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	<title>sobrevivencia-na-rede &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/sobrevivencia-na-rede/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sobrevivencia-na-rede"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 06:24:38 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Fotógrafos escancaram a pobreza nos Estados Unidos]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/30/fotografos-escancaram-a-pobreza-nos-estados-unidos/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 09:32:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Com o mote &#8220;a pobreza não é mais invisível na América&#8221;, um coletivo de fotógrafos _auxil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://americanpoverty.org/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2387" title="american_poverty" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/11/american_poverty.jpg" alt="" width="500" height="361" /></a></p>
<p>Com o mote &#8220;a pobreza não é mais invisível na América&#8221;, um coletivo de fotógrafos _auxiliados, diga-se de passagem, por uma belíssima sonorização_ estão usando o jornalismo visual para mostrar como <a href="http://americanpoverty.org" target="_self">vivem e sofrem os excluídos</a> na nação mais rica do planeta.</p>
<p>Não apenas para a gente lembrar das novas narrativas jornalísticas (até porque essas eu não deixo a gente esquecer nunca, né), mas também da própria função social do jornalismo, esta sim bastante maltratada.</p>
<p>Aliás, será que ainda se discute isso nas redações? Eu, sinceramente, não lembro a última vez que tratei, no dia a dia do jornal, do tema.</p>
<p>A culpa é de todos nós, claro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A década em sete minutos]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/29/a-decada-em-sete-minutos/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 09:03:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/29/a-decada-em-sete-minutos/</guid>
<description><![CDATA[A década em sete minutos. Um especialzão bem ao estilo internet preparado pela Newsweek. De Elián Go]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://2010.newsweek.com/home.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-2376" title="news" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/11/news.jpg" alt="" width="478" height="402" /></a></p>
<p>A década em sete minutos. Um especialzão bem ao estilo internet <a href="http://2010.newsweek.com/home.html" target="_self">preparado pela Newsweek</a>.</p>
<p>De Elián González a Barack Obama numa linguagem rápida, uma resposta que ainda estamos procurando para uma possível linguagem própria de vídeos na web.</p>
<p>Ah, claro: e o beijaço de Madonna e Britney Spears que parou o mundo em 2003 _e que eu paralisei aí em cima para ilustrar este post.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A convivência forçada de uma integração de redações]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/23/a-convivencia-forcada-de-uma-integracao-de-redacoes/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 08:53:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[O que acontece quando um grande jornal resolve integrar suas equipes on-line e off-line, e o povo do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O que acontece quando um grande jornal resolve integrar suas equipes on-line e off-line, e o povo do papel toma conta do produto?</p>
<p>Às vezes, coisas muito ruins, como o choque de culturas que o Washington Post vive exatamente neste momento.</p>
<p>Recentemente, dois dos maiores jornais do Brasil, Folha de S.Paulo e O Globo, decidiram integrar fisicamente suas redações, movimento que já havia sido feito anos antes por O Estado de S.Paulo.</p>
<p>Em todas, porém, aparentemente cada equipe segue trabalhando a sua maneira. Não é o ideal, mas nota-se boa vontade.</p>
<p>No Washington Post, a <a href="http://www.mathewingram.com/work/2009/11/22/has-the-wapo-chosen-paper-over-web/" target="_self">integração está sendo bem mais traumática</a>. Papel e on-line viviam em mundos totalmente separados (inclusive em prédios distintos separados por um rio) e foram forçados a conviver juntos.</p>
<p>Essa história vai longe.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esso 'rouba' nome de jornalista para promover campanha jabazeira]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/21/esso-rouba-nome-de-jornalista-para-promover-campanha-jabazeira/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 09:57:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[O banner da Esso no Blog de Juca Kfouri foi produzido e inserido sem autorização do jornalista Que a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2345" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/11/jk_blog_1.jpg"><img class="size-full wp-image-2345" title="JK_blog_1" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/11/jk_blog_1.jpg" alt="" width="500" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">O banner da Esso no Blog de Juca Kfouri foi produzido e inserido sem autorização do jornalista</p></div>
<p>Que a publicidade é invasiva (e, na web, muito mais do que em qualquer outra mídia), a gente já sabia.</p>
<p>O que dizer quando anunciantes se apropriam de conteúdo jornalístico (ou do nome de um jornalista) para promover sua marca?</p>
<p><a href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2009-11-15_2009-11-21.html#2009_11-19_20_44_37-" target="_self">Aconteceu com Juca Kfouri</a> nesta semana (como mostra a imagem acima).</p>
<p>Surpreendido pelo golpe baixo, Juca conseguiu que o UOL retirasse o banner da página e promete tomar medidas legais contra a Esso, que avançou todos os sinais possíveis.</p>
<p>A empresa criou, com o sugestivo nome de &#8220;<a href="http://www.postodeposts.com.br/#/home" target="_self">Posto de Posts</a>&#8220;, uma espécie de fábrica de textos para blogueiros-jabazeiros e sem criatividade ou palavras que, em troca da exibição da marca em suas páginas, recebem &#8220;inspirações&#8221; para novos posts.</p>
