<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>smart-mobs &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/smart-mobs/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "smart-mobs"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 07:07:29 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Portal "Vote na Web" aproxima cidadãos de discussões políticas]]></title>
<link>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/11/20/portal-vote-na-web-aproxima-politica-e-cidadaos/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:52:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>admiravelmundovirtual</dc:creator>
<guid>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/11/20/portal-vote-na-web-aproxima-politica-e-cidadaos/</guid>
<description><![CDATA[Portal oportuniza ao cidadão conhecer e opinar sobre Projetos de Lei/Reprodução Como você agiria se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_549" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/files/2009/11/votenaweb.jpg"><img class="size-medium wp-image-549" title="Portal oportuniza ao cidadão conhecer e opinar sobre Projetos de Lei/Reprodução" src="http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/files/2009/11/votenaweb.jpg?w=300" alt="" width="300" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Portal oportuniza ao cidadão conhecer e opinar sobre Projetos de Lei/Reprodução</p></div>
<p>Como você agiria se pudesse votar nos projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional? O recém-lançado portal <a href="http://votenaweb.com.br/" target="_blank">Vote na Web</a> permite que qualquer internauta dê a sua opinião sobre as propostas que estão na agenda de deputados e senadores.</p>
<p>Para participar, é preciso fazer um cadastro e criar o seu perfil. A partir daí, é só se informar bem sobre os projetos de lei e atribuir &#8220;sim&#8221; ou &#8220;não&#8221; às medidas. O sistema também faz o registro da votação oficial realizada pelos parlamentares. A ideia é que, a partir da comparação de suas preferências com a dos políticos, o cidadão consiga perceber mais claramente afinidades (ou divergências) com os seus representantes.</p>
<p>Vale destacar que os votos dos internautas não têm poder de determinar o resultado oficial das decisões do Congresso, são apenas índices de opinião &#8211; no máximo, podem se tornar uma espécie de termômetro para que os políticos avaliem como anda a popularidade das propostas. Da mesma forma, a criação do projeto é totalmente independente dos órgãos iniciais. A responsável pelo site é a <a href="http://www.webcitizen.com.br/" target="_blank">WebCitizen</a>, empresa privada que visa a aproximar cidadãos a partir da criação de uma ponte entre o mundo físico e o virtual.</p>
<p>Apesar de a proposta ser bacana, ela ainda é pouco conhecida &#8211; também porque o projeto é recente. O lançamento do site aconteceu no dia 14 de novembro, durante o <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/" target="_blank">TEDx São Paulo</a>, evento que discutiu as novas ideias que o Brasil tem a oferecer em diversas áreas, como arte e tecnologia.</p>
<p>No entanto, a falta de uma página dedicada a explicar a finalidade do portal <a href="http://votenaweb.com.br/">Vote na Web</a> contribui para que os cidadãos &#8211; público-alvo da iniciativa &#8211; não tenham subsídios suficientes para compreender a ideia no todo. Até agora, o internauta só pode acessar as páginas dos Projetos de Lei, dos políticos, do arquivo de propostas votadas e do próprio perfil. A ausência de um texto explicativo acaba deixando dúvidas quanto ao funcionamento e o alcance da ação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campanha de doação de sangue pelo Twitter]]></title>
<link>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/11/03/campanha-de-doacao-de-sangue-pelo-twitter/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 19:24:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>admiravelmundovirtual</dc:creator>
<guid>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/11/03/campanha-de-doacao-de-sangue-pelo-twitter/</guid>
<description><![CDATA[Ativismo virtual incentiva a doação de sangue - Foto: cesarastudillo - Flickr A ferramenta de microb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_498" class="wp-caption alignleft" style="width: 149px"><a href="http://www.flickr.com/photos/cesarastudillo/3444791456/"><img class="size-medium wp-image-498 " title="bolsa" src="http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/files/2009/11/bolsa.jpg?w=199" alt="bolsa" width="139" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Ativismo virtual incentiva a doação de sangue - Foto: cesarastudillo - Flickr</p></div>
<p>A ferramenta de <em>microblogging</em> <a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a> é a mais nova aliada dos bancos de sangue brasileiros para incentivar doações. Através de <em>tweets</em> e <em>retweets</em> espalhados na rede, a estratégia, além de ser um canal de comunicação com voluntários habituais, pretende mobilizar internautas que nunca doaram.</p>
<p><strong>Confira alguns perfis:<br />
</strong><a href="http://twitter.com/sangueurgente" target="_blank">@sangueurgente</a><br />
<a href="http://twitter.com/doesangue" target="_blank">@doesangue</a><br />
<a href="http://twitter.com/HEMORIO" target="_blank">@HEMORIO</a> &#8211; hemocentro do estado do Rio de Janeiro<br />
<a href="http://twitter.com/AVHemorio" target="_blank">@AVHemorio</a> &#8211; associação dos voluntários do HEMORIO<br />
<a href="http://twitter.com/ProSangue" target="_blank">@ProSangue</a> &#8211; instituição paulista<br />
<a href="http://twitter.com/sanguebomctba" target="_blank">@sanguebomctba</a> &#8211; doadores de Curitiba e região<br />
<a href="http://twitter.com/hemocentronpp" target="_blank">@hemocentronpp</a> &#8211; hemocentro de Ribeirão Preto<br />
<a href="http://twitter.com/hemosc" target="_blank">@hemosc</a> &#8211; hemocentro de Santa Catarina<br />
<a href="http://twitter.com/hemocentrosl" target="_blank">@hemocentrosl</a> &#8211; Hemocentro São Lucas (São Paulo)</p>
<p>Os animais de estimação também não ficam de fora da tendência: há também o perfil <a href="http://twitter.com/Hemopet" target="_blank">@HEMOPET</a> &#8211; ainda com pouca atividade &#8211; criado por um hemocentro especializado em cães e gatos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Smart mobs]]></title>
<link>http://beatsandfits.wordpress.com/2009/11/01/smart-mobs/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:56:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>banshee beat</dc:creator>
<guid>http://beatsandfits.wordpress.com/2009/11/01/smart-mobs/</guid>
<description><![CDATA[Así dicho puede que a nadie le suene de nada, pero si os digo que son esos maravillosísimos eventos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Así dicho puede que a nadie le suene de nada, pero si os digo que son esos maravillosísimos eventos en los que la gente se reúne convocada a través de internet para participar en peleas de almohadas o, <a href="http://www.lavanguardia.es/premium/publica/publica?COMPID=53813990652&#38;ID_PAGINA=200806163&#38;ID_FORMATO=9&#38;PAGINACIO=1&#38;SUBORDRE=3&#38;TEXT=#nuevoComent" target="_blank">como el otro día en Barcelona, irse a bailar al Raval cada uno con su iPod enchufado</a>, la cosa cambia.</p>
<p>Éso son las <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Multitudes_inteligentes" target="_blank"><em>smart mobs.</em></a> Resumiendo: <a href="http://www.experimentomp3.info/" target="_blank">ir a hacer el borrego</a> convocado no se sabe muy bien por qué ni para qué. Claro, los publicitarios ya están sacándole partido al asunto, y no han faltado las campañas tipo &#8220;vente a la puerta del Sol en bikini y te regalamos un viaje a Benidorm&#8221;.</p>
<p>La gracia del asunto es que <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Howard_Rheingold" target="_blank">Howard Rheingold</a>, inventor del término, las llame concentraciones &#8220;inteligentes&#8221;. Yo asistí a una conferencia (vía Skype, por supuesto) de Rheingold y todos los gurús o aspirantes a gurús del 2.0 tuvieron erecciones con la conferencia. El tipo era majo, no lo puedo negar, pero sigo sin verle la utilidad al asunto.</p>
<p>Una cosa es que se convoquen manifestaciones por SMS para pedir a un gobierno que diga la verdad, como sucedió en Madrid tras el 11-M, o usar ese potencial para reivindicar sueldos dignos, trabajos estables y demás cosas que reivindicamos con la boca pequeña y mientras tomamos una cerveza. Pero no, aquí triunfa hacer el mamarracho y plantarse en el Raval sin saber para qué y obedecer a unos tipos que te dicen por megafonía &#8220;ahora bailad lo que suene en vuestro iPod&#8221; o &#8220;fingid peleas&#8221;.</p>
<p>No sé si alguien se da cuenta, pero seguro que de ahí al fascismo 2.0 sólo hay un paso. No quiero ni imaginarme lo que podría haber hecho Hitler si miles de personas acudieran a su llamada porque sí, porque hoy toca, porque es una &#8220;smart mob&#8221; y mola mucho estar en el ajo del 2.0.</p>
<p>Si es que <a href="http://www.liarsliarsliars.com" target="_blank">Liars</a> tienen más razón que un santo cuando cantan lo de &#8220;not too political nothing too clever&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Remake de Star Wars feito por fãs]]></title>
<link>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/10/24/remake-de-star-wars-feito-por-fas/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 21:02:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>admiravelmundovirtual</dc:creator>
<guid>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/10/24/remake-de-star-wars-feito-por-fas/</guid>
<description><![CDATA[Agora os fãs de Star Wars podem brincar de ser George Lucas e dirigir sua própria versão do quarto f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Agora os fãs de Star Wars podem brincar de ser <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_Lucas" target="_blank">George Lucas</a> e dirigir sua própria versão do quarto filme da saga, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uma_Nova_Esperan%C3%A7a" target="_blank">Star Wars: Uma Nova Esperança</a>. O projeto<span style="color:#000080;"> <strong><a href="http://www.starwarsuncut.com/" target="_blank">Star Wars Uncut</a></strong></span> permite que internautas selecionem até três trechos de 15 segundos cada e os regravem da forma que acharem melhor (há apenas algumas poucas regras que podem ser vistas no item &#8220;rules&#8221; da página).</p>
<p>Quem chegar primeiro marca a cena como sua e depois posta o resultado no site até 30 dias depois (o sistema lembra bastante o que foi usado para a leitura coletiva de <em>Dom Casmurro</em> no projeto online <a href="http://www.milcasmurros.com.br/" target="_blank">Mil Casmurros</a>). Quando tudo estiver pronto, as peças serão encaixadas para compor este <em>remake</em> anárquico.</p>
<p>Pelo trailer que circula na rede (vídeo abaixo), já dá para perceber que o ponto alto da versão é a mistura de diversas linguagens:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XPUBuz2-h4Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/XPUBuz2-h4Y&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Até o momento, 70% do filme está pronto. Então, corre lá para conseguir as cenas que ainda estão sem &#8220;dono&#8221;!</p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Post relacionado: <a href="http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/06/12/a-palavra-e-dos-fas/" target="_blank">A palavra é dos fãs</a></span></strong></p>
<p><span style="color:#800000;"><em><span style="color:#808080;">Dica do <a href="http://www.flickr.com/photos/felipedallavalle/" target="_blank">Felipe Dalla Valle</a>.</span></em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Smart Mob på Facebook försöker rädda bibliotek]]></title>
<link>http://peterals.wordpress.com/2009/10/06/smart-mob-pa-facebook-forsoker-radda-bibliotek/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 07:21:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>peterals</dc:creator>
<guid>http://peterals.wordpress.com/2009/10/06/smart-mob-pa-facebook-forsoker-radda-bibliotek/</guid>
