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	<title>sintoma &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/sintoma/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sintoma"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 11:56:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Sintoma]]></title>
<link>http://naohadeque.wordpress.com/2009/11/13/sintoma/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 00:18:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>LeandroMorani</dc:creator>
<guid>http://naohadeque.wordpress.com/2009/11/13/sintoma/</guid>
<description><![CDATA[Taí uma música que escrevi há alguns meses, mas até hoje não fiz a melodia. To sem tempo e sem inspi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Taí uma música que escrevi há alguns meses, mas até hoje não fiz a melodia.</p>
<p style="text-align:justify;">To sem tempo e sem inspiração pra escrever qualquer outra coisa, então eu mando um copiarcolar mesmo!</p>
<p style="text-align:justify;">Abraços!</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211;</p>
<p style="text-align:justify;">O que era pra ser triste<br />
Se mostrou difícil de parar<br />
E pra quem nunca insiste<br />
É normal deixar de acreditar</p>
<p style="text-align:justify;">O canto escuro, frio e quieto<br />
Agora é como um quarto morno e limpo<br />
Tentando ser mais esperto<br />
Que o medo estranho, invisível</p>
<p style="text-align:justify;">E se a mente enfim aberta<br />
O corpo fraco, irascível<br />
Razão que deixa a flor mais certa<br />
A mercê do enxame destrutível</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">E acreditar ser capaz<br />
Agora maior o desafio<br />
E ao se ver ficar pra trás<br />
Insustentável peso do vazio</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211;</p>
<p style="text-align:justify;">Pode ser coisa da idade<br />
Ou aquelas coisas de momento<br />
Mas se o que dizem for verdade<br />
O coração perece em breve tento</p>
<p style="text-align:justify;">A mudança ocorre sem problemas<br />
Na verdade nem dá pra notar<br />
Ela é sua, e sua apenas<br />
Ninguém pode evitar</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa sombra ofuscante<br />
A raiva então toma o lugar<br />
Incapacidade lancinante<br />
De ver algo e se importar</p>
<p style="text-align:justify;">Quando a dor que pesa o peito<br />
Não se esconde em um falso olhar<br />
Tudo aquilo que foi feito<br />
Deve o mundo perdoar</p>
<p style="text-align:justify;">&#8211;</p>
<p style="text-align:justify;">Vaidade tão distante<br />
Infinito breve instante<br />
Esperança inquietante<br />
Encontre um jeito de chegar</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto pode apontar novo tratamento para o Mal de Alzheimer]]></title>
<link>http://falandoemsaude.wordpress.com/2009/11/12/projeto-pode-apontar-novo-tratamento-para-o-mal-de-alzheimer/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Falando em Saúde no Piauí</dc:creator>
<guid>http://falandoemsaude.wordpress.com/2009/11/12/projeto-pode-apontar-novo-tratamento-para-o-mal-de-alzheimer/</guid>
<description><![CDATA[Repórter: Cassia Tamyris Sousa / Edição: Camila Costa           O Mal de Alzheimer ainda não tem cur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Repórter: Cassia Tamyris Sousa / Edição: Camila Costa</em></p>
<p style="text-align:justify;">          O <a href="http://www.alzheimermed.com.br/">Mal de Alzheimer</a> ainda não tem cura, mas se depender da pesquisa que está sendo desenvolvida pelo <a href="http://www.ufpi.br/ccs/cursos.php?cid=5">Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Piauí</a>, haverá possibilidades de agregar uma dieta alimentar ao tratamento no controle da doença. Isso poderá, no futuro, baratear os gastos dos pacientes com o tratamento.</p>
<p style="text-align:justify;">          O projeto “Estado nutricional relativo ao <a href="http://www.abril.com.br/noticia/ciencia-saude/no_301654.shtml">ferro, zinco e cobre</a> e sua associação com a função cognitiva em pacientes com doenças de Alzheimer” trabalha com a hipótese de que o acúmulo de ferro e zinco no organismo pode ter relação com o agravamento dos <a href="http://www.selecoes.com.br/revista/1221/Mal-de-Alzheimer-sintomas-e-remedios-usados-no-tratamento.html">sintomas da doença</a>. Para isso, utilizará como amostragem pacientes da Associação Piauiense de Portadores da Doença de Alzheimer e voluntários do Programa Terceira Idade em Ação (PTIA).</p>
<p style="text-align:justify;">          Este método visa detectar os sinais de esquecimento que são próprios do <a href="http://www.webartigos.com/articles/206/1/as-actividades-fisicas-e-o-envelhecimento-humano/pagina1.html">envelhecimento no ser humano</a>, para que estes não sejam confundidos com aqueles que são inerentes à doença. Se confirmada a hipótese, o tratamento consistirá em controlar os índices de ferro e zinco a partir da dieta alimentar do paciente.</p>
<p style="text-align:justify;">          O projeto é a união de três projetos de mestrado e um de iniciação científica. Financiado pelo <a href="http://www.cnpq.br/">CNPq</a>, recebeu pouco mais de 40 mil reais para sua realização e teve início este ano, com previsão para conclusão em 2011.</p>
<p style="text-align:justify;">          Segundo a Professora Dra. Nadir do Nascimento Nogueira, pesquisadora responsável pelo projeto, mais da metade do dinheiro foi investido na compra de um freezer para manter o material de pesquisa nas temperaturas mais baixas possíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">          De acordo com o <a href="http://www.ibge.gov.br/home/">IBGE</a>, em 2003 a taxa de expectativa de vida do brasileiro era em torno de 71,3 anos. A professora Nadir esclarece que com o <a href="http://www.serasa.com.br/guiaidoso/18.htm">aumento do número de idosos no Brasil</a>, esse tipo de pesquisa se faz necessária: “Quase todo idoso que chega aos noventa anos apresenta a Doença de Alzheimer”, finaliza ela.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Juntos]]></title>
<link>http://stelioneto.wordpress.com/2009/11/06/juntos/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:09:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stelio de Carvalho Neto</dc:creator>
<guid>http://stelioneto.wordpress.com/2009/11/06/juntos/</guid>
<description><![CDATA[Parece que enquanto Nietzsche aposta na tragédia, isto é, na música e no drama (especialmente na mús]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Parece que enquanto Nietzsche aposta na tragédia, isto é, na música e no drama (especialmente na música!), Freud e Lacan apostam na psicanálise.</p>
<p>Mas, para aproximar todas eles, talvez seja prudente pensar a cultura e o indivíduo como &#8220;psicologias&#8221; distintas. Talvez seja necessário tomar o  pensamento de Nietzsche, que está declaradamente endereçado à cultura, como analogia para pensarmos a psicologia dos indivíduos. É mais ou menos como o exercíco de Platão na República: para podermos responder o que é a justiça, ao invés de procurá-la imedidatamente no homem, vamos procurá-la na pólis: uma vez que tenhamos apreendido (ou recuperado) a idéia de justiça, voltamos então ao homem para poder enunciar o que é um &#8220;homem justo&#8221;.</p>
<p>Talvez seja necessário mais um passo ainda. Tomamos a cultura adoecida descrita por Nietzsche, e a terapêutica que ele propõe (a tragédia) e uma vez munidos desses elementos, voltamos ao sujeito do divã, a quem propomos a psicanálise: será que podemos encontrar nesse sujeito o dionisíaco, o apolíneo e o socrático? Será que esse sujeito está estabelecido como uma cultura dionisíaca (esquizofrênico) ou apolínea (paranóico)? Socrática (o simbólico subjuga o real, &#8220;a música se submete às palavras&#8221;) ou trágica (o real inspira o simbólico). O passo além é voltar à cultura e saber se, junto com a tragédia proposta por Nietzsche, podemos propor a psicanálise. Para mim, foi importante atravessar o texto de Nietzsche para acompanhar o movimento que ela faz da Grécia até a  Alemanha, para poder acreditar num renascimento da tragédia no lugar da &#8220;ópera&#8221;, onde a música é &#8220;funcionária&#8221; das palavras. É mesmo nos capítulos finais em que aparecem no texto dele &#8220;drama&#8221; e &#8220;música&#8221; como coisas distintas. Isso me faz pensar que o sintoma é como um drama sem música, como uma ópera: talvez seja por isso que ele se torna ridículo depois que é atravessado na análise (em geral, a ópera me parece ridícula). Um certo riso do paciente certamente marca esse atravessamento do &#8220;drama&#8221;. Penso que esse tipo de atravessamento permita à orquestra trocar as partituras e tocar música pra valer. O herói do drama está lá para ser atravessado; está lá para morrer: isso está muito bem escrito por Nietzsche, e foi bem falado por Lacan naquela palestra em Louvain: &#8220;Vocês fazem muito bem em crer que vão morrer! Do contrário, como poderiam suportar essas vidas que vocês levam &#8230;&#8221;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xG2ledvd42M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xG2ledvd42M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Ora, não ouvimos aí um eco da fala do Sileno, apresentada por Nietzsche nos primeiros capítulos do Nascimento da Tragédia? Mas ele avisa: para entendê-lo, é preciso ter experimentado a música, e avisa também que nem todos são músicos. Aliás, &#8220;muitos carregam o tirso, mas poucos são os místicos&#8221; (Sócrates, momentos antes de morrer), ou &#8220;muitos são os chamados, mas poucos são os escolhidos&#8221; (Cristo). Será que isso que vale para a música, vale também para a anáĺise? Parece que vale &#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diferenças nos sintomas de infarto do homem e da mulher são um mito ]]></title>
