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	<title>sofrimento &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/sofrimento/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "sofrimento"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 00:08:26 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O AMOR QUE SUPERA A DOR]]></title>
<link>http://pebesen.wordpress.com/2009/12/10/o-amor-que-supera-a-dor/</link>
<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 03:01:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[O grito por socorro - Franz von Stuck &#8220;Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!&#8221; Jesu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O grito por socorro - Franz von Stuck &#8220;Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!&#8221; Jesu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DHAMMAPADA capítulo IX - O Mal]]></title>
<link>http://sebastianvalle.wordpress.com/2009/11/21/dhammapada-capitulo-ix-o-mal/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 12:31:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>sebastianvalle</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Não demoreis em fazer o bem e afastai vossas mentes do mal, pois todo aquele que tarda em faz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://sebastianvalle.wordpress.com/files/2009/11/buda-head.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-964" title="buda" src="http://sebastianvalle.wordpress.com/files/2009/11/buda-head.jpg?w=100" alt="" width="100" height="150" /></a>&#8220;Não demoreis em fazer o bem e afastai vossas mentes do mal, pois todo aquele que tarda em fazer o bem acaba sendo alcançado pelo mal.</p>
<p style="text-align:justify;">Insistir na maldade provoca sofrimento. Assim, que ninguém atue mal uma e outra vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Insistir na bondade produz felicidade. Assim, atua bem uma e outra vez.</p>
<p style="text-align:justify;">Despreocupado vai o malvado enquanto sua má ação não produz frutos. Mas quando ela amadurece, sobre ele cai todo o infortúnio dessa má ação.</p>
<p style="text-align:justify;">Às vezes o homem bom sente dor ao agir bem, mas quando sua boa ação amadurece e produz frutos, então o bondoso recebe a fortuna de sua obra.</p>
<p style="text-align:justify;">Não os descuideis do mal pensando que não os alcançará, pois assim como o cantil se enche gota a gota, assim o malvado vai se enchendo pouco a pouco de maldade.</p>
<p style="text-align:justify;">Não os descuideis do bem pensando que não chegará, pois assim como o cantil se enche gota a gota, assim o sábio vai se enchendo pouco a pouco de bondade.</p>
<p style="text-align:justify;">O mal deve ser evitado com a mesma astúcia que um comerciante rico afasta sua caravana do caminho perigoso, e com o mesmo afinco que o homem que ama a vida evita o veneno.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim como o veneno não consegue ferir a mão que o sustenta se não há ferida, assim se livra da maldade aquele que não está enganado.</p>
<p style="text-align:justify;">Como poeira lançada ao vento, volta-se o mal contra o malvado que fere o homem inocente, puro e sem mácula.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns homens nascem de matriz. Outros, os malvados, nascem em estados desgraçados. Outros, os que dominam a si mesmos, nascem em estados benditos. Mas apenas os iluminados alcançam o Nirvana.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://sebastianvalle.wordpress.com/files/2009/11/buda-tesouras.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-965" title="buda tesouras" src="http://sebastianvalle.wordpress.com/files/2009/11/buda-tesouras.jpg?w=134" alt="" width="134" height="150" /></a>Não há lugar algum, nem no céu, nem no meio do oceano, nem em uma caverna perdida nas montanhas, onde um homem possa estar a salvo da morte.&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">capítulo X &#8211; Castigo</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://sebastianvalle.wordpress.com/2009/10/08/dhammapada-introducao/" target="_blank">todos os capítulos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vida e sabedoria]]></title>
<link>http://transformarse.wordpress.com/2009/11/20/vida-e-sabedoria/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:03:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>eugeniapickina</dc:creator>
<guid>http://transformarse.wordpress.com/2009/11/20/vida-e-sabedoria/</guid>
<description><![CDATA[Lutamos para proteger as baleias, os pandas, os gorilas. Ninguém negaria a importância disso. Desse ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://transformarse.wordpress.com/files/2009/11/pedra_da_cabeleira.png"><img class="alignleft size-full wp-image-468" title="Pedra_da_Cabeleira" src="http://transformarse.wordpress.com/files/2009/11/pedra_da_cabeleira.png" alt="" width="477" height="387" /></a>Lutamos para proteger as baleias, os pandas, os gorilas. Ninguém negaria a importância disso. Desse modo, toda vida é recebida, pois fato é que o humanismo e a ecologia são próprios do homem que, gradativamente, busca melhorar-se – não somente segundo os critérios da ciência, mas também da ética e da justiça, virtudes que reclamam uma moral harmonizada a “<em>um dever geral de humanidade</em>”, como sublinhado por Montaigne.</p>
<p style="text-align:justify;">E se “<em>somente os humanos podem ser desumanos</em>”, nas palavras de Comte-Sponville, nos cabe o dever de fazer do homem outra coisa: “<em>fazer bem o homem</em>”, na sugestão de Montaigne, pois somos (nós mesmos) a nossa tarefa.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao menos, suponho, o milagre da vida deveria nos tornar alegres e gratos. Ademais, isso nos tornaria exigentes para perceber que não nos cabe desperdiçar a dádiva do nascimento e, em consequência, um primeiro compromisso: não sermos indignos em relação ao viver e, por isso, fazer-se para humanizar-se.</p>
<p style="text-align:justify;">E se nascer não é uma diversão, tampouco seria inteligente percorrer de forma desinteressada (ou ressentida) o itinerário da existência. Com frequência, por causa dos destemperos e encargos da rotina, somos desvinculados do bem-querer da vida que flui ao nosso redor e, distraídos, deixamos de escutar o coração, deixamos de corresponder aos lampejos de nossos sentimentos mais profundos – nesses casos, perguntaria a nós o Mestre: <em>onde está o teu tesouro</em>?</p>
<p style="text-align:justify;">Muitas pessoas que atingiram metas terrenas expressivas se esquecem, em algum ponto do caminho, do significado mais precioso (e durável) que reveste as diversas encruzilhadas da existência. No fundo, nossas pretensões, particulares e sociais, para nos ajudarem a progredir, precisariam ser irrigadas pelo espírito de humildade e por um desejo sincero de compartilhar. E todo o resto, sem dúvida, seria acrescentado.</p>
<p style="text-align:justify;">Sofrimento? Eis a biografia de Jó: despido de equívocos, mas atado ao sofrimento. Isso implica dizer que o sofrimento simplesmente existe porque faz parte da vida. Mas, se prestarmos atenção à narrativa, ela nos ensinaria que as provações pelas quais Jó passou o transformaram num homem melhor, mais humanizado, mais amadurecido.</p>