<p>O desastrado banner de divulgação da promoção dizia que, apesar não de serem ácidos, perspicazes e inteligentes como Juca Kfouri, as pessoas poderiam ter um blog &#8220;tão bom quanto o dele&#8221; simplesmente acessando a tal fábrica de posts.</p>
<p>Uma bobagem sem tamanho.</p>
<p>Uma ideia pífia merecia uma estratégia pífia de divulgação. E terminar nos tribunais por se apropriar do que não devia.</p>
<p><strong>ATUALIZAÇÃO</strong>: A Esso <a href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2009-11-22_2009-11-28.html#2009_11-24_22_09_27-9991446-0" target="_self">pediu desculpas a Juca Kfouri</a> pela trapalhada, e o jornalista desistiu da ação legal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo financiado pelo público chega à grande imprensa]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/18/jornalismo-financiado-pelo-publico-chega-a-grande-imprensa/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 09:14:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/18/jornalismo-financiado-pelo-publico-chega-a-grande-imprensa/</guid>
<description><![CDATA[O jornalismo financiado pelo público finalmente chegou à grande imprensa. Cerca de 100 doadores cola]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O jornalismo financiado pelo público finalmente chegou à grande imprensa. Cerca de <a href="http://www.periodismociudadano.com/2009/11/14/the-new-york-times-publica-una-historia-producida-a-traves-de-spot-us" target="_self">100 doadores colaboraram com dinheiro</a> para que se concretizasse reportagem de Lindsey Hoshaw, <a href="http://www.nytimes.com/2009/11/10/science/10patch.html?_r=1&#38;scp=1&#38;sq=pacific%20islands&#38;st=cse" target="_self">publicada pelo New York Times</a>, sobre a catástrofe ambiental provocada pelo lixo numa região bem específica do Oceano Pacífico.</p>
<p>A proeza é do Spot.us, organização sem fins lucrativos que aposta na ideia de que os leitores são os maiores interessados no trabalho jornalístico e, logo, teriam <a href="http://webmanario.wordpress.com/2008/08/25/projeto-testa-jornalismo-financiado-nos-eua" target="_self">interesse em bancar reportagens</a>.</p>
<p>Foi a entidade, criada por Dave Cohn após ganhar uma bolsa de US$ 370 mil, quem intermediou a negociação com o Times e garantiu a publicação da matéria numa vitrine privilegiada.</p>
<p>O jornalão se interessou de imediato pela reportagem, mas, como sempre, desde que não metesse a mão no bolso.</p>
<p>É um grande dia para os que acreditam, como eu, em novos modelos de financiamento para o combalido jornalismo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um projeto que poderia ser jornalístico, se nos importássemos com isso]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/16/um-projeto-que-poderia-ser-jornalistico-se-nos-importassemos-com-isso/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 09:27:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[A participação não é um paradigma da web, é uma realidade que o jornalismo ainda está aprendendo a c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A participação não é um paradigma da web, é uma realidade que o jornalismo ainda está aprendendo a   conhecer. No geral, o usuário da internet é segregado quando o assunto é notícia _sua contribuição, no máximo, ocupa canais específicos de portais, sempre jogados num canto qualquer.</p>
<p>Fora do jornaismo, porém, a compreensão de que as pessoas devem dar as cartas e ser ouvidas está bem mais consolidada.   O projeto <a href="http://www.votenaweb.com.br" target="_self">Vote na Web</a> é um exemplo que poderia perfeitamente estar dentro de um projeto jornalístico (e ajudar repórteres a compreender o pulso popular diante de iniciativas parlamentares).</p>
<p>No site, o internauta tem a possibilidade de dizer sim ou não a todos os projetos de lei que estão em tramitação no Congresso, além de acompanhar o comportamento de seus representantes nas casas legislativas. Um evidente instrumento de pressão, no mínimo.</p>
<p>De novo, uma iniciativa simples, mas que dá ao usuário da web (enfim, um cidadão) a exata medida de sua importância. Coisa que o jornalismo, com as bravas exceções, ainda parece não ter compreendido.</p>
<p>Até quando vamos tratar essas pessoas, nossos clientes, afinal, como se fossem passivos devoradores de notícias? Não está claro que as pessoas querem (e já estão, independentemente da gente) participar de processos?</p>
<p>Quem soube primeiro foi a <a href="http://twitter.com/drisallesgomes" target="_self">Adriana Salles Gomes</a>, cujo único defeito é ser são-paulina.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quentin Tarantino e receitas de bom conteúdo na web]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/15/quentin-tarantino-e-receitas-de-bom-conteudo-na-web/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 08:17:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Multimidia Shooter descobriu o Guia Quentin Tarantino de bom conteúdo na web. Conteúdo jornalístic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Multimidia Shooter descobriu o <a href="http://www.copyblogger.com/quentin-tarantino" target="_self">Guia Quentin Tarantino</a> de bom conteúdo na web. Conteúdo jornalístico com J maiúsculo, diga-se.</p>
<p>Inspirado, o site <a href="http://www.multimediashooter.com/wp/linksresources/9-killer-things-i-saw-this-week/?utm_source=feedburner&#38;utm_medium=feed&#38;utm_campaign=Feed%3A+Multimediashooter+(MultimediaShooter)" target="_self">lista nove trabalhos multimídia</a> recém descobertos.  Coisas finíssimas, como o projeto <a href="http://www.nytimes.com/packages/html/nyregion/1-in-8-million/index.html#" target="_self">One in 8 Million</a> do NYT, posteriomente <a href="http://www.latimes.com/news/local/photography/la-population-package,0,7767099.htmlstory#/Waiting_for_death_alone_and_unafraid" target="_self">replicado pelo Los Angeles Times</a>. Perfis de moradores destas cidades. Simples e ótimo.</p>
