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	<title>surrealidades &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/surrealidades/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "surrealidades"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 13:52:18 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O vestido da Geisy, o apag&atilde;o e a conspira&ccedil;&atilde;o dos virais]]></title>
<link>http://leonardoweslei.wordpress.com/2009/11/11/o-vestido-da-geisy-o-apago-e-a-conspirao-dos-virais/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:15:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonardoweslei</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vivemos em uma época onde quase tudo que acontece pode ser resultado de alguma ação para uma marca. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.ahtrine.com.br/wp-content/uploads/2009/11/geisyjo.jpg"><img title="geisyjo" src="http://www.ahtrine.com.br/wp-content/uploads/2009/11/geisyjo-150x150.jpg" alt="geisyjo 150x150 O vestido da Geisy, o apagão e a conspiração dos virais" width="150" height="150"></a>Vivemos em uma época onde <span style="text-decoration:line-through;">quase </span>tudo que acontece pode ser resultado de alguma ação para uma marca. Logo, fica fácil imaginar quais marcas estariam envolvidas em 2 acontecimentos recentes: O vestido da estudante Geisy da Uniban, apagão ou ainda os dois como vocês podem verificar abaixo.</p>
<p><a href="http://www.ahtrine.com.br/wp-content/uploads/2009/11/apagao.jpg"><img title="apagao" src="http://www.ahtrine.com.br/wp-content/uploads/2009/11/apagao.jpg" alt="apagao O vestido da Geisy, o apagão e a conspiração dos virais" width="500" height="297"></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">No caso da Uniban, as clientes poderiam ser facilmente a Planet Girls ou a C&#38;A.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o apagão, além das citadas na imagem, surgiu ainda o comentário que poderia ser algo relacionado a um estagiário de Furnas que foi fazer um Hot Pocket.</p>
<p style="text-align:justify;">E vocês prezados consumidores e formadores de opinião, quais outras marcas poderiam estar envolvidas nos dois casos?</p>
</p>
</div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AhTriNe/~4/LiPzVju44eg" height="1" width="1"><br /><font size="8px"><a href="http://feedproxy.google.com/~r/AhTriNe/~3/LiPzVju44eg/">via Ah! Tri Né!</a></font> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&ldquo;Voc&ecirc; &eacute; o CSS do meu HTML&rdquo;]]></title>
<link>http://leonardoweslei.wordpress.com/2009/11/06/voc-o-css-do-meu-html/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:26:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonardoweslei</dc:creator>
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<description><![CDATA[Todo geek ou webdesigner que se preze já deve ter mandado esse xaveco né? Via EuQueru via Ah! Tri Né]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.ahtrine.com.br/wp-content/uploads/2009/11/csstohtml.jpg" alt="&#34;Você é o CSS do meu HTML&#34;" width="450" height="600" title="csstohtml Você é o CSS do meu HTML"></p>
<p>Todo <em>geek</em> ou <em>webdesigner</em> que se preze já deve ter mandado esse xaveco né?</p>
<p> <img src="http://www.ahtrine.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif" alt=":D" title="icon biggrin Você é o CSS do meu HTML"> </p>
<p>Via <a href="http://euqueru.net/camiseta-voce-e-o-css-do-meu-html"><span style="color:#ff6600;">EuQueru</span></a></p>
</div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AhTriNe/~4/4F5Y3Ndup1Y" height="1" width="1"><br /><font size="8px"><a href="http://feedproxy.google.com/~r/AhTriNe/~3/4F5Y3Ndup1Y/">via Ah! Tri Né!</a></font> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Es nada, Es todo.]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/11/01/es-nada-es-todo/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:24:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/11/01/es-nada-es-todo/</guid>
<description><![CDATA[Ese rostro indefinido que se evapora entre rasgos faciales equivocados. Una esencia que se diluye en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ese rostro indefinido que se evapora entre rasgos faciales equivocados.<br />
Una esencia que se diluye entre mis sueños mas difusos,<br />
Sin nombre.</p>
<p>No tengo una foto para recordarle, por que no existió antes,<br />
O tal vez existió siempre, constante,<br />
Transparente, poco sólido, largo como un largo viaje?</p>
<p>Recurrente idea, necesidad que al alma le gusta saborearse entre líneas,<br />
Dolor intenso,<br />
Esperanza filtrándose suave por las pestañas y anhela calladamente<br />
Se cubre con hojas, partituras y ensayos fallidos en la lista de Karmas pagados.</p>
<p>Sabe a lo mismo que un postre, sin siquiera haberlo probado<br />
Ganas de sol, bajo un cielo nublado, cerrado, como todos los brazos que antes se cerraron y me dejaron afuera.</p>
<p>Incendio nocturno, llama que danza, habla, quema la cera y se apaga,<br />
Pero nunca se va, queda en los ojos en forma de encandilamiento,<br />
en la garganta como un te quiero encerrado,<br />
dolor de cabeza, un mensaje jamás entregado.</p>
<p>No tiene una dirección a donde ir a visitarlo<br />
Pero tiene la edad de mis enredos.</p>
<p>No se cual es el color de su cabello, solo especulaciones,<br />
Mentiras desmentidas.<br />
Sé que huele a parques, a rayos calidos de sol, a tierra<br />
Y suena como pasos, piedritas bajo los zapatos friccionando con la banqueta<br />
A viento que sopla con fuerza entre las hojas de los árboles.</p>
<p>No puedo dejar de pensarlo,<br />
Imaginar su ser sin imagen,<br />
No dejo de extrañarlo sin conocerlo.</p>
<p>Cierro los ojos,<br />
Juego a que existe.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[11 express&otilde;es usadas pelas mulheres&hellip; e seus reais significados]]></title>
<link>http://leonardoweslei.wordpress.com/2009/10/21/11-expresses-usadas-pelas-mulheres-e-seus-reais-significados/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:51:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonardoweslei</dc:creator>
<guid>http://leonardoweslei.wordpress.com/2009/10/21/11-expresses-usadas-pelas-mulheres-e-seus-reais-significados/</guid>
<description><![CDATA[1 &#8211; &ldquo;Certo&rdquo;: Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão qua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://copicola.com/wp-content/uploads/2009/10/expressoes.jpg"><img src="http://copicola.com/wp-content/uploads/2009/10/expressoes.jpg" alt="expressoes" title="expressoes" width="525" height="525"></a></p>
<p>1 &#8211; <strong>&#8220;Certo&#8221;:</strong> Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.<br />
2 &#8211; <strong>&#8220;5 minutos&#8221;:</strong> Se ela está se arrumando significa meia hora. &#8220;5 minutos&#8221; só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.<br />
3 -<strong>&#8220;Nada&#8221;:</strong> Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em &#8220;Nada&#8221; normalmente terminam em &#8220;Certo&#8221;.<br />