<p style="text-align:justify;">E se talvez não tenhamos que enfrentar as tragédias extremas que afetaram Jó, deveríamos reter o motivo condutor de seu roteiro: uma confiança profunda que, enraizada na fé e na vida, certamente lhe forneceu as forças para prosseguir, ainda que atingido pela dor, suas urdiduras e estranhas perdas&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Jó fez a sua travessia, pois é isto o que o sofrimento nos solicita, ou seja, que o atravessemos. E, na condição de seres em evolução, ele, o sofrimento, nos humaniza, nos faz mais compassivos, mais indulgentes – requisitos indispensáveis à sabedoria, que dá ao ser humano, em passagem, <em>amor pela vida</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Eugênia Pickina &#8211; <a href="http://palavraterra.blogspot.com" target="_blank">Palavra Terra</a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inveja]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/19/inveja/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:33:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tive que viajar a trabalho novamente esta semana e a pessoa com quem estou trabalhando todos os dias]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tive que viajar a trabalho novamente esta semana e a pessoa com quem estou trabalhando todos os dias, um cara novo com praticamente a mesma idade que eu, tem uma filhinha de 3 meses. Quase o mesmo tempo de vida que a Carol teria agora.</p>
<p>Cada vez que vejo ele fazendo coisas para a filha, falando no telefone com a esposa sobre a nenê, sua cara de felicidade ou sono, sinto um pouco de inveja. Fico feliz por ele, mas era para eu também estar fazendo e sentindo essas coisas.</p>
<p>Apesar destes sentinmentos ambíguos, continuo achando que estamos avançando. Ainda estamos no comecinho da nossa nova viagem, e não temos ainda muito a oferecer para mudar as coisas que fazíamos antes. Mas todo dia a Carol me ensina alguma coisinha, e juntando tudo acredito que conseguiremos entender tudo um dia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor Platônico]]></title>
<link>http://ronaldolobato.wordpress.com/2009/11/19/amor-platonico/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 12:39:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldolobato</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu sou apenas alguém ou até mesmo ninguém talvez alguém invisível que a admira a distância sem a men]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Eu sou apenas alguém<br />
ou até mesmo ninguém<br />
talvez alguém invisível<br />
que a admira a distância<br />
sem a menor esperança<br />
de um dia tornar-me visível<br />
e você?<br />
você é o motivo<br />
do meu amanhecer<br />
é a minha angustia<br />
ao anoitecer<br />
você é o brinquedo caro<br />
e eu a crianca pobre<br />
o menino solitario que quer ter o que não pode<br />
dono de um amor sublime<br />
mas culpado por quere-la<br />
como quem a olha na vitrine<br />
mas jamais podera te-la<br />
eu sei de todas as suas tristezas<br />
e alegrias<br />
mas você nada sabes<br />
nem da minha fraqueza<br />
nem da minha covardia<br />
nem sequer que eu existo<br />
é como um filme banal<br />
entre o figurante e a atriz principal<br />
meu papel era irrelevante<br />
para contracenar<br />
no final</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meu amor por ti]]></title>
<link>http://nodivacomsamantha.wordpress.com/2009/11/18/meu-amor-por-ti/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:12:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Samantha</dc:creator>
<guid>http://nodivacomsamantha.wordpress.com/2009/11/18/meu-amor-por-ti/</guid>
<description><![CDATA[Meu amor por ti é concreto, sincero e muito verdadeiro. No momento pra mim, é isso que vale e é isso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Meu amor por ti é concreto, sincero e muito verdadeiro.</p>
<p style="text-align:center;">No momento pra mim, é isso que vale e é isso que importa.</p>
<p style="text-align:center;">Me abstenho do auto-consumo em esclarecer coisas, fatos e situações</p>
<p style="text-align:center;">Que dispensam esclarecimentos.</p>
<p style="text-align:center;">Até porque, tem coisas que é melhor nem esclarecer.</p>
<p style="text-align:center;">Existem situações em nossa vida que é melhor, sonhar acordada.</p>
<p style="text-align:center;">Melhor, se iludir e se enganar.</p>
<p style="text-align:center;">Melhor, não procurar respostas.</p>
<p style="text-align:center;">Para evitar sofrimento.</p>
<p style="text-align:center;">Melhor, deixar a vida nos levar.</p>
<p style="text-align:center;">Melhor, deixar a vida nos dar as resposta que buscamos</p>
<p style="text-align:center;">Na hora exata.</p>
<p style="text-align:center;">Na hora que tem que ser.</p>
<p style="text-align:center;">Para que sofrer antes da hora prevista?</p>
<p style="text-align:center;">Para que buscar sofrimento?</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversa (que ainda não tive) com meu amigo gay]]></title>
<link>http://apdsji.wordpress.com/2009/11/18/conversa-que-ainda-nao-tive-com-meu-amigo-gay/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 03:56:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sara Kelly</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oi, M.! Há muito tempo que gostaria de falar algumas coisas, mas nunca tive coragem, por medo de voc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Oi, M.! Há muito tempo que gostaria de falar algumas coisas, mas nunca tive coragem, por medo de voc]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perdeu o Sermão? Qual é o Seu Problema?   ]]></title>
<link>http://lerpracrer.wordpress.com/2009/11/18/perdeu-o-sermao-qual-e-o-seu-problema/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:17:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Darcy</dc:creator>
<guid>http://lerpracrer.wordpress.com/2009/11/18/perdeu-o-sermao-qual-e-o-seu-problema/</guid>
<description><![CDATA[Resumo* do sermão pregado pelo Pr. Alejandro Bullón  em 07 de novembro de 2009, na Igreja Adventista]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Resumo* do sermão pregado pelo Pr. Alejandro Bullón  em 07 de novembro de 2009, na Igreja Adventista]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Respirando outra vez]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/17/respirando-outra-vez/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:25:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
<guid>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/17/respirando-outra-vez/</guid>
<description><![CDATA[Hoje estou em um dia a la &#8220;levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima&#8221;. Não sou o ti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje estou em um dia a la &#8220;levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima&#8221;. Não sou o tipo de pessoa que se apóia em argumentos psicológicos e científicos para buscar maior compreensão sobre as dificuldades da vida. Acho que boa parte disso se deve à forma de criação prática que tive, principalmente no que diz respeito a encarar o sofrimento de frente, sem medo.</p>
