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	<title>simplicidade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/simplicidade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "simplicidade"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 08:39:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Recarregando as Baterias!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/29/recarregando-as-baterias/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 08:32:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/29/recarregando-as-baterias/</guid>
<description><![CDATA[“And if a double-decker bus Crashes into us To die by your side Such a heavenly way to die And if a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">“And if a double-decker bus<br />
Crashes into us<br />
To die by your side<br />
Such a heavenly way to die<br />
And if a ten-ton truck<br />
Kills the both of us<br />
To die by your side<br />
Well, the pleasure and the privilege is mine”</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>There Is A Light That Never Goes Out</em></strong><strong> &#8211; The Smiths</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a rel="attachment wp-att-3192" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/29/recarregando-as-baterias/pooh_pigley_eeyore/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3192" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/pooh_pigley_eeyore.jpg" alt="" width="463" height="334" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Confesso que o mês de Novembro não tem sido muito fácil. Ao certo não sei explicar o porquê disso, é apenas algo que sinto. E, nesta última semana, este sentimento foi intensificado: eu me senti muito cansada, esgotada e um pouco triste. Parece que o estresse do ano todo se focou nesta última semana e eu senti o peso de cada decisão, encarei cada final e, de alguma forma, percebi os caminhos errôneos que escolhi em algum determinado do meu passado. Relativamente, tenso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Por isso que, encerrar a semana com classe, foi fundamental. E para isso eu não poderia ter sido mais feliz: companhia maravilhosa e querida, cinema e muito chopp para acompanhar risadas, conversas, confissões e amizade desenvolvida nas pequenas ações. Ao lado da Van e da Mari, fui ver <strong><em>500 Dias com Ela</em></strong>, filme o qual amei e escreverei sobre ele em outra oportunidade, e extravasei todo o sentimento ruim que estava dentro de mim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Foi tão bom! Tão simples! E tão perfeito! Ri, chorei, pensei na vida e, principalmente, percebi que não estou sozinha. Porque, afinal de tudo, é sempre bom saber que existem pessoas que entendem suas loucuras, oferecem carinho mesmo quando você não pede e conseguem olhar para além da máscara social.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Com certeza isso é muito valioso!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Convergência, simplicidade e elegância!]]></title>
<link>http://abaldaia.wordpress.com/2009/11/26/convergencia-simplicidade-e-elegancia/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:10:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>jabaldaia</dc:creator>
<guid>http://abaldaia.wordpress.com/2009/11/26/convergencia-simplicidade-e-elegancia/</guid>
<description><![CDATA[Afunilo um monte de ideias&#8230; &#8230; a que chamo convergência (apróximação a um valor definido ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Afunilo um monte de ideias&#8230;</strong></p>
<p><strong>&#8230;</strong> a que chamo convergência (apróximação a um valor definido de uma visão comum ou opinião ou ainda para um estado de equilibrio).</p>
<p>No linguagem de negócios podemos dizer que se trata de uma técnica, onde <strong>ideias de diferentes</strong> àreas ou participantes de um grupo de trabalho são colocadas <strong>juntas</strong> para encontrar uma <strong>única solução</strong> óptima a um <strong>problema</strong> definido de forma clara.</p>
<p>Ao procurar resolver um problema não devo apenas procurar a única solução.</p>
<p>É importante que seja única e se possível que resulte da subtração de elementos não rentáveis ou meramente acessórios. Algumas aplicações informáticas são um bom exemplo disso (excesso de funcionalidades).</p>
<p>Esta possibilidade (subtrair) vai de alguma forma comprometer um velho hábito que é &#8220;&#8230;e se tivesse mais isto? Ficava mais completo!&#8221;.</p>
<p>Eu diria ficava mais completamente complicado, (não confundir com complexo).</p>
<p>Importa a simplicidade, sinónimo de agilidade de processo e de rapidez. A simplicidade facilita a aprendizagem e permite a abragência da população a que se destina o processo ou produto e promove a elegância.</p>
<p>Um conceito, que emerge e que acomanha muitas vezes o negócio, chamado elegância, aquilo que não é habitual e é simples ou uma questão de bom gosto até nas palavras. </p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6ILQrUrEWe8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6ILQrUrEWe8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong>De uma nuvem de ideias convergiu uma solução fruto de subtracções cujo resultado foi a elegância com requintes de simplicidade! </strong></p>
<p><strong>A inovação!</strong></p>
<p><em>Aconselhamento: Leitura sobre o trabalho de John Maeda</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensar design e a subtracção]]></title>
<link>http://abaldaia.wordpress.com/2009/11/25/pensar-design-e-a-subtraccao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:34:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>jabaldaia</dc:creator>
<guid>http://abaldaia.wordpress.com/2009/11/25/pensar-design-e-a-subtraccao/</guid>
<description><![CDATA[A viragem comportamental não se assiste apenas em quem pede, ela é fundamentel para quem trabalha a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A viragem comportamental não se assiste apenas em quem pede, ela é fundamentel para quem trabalha a necessidade.</p>
<p>Para além da capacidade de observação e da necessidade de empatia  com os</p>
<div id="attachment_457" class="wp-caption alignright" style="width: 153px"><a href="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/ikea1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-457" title="ikea" src="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/ikea1.jpg?w=143" alt="" width="143" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Conforto e simplicidade</p></div>
<div id="attachment_458" class="wp-caption alignleft" style="width: 115px"><a href="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/antique.jpg"><img class="size-full wp-image-458" title="antique" src="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/antique.jpg" alt="" width="105" height="145" /></a><p class="wp-caption-text">Conforto e complexidade</p></div>
<p>membros dos grupos onde o pensador design se insere é importante que ele seja capaz de converter uma necessidade num pedido.Interiorizar que é preciso aprender com a vida dos outros e não se centrar na validação das suas ideias. Isto é um passo para óptimas realizações.</p>
<p> Nem sempre as ideias são boas e muitas vezes ao fazer o balanço da sua vida, o pensador verifica que no seu portfólio, há muitos insucessos.</p>
<div id="attachment_459" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/recycle-computer.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-459 " title="recycle-computer" src="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/recycle-computer.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a><p class="wp-caption-text">Lentos e pesados</p></div>
<p style="text-align:center;"> David Kelley da IDEO guarda muitos desses insucessos e Tim Brown declinou a um dos seus mais antigos funcionários o pedido de um hangar para guardar protótipos de uma vida de trabalho.        </p>
<p><a href="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/spartacus-45181.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-467" title="spartacus-4518" src="http://abaldaia.wordpress.com/files/2009/11/spartacus-45181.jpg?w=150" alt="Elegante e potente" width="150" height="112" /></a></p>
<p>É necessária uma viragem comportamental de dentro para fora, para além do indivíduo.</p>
<p>Para se poder libertar o poder do pensar design (Kevin Clark e Ron Smith-IBM) é necessário que o pensador design recorra a:</p>
<p><strong>Inteligência emocional</strong> &#8211; Conectar os dois hemisférios docérebro e alinhar a &#8220;cabeça, o coração e o &#8220;estômago&#8221; (Marc Gobé)</p>
<p><strong>Inteligência integral</strong> &#8211; Manter a ideia geral na cabeça.</p>
<p><strong>Inteligência experiencial</strong> &#8211; Compreender, observar, conceptualizar, validar e implementar.</p>
<p>Se um pensador design não puder usar desta liberdade corremos o risco de sermos absorvidos por uma  complexidade inútil.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/RNJl9EEcsoE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/RNJl9EEcsoE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong>A inovação passa pela simplicidade e elegância.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Numa Noite de Sábado...]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 08:22:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/</guid>
