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	<title>tauan-saturnino &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "tauan-saturnino"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:24:32 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Show da Fé]]></title>
<link>http://sejogabrasil.wordpress.com/2008/01/08/show-da-fe/</link>
<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 14:59:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismoufpe2006</dc:creator>
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<description><![CDATA[A multidão espera animada. Quando a banda entra no palco gritos de fãs são ouvidos por todos os lado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p>A multidão espera animada. Quando a banda entra no palco gritos de fãs são ouvidos por todos os lados. O cantor fala suas primeiras palavras saudando as centenas de pessoas à sua frente. Já nos primeiros acordes o êxtase do público é visível. Horas de música, gritos, lágrimas, sorrisos, a cada canção nova um sentimento diferente, algumas vezes de júbilo, outras de certo tipo de tristeza, &#8220;quebrantamento&#8221; dizem, em certo momento aquele que está de pé no palco começa a falar de alguma coisa que marcou sua vida para sempre. Algo como um encontro com alguém, certa pessoa cujo nome desperta sentimentos de indiferença em alguns, respeito em outros, fascínio em muitos, desprezo em poucos, contudo em certos tipos desperta uma espécie de tremor, algo indescritível entre o desespero e a alegria mas provavelmente acima destes. Gritos são ouvidos e nas faces de cada um certa expressão difícil de explicar, algo entre a angústia e a paz, mas talvez acima destas. O cantor continua a falar e ele próprio não parece estar em condições normais, &#8220;glórias&#8221; e &#8220;aleluias&#8221; saem de seus lábios e lágrimas escorrem pelo seu rosto. Os instrumentos musicais não param de tocar, depois de muito tempo quando tudo termina, alguns falam que nasceram de novo&#8230;</p>
<p>Este cena não é tão incomum quanto pode parecer. Está presente em praticamente todas as apresentações de música evangélica com algumas variações aqui e acolá, mas nunca se deixa de presenciar algo assim. È verdade que não é de hoje que os evangélicos falam para as multidões acerca de alguém com quem as pessoas precisam se encontrar para herdarem a vida eterna, mas nem sempre fizeram isso com estratégias de <i>marketing</i> bem elaboradas, com gravadoras musicais, com emissoras de rádio e televisão.</p>
<p>Espantadas e desconfiadas as antigas igrejas históricas, Luterana, Anglicana, Batista, Metodista, Presbiteriana, e as recentes porém numerosas igrejas pentecostais, Assembléia de Deus, Brasil para Cristo, Deus é Amor, assistiram à explosão na última década do século passado de um novo grupo, os chamados neo-pentecostais, Renascer em Cristo, Sara Nossa Terra, Universal do Reino de Deus e Internacional da Graça de Deus. Em meio a conflitos doutrinários, cismas, desconfianças, incompreensão, vaidades, estrelismos, nasce uma nova maneira dos protestantes, de todas as vertentes, adorarem a Deus e um novo modo de encarar a arte religiosa.</p>
<p>Saem os corinhos, entra o <i>heavy metal</i>, celebridades da mídia se convertem e passam a cantar músicas de teor religioso, uma avalanche de CDs de artistas &#8220;crentes&#8221; invade o mercado musical. Dentro das igrejas reações diversas, uns esbravejam contra a nova onda, outros surfam nela sem o menor pudor, uns falam que é de Deus, outros dizem que é influência satânica, mas ninguém consegue ignorá-la. A onda <i>gospel</i> marcou e continua marcando o meio evangélico, e até mesmo o católico romano, brasileiro já está aos olhos de todos, pulou os muros, é difícil ignorar.</p>