<p>A morte da Carol, tão pequena e nas condições em que tudo aconteceu, me derrubou. Foi diferente do tipo de tristeza a que eu estava habituada. Senti uma dor física durante vários dias, sensação essa que vez ou outra volta. Por mais estranho que possa parecer, a impressão é que me afoguei e aos poucos estou recuperando a respiração. Agora o ar está entrando com mais facilidade. Acho que é um bom sinal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abate Humanitário]]></title>
<link>http://drauzio.wordpress.com/2009/11/17/abate-humanitario/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:01:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Drauzio</dc:creator>
<guid>http://drauzio.wordpress.com/2009/11/17/abate-humanitario/</guid>
<description><![CDATA[. Abate Humanitário (clique no link abaixo) http://drauziomilagres.blogspot.com/2009/11/abate-humani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>.</p>
<p><strong>Abate Humanitário</strong></p>
<p>(clique no link abaixo)</p>
<p><strong><a href="http://drauziomilagres.blogspot.com/2009/11/abate-humanitario.html">http://drauziomilagres.blogspot.com/2009/11/abate-humanitario.html</a></strong></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como lidar com o fim do relacionamento?]]></title>
<link>http://regganata.wordpress.com/2009/11/17/como-lidar-com-o-fim-do-relacionamento/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:40:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>regganata</dc:creator>
<guid>http://regganata.wordpress.com/2009/11/17/como-lidar-com-o-fim-do-relacionamento/</guid>
<description><![CDATA[A psicóloga Maria Cristina Capobianco explica as diversas situações de um término e como lidar com c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:VaRAK3y1po7OtM:http://1.bp.blogspot.com/_ZNQ_zGpjc2E/R0a9Oh26k3I/AAAAAAAAATM/-P1MYdXVlfU/s400/MaosDadas.jpg"><img class="aligncenter" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:VaRAK3y1po7OtM:http://1.bp.blogspot.com/_ZNQ_zGpjc2E/R0a9Oh26k3I/AAAAAAAAATM/-P1MYdXVlfU/s400/MaosDadas.jpg" alt="" width="119" height="110" /></a></p>
<p>A psicóloga Maria Cristina Capobianco explica as diversas situações de um término e como lidar com cada uma delas. <br />
O fim de uma relação é um momento muito delicado que exige <a href="http://www.dicafeminina.com/relacionamento/como-lidar-com-o-fim-do-relacionamento/#">cuidados</a> pois freqüentemente envolve tristeza e sofrimento.  Para alguns este sofrimento se deve ao <a href="http://www.dicafeminina.com/relacionamento/como-lidar-com-o-fim-do-relacionamento/#">sentimento</a> de perda de um ser muito significativo e para outros esta perda representa um alivio. Quando a relação em si é conflitiva, por vezes sentida como destrutiva a separação significa uma libertação deste sofrimento.</p>
<p>Neste sentido o término de uma relação precisa ser visto como um momento de um processo, que precisa ser delicadamente cuidado; exige reflexão e análise para que possa acontecer a partir dela uma transformação, uma renovação das pessoas, explica a psicóloga Maria Cristina Capobianco.</p>
<p>É comum perceber que algumas pessoas, imediatamente após a separação mergulham em outros relacionamentos ou no trabalho ou na academia, como forma de amenizar a dor, o vazio. Outras caem em um desânimo profundo, a vida perde o sentido e sentir só torna-se insuportável.  Especialmente na adolescência, período de grande vulnerabilidade e impulsividade, as tentativas de suicídio são freqüentes.</p>
<p>A psicóloga alerta que essa vontade de querer fazer tudo ao mesmo tempo para esquecer o ex, nem sempre é bom. Cristina explica que no primeiro caso, o alivio da sensação de peso que o relacionamento despertava faz a pessoa pensar que ter “descartado” a relação foi uma atitude <a href="http://www.dicafeminina.com/relacionamento/como-lidar-com-o-fim-do-relacionamento/#">mais saudável</a>.  Em muitos casos, a separação é necessária e aponta para a ampliação dos modos de viver a vida. Porém, se a pessoa não tenta compreender como foi entrando e permanecendo numa relação que se tornou destrutiva, ela poderá eventualmente continuar escolhendo este tipo de relação e repeti-la com outras pessoas. Aparecem em muitos casos outras “dependências”, de álcool, do trabalho, da tirania da imagem de um corpo esbelto, potente.</p>
<p>As pessoas, que pelo contrário, passam por períodos de sofrimento profundo, depressão, tristeza, também precisam de cuidados intensos, ressalta a terapeuta. Provavelmente esta pessoa se sente abandonada, sua autoestima despenca e perde a confiança no seu potencial e desejo de seguir vivendo. Nestes casos, o que houve provavelmente foi que a relação era o que denominamos de um tipo “simbiótico”; similar aquela que acontece entre uma mãe e um bebé recém nascido. O bebê não tem recursos próprios para sobre viver, ele não discrimina quem é quem, mãe e bebé se fundem numa única pessoa. Quando pessoas adultas mantêm este tipo de relação, na qual existe uma indiscriminação intensa entre quem é quem, quando acontece a separação, ela é vivida como se se perdesse uma parte de si próprio ao se desligar do outro. A pessoa se confundiu tanto com seu parceiro, que ao se separar dele, perde seus próprios recursos e sente-se um bebê sem a proteção da mãe.</p>
<p>Após a separação, o período de luto pela perda do ser <a href="http://www.dicafeminina.com/relacionamento/como-lidar-com-o-fim-do-relacionamento/#">amado</a> varia e é comum chegar a nove, dez ou doze meses. É importante ter paciência e não tentar acelerar o processo. As pessoas têm o costume de olhar de maneira negativa para as experiências de sofrimento.</p>
<p>Porém é fundamental respeitar o ritmo que cada um precisa para elaborar este momento e poder se abrir para novas experiências. Homens e mulheres variam muito na sua forma de vivenciar este momento. “Os homens sofrem sozinhos; enquanto as mulheres se apóiam uma nas outras, eles, por razões culturais, se fazem de durões”, observa a psicóloga Maria Cristina Capobianco.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O adeus e a figura do coitado.]]></title>
<link>http://paulogianini.wordpress.com/2009/11/17/o-adeus-e-a-figura-do-coitado/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 06:21:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulogianini</dc:creator>
<guid>http://paulogianini.wordpress.com/2009/11/17/o-adeus-e-a-figura-do-coitado/</guid>
<description><![CDATA[Nunca aconteceu de alguém me olhar com olhar de adeus. Mas já não sei se isso de fato não houve, ou ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Nunca aconteceu de alguém me olhar com olhar de adeus. Mas já não sei se isso de fato não houve, ou se foi de tanto evitar os olhos quando as circunstâncias sugeriam tamanha despedida, que passei sem notar.</p>
