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	<title>super-14 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/super-14/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "super-14"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 14:20:31 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Atlas do Rugby - Rugby XI e NSW Waratahs]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/18/atlas-do-rugby-rugby-xi-e-nsw-waratahs/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 03:19:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesta edição do Atlas do Rugby, acompanhamos a trajetória do Waratahs e do Direito São Francisco, ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta edição do Atlas do Rugby, acompanhamos a trajetória do Waratahs e do Direito São Francisco, mais um time universitário da cidade de São Paulo.</p>
<p><!--more--></p>
<p><a rel="attachment wp-att-4238" href="http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/18/atlas-do-rugby-rugby-xi-e-nsw-waratahs/abobrasanfran/"><img class="alignnone size-full wp-image-4238" style="border:0;margin:0;" title="abobrasanfran" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/abobrasanfran.jpg" alt="" width="76" height="76" /></a></p>
<p>Nome: Rugby XI</p>
<p>Cidade/Estado: São Paulo/SP</p>
<p>Campo: Av. Dr Dante Pazzanese, 421 (mesmo campo onde treina o Bandeirantes)</p>
<p>Títulos:</p>
<p>Site: <a title="Rugby XI" href="http://www.rugbyxi.com.br" target="_blank">www.rugbyxi.com.br</a></p>
<p>O RUGBY XI é a equipe de rugby da Associação Atlética Acadêmica XI de Agosto da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), formada principalmente por alunos e antigos alunos da San Fran.<br />
Como acontece geralmente nas atléticas, o apoio a um time de Rugby surgiu após a inclusão desse esporte no Interusp, tradicional torneio entre as faculdades da USP. Sua história teve início em 1998, quando, aproximadamente quarenta alunos, em sua grande parte calouros, inscreveram-se e compareceram ao primeiro treino, realizado no Cepeusp, recebendo as primeiras instruções do treinador Marcos Restrepo (Marcão), aluno recém formado da São Francisco e jogador do saudoso Alphaville e da seleção brasileira, a quem, naquele mesmo ano, se juntariam, para compor a comissão técnica, seu irmão André Restrepo (ET) e Túlio Cohn, também um franciscano recém formado, ambos jogadores do Alpha e da seleção brasileira, além de Manoel Sequeira (Manu), mais um jogador do Alpha.</p>
<p>Após um turbulento início, onde a equipe passou por dificuldades com falta de uniforme e e de jogadores, o Rugby XI se estabilizou e evoluiu, e cinco anos depois já eram notáveis os avanços e as conquistas que demontravam a força do Rugby XI. Dentro de campo, a equipe tornou-se a quadrilha abobra. Ao brio, raça e determinação sempre presentes nos jogadores, somou-se a experiência absorvida na disputa de partidas e na participação de vários atletas em clubes como o Alphaville, SPAC, Bandeirantes e Rio Branco.</p>
<p>O time que nunca recusou quem desejasse treinar, pelo contrário, sempre incentivou a participação de todos os franciscanos, formou um grupo numeroso, composto por calouros, veteranos e pós-graduandos, personalidades diferentes, unidas pelo rugby atuando em conjunto, mesmo fora de campo, em manifestações culturais, competições etílico-esportivas como a Maratoma e outros eventos sociais tais como a Peruada.</p>
<p>No geral, o saldo desses primeiros cinco anos foi um time consolidado, que conquistou seu espaço entre os alunos da Academia de Direito e na Atlética XI de Agosto, formado por um verdadeiro por um verdadeiro grupo de amigos que sempre demonstra muita raça e competitividade dentro de campo.</p>
<p>Já participando dos campeonatos paulistas universitários, a San Fran sempre se destacou, invariavelmente chegando entre os três primeiros colocados. A exceção se deu esse ano, quando a equipe sucumbiu perante às fortes equipes da FEA, UNIP e Farma e corre o risco de rebaixamento. O campeonato, contudo, não chegou à uma conclusão até o momento e espera-se uma definição das posições ainda.</p>
<p>Outros campeonato onde a equipe se faz presente são os Jogos Jurídicos, onde disputa a supremacia contra o Direito Mack e o Interusp, bem mais equilibrado, que conta com grandes equipes, como Poli, Med, FEA, Farma entre outros.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4198" href="http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/18/atlas-do-rugby-rugby-xi-e-nsw-waratahs/nswwaratahslogo/"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-4198" title="NSWWaratahsLogo" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/nswwaratahslogo.jpg?w=128" alt="" width="128" height="76" /></a></p>
<p>Nome: New South Wales Waratahs</p>
<p>Cidade/País Sydney, Austrália</p>
<p>Estádio: Sydney Football Stadium (45,500 pessoas)</p>
<p>Títulos: Nenhum</p>
<p>Site: <a href="http://www.nswrugby.com.aru/">www.nswrugby.com.aru</a></p>
<p>Os Waratahs são os representantes de Nova Gales do Sul (New South Wales) no rugby profissional do Super 14. Trata-se do estado mais populosa da Austrália, e grande bastião do rugby (union e league) no país. Sydney é a capital e centro esportivo do estado, onde os Waratahs mandam suas partidas. O nome deriva da flor símbolo do estado, a waratah, e a cor azul celeste é a cor tradicional do estado, em todas as modalidades esportivas.</p>
<p>A New South Wales Rugby Union  foi fundada em 1872, à época com o nome de Southern Rugby Union (SRU). No mesmo ano, a união estadual promoveu o seu primeiro campeonato de clubes. Contudo, a presença do rugby na região é muito anterior. Os primeiros relatos de prática de “football” em Sydney datam de 1829, mas não se sabe com quais regras. Se levarmos em consideração que o lendário episódio de William Webb Ellis teria se dado em 1823, a prática de um jogo ao menos semelhante ao rugby em 1829 pode ser tido como um indício de que a originalidade de Webb Ellis é, de fato, um mito. A despeito desses primeiros relatos, o rugby tem sua presença bem documentada em Sydney a partir de 1864, data da fundação do time de rugby da Sydney University. Se considerarmos que a primeira colonização inglesa bem organizada na Austrália data de 1788 – justamente a fundação Sydney – tais datas são realmente impressionantes. A fundação da SRU veio a atender às necessidades de maior organização do esporte. Afinal, em 1880 eram nada menos do que 100 clubes (!!!) de rugby só região de Sydney.</p>
<p>Sydney se distingue culturalmente de Melbourne, a outra grande cidade do país, em um quesito essencial: o esporte. Melbourne é onde o futebol australiano nasceu e se desenvolveu, no início do século XIX. Todos os grandes clubes de futebol australiano se localizam em Melbourne, e o rugby tem pouco espaço. Em Sydney ocorre exatamente o inverso. Trata-se da casa do rugby australiano, onde primeiro ele foi jogado e onde ele mais se desenvolveu. A cidade é dividida entre as torcidas dos principais clubes de rugby do país. Mas com um detalhe: são clubes de rugby league.</p>
<p>Em 1907, ocorreu o episódio que mudaria os rumos do rugby na Austrália. Seguindo o grande cisma inglês, grande parte dos clubes de rugby de Sydney optaram pela profissionalização, fundando a New South Wales Rugby League. Isto é, trocaram de código, aderindo ao novo rugby league. A fundação da NSWRL fez do rugby league o mais popular esporte no estado, ganhando muita força entre as classes trabalhadores de Nova Gales do Sul. A partir de então, o rugby union se tornou um esporte de uma classe média e uma elite fiéis às tradições do rugby amador. O rugby union permaneceu por muitos anos à sombra do rugby league e, em Sydney, a visibilidade que o esporte passou a ter se restringia aos jogos da seleção australiana e dos Waratahs, a seleção estadual de Nova Gales do Sul.</p>
<p>A primeira partida realizada pelo selecionado azul se deu em 1882, frente à seleção de Queensland, seus eternos rivais no rugby. A descentralização reinante na organização do rugby australiano permitiu o forte desenvolvimento dos jogos inter-estatais, com as seleções estaduais de Nova Gales do Sul e de Queensland adquirindo um status elevado, por vezes superior ao da própria seleção nacional. Em 1928, os Waratahs representaram a Austrália em um tour pela Europa. A equipe desse tour foi famosa pelo jogo aberto e vistoso. Durante a primeira metade do século XX, os Waratahs fizeram tours pela Nova Zelândia, África do Sul e Europa, e foram a base dos Wallabies. Trevor Allan, David Brockhoff, Tony Miller, Nick Shehadie, Eddie Stapleton, Ken Catchpole, John Thornett, Peter Crittle e Ron Graham estão entre os grandes waratahs da década de 1930.</p>
<p>O advento do profissionalismo, em 1995, levou à profissionalização não dos clubes australianos, mas das seleções estaduais. As seleções de Nova Gales do Sul (Waratahs) e de Queensland (Reds) eram as equipes do rugby union australiano com potencial de competir comercialmente com os clubes do rugby league. Afinal, se o australiano torcia para seu clube de rugby league, no rugby union restaria a ele torcer pela sua seleção estadual – nada mais natural para quem também apoiava os Wallabies em seus jogos internacionais. Dessa maneira, muitos dos torcedores de rugby league de Sydney passaram também a acompanhar os Waratahs, no union. Com a profissionalização sendo possível apenas com as três seleções estaduais (o distrito federal, Canberra, se juntou a NSW e Queensland como casa para uma equipe profissional de rugby union), o rugby union da Austrália tem um calendário mais reduzido que o de Nova Zelândia e África do Sul. Os profissionais da Austrália disputam apenas o Super 12/14, não havendo um campeonato genuinamente australiano profissional de rugby union. O segundo escalão de jogadores atua nos times dos campeonatos estaduais. O principal deles é o Shute Shield, o campeonato amador de rugby union de Sydney.</p>
<p>Apesar do grande potencial que os Waratahs têm, a equipe nunca conseguiu ganhar um Super 12/14. O melhor que a equipe conseguiu foram 2 vice-campeonatos, em 2005 e em 2008. Isto é, a equipe só chegou a uma final em sua décima participação no certame. Apenas em outras duas oportunidades (2002 e 2006), os Waratahs chegaram à semi-finais. O melhor momento do time foi sob o comando do técnico Ewan McKenzie, que levou os azuis a duas finais e uma semi-final. Em ambas as finais, os torcedores de Sydney viram sua equipe ser derrotada pelos poderosos Crusaders.</p>
<p>Dentre os grandes jogadores do passado mais recente dos Waratahs merecem destaque o sensacional David Campese, Nick Farr-Jones (brilhante scrum-half wallaby), Chris Whitaker, Matt Burke, Mat Rogers, Brandan Cannon, Wendell Sailor, Lote Tuqiri, Peter Hewat, Rocky Elsom., Drew Mitchell e Phil Waugh.</p>
<p>A respeito da New South Wales Rugbu Union (NSWRU) é bom notar que dirige o rugby union da região de Sydney, sendo que o Shute Shield reúne apenas equipes da região. A New South Wales Suburban Rugby Union (que dirige o rugby union dos subúrbios de Sydney) e a New Sputh Wales Country Rugby Union (que dirige o rugby union do interior do estado) são filiados à NSWRU, mas têm autonomia e organizam suas próprias competições. Equipes originalmente dos subúrbios da NSWSRU participalm do Shute Shield, mas o interior ainda não foi integrado, mantendo estruturalmente à parte. A NSWCRU inclusive mantém um selecionado amador próprio, os NSW Country Cockatoos. Já o rugby union do sul do estado não é organizado pela NSWRU, mas pela ACT &#38; Southern NSW Rugby Union, a união de Canberra e arredores, que mantém a equipe dos Brumbies no Super 14.</p>
<p><strong>Clubes ativos do Shute Shield (e número de títulos, de 1906 a 2009):</strong></p>
<p>Eastern Suburbs (10)</p>
<p>Eastwood (3)</p>
<p>Gordon (8)</p>
<p>Manly (7)</p>
<p>Northern Suburbs (6)</p>
<p>Parramatta (3)</p>
<p>Penrith (0)</p>
<p>Randwick (28)</p>
<p>Southern Districts (1)</p>
<p>Sydney University (22)</p>
<p>Warringah (1)</p>
<p>West Harbour (2)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agora é oficial: Melbourne no Super 15!]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/12/agora-e-oficial-melbourne-no-super-15/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 01:31:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesta quinta-feira o conselho de arbitragem na SANZAR, formado por dois especialistas neozelandeses,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta quinta-feira o conselho de arbitragem na SANZAR, formado por dois especialistas neozelandeses, anunciaram a vitória da candidatura da cidade australiana de Melbourne para a nova expansão do Super Rugby. Em 2011, o Super 14 virará Super 15, e o novo time será da Austrália!</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-4128" title="Melbourne_Rebels" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/melbourne_rebels.jpg?w=90" alt="Melbourne_Rebels" width="90" height="96" /><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-4129" title="super 14" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/super-14.png?w=111" alt="super 14" width="111" height="96" /></p>
<p><!--more--></p>
<p>Após longos meses de negociações e candidaturas mal-sucedidas, a SANZAR anunciou dois candidatos finalistas para receberem o 15º time do futuro Super 15. Southern Kings, da África do Sul, e Melbourne, da Austrália, foram os dois finalistas. A impossibilidade de dar a vitória para um dos dois lados &#8211; já a ARU apoiava Melbourne e a SARU os Kings &#8211; levaram a SANZAR, órgão diretivo do Super Rugby, a deixar a decisão para a arbitragem de dois especialistas neozelandeses considerados imparciais na escolha &#8211; o ex-All Black David Kirk e David Paterson, do Tribunal Desportivo do país.</p>
<p>Os Southern Kings são herdeiros da antiga candidatura de 2005 dos Southern Spears. A equipe representava as uniões do Eastern Cape (Mighty Elephants), Border (Bulldogs) e South West Districts (Eagles), e teria sede na cidade de Port Elizabeth, no novo Nelson Mandela Stadium. A bandeira da franquia era formar um time todo composto por jogadores negros, o que lhes dava apoio do governo e do parlamento sul-africano. Contudo, o fato de a equipe ter que jogar no grupo australiano &#8211; já que o Super 15 terá 3 grupos com 5 equipes cada &#8211; não era bem visto pelos organizadores do torneio.</p>
<p>Já Melbourne era, a princípio, a escolha mais desejável. Uma grande cidade com um mercado consumidor que, mesmo sendo completamente dominado pelo futebol australiano, não deixava de ser interessante. O rugby union entrar e crescer dentro do coração do futebol australiano é um dos grandes objetivos da ARU. A perda da candidatura de 2005, para o Western Force, ainda era sentida por muitos dos entusiastas do rugby union no estado de Victoria, e dar a nova franquia à Melbourne seria acertar as contas com o passado. O novo estádio, exclusivo para rugby e futebol está sendo construído, o Melbourne Rectangular Stadium, com capacidade para 30,000 pessoas, será a casa do Super 15 na cidade. O nome a ser adotado poderá ser Melbourne (nome da cidade) ou Victoria (nome do estado) Rebels, dando continuidade à equipe do antigo Australian Rugby Championship. Outro fator considerável à favor de Melbourne (Victoria) é a rivalidade esportiva intensa com Sydney (Nova Gales do Sul). Apesar de todos os atrativos, a candidatura aussie vinha sofrendo para dar as devidas garantias financeiras à SANZAR.</p>
<p>Levando todos os fatores que citei em consideração, a arbitragem dos especialistas da SANZAR escolheu Melbourne como a nova franquia. O motivo são as novas perspectivas econômicas e a nova dimensão que o Super Rugby ganhará na Austrália com a nova equipe. Grandes jogadores deverão assinar com a equipe, como Rocky Elsom. O técnico dos Wallabies, Robbie Deans, destacou a importância da escolha de Melbourne no desenvolvimento do rugby union na Austrália. A inclusão do time deverá fortalecer a competição em um país onde ela vive à sombra das duas ligas mais fortes e populares: a AFL (futebol australiano) e a NRL (rugby league).</p>
<p>Que venham os Rebels!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reds Success and Development Vital]]></title>
<link>http://notthefootyshow.wordpress.com/2009/11/10/reds-success-and-development-vital/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 03:18:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>notthefootyshow</dc:creator>
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<description><![CDATA[Queensland Rugby has for a while claimed that it has been the nursery for the Super 14 talent in the]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Queensland Rugby has for a while claimed that it has been the nursery for the Super 14 talent in the Australian Super Rugby franchise, and to be honest a few years ago that was the case.</p>
<p>One of the problems facing Australian Rugby is that the numbers of Super Rugby players coming out of Queensland is on the wane. This is worrying as it means that the national squad will ultimately suffer. Australia needs the traditional powerbases of Queensland and New South Wales to be strong for the Wallabies to be strong.</p>
<p>The Western Force academy is making headway but it is unlikely to produce a large amount of talent ready for international duty so early in its development. The ACT has done its bit but again not enough to lay strong foundations for the Wallabies.</p>
<p>In the Force’s second year there were more Super Rugby players from Queensland playing for Australian sides than any other franchise. Is it a coincidence that this decline in numbers has seen the Wallabies decline? </p>
<p>Last season there were only 22 players playing for Australian Super Rugby sides from Queensland, as opposed to 52 from New South Wales, 8 from the ACT, 3 from WA and 2 from VIC*.</p>
<p>Every Rugby fan has watched the QRU self destruct in recent years. They have also watched the revolving door policy on the Reds coaching position. For the sake of Australian Rugby they need to intervene and assist in getting Queensland rugby back on track, for the good of the Australian game. Another bad season this year could spell huge problems in the coming years.</p>
<p>*based on player birthplaces</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NZRU idea - selling off Super 14 franchises]]></title>
<link>http://dunedinstadium.wordpress.com/2009/11/09/nzru-idea-selling-off-super-14-franchises/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 10:09:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elizabeth Kerr</dc:creator>
<guid>http://dunedinstadium.wordpress.com/2009/11/09/nzru-idea-selling-off-super-14-franchises/</guid>
<description><![CDATA[### RNZ National Monday, 09 November 2009 07:53 Morning Report with Geoff Robinson &amp; Sean Plunke]]></description>
<content:encoded><![CDATA[### RNZ National Monday, 09 November 2009 07:53 Morning Report with Geoff Robinson &amp; Sean Plunke]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atlas do Rugby - San Diego e Crusaders]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/03/atlas-do-rugby-san-diego-e-crusaders/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 21:29:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
<guid>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/03/atlas-do-rugby-san-diego-e-crusaders/</guid>
<description><![CDATA[Hoje apresentaremos o San Diego Rugby, finalista da Copa do Brasil no próximo sábado, e a equipe dos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje apresentaremos o San Diego Rugby, finalista da Copa do Brasil no próximo sábado, e a equipe dos Crusaders, titãs do Super 14. Acompanhando os Crusaders, mais 2 equipes da Air New Zealand Cup e 4 do Heartland Championship: Canterbury, Tasman, Mid Canterbury, South Canterbury, West Coast e Buller!</p>