<p>Ou o TCC de uma turma da Universidade da Carolina do Norte (onde leciona Alberto Cairo) nas <a href="http://livinggalapagos.org" target="_self">Ilhas Galápagos</a>, no Equador.</p>
<p>Entre as dicas há novos projetos, como o <a href="http://www.vjmovement.com" target="_self">Videojournalism Movement</a>.</p>
<p>É sério, vale olhar com tempo toda a lista.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HQ, fotonovela, não importa: é jornalismo, e de vanguarda]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/14/reportagem-em-quadrinhos-tambem-e-opcao-multimidia/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 09:51:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/14/reportagem-em-quadrinhos-tambem-e-opcao-multimidia/</guid>
<description><![CDATA[Já faz algum tempo que tenho ressaltado a importância de projetos multimídia (especificamente aquele]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www2.uol.com.br/JC/sites/bicicletas/index.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-2309" title="nova_narrativa_JC" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/11/nova_narrativa_jc.jpg" alt="nova_narrativa_JC" width="500" height="273" /></a></p>
<p>Já faz algum tempo que tenho ressaltado a importância de projetos multimídia (especificamente aqueles que abraçam novas narrativas jornalísticas na web) para que nossa profissão desfrute a era digital e dê algum tipo de resposta aos que questionam o seu futuro.</p>
<p>E vejam que maneira interessante o Jornal do Commercio, de Recife, escolheu para <a href="http://www2.uol.com.br/JC/sites/bicicletas/index.html" target="_self">contar uma história sobre o uso da bicicleta</a> como alternativa ao carro e ao trânsito das grandes cidades.</p>
<p>Linguagem de HQ que agrega fotonovela, vídeos, fotos, edição jornalística e até making of (talvez o trecho menos bem-sucedido). Os créditos são de  Julliana de Melo e Sidclei Sobral.</p>
<p>Lembrei da tão <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1290695-7085,00-OS+ULTIMOS+DIAS+DE+MICHAEL+JACKSON.html" target="_self">criticada HQ do G1</a> sobre a morte de Michael Jackson, que eu achei boa pra dedéu. Critique-se a espetacularização ou o traço sem acabamento (os dois poréns que mais ouvi sobre esse trabalho), mas não se pode deixar de valorizar a iniciativa. Estamos, o jornalismo, precisando dessas coisas, gente.</p>
<p>O jornalismo deve se apropriar de linguagens velhas e novas, até das antes consideradas não jornalísticas, para narrar fatos de forma mais atual e apropriada às plataformas hoje existentes.</p>
<p>Quem <a href="http://jornalismomovel.blogspot.com/2009/11/reportagem-multimidia-do-jc-online.html" target="_self">descobriu a contribuição do Jornal do Commercio, e também elogiou</a>, foi o Fernando Firmino, uma das maiores autoridades em jornalismo móvel (e seus dispositivos) no Brasil.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O erro dos jornais que investem contra o Google News]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/09/o-erro-dos-jornais-que-investem-contra-o-google-news/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 09:03:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Folha e O Globo aderiram, na semana passada, à Declaração de Hamburgo, um documento da indústria dos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Folha e O Globo <a href="http://docs.google.com/Doc?docid=0AZay9pbV5RcIZHQ3aHE3dF8yMjJjdjVybXJtaA&#38;hl=en" target="_self">aderiram, na semana passada, à Declaração de Hamburgo</a>, um documento da indústria dos   jornais que clama pelo &#8220;respeito às leis de propriedade intelectual para textos jornalísticos   reproduzidos na internet&#8221;.</p>
<p>O problema é que <a href="http://www.epceurope.org/issues/Hamburg_Declaration_on_Intellectual_Property_Rights.pdf" target="_self">a carta (PDF)</a>, como quase sempre acontece quando neófitos tentam falar ou legislar   sobre a web, imagina ser capaz de definir limites absolutamente incontroláveis porque a internet, e   quem não sabe disso parou no tempo, é dominada pelo usuário, não por grandes corporações.</p>
<p>Primeiro que os publishers deixam claro que a cobrança por conteúdo é uma prioridade _quase uma   panaceia que estabelecerá paredões pagos cujo único efeito prático será o desaparecimento das marcas (e   de seu conteúdo) da internet &#8220;legal&#8221;.</p>
<p>Claro, se você se fecha totalmente a assinantes, se esconde do resto do mundo que usa as ferramentas de busca   para encontrar o que deseja. Sem contar que nem isso garante a proteção ao seu rebanho _seu conteúdo   será distribuído de um jeito ou de outro, e na maioria das vezes por pessoas que amam você.</p>
<p>Outro erro da indústria jornalística é investir contra agregadores como o Google News. Pode ter certeza   de que eles não estão usurpando seu conteúdo, mas o divulgando e levando a lugares que você jamais   esperava alcançar.</p>
<p>E não me venham falar no exemplo do The Wall Street Journal, que a cada dia amplia sua carteira de assinantes on-line (eles já são bem mais de um milhão). Informação econômica (e que se reverte em dinheiro) é precisamente a única que o ser humano não está disposto a compartilhar.</p>
<p>Bem por isso Rupert Murdoch <a href="http://www.telegraph.co.uk/finance/newsbysector/mediatechnologyandtelecoms/media/6505610/Rupert-Murdoch-delays-plans-to-charge-for-online-news.html" target="_self">adiou recentemente seu plano</a> de cobrar pelo acesso aos sites jornalísticos sob o seu comando.  É que é preciso uma justificativa muito forte para fazer as pessoas pagarem pelo que é de graça há tempos na internet.</p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/07/30/como-convencer-seu-leitor-a-pagar-por-noticias-pergunte-a-um-psicologo" target="_self">Trabalho para um psicólogo</a> mesmo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que há de realmente novo no New York Times]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/06/o-que-ha-de-realmente-novo-no-new-york-times/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:15:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/06/o-que-ha-de-realmente-novo-no-new-york-times/</guid>