<p style="text-align:justify;">Até onde eu consigo supor, tudo deve ter começado por causa de um anúncio, em formato de <em>outdoor , </em>adjacente a uma já inexistente academia na Avenida Morumbi, logo antes da ponte, no sentido Santo Amaro.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca fui capaz de ler o conteúdo efetivo do anúncio, pois que passava sempre de carro e muitas vezes com sono. Mas havia uma figura que, aos poucos, toranava tudo muito difícil: uma joaninha de cabeça baixa, humilde, que levava em seu ombro um cabo de vassoura com uma pequena trouxa na ponta.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu não entendia nada de muita coisa; contava com no máximo doze anos de idade; mas aquela figura já banhava de tristeza o meu peito e por muitas vezes cheguei à escola evitando lágrimas.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos anos depois, já vidrado nas obras perfeitas da música popular brasileira, passei a constatar como a obra em língua portuguesa é dominada em grande parte pela tristeza, pelo adeus, pelas histórias de gente a que se deve respeito apenas por terem passado por situações que nós não combateríamos com a menor resistência.</p>
<p style="text-align:justify;">Toda essa perda, essa tristeza&#8230; Tudo isso me parece muito forte.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca houve de alguém me olhar com olhar de adeus, mas de algum modo consigo imaginar exatamente como eu ficaria. Não como eu reagiria&#8230; Mas como meu peito se traduziria em angústia; como minhas mãos não serviriam para nada; como viraria sombra, de tanto sentir.</p>
<p style="text-align:justify;">E por algum motivo, a imagem do coitado, a cabeça baixa e a trouxa na ponta do cabo de vassoura, veio-me avassaladora na última noite de domingo para segunda. Algo terrível, devo alertar.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sei (sabemos) ao certo que tipo de coisa leva alguém a derrubar o queixo e levar consigo, embora e pra sempre, uma trouxa na ponta do cabo de vassoura. Não sei.</p>
<p style="text-align:justify;">E não é bem isso o mais impotante.</p>
<p style="text-align:justify;">O importante é: nós todos sofremos. Em várias escalas e por vários motivos, carregamos uma quantidade indescritível de sofrimento.</p>
<p style="text-align:justify;">E essa é a metáfora: Romaria, gente humilde, mais um adeus, cálice, asa branca, aço preto, o velho e a flor, atrás da porta, veja você&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Vejam vocês a quantidade de sofrimento que os gênios fazem questão de descrever. Metade de nós é dor; metade de nós é amor e metade é o que vem dessa mistura, numa matemática inacreditável, de tão triste que é.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Quando olhaste bem no olhos meus/ e teu olhar era de adeus&#8221; (atrás da porta)</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;descasei/ joguei/ investi/ desisti/ se a sorte&#8230; eu não sei/ nunca vi(&#8230;) Me disseram, porém/ que eu viesse aqui/ pra pedir de romaria e prece paz nos desaventos&#8221;  (romaria)</p>
<p style="text-align:justify;">Tem piedade de todo nosso sofrimento e nos recebe com sorriso de quem diz que vai ficar tudo bem. O que nos move em vida é a esperança reclusa de morrer em paz.</p>
<p style="text-align:justify;">Sob toda naturalidade ainda não entendemos a metade da metade. Nos falta saber por certo.</p>
<p style="text-align:justify;">São milhares de anos e temos tudo, exceto o que importa.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Como não sei rezar, só queria mostrar meu olhar&#8230; meu olhar&#8230; meu olhar&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mensagem em Áudio: Superando o Sofrimento]]></title>
<link>http://ministeriofogoepoder.wordpress.com/2009/11/26/mensagem-em-audio-superando-o-sofrimento/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:19:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ministeriofogoepoder</dc:creator>
<guid>http://ministeriofogoepoder.wordpress.com/2009/11/26/mensagem-em-audio-superando-o-sofrimento/</guid>
<description><![CDATA[Adquira esta Mensagem!!! Receba em sua casa Apenas R$8,00 (seja um abençoador deste ministério)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Adquira esta Mensagem!!! Receba em sua casa Apenas R$8,00 (seja um abençoador deste ministério)]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eco da Alma]]></title>
<link>http://luissouzaa.wordpress.com/2009/11/25/eco-da-alma/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:54:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luís de Souza A~</dc:creator>
<guid>http://luissouzaa.wordpress.com/2009/11/25/eco-da-alma/</guid>
<description><![CDATA[O som de minh&#8217;alma está a ecoar Assim como o grunhido de um golfinho pelo mar Querendo ser lib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O som de minh&#8217;alma está a ecoar<br />
Assim como o grunhido de um golfinho pelo mar<br />
Querendo ser libertada<br />
Almejando ser amada</p>
<p>Um suposto romance<br />
Que nunca ocorreu<br />
Talvez de relance<br />
Tudo descuido meu</p>
<p>Uma mulher tão atraente<br />
Com esses olhos cor-de-mel<br />
Como no céu atua uma estrela cadente<br />
Por minha vida trespassou de forma infiel</p>
<p>Perdi todas as minhas motivações<br />
Para viver e para morrer<br />
Agora me escondo atrás de minhas citações<br />
Esperando alguém que possa me entender</p>
<p>Me mantenho vivo com mínima excitação<br />
Tento escutar ao eco de minh&#8217;alma<br />
Mas ela está escassa, sem canção<br />
Até que tenha vigor para um novo amor, espero na calma.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensamentos sobre o Sofrimento IV]]></title>
<link>http://rodsilva.wordpress.com/2009/11/25/pensamentos-sobre-o-sofrimento-iv/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:22:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodsilva</dc:creator>
<guid>http://rodsilva.wordpress.com/2009/11/25/pensamentos-sobre-o-sofrimento-iv/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Tem sido tão dificil&#8230; e o que eu estou descobrindo, é isso! Coisas legais e difíceis an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Tem sido tão dificil&#8230; e o que eu estou descobrindo, é isso! Coisas legais e difíceis andam juntas. Dedicação e Sacrificio &#8211; Esses são todos os elementos para se ter uma vida maravilhosa com Deus. É um requisito. É isso o que eu aprendi depois de fazer isso por 30 anos.&#8221;</p>
<p><strong><a href="http://steiger.org/">David Pierce</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Auto-flagelo: Seguindo em frente sempre]]></title>
<link>http://freakbutterfly.wordpress.com/2009/11/25/auto-flagelo-seguindo-em-frente-sempre/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:24:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>FreakButterfly</dc:creator>
<guid>http://freakbutterfly.wordpress.com/2009/11/25/auto-flagelo-seguindo-em-frente-sempre/</guid>
<description><![CDATA[Depois de muito tempo sem atualizar, gostaria de pedir desculpas por tais falhas, pois andei muito o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://freakbutterfly.wordpress.com/files/2009/11/gilette2.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-828" title="gilette2" src="http://freakbutterfly.wordpress.com/files/2009/11/gilette2.gif" alt="" width="218" height="266" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Depois de muito tempo sem atualizar, gostaria de pedir desculpas por tais falhas, pois andei muito ocupada e dizer que sempre entro para ler os comentários que deixam aqui, e sempre que posso respondo-os.</p>
