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	<title>sobreviver &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/sobreviver/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sobreviver"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 05:14:17 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Discas (in)úteis - Ressaca: como sobreviver ao dia seguinte]]></title>
<link>http://jafnh.wordpress.com/2009/11/15/discas-inuteis-ressaca-como-sobreviver-ao-dia-seguinte/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 19:57:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jaf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Raros são os adultos que nunca passaram pela provação de uma grande ressaca. Alguns têm ressaca porq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Raros são os adultos que nunca passaram pela provação de uma grande ressaca. Alguns têm ressaca porque bebem demais, outros simplesmente porque bebem mal – desprezando toda a experiência acumulada de anos de civilização, e optando por encarar a garrafa com o estômago vazio, misturando bebidas e ultrapassando seu limite pessoal.</p>
<p>Talvez a melhor receita para encarar uma grande ressaca seja certificar-se de não ter nenhum compromisso no dia seguinte, de que sua casa tem tudo que você precisa para sobreviver ao dia seguinte sem colocar o pé na rua, e de que você bebeu para celebrar algo muito bom, para ao menos ter a ilusão de que o excesso valeu a pena.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-168 aligncenter" title="ressacona" src="http://jafnh.wordpress.com/files/2009/11/ressacona.jpg" alt="ressacona" width="234" height="250" /></p>
<p>Mas sejamos práticos: a melhor forma de evitar a ressaca em si é não beber álcool sem moderação. Além disso, raramente podemos contar com o luxo de passar o dia seguinte na cama, em um ambiente climatizado, com as cortinas fechadas e uma TV mostrando Gugu ou Eliana.</p>
<p>Vamos então a uma série de dicas sobre como evitar e “curar” a ressaca. Antes uma observação: adapte as dicas ao seu estilo de vida apenas quando as julgar aplicáveis com segurança – quando se trata da sua saúde, o melhor é consultar um profissional antes de experimentar qualquer procedimento. E, claro, o correto é nunca ingerir álcool além do limite seguro, e nunca beber se for dirigir.</p>
<h2>Entendendo a ressaca</h2>
<p>Pessoas com ressaca sentem uma série de sintomas comuns: dores de cabeça, dificuldade de se concentrar, prostração, mau humor e irritabilidade, problemas digestivos e dores no êstomago, náuses, vômitos… Além de processar o próprio álcool e outras substâncias presentes nas bebidas, em geral o seu corpo ainda tem que lidar com os efeitos de uma provável noite anterior longa e agitada.</p>
<p>E ainda é necessário contar com os efeitos psicológicos, seja os relacionados aos motivos que o conduziram a beber desse jeito, ou à lembrança do que você fez sob o efeito do álcool, ou ainda pela consciência do estado miserável em que você se encontra agora que acordou <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>“Curando” a ressaca</h2>
<p>Não há remédios mágicos universais – a não ser que seu caso seja extremo (e aí é bom ir direto para o hospital), você terá que deixar o seu corpo processar ou colocar para fora o excesso que você ingeriu.</p>
<p>Mas há muitas alternativas que você pode experimentar para acelerar ou tornar mais tolerável o processo. Vamos a algumas delas:</p>
<ol>
<li><strong>Dilua o álcool</strong>: A ressaca está associada a desidratação. No dia seguinte, beba água em abundância, para combater este efeito e acelerar a “lavação” do organismo. Isto vai ajudar a evitar as piores dores de cabeça. Se você tende a usar o velho truque de tomar café para ficar acordado, procure antes por alguma alternativa, afinal ele também é diurético. Ou beba ainda mais água! Sucos de frutas (escolha as menos ácidas) podem ajudar também. Se possível, <strong>beba bastante água ou suco de frutas antes de ir deitar</strong>, para ajudar a combater os efeitos enquanto dorme. E se você for realmente preventivo, alterne as bebidas alcoólicas com água, suco ou refrigerante durante a noite, para já ir prevenindo e reduzindo o problema.</li>
<li><strong>Coma direito, menino!</strong> O bar tende a oferecer salgadinhos, e assim aumenta o desejo de beber. Se você beber ao longo de uma refeição “de verdade”, como uma carne (rica em proteínas), ou uma massa, sempre em quantidades moderadas, é provável que sofra muito menos efeito no dia seguinte, devido à digestão da refeição em paralelo com a absorção de bebida – e menos bebida, porque não houve o efeito de aumento artificial do desejo de beber.</li>
<li><strong>Antes também</strong>: Seu avô provavelmente aprendeu que um pão com bastante manteiga antes de beber ajuda a prevenir o porre, e ajuda mesmo. Um bom sanduíche antes de sair já é melhor do que sair de barriga vazia. Tem a ver com a disponibilidade de recursos de processamento na CPU do seu êstomago: se ele não estiver digerindo nada, pode se dedicar integralmente a absorver o álcool. Mas não erre na mão na hora de forrar o estômago, caso contrário, o efeito que você vai causar na hora em que seu estômago resolver colocar tudo para fora será muito mais intensamente colorido.</li>
<li><strong>Use o bom senso</strong>: Não misture bebidas diferentes. Não beba se estiver usando medicação ou em tratamento médico. Não beba se estiver enfraquecido. Não dirija se beber!</li>
<li><strong>Colabore com seu estômago</strong>: e com todo o sistema digestivo – especialmente o fígado. No dia seguinte, ingerir glicose e frutose (basicamente, doces e frutas) pode ajudar seu corpo a se livrar do álcool mais rapidamente. Evite comidas ácidas, gordurosas ou difíceis de digerir, quando você já estiver de ressaca. Chocolate, café, molhos apimentados, frutas cítricas são exemplos do que você deve evitar. Seu estômago já estará suficientemente ácido. Torradas com mel ou geléia, e um suco de frutas (mas não de laranja ou limão, se puder evitar – muito ácido), podem ser a base de um café da manhã. No almoço, uma sopa de legumes ou uma salada de legumes cozidos. Hora de ser saudável!</li>
<li><strong>Cuidado com a lenda</strong>: Não é verdade que ressaca se cura com mais álcool. Pode ajudar a combater os sintomas a curto prazo, e pode ser uma boa desculpa para mais uma cervejinha ao acordar, se você não estiver com ressaca de verdade. Mas se estiver, tomar mais álcool só empurra um pouco mais pra frente o problema – uma hora o nível de álcool no seu organismo vai ter que se reduzir.</li>
<li><strong>Não há desculpa para ser irresponsável</strong>: Mas se beber demais mesmo, ou se perceber que um amigo bebeu, a saída para evitar os efeitos ainda mais graves de uma intoxicação por álcool é o pronto-socorro. E se isto estiver virando um hábito, você pode estar a caminho de um problema mais sério, como a dependência ou as doenças do fígado. Se você está lendo o Efetividade para saber como lidar com isto, eis a resposta: procure ajuda profissional hoje mesmo.</li>
</ol>
<p>fikdik <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Este post não é tão proveitoso como o do <a href="http://dariovaz.com/blog/">Dário</a>, sobre uso do <a href="http://dariovaz.com/blog/13/11/2009/creme-vaginal-voce-ja-usou/">Creme Vaginal</a> para queimaduras, mas&#8230; da pro gasto&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Piloto de caça é ejetado e avião cai no mar]]></title>
<link>http://dilbertorosa.wordpress.com/2009/11/10/piloto-de-caca-e-ejetado-e-aviao-cai-no-mar/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 23:39:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>dilbertorosa</dc:creator>
<guid>http://dilbertorosa.wordpress.com/2009/11/10/piloto-de-caca-e-ejetado-e-aviao-cai-no-mar/</guid>
<description><![CDATA[Piloto de caça é ejetado e avião cai no mar! Será que ele sobreviveu? Tomara que sim!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Piloto de caça é ejetado e avião cai no mar!<br />
Será que ele sobreviveu?<br />
Tomara que sim!<br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qsmMYovWf9Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qsmMYovWf9Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobrevivendo a Um Duro Pesadelo!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/08/sobrevivendo-a-um-duro-pesadelo/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 08:20:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/08/sobrevivendo-a-um-duro-pesadelo/</guid>
