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	<title>software-livre &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/software-livre/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "software-livre"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 11:37:53 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[DVD Linux Acessível 9.10 disponível]]></title>
<link>http://livrese.wordpress.com/2009/11/30/dvd-linux-acessivel-9-10-disponivel/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 03:59:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Isaac Filho</dc:creator>
<guid>http://livrese.wordpress.com/2009/11/30/dvd-linux-acessivel-9-10-disponivel/</guid>
<description><![CDATA[É com grande satisfação que anuncio o lançamento do DVD Linux Acessível 9.10, uma versão remasteriza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É com grande satisfação que anuncio o lançamento do DVD Linux Acessível 9.10, uma versão remasterizada do Ubuntu 9.10 Karmic Koala. Este DVD tem como foco a acessilidade para pessoas com deficiência visual, tornando o uso do GNU/Linux prático, fácil e com total autonomia na instalação por pessoas cegas ou de baixa visão.</p>
<p><strong> Características do DVD Personalizado </strong> :</p>
<p>* Sistema configurado para carregar em português e com o leitor de telas Orca ativado.<br />
* O ampliador de telas para pessoas com baixa visão pode ser ativado rapidamente pela combinação de teclas Insert+A.<br />
* Correção dos problemas com o som referente ao pulse audio.<br />
* Correção no nome da pasta que representa o desktop, pois no Ubuntu 9.10 original vem com o nome de &#8220;Área de Trabalho&#8221; o que dificulta o funcionamento de alguns programas, por conter acento e espaços no nome.<br />
* Codecs para reprodução de áudio e vídeo.<br />
* Instalados os pacotes referentes ao Flash e Java<br />
*Adicionado o pacote Parcellite para gerenciar a área de transferência<br />
* Instalado o leitor de telas para modo console Espeakup.<br />
* Adicionado script para reconhecimento do modem Sonny Erickson MD300.<br />
* Mozilla Thunderbird 3.0 definido como gerenciador de e-mails padrão do sistema.<br />
* Adicionada uma pasta com manuais para quem está iniciando com as pricipais teclas de atalhos do Orca, Gnome, Nautilus, Firefox…<br />
* Pacote Wine para rodar aplicativos Windows<br />
* Instalados os pacotes Acidrip e DEVEDE para trabalhar com a criação de DVDs.<br />
* Pacote sound converter para conversão de formato de áudio.<br />
* Pacote MP3 Gain para normalizar áudio de MP3s.<br />
* Instalados os pacotes para o Pidgin, Skype e o plugin que controla o Skype via Pidgin.<br />
* Painéis inferior e superior unificados em um único na parte iferior da tela a fim de liberar maior área visível para os programas.<br />
* Sistema atualizado até 24/11/2009.</p>
<p>Fonte e Download: <a href="http://www.linuxacessivel.org/2009/11/24/dvd-linux-acessivel-9-10-disponivel/" target="_self">linuxacessivel.org</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apropriação digital e o desenvolvimento social]]></title>
<link>http://rasevero.wordpress.com/2009/11/30/apropriacao-digital-e-o-desenvolvimento-social/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 02:42:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>rasevero</dc:creator>
<guid>http://rasevero.wordpress.com/2009/11/30/apropriacao-digital-e-o-desenvolvimento-social/</guid>
<description><![CDATA[Enquanto olhamos com otimismo as mudanças que o mundo digital tem proporcionado, milhões de pessoas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Enquanto olhamos com otimismo as mudanças que o mundo digital tem proporcionado, milhões de pessoas continuam sem poder usufruir deste mundo. As pessoas já sabem disso e é por essa razão que falam de inclusão digital e de como isso é uma parte importante no processo de inclusão social. Mas utilizar o termo &#8220;inclusão&#8221; para isso não me parece ser o mais apropriado, a realidade demanda muito mais do que inclusão. E um dos caminhos é a <strong>apropriação digital</strong>.</p>
<p>A diferença que faço entre apropriação e inclusão parte do princípio de que ter acesso e saber usar, ou seja, apenas a inclusão, não é o suficiente. O verdadeiro potencial se mostra quando as pessoas, além de saberem usar, forem capazes de <strong>criar</strong>, <strong>comunicar</strong> e se <strong>mobilizar</strong> através do mundo digital. Além disso, a apropriação digital está fortemente enraizada junto aos conceitos de bem comum, que são muito bem representados por iniciativas como o <a href="http://www.creativecommons.org">creative commons</a> e o mundo do software livre.</p>
<p>Por isso, o desafio de promover a apropriação digital é muito maior do que a inclusão, pois não basta apenas entregar um computador nas mãos das pessoas. É preciso educa-las não apenas para saber onde e como clicar nas coisas, mas principalmente em como gerar conteúdo a partir da tecnologia. Também há o desafio de educar para desprender-se da propriedade intelectual e aceitar que o conhecimento é direito de todos, ao mesmo tempo em que é preciso educar para utilizar o conhecimento ou conteúdo disponível, agregar o seu conhecimento ou conteúdo e então retorna-lo para a comunidade. Isso requer um repensamento dos próprios conceitos de valor, recompensa e status. A partir daí a criação de cultura, sua difusão e a produção intelectual serão potencializadas a um nível nunca antes previsto. Através dos meios digitais a criação de conteúdo torna-se acessível para todos, o que permite um enriquecimento cultural dinâmico e democrático. É por isso que a tecnologia e o mundo digital conectado tornaram-se tão importantes para a sociedade como um todo.</p>
<p>Acredito ser através da educação, da produção intelectual e cultural que se criam as bases de uma sociedade pacífica e produtiva. O efeito que a apropriação digital proporciona em uma comunidade organizada sobre os conceitos de bem comum me intrigam. É por esta razão que a partir de hoje eu tomo como desafio a educação e difusão desses conceitos. Para isso eu tomo como base um grupo de pessoas que sabem muito bem o que essas ideias significam para promover o verdadeiro desenvolvimento social: o coletivo de <a href="http://rede.metareciclagem.org/">metareciclagem</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PHP Conference Brasil 2009, Solr, i-Educar e PHPinga]]></title>
<link>http://eriksencosta.wordpress.com/2009/11/29/php-conference-brasil-2009-solr-ieducar-phpinga/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 02:11:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eriksen Costa</dc:creator>
<guid>http://eriksencosta.wordpress.com/2009/11/29/php-conference-brasil-2009-solr-ieducar-phpinga/</guid>
<description><![CDATA[Ontem (28/11), foi encerrada mais uma PHP Conference Brasil 2009. E mais uma vez o evento foi incrív]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ontem (28/11), foi encerrada mais uma PHP Conference Brasil 2009. E mais uma vez o evento foi incrív]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maddog inicia projeto para criar 3 milhões de empregos com Linux no Brasil‏]]></title>
<link>http://tuxcuiabano.wordpress.com/2009/11/29/maddog-inicia-projeto-para-criar-3-milhoes-de-empregos-com-linux-no-brasil%e2%80%8f/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 14:15:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>sulinux</dc:creator>
<guid>http://tuxcuiabano.wordpress.com/2009/11/29/maddog-inicia-projeto-para-criar-3-milhoes-de-empregos-com-linux-no-brasil%e2%80%8f/</guid>
