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	<title>subsidios &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "subsidios"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:09:08 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA["Es una locura seguir subsidiando a todos aquellos que pueden pagarla"]]></title>
<link>http://blogmejorinversor.wordpress.com/2009/11/27/es-una-locura-seguir-subsidiando-a-todos-aquellos-que-pueden-pagarla/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 00:11:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogmejorinversor</dc:creator>
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<description><![CDATA[El presidente de la Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica de la República Argentina, Ale]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El presidente de la Asociación de Distribuidoras de Energía Eléctrica de la República Argentina, Alejandro Macfarlane, planteó al Gobierno la necesidad de &#8220;avanzar y resolver la revisión tarifaria integral para 2010<br />
Consideró &#8220;acertada la política de eliminación parcial de subsidios a las tarifas del sector dispuesta por las autoridades energéticas&#8221;, ya que, afirmó, &#8220;Es una locura seguir subsidiando a todos aquellos que pueden pagarla&#8221;.&#8221;todas la compañías presentamos los datos (operativos y económicos) pedidos por las autoridades para su consideración al momento de definir tarifas que esperamos consideren los costos del servicio y una utilidad razonable&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Estou num T]]></title>
<link>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/11/27/estou-num-t/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 21:53:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Heleno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta noite é verdadeiramente o primeiro momento de descanso em 24 horas. Já com 11 horas de formação]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Esta noite é verdadeiramente o primeiro momento de descanso em 24 horas. Já com 11 horas de formação em SNC (Sistema de Normalização Contabilística) e uma noite mal dormida pelo meio faz com que a minha vida esteja autenticamente num T&#8230;(piada contabilística) <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Pela frente surge muita estrada no fim de semana, mas depois esperam-se dois dias que espero bastante descansados em S. Pedro do Sul.<br />
Quanto ao SNC, estamos perante uma mudança de paradigma que eu pessoalmente acho que era bastante necessária na forma como se fazia contabilidade em Portugal, tornando-a verdadeiramente um instrumento de gestão em vez de um instrumento de apoio à gestão, o que será verdade para muitas das PME&#8217;s portuguesas que, como se sabe, são a maioria do nosso tecido produtivo. Tecnicamente até agora não existem grandes novidades, situando-se estas mais à volta dos conceitos de imparidade, justo valor (que vê alargado o âmbito da sua aplicação), e valor presente. Identifico-os como os mais importantes porque vai mexer directamente com a avaliação contabilística de activos e sua diferenciação, algo que é importante para a generalidade das empresas. Não deixa de ser importante a utilização da classe 5 no processo contabilístico da atribuição de subsídios do estado, nomeadamente na sua indexação contabilística aos capitais próprios. Senti também que a contabilidade analítica e a análise financeira ganham terreno nesta contabilidade, socorrendo-se esta da primeira de uma forma mais evidente, e aproximando-se mais da segunda, como aliás mostram os novos modelos de demonstrações financeiras.<br />
Como já referi, a contabilidade passa a meu ver a ser um verdadeiro instrumento de gestão, muito pelos aspectos focados acima. Por outro lado, este novo sistema dá mais margem interpretativa, fruto da forma como são elaboradas as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro (NCRF), muito baseadas nas normas internacionais de contabilidade, quer para as empresas, quer para a administração fiscal. Os TOC&#8217;s, neste contexto, vão assumir um papel fundamental no eixo de entendimento entre estas entidades, sendo por um lado a forma de entender as direcções do pensamento da administração fiscal, quer por outro a ajudar a sustentar posições que os gestores têm de começar a tomar. Isto é tão importante que me faz sentir que os técnicos de contas vão assumir talvez em muitas empresas um papel mais próximo do <em>controller</em>, cuja intensidade variará consoante a estrutura das empresas. Não sei até que ponto este posicionamento face ás empresas não poderá criar alguns anticorpos com alguns empresários de mentalidade mais fechada, algo que este novo SNC convida decididamente a abandonar.<br />
Por mim, e embora não pretendendo seguir a carreira de TOC, inscrevi-me nesta formação porque acho que o gestor tem que ter uma visão abrangente da sua organização, em todas as suas vertentes (isto apesar de uma eventual especialização), e a relação com esta contabilidade que lhe é mais próxima é um aspecto fundamental.<br />
Para se trabalhar em equipe, tem também de se conhecer um pouco das diversas áreas de trabalho. É este o caminho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Listado de Empleados de Cooperativas de Escobar subsidiados por el Estado. El Municipio se reserva el derecho de admisión...]]></title>
<link>http://elbucanerodeescobar44.wordpress.com/2009/11/26/listado-de-empleados-de-cooperativas-de-escobar-subsidiados-por-el-estado-el-municipio-se-reserva-el-derecho-de-admision/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:30:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>elbucanero4</dc:creator>
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<description><![CDATA[Afiliados a cooperativa garinense subsidiada por el Municipio Oquei. Esta es la primera entrega. Lo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 287px"><img title="El Bucanero de escobar 4" src="http://2.bp.blogspot.com/_ojIzWe8gwiY/Sw3JvZ8ZuiI/AAAAAAAAEBc/phe5X07Sw4w/s400/peronismo+mi4-1bis.JPG" alt="" width="277" height="303" /><p class="wp-caption-text">Afiliados a cooperativa garinense subsidiada por el Municipio</p></div>
<p style="text-align:justify;">Oquei. Esta es la primera entrega.<br />
Lo que pretendemos es que busque en cada cooperativa a sus vecinos y me diga si alguna vez vió a alguno de estos tios laburando. Analizando después de un profunda lectura, somos unos convencidos de que el nivel de corrupción alcanzado por este proyecto es digno de destacar. Agradecemos al Tape Zoilo por la colaboración.</p>
<p>Imagen primera. Listado de las cooperativas y el importe que recibe cada una.</p>
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<h3>Savio: Cooperativa Trabajar es Progreso<br />
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<h3>Escobar: Cooperativa Solidaridad Y Trabajo<br />
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<h3>Garin: Cooperativa Mejor que decir es hacer<br />
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<h3>Maschwitz: Coopertiva Maschwitz para mas<br />
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<h3>Escobar: Cooperativa manos a la obra por escobar<br />
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<h3>Matheu: Cooperativa Luz y Esperanza para el trabajo<br />
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<h3>Garin: Cooperativa Manos Unidas<br />
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<h3>Garín: Cooperativa Inclusion y Trabajo<br />
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<h3>Savio: Cooperativa Evita Eterna<br />
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<h3>Escobar: Cooperativa Construyenod el Futuro<br />
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<title><![CDATA[Las nuevas tarifas de la ANDA para el agua potable y alcantarillado]]></title>
<link>http://guanakolandia.wordpress.com/2009/11/25/las-nuevas-tarifas-de-la-anda-para-el-agua-potable-y-alcantarillado/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 05:47:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>guanakolandia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Antes de entrarle al tema les menciono que hay un viejo refrán popular que dice: &#8220;No hay que c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Antes de entrarle al tema les menciono que hay un viejo refrán popular que dice:</p>
<p>&#8220;No hay que caer de lo sublime a lo ridículo&#8221;</p>
<p><strong>!Ojo y no les vaya a pasar lo de Michael Jackson!</strong></p>
<p><a href="http://guanakolandia.wordpress.com/files/2009/11/michaeljackson1.jpg"><img src="http://guanakolandia.wordpress.com/files/2009/11/michaeljackson1.jpg" alt="" title="michaeljackson1" width="116" height="114" class="aligncenter size-full wp-image-171" /></a></p>
<p>Partir del hecho que la proporcionalidad del consumo es la base para racionalizar el subsidio es una aberración de primer orden que ni siquiera valdría la pena tomar en cuanta como elemento de base para algún tipo de argumentación seria que puediera elucubrarse a partir de esta poco inteligente teoría.</p>
<p>ANDA tiene que utilizar la tecnología más apropiada para efectuar un censo catastral, mancomunado a las bases de datos del Ministerio de Hacienda y alcaldías, para poder determinar los radios de acción objeto de la segregación de la tarifas y que dicho trabajo debe hacerse sobre la base dogmática que tanto pregona el FMLN: el que tiene más que pague más, que por cierto es bastante correcta desde el punto de vista de la proporcionalidad del ingreso y de la paupérrima distribución de riquezas que se vive en El Salvador (y en todo el mundo).</p>
<p>Para esto ANDA podría apoyarse en el sistema de información comercial que recientemente se diseño para tal efecto y que se ha denominado bajo el nombre de “CASIOPEA”, cuya existencia ni siquiera se ha querido mencionar públicamente por el Ing. Gómez porque parece que a criterio de él dicho sistema fue elaborado por un “Arenero” </p>
<p>Ese sería un esfuerzo bastante serio para la conversión integral del sistema tarifario y que coadyuvaría a subsanar eficientemente las adversidades financieras que atraviesa la institución para poder brindar un servicio que no solo no es subsidiado (dado que el Estado no retribuye a la ANDA los gastos de distribución y explotación de forma adecuada sino que por medio de simples triangulaciones con las empresas proveedoras de energía eléctrica) sino que se trabaja bajo un régimen de pérdidas que distorsionan financieramente la ecuación &#8220;explotación/facturación&#8221; y que no se había querido ser actualizado hasta la fecha por el desgraciado efecto e impacto político que esto representabaa para los intereses del partido ARENA.</p>