<description><![CDATA[Conforme esperado, a noite de sexta para sábado não foi nada fácil. Tom Zé, meu pequeno Yorkshire de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Conforme esperado, a noite de sexta para sábado não foi nada fácil. Tom Zé, meu pequeno Yorkshire de quase 10 anos, continuou a passar mal&#8230; Muito mal! Defecava fezes com sangue a cada 5 minutos e ficava cada vez mais fraco com o passar das horas. Com isso dormir foi quase impossível. Minha mãe, minha irmã e eu nos revezamos para cuidar dele.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mesmo assim, dormir foi duro. O calor estava forte e a cabeça estava a <em>MIL</em>. Preocupação não faltava&#8230; Mas chega um momento em que o corpo não agüenta e pede um descanso. Foi nesse momento em que me entreguei – sonhei com um alguém especial (sonho louco, mas bom) e tive um pequeno delírio com um conto chamado <em>O Fantástico Caso da Menina que Casou com a Parede</em>! Loucura, né?!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O sábado foi igualmente difícil. Após mais sessões de mal-estar e alguns vômitos, voltamos para o veterinário. Dessa vez, não teve jeito: medicação para veia para ajudar o cachorrinho. Como ele estava bem fraquinho, ele cooperou e, a partir daí, o prognóstico dele foi melhorando. Fizemos novos exames – ultra-som das cavidades abdominais e hemograma – e os resultados mostraram uma intoxicação mesmo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">É um quadro difícil e complicado. Mas, dentre tudo o que poderia acontecer com ele, com certeza este foi o menor dos males. Ele está estável, mas cada hora que ele agüenta é muito importante e o ajudará a converter isso&#8230; Meu menino, tão importante para mim, está sendo forte e agradeço a São Francisco pela proteção.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Passei a última noite rezando muito&#8230; E sei que, de alguma forma, eles me ouviram lá em cima. Nem sei como sou grata por isso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Para encerrar este sábado bem tumultuado, saí um pouco de casa – deixe o bebê Tom aos cuidados de minha mãe – e fui à pizzaria <em>Krystal </em>comemorar o aniversário do meu querido professor, orientador e amigo <a href="http://alquimiadoverbo03.blogspot.com/" target="_blank">Luís Mauro</a>. Ao lado de pessoas queridas e especiais, dei uma espairecida, conversei, ri um pouco e descontraí.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Com certeza, eu precisava disso!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Agora, é continuar cuidando do Tom Zé e rezando muito. Afinal, a força da fé remove montanhas!</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2972" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/img116-01.jpg" alt="" width="500" height="351" />Terminar um dia longo ao lado de pessoas queridas e especiais é sempre bom&#8230; Aliás, é MUITO bom!</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poucas palavras]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/05/poucas-palavras/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 01:19:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
<guid>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/05/poucas-palavras/</guid>
<description><![CDATA[Parece que foi há muito tempo. É impressionante como somos capazes de sobreviver ao sofrimento e con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Parece que foi há muito tempo. É impressionante como somos capazes de sobreviver ao sofrimento e continuar seguindo nossa rota. Algumas pessoas ficam abatidas, carregam na feição marcas evidentes da perda, mas, no nosso caso, acho que só quem realmente nos conhece consegue perceber isso.  A Carol passou rapidamente pelas nossas vidas, as lembranças dela, por outro lado, são as mais presentes e permanentes de todas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Preço de Cada Escolha!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/03/o-preco-de-cada-escolha/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 07:16:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/03/o-preco-de-cada-escolha/</guid>
<description><![CDATA[“O passado não é apenas lembrança, mas sobrevivência como realidade inscrita no presente” Julio Plaz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">“O passado não é apenas lembrança, mas sobrevivência como realidade inscrita no presente”</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Julio Plaza</em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em><br />
</em></strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2930" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/mulher-gaveta-alison-brady.jpg" alt="" width="500" height="337" /></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Houve um tempo em que minha vida era extremamente regrada. Meu quarto (meu símbolo <em>MOR </em>de auto-expressão) era extremamente organizado, não tinha um objeto fora de lugar – tudo estrategicamente pensado. Meus CDs tinham uma ordem e meus DVDs estavam organizados de forma alfabética, de acordo com um arquivo em Word que eu mantinha sempre atualizado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Meus armários eram impecáveis. Calças numa parte, blusas de inverno em outra, sapatos organizados de acordo com necessidade e uso. Minhas gavetas também eram extremamente arrumadas – calcinhas separadas de meias a sutiãs. Blusas curtas numa parte, blusas compridas em outra e assim por diante.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Nessa época, até eu era uma pessoa organizada. Sabia quando estava doente, quando estava feliz, quando estava triste, o que me causa alegria, o que me causava tristeza. Eu sabia o que eu pensava: sabia quem eu amava, que eu não gostava e tudo mais. Até minha menstruação era organizada e certinha.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">De um tempo para cá, principalmente após o final da faculdade, minha vida passou a se resumir através de três letras: WOW. Minha vida, basicamente, virou uma loucura só. E a loucura é tanta que, às vezes, eu só consigo falar “<em>wow</em>”, como o Marilyn Manson em uma das músicas de seu último CD, o <em><a href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/05/26/texto-em-homenagem-a-ele/" target="_blank">The High End of Low</a>.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Há horas que entro no meu quarto e tenho vontade de chorar. Muitos dizem que é perfeccionismo meu, mas eu sei que tudo aquilo está bagunçado, porque eu sei que minha vida está bagunçada. Já não sei o que penso, o que sinto, o que me alegra, o que me entristece, o que me irrita e etc.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Só sei que, em algum momento de meu passado, fiz uma escolha. Mas, definitivamente, eu não sabia o quão caro seria o preço de minha escolha. Em contrapartida, se minha vida está uma bagunça enorme – incluindo o meu quarto e todo o resto da minha casa -, eu tenho a plena consciência de que cresci muito nos últimos tempos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Se eu já não sei mais o que penso, o que eu sinto e se já não consigo deixar o meu quarto organizado, com certeza sigo uma linha de raciocínio totalmente diferente. Tento fugir das oposições binárias, discuto poesia concreta, entendo obras de arte &#8216;contemporâneas&#8217;, leio Deleuze e passo a viagem de família comentando a respeito de Leibniz e sua inclinação para o barroco.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">É tão complexo isso tudo!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Estou pagando um alto preço cotidiano, ao mesmo tempo em que cresço no âmbito intelectual. Complicado&#8230; Muito complicado!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OUTRA PESSOA]]></title>
<link>http://julianaescreve.wordpress.com/2009/10/29/outra-pessoa/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:07:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>juaraujo</dc:creator>
<guid>http://julianaescreve.wordpress.com/2009/10/29/outra-pessoa/</guid>
<description><![CDATA[E quando a tempestade tiver passado, mal te lembrarás de ter conseguido atravessá-la, de ter consegu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[E quando a tempestade tiver passado, mal te lembrarás de ter conseguido atravessá-la, de ter consegu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O PODER DA RENDA E O VALOR DA VIDA ]]></title>
<link>http://vivaseguro.wordpress.com/2009/10/27/o-poder-da-renda-e-o-valor-da-vida/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:40:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>josesalmaso</dc:creator>
<guid>http://vivaseguro.wordpress.com/2009/10/27/o-poder-da-renda-e-o-valor-da-vida/</guid>
<description><![CDATA[Para iniciar o nosso Blog, escolhi um tema que diz respeito a todas as pessoas independente de nível]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-24" src="http://vivaseguro.wordpress.com/files/2009/10/img_14782.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>Para iniciar o nosso Blog, escolhi um tema que diz respeito a todas as pessoas independente de nível social, econômico ou qualquer que seja a estratificação que se queira evidenciar no conjunto da sociedade.</p>
<p>Gostaria de  promover um momento sério de reflexão e, falando sinceramente, quem sabe até certo desconforto a respeito de um assunto que afeta diretamente cada ser humano deste planeta.</p>
<p>Não deixe de ler, nem que sejam somente as linhas iniciais. Tenho certeza que algum ponto aí abordado já foi alvo de suas preocupações e podemos repensá-lo juntos.</p>
<p>Então &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;Vamos em frente &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.. Boa Leitura !!!!!!!!!!!!!</p>
<p><strong>RENDA &#8211; A SENHORA SUPREMA DAS COISAS  E DA VIDA.</strong></p>
<p>Esta afirmação é bem  mais séria e complexa do que parece.</p>
<p>Tudo que nos cerca, na sociedade em que vivemos hoje, de alguma maneira está  relacionado com algum tipo de RENDA.</p>
<p>Um país,  bem como seus estados e municípios, necessita de RENDA para custear as despesas  da máquina pública e promover o custeio de obras de infra-estrutura e de todos os serviços que são oferecidos à população.</p>
<p>Esta RENDA tem sua origem no conjunto de impostos e taxas que todos pagamos de forma direta ou indireta.</p>
<p>A RENDA das empresas é gerada pela comercialização de seus produtos e serviços.</p>
<p>E a RENDA  das pessoas, em sua grande maioria vem da  remuneração da força do trabalho.</p>
<p>Portanto, podemos afirmar que A RENDA é a mola propulsora de todas as coisas.  </p>
<p>Sem ela não haveria sistema econômico, nem tão pouco a tão aclamada cadeia produtiva, que é a responsável pela manutenção da sobrevivência das pessoas.</p>