<description><![CDATA[O diretor-executivo da Linux International (o cara!), garante que o Brasil é o melhor país para o Li]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://tuxcuiabano.wordpress.com/files/2009/11/jon_maddog_hall_koolu_cto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-534" title="jon_maddog_hall_koolu_cto" src="http://tuxcuiabano.wordpress.com/files/2009/11/jon_maddog_hall_koolu_cto.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:left;">O diretor-executivo da Linux International (o cara!), garante que o Brasil é o melhor país para o Linux e inicia projeto para criação de pelo menos 3 milhões de empregos.  O diretor da Linux International pretende implantar o projeto-piloto no país em abril do ano que vem. “E, depois de três meses de piloto, se obtivermos sucesso, então começaremos a abri-lo, para que as pessoas sejam capazes de obter a informação e gerar seus próprios serviços”, destacou.  Maddog acredita ser possível, ainda, “dobrar o número de programadores de software livre no mundo, melhorar a educação de forma geral, permitir que o mundo todo economize cerca de R$ 10 bilhões por dia e, acima de tudo, conseguir tudo isso sem nenhum dinheiro dos contribuintes”. Para ele, “tudo é possível. Só depende do quão arduamente nós tentarmos”.  O Projeto baseia-se em três pilares: hardware, rede e empreendedorismo. John Maddog Hall garante que com o uso de vários computadores de baixíssimo custo (ThinClient), com Linux e um servidor, ele pretende conectar todos os computadores de forma a criar uma grande bolha de rede sem fio. Cada ThinClient também será um roteador e compartilhará parte da sua banda de rede para os demais usuários.</p>
<p>Fonte:[<a href="http://certificacaolinuxlpi.blogspot.com"> Certificação Linux-LPI</a>]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cloud Computing é oferecido como serviço]]></title>
<link>http://surfandonasnuvens.wordpress.com/2009/11/29/cloud-computing-e-oferecido-como-servico/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 12:03:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>walmeidadf</dc:creator>
<guid>http://surfandonasnuvens.wordpress.com/2009/11/29/cloud-computing-e-oferecido-como-servico/</guid>
<description><![CDATA[Outra característica elementar para soluções de cloud computing é que ele é oferecido aos clientes c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Outra característica elementar para soluções de cloud computing é que ele é oferecido aos clientes como serviço. A TI é transparente e abstrata para o cliente. Ele não conhece os detalhes de sua implementação. Mas irá cobrar por níveis de serviços, como: disponibilidade, tempo de resposta, processos operacionais pré-definidos, segurança e confiabilidade.</p>
<p>Tipicamente, as soluções de cloud não devem ser modificadas para atender a um cliente específico. Elas serão levemente adaptadas como é feito pela <a href="http://www.salesforce.com" target="_blank">Salesforce.com</a>. Por isso que estará melhor preparado para a oferta em nuvem, soluções bem estabelecidas em suas funcionalidades. Por isso correio eletrônico é oferecido a bastante tempo neste modelo de SaaS, são raras a demanda por novas funcionalidades para sistema de mensageria.</p>
<p>O cliente estará preocupado com os acordos sobre o nível de serviço (ANS ou SLA), com auditorias sobre os sistemas ou Data Center. Enfim, controlar mais questões relacionadas com a qualidade do serviço do que com a tecnologia em si.</p>
<p>Isso me leva a crer que alguns debates devem se amenizar, como por exemplo, qual o melhor sistema de mensageria ou qualquer outra tecnologia, se devemos usar software livre ou comercial. Essa preocupação será do provedor de cloud computing que selecionará a tecnologia que o permitirá ter o menor custo e maior qualidade na entrega dos serviços.</p>
<p>Por hora deixei uma figura que peguei do site <a href="http://www.absolutehelp.in/" target="_blank">AbsoluteHelp</a>, mas ela não me apetece, vou procurar outra. No entanto, ela deixa a principal mensagem que gostaria de mostrar aqui, o cliente e o fornecedor estarão mais preocupados em discutir nível de serviço do que tecnologia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Slides da apresentação: "Você quis dizer: buscas poderosas com Apache Solr, Lucene"]]></title>
<link>http://eriksencosta.wordpress.com/2009/11/27/slides-da-apresentacao-voce-quis-dizer-buscas-poderosas-com-apache-solr-lucene/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 07:06:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eriksen Costa</dc:creator>
<guid>http://eriksencosta.wordpress.com/2009/11/27/slides-da-apresentacao-voce-quis-dizer-buscas-poderosas-com-apache-solr-lucene/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não, obrigado]]></title>
<link>http://mottinha.net/2009/11/26/nao-obrigado/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:41:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>keepstrong</dc:creator>
<guid>http://mottinha.net/2009/11/26/nao-obrigado/</guid>
<description><![CDATA[Compra na Linux Mall]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://keepstrong.wordpress.com/files/2009/11/uso.jpg" alt="" title="uso" width="400" height="400" class="alignnone size-full wp-image-1357" /></p>
<p>Compra na <a href="http://www.linuxmall.com.br/cart/?page=categ/flypage&#38;product_id=6478&#38;fil">Linux Mall</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto Cauã: Reduzir desperdício, avançar a computação]]></title>
<link>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/26/projeto-caua-reduzir-desperdicio-avancar-a-computacao/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:01:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>stellarium</dc:creator>
<guid>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/26/projeto-caua-reduzir-desperdicio-avancar-a-computacao/</guid>
<description><![CDATA[Origianl em http://www.linuxnewmedia.com.br/maddog/projeto_caua Por Jon &#8216;maddog&#8217; Hall Há]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Origianl em <a title="Projeto Cauã - Blog do Maddog" href="http://www.linuxnewmedia.com.br/maddog/projeto_caua" target="_blank">http://www.linuxnewmedia.com.br/maddog/projeto_caua</a></p>
<blockquote><p><em>Por Jon &#8216;maddog&#8217; Hall</em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1025" title="jon_maddog_hall" src="http://almalivre.wordpress.com/files/2009/11/jon_maddog_hall.jpg" alt="" width="214" height="300" />Há cinco anos, comecei a voltar minhas discussões sobre Software Livre à pergunta de “Como ganhar dinheiro com Software Livre?”. Quatro anos atrás, questões em torno de usabilidade e softwares de código fechado no mundo moderno atual começaram a se infiltrar nas minhas palestras, levando à pergunta de quanto tempo é desperdiçado em escala mundial pelos softwares que não fazem o que queremos e precisamos que façam. Há três anos, comecei a abordar as questões de uso de energia e quanto o próximo bilhão de computadores vai utilizar se não tomarmos cuidado. Dois anos atrás, comecei a abordar as questões de pirataria de software e como ela afeta os usuários finais mais do que aos “provedores de software”. Ano passado, as questões de inclusão digital também entraram no cenário.</p>
<p>Este ano, uma recessão mundial causadora de enorme desemprego me fez parar para pensar e começar a pôr em prática um plano para resolver todas essas questões e mais algumas. Dois empresários brasileiros, Douglas Conrad da OpenS (Florianópolis, SC) e André Franciosi da Franciosi Consultoria (Porto Alegre, RS) começaram a trabalhar comigo para formular um projeto que resolveria alguns desses problemas, e depois uma série de outros empresários e técnicos se juntou à diretoria e ao princípio da diretoria técnica, para formar o “Projeto Cauã”.</p>
<p>Vamos examinar alguns dos problemas mencionados acima.</p>
<p><!--more-->O desktop médio usa entre 200 e 300 watts de energia. Até já vi um sistema desktop que “orgulhosamente” usava 850 watts. Dados os (aproximadamente) 1 bilhão de desktops no mundo, se todos esses computadores fossem ligados, usariam entre 200 e 300 bilhões de watts de energia elétrica. Some a isso as telas maiores (e múltiplas) de LCD e Plasma de que todos gostamos, e a quantidade de energia é considerável.</p>
<p>Uma regra aproximada diz que para cada watt de eletricidade usado para computação, outro watt é necessário no resfriamento. Embora isso não seja necessariamente ruim na Antártica, onde o computador pode até atuar como um aquecedor muito caro, no equador o problema é real.</p>
<p>É claro que o os sistemas que gastam mais energia também têm ventoinhas. Quando mais jovem, eu tive um sistema que soava como um B-52 decolando no meu cubículo, então eu o desligava para conseguir ouvir meus pensamentos. Claro que um computador desligado é menos útil que uma âncora de barco, já que ao menos a âncora tem o papel de manter o barco no lugar. E a primeira parte a falhar num computador é a ventoinha ou o disco; mais um motivo para desligar o sistema quando ele não estiver em uso.</p>