<description><![CDATA[Protesterna mot beslutet att lägga ner Linnéstadens bibliotek ökar &#8211; via Facebook. Långt över ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Protesterna mot beslutet att lägga ner Linnéstadens bibliotek ökar &#8211; via <a href="http://www.facebook.com/home.php?#/group.php?gid=144400119833">Facebook</a>. Långt över 2 000 underskrifter fanns på <a href="http://www.namnlista.se/radda-linnestadens-bibliotek/">protestlistan via Namnlista.se </a>sent på måndagen, <a href="http://www.gp.se/nyheter/goteborg/1.218532-storm-pa-facebook-for-att-radda-bibliotek">enligt GP</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Clay Shirky e as mídias sociais a favor da democracia]]></title>
<link>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/08/21/clay-shirky-palestra-ted/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 03:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>admiravelmundovirtual</dc:creator>
<guid>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/08/21/clay-shirky-palestra-ted/</guid>
<description><![CDATA[Para quem gosta de pensar sobre as implicações sociais da internet, Clay Shirky faz uma análise inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para quem gosta de pensar sobre as implicações sociais da internet, <a href="http://www.shirky.com/" target="_blank">Clay Shirky</a> faz uma análise interessante do uso das mídias sociais como ferramentas a favor da democracia nesta palestra publicada em junho pelo <a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a> (Technology Entertainment Design).</p>
<p>No vídeo, o autor de <a href="http://www.herecomeseverybody.org/" target="_blank">Here Comes Everybody</a> destaca três exemplos: o <a href="http://videothevote.org/" target="_blank">Video The Vote</a> (site usado para postar vídeos durante as eleições presidenciais americanas em 2008, numa espécie de observação cidadã das votações); o episódio do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Terremoto_de_Sichuan_de_2008" target="_blank">terremoto na província chinesa de Sichuan</a>, em maio de 2009, quando a população venceu a censura do país e usou a internet e o celular para noticiar a tragédia para todo o mundo; e o uso de mídias socias na <a href="http://my.barackobama.com/" target="_blank">campanha de Obama</a> (Shirky vê como &#8220;o uso mais criativo que já existiu&#8221; em termos de mídia social).</p>
<p>A palestra foi dada em inglês, mas é possível assistir o vídeo com legendas em português. É só clicar em &#8220;View subtitles&#8221; ali embaixo.</p>
<object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param> <param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/ClayShirky_2009S-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/ClayShirky-2009S.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=575" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/ClayShirky_2009S-embed_high.flv&su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/ClayShirky-2009S.embed_thumbnail.jpg&vw=432&vh=240&ap=0&ti=575"></embed></object>
<p>Sobre o uso de mídias sociais como forma de burlar a censura em regimes autoritários, confira também <a href="http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/07/31/twitter-e-eleicoes-no-ira-artigo/" target="_blank">Twitter e eleições no Irã – artigo</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Persépolis contra Ahmadinejad e o dia em que o Twitter baleiou]]></title>
<link>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/08/07/persepolis-contra-ahmadinejad-e-o-dia-em-que-o-twitter-baleiou/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 02:37:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>admiravelmundovirtual</dc:creator>
<guid>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/08/07/persepolis-contra-ahmadinejad-e-o-dia-em-que-o-twitter-baleiou/</guid>
<description><![CDATA[Post dois em um. Dois fatos da semana que chamam a atenção e mostram como o virtual afeta &#8220;mun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Post dois em um. Dois fatos da semana que chamam a atenção e mostram como o virtual afeta &#8220;mundo real&#8221;:</p>
<p><strong>Persépolis 2.0: nova versão dos quadrinhos serve como protesto às eleições iranianas</strong><br />
O romance gráfico de Marjane Satrapi &#8211; famoso mundialmente depois da <a href="http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=17431" target="_blank">adaptação ao cinema</a> &#8211; ganhou nova versão online para narrar a onda de protestos e violência surgida no Irã depois das eleições de 12 de junho. A versão é de autoria de Sina e Payman, dois filhos de iranianos que não querem se identificar por medo de represálias. <a href="http://www.spreadpersepolis.com/" target="_blank">Persépolis 2.0</a> é feita com imagens originais do romance de Satrapi adaptadas a novas falas e escritos relacionados à atual crise no Irã, em tom de crítica à Ahmadinejad e à violência empregada para reprimir os protestos &#8211; o caso da <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&#38;local=1&#38;source=a2555091.xml&#38;template=3898.dwt&#38;edition=12574&#38;section=1014" target="_blank">morte da jovem Neda</a>, inclusive, encerra a HQ.</p>
<div id="attachment_210" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.spreadpersepolis.com/"><img class="size-medium wp-image-210" title="Persépolis 2.0" src="http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/files/2009/08/persepolis.jpg?w=300" alt="HQ conta os protestos no Irã depois da reeleição de Ahmadinejad - Reprodução" width="300" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">HQ conta os protestos no Irã depois da reeleição de Ahmadinejad - Reprodução</p></div>
<p>Persépolis 2.0 vem sendo adotada como mais uma forma de manifestação na web para mobilizar a comunidade internacional em torno da causa iraniana, um meio eficiente para burlar a forte censura instalada no país. Persépolis 2.0 pode ser lida em <a href="http://www.spreadpersepolis.com/" target="_blank">http://www.spreadpersepolis.com/</a>.</p>
<p>Sobre o uso das mídias sociais nos protestos no Irã, confira também: <a href="http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/07/31/twitter-e-eleicoes-no-ira-artigo/" target="_blank">Twitter e eleições no Irã &#8211; artigo</a>.</p>
<p><strong>Twitter fora do ar: o alvo de ataque seria um blogueiro da Geórgia</strong><br />
Na quinta-feira (06/08), o serviço de <em>microblogging</em> <a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a> ficou algumas horas fora do ar &#8211; o suficiente para deixar desnorteados (e irritados) milhões de usuários no mundo todo. O <a href="http://www.google.com/" target="_blank">Google</a> e o <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a> também fora alvos da ação dos crackers, mas tiveram menos problema com o ataque. Passado o incômodo, a surpresa mesmo veio hoje: as notícias que correm o mundo são de que um único blogueiro da Geórgia seria o alvo do ataque que fez o Twitter baleiar &#8211; ficar fora de serviço, na gíria da internet.</p>
<p>O site <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090807_hackers_ataques_cq.shtml" target="_blank">Facebook confirmou hoje à BBC</a> que o ataque pretendia atingir o blogueiro Cyxymu, um ativista pró-Geórgia. O objetivo dos crackers seria silenciar o blogueiro na véspera da data em que o conflito entre Rússia e Geórgia completa cinco anos.</p>
<p>Sobre a importância e a fragilidade do Twitter percebidas depois desse caso, vale a pena conferir o <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/07/ataque-mostra-importancia-mas-tambem-fragilidade-do-twitter/" target="_blank">post do Tiago Dória</a>.</p>
<p><span style="color:#888888;">[Giuliana de Toledo]</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Twitter e eleições no Irã - artigo]]></title>
<link>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/07/31/twitter-e-eleicoes-no-ira-artigo/</link>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 04:49:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>admiravelmundovirtual</dc:creator>
<guid>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/07/31/twitter-e-eleicoes-no-ira-artigo/</guid>
<description><![CDATA[O recente conflito pós-eleições no Irã é um exemplo de como as mídias sociais podem ser usadas como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O recente conflito pós-eleições no Irã é um exemplo de como as mídias sociais podem ser usadas como ferramentas para driblar a censura de regimes autoritários. No artigo abaixo, a mobilização mundial no Twitter em torno dos protestos no Irã é analisada como um fenômeno de ciberativismo e smart mobs.</p>
<p>&#8220;Conflitos pós-eleições no Irã e Ciberativismo no Twitter&#8221; &#8211; Giuliana de Toledo, junho de 2009.</p>
<object id="17882410" name="17882410" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%">
<param name="movie" value="http://documents.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=17882410&access_key=key-w7f1fzrwduyr49t3uw0&page=&version=1&auto_size=true&viewMode="><param name="quality" value="high"><param name="play" value="true"><param name="loop" value="true"><param name="scale" value="showall"><param name="wmode" value="opaque"><param name="devicefont" value="false"><param name="bgcolor" value="#ffffff"><param name="menu" value="true"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="salign" value="">
<embed src="http://documents.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=17882410&access_key=key-w7f1fzrwduyr49t3uw0&page=&version=1&auto_size=true&viewMode=" name="17882410_object" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" play="true" loop="true" scale="showall" wmode="opaque" devicefont="false" bgcolor="#ffffff" menu="true" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" salign="" type="application/x-shockwave-flash" align="middle"  height="500" width="100%"></embed>
</object>
<div style="font-size:10px;text-align:center;width:100%"><a href="http://www.scribd.com/doc/17882410">View this document on Scribd</a></div>	
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Readings 9: Mobile Tech]]></title>
<link>http://jayce23.wordpress.com/2009/07/28/readings-9-mobile-tech/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 05:38:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>yazo10</dc:creator>
<guid>http://jayce23.wordpress.com/2009/07/28/readings-9-mobile-tech/</guid>
<description><![CDATA[A World of Witnessess: It is crazy how much we are able to do with our mobile devices.  Society has ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="text-decoration:underline;"><em><strong>A World of Witnessess:</strong></em></span></p>
<p>It is crazy how much we are able to do with our mobile devices.  Society has changed so much when it comes to technology that is hard to find a person not using their phone.  There is just so much a mobile device can do slowly it is getting more and more advanced.  The iphone for example is a phone that you can basically download any application from weather, mapquest, gps, games, anything.</p>
