepérolas do antigo colar arrebentado num rompante que se espalharam e saíram rolando em reticências. São várias as saudades &#8211; vários os retratos que ora se acendem ora se apagam no lusco-fusco da casa vazia, com olhos de besouro e sorrisos de mel. São vários os trajes de costume &#8211; várias as tramas tecidas, desfeitas e entretecidas pelas aranhas de papel que se escondem nos ocos das paredes descascadas, seus dedos longos trabalhando noites a fio, refazendo, refazendo&#8230; sempre outra sombra no final.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Times New Roman;color:#000000;font-size:medium;">*2ª quarta-feira do mês</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BREVE RETROSPECTIVA EN EL DÍA DE LA RAZA]]></title>
<link>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/12/breve-retrospectiva-en-el-dia-de-la-raza/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 06:50:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Hurtado de Micina</dc:creator>
<guid>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/12/breve-retrospectiva-en-el-dia-de-la-raza/</guid>
<description><![CDATA[La verdad política se muestra tozuda a pesar de los verdugazos propinados desde hace treinta años pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-60  aligncenter" title="toro_osborne" src="http://hipnopedia.wordpress.com/files/2009/10/toro_osborne.jpg" alt="toro_osborne" width="600" height="441" /></p>
<p style="text-align:justify;">La verdad política se muestra tozuda a pesar de los verdugazos propinados desde hace treinta años para intentar domeñarla. Su heroica contumacia tiene hoy recompensa, pues ha aprendido a guarecerse tras la pantalla virtual del mundo esperando las pequeñísimas ocasiones que se le prestan, como poros por donde comienza a transpirar libre. Todo, en España, nace y muere en ella, en su ausencia quiero decir, y todo -no podía ser de otra manera- es a su vez consecuencia de ella misma, de su ocultamiento, de su perversión, de su miseria. La verdad, empero, no advendrá, como algunos piensan, con la actual crisis económica sino un poco más tarde, cuando se apele a la inteligencia del pueblo, a su iniciativa, a su clarividencia, y se descubra que éstas apenas sobreviven. Entonces se mostrará tal y como fue el engaño, y se descubrirá al fin que, para que triunfase, se requería la participación de todos, la servidumbre autocomplaciente de treinta años de reformas educativas.</p>
<p style="text-align:justify;">Cuanto ha acontecido en España se ha sostenido en el pedestal de la ignorancia programada. El régimen franquista la forjó poco antes de su metamorfosis porque comprendió que sería lo único que garantizase su perpetuación. La impostura mediática, la hipocresía partidista de nada habrían de servir sin el fundamento de la inopia voluntaria. Para hacerla posible sólo bastaba con institucionalizarla, es decir, que ésta fuese uno de los pilares del régimen político que se inauguraba. Por ello se hizo imprescindible un movimiento previo a la transición política, la <a href="http://www.hikhasi.com/docs/13/LGE.pdf" target="_blank">Ley General de Educación y la Reforma Educativa</a> de 1970, que, transido de nuevos valores pedagógicos y democráticos -<em><a href="http://books.google.es/books?id=XY6Evxlpd_MC&#38;pg=PA42&#38;lpg=PA42&#38;dq=team+teaching&#38;source=bl&#38;ots=8GGX4OYVgj&#38;sig=RywOcz7p-A3N6wjeACW5gaI53Y8&#38;hl=es&#38;ei=0MTSSuyQLo2qnAPl0oiHAw&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;ct=result&#38;resnum=10&#38;ved=0CB0Q6AEwCTgo#v=onepage&#38;q=team%20teaching&#38;f=false" target="_blank">team teaching</a></em>, educación personalizada, etc.-, preparaba el terreno para el desmantelamiento posterior de aquellos otros valores que se consideraban una antigualla por pertenecer a una ley, la <a href="http://personal.us.es/alporu/historia/ley_moyano_texto.htm" target="_blank">Ley Moyano</a>, que, en su estructura, había perdurado durante más de un siglo. Tres fueron las vías que se siguieron a partir de entonces: desprestigio paulatino de la labor de los profesores, introducción en las aulas del pensamiento dominante del nuevo régimen y, por último, aparente inestabilidad que, con el disfraz ideológico, permitía que la sociedad desviara la atención hacia la superficie de lo que en realidad estaba ocurriendo.</p>
