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	<title>taxas-de-juros &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/taxas-de-juros/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "taxas-de-juros"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 05:06:18 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Empresários brasileiros acham positiva a decisão de retaliação comercial aos Estados Unidos ]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/11/empresarios-brasileiros-acham-positiva-a-decisao-de-retaliacao-comercial-aos-estados-unidos/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 16:35:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[Renata Giraldi* Enviada especial Maputo &#8211; Empresários brasileiros, cujos setores poderão ser a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="font-weight:normal;font-size:13px;"></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:medium;"><span style="line-height:19px;"><strong>Renata Giraldi*<br />
Enviada especial</strong></span></span></td>
<td width="10"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></span></h3>
<h3><span style="font-weight:normal;font-size:13px;"></p>
<h3>Maputo &#8211; Empresários brasileiros, cujos setores poderão ser atingidos com a sobretaxação de 222 produtos importados dos Estados Unidos, comemoraram hoje (10), na capital moçambicana, a iniciativa, adotada em retaliação aos subsídios ilegais concedidos pelo governo norte-americano a seus produtores de algodão.</h3>
<p>&#160;</p>
<h3>Para alguns deles, a iniciativa funcionará como estímulo, enquanto outros afirmam que não haverá um impacto expressivo no mercado nacional, porque vários dos produtos já sofrem com as taxas elevadas.</h3>
<h3>O empresário gaúcho Luís Cusin, da rede de spas Kurotel, acredita que a decisão do governo brasileiro inicialmente tenha efeitos positivos em sua área de atuação. “Em um primeiro momento será positivo. Não vejo problema algum e acredito que abrirá mais espaço para os produtos nacionais”, disse ele, que também participa da missão ao sul da África.</h3>
<h3>Ontem (9) a Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicou a lista de produtos importados dos Estados Unidos. O objetivo é sobretaxar 222 produtos em retaliação aos subsídios pagos pelo governo norte-americano à produção local de algodão. A ideia é incluir tecidos, eletrodomésticos, veículos, materiais hospitalares, frutas, peixes, complementos alimentares, cosméticos e algodão penteado, entre outros produtos.</h3>
<h3>A empresária Bianca Stumpf Linck, da Brastex, que produz panos de chão e algodão farmacêutico, elogiou a decisão do governo brasileiro. “Acredito que isso incentiva a fabricação dos produtos nacionais. A princípio, funcionará como estímulo na minha área, que é de têxteis e algodão”, afirmou Bianca.</h3>
<h3>Alguns setores avaliam que os efeitos não devem ser grandes. “O impacto é muito pequeno, porque hoje importa-se pouco dos Estados Unidos nos setores que deverão ser sobretaxados”, afirmou o vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Batista Lohn, que integra uma missão de empresários ao Sul da África, organizada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.</h3>
<h3>Segundo especialistas brasileiros, os norte-americanos descumpriram as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em agosto, a organização autorizou o Brasil a aplicar sanções aos Estados Unidos em resposta à recusa norte-americana em eliminar os subsídios ao algodão.</h3>
<p></span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CNI: empresário está otimista com mercado interno]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/10/29/cni-empresario-esta-otimista-com-mercado-interno/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 16:25:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; Os empresários do setor industrial estão otimistas em relação ao desempenho da dema]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>BRASÍLIA &#8211; Os empresários do setor industrial estão otimistas em relação ao desempenho da demanda no mercado interno para os próximos seis meses e, por isso, esperam contratar mais funcionários. Isso é o que mostra a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).</p>
<p>O índice que mede a expectativa dos industriais em relação às futuras contratações de empregados subiu pelo terceiro trimestre consecutivo este ano, de acordo com a pesquisa. O índice que mede as intenções de compras de matérias-primas também subiu no terceiro trimestre, frente ao registrado no segundo trimestre deste ano.</p>
<p>Apesar dos resultados mais favoráveis, os empresários do setor ainda se mantiveram pessimistas quanto à recuperação das exportações brasileiras. A evolução negativa das vendas externas e a recuperação ainda lenta dos investimentos são fatores críticos, na avaliação da CNI, para que a recuperação da produção industrial se mantenha de forma sustentada no futuro. &#8220;São alertas muito importantes&#8221;, declarou o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. A Sondagem Industrial, realizada no período de 30 de setembro a 23 de outubro deste ano, ouviu dirigentes de 1.418 empresas.</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que, apesar da cautela dos empresários em relação às exportações, são as grandes empresas &#8211; justamente as que mais exportam &#8211; que estão puxando o movimento de recuperação da produção industrial. Segundo o coordenador da pesquisa, Renato Fonseca, é normal que isso aconteça. &#8220;As grandes empresas têm mais infraestrutura e maior capacidade para suportar as adversidades&#8221;, afirmou. &#8220;Na hora da retomada, são normalmente as grandes que puxam, porque têm mais mercados e maior poder de concessão de descontos para colocar seus produtos.&#8221;<br />
agencia estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Dois aspectos da notícia. Primeiro que confirmado aquilo que este Blog sempre disse, o caminho para o desenvolvimento é um mercado interno forte e robusto. Segundo aspecto da notícia é que as grandes empresas, principalmente as multinacionais, pouco sentem os devassos efeitos da alta do dólar por conseqüência da política de juros. Quem sofre é o pequeno e médio exportador brasileiro, que fica mais uma vez em desvantagem. Prestigiar a pequena e média empresa nacional é o que está faltando em função das altas taxas de juros reais praticadas neste país. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Juros nunca! Mas senão tem jeito, então o menor.]]></title>
<link>http://estabilidadefinanceira.wordpress.com/2009/10/12/juros-nunca-mas-se-nao-tem-jeito-entao-o-menor/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 01:03:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>estabilidadefinanceira</dc:creator>
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<description><![CDATA[A data de crédito do pagamento é para muitos brasileiros um dia com sentimentos opostos. Mas como? A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A data de crédito do pagamento é para muitos brasileiros um dia com sentimentos opostos. Mas como? A]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Delfim: país não precisa de juro real maior do que 2,5% ou 3%]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/09/17/delfim-pais-nao-precisa-de-juro-real-maior-do-que-25-ou-3/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:53:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ao analisar a interrupção do corte da taxa Selic pelo Banco Central, o ex-ministro da Fazenda Antoni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ao analisar a interrupção do corte da taxa Selic pelo Banco Central, o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto disse que não há necessidade de o Brasil ter uma taxa real de juros superior à média mundial. “Nós continuamos, ainda, com taxas de juros que não correspondem à realidade nacional.</p>