<link>http://cursoblogcorp.wordpress.com/2009/10/29/diferencas-nos-sintomas-de-infarto-do-homem-e-da-mulher-sao-um-mito/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 16:40:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://cursoblogcorp.wordpress.com/2009/10/29/diferencas-nos-sintomas-de-infarto-do-homem-e-da-mulher-sao-um-mito/</guid>
<description><![CDATA[Um novo estudo  financiado pela Sociedade Cardiovascular do Canadá aponta que não há diferença, entr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/V8tMHHHxeAU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/V8tMHHHxeAU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Um <a href="http://www.grandefm.com.br/saude/mulher-e-homem-tem-sinais-parecidos-de-infarto-diz-estudo" target="_blank">novo estudo </a> financiado pela Sociedade Cardiovascular do Canadá aponta que não há diferença, entre mulheres e homens, no que diz respeito aos sintomas de infarto.</p>
<p>Segundo a enfermeira cardíaca Martha Mackay, pesquisadora do Instituto Canadense de Pesquisas em Saúde e uma das autoras do estudo, homens e mulheres sentem os mesmos sintomas, a diferença é que elas também podem apresentar outros sinais, como tosse ou dor no pescoço e na região da mandíbula. &#8220;Os sintomas clássicos são igualmente comuns entre homens e mulheres&#8221;, diz.</p>
<p>Apesar de alguns casos descreverem algumas diferenças, esses fatores podem ser questionados devido à falhas de comunicação, diz Mackay.</p>
<p>Ou seja, os médicos deveriam evitar formular apenas as questões fechadas contidas nos procedimentos de rotina nos atendimento, perguntando também sobre outros possíveis sintomas menos comuns a esse tipo de diagnóstico.</p>
<p>Postado por Safenado</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Síntomas]]></title>
<link>http://doslineasrojas.wordpress.com/2009/10/26/sintomas/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 01:38:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>varelad</dc:creator>
<guid>http://doslineasrojas.wordpress.com/2009/10/26/sintomas/</guid>
<description><![CDATA[La negra tiene todos los síntomas habidos y por haber. Pero todos, y aparte, se le están respetando ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La negra tiene <em><strong>todos</strong></em> los síntomas habidos y por haber. Pero todos, y aparte, se le están respetando los tiempos en los cuales los tendría que tener.</p>
<p>Por el momento ya tuvo vómitos todo el primer trimestre, dolor del siático en el comienzo del segundo, también dolor de cabeza, sangrado de encías, falta de hambre, hambre voraz, repudio a los olores, cambio en los gustos &#8230;. toooodo como dicen los libros.</p>
<p>Por suerte pasa el tiempo y ahora se siente mejor, pero solamente para los que van a pensar en ser padres, todo un roller-coaster de sensaciones y síntomas se les vienen por la cabeza. A armarse de paciencia para recibirlos y por sobre todas las cosas a dar soporte.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soluções Google para quase tudo]]></title>
<link>http://fernandafreitas.wordpress.com/2009/10/14/solucoes-google-para-quase-tudo/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 00:14:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>fefreitas</dc:creator>
<guid>http://fernandafreitas.wordpress.com/2009/10/14/solucoes-google-para-quase-tudo/</guid>
<description><![CDATA[Chamando Dr. Google O Google é um oráculo eficiente, com respostas rápidas para tudo o que paira sob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_665" class="wp-caption alignleft" style="width: 182px"><a href="http://fernandafreitas.wordpress.com/files/2009/10/post1.jpg"><img class="size-full wp-image-665" title="POST1" src="http://fernandafreitas.wordpress.com/files/2009/10/post1.jpg" alt="Chamando Dr. Google" width="172" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">Chamando Dr. Google</p></div>
<p style="text-align:justify;">O Google é um oráculo eficiente, com respostas rápidas para tudo o que paira sobre a face da Terra. Concordo. Se não está no poderoso site de buscas, então, não existe. Fato. Ainda que não exista somente para, nós, os internautas, o que já é, em si, motivo suficiente para ter metade da verdade.</p>
<p style="text-align:justify;">O que me espanta é que o site agora é motivo para insônia. Minha irmã outro dia, me ligou apavorada com a consulta que fez ao Google de um sintoma que havia apresentado e que, segundo sua busca, era característica de tumor maligno na região. Ela leu aquilo, somou ao fato da quantidade de casos de câncer na família e, se acabou de nervoso.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando ela ligou nervosa, falei que tinha tido o mesmo problema há um tempo atrás e que um remedinho bobo pra controle hormonal tinha resolvido a questão. Bom, mas eu não estava em desespero, ela já tinha se consultado com o Dr. Google e fim de feriado. Para todos nós. Ela porque estava doente em fase terminal e, nós preocupadas com que o desespero acabasse mesmo lhe colocando doente.</p>
<p style="text-align:justify;">Acho muito interessante, quando após um diagnóstico, se consulte um site para saber mais sobre o assunto, encontrar especialistas ou métodos alternativos. Na ocasião da doença do meu pai, consultei muitas vezes o “doutor virtual” atrás de uma esperança ou um consolo. Entretanto, fazer o diagnóstico através do www é quase suicídio, gente! E, o primeiro passo para automedicação, que todo mundo já sabe, não é recomendável.</p>
<p style="text-align:justify;">A <a href="http://www.ensp.fiocruz.br/" target="_blank">Fiocruz </a>pretende lançar até o final do ano um laboratório de avaliação dos sites com informações de saúde. Por um lado os médicos vão dizer quais sites são confiáveis e, por outro, pacientes irão consultar e avaliar se a linguagem é acessível a todos. Assim, os ansiosos de plantão, poderão fazer suas consultas de forma segura e se municiar de perguntas que ajudem na comunicação com o médico. Prestaram atenção? Nada substituirá o médico e seus anos investidos em estudos e conhecimentos.  </p>
<p style="text-align:justify;">Sintomas estranhos devem levar você, amigo leitor, ao médico (ainda que o SUS seja de doer) e não à internet.</p>
<p style="text-align:justify;">Cuidem-se!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O poder de um mamão!!!]]></title>
<link>http://regganata.wordpress.com/2009/09/08/o-poder-de-um-mamao/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 16:20:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>regganata</dc:creator>
<guid>http://regganata.wordpress.com/2009/09/08/o-poder-de-um-mamao/</guid>
<description><![CDATA[Depoimento de um paciente: Como eu já tive ‘gastrite aguda’ (posso provar por imagem de endoscopia),]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4>Depoimento de um paciente:</h4>
<p>Como eu já tive <strong>‘gastrite aguda’</strong> (posso provar por imagem de endoscopia), (nem um copo de água podia ingerir, que me dava azia), o próprio médico, há uns 20 anos, recomendou-me, ao invés de tomar os remédios (que vinha me receitando por quase dois anos), que de manhã, por 30 dias, me limitasse a comer um ‘<strong>mamão papaya</strong>‘, de quem já ouvira maravilhas para curar gastrites e afins.</p>
<p>Nesse período, <strong>até as 10 horas</strong>, não deveria ser tomado nenhum líquido. <strong>Café, chás ou outras bebidas</strong> que contivessem pó não poderiam ser tomados em hipótese alguma durante um mês.<br />
Pois qual não foi nossa surpresa, quando ao final dos 30 dias, em nova endoscopia,<strong> meu aparelho digestivo não apresentava mais nenhum sinal de gastrite.</strong></p>
<p>Transmito isso, pois sei que muitas pessoas se abstém de comer doces ou outras iguarias, porque logo vem a <strong>dolorosa azia</strong>.</p>
<p>Desde que comecei a comer, todo dia, um ‘<strong>mamão papaya</strong>‘, de manhã, nunca mais tive qualquer sintoma de azia ou mal estar. <strong>Posso comer doces, chocolates, etc.!</strong><br />
Ah!. sem contar que naquela ocasião também sofria de<strong> hérnia hiatal</strong>, a que provoca o <strong>refluxo</strong> …<br />
O mamão <strong>(Carica papaya)</strong>, originário da <strong>América Tropical</strong>, é uma das melhores frutas do mundo, tanto pelo seu valor nutritivo, como pelo poder medicinal. Cada parte desta planta é preciosa, a começar pelo tronco! De sua parte interna, retira-se uma polpa que depois de ralada e seca – assemelha-se<br />
ao coco ralado.  É rica em propriedades nutritivas e aproveitada em alguns lugares no preparo de deliciosas rapaduras.</p>
<p><strong>O</strong><strong> cozimento das raízes dá um tônico</strong> para os nervos, e é também remédio  para as hemorragias renais. As folhas do mamoeiro, após secas à sombra, têm aplicação no preparo<br />
de agradável chá digestivo que pode ser dado livremente às crianças, pois não contém cafeína.</p>
<p><strong>O suco leitoso extraído das folhas é o vermífugo</strong> mais enérgico que se conhece. Usa-se diluído em água. Ainda é digestivo e cura feridas. Em diversos lugares, a medicina popular o utiliza para tratar eczemas,verrugas e úlceras.</p>
<p>Os índios preparam a carne envolvendo-a com folhas de mamoeiro por algumas horas, antes de levá-la ao fogo. Este processo <strong>amacia a carne</strong>.</p>
<p>Com as flores do <strong>mamoeiro macho</strong> prepara-se um maravilhoso <strong>xarope</strong> que combate a rouquidão, tosse, bronquite, gripe e indisposições gástricas causadas por resfriados. Coloca-se um punhado de flores, com um pouco de mel em vasilha resistente ao calor, mas que não seja de alumínio. Acrescenta-se um copo<br />
de água fervendo, tapando-a bem. Depois de esfriar, tomar às colheradas, de hora em hora. Com o fruto verde faz-se um doce maravilhoso.</p>
<p>Pode-se também prepará-lo <strong>ensopado ou ao molho branco.</strong></p>