<description><![CDATA[Depois de um delicioso almoço no restaurante indiano, na super companhia do querido padrinho de form]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-3100" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/winnie_the_pooh_1024/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3100" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/winnie_the_pooh_1024.jpg?w=350" alt="" width="350" height="261" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Depois de um delicioso almoço no restaurante indiano, na super companhia do querido padrinho de formatura, nada como terminar a semana numa simples reunião em casa. Comer esfihas, conversar bastante, dar muita risada, compartilhar segredos e sonhos, tomar vinho frizante, assistir <em>Como Se Fosse a Primeira Vez </em>e curtir uma companhia muito querida e especial é sempre bom! Programação típica de menininha, mas algo bem singelo e bom. Com certeza, uma excelente pedida depois de uma semana relativamente cheia.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova por aqui... Oi!]]></title>
<link>http://sentimentodamoda.wordpress.com/2009/11/21/nova-por-aqui-oi/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 22:55:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Precybell</dc:creator>
<guid>http://sentimentodamoda.wordpress.com/2009/11/21/nova-por-aqui-oi/</guid>
<description><![CDATA[Primeira foto em São Paulo ^^ Oi, gente! Me chamo Fernanda, mas todos meus amigos me chamam de Nanda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_7" class="wp-caption alignleft" style="width: 214px"><a href="http://sentimentodamoda.wordpress.com/files/2009/11/looklet02_2.jpg"><img class="size-full wp-image-7" title="nanda" src="http://sentimentodamoda.wordpress.com/files/2009/11/looklet02_2.jpg" alt="" width="204" height="550" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira foto em São Paulo ^^</p></div>
<p>Oi, gente!</p>
<p>Me chamo Fernanda, mas todos meus amigos me chamam de Nanda ou Nandinha&#8230; tá que tem uns que me chamam de &#8220;Nadinha&#8221; ¬¬, mas isso não vem ao caso.</p>
<p>Acabo de chegar em São Paulo! Meu finalmente conseguiu a tão sonhada promoção na empresa, então tivemos que nos mudar pra cá, mesmo sendo contra a vontade de minha mãe, mas no final ela vai acabar amando isso aqui!</p>
<p>O nosso apartamento é lindo e meu quarto vai ficar D+ depois que eu der a ele minha cara!</p>
<p>Apesar de ser uma garota do interior, ou caipira como eu sei que o pessoal da cidade grande gosta de nos chamar, sou muito antenada no mundo da moda! Claro que eu não me visto igual aquelas grandes modelos ou ícones pop, mas tento ser chic no meu próprio estilo.</p>
<p>Bom, acho que já deu pra sacar que não sou das garotas mais populares, ao contrário&#8230; sou bem na minha, mas juro que sou daquelas bem meigas e divertidas!</p>
<p>Não sei porque, mas algo me diz que essa mudança pra cá vai me fazer muito bem! O convite pra escrever nesse blog já é um sinal disso! rsrsrs&#8230;</p>
<p>Mas nãovou esconder que agora meu maior medo é a prova de amanhã. Fazer Fuvest não é pra qualquer um =/&#8230; bom o que me consola é que estudei bastante e daqui a pouco vou dar mais um revisada, se eu passar: ÓTIMO! Se não: ano que vem tem outra u.u</p>
<p>Bom como já havia dito&#8230; vou dar uma revisada nos conteúdos. Beijos e me desejem sorte!</p>
<p>Nanda</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Verdade 2]]></title>
<link>http://sirana.wordpress.com/2009/11/18/verdade-2-2/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 10:00:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>anasir</dc:creator>
<guid>http://sirana.wordpress.com/2009/11/18/verdade-2-2/</guid>
<description><![CDATA[A verdade de um Homem nunca é simples. Albert Camus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://sirana.wordpress.com/files/2009/11/cacto.jpg"></a><a href="http://sirana.wordpress.com/files/2009/11/cacto-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-647" title="cacto 2" src="http://sirana.wordpress.com/files/2009/11/cacto-2.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p style="text-align:center;">A verdade de um Homem nunca é simples.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><em>Albert Camus</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estado Alterado de Consciência]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/18/estado-alterado-de-consciencia/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 07:30:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/18/estado-alterado-de-consciencia/</guid>
<description><![CDATA[“Não te quero senão porque te quero, e de querer-te a não te querer chego, e de esperar-te quando nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">“Não te quero senão porque te quero,<br />
e de querer-te a não te querer chego,<br />
e de esperar-te quando não te espero,<br />
passa o meu coração do frio ao fogo.<br />
Quero-te só porque a ti te quero,<br />
Odeio-te sem fim e odiando te rogo,<br />
e a medida do meu amor viajante,<br />
é não te ver e amar-te,<br />
como um cego.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Talvez consumirá a luz de Janeiro,<br />
seu raio cruel meu coração inteiro,<br />
roubando-me a chave do sossego,<br />
nesta história só eu me morro,<br />
e morrerei de amor porque te quero,<br />
porque te quero amor,<br />
a sangue e fogo”</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Pablo Neruda</em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em><br />
</em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a rel="attachment wp-att-3055" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/18/estado-alterado-de-consciencia/broken_heart_by_starry_eyedkid/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3055" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/broken_heart_by_starry_eyedkid.jpg" alt="" width="474" height="436" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Noite mal dormida, cansaço, dia longo, incapacidade de pensar&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Nada disso foi capaz de impedir o sorriso verdadeiro que se esboçou em meu rosto no final da noite. Juro que tentei me conter, mas foi algo verdadeiro que tomou conta de mim. Na verdade, foi uma felicidade tão grande, forte e verdadeira que me entreguei às emoções e desencanei de todo o resto do mundo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não sabia se a risada era para mim ou, pior, se era de mim. Mas, juro, não liguei nem um pouco&#8230; Estava feliz demais, contemplando o momento e colhendo os louvores de minhas artimanhas românticas. Eu e os meus planos infalíveis no campo sentimental. Sempre dando um jeito de esbarrar no ser desejado ou encontrando brechas nos discursos para puxar conversar e, assim, ganhar alguns minutos no paraíso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Tão simples! Tão fácil! Tão pouco&#8230; Ao mesmo tempo, o muito capaz de me fazer esquecer todo o cansaço, a fome, a dor de cabeça e as preocupações com os caminhos escolhidos. Um sorriso perfeito, uma conversa boba, um beijo de despedida&#8230; Ai ai ai! Com certeza, muito mais do que eu poderia desejar. Sério!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">É tudo culpa do <em>Efeito T!</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[When it comes to tech, simplicity sells]]></title>
<link>http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/2009/11/15/when-it-comes-to-tech-simplicity-sells/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:52:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>manueloliveiragarcia</dc:creator>
<guid>http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/2009/11/15/when-it-comes-to-tech-simplicity-sells/</guid>
<description><![CDATA[David Pogue, um colunista do jornal New York Times, durante vários anos tem testado e escrito sobre ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>David Pogue, um colunista do jornal New York Times, durante vários anos tem testado e escrito sobre os mais recentes gadgets lançados no mercado. Nesta conferência (de 18 minutos) apresenta alguns exemplos de verdadeiras &#8220;ofensas&#8221; ao design de interfaces, bem como exemplos encorajadores de interfaces bem conseguidos. Tudo isto acompanhado da boa disposição que lhe é característica.</p>
<p>O público em geral apresenta sinais de saturação face ao excesso de tecnologia e à forma como está a evoluir, demasiado rápido. A possibilidade de introduzir cada vez mais funcionalidades em softwares, leitores de MP3, telemóveis torna-os cada vez mais complexos e difíceis de utilizar. Para simplificar há a necessidade de escolha, mas tal escolha torna-se difícil, porque o próprio utilizador prefere ter o máximo de funcionalidades à disposição em potencial, mesmo que nunca venha a usufruir das mesmas&#8230;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/user/OreillyMedia#p/f/10/NEjZt0y6OOw" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-110" title="Conference" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/picture-9.png" alt="Conference" width="471" height="360" /></a></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Laws of Simplicity - John Maeda]]></title>
<link>http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/2009/11/15/the-laws-of-simplicity-john-maeda/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:49:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>manueloliveiragarcia</dc:creator>
<guid>http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/2009/11/15/the-laws-of-simplicity-john-maeda/</guid>