<p>O Brasil não é mais uma economia teratológica. O Brasil não precisa de taxas de juros reais superiores à do mundo. Se as taxas de juros internas caminhassem para as taxa de juros internacionais, tudo iria funcionar muito melhor. Não é apenas o câmbio. É tudo. Porque a taxa de juros na posição errada põe o câmbio na posição errada, põe o salário real na posição errada. O equilíbrio, mesmo nos modelos mais simples de liberdade de movimento de capitais, exige que a taxa de juro interna seja igual à externa”, afirmou Delfim, em entrevista ao UOL.</p>
<p>No último dia 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, o que corresponde em termos reais (descontada a inflação projeta para os próximos 12 meses) a 4,5% ao ano. “Não acredito que o Brasil precise de uma taxa de juro real muito maior do que 2,5% ou 3%. Essa é a taxa de juro do mundo. Ela corresponde à produtividade média da economia do mundo. Como é evidente, a taxa de juro real não pode ser muito maior do que a produtividade média. O que interessa não é a venda de papel no computador. O que interessa é a venda de parafusos na loja de ferragem”, observou Delfim.</p>
<p>Segundo o economista, uma questão ser observada na economia brasileira é queda da cotação do dólar. “O Brasil continua o último peru com farofa no mercado internacional à disposição dos investidores estrangeiros. Se você combina as aplicações na Bovespa com a valorização que ela mesma produz no câmbio, pela entrada de capitais, você vai ver que o Brasil está rendendo hoje 5,5% ao mês em dólar”, frisou, acrescentando que a desvalorização da moeda norte-americana “é extremamente prejudicial para o setor exportador, e é realmente o ponto nevrálgico na ampliação da produção industrial”.</p>
<p>Delfim ironizou as estimativas do BC: “No dia 15 de setembro (do ano passado), o Banco Central não sabia nada do que iria acontecer no dia 16. Hoje, ele pretende saber qual vai ser a inflação em 2011. Então, acredita se quiser. Ou usa a teoria de Santo Agostinho: creia porque é impossível prever”.<br />
Hora do Povo</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Com efeito, se não há coerência nas taxas de juros, isso afeta diretamente os salários, as exportações, prejudicando a nosso mercado interno. Hoje um dos grandes desafios do Brasil é a exportação de manufaturados que tem uma relação direta com a cotação dólar. Com um real valorizado nossa competitividade fica prejudicada, e com a política de juros praticada pelo governo a enxurrada de dólares não para de crescer, sendo na maior parte capital especulativo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula afirma que há margem de manobra para corte em juro]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/07/21/lula-afirma-que-ha-margem-de-manobra-para-corte-em-juro/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 21:26:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nejme Joma</dc:creator>
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<description><![CDATA[BRASÍLIA (Reuters) &#8211; 21/07/2009. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[BRASÍLIA (Reuters) &#8211; 21/07/2009. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feir]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saber é Poder]]></title>
<link>http://livreiniciativa.wordpress.com/2009/07/10/saber-e-poder/</link>
<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 20:17:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>decheers</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já se perguntou por que os carros desvalorizam após algum tempo de uso? Ou por que os bancos não bai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Já se perguntou por que os carros desvalorizam após algum tempo de uso? Ou por que os bancos não bai]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Taxas de Juros deverão estar mais altas somente em 2011]]></title>
<link>http://casanocanada.com/2009/05/02/taxas-de-juros-deverao-estar-mais-altas-somente-em-2011/</link>
<pubDate>Sat, 02 May 2009 21:13:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>rosadasilva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ouvi de um Mortgage Broker esta semana que as taxas de juros deverão subir muito mais lentamente do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ouvi de um Mortgage Broker esta semana que as taxas de juros deverão subir muito mais lentamente do que baixaram. A expectativa é que somente em 2011 as taxas voltarão ao patamar em que estavam antes da crise mundial.</p>
<p>Os preços dos imóveis continuam mais realistas do que em 2007. Sem o frenesi de ter muitos buyers e com o mercado em baixa, os sellers estão sendo aconselhados pelos seus Real Estate agents a estabelecer um valor de venda compatível com o mercado. Portanto, o tempo para comprar um imóvel é agora. Bons preços e excelente taxa de juros no financiamento!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os juros bancários e a crise mundial ]]></title>
<link>http://biodireitomedicina.wordpress.com/2009/04/01/os-juros-bancarios-e-a-crise-mundial/</link>
<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 23:59:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Celso Galli Coimbra</dc:creator>
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<description><![CDATA[(&#8230;) O Brasil é considerado o paraíso dos bancos, pois aqui cobram-se as maiores taxas de juros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[(&#8230;) O Brasil é considerado o paraíso dos bancos, pois aqui cobram-se as maiores taxas de juros]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banco Central lança serviço online para comparação de juros bancários]]></title>
<link>http://nuvens.wordpress.com/2009/02/26/banco-central-lanca-servico-online-para-comparacao-de-juros-bancarios/</link>
<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 14:28:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>pekena</dc:creator>
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<description><![CDATA[Serviço de utilidade pública!!!! Conforme o site IDGnow, o Banco Central lançou no dia 05 de feverei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Serviço de utilidade pública!!!!</p>
<p>Conforme o site <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/02/05/banco-central-lanca-servico-online-para-comparacao-de-juros-bancarios/">IDGnow</a>, o Banco Central lançou no dia 05 de fevereiro de 2009 um serviço que permite às pessoas comparar as taxas de juros cobradas pelos bancos em diferentes modalidades: crédito pessoal, cheque especial, financiamento de veículos e taxas para compra de outros produtos. O intuito do BC com esse serviço é aumentar a competição entre os bancos, o que acarretaria numa diminuição das taxas de juros.</p>
<p>As tabelas do Banco Central também permitem que pessoas jurídicas comparem as taxas cobradas em produtos de crédito como capital de giro fixo e flutuante, aquisição de bens, desconto de duplicata e conta garantida.</p>
<p>Segue link do <a href="http://www.bcb.gov.br/?TXJUROS">Banco Central</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Juros e Spreads no Brasil: Show de Desinformação]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2009/02/19/juros-e-spreads-no-brasil-show-de-desinformacao/</link>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 17:38:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2009/02/19/juros-e-spreads-no-brasil-show-de-desinformacao/</guid>
<description><![CDATA[Caros, Este assunto me irrita. E deve irritar muito mais os milhares de brasileiros que enfrentam pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Caros,</p>
<p><strong>Este assunto me irrita.</strong> E deve irritar muito mais os milhares de brasileiros que enfrentam problemas sérios com as suas dívidas (bancárias ou não). Já escrevi textos mal humorados porque vejo a FIESP, o BC, o Ministério da Fazenda e a mídia inteira bater sempre na mesma tecla - &#8230;na tecla errada. Os exemplos dos últimos dias:</p>
<ol>
<li>O BC finalmente tornou pública &#8211; de forma transparente &#8211; a tabela de juros dos bancos. Só que o próprio BC irá rever a metodologia, pois gerou uma gritaria sem fim.</li>
<li>O Sr. Paulo Skaf, da FIESP, foi à loucura ao pregar cadeia para o&#8230;quem?&#8230;HSBC, que segundo a lista do BC cobra os juros mais altos do mercado.</li>