<p><strong><em><span style="color:#800000;">Q:  Could there be a downfall to all this access right at your fingertips?</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;">Multitasking Can Make You Lose&#8230;umm&#8230;Focus:</span></span></span></em></strong></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;">Right from the start the article got me because as I read I was also listening to music and messaging someone.  I can agree that the messaging was definately distracting me because when I would go back to write I had forgotten what I wanted to write.  As for the music I feel that it helps me focus on what I am doing.  I mostly play music while I work to block out my surroundings, I don&#8217;t pay as much attention to the lyrics but use the beat to zone into my work.  Sometimes hearing a conversation or other background noise gets my attention away from doing work.</span></span><strong><em><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"> </span></span></em></strong><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;">Another point made by the article is the fact that after just a few minutes of focusing on a project we become stressed and frustration.  When this happens to me I turn to a chat or a message to get my mind off the work for a little.  I feel like packing it in and not doing any more work.  That small break sometimes gets me off track but without it I feel completely stressed out.</span></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#800000;"><em><strong>Q:  What problems do you face while multitasking? Do you feel like you get more work done?</strong></em></span></span></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><em><strong><span style="color:#000000;">The Benefits of Distraction:</span></strong></em></span></span></span></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;">The first paragraph really had my attention, I didn&#8217;t for one second go on to check my phone, change the song, or message anyone.  However, I don&#8217;t know what happen after that because I completely lost interest in the article.  I continued reading but kept multitasking the rest of the way.  This goes to show how habits are so hard to change.  My attention has gotten so short that it has becomed difficult to stay on top of just one task.  He article goes on to mention how people turn to medication or other types of stimulates to keep that concentration going.  Meanwhile, i&#8217;m drinking a pepsi to keep myself awake while reading this.  I do not think I am the only one, some might have different ways of staying focused but overall the concentration is slowly decreasing and another factor has to be involved to bring it back.</span></span></span></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#800000;"><span style="color:#000000;"><strong><em><span style="color:#800000;">Q:  Is maintaining concentration on just one task a problem for you too? What do you do to keep yourself from stopping before the tast is done?</span></em></strong><br />
</span></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Espacios privados, públicos, sociales, compartidos, etc.]]></title>
<link>http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/28/espacios-privados-publicos-sociales-compartidos-etc/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 03:42:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
<guid>http://castorexmachina.wordpress.com/2009/06/28/espacios-privados-publicos-sociales-compartidos-etc/</guid>
<description><![CDATA[Ayer estuve en el flash mob que se organizó en San Miguel, Mata a un peruano. Experimento interesant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ayer estuve en el flash mob que se organizó en San Miguel, <a href="http://peruanoserhumano.blogspot.com/">Mata a un peruano</a>. Experimento interesante en múltiples sentidos: empezando porque la organización era completamente acéfala y espontánea. Es decir, alguien se encargó del trabajo de hacer la convocatoria en línea, y luego dejó la ejecución misma de la intervención a los participantes. Lo sorprendente es que a pesar de la acefalia, haya funciona, aún cuando se haya tratado de un número relativamente pequeño de gente.</p>
<p>Pero lo más interesante, me parece, fue todo lo que tuve oportunidad de observar. Mi rol en el asunto fue de documentar, capturando en video lo que pasaría. Sin embargo, fracasé rotundamente porque la seguridad del lugar intervenido, Plaza San Miguel, empezó básicamente a perseguirme como criminal por intentar capturar imágenes. Aquí empiezan mis reflexiones sobre el asunto, que me llevaron inevitablemente a considerar más de cerca cómo tratamos los espacios públicos en el Perú.</p>
<p>Partiendo por lo obvio: Plaza San Miguel (PSM) NO es un espacio público. Es un espacio privado, con objetivos y regulaciones privadas, básicamente con el derecho de hacer lo que quiera en sus instalaciones (dentro de los límites de lo legal). Nosotros al hacer uso de sus instalaciones básicamente accedemos a regirnos por sus propias reglas y regulaciones, y generalmente eso no trae mayores problemas. Pero aquí el <em>catch</em>: a pesar de que se trata de un espacio privado, en la práctica funciona como si fuera un espacio público. Cualquiera puede entrar, pasear, hacer uso de las instalaciones. A pesar de que el espacio está mediado por el consumo, si, de hecho, yo no consumo nada, igual puedo hacer uso del espacio. De ese tipo de uso surge la categoría de los &#8220;mall rats&#8221;, la gente que pasa tiempo en los centros comerciales sin, efectivamente, consumir nada &#8211; inmortalizados en <a href="http://www.imdb.com/title/tt0113749/">la película de culto de Kevin Smith del mismo nombre</a>.</p>
<p>Entonces, aunque estrictamente el significado de estos espacios privados está dado por su constitución legal, en la práctica su significado está establecido por el uso que hacemos del espacio, un uso que es en gran medida público. Y esto no se vuelve un problema sino hasta que el uso público que hacemos del espacio choca con la naturaleza privada de sus objetivos: el espacio es público mientras no interfieras son su objetivo primordial de promover el consumo de los objetos que se venden dentro de él.</p>
<p>La intervención de <em>Mata a un peruano</em> fue, dentro de sus límites, un éxito, a mi parecer. No tanto por la magnitud que tuvo, que no fue mucha, pero sí por el hecho de intervenir en el espacio. De transgredir el tejido del uso social normalmente dado a este espacio: en medio de un grupo de gente pasando su tarde de sábado de invierno en un centro comercial, otro grupo utilizó ese espacio para expresar una preocupación por los sucesos de las últimas semanas en la selva y la posición del gobierno. La mecánica fue simple y poco interpretativa: al grito de &#8220;mata un peruano&#8221;, alrededor de una docena de personas mezcladas entre la gente se tiraron al piso, como muertos, sosteniendo carteles de &#8220;policías&#8221; y &#8220;nativos&#8221;. Luego de un par de minutos, cada uno se levantó y se fue por su propio camino, de la misma manera que llegaron.</p>
<p>Pero esos dos minutos se hicieron eternos, porque nadie sabía qué hacer con eso. En sentido lacaniano, les habían destruido el orden simbólico: esto no pasa en centros comerciales, ¿cómo se debe interpretar esta experiencia? Lo más interesante, sin embargo, me parece la manera como el orden simbólico buscó rearticularse a la fuerza. La aparición de los agentes de seguridad de PSM es interesante porque su primera reacción no fue intentar sacar a las personas tiradas en el suelo. Su primera reacción fue despojarlos de los carteles que sostenían, diciendo &#8220;policía&#8221; o &#8220;nativo&#8221; indistintamente. La manera como los mecanismos del espacio buscaron suturar la ruptura del orden fue despojando la ruptura de cualquier significado transgresor. En otras palabras, el espacio privado/comercial no podía permitir su transgresión por parte de significados políticos del &#8220;mundo real&#8221; que pudieran de alguna manera coaccionar las conductas del consumo. Antes que eliminar la transgresión, hay que despojarla de significado para que se vuelva intrascendente. Sin carteles, la intervención se vuelve un grupo de locos en el piso con mucho tiempo libre. El sistema puede proseguir su existencia, el Perú avanza.</p>
<p>Esto me lleva inevitablemente a la pregunta: ¿tienen derecho estas personas a interrumpir la tranquila existencia de las personas en PSM un sábado por la tarde, con un mensaje de significado político? Si realmente no me interesa el problema de la selva y quiero pasar la tarde con mi enamorada, ¿tiene alguien más derecho a irrumpir en esta elección con un mensaje más allá de mi interés? Y es una pregunta sumamente complicada.</p>
<p>En primer lugar, es complicada porque ni siquiera nos hacemos este cuestionamiento cuando se trata de la publicidad. La legitimidad de cualquier marca para irrumpir en mi cotidianidad plantea el mismo problema, y sin embargo en ese caso ni siquiera nos detenemos a tematizarlo.</p>
<p>En segundo lugar, y este me parece el argumento más importante, porque el funcionamiento del espacio público está más allá de mis umbrales de comodidad. En otras palabras &#8211; tampoco es cómodo para los nativos de la selva cuando sus tierras son destinadas a la explotación de hidrocarburos, cuando comunidades son reubicadas para explotar los recursos de su subsuelo, y cosas por el estilo. Las cuestiones públicas irrumpen en nuestra cotidianidad más allá de lo que nos gustaría, nos transgreden y nos desafían, pero nos hemos hecho un poco ciegos a esta idea. Nos hemos hecho un poco ciegos a esto porque, de la misma manera como en la práctica un espacio como PSM funciona como un espacio público, hemos modelado nuestros espacios públicos a partir de la idea de espacios compartidos pero neutrales como un centro comercial. Es decir: nuestro espacio público funciona igual que un espacio privado, al punto que en él esperamos la misma ausencia de transgresiones que en el espacio privado. Hemos traducido la misma aversión a todo aquello que perturbe la lógica del consumo, en el espacio público. Aunque no haya, propiamente, consumo.</p>
<p>Aún, podemos complicar un poco más la ecuación cuando introducimos, además, la lógica del flash mob. Un grupo que se organiza espontáneamente, sin coordinación central, aprovechando herramientas que pone a su disposición la tecnología en línea. La convocatoria se hizo y difundió por Facebook, por medio de algunos blogs y usando Twitter. Lo singular de esto es que se trata de herramientas donde <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2008/12/19/nunca-se-dice-suficiente-sobre-el-espacio-publico/">la distinción entre lo privado y lo público</a> es, por decir lo menos, poco clara: en un espacio como Facebook, donde se ventila sin mayor reparo la intimidad, se construye también un discurso colectivo sobre asuntos públicos. Aunque no está demás preguntarse cuánto espacio queda aquí para la transgresión &#8211; es, finalmente, el mundo de Facebook con reglas claramente establecidas para su uso &#8211; parte del contrato implícito (además del explícito) de usarlo de una manera auténtica es que nuestras vidas personales incluyen la participación en temas y problemas más grandes que nosotros.</p>
<p>En otras palabras, si Facebook quiere que lo usemos para expresar nuestras vidas personales, tiene forzosamente que hacer un lugar para expresar cosas vinculadas a asuntos de orden público que también forman parte de nuestras vidas personales. Esto, discutible por supuesto, no es sin embargo lo más interesante. Lo que me resulta más interesante es que, si de hecho hacemos más tenue la separación entre lo privado y lo público en nuestro uso de herramientas en línea, tiene sentido que traduzcamos esa misma ambigüedad a la estructuración y el uso de los espacios en el mundo físico. Porque, finalmente, no hay una separación radical entre ambos sino que se establece una suerte de <a href="http://castorexmachina.wordpress.com/2009/03/19/continuidad/">continuidad</a>.</p>
<p>De allí que una generación que crece con estas condiciones plásticas, remezclables, de los espacios en los que participa, traduzca esa misma plasticidad a los espacios en el mundo físico. Esta traducción, como toda traducción, implica un radical cambio de significado: participar no significa propiamente lo mismo, y mucho menos participar significa lo mismo que lo que significaba en un contexto público/social como el de hace algunos años. Nuestra variable de participación se mide de manera diferente a como se hacía en las épocas de organizaciones y grandes convocatorias, de la misma manera como se reconfigura el espacio político y de expresión y negociación de intereses.</p>
<p>Pero, esto es para irlo tomando por partes. Así que paciencia <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Howard Rheingold revisits his Smart Mobs book (2002)]]></title>
<link>http://johnpostill.wordpress.com/2009/06/16/howard-rheingold-revisits-his-smart-mobs-book-2002/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 21:16:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>John Postill</dc:creator>
<guid>http://johnpostill.wordpress.com/2009/06/16/howard-rheingold-revisits-his-smart-mobs-book-2002/</guid>
