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	<title>teatrodanca &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/teatrodanca/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "teatrodanca"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 06:41:07 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O santo guerreiro e o herói desajustado]]></title>
<link>http://mbjolpuc.wordpress.com/2007/10/30/sao-jorge-salva-dom-quixote-na-praca-da-republica/</link>
<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 16:28:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>mbjolpuc</dc:creator>
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<description><![CDATA[por Aline Khoury Depois de mastigar por 90 minutos folhas de alface caídas em pleno chão da Praça da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin-right:-15.8pt;text-align:justify;line-height:150%;">por Aline Khoury</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-15.8pt;text-align:justify;line-height:150%;">    Depois de mastigar por 90 minutos folhas de alface caídas em pleno chão da Praça da República, o jovem ator Rodrigo Ramos se justifica: “Assim é o clima mágico da São Jorge, ele te envolve de um jeito que te faz acreditar que por aqueles 90 minutos você realmente se tornou um cavalo! Mergulho na apresentação de tal maneira que seria capaz de lamber aquele chão sem nem me dar conta”. Desde 15 de setembro, o talento de 13 ousados atores como Rodrigo tem surpreendido e encantado os transeuntesdo centro promovendo finais de semana um tanto quanto reflexivos.<span> </span>Em uma combinação carnavalesca entre um grande clássico da literatura universal e a tradição popular brasileira, o primeiro espetáculo de rua da Cia São Jorge de Variedades parece ter correspondido aos objetivos de seu mais novo diretor Rogério Tarifa – “Desde o início procurávamos incitar uma reflexão sobre o sentido do herói nas metrópoles atuais que fosse acima de tudo acessível a qualquer espectador comum”.<span></span> Fruto da fusão de quatro companhias da Escola de Comunicação e Artes da USP em 1994 (motivada principalmente por dificuldades financeiras), o grupo tem conquistado cada vez mais espaço no cenário alternativo paulistano.<br />
<span></span>     Após longa caminhada, o guerreiro romântico e solitário finalmente chega à metrópole onde tem uma miragem de sua amada Dulcinéia &#8211; iniciando, assim, uma dura batalha para conquistá-la. Seus nobres ideais, porém, entram em constante conflito com as regras da cidade grande. Não se adaptando ao caos contemporâneo, o guerreiro vê-se perdido e cada vez mais impotente. Até que o santo popular São Jorge vem com sua história de luta resgatá-lo, revelando a importância do sentido da coletividade que persiste nas “ilhas” de resistência que ainda pulsam no cenário metropolitano.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-15.8pt;text-align:justify;line-height:150%;"><a href="http://mbjolpuc.wordpress.com/files/2007/11/quixote.jpg" title="quixote.jpg"><img src="http://mbjolpuc.wordpress.com/files/2007/11/quixote.thumbnail.jpg" alt="quixote.jpg" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-15.8pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Um dos aspectos mais interessantes é a originalidade da produção com um ar proposital de improvisação: &#8220;Nem sei estimar ao certo o custo para produzir porque quase todos os acessórios já eram dos próprios atores ou foram reciclados por nós mesmos&#8221;. Adornado apenas por cartolinas, panos velhos e muita purpurina, o cenário é composto de duas estruturas de ferro com rodas que permitem encenar carros alegóricos de escolas de samba (principais inspirações do roteiro). Vale ressaltar a empolgação da trilha sonora, que é feita ao vivo com chocalhos e pandeiros caseiros, uma bateria de latões e uma guitarra amplificada.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-15.8pt;text-align:justify;line-height:150%;"><span>            </span>De volta aos palcos cobertos em dezembro, o grupo pretende retornar ao Teatro de Arena <span>Eugênio Kusnet (R.Teodoro Baima,94-Centro) </span>e ao VentoForte (R.Brigadeiro Haroldo Veloso, 150, Itaim), permanecendo com sua tradicional entrada franca. A direção promete também promover ensaios das peças abertos ao público, repetindo seu feito inovador de 2001.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-15.8pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;"><a href="http://mbjolpuc.wordpress.com/files/2007/11/2-796850.jpg" title="2-796850.jpg"><img src="http://mbjolpuc.wordpress.com/files/2007/11/2-796850.thumbnail.jpg" alt="2-796850.jpg" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-right:-15.8pt;text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:150%;">Para o futuro, as expectativas são ainda maiores &#8211; as quatro companhias têm conquistado tantos adeptos que planejam transformar o grupo num movimento: “A platéia tem mostrado que identifica em nossas performances um estilo de vida próprio, uma nova forma de encarar o mundo ao redor” orgulha-se Tarifa. Pelas bênçãos de São Jorge ou não, o certo é que a companhia já representa uma revolução na rotina daqueles que acabam se tornando estrelas por um dia: os moradores de rua, que sempre caem na cena com a maior empolgação.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Les Ballet Trockadero]]></title>