<description><![CDATA[SIMPLICIDADE = SANIDADE SIMPLICITY = SANITY Esta é a primeira frase que encontramos ao abrir o livro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1><strong><span style="color:#000000;">SIMPLICIDADE = SANIDADE<br />
<span style="color:#333333;"><span style="color:#808080;">SIMPLICITY = SANITY</span></span><br />
</span></strong></h1>
<p>Esta é a primeira frase que encontramos ao abrir o livro The Laws of Simplicity. No contexto actual, há uma necessidade de &#8220;descomplexificar&#8221;  para uma maior sanidade, e neste livro podemos encontrar, expostos de forma simples, alguns princípios básicos para procurar a simplicidade. Estes podem ser aplicáveis ao fazer projectos de design, desenvolver tecnologia, gerir negócios ou simplesmente a viver a vida.</p>
<p>Maeda foi um dos pioneiros a desenvolver gráficos animados por computador. Essa possibilidade foi, e tem sido nos últimos anos uma das principais formas de captar a atenção para a mensagem quando esta é transmitida a partir de ecrãs. Nos dias de hoje, encontramos uma paisagem audiovisual repleta de informação em movimento que, pelo excesso, acaba por perturbar e desviar a atenção constituindo um obstáculo à própria comunicação. Dentro deste contexto, a simplicidade permite resultados mais favoráveis, e simultaneamente melhora a qualidade de vida de todos.</p>
<h3><strong>&#8220;A tecnologia tornou as nossas vidas mais preenchidas, mas em simultâneo tornámo-nos desconfortavelmente &#8216;preenchidos&#8217;.&#8221;</strong><br />
<span style="color:#808080;">&#8220;Technology has made our lives more full, yet at the same time we&#8217;ve become uncomfortably &#8216;full&#8217;.&#8221;</span></h3>
<p>Esta simplicidade proposta por Maeda, surge por oposição à complexidade instalada, e apenas funciona em função da primeira, por antítese. É distinto de simples ou simplista, uma vez que não se trata de um adjectivo e não permite fazer juízos de valor sobre determinado objecto.</p>
<h4><strong>AS LEIS DA SIMPLICIDADE</strong></h4>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-33" title="law01_reduce" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law01_reduce1.jpg" alt="law01_reduce" width="60" height="60" /><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;01. REDUZIR</strong>&#8221; A forma mais simples de alcançar a simplicidade é através de uma redução reflectida.&#8221;<span style="color:#808080;"><br />
&#8220;<strong>REDUCE</strong> The simplest way to achieve simplicity is through thoughful reduction.&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#808080;"><br />
</span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-34" title="law02_organize" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law02_organize1.jpg" alt="law02_organize" width="60" height="60" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;02 ORGANIZAR</strong> A organização faz com que num sistema, muitos elementos pareçam menos.&#8221;<span style="color:#808080;"><br />
&#8220;<strong>ORGANIZE</strong> Organization makes a system of many appear fewer.&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#808080;"><br />
</span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-36" title="law03_time" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law03_time1.jpg" alt="law03_time" width="60" height="60" /></p>
<p><strong>&#8220;03 TEMPO</strong> As poupanças de tempo fazem-se sentir como simplicidade&#8221;<span style="color:#888888;"><br />
&#8220;TIME Savings in time feel like simplicity.&#8221;</span><br />
Todas as medidas que permitam economizar tempo ou tornar a espera mais tolerável, traduzem-se em simplicidade.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-37" title="law04_learn" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law04_learn1.jpg" alt="law04_learn" width="60" height="60" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;04 APRENDER</strong> O conhecimento torna tudo mais simples.&#8221;<span style="color:#888888;"><br />
&#8220;<strong>LEARN</strong> Knowledge makes everything simpler.&#8221;<br />
<span style="color:#000000;">O saber adquirido permite que desenvolvamos tarefas mais rápida e facilmente.  Sem conhecimento prévio, a maioria das tarefas que desenvolvemos quotidianamente tornar-se-iam muito mais complexas. Por exemplo, uma tarefa tão simples como apertar um parafuso torna-se automático quando  interiorizada a direcção em que há que rodar a chave. Caso não exista esse conhecimento haverá que proceder por tentativa e erro até conseguir o objectivo. Este exemplo multiplica-se em proporção com a complexidade da tarefa.</span><br />
</span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-39" title="law05_diff" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law05_diff1.jpg" alt="law05_diff" width="60" height="60" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;05 DIFERENCIAR</strong> Simplicidade e complexidade necessitam uma da outra.&#8221;<span style="color:#888888;"><br />
&#8220;<strong>DIFFERENCES</strong> Simplicity and complexity need each other&#8221;<br />
<span style="color:#000000;">É importante conhecer os contrastes para identificar as qualidades que desejamos e que são muitas vezes objecto de mudança.</span></span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-40" title="law06_context" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law06_context1.jpg" alt="law06_context" width="60" height="60" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;06 CONTEXTUALIZAR</strong> O que se encontra na periferia da simplicidade não é definitivamente periférico.&#8221;<br />
<span style="color:#888888;">&#8220;<strong>CONTEXT</strong> What lies in the periphery of simplicity is definitely not peripheral.&#8221;<br />
<span style="color:#000000;">De uma maneira geral este capítulo fala-nos da importância de um equilíbrio entre a objectividade e a relação com o ambiente envolvente. Uma espécie de relação forma/fundo, em que por muita atenção que se queira prestar ao nosso objecto, haverá sempre que ter em conta a envolvência.</span></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-56" title="law07_emotion" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law07_emotion2.jpg" alt="law07_emotion" width="60" height="60" />&#8220;07 EMOÇÃO</strong> Mais emoções é melhor do que poucas.&#8221;<br />
<span style="color:#888888;">&#8220;<strong>EMOTION</strong> More emotions are better than less.&#8221;</span><br />
Enquanto seres humanos precisamos de expressar emoções e sentimentos, e é sempre uma mais valia poder fazê-lo.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-43" title="law08_trust" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law08_trust.jpg" alt="law08_trust" width="60" height="60" /></p>
<p><strong>&#8220;08 CONFIANÇA</strong> Confiar na simplicidade.&#8221;<br />
<span style="color:#888888;">&#8220;<strong>TRUST</strong> In simplicity we trust&#8221;</span><br />
Descontrair, confiar num mestre, e a possibilidade de desfazer (<em>undo</em>).</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-44" title="law09_failure" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law09_failure1.jpg" alt="law09_failure" width="60" height="60" /><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;09 FALHAR</strong> Existem coisas que não se podem simplificar.&#8221;<br />
<span style="color:#888888;">&#8220;<strong>FAILURE</strong> Some things can never be made simple.&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#888888;"><br />
</span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-45" title="law10_theone" src="http://manueloliveiragarcia.wordpress.com/files/2009/11/law10_theone.jpg" alt="law10_theone" width="60" height="60" /><strong><br />
&#8220;10 A REGRA</strong> A simplicidade reside em subtrair o óbvio e adicionar o importante.&#8221;<br />
<span style="color:#888888;">&#8220;<strong>THE ONE</strong> Simplicity is about subtracting the obvious, and adding the meaningful&#8221;</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palavra da Célula - 11 de novembro 2009 - A Comunidade de discípulos]]></title>
<link>http://acelula.wordpress.com/2009/11/11/palavra-da-celula-11-de-novembro-2009-a-comunidade-de-discipulos/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:25:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fotógrafo André Rebouças - Estúdio A.R.</dc:creator>
<guid>http://acelula.wordpress.com/2009/11/11/palavra-da-celula-11-de-novembro-2009-a-comunidade-de-discipulos/</guid>
<description><![CDATA[A comunidade dos discípulos era uma igreja de vencedores que tocava os céus e abalava a terra nos se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-521" title="vide culto" src="http://acelula.wordpress.com/files/2009/11/imgs-php.jpeg" alt="vide culto" width="160" height="100" />A comunidade dos discípulos era uma igreja de vencedores que tocava os céus e abalava a terra nos seus dias. Cremos que o Senhor está trabalhando para edificar a comunidade em que cada casa é uma extensão da igreja e em que cada membro é um ministro. Em Atos 2.42-47 temos a descrição do início da vida da Igreja, então podemos observar algumas características principais desta comunidade, dos discípulos e de como eles viviam a vida da igreja.</p>
<p><strong>1. Perseveravam no ensino dos apóstolos (1Tm 1.3; 2.1,2)<br />
</strong></p>
<p><strong>a. Entrando pela porta e perseverando no caminho</strong></p>