<p>Mas onde e quando exatamente surgiu o que hoje se denomina de movimento <i>gospel</i>? Sempre houve música dentro das igrejas o que afinal existe de tão diferente nos dias de hoje? A palavra <i>gospel</i>, evangelho em inglês, originalmente se referia a certo gênero musical criado pelos negros norte-americanos no início do século XX, tendo as mesmas raízes do <i>blues, jazz </i>e <i>rock and roll</i>. No início não era visto com bons olhos, alguns associavam seu ritmo ao de músicas não religiosas, &#8220;do mundo&#8221; no linguajar típico dos crentes brasileiros, e por isso o taxavam de &#8220;música do demônio&#8221;. Apesar desta postura em algumas igrejas tradicionais a antiga música <i>gospel</i> cresceu e gerou artistas consagrados nas terras do norte da América.</p>
<p>O uso do termo como sinônimo de música evangélica moderna, incluindo os diversos ritmos possíveis dentro desta, surgiu quando a mídia se apropriou dele dando-lhe este novo significado. No Brasil a popularização desta palavra ocorreu através da Igreja Renascer em Cristo, polêmico ramo evangélico caracterizado por suas pregações acerca da riqueza e prosperidade e do envolvimento de seus principais líderes em escândalos financeiros. Dentro desta igreja iriam surgir algumas das maiores bandas <i>gospel</i>, no cenário brasileiro: Oficina G3, Katsbarnea, Resgate. Com o apoio de grandes gravadoras e emissoras de rádio evangélicas, algo desconhecido pelos protestantes históricos e pentecostais, estes grupos musicais e muitos outros tiveram suas músicas espalhadas por todo o país e a vendagem de seus discos por vezes supera o de bandas seculares. No dizer do bispo anglicano e cientista político Robinson Cavalcanti, isso concorreu para uma gradativa transformação da música protestante em uma profissão, uma &#8220;Michael Jackzação da música evangélica, que é profundamente lamentável.&#8221;</p>
<p>&#8220;Os crentes se tornaram um mercado. Nós já fomos uma igreja, hoje somos um mercado.&#8221; Com estas palavras Dom Robinson descreve, de modo peculiar e com uma ponta de ironia, a ascensão do mercado de consumo evangélico e os artistas vinculados a ele, promovido em grande parte pelos neo-pentecostais que segundo o bispo seriam uma má influência para os demais ramos do protestantismo brasileiro: &#8220;O peso das igrejas &#8220;neo-pentecostais&#8221;, coloco sempre entre aspas, terminou afetando as igrejas pentecostais. Está aí a Assembléia de Deus que se dividiu 100 vezes nos últimos 16 anos. A dificuldade que as igrejas tanto pentecostais, quanto históricas tem hoje de manter os seus membros com um padrão diferente, porque eles estão em casa com rádio, televisão, vão nas livrarias evangélicas tem CD, DVD, ou seja esta industrialização da fé das igrejas neo-pentecostais, afetaram e estão afetando a qualidade e a identidade das igrejas históricas e pentecostais.&#8221;</p>
<p>O motivo para a desconfiança em relação a este grupo em particular deve-se em grande parte ao repúdio da chamada Teologia da Prosperidade, doutrina segundo a qual Deus estaria obrigado &#8220;abençoar&#8221; o fiéis com bens materiais ou posições de status na sociedade, bastando para isso que estes pedissem com fé, que seria expressa através das ofertas e dízimos. Em um comentário acerca da Igreja Renascer em Cristo o pastor batista Ariovaldo Ramos, membro da ONG evangélica Visão Mundial é mais incisivo: &#8220;Eles apresentam uma teologia espúria, que não é condizente com os preceitos de Jesus Cristo e não encontra respaldo na Reforma Protestante.&#8221;</p>