<p> Falar sobre isso pode parecer óbvio e sem novidade.</p>
<p>Entretanto, quando aprofundamos o assunto e analisamos as questões sociais, particularmente as decorrentes da perda da RENDA,  é que observamos o quanto o povo brasileiro está despreparado e vulnerável para este enfrentamento. </p>
<p>Vou me limitar a analisar apenas os impactos dos chamados GRANDES RISCOS SOCIAIS, sendo eles: o risco da Interrupção  Prematura da Vida , o risco de  Invalidez por Acidente ou Doença e o risco da  Sobrevivência.</p>
<p><strong>OS  GRANDES RISCOS SOCIAIS</strong></p>
<p>Como já disse anteriormente, nada nem ninguém consegue sobreviver sem algum tipo de RENDA. A perda temporária ou definitiva da RENDA pode representar um enorme problema para as pessoas ou para suas famílias.</p>
<p><strong>RISCO DA INTERRUPÇÃO PREMATURA DA VIDA</strong></p>
<p>Desde o nascimento sabemos que o ciclo da vida um dia vai ser interrompido.</p>
<p>Da mesma forma todos acreditamos que esta interrupção somente ocorrerá de forma natural e preferencialmente após um longo período de tempo.</p>
<p>Mas, as estatísticas mostram que nem sempre é assim que acontece.</p>
<p>Conviver com a interrupção prematura da vida de uma pessoa, seja ela próxima ou não, sempre nos conduzirá a um cenário de sofrimento e de perdas incalculáveis.</p>
<p>A VIDA HUMANA não tem preço.</p>
<p>Não há como repor  a perda do ponto de vista dos  sentimentos.</p>
<p>Já as perdas financeiras e materiais podem e devem ser previamente previstas e quantificadas, mesmo que parcialmente.</p>
<p><strong>Primeira Reflexão</strong>:  Vamos imaginar uma família composta por pai, mãe e dois filhos, um com 8 e outro com 5 anos. O pai é o único provedor da RENDA.</p>
<p>Eles têm um bom padrão de vida, que possibilita o acesso a uma ótima escola, um  plano de saúde de primeira linha, um bom clube, dois automóveis na garagem, empregada e uma viagem de férias todos os anos.</p>
<p>A esposa não trabalha por opção, pois escolheu acompanhar de perto o crescimento dos filhos nesse período se dedicando integralmente a eles. A  RENDA do marido é bem razoável e muito embora ainda estejam em fase de constituição de seu patrimônio, não conseguiram até o  momento constituir uma pequena poupança ( ou reserva).</p>
<p>Um belo dia, ao voltar para casa depois de um dia de trabalho, este pai se  envolve inesperadamente em um grave acidente de trânsito e lamentavelmente tem sua vida interrompida muito antes do que todos esperavam .</p>
<p>O que será do futuro desta esposa e filhos???</p>
<p>Casos como este estão acontecendo a todo instante inclusive agora, neste exato momento, com pessoas comuns e normais como todos nós.</p>
<p>Quantos casos idênticos a este você  tomou conhecimento através da TV, dos jornais e em conversas com os amigos???  </p>
<p>Será que isso pode acontecer comigo, ou com você, hoje ao voltar pra casa???</p>
<p>O assunto é muito mais sério e freqüente do que pensamos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>RISCO DE INVALIDEZ POR ACIDENTE OU POR DOENÇA.</strong></p>
<p>Muito embora super poderes sejam privilégio dos heróis das histórias em quadrinhos, muitas pessoas creditam  que possam compartilhá-los com eles</p>
<p>Quantas vezes você já ouviu estas frases:</p>
<p>Comigo isso nunca vai acontecer!!!!! Só acontece com os outros!!! </p>
<p>As estatísticas revelam números alarmantes relativos a casos de invalidez decorrente de acidentes. O número de ocorrências cresce a cada dia e não temos idéia de onde vão parar.</p>
<p>Da mesma forma crescem vertiginosamente os números dos registros de enfermidades graves e incapacitantes responsáveis pela interrupção da vida laborativa das pessoas.  </p>
<p>As famílias com pessoas vitimadas por um acidente ou uma doença grave, do qual resulte uma invalidez, vivem uma realidade pavorosa. </p>
<p>Se a pessoa em questão for a principal provedora da RENDA dessa família, os problemas  serão potencializados de forma gigantesca, pois além das despesas com a  manutenção das necessidades de todos, serão somados os custos de adaptação e tratamento da pessoa inválida.</p>
<p><strong>Segunda Reflexão: </strong>Vamos tomar como exemplo a mesma família e a mesma ocorrência e vamos alterar somente o final da história. O pai sobrevive ao grave acidente, mas terá  que conviver com uma invalidez que lhe tirou a capacidade de gerar a RENDA.</p>
<p>Como ficará a situação desta família????</p>
<p>Quem vai garantir a manutenção da qualidade de vida destas pessoas??? </p>
<p>Vejam que neste caso, além da interrupção da RENDA , existe a elevação dos  níveis de despesas, principalmente aquelas decorrentes do tratamento médico constante e todas as adaptações necessárias à nova realidade da vida. </p>
<p><strong>RISCO DE SOBREVIVÊNCIA</strong></p>
<p>Sobreviver quando não temos mais como constituir RENDA é um risco que vem sendo potencializado a cada ano e atinge atualmente milhões de pessoas em nosso país .</p>
<p>A longevidade do ser humano vem crescendo de forma muito significativa.</p>
<p>Isso é o reflexo da melhoria da qualidade de vida das pessoas, de uma maior acessibilidade da população aos programas de saúde e ao avanço substancial do acesso ao  saneamento básico em muitas regiões do país . </p>
<p> Tudo isso seria motivo para comemoração, desde que houvesse uma forma de pagar a conta proveniente da sobrevivência de milhões de brasileiros.</p>
<p>Os benefícios oriundos da Previdência Social vêm sendo reduzidos ano após ano. Sabemos que esta constatação contraria os discursos otimistas e populistas dos nossos governantes. </p>
<p>A verdade é que a Previdência Social não tem dinheiro para pagar a fatura que cresce de forma incontrolável.</p>
<p>Como já dissemos anteriormente, todas  as coisas são movidas pela RENDA .</p>
<p>Como sobreviver quando não conseguimos mais produzi-la???</p>
<p>Este é um dos grandes problemas sociais no Brasil. </p>
<p>A Previdência Social não tem como garantir a sobrevivência das  pessoas com o mínimo de dignidade  que elas merecem após tantos anos de contribuição.</p>
<p><strong>Terceira Reflexão:</strong>  Como você imagina viver, aqueles que deveriam ser os melhores anos da sua vida, sem a possibilidade de  produzir RENDA e tendo que depender de uma Previdência Social que a cada dia vem garantindo menos benefícios para a população.???</p>
<p>Nós viveremos durante muito mais tempo que os nossos avós e certamente muito mais que os nossos pais.</p>
<p>O que devemos fazer HOJE para garantirmos o AMANHÃ tão incerto ????</p>
<p><strong>REFLEXÃO FINAL</strong></p>
<p>Se a sua leitura chegou até aqui é porque alguma destas idéias chamou seriamente sua atenção e mobilizou um sentimento de desconforto em você. Este sentimento é algo que temos em comum.</p>
<p>Imagino que este desconforto seja pela constatação de uma REALIDADE que afeta a todos nós diariamente e implacavelmente.</p>
<p>Sabemos que temos que mudar este quadro, mas na maioria das vezes nos falta a coragem para dar o primeiro passo e encarar estes fatos de frente, sem mais adiamentos.</p>
<p>Lamento informá-lo, mas temos que fazer algo URGENTEMENTE. Todos nós. E quanto antes, melhor.</p>
<p>Não importa o tamanho da AÇÃO. Faça alguma coisa, mas faça AGORA.</p>
<p>Não podemos continuar  preocupados em proteger nossos automóveis, imóveis e outros bens materiais, quando nosso PATRIMÔNIO mais precioso está totalmente desprotegido .</p>
<p>Nossa  VIDA e o FUTURO das pessoas que amamos estão  em jogo todos os dias.</p>
<p>Afinal de contas, quem foi que gerou a RENDA que garantiu a conquista de todo o seu PATRIMÔNIO.???</p>
<p>Se algo der errado, quem vai continuar garantindo estas conquistas???</p>
<p>Como fazer para realizar tantos outros SONHOS que a vida nos reserva???  </p>
<p>Lembre-se que o SUPER HOMEM é coisa de história em quadrinhos ou filme de ficção.</p>
<p>O futuro começou hoje, não podemos perder mais tempo. Pense nisso!!!</p>
<p>Temos que rever os nossos valores a respeito do valor da Vida Humana. </p>
<p>As pessoas não podem transferir suas responsabilidade, mas podem e devem encarar com seriedade e comprometimento as questões que tragam soluções para suas necessidades no momento presente.</p>
<p>Os problemas de ontem ficaram no passado. Temos que viver plenamente no momento presente colocando em prática tudo aquilo que é necessário e possível para viver o hoje em paz.</p>
<p>Esse é o  grande objetivo do nosso trabalho. Nós podemos ajudá-lo a encontrar uma solução para suas questões.  </p>
<p>Fale conosco, mande suas perguntas e seus comentários.</p>
<p>Ajude a divulgar estes conteúdos. Você estará nos ajudando a proteger pessoas e garantir sonhos.</p>
<p>Afinal de contas :      <strong>VIVER É MARAVILHOSO</strong> <strong>!!!</strong></p>
<p>Por esse motivo &#8230;&#8230;&#8230;..<strong>Viva Seguro</strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;. é muito melhor !!!!!</p>
<p>&#160;</p>
<p>Texto Revisado por : Silvia Salmaso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[~:Não Consigo:~]]]></title>
<link>http://luluwriter.wordpress.com/2009/10/15/nao-consigo/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 14:50:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>luluwriter</dc:creator>
<guid>http://luluwriter.wordpress.com/2009/10/15/nao-consigo/</guid>
<description><![CDATA[[°Não Consigo °] Não Consigo pensar em nada, não consigo fazer nada, estou todo baralhado! Quero Ado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[°Não Consigo °] Não Consigo pensar em nada, não consigo fazer nada, estou todo baralhado! Quero Ado]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pior Dia da Minha Vida]]></title>