<p>Es el momento adecuado de hacerlo, pero hay que hacerlo bien. </p>
<p>Ojala el titular de ANDA escuchara propuestas serias y coherentes con al promesa electoral del Presidente de la República, Mauricio Funes. ¡Ojo! el presidente y no el partido)</p>
<p>Desafortunadamente …. (siempre hay peros) … vale la pena mencionar lo siguiente:</p>
<p><a href="http://guanakolandia.wordpress.com/files/2009/11/michaeljackson2.jpg"><img src="http://guanakolandia.wordpress.com/files/2009/11/michaeljackson2.jpg" alt="" title="michaeljackson2" width="108" height="127" class="aligncenter size-full wp-image-172" /></a></p>
<p>El senil presidente de la autónoma, Ing. Francisco Gómez, no tiene pelos en la lengua para presentarse ante las cámaras de televisión para dar a conocer sus versiones, bastante sui generis por cierto, de la realidad de ANDA, de la situación del agua potable, sobre la factibilidad del servicio, sobre las nuevas tarifas y no tiene el mas mínimo resquemor de atacar a diestra y siniestra a “todo aquello que huela a ARENA.”</p>
<p>El referido individuo trata a toda costa de despotricar las peores patanadas en contra de sus adversarios políticos de forma altanera, mal educada y prepotente; en ese afán trata de venderse como la panacea del conocimiento ingenieril en materia de agua potable y drenajes.</p>
<p>No obstante lo anterior, debo ser enfático al señalar que muchas de estas situaciones de acuerdo a lo difundido públicamente por Radio Cadena Mi Gente, no es más que el producto de la senilidad misma, y hago mención de ello porque me parece un punto importante que nace de una institución de “izquierda recalcitrante huezo duro” ¡Conste que lo dicen ellos!, yo únicamente lo traslado a mis lectores.</p>
<p>Se entiende que el Ing. Gómez trabajó para ANDA en 1986 (o al menos ahí devengaba un salario) y parecería según él que el universo se detuvo en esa fecha y que todo en ANDA esta igual que como estaba a su regreso 26 anos después.</p>
<p>Aparentemente el referido ingeniero no se ha enterado que en el ultimo cuarto de siglo se invento la Internet, que cayo el muro de Berlín, que ya existen los teléfonos celulares, que los niños dispone de juegos de video en lugar de yoyos y capiruchos, que el mundo se globalizó, que la tecnología ha impactado y cambiado adversamente y en forma bastante dramática el curso de la naturaleza, que estamos enfrentando una crisis mundial económica, política, dogmática, religiosa  y hasta fanática. </p>
<p>Parece que tampoco se ha enterado que en estos últimos 25 años crecieron desmesuradamente los ingresos y ambiciones de los grupos oligárquicos mundiales que han explotado a todo el planeta manteniéndolo al borde de un colapso financiero, social y económico, que producto de las deportaciones masivas desde los EEUU de compatriotas ilegales aparecieron los grupos que se dedican a extorsionar, que aparecieron los Talibanes, que cayo el régimen de Sadam Hussein, que los EEUU vivieron la pesadilla del Septiembre 11 y en todo el planeta se experimenta un desmesurado calentamiento global como parte de la depredación de bosques y otras muchas riquezas naturales.</p>
<p>Habría que contarle que el “Pato Alfaro” de la KL ya esta en otro mundo que Albertico y Aniceto tampoco están más con nosotros, que Matthies Hill defraudó plata a lo loco, que condenaron a Pinochet, que todo el cono sur se volvió de izquierda y que los tangos de Agustín Lara, los boleros de la Billos y las cumbias de los Hermnos Flores ya son cosa del pasado y que ahora se baila Raeggeton y Perreo.</p>
<p>Habría que informarle que en el presente siglo las transmisiones de televisión son a colores y que los aparatos de tubos catódicos han sido reemplazados por otros del tipo LCD y plasma.</p>
<p>Todo esto parecería no lo sabe el Ing. Gómez y por ende parecería que tampoco es muy adicto a la lectura, a la investigación y talvez ni siquiera de los noticieros televisivos.</p>
<p>Ya en ANDA él ha sido feliz haciendo valer su minúsculo poder y se ha conformado con despedir y contratar a su santo antojo al mismismo estilo de las administraciones de ARENA, PCD y PDC. </p>
<p>Por supuesto que la peor aberración ha sido la adicción a despedir y contratar (parece que hasta muchas de sus concubinas) empleadas y empleados de la institución en detrimento del personal calificado clave de la institución a quienes él acusó de ser “Areneros faltos de confianza”.</p>
<p>El referido presidente, en su estilo de administración, no pasa de ser un diminuto e insignificante &#8220;Clon de Don Nadie” (quisiera él que se le comparara con el famoso presidente Venezolano al que mandó a callar el Rey de España), claro está que ni en lo más remoto pudiera llegar a soñar el ostentar y tener el grado de notoriedad de este último y mucho menos que pueda llegar a tener <strong>jamás</strong> la capacidad de conducir las riendas de la empresa que tiene a cargo con el suficiente y debido liderazgo.</p>
<p>Ahora nos anuncia que ANDA nos recetará a los salvadoreños “nuevas tarifas” y ni siquiera se da cuenta que el dimensionamiento de las mismas (según las ha planteado el mismo a nombre de ANDA) carecen del mas mínimo sentido común, de proporcionalidad, de cordura, y que el plan de focalizar el subsidio según los entendidos en la materia no es ni siquiera, ni remotamente cerca de lo que él ha planteado en nombre de la institución.</p>
<p>Pero Don Eugenio Calderón de Canal 4 ha hecho famosa una frase bastante singular y que aplica muy bien a conductas erróneas y anormales como la del Ing. Gómez</p>
<p>¡¡VAYA USTED A SABER!!</p>
<p>Por cierto que hay que ir cambiando las fotos viejitas de Agustín Lara, de Pedro Infante, las de Sarita Montiel, la Billos Caracas Boys y otras más y empezar a cambiarlas por las de la nueva generación musical.</p>
<p>Ahí les dejo las de los Jonas Brothers para que vayan empezando a conocer los nuevos ritmos</p>
<p><a href="http://guanakolandia.wordpress.com/files/2009/11/jonas-brothers.jpg"><img src="http://guanakolandia.wordpress.com/files/2009/11/jonas-brothers.jpg" alt="" title="Jonas Brothers" width="480" height="432" class="aligncenter size-full wp-image-180" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El trabajo, bien de cambio]]></title>
<link>http://lalejon.wordpress.com/2009/11/23/el-trabajo-bien-de-cambio/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:44:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>lalejon</dc:creator>
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<description><![CDATA[En Argentina, el trabajo otrora medio que nos permitía realizarnos como personas y ganarnos el pan, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En Argentina, el trabajo otrora medio que nos permitía realizarnos como personas y ganarnos el pan, se ha convertido en un objetivo, en un producto inalcanzable tras las marquesinas de los avisos clasificados.</p>
<p>Según la participación de cada sector en el <a title="PBI argentino por sector (1994/2008)" href="http://www.cei.gov.ar/estadisticas/mercosur/pib_a.xls">PBI</a> (2008), tenemos un 38,8% para producción de bienes y un 53% para servicios. Sin embargo, es evidente la preponderancia y el <strong>efecto multiplicador de la actividad agrícola</strong> en toda la economía, especialmente su caída en 2008 debido a factores climáticos principalmente, e impositivo (125) en menor medida.</p>
<p>Por otro lado, a los diversos sectores estatales, municipal, provincial y nacional le resulta con <strong>mucho más oneroso proveer trabajo que implementar subsidios</strong> por desempleo, por ser jefe de familia, por tener hijos, por ser argentino. El caso más claro es la contraprestación de servicios por el plan Jefes y Jefas de hogar, en el cual la Municipalidad de Rosario no exige la ejecución de tareas simples por parte de los beneficiarios, como limpiar una plaza por ejemplo, porque <strong>no tiene el dinero para comprar una pala</strong> o para pagar un seguro por accidentes laborales.</p>
<p>Así que dentro de la complejidad social argentina, es mucho más simple gravar impositivamente a un sector altamente (por demás a mi entender) eficiente como el de la producción sojera, y con ese dinero subsidiar los sectores perdidosos urbanos.</p>
<p>Para pensar no?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MATERIAL DELEGADOS: NOV. 21 ]]></title>
<link>http://calbaq.wordpress.com/2009/11/22/material-delegados-nov-21/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 05:09:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>calbaq</dc:creator>
<guid>http://calbaq.wordpress.com/2009/11/22/material-delegados-nov-21/</guid>
<description><![CDATA[El 21 de Noviembre los Delegados de Liturgia de las Células Pastorales de todas las Vicarías, que as]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">El <span style="color:#006600;">21 de Noviembre</span> los Delegados de Liturgia de las Células Pastorales de todas las Vicarías, que asistieron a la Curia, recibieron la formación sobre <span style="color:#800000;">&#8220;El mejoramiento continuo en el proceso del Comité de Animación Litúrgica de la Célula Pastoral&#8221;</span> con miras a que comencemos una nueva etapa a partir de la cual se hará cuantificable el desempeño de los servidores litúrgicos para así lograr un compromiso y crecimiento sostenible al interior de los Comités de Animación Litúrgica de todas y cada una de las Células Pastorales que conforman nuestra Arquidiócesis.</span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Algunos de los Delegados asistentes entregaron los formatos del Estado de los Comités y la Plantilla de Servidores Litúrgicos.</span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Quienes aún no los han entregado, favor hacerlos llegar, <span style="color:#006600;">en sobre sellado a nombre de la Comisión Arquidiocesana de Liturgia</span>, a Vicaría de Pastoral en la Curia Arquidiocesana antes del 15 de Diciembre o llevarlo a la primera reunión de Delegados del año entrante que tendrá lugar el 16 de Enero a las 2:30 p.m. en la Curia.</span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#006600;">Material presentado en esta reunión (para descargar):</span></h2>
<ul>
<li>
<h2><a href="https://www.box.net/shared/static/56catlt3dn.doc">Mejoramiento Continuo de los Comités de Animación Litúrgica de las Células Pastorales (Memorias)</a></h2>
</li>
<li>
<h2><a href="https://www.box.net/shared/static/7tzand1jm4.doc">Guía de Agenda y Acta para el Comité de Liturgia de la CÉLULA</a></h2>
</li>
<li>
<h2><a href="https://www.box.net/shared/static/hxu8k98bi7.doc">Guía de Agenda y Acta para el Comité de Liturgia del DECANATO</a></h2>