<p><!--more--></p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/san-diego.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3872" style="border:0;margin:0;" title="san diego" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/san-diego.jpg?w=87" alt="san diego" width="87" height="96" /></a></p>
<p>Nome: San Diego Rugby Club</p>
<p>Cidade/Estado: Porto Alegre &#8211; RS</p>
<p>Campo: Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE)</p>
<p>Títulos: Campeonato Gaúcho (2008, 2009) Campeonato Gaúcho Sevens (2008)</p>
<p>Site: <a href="http://www.sandiegorugby.com">www.sandiegorugby.com</a></p>
<p>No início do ano de 2006, um grupo de antigos, e futuros jogadores de rugby começou a se juntar todas as terças, quintas e sábados em um pequeno campo na cidade de Porto Alegre para tanto praticar e expandir as suas técnicas de rugby, como para fortalecer as amizades que haviam sido criadas 3 ou 4 anos antes, com a vontade de crescer em quantidade até chegarem em um número razoável para poderem melhorar suas aptidões. Pouco a pouco os treinos foram ficando mais sérios e mais desafiadores, exigindo sempre um pouco mais de cada jogador, apesar disso a média de pessoas por treino dificilmente passava de quinze.</p>
<p>Não abatido com as estatísticas, o San Diego fez as suas duas primeiras viagens. Com o intuito de fortalecer o desenvolvimento do rugby no Estado, o San Diego viajou para Canela, para jogar contra o conhecido Guará Rugby Clube, e para a cidade de Caxias, apoiar a evolução do Serra Rugby Clube, que, a exemplo do time da capital, tinha  pouco tempo de vida.   As vitórias fortaleceram o grupo de jogadores para os próximos desafios que viriam.</p>
<p>Ainda no primeiro semestre de 2006, os treinos de sábado passaram a acontecer no Complexo Esportivo da PUCRS, &#8211; Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul &#8211; onde se foi alugado um campo, que permitiu a intensificação dos treinos, levando a maiores desafios: a equipe enfrentou o San Patrício e o Saint Gregory, ambos de Buenos Aires, no mesmo ano.</p>
<p>Desde então, os desafios só aumentaram, e à medida que o Rugby cresceu no Rio Grande do Sul, o San Diego cresceu junto, disputando e vencendo as duas últimas edições do campeonato Gaúcho, tanto no Adulto quanto no Junior, mostrando que a base não foi esquecida, e está se preparando para levar o nome do clube adiante.</p>
<p>Fonte: <a title="San Diego" href="http://www.sandiegorugby.com" target="_blank">site do San Diego</a></p>
<p>&#160;</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3840" title="crusaders" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/crusaders.jpg?w=128" alt="crusaders" width="128" height="85" /></p>
<p>Nome: Crusaders</p>
<p>Cidade/País: Christchurch, Nova Zelândia</p>
<p>Estádio: AMI Stadium (capacidade: 41,500)</p>
<p>Títulos de Super Rugby: 7 (1998, 1999, 2000, 2002, 2005, 2006 e 2008)</p>
<p>Equipes da Air New Zealand Cup: Canterbury (Christchurch) e Tasman (Nelson e Blenheim)</p>
<p>Equipes do Heartland Championship: Mid Canterbury (Ashburton), South Canterbury (Timaru), West Coast (Greymouth) e Buller (Westport)</p>
<p>Títulos de Air New Zealand Cup/NPC: 6 de Canterbury</p>
<p>Vitórias em Ranfurly Shield: 141 de Canterbury, 7 de Marlborough (Tasman) e 3 de South Canterbury</p>
<p>Sites: Crusaders e Canterbury – <a href="http://www.crfu.co.nz/">www.crfu.co.nz</a>; Tasman – <a href="http://www.makos.co.nz/">www.makos.co.nz</a>; Buller – <a href="http://www.bullerrugby.co.nz/">www.bullerrugby.co.nz</a>; South Canterbury – <a href="http://www.scrfu.co.nz/">www.scrfu.co.nz</a></p>
<p>A criação da franquia dos Crusaders remete ao ano de 1996, ano do advento do profissionalismo no rugby union e da fundação do Super 12, o grande campeonato entre equipes do hemisfério sul. Criado como Canterbury Crusaders, o time representa mais de metade da Ilha do Sul, englobando não apenas a grande equipe de Canterbury, como todas as uniões da porção centro-norte da Ilha do Sul. Da franquia fazem parte: Tasman (resultado da fusão de Nelson Bays com Marlborough), Buller, West Coast, Mid Canterbury e South Canterbury. Dessa amálgama de uniões, surgiu o maior campeão da história do rugby union profissional, não só do Hemisfério Sul, mas de todo o mundo. Um verdadeiro monumento.</p>
<p>A primeira temporada dos Crusaders foi a mais decepcionante possível. A equipe ficou em último lugar (a colher de pau) da Super 12 de 1996. Muitas mudanças vieram na temporada seguinte. Com a contratação de Wayne Smith, para técnico, e com a promoção do asa Todd Blackadder, para capitão, a equipe alcançou a sexta posição. Apenas um prelúdio do que viria pela frente. Em 1998, veio o tal almejado primeiro título, após uma fenomenal arrancada de sete vitórias seguidas. O título veio em um fenomenal confronto contra os arqui-rivais do Auckland Blues, em Auckland.No confronto de Andrew Mehrtens contra Jonah Lomu, Mehrtens, o grande abertura dos All Blacks, levou a melhor. Também faziam parte do elenco brilhantes jogadores como Justin Marshall, Leon MacDonald, Reuben Thorn, Norm Maxwell e Mark Hammet. O triunfo de 1997 foi, na verdade, o primeiro da impressionante seqüência de títulos, iniciada com um tri-campeonato! 1999 e 2000 também foram dos Crusaders!</p>
<p>A temporada de 1999 foi a última sob o comando de Wayne Smith, selecionado para ser o técnico dos All Blacks em 2000. E foi igualmente bem-sucedida. Após uma campanha inconstante, os Crusaders alcançaram as final. O título foi decidido contra o rival da Ilha do Sul, o Otago Highlanders, de Tony Brown, em Dunedin, na “House of Pain”. O triunfo sobre mais um rival veio. Bicampeões. No ano seguinte, com a saída de Wayne Smith, Robbie Deans assumiu como técnico, e deu continuidade aos anos de triunfo de seu antecessor. A final foi contra os Brumbies, da Austrália. E o terceiro título em seguida foi um feito nunca mais repetido. Glória para os Crusaders, reis absolutos do Super 12.</p>
<p>Mas o reinado vermelho foi por água a baixo em 2001, com a péssima décima colocação. Em 2002, os Crusaders voltaramn a seus melhores dias, garantindo mais um título. Chegaram à final e derrotaram os australianos dos Brumbies. Primeiro título de Reuben Thorn como capitão. A equipe comandada por Robbie Deans era recheada de grandes jogadores: Richie McCaw, Chris Jack, Aaron Mauger, Dan Carter, Marika Vunibaka, Ben Blair, Vilimoni Delasau, Daryl Gibson, Greg Somerville e os já citados MacDonald, Mehrtens, Ralph e Marshall. Entretanto, os anos que se seguiram foram de duras decepções. Dois vice-campeonatos, em 2003 frente aos Blues e em 2004 frente aos Brumbies. Mas nenhuma das derrotas finais foi capaz de abalar a confiança dos supercampeões. O troféu de 2006 retornou a Christchurch, coroando os brilhantes cruzados do sul, verdadeiros donos do torneio. Super 12 sem Crusaders na final não era o verdadeiro Super 12. Supremacia que foi reafirmada com o advento do Super 14, em 2006. Sexto título, derrotando os rivais locais dos Hurricanes, em uma final história, com uma terrível neblina cobrindo o gramado durante toda a partida.</p>
<p>A capacidade de renovação dos Crusaders foi notável ao longo de todo esse tempo de sucesso. De Andrew Mehrtens a Dan Carter, de Blackadder a McCaw, quando o time perdia um grande craque, outro à altura o substituía. Os anos sob Wayne Smith e Robbie Deans foram de incrível constância na ponta e de grandes elencos. O sétimo e último título foi conquistado em 2008, já sem Robbie Deans. Quem o substituiu foi um ídolo do time, Todd Blackadder. Em campo, os Crusaders foram capitaneados por McCaw, com Dan Carter armando as jogadas. De full back, uma lenda os cruzados: Leon MacDonald.</p>
<p>Tendo sido derrotados nas semi-finais em 2009, os Crusaders completaram a incrível seqüência de oito torneios consecutivos alcançando as semi-finais. Os records são muitos. E os Crusaders são e serão por muitos anos ainda os maiores do Hemisfério Sul.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3841" title="canterbury" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/canterbury.png?w=128" alt="canterbury" width="128" height="61" /></p>
<p><strong>Canterbury</strong></p>
<p>A União de Rugby de Canterbury foi fundada em 1879, sendo uma das pioneiras no esporte na Nova Zelândia. Apesar de todo o sucesso recente dos Crusaders, no Super 12/14, Canterbury não detém nenhuma supremacia na Air New Zealand Cup/NPC, mesmo durante os anos de sucesso internacional. Tem por base a cidade de Christchurch, e o estádio de Lancaster Park, hoje com o nome de AMI Stadium.</p>
<p>No campeonato nacional, Canterbury é o segundo maior campeão, com 5 títulos, sendo três conquistados na era profissional, refletindo o sucesso do grande time dos Crusaders. Mas mesmo com grandes jogadores nos últmos anos, o sucesso nacional de Canterbury ainda não alcançou a mesma grandeza do sucesso internacional dos Crusaders. Canterbury ainda não é um verdadeiro papa-títulos na Nova Zelândia, e nunca foi. A maior campeão do país é Auckland, com 15 conquistas, estando muito à frente do time de Christchurch.</p>
<p>Canterbury também é o segundo maior vencedor do Ranfurly Shield, tendo o vencido pela primeira vez em 1927. Tendo vencido 141 vezes a disputa do escudo, com 128 defesas bem-sucedidas, em 13 seqüência, Canterbury tem os anos entre 1982 e 1985 os mais vitoriosos, com 25 defesas. As décadas de 1930, 1950, 1980 e 2000 as mais bem-sucedidas.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3844" title="tasman" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/tasman.png?w=128" alt="tasman" width="128" height="67" /></p>
<p><strong>Tasman</strong></p>
<p>A Tasman Rugby Union surgiu em 2006, com a fusão das uniões de Marlborough e de Tasman Bays. A união de Tasman Bays, por sua vez, é o resultado da junção de outras duas uniões: Nelson RFU e Golden Bay-Motueka, em 1967. Trata-se, pois, da região mais a norte da Ilha do Sul, histórica por ser um dos berço da colonização inglesa da Nova Zelândia e o palco da primeira partida de rugby a ser disputada na Nova Zelândia. A primeira grande leva de colonos europeus a chegar à Nova Zelândia se estabeleceu em Nelson, em 1842, na mesma região onde aportou Abel Tasman, navegador holandês que fez a primeira viagem oficial européia às ilhas. A vinda dos colonos se deu dois anos após o Tratado de Waitangi, firmado entre maoris e ingleses, que estabeleceu a Nova Zelândia como uma colônia britânica.</p>
<p>O rugby não tardou a ser praticado na cidade, com a primeira partida sendo dipsutada em 1870, entre o Nelson Football Club e o Nelson College. O promotor da partida foi Charles John Monro, que havia estudado na Inglaterra. Nenhum país teve o início da pratica do rugby tão próximo à data de sua filiação oficial a uma potência européia. Todavia, relatos apontam para partidas de futebol association e de futebol australiano um pouco antes da fundação do Nelson RFC. Os jornais da época também citam uma partida de rugby que fora disputada em 1869, mas a falta de documentação torna difícil se saber mais sobre ela. Desta forma, a iniciativa de Monro foi a primeira bem documentada e organizada experiência de rugby na Nova Zelândia. O fato, no entanto, é contestado por Canterbury, que reclama para si o pioneirismo do esporte no país, já que Christchurch já possuía uma equipe de futebol – o problema está em qual futebol era praticado em Christchurch. À parte de tais discussões, Nelson tem seu espaço privilegiado no pioneirismo do rugby no país. A união de Nelson, porém, foi fundada somente em 1885.</p>
<p>A união de Marlborough, com base na cidade de Blenheim, abrange a ponta do estreito de Cook, a porção norte da Ilha do Sul. A união de rugby local foi fundada em 1888, e conta com 1 conquista com 6 defesas bem-sucedidas do Log o’Wood (o Ranfurly Shield), na década de 1970, época de ouro do selecionado local.</p>
<p>A união de Nelson com Marlborough veio com a necessidade financeira de atender às demandas do rugby profisisonal da recém fundada Air New Zealand Cup. Os primeiros anos foram muito ruins, tanto em resultados como na saúde financeira, com os Makos (apelido do time de Tasman) quase indo à bancarrota. A boa campanha de 2009 veio como uma positiva resposta da união às pressões da NZRU, que por muito pouco não pôs fim à equipe profissional da união. No entanto, o futuro da empreitada de Tasman no profissionalismo segue incerto.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3843" title="buller" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/buller1.jpg?w=117" alt="buller" width="117" height="96" /></p>
<p><strong>Buller</strong></p>
<p>Passando às equipes amadoras do Hertland Championship que compõem os Crusaders, começaremos com o Buller, selecionado da minúscula região da foz do rio Buller, na porção noroeste da Ilha do Sul. Trata-se de uma das regiões com menor população da Nova Zelândia. A área total do distrito de Buller reúne 5 mil habitantes, quase todos na cidade de Westport, base do Buller RFU. Fundado em 1884, Buller tem um passado incrivelmente forte. A equipe já enfrentou de igual para igual equipes como Wellington e Canterbury, e duelou contra seleções importantes, tais como Fiji, Samoa, Tonga, África do Sul e British &#38; Irish Lions. Sim, os rugbiers da pequena região de Westport já enfrentaram os Lions e os Springboks! O declínio veio a partir da década de 1970.</p>
<p>Buller disputa anualmente a Rundle Cup contra seus arqui-rivais de West Coast.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3845" title="West_Coast_Logo" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/west_coast_logo.jpg?w=115" alt="West_Coast_Logo" width="115" height="96" /></p>
<p><strong>West Coast</strong></p>
<p>O West Coast representa a costa oeste da Ilha do Sul, região menos densamente povoada e das mais isoladas da Nova Zelândia.  Com base na cidade de Greymouth, West Coast já cedeu 7 atletas aos All Blacks e tem uma longa tradição. As  cores vermelha e branca colorem a pequena cidade de pouco mais de 9 mil habitantes.</p>
<p>A fundação da união data de 1890, e o selecionado local disputa anualmente contra a Rundle Cup contra o Buller.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3853" title="mid cant" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/mid-cant.jpg" alt="mid cant" width="63" height="67" /></p>
<p><strong>Mid Canterbury</strong></p>
<p>Mid Canterbury representa os distritos centrais das planícies de Canterbury, logo a sul de Christchurch. A equipe tem base na cidade agrícola de Ashburton, e foi fundada em 1904, como dissidência de Canterbury. Terra de ovelhas, pastores a agricultores, a cidade é apelidade de “Ashvegas”, pelos pubs da região. Dentre os resultados históricos da equipe estão conquistas da segunda divisão, tendo a equipe sempre obtido bons resultados nas divisões inferiores do rugby neozelandês.</p>
<p>Desde 1946, Mid Canterbury disputa o Hanan Shield, contra South Canterbury e North Otago.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3852" title="south canterbury" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/south-canterbury.jpg?w=107" alt="south canterbury" width="107" height="96" /></p>
<p><strong>South Canterbury</strong></p>
<p>O South Canterbury nasceu como dissidência de Canterbury, em 1888. O selecionado do sul tem base na cidade de Timaru, onde os Crusaders costumam mandar algumas partidas. Todos os anos, South Canterbury disputa o Hanan Shield contra Mid Canterbury e North Otago.</p>
<p>A equipe verde-negra tem em seu histórico sete títulos de divisões inferiores e duas conquistas do cobiçado Log o’Wood (o Ranfurly Shield), em 1950 e em 1974, quando o defenderam ainda com sucesso por uma vez. No entanto, talvez o maior feito do escrete de Timaru foi a vitória sobre a seleção da França em 1961. Além disso, South Canterbury já cedeu mais de 20 jogadores para os All Blacks, sobretudo nos seus tempos áureos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atlas do Rugby - ... e Crusaders]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/03/atlas-do-rugby-e-crusaders/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:05:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
<guid>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/11/03/atlas-do-rugby-e-crusaders/</guid>
<description><![CDATA[﻿﻿O Atlas do Rugby de hoje traz o &#8230; e uma chuva de equipes neozelandesas: Crusaders (titãs do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>﻿﻿O Atlas do Rugby de hoje traz o &#8230; e uma chuva de equipes neozelandesas: <strong>Crusaders</strong> (titãs do Super 14), <strong>Canterbury</strong>, <strong>Tasman </strong>(ambos da Air New Zealand Cup), <strong>Buller</strong>, <strong>West Coast</strong>, <strong>Mid Canterbury</strong> e <strong>South Canterbury </strong>(os quatro do Heartland Championship).</p>
<p><!--more--></p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3840" title="crusaders" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/crusaders.jpg?w=128" alt="crusaders" width="128" height="85" /></p>
<p>Nome: Crusaders</p>
<p>Cidade/País: Christchurch, Nova Zelândia</p>
<p>Estádio: AMI Stadium (capacidade: 41,5000)</p>
<p>Títulos de Super Rugby: 7 (1998, 1999, 2000, 2002, 2005, 2006 e 2008)</p>
<p>Equipes da Air New Zealand Cup: Canterbury (Christchurch) e Tasman (Nelson e Blenheim)</p>
<p>Equipes do Heartland Championship: Mid Canterbury (Ashburton), South Canterbury (Timaru), West Coast (Greymouth) e Buller (Westport)</p>
<p>Títulos de Air New Zealand Cup/NPC: 6 de Canterbury</p>
<p>Vitórias em Ranfurly Shield: 141 de Canterbury, 7 de Marlborough (Tasman) e 3 de South Canterbury</p>
<p>Sites: Crusaders e Canterbury – <a href="http://www.crfu.co.nz/">www.crfu.co.nz</a>; Tasman – <a href="http://www.makos.co.nz/">www.makos.co.nz</a>; Buller – <a href="http://www.bullerrugby.co.nz/">www.bullerrugby.co.nz</a>; South Canterbury – <a href="http://www.scrfu.co.nz/">www.scrfu.co.nz</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>A criação da franquia dos Crusaders remete ao ano de 1996, ano do advento do profissionalismo no rugby union e da fundação do Super 12, o grande campeonato entre equipes do hemisfério sul. Criado como Canterbury Crusaders, o time representa mais de metade da Ilha do Sul, englobando não apenas a grande equipe de Canterbury, como todas as uniões da porção centro-norte da Ilha do Sul. Da franquia fazem parte: Tasman (resultado da fusão de Nelson Bays com Marlborough), Buller, West Coast, Mid Canterbury e South Canterbury. Dessa amálgama de uniões, surgiu o maior campeão da história do rugby union profissional, não só do Hemisfério Sul, mas de todo o mundo. Um verdadeiro monumento.</p>
<p>A primeira temporada dos Crusaders foi a mais decepcionante possível. A equipe ficou em último lugar (a colher de pau) da Super 12 de 1996. Muitas mudanças vieram na temporada seguinte. Com a contratação de Wayne Smith, para técnico, e com a promoção do asa Todd Blackadder, para capitão, a equipe alcançou a sexta posição. Apenas um prelúdio do que viria pela frente. Em 1998, veio o tal almejado primeiro título, após uma fenomenal arrancada de sete vitórias seguidas. O título veio em um fenomenal confronto contra os arqui-rivais do Auckland Blues, em Auckland.No confronto de Andrew Mehrtens contra Jonah Lomu, Mehrtens, o grande abertura dos All Blacks, levou a melhor. Também faziam parte do elenco brilhantes jogadores como Justin Marshall, Leon MacDonald, Reuben Thorn, Norm Maxwell e Mark Hammet. O triunfo de 1997 foi, na verdade, o primeiro da impressionante seqüência de títulos, iniciada com um tri-campeonato! 1999 e 2000 também foram dos Crusaders!</p>