<p>O <strong>mamão maduro é altamente digestivo</strong> (cada grama de papaína – <strong>fermento solúvel contido no fruto</strong> – digere 200g de proteína); <strong>tem mais vitamina C que a laranja e o limão</strong>; contribui para o equilíbrio ácido-alcalino do organismo é diurético, emoliente, laxante e refrescante; cura prisão de ventre crônica e, em jejum, pela manhã, faz bem ao estômago; é eficaz contra a diabete, asma e icterícia; bom depurativo do sangue; não pode faltar na alimentação da criança, pois favorece o seu crescimento.</p>
<p><strong>Depois de comer-se o mamão</strong>, esfrega-se a parte interna da casca sobre a pele para tirar manchas, suavizar a pele ásperae eliminar rugas.<br />
<strong>Mastigar de 10 a 15 sementes</strong> frescas elimina vermes intestinais, regenera o fígado e limpa o estômago.</p>
<p><strong>Comidas em quantidade</strong>, são eficazes contra câncer e tuberculose.<br />
Faltava dizer que qualquer uso que se faça de qualquer parte desta planta traz consigo uma <strong>ação vermífuga poderosa</strong>, o que bastaria para destacar sua importância. Melhor que consumir frutos do supermercado (colhidos verdes e amadurecidos à força no carbureto), é colhê-los já maduros no pé, no próprio quintal, pois serão livres de  <strong>agrotóxicos</strong>.</p>
<p>Num espaço bem apertado cabem vários mamoeiros. Eles gostam de <strong>terra boa</strong>, <strong>bem adubada</strong>. O consumo do mamão é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um alimento rico em <strong>licopeno</strong> (média de 3,39 mg em 100 gr), vitamina <strong>C</strong> e minerais importantes para o organismo.<br />
<strong>Quanto mais maduro, é maior a concentração desses nutrientes.  </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Fonte: <a href="http://www.vocesabia.net">http://www.vocesabia.net</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Convênios Atuais]]></title>
<link>http://psicologagiuliana.wordpress.com/2009/09/01/convenios-atuais/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 01:54:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dra Giuliana T. Tarifa de Oliveira</dc:creator>
<guid>http://psicologagiuliana.wordpress.com/2009/09/01/convenios-atuais/</guid>
<description><![CDATA[Olá Sempre estão me perguntando quais são os convênios que atendo. Vejam os atuais: APEOESP &#8211; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá</p>
<p>Sempre estão me perguntando quais são os convênios que atendo. Vejam os atuais:</p>
<p>APEOESP &#8211; AmcC Serviços</p>
<p> ATEESP</p>
<p>Banco PanAmericano &#8211; PanSeg Vale Saúde</p>
<p>Medial Saúde</p>
<p>Sindicato da União dos Servidores do Poder Judiciário</p>
<p>Em breve terão mais.</p>
<p>Abs.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PRIMEIRO SINTOMA DE UM GAY ...!!!]]></title>
<link>http://ogordoeomagrouti.wordpress.com/2009/08/09/primeiro-sintoma-de-um-gay/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 05:07:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>caiodiego</dc:creator>
<guid>http://ogordoeomagrouti.wordpress.com/2009/08/09/primeiro-sintoma-de-um-gay/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2919" title="primeirosintoma2yc" src="http://ogordoeomagrouti.wordpress.com/files/2009/08/primeirosintoma2yc.jpg" alt="primeirosintoma2yc" width="497" height="348" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resenha: O trabalho psicopedagógico à luz da psicomotricidade ]]></title>
<link>http://psicologagiuliana.wordpress.com/2009/08/07/resenha-o-trabalho-psicopedagogico-a-luz-da-psicomotricidade/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 00:58:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dra Giuliana T. Tarifa de Oliveira</dc:creator>
<guid>http://psicologagiuliana.wordpress.com/2009/08/07/resenha-o-trabalho-psicopedagogico-a-luz-da-psicomotricidade/</guid>
<description><![CDATA[A autora Flávia Teresa de Lima inicia seu trabalho com uma reflexão sobre a atuação do psicopedagogo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A autora Flávia Teresa de Lima inicia seu trabalho com uma reflexão sobre a atuação do psicopedagogo em uma equipe interdisciplinar de saúde mental, que atende crianças com transtornos de aprendizagem.<br />
Essas crianças são encaminhadas ao psicopedagogo e trazem como queixa algum transtorno de aprendizagem. Depois da avaliação, constata-se que as mesmas apresentam problemas na estruturação e reconhecimento de seu corpo e no uso deste enquanto instrumento de interação com o outro, movimentos, gestos e praxias. Com o conhecimento da psicomotricidade e do trabalho junto aos profissionais desta área, o psicopedagogo pode ampliar a sua visão e fazer um diagnóstico diferencial, elaborando uma atuação mais adequada e interdisciplinar.<br />
A autora utiliza-se da teoria da Alicia Fernádez para refletirmos sobre a utilização da psicomotricidade como uma ferramenta importante para uma prática mais completa do psicopedagogo, pois as estruturas psicomotoras promovem  o organismo explorar o ambiente, perceber-se neste e perceber o outro.<br />
Eu acredito que é importante um trabalho multidisciplinar principalmente na área da saúde para obtermos um diagnóstico completo do paciente e evitar um diagnóstico diferente por cada especialista, buscando um equilíbrio entre o objetivo e subjetivo.<br />
As crianças são encaminhadas com queixas-sintomas que estão relacionadas a déficits das estruturas psicomotoras. Mas deve-se entender que o sintoma é um sinal de conflito inconsciente, um desequilíbrio entre o objetivo e o subjetivo. Ou seja, não podemos ver somente o sintoma em si e deixar de investigar o que pode ter causado tal desequilíbrio. Essa dicotimização entre o objetivo e o subjetivo tem como resultados problemas significativos no desenvolvimento neuro-psico-motor e emocional.<br />
A autora observa que as crianças encaminhadas para o psicopedagogo não tem conhecimento de seu corpo, do que não podem e devem fazer do mesmo enquanto instrumento de aprendizagem. Trazem um transtorno psicomotor como sintoma ligado a dificuldade de aprendizagem.<br />
Nessa perspectiva, o corpo é uma ferramenta a ser utilizada para o processo de aprendizagem, primeiramente para conhecer o outro e receber conhecimento do mesmo. Esse corpo é recortado pelo desejo e mediador do espaço entre subjetividade (desejo) e objetividade (concretização), no qual se forma a autoria de pensamento. Ou seja, entre o desejar e o fazer está o pensar, que para o psicopedagogo surge um conceito importante: a autoria de pensamento.<br />
O psicopedagogo vai trabalhar a promoção do espaço subjetivo e objetivo que possibilite  a autoria do pensamento. Essa autoria pressupõe espaços de liberdade que se constituem a partir da aceitação das diferenças e do prazer de pensar.<br />
A psicomotricidade enriquece  a idéia do fazer e do conhecer com corpo. E o que a autora coloca, é que algumas terapias psicomotoras são receitas que moldam o comportamento através de exercícios muitas vezes condicionadores.<br />
Com isso, esquece que o sujeito tem o  desejo e não somente  necessidade, mas também um corpo que fala, deseja, sujeito à palavra.  O importante não é apenas a aplicação de exercícios para desenvolver as habilidades, mas identificar e entender as marcas deixadas que estruturam o sujeito, sendo a base de sustentação de sua vida.<br />
A psicopedagogo com o conhecimento da psicomotricidade se embasará em oferecer condições motoras e percepto-cognitivas que possibilitem as condições de realização de uma atividade e como possibilidade de espaços de autoria de pensamento e ressignificação de sintoma.<br />
E importante que o psicopedagogo saiba qual o seu limite profissional e que perceba que dependendo do caso, é necessário o encaminhamento para um psicomotricista.<br />
A autora demonstra a importância do psicopedagogo integra-se com diversas áreas de conhecimento para ampliação de sua visão do quadro clínico do paciente e as contribuições que este profissional oferece à equipe interdisciplinar.<br />
Eu acredito na importância do trabalho multidisciplinar e o conhecimento de diversas áreas de conhecimentos como da psicologia, fonoaudiologia, pedagogia, psicanálise, neurologia, psicomotricidade, sociologia para compreensão desse sujeito de multifacetas. Mas ressalto que é importante não somente “rotular” o que essa criança tem em diversas especialidades. Acredito que acima de tudo devemos ouvir, ver, sentir e se colocar no lugar da criança (empatia) para entender o que a levou a desenvolver tal dificuldade e o que posso fazer ( ou fazermos enquanto equipe interdisciplinar) para minimizar tais problemas e melhorar a qualidade de vida e estima dessa criança que já é rotulada e estigmatizada pela família e escola.<br />
Observo que sabemos o quanto é importante a atuação do psicopedagogo, mas ressalto o quanto é difícil adentrar uma equipe para um trabalho interdisciplinar, sendo este um caminho difícil, mas não impossível.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II SIMPÓSIO DE PSICANÁLISE DE NITERÓI - RJ]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/07/26/ii-simposio-de-psicanalise-de-niteroi-rj-2/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 02:57:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/07/26/ii-simposio-de-psicanalise-de-niteroi-rj-2/</guid>
<description><![CDATA[As inscrições estão a todo vapor! GARANTA A SUA VAGA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>As inscrições estão a todo vapor!</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>GARANTA A SUA VAGA</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-979" title="CARTAZIISIMPOSIO" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2009/06/cartaziisimposio.jpg" alt="CARTAZIISIMPOSIO" width="500" height="928" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coisas que bebados não conseguem dizer, e alguns sintomas apresentados por pessoas alcoolizadas !!!]]></title>
<link>http://amorcomhumor.wordpress.com/2009/07/13/efeitos-do-alcool-3/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 09:07:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>ChuckBoy</dc:creator>
<guid>http://amorcomhumor.wordpress.com/2009/07/13/efeitos-do-alcool-3/</guid>