<p style="text-align:justify;">Tendo em vista que há muitas pessoas na mesma situação da qual estive (ou estou, pois ainda não sei), resolvi me abrir mais uma vez para contar sobre minha difícil jornada em busca da “cura” (se é que há uma cura pra isto).</p>
<p style="text-align:justify;">Já faz algum tempo, cerca de 5 meses que eu estou “limpa”, e digo mais, não é fácil permanecer assim, porém a vontade de parar tem sido maior que a vontade de me cortar.</p>
<p style="text-align:justify;">Sei que muitos de vocês vêm aqui para desabafar e fico muito feliz com isso, é como se de alguma forma me expor pudesse tê-los ajudado de alguma maneira, mesmo que não tenham parado (ainda). Tudo o que disseram, todas as histórias que me contaram, acredite, eu passei por tudo isso, a reprovação da família, a gozação das pessoas, a vergonha, o medo e a vontade de ir mais além. Eu cheguei a ser vista como louca pelo meu pai a ponto de ouvir que seria internada. Foi quando eu estava no fundo do poço, quando eu pensei que não teria mais chances de parar, que logo eu terminaria com tudo, foi quando encontrei um fio de esperança e palavras que me fizeram acordar pra vida e ver que viver, mesmo em tempos ruins, é melhor do que o que possa nos aguardar do outro lado da vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Não, eu não me converti, nem fiquei louca, mas sim, eu creio no que o espiritismo prega e sim, eu penso que ao me matar irei sofrer o dobro até reencarnar. Eu confesso que até ajuda pela cura espiritual eu já busquei, e sim, por um tempo resolveu, mas nada realmente da certo de não partir do principio de que NÓS queremos, e PODEMOS!</p>
<p style="text-align:justify;">Primeiro eu me abri com minha família, pedi ajuda mesmo, busquei ajuda psiquiátrica, mas nem sempre os remédios acalmam certas dores. Fiz terapia, mas o melhor remédio estava no ombro dos amigos, nos verdadeiros amigos que te escutam sem criticar e te dão força para não cair mais, e mesmo que caia, ele não irá te crucificar e sim te dar a mão para seguir em frente sempre.</p>
<p style="text-align:justify;">O auto-flagelo é como uma droga, como qualquer outro vicio, você fica dependente da dor física pra aliviar o sofrimento mental, mas no final, como qualquer outra droga, logo o efeito passa e você vê que ao invés das coisas melhorarem, elas piorarão.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu sei que é difícil, e às vezes chega parecer impossível, mas não é! Primeiro temos de aceitar que precisamos de ajuda, sozinho é difícil, posso dizer por experiência própria. Quando me sinto mal, quando a dor bate, e a vontade aperta, quando a tentação é maior do que minhas forças, eu corro atrás de alguém, se estou sozinha, ligo pra alguma amiga e busco conversar, tentar tirar o pensamento do caminho. Distrair o cérebro é a forma que tenho encontrado para desviar os pensamentos sabotadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Sempre que estou péssima, busco me distrair, ver um filme, ler um livro, conversar mesmo que bobagens com outras pessoas, ou até mesmo chorar. Sim! Chorar, isso parece (ao menos pra mim) aliviar as angustias. E quando penso em fazer, eu tento na mesma hora pensar no ‘porquês’ de eu querer parar.</p>
<p style="text-align:justify;">Nada nesta vida vale a pena! Nada vale nosso sangue e dor! Sei que é clichê, mas devemos ser mais fortes e não ter vergonha de buscar ajuda quando necessária, ou de recomeçar quando cair.</p>
<p style="text-align:justify;">Pense nisto, reflita! Não sinta vergonha, não pense que você é fraco ou covarde, pense no quão forte é por tentar, e que é tentando que irá chegar lá. E se você conhece alguém que precisa de ajuda, ajude-o.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Freak Butterfly.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>*Imagem retirada do Google Imagens</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[cisos]]></title>
<link>http://muychique.wordpress.com/2009/11/25/cisos/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:46:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>muychique</dc:creator>
<guid>http://muychique.wordpress.com/2009/11/25/cisos/</guid>
<description><![CDATA[ilustração pra deixar com raiva quem está de dieta, tipo eu. desde o começo da semana venho sofrendo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://muychique.wordpress.com/files/2009/11/img_2176asdasdasd.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-107" title="IMG_2176" src="http://muychique.wordpress.com/files/2009/11/img_2176asdasdasd.jpg" alt="" width="448" height="299" /></a></p>
<p>ilustração pra deixar com raiva quem está de dieta, tipo eu.</p>
<p>desde o começo da semana venho sofrendo com o nascimento dos meus cisos, que resulta numa dor de cabeça horrivelmente intensa. não faço idéia de quando vou poder arrancá-los mas espero que seja em breve &#8211; o mais breve possível. daí ontem, fui verificar a quantas andava a minha pressão sanguínea (dúvida: com ou sem o trema?) e o nível da glicose&#8230; pois bem: a minha pressão estava ótima, mas a minha glicose estava muito bad e isso me deixou um pouco triste e a minha única solução além de ir pensando em procurar um médico, é que vou ter de cortar o açucar na minha vida. unfortunately. não era pra menos, minha avó tinha diabetes assim como a minha mãe tem agora e consequentemente tenho grandes probabilidades. mas dá em nada, vou me cuidar!<br />
faz tanto tempo que eu não falo ou faço bobagem que essa vida de gente grande super responsável às vezes me domina com o tédio. um horror! mudando de assunto um pouco: fiquei feliz&#8230; a ju, minha amigona, um amor de pessoa, uma coisa linda na minha vida tá pra vir pra cá nesse 2010 bonitão e eu tô muito confiante pra que tudo se realize para nos vermos novamente. meus dedos estão crudaditos!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um outro sofrimento]]></title>
<link>http://rfarinazzo.wordpress.com/2009/11/25/um-outro-sofrimento/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 03:41:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>R. Farinazzo</dc:creator>
<guid>http://rfarinazzo.wordpress.com/2009/11/25/um-outro-sofrimento/</guid>
<description><![CDATA[No alto &nbsp;&nbsp;&nbsp;(Não, de modo algum no alto, &nbsp;&nbsp;&nbsp;Que embora tenhas subido ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No alto<br />
&#160;&#160;&#160;(Não, de modo algum no alto,<br />
&#160;&#160;&#160;Que embora tenhas subido<br />
&#160;&#160;&#160;Mais que teus caros vizinhos,<br />
&#160;&#160;&#160;Tu estás longe do telhado!<br />
&#160;&#160;&#160;Digamos assim: num ponto)<br />
Num ponto<br />
Isolado<br />
&#160;&#160;&#160;(Sim, certamente isolado!)<br />
Encontras a solidão.<br />
Não é como aquela<br />
Dos poetas,<br />
&#160;&#160;&#160;(Que os poetas, muitos são<br />
&#160;&#160;&#160;Demais sentimentalistas,<br />
&#160;&#160;&#160;Oh!, muito sentimentais!)<br />
Nem a dos leitores dos poetas,<br />
&#160;&#160;&#160;(Ainda piores são esses!)<br />
Ou a dos que não leem poesias.<br />
&#160;&#160;&#160;(Que podem esses saber<br />
&#160;&#160;&#160;dos temas do coração?)<br />
É a solidão<br />
Que escolheste,<br />
