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	<title>tdah &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/tdah/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "tdah"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 17:50:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Este hijo nuestro es protervo y rebelde. Hace befa de nuestras reprensiones, pasa la vida en disoluciones y borracheras]]></title>
<link>http://buckmiller.wordpress.com/2009/11/25/este-hijo-nuestro-es-protervo-y-rebelde-hace-befa-de-nuestras-reprensiones-pasa-la-vida-en-disoluciones-y-borracheras/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:50:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>hljorge</dc:creator>
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<description><![CDATA[[ Protervo, va. (Del lat. protervus). 1. adj. Perverso, obstinado en la maldad. U. t. c. s. ] RAE De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>[ <span style="color:#666666;"> Protervo, va. (Del lat. <em>protervus</em>).</span> <span style="color:#666666;"> 1. adj. Perverso, obstinado en la maldad. U. t. c. s. </span>] <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltConsulta?TIPO_BUS=3&#38;LEMA=protervo">RAE</a></p>
<p style="text-align:right;">Deuteronomio 21:18-2. <a href="http://perso.wanadoo.es/estudioateo/citas/biblicas.htm">perso.wanadoo.es</a></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#000000;"> Inseguridad</span> <a href="http://buckmiller.wordpress.com/">Inicio</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TDA (sem H) bombando por aqui.]]></title>
<link>http://bravataouplacadesarcasmo.wordpress.com/2009/11/24/tdah-bombando-por-aqui/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:14:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>magnoliaaa</dc:creator>
<guid>http://bravataouplacadesarcasmo.wordpress.com/2009/11/24/tdah-bombando-por-aqui/</guid>
<description><![CDATA[* eu sei e você sabe que a GRANDE vantagem de ser NINGUÉM na noite é que não há pressão ou expectati]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">eu sei e você sabe que a GRANDE vantagem de ser NINGUÉM na noite é que não há pressão ou expectativa com relação aos meus posts aqui. quer dizer, se eu simplesmente apagar o blog podem rolar dois ou três resmungos, mas nada que alguns cliques de mouse não resolvam.</span></p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">ainda assim, vou te contar. é muita pressão hein. ver esse troço abandonado assim, às moscas.</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">mas eu aguento né. como podemos observar. a tal da pressão. dou uns cinco minutos e nem lembro mais de coisa nenhuma.</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">agora mesmo. tava escrevendo isso aqui e fui fazer xixi (muito chá na minha vida, muito chá). e não é que esqueci o que ia falar? coisas irrelevantes e tals, mas isso é default.</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">ah então. ô fasezinha que eu tou passando viu.<br />
é tanta coisa NÃO acontecendo que eu vou te contar.</span></p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">o big deal da semana é que falta pouco mais de dez dias pras minhas aulas acabarem. (inclusive, tudo isso que eu vou dizer aqui eu já disso lá no twitter. de uma forma muito mais aleatória, é verdade. mas é só pravisar quem estiver à procura de NOVIDADES e talecoisa. não estamos trabalhando com fatos inéditos no momento.) voltando. pouco mais de dez dias e pouco menos de duas semanas pras minhas aulas acabarem. daí que eu tou FAZENDO a enlouquecida, sabe como? fico repetindo por aí que tou estudando, que tou me concentrando, mas a verdade é que eu AINDA tou cagando pras provas. passei quatro anos sem mexer uma palha naquele curso, não vai ser AGORA que eu vou me acabar de estudar, mas nem que a vaca tussa. aos quarenta e seis do segundo tempo (vulgo esse final de semana) eu penso nisso.</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">daí que a minha vida tá toda em função disso aí: acabar a faculdade.</span></p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">esse ano eu vou abstrair das comemorações natalísticas e reveillonzísticas. meu turning point será o dia em que eu tiver aquele diploma inútil nas minhas mãos.</span></p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">primeiro porque, né, já passei da idade de fazer resoluções de ano novo. quem a gente quer enganar? o que diabos significa a porcaria do dia 31/12? nada. então eu tenho planos e coloca-los-ei em prática no final de dezembro. quer o mundo queira, quer não.</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">ah, falando em twitter. <a title="oieu." href="http://twitter.com/magnoliaaa" target="_blank">@magnoliaaa</a>. mas francamente, nem recomendo.</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">pra ser alguém na noite do twitter, é preciso CRIAR polêmica, sabe como? tem que se meter em conversa alheia, escrever frasezinhas absurdinhas e polemiquinhas e rezar pra que alguém (que já seja alguém) leia e se incomode com aquilo. toda uma dinâmica da qual eu não farei parte, of course.</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">e aí né. eu, com toda essa auto-estima que deus (não) me deu, fico evitando twittar porque eu acho mesmo que as pessoas têm coisa mais importante do que saber que, sei lá, eu entrei num curso de costura. vê que idiota eu sou. na minha cabeça DOENTIA, eu praticamente peço DESCULPAS por existir. como se né. alguém CAGASSE pra isso. (e não existisse o botão de unfollow)</span></p>
<p>*</p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">inclusive. se alguém quiser saber QUALQUER detalhe sobre aquele filme miserável crepúsculo/luanova/whatever, é só me perguntar. eu tentei de TO-DAS-AS-FOR-MAS escapar das garras das pós-adolescentes da minha faculdade, mas não fui ágil o suficiente. ontem, quando perguntaram se eu tinha assistido e eu respondi &#8211; aquela porcaria? má não assisto NEM QUE ME PAGUEM &#8211; foi como se eu tivesse anunciado o próprio apocalipse. no fim das contas eu fui OBRIGADA a ouvir elas contarem aquela baboseira de malhação com caninos avantajados e purpurina pra poder continuar afirmando que &#8211; eu continuo achando uma merda foda.</span></p>
<p><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">fim.</span></p>
<p>*</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TDAH.]]></title>
<link>http://iabmoll.wordpress.com/2009/11/24/tdah/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:13:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Obert Neciv</dc:creator>
<guid>http://iabmoll.wordpress.com/2009/11/24/tdah/</guid>
<description><![CDATA[Quantes vegades pensem que estem fent allò correcte i per falta de criteri a l&#8217;hora de anlitza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quantes vegades pensem que estem fent allò correcte i per falta de criteri a l&#8217;hora de anlitzar la realitat cometem errors substàncials. Dos cassos. Anys setanta, una alumna d&#8217;EGB qualificada com a mala estudiant, segregada en grups d&#8217;alumnes acadèmicament dolents, qualificada com a problemàtica. La retrobe la setmana passada i em conta quan malament ho va passar a l&#8217;escola. Acaba la conversació dient-me, jo creia que era tonta i el que realment em passava és que era hiperactiva.</p>
<p>Avui, la setmana passada. Una discussió entre un professor i un alumne per un incident. Una incidència que no comet l&#8217;alumne en questió però se li atrubeix, paraules pujades de to, insults, part disciplinari, expedient, expulsió. Aquest alumne està diagnosticat com a TDAH, amb informe, però al centre se li dona el mateix tractament que als altres alumnes i, per tant, se li qualifica com a problemàtic, conflictiu, dolent i ningú desitja tindre&#8217;l a la seva aula.</p>