<p>Antes de qualquer coisa a igreja aprendeu a perseverar. Em nossa vida cristã e na vida da igreja sempre teremos experiências de “porta e de caminho”. Todavia, a porta é apenas uma experiência que nos introduz em novos caminhos. Caminho por outro lado, não é uma experiência imediata, antes de tudo é um processo. Como a vida cristã é a maior parte do tempo uma caminhada, depois de entrarmos pela porta precisamos andar, precisamos perseverar no caminho.</p>
<p><strong>b. A Palavra <br />
</strong></p>
<p>Esta era uma igreja comprometida com a Palavra. Os apóstolos se dedicavam à Palavra e as orações (At 6.3,4), e os discípulos seguiam de perto o que eles ensinavam. Somos uma igreja conhecida mais pela Palavra do que por qualquer outra coisa. Uma igreja apostólica genuína, não é aquela que tem nomes ou mesmo títulos de apóstolo, antes, trata-se de um povo que persevera em seguir o que Cristo e os apóstolos ensinaram e deixaram registrado no Novo Testamento.</p>
<p><strong>2. Perseveravam na comunhão e no partir do pão (1Jo 1.3)</strong></p>
<p><strong>a. Comunhão</strong></p>
<p>Outro aspecto vital na vida da igreja é a comunhão. Aqueles discípulos aprenderam a ser uma comunidade, ser como uma família que compartilhava da mesma vida, alegrias, sofrimentos e vitórias.</p>
<p><strong>b. Partir do Pão</strong></p>
<p>Somos uma igreja em células porque entendemos que para vivermos de forma semelhante à igreja do Novo Testamento, precisamos aprender a viver em comunhão e no “partir do pão”.<br />
“Partir do pão” era uma expressão usada para se referir à mesa do Senhor (ceia). A verdadeira prática da ceia deveria ser na célula, assim como Jesus e os apóstolos fizeram e a igreja praticava. Na célula podemos celebrar a nossa aliança uns com os outros em Cristo de forma específica, pessoal e prática. Sem dúvida, esta prática fortalecia os vínculos da comunidade dos discípulos, uns com os outros no Amor de Cristo.</p>
<p><strong>c.Tomavam suas refeições com alegria e simplicidade</strong></p>
<p>Outro aspecto da comunhão genuína é o ato de comer junto. Uma célula saudável tem essa prática. Nós cristãos comemos juntos, como expressão de nossa amizade e proximidade. Jesus e os discípulos comiam juntos constantemente. Somente se alegra com estas coisas, aqueles cujos corações são singelos, simples como o de Jesus.</p>
<p><strong>3. Perseveravam nas orações</strong></p>
<p>As igrejas em células que mais crescem no mundo, trabalham com um projeto consistente de oração diária. Líderes de célula que mais crescem e multiplicam em nosso meio, ou mesmo nas igrejas em células do mundo (segundo pesquisas do livro Crescimento Explosivo da Igreja), são aqueles que perseveram na oração.</p>
<p><strong>4. Vendiam tudo e distribuíam os bens</strong></p>
<p>Esta prática não teve continuidade (2Co 9). Mas isto mostra basicamente três coisas na vida destes discípulos e desta igreja:</p>
<p><strong>a. Liberdade e Generosidade</strong> – esta igreja experimentou a liberdade em Cristo de todo espírito de mamom e ganância que imperam neste mundo.</p>
<p><strong>b. Consagração</strong> – segundo o ensino de Jesus e dos apóstolos, aquele que quiser vir após Cristo deveria estar disposto a renunciar a tudo quanto tinha.</p>
<p><strong>c. Disposição para o sacrifício </strong>– os discípulos acreditavam tanto naquele projeto, de fazer discípulos de todas as nações, começando por Jerusalém, que estavam dispostos a vender suas propriedades (At 4.32), para investirem na conquista desta geração.</p>
<p><strong>5. Havia temor <br />
</strong></p>
<p>O temor gerava um ambiente de presença divina poderosa. Há uma relação direta entre mover de Deus em um lugar e o santo senso de reverência. Cuidado com relacionamentos que diminuem o seu senso de temor do Senhor; antes, ande próximo daqueles que inspiram em você mais temor de Deus. Naquela comunidade havia muitos irmãos, que andavam no Temor de Deus, por isto o Espírito movia com liberdade e abundância entre eles.</p>
<p><strong>6. Havia sinais e prodígios pelos apóstolos</strong></p>
<p>Devido o temor de Deus, havia liberdade e ambiente para manifestar Seu poder. Na vida daqueles que há um trono estabelecido, o senhorio de Cristo, certamente haverá a manifestação do Seu poder. Queremos ser uma comunidade de discípulos que além de orar muito, tem muitas orações respondidas, liberando milagres e prodígios.</p>
<p><strong>7. O resultado: Acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos</strong></p>
<p>Esta igreja crescia diariamente. Será inevitável este crescimento em uma comunidade que persevera na Palavra, na oração e na .comunhão. O povo que toca os céus e abala o mundo é o disposto a dar tudo que têm para cumprir o propósito de Deus.</p>
<p><strong>Perguntas para compartilhamento</strong></p>
<p>1. Fale sobre como podemos perseverar no ensino dos apóstolos. <br />
2. Fale sobre como devemos perseverar na comunhão e no partir do pão. <br />
3. Fale sobre como podemos perseverar através das orações. <br />
4. Fale sobre como podemos vender e distribuir os nossos bens.<br />
5. Fale sobre como devemos aumentar o temor de Deus. <br />
6. Fale sobre os sinais e prodígios liberados pelos apóstolos. <br />
7. Fale sobre como podemos cumprir o propósito de Deus .</p>
<p><strong>Pr. Aluízio A. Silva</strong></p>
<p><strong>Fonte: www.IgrejaVideira.com</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Simplicidade + criatividade]]></title>
<link>http://fireheadblog.wordpress.com/2009/11/11/simplicidade-criatividade/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:08:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Bigaiski</dc:creator>
<guid>http://fireheadblog.wordpress.com/2009/11/11/simplicidade-criatividade/</guid>
<description><![CDATA[Quem disse que pra que um comercial seja sensacional ele precisa de uma mega produção? Quem disse qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem disse que pra que um comercial seja sensacional ele precisa de uma mega produção? Quem disse que pra fazer um bom comercial você precisa gastar fortunas em computação gráfica, tecnologia 3D, entre outros?</p>
<p>Este comercial do <strong><a href="http://www.axe.com.br/site/" target="_blank">desodorante Axe</a></strong> prova que a criatividade é o principal elemento da publicidade, e não o desperdício de rios de dinheiro. Este comercial foi dirigido por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Hunter_(director)" target="_blank"><strong>Paul Hunter</strong></a>, um dos mais talentosos diretores de videoclipes e comerciais dos Estados Unidos (acho que a maior parte da verba do filme foi gasta com o cachê dele&#8230; hehehe&#8230;)</p>
<p>O título do filme é &#8220;Destino&#8221;. Veja como o conceito é extremamente simples, assim como a produção do comercial. Tenho certeza que você vai gostar. E a publicidade agradece por termos profissionais tão criativos.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/eaKV0bxUdjo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/eaKV0bxUdjo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saber Viver]]></title>
<link>http://brandaopeixoto.wordpress.com/2009/11/09/saber-viver/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 11:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Brandão</dc:creator>
<guid>http://brandaopeixoto.wordpress.com/2009/11/09/saber-viver/</guid>
<description><![CDATA[por Charles Chaplin   Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>por Charles Chaplin</em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que isso tem nome… <span style="text-decoration:underline;"><em>Auto-estima</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que isso é… <span style="text-decoration:underline;"><em>Autenticidade</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje chamo isso de… <span style="text-decoration:underline;"><em>Amadurecimento</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que o nome disso é… <span style="text-decoration:underline;"><em>Respeito</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que se chama… <span style="text-decoration:underline;"><em>Amor-próprio</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje sei que isso é… <em><span style="text-decoration:underline;">Simplicidade</span></em>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje descobri a… <span style="text-decoration:underline;"><em>Humildade</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… <span style="text-decoration:underline;"><em>Plenitude</em></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo isso é… <strong><em><span style="text-decoration:underline;">Saber viver</span></em></strong>!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia como mimésis da mente humana - simplicidade e complexidade]]></title>
<link>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/05/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-simplicidade-e-complexidade/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 13:57:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edna Silveira</dc:creator>
<guid>http://mediafragments.wordpress.com/2009/11/05/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-simplicidade-e-complexidade/</guid>
<description><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de neurónios) do cérebro humano, obtendo um processo construtivo de conhecimento através de uma conectividade eficiente dentro de uma rede de nós (a informação é transportada de uns para outros).</p>
<p>A proximidade e/ou metáfora das redes cerebrais humanas com o documento hipertexto/hipermédia, visa sobretudo aumentar a compreensão desse mesmo documento, na medida em que o nosso cérebro pensa e funciona mediante a associação de ideias.</p>