<p>A temporada de 1999 foi a última sob o comando de Wayne Smith, selecionado para ser o técnico dos All Blacks em 2000. E foi igualmente bem-sucedida. Após uma campanha inconstante, os Crusaders alcançaram as final. O título foi decidido contra o rival da Ilha do Sul, o Otago Highlanders, de Tony Brown, em Dunedin, na “House of Pain”. O triunfo sobre mais um rival veio. Bicampeões. No ano seguinte, com a saída de Wayne Smith, Robbie Deans assumiu como técnico, e deu continuidade aos anos de triunfo de seu antecessor. A final foi contra os Brumbies, da Austrália. E o terceiro título em seguida foi um feito nunca mais repetido. Glória para os Crusaders, reis absolutos do Super 12.</p>
<p>Mas o reinado vermelho foi por água a baixo em 2001, com a péssima décima colocação. Em 2002, os Crusaders voltaramn a seus melhores dias, garantindo mais um título. Chegaram à final e derrotaram os australianos dos Brumbies. Primeiro título de Reuben Thorn como capitão. A equipe comandada por Robbie Deans era recheada de grandes jogadores: Richie McCaw, Chris Jack, Aaron Mauger, Dan Carter, Marika Vunibaka, Ben Blair, Vilimoni Delasau, Daryl Gibson, Greg Somerville e os já citados MacDonald, Mehrtens, Ralph e Marshall. Entretanto, os anos que se seguiram foram de duras decepções. Dois vice-campeonatos, em 2003 frente aos Blues e em 2004 frente aos Brumbies. Mas nenhuma das derrotas finais foi capaz de abalar a confiança dos supercampeões. O troféu de 2006 retornou a Christchurch, coroando os brilhantes cruzados do sul, verdadeiros donos do torneio. Super 12 sem Crusaders na final não era o verdadeiro Super 12. Supremacia que foi reafirmada com o advento do Super 14, em 2006. Sexto título, derrotando os rivais locais dos Hurricanes, em uma final história, com uma terrível neblina cobrindo o gramado durante toda a partida.</p>
<p>A capacidade de renovação dos Crusaders foi notável ao longo de todo esse tempo de sucesso. De Andrew Mehrtens a Dan Carter, de Blackadder a McCaw, quando o time perdia um grande craque, outro à altura o substituía. Os anos sob Wayne Smith e Robbie Deans foram de incrível constância na ponta e de grandes elencos. O sétimo e último título foi conquistado em 2008, já sem Robbie Deans. Quem o substituiu foi um ídolo do time, Todd Blackadder. Em campo, os Crusaders foram capitaneados por McCaw, com Dan Carter armando as jogadas. De full back, uma lenda os cruzados: Leon MacDonald.</p>
<p>Tendo sido derrotados nas semi-finais em 2009, os Crusaders completaram a incrível seqüência de oito torneios consecutivos alcançando as semi-finais. Os records são muitos. E os Crusaders são e serão por muitos anos ainda os maiores do Hemisfério Sul.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3841" title="canterbury" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/canterbury.png?w=128" alt="canterbury" width="128" height="61" /></p>
<p><strong>Canterbury</strong></p>
<p>A União de Rugby de Canterbury foi fundada em 1879, sendo uma das pioneiras no esporte na Nova Zelândia. Apesar de todo o sucesso recente dos Crusaders, no Super 12/14, Canterbury não detém nenhuma supremacia na Air New Zealand Cup/NPC, mesmo durante os anos de sucesso internacional.</p>
<p>No campeonato nacional, Canterbury é o segundo maior campeão, com 5 títulos, sendo três conquistados na era profissional, refletindo o sucesso do grande time dos Crusaders. Mas mesmo com grandes jogadores nos últmos anos, o sucesso nacional de Canterbury ainda não alcançou a mesma grandeza do sucesso internacional dos Crusaders. Canterbury ainda não é um verdadeiro papa-títulos na Nova Zelândia, e nunca foi. A maior campeão do país é Auckland, com 15 conquistas, estando muito à frente do time de Christchurch.</p>
<p>Canterbury também é o segundo maior vencedor do Ranfurly Shield, tendo o vencido pela primeira vez em 1927. Tendo vencido 141 vezes a disputa do escudo, com 128 defesas bem-sucedidas, em 13 seqüência, Canterbury tem os anos entre 1982 e 1985 os mais vitoriosos, com 25 defesas. As décadas de 1930, 1950, 1980 e 2000 as mais bem-sucedidas.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3844" title="tasman" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/tasman.png?w=128" alt="tasman" width="128" height="67" /></p>
<p><strong>Tasman</strong></p>
<p>A Tasman Rugby Union surgiu em 2006, com a fusão das uniões de Marlborough e de Tasman Bays. A união de Tasman Bays, por sua vez, é o resultado da junção de outras duas uniões: Nelson RFU e Golden Bay-Motueka, em 1967. Trata-se, pois, da região mais a norte da Ilha do Sul, histórica por ser um dos berço da colonização inglesa da Nova Zelândia e o palco da primeira partida de rugby a ser disputada na Nova Zelândia. A primeira grande leva de colonos europeus a chegar à Nova Zelândia se estabeleceu em Nelson, em 1842, na mesma região onde aportou Abel Tasman, navegador holandês que fez a primeira viagem oficial européia às ilhas. A vinda dos colonos se deu dois anos após o Tratado de Waitangi, firmado entre maoris e ingleses, que estabeleceu a Nova Zelândia como uma colônia britânica.</p>
<p>O rugby não tardou a ser praticado na cidade, com a primeira partida sendo dipsutada em 1870, entre o Nelson Football Club e o Nelson College. O promotor da partida foi Charles John Monro, que havia estudado na Inglaterra. Nenhum país teve o início da pratica do rugby tão próximo à data de sua filiação oficial a uma potência européia. Todavia, relatos apontam para partidas de futebol association e de futebol australiano um pouco antes da fundação do Nelson RFC. Os jornais da época também citam uma partida de rugby que fora disputada em 1869, mas a falta de documentação torna difícil se saber mais sobre ela. Desta forma, a iniciativa de Monro foi a primeira bem documentada e organizada experiência de rugby na Nova Zelândia. O fato, no entanto, é contestado por Canterbury, que reclama para si o pioneirismo do esporte no país, já que Christchurch já possuía uma equipe de futebol – o problema está em qual futebol era praticado em Christchurch. À parte de tais discussões, Nelson tem seu espaço privilegiado no pioneirismo do rugby no país. A união de Nelson, porém, foi fundada somente em 1885.</p>
<p>A união de Marlborough, com base na cidade de Blenheim, abrange a ponta do estreito de Cook, a porção norte da Ilha do Sul. A união de rugby local foi fundada em 1888, e conta com 1 conquista com 6 defesas bem-sucedidas do Log o’Wood (o Ranfurly Shield), na década de 1970, época de ouro do selecionado local.</p>
<p>A união de Nelson com Marlborough veio com a necessidade financeira de atender às demandas do rugby profisisonal da recém fundada Air New Zealand Cup. Os primeiros anos foram muito ruins, tanto em resultados como na saúde financeira, com os Makos (apelido do time de Tasman) quase indo à bancarrota. A boa campanha de 2009 veio como uma positiva resposta da união às pressões da NZRU, que por muito pouco não pôs fim à equipe profissional da união. No entanto, o futuro da empreitada de Tasman no profissionalismo segue incerto.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3843" title="buller" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/buller1.jpg?w=117" alt="buller" width="117" height="96" /></p>
<p><strong>Buller</strong></p>
<p>Passando às equipes amadoras do Hertland Championship que compõem os Crusaders, começaremos com o Buller, selecionado da minúscula região da foz do rio Buller, na porção noroeste da Ilha do Sul. Trata-se de uma das regiões com menor população da Nova Zelândia. A área total do distrito de Buller reúne 5 mil habitantes, quase todos na cidade de Westport, base do Buller RFU. Fundado em 1884, Buller tem um passado incrivelmente forte. A equipe já enfrentou de igual para igual equipes como Wellington e Canterbury, e duelou contra seleções importantes, tais como Fiji, Samoa, Tonga, África do Sul e British &#38; Irish Lions. Sim, os rugbiers da pequena região de Westport já enfrentaram os Lions e os Springboks! O declínio veio a partir da década de 1970.</p>
<p>Buller disputa anualmente a Rundle Cup contra seus arqui-rivais de West Coast.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3845" title="West_Coast_Logo" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/west_coast_logo.jpg?w=115" alt="West_Coast_Logo" width="115" height="96" /></p>
<p><strong>West Coast</strong></p>
<p>O West Coast representa a costa oeste da Ilha do Sul, região menos densamente povoada e das mais isoladas da Nova Zelândia.  Com base na cidade de Greymouth, West Coast já cedeu 7 atletas aos All Blacks e tem uma longa tradição. As  cores vermelha e branca colorem a pequena cidade de pouco mais de 9 mil habitantes.</p>
<p>A fundação da união data de 1890, e o selecionado local disputa anualmente contra a Rundle Cup contra o Buller.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3853" title="mid cant" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/mid-cant.jpg" alt="mid cant" width="63" height="67" /></p>
<p><strong>Mid Canterbury</strong></p>
<p>Mid Canterbury representa os distritos centrais das planícies de Canterbury, logo a sul de Christchurch. A equipe tem base na cidade agrícola de Ashburton, e foi fundada em 1904, como dissidência de Canterbury. Terra de ovelhas, pastores a agricultores, a cidade é apelidade de “Ashvegas”, pelos pubs da região. Dentre os resultados históricos da equipe estão conquistas da segunda divisão, tendo a equipe sempre obtido bons resultados nas divisões inferiores do rugby neozelandês.</p>
<p>Desde 1946, Mid Canterbury disputa o Hanan Shield, contra South Canterbury e North Otago.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3852" title="south canterbury" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/11/south-canterbury.jpg?w=107" alt="south canterbury" width="107" height="96" /></p>
<p><strong>South Canterbury</strong></p>
<p>O South Canterbury nasceu como dissidência de Canterbury, em 1888. O selecionado do sul tem base na cidade de Timaru, onde os Crusaders costumam mandar algumas partidas. Todos os anos, South Canterbury disputa o Hanan Shield contra Mid Canterbury e North Otago.</p>
<p>A equipe verde-negra tem em seu histórico sete títulos de divisões inferiores e duas conquistas do cobiçado Log o’Wood (o Ranfurly Shield), em 1950 e em 1974, quando o defenderam ainda com sucesso por uma vez. No entanto, talvez o maior feito do escrete de Timaru foi a vitória sobre a seleção da França em 1961. Além disso, South Canterbury já cedeu mais de 20 jogadores para os All Blacks, sobretudo nos seus tempos áureos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Best in the World? Bulls or not bulls?]]></title>
<link>http://notthefootyshow.wordpress.com/2009/11/02/best-in-the-world-bulls-or-not-bulls/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 08:20:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>notthefootyshow</dc:creator>
<guid>http://notthefootyshow.wordpress.com/2009/11/02/best-in-the-world-bulls-or-not-bulls/</guid>
<description><![CDATA[The Blue Bulls triumphed at the weekend in the Currie Cup finals to wrap up a great twelve months fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>The Blue Bulls triumphed at the weekend in the Currie Cup finals to wrap up a great twelve months for South African Rugby. They have won the IRB sevens title fro the first time ever, the Springboks won the Tri-Nations title, The Blue Bulls from Pretoria also won their second Super 14 title.</p>
<p>Which raises the issue as to whether we should look at having the best northern hemisphere team take on the best from the southern nemipshere?</p>
<p>This would be a great spectacle and would probably carry a lot more meaning and interest for the fans than some of these tours to the northern hemisphere at the end of the southern hemisphere season and vice versa.</p>
<p>With all the money being in Europe it would show whether despite losing some of the best players the impact on South Africa and New Zealand is minimal. We have deliberately left Australia out, as currently in both Super Rugby and Test match rugby they are lagging behind the other nations due to a lack of foresight by those charged with running the game. </p>
<p>The interesting thing for the successful Springboks and the Bulls is can they bring through young talent that will slip in and replace the older players who have served them so well, and make it a seamless transition?<br />
With the next World Cup in 2011 and South Africa defending their title, it is questionable as to whether Bakkies Botha and Victor Matfield can keep going and remain so dominant for another two years. Botha will be 32 and Matfield 34, there may be some who would say they should be rested for a year of international rugby to keep them ready for 2011. </p>
<p>Whatever the outcome it will be interesting, and it is good news for World Rugby that South Africa is coming back to be the force to be reckoned with that it was before isolation.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[November Tests live on Fox Sports]]></title>
<link>http://blog.irishecho.com.au/2009/10/23/november-tests-live-on-fox-sports/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 23:33:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Billy</dc:creator>
<guid>http://blog.irishecho.com.au/2009/10/23/november-tests-live-on-fox-sports/</guid>
<description><![CDATA[Fox Sports have announced that will be screening live coverage of two of Ireland&#8217;s November ru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fox Sports have announced that will be screening live coverage of two of Ireland&#8217;s November rugby internationals, with their third game to be shown in Australia on delay.</p>
<p>Ireland kick off their winter campaign with a clash against the Wallabies at Croke Park on Sunday, November 15 (live on Fox from 2am early on November 14 Aussie time), while the station have also confirmed that they will show live coverage of Ireland&#8217;s clash with world champions South Africa on November 29.</p>
<p>That game will kick off at 1.30am eastern time, while delayed coverage of Ireland&#8217;s clash with Fiji will go to air at 9.30am on November 22.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Otago's Got Ta Go!]]></title>
<link>http://theorangenz.wordpress.com/2009/10/09/otagos-got-ta-go/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:46:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>theorangenz</dc:creator>
<guid>http://theorangenz.wordpress.com/2009/10/09/otagos-got-ta-go/</guid>
<description><![CDATA[Seeing the Save Our Teams people are having so much fun, I&#8217;d though I&#8217;d start my own cam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seeing the <a href="http://www.saveourteams.co.nz/index.html">Save Our Teams</a> people are having so much fun, I&#8217;d though I&#8217;d start my own campaign.</p>
<p>It&#8217;s got to have a nice slogan &#8211; like &#8220;Save Our Teams&#8221; &#8211; so how about Otago&#8217;s Got Ta Go! From the Super 14 that is.</p>
<p>All the kerfuffle about the NPC and the teams that should take the drop have raised, at least in my strange mind, a different question &#8211; why the hell do we continue to put up with the Highlanders in the Super comp?</p>
<p>If the NPC relegation was based on performance this year alone, there would be a fair degree of ants in the kilts in Dunedin given that Otago is currently 5th from the bottom just one point ahead of Manawatu who are odds on to go down.</p>
<p>While you could possibly argue that the performance of Southland (currently 4th equal but fifth on for and against) mitigates the lowly position of Otago, it&#8217;s a pathetic effort for the base of a Super franchise.</p>
<p>More importantly, Otago&#8217;s performances in the Super comp doesn&#8217;t stack up either:</p>
<ul>
<li>2009 &#8211; 11th and last of the NZ franchises</li>
<li>2008 &#8211; 11th and last of the NZ franchises</li>
<li>2007 &#8211; 9th and last of the NZ franchises</li>
<li>2006 &#8211; 9th and last of the NZ franchises</li>
<li>2005 &#8211; 8th and last of the NZ franchises</li>
<li>2004 &#8211; 9th and second to last of the NZ franchises</li>
<li>2003 &#8211; 7th and second to last of the NZ franchises</li>
</ul>
<p>Based on the last seven years, Otago&#8217;s lucky it&#8217;s not a racehorse &#8211; it it was, it would be canned and Fido&#8217;s favourite.</p>
<p>Like my flat earth friends at Save Our Teams, there will likely be someone crying but look at Otago&#8217;s past record.</p>
<p>Sadly, the past has nothing to do with the present when it comes to sports teams.  Much of Otago&#8217;s successes in the 1980&#8217;s and early 1990&#8217;s came from the imports who played out of Otago University.  With the development of professional rugby and academies, Otago&#8217;s lack of quality players is woefully exposed as the players don&#8217;t need to pretend they&#8217;re at university to play rugby full time.</p>
<p>It&#8217;s no surprise to see Hawke&#8217;s Bay for example prosper in the professional environment when for many years their best and brighest went away to play first division and super rugby and many of those to Otago.</p>
<p>Off the field, Otago doesn&#8217;t appear to have the commercial support either although the replacement of Carisbrook creates a bit of a moral dilemma.</p>
<p>However, if it came down to performance, then the Highlanders should go north.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atlas do Rugby - Desterro e Lions]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/10/06/atlas-do-rugby-desterro-e-lions/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 22:10:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
<guid>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/10/06/atlas-do-rugby-desterro-e-lions/</guid>
<description><![CDATA[Nesta edição do Atlas do Rugby traremos o Desterro e a franquia do Super 14 dos Lions, da África do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta edição do Atlas do Rugby traremos o Desterro e a franquia do Super 14 dos Lions, da África do Sul. Como já é tradição, traremos também as equipes da Currie Cup que compõem os Lions: Golden Lions, Platinum Leopards e Mpumalanga Pumas.</p>
<p><!--more--></p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/07/desterro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1833" style="border:0;margin:0;" title="desterro" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/07/desterro.jpg" alt="desterro" width="73" height="88" /></a></p>
<p>Nome: Desterro Rugby Clube</p>
<p>Cidade/Estado: Florianópolis/Santa Catarina</p>
<p>Estádio: Campo do COMOSG</p>
<p>Títulos: Campeão Brasileiro (1996 e 2000), Campeão Sul Brasileiro (1999 e 2003), Campeão da Liga Sul (2004, 2009)</p>
<p>A história do Desterro Rugby Clube teve início em 1994, quando um grupo de jovens se juntou ao português Miguel Caçote que tinha muitos anos de prática no esporte. Os primeiros treinos foram realizados na praia da Joaquina devido à falta de um campo de treinamento, e por ser, na época, a única praia com iluminação na ilha.</p>
<p>O primeiro jogo do Desterro aconteceu em Curitiba, com vitória do time da casa. Ainda em 1994, aconteceu o primeiro jogo de rugby em Santa Catarina, que foi também a primeira vitória do Desterro, por 32 x 29.<br />
Em 1995 o Desterro foi devidamente fundado como Clube, tendo o Sr. Aurélio Zimmermann como primeiro presidente e o argentino Carlos Gomis como novo técnico da equipe. Ainda em 95 foram feitos os primeiros contatos com a Associação Brasileira de Rugby.</p>