<p>Han passat més de trenta anys, quatre lleis orgàniques i multitud de cursos de formació del professorat, però em permet preguntar ¿en cassos com aquest què és el que ha canviat? Sembla que els anys passen però seguim fent allò que sempre hem fet.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["El niño incomprendido". ]]></title>
<link>http://dislebi.wordpress.com/2009/11/23/el-nino-incomprendido/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:11:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>dislexiaeuskadi</dc:creator>
<guid>http://dislebi.wordpress.com/2009/11/23/el-nino-incomprendido/</guid>
<description><![CDATA[TDAH, Discalculia, TANV, Trastornos del lenguaje, Dislexia, Trastrono de Asperger, etc Los niños inc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>TDAH, Discalculia, TANV, Trastornos del lenguaje, Dislexia, Trastrono de Asperger, etc</strong></p>
<p>Los niños incomprendidos tienen problemas en el colegio, en el entorno familiar y entre sus compañeros; pero no son niños mal criados, vagos o agresivos. Son simplemente niños con mayores dificultades que la mayoría para llevar una vida escolar, familiar, y social satisfactoria. Ellos no tienen la culpa, ni pueden por sí mismos mejorar su situación. Si no se les comprende y se les ayudas su futuro está abocado al fracaso.</p>
<ul>
<li>Descripción detallada de ciertos problemas vinculados al desarrollo del sistema nervioso central que generan problemas escolares, familiares y sociales.</li>
<li>Incluye información práctica sobre cómo identificar y manejar dichos problemas.</li>
<li>Aprenderá a comprender a su hijo o a su alumno.</li>
<li>Encontrará orientaciones prácticas para cada uno de los problemas descritos.</li>
</ul>
<p>Desde este  día 1 de noviembre saldrá a la venta el libro</p>
<p> &#8221;<strong>El niño incomprendido&#8221;</strong>.</p>
<p><a href="http://dislebi.wordpress.com/files/2009/11/a3557.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1632" title="A3557" src="http://dislebi.wordpress.com/files/2009/11/a3557.jpg" alt="" width="120" height="191" /></a><a href="http://dislebi.wordpress.com/files/2009/11/a3557.jpg"></a></p>
<p><strong> </strong><strong>Autor:</strong></p>
<p><strong> </strong>J. Artigas</p>
<p> N. Buisán</p>
<p> C. Carmona</p>
<p> K. García</p>
<p> S. Noguer</p>
<p> E. Rigau</p>
<p>El libro ha sido elaborado por un prestigioso grupo de especialitas en los diferentes trastornos y dificultades de aprendizaje.</p>
<p>El precio de venta es de 12 euros.</p>
<p> y está disponible en librerías  e <a href="http://www.amateditorial.com/libro.asp?cod=A3557&#38;materia3=Salud%20y%20Bienestar"><strong>internet</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartas de um DSH.]]></title>
<link>http://pontotoc.wordpress.com/2009/11/22/cartas-de-um-dsh/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 15:48:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>darienoc</dc:creator>
<guid>http://pontotoc.wordpress.com/2009/11/22/cartas-de-um-dsh/</guid>
<description><![CDATA[Não me de liberdade porque não é disso que preciso. Sentou tremula e acendeu seu primeiro cigarro. H]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Não me de liberdade porque não é disso que preciso.</em></p>
<p>Sentou tremula e acendeu seu primeiro cigarro. Havia dito que não fumava mais. Mesmo assim não hesitou.  Descreverá-me o momento com um olhar de agulhas penetrantes. Foi intenso e forte de mais, a euforia fazia-nos sufocar em nossos próprios mundos. Naquele instante notei tamanho transtorno, tão profundo quanto o meu.<br />
Confesso ser egoísta de mais pra não pensar se, fiquei mal por mim ou por ela. Falta de ar miserável. Talvez não existam outros encontros, no momento só nos restou o desencontro naqueles olhares noturnos. Insisti em provocar&#8230; Insisti em sufocar&#8230; De fato fui bem sucedido. Mas, e agora? O que tenho? O que tens?</p>
<p><em>Não me de liberdade, pois já sou livre. Tranque-me em uma jaula&#8230; Animais se não selvagens deveriam estar trancados. Isso aqui não é uma selva.</em></p>
<p>Então, La se foi. Levantou sem muitas palavras, talvez um ou outro adeus seguido de um vazio nos olhos que me penetrou. E novamente, não soube dizer se era pena de mim mesmo.<br />
Entrei pensando que não nos veríamos novamente, mas seria impossível, era tão forte a dor e o desejo como quem vicia em cocaína. Dei um ate logo dentro de minha cabeça e voltei a viver os meus dias tediosos e angustiantes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[R&eacute;ussir &agrave; l&rsquo;&eacute;cole malgr&eacute; un trouble de l&rsquo;apprentissage]]></title>
<link>http://raymondviger.wordpress.com/2009/11/18/reussir-a-l-ecole-malgre-un-trouble-de-l-apprentissage/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:00:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>arianeaubin</dc:creator>
<guid>http://raymondviger.wordpress.com/2009/11/18/reussir-a-l-ecole-malgre-un-trouble-de-l-apprentissage/</guid>
<description><![CDATA[Spécial rentrée scolaire – Septembre/octobre 2009École à la maison, école musulmane, école en milieu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Spécial rentrée scolaire – Septembre/octobre 2009École à la maison, école musulmane, école en milieu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TDAH: TALLER PER A PARES]]></title>
<link>http://cimpsicologia.wordpress.com/2009/11/17/tdah-taller-per-a-pares/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:58:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>cimpsicologia</dc:creator>
<guid>http://cimpsicologia.wordpress.com/2009/11/17/tdah-taller-per-a-pares/</guid>
<description><![CDATA[Durant les pròximes setmanes, dintre del programa de col.laboració amb la Plataforma TDAH Badalona, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Durant les pròximes setmanes, dintre del programa de col.laboració amb la Plataforma TDA<a href="http://cimpsicologia.wordpress.com/files/2009/11/tdah.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-101" title="TDAH" src="http://cimpsicologia.wordpress.com/files/2009/11/tdah.jpg?w=300" alt="" width="219" height="174" /></a>H Badalona,  es realitzaran un seguit de tallers dirigits als pares i mares  relacionats amb l&#8217;educació i la problemàtica pròpia de nens que presenten aquest trastorn. El nostre objectiu es apropar-nos al dia a dia d&#8217;aquestes famílies i oferir un espai on puguin parlar de les seves experiències i així buscar entre tots estratègies i recursos per augmentar la qualitat de vida de les famílies.</p>
<p>El tallers seran els següents:</p>
<ul>
<li>19-11-09  El meu fill és TDAH? Què vol dir això?</li>
<li>26-11-09 Com fomentar l&#8217;autoestima en els nens</li>
<li>3-12-09   Pautes i límits</li>
<li>10-12-09 Com ajudar al teu fill a fer els deures</li>
</ul>
<p>Els tallers es duran a terme al local de l&#8217;Associació Plataforma TDAH de Badalona, Avda. Coll i Pujol, 172 a les 20:00h</p>
<p style="text-align:center;">Us deixem el cartell de la primera xerrada que es farà aquest mateix dijous.<a href="http://cimpsicologia.wordpress.com/files/2009/11/el-meu-fill-te-tdah-19-11-09.jpg"><img class="size-medium wp-image-102 aligncenter" title="El meu fill té TDAH 19-11-09" src="http://cimpsicologia.wordpress.com/files/2009/11/el-meu-fill-te-tdah-19-11-09.jpg?w=218" alt="" width="317" height="440" /></a></p>
<p>Us hi esperem!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tertúlia a Radio Ciutat Badalona sobre TDAH]]></title>
<link>http://cimpsicologia.wordpress.com/2009/11/11/tertulia-a-radio-ciutat-badalona-sobre-tdah/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:47:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>cimpsicologia</dc:creator>