</li>
<li>
<h2><a href="https://www.box.net/shared/static/72qn93or2o.doc">Guía de Agenda y Acta para el Comité de Liturgia VICARIAL</a></h2>
</li>
</ul>
<h2><span style="color:#ffffff;">a</span></h2>
<p><strong> </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[WTO allows Brazil to impose sanctions on U.S. over cotton trade]]></title>
<link>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/11/20/wto-allows-brazil-to-impose-sanctions-on-u-s-over-cotton-trade/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:53:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafaela Laurencini</dc:creator>
<guid>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/11/20/wto-allows-brazil-to-impose-sanctions-on-u-s-over-cotton-trade/</guid>
<description><![CDATA[China &#8211; People&#8217;s Daily Online &#8211; 20/11/2009 The World Trade Organization (WTO) deci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[China &#8211; People&#8217;s Daily Online &#8211; 20/11/2009 The World Trade Organization (WTO) deci]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pequeños y medianos productores de Victoria y Nogoyá recibieron aportes por más de 500 mil pesos ]]></title>
<link>http://lanotadigital.com.ar/2009/11/18/pequenos-y-medianos-productores-de-victoria-y-nogoya-recibieron-aportes-por-mas-de-500-mil-pesos/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:36:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>La Nota Digital</dc:creator>
<guid>http://lanotadigital.com.ar/2009/11/18/pequenos-y-medianos-productores-de-victoria-y-nogoya-recibieron-aportes-por-mas-de-500-mil-pesos/</guid>
<description><![CDATA[Productores de Victoria y Nogoyá recibieron más de 500 mil pesos por parte del Estado, en el marco d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Productores de Victoria y Nogoyá recibieron más de 500 mil pesos por parte del Estado, en el marco d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se solicitan asesores municipales]]></title>
<link>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/17/se-solicitan-asesores-municipales/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 05:49:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hector Robles</dc:creator>
<guid>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/17/se-solicitan-asesores-municipales/</guid>
<description><![CDATA[La opinión del periodista&#8230;.. . ERNESTO A. QUIJADA DÍAZ . Se solicitan asesores municipales . U]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="Contenido_Titulo">La opinión del periodista&#8230;..</div>
<div>.</div>
<div id="Contenido_Credito" style="padding-left:180px;"><span style="color:#0000ff;"><strong>ERNESTO A. QUIJADA DÍAZ</strong></span></div>
<div>.</div>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Se solicitan asesores municipales</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>.<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Una irresponsabilidad más del alcalde del distrito de San Miguelito, Héctor Valdés Carrasquilla —quien parece que encontró al fin la materia gris que le faltaba para poder dirigir mejor las acciones legales como máximo rector de las políticas públicas de uno de los municipios más importantes el país— resulta, a mi juicio, su planteamiento de solicitar un subsidio para la gran cantidad de irresponsables que dentro de su ejido no cumplen con el pago obligatorio por el servicio de recolección de la basura.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Solicitarle al Gobierno Central un subsidio para aquellos que por años se han negado a pagar por el servicio de la recolección de la basura, utilizando el subterfugio habitual del “ juegavivo “, demuestra una falta de liderazgo y capacidad para hacer cumplir las leyes, que la mayoría de los panameños cumplimos. Simplista, por decir lo menos, es esta actitud de Valdés Carrasquilla.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">En lugar de salir a obligar a esos irresponsables a cumplir con sus deberes —para que las empresas dedicadas a prestar el servicio tengan los recursos para darle mantenimiento y renovar sus equipos, para brindar sus pagos a tiempo a sus empleados, para cubrir las previsiones debidas para programarse debido al crecimiento poblacional— este señor apela a la ley del menor esfuerzo y solicita un subsidio del Gobierno Central.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">En la actualidad existe una escasez de asesores en varias alcaldías del país. Estamos observando cómo nuestros alcaldes cada día denotan que nadie los aconseja. Al ex boxeador—alcalde le encantan los “ shows mediáticos “ que hace cada cierto tiempo —como aparecer disfrazado de recolector de aseo, para ganar votos—, en lugar de buscar una respuesta definitiva a los problemas de su distrito.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">La repuesta para acabar con la elevada morosidad de muchos malapagas con las empresas que prestan el servicio de recolección de la basura —que suma alrededor de $16 millones— es simple, pero no es eximir a los morosos de su responsabilidad.   El alcalde Héctor Valdés Carrasquilla recibió subsidios que fueron cubiertos por el Gobierno Central por no pagar las deducciones que por Ley se le hacen a sus funcionarios y ahora, nuevamente, apela a esa modalidad para cancelarle sus obligaciones a ciudadanos con falta de conciencia que no cumplen con el pago de la tasa de aseo.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Lo que debe hacer el alcalde Valdés Carrasquilla es llamar a una reunión al director del IDAAN y de la empresa REVISALUD, para que se haga obligante que el IDAAN no acepte pagos que no incluyan la cancelación de la tasa de aseo. Esto incluye a la DIMAUD, que también resiente en sus finanzas la mala práctica de los irresponsables. Esta sencilla sugerencia acabará con la elevada morosidad que asfixia a los prestadores del servicio.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Es aquí donde los políticos del partido al que pertenece el señor alcalde de San Miguelito deben llamarlo a capítulo y sugerirle que no haga declaraciones como esa, que lo dejan mal parado a él y, por ende, afecta la imagen de su partido.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Sugiero que se realicen las coordinaciones del caso, para que —a partir de enero de 2010— los prestatarios al pagar la factura que reciben cada mes se vean obligados a cancelar tanto el servicio de suministro de agua como la tasa de aseo.</p>
<p><strong> .</strong></p>
<p>&#60;&#62;<br />
Publicado el 16 de noviembre de 2009 <a href="http://www.estrelladepanama.com">en el diario La Estrella de Panamá</a>,   a  quien damos, lo mismo que al autor, todo el crédito que le corresponde.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El orden del cambio: ¿represión y aumentos?]]></title>
<link>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/16/el-orden-del-cambio-%c2%bfrepresion-y-aumentos/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 05:03:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hector Robles</dc:creator>
<guid>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/16/el-orden-del-cambio-%c2%bfrepresion-y-aumentos/</guid>
<description><![CDATA[La opinión del dirigente sindical y Secretario General de SUNTRACS&#8230;. . GENARO  LÓPEZ . El orde]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="Contenido_Titulo">La opinión del dirigente sindical y Secretario General de SUNTRACS&#8230;.</div>
<div>.</div>
<div id="Contenido_Credito" style="padding-left:300px;"><span style="color:#0000ff;"><strong>GENARO  LÓPEZ</strong></span></div>
<div>.</div>
<div><span style="text-decoration:underline;">El orden del cambio: ¿represión y aumentos?</span></div>
<div><span style="text-decoration:underline;">.</span></div>
<div id="Contenido_Texto" style="text-align:justify;padding-left:60px;">En muchas ocasiones Frenadeso ha señalado que el ascenso de Martinelli a la Presidencia “es el cambio para que nada cambie”. Una conducción del Estado sumida en incapacidades y corruptelas, no permitían seguir con la alternabilidad formal de la partidocracia entre PRD y Arnulfismo, cuya credibilidad social era cada vez más baja.</div>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">Una vez establecido su “ cambio ”, el mismo ha requerido de la propia dinámica que los llevo al gobierno, los “ shows mediáticos ”.   Esta estrategia mediática, no obstante, no puede ocultar la continuidad de la política económica neoliberal que hace recaer sobre los trabajadores, desempleados, campesinos, indígenas, pobladores y sobre las capas medias el costo de sus medidas antipopulares, por lo que comienza a visualizarse, a pesar del poco despliegue de los medios de información social, la represión a un pueblo que busca que se atiendan sus demandas sociales y que anhela justicia.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">El despliegue de exorbitante fuerza policiaca a los estudiantes universitarios que protestaban por la instalación de bases norteamericanas, pues, responden a su estrategia militar en la Región, disfrazadas como “ bases aeronavales ”, es un claro ejemplo de la política represiva que intenta imponer el gobierno.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">Pretenden antes del 30 de noviembre instalar, en isla Chapera, la primera de las cuatro bases aeronavales (En isla Coco-Archipiélago de Las Perlas; en Bahía Piña-Darién y en Boca de Rambala-Bocas del Toro), so pretexto de combatir el narcotráfico (estrategia gringa que los organismos internacionales han reconocido como fracasada).</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">En este tema, una vez más el ministro de Gobierno y Justicia, hace gala de su prepotencia al declarar que el “ único consenso que se necesita es el del presidente, los tres jefes de la Fuerza Pública, además de su persona ”.   Igualmente señaló, “ Yo no sé si a este país le encanta pensar y sufrir de ese complejo de inferioridad, de que no podemos hacer las cosas por nosotros mismos. Las estaciones aeronavales son ciento por ciento panameñas ”; sin embargo, olvida que fue él quien declaró que eran bases gringas y que públicamente ha reconocido que las bases recibirán apoyo de Estados Unidos.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">Por otra parte, el gobierno adelantó el listado de regalos para el 2010 al pueblo panameño. En primer lugar, la Autoridad Nacional de los Servicios Públicos (ASEP) proyecta un incremento de 4% en la tarifa de energía eléctrica para el primer semestre, con lo cual una vez más se ponen del lado de las empresas de distribución eléctrica Edemet, Edechi y Elektra Noreste, a las cuales en lo que va de 2009, se les han transferido unos 15 millones de dólares vía subsidio.