4 &#8211; <strong>&#8220;Você que sabe&#8221;:</strong> É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer&#8230; e não diga que também não sabe!<br />
5 &#8211; <strong>Suspiro ALTO:</strong> Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que freqüentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre &#8220;Nada&#8221;.<br />
6 &#8211; <strong>&#8220;Tudo bem&#8221;:</strong> Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. &#8220;Tudo bem&#8221; significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.<br />
7 &#8211; <strong>&#8220;Obrigada&#8221;: </strong>Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga &#8220;por nada&#8221;. (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga &#8220;MUITO obrigada&#8221; &#8211; isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÃO diga &#8220;por nada&#8221;. Isso  apenas provocará o &#8220;Esquece&#8221;).<br />
8 &#8211; &#8220;<strong>Esquece&#8221;: </strong>É uma mulher dizendo &#8220;FODA-SE !!&#8221;<br />
9 &#8211; <strong>&#8220;Deixa pra lá, EU  resolvo&#8221;:</strong> Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando &#8220;o que aconteceu?&#8221;. Para a resposta da mulher, consulte o item 3.<br />
10 -<strong>&#8220;Precisamos conversar!&#8221;:</strong> Fodeu!!!, você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.<br />
11 &#8211; <strong>&#8220;Sabe, eu estive pensando&#8230;&#8221;:</strong> Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse&#8230;</p>
<p><img src="http://copicola.com/?ak_action=api_record_view&#38;id=2703&#38;type=feed" alt=""><br /><a href="http://copicola.com">via Copi Cola</a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Com instalar o Windows 7 em um netbook a partir de um pendrive]]></title>
<link>http://leonardoweslei.wordpress.com/2009/10/21/com-instalar-o-windows-7-em-um-netbook-a-partir-de-um-pendrive/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:50:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonardoweslei</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tutorial ensina driblar a falta de um drive de DVD no computador portátil. Instralação pode levar me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tutorial ensina driblar a falta de um drive de DVD no computador portátil. Instralação pode levar menos de meia hora.<br /><a href="http://pcworld.uol.com.br">via PC WORLD</a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seja mais feliz que]]></title>
<link>http://leonardoweslei.wordpress.com/2009/10/21/seja-mais-feliz-que/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:50:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonardoweslei</dc:creator>
<guid>http://leonardoweslei.wordpress.com/2009/10/21/seja-mais-feliz-que/</guid>
<description><![CDATA[Não deixe que ninguém estrague o seu dia, repita: (Hoje serei mais feliz que um passarinho com uma b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p style="text-align:left;">Não deixe que ninguém estrague o seu dia, repita:</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.ahtrine.com.br/wp-content/uploads/2009/10/todayhappybird1.jpg"><img title="todayhappybird" src="http://www.ahtrine.com.br/wp-content/uploads/2009/10/todayhappybird1.jpg" alt="todayhappybird1 Seja mais feliz que" width="480" height="600"></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">(<em>Hoje serei mais feliz que um passarinho com uma batata frita</em>)</p>
<p style="text-align:left;">Super inspirador não?</p>
</p>
</div>
<p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/AhTriNe/~4/eK3O93YGEIU" height="1" width="1"><br /><a href="http://www.ahtrine.com.br">via Ah! Tri Né!</a> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[飴...]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/10/01/%e9%a3%b4/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 19:45:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/10/01/%e9%a3%b4/</guid>
<description><![CDATA[No estoy triste… La casa huele a otoño Te recuerdo como el sol que va descendiendo y pinta el cielo.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No estoy triste…<br />
La casa huele a otoño<br />
Te recuerdo como el sol que va descendiendo y pinta el cielo.</p>
<p>Extraño ser hojas doradas, jugar contigo.</p>
<p>Las manos se dejan sentir más allá de la memoria,<br />
Inspiración, sonreír cometas<br />
Un amor guardado en el arcón…<br />
Que tal vez debió salir<br />
Hoy me abrazas en mis sueños</p>
<p>Hueles a Brownie,<br />
Sabes a felices charlas<br />
A rosetas, a correr<br />
Más delicioso que mi infancia.</p>
<p>Nunca mas triste…<br />
Tomo el té,<br />
Taza de atardecer<br />
Amor amour</p>
<p>El color del caramelo,<br />
Nunca más un adiós</p>
<p>Y estés donde estés,<br />
Con un grillete en el pie,<br />
Beso en la mejilla que cambia de dirección<br />
Locura, cientos de relatos,<br />
Tu risa extraña que extraño…</p>
<p>Gracias y por favor…</p>
<p>Nunca más estés triste.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aves.]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/09/05/aves/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 02:32:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/09/05/aves/</guid>
<description><![CDATA[Volar los cielos mas amplios es muy cansado en una lluvia de meteoritos. Batir las alas para no caer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Volar los cielos mas amplios es muy cansado en una lluvia de meteoritos.<br />
Batir las alas para no caer, con todas las fuerzas al compás del viento y a veces en contra del tiempo.</p>
<p>Mirar la ciudad con distante melancolía hacia el piso, con cierta esperanza de encontrar algo que defina la especie pero en lugar de eso encontrar, corazones llenos de hollín…<br />
Grises como todo lo demás.</p>
<p>Persiguiendo el poco pan que cae de las bocas de quienes lo desperdician todo, el aire, el amor, el alcohol, las fotografías…<br />
Y mirar a la mano voluntaria y solidaria que da de comer ese pan que recibimos como maná, que alimenta mas allá del estomago.</p>
<p>Soportar en los recovecos obscuros del pensamiento, la lluvia que no cesa de caer después de horas, tener frío…</p>
<p>Mas frío, cada vez más…</p>
<p>Acurrucarse contra la pared, el único ser que haciendo juegos a veces siniestros con las sombras se convierte en un ser vivo que tiene hasta venas que laten y sangran.<br />
Soportar las pedradas de la gente inconciente esperando que no lastimen un órgano elemental y defenderte lo poco o lo mucho que puedas, ir con cuidado, por aquello de los gatos que a veces matan por placer, por hermosos que parezcan y los perros que aun con su nobleza, también tienen colmillos.</p>
<p>Así de fiera es la ciudad…que a veces nos arroja a las manos de un chef que nos quiere cocinar como platillo exótico, adornar nuestro cadáver para deleite de las masas con dinero para adquirirnos como platillo especial.<br />
Así de fría es la ciudad…con sus autos a toda velocidad, que nunca paran, que a veces se estrellan contra nosotros, así de fría es la humanidad, que nos ve tirados y heridos a sus pies y no hace nada.</p>