<guid>http://cimpsicologia.wordpress.com/2009/11/11/tertulia-a-radio-ciutat-badalona-sobre-tdah/</guid>
<description><![CDATA[Els professionals dels CIM han estat convidats a participar a la tertúlia que es farà demà dijous al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Els professionals dels CIM han estat convidats a participar a la tertúlia que es farà demà di<img class="alignleft size-medium wp-image-95" title="cim radio" src="http://cimpsicologia.wordpress.com/files/2009/11/cim-radio.jpg?w=275" alt="cim radio" width="255" height="277" />jous al programa <a href="http://www.rcb.cat/ciutatoberta"><em>Ciutat Oberta</em> de Radio Ciutat Badalona</a>. La tértulia començarà a les 10:15 del matí i tractarà sobre el TDAH en tots els seus aspectes. Mercè Soler i Gemma Virgili parlaran de les característiques i implicacions d&#8217;aquest trastorn tant a nivell emocional com psicoeducatiu i escolar.</p>
<p>Per poder-nos escoltar podeu sintonitzar l&#8217;emissora al dial 94.4 o directament on-line en <a href="http://rcb.es/wm/index.htm">aquest enllaç.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O meu DDA]]></title>
<link>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/11/06/o-meu-dda/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 04:30:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stella Dauer</dc:creator>
<guid>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/11/06/o-meu-dda/</guid>
<description><![CDATA[Eu bato em móveis, sofás, armários, batentes. Eu esqueço o celular, o pen drive, o óculos, o guarda ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu bato em móveis, sofás, armários, batentes.</p>
<p>Eu esqueço o celular, o pen drive, o óculos, o guarda chuva, o agasalho em casa com certa costume, se não colocá-los na minha cara na hora de sair. Frequentemente meu pai me fala algo enquanto estou olhando pro computador, e eu respondo como se estivesse ouvindo. No final, não entendi nada do que eu li na tela e nem nada do que o meu pai falou, apesar de ter ouvido e lido tudo. Concordo com as coisas e quando me perguntam com o que eu concordei, não sei responder. Parece que eu estou em modo stand by.</p>
<p>É muito difícil eu me concentrar, desde criança. Fazer dever de casa era um problema porque em menos de um minuto eu estava distraída com algo. Se não fosse um gibi, um livro ou a televisão era a textura do lápis, o sol do lado de fora, o presente que e queria ganhar, as coisas que tinha que fazer no dia seguinte, as histórias fantásticas que e inventava (e invento até hoje) ou a mosca que tinha passado na minha frente. Por causa disso nunca consegui entrar na USP, não conseguia me esforçar e me concentrar nos estudos como via meus colegas fazendo.</p>
<p>Não conseguia acompanhar completamente qualquer explicação de professores. Quando leio livros que eu não quero ler tenho que ler e reler o mesmo parágrafo ou frase várias vezes até entender alguma coisa. Às vezes eu leio todas as palavras, percebo isso, mas não consigo formar frases e extrair algum sentido ou explicação disso tudo, do que li. Quando é algum livro que eu quero e gosto de ler, eu leio extremamente rápido, pulando palavras, frases e às vezes até páginas para chegar logo ao final, e até leio as últimas páginas antes de tudo em algumas ocasiões. Mas depois que leio, dificilmente me lembro de detalhes, e só guardo o enredo e personagens principais.</p>
<p>Tenho sentido uma diminuição do interesse sexual. Nunca pareço estar satisfeita com o meu namoro. Parece que está tudo sempre sem graça, morno, parece que meu namorado está sempre perdendo o interesse em mim, sempre deixando de gostar de mim. Às vezes, para me fazer notar, acordo com vontade de arranjar briga. Em meio a uma conversa com ele, encontro algum assunto sensível e começo a discutir. Forço até conseguir uma discussão, que sempre acaba em fazer as pazes. Parece que eu preciso dessas &#8220;emoções&#8221; para mostrar que eu estou aqui, para causar sensações fortes, me saber viva.</p>
<p>Às vezes isso também acontece com a família. Apesar de nunca querer brigas com a minha mãe porque odeio que ela fique insatisfeita ou brava comigo, algumas vezes parece que preciso pôr tudo pra fora. Eu tento conversar com eles e não consigo, não consigo ser ouvida ou entendida. Daí acabo explodindo em alguma situação banal, e ponho pra fora tudo o que estava acumulado. Não consigo falar cinco minutos sem começar a chorar e tremer a voz, berrar, socar coisas, me trancar no banheiro e soluçar por uma hora, até alguém vir dar um beijo na minha cabeça. Depois desses desabafos periódicos, me sinto melhor e mais leve.</p>
<p>Sempre tive problemas sociais. Sempre achei que fosse anti-social, que odiava as pessoas. Quando algum desconhecido vem conversar comigo, me sinto mal, me sinto apertada, incômoda. Fico torcendo para que a pessoa encerre logo a conversa, me pergunto porquê justamente comigo e não relaxo enquanto ela não vai embora. Eu sempre acho que meus amigos estão se distanciando de mim, não gostam mais de mim, não se importam mais comigo, e logo acho que não tenho amigo nenhum. Me magoo e me ofendo muito facilmente.</p>
<p>Odeio situações que eu chamo de &#8220;amizade forçada&#8221;, como jogos em equipes que você não pode escolher os participantes, equipes em testes de emprego, times em jogos e gincanas, jantares com amigos dos amigos, etc. Não gosto de fazer networking, de ir a eventos para conhecer pessoas só com motivos profissionais, sem querer fazer amizade. Só gosto de fazer amizade ou conversar com as poucas pessoas que eu escolho para isso. Sou tímida, mas me solto demais com as pessoas com quem acabo fazendo amizade, posso até acabar falando alto demais e muito. Nunca tive muitos amigos, apenas alguns seletos.</p>
<p>Não adianta tentar conversar com alguém sobre que eu sinto, ninguém nunca entende. Com as amigas, acaba virando reclamação, com o namorado vira briga, porque ele não me entende, não sabe o que me dizer. A família, para mim, parece estar sempre desatenta, parece que eu falo com a parede. E não importa o que me falem, nunca me deixa trnaquila, nunca resolve meus problemas, minhas inquietações, medos e ansiedades. Se me dão conselhos, acho que estão copiando livros de auto-ajuda inúteis, se falam só que tudo vai ficar bem eu grito porque isso não serve de nada.</p>
<p>Em certos dias eu acordo muito irritada. Qualquer coisa que o meu namorado fale parece ter sido dito para me irritar, para me deixar mal, para me criticar, para mostrar como eu sou um lixo. Ficar ao lado do meu pai também é estressante, preciso me aguentar enquanto ele faz barulhos com o pé ou escuta música em volume maior do que a minha irritação permite. Não gosto de coisas longas. Eventos que não acabam, tempo demais em uma fila, alguém falando sem parar. Passou de 40, 50 minutos, se o assunto não me interessou completamente, eu fico irritada também.</p>
<p>Eu sempre deixo tudo pra última hora. Por mais que eu me esforce, sempre acaba no horário limite, mesmo dormindo às 3 da manhã quase todos os dias. Não fico realmente atenta ao que eu tenho que fazer até a hora em que percebo que se perder mais 5 minutos, vou me dar mal.</p>
<p>Eu tenho a minha lista de coisas para fazer, e não começo nenhuma delas, por achar que não vou conseguir fazer bem ou direito, ou mesmo terminar. Fico horas ou dias até começar alguma coisa, com medo do que eu vou fazer, com medo de que seja ruim como tudo. Sou sensível a críticas, sempre acho que estão contra mim, e sempre lembro bem mais das críticas do que dos elogios. Acho que todos me fazem elogios só pra calar a minha boca e me deixar satisfeita. Acho sempre que os elogios são falsos e que as críticas são as mais honestas e verdadeiras. Sempre estou armada com quatro pedras na mão para qualquer coisa que me falem, acho que querem me sacanear, ou fora da equipe.</p>