<description><![CDATA[Sonooooo, sonoooooo, muito sonooooooooo !!! ;O + tah, em plena quase 05 da matina&#8230; estou eu vi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" src="http://amorcomhumor.wordpress.com/files/2009/06/pochuckboy.jpg" alt="" width="500" height="50" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sonooooo, sonoooooo, muito sonooooooooo !!! ;O</strong></p>
<p style="text-align:justify;">+ tah, em plena quase <strong>05 da matina</strong>&#8230; estou eu vindo aqui cumprir com minhas <strong>obrigações</strong> !!! E vou logo avisando, se eu engolir alguma letra ou aparecerem varias palavras escritas erradas, não reparem&#8230; é pq eu to digitando no <strong>escuro</strong> !!! ¬¬</p>
<p style="text-align:justify;">Pois bem, Depois de um FDS arduo de <strong>&#8220;trabalho&#8221; e comemorações&#8230;e consequentemente de ressacas</strong> !!! Estamos aqui de volta&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, esta é a justificativa da ausencia do post de sabado, + estavamos trabalhando em algo pra vocês, e a noticia boa é&#8230; que ainda <strong>nessa semana </strong>vocês irão conferir !!! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, tenham mais <strong>paciencia</strong> conosco&#8230; pois eu sou o baby e vocês precisam me amar.(E viva a Familia Dinossauro !!! kkkkkkkkk   xD)</p>
<p style="text-align:justify;">Então aproveitando que esta entrando no ar a <strong>SEMANA DE COMEMORAÇÕES DO <span style="color:#ff99cc;">AMOR</span> COM <span style="color:#33cccc;">HUMOR</span></strong>, e que o fds foi regado a cerveja&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Vamos <strong>&#8220;brincar&#8221;</strong> com isso&#8230;. (Eu adoraria ter meu emoction do olinho virando pra colocar aki agora !!! kkkkkkkk)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Coisas que são DIFÍCEIS de dizer quando você está bêbado:</strong><br />
<strong><span style="color:#000080;">- Indubitavelmente.<br />
- Preliminarmente.<br />
- Proliferação.<br />
- Inconstitucional.</span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Coisas que são EXTREMAMENTE DIFÍCEIS de dizer quando você esta bêbado:</strong></span><br />
<span style="color:#000080;"><strong>- Especificidade.<br />
- Transubstanciado.<br />
- Verossimilhança.<br />
- Três Pratos de Trigo para Três Tigres. (Neh Alini ?! kkkkk  xD)</strong></span></p>
<p><strong>Coisas que são TOTALMENTE IMPOSSÍVEIS de dizer quando você está bêbado:</strong><br />
<strong><span style="color:#000080;">- Puta merda que menina feia!!!!<br />
- Chega, já bebi demais. (Neh &#8220;alguém q eu prefiro não citar o nome&#8221; ?! xD)<br />
- Sai fora, você não é o meu tipo…</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong><span style="color:#000000;">Agora vejamos alguns sintomas que podem aparecer quando se está alcoolizado e as respectivas soluções pros problemas:</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">SINTOMA:</span> </strong>Pés frios e úmidos.<br />
<span style="color:#ff0000;"><strong>CAUSA:</strong></span> Você está segurando o copo pelo lado errado.<br />
<span style="color:#800080;"><strong>SOLUÇÃO:</strong></span> Gire o copo até que a parte aberta esteja virada para cima.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">SINTOMA:</span></strong> Pés quentes e úmidos.<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">CAUSA: </span></strong>Você mijou no seu pé.<br />
<span style="color:#800080;"><strong>SOLUÇÃO:</strong> </span>Vá se limpar no lugar mais próximo.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>SINTOMA: </strong></span>O chão está embaçado.<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">CAUSA:</span></strong> Você está olhando para o chão através do fundo do seu copo vazio.<br />
<strong><span style="color:#800080;">SOLUÇÃO:</span></strong> De um jeito de encher seu copo com cerveja ou bebida similar.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>SINTOMA:</strong></span> O chão está se movendo.<br />
<span style="color:#ff0000;"><strong>CAUSA: </strong></span>Você está sendo carregado ou arrastado.<br />
<span style="color:#800080;"><strong>SOLUÇÃO:</strong> </span>Pergunte se estão te levando para outro bar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">SINTOMA:</span></strong> Você está olhando um espelho que se move como água.<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">CAUSA:</span></strong> Você está para vomitar em uma privada.<br />
<span style="color:#800080;"><strong>SOLUÇÃO:</strong> </span>Enfie o dedo na garganta.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">SINTOMA:</span> </strong>A danceteria se move muito e a música é muito repetitiva.<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">CAUSA:</span> </strong>Você está em uma ambulância.<br />
<strong><span style="color:#800080;">SOLUÇÃO:</span> </strong>Não se mova. Possível coma alcoólico.</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, quem <strong>entende do assunto</strong>&#8230;sabe que tem muitooooooooo mais sintomas, que vão muitooooo além desses !!! rs<br />
+ por hoje, a gente fica por aqui&#8230;e em um próximo post a gente volta com mais !!!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E AGORA FICA UM PEQUENO CONSELHO:</strong><span style="color:#800080;"> <strong>SE FOR DIRIGIR E ME DAR CARONA, NÃO BEBA !!! MINHA <span style="color:#ff0000;">MÃE</span> AGRADECE <span style="color:#000080;">(</span>EU MESMO NEM LIGO, SE MORRER É BOM QUE EU VEJO O SHOW DO <span style="color:#000080;">MICHAEL JACKSON</span> !!!<span style="color:#000080;">)</span> KKKKKKKKKK  XD</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800080;"><span style="color:#000000;"><strong>*OBS: A partir de agora, não tem nada a ver com o post <span style="text-decoration:line-through;">ou tem !!!</span></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;">Pois entonce, estamos chegando ao fim&#8230; e só de raiva e garantir q meu tempo não foi tomado atoa, por eu ter fikado quase <strong>2 horas</strong> tentando descobrir o <strong>nome de uma musica</strong>(Que eu havia acabado de ouvir em <strong>&#8220;Arquivo Morto&#8221;</strong>) pra baixar&#8230; e como sou oteeeeeeeemo nisso, eu conseguiiiiiii !!! Agoraaaa&#8230;. vou <strong>disseminar</strong> por ai&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800080;"><span style="color:#000000;">ENTÃO, COM VOCÊS&#8230;  A + <strong>RECENTE</strong>(QUESTÃO DE 2 HORAS ATRÁS) <strong>MUSICA</strong> QUE<strong> ENTROU E FEZ QUESTÃO DE FICAR NA MINHA CABEÇA&#8230;</strong><br />
<strong>*OBS2</strong>: É MAIS INTERESSANTE ACOMPANHAR LENDO A TRADUÇÃO <strong><a href="http://www.cifras.com.br/traducao/george-michael/faith" target="_blank">AQUI</a> </strong>ou essa <strong><a href="http://vagalume.bol.uol.com.br/george-michael/faith-traducao.html" target="_blank">DAQUI</a>. (Vocês escolhem a que acharem melhor !!! rs)<br />
</strong></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800080;"><span style="color:#000000;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6ISHYtccEs0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6ISHYtccEs0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800080;"><span style="color:#000000;">Bom, a música é do <strong>George Michael</strong> e se chama<strong> &#8220;Faith&#8221;</strong>. E eu preferi colocar esse video, que só vai passando a letra na tela&#8230; porque o video original da musica, é com ele cantando, tocando violão e rebolando o tempo todo&#8230;. e nós<strong> machos</strong>, não merecemos essas cenas !!! ¬¬</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800080;"><span style="color:#000000;">+ Entonce é isso, e acho BOM vocês <strong>acompanharem</strong> o blog bem atentos essa semana !!! <strong>Estará imperdivel&#8230;</strong> (Olha o golpe ai genteeeeeeeeeeeee !!! kkkkkkk )<br />
</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://amorcomhumor.wordpress.com/2009/07/13/efeitos-do-alcool-3/#postcomment" target="_self"><img class="alignnone" src="http://amorcomhumor.wordpress.com/files/2009/06/comentario.jpg" alt="" width="250" height="28" /></a></p>
<hr size="3" />
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Simples Nacional nem sempre é mais Vantajoso. O órgão responsável pelas Resoluções que Regulamentam esse Sistema é o Comitê Gestor do simples Nacional.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/07/06/simples-nacional-nem-sempre-e-mais-vantajoso/</link>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 02:31:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/07/06/simples-nacional-nem-sempre-e-mais-vantajoso/</guid>
<description><![CDATA[A lei está a seu favor, não a ignore!  O Brasil possui 3 sistemas empresariais de Tributação: Lucro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A lei está a seu favor, não a ignore!  O Brasil possui 3 sistemas empresariais de Tributação: Lucro ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Próximos lançamentos da Jorge Zahar Editora]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/07/04/proximos-lancamentos-da-jorge-zahar-editora/</link>
<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 20:22:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/07/04/proximos-lancamentos-da-jorge-zahar-editora/</guid>
<description><![CDATA[TRABALHANDO COM LACAN na análise, na supervisão, nos seminários Lançamento em 28 de julho de 2009 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>TRABALHANDO COM LACAN na análise, na supervisão, nos seminários </strong>Lançamento em 28 de julho de 2009</p>
<div style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1022" title="trabalhandocomlacan" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2009/07/trabalhandocomlacan.jpg" alt="trabalhandocomlacan" width="298" height="448" /></div>
<div style="text-align:justify;">&#8220;Como Lacan negociava o valor das sessões?</p>
<p>Por que o uso do chiste se tornou uma de suas marcas?</p>