<p>Y al acecho de el que será quizá el último suspiro, el suave tacto del viento sobre las plumas… los ojos parpadean despacio mientras el ala se rasga, el ave la levanta un poco para observar, relaja su débil cuello en el suelo y ya no intenta levantarse.</p>
<p>Las aves así interpretan la música del sol…cuando ya el sonido de los zapatos en las grandes avenidas no importa demasiado, el azul y el oro besan la mirada, que vista tan mas inolvidable antes del silencio total!.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comptine d´un autre ete.]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/08/21/comptine-d%c2%b4un-autre-ete/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 23:49:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/08/21/comptine-d%c2%b4un-autre-ete/</guid>
<description><![CDATA[Si te puedo soñar el tiempo me basta, me sobra, me alcanza, se estira y circula. Cuando jugábamos a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Si te puedo soñar el tiempo me basta, me sobra, me alcanza, se estira y circula.<br />
Cuando jugábamos a vivir, a pelear, a andar por ahí, cuando pedimos perdón y nos buscamos sin encontrarnos, cuando te fuiste y me fui…<br />
Y regresamos, al verte, las nubes se partieron en dos o en mil y miraron con espectativa</p>
<p>Como antes de todo.</p>
<p>Ninguna voz cuenta nada, ni siquiera la nuestra sujeta de una mirada cómplice , cosas que solo tu y yo sabemos, cosas que sospecha el viento y la llovizna de esa tarde gris al caminar después de la escuela…</p>
<p>Te acuerdas?</p>
<p>Yo recuerdo el alto, tu polo azul marino, el besito en la mejilla y como un agujero se abrió en el cielo apuntando la dirección a donde ibas y contorneó tu silueta, tu despedida con la mano.</p>
<p>Somos inmunes al paso de las horas, a cualquier idea, a la soledad,  la muerte, un par de simples…</p>
<p>Un par que nunca dijo que lo fuera.</p>
<p>Pero esos ojos lo dijeron todo, el mundo es celofán, anillado en la luna, transmutador ínter espacial patentado, música, suspiros, leyendas…cosas sui generis.</p>
<p>La gloria de los encuentros curiosos como antes de todo.</p>
<p>Si te puedo soñar, imaginarte y comerme al mundo de un bocado, contigo me basta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PSSST PSSSST!!!!]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/08/12/pssst-psssst/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 19:45:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/08/12/pssst-psssst/</guid>
<description><![CDATA[Piensa en aquello que más desea tu corazón… Piensa bien…piénsalo a detalle, minuciosamente. Formula ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Piensa en aquello que más desea tu corazón…<br />
Piensa bien…piénsalo a detalle, minuciosamente.</p>
<p>Formula un deseo como si fuese un contrato…específica todo, hasta las letras mas pequeñas.<br />
Lánzalo al infinito, dalo por hecho, agradece que te divertiste creándolo y no dejes de pensar en el, de actuar en el, de ser ese deseo en si.</p>
<p>Ahora hazme un favor: Cuando suceda algo curioso, escríbeme un coment, podrías compartirlo conmigo?&#8230;Me gusta saber de gente que sonríe y la razón que provoca esa sonrisa, me encanta saber de gente que se sorprende por que quiere decir que aun están pasando cosas nuevas.</p>
<p>Es un bonito regalo la creación colectiva, no lo crees?.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Episódios da vida surreal... ]]></title>
<link>http://acrisalves.wordpress.com/2009/07/27/episodios-da-vida-surreal/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 12:00:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristina Alves</dc:creator>
<guid>http://acrisalves.wordpress.com/2009/07/27/episodios-da-vida-surreal/</guid>
<description><![CDATA[Num primeiro quadro silencioso, uma cama. Nela uma velhota vegetativa a quem são mudadas as fraldas.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Num primeiro quadro silencioso, uma cama. Nela uma velhota vegetativa a quem são mudadas as fraldas. Ao lado, um velhote.</p>
<p>Num segundo, o velhote come. À mesa está também a jovem que antes cuidava da idosa.</p>
<p>Terceiro. O quarto está vazio. Na cozinha, um velhote relaxa em cuecas, enquanto a jovem em lingerie lhe fotografa as zonas púbicas.</p>
<p>______________________________________</p>
<p>Para não dar azo a interpretações estranhas, cada quadro representa uma visualização diferente da mesma janela, distando algumas semanas umas das outras. A janela é a de uma casa abaixo do nível do chão. Os acontecimentos, esses, são reais. Ou surreais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vibra, Música y Azul]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/05/26/vibra-musica-y-azul/</link>
<pubDate>Tue, 26 May 2009 05:54:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/05/26/vibra-musica-y-azul/</guid>
<description><![CDATA[Las cuerdas, tensas, una a una en una guitarra secreta. Al pisar la cuerda, al hacerla sonar, un hil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Las cuerdas, tensas, una a una en una guitarra secreta.<br />
Al pisar la cuerda, al hacerla sonar, un hilo de cristal se pinta, allá, en el fondo de esas cosas que difícilmente se pueden entender.</p>
<p>Pisa una cuerda, me devuelve un color, es una invitación al parque de juegos, fuera de la realidad, donde no nos alcanza lo demás…<br />
Mis pies recorren el pasto sin zapatos, fresco, esponjado, una que otra piedrita de cuarzo de color y de frente, al mismo lugar, alguien quitándose los zapatos, intentando pisar en tierra nueva y pura.</p>
<p>Cada vez somos más los que no somos grises en el planeta azul.</p>
<p>Y en cada vibración musical, se escapa un color que golpea el espejo, que penetra en las sombras y las inyecta de luz.<br />
Son códigos, saludos y deseos de buena suerte.</p>
<p>Algo nos regresa en aparente silencio, una bocanada de espíritu, un momento en el espacio propicio para jugar…</p>
<p>Aun somos niños, aun deseamos correr por ahí sin preocupación, jugando a ser lo que sea con los animales del bosque, platicar de los granos de sal que se escapan al cielo mientras vibran las constelaciones y reímos sin parar, entendiendo las leyes de la armonía entre canción y canción, a la par de las cuerdas que animan todos los tiempos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Espacio azul.]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/05/19/espacio-azul/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 06:23:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/05/19/espacio-azul/</guid>