<p style="text-align:justify;">La mengua del oficio docente comenzó con la <a href="http://www.oei.es/docentes/info_pais/ley_medidas_reforma_funcion_publica_espana.pdf" target="_blank">ley de 1984</a>, que regulaba la Función Pública -con las reformas efectuadas en 1988 y 1993- y que establecía una serie de normas concernientes a la movilidad de los funcionarios, a su nivel y a la asignación de destinos que claramente discriminaban a los profesores. Posteriormente, en 1985, la <a href="http://www.madrid.org/cs/Satellite?blobcol=urldata&#38;blobheader=application%2Fpdf&#38;blobheadername1=Content-Disposition&#38;blobheadervalue1=filename%3D4leyorganica81985.pdf&#38;blobkey=id&#38;blobtable=MungoBlobs&#38;blobwhere=1202748404432&#38;ssbinary=true" target="_blank">LODE</a> daría la puntilla definitiva, al completar este aislamiento laboral con el desdoro social, creando el Consejo Escolar del Estado y los Consejos Escolares de centro. En aquél los sindicatos comenzaron a suplantar a los docentes en las futuras negociaciones; en éste los claustros dejaron de ser el principal órgano rector de escuelas e institutos. A partir de entonces, la LOGSE de 1990 y la vigente LOE no hallarían ningún obstáculo insalvable para concluir el trabajo: sustitución de las asignaturas por áreas, promoción automática, supresión del Cuerpo de Catedráticos de Bachillerato, creación de las llamadas competencias básicas…</p>
<p style="text-align:justify;">La irrupción en las aulas del pensamiento dominante del régimen político tuvo su inicio con el nacimiento de la Constitución de 1978. Su presencia desde los más bajos niveles de la EGB, sobre todo en la asignatura de Ciencias Sociales -véase el Artículo 2 de la citada <a href="http://www.madrid.org/cs/Satellite?blobcol=urldata&#38;blobheader=application%2Fpdf&#38;blobheadername1=Content-Disposition&#38;blobheadervalue1=filename%3D4leyorganica81985.pdf&#38;blobkey=id&#38;blobtable=MungoBlobs&#38;blobwhere=1202748404432&#38;ssbinary=true" target="_blank">LODE</a>, y recuérdese lo que, en ciertas aulas, aquello supuso-, fue, sin duda, algo concertado y sufragado por los poderes públicos y auxiliado por las diferentes editoriales de libros de texto y la complicidad de la mayoría de los profesores. En un momento tan crítico de la historia de España se hacía necesaria la proclamación del nuevo evangelio político sin que nadie -ni siquiera, insisto, la empresa privada dedicada a la edición de libros de texto- osara ponerlo en duda. El ideario, sin embargo, se centró, antes que en el articulado de la Carta Magna, en una suerte de moral buenista y políticamente correcta que abordaba temas tan imprescindibles para la sabiduría del estudiante como la educación vial, el respeto de las zonas verdes de la ciudad o la solidaridad con los pobres de Etiopía -por aquel entonces paradigma de la miseria-. El nacimiento de las asignaturas transversales en 1990 y de la Educación para la Ciudadanía actualmente no ha supuesto un salto cualitativo importante. La cosa estaba ya inventada.</p>
<p style="text-align:justify;">Por último, el vaivén de leyes y de planes de estudio que muchos han criticado no se debió a que la enseñanza fuese un arma arrojadiza de los sucesivos gobiernos en el poder, sino a la exigencia de crear mecanismos de justificación de lo que existía y existe, la salvaguarda del orden establecido. Con la apariencia de sana confrontación democrática en realidad se ha estado poniendo en práctica, desde hace más de treinta años, el gatopardiano principio de que hace falta que algo cambie para que todo siga igual. Desde otra perspectiva es imposible comprender cómo nadie ha sido capaz de ponerse manos a la obra para arreglar el desaguisado, o cómo, con el fin de enderezar el rumbo de las últimas estadísticas negativas, se sigan ofreciendo soluciones -los programas electorales de los principales partidos políticos están ahí para comprobarlo- tan cobardes, tan absurdas.</p>