<description><![CDATA[Mesmo sem fazer dinheiro (pelo contrário, torrando orçamento), o The New York Times continua investi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mesmo sem fazer dinheiro (pelo contrário, torrando orçamento), o The New York Times continua investindo fortemente em inovação na web.</p>
<p>Agora o jornal põe à disposição o seu <a href="http://innovate.whsites.net/" target="_self">portfólio de experimentações</a> voltadas para manter o usuário por mais tempo dentro do site _o tempo de permanência é, hoje, a moeda mais poderosa da internet, superando por muitas cabeças o page view ou a visita única.</p>
<p>Tem todo tipo de aplicativo, e para diversas plataformas.</p>
<p>Mais uma fonte inspiradora para quem procura boas soluções, o tema que predominou nas discussões desta semana por aqui no Webmanario.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projetos mulmídia que extrapolam o jornalismo (e nos dão ótimas ideias)]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/03/projetos-mulmidia-que-extrapolam-o-jornalismo-e-nos-dao-otimas-ideias/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 12:49:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Você está procurando referências sobre grandes trabalhos multimídia (ou seja, a aposta em narrativas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Você está procurando referências sobre grandes trabalhos multimídia (ou seja, a aposta em narrativas que incluam foto, vídeo, áudio e o que for) e não sabe onde encontrar?</p>
<p>Pois bem, o <a href="http://feedproxy.google.com/~r/Multimediashooter/~3/zH_EBhhXBR4/" target="_self">Multimidiashooter selecionou dez exemplos</a> de tirar o fôlego (um deles, a reportagem &#8220;Cáli, a cidade que não dorme&#8221;, já havia sido <a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/10/20/o-jornalismo-que-transcende-o-papel" target="_self">recomendado aqui recentemente</a>).</p>
<p>Ah, nem todos os projetos são jornalísticos. Melhor ainda: há tempos a criatividade anda caminhando longe das redações _exemplos da publicidade ou do design sempre nos dão ideias ótimas).</p>
<p>Casos como o da Economist, em que uma série de profissionais mostra seu ambiente de trabalho, o <a href="http://thinkingspace.economist.com" target="_self">lugar onde têm mais inspirações</a>.  Verdadeiramente sensacional.</p>
<p>Desfrute.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Europa discute os direitos do cidadão digital]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/02/europa-discute-os-direitos-do-cidadao-digital/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 09:22:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/02/europa-discute-os-direitos-do-cidadao-digital/</guid>
<description><![CDATA[A Europa está discutindo, neste momento, a Carta de Direitos dos Cidadãos na Era Digital. É um docum]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Europa está discutindo, neste momento, a Carta de Direitos dos Cidadãos na Era Digital. É um   documento importante e com vários pontos que considero fundamentais para esta e as próximas gerações.</p>
<p>Entre as sugestões espanholas para a União Europeia estão a banda larga como serviço público universal,   a neutralidade da rede, a necessidade de se manter em domínio público conteúdos subsidiados com impostos, padrões abertos para a tecnologia, o direito de acesso a informações públicas e, enfim, aumento de proteção dos direitos dos cidadãos que acessam a rede.</p>
<p>É uma discussão que diz respeito a todos nós.</p>
<p>Juan Varela <a href="http://periodistas21.blogspot.com/2009/10/carta-europea-de-derechos-de-los.html" target="_self">aborda longamente o assunto</a>, para quem quiser se aprofundar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banner on-line completa 15 anos hoje]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/27/banner-on-line-completa-15-anos-hoje/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 09:43:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/27/banner-on-line-completa-15-anos-hoje/</guid>
<description><![CDATA[Hoje o banner publicitário na internet completa 15 anos. Em 27 de outubro de 1994, o site HotWired (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje o banner publicitário na internet <a href="http://www.elpais.com/articulo/tecnologia/banner/cumple/anos/elpeputec/20091026elpeputec_2/Tes" target="_self">completa 15 anos</a>. Em 27 de outubro de 1994, o site HotWired (a primeira revista web da história, fundada em 1994) criou o formato, cobrando US$ 60 mil (os valores são da época) da AT&#38;T por 24 semanas de exibição.</p>
<p>No início, a novidade provocou problemas hoje inimagináveis. Claro, boa parte dos potenciais anunciantes nem sequer possuía um site. Logo, linkar pra onde o banner? Alguns optaram por sites ainda em construção, estratégia certamente catastrófica.</p>
<p>Saudado como a grande possibilidade de monetização das operações digitais, o banner ainda persiste, hoje sem carregar o peso dessa (falsa) responsabilidade.   Pudera: Jakob Nielsen, mestre da usabilidade, comprovou em suas pesquisas que o usuário simplesmente <a href="http://www.useit.com/alertbox/reading_pattern.html" target="_self">ignora essas mensagens publicitárias</a> _tudo que está fora do campo de visão do padrão f é como se não existisse.</p>