<p>E se o sistema na sua mesa fosse tão pequeno e tão eficiente que não tivesse ventoinha? Se ele usasse menos de 10 watts de eletricidade? E se a sua rede fosse tão rápida e tão onipresente, com uma latência tão baixa que você conseguisse sobreviver com um disco em estado sólido ou até sem disco? Talvez você ficasse tentado a deixar seu computador ligado o tempo todo, e ele poderia ser o que você quisesse, como sua TV, seu rádio, seu telefone, sistema de segurança, roteador sem fio, sistema de automação doméstica e (óbvio) sua conexão com a Internet.</p>
<p>Outra questão é o tempo gasto hoje em dia na computação. Há quarenta anos, as pessoas eram treinadas em Ciência da Computação. Elas frequentavam aulas para aprender a usar o computador, e recebiam treinamento de como cuidar dele. Então, próximo a 1980, a indústria decidiu pôr o mainframe nas mesas das pessoas e o chamou de “computador pessoal”. Esperava-se que as pessoas entendessem magicamente de “backups”, vírus, filtragem de spam e (conforme os preços dos computadores caíram) com menos e menos treinamento nos aspectos menos conhecidos dos computadores.</p>
<p>As grandes empresas conseguiam pagar por essas pessoas mágicas chamadas de “administradores de sistemas”, mas as pequenas lidavam com pessoas autodidatas que podiam ou não ter o conhecimento necessário para o que precisavam fazer, e com menos foco em sua “tarefa principal”.</p>
<p>E se, nesses um bilhão de computadores, nós desperdiçássemos “somente” cinco dólares por dia? Nos salários atuais, isso significa aproximadamente quinze minutos por dia desperdiçados por conta de vírus, arquivos perdidos, spam não filtrado, ou simplesmente pela falta de softwares adequados instalados e do conhecimento de como usá-los. Como sociedade mundial, isso seria aproximadamente cinco bilhões de dólares por dia, e eu estimo que a perda seja bem mais que isso.</p>
<p>É claro que os defensores da computação em nuvem dizem que podem resolver esse problema, e apesar da “cloud computing” resolver várias necessidades das pessoas, há muitos cuja conectividade com a Internet em termos tanto de velocidade quanto de latência, ou da falta de aplicativos críticos, não lhes permitiria viver completamente “na nuvem” nos próximos anos.</p>
<p>Em várias cidades do mundo, as pessoas moram em áreas muito densas. Edifícios altos, bairros densos onde uma LAN com banda larga poderia ser fornecida para oferecer a largura e a latência necessárias para uma combinação de cliente e servidor. A Internet seria passada ao servidor, e não a empresas individuais, apartamentos e casas.</p>
<p>E se a computação se tornasse realmente uma “appliance” para a maioria das pessoas, com um administrador de sistemas/empreendedor bem treinado fornecendo os sistemas, softwares e conhecimentos para manter os sistemas da melhor forma para todos os seus clientes? E se essa pessoa bem treinada não estiver na Índia nem na China, mas apenas alguns andares abaixo do seu apartamento ou escritório? E se parte do trabalho dessa pessoa bem treinada for ajudar você a entender como usar seu computador de forma melhor e mais eficiente? Para economizar para você e sua família ou funcionários dez ou quinze minutos diários de frustração e falta de produtividade ao usar sua “rede de conhecimentos”? Isso valeria cinco dólares por mês?</p>
<p>E se essa pessoa também fosse um web designer que pudesse até escrever programas simples para você caso necessário? E se ela pudesse ajudar você a integrar seus softwares à sua vida ou à sua empresa?</p>
<p>E se você fosse essa pessoa? Alguém que conheça e ame o Software Livre, curta programar e gostaria do desafio de ser seu próprio chefe, seu próprio empreendedor? Parte de uma sociedade de um a dois milhões de pessoas no Brasil, e outros dois a três milhões no resto da América Latina? Talvez outro milhão no leste europeu e na Rússia, e outros quatro a cinco milhões pela Ásia? Isso pode gerar aproximadamente cinco vezes mais desenvolvedores de Software Livre do que temos hoje, e responder (de uma vez por todas) a pergunta de “como obter suporte para Software Livre?”.</p>
<p>Note que eu não disse nada da América do Norte e pouco da maior parte da Europa ou da África. Não temos a intenção de deixar essas regiões de fora, mas a economia e a densidade das populações nessas áreas as obrigam a “esperar para ver” boa parte do plano.</p>
<p>Estudos mostram que 80% da América Latina vive em ambientes urbanos. Apesar de algumas pessoas pensarem na América Latina como “floresta tropical”, “Rio Amazonas” e “Carnaval”, ela também abriga duas das maiores cidades do planeta e muitas outras cidades menores com regiões densas.</p>
<p>Além disso, a economia preliminar do projeto mostra que ele poderia oferecer uma experiência de computação melhor para os usuários, incluindo o pagamento do salário de administradores de sistemas/empreendedores (SA/E, na sigla em inglês), por menos dinheiro do que a maioria deles paga hoje por menos serviços. Parte do projeto é provar que isso é verdade.</p>
<p>Entretanto, não vamos excluir os outros locais mencionados. Talvez o projeto funcione em Manhattan, Chicago, Detroit e outras áreas de alta densidade com muito desemprego. Talvez consigamos retirar as pessoas do seguro-desemprego e transformá-las em contribuintes novamente.</p>
<p>Em particular, gostaríamos de “empregar os inempregáveis”. Pais e mães solteiros, deficientes físicos. Acreditamos que esses “SA/E” fariam seu trabalho melhor na tranquilidade de seus lares, contratando pessoas para ajudá-los quando não conseguissem mais dar conta das tarefas sozinhos. O projeto forneceria esse grupo de pessoas para ajudá-los.</p>
<p>O Projeto Cauã possui vários outros aspectos. Questões de acesso à Internet livre e gratuito, seguindo modelos usados em vários locais do globo.</p>
<p>Muitas pessoas dirão que “não há nada de novo aí”, e é relativamente verdade. Nada de novo precisa ser inventado. Nenhuma tecnologia precisa ser formada. Esse é um projeto de integração muito, muito grande, e portanto deve conseguir decolar bem rápido.</p>
<p>Todos os resultados e planos do Projeto Cauã serão “abertos”. As pessoas poderão acompanhá-lo ou participar dele conforme desejarem.</p>
<p>Por favor, visitem o <a href="http://www.projectcaua.org/index.php?lang=pt">site do Projeto Cauã</a> e leiam sobre ele. Se você quiser participar, por favor registre-se. Também há uma <a href="http://www.projectcaua.org/cgi-bin/mailman/listinfo/members">lista de e-mails</a> que pode ser assinada e cancelada de acordo com a sua vontade. Também é possível ler o histórico da lista a qualquer momento. Vamos criar outros métodos de comunicação e colaboração conforme as pessoas se juntarem ao projeto.</p>
<p>O primeiro passo é analisar mercados verticais, suas necessidades, e quais softwares livres já existentes podem resolver essas necessidades, assim como desenvolver a plataforma horizontal (servidores, thin clients e redes) para sustentar esses mercados verticais. Vamos precisar da ajuda da comunidade e de comprometimento para fazer essa análise.</p>
<p>Obrigado pela atenção,</p>
<p>Carpe Diem!</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Edição 9 da revista do BrOffice]]></title>
<link>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/26/edicao-9-da-revista-do-broffice/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 20:25:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>stellarium</dc:creator>
<guid>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/26/edicao-9-da-revista-do-broffice/</guid>
<description><![CDATA[É com satisfação que finalizamos a edição 09 da nossa revista que traz além das dicas e tutorial, um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>É com satisfação que finalizamos a edição 09 da nossa revista que traz além das dicas e tutorial, um momento de reflexão com o artigo de Fernando H. Leme mostrando as vantagens da migração para software livre e BrOffice.org em órgãos públicos. Na reportagem principal, Rochele Prass nos traz informações precisas e atuais dos municípios brasileiros que passaram por migração recente para software livre e BrOffice.org, além de análises, gráficos e entrevista que não deixam dúvidas sobre a importância e aceitação da suite BrOffice.org nas instituições brasileiras que em muitos casos passam primeiro pelo BrOffice.org antes de fazer uma migração total. Na seção Como Nós, Willian Colen faz um breve relato histórico e atualiza o processo de produção do CoGroo.</p>