<p>No ano de 1996 foi realizado o Primeiro Torneio Floripa Seven de Praia, em Jurerê Internacional, que contou com a participação de todos os grandes clubes do Brasil. No ano seguinte o torneio se repetiu, desta vez com a participação de seis equipes estrangeiras, e tendo o Desterro como campeão.</p>
<p>Ainda em 1996, no mês de julho, o Desterro realizou sua primeira &#8220;gira&#8221; internacional, ficando dez dias na Argentina e realizando grandes jogos contra clubes tradicionais como o SIC (de Buenos Aires), o Universitário, o Los Tilos e o San Luís (de La Plata).</p>
<p>No segundo semestre o Desterro fez a sua primeira participação no Campeonato Brasileiro e obteve seu primeiro título, ganhando da forte equipe do Bandeirantes em São Paulo, por 24 a 21. Quatro anos mais tarde o Desterro repetiria o feito, desta vez jogando contra a equipe do São José em São José dos Campos.</p>
<p>Em 1998, o time juvenil do Desterro conquistou o título brasileiro e a equipe feminina participou pela primeira vez de um campeonato de nível nacional em Campos do Jordão, onde foi campeão em todas as edições na categoria feminina.</p>
<p>Desde então o Desterro se firmou com um dos mais tradicionais times do Brasil, sempre com jogadores participando das seleções nacionais e aprimorando o seu jogo, graças à proximidade com os argentinos, que são sua maior escola.</p>
<p>Fonte: <a title="Desterro" href="http://www.desterrorugby.com.br/site.php" target="_blank">site do Desterro</a></p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3148" title="Lions_rugby_logo_2007" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/10/lions_rugby_logo_2007.png?w=107" alt="Lions_rugby_logo_2007" width="147" height="130" /></p>
<p>Nome: The Lions</p>
<p>Cidade/País: Johannesburgo, África do Sul</p>
<p>Estádio: Ellis Park Stadium (capacidade: 59,600), atual Coca-Cola Park</p>
<p>Títulos de Super Rugby: 1, em 1993 (Super 10)</p>
<p>Equipes da Currie Cup: Golden Lions (Johannesburgo), Platinum Leopards (Potchefstroom) e Mpumalanga Pumas (Witbank).</p>
<p>Títulos de Currie Cup: 9 do Golden Lions/Transvaal</p>
<p>Sites: Lions &#8211; <a href="http://www.lionsrugby.co.za/">www.lionsrugby.co.za</a> ; Golden Lions – <a href="http://www.lionsrugby.co.za/">www.lionsrugby.co.za</a> ;</p>
<p>Em 1993, com o fim do apartheid na África do Sul, a primeira competição entre equipes da África do Sul, Nova Zelândia, Austrália e ilhas do Pacífico teve início. Tratava-se do Super 10, precursor do Super 12. O campeão da primeira edição foi o time sul-africano do Transvaal. Em 1996, quando surgiu o profissional Super 12, o mesmo Transvaal entrou em campo como uma dos representantes do país.  Em 1997, Transvaal passou a se chamar Golden Lions, e, em 1998, Golden Cats. Em 2007, o nome Lions retorna. Transvaal, Cats e Lions. Todos os nomes se referem à mesma equipe, representante no Super Rugby da maior cidade sul-africana: Johannesburgo.</p>
<p>Na primeira temporada do Super 12, a União Sul-Africana de Rugby optou por colocar em campo 4 equipes da Currie Cup. Assim, o Transvaal foi um dos representantes do país, mandando seus jogos no lendário estádio de Ellis Park, palco do título mundial dos Springboks no ano anterior. A partir de 1997, com a mudança no nome das equipes da Currie Cup – com o intuito de apagar nomes que no passado foram ícones do apartheid -, Transvaal (apelidado de Lions) passou a se chamar Gauteng Lions. Em 1998, a África do Sul optou por estabelecer franquias profissionais, reunindo equipes da Currie Cup. Os Golden Cats foram assim criados, representando Lions, Cheetahs, Griffons e Griquas.</p>
<p>O início dos “gatos dourados” foi muito ruim, com um último lugar, seguido do penúltimo no ano seguinte. Contudo, a sorte mudou com a chegada do técnico neozelandês Laurie Mains, que levou os Cats a duas semi-finais, em 2000 e em 2001, de longe os melhores anos do time. Em 2002, entretanto, a fase promissora foi apagada com um 11º lugar. Desde então, a equipe luta sempre contra a “colher-de-pau”, isto é, a última colocação, o que não puderam evitar em 2003, 2004 e 2008.</p>
<p>Com a criação, em 2005, da franquia dos Central Cheetahs, as equipes do Free State Cheetahs, dos Griquas e dos Griffons deixaram de fazer parte dos Cats. Como compensação, os Leopards e os Pumas migraram da franquia dos Bulls para a dos Lions. Em 2007, os Cats trocaram de nome para Lions, aumentando seus vínculos com os Golden Lions, da Currie Cup.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3149" title="250px-Logo_Golden_Lions_Rugby.svg" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/10/250px-logo_golden_lions_rugby-svg.png?w=72" alt="250px-Logo_Golden_Lions_Rugby.svg" width="88" height="117" /></p>
<p><strong>Golden Lions </strong>/ Transvaal</p>
<p>Fundado em 1889, a Transvaal Rugby Union é a quarta mais antiga união de rugby da África do Sul. Apelidados de Lions (Leões), Transvaal mudou de nome em 1997, quando passou a ser chamada de Gauteng Lions. Em 1998, passaram a ser conhecidos como Golden Lions, para evitar confusões com as outras seleções provinciais de Gauteng.</p>
<p>À sombra dos dois gigantes do rugby sul-africano (Western Province e Blue Bulls, ex-Northern Transvaal), Transvaal foi campeão da Currie Cup por 9 vezes, o que faz da equipe a terceira maior campeã do torneio. O primeiro título veio de 1922, mas o grande momento dos leões de Johannesburgo foi a vitória sobre os British &#38; Irish Lions em 1968, 14 x 6. Pela Currie Cup, o grande momento foi o título de 1971, obtido em histórico empate de 14 x 14 contra os arquirivais de Pretória – o Northern Transvaal, atual Blue Bulls.</p>
<p>A grande equipe dos Lions talvez tenha sido o time bicampeão da Currie Cup, em 1993 e 1994, e campeão do primeiro Super 10, em 1993. Este time serviu de base para o elenco dos Springboks campeão da Copa do Mundo de Rugby de 1995. Dentre os leões presentes naquela grande equipe estavam o capitão François Pienaar e o oitavo Rudolph Straueli,  além do técnico Kitch Christie. Sem vencer a Currie Cup desde 1999, os Lions vem tendo um desempenho inferior a Natal Sharks e Free State Cheetahs na era profissional, atípico na história do time branco e vermelho.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3152" title="leopards2" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/10/leopards2.jpg?w=100" alt="leopards2" width="100" height="96" /></p>
<p><strong>Leopards</strong></p>
<p>Os Platinum Leopards, ou somente Leopards, representam a província de North West, parte da província de Transvaal até 1994. Os leopardos mandam a maioria de suas partidas na cidade universitária de Potchefstroom, mas manda por vezes algumas partidas na cidade de Rustenburg, principal cidade da província, e sede de partidas da Copa do Mundo de Rugby de 1995 e futura sede da Copa do Mundo de Futebol de 2010.</p>
<p>Fundado em 1920, como Western Transvaal, a equipe era conhecida como Mielieboers, ou fazendeiros de gado. Com a criação da província de North West, em 1994, o selecionado passou ao nome atual. Em 2008, os Leopards se tornaram a primeira equipe da Currie Cup a ser adquirida por empresários negros. A Royal Bafokeng Nation Sports Holding adquiriu a equipe, fez bons investimentos no time e conseguiu a tão esperada promoção para a Premier Division de 2009. A equipe verde e vermelha tem como projeto se tornar um referencial no rugby para atletas negros e se firmar na elite do país.</p>
<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-3151" title="pumaslogo" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/10/pumaslogo.jpg?w=83" alt="pumaslogo" width="83" height="96" /></p>
<p><strong>Pumas</strong></p>
<p>O Mpumalanga Pumas, normalmente chamado apenas de Pumas, é o selecionado que representa a província de Mpumalanga na Currie Cup. Não confundi-los com a seleção argentina de rugby, também chamada de Pumas!</p>
<p>Fundado em 1969, como South East Transvaal, trata-se de uma das mais jovens equipes do país. Os Pumas mandam suas partidas na cidade de Witbank, principal centro carvoeiro da África do Sul. No futuro, a equipe de camisas cinzas pretende mandar algumas partidas em Nelspruit, cidade turística da província, porta de entrada do parque nacional de Kruger, que construiu um grande estádio para a Copa do Mundo de Futebol.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Not so Super 14]]></title>
<link>http://southernsquall.wordpress.com/2009/10/02/not-so-super-14/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 22:23:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>mediablotch</dc:creator>
<guid>http://southernsquall.wordpress.com/2009/10/02/not-so-super-14/</guid>
<description><![CDATA[This week&#8217;s rumblings about two high profile Highlanders leaving the &#8220;franchise&#8221; n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>This week&#8217;s rumblings about two high profile Highlanders leaving the &#8220;franchise&#8221; next year shows the Super 14 up for the joke that it is.<!--more--></p>
<p>We could get quite worked up about talk of Jimmy Cowan and Jamie Mackintosh leaving the stuggling Highlanders for greener pastures further north.  But in reality, does anyone have much empathy or support for a hodge-podge outfit, especially when the Otago Rugby Football Union is involved?</p>
<p>The ORFU has been a bit of a joke lately, needing to be bailed out after several management blunders. They have faced an uphill battle to draw players south, but there doesn&#8217;t appear to have been a particularly focused strategy. They were very fotunate to be bailed out by the Dunedin City Council through the Carisbrook sale.</p>
<p>Hopefully CEO Richard Reid (remember his awesome black sunnies from his days as a NZ cricket opener?) will continue to turn things round up the road.</p>
<p>Rugby Southland could have been in the same boat, except the south&#8217;s pockets are deep with an endless supply of coin from the Invercargill Licensing Trust.</p>
<p>So, the fact that Cowan and Mackintosh could leave is pretty much a sign of the times. The Super 14 has been plummeting as a spectacle for years. And a good case could be made for Southland taking the reins in terms of home matches. The franchise&#8217;s profits would probably soar if they played more games in Invercargill.</p>
<p>So good luck to the two players in question. Both have stayed loyal to Southland, and will do so in the future. They probably recognise that there will be minimal public backlash if they leave. It&#8217;s all about reading the public&#8217;s mood, and their agent Tom Downey will be astute enough to know this.</p>
<p>It&#8217;s a sad truth, but no-one much cares about the Highlanders.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NRL vs Super 14: the differences in the game and the players]]></title>
<link>http://bodytransform.wordpress.com/2009/09/26/nrl-vs-super-14-the-differences-in-the-game-and-the-players/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 10:13:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>bodytransform</dc:creator>
<guid>http://bodytransform.wordpress.com/2009/09/26/nrl-vs-super-14-the-differences-in-the-game-and-the-players/</guid>
<description><![CDATA[On the surface, rugby union and rugby league appear similar. Same field, same length of time, same c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>On the surface, rugby union and rugby league appear similar. Same field, same length of time, same core skills, same mode of scoring. All identical.</p>
<p>Yet you get a completely different viewing experience.</p>
<p>It’s an age-old debate among armchair sports fans: which is better to watch, rugby union or league. Of course, it’s an entirely subjective question, you watch what personally appeals to you.</p>
<p>And obviously we like to watch different things.</p>
<p><img class="size-full wp-image-670 alignleft" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/moimoi-3.jpg" alt="" width="500" height="335" /></p>
<p><!--more--></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p>By comparing key stats from the 2009 NRL (rugby league) and 2009 Super 14 (rugby union) seasons we can confirm the differences, and similarities. Then we can understand the differences in what actions each game requires from players.</p>
<p>The question is, what are players doing in any given game, and how big is their workload?</p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<h3>The structure of each game: the differences that determine the different tasks of players</h3>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p>The game of  rugby league in the  NRL follows a basic structure where you have the ball for a certain number of possessions to do what you can. Turnovers result when you make a mistake. There are essentially no contests for possession (except off kicks or dropped balls). Simple. This simplicity of structure means all energy can be focused on what to do when you have the ball (and what to do when you don’t).</p>
<p>Rugby union in the Super 14 has what rugby league has, and adds in a new element: competition for possession in general play and in play restarts. The restarts of play – scrums and lineouts &#8211; are opportunities to compete for possession. Rucks and mauls occur in general play after a tackle, and are a further opportunity for teams to compete for possession. Specific player-skills are developed to do this and much energy is focussed on these competitions. What this means is that what you do with the ball (and not) is only <em>part</em> of the equation.</p>
<p>The result: the straight-out ball-running (that means when you have possession of the and can run or pass it) and defending tasks are of <em>lesser relative importance</em> in union, as there are several other tasks that require player’s time and energy. All players of rugby union must also develop skills at rucks and mauls, and the forward must develop skills in scrums and lineouts. In a game, there is less time available for basic ball-running and tackling because time is spent on these other activities.</p>
<p>And that is what defines the differences in the two games.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-674" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/nrl-darren-lockyer-power-rankings-round-20-2008.jpg" alt="" width="285" height="345" /><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
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<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<h3><span style="color:#ffffff;"></span></h3>
<h3><span style="color:#ffffff;"> </span>NRL vs Super 14: time spent on different game activities</h3>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p>For the reasons given above, in the NRL there is much more time within the 80 minutes of gametime devoted to running and tackling.</p>
<p>Statistics from the NRL and Super 14 indicate the differences in time that the ball is actually in play where players are involved in either ball-running or tackling.</p>
<p>Stats collected from all games of the final round of the 2009 Super 14 and NRL regular seasons illustrate the differences in total time that is available for ball-running and tackling.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><strong>Where the time went: average different events per game 2009 season</strong></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="508">
<tbody>
<tr style="text-align:center;">
<td width="205" valign="top"><strong>Average   single-game values</strong></td>
<td width="142" valign="top"><strong>NRL   round 26 2009</strong></td>
<td width="161" valign="top"><strong>Super   14 round 13 2009</strong></td>
</tr>
<tr style="text-align:center;">
<td width="205" valign="top">Restarts   of play</td>
<td width="142" valign="top">13   scrums</td>
<td width="161" valign="top">20   scrums; 26 lineouts</td>
</tr>
<tr style="text-align:center;">
<td width="205" valign="top">Kicks   at goal (penalties and conversions)</td>
<td width="142" valign="top">9</td>
<td width="161" valign="top">11</td>
</tr>
<tr style="text-align:center;">
<td width="205" valign="top">Penalties   (not resulting in kicks at goal)</td>
<td width="142" valign="top">11</td>
<td width="161" valign="top">15</td>
</tr>
<tr style="text-align:center;">
<td width="205" valign="top">Time of   ball in play</td>
<td width="142" valign="top">62   minutes</td>
<td width="161" valign="top">28   minutes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p>In the final regular season round of the NRL, the ball is in play for 78% of the total game time. In the final regular season game of the Super 14 the ball is in play for 35% of total game time.</p>
<h3><span style="color:#ffffff;">r</span></h3>
<h3>Demands on the players: what are the differences in what they do in a game</h3>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p>The best way to understand the skills and capabilities of the players of each code is to look at what they actually have to do in a game.</p>
<p>We can only compare attributes that are common to each game. We can’t compare lineout ability, scrummaging ability, rucking or mauling ability. Only ball-running and tackling, because these skills are exactly the same in both games.</p>
<p>To understand the nature of what a player does, we can look at their volume of running with the ball and the volume of tackling they do in a game. Passing and field-kicking are secondary actions that come from a player’s possession of the ball and are dependant on many factors (the state of the game, the type of player, etc)</p>
<p>We can compare players of the same position playing each game. We can compare the average total they do in a game of: running with the ball, metres run with the ball, number of tackles.</p>
<p>I’ve compared the best players in each position through the 2009 season. The values are the averages for games in the season (Super 14 players: all games played in the regular season; NRL players: average of their first 13 games of the season)</p>
<p>The best players in positions from the NRL are the Dally M awards winners for their position. The best players from the Super 14 were determined from the ‘team of the year’ awards of two prominent Super 14 journalists (you may of course disagree with their picks but the stats of the top few players are similar in any case).</p>
<p>Here are the comparisons:</p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><strong>Hookers</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_606" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-606" title="Tatafu_Polota_Nau" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/tatafu_polota_nau.jpg" alt="Super 14 Tatafu Polota-Nau: 8 tackles; 5 runs; 23m run" width="200" height="293" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Super 14  Tatafu Polota-Nau:  8 tackles; 5 runs; 23m run</p></div>
<div id="attachment_607" class="wp-caption alignright" style="width: 208px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-607" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/m-ennis-2.jpg" alt="NRL   Michael Ennis: 26 tackles; 6 runs; 48m run" width="198" height="292" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">NRL  Michael Ennis:  26 tackles; 6 runs; 48m run</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">r<br />
</span></p>
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<p style="text-align:left;"><strong>Props<br />
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<div id="attachment_610" class="wp-caption alignleft" style="width: 218px"><img class="size-full wp-image-610" title="benn_robinson_wideweb_2" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/benn_robinson_wideweb_2.jpg" alt="Super 14    Ben Robinson:  8 tackles; 4 runs; 15m run" width="208" height="238" /><p class="wp-caption-text">Super 14    Ben Robinson:  8 tackles; 4 runs; 15m run</p></div>