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">En segundo lugar, el director de la CSS, Guillermo Sáez-Llorens, reveló que “ dentro de los planes de su administración está revisar la figura del beneficiario de la institución, por la carga que representa para el Seguro Social ”; se insiste además en los déficit de los programas de IVM y EyM, con lo que no es de extrañar que comiencen a plantear la reducción o eliminación de dependientes y el aumento de la cuota de los trabajadores a la seguridad social. En esta materia, Frenadeso desde el 2005 señaló que el Estado debía asumir su responsabilidad aportando la totalidad del costo de los beneficiarios, igualmente que las cuentas individuales y las medidas paramétricas no eran una solución al problema.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">En tercer lugar, ni hablar del costo de la vida, cuya canasta básica de alimentos se ha incrementado alcanzando, según cifras oficiales, los 266.85 dólares, pero ya se amenaza con aumentos en el precio del arroz.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">Al pueblo trabajador lo cargan con aumentos de precios de la comida (20%) y se le programa para el 2010 aumento en el precio del servicio de electrificación (4%), de pasajes e impuestos (ITBMS de 7%), mientras que se le niega el congelamiento y control de los precios de los bienes y servicios básicos y no se termina por definir un aumento real del salario mínimo.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><strong>Paralelo a ello, el gobierno empezó a renovar la flota vehicular de los jefes, aumenta la contratación de directivos con altos emolumentos, continúan las compras directas que constituyen centros de negociados, siguen los viajes con grandes caravanas, continúa y se incrementa el nepotismo.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">Frente a ello, el ciudadano común comienza a preguntarse: “ ¿dónde está el cambio? ”. Lo que parece corroborar que el orden del cambio es la represión y el aumento del costo de la vida para el pueblo panameño, lo que en realidad es más de lo mismo en los supuestos 20 años de “ gobiernos democráticos ”.</p>
<div style="text-align:justify;">&#60;&#62;<br />
Publicado el 15 de noviembre de 2009 en el diario La Estrella de Panamá,   <a href="http://www.estrelladepanama.com">http://www.estrelladepanama.com</a>,  a  quien damos, lo mismo que al autor, todo el crédito que le corresponde.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuando el gobierno construye y vende casas]]></title>
<link>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/13/cuando-el-gobierno-construye-y-vende-casas/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 05:48:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hector Robles</dc:creator>
<guid>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/13/cuando-el-gobierno-construye-y-vende-casas/</guid>
<description><![CDATA[Según la opinión del Economista panameño&#8230;. . FRANCISCO BUSTAMENTE . Cuando el gobierno constru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Según la opinión del Economista panameño&#8230;.</p>
<p>.</p>
<p style="padding-left:210px;"><span style="color:#0000ff;"><strong>FRANCISCO BUSTAMENTE</strong></span></p>
<p>.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Cuando el gobierno construye y vende casas</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>.<br />
</strong></span></p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;"><strong>El gobierno nacional con una visión clara de las prioridades nacionales ha comprendido que el déficit habitacional numérico, estimado en 145 mil viviendas, es una prioridad social a atender.</strong></p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">Existe otro déficit cualitativo, referido a las deficiencias que presentan las viviendas existentes, ya sea en la calidad constructiva, los servicios básicos como agua, luz, alcantarillado,  disposición de excretas, o de espacio, que no se detalla.   Ambos déficits atentan contra la calidad de vida de los panameños de más bajos ingresos. Uno y otro merecen una atención de parte de las autoridades nacionales.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">Las autoridades, según los diarios,  han anunciado para atender el déficit cuantitativo, dos medidas importantes, como son la creación de un sistema de subsidios de hasta 5 mil dólares por unidad  para financiar viviendas para familias con ingresos de hasta 800 dólares, y  la construcción de 2000 unidades de viviendas en el año 2010 por parte del MIVI.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">Los déficits habitacionales  no pueden ser resueltos solamente por el Estado. Se requiere necesariamente la participación de promotores privados y el alineamiento de incentivos en la dirección correcta a fin de estimular la participación de estos promotores.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">Por otra parte, también es conocido que el sector construcción es un fuerte dinamizador de la actividad económica, generador de empleos pero también crea presión sobre la infraestructura de servicios públicos, escuelas, hospitales, etc., y sobre el medio ambiente.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;"><strong>Es, esencialmente, un sector complejo por las muchas variables que se afectan. En la experiencia de los organismos financieros internacionales como el BID  financiando programas de viviendas en la Región  está que el Estado construyendo o financiando viviendas, en muchas ocasiones, incurre en pérdidas financieras importantes. </strong></p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">Ya sea por la calidad constructiva, por los sesgos políticos en el otorgamiento de los subsidios, o simplemente por malas costumbres arraigadas de no pagarle al Estado, a la espera de periódicos blanqueos o decisiones políticas de los congresos eliminando de un plumazo los compromisos de los deudores para con el Estado.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">Por otra parte, al establecerse un monto único de subsidio y topes en el ingreso para calificar al mismo y el valor de la vivienda, la oferta de viviendas se concentra en este tramo más alto de ingreso  que tiene acceso al crédito bancario, en detrimento de las familias de menores ingresos, que son las que necesitan el apoyo de subsidios para poder comprar una vivienda decente. Un ejemplo de ello es la cartera del BHN. Claramente, se hace evidente la falta de una política nacional de subsidios focalizada en los más pobres.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">Hay experiencias regionales suficientes que pueden ser consultadas, para lograr una focalización de los subsidios en los más pobres. También existen mecanismos de mercado que involucran no sólo a los constructores sino a los intermediarios financieros, en orientar la liquidez del sistema hacia este segmento de mercado.</p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;"><strong>Un mecanismo de hipotecas aseguradas, por ejemplo, sería mucho más atractivo para que los intermediarios entraran a estos mercados, con menores riesgos para el gobierno, entre muchos otros. Y que el Estado se dedique a proveer de bienes y servicios públicos a la sociedad, con particular énfasis en los estratos de más bajos ingresos.</strong></p>
<p style="padding-left:90px;text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Enviado el 4 de noviembre de 2009 a Panaletras para su publicación por el autor, a quien damos todo el crédito que le corresponde.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ANSeS habilitó nuevos lugares para realizar el trámite de asignación universal por hijo]]></title>
<link>http://lanotadigital.com.ar/2009/11/12/anses-habilito-nuevos-lugares-para-realizar-el-tramite-de-asignacion-universal-por-hijo/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:46:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>La Nota Digital</dc:creator>
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<description><![CDATA[La directora de la Unidad de Atención Integral Paraná de la Administración Nacional de Seguridad Soc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La directora de la Unidad de Atención Integral Paraná de la Administración Nacional de Seguridad Soc]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El martes 17 comienza el pago del Programa “Familias por la Inclusión Social”]]></title>
<link>http://lanotadigital.com.ar/2009/11/11/el-martes-17-comienza-el-pago-del-programa-%e2%80%9cfamilias-por-la-inclusion-social%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:49:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>La Nota Digital</dc:creator>
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<description><![CDATA[La Dirección Manos a la Obra y Familias de la Municipalidad de Paraná, informa a los beneficiarios d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La Dirección Manos a la Obra y Familias de la Municipalidad de Paraná, informa a los beneficiarios d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Malversación y subsidios electorales]]></title>
<link>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/10/malversacion-y-subsidios-electorales/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 00:10:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hector Robles</dc:creator>
<guid>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/10/malversacion-y-subsidios-electorales/</guid>
<description><![CDATA[La opinión del Abogado, Diplomático y Político Independiente&#8230;&#8230; Juan Manuel Castulovich .]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La opinión del Abogado, Diplomático y Político Independiente&#8230;&#8230;</p>
<p><!-- SUMARIO --></p>
<p><!-- AUTOR --></p>
<div id="displaystory_name" style="padding-left:240px;"><span style="color:#0000ff;"><strong>Juan Manuel Castulovich</strong></span></div>
<p><!-- AGENCIA --></p>
<div id="displaystory_agency">.</div>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Malversación y subsidios electorales</span></strong></p>