<p>Gostaria de agradecer imensamente o esforço de todos para que conseguissemos manter os prazos e espero continuar contando com a prestimosa ajuda nas edições seguintes.</p>
<p>A edição 09 está disponivel no portal BrOffice.org:<br />
<a href="http://www.broffice.org/revista" target="_blank">http://www.broffice.org/revista</a></p>
<p>Não deixe de contribuir com críticas e sugestões: <a href="mailto:revista@broffice.org" target="_blank">revista@broffice.org</a>. Boa leitura e até a próxima!!</p>
<p>Atenciosamente<br />
<span style="color:#888888;"> Luiz Oliveira<br />
</span><br />
______________________________</em></p>
<div id=":158"><em>_________________<br />
Lista de discussão BrOo-Clipping<br />
<a href="mailto:BrOo-Clipping@listas.broffice.org">BrOo-Clipping@listas.broffice.org</a><br />
<a href="https://listas.broffice.org/cgi-bin/mailman/listinfo/broo-clipping" target="_blank">https://listas.broffice.org/cgi-bin/mailman/listinfo/broo-clipping</a></em></div>
</blockquote>
<p>&#160;</p>
<p><big></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 177px"><big><a href="http://wiki.broffice.org/attachment/wiki/Zine/Edicoes/RevistaBrOo009.pdf?format=raw"><img title="Revista BrOffice nº 9" src="http://www.broffice.org/files/caparevista9.jpg" alt="Revista BrOffice nº 9" width="167" height="223" /></a></big><p class="wp-caption-text">Revista BrOffice nº 9</p></div>
<p>RB 09 &#124; BrOffice.org nos municipios Brasileiros</big></p>
<div>
<hr size="3" />Experimente um momento de reflexão com o excelente artigo de Fernando H. Leme mostrando as vantagens da migração para software livre e BrOffice.org em órgãos públicos. Na reportagem principal, Rochele Prass nos traz informações precisas e atuais dos municípios brasileiros que passaram por migração recente para software livre e BrOffice.org, além de análises, gráficos e entrevista que não deixam dúvidas sobre a importância e aceitação da suite BrOffice.org nas instituições brasileiras que em muitos casos passam primeiro pelo BrOffice.org antes de fazer uma migração total. Na seção Como Nós, Willian Colen faz um breve relato histórico e atualiza o processo de produção do CoGroo. E ainda, dicas e tutorial para o leitor que quer se aprofundar no uso diário do BrOffice.org. Boa leitura!</div>
<p>&#160;</p>
<p>Baixe a edição completa: <a href="http://wiki.broffice.org/attachment/wiki/Zine/Edicoes/RevistaBrOo009.pdf?format=raw" target="_blank">Arquivo em *.pdf</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Praticando Informática e Educação]]></title>
<link>http://infeduc.wordpress.com/2009/11/26/praticando-informatica-e-educacao/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:26:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>henriqueluz</dc:creator>
<guid>http://infeduc.wordpress.com/2009/11/26/praticando-informatica-e-educacao/</guid>
<description><![CDATA[Olá, No meu segundo post irei falar para vocês de uma experiência vivenciada por mim durante alguns ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Olá, No meu segundo post irei falar para vocês de uma experiência vivenciada por mim durante alguns ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linux gera economia de R$ 250 mil para Prefeitura de Barra do Choça]]></title>
<link>http://carlrobers.wordpress.com/2009/11/26/linux-gera-economia-de-r-250-mil-para-prefeitura-de-barra-do-choca/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:54:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>carlrobers</dc:creator>
<guid>http://carlrobers.wordpress.com/2009/11/26/linux-gera-economia-de-r-250-mil-para-prefeitura-de-barra-do-choca/</guid>
<description><![CDATA[A Prefeitura de Barra do Choça economizou aproximadamente R$ 200 mil desde que começou a instalar em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A Prefeitura de Barra do Choça economizou aproximadamente R$ 200 mil desde que começou a instalar em seus computadores, em janeiro de 2009, o Sistema Operacional Linux. O valor se refere ao que precisaria ser investido em atualização e aquisição de licenças de softwares proprietários como o Windows e a suíte de aplicativos de escritório Microsoft Office, que inclui o editor de textos Word, de planilhas eletrônicas Excel, de apresentações Power Point, dentre outros.</p>
<p>Confira os detalhes: <a href="http://www.pronano.com.br/?p=52" target="_blank">http://www.pronano.com.br/?p=52</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inkscape 0.7]]></title>
<link>http://carlrobers.wordpress.com/2009/11/26/inkscape-0-7/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:50:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>carlrobers</dc:creator>
<guid>http://carlrobers.wordpress.com/2009/11/26/inkscape-0-7/</guid>
<description><![CDATA[﻿Acaba de ser publicada oficialmente a nova versão do programa de desenho vetorial Inkscape. Este co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">﻿Acaba de ser publicada oficialmente a nova versão do programa de desenho vetorial Inkscape. Este conta com novas ferramentas para edição, efeitos e melhorias na importação/exportação.</p>
<p><a href="http://carlrobers.wordpress.com/files/2009/11/inkscape-0-47-photorealism.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-854" title="inkscape-0.47-photorealism" src="http://carlrobers.wordpress.com/files/2009/11/inkscape-0-47-photorealism.jpg" alt="" width="425" height="265" /></a></p>
<p><a href="http://inkscape.org/screenshots/" target="_blank">http://inkscape.org/screenshots/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ubuntu 10.04 não terá mais GIMP]]></title>
<link>http://carlrobers.wordpress.com/2009/11/26/ubuntu-10-04-nao-tera-mais-gimp/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:34:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>carlrobers</dc:creator>
<guid>http://carlrobers.wordpress.com/2009/11/26/ubuntu-10-04-nao-tera-mais-gimp/</guid>
<description><![CDATA[No Ubuntu Developer Summit, que ocorreu na semana passada, foi anunciado que o próximo lançamento da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">No Ubuntu Developer Summit, que ocorreu na semana passada, foi anunciado que o próximo lançamento da distribuição Ubuntu, 10.04, não mais conterá o GIMP em sua instalação padrão. A razão dada é de que o GIMP é focado num público diferente do público usuário de Ubuntu. O GIMP é para editores gráficos, técnicos e experientes, não para rápida edição de imagem. Um benefício adicional é o espaço liberado na imagem de instalação.</p>
<p style="text-align:justify;">A reação da comunidade GIMP é de aprovação. &#8220;Isto está praticamente alinhado com nossa visão de produto&#8221;, escreveu o desenvolvedor GIMP, Sven Neumann, adicionando: &#8220;GIMP é uma aplicação de ponta para profissionais. Não é a ferramenta que você aconselharia para todo usuário para edição casual de fotos&#8221;.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Eu particularmente votei para que não removesse, uso com frequência o Gimp, mas, nada que um sodo apt-get install gimp não resolva.</p>
</blockquote>
<p><a href="http://www.osnews.com/story/22541/Ubuntu_Dumps_the_GIMP_Really_Needs_a_Paint_NET" target="_blank">http://www.osnews.com[...]MP_Really_Needs_a_Paint_NET</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Direito Autoral e Projetos Colaborativos: Creative Commons – I]]></title>
<link>http://serignolli.wordpress.com/2009/11/26/direito-autoral-e-projetos-colaborativos-creative-commons-%e2%80%93-i/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 08:05:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Paulo Grizzo Serignolli</dc:creator>
<guid>http://serignolli.wordpress.com/2009/11/26/direito-autoral-e-projetos-colaborativos-creative-commons-%e2%80%93-i/</guid>
<description><![CDATA[Este artigo é de autoria do advogado Marcos Fernandes Gonçalves - publicado em 19/11/2009 no blog Ju]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Este artigo é de autoria do advogado Marcos Fernandes Gonçalves - publicado em 19/11/2009 no blog Ju]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Algumas razões que fazem o Ubuntu 9.10 melhor que o Windows 7]]></title>