<p>Este processo, quer esteja a decorrer numa rede de internet ou nas nossas próprias mentes é um processo complexo ao nível da sua estrutura, mas requer simplicidade para que seja perceptível, ou seja, para que possa vir a gerar o seu propósito – conhecimento.</p>
<p>Através da retina captamos impulsos electroquímicos, que aí iniciam a sua jornada até ao cérebro. Apenas aí, através da eficácia da conectividade dos neurónios é possivel transformar os impulsos em informação e à posteriori, conhecimento.</p>
<p>Para que este conhecimento seja gerado é necessária uma simplificação dos dados/impulsos recebidos, através da redução de ruído, etc.<br />
Num documento hipertextual é necessário que todos os nós e respectivos enlaces estejam bem definidos e sejam concisos, para que a rede de ideias funcione. Um sistema com nós erráticos (que não tenham sido bem designados) aos quais não é possível estabelecer ligações, ou que não contenha todos os nós necessários a rede de ideias não funcionará, e o utilizador necessitará de ajudas extra para conseguir entender a ideia.</p>
<p>As células cerebrais não são regenerativas, como tal, quando estas começam a morrer a pessoa no futuro virá, consequentemente, a sofrer danos graves ao nível da cognição, memória etc. Todos os neurónios são necessários; o mesmo se passa num sistema hipertextual/hipermedial – <em>todos os nós são necessários e, caso sejam retirados nós, o sistema falhará.</em></p>
<p>Logo, surge uma necessidade de equilibrar a simplicidade e a complexidade nestes sistemas. É necessária a redução sim, mas uma redução consciente, somente daquilo que possa interferir com a boa utilização por parte da pessoa.<br />
Pode-se então aliar uma “lei de complexidade consciente” à primeira lei da simplicidade de John Maeda (<em> the simplest way to achieve simplicity is trough thoughtful reduction</em>) (1) uma vez que <em>thoughtful reduction</em> implica uma complexidade na pertiência dessas mesmas reduções, para que o sistema funcione.</p>
<p>Os nós e enlaces bem definidos, assim como uma correcta configuração dos nossos neurónios, pressupõem uma boa organização. Esta organização, por sua vez, vai simplificar o sistema e fazer com que este seja mais eficaz.</p>
<p>Se os nossos neurórnios estiverem desorganizados, como no caso de algumas doenças do foro psicológico, não obtemos um raciocínio limpo, um pensamento consciente.<br />
O mesmo se passa num sistema hipertextual. Caso não exista uma organização das partes, não conseguiremos gerar conhecimento, pois as informações tornam-se díspares e perdidas.</p>
<p>Deve, como tal, haver uma correcta e metódica gestão da organização, para que, segundo Maeda <em>make a system of many appear fewer</em> (1)<br />
Uma falta de organização fará com que nos percamos no sistema. Mas, será que a simplicidade agirá aqui sozinha? A própria palavra <em>apeear</em> (parecer) detém um carácter de complexidade em si mesma, ela é, de facto, uma coisa que não é; um processo virtual e complexo, que, porém nos ajuda na descodificação dos códigos, e na facilidade de compreensão do sistema.</p>
<p>A conectividade (e os sistemas em que esta é crucial) necessita, pois, de um contraponto entre simplicidade e complexidade, para que possa funcionar de forma eficaz. Nem sempre a complexidade significa algo prejorativo,e, nas situações acima abordadas é bastante importante. Também dela dependem o propósito final dos sistemas abordados: a criação de conhecimento.<br />
Talvez também por isso Maeda afirme, na sua lei nº 9 <em>Some things can never be made simple</em> <span style="color:#888888;">(1</span><span style="color:#888888;">)</span>, ou simplesmente que, algumas coisas nunca podem ser, somente, simples: requerem a complexidade (e suas leis) para que um bem maior seja aferido – a geração de conhecimento.</p>
<p><span style="color:#888888;">(1) Excertos de <em>The Laws of Simplicity</em> de John Maeda.</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia como mimésis da mente humana - a simplicidade e complexidade]]></title>
<link>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/04/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-a-simplicidade-e-complexidade/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:23:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>julianaduque</dc:creator>
<guid>http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/04/hipertextohipermedia-como-mimesis-da-mente-humana-a-simplicidade-e-complexidade/</guid>
<description><![CDATA[Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hipertexto/Hipermédia desenvolvem a transferência de informação de um modo semelhante às redes (de neurónios) do cérebro humano, obtendo um processo construtivo de conhecimento através de uma conectividade eficiente dentro de uma rede de nós (a informação é transportada de uns para outros).</p>
<p>A proximidade e/ou metáfora das redes cerebrais humanas com o documento hipertexto/hipermédia, visa sobretudo aumentar a compreensão desse mesmo documento, na medida em que o nosso cérebro pensa e funciona mediante a associação de ideias.</p>
<p>Este processo, quer esteja a decorrer numa rede de internet ou nas nossas próprias mentes é  um processo complexo ao nível da sua estrutura, mas requer simplicidade para que seja perceptível, ou seja, para que possa vir a gerar o seu propósito &#8211; <strong>conhecimento</strong>.</p>
<p>Através da retina captamos impulsos electroquímicos, que aí iniciam a sua jornada até  ao cérebro. Apenas aí, através da eficácia da conectividade dos neurónios é possivel transformar os impulsos em informação e à posteriori, conhecimento.</p>
<p>Para que este conhecimento seja gerado é necessária uma <strong>simplificação dos dados/impulsos recebidos</strong>, através da redução de ruído, etc.<br />
Num documento hipertextual é necessário que todos os nós e respectivos enlaces estejam bem definidos e sejam concisos, para que a rede de ideias funcione. Um sistema com nós erráticos  (que não tenham sido bem designados) aos quais não é possível estabelecer ligações, ou que não contenha todos os nós necessários a rede de ideias não funcionará, e o utilizador necessitará de ajudas extra para conseguir entender a ideia.</p>
<p>As células cerebrais não são regenerativas, como tal, quando estas começam a morrer a pessoa no futuro virá, consequentemente, a sofrer danos graves ao nível da cognição, memória etc. Todos os neurónios são necessários; o mesmo se passa num sistema hipertextual/hipermedial &#8211; <em>todos os nós são necessários e, caso sejam retirados nós, o sistema falhará.</em></p>
<p>Logo, surge uma <strong>necessidade de equilibrar a simplicidade e a complexidade nestes sistemas</strong>. É necessária a redução sim, mas uma redução consciente, somente daquilo que possa interferir com a boa utilização por parte da pessoa.<br />
Pode-se então aliar uma &#8220;lei de complexidade consciente&#8221; à primeira lei da simplicidade de <a href="http://plw.media.mit.edu/people/maeda">John Maeda</a> (<em> the simplest way to achieve simplicity is trough thoughtful reduction</em>)  <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span> uma vez que <em>thoughtful reduction</em> implica uma complexidade na <strong>pertiência dessas mesmas reduções</strong>, para que o sistema funcione.</p>
<p>Os nós e enlaces bem definidos, assim como uma correcta configuração dos nossos neurónios, pressupõem uma boa organização. Esta organização, por sua vez, vai simplificar o sistema e fazer com que este seja mais eficaz.</p>
<p>Se os nossos neurórnios estiverem desorganizados, como no caso de algumas doenças do foro psicológico, não obtemos um raciocínio limpo, um pensamento consciente.<br />
O mesmo se passa num sistema hipertextual. Caso não exista uma organização das partes, não conseguiremos gerar conhecimento, pois as informações tornam-se díspares e perdidas.</p>
<p>Deve, como tal, haver uma <strong>correcta e metódica gestão da organização</strong>, para que, segundo Maeda <em>make a system of many appear fewer</em> <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span><br />
Uma falta de organização fará com que nos percamos no sistema. Mas, será que a simplicidade agirá aqui sozinha? A própria palavra <em>apeear</em> (parecer) detém um carácter de complexidade em si mesma, ela é, de facto, uma coisa que não é; um processo virtual e complexo, que, porém nos ajuda na descodificação dos códigos, e na facilidade de compreensão do sistema.</p>
<p>A conectividade (e os sistemas/<a href="http://umprocesso.wordpress.com/2009/11/01/connectivity-aplicada-a-projectos-duas-referencias-historicas/">projectos</a> em que esta é crucial) necessita, pois, de um contraponto entre simplicidade e complexidade, para que possa funcionar de forma eficaz. Nem sempre a complexidade significa algo prejorativo,e, nas situações acima abordadas é bastante importante. Também dela dependem o propósito final dos sistemas abordados: a criação de conhecimento.<br />
Talvez também por isso Maeda afirme, na sua lei nº 9 <em>Some things can never be made simple</em> <span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1)</span>, ou simplesmente que, algumas coisas nunca podem ser, somente, simples: requerem a complexidade (e suas leis) para que um bem maior seja aferido &#8211; a geração de conhecimento.</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="font-family:verdana;color:gray;font-size:10px;">(1) Excertos de <em><a href="http://weblogs.media.mit.edu/SIMPLICITY/">The Laws of Simplicity</a></em> de John Maeda.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[quanto mais simplicidade, ai ai ]]></title>