<p>.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><strong>Cuando el gobierno del PRD, por boca de Torrijos y de su flamante canciller, insistía en asegurar la “inminente aprobación” del tratado de libre comercio firmado con los Estados Unidos, en varios artículos recalqué que se trataba de otra de las innumerables patrañas de la extinta “patria nueva”.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Al haberse descarrilado, con la irresponsable elección del diputado González para presidir la Asamblea, la posibilidad de que el tratado fuera ratificado por la vía del “fast track”, vigente hasta diciembre del 2007 y que impedía al Congreso de los Estados Unidos introducirle enmiendas, la ratificación del TPC quedó en el limbo.  Sin embargo, el gobierno del PRD continuó, también irresponsablemente, gastando millones de dólares, a razón de cerca de 100,000 mensuales, en “cabilderos” para que, supuestamente, “nos ayudaran” con la ratificación.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><strong>Según información publicada en varios medios, los contratos de los cabilderos han sido cancelados.   Esa medida es correcta; pero es incompleta. Hace falta que sea complementada con información detallada sobre los contratados y los pagos que recibieron, para que podamos saber cuánto fue el dinero despilfarrado por la irresponsabilidad del gobierno del PRD.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Es igualmente correcto que se haya decidido eliminar, por lo menos así fue anunciado, los contratos de las decenas de asesores y las asesorías que, también, alegre e irresponsablemente, proliferaron bajo el pasado gobierno.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><strong>Sólo en el MOP, según trasciende de la noticia, se gastaron más de 20 millones en asesorías para, dizque, “buscar soluciones al problema del transporte”.   Si se sumaran a éstas, las otorgadas por los otros ministerios y entidades autónomas, las cifras rondarían, fácilmente, el centenar de millones de gastos innecesarios; típicas bellaquerías que no deben quedar impunes.   Alguien debe responder por esas sumas, deliberada y calculadamente estafadas al erario, en una afrenta directa a la pobreza que padecen muchos miles de nuestros compatriotas.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">De entre todas las malversaciones y despilfarros de fondos públicos que, impunemente, se repiten en nuestro país, hay que destacar en lugar cimero a los subsidios electorales que, para el presente quinquenio político alcanzarán la escandalosa cifra de treinta y ocho (38) millones de balboas, de los cuales al PRD le tocarán unos diez (10) millones, en las cuotas pre y post electoral.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><strong>Sobre la iniquidad que son los subsidios electorales deben tomarse correctivos para eliminarlos o sustituirlos por la contratación de espacios en los medios de comunicación a los que tengan acceso, en condiciones equitativas, todos los partidos y candidatos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Otra buena medida sería deducir de ellos las sumas que, en función de gobierno, hubieren malversado o despilfarrado los respectivos partidos. Así, por ejemplo, comprobado que el PRD, o cualquier otro partido, han utilizado indebidamente dineros públicos para favorecer con contratos de asesoría a cabilderos y allegados políticos, sin justificación por su inutilidad, los montos de esos despilfarros debieran restarse de sus subsidios electorales.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><strong>Hay un proyecto de ley en la Asamblea que pretende responsabilizar a los funcionarios por las lesiones patrimoniales que sufra el Estado, como consecuencia de actos o decisiones declaradas ilegales por los tribunales, como ocurrió con las arbitrarias destituciones de la procuradora Gómez, posteriormente revocadas por la Corte Suprema de Justicia. </strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Sugiero que sea aprovechado para incluir en sus disposiciones la obligación de los funcionarios, y de los partidos políticos, de devolver al Estado los dineros que malgasten en violación de la Ley o para conceder favores sin beneficio para el interés nacional.</p>
<p style="text-align:justify;"><!-- inicio VALORES AGREGADOS --></p>
<div id="bloque_internas" style="text-align:justify;"></div>
<p style="text-align:justify;">&#60;&#62;<br />
Publicado el 10 de noviembre de 2009 <a href="http://www.pa-digital.com.pa">en el diario El Panamá América, </a> a  quien damos, lo mismo que al autor, todo el crédito que le corresponde.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Paz: Reunión informativa sobre reciente Subsidio para hijos]]></title>
<link>http://lanotadigital.com.ar/2009/11/10/la-paz-reunion-informativa-sobre-reciente-subsidio-para-hijos/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:11:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>La Nota Digital</dc:creator>
<guid>http://lanotadigital.com.ar/2009/11/10/la-paz-reunion-informativa-sobre-reciente-subsidio-para-hijos/</guid>
<description><![CDATA[Se realizó un encuentro informativo acerca de la nueva Asignación universal por hijo para protección]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Se realizó un encuentro informativo acerca de la nueva Asignación universal por hijo para protección]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OMC: Brasil anuncia productos para sancionar a EEUU por subsidios al algodón]]></title>
<link>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/11/10/omc-brasil-anuncia-productos-para-sancionar-a-eeuu-por-subsidios-al-algodon/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:19:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafaela Laurencini</dc:creator>
<guid>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/11/10/omc-brasil-anuncia-productos-para-sancionar-a-eeuu-por-subsidios-al-algodon/</guid>
<description><![CDATA[França &#8211; Agência France Presse &#8211; 10/11/2009 BRASILIA (AFP) El gobierno brasileño publicó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[França &#8211; Agência France Presse &#8211; 10/11/2009 BRASILIA (AFP) El gobierno brasileño publicó]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cañicultores reclamarán subsidio al MAT]]></title>
<link>http://agronotas.wordpress.com/2009/11/03/azucar-3/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 00:54:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>agronotas</dc:creator>
<guid>http://agronotas.wordpress.com/2009/11/03/azucar-3/</guid>
<description><![CDATA[Desde la Federación Nacional de Asociaciones de Cañicultores de Venezuela &#8211; FESOCA, mediante n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde la Federación Nacional de Asociaciones de Cañicultores de Venezuela &#8211; FESOCA, mediante n]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sindicalismo en México . Luz y Fuerza del Centro(México)]]></title>
<link>http://introfilosofia.wordpress.com/2009/11/03/sindicalismo-en-mexico-luz-y-fuerza-del-centromexico/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:15:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>introfilosofia</dc:creator>
<guid>http://introfilosofia.wordpress.com/2009/11/03/sindicalismo-en-mexico-luz-y-fuerza-del-centromexico/</guid>
<description><![CDATA[video desde el canal 11 del IPN de México sobre el sindicallismo en México y privatizaciones en Méxi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>video desde el canal 11 del IPN de México sobre el sindicallismo en México y privatizaciones en México</p>
<p><a href="http://148.204.199.85/vod/r_espiral.php">http://148.204.199.85/vod/r_espiral.php</a></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#000000;font-size:xx-small;"><strong>Espiral: Sindicalismo en México</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#000000;font-size:xx-small;">Canal Once profundiza en el análisis de las políticas públicas en México –su diseño, instrumentación y resultados– mediante el estreno del programa Espiral, basado en el intercambio respetuoso de puntos de vista entre los responsables del diseño de dichas políticas y los representantes de los sectores donde éstas impactan, con lo cual se ofrece al televidente un panorama rico en puntos de vista desde diferentes ópticas.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta al niño Dios del pequeño productor]]></title>
<link>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/02/carta-al-nino-dios-del-pequeno-productor/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 05:22:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hector Robles</dc:creator>
<guid>http://panaletras.wordpress.com/2009/11/02/carta-al-nino-dios-del-pequeno-productor/</guid>
<description><![CDATA[La opinión de&#8230;.. RAUL DUTARY PUGA . Carta al niño Dios del pequeño productor Se acerca la Navi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La opinión de&#8230;..</p>
<p style="padding-left:120px;"><strong><span style="color:#0000ff;">RAUL DUTARY PUGA</span></strong></p>
<p style="padding-left:120px;"><strong><span style="color:#0000ff;">.<br />
</span></strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Carta al niño Dios del pequeño productor</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Se acerca la Navidad y ya muchos han escrito su carta al niño Dios, para que le llegue temprano y tenga tiempo de leerla y responderla.   Entre los que han tomado esta decisión están los pequeños agricultores, hombres cuya profesión les exige prudencia y anticipación en sus decisiones.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">La carta dice así:  Querido niño Dios, para este año 2009 quiero que nos ayudes a escoger un buen mandatario. Necesitamos un gobernante que se preocupe más por los que menos tienen, que esté presente y tenga buena actitud para resolver los muchos problemas de nuestro país. Que sea sensible a las necesidades de su pueblo y, en especial, a las que experimenta el pequeño productor. Te explico el porqué.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">No entiendo cómo el pequeño productor es tan olvidado si representamos un sector de gran importancia en la cadena alimenticia, con más del 50% de la producción nacional. ¿Por qué somos tan olvidados por los gobiernos y no nos llega la ayuda que ofrecen al sector agropecuario? Como ejemplo tenemos el famoso Plan Compita que tenía como objetivo ayudar al pequeño productor, pero fue un fraude, pues para poder recibir la ayuda que se ofrecía en préstamos con intereses blandos, se tenía que poseer alguna propiedad que sustentara el préstamo y, por todos es sabido, no poseemos ni la tierra que cultivamos.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Algunos alquilan la tierra, otros tienen derechos posesorios, pero no han podido sacar el título de propiedad por diversos motivos que no son el tema de esta carta.   