<p>Qual o impacto, entre os analisandos, das polêmicas sessões curtas, às vezes reduzidas a minutos?</p>
<p>Jacques Lacan provocava os mais diversos sentimentos naqueles que dele se aproximavam – menos a indiferença. Genial, imprevisível, extravagante, sacudiu o meio psicanalítico dos anos 50 e 60 de tal forma que ainda hoje é difícil depurar o homem em seu trabalho sob a aura do mito. O leitor vai encontrar aqui surpreendentes depoimentos de três gerações de renomados psicanalistas que viveram na prática as técnicas de Lacan em pelo menos uma das três instâncias em que ele atuou: como analista, supervisor ou professor nos famosos seminários. Um ângulo novo para entender melhor o percurso do criador de uma obra ímpar.</p>
<p>. Em meio a tantos livros que trazem a fala dos que ouviram ou leram Lacan, este traz a fala dos que tiveram o privilégio de serem ouvidos por Lacan.&#8221;</p></div>
<div style="text-align:justify;"><strong>PERSPECTIVAS DO SEMINÁRIO 23 DE LACAN</strong> <strong>O Sinthoma </strong>Lançamento em 1º de agosto de 2009</div>
<div style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1023" title="perspectivassem23" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2009/07/perspectivassem23.jpg" alt="perspectivassem23" width="300" height="448" /></div>
<div style="text-align:justify;">&#8220;Jacques-Alain Miller esmiúça o texto de Lacan, para, em seguida, interpretá- lo aos seus leitores. <em>Perspectivas do Seminário 23 de Lacan</em> é resultado de um de seus concorridos cursos, ministrado no Departamento de Psicanálise da Universidade de Paris 8. O autor se debruça sobre esse seminário do mais famoso psicanalista francês, analisando importantes trechos da obra. O curso ocorreu no ano letivo de 2006/07 e totalizou doze encontros. Já o livro, promete virar um clássico na estante dos estudiosos e interessados em psicanálise.</p>
<p>&#8220;São diversas e preciosas as escansões ao longo desta elucidação&#8230; Boa leitura.&#8221; da apresentação de Angelina Harari&#8221;</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NOMES DO SINTOMA - evento]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/07/02/nomes-do-sintoma-evento/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 01:01:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/07/02/nomes-do-sintoma-evento/</guid>
<description><![CDATA[O que não cessa de se escrever no sintoma: &#8230;reticências! (cf.: Lacan, R.S.I.). Pontos que marc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1016" title="nomesdosintoma" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2009/07/nomesdosintoma.jpg" alt="nomesdosintoma" width="499" height="706" /></p>
<p align="justify">O que não cessa de se escrever no sintoma: &#8230;reticências! (cf.: Lacan, R.S.I.). Pontos que marcam a interrupção da frase, a suspensão de uma melodia, a pausa que indica que há mais a dizer. Toda a variedade do sintoma o aproxima das reticências: a dúvida e a hesitação da neurose obsessiva, as pausas motoras na conversão histérica, as inibições nas fobias e abulias, a angústia com formação de sintoma e seus efeitos de despersonalização, ou ainda uma formação sintomática completa, sem angústia. O sintoma é a cruz que impede que tudo funcione&#8230; uma pedra no meio do caminho para o mestre.</p>
<p align="justify">E o sintoma vai se escrevendo&#8230;, como indício e substituto de uma satisfação pulsional. Eis o sentido do sintoma: o gozo sexual. Se a sexualidade infantil é o que sucumbe ao recalque, tornando-se a principal força pulsional da formação de sintoma, a peça essencial do seu conteúdo é o Complexo de Édipo, o complexo nuclear das neuroses, o que Lacan desenvolveu mostrando que o sintoma é um Nome-do-Pai.</p>
<p align="justify">O sintoma, como formação de compromisso se subtrai da influência do eu através de condensações e deslocamentos, pois, tal como os sonhos, é uma formação do Inconsciente, uma manifestação desejante. Sua satisfação é incestuosa, traumática, trazendo um gozo fálico sustentado pela fantasia. Criado para evitar o sinal da angústia, o sintoma atua como um estranho enxertado no eu causando dor, fazendo o sujeito padecer: cisalha do corpo, cisalha da mente. O sintoma, como metáfora é uma mensagem cifrada do Inconsciente que, em sua <em>linguisteria</em> é articulável e decifrável. Para que uma análise se inicie, o analista deve se colocar como aquele a quem essa mensagem possa ser endereçada e fazer funcionar o Inconsciente como rede de significantes e saber sobre <em>lalíngua</em>.</p>
<p align="justify">Como forma de gozar do Inconsciente, o que não cessa de se escrever, o sinthoma é o que do Inconsciente pode traduzir-se por uma letra: o sinthoma-letra pode ser desde um fonema, uma palavra, uma frase, e mesmo um pensamento (cf: Lacan, Seminário XX). Pausa na associação livre, imobilidade da libido, o sinthoma-letra fixa um gozo e pode operar de modo selvagem, pondo a funcionar o Inconsciente-Um encarnado na <em>lalíngua</em>&#8230;</p>
<p align="justify">Em sua variedade, o sinthoma é o que o sujeito tem de mais particular, o quarto elo do nó borromeano que une os três registros — Real, Simbólico, Imaginário<em>.</em></p>
<p align="justify">Outro destino para o sintoma pode então ser alcançado em uma análise, dispositivo que permite ir do <em>sintomal</em>, ao sintoma analítico e deste ao sinthoma com o qual o sujeito se identifica ao final de uma análise. A análise, por operar o esvaziamento dos sentidos do sintoma e esgotar o deciframento dos significantes, é ciframento de gozo pondo um fim possível às reticências do sintoma. As XI Jornadas de Formações Clínicas do Campo Lacaniano-Rio convidam todos para discutir <em>Nomes do sintoma&#8230;, </em>e abordar, de Freud a Lacan, o sintoma, ou <em>sinthoma</em>.</p>
<blockquote>
<p align="center"><strong>Coordenação:<br />
Rosane Melo e Maria Pinto   </strong></p>
<p align="center"><strong>Comissão de organização:<br />
</strong><strong>Elvina Maciel Lessa, Maria da Glória Nunes, Rosanne Grippi e Yara Marconi </strong></p>
<p align="center"><strong>Comissão científica:<br />
</strong>Andrea Brunetto (MS), Antonio Quinet, Arlindo Pimenta (MG), Elisabeth da Rocha Miranda, Georgina Cerquise, Glória Sadala, Maria Anita C. Ribeiro, Maria Helena Martinho, Sonia Alberti, Sonia Borges, Vera Pollo (coordenadora).</p>
<p align="center"><strong>Subtemas </strong></p>
<p align="center">Do sintoma ao sinthoma<br />
O sintoma analítico<br />
O sentido do sintoma<br />
Os caminhos da formação do sintoma<br />
A mulher como sintoma<br />
A criança como sintoma<br />
O pai como sintoma<br />
A &#8216;varidade&#8217;  do sintoma<br />
Os nós do sintoma<br />
O amor como sintoma<br />
Sintoma e devastação<br />
Sintomas e fenômenos psicóticos<br />
O sintoma conversivo e o fenômeno psicossomático<br />
Sintoma, linguagem e gozo<br />
Deciframento e ciframento<br />
Corpo e sintoma</p>
<p align="center"><strong>Normas para apresentação dos trabalhos:</strong></p>
<p align="justify">Lembramos àqueles que desejam apresentar trabalho que só serão selecionados os argumentos das pessoas previamente inscritas nas Jornadas. Os resumos de no mínimo 25 linhas deverão ser enviados para o e-mail <span style="text-decoration:underline;"><a href="mailto:secretaria@fcclrio.org.br">secretaria@fcclrio.org.br</a></span> até o dia 02 de setembro de 2009. É importante não esquecer que o nome do autor não deve vir junto ao resumo, mas em folha separada, da qual constam apenas o título do trabalho e o nome do autor. A divulgação dos trabalhos selecionados será feita no dia 30 de setembro na sede da instituição e na rede eletrônica de FCCL-Rio. Os trabalhos completos deverão ser enviados até o dia 30 de outubro, com o número máximo de 07 páginas, incluindo bibliografia, letra Times New Roman, corpo 12, espaço duplo.</p>
<p align="center"><strong>Local: Centro de Convenções do CBC </strong></p>
<p align="center"><strong> <strong>Rua Visconde Silva, 52 &#8211; Botafogo &#8211; Rio de Janeiro / RJ</strong></strong></p>
<p align="center"><strong>Inscrições:</strong></p>
<p align="center"><span style="text-decoration:underline;">Até 15/07</span></p>
<p align="center">estudante de graduação &#8211; 100,00<br />
estudante de pós-graduação &#8211; 200,00<br />
profissionais &#8211; 240,00</p>
<p align="center"><span style="text-decoration:underline;">Até 30/09</span></p>
<p align="center">estudante de graduação &#8211; 110,00<br />
estudante de pós-graduação &#8211; 240,00<br />
profissionais &#8211; 280,00</p>
<p align="center"><span style="text-decoration:underline;">Até  01/12</span></p>
<p align="center">estudante de graduação &#8211; 110,00<br />
estudante de pós-graduação &#8211; 280,00<br />
profissionais &#8211; 320,00</p>
<p align="center"><strong>No local</strong></p>
<p align="center">Estudante de graduação &#8211; 180,00<br />
estudante &#8211; 320,00<br />
profissionais &#8211; 360,00</p>
<p align="center"><strong>OBS:</strong>  *Vagas limitadas para estudantes de graduação.<br />
**Os valores podem ser divididos em duas vezes com cheques pré-datados<br />
***Desistência com devolução de 80% do valor pago somente até 15/10/2009.</p>
<p align="center"><strong>Formas de pagamento:</strong></p>
<p align="justify">Sede de FCCL – Rio ou depósito bancário em nome de: Formações Clínicas do Campo Lacaniano-RJ  Unibanco 0598 &#124; conta corrente 131915 &#8211; 4    Enviar comprovante do depósito para a Sede de FCCL-RJ Rua Goethe, 66 &#8211; Botafogo &#8211; Rio de Janeiro-RJ &#8211; 22281-020   telefone [55][21] 2286-9225 &#8211; telefax [55][21] 2537-1786 <br />
e-mail: <span style="text-decoration:underline;"><a href="mailto:secretaria@fcclrio.org.br">secretaria@fcclrio.org.br</a></span></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El llanto de las palabras. El lugar de la palabra en la clínica psicoanalítica]]></title>
<link>http://psikeba.wordpress.com/2009/06/19/el-llanto-de-las-palabras-el-lugar-de-la-palabra-en-la-clinica-psicoanalitica/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 03:47:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>rk</dc:creator>