<description><![CDATA[A video recorded talk by Howard Rheingold in Amsterdam delivered on 1 June 2009 in which he revisits]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A video recorded <a href="http://www.mobilemonday.nl/talks/howard-rheingold-smartmobs-revisited/">talk</a> by Howard Rheingold in Amsterdam delivered on 1 June 2009 in which he revisits his book <em>Smart Mobs </em>(2002) seven years on, going over what he got right and wrong.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manuel Castells: "gli smart mobiles sono il futuro, la tv il passato"]]></title>
<link>http://tvdigitaldivide.wordpress.com/2009/06/03/manuel-castells-gli-smart-mobiles-sono-il-futuro-la-tv-il-passato/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 09:03:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>quezal</dc:creator>
<guid>http://tvdigitaldivide.wordpress.com/2009/06/03/manuel-castells-gli-smart-mobiles-sono-il-futuro-la-tv-il-passato/</guid>
<description><![CDATA[Il sociologo spagnolo, nell&#8217;intervista pubblicata dalla La Stampa.it del 2 giugno, afferma che]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Il <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Manuel_Castells"><strong>sociologo spagnolo</strong></a>, <a href="http://www.lastampa.it/_web/CMSTP/tmplrubriche/giornalisti/grubrica.asp?ID_blog=2&#38;ID_articolo=867&#38;ID_sezione=&#38;sezione=">nell&#8217;intervista</a> pubblicata dalla <a href="http://www.lastampa.it/">La Stampa.it</a> del 2 giugno, afferma che le <strong>tecnologie digitali</strong> e gli <strong>internet media</strong> hanno cambiato la nostra società. Una società dell&#8217;informazione che ha bisogno di  «<em>nuove fonti di produttività, delle nuove forme di organizzazione e della formazione di un&#8217;economia globale</em>». Ma lo sviluppo tecnologico nella comunicazione delle reti  ha creato un <strong>surplus di informazione</strong> che per molti non è accessibile e per altri non decodificabile, causa mancanza di strumenti adatti.</p>
<p style="text-align:justify;">«<em>La comunicazione è il processo fondamentale dell&#8217;attività umana,» </em>dice <strong>Castells</strong><em> «così la <strong>connettività ubiqua </strong>e <strong>permanente</strong> diventa un fattore di trasformazione sociale. Nella società sempre connessa in rete nascono nuove figure lavorative, si plasmano nuove strutture familiari, si inventano relazioni e linguaggi. I confini del mondo si espandono, con l&#8217;accesso a popoli che finora ne erano esclusi. Ma il ruolo delle tecnologie dell&#8217;informazione nel promuovere lo sviluppo è un&#8217;arma a doppio taglio: da un lato permette di modernizzarsi rapidamente e diventare competitivi, dall&#8217;altro il ritardo di chi non riesce ad adattarsi al nuovo sistema tecnologico tende ad accumularsi. Sta prendendo forma un “quarto mondo”, caratterizzato dall&#8217;esclusione sociale. Senza alfabetizzazione, c&#8217;è solo confusione informata</em>».</p>
<p style="text-align:justify;">Per connettività ubiqua l&#8217;iberico intende quella facoltà di essere sempre collegati alla rete, che sia internet, il web, o qualsiasi altra forma di rete, in ogni luogo e in qualsiasi tempo. L&#8217;<strong>always-on</strong>, lo stare sempre connessi, una facoltà che in parte oggi possediamo attraverso i telefoni mobili; una pratica sociale che ha cambiato il nostro modo di vivere con l&#8217;altro.</p>
<p style="text-align:justify;">«<em>Un tempo si parlava di eccesso di comunicazione » </em>continua <strong>Castells</strong> <em>«  o di informazioni per colpa di Internet: oggi la gente ne sente il bisogno, »  ha un debito informazionale, forse proprio perchè deve capire quale è importante e quale non lo è « si impazzisce se non si può accedere sempre e ovunque all&#8217;email. Piuttosto si <strong>rinuncia volentieri alla televisione,</strong> e questo potrebbe essere il <strong>vero inizio della fine</strong> per il vostro <strong>Silvio Berlusconi</strong>. Il più potente e versatile strumento di connettività è diventato il telefonino: vi convergono i diversi media, dall&#8217;accesso a Internet ai video alla musica alla messaggistica. La comunicazione senza fili è la tecnologia con la più rapida diffusione nella storia: nel 1991 gli abbonati ai primi telefonini erano 16 milioni, oggi sono 3,8 miliardi (contro 1,4 miliardi di linee fisse), il 60 per cento dela popolazione del pianeta è connesso “wireless”. Con un riflesso immenso sulla società</em>».</p>
<p style="text-align:justify;">Il <strong>telefono mobile</strong>, come accade da anni nel mercato giapponese con la società NTT DOCOMO, è divenuto uno strumento che ci rende connessi sempre e in ogni luogo, dandoci l&#8217;opportunità di usare le tecnologie e i servizi dell&#8217;<strong>ubiquitous computing</strong>. In Italia l&#8217;esempio più eclatante è rappresentato dall&#8217;<strong>Iphone </strong>della Apple, ma i costi di connessione sono ancora troppo alti per essere always-on. Non è detto che in prossimo futuro ci si possa connettere  con una nuova forma di telefono, ma anche palmare, smart phone, console portatile, micro pc &#8220;indossabili&#8221; , che <strong>Howard Rheingold </strong>chiama <strong>smart mobile</strong>, che sia in grado di collegare il nostro io digitale a quello degli altri e alle cose che ci circondano. Un rete mobile come <strong>sistema emergente </strong>che sarebbe in grado di unire le intelligenze e la conoscenza in condivisione, come oggi  ci  consente la rete,   in ogni luogo concreto e in ogni momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Tutto ciò potrebbe soppiantare un <strong>medium tecnologico di massa</strong> come la <strong>tv</strong>, ma potrebbe anche inglobarla e declassarla a medium di secondo ruolo nella società dell&#8217;informazione. Logicamente la diffusione degli smart mobs sarebbe un grande contributo alla riduzione del divario digitale. Sempre Castells :«<em>In Africa il 30% del budget della gente è allocato alle comunicazioni senza fili, usano le bici per ricaricare le batterie. Nell&#8217;era dell&#8217;industrializzazione si diceva che senza elettricità non si mangiava. Oggi non si mangia senza Internet</em>».</p>
<p style="text-align:justify;">Allora perchè in Italia, ma anche in altri paesi del mondo, si investe ancora sulla tv col <strong>Digitale Terrestre</strong>, e non si pensa alla tecnologie di rete e allo sviluppo degli <strong>smart mobs</strong>? Perchè le potenzialità di internet sono una minaccia per chi detiene il potere, soprattutto per chi ha fondato il suo potere attraverso il medium televisivo. <strong>Castells</strong>: «<em>siamo in una fase di transizione, chi detiene il potere <strong>ha paura di questa tecnologia di libera comunicazione</strong>. Che non risolve i problemi, semmai li amplifica: i governi temono di perdere il controllo, le aziende temono la libera concorrenza, i politici temono di perdere il seggio. Sono tutti nel panico, si sentono spodestati dai giovani internettiani meglio informati e rapidi a reagire grazie all&#8217;accesso ubiquo, forti della solidarietà fra pari in rete</em>». Il sociologo ha ben presente la situazione italiana e conosce il divario che affligge la nostra gente: «<em>in<strong> Italia</strong> il ricambio generazionale arranca perché il sistema politico è imbrigliato dai partiti e <strong>Internet non ha ancora spodestato del tutto la tivù</strong>. Ma la rivolta delle banlieu insegna che la mobilitazione della gente che comunica in rete via cellulare (“flash mobs”) funziona. E i politici sanno che qualsiasi cittadino con un videofonino può distruggerli, basta beccarli in fallo e caricare il video su YouTube»</em>. Sagge parole.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.lastampa.it/_web/CMSTP/tmplrubriche/giornalisti/grubrica.asp?ID_blog=2&#38;ID_articolo=867&#38;ID_sezione=&#38;sezione=">L&#8217;intervista dell&#8217;inviata della Stampa.it</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[(轉)暴民Mobs文化手冊]]></title>
<link>http://linhsinieva.wordpress.com/2009/05/13/%e6%9a%b4%e6%b0%91mobs%e6%96%87%e5%8c%96%e6%89%8b%e5%86%8a/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 05:15:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>▇▇▇▇▇▇▇</dc:creator>
<guid>http://linhsinieva.wordpress.com/2009/05/13/%e6%9a%b4%e6%b0%91mobs%e6%96%87%e5%8c%96%e6%89%8b%e5%86%8a/</guid>
<description><![CDATA[Photo by oceandesetoiles, via Flickr, licensed under a Creative Commons BY-NC-SA license. http://www]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Photo by oceandesetoiles, via Flickr, licensed under a Creative Commons BY-NC-SA license. http://www]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[(譯文)起司、比基尼、YTAGOGO]]></title>
<link>http://linhsinieva.wordpress.com/2009/05/06/%e8%ad%af%e6%96%87%e8%b5%b7%e5%8f%b8%e3%80%81%e6%af%94%e5%9f%ba%e5%b0%bc%e3%80%81ytagogo/</link>
<pubDate>Wed, 06 May 2009 10:35:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>▇▇▇▇▇▇▇</dc:creator>
<guid>http://linhsinieva.wordpress.com/2009/05/06/%e8%ad%af%e6%96%87%e8%b5%b7%e5%8f%b8%e3%80%81%e6%af%94%e5%9f%ba%e5%b0%bc%e3%80%81ytagogo/</guid>
<description><![CDATA[cheesebikini.com 由於前文實在沒甚麼營養，在這邊多做一些補充。 我的報告核心是「集體創作/行動」，透過群眾的共時行為，完成或形成某件事。TeleGarden、Spencer Tunic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[cheesebikini.com 由於前文實在沒甚麼營養，在這邊多做一些補充。 我的報告核心是「集體創作/行動」，透過群眾的共時行為，完成或形成某件事。TeleGarden、Spencer Tunic]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rheingold]]></title>
<link>http://tdamrau.wordpress.com/2009/05/06/rheingold/</link>
<pubDate>Wed, 06 May 2009 07:21:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tillmann Damrau</dc:creator>
<guid>http://tdamrau.wordpress.com/2009/05/06/rheingold/</guid>
<description><![CDATA[Howard Rheingold; Foto: Joi Ito/Flickr Im Web ist Howard Rheingold vielfach präsent, unter anderem a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_539" class="wp-caption alignnone" style="width: 360px"><a href="http://www.flickr.com/people/joi/"><img class="size-full wp-image-539" title="rheingold" src="http://tdamrau.wordpress.com/files/2009/05/rheingold.jpg" alt="Foto: Joi Ito/Flickr" width="350" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Howard Rheingold; Foto: Joi Ito/Flickr</p></div>
<p>Im Web ist Howard Rheingold vielfach präsent, unter anderem auch mit einem <a href="http://vlog.rheingold.com/">Video-Blog</a> , dort findet sich ein unterhaltsames Selbstporträt von ihm. Irgendwie denkt man, &#8220;typisch Amerikanisch&#8221;, weil es kaum vorstellbar scheint, dass ein deutscher Intellektueller zum Beispiel, der um seine akademische Reputation besorgt ist, Derartiges sich trauen könnte. Unorthodox war bereits der Titel der Abschlussarbeit von Howard Rheingold am <a title="Reed College" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Reed_College">Reed College</a> in Portland, Oregon, USA: &#8220;What Life Can Compare with This? Sitting Alone at the Window, I Watch the Flowers Bloom, the Leaves Fall, the Seasons Come and Go.&#8221;.</p>
<p><!--blip.tv pattern not matched in posts_id=1947068&#38;dest=-1--></p>
<p>Dass fortgeschrittene Technik nicht nur Werkzeug, ein Tool im naiven Sinn, reines Mittel ist, sondern selbst Zwecke setzt, dass Technik selbst Zweck wird, diese Einsicht ist nicht neu, Hegel zum Beispiel und auch Heidegger in seiner knappen Schrift &#8220;Die Technik und die Kehre&#8221; haben darauf schon hingewiesen. Für Howard Rheingold ist Technik jedoch nicht Schicksal, sondern vor allem auch Gestaltungsmöglichkeit.</p>
<p>Interessant ist, was Rheingold aus dieser Einsicht macht. Einerseits begrüßt er enthusiastisch den praktischen Nutzen und die emanzipatorischen Möglichkeiten der Computer und des Internet, andererseits ist er aber gerade deshalb nicht blind für die damit einhergehenden Gefahren.</p>
<p>Seine Konsequenz daraus ist die Fortsetzung der Aufklärung als<span style="font-size:13pt;"><br />
</span>&#8220;Ausgang des Menschen aus seiner selbstverschuldeten Unmündigkeit&#8221; durch Projekte zur Medienalphabetisierung, gerade auch mit dem Ziel die Möglichkeiten politischer Partizipation zu erweitern. In diesem Sinne stellt er unter dem Titel &#8220;<a href="http://socialmediaclassroom.com/index.php/">Social Media Classroom</a>&#8221; Anleitung, Software und Unterstützung für Bildungsprojekte zur Verfügung.</p>
<p>Auch Howard Rheingold versteht die digitale Revolution als Epochenwechsel zur Netzwerkgesellschaft, er untersucht und beschreibt diesen in seinem  Buch &#8220;Smart Mobs&#8221;, das zwar schon 2002 erschienen ist, aber an Aktualität nichts eingebüßt hat.</p>