Quienes sí sacaron provecho del plan fueron aquellos que no lo necesitan, el gran productor que tiene dinero en el banco, que es dueño de su tierra, y de su maquinaria agrícola. Esa maquinaria agrícola que no permite que el campesino pueda tener un trabajito, pues hace el trabajo de 10 hombres, de forma que al campesino no le queda otra alternativa que migrar a la ciudad, a trabajar en la construcción o como empleado doméstico y, a veces, hasta lo orilla a delinquir para poder sobrevivir.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">El pequeño productor no tiene maquinarias costosas, él contrata a los vecinos del área, creando fuentes de trabajo. Pregunto entonces, sin apelar a dudosas teorías económicas de países desarrollados, ¿a quién debe ayudar el gobierno?</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><strong><span style="color:#993300;">¿Por qué nuestros anteriores gobernantes subsidiaron y eliminaron los impuestos de las empresas multinacionales, dizque para atraer la inversión extranjera?</span></strong> <strong>Se subsidia el combustible de un pésimo transporte, se exonera del pago de impuestos a los ricos comerciantes de la Zona Libre, y les da en bandeja de plata concesiones de nuestros puertos, casinos, aeropuertos, hidroeléctricas, telefonía celular y toda el área revertida de la Zona del Canal a los ricos inversionistas.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">En cambio, al pequeño agricultor no se le ayuda ni con los fertilizantes, tractores de bajo costo, combustible para el transporte, semillas de alta producción o bombas de agua para regadíos. En nada se le ayuda, todo lo tiene que comprar, y caro para contra rematar. ¿Qué hay detrás de todo esto? Será que alguien quiere que el pequeño productor quiebre para quedarse con todo, latifundistas.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><span style="color:#800000;"><strong>Para rematar se habla de cobrarle al pequeño agricultor el agua de los ríos que utiliza para regar las siembras. Imagínese usted. ¿Y a la Autoridad del Canal de Panamá y a las generadoras de electricidad e ingenios de azúcar, cuánto les van a cobrar?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Querido niño Dios, donde yo siembro sandía en un pedacito olvidado de tierra, allá en Calobre, nadie ha llegado para brindar ayudar. La comunidad es pobre, pero muy trabajadora. Necesitamos una planta en donde preparar la fruta para la exportación, pero no hemos podido conseguir el financiamiento, nos lo niegan. Ya no sabemos qué hacer para mejorar.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><strong>Los exportadores fueron beneficiados cuando tuvieron problemas, pero los productores no se tomaron en cuenta.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">¿Podrán existir los exportadores sin los productores?, yo creo que no. Entonces ¿a qué sector es más urgente ayudar?</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Termino, querido niño Dios, con una frase de tu hijo san Agustín que decía. “En las cosas que son necesarias debe existir la unidad, en aquellas que son dudosas, la libertad, pero en todas siempre debe estar presente la caridad”.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;">Concédenos niño Dios nuestro deseo, un gobernante que nos haga justicia.</p>
<p style="text-align:justify;">.</p>
<p style="text-align:justify;">&#60;&#62;<br />
Publicado el 1 de noviembre de 2009<a href="http://www.prensa.com"> en el diario LA PRENSA</a>,   a  quien damos, lo mismo que al autor, todo el crédito que le corresponde.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los fomentos al cine local]]></title>
<link>http://industriadelcine2009.wordpress.com/2009/11/01/los-fomentos-al-cine-local/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 23:07:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Fiorito</dc:creator>
<guid>http://industriadelcine2009.wordpress.com/2009/11/01/los-fomentos-al-cine-local/</guid>
<description><![CDATA[En un artículo publicado por el Laboratorio de Industrias culturales, se anunció el nuevo Plan de Fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En un artículo publicado por el Laboratorio de Industrias culturales, se anunció el nuevo Plan de Fomento que regulará la actividad cinematográfica nacional. El documento presentado por el INCAA dispuso el aumento a $ 3.500.000 del monto máximo que se otorgará en concepto de subsidios a largometrajes nacionales. La misma institución estipuló que el costo de una película de presupuesto medio es de unos $ 2.300.000.</p>
<p>Esto significa que, de presentar la documentación en tiempo y forma para conseguir la asistencia económica y de ser elegido, el productor de un proyecto promedio podría conseguir una financiación de casi el 80% o más. Si se consiguiera capital privado para cubrir el resto de los gastos…estaríamos frente a un proyecto <em>aparentemente</em> <em>gratis</em>.</p>
<p>El fondo de la cuestión, es que no existe subsidio sin ningún tipo de dependencia. En primer lugar se podría mencionar una limitación en la capacidad creativa. Si se pretende alcanzar la ayuda económica del Estado, de más está decir que hay temáticas que no se podrán abarcar en el proyecto (para empezar, las visiones críticas de la gestión de los gobernantes y la idiosincrasia Argentina). En segundo, también implica cierta sumisión ya que favor con favor se paga. A cambio de la generosidad del INCAA probablemente habrá que incluir algunas modificaciones en la idea original. Por último, es altamente posible que se alcance el beneficio a través de un contacto o por ser “conocido de…”.</p>
<p>Por lo tanto, la financiación directa del Estado no será un fomento “al cine” sino un premio a quiénes estén dispuestos a hacer concesiones y mucho lobby. Además el subsidio como tal no existe en la industria local. No es ni un préstamo ni una inversión, es dinero que no vuelve. Si los proyectos independientes no logran ser rentables y no se recupera con la taquilla los gastos de producción, entonces estamos frente a una bolsa sin fondo. Todos los ciudadanos pagarían con sus impuestos proyectos independientes que sin duda resultan novedosos y presentan buenas ideas, pero que para un modelo de negocio rentable no son favorables.</p>
<p>En definitiva, la solución está en replantearse el modelo de negocio y emprender un proyecto a largo plazo. ¿Qué pasaría si se destinara una parte de los subsidios del INCAA a crear un modelo industrial de representación? No hace falta tener grandes estudios sino aprovechar el talento argentino para sacarle el máximo jugo a la cadena de valor. Una industria fuerte y de sello nacional podría convertir al cine local en un actor importante a nivel mundial y a la vez generar un negocio rentable.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Fuentes:</span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"> </span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://lic.cultura.gov.ar/ppanoramico/pp0403.php">http://lic.cultura.gov.ar/ppanoramico/pp0403.php</a>,</span> consultado el 1 de noviembre del 2009.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El cine Argentino en problemas]]></title>
<link>http://industriadelcine2009.wordpress.com/2009/11/01/el-cine-argentino-en-problemas/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:58:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Fiorito</dc:creator>
<guid>http://industriadelcine2009.wordpress.com/2009/11/01/el-cine-argentino-en-problemas/</guid>
<description><![CDATA[Según datos presentados por el Laboratorio de Industrias Culturales, el cine nacional enfrenta un gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Según datos presentados por el Laboratorio de Industrias Culturales, el cine nacional enfrenta un gran desafío: en el período 2004-2007, aunque aumentó un 20% la cantidad de títulos nacionales estrenados, el total de personas que concurrieron a ver estrenos argentinos se redujo un 48 %. Estas cifras no hacen más que poner en evidencia la situación delicada en la que se encuentra la industria local: se exhiben muchas películas argentinas (80 estrenos en 48 semanas no es un número despreciable), pero cada vez hay menos espectadores.</p>
<p>De los datos presentados pueden hacerse dos lecturas:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Una optimista</span>: Argentina, pese a no tener una industria fuerte como EEUU o Europa, desarrolla una importante variedad de proyectos y una buena capacidad productiva.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Una negativa</span>: la poca concurrencia que tienen los estrenos locales produce un efecto en cadena que resulta nocivo para la industria. Por un lado, los distribuidores presionan por mostrar sus títulos y que las películas argentinas permanezcan en cartel. Por otro, los exhibidores se resisten a su proyección porque no rinden comercialmente y ocupan el lugar que le podrían dar a un producto “más atractivo”. El resultado es la pérdida para todos:</p>
<ol>
<li>1. Las películas nacionales “entran y salen” rápidamente de cartel.</li>
<li>2. Las distribuidoras extranjeras siguen conservando los mejores espacios para sus estrenos (mejores días, mayor cantidad de salas y horarios posibles, etc.).</li>
<li>3. Los exhibidores en su afán de lucrar no cumplen en forma completa con las medidas dispuestas por el INCAA (Cuota de pantalla, Medida de continuidad, etc.).</li>
</ol>
<p>El problema no termina ahí: si las películas argentinas no logran mantenerse en cartel ni tener una audiencia importante, no sólo los productores detrás de ese proyecto pierden. Productos no rentables debilitan al mercado y hacen que sea necesaria una mayor intervención del INCAA a través de los planes de fomentos. Esto a su vez, trae una mayor dependencia de los productores respecto al Estado. Además, con frecuencia los subsidios son malgastados en proyectos que en su afán de fomentar el cine de autor dejan de lado las fórmulas convencionales que hacen que un producto sea rentable. El resultado es una espiral que va hacia la baja de calidad que podría resumirse en:</p>
<p>a- Productos no rentables.</p>
<p>b- Necesidad de protección y subsidio.</p>
<p>c- Amiguismo, mal uso de fondos.</p>
<p>d- Productos de mala calidad.</p>
<p>e- Nuevamente, productos no rentables.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Fuentes</span>:</p>
<p><a href="http://lic.cultura.gov.ar/ppanoramico/pp0204.php">http://lic.cultura.gov.ar/ppanoramico/pp0204.php</a>, consultado el 1 de noviembre del 2009.</p>
<p>Vargas Llosa, M., <em>Razones contra la excepción cultural</em>.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La rebelión de Atlas.]]></title>
<link>http://laterminalrosario.wordpress.com/2009/10/29/la-rebelion-de-atlas/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:59:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Claudio Scabuzzo</dc:creator>