<link>http://badsystem.wordpress.com/2009/11/26/algumas-razoes-que-fazem-o-ubuntu-9-10-melhor-que-o-windows-7/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 04:48:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giovane</dc:creator>
<guid>http://badsystem.wordpress.com/2009/11/26/algumas-razoes-que-fazem-o-ubuntu-9-10-melhor-que-o-windows-7/</guid>
<description><![CDATA[A nova versão do Ubuntu Linux (e praticamente qualquer outra distribuição) faz tudo que se precisa n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A nova versão do Ubuntu Linux (e praticamente qualquer outra distribuição) faz tudo que se precisa n]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Google Chrome no Ubuntu]]></title>
<link>http://ubuntugk.wordpress.com/2009/11/25/google-chrome-no-ubuntu/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:23:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo DX</dc:creator>
<guid>http://ubuntugk.wordpress.com/2009/11/25/google-chrome-no-ubuntu/</guid>
<description><![CDATA[De que o Firefox é um ótimo navegador ninguém tem dúvida, mas o Google Chrome vem se mostrando um ex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>De que o Firefox é um ótimo navegador ninguém tem dúvida, mas o Google Chrome vem se mostrando um excelente navegador, em testes de velocidade (como o <a href="http://service.futuremark.com/peacekeeper/index.action" target="_blank">Peace Keeper</a> que avalia o browser como um todo e o <a href="http://www2.webkit.org/perf/sunspider-0.9/sunspider.html" target="_blank">SunSpider</a> que avalia o desempenho do JavaScript) o Chrome acaba levando a melhor e é um navegador confortável de se usar pois tem uma interface bem limpa, e para completar o desenvolvimento dele está sendo muito rápido, apresentando grandes melhorias a cada versão, mesmo a maioria de suas versões sendo beta são bem estáveis e não apresentam incômodo ao navegar.</p>
<p>E o melhor de tudo é que agora ele está disponível de forma nativa para o linux, ao contrário de <a href="http://ubuntugk.wordpress.com/2009/06/06/chrome-lancado-oficialmente-para-ubuntu/" target="_self">pouco tempo atrás</a> que ele era &#8220;meio nativo&#8221;. A última versão pode ser adquirida nos seguintes links :</p>
<p><a title="Google Chrome 32 bits" href="http://www.google.com/chrome/intl/en/eula_dev.html?dl=unstable_i386_deb" target="_blank">Google Chrome 32 bits</a></p>
<p><a title="Google Chrome 64 bits" href="http://www.google.com/chrome/intl/en/eula_dev.html?dl=unstable_amd64_deb" target="_blank">Google Chrome 64 bits</a></p>
<p>Para instalá-lo basta baixar, abrir o arquivo e clicar em &#8220;instalar pacote&#8221;.</p>
<p>Fonte : <a href="http://andregondim.eti.br/?p=938" target="_blank">André Godim</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a Atualização do Ubuntu]]></title>
<link>http://houseofbits.wordpress.com/2009/11/25/sobre-a-atualizacao-do-ubuntu/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:12:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helder</dc:creator>
<guid>http://houseofbits.wordpress.com/2009/11/25/sobre-a-atualizacao-do-ubuntu/</guid>
<description><![CDATA[eu estava usando o Ubuntu 9.04. quando a nova versão 9.10 saiu, logo três dias após o seu lançamento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>eu estava usando o Ubuntu 9.04. quando a nova versão 9.10 saiu, logo três dias após o seu lançamento, não aguentei e fiz a atualização (online) do 9.04 para o 9.10.</p>
<p>a atualização foi tranquila e não tive problema algum, mas demorou bastante,.. cerca de duas horas e meia.</p>
<p>depois de instalado e reiniciado, percebi que o notebook fazia uns certos estalos, resolvi verifica o Load_Cycle do hd via o comando:</p>
<p><code>sudo smartctl -A /dev/sda1 &#124; grep Load_Cycle_Count</code></p>
<p>para a minha surpresa, a cada 2 mins o computador fazia uns 3 Load_Cycles. quando comecei a usar o ubuntu 9.04 ele também apresentou o mesmo problema, mas logo resolvi executanto um script cujo conteúdo era:</p>
<p><code>#!/bin/sh<br />
PARAM=255<br />
HD=/dev/sda<br />
echo "#!/bin/sh" &#62; 99-hdd-spin-fix.sh<br />
echo "hdparm -B $PARAM $HD" &#62;&#62; 99-hdd-spin-fix.sh<br />
chmod +x 99-hdd-spin-fix.sh<br />
cp 99-hdd-spin-fix.sh /etc/acpi/suspend.d/<br />
cp 99-hdd-spin-fix.sh /etc/acpi/resume.d/<br />
mv 99-hdd-spin-fix.sh /etc/acpi/start.d/</code></p>
<p>executando esse script, eu poderia ficar o tempo que quisesse no computador e não fazia sequer um Load_Cycle.</p>
<p>enfim, rodei o script no Karmic (Ubuntu 9.10) reiniciei o computador, e o problema parecia resolvido. fiquei monitorando Load_Cycle e realmente havia resolvido. porém, depois de umas duas horas de uso, percebi o mesmo estalo acontecendo novamente. e novamente o Load_Cycle estava disparado.</p>
<p>depois de várias execuções de escript e vários reboots o problema não se resolveu. fiquei nesse coisa uns três dias. confesso que fiquei desanimado com o Ubuntu, mas sei também que tudo o que não funciona com os Linux são problemas de fabricantes que não criam os drivers dos dispositivos para rodar no Linux.</p>
<p>por fim, acabei formatando o computador e instalei o windows vista (ultimate). instalei o vista porque por incrível que pareça (como eu já disse aqui) apesar de meu notebook (Positivo Z520) ter vindo com o Mandriva 2008, o único cd que acompanhava o notebook foi um de drivers para windows xp e vista. o mais incrível é a positivo não oferecer nenhum iso no seu site para os usuários que quisessem voltar ao mandriva. ah, um detalhe importante: baixei o iso do mandriva 2009 para tentar instalar &#8211; ele dá erro na hora de carregar o X. baixei então o cd do mandriva 2008 -mesmo erro&#8230; entrei em contato com a positivo e eles não me ajudaram em nada!</p>
<p>[]s</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Futuro é Aberto!]]></title>
<link>http://ubuntugk.wordpress.com/2009/11/24/o-futuro-e-aberto/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:18:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo DX</dc:creator>
<guid>http://ubuntugk.wordpress.com/2009/11/24/o-futuro-e-aberto/</guid>
<description><![CDATA[Esse vídeo da IBM, mostra de forma interessante, os &#8220;ensinamentos&#8221; que foram e são neces]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esse vídeo da IBM, mostra de forma interessante, os &#8220;ensinamentos&#8221; que foram e são necessários para o desenvolvimento do linux, como software livre.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7BOCfzkXJOc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/7BOCfzkXJOc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Traços de Luz]]></title>
<link>http://razgrizbox.wordpress.com/2009/11/23/tracos-de-luz/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:07:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>phenonart</dc:creator>
<guid>http://razgrizbox.wordpress.com/2009/11/23/tracos-de-luz/</guid>
<description><![CDATA[PPCaros, O assunto do dia reflete novamente a mutação abstrata, ou seja vamos transformar um objeto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>PPCaros,</p>
<p>O assunto do dia reflete novamente a mutação abstrata, ou seja vamos transformar um objeto ou mesmo cenário palpável em arte abstrata mantendo a sua estrutura básica inalterada.</p>
<p>Comecemos escolhendo a imagem do dia:</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt1.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3229" title="Lightbolt1" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt1.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p>Feito isso vamos isolar  sua estrutura preservando apenas seus traços primários , para tal faremos uso da ferramenta denominada &#8220;Limite&#8221; cujo caminho pode ser visto abaixo:</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt2.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3230" title="Lightbolt2" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt2.jpg" alt="" width="439" height="392" /></a></p>