<p>Amado e odiado, o banner veio pra ficar? Não responda ainda: a publicidade on-line também evoluiu. E está descobrindo maneiras mais efetivas de chamar a sua atenção.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Navegação audiovisual propõe o fim do clique]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/25/navegacao-audiovisual-propoe-o-fim-do-clique/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 10:52:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/25/navegacao-audiovisual-propoe-o-fim-do-clique/</guid>
<description><![CDATA[Imagine navegar num site sem clicar em nada, simplesmente falando ou fazendo gestos. É a proposta de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Imagine <a href="http://www.andreaslutz.com" target="_self">navegar num site sem clicar em nada</a>, simplesmente falando ou fazendo gestos.</p>
<p>É a proposta de Andreas Lutz, um designer suíço que _como tanta gente_ se cansou de tantos cliques e propôs a primeira página com navegação audiovisual de que se tem notícia.</p>
<p>Funciona assim: você liga sua webcam e, na base do gestual e de palavras-chave, vai passeando exatamente da forma como se estivesse apertando o companheiro mouse _<a href="http://www.youtube.com/watch?v=LT_lT1UdH28" target="_self">este vídeo explica direitinho</a> a tecnologia.</p>
<p>A ideia de abandonar o clique não é nova (um projeto do ano passado apresenta <a href="http://www.dontclick.it" target="_self">exatamente o mesmo desafio</a>).</p>
<p>Porém a tecnologia de associar imagem e voz para capitanear a navegação pode, num futuro bem próximo, revolucionar a maneira como trafegamos na web.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Duas coisas realmente novas no webjornalismo nacional]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/23/duas-coisas-realmente-novas-no-webjornalismo-nacional/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 09:21:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/23/duas-coisas-realmente-novas-no-webjornalismo-nacional/</guid>
<description><![CDATA[A home page da ESPN Brasil: a busca é a rainha Tenho falado isso reiteradamente em aulas, palestras ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2211" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://espnbrasil.terra.com.br/"><img class="size-full wp-image-2211" title="espn" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/10/espn.jpg" alt="A home page da ESPN Brasil: a busca é a rainha" width="500" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">A home page da ESPN Brasil: a busca é a rainha</p></div>
<p>Tenho falado isso reiteradamente em aulas, palestras e eventos, mas só agora me dei conta de que nunca publiquei aqui: duas experiências ótimas que estão em curso em sites brasileiros e que, verdadeiramente, representam um oásis na paisagem de mesmice das páginas noticiosas da web nacional.</p>
<p>Foi minha colega <a href="http://bertocchi.info/content/?q=node/13" target="_self">Daniela Bertocchi</a> quem me chamou a atenção, há meses, para essas &#8220;inovações&#8221; _as aspas se justificam porque não são grandes descobertas, mas em se tratando de Brasil, são boas iniciativas.</p>
<p>São duas home pages. A primeira, da ESPN Brasil, que conseguiu se livrar da amarra da página inicial manchetada e cheia de texto e, <a href="http://espnbrasil.terra.com.br/" target="_self">valorizando acima de tudo a busca</a> _que é a forma como as pessoas navegam na internet, se você ainda não percebeu isso_, apresenta um visual limpo e, ao mesmo tempo, bastante gráfico (as chamadas são fotos, repare).</p>
<p>A outra coisa bacana, e que já está no ar há tempos, é a capa do caderno Link, de O Estado de S.Paulo, que <a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/" target="_self">destaca antes de qualquer outra notícia uma nuvem de tags</a> _aqui questiono apenas a escolha das palavras-chave, uma das atribuições do jornalista atual, que poderia ser mais refinada.</p>
<p>Estes dois assuntos estiveram na pauta da visita que fiz, nesta semana, aos alunos do sexto semestre da PUC de Campinas, a convite do &#8220;duplo colega&#8221; (como ele bem próprio definiu) Edson Rossi, o professor da turma e comandante do Boeing chamado portal Terra.</p>
<p>Na visita, aconteceram algumas coisas extraordinárias.</p>
<p>Pela primeira vez fui confrontado, pelos estudantes, com textos que escrevi aqui no Webmanario. Isso deu um outro caminho à discussão que, como sempre, tratava da importância da conversação com o público para a manutenção de um jornalismo moderno e saudável.</p>
<p>Houve diálogo e troca de impressões e insights _exatamente como eu, e tanta gente, sugere ao ainda arrogante e retrógrado jornalismo profissional praticado hoje.</p>
<p>A conversa começou justamente exibindo a imagem de um ferido nos atentados de Madrid-2004 (como <a href="http://docs.google.com/present/edit?id=0AZay9pbV5RcIZHQ3aHE3dF8yMTNjcnE5bWNmNw&#38;hl=en" target="_self">você pode conferir nos slides</a> do papo) checando seu celular, a plataforma do presente (e do futuro) para quem, como a gente, trabalha com distribuição de conteúdo.</p>
<p>Falamos da crise dos jornais e de Alan Mutter, que detectou a &#8220;quebra&#8221; da circulação dos jornais quando a penetração de banda larga residencial num país atinge 30%, um assunto em que os alunos de Rossi mostraram estar bastante bem informados.</p>
<p>Foi mais uma chance incrível de trocar experiências.</p>
<p>Espero voltar em breve a Campinas e ao agradável campus da PUC.</p>