<p>Em alguns dias, mesmo com toneladas de coisas para fazer, urgentes ou não, meu cérebro encara que eu não tenho nada a fazer, e eu acabo perdendo tempo precioso com tarefas banais e sem importância, ou tarefas que não estavam agendadas na minha lista de tarefas. De repente o dia some e eu não fiz nada do que tinha que fazer.</p>
<p>As madrugadas são o momento em que eu consigo produzir com mais qualidade. Sem telefone tocando, televisão ligada, minha mãe ou meu pai me chamando para alguma coisa e o silêncio, eu consigo um nível de concentração que eu não consigo de jeito nenhum durante o dia. Só que ir dormir tarde sempre acarreta em vários problemas, de tempo e de saúde.</p>
<p>Sou muito negativa. Tem horas em que uma sensação ruim me invade. Eu perco a vontade de fazer tudo, acho que nada do que eu faço é bonito, legal ou realmente útil para alguém. Me sinto culpada pelos problemas dos meus pais e da minha família. Acho que o meu namorado fala que gosta de mim só por conveniência, por achar que é mais difícil terminar comigo do que ir me aguentando daquele jeito.</p>
<p>Sempre me esforço completamente para tentar deixar todos felizes e agradados, achava que esse era o objetivo da minha vida, fazer os outros felizes. Mas tudo o que eu consigo é deixar todos bravos comigo ao mesmo tempo, todo mundo triste e infeliz, e eu mais ainda. Parece que tudo o que eu tento fazer é uma mancada, nada agrada, toda a minha família tem sempre algo a criticar em mim, e a minha irmã já me disse até mesmo que temos algo em que não batemos.</p>
<p>Entretanto, existem alguns momentos breves em que eu fico ansiosa. Parece que tenho milhares de ideias, todas ao mesmo tempo. E eu quero e começo a fazer tudo de uma vez só. Novas ideias para o TCC, uma nova ideia para um negocio próprio, uma ideia de presente para o meu namorado. Às vezes dá até uma sensação diferente e apertada no coração, me sinto em uma alegria extrema, sinto que o dia vai ser maravilhoso. Mas esses períodos passam, posso ter os dois tipos várias vezes ao mesmo dia.</p>
<p>Faço quase uma dezena de listas de tarefas para mim por semana. Tenho várias agendas online que controlam todas as minhas datas acadêmicas, de médicos, aniversários, contas, compromissos, reuniões, devolução de livros na biblioteca. Se deixo de olhar, esqueço. As listas de tarefas são muito repetitivias, porque mal e mal consigo fazer um dos itens nelas, já que invento muitas coisas novas para mim todos os dias, e quase nunca termino nada.</p>
<p>Tenho sérias dificuldades e determinar prioridades. Enquanto estou fazendo algo importante começo a olhar algum link ou ler outra coisa. Fico com tantas &#8220;prioridades&#8221; que acabo me confundindo com o que estou fazendo, não consigo dar exclusividade a nada e no final do dia o rendimento foi 0%. Em dias com muitas coisas para fazer – quase todos, recentemente – eu fico travada, não sei por onde começar.</p>
<p>Eu gosto de organizar e arrumar coisas, isso me acalma e me deixa tranquila e satisfeita. Eu sempre tenho coisas a arrumar e pôr no lugar, e quando tiro um momento do dia para fazer isso, acabo tomando o dia inteiro arrumando links que separei da internet, papéis que deixei ao lado da mesa, roupas na gaveta, todo um cômodo. E lá se foi meu dia novamente.</p>
<p>Gosto de ter tudo planejado. Planejo meus gastos para o semestre, planejo os ganhos. Planejo o que quero comprar, os cursos que vou fazer após sair da faculdade, em quantos anos vou me casar e ter filhos. Se vou viajar, planejo o horário de tudo, faço listas de itens de viagens, anoto endereços, horários e outras informações, para nunca esquecer nada. Eu sempre fui organizada, caprichosa e meticulosa porque me obrigo a isso, e gosto de ser assim. Se eu deixo sem cuidado, vira tudo uma bagunça. Mas desde criança eu sempre procurei ser metódica e caprichosa, com muita atenção.</p>
<p>Eu olho para tudo o que eu já fiz e acho um lixo, entre os meus trabalhos profissionais não tem nada que eu ache bonito, certas vezes. Quanto ao que eu tenho para fazer, como o TCC, por vezes acho que vai ficar uma droga, que nunca vai ficar bom como eu acho que eu deveria fazer. Eu sempre acho meu tempo curto, acho que eu poderia ser mais produtiva, fazer mais coisas em menos tempo, mas parece que tudo caminha justamente para o contrário.</p>
<p>Tenho medo do futuro, fico pensando que nada vai dar certo, que eu nunca vou encontrar o que eu realmente gosto de fazer, ou um emprego que me deixe feliz. E acho que nunca vou ser competente para ter meu próprio negócio, acho que vou fracassar ou nem começar. Vejo as coisas que meu namorado faz, sempre melhores do que as minhas, e acho que nunca vou alcancá-lo em matéria de competência ou de qualidade, e mesmo ele não fazendo isso, acho que ele está sempre me avaliando e me julgando, achando sempre que eu sou um zero à esquerda.</p>
<p>Tenho sérios problemas para acordar. Dormindo cedo ou tarde, ultimamente não consigo sair da cama antes das 11 da manhã. Coloco o alarme do celular para me despertar às 9 horas, e fico apertando o botão de Soneca por mais de 30 vezes até levantar. Quando o rádio relógio é quem tem de me acordar, ele toca extremamente alto por mais de 15 minutos até meu cérebro perceber o que está acontecendo. Entretanto, em situações em que eu sei que preciso realmente acordar cedo, vida ou morte, eu levanto da cama com pouca disposição, mas muito mais facilmente.</p>
<p>Um dia eu não consegui sair da cama. Eu simplesmente travei. Tinha serviço e trabalho da faculdade para fazer, e não conseguia sair da cama simplesmente porque achava que não conseguiria fazer nada, achava que tinha travado. Não conseguia nem pegar a meia que estava na mesa perto da cama. Meu pai precisou me atrair com comida, e ainda assim estava receosa.</p>
<p>No ano passado eu passei por três empregos, fora os freelancers que tive. Eu saí de uma editora porque achava que meu chefe não gostava de mim, e fui trabalhar em casa com notícias para sites de tecnologia. Logo encontrei um trabalho temporário em uma agência de publicidade, um lugar em que eu achava que não teria futuro, apesar de ganhar bem. Não gostava de trabalhar lá porque achava que ninguém me passava trabalhos legais, ninguém confiava em mim, logo enjoei. Fui chamada para trabalhar na editora Abril onde fiquei por um ano, e saí por não aguentar mais o meu trabalho. Estava cansada de fazer os mesmos trabalhinhos inúteis e achava que a minha chefe não gostava de mim. Também pedi demissão do trabalho de notas para o site por achar que não era competente o suficiente para a tarefa.</p>
<p>Nos dias em que está tudo pior, eu me sinto muito mal. Me sinto desconectada do mundo. Eu imagino um enorme quebra cabeças, e me vejo como uma peça que não é encaixada em nenhum lugar. Fico sentindo como se não houvesse lugar para mim no mundo, como se eu não fizesse parte de nada, não pertencesse a nenhum lugar, não me parecesse com coisa nenhuma. Essa sensação me dá um vazio enorme, que nada nem ninguém consegue preencher ou aplacar. Eu me sinto angustiada, porque não sei o que fazer para essa sensação passar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A quoi sert la relaxation?]]></title>
<link>http://cristinabello.wordpress.com/2009/11/05/a-quoi-sert-la-relaxation/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 15:27:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicorincon</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Apprendre à apprendre&#8221;, séance du 2 novembre 09: Si tu commences à bâiller, à penser à ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Apprendre à apprendre&#8221;, séance du 2 novembre 09: Si tu commences à bâiller, à penser à ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esporte e cultura para controle de comportamento]]></title>