<guid>http://laterminalrosario.wordpress.com/2009/10/29/la-rebelion-de-atlas/</guid>
<description><![CDATA[¿Que ocurriría si los ciudadanos trabajadores, cumplidores de sus obligaciones fiscales, emprendedor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[¿Que ocurriría si los ciudadanos trabajadores, cumplidores de sus obligaciones fiscales, emprendedor]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Subsidiemos a McDonald´s]]></title>
<link>http://nestorsaruba.wordpress.com/2009/10/29/subsidiemos-a-mcdonald%c2%b4s/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 03:48:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>nsaruba</dc:creator>
<guid>http://nestorsaruba.wordpress.com/2009/10/29/subsidiemos-a-mcdonald%c2%b4s/</guid>
<description><![CDATA[El 27 de octubre de 2009 la prensa especializada nos dio la amarga noticia: McDonald´s cesaba sus op]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El 27 de octubre de 2009 la prensa especializada nos dio la amarga noticia: McDonald´s cesaba sus operaciones en Islandia y no tenia ningún plan de volver. McDonald´s estaba cerrando sus tres negocios en Islandia porque el ambiente económico se había tornado difícil, informó el Financial Times (FT). El derrumbe del krona sumado al fortalecimiento del euro habían llevado a que sus costos se duplicaran. Esta noticia también nos sirve para descubrir cuan distintos somos los argentinos de los islandeses. En Argentina, con un PBI per capita de US$14.200.- a PPP en 2008, el numero 80 en ranking mundial, ante la mera posibilidad que McDonald´s pudiera cesar sus operaciones locales, nuestro gobierno no habría dudado en subsidiar el precio del Big Mac para que todos nuestros niños pudieran seguir disfrutando de su derecho a la hamburguesa. </p>
<p><a href="http://nsaruba.athost.net/blogs/subsidiemos.htm">Texto</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La polémica a primera... ¿paternalismo estatal?]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/10/22/la-polemica-a-primera-%c2%bfpaternalismo-estatal/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:46:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/10/22/la-polemica-a-primera-%c2%bfpaternalismo-estatal/</guid>
<description><![CDATA[21/10/09 NOTA ACLARATORIA Alguien que me quiere mucho o alguien que me quiere joder mucho, me ha pue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">21/10/09</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">NOTA ACLARATORIA</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">Alguien que me quiere mucho o alguien que me quiere joder mucho, me ha puesto a firmar una carta abierta dirigida a Lázaro Barredo, a propósito de un comentario suyo  titulado “Él es paternalista, tú eres paternalista, yo soy paternalista… “ que apareciera publicado en el periódico Granma, el cual dirige. Me parece un procedimiento infortunado y alarmante.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">Lamento desinflar a entusiastas y detractores, a los necesitados de nuevos héroes o de nuevas víctimas, pero dicha carta no fue escrita por mí. Ni una sola de sus líneas. Mi sentido de la ética impide que me apropie de un texto escrito por otra persona. Y no se trata de que comulgue o no con los postulados que en él se expresen ni de su mayor o menor calidad literaria. Es un problema de principios.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">Luis Alberto García Novoa</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">Actor</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">Queremos disculparnos desde el taburete por lo que podamos haber contribuido con la publicación de dicha carta a que esa bola de nieve se agrandara y por ello pedimos siceras disculpas a L. A. Garcia, a quien admiramos por su trabajo,  por por no haber contrastado tal información antes de publicarla.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">No obstante, en el taburete nos preguntamos si, ahora que el artículo es anónimo, mejor dicho, de un impostor, ha perdido su esencia crítica y reflexiva. Pues seguramente sí y, en esta impostura, hayamos perdido todos un poco. Quien fuera el que lo escribió debió firmar con su nombre y profesión y haber añadido, ciudadano cubano. A nosotros nos hubiera servido igual.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">eltaburete</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#99cc00;">Articulo de Lazaro Barredo y respuesta de Luis Alberto García que circula por diversos medios de la red. Reproducimos ambos escritos íntegros y&#8230; ustedes mismos&#8230;</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>El es paternalista, tú eres paternalista, yo soy paternalista…</strong></p>
<p style="text-align:justify;">LÁZARO BARREDO MEDINA en Granma</p>
<p style="text-align:justify;">Para que nuestro proyecto socialista salga adelante debe predominar en cada uno de nosotros la racionalidad y el sentido económico. No debe apreciarse como una consigna, una frase, un cliché, el llamado del compañero Raúl para ajustarnos a vivir con lo que tenemos. No podemos aspirar a más si no hay una evaluación objetiva y adoptamos las medidas para actuar con realismo y no con optimismo infundado.</p>
<p style="text-align:justify;">En las intervenciones del Segundo Secretario está subrayada de manera reiterada la voluntad política de nuestro Partido de llevar adelante decisiones trascendentales para afrontar las tareas de fortalecimiento de la institucionalidad, el redimensionamiento de la planificación y la organización del trabajo, la supresión de la doble moneda y una estimulación salarial que desate a las fuerzas productivas, el cobro de impuestos, el cese de muchos subsidios, la revisión de las gratuidades y otros asuntos que no van a despojar al Estado de su responsabilidad, sino pretenden lograr formas de prestación más ágiles y directas en pequeños servicios, entre otros propósitos.</p>
<p style="text-align:justify;">La mayoría de esas cuestiones requieren de la movilización y la comprensión de la sociedad para encarar, en un plazo prudente de tiempo, el proyecto de país que queremos, podemos y necesitamos.</p>
<p style="text-align:justify;">El daño terrible de los huracanes y tormentas tropicales del año pasado que devastaron una extensa parte de la Isla y causaron pérdidas por cerca de diez mil millones de dólares a lo cual se agregaron, en coincidencia en el tiempo, los nocivos efectos de la crisis económica y financiera global, obligaron a desacelerar el ritmo de la aplicación de muchas de las ideas que se venían estudiando tras el amplio debate nacional que se desarrolló en torno al discurso de Raúl el 26 de julio del 2007 en Camagüey.</p>
<p style="text-align:justify;">El impacto de esos elementos ha obligado al Gobierno a realizar profundos reajustes en los planes económicos y el presupuesto, para &#8220;apretarnos el cinturón&#8221; sin abandonar la búsqueda de nuestras propias soluciones que giran en torno a las posibilidades de incrementar la producción material, pese a las carencias importadoras que ahora tiene el país, con las reservas materiales de que disponemos, sobre todo en la producción agrícola, el ahorro y otras prácticas que provean eficiencia real y concreta.</p>
<p style="text-align:justify;">Precisamente, esa es la intención del debate que ahora transcurre en los núcleos del Partido junto a los colectivos obreros para mirarnos hacia adentro y discutir &#8220;a camisa quitada&#8221; cómo podemos crear más, qué vamos a hacer para salir de la rutina y de la convivencia con las cosas que se sabe no funcionan bien, porque muchas insuficiencias hay que resolverlas ante todo en nuestras propias colectividades, sin doble moral y sin fanfarrias.</p>
<p style="text-align:justify;">Está probado que solamente con más trabajo saldremos de la crisis y si, en paralelo, miramos críticamente al paternalismo, fenómeno arraigado hasta los tuétanos en la mayoría de las personas, un vicio que no nos deja avanzar y entorpece la claridad sobre las decisiones que debemos tomar entre todos.</p>
<p style="text-align:justify;">El intercambio de opiniones que ha habido en las cartas a nuestro diario, por ejemplo, sobre los temas de la libreta de abastecimientos o de los comedores obreros, son una prueba meridiana de hasta qué punto han calado en nuestra conciencia algunas concepciones equivocadas sobre la justicia social.</p>
<p style="text-align:justify;">La justicia social no es el igualitarismo, es la igualdad de derechos y oportunidades, es en el socialismo la distribución bajo el principio &#8220;de cada cual según su capacidad, y a cada cual según su trabajo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">La libreta de abastecimientos fue una necesidad en un momento determinado, con sus actuales atributos se convierte en una impedimenta dentro del conjunto de decisiones que la nación tendrá que asumir, lo cual habrá que resolver no por decreto, sino con las medidas económicas que protejan y garanticen el acceso de las personas de bajos ingresos a esa canasta básica y estimule al resto a trabajar para obtener beneficios salariales a partir de los resultados.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo mismo pasa con los comedores obreros, para los que se adquieren alimentos por centenares de millones de dólares que se ofertan subsidiados y después buena parte de las veces este servicio no satisface a los propios trabajadores y sirve de fuente importante para el desvío inescrupuloso de recursos.</p>
<p style="text-align:justify;">Nadie puede negar que en su labor de alta sensibilidad humana, el Estado revolucionario ha perseguido invariablemente ofrecer soluciones a las necesidades de los ciudadanos, muchas veces por encima de sus propias posibilidades, y ahí quizás radica una de las causas de que mucha gente se haya habituado a que hay que resolvérselo todo.</p>
<p style="text-align:justify;">La Revolución fue desde sus inicios un torrente de justicia, que no siempre ha sido correspondido.</p>
<p style="text-align:justify;">Un compañero me decía hace unos días que la sociedad cubana tiene que solucionar cuatro &#8220;síndromes&#8221; para desentumecerse de esa práctica paternalista:</p>
<p style="text-align:justify;">1-. El síndrome del pichón: andamos con la boca abierta porque buena parte de los mecanismos que hemos diseñado están concebidos para que nos lo den todo. Usted no va a la bodega a comprar, va a que le den lo que le toca; usted no repara su casa o su apartamento en el edificio, porque además de que no tiene cómo adquirir los materiales, las cosas están concebidas para que le den las facilidades de esa reparación y así es en la mayoría de los asuntos de nuestra vida cotidiana.</p>