<p style="text-align:justify;">Con estas tres soluciones, el tinglado político español ha podido sobrevivir hasta hoy mismo, 12 de octubre de 2009, cuando se celebra otra vez el “día de la raza”. Y su éxito se hace patente -enmudecidos los principales agentes de la enseñanza y sofronizadas las conciencias de varias generaciones de estudiantes- en este nuevo Imperio Hispánico de la Supina Ignorancia, tutelado por el Estado y financiado por la oligarquía.</p>
<p style="text-align:justify;">Hasta tal punto se han armonizado régimen político y sistema educativo que es imposible que éste cambie en lo sustancial sin la sustitución de aquél.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TUTELA EDUCATIVA]]></title>
<link>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/09/tutela-educativa/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:45:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Hurtado de Micina</dc:creator>
<guid>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/09/tutela-educativa/</guid>
<description><![CDATA[Los Objetivos de Lisboa, y, en concreto, el que pretende que el 85% de los jóvenes tenga un título d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-47  aligncenter" title="Rapto" src="http://hipnopedia.wordpress.com/files/2009/10/rapto.jpg" alt="Rapto" width="470" height="433" /></p>
<p style="text-align:justify;">Los <a href="http://europa.eu/legislation_summaries/education_training_youth/general_framework/index_es.htm" target="_blank"><span style="color:#800000;">Objetivos de Lisboa</span></a>, y, en concreto, el que pretende que el 85% de los jóvenes tenga un título de Bachillerato o de Formación Profesional, plantean una estrategia claramente oportunista: lo que se presenta como una meta de excelencia está provocando medidas educativas que adolecen de todo lo contrario, ya que, lejos de aumentar el nivel de exigencia, facilitan el acceso a la enseñanza post obligatoria para cumplir con la estadística. El <a href="http://www.oei.es/salactsi/00005256.pdf" target="_blank"><span style="color:#800000;">Decreto de Bachillerato</span></a> aprobado en España en 2007 es un claro ejemplo de esta artimaña. Pero en otros países han decidido no andarse con chiquitas. La propuesta del gobierno de Gordon Brown, canciller británico, que pretende <a href="http://docs.google.com/gview?a=v&#38;q=cache:KCpNP066uQsJ:www.uib.es/premsa/novembre07/dia-19/1263748.PDF+gordon+brown+bachillerato+obligatorio+2015&#38;hl=es&#38;gl=es&#38;sig=AFQjCNF1lBwmXo8VgV2Z_xj_4vM5xxIsUw" target="_blank"><span style="color:#800000;">ampliar la obligatoriedad hasta los dieciocho años a partir de 2015</span></a>, y, sobre todo, las manifestaciones de Ed Balls, ministro para la Infancia, Escuelas y Familias, quien matiza que dicha medida no es educativa sino social, exceden sobremanera la lógica del artificio.</p>
<p style="text-align:justify;">Que la reforma del Bachillerato español o la propuesta educativa del Reino Unido sean estrictamente “medidas sociales” significa, ni más ni menos, que el Estado por fin reconoce abiertamente que, para él, todo sistema de enseñanza es uno de los más eficaces mecanismos de control social que existen. Cuanto más tiempo se prolongue la tutela de la sociedad civil y, por ende, su silencioso y pertinaz desmantelamiento, menos posibilidades habrá de que, algún día, los ciudadanos sean conscientes de lo que Étienne de la Boétie llamase servidumbre voluntaria.</p>