<link>http://tvgeracaodigital.wordpress.com/2009/11/05/esporte-e-cultura-para-controle-de-comportamento/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 15:15:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>TV Geração Digital</dc:creator>
<guid>http://tvgeracaodigital.wordpress.com/2009/11/05/esporte-e-cultura-para-controle-de-comportamento/</guid>
<description><![CDATA[Esporte e cultura para controle de comportamento Atividades lúdicas, artísticas ou esportivas são mu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a name="nota146139" target="_blank">Esporte e cultura para controle de comportamento</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Atividades lúdicas, artísticas ou esportivas são muito benéficas e aconselháveis para crianças portadoras de Transtorno de Déficit de Atenção ou Hiperatividade</em></p>
<p style="text-align:justify;">Hiperatividade e déficit de atenção são alguns transtornos de comportamento frequentes em crianças.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com a <strong>psicóloga Martha Souza</strong>, a criança hiperativa apresenta alteração no comportamento, tem dificuldades de concentração e diminui a persistência ao realizar as atividades de rotina, concentração em conversas e movimenta-se com exageros. &#8220;<em>Ela está o tempo todo impaciente, não tem noção de perigo e principalmente não tem limites&#8221;</em>, explica.</p>
<p style="text-align:justify;">A psicóloga explica que atividades lúdicas, artísticas ou esportivas são muito benéficas e aconselháveis para crianças portadoras de Transtorno de Déficit de Atenção ou Hiperatividade (TDAH).</p>
<p style="text-align:justify;">A personal trainer e professora de natação, Luciana Noleto, comenta que a atividade física é de extrema importância para essas crianças, pois, além de trabalhar mente e corpo juntos, melhoram o desempenho de afazeres cotidianos. Ela diz que o esporte melhora o nível de atenção e de concentração da criança, trabalha o respeitar de limites e a socialização, além de contribui para o desenvolvimento integral da criança, melhora a capacidade cardiorrespiratória, equilíbrio, tônus muscular, desenvolvimento dos sentidos, sociabilidade e ganho de autoconfiança.</p>
<p style="text-align:justify;">A psicóloga Martha acrescenta que o exercício físico melhora a produção de dopamina, melhorando os sintomas desagradáveis do transtorno.</p>
<p style="text-align:right;">[Jornal do Tocantins (TO) – 05/11/2009]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quais os principais sintomas do DDA TDA/H?]]></title>
<link>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/11/05/quais-os-principais-sintomas-do-dda-tdah/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 04:29:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stella Dauer</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aqui vai um grande apanhado que eu recolhi de vários sites da internet. Se você apresenta mais de se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui vai um grande apanhado que eu recolhi de vários sites da internet. Se você apresenta mais de seis desses sintomas, você pode ter algum tipo de Transtorno de Déficit de Atenção, o TDA. Mas essas são apenas referências, não deixe de ir a um médico competente que possa diagnosticar isso corretamente.</p>
<p><strong>Desatenção</strong></p>
<ul>
<li>Dificuldade de concentração, mostra dificuldade para sustentar a atenção</li>
<li>Distração, não presta atenção em detalhes e comete erros por puro descuido, facilmente se distrai por estímulos alheios à sua tarefa</li>
<li>Dificuldade em ouvir, parece não escutar quando lhe dirigem a palavra</li>
<li>Desorganização, tem dificuldade para organizar tarefas e atividades</li>
<li>Tendência ao adiamento de tarefas</li>
<li>Chega atrasado a compromissos com frequência</li>
<li>Sonhar acordado</li>
<li>Tendência a executar várias tarefas ao mesmo tempo, deixando muitas inacabadas</li>
<li>Não segue instruções e não completa deveres escolares, tarefas domésticas ou profissionais (não por causa de um comportamento de oposição ou por uma incapacidade de entender as instruções)</li>
<li>Evita, antipatiza ou reluta se envolver em tarefas que vão exigir um esforço mental prolongado</li>
<li>Perde objetos necessários para suas tarefas e atividades</li>
<li>Com freqüência mostra esquecimento nas atividades do dia-a dia</li>
<li>Percepção negativa dos eventos e aumento de pensamentos negativos</li>
<li>Mau humor, irritabilidade, depressão</li>
<li>Apatia, diminuição de motivação, baixa energia</li>
<li>Interesse pelos outros diminuído</li>
<li>Tédio, insatisfação</li>
<li>Sentimentos de tristeza</li>
<li>Sentimentos de impotência ou falta de poder</li>
<li>Falta de esperança no futuro, se frustra facilmente</li>
<li>Baixa auto-estima</li>
<li>Sentimentos suicidas</li>
<li>Falta de perseverança</li>
<li>Tem dificuldade em se sentir satisfeito, agradado</li>
<li>Dificuldade no relacionamento com os colegas</li>
<li>Problemas de apetite e sono</li>
<li>Diminuição do interesse sexual</li>
<li>Esquecimento</li>
<li>Isolamento social</li>
</ul>
<p><strong>Hiperatividade</strong></p>
<ul>
<li>É inquieto, mexendo as mãos e os pés ou não parando quieto na cadeira</li>
<li>Tem dificuldade em permanecer sentado</li>
<li>Tem dificuldade em fazer uma atividade quieto ou em silêncio</li>
<li>Fala excessivamente</li>
<li>Responde a perguntas antes delas serem formuladas</li>
<li>Age como se fosse movido a motor</li>
</ul>
<p><strong>Impulsividade</strong></p>
<ul>
<li>Tem dificuldade em esperar a vez em qualquer ocasião, como em filas</li>
<li>Interrompe conversas e se intromete</li>
<li>Dá respostas precipitadas antes de ouvir a pergunta por completo</li>
<li>Falta de controle dos impulsos</li>
</ul>
<p>Todos ou a maioria desses sintomas, para serem diagosticados como DDA ou TDA precisam ter aparecido já na infância, antes dos 12 anos. Além disso, devem ter causado ou estar causando alguma espécie de problema para o indivíduo em pelo menos duas áreas de sua vida, seja em sua vida sentimental, social, profissional ou acadêmica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alumnos con trastorno por Déficit de Atención con Hiperactividad (TDAH)]]></title>
<link>http://mapagc.wordpress.com/2009/11/04/alumnos-con-trastorno-por-deficit-de-atencion-con-hiperactividad-tdah/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 22:35:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>jljmgb</dc:creator>
<guid>http://mapagc.wordpress.com/2009/11/04/alumnos-con-trastorno-por-deficit-de-atencion-con-hiperactividad-tdah/</guid>
<description><![CDATA[Alumnos con TDAH]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.slideshare.net/JLJMGB/trastorno-por-dficit-de-atencin-con-hiperactividad-tdah">Alumnos con TDAH</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todo mundo tem DDA]]></title>
<link>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/10/31/todo-mundo-tem-dda/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 23:04:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stella Dauer</dc:creator>
<guid>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/10/31/todo-mundo-tem-dda/</guid>
<description><![CDATA[Por conta de compromissos, empregos, vida, pouco tempo, não liguei mais para esses problemas. Cuidar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por conta de compromissos, empregos, vida, pouco tempo, não liguei mais para esses problemas. Cuidar deles levaria tempo, coisa que eu sempre achava que não tinha, já que estava sempre cheia de coisas, e nunca podia parar para ver isso.</p>
<p>Eu tinha ficado emocionada em conseguir relacionar meus problemas a algo real e tátil, mas não sabia o que fazer com isso.</p>