<div id="attachment_611" class="wp-caption alignright" style="width: 218px"><img class="size-full wp-image-611" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/ben-hannant-2.jpg" alt="NRL   Ben Hannant: 35 tackles; 15 runs; 126m run" width="208" height="239" /><p class="wp-caption-text">NRL   Ben Hannant: 35 tackles; 15 runs; 126m run</p></div>
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<p><strong>Second-row forwards</strong></p>
<div id="attachment_613" class="wp-caption alignleft" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-613" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/victor_matfield_2.jpg" alt="Super 14  Victor Matfield: 9 tackles; 3 runs; 14m run" width="209" height="212" /><p class="wp-caption-text">Super 14  Victor Matfield: 9 tackles; 3 runs; 14m run</p></div>
<div id="attachment_614" class="wp-caption alignright" style="width: 211px"><img class="size-full wp-image-614" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/whatmough-2.jpg" alt="NRL   Anthany Whatmough: 25 tackles; 14 runs; 120m run" width="201" height="215" /><p class="wp-caption-text">NRL   Anthany Whatmough: 25 tackles; 14 runs; 120m run</p></div>
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<p><strong>Halfbacks</strong></p>
<div id="attachment_616" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><img class="size-full wp-image-616" title="fureuri des pres halfback" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/fureuri-des-pres-halfback.jpg" alt="Super 14  Fourie du Preez: 10 tackles; 8 runs; 41m run" width="216" height="216" /><p class="wp-caption-text">Super 14  Fourie du Preez: 10 tackles; 8 runs; 41m run</p></div>
<div id="attachment_617" class="wp-caption alignright" style="width: 225px"><img class="size-full wp-image-617" title="jonathan_thurston 2" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/jonathan_thurston-2.jpg" alt="NRL  Jonathan Thurston:   18 tackles; 6 runs; 45m run" width="215" height="216" /><p class="wp-caption-text">NRL  Jonathan Thurston:   18 tackles; 6 runs; 45m run</p></div>
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<p><strong>Five-eighths</strong></p>
<div id="attachment_618" class="wp-caption alignleft" style="width: 205px"><img class="size-full wp-image-618" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/matt-giteau-stars-in-australias-win_4305.jpg" alt="Super 14  Matt Giteau: 10 tackles; 8 runs; 41m run" width="195" height="274" /><p class="wp-caption-text">Super 14  Matt Giteau: 10 tackles; 8 runs; 41m run</p></div>
<div id="attachment_619" class="wp-caption alignright" style="width: 202px"><img class="size-full wp-image-619" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/soawrd-2.jpg" alt="NRL   Jamie Soward: 10 tackles; 7 runs; 80m run" width="192" height="266" /><p class="wp-caption-text">NRL   Jamie Soward: 10 tackles; 7 runs; 80m run</p></div>
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<p><strong>Centres</strong></p>
<div id="attachment_622" class="wp-caption alignleft" style="width: 227px"><img class="size-full wp-image-622" title="wynard oliver 2" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/wynard-oliver-2.jpg" alt="Super 14  Wynand Olivier: 12 tackles; 9 runs; 84m run" width="217" height="255" /><p class="wp-caption-text">Super 14  Wynand Olivier: 12 tackles; 9 runs; 84m run</p></div>
<div id="attachment_623" class="wp-caption alignright" style="width: 227px"><img class="size-full wp-image-623" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/josh-morris-2.jpg" alt="NRL  Josh Morris: 14 tackles; 9 runs; 86m run" width="217" height="256" /><p class="wp-caption-text">NRL  Josh Morris: 14 tackles; 9 runs; 86m run</p></div>
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<p style="text-align:left;"><strong>Wingers</strong></p>
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<div id="attachment_630" class="wp-caption alignleft" style="width: 195px"><img class="size-full wp-image-630" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/sivi-2.jpg" alt="Super 14  Sitiveni Sivivatu: 6 tackles; 11 runs; 133m run" width="185" height="229" /><p class="wp-caption-text">Super 14  Sitiveni Sivivatu: 6 tackles; 11 runs; 133m run</p></div>
<div id="attachment_631" class="wp-caption alignright" style="width: 194px"><img class="size-full wp-image-631" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/tuiaki-2.jpg" alt="NRL   Taniela Tuiaki: 6 tackles; 13 runs; 121m run" width="184" height="229" /><p class="wp-caption-text">NRL   Taniela Tuiaki: 6 tackles; 13 runs; 121m run</p></div>
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<p><strong>Fullbacks</strong></p>
<div id="attachment_657" class="wp-caption alignleft" style="width: 213px"><img class="size-full wp-image-657" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/mils-21.jpg" alt="" width="203" height="257" /><p class="wp-caption-text">Super 14   Mils Muliana: 4 tackles; 12 runs; 135m run</p></div>
<div id="attachment_667" class="wp-caption alignright" style="width: 207px"><img class="size-full wp-image-667" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/hayne-22.jpg" alt="NRL   Jarryd Hayne: 4 tackles; 20 runs; 226m run" width="197" height="249" /><p class="wp-caption-text">NRL   Jarryd Hayne: 4 tackles; 20 runs; 226m run</p></div>
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<p>We see:</p>
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<li>The volumes of running and tackling work of forwards are very      different. The amount or league forwards is much      greater</li>
<li>The volumes of running and tackling work of backs is similar.      However there is a general trend for NRL backs to do slightly more running.</li>
</ol>
<p>This all seems to make sense with the initial comments made: rugby requires much more time and effort in competitions for possession and restarts of play. These are predominantly the tasks of forwards. NRL forwards do not spend nearly as much time contesting for possession or restarting play, so NRL forwards are busy spending their time ball-running or tackling.</p>
<h3><span style="color:#ffffff;">r</span></h3>
<h3>NRL forwards vs Super 14 forwards: comparing the maximum workloads</h3>
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<p>Let’s look a little more into the workload of forwards.</p>
<p>Specifically, we can look at the players with the highest game-averages for running and tackling in each competition for the 2009 season.</p>
<p>We&#8217;ll look just at two forward positions: prop and second row. (Super 14 players: all games played in the regular season; NRL players: average of their first 13 games of the season)</p>
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<p><strong>Prop:     Highest average Tackles</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_636" class="wp-caption alignleft" style="width: 216px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-636" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/guthro-prop-tackles-2.jpg" alt="Super 14  Gurthro Steenkamp  8 tackles" width="206" height="282" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Super 14  Gurthro Steenkamp  8 tackles</p></div>
<div id="attachment_637" class="wp-caption alignright" style="width: 216px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-637" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/luke-douglas-2.jpg" alt="NRL  Luke Douglas  36 tackles" width="206" height="282" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">NRL  Luke Douglas  36 tackles</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong>Prop:   Highest average Runs (with game-average metres run)<br />
</strong></p>
<div id="attachment_638" class="wp-caption alignleft" style="width: 217px"><img class="size-full wp-image-638" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/ben-alexander-2.jpg" alt="Super 14   Ben Alexander: 6 runs (34m run)" width="207" height="250" /><p class="wp-caption-text">Super 14   Ben Alexander: 6 runs (34m run)</p></div>
<div id="attachment_639" class="wp-caption alignright" style="width: 217px"><img class="size-full wp-image-639" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/fuifui-two.jpg" alt="NRL  Fuifui Moimoi   13 runs (118m run)" width="207" height="251" /><p class="wp-caption-text">NRL  Fuifui Moimoi   16 runs (138m run)</p></div>
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<p><span style="color:#ffffff;"> </span><span style="color:#ffffff;"> </span><strong>Second-row forward:   Highest average Tackles</strong></p>
<div id="attachment_642" class="wp-caption alignleft" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-642" title="will caldwell 2" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/will-caldwell-2.jpg" alt="Super 14   Will Caldwell: 11 tackles" width="209" height="260" /><p class="wp-caption-text">Super 14   Will Caldwell: 11 tackles</p></div>
<div id="attachment_643" class="wp-caption alignright" style="width: 193px"><img class="size-full wp-image-643" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/luck-2.jpg" alt="NRL   Michael Luck: 45 tackles" width="183" height="256" /><p class="wp-caption-text">NRL   Michael Luck: 45 tackles</p></div>
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<p><strong>Second-row forward:    Highest average Runs (with game-average metres run)<br />
</strong></p>
<div id="attachment_644" class="wp-caption alignleft" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-644" title="nathan sharep 2" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/nathan-sharep-2.jpg" alt="Super 14   Nathan Sharpe: 10 runs (56m run)" width="209" height="265" /><p class="wp-caption-text">Super 14   Nathan Sharpe: 10 runs (56m run)</p></div>
<div id="attachment_645" class="wp-caption alignright" style="width: 220px"><img class="size-full wp-image-645" title="zeb taita 2" src="http://bodytransform.wordpress.com/files/2009/09/zeb-taita-2.jpg" alt="NRL  Zeb Taia: 16 runs (117m run)" width="210" height="265" /><p class="wp-caption-text">NRL  Zeb Taia: 16 runs (117m run)</p></div>
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<p>Again this shows that NRL forwards do a lot more running and a lot more tacking than Super 14 forwards. Again, this makes sense when we understand the tasks required of the forwards in each game.</p>
<p>What needs to be considered of the NRL forwards is the sheer volume of work they do. Contemplating the average 46 tackles Michael Luck does each game is difficult. That is an incredible amount of physical work and requires a lot of endurance. Similarly, 16 runs by Zeb Taia into opposition forwards is very physically demanding. The NRL regular season is 24 games long. Over that 24 games these players have a tremendous workload of physical contact (Michael Luck makes 1043 tackles in 2009!)</p>
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<h3>There is much more ball-running and tackling in the NRL than Super 14.</h3>
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<p>All of the above indicates that NRL players do significantly more ball-running and tackling than Super 14 players.</p>
<p>Super 14 forwards are skilled at doing other things such as scrums, lineouts, rucks and mauls. In fact, in many instances players are picked solely for their abilities in the set-piece restarts of play. Their ball-running and tackling skills are secondary to their other skills.</p>
<p>In the NRL this compromise does not exist. Players are picked for their abilities at ball-running and tackling solely.</p>
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<h3>What do you like?</h3>
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<p>I like ball-running and tackling. And over 80 minutes I want to see as much of it as I can.</p>
<p>I also want it to be of the best quality. And this is where it gets a little subjective.</p>
<p>But there is also some clear logic that we can apply.</p>
<p>It is hard to argue against the idea that players who are tasked solely with ball-running and tackling, and have to do a lot more of it, will develop greater skills in those areas. If that’s all they have to focus on, they have more time and energy to get better at these tasks than players who also have to put time and energy into learning structured tasks for restarting play and competing for possession.</p>
<p>Or put another way, in NRL the focus is solely on ball-running and tackling. These are the defining actions in any NRL game. In the Super 14, there are several defining actions; ball-running and tackling are only two of them. With games being defined by the results of restarts in play and competitions for possession, ball-running and tackling are of relatively lower importance. And with lesser importance, players may not have the time or energy to develop their skills in these areas as they are of<em> lesser relative priority.</em></p>
<p>It’s all been quite theoretical and statistical, but the insights are useful. The proof, of course, is in the watching.</p>
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<h3>Watch some action</h3>
<p>Some impressive tackling and running from the NRL in these short <a href="http://www.nrl.com/playwin/hittryoftheyear/tabid/10778/default.aspx" target="_blank">video clips of Try and Tackle of the year</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atlas do Rugby: BH Rugby e Western Force]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/09/22/atlas-do-rugby-bh-rugby-e-western-force/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 19:09:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
<guid>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/09/22/atlas-do-rugby-bh-rugby-e-western-force/</guid>
<description><![CDATA[A edição de hoje do Atlas do Rugby trará a equipe do BH Rugby, de Minas Gerais, e o Western Force, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A edição de hoje do Atlas do Rugby trará a equipe do BH Rugby, de Minas Gerais, e o Western Force, da Austrália.</p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/bhrugby.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2290" style="border:0;margin:0;" title="BHRugby" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/bhrugby.jpg" alt="BHRugby" width="73" height="88" /></a></p>
<p>Nome: Belo Horizonte Rugby Clube</p>
<p>Cidade/Estado: Belo Horizonte/MG</p>
<p>Campo: Campo do 12º Batalhão de Infantaria do Exército, Rua Timbiras; e Campo da Associação Comunitária do Bairro Sagrada Família, Rua Cabrobó</p>
<p>Titulos da equipe masculina: Super 3: 1 (2004) e Copa do Brasil: 1 (2007)</p>
<p>Títulos da equipe feminina: Campeão da Independência (2006); Campeão da etapa de São José dos Campos do Circuito Brasileiro de 7 -a-side (2007)</p>
<p>Site: http://www.bhrugby.com.br/</p>
<p>O clube iniciou suas atividades na Universidade Federal de Viçosa, há mais de 20 anos. Como os jogadores que se formavam iam deixando o time, este não demorou muito para se extinguir. Em 1998, os jogadores voltaram a se reunir, chegando a participar de um campeonato em São Paulo. Mas foi somente em Belo Horizonte, a partir de 2003, que o time ganhou impulso, culminando no surgimento do BH Rugby.</p>
<p>O reinício coincidiu com a chegada de estudantes e profissionais estrangeiros que vivem na cidade, fator essencial para o crescimento do time. Atualmente, o BH Rugby conta com mais de 100 atletas, que se dividem entre os times masculino, feminino, juvenil e infantil.</p>
<p>O time adulto masculino atua como um dos grandes representantes de Minas Gerais desde sua criação. Já jogou contra Varginha Rugby, Rio Rugby, Niterói Rugby, SPAC Rugby, Pasteur Rugby, Rio Branco Rugby, Bandeirantes Rugby e L’Equipe (da França), entre vários outros times. Disputou o campeonato Super 3 (2004), o Campeonato Brasileiro da 2a divisão (2005), da Copa do Brasil (2006 e 2007), Campeonato Fluminense (2006, 2007 e 2008 &#8211; time convidado) e do Campeonato Brasileiro da 1a Divisão (2008).</p>
<p>O time feminino, formado em novembro de 2005, já disputou amistosos contra o SPAC Rugby e também contra as equipes cariocas: Niterói Rugby, UFF Rugby, Rio Union e Búzios Rugby. Em Setembro de 2006 o time feminino conquistou seu primeiro título ao vencer o “Campeonato da Independência de 7-a-side”, em Varginha. Tendo participado do SPAC Lions (2006 e 2007), uma das mais importantes competições do Rugby feminino no Brasil, e do Campeonato Paulista de Rugby Feminino (2007) o time vem crescendo cada vez mais. O que resultou, em Outubro de 2007, na conquista do Torneio de 7-a-side de São José dos Campos, a primeira etapa do Circuito Brasileiro.</p>
<p>O ano de 2006 marcou também a criação do time juvenil. Com treinos específicos e direcionados para essa categoria, o número de atletas vem aumentando gradativamente. O primeiro jogo amistoso do time juvenil aconteceu ainda no ano de 2006, contra o Rio Branco Rugby, em Belo Horizonte. Desde então o time fez outros amistosos, jogando contra Niterói Rugby, Três Corações Rugby, Curitiba Rugby e outros. Ainda em 2007 participou do Torneio de 7-a-side de São José dos Campos, na categoria adulta, e foi campeão da Taça de Prata do SPAC Lions na categoria juvenil.</p>
<p>O BH Rugby também contou com alguns de seus atletas nas Seleções Brasileiras Juvenil, Feminina e de Desenvolvimento, que além da experiência ganha levaram o nome do clube para várias cidades do país e do mundo.</p>
<p>Com 11 partidas do time principal e algumas dos times juvenil e feminino no decorrer do ano, 2008 foi um ano produtivo para o BH Rugby. No primeiro semestre, novamente conquistou o segundo lugar no Campeonato Fluminense, um dos torneios regionais mais fortes e tradicionais do Brasil e no segundo semestre participou do Campeonato Brasileiro da 1a Divisão pela primeira vez, ambos com o time adulto.</p>
<p><em>Retirado do site oficial do clube</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/western-force.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2829" style="border:0;margin:0;" title="western force" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/western-force.jpg?w=106" alt="western force" width="106" height="96" /></a></strong></p>
<p>Nome: Western Force</p>
<p>Cidade/País Perth, Austrália</p>
<p>Estádio: Members Equity Stadium (20,500) e Subiaco Oval (43,500)</p>
<p>Títulos: Nenhum</p>
<p>Site: <a href="http://www.westernforce.com.au/">www.westernforce.com.au</a></p>
<p>Criado em 2005, o Western Force foi criado como a nova franquia australiana do Super Rugby. Iniciado em 1996, o Super 12 envolvia 5 equipes da Nova Zelândia, 4 equipes da África do Sul e 3 equipes da Austrália. A partir de 2006, o campeonato foi expandido para 14 equipes, tornando-se o Super 14. Entraram para o certame 1 equipe sul-africana, os Central Cheetahs, e 1 equipe australiana, justamente o Western Force.</p>
<p>A criação do Force se deu em 2005, com a vitória da candidatura da franquia da RugbyWA, derrotando o outro candidato à vaga australiana: Rugby Union Victoria, de Melbourne. Desde 2002 havia o projeto de levar o rugby union profissional à Austrália Ocidental (Western Australia). Estado mais isolado da Austrália, WA corresponde a toda a porção oeste do país, um conjunto de desertos que só tem grandes populações na costa sudoeste, onde o clima temperado e a vegetação de florestas são mais aprazíveis. Essa é a região onde se localiza a grande metrópole do Oceano Índico australiano: Perth, com mais de 1 milhão e 600 mil habitantes e 2700 km de distância de Adelaide, a capital de estado australiano mais próxima. Esse distanciamento contribui para alimentar um sentimento regionalista e uma rivalidade com relação ao restante do país muito acirrada..</p>