<div id="attachment_2220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/"><img class="size-full wp-image-2220" title="link_estadao_tagcloud" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/10/link_estadao_tagcloud1.jpg" alt="A home do Link, canal (e caderno impresso) de tecnologia do Estadão: bom exemplo de navegação temática e comandada pelo público" width="500" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A home do Link, canal (e caderno impresso) de tecnologia do Estadão: bom exemplo de navegação temática e comandada pelo público</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A biópsia e um mea-culpa dos jornais impressos]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/19/a-biopsia-e-um-mea-culpa-dos-jornais-impressos/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 09:11:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma biópsia de um jornal sem vida (o moribundo Columbia Daily Tribune) e uma releitura do atestado d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma biópsia de um jornal sem vida (o moribundo <a href="http://www.columbiatribune.com" target="_self">Columbia Daily Tribune</a>) e uma releitura do atestado de   óbito do Rocky Mountain News (<a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/02/26/cenas-tragicas-na-ultima-edicao-de-um-jornal/" target="_self">finado desde 27 de fevereiro deste ano</a>). Textos que nos fazem pensar   sobre o que andamos fazendo _e tudo aquilo que deixamos de fazer.</p>
<p>Uma edição aleatória do Daily foi <a href="http://www.shirky.com/weblog/2009/10/rescuing-the-reporters" target="_self">analisada por Clay Shirky</a>, nascido na cidadezinha de 100 mil   habitantes no Missouri. Naquele dia, seis repórteres assinaram as únicas oito reportagens produzidas   pela equipe do jornal. Todo o resto, excluindo o caderno de Esporte, era de autoria da AP.</p>
<p>E por que apenas seis repórteres? O resto estaria envolvido em outras tarefas ou investigações? &#8220;Não&#8221;,   revela Shirky, &#8220;é que o jornal, que tem 59 funcionários, possui apenas seis repórteres&#8221;.</p>
<p>Em outro texto, John Temple, que foi publisher do Rocky Mountain News, <a href="http://www.johntemple.net/2009/09/lessons-from-rocky-mountain-news-text.html" target="_self">faz um mea-culpa</a> sobre o fim do   periódico de 150 anos. &#8220;Nós enxergamos o site do jornal como uma versão eletrônica do jornal, sem vida   própria&#8221;.</p>
<p>Em resumo, o povo do RMN pensou a web como espaço para exibir a edição impressa, não como um canal de novas oportunidades e plataformas.  Temple também descobriu tarde demais que o ex-plateia agora quer é interferir no processo. &#8220;Hoje os consumidores exigem serviços quando, onde e como eles quiserem, e querem ter o poder de participar, não apenas de receber conteúdo&#8221;, disse.</p>
<p>Conclusão: investir em produção de conteúdo impresso e experimentações de narrativas na web faz muitíssimo bem à saúde do seu jornal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alemanha ganha primeiro jornal impresso personalizado do mundo]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/16/alemanha-ganha-primeiro-jornal-impresso-personalizado-do-mundo/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 10:56:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma dupla de jovens empresários alemães apresentou esta semana um projeto mirabolante: o do &#8220;p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma dupla de jovens empresários alemães apresentou esta semana um projeto mirabolante: o do &#8220;<a href="http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5i_tpe33jOjeKXQhEEl63oBtS_u-w" target="_self">primeiro jornal personalizado da Europa</a>&#8220;. Parece loucura, e é.</p>
<p>O <a href="http://www.niiu.de/" target="_self">Niiu</a>, que será lançado na segunda quinzena de novembro, se propõe a ser uma miscelânea de reportagens publicadas pelas edições on-line de veículos alemães e internacionais.</p>
<p>Cada assinante (que pagará 1,20 euros por edição) escolhe, no dia anterior, que tipo de notícia quer ver no seu jornal na manhã seguinte.</p>
<p>A premissa do ousado projeto é superquestionável: &#8220;as pessoas preferem ler em papel&#8221;, diz Wanja Soeren Oberhof, 23, um dos donos da ideia (ao lado de Hendrik Tiedemann, 27).  É?</p>
<p>A duplinha de aventureiros diz que, para os anunciantes, seu produto é um prato cheio, porque podem alcançar exatamente o público que almejam.</p>
<p> Como aventura, o Niiu me parece sensacional _é desse tipo de experimento que sacamos conclusões para o futuro do negócio jornal. Como produto, entretanto, tem tudo para naufragar.</p>
<p>Volto ao assunto quando ele fechar as portas.</p>
<p>(via <a href="http://www.233grados.com/blog/2009/10/berl%C3%ADn-tendr%C3%A1-un-peri%C3%B3dico-hecho-al-gusto-de-cada-lector.html" target="_self">233 Grados</a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversas sobre a publicação pessoal]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/11/conversas-sobre-a-publicacao-pessoal/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 10:11:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/11/conversas-sobre-a-publicacao-pessoal/</guid>
<description><![CDATA[Sexta-feira ministrei a primeira parte da conversa sobre publicação pessoal e o jornalismo para os t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sexta-feira ministrei a primeira parte da conversa sobre publicação pessoal e o jornalismo para os trainees da atual turma de treinamento de Folha de S.Paulo, a 48ª da série.</p>
<p>É aquele papo que os jornalistas, normalmente, não estão muito dispostos a ouvir: que temos de deixar o pedestal e assumir que o público, graças ao avanço da tecnologia, tem à disposição as mesmas ferramentas que nós.</p>
<p><strong><a href="http://docs.google.com/present/edit?id=0AZay9pbV5RcIZHQ3aHE3dF8xNTRmc3pwdHJjcQ&#38;hl=en" target="_self">Os slides da aula</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://shorttext.com/display.aspx?404;http://shorttext.com:80/lfovjja2k" target="_self">O roteiro de links (senha: webma)</a></strong></p>
<p>Mais: que público, fontes, empresas e governos estão publicando o tempo todo na internet, muitas vezes mais do que nós próprios, dispensando definitivamente a mediação da imprensa para se comunicar entre si.</p>
<p>É um estado irreversível contra o qual não adianta espernear. Infelizmente, ainda é mínima a compreensão, no jornalismo profissional, de que essa situação força a convivência com todos esses jogadores e, mais do que isso, o diálogo entre todos nós que, hoje, desempenhamos essa tarefa extraordinária que é apurar/difundir/analisar notícias.</p>