&#160;&#160;&#160;(Não por gostar de sofrer,<br />
&#160;&#160;&#160;Pois quem diria que gosta?)<br />
É a solidão<br />
Que veio junto com a tua escolha<br />
De renunciar a tudo que é fácil.<br />
&#160;&#160;&#160;(E também, por tal motivo,<br />
&#160;&#160;&#160;Difícil de se largar)<br />
Não sofres pela vaidade<br />
Que se vale do autoengano<br />
Para te fazer crer que és grande.<br />
&#160;&#160;&#160;(Eis outro caminho fácil,<br />
&#160;&#160;&#160;Difícil de se largar,<br />
&#160;&#160;&#160;E que não é, não, o teu!)<br />
Sofres com a ignorância alheia,<br />
Não porque ela te afeta<br />
&#160;&#160;&#160;(Chama-se a isso egoísmo,<br />
&#160;&#160;&#160;E não é este o teu mal.)<br />
Mas porque ela te entristece.<br />
E sofrerás sempre<br />
Que teus filhos resistirem à tua educação<br />
Que tua mulher não participar dos teus anseios<br />
Que tua família ignorar o bem que por eles fazes<br />
Que teus amigos te forem intolerantes e frios<br />
Que teus compatriotas ignorarem teus conselhos<br />
&#160;&#160;&#160;(Mas te acalma: bem tu sabes<br />
&#160;&#160;&#160;O quanto são passageiros<br />
&#160;&#160;&#160;Esses trágicos momentos.<br />
&#160;&#160;&#160;Segue adiante, meu amigo,<br />
&#160;&#160;&#160;Que o mundo evolui contigo.)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Compartilhar ]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/24/compartilhar/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
<guid>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/24/compartilhar/</guid>
<description><![CDATA[Expor sentimentos não deveria ser tão difícil. O receio de que esse sofrimento, tão descarado e sinc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Expor sentimentos não deveria ser tão difícil. O receio de que esse sofrimento, tão descarado e sincero, pudesse maltratar as pessoas que estão a nossa volta fez com que hesitássemos algumas vezes em divulgar o blog. Demorou um pouco, é verdade, mas foi bom dar tempo ao tempo. </p>
<p>Não observo a tristeza com preconceito, pelo contrário, acho que saber conviver com esse peso e ainda conseguir sorrir é uma grande conquista. E é assim que vejo esse espaço, uma página que guarda recordações das muitas lágrimas que já caíram, mas aonde cabem muitos sorrisos &#8211; às vezes misturados a um choro de alívio para lavar a alma.  Estamos trilhando nosso caminho, com a Carol no coração, graças a muitos amigos e familiares queridos que nos dão a cada dia um novo motivo para seguir em frente. Os comentários de apoio recebidos nesta segunda-feira, em especial, fizeram com que a vida ganhasse mais cor. É muito bom poder compartilhar nossas reflexões com vocês. Obrigada!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Triunfando sobre as tempestades da vida]]></title>
<link>http://iptubarao.wordpress.com/2009/11/23/triunfando-sobre-as-tempestades-da-vida/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:58:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>iptubarao</dc:creator>
<guid>http://iptubarao.wordpress.com/2009/11/23/triunfando-sobre-as-tempestades-da-vida/</guid>
<description><![CDATA[Hernandes Dias Lopes O Evangelho de Marcos 4.35-41 registra o episódio da tempestade enfrentada pelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#888888;">Hernandes Dias Lopes</span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3291" title="091123_tempestade" src="http://iptubarao.wordpress.com/files/2009/11/091123_tempestade.gif" alt="" width="440" height="160" /></p>
<p>O Evangelho de Marcos 4.35-41 registra o episódio da tempestade enfrentada pelos discípulos no Mar da Galiléia. Nessa ocasião, Jesus estava no barco, dormindo, quando os discípulos foram surpreendidos por um forte vendaval.</p>
<p>Os discípulos, apavorados, acordaram a Jesus, clamaram por socorro, e ele acalmou a tempestade, exortou os discípulos e eles, então, ficaram admirados com seu poder. Essa passagem encerra algumas oportunas lições, que passaremos a considerar:<!--more--></p>
<p><strong>1. As tempestades da vida são inevitáveis</strong> &#8211; Assim como os fenômenos da natureza acontecem com freqüência, também as tempestades da vida nos atingem, mesmo quando nós não as esperamos. As tempestades da vida acontecem ao arrepio da nossa vontade e muitas vezes, colocam a nossa vida de ponta-cabeça.</p>
<p>As tempestades chegam para todos: grandes e pequenos, jovens e velhos, doutores e analfabetos, crentes e descrentes. A vida não é um parque de diversões, mas a travessia de um mar revolto. A vida cristã não é um cruzeiro num confortável navio, singrando águas plácidas, mas uma viagem cheia de aventuras, onde não faltam os ventos contrários e as ondas revoltas.</p>
<p><strong>2. As tempestades da vida são imprevisíveis</strong> &#8211; As tempestades chegam de súbito, inesperadamente. Elas não mandam aviso, não enviam telegrama, chegam repentinamente, agitando nossa vida, encrespando as ondas que nos assustam e nos assolam com desmesurado rigor.</p>
<p>O Mar da Galiléia é um lago de águas doces de vinte e um quilômetros de comprimento por quatorze quilômetros de largura. Esse grande lago é encurralado pelas montanhas de Golã. No extremo norte, fica o Monte Hermom, a mais alta montanha de Israel, cujo cimo está sempre coberto de gelo. Com certa freqüência, os ventos gelados descem desse monte e encurralados pelas montanhas de Golã, batem na superfície do lago, levantando ondas gigantes.</p>
<p>É assim também na vida. As tempestades nos colhem de surpresa: é uma doença súbita, é um acidente trágico, é um divórcio traumático, é um luto doloroso.</p>
<p><strong>3. As tempestades da vida são inadministráveis</strong> &#8211; Os discípulos conheciam o Mar da Galiléia como poucos. Alguns deles eram pescadores e haviam nascido e crescido ao redor daquele lago. Dali eles tiravam o seu sustento.</p>
<p>Mas o que era tão familiar para eles, tornou-se uma ameaça. Quando a tempestade chegou, eles tentaram escapar do perigo, remando com toda destreza, mas o barco estava se enchendo de água. Seus recursos foram insuficientes para resolver o problema. O barco não obedecia mais o comando deles. A tempestade os assolava impiedosamente e eles perderam o controle da situação. O vento chicoteava com violência o barco e as ondas se arremessavam contra eles para levá-los ao naufrágio.</p>
<p>Muitas vezes, temos a sensação de que os problemas que nos afligem são como essa tempestade. A situação se agrava, perdemos o controle, o barco da nossa vida fica à deriva. As tempestades da vida são, também, inadministráveis.</p>
<p><strong>4. As tempestades da vida são pedagógicas</strong> &#8211; Mesmo quando a tempestade foge do nosso controle, ela está sob o controle de Jesus. Aquele que está conosco tem autoridade sobre o vento e sobre o mar.</p>
<p>As tempestades da nossa vida não vêm para nos destruir, mas para nos ensinar. Elas não acontecem à revelia, elas são instrumentos pedagógicos para nos fortalecer na fé. Jesus tem todo poder para acalmar não apenas a tempestade que está do lado de fora; mas, também, os vendavais do medo que estão dentro de nós. Jesus acalma não apenas as circunstâncias, mas, também, os nossos sentimentos.</p>