<p>Em termos esportivos, Perth é dominada pelo futebol australiano. No entanto, se comparada com os outros bastiões do futebol local, como Victoria (Melbourne), WA é mais aberta ao rugby, que é impulsionado pelo sentimento de rivalidade dos habitantes locais com o restante da Austrália. Com isso, a pesar de não ser uma casa tradicional do rugby union, a vontade de vencer os estados da costa leste (como Nova Gales do Sul e Queensland), bem como neozelandeses e sul-africanos, ajuda muito a impulsionar o esporte. Foi esse diferencial que fez Perth ser escolhida como nova casa de uma equipe do Super 14, e não Melbourne.</p>
<p>A união de rugby union local é a RugbyWA , à qual o Western Force está vinculado. Mais de 25,000 pessoas haviam assinado uma petição pedindo uma equipe de Super 14 na cidade e, pouco antes da estréia da equipe, mais de 16,000 já tinham se cadastrado como sócios do time. E o número continuou subindo. As médias de público do time ao longo dos últimos 3 anos esteve sempre entre 20 e 30 mil pessoas, com jogos superando tal marca. Por ser um estado apaixonado por futebol australiano, o maior estádio é de formato oval: o Subiaco Oval, com capacidade para mais de 43,000 pessoas. O principal estádio de campo retangular, o Members Equity Stadium, utilizado pela equipe de futebol do Perth Glory, foi designado para ser a futuro casa do Force, assim que sua ampliação fosse concluída. Agora com pouco mais de 20 mil lugares, tudo indica que o Force finalmente passará a jogar no estádio, mas as partidas que prometem maiores públicos deverão continuar a ser jogadas no Subiaco.</p>
<p>A criação da franquia levou os novos dirigentes a contratar grandes estrelas. Drew Mitchell e o ídolo wallabie Matt Giteau assinaram com o Force para a primeira temporada. Ainda assim, 2006 não foi de grande resultados. Último lugar para os recém-chegados. 2007 foi melhor, com o Force obtendo o sétimo lugar. Nos dois últimos anos, dois oitavo lugares. Em 2009, a equipe não contará mais com Mitchell e Giteau, mas assinou a jovem promessa O’Connor e o springbok Andre Pretorius. A faixa de capitão passou para Nathan Sharpe, na equipe desde 2006, e que terá por objetivo agora levar o nome de WA às semi-finais do torneio pela primeira vez.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aussies vs Kiwis in Hamilton]]></title>
<link>http://deebeerugby.wordpress.com/2009/09/21/aussies-vs-kiwis-in-hamilton/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 10:23:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joely</dc:creator>
<guid>http://deebeerugby.wordpress.com/2009/09/21/aussies-vs-kiwis-in-hamilton/</guid>
<description><![CDATA[The tri-nations was already won, but both teams were billing the game as a might match between age-o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>The tri-nations was already won, but both teams were billing the game as a might match between age-old foes looking to build towards the end of year tour and the world cup in 2011.</p>
<p>The game did not dissapoint, with both teams trying to apply the Boks winning formula with varying degrees of success.</p>
<p>The Wallabies are being slated in the press as capitulating in the final 10 minutes. not really a fair cop, but several key Wallabies did fail to show up for the match. O&#8217;Connor is still far from the finished article and looked decidedly shaky when pressured under the high-ball. His decision-making was poor and he will not look back fondly on this game, aside from one great run.</p>
<p>the forwards is where the match was won and more specifically the loose-forwards and the way the AB loosies were everywhere, swarming over the ball on the deck and winning turnover after turnover. McCaw, Read and especially Thompson looked awesome in defence-turning-into-attack. Smith, Pocock and Elsom had no answer. In fact after the match George looked like there were several million other places he&#8217;d rather be. The fact of the matter is that he is not a captain and the Wallabies are in desperate need of a strong leader. Had there someone geeing them on in the last 10 minutes, the late tries would probably not have happened.</p>
<p>Take nothing away from the AB&#8217;s though &#8211; in the rucks and on the counter they were very strong. Hore was still very shaky in the lineouts and they are very lucky that the Aussies chose not to contest a lot of them. Donnelly showed what Ross has been lacking the whole season &#8211; several years in the trenches. Make no mistake Ross is the future, but he needs to go ply his trade for a couple of years and claw his way back into the AB side &#8211; he will be the better player for it. Nonu looked like he was playing for his job and bashed through for a trademark heavy-duty try. I still think that there are several better options than him at inside, but this is what the AB brain&#8217;s trust are going with. It&#8217;s also very difficult to not play Ice Toeava in his current form. Smoking Joe got a late try reprieve, but still looks out of sorts.</p>
<p>In short: an entertaining match, but well short of the standard set by the Bok class of 09</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Argentina nel Tri Nations - UPDATE]]></title>
<link>http://rugbyspot.wordpress.com/2009/09/14/argentina-nel-tri-nations/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 09:44:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giorgio Pontico</dc:creator>
<guid>http://rugbyspot.wordpress.com/2009/09/14/argentina-nel-tri-nations/</guid>
<description><![CDATA[Le home nations dell&#8217;emisfero sud potrebbero avere presto una nuova contendente per la vittori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Le home nations dell&#8217;emisfero sud potrebbero avere presto una nuova contendente per la vittori]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atlas do Rugby - Medicina USP e Highlanders]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/09/08/atlas-do-rugby-medicina-usp-e-highlanders/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 18:23:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
<guid>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/09/08/atlas-do-rugby-medicina-usp-e-highlanders/</guid>
<description><![CDATA[Nesta edição do Atlas do Rugby traremos o time da Medicina USP, a primeira equipe universitária do p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesta edição do Atlas do Rugby traremos o time da Medicina USP, a primeira equipe universitária do país, e a única que foi campeã brasileira (já comentaram nesse blog que a FEI obteve o mesmo título, mas não encontrei fonte que confirmasse isso) e as 4 equipes da Nova Zelândia: os Highlanders, do Super 14, Otago e Southland, da Air New Zealand Cup e o North Otago, do Heartland Championship.</p>
<p><!--more--></p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2008/09/logomedusp1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-116" style="border:0;margin:0;" title="logomedusp" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2008/09/logomedusp1.jpg" alt="logomedusp" width="74" height="105" /></a></p>
<p>Nome: Medicina USP</p>
<p>Cidade/Estado: São Paulo/SP</p>
<p>Estádio: Caveirão (R. Artur de Azevedo, 1)</p>
<p>Títulos: Campeonato Brasileiro (1973, 1981); Mac Med (1966, 1967 1970 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1980, 1981, 1985, 1990, 1991, 1995) ; campeão paulista (1979)</p>
<p>Site: <a href="http://www.geocities.com/Colosseum/Arena/9364/principal.htm">http://www.geocities.com/Colosseum/Arena/9364/principal.htm</a></p>
<p> </p>
<p>A história do rugby na faculdade teve seu nascimento em 1934 quando o Dr Esher, cirurgião plástico, doou ao Centro Acadêmico uma bola de rugby<br />
Ainda no ano de 1934, pela iniciativa dos Srs. Feliciano Penido Burnier e Mauro Cândido de Sousa Dias, ambos alunos da 20ª turma, orientados pelo prof. Max Barros Heraldt, montou-se um time de rugby que faria sua estréia em 13 de outubro de 1934.</p>
<p>Depois desse primeiro ensaio, o rugby não mais existiu na instituição durante mais de 3 décadas. Em 1966, após 31 anos, um grupo de alunos reintroduziu o esporte na FMUSP e, por esse motivo, consideramos essa data como uma nova fundação do rugby na Medicina.</p>
<p>Nessa nova fundação, vale destacar a participação de dois alunos da época que foram de fundamental importância para o renascimento do rugby na Medicina: José Luiz da Costa Porto (52ª Turma) e Leon William Rheims (54ª Turma).</p>
<p>Ainda no ano de 1966, o rugby passou a integrar a MAC-MED, na 32ª edição da competição. Esse jogo de rugby da MAC-MED entre a Escola de Engenharia Mackenzie e a Faculdade de Medicina da USP foi o primeiro jogo de rugby entre duas instituições de ensino superior do Brasil. Foi vencido pelo time da Medicina pelo placar de 06 a 03. Ao longo da história da competição, a Medicina venceu muitas outras vezes.</p>
<p>Em 1983, a Medicina fez seu primeiro tour internacional de rugby ao Chile (Arauco, Viña del Mar e Santiago), jogando contra os campeões de Arauco, a Seleção do Sul do Chile, a Seleção de Juniores do Chile (U23), a Universidad Católica (então campeã da 1a divisão) e a Universidad do Chile.</p>
<p>Em 1984, disputou, no campo do SPAC, uma histórica partida amistosa internacional contra o Penguin RFC, combinado do Reino Unido composto por jogadores titulares das seleções da Inglaterra, Escócia, Irlanda e País de Gales, perdendo por 56 a 00, nesse mesmo ano foi campeã da Taça São Paulo de Rugby e da MAC-MED.</p>
<p>Entre 1992 e 1994, passou por período de crise e quase acabou após a saída simultânea de muitos jogadores. Contudo, ao final do ano de 1994, atendendo a convite do então acadêmico Fábio Gazel Quintavalle, juntou-se ao grupo como técnico o Sr. Luiz Francisco Ferreira, ex-jogador da seleção brasileira de rugby e professor de educação física graduado na Universidade de São Paulo.</p>
<p>Esse fato é de fundamental importância porque foi um ano em que discutiu-se o final do time, mas graças à dedicação do Sr. Ferreira, formou-se praticamente do nada um novo time que em menos de 1 ano de treinamento, voltou a vencer a MAC-MED em 1995. O rugby foi o último jogo da competição que estava empatada em 10 a 10 e, com a vitória, a Medicina foi campeã na competição geral.</p>
<p>Em 1998, juntou-se ao grupo como preparador físico o Sr. Ibsen Wilde Palla Déa Jr, também professor de educação física pela Universidade de São Paulo.</p>
<p>Em 2000, o time foi vice-campeão da INTERUSP. Infelizmente, no ano de 2001, o Sr. Luiz Francisco Ferreira deixou o grupo após 7 anos de ensinamentos no comando da equipe, em busca de novos projetos pessoais.</p>
<p>Nos últimos anos, o time da medicina se manteve na primeira divisão, com altos e baixos, conseguindo formar um elenco sólido para as disputas desse ano.</p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/highlanders.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2601" style="border:0;margin:0;" title="Highlanders" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/highlanders.png?w=107" alt="Highlanders" width="107" height="96" /></a></p>
<p>Nome: Highlanders</p>
<p>Cidade/País: Dunedin, Nova Zelândia</p>
<p>Estádio: Carisbrook Ground (capacidade: 29,000)</p>
<p>Títulos de Super Rugby: Nenhum</p>
<p>Equipes da Air New Zealand Cup: Otago (Dunedin) e Southland (Invercargill)</p>
<p>Equipes do Heartland Championship: North Otago (Oamaru)</p>
<p>Títulos de Air New Zealand Cup/NPC: 2 de Otago</p>
<p>Vitórias em Ranfurly Shield: 35 de Otago e 20 de Southland</p>
<p>Sites:</p>
<p>Highlander – <a href="http://www.highlandersrugby.co.nz">www.highlandersrugby.co.nz</a>;</p>
<p>Otago – <a href="http://www.orfu.co.nz">www.orfu.co.nz</a>;</p>
<p>Southland &#8211; www.rugbysouthland.co.nz ;</p>
<p>North Otago: www.northotago.co.nz</p>
<p>Com o advento do rugby profissional do Super 12, em 1996, o rugby neozelandês foi dividido em 5 franquias, agrupando as equipes provinciais do National Provincial Championship, a atual Air New Zealand Cup.</p>
<p>Cada uma dessas franquias tinha como primeiro nome a equipe provincial tradicionalmente mais forte. Dessa maneira, surgiu o Otago Highlanders, hoje chamados apenas de Highlanders. A equipe representa a região mais ao sul da Nova Zelândia, as províncias de Otago e de Southland, na Ilha do Sul – reunindo as equipes do Otago RFU e do Rugby Southland, da Air New Zealand Cup, e do North Otago, do Heartland Championship (segunda divisão neozelandesa).</p>
<p>O nome é derivado de duas características importantes da região: a geografia da região, fria, com colinas nas partes a sul e leste e com altas montanhas geladas no centro-oeste, paisagem semelhante à encontrada na Escócia; e da imigração escocesa. Otago e Southland, diferentemente do restante da Nova Zelândia – de imigração inglesa e forte presença maori – foi colonizada por escoceses presbiterianos, que desde o início diferenciam-se dos demais neozelandeses. A principal cidade de Otago, Dunedin, é conhecida como a “Edimburgo do Sul” (em alusão à capital escocesa), e o próprio nome da cidade significa Edimburgo, em gaélico escocês (língua celta). O símbolo e as cores da equipe ostentam tal herança e orgulho escocês.</p>
<p>Os melhores momentos da equipe foram entre os anos de 1998 e 2000, quando a equipe chegou por três vezes à segunda fase. Após a lanterna no ano de 1997, os Highlanders contratarm o técnico Tony Gilbert e montaram uma equipe consistente, chegando logo às semifinais em 1998. Foram a primeira equipe a derrotar as quatro equipes sul-africanas do Super 12 em um mesmo ano. No entanto, não foram capazes de passar pelo Auckland Blues e terminaram com o quarto posto.</p>
<p>O ano seguinte foi ainda melhor, liderados pelo ex-abertura All Black Tony Brown, os Highlanders chegaram à única final de Super 12 de sua história, perdendo para o Canterbury Crusaders, no clássico da Ilha do Sul. Mesmo jogando em Dunedin, o título de 1999 escapou das mãos dos “escoceses”. A temporada de 2000 foi boa novamente para os Highlanders, que pareciam se afirmar entre as forças da Nova Zelândia no Super Rugby. Chegaram às semifinais e garantiram o terceiro posto, mas desde então a equipe entrou em uma decadência da qual não se recuperou.</p>
<p>A temporada de 2009 foi uma amostra disso, terminando em 11º lugar, tendo no elenco apenas um jogador convocado para o Tri Nations (o capitão Jimmy Cowan, half de Southland).</p>
<p> </p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/otago.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2602" style="border:0;margin:0;" title="Otago" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/otago.png?w=86" alt="Otago" width="86" height="96" /></a></p>
<p>Otago</p>
<p>Tendo como casa o temível estádio de Carisbrook, “The House of the Pain”, em Dunedin, o Otago Rugby Football Union é uma das mais antigas uniões de rugby do país, tendo sido fundada 1881. Ostentando o azul e o cardo escoceses, a rosa inglesa, a silver fern e os carneiros nacionais, Otago já deu à Nova Zelândia dezenas de All Blacks.</p>
<p>Dentre os maiores nomes recentes, Nick Evans, Byron Kelleher e Carl Hayman Tony Brown, Taine Randell, Josh Kronfeld, Carl Hayman, e o grande Jeff Wilson, um dos poucos atletas a ser um “Double All Black”, isto é, jogar pelas seleções nacionais de rugby e de críquete.</p>
<p>Dentre as lendas do passado, estão o capitão do time All Black campeão da Copa do Mundo de 1987, David Kirk, Laurie Mains, fullback All Black da década de 1970.</p>
<p>Os anos mais gloriosos da equipe foram nas décadas de 1930 e 1940, quando detiveram por 32 vezes a Ranfurly Shield, em três sequências de vitórias, feito que nunca mais alcançaram. Apesar das conquistas da NPC (atual Air New Zealand Cup) em 1991 e em 1998 (equipe base dos Highlanders vice-campeões do Super 12 de 1999), a era de glórias de Otago, quando faziam frente às potências de Auckland, Canterbury e Wellington, rendendo-lhes o posto de uma das cinco grandes equipes do país, há muito deixa saudades nos azuis da Ilha do Sul.</p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/southland.png"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2603" style="border:0;margin:0;" title="Southland" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/southland.png?w=78" alt="Southland" width="78" height="96" /></a></p>
<p>Southland<br />
Fundado em 1891, como dissidência de Otago, a Southland Rugby Football Union representa a mais austral das regiões da Nova Zelândia, Southland – sendo a equipe profissional de rugby mais a sul do mundo. Com capital em Invercargill, trate-se da região menos populosa do país (tendo pouco mais de 90 mil habitantes). Mesmo assim, a região de origens escocesas e inconfundíveis camisetas vinho sempre produziu excelentes jogadores e possuiu equipes consistentes. À semelhanças de seus grandes rivais de Otago, os Stags (em português, veados, como é conhecida a equipe de Southland, sem qualquer duplo sentido) viveram seu grande momento nas já distantes décadas de 1940 e 1950, quando venceram a Ranfurly Shield por 20 vezes. Os clássicos entre Otago e Southland estavam entre os melhores e mais acirradas disputas no país naquelas décadas. O grande nome atual da equipe é Jummy Cowan, half-scrum dos All Blacks.</p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/north_otago_logo.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2604" style="border:0;margin:0;" title="North_Otago_logo" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/09/north_otago_logo.jpg?w=83" alt="North_Otago_logo" width="83" height="96" /></a></p>
<p>North Otago<br />
Fundado em 1904, North Otago está centrado na segunda maior cidade da região de Otago, Oamaru. Equipe da terra de Richie McCaw, o North Otago é uma das mais fortes equipes do Heartland Championship, campeonato amador correspondente à segunda divisão da Nova Zelândia, tendo levantado a taça em 2007. Entretanto, North Otago jamais chegou ao nível de seus parceiros de Highlanders.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Of sport and things]]></title>
<link>http://vvblog2.wordpress.com/2009/09/03/of-sport-and-things/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:19:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>nivek</dc:creator>
<guid>http://vvblog2.wordpress.com/2009/09/03/of-sport-and-things/</guid>
<description><![CDATA[I think the move to the new site deserves a serious effort to rekindle interest and do some bloging,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I think the move to the new site deserves a serious effort to rekindle interest and do some bloging, so here goes.</p>
<p>Firstly I finally was at home at 7h30 on Saturday am to hear our sometime blogger, betting pundit and Man Utd supporter air his views on Brent Graham’s radio show. It was very betting focused and some interesting banter took place. Our Glen’s best bet can form the first comment and Kev no it is no football.</p>
<p>Tri Nations game four, Glen’s best bet the bokke to beat the 4 point handicap at even money, I nodded in agreement. The game surprised the Aussies I think. We were lambasted in the press all week for being boring. Surprise, surprise, surprise 3 tries in 22 minutes. I guess we caught them by surprise, no more evidence than 4 players turning their backs on a penalty, assuming Morne was going to take 3, sorry for you. In the end the Aussies were well beaten although the scoreboard did not reflect our dominance. The one area of concern is the scrum, we were heavily penalised by the Kiwi ref and this has not been the case in the previous 3. This weekend we return to a northern hemisphere ref and let’s see what happens!</p>