<li>O Presidente do BC, Henrique Meirelles, diz para os políticos que vai pegar pesado pela queda dos juros bancários. Que é isso? Palanque para o governo de Goiás?</li>
</ol>
<p>Os fatos são:</p>
<ol>
<li>Um triste fato da vida é que as empresas brasileiras estavam mais estocadas do que nunca, porque o país crescia muito rápido (acima de 6,5% a.a., em setembro) e o Natal chegava. E por conta disso todas tinham mais dívida do que o normal.</li>
<li>O cidadão brasileiro também estava mais endividado do que nunca &#8211; porque a oferta era grande e o brasileiro não faz conta, i.e. compra uma geladeira na Casas Bahia ou no Magazine Luiza, e faz as famílias Klein e Trajano felizes porque pagam a geladeira e um fogão (de juros).</li>
<li>Quanto as linhas externas secaram para os bancos brasileiros e para o grande empresário local que se endividava lá fora, houve um grande gargalo no crédito doméstico.</li>
<li>Eu, você, o Bradesco e a Petrobras estamos com menor oferta de crédito e  &#8211; só por isso &#8211; pagamos juros mais altos. Exemplos:</li>
<li>Juros para uma das maiores multinacionais do mundo: 125% do CDI</li>
<li>Juros para um dos maiores grupos empresariais do Brasil: 160% do CDI.</li>
<li>Juros para um grupo brasileiro que fatura mais de R$ 1 bilhão: 188% do CDI.</li>
<li>Juros pagos para o F.Blanco, segundo oferta por escrito, de um banco internacional (ex-primeira linha): 105% do CDI.</li>
</ol>
<p>Nota: CDI é a taxa média dos juros interbancários e costumava ser semelhante à SELIC (taxa básica do BC).</p>
<p>Deu pra notar a situação? Como lutar contra isso?</p>
<p>A Petrobras e o Bradesco estão se virando para conseguir mais crédito. O cidadão e a pequena/média empresa brasileiros, não o fazem direito. Reclamam, xingam os bancos, etc. Nada disso adianta.</p>
<p>Vejam este <a href="http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2009/02/18/o-spread-bancario-so-vai-baixar-no-dia-de-sao-nunca/"><strong>post do J.P.Kupfer</strong></a><strong>.</strong> O post é bom e pronto, mas o <em><strong>&#8220;&#8221;"destaque&#8221;"&#8221;</strong></em> aqui vai para os <strong>comentaristas.</strong> É uma falastrice sem fim, que não ajuda em nada a vida de ninguém. Se o tempo que perdem berrando palavras de ordem, fosse usado para fazer uma boa pesquisa de preços e serviços, aí sim se dariam melhor. E o mesmo raciocínio é válido para empresários.</p>
<p><strong>Eu já falei com meia FIESP/CIESP sobre como as empresas podem e devem se defender dos juros altos! Alguém me ligou? Não!</strong> Até parece que <strong>não</strong> querem solucionar o problema. Afinal, se não houver problema não haverá microfones à disposição para a gritaria de sempre, né?</p>
<p>Mas é óbvio que<strong> não</strong> é isso. <strong>Ou será que é ?</strong> Skaf e companhia querem a solução do problema. Só não sabem como fazer&#8230;e desprezam ajuda externa.</p>
<p>Olhem aqui a famosa lista do BC. Separei dois exemplos: <a href="http://www.bcb.gov.br/fis/taxas/htms/tx012020.asp"><strong>Pessoa Física &#8211; CréditoPessoal</strong></a> e<strong> </strong><a href="http://www.bcb.gov.br/fis/taxas/htms/tx011040.asp"><strong>Pessoa Jurídica &#8211; Capital de Giro Pré</strong></a>. Compare  os bancos e compare o quanto você paga. Vá na agência e converse com o seu gerente, para tentar entender os juros que você paga e o que o BC publica. E assunte por que outros bancos cobram menos.</p>
<p>Mas atenção: compare banana com bananas. Exemplo: eu e você não teremos crédito jamais no Banco Itaú BBA, que é voltado para grandes empresas. E se quiserem procurar os bancos, <a href="http://www.febraban.org.br/buscabanco/"><strong>este link da Febraban</strong></a> ajuda.</p>
<p>E leiam aqui no Blog a sessão <strong>Melhore o seu Crédito</strong>. Lá tem boas dicas, palavra de escoteiro.</p>
<p>Perguntem, critiquem, etc., mas sempre voltado à busca de solução, pois do contrário é perda de tempo.</p>
<p>Abraços, F.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ranking dos juros...]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/02/05/ranking-dos-juros/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 13:51:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/02/05/ranking-dos-juros/</guid>
<description><![CDATA[O Banco Central prometeu e cumpriu&#8230; No site, estão disponíveis todas as informações necessária]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Banco Central prometeu e cumpriu&#8230; No site, estão disponíveis todas as informações necessária]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gestão de Crédito pós-Natal (para Empresas!)]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/12/30/gestao-de-credito-pos-natal-para-empresas/</link>
<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 01:50:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/12/30/gestao-de-credito-pos-natal-para-empresas/</guid>
<description><![CDATA[Promessa é dívida! A grande maioria das empresas é &#8216;vítima&#8217; da chamada sazonalidade de N]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Promessa é dívida!</p>
<p>A grande maioria das empresas é &#8216;vítima&#8217; da chamada sazonalidade de Natal. Em outras palavras, elas vendem muito mais durante: (a) outubro e novembro (as indústrias), (b) dezembro (o comércio). Digo que elas são &#8216;vítimas&#8217; porque a sazonalidade requer um planejamento todo especial para dar conta da demanda irregular desta época.</p>
<p>Significa que meses antes da venda ocorrer a empresa já teve que planejar (i.e. adivinhar) o quanto terá de comprar de matéria-prima (indústria) ou produto para revender (comércio), além da necessidade de capital de giro! No entanto, este ano tivemos um complicador extra: a volatilidade causada por esta crise maluca.</p>
<p>De qualquer forma, a maioria das empresas deve estar neste momento:</p>
<ol>
<li>Sem ou com pouco caixa.</li>
<li>Com muitas duplicatas a receber no seu ativo -  e com maior risco de inadimplência.</li>
<li>Com mais estoque do que de hábito, porque previu vender mais do que conseguiu.</li>
<li>Boa parte das duplicatas a pagar já foram pagas.</li>
<li>Endividamento bancário elevado &#8211; garantido, em parte, pelas duplicatas acima.</li>
</ol>
<p>Esta é uma fotografia clássica de um balanço em final de ano/janeiro. Só que desta vez há um problema adicional: o cenário de crise deste primeiro trimestre de 2009:</p>
<ol>
<li>Os bancos entrarão 2009 com menos apetite de lhe dar crédito do que antes.</li>
<li>Razão: eles sabem (ou supõe &#8211; e tanto faz!) que sua empresa vendeu menos do que esperava neste Natal.</li>
<li>Sabem &#8211; ou supõe, e tanto faz! &#8211; que sua empresa está com pressão de capital de giro e que está com menor oferta de crédito do que antes!</li>
<li>Antes de liberarem mais crédito, a tendência é que os bancos solicitem o balancete do primeiro trimestre do ano&#8230; que só será produzido em maio, i.e. tarde demais para quem precisa de caixa já.</li>
<li>Grandes setores estão estocados e produzindo pouco ou nada, e.g. automotivo, siderúrgico e construção civil (só para citar alguns que empregam bastante).</li>
<li>A volatilidade do câmbio e o cenário depressivo internacional não ajudarão as exportações.</li>
<li>A indústria irá demitir com mais frequência e os juros subirão (por conta do crédito menos ofertado). Moral da história: a propensão marginal a consumir das famílias cairá consideravelmente.</li>
</ol>
<p>Resumindo, o cenário de horrores acima citado promete o seguinte às empresas:</p>
<ul>
<li>Poucas vendas</li>
<li>Pouco crédito (e caro)</li>
</ul>
<p>O que fazer (sob a ótica de crédito &#8211; <strong>não </strong>tenho a pretensão de sugerir estratégia empresarial):</p>
<ol>
<li>Limpar o balanço, i.e. o que não conseguiu vender no preço justo no Natal, não será vendido agora! Então liquide pra valer os seus estoques, pois financiá-los com empréstimo bancário será DIFÍCIL, CARÍSSIMO e ainda DETERIORARÁ O SEU CRÉDITO NA PRAÇA.</li>
<li><em>&#8220;E alongar o crédito?&#8221; Se conseguires, sereis dígno do reino dos céus!</em><em> (texto com estilo bíblio)</em> Os bancos só alongarão créditos para clientes que estejam, comprovadamente, quebrando. E cobrarão juros, taxas e multas contratuais irracionais (e pedirão todas as garantias possíveis e imagináveis).</li>