<p style="text-align:justify;">En España, la labor que se viene ejerciendo desde mediados de los ochenta ha ido siempre encaminada no sólo a reprimir el potencial intelectual de los alumnos sino a evitar cualquier atisbo de reacción futura que pudiera poner en duda la hegemonía estatal. Así pues, lo peor no es que, por ejemplo, en los centros educativos se lleve décadas inoculando la idea de que los objetivos a los que debe aspirar un individuo se alcanzan sin esfuerzo, de que siempre existirá la dependencia a una figura abstracta superior que, en su benevolencia, marcará el sendero; lo peor no es que el joven, iniciado en esta visión del mundo, llegue a la sociedad exigiendo exactamente lo mismo o, por lo menos, intuyéndolo como su característica natural. Lo peor, lo realmente turbador de todo esto se puede apreciar en el evidente cambio de paradigma de ciertos valores colectivos actuales.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Por qué hay tantos inconvenientes en reconocerlo? ¿Por qué, si somos capaces de aceptar la influencia en la sociedad de algunas normas históricas -como, por ejemplo, la ley del divorcio-, despojamos de cualquier ascendente las sucesivas leyes educativas? La raíz del desastre no reside en la familia ni en la sociedad de consumo, sino en leyes que, a martillazos, han ido transformando este país.</p>
<h6 style="text-align:right;">(Imagen: Representación del rapto de Europa. Pintura hallada en Pompeya, Nápoles. Museo Arqueológico Nacional)</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MENSAJE CIFRADO]]></title>
<link>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/07/mensaje-cifrado/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:32:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Hurtado de Micina</dc:creator>
<guid>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/07/mensaje-cifrado/</guid>
<description><![CDATA[Ha caído en mis manos un libro harto curioso. Se llama Literatura y educación y fue publicado por Ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-33  aligncenter" title="simpson" src="http://hipnopedia.wordpress.com/files/2009/10/simpson.jpg" alt="simpson" width="470" height="497" /></p>
<p style="text-align:justify;">Ha caído en mis manos un libro harto curioso. Se llama <em><a href="http://openlibrary.org/b/OL5144094M/Literatura_y_educación" target="_blank"><span style="color:#800000;">Literatura y educación</span></a></em> y fue publicado por Castalia en 1974. A partir de una encuesta realizada por don Fernando Lázaro Carreter a numerosas personalidades de la filología, la literatura, la filosofía, el periodismo y la política acerca de la salud de los estudios literarios en el antiguo Bachillerato y en la Universidad, se va recomponiendo, con las respuestas de los interpelados, un único punto de vista tan tétrico y pesimista que, desde la perspectiva del presente, no puedo sino considerarlo un fatal augurio de lo que tenemos. No obstante, aunque hay intervenciones que no tienen desperdicio -como, por ejemplo, la de don Andrés Amorós, que cuenta una breve conversación con un personaje de los antiguos ICE (Instituto de Ciencias de la Educación), donde ya por aquel entonces se comenzaba a hablar de “programaciones didácticas”-, estoy convencido de que su lectura no me ha inspirado por lo que relata sino por el inmenso silencio que abre; no por el angustioso anuncio de la muerte de la Literatura en las enseñanzas medias, sino por la certeza que alumbra de que nada ha cambiado en más treinta años, de que el desastre es la consecuencia lógica de algo que trasciende lo meramente educativo.</p>
<p style="text-align:justify;">Las explicaciones que se suelen dar a la decadencia de la enseñanza española son variadas. La influencia de la <em><a href="http://www.terra.es/personal/fjgponce/Comprens.htm" target="_blank"><span style="color:#800000;">comprehensive school</span></a></em> resulta evidente, así como la recurrencia de las antiguas -ahora se consideran modernas- pedagogías de los años veinte y treinta del siglo pasado. ¿Pero de qué sirven semejantes descubrimientos si no han podido cambiar el rumbo del iceberg? ¿No será que, a pesar de que parezcan suficientes, a pesar de que satisfagan el capricho