<link>http://sadzoo.wordpress.com/2009/11/04/quanto-mais-simplicidade-ai-ai/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lindonéia Desaparecida</dc:creator>
<guid>http://sadzoo.wordpress.com/2009/11/04/quanto-mais-simplicidade-ai-ai/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/DEk1hYnoaIs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/DEk1hYnoaIs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://sadzoo.wordpress.com/2009/11/04/19/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:18:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lindonéia Desaparecida</dc:creator>
<guid>http://sadzoo.wordpress.com/2009/11/04/19/</guid>
<description><![CDATA[busco aquele tipo de beleza que está em todas as coisas. aquela dos movimentos lentos e palavras doc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-20" title="tumblr_ksl0l0CHSn1qzec2oo1_500" src="http://sadzoo.wordpress.com/files/2009/11/tumblr_ksl0l0chsn1qzec2oo1_500.jpg" alt="tumblr_ksl0l0CHSn1qzec2oo1_500" width="500" height="297" /></p>
<p style="text-align:justify;">busco aquele tipo de beleza que está em todas as coisas. aquela dos movimentos lentos e palavras doces. a calma e a despreocupação perceptíveis. aquela sensação de que tudo só pode dar certo. e se não der tudo bem.</p>
<p style="text-align:justify;">busco o sorriso dos velhinhos sentados em bancos de praça. os abraços apertados  e as conversas nas mesas de bar. e se não é possível ter amigos então que tenha boas companhias. que vão aonde quer que for. que façam do momento qualquer um momento único.</p>
<p style="text-align:justify;">busco os dias de sol e a brisa no rosto. ou os dias de chuva e os livros abertos. busco qualquer tipo de tranquilidade que me faça seguir em frente com o coração leve. que me faça acreditar na vida nas pessoas no mundo. busco o sabor da comida mais simples e a beleza dos lugares escondidos.</p>
<p style="text-align:justify;">eu busco compreender os humanos e conseguir ser gentil, conseguir ter um bom coração. e não amaldiçoar qualquer tentativa de aproximação, qualquer carência ou necessidade de atenção. os seres humanos são todos frágeis. assim como eu. dentro deles há todo um mundo, eu quero descobrir esses mudnos.</p>
<p style="text-align:justify;">busco a natureza e as águas de cachoeira. os mares revoltos e os mares calmos. quero por os meus pés descalços na areia e sentir o universo. quero olhar para o céu e ver muitas estrelas. quero deitar numa grama e tirar um cochilo tranquilo. quero chegar aos topos mais altos e conhecer os desertos mais secos. quero voar.</p>
<p style="text-align:justify;">eu busco a simplicidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[as leis da complexidade]]></title>
<link>http://plastessina.wordpress.com/2009/11/03/as-leis-da-complexidade/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>plastessina</dc:creator>
<guid>http://plastessina.wordpress.com/2009/11/03/as-leis-da-complexidade/</guid>
<description><![CDATA[Num espaço virtual, quando nos dizemos conectados numa rede, estamos a comunicar. Na verdade, a defi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Num espaço virtual, quando nos dizemos conectados numa rede, estamos a comunicar. Na verdade, a definição de comunicação e <a title="connectivity" href="http://plastessina.wordpress.com/2009/10/30/25/" target="_blank">conectividade</a> podem ser entendidas como a mesma: o transporte de informação de um ponto para o outro. Num sistema em rede, o que interessa para Gerfried Stocker (1), as duas continuam a ser a mesma coisa, só passam ambas a ser um transporte menos directo: transportam informação de um ponto para a rede ou mesmo de uma rede para outra (considerando <a title="Wikipedia: internet" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet" target="_blank">a internet como uma rede de redes</a>). Vou então considerar comunicação e conectividade como conceitos iguais e indistinguíveis.</p>
<p>A comunicação pode ser mais ou menos eficiente. Um dos factores que a pode debilitar, podendo mesmo alterar completamente a mensagem, é o ruído. Dan J. Rothwell (2) define três tipos de ruído na comunicação: psicológico, físico e semântico. O ruído psicológico resulta de estereótipos, reputações, preferências e assumpções. Estes preconceitos constituem um filtro pelo qual só passa a parte da mensagem que interessa, alterando o sentido da mensagem para um mais conveniente.</p>
<p>O ruído físico é composto por estímulos exteriores que provocam a distracção: música, outra conversa, sons incomodativos, etc.</p>
<p>Por fim, o ruído semântico ocorre quando a gramática ou linguagem não é perceptível para o receptor.</p>
<p>Estes três tipo de ruído são, como se pode perceber, aplicados apenas a conversas presenciais ou por telefone. No contexto dos novos media (considerando a noção de “novos media” <a title="interview Golan Levin" href="http://www.flong.com/texts/interviews/interview_nemerov/" target="_blank">adoptada por Golan Levin</a>:<em> A funny definition that I heard recently was: anything that was created after you were born</em>) arrisco em acrescentar um ruído: o visual.</p>
<p>Martha G. R. Skogen começa o seu ensaio Simplicity in Complicated User-Interface Applications (3) com uma citação de Antoine de Saint Exupery: <em>Perfection is achieved not when there is nothing more to add, but when there is nothing more to take away</em>. Com a crescente intimidade que temos com os computadores, as funções que se vão adicionando tornam-no cada vez mais complexo, tanto quanto a nossa interacção com ele (ou através dele). Skogen defende que o design visual pode ser essencial nesta questão, ajudando a reduzir a intimidação das aplicações complexas.</p>
<p>Skogen é uma apologista da ideologia <em>less is more</em> (Mies van der Rohe, Buckminster Fuller) enquanto estratégia de design. Também John Maeda defende esta ideia no livro <em>Laws of Simplicity </em>(4), onde enumera <a title="10 laws of simplicity" href="http://lawsofsimplicity.com/category/laws?order=ASC&#38;paged=1" target="_blank">dez leis</a> que procuram definir o caminho para a simplicidade.</p>
<p>O ruído visual é, então, constituído por elementos que estão a mais. São componentes que, em conjunto, intimidam o receptor e desvalorizam a mensagem.</p>
<p>O oposto das leis de Maeda seriam algo assim:<br />
1. <a title="lingcars.com" href="http://www.lingscars.com/" target="_blank">A forma mais complexa de alcançar a complexidade é adicionar sempre mais</a><br />
2. <a title="rentmychest.com" href="http://rentmychest.com/" target="_blank">A desorganização torna um sistema de poucos num sistema de muitos</a><br />
3. <a title="a lovely world" href="http://www.alovelyworld.com/" target="_blank">Desperdiçar tempo só contribui para a complexidade</a><br />
4. <a title="5 safepoints" href="http://www.5safepoints.com/" target="_blank">A ignorância permite que tudo seja complexo</a><br />
5. <a title="heavenworks" href="http://havenworks.com/" target="_blank">A complexidade não precisa da simplicidade</a><br />
6. <a title="videosoniclab" href="http://www.videosoniclab.com/" target="_blank">O que fica na periferia da complexidade é complexo também</a><br />
7. <a title="receitas da inha" href="http://receitasdainha.blogs.sapo.pt/" target="_blank">Intimidar é imperativo</a><br />
8. <a title="in complexity we trust" href="http://webpagesthatsuck.smugmug.com/Other/Bad-Web-Design/6837311_tyvTi#642665501_Fm29q-O-LB" target="_blank">In complexity we trust</a><br />
9. <a title="bollywoodsargam" href="http://www.bollywoodsargam.com/bollywoodsargam_home.php" target="_blank">Tudo se pode tornar complexo</a><br />
10. <a title="LongsCycle" href="http://webpagesthatsuck.smugmug.com/Other/Bad-Web-Design/6837311_tyvTi#641795605_dULha-O-LB" target="_blank">A complexidade trata de acrescentar mais do que o óbvio e o essencial</a></p>
<h6>-</h6>
<h6>1 <a title="Four Pillars of Digital Art" href="http://www.we-make-money-not-art.com/archives/2005/05/keynote-of-gola.php" target="_blank">Four Pillars of Digital Art</a> de Gerfried Stocker mediados por Golan Levin no festival Cybersonica: Transmediality (tangibility, audiovisuality, environment), Processuality (generativity, algorithmic processes), Connectivity (communication, connection) and Interactivity (creative flow, play, cybenetic feedback).</h6>
<h6>2 ROTHWELL, Dan J., <em>In the Company of Others: An Introduction to Communication</em>. New York: McGraw Hill, 2004.</h6>
<h6>3 SKOGEN, Martha G. R.,<em> Simplicity in Complicated User-Interface Applications</em>. Institute for Industrial Design, Norwegian University of Science and Technology, 2006</h6>
<h6>4  MAEDA, John, <em>The Laws of Simplicity</em>. MIT Press Ltd, 2006</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A esperança]]></title>
<link>http://matheuslaureano.wordpress.com/2009/10/31/a-esperanca/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 14:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Matheus Laureano</dc:creator>
<guid>http://matheuslaureano.wordpress.com/2009/10/31/a-esperanca/</guid>