<guid>http://psikeba.wordpress.com/2009/06/19/el-llanto-de-las-palabras-el-lugar-de-la-palabra-en-la-clinica-psicoanalitica/</guid>
<description><![CDATA[El llanto de las palabras. El lugar de la palabra en la clínica psicoanalítica Jesús Manuel Ramírez ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><a href="http://www.psikeba.com.ar/articulos2/img/JRE_palabra_believe4.jpg"><img src="http://www.psikeba.com.ar/articulos2/img/JRE_palabra_believe4.jpg" border="0" alt="artista, arte contemporaneo, expo" vspace="10" width="459" height="303" align="middle" /></a></div>
<h2 style="text-align:center;">El llanto de las palabras.<br />
El lugar de la palabra en la clínica psicoanalítica</h2>
<p style="text-align:center;">Jesús Manuel Ramírez Escobar</p>
<p><strong>Resumen:</strong></p>
<p>El presente trabajo da cuenta del lugar de las palabras en la clínica psicoanalítica en la medida en que estas son tomadas en la diacronía de un análisis, es decir, en el paso de un síntoma – carácter hacia un saber-hacer-allí-con el síntoma, de acuerdo a lo planteado en la parte final de la enseñanza de Lacan. Dicho procedimiento denunciará la envoltura formal del síntoma apuntando hacia una clínica que contemple  la singularidad de cada sujeto.</p>
<p><a href="http://www.psikeba.com.ar/articulos2/JRE-palabra_clinica_psicoanalitica.htm">http://www.psikeba.com.ar/articulos2/JRE-palabra_clinica_psicoanalitica.htm</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UM CAMINHO PARA O INCONSCIENTE]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/06/05/um-caminho-para-o-inconsciente/</link>
<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 13:39:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/06/05/um-caminho-para-o-inconsciente/</guid>
<description><![CDATA[FONTE: GAZETA DE PIRACICABA &#8220;Uma das obras mais importantes que Freud escreveu foi, sem dúvida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>FONTE: GAZETA DE PIRACICABA</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Uma das obras mais importantes que <a href="http://www.submarino.com.br/portal/Artista/23324/+sigmund+freud/?franq=262638" target="_blank">Freud</a> escreveu foi, sem dúvida, &#8220;<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/69029/interpretacao+dos+sonhos:+ed.+comemorativa+-+100+anos/?franq=262638" target="_blank">A Interpretação dos Sonhos</a>&#8220;. Podemos dizer que depois desta publicação a psicanálise como ciência começou então a tomar cada vez mais força.</p>
<p>Segundo ele, todos os sonhos são sempre invariavelmente uma realização de desejos, de forma aberta ou camuflada.</p>
<p>São muitas as preocupações do dia-a-dia que nos perseguem no sonho. Por exemplo, um exame do qual temos medo (e que no sonho pode ter sido anulado); o conflito com o chefe (que no sonho é agredido fisicamente); ou o amado inacessível (que no sonho se encontra ao nosso lado cheio de paixão).</p>
<p>Os sonhos são reflexos de nosso estado interno e nos mostram nossos desejos de forma disfarçada e simbólica.</p>
<p>Eles denunciam nossos sentimentos, emoções, revelam carências e dificuldades não solucionadas.</p>
<p>Em todo sonho há um conteúdo manifesto (que é o sonho tal qual sonhamos) e outro latente (que constitui o significado do sonhos que a análise revela).</p>
<p>Os sonhos da criança geralmente são mais fáceis de se entender, visto que nos sonhos de adultos o inconsciente se revela de forma mais sutil.. Esse é um dos motivos que faz com que os sonhos pareçam tão estranhos, complicados ou sem nexo.</p>
<p>A censura se encarrega de deturpar o sentido do sonho de tal forma que ele pode parecer irreconhecível.</p>
<p>O resultado pode ser uma misteriosa e confusa conseqüência de imagens, comparando a um quadro cheio de enigmas.</p>
<p>Um indivíduo que sonha que ficou nu em publico, por exemplo, pode estar tentando lidar com alguma situação embaraçosa em sua vida real. No entanto, é possível, também, que ele esteja tentando colocar para fora aspectos de sua personalidade que reprime.</p>
<p>Os sonhos de morte nem sempre tem o sentido que lhes são atribuídos. Muitas vezes eles podem significar simplesmente o desejo de colocar um fim em algum episódio em nossa vida.</p>
<p>Para analisar um sonho é necessário conhecer a pessoa, o momento emocional em que está e sua história de vida. Mais que isso, esse conhecimento deve ser aliado às associações feitas por esta pessoa, pois sem elas a interpretação é apenas uma hipótese.</p>
<p>Nosso inconsciente está impregnado de emoções fortes. Ele é a sede da paixão, do prazer, ciúme, inveja e desejos em seus estados primitivos. A mente humana é mais complexa do que imaginamos. O que sabemos de nós constitui uma pequena parcela, pois o conteúdo maior se encontra de nós desconhecido,</p>
<p>Sonhar também é uma forma de conhecermos aspectos de nós mesmos que muitas vezes, negamos. O sonho descortina nosso verdadeiro ser e por esse motivo devemos nos recordar sempre deles. Há quem diga que não sonha ou não se lembra de seus sonhos, porém, essas afirmações são ultrapassadas, na medida em que todos nós sonhamos todos os dias.</p>
<p>O que ocorre é que as recordações dos sonhos, sendo frágeis, desaparecem com facilidade se não procurarmos nos lembrar logo que acordamos. Não existem sonhos &#8220;bobos&#8221; ou sem importância, pois mesmo estes podem se apresentar repletos de informação sobre nosso psiquismo, contituindo-se numa imensa riqueza para nos conhecer melhor.&#8221;</p>
<p><strong>Edázima Aidar é psicanalista com formação em psicanálise pela Sociedade Campinense de Psicanálise.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[conócete a ti mismo]]></title>
<link>http://sabinne.wordpress.com/2009/06/02/conocete-a-ti-mismo/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 21:48:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabinne</dc:creator>
<guid>http://sabinne.wordpress.com/2009/06/02/conocete-a-ti-mismo/</guid>
<description><![CDATA[Así reza la frase a la entrada del templo de Delfos, y es la frase más sabia que he escuchado. No se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Así reza la frase a la entrada del templo de Delfos, y es la frase más sabia que he escuchado. No se puede comprender al mundo si uno mismo no se conoce. Mucho tiempo pensé que me conocía bien, que sabía dónde estaba parada, sabía lo que me gustaba, lo que quería, lo que sentía&#8230; pero en realidad todo eso cambia con el tiempo, incluso con las horas, y la persona que yo era hace unos días ya no es la misma que soy ahora.</p>
<p>Entonces, ¿cómo puedo conocerme a mí misma si estoy en constante cambio?</p>
<p>Creo que es una actitud de vida la que nos lleva al conocimiento profundo de nosotros mismos. Es la actitud de la apertura y la humildad, aceptar que siempre hay algo nuevo por descubrir, que no tenemos el control de nada, excepto quizás de la actitud con la que decidimos vivir cada circunstancia en la vida. Mirar hacia atrás puede darnos un poco de conocimiento sobre quienes somos, pero lo cierto es que eso nos deja ver sólo una parte del gran universo que es cada uno de nosotros.</p>
<p>El contacto conmigo misma es lo que me permite saber quién soy hoy. El contacto conmigo misma, con mis sentimientos, con mi propio cuerpo, es lo que realmente me permite saber en dónde estoy parada; las decisiones que estoy tomando ahora son las que me pueden reflejar perfectamente quién soy hoy. Porque nuestra vida es un tejido de decisiones, no de circunstancias. La persona que yo soy es la que ha decidido qué hacer frente a las circunstancias de la vida, las circunstancias de la vida simplemente son el escenario, pero el actor, es decir, yo mismo, es quien actúa, es quien elige, es quien toma decisiones.</p>
<p>Puedo pasarme la vida pensando que nunca he tenido oportunidades, o bien, que la suerte nunca  ha estado de mi lado, pero lo cierto es que han sido mis decisiones las que me definen, las que reflejan mi carácter, mis sentimientos. Puedo decir que amo, pero si mis acciones no proyectan amor, entonces puedo saber que estoy actuando inconsecuentemente de lo que siento, y por tanto, estoy actuando en contra de mi propia naturaleza.</p>
<p>Leí recientemente una frase hermosa en el libro La enfermedad como camino, de Dethlefsen y Dahlke, que dice &#8220;todo lo concreto y funcional es únicamente expresión de una idea&#8221;, y anteriormente había leído prácticamente la misma frase en el libro <em>El agua y lo sueños</em>, de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bachelard" target="_blank">Bachelard</a>, en donde el autor menciona que en realidad, el mundo concreto primero ha sido creado en la imaginación, para después volverse material. Y por otro lado, las tradiciones meditativas yógicas también sostienen que el mundo es una proyección de la mente, todo lo que nuestra mente proyecta se convierte tarde o temprano en la realidad.</p>
<p>Esto me lleva a pensar que para conocerme a mí misma, puedo mirar el mundo exterior y darme cuenta de que es sólo una proyección de mi propia mente.</p>
<p>Nadie ve el mundo igual que otro ser humano. Hay tantos universos como seres en el mundo. La forma en la que percibimos el universo es a través de nuestros sentidos, mismos que se localizan en nuestro cuerpo; las terminaciones nerviosas llevan la información del exterior hacia el interior, donde nuestro cerebro las procesa y las asumimos de acuerdo a nuestras experiencias previas. Cada ser humano desarrollamos nuestro propio código para entender el mundo. Este código lo construimos desde que somos capaces de percibir a través de nuestros sentidos.</p>
<p>En realidad nuestro cuerpo es una membrana entre el exterior y el interior, incluso, nuestro propio cuerpo, en su interior, tiene un código y nuestro cerebro lo decodifica. Pero, ¿quién está detrás de la comprensión de este código? ¿Quién es quien realmente recibe el mensaje? Si fuese nuestra mente únicamente, entonces quién es ese ser que, aunque nuestra mente no esté funcionando bien, sigue ahí y nos mantiene aquí.</p>