ideológico de una parte de la crítica, el desengaño existencial de la otra y el desahogo de ambas, son, al fin y al cabo, tan sólo miradas parciales del problema? Podemos despotricar contra el actual gobierno por su manifiesta inoperancia e indigencia intelectual, culpar al anterior de no haber estado a la altura de las necesidades reales de los estudiantes, insistir en el hecho de que nadie está interesado en la enseñanza salvo para utilizarla como arma electoral y abanderar movimientos en pro de la nación catalana o la Historia española, a favor de la familia cristiana o de la laicidad del Estado; podemos discutir, indignarnos, rendirnos, luchar, caer y levantarnos una y mil veces… ¿Para qué? ¿Qué ocurrirá luego? ¿Qué ha sucedido siempre?</p>
<p style="text-align:justify;">En efecto, las explicaciones que se suelen dar a la decadencia de la enseñanza española son variadas y consabidas, pero la mayor parte de ellas obvian el contexto donde empieza. Que Transición política y reforma educativa coincidan en el tiempo no es casualidad sino mensaje cifrado que la perspectiva histórica va revelando poco a poco. La senda que abre esta evidencia habrá de ser, sin duda, mucho más provechosa.<span id="_marker"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SILENCIO SINDICAL]]></title>
<link>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/06/silencio-sindical/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:40:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Hurtado de Micina</dc:creator>
<guid>http://hipnopedia.wordpress.com/2009/10/06/silencio-sindical/</guid>
<description><![CDATA[Se suele denunciar la influencia oportunista de los partidos políticos en los medios de comunicación]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-15  aligncenter" title="860951150_66ca928396_o" src="http://hipnopedia.wordpress.com/files/2009/10/860951150_66ca928396_o.jpg" alt="860951150_66ca928396_o" width="470" height="248" /></p>
<p style="text-align:justify;">Se suele denunciar la influencia oportunista de los partidos políticos en los medios de comunicación, pero nada se dice del ascendente que, como agentes subvencionados por el Estado, poseen algunos sindicatos.</p>
<p style="text-align:justify;">Sirva de ejemplo el tratamiento que se viene dando a los casos de violencia escolar. A pesar de que, sólo en Madrid, <a href="http://www.elperiodico.com/default.asp?idpublicacio_PK=46&#38;idioma=CAS&#38;idnoticia_PK=645701&#38;idseccio_PK=1021"><span style="color:#800000;">uno de cada diez profesores sufre agresiones físicas</span></a>, la repercusión no ha trascendido más allá de la frontera de las secciones provinciales de los periódicos. ¿Por qué lo que hace tres años se presentaba como un gravísimo problema nacional -recuérdese al <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2006/10/31/espana/1162298581.html"><span style="color:#800000;">docente atacado</span></a> y grabado con un móvil en Alicante; recuérdese a <a href="http://argijokin.blogcindario.com/2006/11/05090-ponferrada-tres-ninas-parten-una-pierna-a-otra-en-una-agresion-a-la-salida-de-un-instituto.html"><span style="color:#800000;">la niña de Ponferrada</span></a> cuyas compañeras de clase le fracturaron una pierna; recuérdese la sentencia de <a href="http://www.diariosur.es/prensa/20061130/andalucia/juez-almeria-dicta-primera_20061130.html"><span style="color:#800000;">un juez de Almería</span></a> que reconocía la agresión a un profesor como delito de atentado contra un funcionario-, actualmente no es más que una anécdota que sólo parece incumbir a los interesados? La respuesta es sencilla: hoy no se celebran elecciones sindicales en la educación pública.</p>