<description><![CDATA[Pies sobre el espacio azul, dividido en mosaico de cristal. Rodeada de estalagmitas de hielo, perten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pies sobre el espacio azul, dividido en mosaico de cristal. Rodeada de estalagmitas de hielo, perteneciendo al frío del cobalto, con el santo grial congelado en el tiempo, cual espada en la piedra. Una luz sale de un lugar inesperado, de un agujero en el piso, de una posibilidad remota… Emerge, levita.  Permanezco en criogenia, observando a mi alrededor, descansando de el caos en mi burbuja espacial, con la ultima semilla entre las manos…  Abrazada por un eco de ámbar Por la dulzura del regalo inesperado que viene de algún incauto, Un bonita fotografía robada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feliz coincidencia.]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/05/05/feliz-coincidencia/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 19:42:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
<guid>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/05/05/feliz-coincidencia/</guid>
<description><![CDATA[Esta es una historia de amor, tienen la primera llamada para retirar su vista de este escrito, ya qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esta es una historia de amor, tienen la primera llamada para retirar su vista de este escrito, ya que las cursilerías en siglo XXI son inusuales y hasta de poca monta.<br />
Entre mas rudos seamos, mas cool nos veremos y cuando la gente piense que somos cool, nunca mas estaremos solos, por eso, leer cosas relacionadas con el amor nos quita la posibilidad de ser rudos, cools y por ende, tener compañía y nunca caer en ese profundo agujero que es la soledad.</p>
<p>Bien…has decidido seguir leyendo.</p>
<p>Una vez, flotaba por el espacio un ente adorable cuyo cuerpo no era mas que muchos pensamientos condensados para formar cierta imagen como holograma que mostrarle al mundo.<br />
Siempre escapaba por que no le parecía agradable la sociedad mundial, con todas sus estupideces y sus ropas nuevas imposibles de conseguir, por eso prefería estar flotando desnudo por el espacio exterior.<br />
Era una soledad completa excepto por la única razón de que esa desnudez lo invadía todo.<br />
Leía desnudo, reía desnudo, lloraba y dormía de la misma manera, también comía desnudo, todo eso flotando retirado de la atmósfera de la tierra ya que un mal movimiento podía hacer que se quemara el trasero.</p>
<p>Mas allá en la tierra, había…una de tantas.<br />
No tenía nada en particular, nada distintivo y si estaba en una multitud nadie la encontraría.<br />
Hacia siempre lo mismo con ciertas particularidades.<br />
Los hot cakes los hacia en forma de triangulo, le gustaba acomodar las cosas de maneras curiosas.<br />
Una vez fue a una tienda y acomodó al osito de las galletas sosteniendo dos barras e inclinado con el letrero, como invitando a la gente a comerlas y a la vez presumiendo su gula, con dos paquetes de galletas.<br />
Conocía a gente muy inusual, parecían dioses del panteón japonés, tan distintos que parecían etéreos, todos volando sobre nubes de vapor frío.<br />
A veces cuando miraba por la ventana pensaba que tendría que ser así de diferente para que alguien aceptara la invitación a comer hot cakes triangulares.<br />
No era que se resignara pero también era feliz siendo como era. </p>
<p>Amaba tanto ser  tan típica que temía que nadie la pudiera encontrar alguna vez.</p>
<p>Justo cuando iba a tocar una estrella por la ventana, en el espacio exterior, el desnudista feliz se estiró y  tocó con su pie la misma estrella.</p>
<p>Un salto quántico tele transportador tiró de los dos hacia una dimensión desconocida donde todo es posible pero el enamoramiento químico no, así que es mas probable saber si uno ha encontrado al amor de su vida, fuera de toda apariencia, de toda soberbia y disfraz, con el ingrediente mas importante en este tipo de encuentros…</p>
<p>La feliz coincidencia.</p>
<p>Al principio nuestra mademoiselle se sintió un poco extraña, no era algo muy cómodo estar frente a un hombre desnudo que además no conocía.<br />
El advirtió la cara de terror de ella pero la entendía, en la tierra la gente (por desgracia) no acostumbraba andar desnuda. Pero algo muy bello en ese hombre es que sus ojos no tenían sobre ellos la venda del morbo, que es un pensamiento repetitivo y gangrenado que proporciona cierto placer.<br />
El solo experimentaba la libertad de no tener pantalones puestos, ni camisa, de ahí en fuera era el mismo, con las mujeres pasaba solo un poco diferente, el cuerpo de una mujer le parecía sumamente hermoso pero no tenía ese pensamiento repetitivo sobre el…a veces tan solo quería abrazar a una para sentirse acompañado.</p>
<p>Ella, una vez que se recobró de su asombro lo vio como era…alguien cómodo, relajado y dispuesto a saludar al universo.<br />
Así que caminó hacia a el y lo saludó, la desnudes  no importaba.</p>
<p>Así caminaron por horas en la dimensión donde todo era posible, incluso tocar los bloques de tiempo y acomodarlos como uno quisiera.<br />
Ellos dos escogieron tirar uno a uno lentamente, para que el tiempo no pasara y seguir explorando, ya que cuando uno deja de tener curiosidad por algo, ese algo deja de importar y después de existir.</p>
<p>Como ellos se encontraban en un lugar agradable, simplemente escogieron no dejarlo.<br />
Era fácil disfrutar la existencia de alguien cuando no se tienen prejuicios de el y se acepta tal y como es.</p>
<p>Ella contaba sus historias acerca de los hot cakes triangulares y los acomodos graciosos de las cosas, a el le rugía el estomago y proponía nuevas formas de acomodar las cosas, tomó un poco de polvo de estrellas plateado con azul (que olía a hot cakes) y leche de la vía Láctea para preparar la mezcla, formó un triangulo y lo puso sobre una supernova para que se cocinara.</p>
<p>Quedó esponjosito sin necesidad de mantequilla.<br />
La creatividad toma matices insospechados cuando uno sabe lo que quiere hacer.</p>
<p>El triangulito era agradable, el sonrió al verlo y se lo comió, asi su estomago dejó de rugir.</p>
<p>Una cosa lleva a otra, primero el hot cake y luego la sensación de disfrute, de no tener que ser nada que no eres, de sentirte libre de reír con todas tus ganas y compartirlo con alguien que lo recibe con gusto…</p>
<p>Con alguien que al verte desnudo no te juzga y te mira mas allá de tus partes intimas, un sol, la platica, el remolino multidimencional, tocar una estrella, saber que no estabas tan errado, pasar el tiempo….no ver jamás el reloj, tirar lento las piezas de tiempo para que no pueda pasar rápido.<br />
Ver a los ojos a esa persona y por qué no?, regalarse un beso en honor a la coincidencia y después de eso, sentirte contento.</p>
<p>Aun siguen ahí, sentados en la montaña tornasol de la dimensión del todo posible, disfrutando de la existencia permanentemente por que el tiempo se ha convertido en un factor no importante, cuando uno besa a alguien agradable y dulce el tiempo termina siendo suprimido, eso hasta Einstein lo sabía.</p>
<p>No hay nada mas romántico que coincidir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El cuervo]]></title>
<link>http://roskillamagica.wordpress.com/2009/05/04/el-cuervo/</link>
<pubDate>Mon, 04 May 2009 06:33:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>carminescarlatta</dc:creator>