<p>Apesar destes conflitos o fato é que estes novos protestantes e sua teologia peculiar divulgaram sua música por meio de órgãos de mídia, frutos das ofertas e dízimos tão valorizados. Esta indústria fonográfica e a maneira de pensar provocada pela Teologia da Prosperidade iriam refletir dentro das igrejas atendendo a uma demanda de alguns fiéis, que desejam se afastar ao máximo da cultura secular, identificada em certos círculos com o curioso epíteto de &#8220;mundo&#8221;. Com a &#8220;música do mundo&#8221; proibida, a música <i>gospel</i> passa a representar um meio de entretenimento para os evangélicos, mesmo que não sirva necessariamente para uma experiência religiosa, como sugere Dom Robinson: &#8220;Muita gente vai para shows da chamada música <i>gospel</i>, sem nenhuma intenção de adoração. Já que a igreja não deixa ele cantar com os cantores seculares, ele vai expressar suas expressões corporais, seus pulos e gritos dentro de um show <i>gospel </i>e aí também entra o dinheiro que vai entrar para os cantores.&#8221; Queixa semelhante possui Osmar Ludovico da Silva, pastor da Igreja Evangélica Comunidade de Cristo: &#8220;Há muito barulho, muitas palmas, muitos abraços, muitas caretas e cenho franzido. Mas a pergunta que fica é: temos adoração?&#8221;</p>
<p>Ao lado da explosão de gravadoras e de rádios evangélicas, um dos elementos mais marcantes do fenômeno <i>gospel</i> foi a questão dos ritmos. Pode parecer estranho, mas este dilema a respeito de quais estilos musicais seriam permitidos para se fazer música religiosa ao que tudo indica, é bastante recente: &#8220;A primeira Reforma, Anglicana e Luterana, sempre procurou usar músicas sacra com o ritmo de sua época, muitos hinos de Lutero foram compostos usando ritmos do folclore alemão, isto facilitou a popularização&#8221;, diz Dom Robinson. Uma afirmação ainda mais ousada é a do estudante Douglas Rafael, 21 anos, membro da Igreja Presbiteriana: &#8220;muitas músicas tradicionais, da Assembléia de Deus por exemplo, eram músicas de piano de cabaré&#8221;.</p>
<p>De fato, os hinos tradicionais buscaram seus ritmos em músicas populares, no entanto com o passar do tempo esses foram &#8220;sacralizados&#8221; de tal forma que se tornaram um padrão inquestionável em algumas denominações. Por conta desse fator, foi necessário um processo de ruptura gradual que se firmou com as igrejas neo-pentecostais, para o uso de ritmos como o samba, rock, frevo, entre outros. O rapper Apóstolo John (nome artístico) de 17 anos convertido há quatro anos e membro da Igreja Batista de Jardim São Paulo argumenta que os todos os ritmos pertencem a Deus e cita a Bíblia, em particular uma passagem em que São Pedro tem uma visão acerca de animais considerados impuros pelos judeus: &#8220;Quando Deus apareceu a Pedro, disse para comer aqueles animais para mostrar que todas as coisas são Dele, e que, o que Ele abençoou o homem não deve amaldiçoar, o mesmo acontece com os ritmos.&#8221;</p>
<p>Embora esse tipo de pensamento atualmente predomine, nem todos concordam com ele: &#8220;Certas pessoas utilizam isso para chamar a atenção, mas acabam não transmitindo a Palavra de Deus, estão apenas chamando a atenção pra algo que é igual ao mundo&#8221;, diz Manuela Maria Lima, 19 anos, freqüentadora da Assembléia de Deus. Ela se queixa que a incorporação de novos ritmos termina por tornar irrelevante a mensagem das igrejas, e que muitos se aproximam destas apenas porque gostam de determinado estilo musical. Opinião diferente possui o estudante Douglas: &#8220;Acho muito positivo, porque quebra o paradigma de que a música cristã tem que ter aquela &#8220;coisinha&#8221; certinha, aquela cadência e é legal porque o adolescente que gosta de ouvir um rock ou forró, vai poder ouvir a música sem problema nenhum.&#8221;</p>