<p style="text-align:justify;">Ningún sindicato de la enseñanza ha abordado el tema de la violencia escolar desde una perspectiva ajena a los planes de convivencia. En lo que supone una imprudente huida hacia delante, todos se han propuesto llevar hasta sus últimas consecuencias la demagogia progresista que antepone la prevención a la sanción. Al argumentar, además, que el problema es estrictamente social, evitan una solución inmediata, ya que, conscientes de su responsabilidad, prefieren -como los partidos que han estado en el gobierno- un enemigo difuso -la sociedad- o abstracto -la autoridad, que Esperanza Aguirre está dispuesta a reconocer legalmente- a uno concreto -la ley de educación-.</p>
<p style="text-align:justify;">Así como hace un año la estrategia estaba bien perfilada: magnificar la violencia escolar, culpabilizando a todos los sectores sociales, con el fin de solapar el compromiso con un sistema educativo que ha corrompido la relación entre el profesor y el alumno, hoy, sin el apremio de la propaganda -dentro de un año volverán a celebrarse elecciones y entonces la cosa cambiará-, se hace necesario restituir el ardid en el justo cauce de la manipulación pública: el silencio.<span id="_marker"> </span></p>
<h6 style="text-align:right;">(Imagen: <a rel="cc:attributionURL" href="http://www.flickr.com/photos/k-tereza/">http://www.flickr.com/photos/k-tereza/</a> / <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/">CC BY-NC-SA 2.0</a>)</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[QUÉ HAY DETRÁS DEL SILENCIO POR FANNY JEM WONG]]></title>
<link>http://fannyjemwong.wordpress.com/2009/09/27/que-hay-detras-del-silencio-por-fanny-jem-wong/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 03:47:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>fannyjemwong</dc:creator>
<guid>http://fannyjemwong.wordpress.com/2009/09/27/que-hay-detras-del-silencio-por-fanny-jem-wong/</guid>
<description><![CDATA[QUÉ HAY DETRÁS DEL SILENCIO POR FANNY JEM WONG QUÉ HAY DETRÁS DEL SILENCIO Silencio… Inconmensurable]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-663" title="image" src="http://fannyjemwong.wordpress.com/files/2009/09/image.png" alt="image" width="450" height="360" /><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<h1><strong>QUÉ HAY DETRÁS DEL SILENCIO POR FANNY JEM WONG</strong></h1>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>QUÉ HAY DETRÁS DEL SILENCIO</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>Inconmensurable </strong></p>
<p><strong>nebulosa oscura </strong></p>
<p><strong>Escondes bajo tu negro manto</strong></p>
<p><strong>el ardor de millones de  penas.</strong></p>
<p><strong>Vibraciones de lamentos,</strong></p>
<p><strong>de quejidos,</strong></p>
<p><strong>de gritos que se ahogan</strong></p>
<p><strong>cuando se detiene el tiempo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>Tan esperado  por algunos</strong></p>
<p><strong>desconocido por mí…</strong></p>
<p><strong>Vibraciones </strong></p>
<p><strong>de una marcha de delfines </strong></p>
<p><strong>en peregrinaje transoceánico. </strong></p>
<p><strong>Bellos saltos acrobáticos azules</strong></p>
<p><strong>Mientras van y vienen </strong></p>
<p><strong>sin cesar las olas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>¿Cómo adivinar </strong></p>
<p><strong>qué se esconde tras de ti?</strong></p>
<p><strong>Si cada negra noche,</strong></p>
<p><strong>escucho el  canto de un cisne</strong></p>
<p><strong>anunciando </strong></p>
<p><strong>la llegada de la muerte.</strong></p>
<p><strong>Mientras  vibran </strong></p>
<p><strong>las pisadas de una bestia</strong></p>
<p><strong>cuya cena onírica será </strong></p>
<p><strong>devorarse mis sueños.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>¿Por qué te escondes de mí?</strong></p>
<p><strong>Sueños, ensueños, </strong></p>
<p><strong>figuras geométricas,</strong></p>
<p><strong>diluidas en silencio </strong></p>
<p><strong>de una inmensa  noche,</strong></p>
<p><strong>plagada de sonidos.</strong></p>
<p><strong>En vano intento </strong></p>
<p><strong>acercarme a ti, </strong></p>
<p><strong>si nunca te he escuchado.</strong></p>
<p><strong>Si nunca te he sentido.</strong></p>
<p><strong>Si te he implorado </strong></p>