<p>Nessa travessia do mar revolto da vida precisamos ter fé e não medo, sabendo que Jesus é fiel para cumprir suas promessas. Nosso destino é o outro lado do mar e não o naufrágio. Ele está conosco e podemos desfrutar da sua paz mesmo quando as ondas encapeladas berram aos nossos ouvidos. Ele é todo poderoso e aquilo que nos amedronta está literalmente debaixo dos seus pés.</p>
<p>O Senhor não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. A tempestade vem para que vejamos o seu livramento e saibamos que ele é Deus, digno de ser adorado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensamentos Sobre o Sofrimento III]]></title>
<link>http://rodsilva.wordpress.com/2009/11/23/pensamentos-sobre-o-sofrimento-iii/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:26:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodsilva</dc:creator>
<guid>http://rodsilva.wordpress.com/2009/11/23/pensamentos-sobre-o-sofrimento-iii/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Tente excluir a possibilidade de sofrimento implicada pela ordem da natureza e pela existênci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Tente excluir a possibilidade de sofrimento implicada pela ordem da natureza e pela existência do livre arbítrio, e você descobrirá que exclui a própria vida&#8221;<br />
<strong><br />
C.S. Lewis</strong><br />
O Problema do Sofrimento (pag. 42)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[F&uacute;ria, impaci&ecirc;ncia, descontrole&hellip;]]></title>
<link>http://coelhocm.wordpress.com/2009/11/23/fria-impacincia-descontrole/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:55:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>coelhocm</dc:creator>
<guid>http://coelhocm.wordpress.com/2009/11/23/fria-impacincia-descontrole/</guid>
<description><![CDATA[Sinceramente, tenho começar com um “PUTA QUE PARIU!”. Eu simplesmente não estou mais aguentando essa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sinceramente, tenho começar com um “<strong><em><span style="text-decoration:underline;">PUTA QUE PARIU!</span></em></strong>”. Eu simplesmente não estou mais aguentando essas atitudes que meus pais tem tomado… Sinceramente, não estou tendo mais paciência <strong><span style="text-decoration:underline;">NENHUMA</span></strong> com eles… Meu pai nunca para em casa e quando vem, nunca puxa assunto para conversar, não me pergunta como estou, não pergunta sobre minha faculdade, amigos.. NADA… Quer ficar conversando sobre caminhões… A ta… Mas eu não entendo… Caminhões? Eu não entendo porra nenhuma de caminhão, não tenho nenhuma afinidade com tal, não influencia EM NADA na minha vida esse assunto… Aí ele acha ruim pelo fato de eu não ficar animado com a conversa… (¬¬&#8217;)</p>
<p>De contra partida, vem minha mãe… Mal mal conversamos, mas quando fazemos nos damos bem… Só que ela me enche o saco as vezes… “<strong><span style="text-decoration:underline;">Você tem que voltar com a Tielly… ela é boa menina…</span></strong>”, “<strong><span style="text-decoration:underline;">Esse seu amigo não é bom pra você…</span></strong>”, “<strong><span style="text-decoration:underline;">Esse seu jogo ta transformando você em uma pessoa amarga…</span></strong>”, “<strong><span style="text-decoration:underline;">Essa sua luta não é legal pra você</span></strong>”… Caralho… tomar no meu cú com isso ein? Será que a vida é minha ou é de alguém? Será que eu não posso ter meus próprios pensamentos? Será que eu não posso ter um desejo MEU???</p>
<p>Me <strong><span style="text-decoration:underline;">ENCHERAM O CARALHO DO SACO</span></strong> para voltar com a faculdade… Voltei, to fazendo mó sacrifício para fazer ela funcionar porque infelizmente, não tenho condições de pagar 500 reais no pitágoras, então to naquela desgraça de unopar que sinceramente, só traz raiva pela informação errada e, quando não é errada, não existe… Alguma vez eles me perguntam da faculdade? Se eles respondem as minhas perguntas, se é boa, se é ruim, se não presta… Alguma vez eles perguntam sobre as coisas que <strong><span style="text-decoration:underline;">eu faço</span></strong>? Alguma vez eles me perguntam como <strong><span style="text-decoration:underline;">eu me sinto lá em casa</span></strong>? “<strong><span style="text-decoration:underline;">ALGUMA VEZ ELES ME PERGUNTAM SE EU QUERIA QUE ALGO MUDASSE??????</span></strong>”</p>
<p>Coisinhas como essas me irritam… E parece que as coisas são conspiradas contra nós… Sábado conversei com meu pai sobre jogos… Que não é pelo motivo que estou jogando umas 2 ou 3 horas todos os dias que por este motivo virei um irresponsável… Que vou sempre trabalhar, que não falto com minhas obrigações… Aí, por mera coincidência, meu telefone hoje não disperta… Mas quando eu acordo, o alarme está ativado e nenhuma mensagem de aviso que ele tocou… A única coisa que eu posso deduzir é que alguém desativou ele e mais tarde ativou novamente… Para tirar minhas conclusões, minha porta do quarto estava fechada e hoje, especificamente hoje, meu pai decidi fechar a porta da cozinha para não me acordar e não deixa ninguém me chamar… Será que ele quer culpar o meu jogo? <strong><span style="text-decoration:underline;">FATO!</span></strong></p>
<p>As vezes eu penso que se eu fosse um viciado em cocaína ou heroína meus pais me tratassem um pouquinho melhor, ou que se importassem comigo de uma forma sadia… Eu sempre pergunto pro meu pai como foi a viagem, sobre pescaria que ele gosta… Com minha mãe falo das coisas que ela gosta e tals… Será que to fazendo errado? Acho que tenho que ignorar… Encher o cú de cachaça todo final de semana, me entupir de drogas e andar com traficantes e batedores de carteira… Aí sim eles vão poder falar que eu sou “<strong><span style="text-decoration:underline;">errado</span></strong>”…</p>
<p>Aí eu questiono minha mãe… “<strong><span style="text-decoration:underline;">Vocês botam culpa em tudo… Primeiro é porque eu terminei o noivado aí eu me tornei um cara sem amor no coração… Depois que eu comecei a jogar a culpa não foi mais o término, e sim o jogo… Será que o problema está no que ‘eles’ vêem ou no que eles não querem ver? Não seria mais fácil jogar a culpa na costas dos outros ao invés de olhar para você mesmo e ver que você está fazendo com que os erros aconteçam?</span></strong>”… Tenho muitos defeitos… Um deles é o orgulho… Sei que é errado, mas tenho que parar com isso… Uma coisa entra na cabeça e fudeu, não sai mais… A menos que alguém prove o contrário… Não adianta me dizer que laranja é azul… eu não acredito! A menos que me mostrem uma laranjeira de frutos azuis \o/… Caso contrário, nada justifica… Estava sem paciência antes mesmo de terminar o noivado… Até a ex sabe disso que eu já estava me controlando em casa… Mas é mais simples meus pais aceitarem que o erro é amigos e jogos… Tenho meus sentimentos, meus desejos, minhas vontades, minhas obrigações e <strong><span style="text-decoration:underline;">MINHAS CONSEQUÊNCIAS!</span></strong> Então, se alguém aqui se dá mal sou eu… Isso que eles não enchergam… Eles não sabem ver que quem tem que ver o que é melhor pra mim <strong><span style="text-decoration:underline;">sou eu</span></strong>.</p>