<p>Now onto Currie cup, I hope our punter did not lay too many bets in this comp this weekend as his predictions were off the mark. He first did not pick the Mountain Goats to win in the Shark Tank and then he totally dissed the Lions and gave them no chance of overturning the Bulls in the Den. Wrong, eeeehh thanks for playing the game. He did however predict the decline of the Grikwas. Go Lions!</p>
<p>On to premiership, we had to get here Kev. There was a big game this weekend. Man u vs. Arsenal, from a neutral’s point of view a good time to get to see some of the early form of the teams expected to contest for the title at the end of this season. The opening half was completely dominated by the Gunners and they led 1 - 0  after a cracker from Arshavin. They did in my opinion get the wrong side of a “home town” decision as they were denied a stone wall penalty just before they scored. Then in a matter of minutes the “jam fairy” in full red kit came to visit. Foster’s toe stopped a second goal for the gunners. Utd went almost straight down the field; Rooney went down under minimal contact and surprise a penalty! 1 -1. a Van Persie free kick is bashed against the bar. Utd go down the field and earn a free kick, a great Giggs pass to Diaby and own goal. 2-1. Diaby then goes right down the other end, great pass, but he flubs the chance to make amends. Then the most pedantic display of authority, in the 5<sup>th</sup> minute of extra time Arsenal think they have equalised. No, a correct offside decision which causes Wenger to boot a bottle down the touch line.  The 4<sup>th</sup> official then get&#8217;s involved and Wenger is sent off. They then fanny about for a couple minutes trying to get him to leave the field of play, then 5 secs later the final whistle is blown, shambolic. Pity you did not pick them Glen</p>
<p>On my side the very shaky looking Liverpool defence tried to make the match at Bolton a contest and only the brilliance of Torres and Stevie G secured the 3 points. The Chelski, Spurs and City machines keep rolling on. Glen has stated that he thinks Spurs and City and Arsenal will fall away and not win the league. I agree, but the one side that may buck this is Spurs. Lets see in the Manchester derby next week.</p>
<p>Here we go, a good comeback effort I think. Let&#8217;s get some comments and more blogs, San, Nivek and Gigsy</p>
<p><strong><em><span style="color:#ff0000;">You’ll never walk alone!</span></em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un match pour ressusciter ou sombrer]]></title>
<link>http://sudrugby.wordpress.com/2009/08/28/un-match-pour-ressusciter-ou-sombrer/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 13:59:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>adribollos</dc:creator>
<guid>http://sudrugby.wordpress.com/2009/08/28/un-match-pour-ressusciter-ou-sombrer/</guid>
<description><![CDATA[Les Australiens sont face à un gros dilemme, soit ils gagnent, rassurent les supporters et prennent ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Les Australiens sont face à un gros dilemme, soit ils gagnent, rassurent les supporters et prennent conscience du potentiel de leurs jeunes espoirs, soit ils s&#8217;inclinent et entrent dans une crise sans précédent. En plus d’un effectif plutôt limité, les Wallabies doivent faire face aux blessures de deux cadres de l’équipe, Nathan Sharpe le leader en touche, et Berrick Barnes le « capitaine » des arrières. Déjà victimes de grosses carences en mêlée et conquête, la touche et le jeu au pied viennent s’ajouter à la liste. Mais plutôt que de blâmer un scénario catastrophe, Robbie Deans préfère positiver et envisage l’avenir sereinement.</p>
<p><strong>Des choix de plus en plus contestés</strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 186px"><img title="LukeBurgess" src="http://www.smh.com.au/ffximage/2008/04/22/luke_burgess.jpg" alt="Luke Burgess" width="176" height="266" /><p class="wp-caption-text">Luke Burgess</p></div>
<p style="text-align:justify;">L&#8217;aura immense de Robbie Deans au début de son mandat est en train de diminuer rapidement. Dans quelques temps les plus patriotes vont demander pourquoi un kiwi est venu entraîner à prix d’or leur équipe pour obtenir de tels résultats. Si sa volonté de lancer de jeunes joueurs ne sera jamais remise en cause, certains de ses choix sont tout de même âprement discutés. Le premier concerne Kurtley Beale, le jeune ouvreur de Sydney. Malgré l’avalanche de blessures et de méformes chez les ¾ centres, Beale ne figure toujours pas sur la feuille de match. Alors que O’Connor du haut de ses 18 ans est titularisé, le jeune aborigène est encore trop jeune et doit « apprendre ». Il aura peut être enfin sa chance une fois que Cross et Ashley Cooper auront montré les limites de leur talent. Idem du côté des talonneurs. Polota-Nau est toujours sur le banc alors que Stephen Moore ne convainc pas depuis 2007. Personne ne remet en cause les qualités physiques et techniques du jeune talonneur, sauf Deans qui le trouve encore un peu tendre. Enfin Mark Chisholm, intronisé remplaçant de Nathan Sharpe devant un Dean Mumm médusé, est censé apporté beaucoup à l’alignement, ainsi que physiquement dans le pack grâce à son physique plus proche du body builder que du rugbyman. Pas sur que Matfield et Botha fassent des cauchemars. Enfin la mise sur le banc d’Al Baxter est très étonnante compte tenu du vivier limité de piliers sur l’île contient. Alors que Luke Burgess est de plus en plus décrié pour sa qualité de passe en mêlée et que sa majesté Giteau déçoit en 10, l’Australie est au pied du mur et doit se refaire. Un exploit face aux champions du monde au Subiaco Oval de Perth serait le bienvenu.</p>
<p><strong>A l’Ouest tout va bien<br />
</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 254px"><img title="burger" src="http://student.sun.ac.za/rugby/images/news/Schalk.jpg" alt="Schalk Burger" width="244" height="210" /><p class="wp-caption-text">Schalk Burger</p></div>
<p style="text-align:justify;">Du côté Sud-Africain, les problèmes sont des problèmes de riche. La polémique concerne la non-titularisation de Schalk Burger. Je pense que toutes les sélections nationales aimeraient avoir le luxe de pouvoir compter ce joueur sur le banc. Mais depuis sa suspension suite à une fourchette sur l’Irlandais Luke Fitzgerald, le flanker des Cheetahs Heinrich Brussow s’est imposé au poste et c’est désormais Juan Smith qui est sur la sellette, rien que ça. Le seul choix un peu discutable du sélectionneur saffie est la titularisation au poste d’arrière de Juan Pienaar. Essentiellement utilisé en demi de mêlée ou d’ouverture avec les Sharks, il va évoluer à un poste qui n’est pas le sien, en lieu et place du pourtant talentueux François Steyn. En pleine polémique dans le sud concernant l’usage abusif du jeu au pied par les Springboks, Peter De Villiers, jamais avare en ce qui concerne l’entretien des controverses souhaite certainement inonder les Australiens de chandelles et ainsi faire taire à sa manière les discours de pleureuses de Graham Henry et Robbie Deans.</p>
<p><strong>Les XV de départ</strong><br />
AFSUD &#8211; Pienaar ; Pietersen, Fourie, De Villiers, Habana, (o) M. Steyn, (m) Du Preez, Smith, Spies, Brüssow ; Matfield, Botha ; Smit (cap.), B. Du Plessis, Mtawarira.<br />
Remplaçants: Ralepelle, J. Du Plessis, Bekker, Burger, Januarie, Jacobs, F. Steyn.<br />
AUST &#8211; O&#8217;Connor ; Turner, Cross, Ashley Cooper, Hynes, (o) Giteau, (m) Burgess ; Smith (cap), Brown, Elsom ; Chisholm, Horwill ; Alexander, Moore, Robinson.<br />
Remplaçants: Polota Nau, Baxter, Mumm, Pocock, Genia, Cooper, Mitchell.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Habana To Leave The Bulls]]></title>
<link>http://ruggerblogus.wordpress.com/2009/08/27/habana-to-leave-the-bulls/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 04:18:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jason Gatties</dc:creator>
<guid>http://ruggerblogus.wordpress.com/2009/08/27/habana-to-leave-the-bulls/</guid>
<description><![CDATA[Perhaps the most talented winger in the world, Bryan Habana is set for a big pay day, but it won]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Perhaps the most talented winger in the world, Bryan Habana is set for a big pay day, but it won]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Les nouveautés du Super 14 cru 2010]]></title>
<link>http://sudrugby.wordpress.com/2009/08/24/les-nouveautes-du-super-14-cru-2010/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 17:25:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>adribollos</dc:creator>
<guid>http://sudrugby.wordpress.com/2009/08/24/les-nouveautes-du-super-14-cru-2010/</guid>
<description><![CDATA[Le Super 14 nous a peu souvent habitué à un mercato aussi agité que celui que l&#8217;on peut connaî]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Le Super 14 nous a peu souvent habitué à un mercato aussi agité que celui que l&#8217;on peut connaître dans l&#8217;hémisphère nord. Le Super 14 2010 à la particularité se trouver un peu moins de deux ans avant la prochaine Coupe du Monde, et les nations du sud, ne pouvant sélectionner que des joueurs &#8220;locaux&#8221; rappatrient où conservent leurs internationaux en faisant parfois de gros sacrifices.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Le calme au pays du long nuage blanc</p>
<p></strong></p>
<div class="mceTemp">
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 121px"><img title="chrisjack" src="http://www.rwc2007.irb.com/imgml/peoples/225x225/51295.accred.jpg" alt="Chris Jack" width="111" height="90" /><p class="wp-caption-text">Chris Jack</p></div>
<p>Les franchises de Nouvelle-Zélande ne se sont pas trop faite remarquer en terme de transferts cette saison. Peu de départs sont a répertorier et nous connaissons tous l&#8217;importance du vivier kiwi chez les jeunes. Seuls les retours (et pas n&#8217;importe qui!) de <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursNlleZelande#5370704469311409122" target="_blank">Dan Carter</a> et <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursNlleZelande#5370704387819955906" target="_blank">Chris Jack</a> aux Crusaders ainsi que de <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursNlleZelande#5370704481552176098" target="_blank">Luke McAllister</a> chez les Blues sont à noter.</div>
</div>
<p><strong>La valse des vrais-faux départs en Afrique du Sud</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 238px"><img title="bryanhabana" src="http://www.ofm.co.za/images/ofmsport/27072009081051habana.jpg" alt="Bryan Habana" width="228" height="360" /><p class="wp-caption-text">Bryan Habana</p></div>
<p style="text-align:justify;">Deux départs d&#8217;importance sont à relever chez les Springboks avec les transferts de <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAfriqueDuSud#5368389750453185122" target="_blank">Jean De Villiers</a> vers le Munster en Irlande et de <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAfriqueDuSud#5368389758893500466" target="_blank">François Steyn</a> vers le Metro Racing. Ces deux joueurs devraient toutefois réintégrer les rangs d&#8217;une franchise Sud-Africaine l&#8217;an prochain, année de la Coupe du Monde. En terme de recrutement d&#8217;importance, l&#8217;arrière-ouvreur <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursArgentine#5370711622847431698" target="_blank">Juan Martin Hernandez</a> a quitté le Stade Français pour grossir les rangs des Sharks et ainsi remplacer Steyn. L&#8217;argentin devra toutefois se préparer physiquement aux combats de la Currie Cup et du Super 14. Enfin le seul transfert notable est celui de <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAfriqueDuSud#5368389742393872802" target="_blank">Bryan Habana</a>, l&#8217;ailier supersonique et star nationale. En quittant les Bulls de Pretoria, champions en titre, pour la Western Province et les Stormers de Cape Town, il se remet en question et cherche bien entendu à toucher le jackpot. Habana s&#8217;est illustré comme dans le passé en partant monnayer ses talents en Europe afin d&#8217;augmenter les enchères dans son pays, procédé critiqué par Guy Novès. Dans le même genre, <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAfriqueDuSud#5368389751732868978" target="_blank">Jaque Fourie</a> le centre des Lions a décidé de prolonger son contrat moyennant une belle plu value, malgré son précontrat signé avec l&#8217;ASM Clermont Auvergne. Malgré des contacts avec Bayonne et Clermont, <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAfriqueDuSud#5368401359436597922" target="_blank">Wynand Oliver</a> a lui aussi décidé de rester dans les rangs des Bulls.</p>
<p><strong>Plus d&#8217;animation chez les Aussies</strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 207px"><img title="drewmitchell" src="http://www.rugbyheaven.com.au/ffximage/2008/05/07/drew_mitchell.jpg" alt="Drew Mitchell" width="197" height="345" /><p class="wp-caption-text">Drew Mitchell</p></div>
<p style="text-align:justify;">Les franchises Australiennes se doivent de redresser la barre après plusieurs éditions désastreuses. Les Brumbies ont frappé fort en rapatriant <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368856698792615266" target="_blank">Matt Giteau</a> de Perth et <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368845058184476386" target="_blank">Rocky Elsom</a> de Dublin. Les joueurs de Canberra ont désormais le potentiel pour viser les demi-finales, voire plus haut. Ils pourront aussi compter sur la signature de <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368845107873535778" target="_blank">Josh Valentine</a>, une valeur sûre en temps que demi de mêlée. Du côté de Sydney, la fin de l&#8217;ère Ewen McKenzie a également sonné le glas des transferts couteux en provenance du rugby à XIII. Exit <strong>Lote Tuqiri</strong> tout simplement licencié, et <strong>Timana Tahu</strong>, plutôt lucide sur son avenir en XV et qui a préféré résilier son contrat avec la fédération. Welcome <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368856700822201458" target="_blank">Berrick Barnes</a>, l&#8217;ouvreur-centre des Queensland Reds et <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368856748579989746" target="_blank">Drew Mitchell</a>, l&#8217;arrière-ailier de la Western Force. Les franchises aussies ayant désormais le droit d&#8217;avoir dans leurs rangs un joueur étranger, le dévolu des Tahs a été jeté sur l&#8217;ailier kiwi <strong>Sosene Anesi</strong> en provenance des Waikato Chiefs et qui compte une sélection pour les All Blacks. Mais la solution pourrait venir des divisions inférieures, le jeune <strong>Adam d&#8217;Arcy</strong> évoluant à Manly s&#8217;est vu offrir un contrat d&#8217;un an avec la province du New South Wales. L&#8217;ouvreur à inscrit plus de 250 points cette saison ce qui constitue un record dans la compétition. Du côté du Queensland, les principaux succès ont été de conserver <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368856745661067714" target="_blank">Digby Ioane</a>, <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368845032031774706" target="_blank">James Horwill</a> et <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368856686479902210" target="_blank">Quade Cooper</a>, ce dernier devant toutefois soigner son comportement entaché par de nombreux incidents en état d&#8217;ébriété. Malheureusement les recrutements n&#8217;ont pas été à la hauteur des départs et les Reds devraient avoir beaucoup de mal à s&#8217;éloigner de la dernière place. La seule recrue est le 3e ligne <strong>Lei Tomiki</strong> en provenance de &#8230; Carcassonne après être passé par Narbonne puis Castres. Du côté de Perth, les départs de Matt Giteau et Drew Mitchell vont laisser des traces. Mais le gros coup du mercato est d&#8217;avoir conservé le jeune <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368856776559476914" target="_blank">James O&#8217;Connor</a>, véritable révélation de la saison sur l&#8217;île continent. L&#8217;expérimenté Sud-Africain <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAfriqueDuSud#5368401000841827186" target="_blank">André Prétorius</a> a été recruté pour remplacer Giteau alors que <a href="http://picasaweb.google.fr/sudrugby.wordpress/JoueursAustralie#5368845014609862482" target="_blank">Matt Dunning</a>, vraisemblablement en meilleure forme, quitte le NSW pour l&#8217;ouest Australien en espérant se relancer et retrouver une place internationale.</p>
<p style="text-align:justify;">Le marché n’est cependant pas encore terminé, et quelques autres mouvements sont à prévoir avant l’annonce officielle des groupes en lice pour la compétition.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carter enfonce l'Australie]]></title>
<link>http://sudrugby.wordpress.com/2009/08/24/carter-enfonce-laustralie/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 14:43:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>adribollos</dc:creator>
<guid>http://sudrugby.wordpress.com/2009/08/24/carter-enfonce-laustralie/</guid>
<description><![CDATA[La Nouvelle Zélande s&#8217;est rassurée ce samedi au Stadium Australia de Sydney en s&#8217;imposan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">La Nouvelle Zélande s&#8217;est rassurée ce samedi au Stadium Australia de Sydney en s&#8217;imposant face à l&#8217;Australie sur le score de 19 à 18. Le score ainsi que le scénario de la victoire, obtenue à la dernière minute grâce à une pénalité de Dan Carter, est plutôt injuste pour des All Blacks qui commencent à retrouver leur jeu et qui ont outrageusement dominé de pâles Wallabies. Comme face aux Springboks, les Australiens ont pourtant pris le meilleur départ grâce au pied de Matt Giteau punissant les fautes kiwis. Cependant l&#8217;orgueil et le courage semblent t&#8217;il retrouvés des joueurs de Graham Henry qui n&#8217;ont rien lâché et ont réussi à s&#8217;imposer physiquement pour retourner le score à leur avantage.</p>
<p><strong>La renaissance des All Blacks<br />
</strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 238px"><img title="maanonu" src="http://farm4.static.flickr.com/3254/2994201715_277df532f2.jpg" alt="Maa Nonu" width="228" height="358" /><p class="wp-caption-text">Ma&#39;a Nonu</p></div>
<p style="text-align:justify;">Malgré ce succès, les Néo Zélandais ne souhaitent pas crier victoire trop tôt. En effet les Australiens semblent plutôt faiblards ces derniers temps et les hommes d&#8217;Henry ont mis quelques minutes à sortir la tête de l&#8217;eau. Deux hommes sont à l&#8217;origine de ce changement d&#8217;état d&#8217;esprit. Premièrement Richie McCaw qui semble avoir retrouvé un rang proche de son niveau d’excellence, puis Dan Carter, de retour avec le maillot floqué numéro 10, qui même de retour de blessure vaut deux Stephen Donald. L’ouvreur kiwi a bonifié les lignes arrières, permettant même à Jimi Cowan d’élever son niveau et de montrer de belles choses. Sivivatu semble également avoir retrouver le niveau qui était le sien lors de l’excellent parcours des Chiefs en Super 14, étant à l’origine de l’essai d’un Ma’a Nonu vexé de s’être retrouvé sur le banc. Après son retrait exceptionnel de l’équipe titulaire la semaine dernière, Rodney So’oialo devrait se voir relancé par le staff kiwi, McCaw ayant semblé orphelin de ses compères en troisième ligne. L’absence de Jerry Collins, toujours sous contrat en Europe, se fait également ressentir. Mais le révélateur du retour en forme des All Blacks est surtout l’excellente tenue de leur mêlée où Owen Franks a marqué des points, mais également les bonnes performances d’un alignement ridiculisé par les Boks de Matfield et Botha à deux reprises. Brad Thorn a ainsi avoué être « cuit » physiquement à la fin de la rencontre après les combats menés dans ces deux secteurs. Ils ont désormais trois semaines pour récupérer et peaufiner les réglages avant d’affronter les hommes de Peter De Villiers.</p>