<li>Não reponha estoques. E se precisar fazê-lo, barganhe como nunca por maiores prazos com os seus fornecedores. Acredite: é melhor pagar mais juros (ou preço mais alto) para o fornecedor alongar o prazo de pagamentos, do que pedir dinheiro em bancos. Os bancos, ao sentirem que sua empresa não precisa deles, voltarão, aos pouquinhos, a procurá-lo para emprestar e aí você poderá reequilibrar o jogo.</li>
<li>Se precisar muito, recorra a empresas de factoring de 1a. linha e faça suas duplicatas virarem caixa &#8211; mas só com as de 1a. linha. Procure a ANEFAC (associação do setor) para mais informações. Eu gosto da ANEFAC e de algumas factorings <em>top</em>, mas tem muita gente no setor que cobra como agiota. E saiba: os bancos têm precoceito com empresas que descontam títulos com factorings (palavra de um preconceituoso convertido), i.e. muito banco deixará de te emprestar se &#8216;cheirar&#8217; que a situação do seu negócio está tão ruim, que você está precisando de factorings&#8230;</li>
<li>Outra opção que é válida, mas só para quem vende para empresas muito grandes e poderosas, é descontar o título com o proprio sacado. Grupos que têm seu próprio banco gostam disso. O problema, segundo tenho sido informado, é que tem muita empresa deste perfil que também está com pouco crédito na praça&#8230;dureza!</li>
</ol>
<p>Simples, não é?! <strong>A crise está tão dura, que a regra única a ser seguida é <em>CASH IS KING</em></strong> (ou caixa é o rei). E eu diria mais: neste momento <strong><em>CASH IS GOD</em> </strong>(&#8230;é deus, com &#8216;d&#8217; minúsculo para não blasfemar).</p>
<p>É isso mesmo, <strong>converta seus ativos em caixa e reduza ao máximo seu endividamento bancário</strong>.</p>
<p>Opinião deste Blog: <strong>2009 não é ano para se apostar</strong> <em>&#8220;ah, o mercado vai virar&#8221;, &#8220;não vou vender por tão pouco e ter prejuízo&#8221;, &#8220;meu produto vale mais que isso&#8221;</em>, etc. A regra é clara: <strong>o seu cliente está sem grana!</strong></p>
<p><strong>2009 é ano para empatar ou perder pouco.</strong></p>
<p><strong>A vida é longa e a gente reconstrói as perdas deste ano </strong>- mas para quem quebrar agora, o futuro será muito mais incerto e doloroso. Não esqueça: o seu carro tem acelerador e freio (além do breque de mão!): não queira acelerar sempre.</p>
<p>Com meu abraço, que é simpático com a sua causa,</p>
<p>Fernando</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paradoxos dos juros, no Brasil e nos EUA]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/12/17/paradoxos-dos-juros-no-brasil-e-nos-eua/</link>
<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 20:19:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/12/17/paradoxos-dos-juros-no-brasil-e-nos-eua/</guid>
<description><![CDATA[Analisar a evolução das decisões dos bancos centrais brasileiro e americano é uma graça (ou será des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Analisar a evolução das decisões dos bancos centrais brasileiro e americano é uma graça (ou será desgraça?)!</p>
<p>Os dois podem ser acusados de tudo, menos de serem inconsistentes em relação às suas visões e interpretações sobre a situação econômica e os &#8216;remédios&#8217; a serem aplicados.</p>
<p>Tanto o Brasil como os EUA sofrem do mesmo mal: falta crédito e falta confiança nos agentes econômicos. Naturalmente, as causas da doença são diferentes. Nos EUA, eles criaram o vírus em laboratório e depois, por uma falha de &#8216;vedação&#8217;, o vírus se espalhou causando uma contaminação em massa. Lá, o estado do paciente é gravissímo, pois a doença o destrói por dentro há mais de um ano.</p>
<p>Já o Brasil sofreu contágio por contato. Não que esse contato fosse tão próximo assim, mas como a transmissibilidade é alta, também pegamos a doença, que se apresenta em seu estágio inicial, mas já demonstra ser muito séria.</p>
<p>Estranhamente, porém, cada Banco Central resolveu trabalhar o clássico &#8216;antídoto&#8217; anti-crise, as taxas de juros, de forma inversa:</p>
<p><strong>1. </strong><strong>Nos EUA,</strong> o FED entende que precisa zerar os juros básicos. E o fez. A decisão de ontem criou uma banda que varia entre zero e 0,25% a.a. &#8211; em outras palavras, é zero mesmo. <strong>O pior é que o efeito será (como vem sendo) nulo</strong>. A economia não se aquecerá por causa disso. Afinal, os juros já eram baixos demais. Vai dar, sim, um alívio mínimo aos endividados, que são muitos, mas isso se os bancos repassarem essa queda para os seus clientes. Duvido.</p>
<p><strong>2. No Brasil,</strong> o BC acredita que o fantasma da inflação ainda nos ronda e a SELIC não sai dos 13,75%. E<strong> o pior é que aqui o efeito será nulo também</strong>. Não teremos mais ou menos inflação porque os juros da SELIC estão nesse nível ou em 10% a.a. Produtos importados subirão de preço com ou sem alta dos juros, pois nossa moeda se desvalorizou 50% este ano. Para compensar, todas as commodities despencaram de preço. Ainda assim, os juros que nós e nossas empresas pagam na ponta equivalem a várias SELICs, i.e. não seria 1% ou 2% que fariam a diferença na decisão de compra de ninguém.</p>
<p>Alguns &#8220;super analistas&#8221; já estão dizendo que os juros cairão no Brasil em 2009. Genial, não?! Mas o BC irá esperar sinais claros e cristalinos de que não há inflação &#8216;escondida atrás do armário&#8217; e que a economia está de fato nocauteada. De qualquer forma, <strong>os spreads bancários não irão cair</strong>, pelo contrário<strong>, irão subir</strong>, pois <strong>a SELIC cairá e os juros na ponta ficarão nesse patamar</strong>, i.e. maiores lucros para o sistema financeiro. Os bancos dirão que é para compensar o aumento da inadimplência.</p>
<p>Nos EUA, até o não-economista,<em> President Elected</em> Barack Obama diz que o &#8216;armamento&#8217; do FED está acabando. Acabou de fato. O negócio agora é injetar dinheiro na veia do sistema, seja através de rebates fiscais, compras de ativos (podres ou não), perdão (ou rebate) de dívida dos mutuários do sistema hipotecário, etc. <strong>Aqui também, mas assim como nos EUA (e na Europa e na Ásia), a recuperação do paciente será lenta e longa (ver último post)</strong>.</p>
<p>Com meu abraço,</p>
<p>Fernando</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CRISE FINANCEIRA AMERICANA - AS RAZÕES. ]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/2008/09/23/crise-financeira-americana-as-razoes/</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 11:22:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.wordpress.com/2008/09/23/crise-financeira-americana-as-razoes/</guid>
<description><![CDATA[Ø A lista completa de artigos relacionados com este assunto pode ser encontrada na página da barra l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Ø</p>
<p>A lista completa de artigos relacionados com este assunto pode ser encontrada na página da barra lateral ” <a href="http://dissidentex.wordpress.com/z-crise-financeira-americana/">Z &#8211; Crise financeira norte americana”</a></p>
<p style="text-align:center;">Ø</p>
<p><strong>O  inicio.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">- A bolha especulativa &#8211; como surgiu a bolha do imobiliário nos EUA e como ela rebentou nos mercados accionistas.</p>
<p style="text-align:justify;">No inicio dos anos 90 o mercado bolsista americano entrou em ebulição.  Começou a subir e isso, por sua vez, originou um aumento dos negócios (e novas subidas), devido às novas empresas de tecnologia e novos tipos de empresa potencialmente muito lucrativos que passaram a estar cotadas em Bolsa.</p>