<link>http://rebiscoito.wordpress.com/2009/10/07/pior-dia-da-minha-vida/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 02:34:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rebiscoito</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu, que nunca tinha sido assaltada na vida, ontem fui vítima de um sequestro relâmpago. Parece assus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu, que nunca tinha sido assaltada na vida, ontem fui vítima de um sequestro relâmpago. Parece assustador, e é mesmo, então resolvi escrever um pouco sobre isso pra ver se dou uma descarregada. Sempre fui muito alerta na rua, sei todas as pessoas que estão a minha volta, fico de olho no mínimo movimento estranho. Já até corri de um cara que nem sabia se ia me assaltar ou não. [se ele não fosse, deve ter me achado uma maluca, mas se fosse...me safei]</p>
<p>Ontem ia no cinema com um &#8216;amigo&#8217;  e ele veio me pegar aqui em casa. Foi um dia difícil no trabalho, cheguei super tarde em casa mas tava super animada pq ia ver ele. Ele me ligou, eu desci, entrei no carro, dei um beijinho de oi e saímos. Assim que viramos a esquina, um carro nos fechou e veio outro por trás. A gente até falou algo tipo: <em>&#8220;Eeeeta, que cara mala parar bem na nossa frente!&#8221;</em> Até saír um cara armado do carro, e me fazer sentir algo que nunca tinha sentido na vida. Meu corpo todo esquentou, deu um frio na barriga maior que aqueles que dão quando vou na montanha russa, mas de um jeito muito..muito ruim! Eu comecei a tremer, fiquei mole&#8230;E o cara pediu preu passar pro banco de trás.</p>
<p>Ao abrir a porta, sentei no banco de trás e deixei minha bolsa no chão, na rua, achando que o carro de trás estava vendo tudo que estava acontecendo e pegaria minha bolsa pra quem sabe, me devolver depois. Idiota, a maior idiota do mundo sem experiências em assaltos! O carro de trás também fazia parte da quadrilha e claro, pegou minha bolsa e avisou os caras que estavam no carro com a gente. Eu ainda tentei mentir dizendo q não tinha trazido bolsa, santa ingenuidade.</p>
<p>A nossa sorte foi que eles eram &#8216;gente boa&#8217;, parece até irônico dizer isso agora, mas eram. Estavam calmos, deixaram claro que só queriam os celulares e cartões, e que iam ficar rodando com a gente até o outro ir no banco, tirar o dinheiro e confirmar se a senha estava certa. Ele nos deixaria com o carro, o chip dos celulares, documentos e tudo mais. Durante o trajeto, que durou mais ou menos 1 hora mas pareceu uma noite inteira, eu só queria que acabasse logo. Eles ficavam conversando entre si sobre quanto já tinha lucrado naquela noite, quem ia ficar com qual celular, quantos pertences eles já tinham&#8230;Pelo jeito, o nosso roubo seria o último da noite.</p>
<p>Rolou um terror, um dos ladrões me deu uma dura por ter mentido por causa da bolsa, eu só pedi desculpas e aleguei que tinha um livro que tinha valor sentimental dentro da bolsa, e eu achei que deixando na rua alguém pudesse dar um jeito de me devolver. Ele ficou me dando bronca, enquanto o outro de trás me dava conselhos pra nunca mais fazer isso e que eu tinha dado a sorte deles não serem drogados, pq não teriam dó de mim.</p>
<p>Depois do outro assaltante ter tirado nosso dinheiro da conta, ele ligou pro que tava com a gente, e eu só conseguia ouvir: <em>&#8220;Nããão&#8230;Não acredito! Você ta falando sério? Mas onde você deixou? Puta cara, não acredito&#8230;&#8221;</em>. Depois de desligar, ele contra pro &#8216;pareceiro&#8217; que o outro teve seu carro roubado enquanto estava no banco sacando nosso dinheiro. Acreditam?</p>
<p>Todos os carros que eles estavam, já eram roubados, e um dos ladrões conseguiu a proeza de ter tido seu carro, já roubado, roubado por outro ladrão. Na hora eu tive vontade de rir, falar BEM FEITO! Mas claro que fiquei na minha, nem olhar pra cara deles eu podia. Eles se lamentaram um pouco pq dentro do carro re-roubado, estava a mochila do meu amigo, com seu laptop dentro. É, foi uma grande perda, mas deu um gostinho pra gente por eles terem sido roubados também.</p>
<p><em>&#8220;Po, ladrão que rouba ladrão&#8230;Tenho que parar com essa vida viu, pq ta foda!&#8221;</em></p>
<p>Um deles dizia do meu lado. Eles eram até engraçados na verdade, mas tudo que falavam me dava raiva. Uma hora, o que estava dirigindo resolveu ligar o rádio. Tava tocando <em>High &#38; Dry</em> do <em>Radiohead</em>, uma das minhas bandas preferidas. Quase morri né? Deu vontade de chorar, fui assaltada com trilha sonora. E pensei que nunca mais conseguiria ouvir essa música, sem me lembrar desse momento.</p>
<p>Bom, sei que depois de uma eternidade, chovia. Já estávamos longe de casa e eles nos deixaram com o carro. Disseram pra darmos 5 minutos e irmos embora. Foi o maior alívio do mundo quando tudo aquilo acabou. Abracei bem forte meu amigo, os 2 tremiam e eu derrubei minhas primeiras lágrimas. Não consigo descrever o sentimento depois disso. Era estranho, não dava pra acreditar que tudo aquilo havia acontecido. Nos sentíamos aliviados e ao mesmo tempo meio perdidos no tempo e no espaço.</p>
<p>Mais uma vez, me descobri uma pessoa calma. Fiquei bem tranquila durante toda a situação, não perdi o controle e dei graças a deus por não terem feito nada com a gente fisicamente. Foi um grande susto, mas nenhum dinheiro do mundo pagaria por nossas vidas. Ainda bem que estamos vivos e bem!</p>
<p>Obrigada por lerem esse desabafo.</p>
<p>Um beijo,</p>
<p><strong>Rebiscoito</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outra vez]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/10/05/outra-vez/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 18:54:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há um mês recebi a pior das notícias possíveis. O estranho é que naquele dia, pouco antes, enquando ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há um mês recebi a pior das notícias possíveis. O estranho é que naquele dia, pouco antes, enquando aguardávamos a realização do procedimento de diálise &#8211; única chance de salvar a Carol apesar do grande risco de morte -, por mais que eu tentasse, não consegui pedir a D&#8217;us que nos concedesse um milagre.  </p>
<p>O tempo correu, mas eu continuo voltando ao passado, na tentativa de decifrar o motivo que me fez congelar no momento em que mais precisei reunir forças para rezar. Na verdade, sei que naqueles minutos queria que a fé, acima de tudo, me salvasse da dor. Por outro lado, no fundo, estava deixando a decisão nas mãos de D&#8217;us, um pouco pelo medo de conseguir manter a minha bebê viva e cometer um erro que a condenaria a um sofrimento sem fim. Não há como saber se as minhas preces mudariam algo, mas, afinal, esse é o peso de uma das muitas decisões, certas ou erradas, que tomei e que definiram de alguma maneira os rumos dos nossos destinos.</p>
<p>Nesse dia, que não é diferente de todos os 30 outros que vivemos até aqui e dos próximos que virão sem a presença física da Carol, escolhi cantar para a nossa corujinha ao invés de, mais uma vez, pedir a D&#8217;us por mim mesma.  A diferença é que hoje faço isso conscientemente, com a certeza de que não há problema no fato de sermos eu e o Isi os escolhidos para sobreviver a essa dor infinita e que a nossa menina está em paz, olhando por nós. Como não tenho talento para escrever uma letra própria, por milhares de motivos que a Carol com certeza entende, escolho uma música chamada <em>Outra Vez.</em></p>
<p>&#8220;Você foi o maior dos meus casos<br />
De todos os abraços o que eu nunca esqueci<br />
Você foi dos amores que eu tive<br />
O mais complicado e o mais simples pra mim.<br />
Você foi o melhor dos meus erros<br />
A mais estranha história que alguém já escreveu<br />
E é por essas e outras que a minha saudade<br />
Faz lembrar de tudo outra vez.<br />
Você foi a mentira sincera<br />
Brincadeira mais séria que me aconteceu<br />
Você foi o caso mais antigo<br />
O amor mais amigo que me apareceu<br />
Das lembranças que eu trago na vida<br />
Você é a saudade que eu gosto de ter<br />
Só assim sinto você bem perto de mim outra vez.<br />
Esqueci de tentar te esquecer<br />
Resolvi te querer por querer<br />
Decidi te lembrar quantas vezes eu tenha vontade<br />
Sem nada perder.<br />
Você foi toda a felicidade<br />
Você foi a maldade que só me fez bem<br />
Você foi o melhor dos meus planos<br />
E o pior dos enganos que eu pude fazer<br />
Das lembranças que eu trago na vida<br />
Você é a saudade que eu gosto de ter<br />
Só assim sinto você bem perto de mim outra vez.&#8221;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/fZEoquFX02w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/fZEoquFX02w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Utopia, Sr. John Lennon?]]></title>
<link>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/10/05/utopia-sr-john-lennon/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 08:07:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brenda Nepomuceno</dc:creator>
<guid>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/10/05/utopia-sr-john-lennon/</guid>
<description><![CDATA[É claro que todo mundo conhece Imagine, uma das músicas mais famosas do já-absurdamente-famoso-por-s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">É claro que todo mundo conhece <em>Imagine</em>, uma das músicas mais famosas do já-absurdamente-famoso-por-si-só-mesmo-que-essa-música-jamais-tivesse-sido-escrita, por ter feito parte dos <em>Beatles</em> (sim, eu resolvi ficar culta musicalmente falando, mas isso é assunto pra outro post, tá?), Sr. John Lennon.</p>