<div id="attachment_551" class="wp-caption alignnone" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-551" title="smart-mobs" src="http://tdamrau.wordpress.com/files/2009/05/smart-mobs.jpg?w=225" alt="RHEINGOLD, HOWARD; Smart Mobs, (Perseus Books) Cambridge, Mass., USA 2002" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">RHEINGOLD, HOWARD; Smart Mobs, (Perseus Books) Cambridge, Mass., USA 2002</p></div>
<p>Wer den Kauf und die Lektüre von &#8220;Smart Mobs&#8221; scheut, kann sich über aktuelle Entwicklungen auf der gleichnamigen <a href="http://www.smartmobs.com/">Internetseite</a> informieren und zur Einführung die beiden hier eingebetteten Videos von Howard Rheingold ansehen. Howard Rheingold spricht ein gut verstehbares Amerikanisch.</p>
<p><!--blip.tv pattern not matched in posts_id=1812805&#38;dest=-1--></p>
<p><!--blip.tv pattern not matched in posts_id=1833251&#38;dest=-1--></p>
<p>Links zu Howard Rheingold</p>
<p><a href="http://vlog.rheingold.com/">Howard Rheingold&#8217;s Vlog</a></p>
<p><a href="http://www.rheingold.com/Associates/index.html">Howard Rheingold Associates</a></p>
<p><a href="http://www.smartmobs.com/">Smart Mobs</a></p>
<p><a href="http://socialmediaclassroom.com/index.php/">Social Media Classroom</a></p>
<p>Weitere Links zu Social Media und Media Literacy</p>
<p><a href="http://www.centerforsocialmedia.org/">Center for Social Media</a> der American University in Washington, DC, USA</p>
<p><a href="http://newmedialiteracies.org/">Project New Media Literacy</a> am MIT, Cambridge, Massachusetts, USA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MSN Mob Clubbing：Just login for Nothing(網路版)]]></title>
<link>http://linhsinieva.wordpress.com/2009/05/06/msn-mob-clubbing%ef%bc%9ajust-login-for-nothing%e7%b6%b2%e8%b7%af%e7%89%88/</link>
<pubDate>Wed, 06 May 2009 01:10:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>▇▇▇▇▇▇▇</dc:creator>
<guid>http://linhsinieva.wordpress.com/2009/05/06/msn-mob-clubbing%ef%bc%9ajust-login-for-nothing%e7%b6%b2%e8%b7%af%e7%89%88/</guid>
<description><![CDATA[圖片來源：Spencer Tunick Offical Site 聰明暴民YTAGOGO：Nothing more, Nothing left mob字義 n1: a disorderly crowd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[圖片來源：Spencer Tunick Offical Site 聰明暴民YTAGOGO：Nothing more, Nothing left mob字義 n1: a disorderly crowd]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Finger fight chama atenção na Usina do Gasômetro]]></title>
<link>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/05/04/finger-fight-chama-atencao-na-usina-do-gasometro/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 00:35:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>admiravelmundovirtual</dc:creator>
<guid>http://admiravelmundovirtual.wordpress.com/2009/05/04/finger-fight-chama-atencao-na-usina-do-gasometro/</guid>
<description><![CDATA[Evento organizado através da internet reúne cerca de 30 pessoas e confunde quem passeava pela orla d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Evento organizado através da internet reúne cerca de 30 pessoas e confunde quem passeava pela orla do Guaíba</em></p>
<p><strong>Cristine Kist, Giuliana de Toledo, Idiana Tomazelli e Mônica Reolom</strong></p>
<p>Dia 1º de maio, feriado ensolarado e com o céu azul. A tarde era perfeita para uma caminhada à beira do Guaíba. Quem optou por esse programa e foi à Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, presenciou uma atividade pra lá de diferente. Cerca de 30 pessoas reunidas perto do cais protagonizaram uma <em>finger fight</em>, apontando seus dedos como se fossem armas a outras pessoas que estivessem participando. A “luta de dedos” é uma das modalidades de <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flashmob" target="_blank">flash mob</a></em>.</p>
<p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.2472486' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /><br />
</span><br />
<em>Imagens: Idiana Tomazelli e Mônica Reolom</em></p>
<div style="font-size:10px;">more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/1587762-untitled?pod=idiana">untitled</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com/wordpress">vodpod</a></div>
<p> </p>
<p><em>Flash mob</em> vem do inglês “multidão instantânea”. Geralmente, são ações combinadas pela internet por pessoas que não necessariamente se conhecem. Sem um objetivo maior aparente – além da diversão –, o grupo se reúne repentinamente para fazer alguma atividade inusitada e se dispersa ao final. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=qtUNj2BNTsU" target="_blank">Pessoas “congeladas”</a>, guerra de travesseiros, uma caminhada de zumbis, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KrYNsvvndr4" target="_blank">festas dentro do metrô</a>&#8230; As <em>flash mobs</em> buscam temas incomuns para chamar a atenção de quem passa pelo local.</p>
<p>A <em>finger fight</em> de Porto Alegre foi a segunda ação organizada pelo grupo <a href="http://flashmobpoa.blogspot.com/" target="_blank">Flashmob Poa</a>. A estreia ocorreu dia 4 de abril deste ano, no Parque da Redenção, com a Pillow Fight (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=7ZInHSeQMko" target="_blank">confira vídeo no YouTube</a>), que contou com a presença de cerca de 15 pessoas. O evento foi marcado para comemorar o <a href="http://www.pillowfightday.com/" target="_blank">dia mundial da guerra de travesseiros</a>. A ideia partiu dos amigos Sergio Guterres e Diego “Dipi” Porto, através de uma conversa pelo Messenger. Dipi inspirou-se em <em>mobs</em> europeias e americanas divulgadas na internet para promover atividades do tipo em Porto Alegre. “Nós tentamos mobilizar, de certa forma, para ver qual o potencial de mobilização que iríamos ter”, conta Sergio. Dipi já havia participado da <a href="http://www.zombiewalk.com.br/" target="_blank">Zombie Walk</a> de Porto Alegre, caminhada de pessoas caracterizadas de zumbi, que chegou a reunir mais de 400 pessoas em 2006, na sua primeira edição.</p>
<p>O perfil dos participantes das mobilizações em Porto Alegre tem sido variado quanto à faixa etária. A Pillow Fight reuniu crianças e adultos na brincadeira, o que se repetiu na <em>finger fight </em>de 1º de maio. “[Pessoas] de cinco a 95 anos podem participar”, explica Sergio. A forma de mobilização dos participantes também varia. Alguns são amigos, como Sergio e Dipi, enquanto outros ficam sabendo das <em>mobs</em> pela internet e, então, convidam mais pessoas para participar. “Ele me mostrou que ia ter a Pillow Fight, eu me interessei e a gente foi”, conta Renata Milheiro, de 16 anos, apontando para o amigo João Gabriel Ovadia, 14 anos. A dupla ficou sabendo da nova atividade pelo <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=82428045" target="_blank">Orkut</a> e decidiu repetir a dose. O que os motiva é a diversão e a reação de quem assiste: “[A atividade] tem que ter o sentido da <em>flash mob</em>: acontecer algo inesperado e que as pessoas fiquem confusas”, diz João Gabriel.</p>
<p>O objetivo das <em>flash mobs</em>, confirmam os organizadores, é a diversão. “A gente vê as pessoas se organizando para fazer tanta coisa ruim, tanta bobagem&#8230; para ‘quebrar o pau’ na rua. A gente se organiza para dar risada”, defende Sergio. “A gente ri mais da reação das pessoas do que das loucuras que a gente faz”, complementa. De fato, a confusão era perceptível no público presente na Usina do Gasômetro. Enquanto a <em>finger fight</em> ocorria, nossa equipe foi perguntar às pessoas quais as impressões sobre o evento. Clique <a href="http://www.baixa.la/arquivo/4550458" target="_blank">aqui</a> e confira a entrevista com as amigas Taís Feldens e Ana Carolina Freitas.</p>
<p>Algumas pessoas destacaram, além da surpresa e da confusão, o teor de “mau gosto” da brincadeira escolhida, que, segundo elas, incita a violência. “Do jeito que está o mundo, os ‘caras’ chegam apontando um para o outro&#8230; Acho um absurdo, não gostei nem um pouco”, protesta Fabiana Carminatti. Em meio à polêmica, surgiram sugestões referentes a outras mobilizações praticadas pelo mundo, como o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=x7Q_HJnKiZg" target="_blank">abraço grátis</a> ou o beijo coletivo. Ouça <a href="http://www.baixa.la/arquivo/8723659" target="_blank">aqui</a> a reação de Evandro Bianchini, Poliana Contini e Fabiana Carminatti.</p>
<p>A má interpretação da intenção das <em>flash mobs</em> já ocasionou conflitos com o poder público. Uma semana antes da guerra de travesseiros, Sergio conta que a Prefeitura de Porto Alegre ameaçou enviar a Brigada Militar para impedir a atividade no Parque da Redenção, com medo de que se tornasse algo violento. “Acabou desmobilizando muito”, lamenta o organizador. No entanto, os líderes do grupo notam que mais gaúchos estão aderindo: “O grupo está aumentando”, afirma Dipi.</p>
<p>As <em>flash mobs</em> originalmente foram criadas para não terem um sentido maior de existir que não a diversão e o estranhamento causado nas pessoas. No entanto, a ideia acabou sendo apropriada para protestos, como o que ocorreu em <a href="http://www.interney.net/?p=9764485" target="_blank">São Paulo em novembro do ano passado</a>, contra o Projeto de Lei sobre os crimes na internet. Seguindo essa linha, Sergio e Dipi prometem uma mobilização na Semana do Meio Ambiente. O evento deve ocorrer no dia 6 de junho e – planejam os organizadores – terá caráter de conscientização. Antes disso, uma autêntica <em>flash mob</em>: dia 23 de maio, as pessoas que quiserem participar – e vale ressaltar que qualquer um pode fazer parte de uma <em>flash mob</em> – deverão agir em modo câmera lenta em algum shopping da Capital. A votação do local exato já está em andamento no blog <a href="http://flashmobpoa.blogspot.com/" target="_blank">Flashmob Poa</a>. O grupo também conta com uma <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=82428045" target="_blank">comunidade no Orkut</a> e um <a href="http://twitter.com/flashmobpoa" target="_blank">perfil no Twitter</a>.</p>
<p><strong>Conheça o Flashmob Poa:</strong></p>
<p>- <a href="http://flashmobpoa.blogspot.com/" target="_blank">Blog</a> do Flashmob Poa</p>
<p>- <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=82428045" target="_blank">Comunidade no Orkut</a></p>
<p>- <a href="http://twitter.com/flashmobpoa" target="_blank">Twitter</a> do Flashmob Poa</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Twitter Revolution]]></title>
<link>http://anarchotranshumanism.com/2009/04/19/twitter-revolution/</link>
<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 05:00:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>infomorph</dc:creator>
<guid>http://anarchotranshumanism.com/2009/04/19/twitter-revolution/</guid>
<description><![CDATA[Twitter&#8217;s been getting a lot of hype lately, but this account of its role in organizing protes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Twitter&#8217;s been getting a lot of hype lately, but <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2009/apr/15/moldova-activist-hiding-protests">this account</a> of its role in organizing protests against the Moldovan elections is interesting:</p>
<blockquote><p>The elections brought a larger-than-expected victory for the incumbent Communist party. “We decided to organise a flash mob for the same day using Twitter, as well as networking sites and SMS.” With no recent history of mass protests in Moldova, “we expected at the most a couple of hundred friends, friends of friends, and colleagues”, she said. “When we went to the square, there were 20,000 people waiting there. It was unbelievable.”</p>
<p>The demonstrations continued into Tuesday peacefully. But later that day, with no response from the government, protesters swept police aside to storm the parliament building and the towering presidential palace opposite. Fire broke out in one wing of the parliament, and the young protesters vented their fury by wrecking computers and office furniture.</p>
<p>“Not only did we underestimate the power of Twitter and the internet, we also underestimated the explosive anger among young people at the government’s policies and electoral fraud,” said Morar.</p>
<p>This morning election officials in Moldova began a recount of votes, which was ordered by President Vladimir Voronin following the protests.</p></blockquote>