<p>Yo me prefiero creer que hay algo más allá que nuestra mente decodificando todo, porque aun cuando estoy dormida y mi mente se acalla, ese ser sigue ahí, conciente, fluyendo con el mundo interno y externo.</p>
<p>Por otro lado, las emociones son otro campo complejo para la comprensión desde una postura mentalista. Algunos afirman que las emociones simplemente son intercambio de energía, son impulsos eléctricos que se transfieren por nuestro sistema nervioso y llegan al cerebro. Pero ¿porqué ver una situación triste nos provoca tristeza? ¿porqué la noticia de la muerte de un ser querido nos atraviesa el corazón y nos lleva al llanto sin siquiera pensar en la causa de la tristeza?</p>
<p>Recuerdo que cuando falleció mi hermano yo no pensaba en que no lo vería más, no pensaba en si sufrió o no, no pensaba, simplemente sentía dolor. ¿Porqué cuestiones que no ponen en riesgo nuestra vida o no nos causan dolor físico, nos duelen a veces mucho más? ¿cómo explican los científicos el hecho de que el abandono duela más que un golpe? ¿Qué justificación tienen estos dolores para que existan en nuestro registro físico corporal? Quiero decir que cuando sentimos un dolor en el cuerpo, es síntoma de algo que debemos atender, el cuerpo nos avisa con los síntomas, de que está enfermo y de que debemos tomar medidas para ayudarlo a sanar. Entonces, ¿qué justifica el dolor por la muerte de otra persona, sino es un aviso de una enfermedad propia o de algún riesgo para nuestra salud?</p>
<p>Los síntomas también son sinónimo de signos. Los síntomas o signos indican, hablando el lenguaje médico, de que existe alguna enfermedad. Ellos, en conjunto, forman un cuadro y ese cuadro, al ser interpretado por un médico, que es quien sabe leer el código de la medicina y su sintomatología, puede dar un diagnóstico y decir qué enfermedad padece un paciente.</p>
<p>Cuando los síntomas no justifican enfermedad, muchas veces acaban dando un cuadro general que recibe todos los síntomas que no forman un cuadro definido, y ese cuadro es el del estrés. Le llamamos estrés a todo lo que no podemos definir como enfermedad y sin embargo, causa cierta sintomatología. Al estrés se le culpa del dolor de espalda, de cansancio extremo, baja energía, dolor en las articulaciones, dolores de cabeza, defensas bajas, dolor de cintura, ánimo decaído, depresión, bajo ritmo cardíaco, bolas en las piernas, urticaria, etc.</p>
<p>Es decir, que todos estos síntomas, cuando no se les logra enmarcar en un cuadro clínico definido, les llamamos elegantemente estrés, que es la epidemia de nuestro tiempo.</p>
<p>Yo no creo que todo esto sea estrés y tampoco creo que ninguna enfermedad es la causa de ningún síntoma. Creo que las enfermedades son consecuencia de no escuchar al cuerpo, de no estar en contacto con nosotros mismos y sobre todo, toda enfermedad es un anhelo de postergación para resolver asuntos psíquicos que no queremos resolver. Y como bien dice la ley de la entropía, todo aquello que no se mueve, se destruye. Todo tiende al caos,  a la destrucción. Si nos oponemos a fluir, estamos buscando nuestra propia destrucción, y esa es una buena forma de enfermarnos.</p>
<p>Conócete a ti mismo quiere decir, escúchate, despierta, sé conciente. Porque realmente todo el conocimiento del universo habita dentro de cada uno. Nosotros hemos creado este mundo con nuestra mente, con la energía que radica en nuestro interior, y esa energía la conocemos con muchos nombres, algunos dicen que es simplemente energía, otros dicen que es el amor. Cada persona puede elegir qué creer o con qué nombre llamar a las cosas, pero también es importante considerar que los símbolos los llenamos nosotros mismos de significados. Yo puedo elegir si llamar energía o llamar amor, pero la palabra energía tiene una carga significativa diferente de la que tiene la palabra amor. ¿Qué elijo yo? Eso es lo que realmente me define. El cómo yo nombro a las cosas, porque ese es mi propio código.</p>
<p>En psicoterapia gestalt sabemos que una catarsis no es suficiente para que un paciente cierre su gestalt y siga adelante; es necesario una resignificación. Decía Pearls que no podemos cambiar el pasado, jamás lo podremos cambiar, sin embargo podemos cambiar nuestra forma de significarlo. Podemos resignificar cada evento de nuestra vida, porque tenemos ese poder. Conócete a ti mismo quiere decir, conoce tu propio código, elige cómo quieres interpretar el mundo.</p>
<p>Ahora bien, lo importante es que <strong>siempre</strong> elegimos. Queramos o no, elegimos. Podemos creer que esperar a que el mundo nos resuelva las circunstancias es sinónimo de no elegir, pero la realidad es que estamos eligiendo no elegir, estamos eligiendo el miedo sobre el amor, cediendo el derecho de movernos por el de permanecer inmóviles esperando que el mundo se mueva, lo irónico es que justamente eso es lo que ocurre, el mundo sigue en movimiento, y la entropía arremete contra aquellos que se quedan estáticos, la entropía es una fuerza purificadora que mantiene en equilibrio al universo. Puede llamarse Shiva, que es la fuerza destructora según la tradición Hindú, o puede llamarse simplemente fuerza del universo. Pero lo cierto es que si creemos que permanecer inmóviles es posible, estamos en un grave error, todo aquello que permanece inmóvil, es destruido inevitablemente porque todo el universo está en constante cambio.</p>
<p>Retomando entonces lo referente a la enfermedad y al síntoma, creo que la enfermedad es justamente consecuencia de nuestro empeño por no cambiar, por no fluir. La enfermedad es la manera en la que nuestro cuerpo nos comunica que hay asuntos que no hemos querido enfrentar y que es momento de hacer algo al respecto, o de lo contrario, la enfermedad seguirá su curso. Aunque vayamos al médico, aunque nos receten medicinas, aunque nos sintamos mejor, si tenemos un asunto sin resolver, la enfermedad regresará de alguna manera, quizás no sea la misma enfermedad, quizás ahora sea otra más fuerte. En todo caso, podemos ir al médico para curar nuestros síntomas, pero lo más importante de una enfermedad es escuchar lo que nos quiere decir sobre nosotros mismos; escuchar el mensaje es lo que nos puede servir para lograr una evolución espiritual, no desperdiciemos la oportunidad de aprender algo, siempre podemos vivir las enfermedades como algo malo, o bien, podemos vivirlas con humildad y aceptar que existe un mensaje de nuestro inconciente que quiere ser revelado a través de los signos o síntomas de cualquier enfermedad.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II SIMPÓSIO DE PSICANÁLISE DE NITERÓI - RJ]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/06/01/ii-simposio-de-psicanalise-de-niteroi-rj/</link>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 13:34:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já foi estabelecida a data do II SIMPÓSIO DE PSICANÁLISE DE NITERÓI &#8211; RJ: 14 de novembro de 20]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Já foi estabelecida a data do II SIMPÓSIO DE PSICANÁLISE DE NITERÓI &#8211; RJ: 14 de novembro de 2009, sábado. Será realizado no mesmo local do I Simpósio (AMF- Associação Médica Fluminense) e, devido ao sucesso, num auditório maior. O tema escolhido é SEXUALIDADE: Sexuação e Escolha de objeto. Trataremos de temas como: heterossexualidade, homossexualidade feminina, homossexualidade masculina e bissexualidade. Como o material de divulgação está em andamento na gráfica, em breve vocês terão acesso.</p>
<p style="text-align:justify;">Este ano haverá uma novidade: uma banca de livros de psicanálise a venda.</p>
<p style="text-align:justify;">Lembrando que, quem se interessar em enviar trabalho - que dependerá da aprovação da comissão científica &#8211; para apresentar no evento, entrar em contato: (21) 9792-8326 / (21) 7870-2323 / <a href="mailto:flavia@pontolacaniano.com.br">flavia@pontolacaniano.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pánico absoluto]]></title>
<link>http://labitacorayyo.wordpress.com/2009/05/26/panico-absoluto/</link>
<pubDate>Tue, 26 May 2009 21:30:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>labitacorayyo</dc:creator>
<guid>http://labitacorayyo.wordpress.com/2009/05/26/panico-absoluto/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-844" title="panico absoluto" src="http://labitacorayyo.wordpress.com/files/2009/05/panico-absoluto.jpg" alt="panico absoluto" width="450" height="182" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kinder]]></title>
<link>http://cafedecapitado.wordpress.com/2009/05/13/kinder/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 22:50:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>triames</dc:creator>
<guid>http://cafedecapitado.wordpress.com/2009/05/13/kinder/</guid>
<description><![CDATA[Escrito a medias entre el señor Theuc y yo hace escasos minutos.  Me dicen que lo llame live post, q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Escrito a medias entre el señor <a href="http://nosonhoras.wordpress.com/" target="_blank">Theuc</a> y yo hace escasos minutos.  Me dicen que lo llame live post, que queda como más multimedia. </em></p>
<div>Hacía frío. De ese frío cabrón que sopla como un mamonazo enfurecido enfrente del Larrinoa. 2,25 nunca te sacarían de pobre ni de rico, decían. Pero al final, la verdad es que te ahorra unos 20 euros, o más, que no está nada mal. Atizando como atizaba se me ponían los pelos de punta con cada nueva gilipollez y con cada nueva flexión de brazo. Lo sentía. Era la llamada del retrete, de seguir el camino correcto, la línea correcta, la que ni se escribe, ni se lee, sólo se vive. Ya no gritan tanto.</div>
<div>Y el huevo sigue en el bolsillo, supongo que igual de amarillo que cuando lo metí ahí. Igual de hueco. No sé si el señor Kinder esperaba que se le diera ese uso cuando lo diseñó. ¿Cómo era&#8230;? Algo que sea nuevo, que esté bueno, y que sea una sorpresa. Je. Tiene cojones.</p>