<p>É bem verdade que já explanamos muito sobre a mesma, mas vale relembrar que através do ajuste dos tons de valoração preto e branco podemos determinar o detalhismo estrutural a ser preservado na imagem. De posse disso quando estiver satisfeito, clique em OK para prosseguirmos:</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt3.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3231" title="Lightbolt3" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt3.jpg" alt="" width="450" height="329" /></a></p>
<p>Muito bem, agora vamos criar as nossas ranhuras :</p>
<p>Comecemos duplicando a camada base e sobre a nova camada distorcendo a de forma uniforme e contínua em linhas, para tal tarefa o filtro denominado &#8220;Vento&#8221; é perfeito :</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt4.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3232" title="Lightbolt4" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt4.jpg" alt="" width="450" height="238" /></a></p>
<p>Uma vez aberto o filtro, opte por um ajuste que concentre as linhas criadas para dentro da estrutura da imagem, abaixo temos um bom exemplo:</p>
<p>Repare como o parâmetro de estilo denominado ventania deixa as linhas mais salientes:</p>
<p>Como sempre o &#8220;freio&#8221; do filtro*(Limite) não precisa ter valoração a menos que você queira limitar o grau de ação do efeito do dia:</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt5.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3233" title="Lightbolt5" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt5.jpg" alt="" width="372" height="523" /></a></p>
<p>Quando o filtro termianr a tarefa teremos as ranhuras criadas se mesclando a imagem :</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt6.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3234" title="Lightbolt6" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt6.jpg" alt="" width="450" height="200" /></a></p>
<p>Vamos analisar um pouco mais de perto:</p>
<p>Repare que as ranhuras criadas pelo filtro agora preenchem os setores externos da estrutura:</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt7.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3235" title="Lightbolt7" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt7.jpg" alt="" width="450" height="257" /></a></p>
<p>Para que as ranhuras passem a formar a estrutura chave da imagem, basta trocar o efeito de camada da primeira camada em hierarquia =], para tal, utilize o efeito de camada denominado &#8220;Diferença&#8221; e veja oque acontece =] :</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt8.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3236" title="Lightbolt8" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt8.jpg" alt="" width="450" height="249" /></a></p>
<p>Isso mesmo! Agora a imagem se forma através das ranhuras criadas pelo filtro!</p>
<p>Agora vamos reforçar a estrutura luminosa da estrutura, para tanto duplique a camada de fundo e torne a camada original invisível, as imagens abaixo ilustram esse processo :</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt9.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3237" title="Lightbolt9" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt9.jpg" alt="" width="450" height="263" /></a></p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt10.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3238" title="Lightbolt10" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt10.jpg" alt="" width="450" height="491" /></a></p>
<p>Feito isso, torne novamente visível a camada de fundo aplicando ainda sobre a mesma o efeito de camada denominado &#8220;Somente Escurecer :</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt11.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3239" title="Lightbolt11" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt11.jpg" alt="" width="450" height="266" /></a></p>
<p>E por agora ficamos assim :</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt12.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3240" title="Lightbolt12" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt12.jpg" alt="" width="449" height="267" /></a></p>
<p>Ganho de cor? Pra já =] :</p>
<p>Nada melhor do que um degradê de transição suave para dar cor a um trabalho desse nicho:</p>
<p>Crie uma nova camada transparente e  para aplicação, a forma &#8220;Linear&#8221; é uma perfeita, pode-se optar ainda por uma linha diagonal longa, a fim de se obter um tom ainda mais uniforme:</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt13.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3241" title="Lightbolt13" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt13.jpg" alt="" width="450" height="258" /></a></p>
<p>Após aplicado, o efeito de camada multiplicar fará com que o degradê se funda perfeitamente ao trabalho:</p>
<p>Caso queira um tom mais agressivo, basta duplicar a camada do degradê:</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt15.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3243" title="Lightbolt15" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt15.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p>Para o ganho de luz final, combine todas as camadas visíveis e duplique a resultante, feito isso aplique o efeito de camada denominado &#8220;Adição&#8221; sobre esta última :</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt16.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3244" title="Lightbolt16" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt16.jpg" alt="" width="450" height="261" /></a></p>
<p>E assim termina o nosso exemplo do dia ! =]</p>
<p><a href="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt17.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-3245" title="Lightbolt17" src="http://razgrizbox.wordpress.com/files/2009/11/lightbolt17.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escolha de hardware para Linux]]></title>
<link>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/22/escolha-de-hardware-para-linux/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:21:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>stellarium</dc:creator>
<guid>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/22/escolha-de-hardware-para-linux/</guid>
<description><![CDATA[Este post de um usuário da lista de discussão do LoCoTeam Brasileiro do Ubuntu-BR, dá vários links p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-845" title="tux" src="http://almalivre.wordpress.com/files/2009/11/tux.jpeg" alt="" width="127" height="150" />Este post de um usuário da lista de discussão do LoCoTeam Brasileiro do Ubuntu-BR, dá vários links para informações de hardware compatível para Linux. O usuário se identificou como niquelplatina, portanto, os créditos vão para o nick, ao invés do nome verdadeiro. O tópico está aqui: <a href="https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-br/2009-November/066061.html" target="_blank">https://lists.ubuntu.com/archives/ubuntu-br/2009-November/066061.html</a></p>
<p>A resposta ao tópico está transcrita abaixo:</p>
<p>.</p>
<p>.<!--more--></p>
<blockquote><p><em>Ao invés de hardware incompativel, algumas listas de hardware compativel.<br />
Isto é, se você for montar o computador ,ou,. se tiver chance de saber qual<br />
é a placa-mae do computador que voce esta comprando.</p>
<p>Lista de Placas-Maes da Intel compativeis com Linux &#8211; Intel:<br />
<a href="http://www.intel.com/support/motherboards/desktop/sb/CS-028648.htm" target="_blank">http://www.intel.com/support/motherboards/desktop/sb/CS-028648.htm</a></p>
<p>Linux OS Resource Center &#8211; Intel:<br />
<a href="http://www.intel.com/cd/channel/reseller/asmo-na/eng/products/linux/feature/index.htm" target="_blank">http://www.intel.com/cd/channel/reseller/asmo-na/eng/products/linux/feature/index.htm</a></p>
<p>Lembrando que a combinacao intel + nvidia é recomendada, então:<br />
<a href="http://www.nvidia.com/object/unix.html" target="_blank">http://www.nvidia.com/object/unix.html</a><br />
<a href="http://www.nvidia.com/object/linux_display_archive.html" target="_blank">http://www.nvidia.com/object/linux_display_archive.html</a></p>
<p>Artigo sobre essa questão de compatibilidade, com links uteis:<br />
<a href="http://www.linux.com/news/hardware/drivers/8203-is-my-hardware-linux-compatible-find-out-here" target="_blank">http://www.linux.com/news/hardware/drivers/8203-is-my-hardware-linux-compatible-find-out-here</a></p>