<description><![CDATA[A saga de noites mal dormidas em que o complexo consciencial (cognição, relação e espiritualidade) s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-287" title="simplicidade_modernidade" src="http://matheuslaureano.wordpress.com/files/2009/10/simplicidade_modernidade.jpg" alt="simplicidade_modernidade" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A saga de noites mal dormidas em que o complexo consciencial (cognição, relação e espiritualidade) se direciona para as problemáticas da vida. está dando um tempo, e, espero que seja longo. Uma noite de recuperação de uma semana cansativa, abre-se para a esperança no mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Começarei com Paulo Freire que, diferentemente de Paulo, o apóstolo, estou no mundo e sou do mundo, portanto, não devo fugir da responsabilidade de atuar nele. As mazelas e as conquistas que esse mundo nos oferece, sou um co-autor. Agora resta saber se sou co-autor em maior medida nas mazelas ou nas benesses. Eu não sei direito a minha medida, que dirá das dos outros.</p>
<p style="text-align:justify;">É imperativo no momento vivido no mundo, onde ficamos sabendo em instantes sobre os diversos conflitos que ocorrem no mundo, saber dosar entre a vida contemporânea carregada de aparatos tecnológicos e a vida simples, que às vezes não carrega nada além do que os olhos veem. Usar o bom senso de ser moderno e simples é talvez a mais difícil situação que podemos experienciar.</p>
<p style="text-align:justify;">Ser moderno não é aceitar tudo o que nos oferecem como sendo apropriado para a vida, bem como ser simples não é rejeitar toda a modernidade que o mundo tecnológico traz. A linha é mais tênue que possamos imaginar. É uma linha oculta, invisível, contudo, é necessário acharmos esse fio condutor, ou melhor, é fundamental que saibamos tecer esse fio condutor que imerge e transita entre as várias facetas da vida.</p>
<p style="text-align:justify;">As mudanças são cada vez mais constantes. Se antes, as mudanças sociais demoravam séculos, hoje, em algumas décadas ou anos podemos perceber as mudanças. Se antes era necessário gerações para sentir, hoje uma mesma geração sente mais de uma grande revolução. Mas tudo isso não trouxe o que realmente deveria trazer: uma melhoria global nas condições de viver. Rousseau já se preocupava séculos atrás, hoje essa preocupação precisa ser expandida para onde a melhoria não chegou. Bilhões de pessoas ainda não têm condições mínimas para se viver bem.</p>
<p style="text-align:justify;">A linha tênue entre a simplicidade e a modernidade talvez resida em estar atento aos novos acontecimentos, bem como entender que esses acontecimentos tem, em nós e em todos, um impacto. Se não sou atingido de forma direta, mas com certeza indiretamente sou. Aquela criança refugiada e desnutrida na África, aquela família que usa um cartão social do governo para comprar feijão, aquele executivo no 68º andar em Wall Street, aquele viciado embaixo de um viaduto, até mesmo os renegados da doença mental, somos todos mais ou menos atingidos pelas mundanças da contemporaneidade. A simplicidade está em dar mais valor às consequências nas pessoas que o meio, na intenção em que a modernidade conduz. Não estar com um complexo de culpa por ter boas condições financeiras, mas também saber que pode ajudar e fazer algo a mais em prol dos mais necessitados. É pensar que vencer na vida é uma vitória em equipe e não do liberalismo exarcebado.</p>
<p style="text-align:justify;">A esperança é que a informação possa se transformar em educação, em meio de transformação, não mais em meio de opressão e poder. A esperança é utópica, pois assim o é seu sentido de ser, de penetrar aos nossos anseios. Talvez o que mais precisamos é que a esperança deixe de ser utópica e seja a esperança do fazer, do realizado a realizar, do estar sempre fazendo e refazendo, contudo, com mais justiça e igualdade de condições. Desta forma, as idiossincrasias humanas serão cada vez mais respeitadas e realizadas em si mesma.</p>
<p style="text-align:justify;">A esperança enfim é a que nos dá condições de vislumbrar um mundo em que a modernidade e a simplicidade possam andar juntas, possam ser dois caminhantes que vão espalhando suas sementes na estrada que fora arada e que o tempo é o amigo fiel para a plena germinação&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conceitos básicos do OutBook CMS - #1]]></title>
<link>http://outbookcms.wordpress.com/2009/10/30/conceitos-basicos-do-outbook-cms-1/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:19:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Blau</dc:creator>
<guid>http://outbookcms.wordpress.com/2009/10/30/conceitos-basicos-do-outbook-cms-1/</guid>
<description><![CDATA[Para efeitos de organização (e sanidade) mental, eu ainda não vou me preocupar em fazer uma página c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para efeitos de organização (e sanidade) mental, eu ainda não vou me preocupar em fazer uma página com os conceitos básicos que irão reger o desenvolvimento do OutBook CMS. Em vez disso, vou postando aqui as idéias à medida que elas estiverem elaboradas o bastante. </p>
<p>Até o momento desta primeira postagem sobre o assunto, eu tenho como certos os seguintes conceitos:</p>
<p><strong>1. O site gerado pelo OutBook CMS não poderá requerer nenhum recurso especial do servidor de hospedagem.</strong> </p>
<p>Isso quer dizer que tudo que ele gerar será (X)HTML puro. Nada de PHP, MySQL ou qualquer outro recurso do servidor poderá ser exigido. É claro que, se o usuário precisar desses recursos por outros motivos, tudo bem, ele pode contratá-los, mas não em função do OutBook CMS.</p>
<p><strong>2. O OutBook CMS não irá fornecer qualquer ferramenta de uso <ins>obrigatório</ins> para a construção e design de páginas, ou a edição de conteúdo.</strong></p>
<p>A idéia é que o desenvolvedor ou o usuário utilizem suas ferramentas favoritas para a produção dos sites e dos conteúdos. No entanto, o OutBook CMS irá fornecer alguns auxiliares totalmente opcionais como, por exemplo, uma interface gráfica para o gerenciamento de sites, uma ferramenta de pré-visualização, e coisas assim. De todo modo, a única ferramenta de uso obrigatório é aquela que será responsável pela conversão e sincronização do conteúdo local com o conteúdo do servidor.</p>
<p><strong>3. O OutBook CMS não irá se preocupar com a administração de usuários, privilégios e senhas.</strong></p>
<p>Nem há motivos para isso! A única tarefa que exigirá uso de autenticação será o acesso ao FTP do servidor no momento da sincronização. Cabe ao administrador do site determinar quem tem esse login e senha. Em alguns servidores, existe até a possibilidade de configurar vários usuários de FTP, mas isso também não pode ser uma exigência.</p>
<p><strong>4. O OutBook CMS deve prover meios para sincronizar posts individuais e por vários usuários (autores, por exemplo) em vez de apenas sincornizar o site inteiro a partir de uma única base.</strong></p>
<p>É muito comum em trabalhos colaborativos que usuários situados em diversas localizações postem seus artigos diretamente para o site sem a interferência de um administrador. Para isso, a idéia inicial é que cada colaborador tenha a sua pasta no servidor e, na sincronização, seus artigos (já convertidos em XHTML) sejam direcionados para lá. Obviamente, para que isso funcione em conformidade com o primeiro conceito desta lista, cada colaborador deverá ter o OutBook CMS instalado e configurado em sua máquina. </p>
<p>&#8230;</p>
<p>Por enquanto é isso&#8230; Quando houver mais, eu publico. Até lá, aceito sugestões, considerações, críticas, etc&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Simplicidade é isso!]]></title>
<link>http://outbookcms.wordpress.com/2009/10/28/simplicidade-e-isso/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 17:03:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Blau</dc:creator>
<guid>http://outbookcms.wordpress.com/2009/10/28/simplicidade-e-isso/</guid>
<description><![CDATA[Para quem gosta de manter as suas anotações diárias organizadas e procura um programa leve, eficient]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para quem gosta de manter as suas anotações diárias organizadas e procura um programa leve, eficiente e (principalmente) simples, a resposta é o RedNotebook!</p>
<p>O RedNotebook é um diário (journal) gráfico que ajuda a manter notas e pensamentos em ordem, sem excessos de recursos e com operação extremamente simples. Ele inclui a navegação por um calendário, modelos editáveis, exportação para alguns formatos (como HTML, por exemplo) sistema de busca, nuvem de palavras e muito mais.</p>
<p>As entradas de texto são feitas de forma bastante natural, e conta com um sistema de formatação por marcações muito fácil de aprender que, a propósito, contém em algum lugar das suas entranhas o excelente <a href="http://txt2tags.sourceforge.net/pt/">txt2tags</a>.</p>
<p><img src="http://outbookcms.wordpress.com/files/2009/10/rnb01.png?w=300" alt="rnb01" title="rnb01" width="300" height="166" class="aligncenter size-medium wp-image-28" /></p>
<p>Para instalar no Ubuntu, o prcedimento é bem simples:</p>
<p>1. Adicione um dos seguintes repositórios à sua sources.list. Pelo terminal:</p>
<p><strong>Ubuntu 9.04</strong></p>
<pre class="brush: bash;">
$ sudo sh -c “echo \”deb http://robin.powdarrmonkey.net/ubuntu jaunty/\” &#38;gt;&#38;gt; /etc/apt/sources.list”
</pre>
<p><strong>Ubuntu 8.10</strong></p>
<pre class="brush: bash;">
$ sudo sh -c “echo \”deb http://robin.powdarrmonkey.net/ubuntu intrepid/\” &#38;gt;&#38;gt; /etc/apt/sources.list”
</pre>
<p><strong>Ubuntu 8.04</strong></p>
<pre class="brush: bash;">
$ sudo sh -c “echo \”deb http://robin.powdarrmonkey.net/ubuntu hardy/\” &#38;gt;&#38;gt; /etc/apt/sources.list”
</pre>
<p>2. Adicionar a chave de autenticação. Pelo terminal:</p>
<pre class="brush: bash;">