<p>El último trago de la botella me valdrá para tragarme lo que lleva deQUEREIS HACER EL MALDITO FAVOR DE ESTAR EN SILENCIO? En serio, Cultura Probase es bastante mejor que toda vuestra jodida imaginería de la oquedad. Oquedad Kinder Sorpresa. Oquedad billetes de 50.</p></div>
<div>Sé a ciencia cierta que ahora mismo tiene que haber alguien metiendo líneas de código a una aplicación que mañana va a ser la polla con cebolla. Pero vamos a ver, almas de cántaro, ¿Porqué queréis ostias? Tiembla en el bolsillo de mi sudadera el spray de pimienta anti violadores, anti atracadores, anti gilipollas.</div>
<div>Pruébame. Descárgame. Escúchame. Evalúame, coméntame, préstame atención, míramemíramemíramemírame, yoyoyoyoyo, mimimimimi. Demasiada gente intentando hacerse un hueco a la vez, saturando el mundo de información. Sobra información. Sobran estímulos. De ahí el huevo Kinder. Oquedad craneal. Sí. No más versiones demo. No más tienes-que-escuchar-este-disco, sabías-que-la-voz-la-procesaron-en-Viena, no más datos empujados a lo bukkake en mi sistema nervioso. Oquedad de cacao con leche.</div>
<div>El mismo que toman los perdedores al llegar a casa. Un cacao con leche pfffff ¿y tú te haces llamar ser humano? pensaba que al menos serías capaz de afrontar tus decisiones, ya veo que no. Menudo fantoche. Ponme Deftones. Gracias, la próxima vez que quiera el tema oculto del disco de las caras B de algún grupo, vendré a este bar. Igual no te has dado cuenta, pero en la última hora, he pagado tu comida de 2 semanas. En tu trastienda huele a invencibilidad.</div>
<div>En la mía huele a Invencible. Nananananana murmuro (en realidad no, lo grito) para mí mismo para evitar convertirme en la baja colateral de la conversación que tiene lugar en el baño que me dispongo a ocupar. Oseansaes, es como rollo como que yo ESTABA AHÍ SABES no sé si me lo tienes que decir pues o sea no sé pero vamos CON MI NOVIO DELANTE TÍO &#8211; claroclarotentiendo, claroclaro, ¿tienesunbillete?. Uf. Fuerafuerafueralargo. Entro. Plop, el señor Kinder se abre. Oh, cuántos colorines. Espero que el&#8230; hum&#8230; lo que sea que contenga el vaso que no he pedido (creo) sea suficiente para tragarme todo esto. Si no, siempre puedo abrir el spray anti gente que habla muy alto y pegar un buen lingotazo.</div>
<div>Vale, ha tenido que pasar. Algún gilipollas Y NO MIRO A NADIE, ha tenido que abrir un frasco de nitrito de isobutilo en este baño de UN JODIDO METRO CUADRADO. MÁS VALE QUE SE CALLE QUIEN QUIERA QUE ESTÉ DICIENDO QUE PAREMOS AHÍ DETRÁS. Tras contar una historia divertida, interrumpida hacia la mitad, violada hacia su parte trasera, dirigida hacia el puto hipotálamo, salimos y se oyen risas, y alguien recibe un puñetazo y se oyen risas, y alguien recibe un vaso en la cabeza.</div>
<div>Decido que mejor me alejo de ese tipo de cosas, no me gusta la violencia justificada, es como que nunca va a acabar, y a nadie le gustan las cosas que duran más de 3 minutos. Por algo somos la generación del videoclip y del plug in y del HOLA ALJIEN TIENE LIVRERIAS PACER MINIMAL y del Cómpralo Tú Mismo y del, joder, YA SÉ QUE HAY QUE CERRAR UNA PUERTA ANTES DE ABRIR LA OTRA, vale, vale, hala, sí, sí, gracias, gracias, hala, agur. Putos porteros. Les das el pomo de una puerta y se creen Patton. Por dónde iba. Ah, sí, todo fatal. Hm. Oquedad fatal. Qué calor de golpe, coño. A ver si los colorines han tenido algo que ver. Los colorines siempre traman algo. Hm. Dirección del pensamiento errática, esfuerzos conscientes por mantener la coordinación, sensación de ligereza&#8230; a ver si va a ser que el señor Kinder me está por fin diciendo algo útil.</div>
<div>Que abren el bar de abajo dentro de un rato. Robo dos cubatas, le paso uno al de mi derecha. Un poco más bajo que yo, tampoco mucho. Chaqueta negra de traje cara. Camisa negra. Camiseta interior negra. Pantalones negros. Botas cremas. Te lo has ganado, campeón. Nos quedamos un rato más, alguien dice &#8220;¿Dónde está mi cubata?&#8221; Y me río tan alto que tengo que ir al retrete para no levantar sospechas y de paso meo. Bajamos, entramos, la gente está en stand by, conozco al camarero, nos lo deja todo más barato, la cola del baño dobla la esquina. Debe ser aquí. Aparece un tío con nariz de payaso vendiendo pegatinas y algo de la vieja química rusa. No queremos química, no hacemos trampas. Además he oído que ha violado a varias menores. Hay sorteo de anti-dog-spray, y tú tienes papeletas. Un montón de papeletas. Alguien cantaba eso cuando era</p>
<p>f</p>
<p>E</p>
<p>/a serious error ocurred during the instalation of</p>
<p>AE<br />
E</p>
<p>Hostias. Hostias HOSTIAS. Estoy aquí. No sé dónde es aquí. Vale, el bar. Sí. Joder. Qué ha sido eso. Tengo toda la ropa. No sangro. Nadie sangra. No hay nada roto, no se ha parado la música con un brusco frenazo del vinilo. No he hecho nada. Me he ido un rato. Eso no ha sido divertido. Señor Kinder, deje de hacer lo que sea que esté haciendo. Es una sorpresa y joder si es algo nuevo para mí pero no tiene nada de bueno.</p></div>
<div>La bondad es efímera, Lisa. Lisa Howtgarn, un apellido que me acabo de inventar pensando en cualquier cosa. Inventemos apellidos sajones que los ingleses no puedan pronunciar. Todo por el a pasar bien. Por amor al arte, que dirían los bohemios medias tintas que piden mucho y ofrecen poco. Vamos, como alguno que yo me sé, pero no está aquí, porque nunca está, así que&#8230; ¿como que son las doce de la mañana y que vais a cerrar? Señor mío, abierto o cerrado es TAN ambiguo, que no tendré más remedio que empHIJO DESPIERTA, HA LLEGADO LA ABUELA A COMER.</div>
<div>Maldición. Malformación. Malnutrición. Malfunción. Malabarismo. Malinowski. Sí, hombre, el que se casó con Lisa. Maldito Kinder. Si no fuera por tu deliciosidad chocolateada, no sentiría como si kilos de gusanos se arrastrasen por mis arterias. Cosa que, por lo que sé, podría estar ocurriendo. Más bien por lo que no sé.  Oquedad circulatoria. Me sabe la boca raro y tengo un espejo en la puerta del armario. Podría ser un comienzo.</p>
<p>Por dónde comenzar. Parece que comí algo en el Larrinoa. Lo cual no es tan nocivo para la salud como aliñarlo antes con spray anti spam. Cosa que estoy casi seguro que hice porque el susodicho, tirado en el suelo de mi cuarto, no tiene el precinto y está abollado. Y joder. Tengo mierda de esa por toda la jodida memoria.</p></div>
<div>De hecho tengo el paquete en el que llegó, y el paquete en el cual me voy a marchar ahora mismo al puto olvido. Sí, es mi cama. No, espera. NO es mi cama. NO es mi madre. NO es mi abuela. SI sigo borracho.</div>
<p>Ohmierdamierdamierdamierdamierda. Questosolopasaenlaspelículas. Y una mierda. Mis llaves, mi cartera, mi teléfono, mis huevos Kinder. Salgo a la calle, estoy en MITAD DEL PUTO MONTE. Veo mi coche empotrado contra una farola. Me río. Veo que dejé un cubata en el sujeta-bebidas. Me río. El coche arranca con un ruido atroz que molesta a todo cristo en 10 kilómetros a la redonda. Me descojono. Alguien me ha robado el mechero del coche. No me río.</p>
<p>Por suerte el plugin chico previsor 2.0  lo suelo dejar abierto a fin de poder encontrarme cosas escondidas para que cuando pierda totalmente la olla al menos tenga algo que fumar y algo con lo que encenderlo. Antes de abrir la guantera miro por el retrovisor a ver si alguien ha salido de la casa. No hay retrovisor. Me río. ¿La guantera se llama así por algo remotamente relacionado con guantes? ¿y el salpicadero? ¿qué clase de Dios permite esos</p>
<p>Espera. La guantera. Qué cojones está pasando.</p>
<p>Paro el coche (es un decir) en lo que podría ser un arcén si alguien lo hubiera pintado pero que es una cuneta. Guantera vacía a excepción de lo que parece un DNI. Lo saco de ahí y lo sujeto muy cerca de mis ojos. Sigue pareciendo un DNI. No lo es. Los DNIs suelen tener una foto y suelen tener cosas escritas. Cosas como cómo te llamas y dónde vives y quiénes son tus padres y dónde naciste. No es el caso. Ni foto ni quién ni dónde. Reconozco la erosión y el rastro de anfetamina pegada en el plástico de uno de sus bordes. Sí. Es el mío.</p>
<p>Arranco y me largo de allí. Me pregunto qué estarán comiendo en aquella casa.</p>
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<title><![CDATA[A CABEÇA DO BRASILEIRO NO DIVÃ]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/2009/05/12/a-cabeca-do-brasileiro-no-diva/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 00:25:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-809" title="CABECABRASILEIRO" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2009/05/cabecabrasileiro.jpg" alt="CABECABRASILEIRO" width="500" height="707" /></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Disfunción sexual]]></title>
<link>http://psicoenlinea.wordpress.com/2009/02/20/disfuncion-sexual/</link>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 21:12:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>nellyks</dc:creator>
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<description><![CDATA[El ejercicio de la sexualidad plena es central en la vida de toda persona. Los trastornos que lo imp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El ejercicio de la sexualidad plena es central en la vida de toda persona. Los trastornos que lo imp]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Depresión]]></title>
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<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 20:50:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>nellyks</dc:creator>
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<description><![CDATA[Según la Organización Mundial de la Salud, 121 millones de personas padecen depresión, lo que convie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Según la Organización Mundial de la Salud, 121 millones de personas padecen depresión, lo que convie]]></content:encoded>
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