<p>Sinceramente, estou totalmente PUTO e sem paciência hoje… Não consigo pensar em bosta nenhuma por causa disso… To revoltado, estressado, impaciente… Preciso de um ótimo saco de porrada para poder me aliviar… Não quero tomar nenhuma decisão no momento… Estou esperando a faculdade me dar posição dos problemas, quero ver meus primos, não vou conversar com tielly para voltar porque os outros acham que eu deva fazer isso, não vou ao show do metallica, estou esperando um acampamento esse ano ainda, estou aguardando a taís chegar da Itália em breve, estou aguardando a formatura da Thays, estou aguardando passar o reveillon com Digão e Bruno se possível… Preciso de férias, preciso de sussego, preciso de “<strong><span style="text-decoration:underline;">P A Z</span></strong>”. É pedir demais???</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Att.<br />
[]z</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Como afastar pensamentos negativos?]]></title>
<link>http://sebastianvalle.wordpress.com/2009/11/23/como-afastar-pensamentos-negativos/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:03:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>sebastianvalle</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acho fundamental gostar do que se faz, e aprovar sua própria obra. Ninguém é mais importante do que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Acho fundamental gostar do que se faz, e aprovar sua própria obra. Ninguém é mais importante do que você pra julgar seu trabalho. Pra mim, esconder essa satisfação seria falsa-modéstia. Então vou publicar uma carta que recebi esta semana, sem vergonhas hipócritas:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-993" title="carta" src="http://sebastianvalle.wordpress.com/files/2009/11/carta2.jpg?w=119" alt="" width="119" height="150" />Sebastian,<br />
Tenho lido o seu blog e acho que você pode responder minha pergunta: Como afastar os pensamentos negativos?<br />
Ultimamente me sinto deprimida. Os pensamentos negativos vêm lentamente, e quando eu percebo me sinto mal, até dói. Já acordo de manhã reclamando de tudo. Vou começar a fazer psicanálise e yoga.<br />
</em><br />
Acho que você está indo por um caminho muito bom. Terapia costuma ser muito positivo a longo prazo. E yoga eu sei, por experiência própria, que é tiro-e-queda. Mas o que achei mais positivo foi a sua noção de que os pensamentos negativos chegam lentamente, e de repente você se sente mal, e até dói. Porque o caminho é esse mesmo:<br />
Como afastar os pensamentos negativos? Primeiro é melhor <strong>ver</strong> os pensamentos negativos. É muito difícil afastar um inimigo que você não vê. Mas como eu vou <strong>ver</strong> um pensamento? Exatamente do jeito que você descreveu: A gente se sente mal. Até dói. É o seu corpo quem melhor te mostra os pensamentos negativos.</p>
<p style="text-align:justify;">Então eu diria que o primeiro passo é perceber o que essa negatividade provoca no seu corpo. Quanto mais você praticar essa percepção corporal, mais rápido você vai ficar alerta contra o <strong>crescimento</strong> dos pensamentos negativos. Eu sei que seu objetivo é combater o <strong>nascimento</strong> da negatividade, mas eu acho isso um objetivo bem difícil, e é uma meta a longo prazo. Mas só de combater o crescimento e a multiplicação da negatividade você já vai sentir uma melhora imensa na sua qualidade de vida. Depois, naturalmente o surgimento de pensamentos negativos vai diminuindo de frequência até um ponto em que não te incomodam tanto.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas como praticar essa percepção corporal? Eu uso artes marciais, mas yoga também é ótimo. Ambos têm em comum o uso da respiração como foco. Um bom conselho seria prestar atenção à sua respiração. Deixar o corpo respirar sozinho, no ritmo que for. Só de olhar pra sua respiração ela já volta sozinha a ficar natural e saudável. Faz isso antes de dormir. E depois de acordar também. Em vez de deixar sua mente tomar o controle e te encher de negatividade pelas manhãs, presta atenção ao corpo. Ele é muito mais esperto que a mente. O corpo é feito pra sobreviver saudável no mundo real. A mente é burra e cheia de fantasias.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://sebastianvalle.wordpress.com/files/2009/11/louca.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-994" title="louça" src="http://sebastianvalle.wordpress.com/files/2009/11/louca.jpg?w=112" alt="" width="112" height="150" /></a>Prestar atenção na respiração é difícil, eu sei, mas você pode praticar isso no yoga, quando lava a louça, no ônibus, enquanto ouve alguém falar&#8230; Em pouco tempo você vai começar a reparar como a sua respiração se altera de acordo com o que as pessoas te dizem ou fazem. A respiração responde a tudo o que te acontece. Mas um dia você já vai tomar as rédeas da respiração e assim tomar as rédeas da mente. Você vai quase escolher o que pensar. Mas tem que treinar. Confiar que funciona, porque demora, mas funciona.</p>
<p style="text-align:justify;">Boa sorte!</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">hahaha Não sei você, mas eu gostei muito da minha própria resposta <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><a href="http://sebastianvalle.wordpress.com/2009/11/23/como-afastar-pensamentos-negativos/#respond" target="_self">comentários</a><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Pedaços de Colecção I]]></title>
<link>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/11/21/pedacos-de-coleccao-i/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:55:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Heleno</dc:creator>
<guid>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/11/21/pedacos-de-coleccao-i/</guid>
<description><![CDATA[Crédito: Assírio e Alvim &#8220;Sentarmo-nos por um momento na nossa mais profunda paz, será isso, p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1213" class="wp-caption alignleft" style="width: 151px"><a href="http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/files/2009/11/609.jpg"><img class="size-full wp-image-1213" title="609" src="http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/files/2009/11/609.jpg" alt="" width="141" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Crédito: Assírio e Alvim</p></div>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Sentarmo-nos por um momento na nossa mais profunda paz, será isso, por exemplo, ajudar toda a humanidade? Sim, isso ajuda! Devido à não separação entre a nossa paz profunda, a paz do mundo, e a ajuda a todo o universo; estas coisas são inseparáveis, são uma ajuda, um amor e um mesmo corpo-terra. O vosso zazen verdadeiro é meu, é da humanidade, é um zazen universal. Cada um de nós devia encontrar esse sentar, estar e andar zen durante todo o tempo, passo a passo.<br />
Mesmo que toda a humanidade se sentasse em meditação e trabalha-se arduamente em acção durante mil anos, mesmo assim a paz real não chegaria à Terra e o sofrimento continuaria a existir para sempre. Mas, agora mesmo, a paz real (a ajuda à humanidade) está aqui onde você (nós) está sentado em meditação (nesta uma única expiração)&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">Hôgen Yamahata, &#8220;Folhas caem, um novo rebento&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