<p style="text-align:justify;">Pra quem não lembra, é aquela que fala sobre como seria viver num mundo sem religiões (entre outras coisas), onde todos fossem iguais, e o mundo pudesse viver numa sociedade utópica. Dizem que é linda e tudo o mais, mas eu nunca vi muita graça nela &#8211; é, eu quase nunca vejo graça no que os outros vejam; devo ter uns olhos meio defeituosos&#8230; ou muito excêntricos! Mas voltando à música e deixando minhas órbitas oculares de lado, lembro que a primeira vez que escutei essa música e me dei conta da magnitude dela, pelo menos no que diz respeito a ter sido escrita pelo John Lennon e ser praticamente um hino universal, foi no meu primeiro <span style="text-decoration:line-through;">e único</span> recital de piano. Algum dos outros alunos que se apresentaram tocou <em>Imagine</em>, eu perguntei pra minha mãe que música mesmo que era aquela (porque a melodia era familiar, é claro) e ela me respondeu.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o passar da vida, tive que traduzir essa música em aulas de Inglês, ouvir tocar em tudo quanto é lugar (obviamente)&#8230; Enfim, mas foi agora, nesse instante, ou pelo menos no instante anterior do milésimo de segundo em que comecei a escrever esse post, quando estava ouvindo as músicas dos Beatles, que <em>Imagine</em> tocou, e uma única frase (que eu nunca tinha nem percebido nessa letra) me chamou a atenção:</p>
<h1 style="text-align:center;">&#8220;Imagine (&#8230;) nothing to die or kill for.&#8221;</h1>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Imagine (&#8230;) nada pelo qual matar ou morrer.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">E embora John Lennon tenha sido um dos maiores gênios da humanidade (ignorem  as drogas, a célebre frase &#8220;nem Jesus é tão famoso quanto os Beatles&#8221;, todas as outras coisas ruins, e só considerem as músicas do cara, por favor), eu peço licença pra discordar. No quesito &#8220;sociedade perfeita&#8221;, o senhor pode ter acertado bastante, mas tenho que dizer: que raio de utopia é essa em que as pessoas não têm paixões? A única coisa que nos inspira a viver, morrer ou matar por ela, são as nossas paixões. E sim, muitas delas levam à guerras e conflitos desnecessários, mas o que seria de nós sem os sonhos e <span style="text-decoration:line-through;">obsessões</span> ambições? São graças à eles, graças às nossas paixões e a força que elas nos dão que a humanidade alcançou seus maiores sucessos. Sem paixão, o verbo &#8220;viver&#8221; se torna &#8220;sobreviver&#8221;. Sem algo pelo qual morrer, qual é o sentido de existir? E se não fosse por sua <strong>própria</strong> paixão, senhor, os Beatles não teriam existido! </p>
<p style="text-align:justify;">Ah, eu quero <strong>sim<em> </em></strong>que o mundo se torne um devido aos sonhadores&#8230; mas não sem &#8220;nada pelo qual matar ou morrer&#8221;, sinto muito. A ausência disso já implica, por si só, na ausência dos sonhadores e, dessa maneira, na impossibilidade da concretização da utopia.</p>
<p style="text-align:justify;">Aposto que John Lennon estaria se revirando no túmulo se lesse isso. Uhm, talvez ele devesse mesmo.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Brenda Nepomuceno</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arrumando as malas pro feriado!]]></title>
<link>http://camilacampina.wordpress.com/2009/09/04/arrumando-as-malas-pro-feriado/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 13:40:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>camilinhac</dc:creator>
<guid>http://camilacampina.wordpress.com/2009/09/04/arrumando-as-malas-pro-feriado/</guid>
<description><![CDATA[Peguei essas digas MARA, no Closed da Capricho vale a pena ler, já que hoje é sexta feira e temos um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address>Peguei essas digas MARA, no <a title="closed" href="http://capricho.abril.com.br/blogs/closet/" target="_blank">Closed </a>da <a title="capricho" href="http://capricho.abril.com.br" target="_blank">Capricho</a> vale a pena ler, já que hoje é sexta feira e temos um super feirado pra aproveitar!!!</address>
<p>_____</p>
<pre>Postado por <a href="mailto:chebel@gmail.com">Renata Chebel</a>  </pre>
<p> Gente, eu <strong>detesto</strong> fazer mala. Ainda mais pra quando vou viajar por poucos dias, tipo fim de semana ou feriado. Não quero levar uma mala grande e pesada mas a pior coisa do mundo é não ter opções na hora de se vestir! Então, depois de um tempo lendo sobre o assunto, achei <strong>5 regrinhas</strong> <strong>pra se dar bem e fazer uma mala leve e que funciona:</strong></p>
<p><img src="http://capricho.abril.com.br/blogs/closet/files/2009/09/arrumar-mala-1.jpg" alt="arrumar-mala-1" width="540" height="266" /></p>
<p><strong>1) Escolha roupas versáteis (é a regra principal!)</strong><br />
Tente se limitar a um look por dia. Escolha roupas que sirvam tanto para o dia como para a noite. Pode ser um vestido de corte básico e tecido mole (vestidos são óoootima opção), ou um jeans e um regatão, por exemplo: é só mudar os acessórios (pode levar muitos, já que eles ocupam pouco espaço) e colocar um cardigã ou uma legging por baixo do vestido &#8211; vira outro look! Ah, e lembre-se de pensar em cores/ estampas que possam ser combinadas entre si.</p>
<p><img src="http://capricho.abril.com.br/blogs/closet/files/2009/09/arrumar-mala-2.jpg" alt="arrumar-mala-2" width="540" height="292" /></p>
<p><strong>2) Prefira tecidos finos e que não amassem muito</strong><br />
Roupas em malha de algodão, viscose, malhinhas de lã, cashmere (pro frio!) e tecidos com lycra quase não amassam e ocupam pouco espaço. Uma calça ou short jeans bastam. Lenços ajudam a dar um up no visual e esquentam o pescoço. Jaquetas e casacos são espaçosos! Se estiver indo pra um lugar frio, leve apenas um casaco básico e vá vestida com ele pra poupar sua mala.</p>
<p><img src="http://capricho.abril.com.br/blogs/closet/files/2009/09/arrumar-mala-3.jpg" alt="arrumar-mala-3" width="540" height="261" /></p>
<p><strong>3) Economize nos sapatos</strong><br />
Tente levar apenas dois no máximo, tipo um tênis e uma rasteirinha gladiadora. Se o frio exigir botas, já vá calçada com elas! Evite levar saltos, que ocupam espaço demais: existem muitas rasteirinhas e sapatilhas superestilosas e mais leves, que podem substituir o salto para compor um look noite, por exemplo.</p>
<p><strong>4) Arrume a mala em camadas</strong><br />
A regra é: quanto mais pesado, mais por baixo. Primeiro coloque os sapatos (tente enfiar cintos, por exemplo, dentro deles, pra otimizar espaço). Coloque os sapatos em saquinhos pra nao sujar coisas na mala. Depois, coloque por cima os jeans, toalha e tecidos pesados. Camisetas e tecidos leves por cima. Isso evita sujar e amassar suas roupas.</p>
<p><img src="http://capricho.abril.com.br/blogs/closet/files/2009/09/arrumar-mala-4.jpg" alt="arrumar-mala-4" width="540" height="266" /></p>
<p><strong>5) Separe tudo em compartimentos</strong><br />
É um saco, mas vive acontecendo do vidro de shampoo estourar na mala e, daí, já viu: suja as poucas roupas que você levou e faz aquela meleca. Ponha suas coisas de banho (shampoo, creme, sabonete, leave-in, perfume, etc.) em sacos plásticos fechados e num cantinho da mala. Você pode por um pouco do produto em potes pequenininhos de levar em viagens, menina, faz a maior diferença no peso! Separe também uma sacolinha com sua lingerie: facilita encontrá-la depois e evita que peças delicadas estraguem. O mesmo vale para os acessórios: brincos, anéis, grampos de cabelo, lenços merecem um<br />
saquinho só pra eles.</p>
<p><strong>Dica extra:</strong> secador ou chapinha? Eu, particularmente, prefiro levar a chapinha &#8211; ocupa menos espaço e, depois que o cabelo secar naturalmente, é só passar a chapinha e ficar linda, leve e lisa.</p>
<p><strong>Bom feriado e boa viagem pra vocês! </strong>E pras meninas do sul e sudeste: não esqueçam o guarda-chuva! Vai chover o feriado todo, pelo que me parece… =/</p>
<p>P.S. Eu sei que vocês vão perguntar de onde são as peças fofíssimas que ilustram esse post e onde podem achar pra comprar… é tudo do <a href="http://www.polyvore.com/" target="_blank">Polyvore</a>, gente, é gringo, eu sei, eu sei, também fico mor-ren-do de vontade de ter tudo…</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Timon e Pumba]]></title>
<link>http://tdias.wordpress.com/2009/08/31/timon-e-pumba/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 08:13:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>TDias</dc:creator>
<guid>http://tdias.wordpress.com/2009/08/31/timon-e-pumba/</guid>
<description><![CDATA[Link relacionado: Hakuna Matata]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_jQS2yW8CbuY/SpPLUe_-GWI/AAAAAAAAAhM/6hMLcb8-ER0/s400/hakuna-mattata-demotivational-poster-1251132210.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;">Link relacio<em>nado:<br />
</em> <a href="http://tdias.wordpress.com/2006/03/13/hakunamatata/"><em>Hakuna Matata</em></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O milagre da vida.]]></title>
<link>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/08/20/o-milagre-da-vida/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 23:01:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Treska</dc:creator>
<guid>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/08/20/o-milagre-da-vida/</guid>
<description><![CDATA[O sonho de todo casal, a chegada dos filhos, o simbolo do amor, é assim que deve ser esse momento tã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" title="niño y niña" src="http://mscamp.files.wordpress.com/2008/10/primeiro-beijo.jpg?w=434&#038;h=342" alt="" width="434" height="342" /></p>