<p>Outro acontecimento notável relacionado à musica <i>gospel</i> é a grande quantidade de artistas oriundos do meio secular que após se converterem ao protestantismo passaram a gravar músicas cristãs, o que é visto com desconfiança por uns e com alegria por outros. Porém mesmo entre os que acusam estes cantores de oportunismo parece haver certo cuidado para não atingir erroneamente algum convertido sincero, embora em certos casos não exista muita dúvida, da parte dos fiéis, quanto ao caráter pouco verdadeiro de determinadas celebridades recém convertidas: &#8220;Quem dizia que era evangélica um dia desses? Gretchen! Gretchen faz filme pornô! Ela se converteu?&#8221;, indaga Manuela. Menos explicitamente Douglas Rafael também nutre certo ceticismo em relação a determinados artistas cujo nome não quer revelar: &#8220;Algumas celebridades me parecem que às vezes, estão usando o meio evangélico justamente, como uma ponte para continuar fazendo sucesso.&#8221;</p>
<p>Na opinião de Renatto Francisco da Silva, 21 anos, membro da Igreja Evangélica Batista Ágape, é bastante relativo o envolvimento sincero dos cantores e cita um caso atípico de uma banda que anteriormente era <i>gospel,</i> mas que depois se lançou no mercado secular: &#8220;Nesse caso em cada situação seria com uma pessoa diferente. Muitos fazem isso pra se promover como é o caso do Catedral, que só foi um meio para que eles pudessem ficar famosos, ganhar dinheiro e conquistar a confiança do público <i>gospel.</i> Mas tem aqueles que fazem por uma salvação genuína, que se converteram de verdade e querem entregar e dedicar todo seu trabalho a Deus e por isso eles se esforçam e conseguem atuar nesse meio não só para suprir suas necessidades, mas também para louvar ao Senhor.&#8221;</p>
<p>Ao ser questionado acerca de sua opinião em relação aos cantores seculares que após a conversão passam a se dedicar ao mercado musical evangélico, Dom Robinson descreve a mudança de atitude das igrejas para com estas pessoas ao longo do tempo e critica a precocidade com que estes artistas passam a gravar músicas, bem como a prática de algumas denominações, que se valem destes para atrair multidões: &#8220;No passado o fato de que alguém importante se convertia (importante para a sociedade lá fora), não existia essa badalação. Hoje algumas denominações se especializaram em ‘converter&#8217; e ‘promover&#8217; celebridades. Há alguns casos de artistas seculares que estão decadentes lá fora e aí descobrem um novo filão internamente. Há igrejas que às vezes querem encher o templo de todo o jeito trazendo estas celebridades, enquanto estas deveriam ter um período entre a sua conversão e a volta à arte, de amadurecimento, de humildade e de aprofundamento nas verdades da Reforma e da Bíblia e não um recém convertido já começar a gravar.&#8221;</p>
<p>Há quem veja o fenômeno presente até mesmo na a Igreja Católica Romana com o avanço do movimento carismático que produziu o padre Marcelo Rossi e sua famosa &#8220;Aeróbica do Senhor&#8221;. Aparentemente na batalha pelas mentes e corações ela terminou por adotar as mesmas práticas que os protestantes: &#8220;O que ocorre é que, na busca por manter fiéis e recuperar os que perdeu para o pentecostalismo, a Igreja Católica rendeu-se à cultura <i>gospel</i> e entrou na sua trilha, caminho aberto pelo padre Marcelo Rossi e pelos &#8220;padres cantores&#8221; e amplamente disseminado pela Rede Canção Nova e a Renovação Carismática Católica. É a mesma expressão cultural experimentada pelos evangélicos traduzida para a realidade católica. Então, não é uma reação católica que assistimos mas uma assimilação traduzida, sem interação&#8221;, afirma a pesquisadora Magali Cunha, autora do livro <i>A explosão gospel. Um olhar das ciências humanas sobre o cenário evangélico contemporâneo</i>.</p>