<p style="text-align:justify;">2-. El síndrome del voleibol: nos hemos acostumbrado a saltar y lanzar la pelota para la otra cancha, porque supuestamente la mayoría de los asuntos no son nuestro problema, sino es del otro, y el peloteo burocrático es agobiante.</p>
<p style="text-align:justify;">3-. El síndrome del avestruz: nos hemos habituado a meter la cabeza en el hueco, casi siempre para no ver los problemas ni actuar con toda la energía y la fuerza innovadora contra las rutinas y los hábitos negativos y, especialmente, dejar de ser sistemáticos.</p>
<p style="text-align:justify;">4-. El síndrome del obstáculo: no se logra la transformación de la economía y la satisfacción de las necesidades básicas en un mes, pero algunos quieren que así sea, aunque en cuanto se encuentran el primer obstáculo se detienen y esperan a que otros lo quiten o salten por ellos.</p>
<p style="text-align:justify;">Puede parecer algo humorístico, pero es para ponernos a pensar. De una manera u otra estos vicios o costumbres están en la mayoría de nosotros, tienen un reflejo en nuestras conductas y pienso que son de los &#8220;cascabeles al gato&#8221; que dice el compañero Raúl nos toca poner a todos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><strong>respuesta de</strong><strong> LUIS ALBERTO GARCÍA</strong> tomado de Kaosenlared</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ccffcc;">Es inaceptable su artículo porque es inaceptable eximir al estado de responsabilidad por el paternalismo reinante, cuando fue precisamente este quien lo engendró</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ccffcc;">Como no tengo alma de vocero y siento repulsión por los irresponsables que se abrogan el derecho de hablar inconsultamente en nombre del pueblo cubano, los cuales son, desafortunadamente, bastantes, me limitaré a relatar mi situación personal, a sabiendas de que coincide con la de un gran porcentaje de la población cubana. La aritmética &#8211; aunque a muchos ya no le parezca debido a tantos forcejeos y convenientes manipulaciones &#8211; sigue siendo una ciencia exacta, ajena a subjetividades y por ende una útil aliada a la hora de saber por dónde andamos, en este caso por dónde ando y por donde andan los que quieren sostener que 2 menos dos es 3.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ccffcc;">A fuerza de neuronas, cuando estas eran imprescindibles para graduarse de la educación superior, obtuve mi título. Luego de 6 años de práctica laboral he llegado a devengar la gloriosa cifra &#8211; gloriosa porque es el tope &#8211; de 480 pesos. El salario se desglosa, tomando en cuenta un mes estándar, más o menos de la siguiente manera: gracias a un viejo aire acondicionado que trato, válgame dios, de usar lo menos posible, 170 pesos. La vilipendiada libreta de abastecimiento, el tan nombrado “subsidio del estado”, me cuesta &#8211; no sé si alguien lo recibirá gratis &#8211; alrededor de 150 pesos, que se dividen en las libritas de aceite, el poquito de arroz, los escasos granos, el pan nuestro de cada día, el cafetín, algún que otro jabón una que otra vez, la pasta dental y otras pocas cosillas que constituyen la cuota mía y de mis 2 hijos. A esto le unimos el agua que se paga, el gas que también se paga y las cuotas del refrigerador y los calderos que generosamente el estado “nos entregó”, y por simple aritmética podemos llegar a la conclusión que después que uno paga los “subsidios” del estado, flaco se queda el bolsillo, más bien caquéctico, para afrontar el mar, no, el océano de artículos de primera necesidad que el estado no “subsidia” sino que tiene a bien aplicarle el llamado dos cuarenta, bueno, por ahí me quedé yo, aunque sospecho que ya es mucho más.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ccffcc;">Resulta, compañero Lázaro, que debemos darle gracias al bondadoso estado por cobrarnos casi el 70 % del magro salario que nos paga para adquirir sus “subsidios”, y de paso &#8211; digo yo -, agradecerle también que nos quedemos como pichones con la boca abierta viendo como viviremos el resto del mes con lo poco de dinero que nos quedó luego de adquirir la cuota de alimentos de la libreta, que solo alcanza, con suma austeridad, para mal comer 13 días de los 30 o 31 que tiene el mes. Cualquiera que no fuese cubano pensaría, compañero, que los productos ofertados por la libreta son una especie de regalía del gobierno, pero los del patio sabemos de sobra que los precios de esos productos están en completa correspondencia con los salarios que paga el estado, empleador exclusivo de la fuerza de trabajo. Tomando esto en cuenta yo le pregunto: ¿Quién subsidia a quién? ¿El pueblo al estado con su trabajo mal pagado o, como usted dice, el estado subsidia la alimentación del pueblo? O mejor le preguntaría: ¿De dónde sale lo poco o lo mucho que el estado distribuye si no del esfuerzo casi desinteresado de los trabajadores? ¿O es que usted tiene la peregrina idea de convencernos de que el estado /per se/ es capaz de producir algo más que derroche? Sepa usted, compañero Barredo, pues parece no haberse enterado, que dentro de las características de este pueblo desde siempre han estado,el amor al trabajo, la capacidad de sacrificio, ampliamente demostrada, la valentía de asumir retos laborales por descabellados que hayan sido algunos o muchos. Esta isla &#8211; revise la historia &#8211; ha sido cuna de personas emprendedoras, con amplia inventiva, impregnadas de una pujanza poco común dentro de nuestra zona geográfica, sin chovinismos. Parece que convenientemente ignora que la diáspora cubana dispersa por los cuatro puntos cardinales de este mundo, se caracterizó y se caracteriza por ser una comunidad descollante y en sumo trabajadora. Ganadora del respeto y la admiración de las mas disímiles sociedades. Los avances educativos de los últimos 50 años o 45 &#8211; con todo respeto y responsabilidad pongo en duda los últimos 5 años &#8211; han servido para formar una sólida y capacitada fuerza laboral, envidia de no pocos países. Pero usted pone en duda nuestra inteligencia a contra viento, tratando burdamente de pasarnos gato por liebre. O es que usted, en un ejercicio de pereza intelectual, ignora o quiere ignorar o le conviene ignorar o le orientaron ignorar la verdadera génesis del paternalismo en nuestra sociedad siempre dúctil, que ha respondido a las directrices que vienen invariablemente de arriba como el eco a la voz. Como no somos tontos, al contrario, somos hijos de una revolución que supo desarrollar nuestro intelecto y nuestra suspicacia, al vuelo nos percatamos, por los tiempos que corren, que usted no es más que una mala suerte de vocero. La tesis, sobra decirlo, parte de otros de más arriba, redundancia, o quizás de todos los de arriba que, un poquito por aquí, un poquito por allá y mucho a través de usted, están tratando de enquistarle al pueblo un sentimiento de culpa, de sobra inmerecido. Pero usted, con la superficial semiología de sus síndromes, ha ofendido al pueblo cargándole culpas que no tiene, ni puede tener, si partimos de la máxima que el pueblo es el único soberano. De paso describe magistralmente su síndrome cervical que le impide mirar hacia arriba. Muy fácil es buscar culpables y sobre todo si estos están abajo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ccffcc;">¿Tendré yo, simple mortal, que demostrarle a usted que todos esos vicios sociales que describe fueron engendrados a conciencia por un estado que legisló hasta qué tipo de ropa íntima debían usar sus trabajadores? ¿Tengo yo que recordarle que el estado dejó espacio cero a la iniciativa popular? ¿Tengo que invitarlo a ver los ridículos chalecos de parqueadores estatales que adornan la ciudad, como muestra de la omnipresencia de la burocracia?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ccffcc;">Es inaceptable su artículo porque es inaceptable eximir de responsabilidad al estado del paternalismo reinante, cuando fue precisamente este quien lo engendró y hasta lo utilizó a su conveniencia. Reducir el problema económico del país a los pesados “subsidios” que el estado tiene que aplicar a los alimentos tomando en cuenta que el mismo bondadoso estado sustrae del bolsillo de los trabajadores un gran porciento del bajísimo salario que el mismo paga, es simplificar la desgracia y, peor aún, abandonar a la clase obrera. ¿Por qué usted, señor periodista, no nos hace un favor a los cubanos de a pie, a la clase obrera en general y nos sirve de portavoz a la inversa? No hace falta escribir artículos, tanto no le vamos a pedir, no es necesario disculparse, eso no es costumbre. Pero bien pudiera ayudarnos a encontrar la cura de otro síndrome por usted no descrito. El síndrome de la hipoacusia al parecer relacionado con la falta de oxígeno que sufren o disfrutan las personas de las alturas. Tomando en cuanta su problema cervical aprovéchelo para conocer y trasmitir las disímiles propuestas que comunistas del mundo real han hecho para combatir esos mismo</span>s síndromes de los que usted nos acusa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Distritos selecionados para o Plano Visão de Futuro]]></title>
<link>http://cdfr4750.wordpress.com/2009/10/06/distritos-selecionados-para-o-plano-visao-de-futuro/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 02:09:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>cdfr4750</dc:creator>
<guid>http://cdfr4750.wordpress.com/2009/10/06/distritos-selecionados-para-o-plano-visao-de-futuro/</guid>
<description><![CDATA[Rotary World, Outubro 2009 Cem distritos foram selecionados para participar da fase experimental do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#888888;">Rotary World, Outubro 2009</span></p>
<p>Cem distritos foram selecionados para participar da fase experimental do Plano Visão de Futuro. A lista dos distritos pode ser baixada do site do RI. Os distritos participantes podem continuar a se emparceirar com os distritos não-participantes em 2009-10 em projetos pré-existentes da Fundação Rotária. Para novos projetos em 2010-13, os distritos participantes devem usar verbas distritais para formar parcerias com distritos não-participantes. Estes últimos continuarão a seguir a atual estrutura de programas até que o novo modelo seja implementado globalmente em 2013-14, e são incentivados a começar a desenvolver projetos de maior âmbito nas seis áreas de enfoque dos Subsídios Globais de modo a facilitar a transição ao novo modelo.</p>
<p>Respostas às perguntas mais frequentes encontram-se no site do RI.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