<p><strong>y no has llegado</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>En el vibrar </strong></p>
<p><strong>de dos esferas de cristal </strong></p>
<p><strong>que en resignado </strong></p>
<p><strong>y humilde  acorde… caen</strong></p>
<p><strong>retumbando con sus ecos </strong></p>
<p><strong>una y otra vez en mi cerebro</strong></p>
<p><strong>llenándome de dolor</strong></p>
<p><strong>¿Dónde te escondes?</strong></p>
<p><strong>Que te busco </strong></p>
<p><strong>y no te encuentro </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>Tu escondes tras de ti,</strong></p>
<p><strong>el rechinar  de mis dientes</strong></p>
<p><strong>cuando muerdo mi almohada</strong></p>
<p><strong>en un grito  que te invoca</strong></p>
<p><strong>¿Dónde te escondes?</strong></p>
<p><strong>Que te busco </strong></p>
<p><strong>y no te encuentro </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>De un concierto interminable </strong></p>
<p><strong>de  sucesión de puntos,</strong></p>
<p><strong>que hacen vibrar </strong></p>
<p><strong>el universo entero…</strong></p>
<p><strong>¿Qué puedes esconder tras de ti?</strong></p>
<p><strong>Si hasta el nacido </strong></p>
<p><strong>gritó de dolor…</strong></p>
<p><strong>sin que nadie lo escuchara </strong></p>
<p><strong>cuando fue arrancado </strong></p>
<p><strong>de las entrañas</strong></p>
<p><strong>Su grito escondido tras de ti </strong></p>
<p><strong>hizo  llorar a su madre</strong></p>
<p><strong>y a todos los Ángeles .</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>De palabras  de amor </strong></p>
<p><strong>que no se llegan a articular </strong></p>
<p><strong>pero que sin embargo </strong></p>
<p><strong>resuenan</strong></p>
<p><strong>una y mil veces en la mente</strong></p>
<p><strong>sin poderlas </strong></p>
<p><strong>jamás callar…</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>Que tras de ti escondes</strong></p>
<p><strong>los latidos </strong></p>
<p><strong>y las contracciones </strong></p>
<p><strong>de los  sentidos…</strong></p>
<p><strong>Cuando  el amor </strong></p>
<p><strong>navega entre los ríos</strong></p>
<p><strong>mientras enmudecen los quejidos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>Sin ti los ácidos corroen </strong></p>
<p><strong>la mente, el corazón, el cuerpo.</strong></p>
<p><strong>Soy prisionera </strong></p>
<p><strong>y amante de las sombras</strong></p>
<p><strong>de  puntos interminables </strong></p>
<p><strong>que dibujan círculos</strong></p>
<p><strong>en estampida de ausencias</strong></p>
<p><strong>que me envuelven.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Silencio…</strong></p>
<p><strong>Tú llegas hoy escondido </strong></p>
<p><strong>entre ríos negros de tinta </strong></p>
<p><strong>Silencio ya no te escondes…</strong></p>
<p><strong>¡Estás aquí!</strong></p>
<p><strong>En la canción de los ausentes</strong></p>
<p><strong>En el respirar de un universo</strong></p>
<p><strong>en donde  todo es vibración</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>JEM WONG</strong></p>
<p><strong>06.12.2004</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>(Jemwong)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Ryx8X4JaW9Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Ryx8X4JaW9Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </strong></p>
<pre>
<pre><span style="font-size:large;"><strong><strong><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:small;"><a href="http://www.contadorwap.com/stats.php?c=6e54075b1af2035a72000202c36bed6d&#38;s=8" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#000000;"><img src="http://logs8.contadorwap.com/hit-beta.php?v=pre&#38;id=6e54075b1af2035a72000202c36bed6d&#38;s=8&#38;tipo=icono&#38;zone=-21600&#38;nocache=0.4766550769024687&#38;nuser=0&#38;browser=MSIE&#38;os=Windows%20XP&#38;refer=http%3A//www.google.com.ar/search%3Fhl%3Des%26q%3D+JEM+WONG%26btnG%3DBuscar%26meta%3Dlr%253Dlang_es&#38;sc=800x600x32&#38;lan=es&#38;pagi=JEM%20-POEMAS%20Y%20M%C1S%20POEMAS&#38;co=true" border="0" alt="CONTADORWAP" width="23" height="23" /></span></a></span></span></span></strong></strong></span>