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<description><![CDATA[Inmortal, elocuente, observador, amigo y traidor. Sublime, carroñero, apestoso, negro, brillante, mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Inmortal, elocuente, observador, amigo y traidor.<br />
Sublime, carroñero, apestoso, negro, brillante, molesto, cantor, rapaz, apacible, destructor, cretino, libre, reafirmante, mágico, completo, repleto, hilarante, suspicaz, ladino, husmeante, discreto, volador, soñador, asesino, saltador, inocente, indecente, amoral, cruel, tierno, panteonero, melancólico, feliz, amante, mordaz, bufón…</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cena surreal da semana]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2008/10/09/cena-surreal-da-semana/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 03:05:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ela devia ter uns 6 anos e chutava a placa com vontade dizendo: eu não gosto de você. Detalhe, a fam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0   21                         MicrosoftInternetExplorer4 &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} --> <!--[endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--></p>
<p style="text-align:justify;">Ela devia ter uns 6 anos e chutava a placa com vontade dizendo: eu não gosto de você. Detalhe, a família estava do lado de fora conversando numa boa, como se nada estivesse acontecendo, e me lembro claramente de ter visto essa placa de vereador pendurada naquela mesma casa um dia antes.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na calada da noite, muito barulho]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2008/09/15/na-calada-da-noite-muito-barulho/</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:59:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Transportes alternativos são a única opção para quem decide voltar realmente tarde para casa e sempr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0   21                         MicrosoftInternetExplorer4 &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} --> <!--[endif]--></p>
<p><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0   21                         MicrosoftInternetExplorer4 &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align:justify;">Transportes alternativos são a única opção para quem decide voltar realmente tarde para casa e sempre são uma aventura à parte, geralmente fechando a noite com algo surreal.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca se espera encontrar alguém religioso, cheio de piercings e tatuagens, bêbado, como foi naquele dia.</p>
<p style="text-align:justify;">- Jesus vai entrar em você. Tudo que temos é material e pouco importa.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então me dê esse boné aí.</p>
<p style="text-align:justify;">- Você quer?</p>
<p style="text-align:justify;">- Quero.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então toma, ele não quer dizer nada. Jesus vai entrar em você não pelo boné, mas pelo coração.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, descobrimos que o boné devia custar uns 50 conto, original cheio das etiquetas. Pelo menos cobria as despesas da noite. Quando ele saiu da topic deu um alívio, ele dava medo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os garçons que saem do trabalho cheios de energia e morrendo de sono sempre nos dão boas risadas. Observo tudo, claro, contendo o riso.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ei, véi, vamo no puteiro &#8211; claramente brincando.</p>
<p style="text-align:justify;">- Bora.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tenho que gastar meu salário com algo pra mim.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas você nem agüenta sentado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Esse trabalho acaba comigo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Olha lá o outro dormindo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ei, véi, acorda, man. A topic vai virar pra esse lado se ele continuar babando desse jeito com a cabeça na janela desse jeito.</p>
<p style="text-align:justify;">- Acorda aí &#8211; dando um tapa no dorminhoco.</p>
<p style="text-align:justify;">- Acorda, véi, já tamo no fim de linha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hã, hein. Já chegamos? &#8211; daí se dá conta que não &#8211; Véi, cuida da sua vida, ainda não ta nem na metade do caminho. Você é meu despertador por acaso? Me deixa em paz!</p>
<p style="text-align:justify;">Todo mundo ri e a viagem continua. Daí entra outra figura na van.</p>
<p style="text-align:justify;">- Essa lei seca é uma merda. Tudo que você tem na vida é um só. Esses caras tomam seu carro e você fica como? A pé. Eles não respeitam a propriedade de ninguém. Porque tudo que você tem na vida é um só &#8211; claramente bêbado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Com certeza.</p>
<p style="text-align:justify;">- É isso aí, véi.</p>
<p style="text-align:justify;">- Televisão, dvd, casa, carro, tudo que você tem é um só. Se você bater ou roubarem já era. Tudo que temos é um só.</p>
<p style="text-align:justify;">- Também acho.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu cochicho:</p>
<p style="text-align:justify;">- Na casa da minha mãe tem 3 tvs e 3 dvds e conheço um monte de gente que tem dois carros e casas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Cala a boca, amor. Não procura confusão com maluco.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas eu não procuro, eles é que me acham.</p>
<p style="text-align:justify;">Me calo, mas tem o silêncio da noite e o barulho das vozes, daí a brisa forte do mar invade tudo. A lua parece estar pegando fogo e a luz distante do farol indica o caminho seguro de casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Transportes alternativos são a única opção para quem decide voltar realmente tarde para casa e sempre são uma aventura à parte, geralmente fechando a noite com algo surreal.</p>
<p style="text-align:justify;">Nunca se espera encontrar alguém religioso, cheio de piercings e tatuagens, bêbado, como foi naquele dia.</p>
<p style="text-align:justify;">- Jesus vai entrar em você. Tudo que temos é material e pouco importa.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então me dê esse boné aí.</p>
<p style="text-align:justify;">- Você quer?</p>
<p style="text-align:justify;">- Quero.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então toma, ele não quer dizer nada. Jesus vai entrar em você não pelo boné, mas pelo coração.</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, descobrimos que o boné devia custar uns 50 conto, original cheio das etiquetas. Pelo menos cobria as despesas da noite. Quando ele saiu da topic deu um alívio, ele dava medo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os garçons que saem do trabalho cheios de energia e morrendo de sono sempre nos dão boas risadas. Observo tudo, claro, contendo o riso.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ei, véi, vamo no puteiro &#8211; claramente brincando.</p>
<p style="text-align:justify;">- Bora.</p>