<p>Ubuntu hardware compatibility list<br />
<a href="http://www.ubuntuhcl.org/" target="_blank">http://www.ubuntuhcl.org/</a></p>
<p>Ubuntu-Wiki &#8212; Hardware Support<br />
<a href="https://wiki.ubuntu.com/HardwareSupport" target="_blank">https://wiki.ubuntu.com/HardwareSupport</a></p>
<p>Opensuse<br />
<a href="http://en.opensuse.org/Hardware" target="_blank">http://en.opensuse.org/Hardware</a></p>
<p>RedHat/CentOS<br />
<a href="https://hardware.redhat.com/" target="_blank">https://hardware.redhat.com/</a></p>
<p>Outros links:<br />
<a href="http://www.linuxcompatible.org/" target="_blank">http://www.linuxcompatible.org/</a><br />
<a href="http://www.linux-drivers.org/" target="_blank">http://www.linux-drivers.org/</a><br />
<a href="http://www.linux-tested.com/" target="_blank">http://www.linux-tested.com/</a><br />
<a href="http://www.linux.org/hardware/" target="_blank">http://www.linux.org/hardware/</a><br />
<a href="http://br-linux.org/pesquisa-hardware/?q=pesquisa-hardware" target="_blank">http://br-linux.org/pesquisa-hardware/?q=pesquisa-hardware</a> (já citado por<br />
Clayton)</p>
<p>Mas se for pra comprar um computador com o Linux já instalado, é difícil de<br />
encontrar. Acho que a cce é uma das poucas que fazem isso.</p>
<p>Espero ter ajudado</p>
<p>2009/11/20 Adriano Oliveira &#60;xxxxx@gmail.com&#62;</p>
<p>&#62; Nunca compre processador Via.<br />
&#62; Adriano<br />
&#62;<br />
&#62; 2009/11/20 Rafael Pezzi &#60;nnnnnnn@hotmail.com&#62;</em></p>
<div id=":z9"><em>&#62;<br />
&#62;<br />
&#62; &#62; Ola pessoal,<br />
&#62; &#62;<br />
&#62; &#62; Um amigo que praticamente só usou windows está planejando comprar um<br />
&#62; &#62; desktop e está considerando instalar o Ubuntu.<br />
&#62; &#62; Gostaria de saber se tem alguma lista de hardware (motherboards, video,<br />
&#62; &#62; network, etc) incompatíveis para ajudar na escolha e facilitar a<br />
&#62; &#62; instalação.<br />
&#62; &#62; Alguma sugestão do que evitar?<br />
&#62; &#62;<br />
&#62; &#62; Muito obrigado,<br />
&#62; &#62; Rafael<br />
&#62; &#62;<br />
&#62; &#62;<br />
&#62; &#62;<br />
&#62; &#62; &#8211;<br />
&#62; &#62; Mais sobre o Ubuntu em português: <a href="http://www.ubuntu-br.org/comece" target="_blank">http://www.ubuntu-br.org/comece</a><br />
&#62; &#62;<br />
&#62; &#62; Lista de discussão Ubuntu Brasil<br />
&#62; &#62; Histórico, descadastramento e outras opções:<br />
&#62; &#62; <a href="https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br" target="_blank">https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br</a><br />
&#62; &#62;<br />
&#62; &#8211;<br />
&#62; Mais sobre o Ubuntu em português: <a href="http://www.ubuntu-br.org/comece" target="_blank">http://www.ubuntu-br.org/comece</a><br />
&#62;<br />
&#62; Lista de discussão Ubuntu Brasil<br />
&#62; Histórico, descadastramento e outras opções:<br />
&#62; <a href="https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br" target="_blank">https://lists.ubuntu.com/mailman/listinfo/ubuntu-br</a><br />
&#62;</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</em></div>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Spam: Como seu micro os envia sem você saber.]]></title>
<link>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/22/spam-como-seu-micro-os-envia-sem-voce-saber/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:34:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>stellarium</dc:creator>
<guid>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/22/spam-como-seu-micro-os-envia-sem-voce-saber/</guid>
<description><![CDATA[Atenção: Os fatos descritos no vídeo não ocorrem em sistemas Unix-like, como GNU/Linux, Free BSD, Op]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Atenção: Os fatos descritos no vídeo não ocorrem em sistemas Unix-like, como GNU/Linux, Free BSD, Open BSD e Mac OS.</p>
<p><!--blip.tv pattern not matched in posts_id=2859644&#38;dest=-1--></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que é o Chrome OS do Google?]]></title>
<link>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/22/o-que-e-o-chrome-os-do-google/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 13:29:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>stellarium</dc:creator>
<guid>http://almalivre.wordpress.com/2009/11/22/o-que-e-o-chrome-os-do-google/</guid>
<description><![CDATA[Visando competir diretamente com o Microsoft Windows Seven no segmento de netbooks, o Google desenvo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://almalivre.files.wordpress.com/2009/11/google_chrome_logo.jpg?w=109&#038;h=125#38;h=125" alt="" width="109" height="125" />Visando competir diretamente com o Microsoft Windows Seven no segmento de netbooks, o Google desenvolveu um sistema operacional em nuvem a partir do navegador Chrome.</p>
<p>A idéia é abolir quase todo o sistema operacional embarcado, oferecendo um tempo de inicialização de aproximadamente sete segundos, deixando apenas as ferramentas para ligar o equipamento e entrar na internet. Todo o resto estará disponível na rede, através dos servidores do Google. A única tela que o usuário terá é a do navegador Chrome. Na internet ele terá aplicativos de escritório baseados no Google Apps, visualizadores de vídeo e som,baseados no Youtube, e-mail e mensageiro instantâneo baseados no gmail e no Google Talk, entre outros aplicativos. Com isso, segundo o Google, não seria necessário mais programas acessórios, como antivirus, firewall, aplicativos de escritório, etc. O custo do sistema operacional seria irrisório e o usuário teria seu ambiente de trabalho e de diversão na web.</p>
<p>Quanto às críticas de manter os documentos das pessoas na web, existirá a opção de manter documentos localmente, com edição na web.</p>
<p><!--more-->Abaixo, dois vídeos explicando o conceito e demonstrando a utilização. Por enquanto, apenas em inglês:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/0QRO3gKj3qw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/hJ57xzo287U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/hJ57xzo287U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bibliolivre: software de gerenciamento de bibliotecas]]></title>
<link>http://softwarelivrenaeducacao.wordpress.com/2009/11/22/bibliolivre-software-de-gerenciamento-de-bibliotecas/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 02:43:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sinara Duarte</dc:creator>
<guid>http://softwarelivrenaeducacao.wordpress.com/2009/11/22/bibliolivre-software-de-gerenciamento-de-bibliotecas/</guid>
<description><![CDATA[olá amigos&#8230; Pesquisando na web, encontrei mais uma dica de software livre que pode ser utiliza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">olá amigos&#8230;<img class="alignleft" src="http://bibliofocus.googlepages.com/banner_biblivre.jpg" alt="" width="252" height="384" /></p>
<p style="text-align:justify;">Pesquisando na web, encontrei mais uma dica de software livre que pode ser utilizado a serviço da educação. É o bibliolivre, software de gerenciamento de bibliotecas. O bibliolivre é desenvolvido pela UFRJ, portanto em PT-BR. Um manual de instalação é encontrado em</p>
<div id="conteudo" style="text-align:justify;">
<p>Segundo o  site oficial, O BIBLIVRE é uma modalidade de software livre capaz de proporcionar a inclusão digital, considerando-se que um grande número de bibliotecas públicas ainda não está informatizada, por questões técnicas e financeiras, e a maior parte do público que constitui o universo dos usuários finais das bibliotecas públicas, não está familiarizado com o uso de recursos das tecnologias atuais existentes nas bibliotecas mais modernas do mundo.</p>
<p>O projeto se caracteriza pelo desenvolvimento de programas livres ofertados, sem ônus, para bibliotecas que desejem se utilizar dessa tecnologia. O sistema é licenciado gratuitamente como LGPL &#8211; Lesser General Public License da Free Software Foundation, de maneira a permitir a sua difusão de uma forma ampla e garantindo a liberdade aos seus usuários para copiá-los, usá-los e redistribuí-los. Embora os programas tenham detentores de seus direitos autorais, a licença adotada visa garantir que os usuários tenham o direito de obter os códigos fonte dos programas para estudá-los, modificá-los e redistribuí-los.</p>