<p><strong>Giteau est-il un 10 ?<br />
</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img title="mattgiteau" src="http://www.theage.com.au/ffximage/2004/11/21/giteau__2211_ent-lead__200x168.jpg" alt="Matt Giteau" width="200" height="168" /><p class="wp-caption-text">Matt Giteau</p></div>
<p style="text-align:justify;">C’est la question que l’on peut se poser après ses récentes performances sous le maillot jaune et vert Australien. Giteau est un grand joueur c’est certain, mais ne serait-il pas plus efficace à son poste de prédilection, le 12 ? Un peu comme un Laporte ou un Lièvremont persuadés que Damien Traille est un 10, John Connolly puis Robbie Deans ont tous deux souhaité installer le joueur des Brumbies comme successeur de Stephen Larkham. Alors qu’il avait les moyens, via un drop, de reprendre l’avantage au score, Giteau a préféré prendre l’intervalle et viser l’essai avant de se faire intercepter. Une réaction de ¾ centre, peu compatible avec les qualités d’organisateur de jeu que doit avoir un bon ouvreur. Ce n’est pas la première fois que Matt Giteau commet quelques erreur de ce type et ne pas tester des jeunes joueurs pleins de talents comme Quade Cooper et surtout Kurtley Beale pourrait s’avérer être une erreur stratégique d’importance pour le technicien Néo-Zélandais. Globalement l’Australie rajeunie n’a pas offert une prestation désastreuse, mais elle a surtout manqué d’ambition en se contentant d’utiliser le pied de Giteau, et en n’osant pas défier le rideau adverse. La mêlée a une nouvelle fois été chahutée après la sortie d’Al Baxter et Nathan Sharpe a été moins étincelant en touche. Enfin le cas Richard Brown, trop violent voire stupide, coupable d’avoir reçu deux jaunes en deux matchs, devra être vite réglé, surtout en sachant que Phil Waugh et Wyclef Palu sont sur le banc ou en tribune. Les Wallabies ont désormais une semaine pour se trouver des leaders et gagner en maturité avant d’affronter les redoutables Sud-Africains au Subiaco Oval de Perth.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>AUSTRALIE   18 &#8211; 19   NOUVELLE-ZELANDE</strong><br />
Stadium Australia (ANZ Stadium)<br />
<span style="text-decoration:underline;">Essai</span>: Nonu (64e) pour la NZL<br />
<span style="text-decoration:underline;">Transformation</span>: Carter (64e) pour la NZL<br />
<span style="text-decoration:underline;">Pénalités</span>: Giteau (6e, 10e, 34e, 40e, 47e &#38; 67e) pour l&#8217;AUS / Carter (3e, 44e, 58e &#38; 78e) pour la NZL</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Shute Shield, a competição de Tuqiri]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/08/21/shute-shield-a-competicao-de-tuqiri/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 20:21:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
<guid>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/08/21/shute-shield-a-competicao-de-tuqiri/</guid>
<description><![CDATA[A notícia de rugby internacional que mais me chamou a atenção nos últimos dias foi o retorno de Lote]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">A notícia de rugby internacional que mais me chamou a atenção nos últimos dias foi o retorno de Lote Tuqiri aos gramados.</p>
<p>O ex-Wallabie havia sido literalmente demitido pela Australian Rugby Union (a ARU) e banido de disputar partidas profissionais pela seleção australiana e por sua equipe de Super Rugby, o NSW Waratahs. O motivo para tal tinha sido um embroglio envolvendo a equipe de rugby league do South Sydney Rabbitohs, que pretendia contratá-lo. Tuqiri não foi para os Rabbitohs, e agora está de volta aos gramados de rugby union, atuando pelo West Harbour, de Sydney, equipe que disputa o Shute Shield. O que seria o Shute Shield?</p>
<p><!--more--></p>
<p>Trata-se do &#8220;campeonato estadual&#8221; de Nova Gales do Sul, estado australiano onde está localizada Sydney. Coloquei o termo entre aspas porque a competição envolve apenas clubes de Sydney e arredores, sendo que as demais equipes do estado são governadas por uma outra entidade e disputam outras competições. Isto é, a NSWRU, união que organiza o Shute Shield e é representada no Super 14 pelos Waratahs restringe-se apenas à região de Sydney. Ainda assim, podemos considerar o Shute Shield um campeonato estadual. E mais: o mais forte de toda a Austrália.</p>
<p>O rugby australiano é diferente do sul-africano e do neozelandês. A primeira diferença é que o nosso rugby union não é o mais popular no país. Os australianos preferem o rugby league, e torcem fielmente para os clubes profissionais que disputam a National Rugby League, a NRL &#8211; onde joga o South Sydney Rabbitohs, por exemplo. O rugby union, por ter se mantido amador até 1995, perdeu espaço para o rugby league e tinha como atrações apenas a seleção nacional (os Wallabies) e as seleções estaduais, especificamente as seleções de Nova Gales do Sul e de Queensland, estados onde o rugby é forte.</p>
<p>Os clubes de rugby union sempre foram muito numerosos, mas sempre se mantiveram amadores. Em 1996, tudo mudou com a criação do Super 12 e a profissionalização do rugby union australiano. O país passou a ter três equipes profissionais: ACT Brumbies, da capital Canberra (bastião do rugby union), NSW Waratahs, baseado em Sydney, e o Queensland Reds, baseado em Brisbane. No etnanto, o Super 12 (hoje Super 14) continuou sendo a única competição profissional do rugby union australiano.</p>
<p>Esta é a segunda diferença da Austrália para a África do Sul e Nova Zelândia. Os sul-africanos possuem um campeonato doméstico profissional, a Currie Cup, e os neozelandeses o mesmo, com a Air New Zealand Cup. Já os australianos, não. Abaixo do Super 14, os campeonatos de rugby union mais importantes são justamente os estaduais mais fortes: o Shute Shield, de Nova Gales do Sul, e o Queensland Premier Rugby. Como os clubes da NRL (do rugby league) e as &#8220;seleções estaduais&#8221; profissionais do Super 14 dominam as torcidas de rugby, o Shute Shield costuma ser esquecido e permanece fiel ao amadorismo tradicional.</p>
<p>Apesar disso tudo, desde o início do profissionalismo, o rugby union vem tendo substancial crescimento e já se equipara ao rugby league, tendo como prova a popularidade dos Wallabies e a média de público do Super 14, superior à da NRL &#8211; guardadas as diferenças no número de equipes: 4 australianos disputam o Super 14 e 15 jogam pela NRL.</p>
<p>Atualmente 12 clubes disputam o escudo de Sydney:</p>
<p>Eastern Suburbs (com 10 títulos), Eastwood (3 títulos), Gordon (8 títulos), Manly (7 títulos), Northern Suburbs (6 títulos), Parramatta Two Blues (3 títulos), Penrith (nenhum título), Randwick (28 títulos), Southern Districts (1 título), Sydney University (21 títulos), Warringah (1 título) e West Harbour (2 títulos).</p>
<p>O atual campeão é Sydney University que, junto do Randwick, verdadeira potência da cidade, vem dominando o torneio.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://s215192333.onlinehome.us/uploaded/39/1185593248.png" alt="" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atlas do Rugby 11/08/2009: Engenharia Mackenzie e The Stormers]]></title>
<link>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/08/11/atlas-do-rugby-11082009-engenharia-mackenzie-e-the-stormers/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 03:46:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>francezzz</dc:creator>
<guid>http://blogdorugby.wordpress.com/2009/08/11/atlas-do-rugby-11082009-engenharia-mackenzie-e-the-stormers/</guid>
<description><![CDATA[O segundo artigo do Atlas do Rugby traz 4 equipes: a equipe brasileira, representado pela Engenharia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O segundo artigo do Atlas do Rugby traz 4 equipes: a equipe brasileira, representado pela Engenharia Mackenzie, e 3 equipes sul-africanas: o The Stormers, do Super 14, e as equipes da Currie Cup por ele representadas: o Western Province e o Boland Cavaliers.</p>
<p>obs.: a culpa pelo envio tardio do post é minha (HP) que fiquei de fazer a parte referente ao Mackenzie, equipe que defendi por 6 anos, que acabou atrasando devido obrigações profissionais nessa semana.</p>
<p><!--more--></p>
<p><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2008/09/logoengmack1.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-350" style="border-width:0;margin:0;" title="logoengmack1" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2008/09/logoengmack1.jpg?w=85" alt="logoengmack1" width="85" height="96" /></a></p>
<p>Nome: Engenharia Mackenzie</p>
<p>Cidade/UF: São Paulo/SP</p>
<p>Local dos treinos: Praça do Obelisco, Parque do Ibirapuera, São Paulo</p>
<p>Origem: Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie (Civil, Elétrica, Mecânica, Materiais)</p>
<p>Títulos (registros incompletos e disponíveis somente a partir de 1996, à exceção do torneio de 1981): 2 Campeonatos paulistas universitários(2004 e 2005), 8 Mac Meds (1996 a 2003), 6 Engenharíadas, 1 campeonato paulista segunda divisão (1981), 3 ESALMacks (19998, 2000), 2 Inter Eng (1999, 2000 &#8211; torneio que viria a ser o Engenharíadas).</p>
<p>Site: <a href="http://mackenzie.rugby.esp.br">http://mackenzie.rugby.esp.br</a></p>
<p>A história do Rugby Mackenzie se confunde com a própria história do Rugby brasileiro, sendo uma das equipes mas antigas do país. Junto com a equipe da Medicina USP, time universitário mais antigo, fizeram o primeiro confronto universitário da história (em 1966, vitória da Med por 9 a 3), durante o torneio mais tradicional nesse meio, a Mac Med. A teoria mais aceita é de que o time surgiu por volta do começo dos anos 60. No livro de Tomás Mazzoni, “História do Futebol no Brasil” no entanto, (Edições Leia, 1950) existem evidências que o esporte era jogado no Mackenzie desde 1896, mas nesse tempo não havia faculdade ainda.</p>
<p>Pela equipe passaram personagens notórios do Rugby nacional, como Marcelo Murua (árbitro), João Nogueira (diretor do Rugby feminino) e Aluisio Dutra (presidente da ABR), Putim (jogador do São José, teve curta passagem em 2006), entre tantos outros que tiveram destaque em sua carreira de jogadores. O time da engenharia veste as cores da sua atlética, a A.A.A. Horácio Lane, azul e vermelha, e carrega no peito o seu mascote, o Popeye.</p>
<p>Composta principalmente por jogadores que jogavam o esporte em clubes tradicionais como SPAC, Rio Branco e Bandeirantes, o Mackenzie sempre conquistou muitos títulos e sempre foi um adversário respeitado, com destaque para os forwards, sempre muito pesados e fortes. Até o começo desse século alguns jogadores de outros cursos que não possuiam Rugby, encontravam no time da engenharia, um local para praticar o seu esporte, como Zinho e Dogo (Economia Mackenzie/Bandeirantes), João (Desenho Industrial/SPAC) e Gabriel Drummond(Ed. Física/Rio Branco).</p>
<p>A partir de 2003, com a expansão do Rugby universitário no estado, a equipe começou a sofrer com o curto período de treinamentos, sofrendo derrotas para as boas equipes da FAAP, Direito Mackenzie, Poli USP e Uni Sant&#8217;Anna. A virada ocorreu no ano segguinte, com a intensificação dos trienamentos que resultaram na conquista do título paulista de 2004, mantendo a série invicta por quase 1 ano, quebrada somente pela UNIP na final do campeonato seguinte.</p>
<p>Em 2005, a equipes sagrou-se campeã novamente, sobre a UNIP em jogo disputado no Constâncio Vaz Guimarães. Nessa época, muitos jogadores, entre eles HP (Daniel Venturole), Matheus (Carlos Felipe), Mauá (Bruno Fedeli), Huguinho (João Zambrana), Schwarz (Rogério Karltenbarcher), Orelha (Rogério de Mari), Jaqueta (Lucas Andrade), Obelix (Daniel de Oliveira) e Monstro (Danilo), disputaram campeonatos (em especial o Super <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> também pela equipe do pub O&#8217;Malleys, que patrocinava o time desde a época em que se chamava Finnegan&#8217;s (filial do original).</p>
<p>Esse foi o último título realmente expressivo para a equipe, que passou por um grande desmanche (muitos jogadores migraram para outras faculdades, como Gabriel, Medusa (Alexandre Zandoná), Júlio e He Man (Marcos Prado) &#8211; UNIP, Matheus e Chuck (Fernando) &#8211; UniSant&#8217;Anna, Tadeu (Marsal Tadeu) &#8211; FMU, Girino (Pedro Avelino) &#8211; PUC Rio, outros que se formaram &#8211; Huguinho, Ruffus (Fábio Guariglia), Thiago e Bié (Gabriel Silberschmidt) e a equipe por pouco não acabou, mas lutava para encontrar 15 jogadores, chegando a perder de WO para o combinado Puma (Direito PUC e Direito Mackenzie), no episódio que é provavelmente a maior vergonha da história da equipe. </p>
<p>A partir de 2008, com especial crédito para Sujo (Thiago Imparato), jogador desde 1999, a equipe voltou a se reerguer, conseguindo muitos alunos interessados em participar da equipe e com raça de sobra para levar o legado de vitórias da equipe adiante. O grande trabalho foi recompensado recentemente com o título da segunda divisão universitária em São Paulo em 2009, que pode colocar a equipe entre os grandes do estado novamente no próximo semestre.</p>
<p><strong>OBS.: como podem ver, muito da história da equipe corre o risco de se perder para sempre, então peço a todos que conheçam alguém que jogou pelo Mackenzie, que contribua, seja mencionando títulos conquistados, enviando fotos (de jogadores e de uniformes), relacionando jogadores de sua época, e contandoa história passada da equipe. Envie qualquer informação para </strong><a href="mailto:blogdorugby@gmail.com"><strong>blogdorugby@gmail.com</strong></a><strong>.</strong></p>
<p><a href="http://www.thestormers.com/"></a></p>
<p><strong><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/stormers-rugby-logo.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2039" style="border-width:0;margin:0;" title="stormers rugby logo" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/stormers-rugby-logo.jpg?w=128" alt="stormers rugby logo" width="128" height="73" /></a></strong></p>
<p>Nome: The Stormers (Western Province e Boland Cavaliers)</p>
<p>Cidade/País: Cidade do Cabo, África do Sul</p>
<p>Estádio: Newlands Stadium (capacidade: 50.900)</p>
<p>Títulos de Super Rugby: nenhum</p>
<p>Equipes da Currie Cup: Western Province (Cidade do Cabo) e Boland Cavaliers (Wellington)</p>
<p>Títulos de Currie Cup: 32 do Western Province</p>
<p>Sites: <a href="http://www.thestormers.com/">www.thestormers.com</a></p>
<p>Em 1996, com a criação do Super 12, os sul-africanos entraram na competição com 4 equipes, utilizando-se do campeonato nacional como critério classificatório. Sendo assim, o sistema de franquias ainda não vigorava na África do Sul (só seria instituído para a temporada de 1998). Em 1996, o Western Province participou do torneio. Todavia, em 1997, não houve representantes da região do Cabo no Super 12.</p>
<p>Com a instituição das franquias, em 1998, o Western Stormers passou a ser um dos representantes anuais da África do Sul no certame. Os Stormers passaram a respresentar 3 equipes da Currie Cup: Western Province (da Cidade do Cabo), Boland Cavaliers (de Wellington, cidade da famosa região vinícola do Cabo) e o South West Districts Eagles (de George, cidade costeira do sul da província do Cabo). Contudo, os Eagles deixaram a franquia em 2006. Decerto é a equipe do Western Province a dominante dentro da franquia &#8211; com a Cidade do Cabo servindo de casa para a agremiação – tendo, acrescente-se, sido 32 vezes campeã sul-africana (a maior campeã da Currie Cup).</p>
<p>Em contrapartida, no Super 14 os Stormers ainda não vingaram. Os melhores resultados do time do Cabo foram duas semi-finais, em 1999 e em 2004. A despeito de terem por anos dominado o rugby doméstico, os Stormers sequer são os mais fortes do país no Super 12/14, uma vez que são os Blues e os Sharks que têm os resultados mais expressivos.</p>
<p>A identificação dos Stormers com o Western Province é hoje uma questão importante. A equipe que antes usava uniforme preto, a partir de 2007 passou a usar o azul, mesma cor do WP. Devido ao patrocinador, a franquia é chamada de Vodacom Stormers.</p>
<p>Os grandes jogadores do elenco atual são Schalk Burger, um dos melhores asas do mundo, e Enrico Januaire, ambos dos Springboks. Outros internacionais passaram pelo time das tormentas, entre eles De Wet Barry, Bobby Skinstad, Gaffie Du Toit, Joe van Niekerk e Breyton Paulse.</p>
<p><strong><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/western-province.jpg"><img style="border-width:0;margin:0;" title="western province" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/western-province.jpg?w=96" alt="western province" width="96" height="96" /></a></strong></p>
<p>Nome: Western Province Rugby</p>
<p>Cidade/País: Cidade do Cabo/África do Sul</p>
<p>Títulos: 32 Currie Cup</p>
<p>Estádio: Newlands Stadium (capacidade: 50.900)</p>
<p>Site: <a href="http://www.wprugby.com/">www.wprugby.com</a></p>
<p>Fundada em 1883, a Western Rugby Union – que depois recebeu o acréscimo no nome tornando-se a Western Province – foi o primeiro lugar na África do Sul a praticar o rugby. Foi a partir da Cidade do Cabo que o rugby se difundiu pela África do Sul.</p>
<p>Logo da constituição da Currie Cup, em 1889, a equipe passou a dominar o cenário nacional, alimentada por brilhantes jogadores provenientes da Cidade do Cabo, arredores e, sobretudo, da Stellenbosch Univerisity e da Cape Town University. Sem dúvida, o maior nome da história de Western Province foi Danie Craven, tido por muitos como o maior nome da história dos Springboks, não só como jogador (na década de 30), mas sobretudo como técnico (nas décadas de 40 e 50) e dirigente (até 1993). No total, ao longo de sua história, a Western Province produziu mais de 200 Springboks, sendo mais de 60 saídos da universidade de Stellenbosch.</p>
<p>Após dominar o rugby nacional até os anos 30, o WP viu a ascensão de seu grande rival, o Northern Transvaal (hoje Blue Bulls), de Pretória, contra os quais até hoje disputam o mais acirrado clássico sul-africano. Os “camisas listradas” – alusão ao tradicional uniforme listrado na horizontal em azul e branco &#8211; voltaram a dominar a Currie Cup nos anos 80, até começar a declinar lentamente. Com o fim do Apartheid na década de 90, muitas das equipes da Currie Cup tiveram que mudar seus nomes (como o Northern Transvaal), sendo que o único a manter o nome original foi o Western Province. Seu último título nacional foi em 2001, o 32º, o que faz dos homens do Cabo os mais vitoriosos do país.</p>
<p><strong><a href="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/boland-cavaliers.jpg"><img title="Boland Cavaliers" src="http://blogdorugby.wordpress.com/files/2009/08/boland-cavaliers.jpg?w=96" alt="Boland Cavaliers" width="96" height="96" /></a></strong></p>
<p><strong>Boland Cavaliers</strong></p>
<p>Estádio: Boland Rugby Stadium (capacidade 3.500)</p>
<p>Site: <a href="http://www.bolandrugby.com/">www.bolandrugby.com</a></p>
<p>Boland é, em linhas gerais, o interior da Província do Cabo, região agrícola famosa por seus vinhedos, pelo clima mediterrânico e por ser a terra da famosa universidade de Stellenbosch, a “Universidade do Rugby” sul-africano. No entanto, o Stellenbosch se tornou o grande celeiro do Western Province, e não de Boland, cuja união independente foi fundada apenas em 1939. Mesmo assim, à sombra de Western Province, a tradição que a região tem com a bola oval vem lhes garantindo equipes de qualidade suficiente para permanecer na elite do rugby sul-africano.</p>
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