<p>Além do mais, eu ouvia todo mundo falando que tinha DDA, como se fosse uma modinha. &#8220;Ah, eu tenho DDA&#8221; era a frase que havia substituído &#8220;Ah, eu tenho depressão&#8221;. Se o <em>spleen</em> (o tifo e o tédio) tinham marcado os anos 20, o DDA agora era o sinônimo da modernidade, de novo milênio.</p>
<p>&#8220;Ah, eu não tenho tempo pra nada, sou distraído e não presto atenção em nada. Acho que tenho DDA&#8221;. Todo mundo falando isso, ninguém se tratando, e vida ficando por isso mesmo, <em>keep going</em>.</p>
<p>Então vai ver isso era frescura minha também. Todo mundo é desatento nos dias de hoje. Todo mundo tem que virar madrugadas fazendo as coisas. Todo mundo começava projetos que não iria terminar. O mundo era DDA. Logo, se todos são loucos, são todos normais? Pelo menos era isso que dizia o conto <em>O Alienista</em>, do Machado de Assis.</p>
<p>Era muito bonitinho e <em>hypado</em> falar que tinha DDA, e logo isso me encheu. Eu não queria mais nem saber de DDA nenhum. Eu tinha minha vida para viver e foi isso que eu fiz.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A primeira vez que ouvi falar sobre DDA]]></title>
<link>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/10/30/a-primeira-vez-que-ouvi-falar-sobre-dda/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 23:00:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stella Dauer</dc:creator>
<guid>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/10/30/a-primeira-vez-que-ouvi-falar-sobre-dda/</guid>
<description><![CDATA[Eu já nem queria mais saber o que eu tinha, só tentava levar a vida. Três anos estudando pro vestibu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu já nem queria mais saber o que eu tinha, só tentava levar a vida. Três anos estudando pro vestibular, duas tentativas falhas de entrar na USP. Eu era uma boa aluna, mas simplesmente não conseguia pegar algumas matérias. Eu adorava Física, até prestei pra essa profissão, mas eu era muito ruim em lógica.</p>
<p>Matemática e as matérias que precisavam dela eram o meu problema. Química e Física me davam dor de cabeça quando os números entravam no meio. Para estudar, eu colocava uma mesa e uma cadeira na lavanderia, onde era mais silencioso. Mas precisava ser muito, muito silencioso. Nem uma gota caindo no chão podia acontecer. E mesmo quando o silêncio era extremo, eu me distraía com qualquer coisa.</p>
<p>Se passasse uma mosca, eu já não estava mais olhando pros exercícios de elétrica. Se eu olhasse para o lápis, logo estava pensando em qualquer outra coisa que não fosse o que eu estava estudando. No ano em que resolvi prestar para Artes Plásticas, tive que estudar de madrugada um pouco de História da Arte por causa da prova específica. Era impossível me concentrar. Logo estava olhando o resto do livro procurando imagens ou escutando algo que vinha da televisão da sala. Nunca entrei na USP, mas consegui passar no Senac com boa colocação no meu curso.</p>
<p>Certo dia eu tive que ir ao Hospital das Clínicas pegar remédios para a minha mãe. Também estava com um livro que ela havia pedido que eu devolvesse na biblioteca do metrô de São Paulo. O nome era &#8220;Tendência à distração&#8221; (http://www.editoras.com/rocco/022235.htm), dos autores Edward M. Hallowell e John J. Ratey. Falava sobre um tal de Distúrbio do Défcit de Atenção, problema que era conhecido por afetar crianças e mais recentemente adultos.</p>
<p>Eu estava esperando uma longa fila de pessoas para pegar os remédios, não tinha levado nada para ler ou fazer, e resolvi dar uma rápida olhadela no livro. Li pequenos pedaços, a introdução e também a parte em que falava de sintomas. Pessoas desligadas, que têm dificuldade em escutar os outros, que deixam tudo para a última hora, que por vezes são muito ansiosos e em outras estão deprimidos e reservados&#8230;</p>
<p>Foi tão supreendente que eu acabei chorando ali mesmo, na fila, na frente de todo mundo. Será que era isso que eu tinha? DDA? Será que &#8220;viver no mundo da lua&#8221;, ser estabanada e desastrada, ouvir pouco as pessoas e fazer minhas lições e trabalhos sempre na última hora, com prazo apertado, significariam juntos um problema em comum? Será que isso tinha cura?</p>
<p>A partir daí, achei que eu tinha DDA.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Propera Xerrada-Taller al CEIP Lola Anglada de Badalona]]></title>
<link>http://cimpsicologia.wordpress.com/2009/10/30/propera-xerrada-taller-al-ceip-lola-anglada-de-badalona/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:34:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>cimpsicologia</dc:creator>
<guid>http://cimpsicologia.wordpress.com/2009/10/30/propera-xerrada-taller-al-ceip-lola-anglada-de-badalona/</guid>
<description><![CDATA[Seguint el programa de xerrades per a pares i mares del CIM, el proper divendres dia 6 de novembre a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seguint el programa de xerrades per a pares i mares del CIM, el proper divendres dia 6 de novembre a les 15h realitzem la Xerrada-Taller <em>“Què difícil és educa</em><img class="alignleft size-medium wp-image-89" title="cartell xerrada" src="http://cimpsicologia.wordpress.com/files/2009/10/cartell-xerrada.jpg?w=213" alt="cartell xerrada" width="213" height="300" /><em>r, uff!!! No perdem el sentit de l’humor” </em> al CEIP Lola Anglada de Badalona gràcies a la col·laboració de l&#8217;<a href="http://ampalolaanglada.wordpress.com/">AMPA Lola Anglada.</a></p>
<p>Aquesta xerrada-taller està tenint molt d&#8217;èxit entre els pares i mares, doncs actualment se&#8217;n parla molt de l&#8217;educació dels nostres fills i de com de difícil es torna de vegades. Moltes vegades els nostres fills/es no ens fan cas, no ajuden a casa, els costa assumir responsabilitats,&#8230;  Hem de saber actuar en cada situació, però sense perdre el sentit de l&#8217;humor, doncs tots els límits i normes que posem als nostres fills els donen seguretat i valors per a saber el que és correcte.</p>
<p>A la xerrada-taller es donen estratègies per intervenir en aquestes situacions i es posen exemples pràctics on els pares es poden sentir identificats.</p>
<p>La Xerrada-Taller serà impartida per els psicòlegs Mercè Soler (Directora del nostre centre) i Jaume Llampayas.</p>
<p>Us hi esperem!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ácidos grasos omega-3 como suplemento en el tratamiento del trastorno por déficit de atención/hiperactividad]]></title>
<link>http://elrincondelnerd.wordpress.com/2009/10/29/acidos-grasos-omega-3-como-suplemento-en-el-tratamiento-del-trastorno-por-deficit-de-atencionhiperactividad/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 05:56:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcodemexico</dc:creator>
<guid>http://elrincondelnerd.wordpress.com/2009/10/29/acidos-grasos-omega-3-como-suplemento-en-el-tratamiento-del-trastorno-por-deficit-de-atencionhiperactividad/</guid>
<description><![CDATA[Los suplementos de ácidos grasos poliinsaturados (PUFA) que contienen omega-3 no aportan un benefici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" rules="none" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<div>Los suplementos de ácidos grasos poliinsaturados (PUFA) que contienen omega-3 no aportan un beneficio claro respecto al placebo en niños con diagnóstico de trastorno por déficit de atención/hiperactividad (TDAH), aunque puedan haber producido un efecto modesto sobre la atención y los síntomas de hiperactividad en los niños con trastorno del desarrollo de la coordinación. Esta es una de las conclusiones de un estudio publicado recientemente en <em>Revista de Neurología</em>.Los autores del trabajo proponen que las mujeres embarazadas deberían tomar dosis de 100-300 mg/día de ácido docosahexanoico (DHA), ya que en niños, los aportes de dosis altas de ácido eicosapentanoico (EPA) con respecto a DHA pueden llevar a un descenso de la tasa de crecimiento. Unas tasas entre DHA y aacute;cido araquidónico (AA) del orden de 1,4 a 1 o de 2 a 1 son beneficiosas para el desarrollo visual y cognitivo en bebés con bajo peso al nacer y, probablemente, también en recién nacidos de peso normal.</p>