<p style="text-align:justify;">Novas empresas de computadores, e empresas da área Internet (as chamadas Dot.com) eram as &#8220;<em>novas estrelas&#8221;</em>. Tal originou uma subida explosiva nas cotações das acções, misturada com especulação, novos investimentos, geração de novos negócios, expectativas altas&#8230;etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Especialmente desde 1996 (pelo meio com o crash de 1997, para voltar a ganhar balanço&#8230;) até ao ano 2000 o mercado de acções subiu imenso. Em Março/Abril 2000 rebentou a bolha, e o mercado teve uma queda enorme.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">A queda do mercado bolsista gerou o medo dos agentes económicos americanos e na parte política; da possibilidade do surgimento de uma enorme recessão ou crise económica.</p>
<p style="text-align:justify;">Querendo evitar a recessão e &#8220;ajudar&#8221; os interesses financeiros/políticos americanos, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Greenspan">Alan Greenspan,</a> o então Presidente da Reserva Federal (o banco central), de acordo com o poder político (Bush), decidiu reduzir as taxas de juro (baixou o preço do dinheiro). Fê-lo simultaneamente de duas maneiras:<strong> (1) </strong>descendo-as rapidamente e <strong>(2)</strong> descendo-as muito.</p>
<ul>
<li>Foi a mais rápida descida de taxas de juro nos EUA desde sempre.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Quando se descem taxas de juro está-se a indicar que o preço do dinheiro é mais baixo. Está-se a indicar  aos consumidores que é possível pedir dinheiro a bancos ou instituições de crédito em maiores quantidades ou, não o podendo fazer antes da descida, passa a ser possível &#8211; agora &#8211; fazê-lo.</p>
<p style="text-align:justify;">E, subitamente, nos EUA, foi tornado possível que quase toda a gente pudesse pedir empréstimos pagando pelos mesmos, taxas ridiculamente baixas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O efeito desejado foi obtido </strong>e vendo a oportunidade milhões de pessoas foram pedir dinheiro aos bancos para investir.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">Estes novos consumidores, dotados de capital, olharam ao redor em busca de investimentos. Verificaram que não podiam investir na Bolsa de valores &#8211; esta tinha caído. Então começaram a investir na compra de casas. O produto substituto.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Isto aconteceu entre 2002 a 2006</strong>. Originou que, de repente, o mercado de construção e arrendamento norte americano tivesse uma súbita explosão de procura &#8211; uma bolha de consumo de casas <em>(foi a forma como o governo americano e os <span style="color:#ff0000;">interesses económicos </span>tentaram resolver as perdas que tinham acontecido no mercado de acções em 2000 ).</em></p>
<p style="text-align:justify;">Como o volume de dinheiro disponível estava estava noutro mercado diferente do accionista, os bancos e casas de credito &#8220;entraram&#8221; em força e começaram a emprestar dinheiro para compra de casas em grandes quantidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando acontece uma explosão descontrolada de pedidos de empréstimo  isso faz com que o valor daquilo que se compra tenha tendência a aumentar. O que significa que, <strong>também,</strong> se pode rapidamente vender esta propriedade que se comprou por preço superior. Origina também uma apetência do consumidor por comprar mais coisas e mais rapidamente em busca do lucro imediato.</p>
<p style="text-align:justify;">O preço de subida torna-se o seu próprio mecanismo de subida &#8211; até parar brutalmente.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p>Dois tipos de corrupção motivaram o rebentamento desta bolha especulativa no mercado imobiliário.</p>
<ul>
<li><strong>A primeira forma de corrupção foi a seguinte.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Um banco ( ou entidade financeira que concedeu o empréstimo) faz uma hipoteca de uma casa a um cliente. Empresta-lhe dinheiro para que este compre. Até aqui, tudo normal.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma qualquer entidade financeira que fez isto, viu aqui uma hipótese.</p>
<p style="text-align:justify;">Concluiu que<strong> podia vender </strong>o &#8220;papel&#8221; que garante que aquele que pede o empréstimo o irá pagar. Concluiu que poderia vender o seu direito de cobrar às pessoas a quem emprestou (a garantia real que o banco detém para depois forçar o cumprimento da obrigação) a uma outra entidade financeira que estivesse disposta a comprar.</p>
<p style="text-align:justify;">O cheiro a ganancia espalhou a ideia e bancos e correctores de acções por toda a América viram nisto uma enorme possibilidade de fazer &#8230;&#8230; <strong>muito</strong> <strong>mais dinheiro.</strong> Começaram a comprar estes direitos/estas hipotecas e após comprarem, juntaram-nas em &#8220;maços&#8221;/bundles de hipotecas.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">A partir desses &#8220;maços emitiram &#8220;acções de bolsa&#8221;. Sendo o valor ou o activo financeiro destas acções, o direito a receber uma parte em dinheiro daquelas hipotecas/pedidos de empréstimo.</p>
<p style="text-align:justify;">As pessoas ou empresas que comprassem estas &#8220;acções&#8221;, tinham comprado o direito a receberem uma parte dos pagamentos que seriam feitos &#8211; no futuro &#8211; pelas pessoas que tinham comprado a casa e estariam durante 10/20 /30 anos a pagar a casa.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">Para tornar isto ainda mais doido, louco, confuso e irresponsável os bancos mais pequenos/locais venderam os seus &#8220;maços&#8221; pelo valor &#8220;100&#8243; a bancos regionais. Estes, por sua vez, venderam a bancos nacionais. pelo valor &#8220;200&#8243;. E os bancos nacionais venderam entre si por &#8220;300&#8243; ou por &#8220;1000&#8243; (o que fosse) e também venderam ao estrangeiro.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Para este sistema funcionar sem problemas </em>era necessário convencer os investidores &#8211; <strong>primeiro os americanos, depois os mundiais </strong>- que este sistema tinha garantia e era seguro.</p>
<p style="text-align:justify;">Se os investidores exteriores a este processo pensassem ou percebessem, <strong>por um breve momento, </strong>que isto não era seguro, nunca esses investidores comprariam e a credibilidade deste negócio terminaria antes de começar.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">Para <em><strong>&#8220;credibilizar&#8221; este negócio</strong></em> foi preciso arranjar &#8220;Credit Rating Agencies&#8221;. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ag%C3%AAncia_de_notas_de_cr%C3%A9dito">Agências de crédito </a>&#8220;idóneas&#8221; que classificariam <strong><span style="color:#ff0000;">(positivamente) </span></strong>o grau de segurança deste negócio. (Classificariam o risco de se emprestar dinheiro&#8230;como sendo &#8230;&#8230; positivo)</p>
<p>Foram 3 as agências: A <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Moody%27s">Moody´s</a>, a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Moody%27s">fitch´s</a> , a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Standard_%26_Poor%27s">Standard and Poor.</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sistematicamente,</strong> estas três consultoras/empresas de contabilidade atribuíram ratings/classificações positivas a estes negócios.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas classificações não tiveram em conta a capacidade das pessoas que pediram os empréstimos de os poderem,  <span style="color:#ff0000;"><strong>efectivamente</strong></span> pagar ou terem capacidade para pagar o empréstimo.</p>
<p style="text-align:justify;">Com todo este<em> &#8220;movimento em acção&#8221;</em> todos os <em>jogadores deste jogo</em> estavam a fazer dinheiro. Todos tinham interesse em deitar a mão ao dinheiro expectável que ai viria.</p>
<p><strong>O resultado:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O que agora estamos a ver.</p>
<p style="text-align:justify;">Por todo o mundo, os detentores destas garantias virtuais e dos papeis que certificam que o que compraram vale&#8221; X&#8221; descobrem afinal que o que compraram não vale &#8220;X&#8221; , mas sim &#8220;X&#8221; menos 1000 e que as <strong>garantias são inúteis.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O problema extravasou para o mundo inteiro, porque neste negócio, ao longo desta cadeia de vendedores e compradores, também bancos estrangeiros, e <strong>governos estrangeiros</strong>, empresas de seguros internacionais, empresas privadas compraram<span style="color:#ff0000;"><strong>* </strong></span>acções sobre hipotecas de empréstimos de habitação</p>