<p>O BIBLIVRE enfatiza as rotinas e sub-rotinas dos principais procedimentos realizados em bibliotecas, tais como: a pesquisa; a circulação, mediante o controle do acesso para consulta, a reserva, o empréstimo e devolução de exemplares do acervo; a catalogação de material bibliográfico, de multimídias e objetos digitais, inclusive com controle de autoridades e de vocabulário; além da rotina de controle do processo de aquisição de novos itens para o acervo.</p>
<p>A interface de administração do BIBLIVRE ainda permite a gerência da tipologia de usuários, das permissões de acesso e uso do sistema, das configurações do servidor Z39.50 e das características do programa.</p>
<p>A manutenção do sistema prevê a reindexação das bases de dados, a transferência de registros entre bases de dados e a geração de cópia de segurança da base de dados principal.</p>
<p>Há uma relação de relatórios pré-formatados disponíveis para impressão ou gravação de arquivos gerados pelo sistema.</p>
<p>O BIBLIVRE é, sem dúvida, uma grande contribuição tecnológica alinhada com a filosofia do software livre, que vem ampliando seu espaço diante do software de código fechado. O Biblivre, atualmente, encontra-se instalado em mais de 1500 bibliotecas em todo o território nacional.</p>
</div>
<h1 style="text-align:justify;">Pré-Requisitos</h1>
<h2 style="text-align:justify;">Hardware</h2>
<p style="text-align:justify;">Os requisitos mínimos de hardware para obter um desempenho razoável são:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li> Processador Intel Pentium III 800MHz ou equivalente;</li>
<li> Memória RAM de 512 Mbytes.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">É recomendável um Pentium IV 1.4GHz ou equivalente e memória RAM de 1Gbytes. O espaço em disco de 200Mbytes é suficiente para instalar os programas e manter uma base sem anexos (base de +/- 50.000 Registros). Os requisitos são diretamente proporcionais à demanda que se espera, quanto maior o volume de dados e o acesso simultâneo, maior devem ser os requisitos de equipamento.</p>
<p>O Biblivre roda em sistema operacional Windows, Linux, Unix ou compatível. Sendo o Windows 2000, XP ou Superior. Não é possível instalar o BibLivre no Windows ME, 98SE, 98 ou anteriores, pois são incompatíveis. O Biblivre pode ser instalado em qualquer sistema onde os seguintes programas funcionem adequadamente:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Java Virtual Machine 1.6 ou superior*</li>
<li>Apache Tomcat 5.5 ou superior*</li>
<li>PostgreSQL 8.1 ou superior*</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">* Superior desde que o sistema mantenha uma compatibilidade com os sistemas anteriores</p>
<p style="text-align:justify;">O BibLivre funciona simultaneamente com outros programas. Todavia se muitos programas estiverem abertos ao mesmo tempo pode ocorrer lentidão de processamento.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Instalação manual para linux</strong></p>
<p>Infelizmente é muito complicado fazer uma instalação automatizada para linux sem saber qual é a distribuição devido a um grande número de variáveis, ao mesmo tempo um numero crecente de pessoas vem pedindo uma atualização em linux.</p>
<p>Para disponibilizar o software o mais rapdamente para aqueles que precisam, disponibilizamos este guia de instalação para todos aqueles que não podem esperar uma solução mais adequada.</p>
<p>1) programas necessários</p>
<p>- Postgres 8.x (identificamos que algumas versões para o linux entre a 8.0 e a 8.1 tem problemas, o PL não funciona direito)<br />
- tomcat 5.5 ou 6.0<br />
- java JRE e/ou JDK ambas 1.6 ou superior</p>
<p>- O apache é necessário caso não queira utilizar a porta 8080 (juntamente com o conector para tomcat</p>
<p>os programas podem ser adquiridos no repositório de sua distribuição ou no site dos mantenedores<br />
postgres: http://www.postgresql.org/ ou http://www.postgresql.org.br/<br />
apache tomcat: http://tomcat.apache.org/<br />
Java: http://www.sun.com/<br />
apache: http://www.apache.org/</p>
<p>Os pacotes poden ser achados em:</p>
<p>apt-get &#8211; http://packages.debian.org/stable/allpackages<br />
RPM &#8211; atraves da sua ditribuição<br />
tgz &#8211; http://www.linuxpackages.net</p>
<p>Fonte, downloads e manuais na pagina oficial do projeto: http://www.biblivre.org.br/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rails Bancos e Boletos - Descontinuado]]></title>
<link>http://carlosantoniodasilva.wordpress.com/2009/11/22/rails-bancos-e-boletos-descontinuado/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 00:25:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos</dc:creator>
<guid>http://carlosantoniodasilva.wordpress.com/2009/11/22/rails-bancos-e-boletos-descontinuado/</guid>
<description><![CDATA[Tenho recebido alguns comentários referentes ao andamento das rotinas de bancos e boletos que estáva]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tenho recebido alguns comentários referentes ao andamento das rotinas de bancos e boletos que estávamos desenvolvendo a algum tempo atrás, então resolvi fazer um post rápido para informar a todos que o projeto está atualmente parado. O cliente com o qual estávamos trabalhando congelou o projeto e ainda não tem previsão de continuar com o desenvolvimento. Sendo assim, todo o código que desenvolvemos para a geração de boletos e guias também está congelado. Como é um código experimental, ou seja, ainda não foi efetivamente testado e homologado diretamente com nenhum banco, decidimos não divulgar nenhum código ainda.</p>
<p>Para quem está precisando gerar boletos em sua aplicação Rails, aconselho muito a utilização do projeto <a title="Gem para emissão de bloquetos de cobrança para bancos brasileiros" href="http://github.com/kivanio/brcobranca">brcobranca</a>, um plugin/gem criado pelo <a title="Kivanio Barbosa" href="http://www.kivanio.com.br/">Kivanio Barbosa</a> com a ajuda de alguns colaboradores (<a title="Shairon Toledo" href="http://www.hashcode.eti.br/" target="_blank">Shairon Toledo</a> e <a title="Claudio Pozzebon" href="http://www.kraudio.com.br/" target="_blank">Claudio Pozzebon</a>), e que atualmente funciona com vários bancos diferentes (Banco do Brasil, Itaú, HSBC, Banco Real, Bradesco e Unibanco até então), além de geração direta para os formatos png, tif, jpg ou mesmo pdf.</p>
<p>Você pode encontrar mais informações sobre o projeto no <a title="Gem para emissão de bloquetos de cobrança para bancos brasileiros" href="http://github.com/kivanio/brcobranca">github</a> e também na <a title="Boleto Rails" href="http://boletorails.com.br/">página de exemplo</a>, onde é possível gerar boletos de testes para todos os bancos e formatos disponíveis.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SOFTWARE LIVRE]]></title>
<link>http://decosant.wordpress.com/2009/11/21/software-livre/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 12:43:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deco Santana</dc:creator>
<guid>http://decosant.wordpress.com/2009/11/21/software-livre/</guid>
<description><![CDATA[Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de comp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"><strong><strong><a href="http://decosant.wordpress.com/files/2009/11/folder_software_livre_unisulvirtual.jpg"><img class="size-full wp-image-13 alignleft" style="margin:3px;" title="folder_software_livre_unisulvirtual" src="http://decosant.wordpress.com/files/2009/11/folder_software_livre_unisulvirtual.jpg" alt="software livre / linux" width="215" height="165" /></a>Software livre</strong>, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído com algumas restrições. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível</strong>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#000000;"><span style='text-align:center; display: block;'><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5010187&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5010187&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA" /></object><br />
</span><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#000000;"> </span><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