<p>O sonho de todo casal, a chegada dos filhos, o simbolo do amor, é assim que deve ser esse momento tão especial esse mesmo que  vai com certeza marcar a vida dos futuros papais e mamães. Atraves deste milagre que coloca-se à tona a união do casal.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Para ler o restante clique no link abaixo e conheçam nosso novo blog</strong></span></p>
<p><a href="http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/08/20/o-milagre-da-vida/">http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/08/20/o-milagre-da-vida/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na pressão]]></title>
<link>http://nuncaetarde.wordpress.com/2009/08/20/na-pressao/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 19:11:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>fecalasans</dc:creator>
<guid>http://nuncaetarde.wordpress.com/2009/08/20/na-pressao/</guid>
<description><![CDATA[Gente hoje to sem cabeça pra escrever&#8230; São tantas as mudanças que não to dando conta&#8230; ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Gente hoje to sem cabeça pra escrever&#8230;</p>
<p>São tantas as mudanças que não to dando conta&#8230; ta saindo fumacinha da minha cabeça já&#8230;</p>
<p>Quando consigo apagar um incendio o vento muda de direção e começa outro&#8230;</p>
<p>Espero sobreviver até o final do dia :S</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-204" title="chaleira" src="http://nuncaetarde.wordpress.com/files/2009/08/chaleira.jpg?w=300" alt="chaleira" width="300" height="249" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mensagem do dia ]]></title>
<link>http://camilacampina.wordpress.com/2009/08/10/mensagem-do-dia/</link>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 13:27:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>camilinhac</dc:creator>
<guid>http://camilacampina.wordpress.com/2009/08/10/mensagem-do-dia/</guid>
<description><![CDATA[Segunda-Feira, 10 de agosto 2009 O único jeito de sobreviver é acreditar! “Sem firme confiança, não ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Segunda-Feira, 10 de agosto 2009<br />
<strong>O único jeito de sobreviver é acreditar!</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>“Sem firme confiança, não vos firmareis” (Isaías 7,9b).</p>
<p>O único jeito de sobreviver é acreditar! A única maneira de contemplar a vitória é depositar nossa fé em Deus. É ter uma mente sadia. Se tivermos uma cabeça e um coração bons, teremos matéria-prima para acreditar no Deus dos impossíveis; o Deus dos milagres.</p>
<p>Se não depositarmos nossa fé em Deus, não sobreviveremos. Acreditando simplesmente na previdência humana, haveremos de fracassar!</p>
<p>Por mais autossufuciente que você seja, não é sua inteligência, sua profissão, seu dinheiro que vão lhe dar garantias. Você pode ter tudo isso agora e amanha não mais. É isso que tenho presenciado, infelizmente, com muitos amigos meus.</p>
<p>Como o profeta Isaías ouso dizer: “Você precisa depositar sua confiança em Deus. Para Você confiar, precisa ter uma cabeça e um coração bons. Você precisa ser uma pessoa de fé”</p>
<p>Deus o abençoe</p>
<p>Seu irmão,</p>
<p>Monsenhor Jonas Abib</p>
<p>&#8212;-</p>
<p>Disponivel em <a title="Canção Nova" href="http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php" target="_blank">Canção Nova</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexões Matinais]]></title>
<link>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/08/08/reflexoes-matinais/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 10:00:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brenda Nepomuceno</dc:creator>
<guid>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/08/08/reflexoes-matinais/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma manhã. Continuo respirando e tenho que abrir meus olhos para a realidade em que vivo. Não a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Mais uma manhã. Continuo respirando e tenho que abrir meus olhos para a realidade em que vivo. Não adianta tentar me esconder nos meus sonhos nem no meu sono. Tenho aprendido que amigos, dinheiro, popularidade e festas só trazem um alívio passageiro para a inquietação das perguntas e angustias interiores.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei exatamente quando foi que eu percebi que a vida não era apenas brincar de Barbie, assistir desenhos, ler contos de fadas e sonhar com uma vida de adolescente “que pode fazer tudo o que quiser”. Eu costumava olhar para as garotas mais velhas que saiam sozinhas e pensava “não vejo a hora de poder fazer isso também”. Via-as à beira da piscina, tomando sol e imaginava qual seria a graça daquilo. E o que dizer sobre os garotos? As meninas mais velhas namoravam caras legais e – por que não? – bonitos; viviam o conto de fadas que eu sempre sonhei em viver. Mal podia esperar pelo dia em que seria como elas.</p>
<p style="text-align:justify;">Os anos se passaram e a transição entre infância e adolescência aconteceu num piscar de olhos. Nem sequer havia começado a pensar sobre as grandes perguntas que assolam a humanidade como “quem sou eu?” ou “o que estou fazendo aqui?” e já queria voltar a ser criança&#8230; Parece que só enxergamos vantagens nas coisas que éramos quando as olhamos de longe. Se tudo já parecia tão complicado, imagine como as coisas ficaram a partir do momento em que descobri que deveria haver um motivo para a minha existência!</p>
<p style="text-align:justify;">Tive que aprender a lidar com a minha auto-estima e descobrir que não sou bonita só porque um garoto disse, mas porque a beleza está nos olhos de quem vê, e se eu não tiver um caso de amor comigo mesma, não manterei nenhum relacionamento. Aprendi que as coisas não são sempre como se quer e que, para se conseguir um “felizes para sempre” não bastam apenas uma varinha de condão e algumas palavras mágicas; é necessário correr atrás de seus sonhos e lutar para torná-los real. A vida me ensinou que as decepções vêm aos montes, mas que as vitórias são na mesma proporção e estão situadas a apenas um passo dos meus maiores erros. Para se manter vivo é preciso acreditar em seus sonhos e não deixar que os imprevistos tirem de você a capacidade de sempre se reerguer depois de uma queda. Tive que aprender a não parar de acreditar no que a criança dentro de mim se apoiava, mesmo quando o mundo dizia que eram apenas ilusões&#8230; Afinal, se você deixa que lhe tirem a esperança e a fé nas coisas que só uma criança entende, vai apenas sobreviver.</p>
<p style="text-align:justify;">Há algumas perguntas que talvez nunca sejam respondidas. Muitas pessoas morrerão sem descobrir o que estavam fazendo aqui; uma pequena parte delas realizará seu propósito de vida e mudará o mundo de outros, mesmo sem entender isso. Todavia, existem aqueles que nunca se acomodarão nem se conformarão em esperar o mundo rodar. São esses os que descobrem o motivo de acordar a cada manhã e aprendem a amar a vida. Também são os mais produtivos e, &#8211; por que não dizer? &#8211; felizes. São pessoas plenas. O que as diferencia das demais é apenas a capacidade e a escolha consciente que fazem de transformar suas derrotas em triunfos, seus medos em coragem e suas frustrações em sonhos&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Posso não ter ainda todas as respostas, mas qual o problema? Nunca teremos respostas se não aprendermos a formular as perguntas, e a adolescência é exatamente essa aprendizagem – saber o que e a quem perguntar. E enquanto penso nisso tudo, encontro uma razão para me levantar da cama e encarar o mundo. Talvez tudo isso sirva para o meu amadurecimento. É o que eu espero.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>Brenda Nepomuceno</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sete parágrafos de quatro linhas* - De uma só vez]]></title>
<link>http://tinylittlebox.wordpress.com/2009/08/01/oito-paragrafos-de-seis-linhas-de-uma-so-vez/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 15:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>denizeg</dc:creator>
<guid>http://tinylittlebox.wordpress.com/2009/08/01/oito-paragrafos-de-seis-linhas-de-uma-so-vez/</guid>
<description><![CDATA[Passavam-se já uns seis minutos e ela permanecia ali. Olhar inerte sobre a caneca-amarela-do-café-da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-471" title="caneca" src="http://tinylittlebox.wordpress.com/files/2009/08/caneca1.jpg" alt="caneca" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align:left;">Passavam-se já uns seis minutos e ela permanecia ali. Olhar inerte sobre a caneca-amarela-do-café-da-manhã. Testa franzida e olhos no leito onde o filete de água que teimava em escorrer escorria. Vez após vez, passava o pano de prato, àquela altura já bem molhado, sobre a rachadura que então fazia daquela caneca uma peça inútil para qualquer período do dia. A caneca sempre poderia se transformar em um porta-canetas – mas ela nem tinha como pensar nisso agora.<!--more--></p>
<p style="text-align:left;">Era como se estivesse diante de um oráculo que, em linhas líquidas, confiava a ela o segredo do universo. Mais, gritava quieto o risco que a sua vida corria. Ela sequer lembrava do chá de camomila que, entre o banho e trocar de roupa, sentia-se tão precisada para começar outra segunda-feira. Afinal, era esse seu hábito matinal de quase todos os dias nos últimos cinco anos. Havia outras canecas, mas ela estava perdida demais no meio da quebra da inércia para pegar uma nova.</p>
<p style="text-align:left;">Os seus pensamentos boiavam e se esbarravam feito bêbados em meio a cada novo filete de água brotado da amarela caneca. (Você sabe que não quer apenas viver. Comer, beber, dormir, dar vazão às necessidades físicas – e eu nem estou me referindo a sexo porque sexo nem é algo tão usual nesta sua vida sem tanto sexo. Cadê a vida? Qual vida? Esse chá escorrendo é você sangrando, Alice. É você pedindo para existir, sua covarde. Existir, entendeu?)</p>