<p style="text-align:justify;">Agora são donos de garantias que nada valem.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>* </strong></span>Compraram porque lhes foi dado a ver um negócio que oferecia uma <strong>(1)</strong> alta taxa de retorno e tinha <strong>(2)</strong>&#8220;credibilidade&#8221; certificada por <em>prestigiadas empresas internacionais de classificação de risco.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Financeiramente, quando se tem &#8220;papeis virtuais&#8221; que não valem nada, ou valem menos 1000, fica-se engasgado.</p>
<p style="text-align:justify;">É por isso que, penosamente, os bancos mundiais (e governos e empresas) estão a alterar a sua contabilidade. Reduzindo o valor dos seus activos&#8230;recalculando-o para baixo.</p>
<ul>
<li><strong>A segunda forma de corrupção foi a seguinte:</strong></li>
</ul>
<p>Esta ocorre no inicio do negócio.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma família americana, encharcada na ideia de querer obter o &#8220;sonho americano&#8221;, quer ter uma casa própria, sem ter que continuar a pagar uma renda ao senhorio. Ambos os membros do casal trabalham, mas o que ganham não chega para pagarem o empréstimo.</p>
<p style="text-align:justify;">Subitamente, quando estão na sua casa arrendada a ver wrestling na televisão (algures em 2003,2004,2005), aparece um(a) jovem bem vestido (da companhia &#8220;XPTO&#8221;) e diz-lhes que tem noticias maravilhosas para lhes dar. Pergunta antes, quanto é que pagam de renda? E a resposta é: 800 dólares por mês.</p>
<p style="text-align:justify;">E o(a) jovem bem vestido declara: posso pô-los na vossa casa própria mas por apenas 600 dólares por mês, menos 200 do que pagam agora.</p>
<p>Milhões de famílias agarraram esta oportunidade.</p>
<p style="text-align:justify;">É claro que as clausulas posteriores em letras miudinhas <strong>foram depois explicadas. </strong>Só 600 dólares no primeiro ano, etc, mas depois torna-se diferente dependendo da subida ou descida das taxas de juro &#8211;  taxa era variável.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas como a maior parte das famílias não entendia estas subtilezas ou não teve instrução e conhecimentos técnicos para entender claramente estes assuntos, assinou estes contratos&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Várias famílias, imediatamente, também aproveitaram para vender a hipoteca a um outro banco diferente/maior  daquele que as contactou. Que por sua vez &#8211; dentro de todo este esquema &#8211; as juntou em &#8220;maços&#8221; de outras hipotecas que esteve sempre também a comprar para obter uma segurança negocial e creditícia maior e uma capacidade negocial maior caso pretendesse vender a um banco nacional, por exemplo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O problema:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O (a) jovem bem vestido que faz a venda desta ideia maravilhosa, ao fim de 5 minutos de estar em casa dos potenciais  adquirentes do empréstimo percebia imediatamente que estas pessoas não tinham hipóteses de pagar o empréstimo que lhes estava a oferecer.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo que não tivessem nenhuma doença ou não viessem a perder o emprego nunca poderiam, no longo prazo, pagar.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o(a) jovem bem vestido tinha interesse em fazer imediatamente as pessoas assinarem os contratos, porque é dessa acção que as suas comissões e ordenado dependiam.</p>
<p style="text-align:justify;">Isto sucedeu em larga escala nos EUA, também porque a administração Bush, sistematicamente, desregulamentou e retirou a fiscalização de todos os sectores ao longo dos anos.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;">Agora, as empresas que tem empréstimos para receber e acções para reembolsar, verificaram que não tinham dinheiro para pagar aos seus credores &#8211; bancos e companhias de seguros &#8211; que exigiam o dinheiro (ou garantias reais sobre o mesmo).</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-1649 alignleft" title="fredie-mac2" src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/09/fredie-mac2.jpg" alt="" width="198" height="184" />É por isso que a <a href="http://www.freddiemac.com/">&#8220;Freddie Mac&#8221;</a> e a <a href="http://www.fanniemae.com/index.jhtml">&#8220;Fannie Mae&#8221;</a>, as companhias americanas de empréstimos para aquisição de habitação foram à falência apesar de terem sensivelmente cada uma 40 biliões de dólares em activos, que mesmo assim não chegavam, mesmo que vendidos, para pagar as dívidas.</p>
<p style="text-align:center;">♣</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Os principais beneficiados financeiros da &#8220;guerra&#8221; entre tubarões financeiros são:</strong></p>
<ul>
<li>a empresa Bank Of America.</li>
<li>a empresa JPmorgan Chase.</li>
</ul>
<p>Ambas pertencem ao grupo Rockfeller. O mesmo grupo que em finais do século 19, era dono da Standard Oil &#8211; empresa de petróleos.</p>
<p style="text-align:justify;">Após Março de 2008, a seguradora Bear Stearns que estava em iminência de ir à falência, foi adquirida pelo JP Morgan Chase.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Os principais perdedores financeiros da &#8220;guerra&#8221; entre tubarões financeiros são:</strong></p>
<ul>
<li>Citigroup Inc &#8211; em Portugal conhecido por Citibank, com aqueles abutres que rondam nos hipermercados&#8230;</li>
<li>American Express &#8211; os cartões.</li>
<li>Goldman sachs &#8211; afinal ter lá o senhor António Borges, candidato a chefe do PSD não impediu isto&#8230;</li>
<li>Morgan Stanley</li>
</ul>
<p>O maior banco norte americano é o Citigroup.</p>
<p>Os números 2 e 3 são o Bank of America e o JP Morgan Chase.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olha o COPOM aí, gente!!]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/09/01/443/</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 15:50:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/09/01/443/</guid>
<description><![CDATA[A Miriam Leitão nos pergunta que decisão o COPOM tomará na próxima semana em mais um round da luta d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Miriam Leitão nos pergunta que decisão o COPOM tomará na próxima semana em mais um round da luta do início de século Mantega X Meirelles.</p>
<p>A queda da inflação coloca dúvidas sobre quais fatores de fato contribuíram para a queda nos preços. A economia já terá desaquecido? Ou a redução da especulação com commodities teria sido fator preponderante? Ninguém sabe, esta que é a verdade.</p>
<p>Na dúvida, portanto, o BC subirá a SELIC. Minha aposta é 0,5%. Quem dá mais?</p>
<p>Abraços e boas apostas, F.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/post.asp?t=o_que_fara_copom_na_semana_que_vem&#38;cod_Post=123559&#38;a=495">http://oglobo.globo.com/economia/miriam/post.asp?t=o_que_fara_copom_na_semana_que_vem&#38;cod_Post=123559&#38;a=495</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultura de Crédito - "O brasileiro sabe se endividar?"]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/28/cultura-de-credito-o-brasileiro-sabe-se-endividar/</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 00:01:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/28/cultura-de-credito-o-brasileiro-sabe-se-endividar/</guid>
<description><![CDATA[Os mais velhos lembrar-se-ão quando o Rei Pelé (do meu Santos FC de Glórias Mil) declarou que o bras]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Os mais velhos lembrar-se-ão quando o Rei Pelé (do meu Santos FC de Glórias Mil) declarou que o brasileiro não sabia votar &#8211; isso lá nos idos de 70 e pouco. Quase foi deportado o pobre. Pois eu afirmo: o brasileiro não sabe se endividar. E tem gente que duvida&#8230;</strong></p>