<p style="text-align:justify;">- Tenho que gastar meu salário com algo pra mim.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas você nem agüenta sentado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Esse trabalho acaba comigo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Olha lá o outro dormindo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ei, véi, acorda, man. A topic vai virar pra esse lado se ele continuar babando desse jeito com a cabeça na janela desse jeito.</p>
<p style="text-align:justify;">- Acorda aí &#8211; dando um tapa no dorminhoco.</p>
<p style="text-align:justify;">- Acorda, véi, já tamo no fim de linha.</p>
<p style="text-align:justify;">- Hã, hein. Já chegamos? &#8211; daí se dá conta que não &#8211; Véi, cuida da sua vida, ainda não ta nem na metade do caminho. Você é meu despertador por acaso? Me deixa em paz!</p>
<p style="text-align:justify;">Todo mundo ri e a viagem continua. Daí entra outra figura na van.</p>
<p style="text-align:justify;">- Essa lei seca é uma merda. Tudo que você tem na vida é um só. Esses caras tomam seu carro e você fica como? A pé. Eles não respeitam a propriedade de ninguém. Porque tudo que você tem na vida é um só &#8211; claramente bêbado.</p>
<p style="text-align:justify;">- Com certeza.</p>
<p style="text-align:justify;">- É isso aí, véi.</p>
<p style="text-align:justify;">- Televisão, dvd, casa, carro, tudo que você tem é um só. Se você bater ou roubarem já era. Tudo que temos é um só.</p>
<p style="text-align:justify;">- Também acho.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu cochicho:</p>
<p style="text-align:justify;">- Na casa da minha mãe tem 3 tvs e 3 dvds e conheço um monte de gente que tem dois carros e casas.</p>
<p style="text-align:justify;">- Cala a boca, amor. Não procura confusão com maluco.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas eu não procuro, eles é que me acham.</p>
<p style="text-align:justify;">Me calo, mas tem o silêncio da noite e o barulho das vozes, daí a brisa forte do mar invade tudo. A lua parece estar pegando fogo e a luz distante do farol indica o caminho seguro de casa.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[17:52 ou oito para as seis]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2008/07/22/1752-ou-oito-para-as-seis/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 23:17:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
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<description><![CDATA[O que eu queria escrever não importa mais agora. Eu quero muita coisa, mas quando escrevi coloquei o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O que eu queria escrever não importa mais agora. Eu quero muita coisa, mas quando escrevi coloquei o verbo no passado por engano&#8230; Agora já foi, no passado também. <em>Ela</em> está aqui me cutucando, dizendo que as palavras não precisam ser tão irremediáveis assim. Desculpa, mas tenho andado com pessoas muito fatalistas ultimamente (observe o tempo verbal). Inevitável, como aquelas certezas absolutas. Então ignoro os gritos <em>dela</em> e mudo completamente a idéia original para uma descrição dum certo eu lírico vaca meio-lobisomem que quer dominar o mundo, mas só sai da acomodação na literatura mesmo. Ta e daí que ninguém vai entender? Alguém manda <em>ela</em> calar a boca que não estou conseguindo me concentrar! Voltemos à vaca-lírica&#8230; Ela ainda quer alguma coisa e sabe o que é: um grampeador que pode virar imã de geladeira ou qualquer coisa em noite de lua cheia, mas nada que a ajude muito a alcançar seu alvo. A vaca sabe de todas as centenas de possibilidades inúteis à sua frente e não desiste de nenhuma delas sem tentar. Engraçado, alguém tinha que vencer o medo né?! <em>Ela</em> ta aqui sussurrando que preferia que outras pessoas fossem assim. Mas pense bem, antes uma vaca com objetivo que nada. Só mais uma perguntinha, ou melhor, algumas: Quantos estômagos tem uma vaca? Quantos minutos duram um dia inteiro? Quem disse que nada é para sempre? Ah! Uma resposta: alguém me disse que é bom ser impulsivo. Mas de acordo com o Neil Gaiman &#8220;as pessoas que crêem no que seus gatos lhes dizem merecem tudo o que conseguem&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crônicas Indianas - Parte I]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2008/02/27/cronicas-indianas-parte-i/</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 21:56:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
<guid>http://escritoexpresso.wordpress.com/2008/02/27/cronicas-indianas-parte-i/</guid>
<description><![CDATA[No tempo de lá longe, quando as pessoas não escolhiam com quem casavam, as crianças não corriam o ri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Century Gothic';">No tempo de lá longe, quando as pessoas não escolhiam com quem casavam, as crianças não corriam o risco de ser atropeladas nas ruas, e amavam a hora de ir para a cama, só porque significava ouvir uma boa história, o cheiro das especiarias embriagava o ar tornando a vida mais suave como a leve neblina que cobria as colinas naquele dia. Nesse tempo-espaço leve entre as montanhas indianas uma jovenzinha aprendeu a observar o céu.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Century Gothic';">A mais nova de cinco irmãs e três irmãos, ela aprendeu cedo o que é dividir, não possuía nada que pudesse ser propriamente chamado de seu. Nem mesmo seu nome, que era extremamente comum e qualquer um poderia atender no seu lugar quando chamada. Mas não era menos feliz por isso, nem pensava por um instante em como seria ser sozinha. Ela entendia que tudo existia mesmo para ser partilhado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Century Gothic';">A pobre menina era rica em raciocínio e em sua simplicidade se bastava. Sabia a simplicidade como uma conseqüência do raciocínio humano, lição que não entendemos assim tão facilmente. Bem, ela tinha o que comer e com o que se vestir, muito belamente por sinal. A pequena enfeitava sua túnica branca com flores púrpuras colhidas no campo, beijos de sol como gostava de chamar. Via nelas a forma da natureza compartilhar sua beleza com os homens e se sentia toda beijada de sol.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span style="font-family:'Century Gothic';">Às vezes um sentimento estranho tomava conta dela, uma sensação de que era estranha ali. O que era muito próprio já que ela era a única de suas irmãs, ou melhor, de toda a cidade que percebia os novos ventos que chegavam e traziam aquele perfume agridoce ao ar. Como o cheiro é composto de partículas depreendidas, aquilo tinha que significar alguma coisa, algo estava por vir&#8230; Ela sentia, todo dia ao observar o céu, junto com as nuvens rosa-alaranjadas do fim da tarde e neblina densa que ultimamente pairava sob as colinas<br />
</span></p>
<p style="text-align:right;margin:0 0 0.0001pt;" align="right">&#160;</p>
<div align="center"><span style="font-family:'Century Gothic';">*******************************</span></div>