<p>Com tantas mudanças causadas pelo movimento <i>gospel</i> em um período tão curto, muitos evangélicos indagam se este acontecimento foi realmente positivo para suas igrejas. A liberalização de costumes provocada pelo novo contexto cultural surgido entre os protestantes terminou por derrubar muitas barreiras comportamentais destes, porém ao mesmo tempo atingiu sua identidade, tornando-os parecidos com a sociedade exterior e muitas vezes justificando hábitos anteriormente tidos como incorretos: &#8220;acho que hoje em dia o termo <i>gospel </i>agente usa para vestir uma série de comportamentos que nós não tínhamos e que agora agente coloca o nome de evangélico e parte para fazer&#8221; diz Douglas Rafael.</p>
<p>Paradoxalmente outra crítica é a de que ocorre um gradativo fechamento das igrejas para a sociedade, pois estas se isolariam através de uma rede de bens culturais que as tornaria imunes à influência da cultura secular, que por sua vez não se comunicaria com os crentes. Em outras palavras, não influenciariam o &#8220;mundo&#8221;, mas trariam algo dele para dentro de si. No entanto, parece existir um consenso de que o retorno à pratica de utilizar ritmos populares nos hinos é algo extremamente positivo.</p>
<p>Ao ser questionada acerca de sua opinião a respeito da validade do movimento<i> gospel </i>(um avanço ou um retrocesso?), Magali Cunha destaca aspectos que julga positivos ao lado de outros que de acordo com sua opinião prejudicam a igreja evangélica: &#8220;Há um avanço inegável no campo da música, da abertura a diversidade de ritmos, da busca de profissionalização, da liberação da expressão corporal, do interesse que tudo isto causa na juventude. Eu não diria que há retrocessos mas que as igrejas, com a cultura <i>gospel</i>, tem se voltado cada vez mais para dentro de si, permanecem estancadas e mais isoladas na relação com a sociedade, desprezando os grandes desafios sociais que demandam uma presença pública da igreja. Com isso, a dimensão profética, fiel à tradição bíblica, está cada vez mais silenciada, pois as igrejas passam a privilegiar mais a dimensão contemplativa que dá mais prazer individual na relação com Deus do que representa desafios para a vida e para o compromisso com o coletivo.&#8221;</p>
<p>O fato é que, bem ou mal, a onda veio arrastando tudo que estava à sua frente e as mudanças que provocou talvez sejam permanentes. Em apenas uma década a minoria religiosa que mais cresce no Brasil (26 milhões e contando&#8230;) viu surgir em seu meio uma indústria cultural poderosíssima que não deve nada em aspectos mercadológicos às grandes corporações do ramo de entretenimento. Mesmo divididos em um número gigantesco de denominações, estando estas em alguns momentos se aceitando e cooperando em outros digladiando e se excluindo, os evangélicos tendem a esquecer suas diferenças quando participam de um &#8220;louvorzão&#8221;, no qual seus &#8220;popstars&#8221; estão presentes. Em meio a críticas internas e externas os crentes vão se unindo, se não na doutrina pelo menos no mercado de música <i>gospel</i>, boate <i>gospel</i>, rádio <i>gospel</i>, show <i>gospel</i>, ou qualquer outro entretenimento que carregue este sobrenome tão repudiado quanto amado.</p>
<p>Vem de Deus ou é influência satânica? Não se chegou a um consenso. Mas agora talvez não seja tão difícil encontrar Jesus solando uma guitarra distorcida, batucando um pandeiro, regendo uma orquestra, tocando zabumba, tirando choro do cavaquinho, ou fazendo um <i>break </i>enquanto alguém &#8220;sampleia&#8221; músicas numa <i>pick up</i> de Dj&#8230;</p>
<p><font face="Times New Roman"><span style="font-size:10pt;color:#444444;line-height:150%;font-family:Verdana;"></span></font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font></p>
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<title><![CDATA[Teste de Notícia]]></title>
<link>http://braunebastos.wordpress.com/2007/11/02/teste-postagem/</link>
<pubDate>Fri, 02 Nov 2007 03:56:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>braunebastos</dc:creator>
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