<p>Olhem só que reportagem bacana que está no link abaixo. Dá uma visão perfeita da situação do brasileiro:</p>
<ol>
<li>Poucos tomam crédito - porque é muito caro, naturalmente</li>
<li>Não fazem idéia do quanto pagam de juros</li>
</ol>
<p>Aproveito para comentar sobre um tema sobre o qual venho sendo &#8220;desafiado&#8221;: &#8220;<em>a coisa não está tão ruim para a pessoa fisíca, pois o povão toma crédito consignado e para automóveis, que são mais baratos</em>&#8220;.</p>
<ol>
<li>Consignado: é bem mais barato e, atualmente (mas caindo), representa 55% da categoria Crédito Pessoal. Primeiro, há os outros 45% pagando muito caro. Segundo, metade dos velhinhos pararam de tomar remédio para pagar o consignado. Crédito menos caro não é sinônimo de controle orçamentário.</li>
<li>Crédito para veículos é barato mesmo? Eu comprei um carro no último sábado. Podia ter parcelado em zilhões de prestações SEM JUROS!!! Preferi brigar até a morte e pagar à vista. O desconto obtido resultaria no pagamento de uma taxa de juros tão alta, mas tão alta, que faria agiota corar! </li>
</ol>
<p>Falta muita educação financeira e creditícia neste país&#8230;</p>
<p>Abraços, F.</p>
<p><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/08/27/consumidor_nao_conhece_taxa_de_juros_de_financiamento_diz_acsp_1602662.html"><strong>http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/08/27/consumidor_nao_conhece_taxa_de_juros_de_financiamento_diz_acsp_1602662.html</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Opinião" da Folha de S.P. de hoje, por Clóvis Rossi]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/27/404/</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 13:12:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/27/404/</guid>
<description><![CDATA[Leiam abaixo um artigo do Clóvis Rossi, da Folha de SP. Ele não é um especialista em crédito, mas no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:medium;color:#000080;">Leiam abaixo um artigo do Clóvis Rossi, da Folha de SP. Ele não é um especialista em crédito, mas nos ajuda a refletir. </span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#000080;">Tenho apenas um comentário: quando ele fala que a PJ leva em conta os juros&#8230;.hum&#8230;nem todas, na verdade, muito poucas. A maioria delas é administrada por uma PF, que pouco conhecimento tem do tema, pouco tempo tem para se dedicar ao tema e, pior, por não gostar do tema se afasta ainda mais do mesmo. Abs, FB</span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#000080;"><font size="4" color="#000080"> </p>
<p></font></span><span style="font-size:large;"><strong>O besouro e o crédito</strong></span></p>
<p><span style="font-size:large;">Clóvis Rossi</span></p>
<p> </p>
<p><strong>SÃO PAULO</strong> &#8211; Diz-se do besouro que não pode voar, pela sua aerodinâmica. No entanto voa. Daria para dizer a mesma coisa sobre o crédito no Brasil: na teoria, o aumento dos juros deveria derrubar a demanda por crédito. Na prática, o crédito voa -ou alcança um recorde após o outro. Em julho, chegou ao nível máximo desde que começaram a ser coletados os dados pelo Banco Central.<br />
É mais fácil explicar por que a demanda por crédito continua subindo, apesar do aumento do custo do dinheiro, do que explicar por que o besouro voa: brasileiro não leva em conta o nível dos juros, mas o valor da prestação. Se cabe no bolso, pega dinheiro, mesmo pagando mais.<br />
É verdade que são as pessoas jurídicas que estão buscando mais crédito -e, em tese, elas, sim, levam em conta a taxa de juros. De todo modo, fica evidente que o aquecimento da economia tende a se manter, na medida em que o crédito é um dos combustíveis mais importantes para o consumo.<br />
Logo, é igualmente evidente que se torna mais e mais ingrata a tarefa do Banco Central de derrubar a demanda via aumento dos juros.<br />
O que, por sua vez, significa que soa bem provável a previsão da grande maioria dos economistas de que os juros continuarão subindo e subindo. &#8220;Uma Selic [taxa de referência do BC] de 14,75% em dezembro é muito provável, assim como sua manutenção por uns quatro a seis meses, entrando em 2009&#8243;, escreve, por exemplo, José Francisco de Lima Gonçalves, professor da Faculdade de Economia e Administração da USP e economista-chefe do Banco Fator, para o número mais recente do boletim da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, também da USP.<br />
Vai acabar levando a inflação para o centro da meta em 2009. Mas, acrescenta Lima Gonçalves, &#8220;o custo será a redução do crescimento do PIB de 5% para 3,5%&#8221;.<br />
É um bom negócio?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banco Central divulga informações de Crédito - base: Julho, 2008]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/25/banco-central-divulga-informacoes-de-credito-base-julho-2008/</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 22:56:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/25/banco-central-divulga-informacoes-de-credito-base-julho-2008/</guid>
<description><![CDATA[Olha aí, pessoal: notícia fresquinha! Minha análise vem a seguir (e o link do Banco Central está lá ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olha aí, pessoal: notícia fresquinha! Minha análise vem a seguir (e o link do Banco Central está lá embaixo):</p>
<ol>
<li>O volume de crédito na economia cresceu um pouquinho, de 36,6% do PIB para 37%, para um estoque de R$ 1,086 trilhões - em julho de 2007 era 32,4%. O Banco Central estima que chegaremos a 40% no final do ano.</li>
<li>As operações com Pessoas Jurídicas cresceram 1,3% no mês (40,9% em 12 meses).</li>
<li>Já as com Pessoas Físicas cresceram 1,2% no mês (20% em 12 meses) &#8211; estão desacelerando, graças a Deus!</li>
<li>Ainda na PF, mal sinal: o Consignado (que é menos caro) representou 55,5% do total do Crédito Pessoal (vindo de 56,2%) - é o início da reação dos bancos ao esmagamento do spread nestas operações (que têm a taxa de juros fixada pelo Banco Central). O próximo relatório mostrará queda adicional.</li>
<li>A inadimplência aumentou: depois da estranha queda do mês passada, registrou-se um aumento na PF para 7,3% (+ 0,3 p.p. no mês), enquanto que na PJ a inadimplência permaneceu estável em saudáveis 1,7%.</li>
<li>Os juros estão em alta 2X: primeiro porque  a SELIC vem &#8211; e continuará &#8211; subindo, mas também porque o spread que os bancos colocam em cima da SELIC também está em alta. Números:</li>
</ol>
<ul>
<li>PJ &#8211; Taxa de juros (média): 27,5% (+ 0,9 p.p. no mês)</li>
<li>Spread PJ médio: 25,6 p.p., com alta de 1,1 p.p. no mês</li>
<li>PF &#8211; Taxa de juros (média): 51,4% (+ 2,3 p.p. no mês)</li>
<li>Spread PF médio: 36,6 p.p., com alta de 1,9 p.p. no mês</li>
</ul>
<p>Nota: p.p. = pontos percentuais</p>
<p>Nenhuma surpresa. Vejam que este não é um quadro que indique hecatombe. Porém, é inegável que teremos uma desaceleração do crescimento combinada (e do emprego e da renda) com juros em alta: dá para ser pior para que se endividou de forma &#8220;amadora&#8221;?</p>
<p><a href="http://www.bcb.gov.br/?ECOIMPOM">http://www.bcb.gov.br/?ECOIMPOM</a></p>
<p>Abraços, F.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Juros bancários, para PJ e PF - como reduzi-los. Isso é possível?]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/21/juros-bancarios-para-pj-e-pf-como-reduzi-los-isso-e-possivel/</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 16:22:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/21/juros-bancarios-para-pj-e-pf-como-reduzi-los-isso-e-possivel/</guid>
<description><![CDATA[Caríssimos, Muita gente chega neste blog porque faz o seguinte tipo de pesquisa no Google (e assemel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Caríssimos,</p>
<p>Muita gente chega neste blog porque faz o seguinte tipo de pesquisa no Google (e assemelhados): <em>&#8220;como pagar menos juros&#8221;, &#8220;juros bancários mais baratos&#8221;, &#8220;bancos com juros mais baixos&#8221; </em>e por aí vai.</p>
<p>Como eu acho que nunca postei nada tão específico assim, vamos em frente:</p>