<p>Espero que essa nova geração que chega agora às redações entenda o recado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem disse que a internet é infinita e de graça?]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/08/quem-disse-que-a-internet-e-infinita-e-de-graca/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 10:09:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/08/quem-disse-que-a-internet-e-infinita-e-de-graca/</guid>
<description><![CDATA[É uma percepção das pessoas que a internet, além de ser infinita, possui custo zero. Você publica o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É uma percepção das pessoas que a internet, além de ser infinita, possui custo zero. Você publica o que quer, onde quer e sem pagar nada.</p>
<p>Nada mais mentiroso. E os recentes problemas na ferramenta de publicação dos blogs do UOL (quem tem um e não teve problemas que atire a primeira pedra) ou a parada do Twitter nesta quinta-feira estão aí justamente para lembrar a gente que existe um limite para a expansão e manutenção da rede: o servidor _isso sem contar que os HDs têm, entre outras coisas, alumínio e cobalto, materiais absolutamente finitos.</p>
<p>Quanto mais produção on-line, mais e potentes servidores serão necessários para manter a internet funcionando normalmente. E isso é totalmente físico.</p>
<p>Para mantê-los, alguém está investindo muito dinheiro. E terá de investir muito mais para manter essa engrenagem rodando.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As retrógradas 'edições eletrônicas' dos jornais]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/07/as-retrogradas-edicoes-eletronicas-dos-jornais/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 09:47:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/07/as-retrogradas-edicoes-eletronicas-dos-jornais/</guid>
<description><![CDATA[O jornalista André Deak fez, há algum tempo, uma crítica bastante pontual ao sistema Flip Page, adot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O jornalista André Deak fez, há algum tempo, uma <a href="http://www.andredeak.com.br/2009/09/13/fail-fsp-online-segue-onda-ultrapassada" target="_self">crítica bastante pontual</a> ao sistema Flip Page, adotado recentemente pela Folha de S.Paulo para exibir sua edição na web _e há muitos anos por diversos outros jornais.</p>
<p>A questão sobre o flip é justamente o fato de ser uma reprodução pura simples de um produto impresso, neste caso apenas transposto para a web. Os defensores desse sistema dizem que é isso, exatamente, o que buscam esses usuários.</p>
<p>Deak torce o nariz. &#8220;Ainda assim é possível criar outro lay-out, específico para a internet, mais interativo e com mais usabilidade do que a simples reprodução das páginas impressas&#8221;.</p>
<p>Verdade. E o pior é que o Flip até tem alguns recursos, mas que muitas vezes o leitor não percebe, como a inclusão de links (a própria Folha tem links associados dentro daquelas páginas, como em remissões de textos do impresso que levam ao site do jornal). Você já percebeu?</p>
<p>O texto critica a Folha pelo atraso em adotar a tecnologia, disponível desde 2002, mas também por essa insistência de emular e perpetuar linguagens anteriores, quando o que temos pela frente sugere muito mais dinamismo e criatividade.</p>
<p>Concordo com absolutamente tudo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O retrógrado entrave sindicalista]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/01/o-retrogrado-entrave-sindicalista/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 06:17:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/01/o-retrogrado-entrave-sindicalista/</guid>
<description><![CDATA[Perguntei a Leonardo Dresch (a cabeça por trás da produção multimídia do jornal O Globo) por que os ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Perguntei a Leonardo Dresch (a cabeça por trás da <a href="http://oglobo.globo.com/multimidia" target="_self">produção multimídia do jornal O Globo</a>) por que os fotógrafos de jornais não se engajam no mix de conteúdos e, falando objetivamente, abracem a produção dos vídeos nossos de cada dia.</p>
<p>Falei disso há pouco tempo, e houve polêmica porque faltou o &#8220;fotógrafos de jornais&#8221; <a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/08/05/onde-estao-os-fotografos-que-fogem-do-papo-da-convergencia" target="_self">em meu discurso</a>.</p>
<p>&#8220;A construção narrativa quem faz melhor é o réporter&#8221;, disse Dresch, que também é fotógrafo.Eu rebato com &#8220;mas são profissionais de imagem, deveriam se interessar por essa fronteira&#8221;.</p>
<p>Dresch levanta outro aspecto, este sindical: a organização que representa os fotógrafos é, em sua percepção (e compartilho isso), mais forte que a entidade de classe dos jornalistas. &#8220;Entidade de classe&#8221;, para dizer a verdade, é o termo certo.</p>
<p>Mas daí me lembro de Ronaldo Bernardi e seu incrível registro do mundo animal que levou um ano da apuração à concretização. Lembra? Claro: é <a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/03/14/o-incrivel-video-da-tartaruga-que-ataca-uma-pomba" target="_self">aquele vídeo da tartaruga que ataca e come uma pomba</a>.</p>
<p>A constatação óbvia é que os afinados com o discurso sindicalista estão ficando pra trás.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De novo, a coceira de fazer newsgaming]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/29/de-novo-a-coceira-de-fazer-newsgaming/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 08:45:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/29/de-novo-a-coceira-de-fazer-newsgaming/</guid>
<description><![CDATA[A publicidade também se apropria da linguagem dos games para transmitir sua mensagem. Esse joguinho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.soccerblocker.nl/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2139" title="newsgaming_volks" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/09/newsgaming_volks.jpg" alt="newsgaming_volks" width="500" height="274" /></a></p>