<p>Via <a href="http://grinding.be/2009/04/16/how-six-people-in-moldova-possibly-saved-an-election/">grinding.be</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[news commentary, rfid, smart mobs, and your passort]]></title>
<link>http://subversivechurch.wordpress.com/2009/04/01/news-commentary-rfid-smart-mobs-and-your-passort/</link>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 03:52:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>subversivechurch</dc:creator>
<guid>http://subversivechurch.wordpress.com/2009/04/01/news-commentary-rfid-smart-mobs-and-your-passort/</guid>
<description><![CDATA[This post has been setting since the 11th of March.  I was hesitant to post it since as much as I li]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>This post has been setting since the 11th of March.  I was hesitant to post it since as much as I like conspiracy theories, I don&#8217;t want to be taken for nutjob.  Still, yesterday morning&#8217;s USA Today made me take pause.  But this morning&#8217;s USA Today pretty much sealed the deal for this post.</p>
<p>I try to follow podcasts sequentially, but sometimes doing so puts me far behind current episodes.  But that isn&#8217;t always a bad thing and here is why:</p>
<p>I subscribe to the podcast from <a href="http://www.howstuffworks.com/">How Stuff Works</a> called Stuff You Should Know.  5 to 15 minute overviews of some of the most random questions and subjects can make a 4 or 5 hour drive go pretty quickly.  The podcast from 8/28/08 is titled &#8220;What Are Smart Mobs?&#8221;</p>
<p>I also subscribe to <a href="http://www.wsjradio.com/WSJAM.html">The Wall Street Journal This Morning</a>which is a taped show from a radio broadcast.  Not my exact cup of tea, especially when the host or one of the reporters try to express disbelief at anything not white bread and suburban, but still not bad.  The podcast from, I think, 03/06/09 had a piece about RFID driver&#8217;s licenses and the potential for identity theft.</p>
<p>Now let&#8217;s play connect the dots.</p>
<p>On 02/20/09, I wrote a post about <a href="http://subversivechurch.wordpress.com/2009/02/20/news-commentary-tsa-full-body-scanners/">full-body scanners</a>.  In that post I said,</p>
<blockquote><p> How long until these machines are everywhere, for the sake of security?  Maybe checkpoints on the interstate?  How about at the mall?  The issue isn’t if I have anything I want to hide.  The issue becomes can you hide at all?</p></blockquote>
<p>The freedom of movement is probably the one freedom that people don&#8217;t even consider.  But could you imagine not being able to go to the store for a gallon of milk without the government knowing?  Wanna run out to a movie?  Don&#8217;t worry about getting lost, because you can be tracked.</p>
<p>About a year ago, maybe less, I was listening to an interview with the governor of Montana who was against the mandatory transition to REAL ID.  WIRED Magazine had an <a href="http://blog.wired.com/27bstroke6/2008/01/montana-governo.html">article</a> about it, about a year ago.</p>
<p> Take a look at the <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/REAL_ID_Act">REAL ID Act</a>.</p>
<p>And <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RFID">RFID</a>.</p>
<p>Now add in the component of a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Smart_mobs">Smart Mobs</a>.</p>
<p>First, what is a smart mob?  A smart mob or flash mob is a group of people who self-form into task-specific groups via technology.  Imagine sending a text message to 3 of your friends to meet you at the local coffee shop.  No big deal, right?  Now imagine sending that message to 1000 people.  And them sending it to 1000 more.</p>
<p>Now imagine that happening for a protest.  Organic, spreadable, and elusive.  How does the government combat such an organic gathering considering that smart/flash mobs can form and dissipate as fast as a mass text can be sent?</p>
<p>RFID.</p>
<p>But smart mobs can be a double-edged sword as they could also be used against such protests or even individuals.  Imagine a mass text looking for protesters.  Or if your RFID triggered a cell phone or other wireless device when you came near.</p>
<p>Not possible?  Here is some light reading.</p>
<p><a href="http://www.rfidjournal.com/">RFID Journal</a>.</p>
<p>Now, on to what made me post.</p>
<p>Fast forward to yesterday.  There at the bottom of page 3A.  <a href="http://www.usatoday.com/news/nation/2009-03-30-passports_N.htm">Crossing the border?  Take your passport.</a></p>
<blockquote><p>Travelers will no longer be able to use ordinary driver&#8217;s licenses or birth certificates to get back into the U.S.</p>
<p>&#8230;or they could use&#8230;an enhanced driver&#8217; license, which has extra security features (read: RFID)&#8230;</p></blockquote>
<p>So why a passport?  Well, all new U.S. passports have an embedded RFID chip.</p>
<p>Don&#8217;t let the increased coverage of the drug war spilling over in the media fool you.  It has been going on for years, but now it will be the false flag that requires average Americans to get tagged.</p>
<p>Don&#8217;t think so?  Well take a look at this article, entitled <a href="http://www.usatoday.com/news/washington/2009-04-01-borderfence_N.htm">More cameras for Canada border</a>, in today&#8217;s USA Today.  But this quote is the one that is too much&#8221;</p>
<blockquote><p>Although the federal government has focused security efforts on the U.S.-Mexican border, Homeland Security says, &#8220;the terrorist threat on the northern border is higher,&#8221;  according to a November report&#8230;</p></blockquote>
<p><strong><em>What</em></strong>?!? <strong><em>The terrorist threat is higher out of Canada</em></strong>?!?</p>
<p>I will end with this:</p>
<p>That the government tracking its own citizens more and more is essentially saying it considers us suspect.</p>
<p>And if you don&#8217;t have a problem with this, then let me remind you that the Founding Fathers of this country would have had a hell of a time trying to organize a Tea Party, let alone a Continental Congress or Yorktown.</p>
<p>I&#8217;m not advocating some sort of revolution but let us not forget one of the bravest documents ever composed (emphasis mine):</p>
<blockquote><p>When in the course of human events&#8230;</p>
<p>&#8230;Prudence, indeed, will dictate that Governments long established should not be changed for light and transient causes; and accordingly all experience hath shewn, that <em><strong>mankind are more disposed to suffer, while evils are sufferable, than to right themselves by abolishing the forms to which they are accustomed</strong></em>&#8230;</p></blockquote>
<p>-mike</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Auf den Spuren der kollektiven Intelligenz]]></title>
<link>http://diemachtdermassen.wordpress.com/2009/03/09/auf-den-spuren-der-kollektiven-intelligenz/</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 23:03:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>regulatrachsler</dc:creator>
<guid>http://diemachtdermassen.wordpress.com/2009/03/09/auf-den-spuren-der-kollektiven-intelligenz/</guid>
<description><![CDATA[Weitere Recherchen Im ersten Blogeintrag schrieb ich über die Schwierigkeiten herauszufinden, was me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Weitere Recherchen</strong><br />
Im <a href="http://diemachtdermassen.wordpress.com/2009/02/24/schlau-werden-aus-dem-thema-leichter-gesagt-als-getan/"><span style="color:#0000ff;">ersten Blogeintrag</span></a> schrieb ich über die Schwierigkeiten herauszufinden, was mein Thema DMDM beinhaltet und welchen Fokus ich wählen könnte. Auch bei diesem Blogeintrag geht es mit diesen Fragen weiter.</p>
<p>Vorerst einmal möchte ich meine weiteren Recherchen beschreiben und wieder das Mind Map hinzufügen. Letzteres  wurde seit dem <a href="http://diemachtdermassen.wordpress.com/2009/02/24/schlau-werden-aus-dem-thema-leichter-gesagt-als-getan/"><span style="color:#0000ff;">ersten Blogeintrag</span></a> erweitert.</p>

<p>Als Literatureinstieg benutze ich zuerst einmal Wikipedia mit<span style="color:#0000ff;"> <span style="color:#000000;">&#8220;</span></span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Collective_intelligence"><span style="color:#0000ff;">Collective intelligence</span></a>&#8220;. Dieser Artikel brachte mich auf das Buch &#8220;<a href="http://www.randomhouse.com/features/wisdomofcrowds/index.html"><span style="color:#0000ff;">Wisdom of Crowds</span></a>&#8221; von <span style="color:#000000;">James Surowiecki und den <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds"><span style="color:#0000ff;">Wikiartikel</span></a> dazu</span>. Zudem fand ich über <span style="color:#000000;">Nebis </span>die Bücher &#8220;<a href="http://ezines.onb.ac.at:8080/www.medianexus.net/ressourc/rezensionen/levy_kollektiveintelligenz.htm"><span style="color:#0000ff;">Die kollektive Intelligenz: für eine Anthropologie des Cyberspace</span></a>&#8221; und &#8220;<a href="http://books.google.de/books?id=nAIkkWi1yJEC&#38;pg=PP1&#38;dq=Kollektive+Intelligenz+analysieren,+programmieren+und+nutzen"><span style="color:#0000ff;">Kollektive Intelligenz analysieren, programmieren und nutzen</span></a>&#8220;. Dank des Tipps von <a href="http://blog.hdzimmermann.net/"><span style="color:#0000ff;">P</span><span style="color:#0000ff;"><span style="color:#0000ff;">rof.</span> <span style="color:#0000ff;">Dr. Hans-Dieter Zimmermann</span></span></a><span style="color:#0000ff;"> <span style="color:#000000;">bestellte ich zudem auch das Buch &#8220;<a href="http://www.wearesmarterthanme.org"><span style="color:#0000ff;">We are smarter than me</span></a>&#8221; bzw. &#8221;<a href="http://books.google.de/books?id=NTXfAdcWdDwC&#38;printsec=frontcover&#38;dq=we+are+smarter+than+me"><span style="color:#0000ff;">Viele wissen mehr als einer</span></a>&#8220;. </span></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><span style="color:#000000;">Als ich mir überlegte, welche vertrauenswürdigen Quellen ich im Internet sonst noch haben könnte, ausser den Datenbanken, kamen mir die Universitäten in den Sinn. Irgendeinmal fiel mir das Kürzel MIT ins Auge und ich nahm mir vor, auf dieser Website einmal zu schnuppern. Als ich das Kürzel dann im Artikel &#8220;<a href="http://sloanreview.mit.edu/the-magazine/articles/2009/winter/50211/decisions-20-the-power-of-collective-intelligence/"><span style="color:#0000ff;">Decisions 2.0: The Power of Collective IntelligenceDecisions 2.0: The Power of Collective Intelligence</span></a>&#8220;, den Prof. Dr. Hans-Dieter Zimmermann in der CiteULike Gruppe IGEP gepostet hat, wieder las, erinnerte ich mich, dass ich bei MIT auch noch suchen wollte. Bei der Recherche auf der Website des <span style="color:#0000ff;"><a href="http://web.mit.edu/"><span style="color:#0000ff;">Massachusetts Institute of Technologie (MIT)</span></a> </span>suchte ich gleich zu Beginn nach <a href="http://gb-server-1.mit.edu/search?site=videos&#38;q=%22collective%20intelligence%22&#38;client=mit&#38;proxystylesheet=mit&#38;output=xml_no_dtd"><span style="color:#0000ff;">Videos</span></a> und wurde fündig. Aufgrund dieser Videos wurde ich auf das <a href="http://cci.mit.edu/index.html"><span style="color:#0000ff;">MIT Center of Collective Intelligence</span></a> aufmerksam. Dieser Fund freute mich sehr und ich hoffe, dass mir dieses Material etwas nützt.</span></span></p>
<p>Durch das Surfen im Internet ist mir die Begriffserklärung für <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hHLBzpLsmSc"><span style="color:#0000ff;">kollektive Intelligenz</span></a> im Allgemeinen etwas Näher gekommen. Ich weiss schon jetzt, dass dies nur der Beginn ist. Wenn ich die Bücher genauer studieren kann, dann werde ich sicherlich auf umfassendere Definitionen treffen. Zum Beispiel bei &#8220;<a href="http://ezines.onb.ac.at:8080/www.medianexus.net/ressourc/rezensionen/levy_kollektiveintelligenz.htm"><span style="color:#0000ff;">Die kollektive Intelligenz: für eine Anthropologie des Cyberspace</span></a>&#8221; von Pierre Lévy auf S. 29fff wird dies der Fall sein. Ausserdem erhoffe ich mir auch vom <a href="http://cci.mit.edu/index.html"><span style="color:#0000ff;">MIT Center of Collective Intelligence</span></a> gute Informationen. Ein Beginn könnte der Artikel &#8220;<a href="http://cci.mit.edu/about/MaloneLaunchRemarks.html"><span style="color:#0000ff;">What is collective intelligence and what will we do about it?</span></a>&#8221; sein.</p>