<p>1. Banco caro/banco barato: não existe nenhuma pesquisa digna de nota, que nos dê uma indicação deste tipo. <strong>Os grandes bancos de varejo tendem a cobrar juros mais baixos</strong> do que os bancos &#8220;de nicho&#8221; (aqueles que só fazem consignado [na PF] ou desconto de recebívies [na PJ]. O motivo é simples: os bancões tem custo de funding mais barato e ganham a mesma coisa que os pequenos, cobrando menos do clientes. Um segundo motivo é que podem ganhar dinheiro também através da venda de outros produtos (e.g. serviços diversos, cartão de crédito, seguros, etc.).</p>
<p>2. Como você pode pagar menos: existem &#8220;n&#8221; formas de fazê-lo, mas eu dou as seguintes dicas:</p>
<ul>
<li>Não procure crédito somente quando estiver com a água cobrindo o nariz! Gerentes de bancos e de financeiros são treinados em <em>leitura corporal (&#8220;body language&#8221;), telepatia, tem sensores de batimentos cardiácos do cliente, tem &#8217;scanners&#8217; nos olhos</em>,  entre outras tecnologias cibernéticas, sempre com um proposito: <strong>identificar se o cliente precisa muito deste crédito, ou se tem outras opções (i.e. em outros bancos)</strong>. Se houver a percepção que você só tem aquela opção de financiamento, você irá pagar muito alto. Se convencê-lo que há outras opções ele/ela cederá. Em outras palavras, negocie forte. O gerente de banco tem altíssimas metas de empréstimos e receitas para cumprir!</li>
<li><strong>Mostre-se quão bom cliente você pode ser para o banco</strong>, seja via aquisição de outros serviços, pela pontualidade nos pagamentos que você cumprirá, ou pelo seu bom nível de renda, etc.</li>
<li><strong>Não tente enrolar!</strong> Não se esqueça que os gerentes são muito bem preparados!</li>
</ul>
<p>As regras são as mesmas para PFs e PJs, com a diferença que para PJs o espaço para negociação é mais abrangente.</p>
<p>Acreditem, isto funciona! Mas tem que ser honesto e fazer direito! Abraços, F.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um belo post sobre os perigos do excesso de crédito, por Miriam Leitão]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/16/um-belo-post-sobre-os-perigos-do-excesso-de-credito-por-miriam-leitao/</link>
<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 01:30:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/16/um-belo-post-sobre-os-perigos-do-excesso-de-credito-por-miriam-leitao/</guid>
<description><![CDATA[Vale a pena ler o link abaixo. Não estou pregando no deserto. E o Estadão deste domingo trará o que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vale a pena ler o link abaixo. Não estou pregando no deserto.</p>
<p>E o Estadão deste domingo trará o que promete ser uma provocativa reportagem sobre o câmbio. O Editor Leandro Modé é o responsável pela matéria e entrevistou, entre outros, este humilde escriba.</p>
<p>Abraços e bom final de semana! Fernando</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/miriam/post.asp?t=credito_nosso&#38;cod_Post=120313&#38;a=73">http://oglobo.globo.com/economia/miriam/post.asp?t=credito_nosso&#38;cod_Post=120313&#38;a=73</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Custo do capital de giro e cheque especial está mais alto, segundo PROCON]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/12/custo-do-capital-de-giro-e-cheque-especial-esta-mais-alto-segundo-procon/</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 21:00:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/12/custo-do-capital-de-giro-e-cheque-especial-esta-mais-alto-segundo-procon/</guid>
<description><![CDATA[A matéria abaixo mostra que o aperto monetário, via aumento da SELIC, começa a impactar os juros na ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><em>A matéria abaixo mostra que o aperto monetário, via aumento da SELIC, começa a impactar os juros na ponta. Os dados da pesquisa, porém, não me deixaram 100% confortável, pois não creio que um HSBC precifique uma linha de Crédito Pessoal a taxas como 4,81% a.m.em maio e 4,82% a.m.em junho.</em></h2>
<h2>Juros bancários sobem em agosto, mostra Procon-SP</h2>
<p><cite>Valor Online<br />
11/08/2008 14:47</cite></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; O aperto monetário iniciado em abril pelo Banco Central (BC) já reflete no movimento dos juros bancários. Pesquisa divulgada hoje pela Fundação Procon-SP mostrou crescimento na taxa média de juros cobrada pelos bancos nas modalidades de crédito pessoal e de cheque especial.</p>
<p>De acordo com o estudo, realizado com dez instituições, o juro médio mensal cobrado para as operações de empréstimo pessoal passou de 5,67% para 5,69% entre julho e agosto. Já para o cheque especial, o salto foi maior, de 8,83% para 8,97% ao mês.</p>
<p>Na modalidade de crédito pessoal, três bancos foram os responsáveis pela alta no juro, visto que sete instituições pesquisadas mantiveram as taxas praticadas em julho. Foram verificados reajustes no Bradesco (5,87% para 5,93%), no Itaú (6,58% para 6,64%) e no HSBC (4,81% para 4,82%).</p>
<p>Já no cheque especial, cinco bancos aumentaram as taxas. As três maiores altas foram apuradas pelo Procon-SP nos bancos Safra (11,79% para 12,3%), Real (8,9% para 9,28%) e Bradesco (8,39% para 8,58%).</p>
<p>A entidade salienta que os dados levantados referem-se a taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, sendo que para o cheque especial foi considerado o período de 30 dias. Foram coletados números dos bancos Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Banco do Brasil, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cenário do crédito para 2009: expansão ou "inchaço"?]]></title>
<link>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/09/cenario-do-credito-para-2009-expansao-ou-inchaco/</link>
<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 21:02:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Blanco</dc:creator>
<guid>http://blogdocredito.wordpress.com/2008/08/09/cenario-do-credito-para-2009-expansao-ou-inchaco/</guid>
<description><![CDATA[O crédito vem se expandindo a taxas anuais ao redor de 30% há anos. O consumo vem crescendo com simi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O crédito vem se expandindo a taxas anuais ao redor de 30% há anos. O consumo vem crescendo com similar voracidade. Não há dúvida que:</p>
<ol>
<li>O crédito vem impulsionando o consumo;</li>
<li>O consumo vem impulsionando a inflação;</li>
<li>Para segurar a inflação (e, portanto, o consumo), o BC aumenta os juros;</li>
<li>Juros mais altos significam: redução da capacidade de endividamento da população e aumento da inadimplência.</li>
</ol>
<p>A Febraban acredita que o crédito se expandirá ao redor de 22% em 2009. Isso me parece um claro sinal que bancos e financeiras irão tirar o pé do acelerador. Como assim?</p>
<p>Os juros médios para as pessoas físicas estão por volta de 45% a.a. Assumamos algumas hipóteses:</p>
<ol>
<li>Digamos que os juros, na média, continuem neste patamar até dezembro de 2009;</li>
<li>Os endividados não amortizem suas dívidas, mas as rolem na medida que estas vençam.</li>
</ol>
<p>Se isto fosse verdade, o estoque de dívida da massa endividada sairia de um índice 100 em dezembro de 2008, atingindo 145 em dezembro de 2009. Como os bancos acreditam que o crescimento do crédito será de 22%, o estoque iria a 122.</p>
<p>As minhas hipóteses são fortes, pois é óbvio que boa parte dos devedores pagam, pelo menos, uma parte das suas dívidas. Por outro lado, a situação dos devedores só tende a piorar, pois:</p>
<ol>
<li>Os juros tendem a aumentar, por conta da SELIC bem mais alta;</li>
<li>A inflação vem comendo parte da renda do trabalhador;</li>
<li>A economia deve desacelerar, o que reduzirá empregos, etc.</li>
</ol>
<p>Isto posto, eu não acho que o crédito irá crescer, mas sim &#8220;inchar&#8221;. Ou seja:</p>
<ul>
<li>Poucos novos cidadãos entrarão no mercado de crédito;</li>
<li>Poucos devedores aumentarão suas dívidas voluntariamente;</li>
<li>O aumento das carteiras de crédito se dará por conta de antigos endividados, que agora devem mais por conta da rolagem de dívidas a um custo mais alto.</li>
</ul>
<p>Espero estar muito errado! Abraços,</p>
<p>Fernando</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