<p style="text-align:right;margin:0 0 0.0001pt;" align="right">&#160;</p>
<p style="text-align:right;margin:0 0 0.0001pt;" align="right"><b><span style="font-family:'Century Gothic';color:green;">2. O direito de saltar páginas.</span></b></p>
<p style="text-align:right;margin:0 0 0.0001pt;" align="right">&#160;</p>
<p style="text-align:right;margin:0 0 0.0001pt;" align="right"><i><span style="font-family:'Century Gothic';color:green;">Daniel Pennac </span></i><span style="font-family:'Century Gothic';color:green;">(Os direitos inalienáveis do leitor)</span></p>
<p style="text-align:right;margin:0 0 0.0001pt;" align="right">&#160;</p>
<p style="text-align:right;margin:0 0 0.0001pt;" align="right"><i><span style="font-family:'Century Gothic';color:green;"> </span></i></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Floresta noturna]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2008/01/28/floresta-noturna/</link>
<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 01:54:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
<guid>http://escritoexpresso.wordpress.com/2008/01/28/floresta-noturna/</guid>
<description><![CDATA[Quando a porta se abriu e aquele urso enorme me recebeu com um abraço senti uma pontinha de medo, to]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal"><span style="font-family:'Century Gothic';">Quando a porta se abriu e aquele urso enorme me recebeu com um abraço senti uma pontinha de medo, todo urso guarda dentes afiados apesar do olhar cativante. Ainda bem que sempre tem a mão quente para me dizer: calma, isso é só ficção. Daí uma hamster me veio dizer que era bem vinda e que podia ficar à vontade. Ela me contou a história dela, de como se sentia presa sem o ursão para empurrar sua rodinha de criatividade e sentimento, achei parecida com a fábula do leão e do ratinho, registrei tudo para a posteridade. Esopo está ficando ultrapassado.<br />
O sofá era bom de deitar e, por ser uma cama, dava vontade de falar coisas que só se falam para amigos em festa de pijama. Pipocas se fizeram e no meio daquela neblina chegou a coruja, por si só sábia e necessária, se fazendo presente no canto da janela, observando tudo como quem escreve mentalmente em latim clássico e traduz pro braulês na hora de falar para se fazer entendida, ou não.<br />
Sabe o que sua mãe sempre te disse para fazer antes de falar? A piriquita não fazia nunca. Às vezes parecia canto, às vezes grito de desespero, às vezes risada, e na maioria das vezes compulsão mesmo. Voando de um lado por outro, soltando penas e flashes, fazendo todos na clareira a acompanhar, e, de certa forma, unindo todos, ela exibia-se faltando um pedaço para quem quer que chegasse.<br />
Não era fácil sair de minha cartola segura. Ali tinha dentes, música, mão quente, pipoca, rodas, neblina, poleiro e penas. Vivia me perdendo e me achando por dentro e por fora, em todos os sentidos. Então quando a porta se fechou atrás de mim soube que voltaria algumas outras vezes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#808080"><span style="font-family:'Century Gothic';">p.s.: Agradecimentos especiais para <a href="http://sonhadores.org/carol" title="O dia da noite">Ana C.</a> pelo título.</span></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem eira nem beira...]]></title>
<link>http://estadodelitio.wordpress.com/2007/11/18/sem-eira-nem-beira-2/</link>
<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 18:56:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Patrícia Gomes</dc:creator>
<guid>http://estadodelitio.wordpress.com/2007/11/18/sem-eira-nem-beira-2/</guid>
<description><![CDATA[resgatei um passo dado em meio às nuvens que enterrei no meu jardim, pequeno e estreito, regado com ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"> <a href="http://estadodelitio.wordpress.com/files/2007/11/8.jpg" title="8.jpg"><img src="http://estadodelitio.wordpress.com/files/2007/11/8.jpg" alt="8.jpg" align="right" height="289" width="362" /></a></p>
<p>resgatei um passo dado em meio às nuvens que enterrei no meu jardim, pequeno e estreito, regado com reflexos de luas colhidos, em baldes, do mar de sonhos que desejei.<br />
veio emaranhado em raízes de realidade nua, um olor de outono ressequido que brota, ao sentir o sol, uma dileta primavera&#8230;<br />
estranhei sentir a sombra de mim que se escondia atrás do passo, e ver em seus olhos um plano mal traçado, seria tudo contra mim?</p>
<p>Talvez eu descubra, quando achar o dia/noite que se esconde na dobra do eclipse&#8230;</p>
<p>Patrícia Gomes<br />
Imagem: Molly Lesher</p>
<p><strong>  OU</strong></p>
<p><a href="http://estadodelitio.wordpress.com/files/2007/11/blomster_17.jpg" title="blomster_17.jpg"><img src="http://estadodelitio.wordpress.com/files/2007/11/blomster_17.jpg" alt="blomster_17.jpg" align="left" height="259" width="334" /></a></p>
<p align="right"> SURRIADA&#8230;</p>
<p align="right">&#160;</p>
<p align="right"><span style="color:#993300;">resgatei um passo dado</span><br />
<span style="color:#993300;"> em meio às nuvens </span><br />
<span style="color:#993300;"> que enterrei no meu jardim</span><br />
<span style="color:#993300;"> regado com reflexos de luas </span><br />
<span style="color:#993300;"> colhidos, em baldes, do mar </span><br />
<span style="color:#993300;"> de sonhos que desejei.</span><br />
<span style="color:#993300;"> </span><br />
<span style="color:#993300;"> veio emaranhado em raízes </span><br />
<span style="color:#993300;"> de realidade nua com um olor </span><br />
<span style="color:#993300;"> de outono ressequido que brota, </span><br />
<span style="color:#993300;"> ao sentir o sol, uma dileta primavera…</span><br />
<span style="color:#993300;"></span></p>
<p style="page-break-after:avoid;"><span style="color:#993300;"><br />
</span></p>
<p align="right"><span style="color:#993300;"> estranhei ao sentir a sombra </span><br />
<span style="color:#993300;"> de mim, que se escondia atrás do passo, </span><br />
<span style="color:#993300;"> e ver em seus olhos </span><br />
<span style="color:#993300;"> um plano mal traçado, </span><br />
<span style="color:#993300;"> seria tudo contra mim?</span></p>
<p align="right">&#160;</p>
<p style="page-break-after:avoid;" align="right"><span style="color:#993300;">Talvez descubra,<br />
quando achar o dia/noite<br />
que se esconde na dobra do eclipse&#8230;</span></p>
<p style="page-break-after:avoid;" align="right"><span style="color:#993300;"></p>
<p>Imagem: Blomster</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Porque eu amo histórias de pescador]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2007/11/12/porque-eu-amo-historias-de-pescador/</link>
<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 00:14:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/w1QqQ5KaNBU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/w1QqQ5KaNBU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teresópolis]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2007/10/16/teresopolis/</link>
<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 00:52:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