<p style="text-align:left;">O estado de angústia havia se difundido por todos os seus músculos como o chá do saquinho de camomila pelo conteúdo da caneca. E a urgência por mudanças se imposto como o recuo insistente do nível da água. Não por ser sorvida, como sempre, mas por seu novo escape através da rachadura imposta definitiva. (Não adianta procurar rédeas, não há manual de instruções, nem virá uma chuva de granizo para destruir a sua casa e lhe obrigar uma reação. Você tem de acordar)</p>
<p style="text-align:left;">Vestida só com uma toalha de banho azul, tremia de frio e de medo enquanto segurava a caneca já fria e vazia. Gotas escorriam de seu cabelo lavado e de sua face de cenho cerrado e nariz vermelho. Com esforço, reuniu forças para caminhar até a sala – o que não exigia muito em uma kit de 33 metros quadrados – e ligar para o trabalho convenientemente cômodo. Fez a melhor voz “estou mal, não posso ir hoje” que podia. O pior é que era bem verdade. E não era de hoje, mas de dias, semanas, meses, anos.</p>
<p style="text-align:left;">(Para alguns, isso estala a partir da morte de uma pessoa cara ou do nascimento de um filho. Para outros, com uma visita/viagem a um lugar estranhamente (des)conhecido ou a perda/aquisição de um bem caro como alguém de carne e osso que se descobre amar. Para você foi assim, diante desta caneca de chá trincada, escorrendo a fuga da sua energia, pouco a pouco minada pela monotonia segura da passagem do tempo de um viver que machuca. Ainda dá, acorde)</p>
<p style="text-align:left;">Ela acabou não colocando o nariz no escritório durante toda aquela semana. Foram sete dias de trabalho duro para desenterrar algo muito além de sete palmos lá no fundo. Alimentada por uma pulsão que não imaginava existir dentro de si, que por vezes a enganava a achar que era uma fraude, comeu e dormiu pouco. Do primeiro instante em que sentiu tudo escorrer pelas mãos, soube apenas que sua vida iria mudar. (Dá tempo de acordar!) Tendo ela coragem ou não.</p>
<p><em>* No Word, fonte Verdana 10, os parágrafos têm mesmo seis linhas, como anunciado no <a href="http://tinylittlebox.wordpress.com/2009/07/31/post-it-06/">post-it #06</a>, mas, quanto aos oito parágrafos, deve ser que a autora não sabe contar direito.</em><br />
<em>(a imagem é desta </em><a href="http://www.flickr.com/photos/jennifergirl/"><em>moça</em></a><em>)</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anjo da guarda]]></title>
<link>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/07/28/anjo-da-guarda/</link>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 02:58:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari</dc:creator>
<guid>http://poemasepensamentos.wordpress.com/2009/07/28/anjo-da-guarda/</guid>
<description><![CDATA[Nunca mais ser quem sou Agir por mim e torcer pelo que virá Não esquecer o passado Que me ensinou a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nunca mais ser quem sou<br />
Agir por mim e torcer pelo que virá<br />
Não esquecer o passado<br />
Que me ensinou a sobreviver<br />
Mas quem olhará por mim</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Para ler o restante clique no link abaixo e conheçam nosso novo blog</strong></span></p>
<p><a href="http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/07/28/anjo-da-guarda/">http://www.poemasepensamentos.com.br/2009/07/28/anjo-da-guarda/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Co-Responsabilidade Inevitável]]></title>
<link>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/07/24/co-responsabilidade-inevitavel/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 14:25:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brenda Nepomuceno</dc:creator>
<guid>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/07/24/co-responsabilidade-inevitavel/</guid>
<description><![CDATA[Hoje na escola, tivemos um programa de Segurança no Trânsito. É um daqueles workshops cheio de apres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Hoje na escola, tivemos um programa de Segurança no Trânsito. É um daqueles workshops cheio de apresentações do PowerPoint com estatísticas e informações que todo mundo já sabe, alguns vídeos impressionantes da campanha de segurança do Governo e algumas histórias de acidentes horripilantes cujo único objetivo é deixar os adolescentes em pânico, só pra que eles desistam de dirigir logo de uma vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma dessas histórias horripilantes foi de um grupo de quatro amigas de Sydney, que foram a uma festa de aniversário de um amigo. Combinaram que uma delas não beberia pra poder voltar dirigindo. Essa menina, porém, começou a beber no meio da festa. Emma, uma das outras garotas, viu aquilo e foi comentar com Sarah (a dona do carro), que lhe disse que não havia problema. Todavia, como Emma não ia beber de qualquer jeito, porque tinha um jogo importante no dia seguinte, resolveu ela mesma dirigir, por medida de segurança. Quando a festa estava acabando, os pais do aniversariante cuidaram pra que a maioria dos convidados tivessem sido buscados pelos pais ou tomado um táxi. Ao sobrarem umas poucas pessoas, eles se retiraram pra dormir. Os outros convidados, que não tinham como voltar para suas casas, ao verem as quatro amigas que iam embora de carro, começaram a pedir carona. Emma não gostou da idéia de acomodar mais pessoas dentro do pequeno veículo, sem que elas pudessem estar propriamente sentadas com o cinto de segurança, mas Sarah disse que ela deveria parar de se preocupar tanto. Pra não parecer idiota, Emma se calou. Duas outras garotas foram para o banco traseiro, e dois garotos foram no porta-malas do carro. Sendo cautelosa e a única pessoa sóbria do grupo, a motorista dirigiu dentro do limite de velocidade mas, numa curva, o peso do carro fez com que ele começasse a deslizar pelo pavimento molhado. Emma perdeu o controle do carro, que acabou batendo com a traseira num poste. Os dois meninos no porta-malas morreram na hora. As outras passageiras ficaram machucadas e Emma foi levada a julgamento pela morte dos dois rapazes. Suas ex-melhores amigas se voltaram contra ela e testemunharam a favor da acusação no Tribunal, culpando-a exclusivamente pelo acidente.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso tudo me fez pensar&#8230; De quem era a culpa, afinal? Só da motorista, que foi a única pessoa que <em>tentou</em> fazer o que era mais correto? Não, eu não acho. Pra mim, tanto os pais do aniversariante que não esperaram até todos irem embora, quanto aquela que deveria ter dirigido mas começou a beber ou a dona do carro que não estava nem aí pras normas de segurança ou ainda os meninos que resolveram pegar uma carona no porta-malas, são todos responsáveis. Afinal, uma coisa puxa a outra. Se aquela que não ia beber pra poder dirigir tivesse feito o que tinha combinado, Emma não teria se visto obrigada a dirigir um carro no qual ela nunca tinha pegado antes. Se os pais tivessem monitorado os adolescentes, não teriam deixado que todos os oito se amontoassem no veículo sem segurança, e o acidente nunca teria acontecido, porque não haveria excesso de peso. Se a dona do carro fosse mais responsável e tivesse ao menos dado ouvidos às preocupações de Emma, talvez a motorista teria encontrado maior coragem pra enfrentar a pressão dos amigos. Se os meninos não tivessem pressionado por uma carona, nem aceitado ir no porta-malas, ainda estariam vivos. É o princípio da Co-Responsabilidade Inevitável, efeito dominó, uma coisa que puxa a outra, a 3ª Lei de Newton &#8211; aquela que diz que pra toda ação há uma reação -, ou a crença de que &#8220;tudo o que vai, volta&#8221;. É só escolher o nome que você quer dar a isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Bem que o Augusto Cury já dizia, <em>&#8220;o Princípio da Co-Responsabilidade Inevitável demonstra que as relações humanas são uma grande teia multifocal. Revela que ninguém é uma ilha física, psíquica e social dentro da humanidade. Todos somos influenciados pelos outros. Todos nossos atos, quer sejam conscientes ou inconscientes, quer sejam atitudes construtivas ou destrutivas, alteram os acontecimentos e o desenvolvimento da própria humanidade. Qualquer ser humano &#8211; intelectual ou iletrado, rico ou pobre, médico ou paciente, ativista ou alienado &#8211; é afetado pela sociedade e, por sua vez, interfere nas conquistas e perdas da própria sociedade através de seus comportamentos (&#8230;). Os mínimos comportamentos podem interferir em grandes reações na história. O espirro de um norte-americano pode afetar as reações das pessoas no Oriente Médio. Uma atitude de um europeu, por mínima que seja, pode interferir no tempo e nas ações da China (&#8230;). Somos todos todos responsáveis inevitavelmente, em maior ou menor proporção, pela prevenção do terrorismo, da violência social, da fome mundial&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:justify;">No fim das contas, Emma foi julgada inocente, exatamente por não ser mais responsável pelas mortes do que qualquer um dos outros envolvidos na situação. Todavia, hoje ela não pratica mais nenhum dos esportes que amava tanto, largou os estudos &#8211; e olha que ela era uma aluna brilhante -, e enfrenta uma grave depressão. Uma noite mudou a vida dela. Suas escolhas (que no momento até pareceram ser corretas) e a de outras pessoas afetaram seu futuro drasticamente. Embora legalmente livre, ela agora é presa no único lugar que deveria ser livre: seu interior.</p>