<p>Con respecto a las enfermedades mentales, la suplementación de EPA más DHA muestra una mayor eficacia que darlas por separado. Los ácidos grasos omega-3 posiblemente mejoran los síntomas psicóticos, depresivos y agresivos de los pacientes graves.</p>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="100%"><a href="http://www.neurologia.es/sec/resumen.php?or=web&#38;i=e&#38;id=2009209" target="_blank">[Rev Neurol 2009; 49: 307-312]</a><br />
Quintero J, Rodríguez-Quirós J, Correas-Lauffer J y Pérez-Templado J</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Asocian el TDAH con comportamiento criminal en la adultez]]></title>
<link>http://proyectopcne.wordpress.com/2009/10/26/asocian-el-tdah-con-comportamiento-criminal-en-la-adultez/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:15:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>pcne2009</dc:creator>
<guid>http://proyectopcne.wordpress.com/2009/10/26/asocian-el-tdah-con-comportamiento-criminal-en-la-adultez/</guid>
<description><![CDATA[Los niños que padecen el trastorno por déficit de atención e hiperactividad (TDAH) son más propensos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Los niños que padecen el trastorno por déficit de atención e hiperactividad (TDAH) son más propensos]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La dislexia: ¿un problema de adaptación cultural?]]></title>
<link>http://cristinabello.wordpress.com/2009/10/25/183/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 19:04:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicorincon</dc:creator>
<guid>http://cristinabello.wordpress.com/2009/10/25/183/</guid>
<description><![CDATA[Me gustó mucho el artículo del Dr. Artigas-Pallarés sobre dislexia, que leí a principios de año en R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Me gustó mucho el artículo del Dr. Artigas-Pallarés sobre dislexia, que leí a principios de año en R]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)]]></title>
<link>http://espartilho.wordpress.com/2009/10/21/transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 01:17:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Chris</dc:creator>
<guid>http://espartilho.wordpress.com/2009/10/21/transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/</guid>
<description><![CDATA[ANDRE BRITO Minha querida amiga Felina do Blog Felina Mulher Menina, voltou à ativa, com uma nova ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 419px"><img class="size-full wp-image-1195" title="01 ANDRE BRITO" src="http://espartilho.wordpress.com/files/2009/10/01-andre-brito.jpg" alt="ANDRE BRITO" width="409" height="258" /><p class="wp-caption-text">ANDRE BRITO</p></div>
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<p style="text-align:justify;">Minha querida amiga <strong>Felina</strong> do <a href="http://felinamulhermenina.wordpress.com/" target="_blank">Blog Felina Mulher Menina</a>, voltou à ativa, com uma nova cara para o blog e com mais informações sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). A discussão me parece tão relevante e interessante, não apenas por ter essa experiência próxima a mim, como por conhecer várias pessoas que sofrem com o transtorno e não sabem lidar com ele.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Definição:</strong><em> o TDAH é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.</em></p>
<p style="text-align:justify;">As principais características DDA manifestadas na<a href="http://felinamulhermenina.wordpress.com/2009/07/01/tdah/" target="_blank"> Felina</a>, postadas por ela e transcritas aqui:</p>
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<li><strong><span style="color:#ff0000;"><em>Ansiedade: </em></span></strong>&#8220;sempre tenho a sensação de estar perdendo tempo, de que preciso fazer mil coisas, arrumo milhões de coisas pra fazer seja na vida pessoal, trabalho, ajudar amigos, mas a cabeça o tempo todo martela “vc tem que dar conta, vc precisa fazer as coisas” que no final do dia a lista de coisas à fazer continua intacta, não fiz nada e me martirizo demais por isso. Cria-se um círculo vicioso pois mais coisas eu arrumo pra fazer, menos coisas dou conta, mais cresce minha insatisfação. Se eu pudesse não dormiria pois acho perda dde tempo, mas mesmo se não dormisse eu não ia fazer nada, me preocupando demais com o que preciso fazer… ehehehe loucura !!&#8221;</li>
<li><strong><em><span style="color:#ff0000;">TDO – Transtorno Desafiador </span><span style="color:#ff0000;">Opositor:</span></em></strong><em> </em>&#8220;Tenho dificuldades em receber ordens. Imagina uma pessoa displicênte, chamada a vida inteira de bagunceira, desordeira, desinteressada e preguiçosa, cheia de vontade de fazer as coisas sem poder, sendo cobrada por tudo aquilo que gostaria de colocar em ordem. Não consigo receber ordens, mas tbm não sei mandar em ngm.&#8221;</li>
<li><strong><span style="color:#ff0000;"><em>Cabeça nas Nuvens:</em></span></strong><strong><span style="color:#ff0000;"><em> </em></span></strong>&#8220;Penso demais !! Isso às vezes pode ser muito torturante. Em algumas horas consigo pensar em como abrir um negócio, como ele irá se desenvolver, depois penso na minha falta de tranquilidade e em como o negócio irá pras cucuias por causa do meu jeito de ser. Frustrante né? Cheia de idéias, sem força pra tocar nenhuma.&#8221;</li>
<li><strong><span style="color:#ff0000;"><em>Fora da Realidade:</em></span> </strong>&#8220;Uma vez li no orkut uma moça que dizia querer morar em sua própria cabeça, lá era melhor que a realidade. Eu concordo. De modo geral em nossas cabeças DDA o pensamento realiza tudo, compreende tudo. Estuda, tira boas notas, trabalha, se dá bem com as pessoas. Na realidade não temos atenção para manter uma leitura desinteressante, nossas notas baixam quando a matéria é chata, perdemos empregos por causa da nossa produção que cai muito quando a coisa se torna rotineira e estagnada, sem estimular nossa criatividade, e acabamos nos isolando socialmente pois não admitimos cobranças e fracassos. Já nos cobramos demais, as pessoas não precisam colaborar.&#8221;</li>
<li><em><span style="color:#ff0000;"><strong>Criatividade à mil:</strong> </span></em>&#8220;Sou sim muito criativa. Não aguento rotina, gosto de inovar. Locais diferentes, desafios. Pensar, já penso demais o tempo todo, e quando o problema é interessante a solução flui que é uma beleza.&#8221;</li>
<li><span style="color:#ff0000;"><em><strong>Tudo ao mesmo tempo e agora:</strong> </em></span>&#8220;eu gosto de fazer tudo, mas não consigo prosseguir em nada. Eu poderia ser contadora, advogada, cirurgiã, dentista, veterinária, artesã, cantora, atriz e representante comercial, tudo ao mesmo tempo. No entanto sou nutricionista e não acredito na rigidez de algumas regras do meu trabalho. Não creio no fato de que tudo que ingerimos tenha que ser extrictamente calculado, pesado, etc. Exagero, eu sei, mas se eu mesma não consigo seguir uma prscrição nutricional, pq eu tenho que impor que alguém siga? Além do mais “seguir uma dieta” é um saco, é rotineiro, eu não consigo conceber isso. Pronto, foi minha profissão tbm pro ralo.&#8221;</li>