$ sudo apt-key adv --keyserver pgp.mit.edu --recv-key FF95D333 &#38;amp;&#38;amp; sudo apt-get update
</pre>
<p>3. Agora é só instalar. Pelo terminal:</p>
<pre class="brush: bash;">
$ sudo apt-get install rednotebook
</pre>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>Site oficial: <a href="http://digitaldump.wordpress.com/projects/rednotebook/">http://digitaldump.wordpress.com/projects/rednotebook/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[pensando alto #10]]></title>
<link>http://walktalk.wordpress.com/2009/10/26/pensando-alto-10/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 02:37:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Água...</dc:creator>
<guid>http://walktalk.wordpress.com/2009/10/26/pensando-alto-10/</guid>
<description><![CDATA[É claro que é difícil explicar tudo que estou vivendo nos últimos dias. Mas o bom é que eu simplesme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É claro que é difícil explicar tudo que estou vivendo nos últimos dias. Mas o bom é que eu simplesmente não <strong>tenho</strong> que explicar nada.</p>
<p>Porque se me perguntarem se isso é certo ou errado, eu vou dizer que estou feliz sem fazer mal a ninguém e, sinceramente, é só o que importa. E se me perguntarem como eu vejo essa história no futuro, então sou eu quem pergunto: que futuro? O futuro uma hora chega e de qualquer jeito vai ser como tiver que ser, eu é que não vou me preocupar com isso.</p>
<p>Se disserem que eu estou me arriscando, vou lembrar que é justamente aí que está o frio na barriga, a emoção disso tudo. E quando me lembrarem que eu posso acabar me machucando, vou agradecer a preocupação carinhosa e dizer que sei disso, porque existem mil formas de quebrar a cara nessa vida. Já tenho arranhões e cicatrizes, sei lidar com isso.</p>
<p>Por ora, vou continuar me dedicando ao agora e fazer dele o melhor que puder ser. Eu gosto de me sentir assim, inconseqüente e indiscutivelmente bem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A natureza espiritual de Deus (Is 66.1)]]></title>
<link>http://kuryusthelord.wordpress.com/2009/10/25/deus/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 22:58:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuryusthelord</dc:creator>
<guid>http://kuryusthelord.wordpress.com/2009/10/25/deus/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Deus é espírito&#8221;, disse Jesus à mulher samaritana que estava junto ao poço (Jo 4.24). A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><img src="http://kuryusthelord.wordpress.com/files/2009/10/5abril.jpg?w=300" alt="&#34;Porque a minha mão fez todas estas coisas, e todas vieram a existir&#34; Is 66:1" title="5abril" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1252" />
<p>&#8220;Deus é espírito&#8221;, disse Jesus à mulher samaritana que estava junto ao poço (Jo 4.24). Ainda que plenamente pessoal, Deus não vive num corpo nem através de um corpo como nós vivemos e, por isso, não está sujeito aos limites de espaço e tempo. Embora nada do que foi criado possa ser onipresente, Deus, em toda a sua plenitude, stá presente em toda parte, continuamente. Todas as coisas criadas estão limitadas pelo tempo; porém, para Deus, não há &#8220;momento presente&#8221;, no qual ele esteja encerrado como nós.</p>
<p>Os teólogos referem-se ao fato de Deus não estar sujeito a limites e fronteiras como sendo a sua infinitude e sua imensidade (1Rs 8.27; Is 40.12-26; 66.1). Deus mantém todas as coisas e ele tem todas as coisas em toda parte sempre presentes em sua mente, na relação própria dessas coisas para com o plano de Deus que incluiu tudo e para com o propósito de cada coisa e cada pessoa, em seu universo (Dn 4.34-35; Ef 1.11).</p>
<p>Deus é imutável e invariável. Coisa alguma pode aumentar ou diminuir a perfeição de Deus, e ele não muda para melhor ou para pior. Pelo fato de ele não estar sujeito ao tempo, não sofre mudanças como suas criaturas (2Pe 3.8). Contudo, Deus, em todo o tempo está em plena atividade em seu universo, fazendo com que novas coisas continuem surgindo (Is 42.9; 2Co 5.17; Ap 21.5). Em todas as suas obras, com perfeita consistência, Deus imprime seu perfeito caráter. Fiel ao seu caráter invariável, ele cumprirá toda palavra que falou e os planos que fez (Nm 23.19; Sl 33.11; Ml 3.6; Tg 1.16-18). Sua imutabilidade explica por que, quando as pessoas mudam a sua atitude para com ele, ele muda sua atitude para com elas (Gn 6.5-7; Ex 32.9-14; 1Sm 15.11; Jn 3.10).</p>
<p>A invariabilidade da perfeição de Deus não significa que ele seja impassível ou insensível, mas significa que o que ele sente é assunto de sua própria escolha e está incluído na unidade do seu ser infinito. Deus não é impulsionado por sua reação a acontecimentos ou pela presença de sentimentos que surjam dentro dele. Porém muitos textos das Escrituras representam Deus como tendo emoções, tais como: alegria, tristeza, ira e prazer. É um grande erro esquecer que Deus sente &#8211; ainda que necessariamente ele sinta de um modo que transcende a experiência de emoção de um ser finito.</p>
<p>Todos os pensamentos e ações de Deus envolvem a seu ser integral; ele é em si mesmo íntegro, não composto de partes. Esse atributo é denominado de simplicidade. Deus não é distraído, dividido por interesses conflitantes ou forçado a limitar sua atenção. Simultaneamente, ele concentra sua atenção total e integral não apenas em um alvo de cada vez, mas em tudo e em todos onde quer que estejam no tempo e no espaço (cf. Mt 20.29-30).</p>
<p>O Deus que é Espírito deve ser adorado em espírito e em verdade (Jo 4.24). Adorar &#8220;em espírito&#8221; significa cultuar com um coração renovado pelo Espírito Santo. Rituais, cerimônias ou formalidades devocionais não se constituem adoração real sem um coração anelante, o que o Espírito Santo apenas pode produzir. &#8220;Em verdade&#8221; significa se basear na revelação de Deus, que culminou na Palavra encarnada, Jesus Cristo, a verdade (Jo 14.6). No Espírito, &#8220;perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade&#8221;, pouco importando onde estejam (Sl 145.18; cf. Hb 4.14-16). Através da revelação de Cristo, Deus convida criaturas limitadas e pecadoras para que o invoquem, o Deus eterno e imutável, como o seu Deus. Deus comprometeu-se com o seu povo por meio de uma aliança de promessas divinas tão seguras quanto a sua própria fidelidade (Hb 6.17-18)</p>
<p>Fone: A Bíblia de Estudo de Genebra</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Foi dada a largada]]></title>
<link>http://valeoquantobrilha.wordpress.com/2009/10/24/foi-dada-a-largada/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 05:24:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>valeoquantobrilha</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Ponto de virada – o dia que mudou a sua vida, de Frank Mora, deu início a minha maratona na edição]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em> </em><em><img class="aligncenter size-full wp-image-67" title="poster33.indd" src="http://valeoquantobrilha.wordpress.com/files/2009/10/poster33_012.jpg" alt="poster33.indd" width="197" height="290" /><br />
Ponto de virada – o dia que mudou a sua vida</em>, de Frank Mora, deu início a minha maratona na edição desse ano da Mostra Internacional de Cinema. Histórias de mudanças de rota, de novos cálculos para um caminho por vezes já definido muito me atraem e daí a escolha do título para começar a saga de 2009. Pois bem, trata-se de um documentário sobre o “momento da virada” na vida de personalidades das artes e dos esportes, dentre elas Laerte, Tata do Amaral, Raí, Zé Celso, Kiko Zambianchi e Julio Medaglia.</p>
<p>Como disse o diretor ao final da sessão,  um projeto para levar ao espectador algo além do já sabido sobre os participantes do projeto, fatos novos a respeito desses entrevistados. E Frank acerta em cheio. Quem imaginaria que o Laerte como um “adolescente parnasiano”, que tocava piano clássico e que nem pensava em incluir a cultura popular, o samba em seu repertório? Ou que um dos momentos da grande virada na vida de Marcelo Rubens Paiva não foi o acidente que o deixou em uma cadeira de rodas?</p>
<p>Com entrevistados à vontade para relatar a experiência de viver a grande mudança, o documentário cumpre a proposta e revela ao público um lado mais privado, pouco explorado da vida dessas pessoas. E mais, vai deixando a despretensão de lado, ganha corpo e termina muito maior do que se propunha. À primeira vista, a proposta parece simples – mostrar um dia importante na vida de pessoas conhecidas do grande público. No entanto, muito maior que isso, dada a maneira como esses convidados e seus respectivos marcos são apresentados ao espectador.</p>
<p>O que ficou: a beleza transformadora da simplicidade &#8211; um gesto, uma conversa, uma frase, um abraço. O ponto da grande virada pode ser simples assim.   </p>
<p><strong>Ponto de virada – o dia que mudou sua vida</strong><br />
(<em>Ponto de virada – o dia que mudou sua vida</em> &#124; Brasil &#124; 2009 &#124; 70 min.) Direção: Frank Mora<br />
Próximas sessões:<br />
25/10 – Frei Caneca Unibanco Arteplex 5 (19h30)<br />
02/11 – Cine Bombril 1 (14h)<br />
04/11 – Cine TAM/Sala Paris (21h)<br />
<a href="http://www.mostra.org">www.mostra.org</a></p>
<p>escrito ao som de: los hermanos – o velho e o moço</p>
<p><em>&#8230; vou levando assim / que o acaso é amigo/ do meu coração/ quando fala comigo/ quando eu sei ouvir&#8230;</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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