<p style="text-align:justify;">E isso serve pra lembrar que nossas decisões mais simples afetam profundamente não apenas a nós mesmos, mas também a muitas e muitas pessoas. Portanto, o bom não é pensar apenas duas vezes, mas umas dez, pra falar a verdade, antes de fazer qualquer coisa. Afinal, nas palavras do Dr. Cury, <em>&#8220;a humanidade é uma família vivendo numa complexa teia. Somos uma úncia espécie. Deveríamos amá-la e cuidar dela mutuamente, caso contrário não sobreviveremos&#8221;.</em></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Brenda Nepomuceno</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As férias das crianças e a nova rotina...]]></title>
<link>http://xii75.wordpress.com/2009/07/10/as-ferias-das-criancas-e-a-nova-rotina/</link>
<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 07:53:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>CHITO 75</dc:creator>
<guid>http://xii75.wordpress.com/2009/07/10/as-ferias-das-criancas-e-a-nova-rotina/</guid>
<description><![CDATA[Nova rotina uma ova. Não existe mais rotina. Aquela coisa de deixar elas na escolinha&#8230;e ter mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nova rotina uma ova. Não existe mais rotina. Aquela coisa de deixar elas na escolinha&#8230;e ter momentos de paz na terra? Já elvis&#8230;isso que era rotina boa!</p>
<p>Graças ao Google (meu Deus) são só três semanas intermináveis&#8230;porque as férias do verão&#8230;são as piores.</p>
<p>Naqueles quase quatro meses&#8230;eu nem sei quem eu sou mais&#8230;</p>
<p>Sem falar que o casal de pais praticamente nem se fala durante essas férias malditas!</p>
<p>Mas&#8230;a grande da verdade é que a escolinha &#8220;enche os piquás&#8221; (como diria minha finada vó materna), aquelas crianças mimadas&#8230;na primeira adolescência aos 3, 4 anos&#8230;com seus: &#8220;qui nojo&#8230;&#8221; &#8220;nem pensaaa&#8221; &#8220;éeecaaa&#8221;.</p>
<p>MUITA PACIÊNCIA&#8230;VOCÊ FEZ&#8230;VOCÊ AGUENTA!</p>
<p>Bom&#8230;fora isso tem os anexos&#8230;melhor não comentar.</p>
<p>Sei que a coisa vai enjoando&#8230;e dai você pede para ter as férias.</p>
<p>Só que a energia que gastam na escola&#8230;em casa&#8230;fica difícil&#8230;</p>
<p>Fora o que comem&#8230;isso é legal&#8230;no almoço&#8230;é sem mau-humor e com apetite (o que acontece na escola?).</p>
<p>Bom&#8230;já estamos em JULHO&#8230;quase na metade&#8230;</p>
<p>Acho que vou sobreviver&#8230;hehehehhe</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Vôo dos Gansos]]></title>
<link>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/07/06/o-voo-dos-gansos/</link>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 15:18:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brenda Nepomuceno</dc:creator>
<guid>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/07/06/o-voo-dos-gansos/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Ontem observei uma enorme revoada de gansos batendo asas em direção ao sul com um pôr-do-Sol ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">&#8220;Ontem observei uma enorme revoada de gansos batendo asas em direção ao sul com um pôr-do-Sol panorâmico que coloria todo o céu durante alguns momentos. Vi-os enquanto me apoiava contra a estátua do leão em frente ao Instituto de Artes de Chicago, onde eu estava observando as pessoas que faziam compras de Natal andando apressadas pela Avenida Michigan. Quando baixei o olhar, percebi que uma mendiga, parada a alguns metros de distância, também estivera observando os gansos. Nossos olhos se encontraram e nós sorrimos &#8211; reconhecendo silenciosamente o fato de que havíamos partilhado uma visão magnífica, um símbolo do misterioso esforço de sobrevivência. Ouvi a senhora falar para si mesma enquanto se afastava desajeitadamente. Suas palavras, ‘Deus me estraga com mimos’ eram espantosas.</p>
<p style="text-align:justify;">Será que a senhora, essa pária das ruas, estaria brincando? Não. Acredito que a visão dos gansos tenha quebrado, mesmo que por um breve momento, a dura realidade de sua própria luta. Percebi mais tarde que momentos como aquele a mantinham viva: era forma através da qual ela sobrevivia à indignidade das ruas. Seu sorriso era real.</p>
<p style="text-align:justify;">A visão dos gansos era seu presente de Natal. Era a prova que Deus existia. Era tudo que ela precisava.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu a invejo.&#8221;</p>
<p style="text-align:right;"><strong>FRED LLOYD COCHRAM</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Poder do Batom: Liderança Feminina como Vantagem Competitiva]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/2009/07/03/o-poder-do-batom-lideranca-feminina-como-vantagem-competitiva/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:16:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
<guid>http://suserania.wordpress.com/2009/07/03/o-poder-do-batom-lideranca-feminina-como-vantagem-competitiva/</guid>
<description><![CDATA[A incorporação da inteligência feminina no processo decisório das empresas como fonte de vantagem co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span>A incorporação da inteligência feminina no processo decisório das empresas como fonte de vantagem competitiva tem sido um dos argumentos mais freqüentes quando se analisa formas de aumentar, nesse momento de crise e incertezas, a competitividade de produtos, negócios e empresas. Várias empresas no Brasil começam a adotar uma “Gender Policy”.</p>
<p>Aprisionadas por uma cultura empresarial onde predominavam crenças como “Você é pago para fazer e não para pensar” ou pelo célebre “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, as empresas da Era Industrial desperdiçaram o potencial da competência feminina, confinando-a a tarefas rotineiras e subalternas, na obsessiva busca da economia de escala.</p>
<p>Acontece que na Era dos Serviços na qual vivemos, a matéria prima básica é a imaginação humana, a criatividade, a inovação. As empresas que desejam sobreviver nesse novo cenário não podem mais se dar ao luxo de selecionar apenas uns poucos para pensar enquanto engaiola a maioria da sua força produtiva na execução. Também não podem mais prescindir do emocional das pessoas e contar apenas com seu lado racional no dia-a-dia do trabalho.</p>
<p>O compartilhamento do poder decisório com as mulheres no mundo corporativo passou a ser questão de sobrevivência das empresas competitivas. Essas empresas precisam de todos pensando, criando, inovando. E precisam utilizar melhor a diversidade de seus talentos, verdadeira riqueza que tem sido negligenciada pelas exigências de padronização de comportamentos até há pouco vigentes. Talento criativo não tem sexo, cor, nacionalidade, tamanho ou idade.</p>
<p>É importante ter em mente que o sexo feminino já é maioria na população em 25 dos 27 estados brasileiros. As mulheres serão muito mais aptas que ninguém para desenhar produtos e serviços capazes de realizar o sonho e encantar essa crescente massa de consumidoras femininas nos grandes centros urbanos. Essa tendência salta aos olhos nos Estados Unidos, onde cerca de 8 milhões de empresas já são dirigidas por mulheres.</p>
<p>Não se trata de defender uma suposta supremacia feminina na liderança dos negócios. Mas sim da heterogeneidade de percepções que a mistura de sexos proporciona. Uma empresa com homens e mulheres na direção tem uma visão muito mais ampla que aquelas onde apenas os homens comandam.</p>
<p>Não é por mera coincidência que em todas as recentes listas das “Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil”, parte considerável dos cargos gerenciais estejam sendo ocupados por mulheres. Provavelmente essa é uma das razões para essas empresas serem classificadas entre melhores nesse momento em que a caça ao talento virou um dos esportes favoritos das empresas vencedoras.</p>
<p>Algumas características do universo feminino que, de forma preconceituosa, eram consideradas como fraquezas —impulso para acomodar situações, sensibilidade para a necessidade dos outros, preocupações comunitárias, etc.— viraram vantagens no mundo corporativo atual. Além disso, todos sabemos que as mulheres valorizam mais o trabalho em equipe; são mais perseverantes e constantes; são menos imediatistas e mais capazes de raciocinar no longo prazo; sobrevivem melhor em tempos de aperto; possuem maior abertura e flexibilidade para o aprendizado constante. Todas essas são características naturais nas mulheres. Ironicamente, as empresas têm gasto verdadeiras fortunas tentando desenvolver essas características entre seus dirigentes predominantemente masculinos. Pense em apenas duas delas: capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo e flexibilidade. Convenceu-se do argumento? Felizmente, o “poder do batom” está se tornando uma realidade sem a radicalização que caracterizou os primeiros passos do movimento feminista e as mulheres competentes têm evitado a tentação de imitação do universo masculino.</p>
<p>Felizmente também não se pensa em um “sistema de cotas” para mulheres. O único sistema válido para promover pessoas é o da Meritocracia. Mas precisamos incluir as mulheres nas avaliações de potencial e de mérito. Não podemos mias nos dar ao luxo de excluí-las e prescindir da inteligência feminina nas nossas empresas. As mulheres têm um grande papel a desempenhar nesse momento de crise e de incertezas, dotando as empresas de vantagem competitiva inquestionável.</p>
<p><strong></strong><em><strong>César Souza</strong></em> (cesarsouza@empreenda.net) Consultor, autor, palestrante e presidente da Empreenda Consultoria nas áreas de Estratégia, Mkt e RH.<br />
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