<p>A publicidade também se apropria da linguagem dos games para transmitir sua mensagem. Esse <a href="http://adivertido.com/volkswagen-soccer-blocker/" target="_self">joguinho bancado pela Volks</a> é um belo exemplo.</p>
<p>E pensar que deixamos passar essas oportunidades diariamente no jornalismo, que poderia produzir peças de newsgaming (advergaming em publicitês) como complemento luxuoso para o noticiário.</p>
<p>Chegaremos lá?</p>
<p>(via <a href="http://adivertido.com/" target="_self">Advertido</a>)</p>
<p><strong>ATUALIZAÇÃO</strong>: um <a href="http://www.wired.com/special_multimedia/2009/cutthroatCapitalismTheGame" target="_self">exemplo de newsgaming</a> feito pela Wired contextualizando a ação dos piratas modernos na região da Somália. É disso que estamos falando.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E o R7, heim?]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/28/e-o-r7-heim/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:00:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/28/e-o-r7-heim/</guid>
<description><![CDATA[O Brasil ganhou um novo portal de notícias,  o R7, que tem por trás a Rede Record _e, claro, o dinhe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Brasil ganhou um novo portal de notícias,  o <a href="http://www.r7.com/" target="_self">R7</a>, que tem por trás a Rede Record _e, claro, o dinheiro da Igreja Universal do Reino de Deus.</p>
<p>O site, nitidamente, prioriza notícias de entretenimento e parece formulado para o público das classes B e C (mas isso é uma suposição minha, não possuo esta informação).</p>
<p>De resto, fica a sensação de mais do mesmo, ou seja, que o R7 não apresentará nenhuma novidade nem acrescentará algo ao panorama on-line brasileiro. Pouco para algo que foi tratado, pela Record, como uma espécie de descoberta da internet.</p>
<p>Falamos em breve sobre isso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem rumo, jornais dão de graça o que poderiam cobrar]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/24/sem-rumo-jornais-dao-de-graca-o-que-poderia-cobrar/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:37:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/24/sem-rumo-jornais-dao-de-graca-o-que-poderia-cobrar/</guid>
<description><![CDATA[Olha só como os jornais singram sem rumo: o ABC, um dos maiores periódicos da Espanha, acaba de colo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olha só como os jornais singram sem rumo: o ABC, um dos maiores periódicos da Espanha, acaba de colocar no ar uma <a href="http://hemeroteca.abc.es" target="_self">hemeroteca digitalizada</a> com todas as edições de seus 118 anos.</p>
<p>É o típico produto que pode ser cobrado na web, um plus que os usuários interessados pagam felizes da vida.</p>
<p><strong><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/09/24/conteudo-pago-cronica-de-uma-morte-anunciada" target="_self">Leia também: Só 5% do público aceita pagar por conteúdo na internet</a></strong></p>
<p>Recomenda-se apenas uma edição temática para reunir, num mesmo pacote, matérias relacionadas (exemplo: a cobertura da Guerra Civil Espanhola, ou 100 textos de um determinado articulista notório etc).</p>
<p>Mas não: o trabalho brutal de digitalizar tudo, algo inimitável e que pertence apenas ao ABC, está aí, disponível de graça. Enquanto isso, o jornal quer cobrar por hard news, que todo mundo tem.</p>
<p>Vai entender.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conteúdo pago: crônica de uma morte anunciada]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/24/conteudo-pago-cronica-de-uma-morte-anunciada/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 10:30:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/24/conteudo-pago-cronica-de-uma-morte-anunciada/</guid>
<description><![CDATA[Como se aproxima rapidamente a hora em que alguns dos principais jornais do mundo voltarão a cobrar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://paidcontent.co.uk/article/419-pcukharris-poll-only-five-percent-of-readers-would-pay-for-online-news"><img class="aligncenter size-full wp-image-2109" title="paid_content" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/09/paid_content.png" alt="paid_content" width="500" height="338" /></a></p>
<p>Como se aproxima rapidamente a hora em que alguns dos principais jornais do mundo voltarão a cobrar por conteúdo (não deve passar do início do ano que vem, num movimento que inclusive pode ser considerado cartelização e, posteriormente, vetado), chega em boa hora pesquisa do site Paid Content que, como o nome diz, defende o tiro no pé e o suicídio de se cobrar por aquilo que há anos é de graça e, mais, que se pode encontrar em qualquer lugar na internet.</p>
<p>Mas enfim, o site perguntou o que as pessoas fariam se, de repente, a página de notícias preferida delas passasse a <a href="http://www.onemanandhisblog.com/archives/2009/09/proprortion_of_readers_that_will_pay_for.ht" target="_self">cobrar por conteúdo</a>.</p>
<p>Bem, as respostas estão no quadro acima. Destaco que só 5% aceitariam pagar assim, na boa. E olha que esse levantamento foi feito na Grã-Bretanha. Aposto que, fosse no Brasil, a adesão ao conteúdo pago seria ainda menor.</p>
<p> Aproveitando o assunto, <a href="http://www.niemanlab.org/2009/09/clay-shirky-let-a-thousand-flowers-bloom-to-replace-newspapers-dont-build-a-paywall-around-a-public-good" target="_self">vale muito a pena ler</a> (e ouvir, pois o áudio está disponível também) mais um pouco das opiniões de Clay Shirky, professor da Universidade de Nova York, sobre o assunto.</p>
<p>A frase emblemática deste colóquio: &#8220;Deixem mil flores para substituir os jornais, mas não criem um paredão pago em torno de um bem público&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
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