<guid>http://escritoexpresso.wordpress.com/2007/10/16/teresopolis/</guid>
<description><![CDATA[Na mesa do bar, conversando com os amigos, todas as coisas mais bestas se tornam engraçadas. Até aqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal"><span style="font-family:'Century Gothic';font-style:normal;">Na mesa do bar, conversando com os amigos, todas as coisas mais bestas se tornam engraçadas. Até aquele filme absurdo da quinta-feira. Mesmo que ninguém entenda nada. Isso também é engraçado. O pior é que as pessoas conseguem ser mais ridículas que o filme ao inventar um roteiro para ser gravado. Podemos fazer um filme estilo </span><em><span style="font-family:'Century Gothic';">Velozes e Furiosos</span></em><span style="font-family:'Century Gothic';font-style:normal;"> só que em Salvador, porque velocidade e mulher sempre dão dinheiro e em todo canto tem alguém para se preocupar com isso.<br />
O </span><span style="font-family:'Century Gothic';"><em>blues</em> </span><span style="font-family:'Century Gothic';font-style:normal;">rasgando no fundo pede algo mais sentimental pede sentimento. A história dos (des)amores dela daria um filme. Daria mesmo. Daí teria aquele primeiro lance com toda aquela posse, coisa louca. E o primeiro pé-na-bunda, bem como o atual ‘bom demais para ser verdade’ que é verdade. É daria um filme legal. Mas aquela cena do menino que tem medo de mar e tem que decidir entrar na água ou não, representando todo medo represado que os homens têm de se envolver, que termina sem terminar é linda.<br />
Quem vai dirigir tem que parar de beber nesse ponto e tomar uma águinha. Água! Água! Água! Todo mundo perturba quem tem que parar de beber, a água foi por conta da casa. Mas só se for com gás. A história mais viajada daquela menina que inventa coisas que parecem acontecer no ônibus e na rua que ela passa, que não se sabe ser imaginação dela ou verdade, é a que eu mais gostei. Talvez por causa da louca que reagiu às gracinhas do cobrador puxando uma arma e apontando na cara dele, ou por quando a menina se joga na frente do ladrão para salvar ele de um tiro. Tem violência contextualizada nesse. É, tem. Daí pode passar mais de duas horas que as histórias brotam e vão nascendo por todos os lados. Todo mundo ri. A última foi por conta da casa.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pôr-do-sol]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2007/10/14/por-do-sol/</link>
<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 18:55:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
<guid>http://escritoexpresso.wordpress.com/2007/10/14/por-do-sol/</guid>
<description><![CDATA[Rosa no céu, Saudade em meu coração Tristeza no chão; Cinza no céu, Tristeza em meu coração Tudo no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#a50021;font-style:normal;font-family:'Century Gothic';">Rosa no céu,<br />
Saudade em meu coração<br />
Tristeza no chão;</p>
<p></span><span style="color:#a50021;font-style:normal;font-family:'Century Gothic';">Cinza no céu,<br />
Tristeza em meu coração<br />
Tudo no chão;</p>
<p></span><span style="color:#a50021;font-style:normal;font-family:'Century Gothic';">Escuridão no céu,<br />
Nada em meu coração<br />
Cadê o chão?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quimeras Eternas]]></title>
<link>http://escritoexpresso.wordpress.com/2007/09/18/quimeras-eternas/</link>
<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 01:06:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Beth C.</dc:creator>
<guid>http://escritoexpresso.wordpress.com/2007/09/18/quimeras-eternas/</guid>
<description><![CDATA[Tinha a capa lilás com um símbolo dourado. O papel quase se desfazia entre os dedos, mas era de uma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:'Century Gothic';"><span style="font-family:'Century Gothic';">Tinha a capa lilás com um símbolo dourado. O papel quase se desfazia entre os dedos, mas era de uma riqueza de detalhes impressionante. Atraía. Tropeçara nele indo do ponto para a escola e não entendia como um livro daquele tinha ido parar ali, no meio da rua. Talvez alguém tenha perdido, ou simplesmente deixado para alguém que estivesse passando distraído indo para a escola&#8230;<br />
Procurando por uma resposta racional lembrou que ultimamente tinha ouvido falar de uma campanha que consistia em deixar algum livro em lugares públicos para quem o encontrar ler e deixar também no mesmo local ou em outro qualquer, outro livro. Quanta confiança na humanidade! Quase inacreditável que ela poderia ser contemplada. Afinal, só podia ser isso. A muito decidira não acreditar em coisas inacreditáveis.<br />
A curiosidade conseguiu ser maior que a preguiça de ler. Nunca tinha lido nada parecido. Nunca tinha lido nada além do fundo das caixas de cereal no café da manhã. Absurdo! Lembrou-se até de quando tinha tentado um Shakespeare ou dois, um James Joyce, um Guimarães Rosa e um Tolkien. Tudo acabou ficando na tentativa mesmo.<br />
Durante a noite o sono veio logo, mas nem parecia. Suspense.<br />
<span style="color:gray;">Aquela sensação de estar vendo tudo da janela do ônibus. Sentia até o sacudir do motor e o barulho da gente. Agitação. O mesmo caminho de ida e volta para a escola todos os dias. Pela praia vendo o mar, especialmente azul profundo. O bairro que mais gostava de ver passar era o que passava mais rápido, com todos os bares coloridos que exalavam vida mesmo fechados, com um grande largo e duas igrejas. Sempre tinha gente interessante passando. Histórias boas de imaginar.<br />
Acabara de perceber que a maré estava cheia e que as ondas vinham certas de encontro à mureta. Uma menininha se banhava de luz ali como se tivesse nascido dentro do mar. Linda, de calcinha branca. Daquela inocência pura somente possível nas primeiras idades. Para tocar os dedos da menina as baleias chegavam pertinho da areia, com certeza roçavam suas barrigas. Uma família de baleias! Todo mundo parava para tirar fotos e tentar brincar com elas, com a menina e as baleias.<br />
O ônibus até passara mais devagar, mas passara. Chegou em casa entusiasmada para contar a todos o que tinha visto. Mas lhe faltaram palavras. Tentou se concentrar na novela que passava na televisão, no café que se punha na mesa, na mãe que falava sem parar sobre como o preço das coisas tinham subido&#8230; Em vão.<br />
<span style="color:windowtext;">De</span><span style="color:windowtext;"> manhã, a mãe a acordara para suas tarefas diárias. A impressão que tinha é que algo extraordinário tinha acontecido naquela noite. Tinha que contar a todos o que tinha visto. A imagem era tão real! Resolveu terminar de ler o livro para procurar as palavras certas. Ali estavam uma a uma, as que queria, nas que ainda não tinha lido. Absurdo! No dia seguinte uma menininha se surpreendeu com um livro de capa lilás na mureta da praia que freqüentava desde que se entendia por gente.</span></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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