</pre>
</pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SED SIN TIEMPO  POR FANNY JEM WONG]]></title>
<link>http://fannyjemwong.wordpress.com/2009/09/22/sed-sin-tiempo-por-fanny-jem-wong/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 04:00:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>fannyjemwong</dc:creator>
<guid>http://fannyjemwong.wordpress.com/2009/09/22/sed-sin-tiempo-por-fanny-jem-wong/</guid>
<description><![CDATA[Sed  Sin  Tiempo Un viejo reloj cuelga  en el muro, El tiempo se ha  detenido… Las palabras vagan im]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-634" title="33az0bp" src="http://fannyjemwong.wordpress.com/files/2009/09/33az0bp.jpg" alt="33az0bp" width="510" height="408" /><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Sed  Sin  Tiempo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Un viejo reloj</strong></p>
<p><strong>cuelga  en el muro,</strong></p>
<p><strong>El tiempo</strong></p>
<p><strong>se ha  detenido…</strong></p>
<p><strong>Las palabras vagan</strong></p>
<p><strong>imprecisas, perdidas</strong></p>
<p><strong>entre  silencios</strong></p>
<p><strong>y sombras.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>La habitación</strong></p>
<p><strong>fue saqueada,</strong></p>
<p><strong>las penas se mean</strong></p>
<p><strong>ella, abrió la puerta,</strong></p>
<p><strong>ahogo  los  llantos,</strong></p>
<p><strong>sonrío,</strong></p>
<p><strong>no quiso pedir auxilio.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>No lleva  vestido blanco,</strong></p>
<p><strong>ni azahares</strong></p>
<p><strong>entre las manos,</strong></p>
<p><strong>donde nacen  sus cabellos,</strong></p>
<p><strong>no contemplan</strong></p>
<p><strong>primaveras,</strong></p>
<p><strong>las prostitutas</strong></p>
<p><strong>visten de fango</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tiene frio,</strong></p>
<p><strong>mucho frio….</strong></p>
<p><strong>Una antigua argolla</strong></p>
<p><strong>viste su pecho.</strong></p>
<p><strong>Mirada perdida,</strong></p>
<p><strong>purpuras lágrimas</strong></p>
<p><strong>Tiene sed</strong></p>
<p><strong>se muerde los labios</strong></p>
<p><strong>Y el vientre preñado</strong></p>
<p><strong>solo alumbrará</strong></p>
<p><strong>versos muertos.</strong></p>
<p><strong>Nadie responde….</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>FANNY JEM WONG</strong></p>
<p><strong>21-09-2009</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>“Agotadoras horas</strong></p>
<p><strong>oscilaciones constantes,</strong></p>
<p><strong>las  bestias gritan</strong></p>
<p><strong>en la profundidad del abismo</strong></p>
<p><strong>describen el infierno</strong></p>
<p><strong>la mano del poeta escribe”</strong></p>
<p><strong>JEM</strong></p>
<p><strong><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Qul45ufONl0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Qul45ufONl0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></strong></p>
<p><span style="font-size:medium;"><strong><span style="font-size:small;"><a href="http://www.contadorwap.com/stats.php?c=6e54075b1af2035a72000202c36bed6d&#38;s=8" target="_blank"><span style="font-size:small;color:#000000;"><img src="http://logs8.contadorwap.com/hit-beta.php?v=pre&#38;id=6e54075b1af2035a72000202c36bed6d&#38;s=8&#38;tipo=icono&#38;zone=-21600&#38;nocache=0.4766550769024687&#38;nuser=0&#38;browser=MSIE&#38;os=Windows%20XP&#38;refer=http%3A//www.google.com.ar/search%3Fhl%3Des%26q%3D+JEM+WONG%26btnG%3DBuscar%26meta%3Dlr%253Dlang_es&#38;sc=800x600x32&#38;lan=es&#38;pagi=JEM%20-POEMAS%20Y%20M%C1S%20POEMAS&#38;co=true" border="0" alt="CONTADORWAP" width="23" height="23" /></span></a></span></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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