<li><span style="color:#ff0000;"><em><strong>Facilidade para o aprendizado:</strong> </em></span>&#8220;Eu posso ler um artigo agora e em seguida consigo apresentá-lo para uma sala cheia de pessoas. Se a pressão for grande ou o assunto interessante o aprendizado é fácil. Só não tenho concentração mesmo. Quando resolvo ler um livro eu não consigo parar enquanto não terminar. Não consigo, tipo, ficarei curiosa para saber acompanhar a historia… é o processo de descoberta, como descobrir as coisas que me interessa. às vezes o final, chegar lá é o menos interessante. Investigar é o lance !!!&#8221;</li>
</ul>
<p>Existe maneiras de lidar com o transtorno, mas é importante que o diagnóstico seja feito por um psiquiatra com acompanhamento psicológico. Somente esses profissionais podem receitar medicamentos que ajudem no tratamento do transtorno.</p>
<p><strong>Quem quiser partilhar experiência sobre o assunto fique à vontade. </strong></p>
<p><strong>Para saber mais:</strong></p>
<p><a href="http://www.tdah.org.br/" target="_blank">ABDA &#8211; Associação Brasileira de Déficit de Atenção</a></p>
<p><a href="http://www.universotdah.com.br/" target="_blank">Universo TDAH</a></p>
<p><a href="http://www.autistas.org/tdah.html" target="_blank">Uma Visao Geral sobre o TDAH</a></p>
<p><a href="http://www.homemdemello.com.br/psicologia/tda.html" target="_blank">Descobrindo o TDA</a></p>
<p><a href="http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/oquee/index.htm" target="_blank">Instituto Paulista de Déficit de Atenção</a></p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/psicologico/2009/03/tdah-nas-escolas.php" target="_blank">TDAH nas escolas</a></p>
<p><a href="http://www.tdahecomorbidades.com.br/" target="_blank">TDAH e Comorbidades</a></p>
<p><a href="http://www.tdahecomorbidades.com.br/tdah_mulheres.asp?parametro=6" target="_blank">TDAH em mulheres</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Novos livros infantis sendo lançados em Salvador]]></title>
<link>http://pequenopolis.wordpress.com/2009/10/17/novos-livros-infantis-sendo-lancados-em-salvador/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 11:23:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianacarneiro</dc:creator>
<guid>http://pequenopolis.wordpress.com/2009/10/17/novos-livros-infantis-sendo-lancados-em-salvador/</guid>
<description><![CDATA[Dois eventos de lançamento de livros infantis em Salvador nos próximos dias: VAPORZINHO &#8211; SÁBA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dois eventos de lançamento de livros infantis em Salvador nos próximos dias: VAPORZINHO &#8211; SÁBA]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[TDAH - TRASTORN PER DÈFICIT D'ATENCIÓ]]></title>
<link>http://centreauca.wordpress.com/2009/10/09/tdah/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 09:31:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Centre Auca</dc:creator>
<guid>http://centreauca.wordpress.com/2009/10/09/tdah/</guid>
<description><![CDATA[El TDAH és un dels problemes psiquiàtrics més freqüents en infants i adolescents. Afecta més als nen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El TDAH és un dels problemes psiquiàtrics més freqüents en infants i adolescents. Afecta més als nens que les nenes i té un origen genètic, per tant s’ha d’evitar culpabilitzar els pares i el mètode educatius. Generalment es diagnostica en els primers anys de l’educació primària, tot i que alguns símptomes estan ja presents abans dels 7 anys d’edat. Amb l’edat, el pacient aprèn a compensar aquests símptomes.</p>
<p>El trastorn per dèficit d’atenció pot ser “amb hiperactivitat” o sense ja que hi ha nens que només presenten problemes en  l’àrea atencional i no en les d’impulsivitat i hiperactivitat.</p>
<p><strong>Signes que ens poden fer sospitar que tenim un nen amb TDAH:</strong></p>
<p>El nen amb símptomes de TDAH presenta la conducta en quasi totes les situacions en les que es mou i s’agreuja en situacions on la desorganització és més gran.<br />
Símptomes de desatenció:</p>
<ul>
<li>No atén als detalls i s’equivoca, per deixadesa, en les tasques que ha de fer.</li>
<li>Té dificultats per mantenir l’atenció en tasques o activitats lúdiques.</li>
<li>Sembla que no escolti quan se li parla directament, o quan se’l crida.</li>
<li>Té dificultats per seguir instruccions.</li>
<li>Li costa acabar una tasca començada, perd l’interès i canvia constanment d’activitat.</li>
<li>No és capaç de planificar per anticipat i amb eficàcia.</li>
<li>Acostuma a evitar tasques que requereixen un esforç mental.</li>
<li>Acostuma a perdre objectes importants i necessaris, és molt despistat.</li>
<li>Es distreu fàcilment amb estímuls irrellevants.</li>
</ul>
<p>Símptomes d’hiperactivitat/impulsivitat:</p>
<p>Quan es presenten la majoria d’aquests símptomes, acostuma a donar-se un deteriorament significatiu de l’activitat social, acadèmica o laboral.</p>
<p><strong>Tractaments útils per tractar el TDAH:</strong></p>
<p>Un tractament psicològic ajuda al pacient a desenvolupar tècniques com aprendre a centrar la seva atenció en activitats determinades i a controlar la seva conducta (tractament conductual i intervencions cognitivo-conductuals). El tractament farmacològic, valorada la seva necessitat per part d’un psiquiatra, pot arribar a fer desaparèixer els símptomes a llarg termini.</p>
<p><strong>Què poden fer els pares, familiars i educadors per ajudar-lo?</strong></p>
<ul>
<li>Rebre tota la informació necessària del trastorn i fins i tot seguir un tractament psicoeducatiu o d’entrenament de pares.<br />
·      Quan li donem una ordre, estar segurs de que l’ha entès, i preguntar-li.<br />
·      Si l’ordre implica una seqüència, especificar totes les passes a seguir.<br />
·      <strong><span style="font-weight:normal;">Potenciar les habilitats d’escoltar per mitjà d’activitats com llegir un conte i demanar-li que recordi els detalls.</span><br />
</strong>·      Crear l’ambient idoni, parlar-li més fluix i pausat, abaixar la música o treure sorolls.<br />
·      No deixar que interrompi per preguntar o explicar quelcom. Quan acaba el conte, deixar que ell s’expressi i fer-li preguntes.<br />
·      Quan volem que es concentri, intentar que no hi hagi altres estímuls visuals, i si n’hi han, demanar-li que ens miri a nosaltres.<br />
·     Utilitzar instruccions breus i senzilles i repetir-les quan sigui necessari.<br />
·      Fer jocs de memoritzar paraules o números.<br />
·      Fer jocs de rastrejar (tipus sopa de lletres, buscar Wally, etc.).<br />
·     Quan li encarreguem una tasca, li pot ser complicat trobar-se davant d’un full en blanc. L’ajudarem si abans verbalitza què vol fer, com ho farà, i com ho començarà.<br />
·     Acompanyar les ordres verbals amb exemples visuals que li serveixin de mostra.<br />
·     Jugar a imitar gestos (seqüències de gestos).<br />
·     Jugar a repetir petits versos</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Què farem en una sessió de musicoteràpia al Centre Auca?</strong></p>
<p>A la sessió de musicoteràpia, un nen amb trastorn per dèficit d’atenció amb o sense hiperactivitat, pot fer sessió individual o grupal, segons el moment del tractament i les característiques del problema. Les sessions de musicoteràpia són molt estructurades, per ajudar el nen a sentir-se còmode en un ambient previsible i conegut per ell. El tractament consisteix en utilitzar les activitats musicals com estructura de base per treballar la capacitat de control dels impulsos i l’espera dels torns. Els jocs musicals treballaran bàsicament la capacitat d’atenció i de memòria immediata, així com el seguiment de seqüències.</p>
<p>Paral·lelament, s’assessorarà als pares en la millor manera d’ajudar el nen a casa, i en les pautes de conducta a seguir.</p>
<p align="right"><em>Canolich Benedí i Reina<br />
</em><em>Anna Garí i Campos<br />
</em><em>Centre Auca de Psicologia i Musicoteràpia</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