<p>Aber nicht nur die Begriffsdefinition wurde mir klarer, das Buch &#8220;<a href="http://books.google.de/books?id=NTXfAdcWdDwC&#38;printsec=frontcover&#38;dq=we+are+smarter+than+me"><span style="color:#0000ff;">Viele wissen mehr als einer</span></a>&#8221; gab mir auch eine mögliche Idee für die Lektion. In den <a href="http://books.google.de/books?id=NTXfAdcWdDwC&#38;printsec=frontcover&#38;dq=we+are+smarter+than+me#PPT16,M1"><span style="color:#0000ff;">Anmerkungen der Autoren</span></a> (leider fehlt die Seite Xf, wo es geschrieben steht) beschreiben sie, wie dieses Buch geschrieben wurde und zwar mit Hilfe einer Gemeinschaft (Community). Vielleicht lässt sich dies auf die Lektion übertragen: Wisdom of Class in Bezug auf das Thema DMDM bzw. kollektive Intelligenz? </p>
<p><strong>Fragen</strong><br />
Bei der Recherche sind zudem weitere Fragen aufgetaucht:</p>
<ul>
<li>Welchen Zusammenhang hat kollektive Intelligenz mit dem Thema <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_network"><span style="color:#0000ff;">Social Networks</span></a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_software"><span style="color:#0000ff;">Social Software</span></a>, mit <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wikinomics"><span style="color:#0000ff;">Wikinomics</span></a>, <a href="http://wwwalt.phil-fak.uni-duesseldorf.de/infowiss/admin/public_dateien/files/1/1204545101folksonomi.pdf"><span style="color:#0000ff;">Folksonomies</span></a>, usw.</li>
<li>Zudem beschäftigt mich die Begriffsvielfalt bei Wikipedia &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Collective_intelligence#See_also"><span style="color:#0000ff;">Collective intelligence</span></a>&#8221; und was ich selber noch zusammengetragen habe (siehe Mind Map grüne Farbe). Gibt es ein Synonyme für kollektive Intelligenz (z.B. Crowdsourcing, Wisdom of Crowds)? Stehen diese grünen Begriffe in einem Zusammenhang? Sind einige Ober- andere Unterbegriffe? Welche Konzepte stecken dahinter? Was ist der Unterschied zwischen kollaborativ, kollektiv und kooperativ?</li>
</ul>
<p><strong>Fokus?<br />
</strong>Gerne würde ich nun sagen, ich habe den definitiven Fokus gefunden. Bis anhin habe ich mich noch nicht in die Lektüre vertieft. Eigentlich habe ich bisher nur gesammelt. Trotzdem wage ich es einmal einen vorläufigen Fokus zu setzen:</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Wie ist der Zusammenhang von Wikipedia und anderen ähnlichen Internetanwendungen (Web 2.0-Anwendungen bzw. Social Software) zu kollektiver Intelligenz? Was hat kollektive Intelligenz mit  Unternehmen zu tun? </strong></p>
<p>Ausschliessen möchte ich kollektive Intelligenz im Zusammenhang mit <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Collective_intelligence#Stock_Market_Predictions_using_Collective_Intelligence"><span style="color:#0000ff;">Börsenvorhersagen</span></a>, <a href="http://books.google.de/books?id=nAIkkWi1yJEC&#38;pg=PP1&#38;dq=Kollektive+Intelligenz+analysieren,+programmieren+und+nutzen"><span style="color:#0000ff;">Softwareentwicklung</span></a> (Open-Source).<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Auseinandersetzung mit DMDM<br />
</strong>Bis ich diesen Blogeintrag endlich geschrieben hatte, war ich in einigen Situationen verunsichert: z.B.:</p>
<ul>
<li>Bücher: sind es die Richtigen und reicht es bis zum Vortrag?</li>
<li>Fokus: Nicht vorwärts kommen, nicht vom Fleck kommen, auf der Stelle treten, &#8230; nur einige Wendungen für ein und dasselbe Gefühl, das mich die ganze Zeit plagte. Und bin ich mit meinem Fokus auf dem richtigen Weg, oder geht es eher in Richtung Kommunikationsmittel und DMDM?</li>
<li>Ausserdem bleibt auch noch die Frage, vom <a href="http://diemachtdermassen.wordpress.com/2009/02/24/schlau-werden-aus-dem-thema-leichter-gesagt-als-getan/"><span style="color:#0000ff;">ersten Blogeintrag</span></a>: Ist kollektive Intelligenz der einzige Schlüsselbegriff für DMDM? Gehört noch mehr zum Thema DMDM, als ich bis anhin entdeckt habe? Passen mein Fokus meine Überlegungen zu den Gedanken in der Präsentation von Prof. Dr. HD Zimmermann am 17. Februar zusammen?</li>
<li>Englisch: Verstehe ich alles richtig im englischen Wikipedia, in den Videos, usw.?</li>
<li>Bin ich bis zur Lektion in zwei Wochen genug sicher im Thema?</li>
<li>Ist es eine gute Idee in der Lektion die kollektive Intelligenz der Klasse zu nutzen?</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resumo - Smart Mobs: The Next Social Revolution]]></title>
<link>http://danielavila.wordpress.com/2009/03/06/resumo-smart-mobs-the-next-social-revolution/</link>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 18:00:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielavila</dc:creator>
<guid>http://danielavila.wordpress.com/2009/03/06/resumo-smart-mobs-the-next-social-revolution/</guid>
<description><![CDATA[Rheingold, Howard. Smart Mobs: The Next Social Revolution. “amplificação dos talentos humanos para a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span lang="EN-US">Rheingold, Howard. Smart Mobs: The Next Social Revolution.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></span></p>
<p class="MsoNormal">“amplificação dos talentos humanos para a cooperação” (p. ii)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">“As pessoas que constroem smart mobs cooperam de maneiras nunca antes possíveis porque carregam aparelhos que possuem tanto capacidades de comunicação quanto de computação” (p. ii)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Populações do amanhã (contradições): <span> </span></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:124.2pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->usuários, como proprietários de PC e criadores de websites, que empregam a tecnologia para espalhar inovações</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:124.2pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->consumidores, restritos em suas inovações e trancados nos modelos de tecnologia e negócios dos mais poderosos interesses</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:124.2pt;text-indent:-18pt;">
<p class="MsoBodyTextIndent"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;text-align:center;" align="center"><strong>Cap 1: A epifania de Shibuya</strong></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;">Máxima: TIs “permitem às pessoas agirem conjuntamente e em novas maneiras e situações onde a ação coletiva não era antes possível” (p. 5)</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;">Novas tecnologias não permitem realizar as mesmas ações em outro atributos, mas novas ações em novos atributos. P. ex. telefone não é apenas um telégrafo falante. A internet não é só um telefone com imagem. Celulares que conectam-se com a Internet não servirão apenas para conferir o mercado de ações ainda que se esteja em movimento, mas permitiram a derrubada de um governo nas Filipinas.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;">
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left:0;text-align:center;" align="center"><strong>Cap 2: Tecnologias de Cooperação</strong></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">“O produto das tecnologias smart mob é a cooperação, não cavalos-força ou poder intelectual. Planos inclinados e reatores nucleares multiplicam o poder dos músculos. Tecnologias intelectuais como a matemática e as interfaces gráficas aumentam as capacidades de cognição. O poder das comunicações móveis e permeáveis derivam dos modos pelos quais as pessoas podem usa-las para organizar grupos sociais em novas maneiras.” (p. 10)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Objetos de estudo da cooperação:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:63pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>Evolução</em>: vida na savana, caças maiores e coletivizáveis (Matt Ridley)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:63pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>Ecologistas</em>: Liberdade para com o comum traz a ruína de todos – mundo limitado (Garret Hardin, “The tragedy of the commons”)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:63pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>Sociologia</em>: Common pool resources e seus princípios (Elinor Ostrom – 1990)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:63pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>Ciência Política</em>: Dilema dos prisioneiros (Robert Axelrod – 1979)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:63pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>Direito</em>: O que garante o comum é o direito de inovação. A arquitetura da Internet teria garantido esse direito pela retirada do poder do proprietário da rede em vetar as inovações (Lawrence Lessig)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:63pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>Matemática</em>: Teorias do valor de rede (Metcalfe, Reed &#8211; GFN, Sarnoff, Schelling Point)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:45pt;"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></strong></p>
<h1>Cap 3: Nações da Computação e Supercomputadores em enxame</h1>
<p class="MsoNormal"><strong><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></strong></p>
<p class="MsoNormal">“Auto-organização é um impulso humano irreprimível, e a Internet é uma ferramenta para auto-organizar-se. A internet móvel traz este poder de auto-organização para fora do ciberespaço incorporal para a dimensão do cara-a-cara.</p>
<p class="MsoNormal">As pessoas que criaram a computação pessoal e a Internet efetivamente transformaram a mídia que usavam porque eram consideradas como ‘usuários’, não como ‘consumidores’. A capacidade das smart mobs em auto-organizar-se como usuários é um fator crítico se a Internet de amanhã será aberta à inovação, ou se será fechada, monitorada, medida e controlada” (p. 15)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<h2>Processamento distribuído/peer-to-peer</h2>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Napster: modo de troca de música por meio do compartilhamento da memória do seu computador</p>
<p class="MsoNormal"><a href="mailto:SETI@home">SETI@home</a>: permitir que a capacidade de processamento do PC seja aplicada em um projeto comum, analisar, simular, calcular, procurar, reconhecer, renderizar, prever, comunicar e controlar, p. ex. dados radioastronômicos em busca de vida extraterrestre (2000 – 3 milhões de pessoas). Hoje, qualquer um pode contribuir com o processamento do seu PC em pesquisas sobre o câncer, busca de números primos, renderização filmes, previsão do tempo e desenvolvimento de novas drogas sintéticas ao rodar simulações de bilhões de moléculas possíveis</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<h1>Cap 4: A era das coisas sensíveis</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></strong></p>
<p class="MsoNormal">Diferentes pesquisas encontraram um avanço com o desenvolvimento tecnológico de processadores. Todas elas convergem para a separação entre os mundos natural e artificial</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Informação em locais: mídia conectada com um local</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Smart rooms: ambientes que sentem seus ocupantes e respondem a eles</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Cidades digitais: acrescentam capacidades informacionais a lugares urbanos</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Objetos sensíveis: acrescentam capacidades informacionais a objetos físicos</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Bits tangíveis: manipulação do mundo virtual pela manipulação de objetos físicos</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Computadores vestíveis (wearable): aparelhos sensitivos, de computação e comunicação usadas como roupas</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">“As coisas que seguramos nas mãos já estão conversando com as coisas no mundo. Usar nossos telefones como controle remoto é apenas o começo” (p. 19)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Tendências:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:0;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Ambiente mais sensível</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:0;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Aparelhos mais vestíveis que portáteis</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Contradição: Mídia permeável traz consigo o poder da vigilância.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<h1>Cap 5: A evolução da reputação</h1>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">“A reputação marca o ponto onde tecnologia e cooperação convergem” (p. 21)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">“Neste mundo porvir, os atos de associação e reunião, direitos nucleares das sociedades livres, podem mudar radicalmente quando cada um de nós for capaz de saber quem em sua vizinhança provavelmente comprará o que temos para vender, vender o que queremos comprar, sabe o que queremos saber, deseja o tipo de encontro sexual ou político que também desejamos. Enquanto eventos online são costurados no tecido do nosso mundo físico, governos e corporações ganharão mais poder sobre nosso comportamento e crença do que muitas instituições manejam hoje. Ao mesmo tempo, cidadão descobrirão novos modos de juntar-se para resistir ao poder das instituições. Um novo tipo de divisão daqui a dez anos separará aqueles que sabem usar a nova mídia para juntar-se daqueles que não sabem” (p. 21)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Sistemas de reputação social:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:45pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Sociedades orgânicas: todos conhecem todos e a biografia de cada um é aberta, definindo em quem confiar, quem outras pessoas confiam, quem é importante e quem decide quem é importante</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:45pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Hoje: sistemas de reputação são tecnologias de computador que tornam possível manipular, em novas e poderosas maneiras, um antigo e essencial traço humano (eBay, Epinions, Amazon, Slashdot, Plastic) – construções de milhares de consumidores, intensificadas por sistemas de reputação que policiam a qualidade e o conteúdo das transações trocadas por meio dos sites</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Hipótese de Rheingold: A infraestrutura necessárias às smart mobs já existe, faltando apenas upgrades já a caminho:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:45pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->serviços online de verificação de crédito podem operar como repositórios de reputação na transmissão dos gostos pessoais sobre música, p. ex, repassar a confiança de seu computador, atestar sua habilidade em avaliar vinhos, assim como verificar seu histórico de crédito.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">‘Os mais duradouros efeito sociais da tecnologia sempre vão além da eficiência quantitativa de fazer coisas antigas mais rápida ou mais economicamente. O potencial mais profundamente transformador de conectar as predisposições sociais<em> </em>humanas à eficiência das tecnologias de informação é a chance de fazer coisas novas juntos, o potencial de cooperar em escalas e modos nunca antes pensados” (p. 22)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Henry Jenkins (MIT) &#8211; Duas formas de poder midiático:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:45pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Concentração de mídia: mensagem ganha autoridade pela transmissão em uma rede de televisão</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:45pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]-->Intermediários de base: mensagem ganha visibilidade se é considerada relevante para uma ampla rede de públicos diversos (p. ex. blogs)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<h1>Cap 6: Mantas sem fio</h1>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<h1>Cap 7: Smart Mobs: O poder dos muitos móveis</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></strong></p>
<p class="MsoNormal">“Smart mobs emergem quando redes sociais usam aparelhos de comunicação móvel, computação permeável e métodos de peer to peer e administração de reputação para coordenar uma ação coletiva.” (p. 28)</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">20 de Janeiro de 2001, filipinos organizados por meio de mensagens sms promoveram manifestações pacíficas que terminaram por derrubar o presidente Joseph Estrada.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">O grande trunfo da tecnologia é o de identificar e mobilizar pessoas que estão próximas porém incomunicáveis em função de um interesse comum. P. ex, aparelho Lovegety que sinaliza quando um proprietário do sexo oposto de um outro aparelho com um perfil desejado está a uma distância de 4,5 metros.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
<h1>Cap 8: Panóptico sempre ligado&#8230; ou amplificador de cooperação?</h1>
<p class="MsoNormal"><strong><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></strong></p>
<p class="MsoNormal">Três ameaças:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>à liberdade</em>: a computação permeável está convergindo com a vigilância onipresente, fornecendo o poder de espionagem imaginado por Orwell em 1984</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]-->-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span><!--[endif]--><em>à qualidade de vida</em>: da angústia individual à deteriorização de comunidades, não está claro se a vida na sociedade informatizada traz conveniências mais rápido do que corrói sanidade e civilidade</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span>-<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]--><em>à dignidade humana: </em>quanto mais as pessoas conduzem aspectos de suas vidas À interação simbólica com as máquinas, mais mecânicos e menos humanos nos tornamos.<em></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></em></p>
<p class="MsoNormal">“Embora a vigilância patrocinada pelo Estado, e muita da coleta de dados com fins comerciais, sejam conduzidas na maioria das vezes sem o consentimento ou o conhecimento do vigiado, questões de privacidade hoje complicam-se pela adoção voluntária de tecnologias que expõe informações privadas para outros” (p. b)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;">è<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]-->monitoramento mútuo e punições: auto-supressão de uma rebelião em potencial (Foucault) ou forma de resolução de dilemas de ação (Ostrom)?</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;">è<span style="font-family:&#34;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]-->“Toda ordem social, não só as repressivas, requer métodos de controle social mútuo. A questão principal é se populações de usuários podem usar o que sabemos sobre cooperação para dirigir o saber/poder para um nível mais alto de democracia” (p. c)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:142.2pt;"><!--[if !supportEmptyParas]--> <!--[endif]--></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En la sociedad del conocimiento cambian antes los conceptos que las máquinas]]></title>
<link>http://felixbahon.wordpress.com/2009/02/20/en-la-sociedad-del-conocimiento-cambian-antes-los-conceptos-que-las-maquinas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 13:09:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>felixbahon</dc:creator>
<guid>http://felixbahon.wordpress.com/2009/02/20/en-la-sociedad-del-conocimiento-cambian-antes-los-conceptos-que-las-maquinas/</guid>
<description><![CDATA[No sé si nos estamos perdiendo en debates apasionados -y apasionantes- sobre nuevas máquinas  y soft]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No sé si nos estamos perdiendo en <a href="http://www.pbs.org/mediashift/2009/02/reuters-closes-second-life-bureau-but-virtual-life-goes-on050.html">debates apasionados -y apasionantes- sobre nuevas máquinas  y software (en inglés)</a> mientras se nos escapa algo esencial: lo que está cambiando a nuestro alrededor son conceptos, es la forma de percibir y entender el mundo. Siento la necesidad de frenar, de parar un poco y reflexionar con perspectiva sobre la lavadora en la que estamos metidos. Y mientras no salgamos para coger altura,  no veremos el bosque sino algunos árboles. Lo bueno es que somos muchos intentándolo. Lo malo es que el día sólo tiene 24 horas, y <a href="http://www.cuadernodenotas.net/post/105835/apenas-leo-correo-y-casi-no-tengo-tiempo-de">hay que estar atento a muchos fogonazos</a>.</p>
<p><strong>(vídeo, 4:10 m.)</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zLLL2V2q8UA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/zLLL2V2q8UA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>La magnitud es global y esta nueva revolución que sufre la información necesita a los periodistas como gestores profesionales que somos de la información. (El vídeo dice que es la segunda revolución, supongo que se refiere a la imprenta como la primera y que ahora estamos en la etapa digital. <a href="http://iteso.mx/~alep/la_evolucion_historica.doc">Quizá sería más exacto hablar de la tercera</a>, pues antes ya fue una revolución en sí el descubrimiento de la propia escritura. También he pensado que se refiere a un segundo paso en la Revolución Industrial, antes estaría el provocado por las máquinas y ahora, el de la información)</p>
<p>Pero, cuidado, como ha señalado Hiroshi Tasaka, la sociedad del conocimiento plantea una paradoja:</p>
<p><strong>(vídeo, 6:44 m.)</strong></p>
<p><span><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/alf-WIE___M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/alf-WIE___M&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
<p>Hay que volver a los escalones primarios para explicarlo, <a href="http://ocw.unican.es/humanidades/teoria-y-metodos-de-la-geografia.-evolucion-del/material-de-clase-1/archivos-modulo-1/emilio-lamo-de-espinosa.-informacion-ciencia/skinless_view">tal y como lo hizo Lamo de Espinosa</a>: primero está la información, que es inerte y se puede acumular y es el objeto de trabajo del periodismo; después. En el segundo escalón, cuando la información se estructura conforma el conocimiento, que permite actuar y construir. En el escalón superior, la sabiduría es la meta tanto individual como social.</p>
<p>Los periodistas gestionamos el primer escalón, la información. Tenemos una de las llaves para que la sociedad del conocimiento se estructure correctamente. Las dudas surgen -es lógico- en un momento de cambio drástico de paradigma cuando la red demuestra que tanto información como conocimiento, los dos capitales considerados básicos previamente, se reproducen por sí mismos. Es uno de los efectos de la revolución social 2.0 de la que tanto hablamos.</p>
<p>Es cierto que en economía si yo tengo dos y te doy una, repartimos y pierdo una. En la sociedad del conocimiento repartir significa que nos enriquecemos los dos. Con la sabiduría no es tan fácil. Aún no hemos descubierto ni siquiera sus mecanismos, que están lejos de una simple articulación de conocimientos. Es un bien invisible y no cuantificable. Tampoco está tan claro que se pueda transmitir. Cuántos catedráticos repletos de conocimientos se alejan del concepto que yo tengo de sabio.</p>
<p>Pero, para volver al periodismo. Si la revolución 2.0 va a cambiar completamente todos los principios económicos que conocíamos hasta ahora. ¿Por qué todavía hay periodistas que se niegan a compartir la información? ¿Necesitan más información ellos mismos o un poco de sabiduría para comprender la profundidad de los cambios?</p>
<p>A lo mejor los mecanismos de la <a href="http://iie.fing.edu.uy/ense/asign/progarte/inteligencia1.html">inteligencia colectiva</a> también se ponen en funcionamiento en la profesión. Quizá sólo haya que esperar a que la suma de acontecimientos socioeconómicos y tecnológicos <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Multitudes_inteligentes">desencadene la respuesta de la multitud</a>. Estaremos atentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