<link>http://mbjolpuc.wordpress.com/2007/09/27/les-ballet-trockadero/</link>
<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 00:23:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>mbjolpuc</dc:creator>
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<description><![CDATA[por Bruna Lança &nbsp; Ballet Clássico. O que esta palavra lhe traz à cabeça? Um bando de crianças v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">por Bruna Lança<br />
</font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Ballet Clássico. O que esta palavra lhe traz à cabeça? Um bando de crianças vestidas de borboletinhas ou grilinhos? Aquela tortura em que você tem que assistir sua irmãzinha todo final de ano? Um bando de magrelas idênticas correndo par lá e pra cá? </font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Então aprecie toda a delicadeza da seguinte foto: (montagem) </font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Mas repare bem&#8230; Uhmmm. Agora sua reação pode ter variado entre: &#8220;Ah, sempre soube que era coisa de veado!&#8221; ou (&#8230;)<span>  </span>“Nossa, como eles conseguem fazer tudo nesses trajes?&#8221; </font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">    Pois além de conseguir fazer, fazem muito bem! Se a técnica de ficar na ponta dos pés já é difícil para as mulheres, para os homens mais ainda. Como os dez bailarinos fazem questão da sátira, não se depilam propositalmente e encenam justamente a dificuldade de um deles para acompanhar os passos dos demais. O grupo Trockadero é um exemplo de como usar a criatividade em uma dança tão tradicional e lidar de forma divertida com o preconceito que ainda envolve bailarinos de todo o mundo. </font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Inédito? Só por aqui...]]></title>
<link>http://mbjolpuc.wordpress.com/2007/09/14/inedito-so-por-aqui/</link>
<pubDate>Thu, 13 Sep 2007 23:15:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>mbjolpuc</dc:creator>
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<description><![CDATA[ por Bruna Lança Todo glamour do tão esperado espetáculo Alegria do Cirque du Soleil pode frustar al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> por Bruna Lança</p>
<p>Todo glamour do tão esperado espetáculo Alegria do Cirque du Soleil pode frustar algumas expectativas. O que poucos sabem é que apesar de ser o &#8220;the best&#8221; dos circos o elenco escalado para o Brasil não é tradicional e tanto o Saltimbanco como o Alegria são antigos e apresentados por aqui como inéditos. Considerando que as pessoas que podem pagar para assistir são as memas que podem viajar e ver o espetáculo fora do país a sensação que fica é de ver por aqui algo velho. Não que a apresentação não seja maravilhosa e o circo o melhor do mundo, mas vemos uma coisa que o mundo inteiro já viu anos atrás.  Apesar disso tudo, é óbvio que não dá para desperdiçar a chance de ver grandes artistas de várias nacionalidades, são mais de quarenta, em um circo conhecido por suas grandes performances sem o uso de animais e com influência de teatro mambembe, ópera, balé e rock. Além disso eles tem um idioma próprio, o Cirquish, dialeto imaginário criado pela companhia. E vamos combinar uma coisa&#8230;se esse é o segundo escalão..imagine o primeiro!</p>
<p><a href="http://mbjolpuc.wordpress.com/wiki/Imagem:Dralion-Vienna.jpg" title="Espetáculo Dralion em Viena, 2004." class="image"><img border="0" width="300" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/17/Dralion-Vienna.jpg/300px-Dralion-Vienna.jpg" alt="Espetáculo Dralion em Viena, 2004." height="201" class="thumbimage" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O verossímil]]></title>
<link>http://mbjolpuc.wordpress.com/2007/09/07/106/</link>
<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 22:45:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>mbjolpuc</dc:creator>
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<description><![CDATA[por Bruna Lança Pouca gente o conhece e isso costuma chocar a tribo do teatro, para quem esse ator f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>por Bruna Lança</p>
<p>Pouca gente o conhece e isso costuma chocar a tribo do teatro, para quem esse ator foi simplesmente um divisor de águas na Arte Cênica mundial. Para não fazer feio em cena, o MBjolPuc orgulhosamente apresenta: Stanislavsky.</p>
<p>Constantin Stanislavski nasceu em Moscou em 5 de janeiro de 1863 e morreu na mesma cidade em 7 de agosto de 1938. Fez sua primeira apresentação aos 7 anos de idade e logo no inico de sua carreira adotou o sobrenome Stanislavski pois nessa época essa carreira não era vista com bons olhos pela sociedade. Em 1888 fundou a Sociedade Literária e Artística do Teatro de Maly, onde ganhou experiência de palco e atuação e 10 anos depois, junto com Vladimir Nemirovich-Danchenko foi o co &#8211; fundador do Teatro de Arte de Moscou (MKhAT) onde foi diretor e apresentou a peça A Gaivota com Anton Chekhov que tornou-se seu pupilo. No Teatro de Arte começou a desenvolver o seu famoso &#8221; Sistema Stanislavski&#8221; baseado na tradição realista de Aleksandr Pushkin.O núcleo deste sistema está na chamada “atuação verossímil”, uma série de técnicas e princípios que hoje são considerados fundamentais para o desempenho do ator. Ele também teve influência na ópera moderna e impulsionou os trabalhos de escritores como Máximo Gorki e Anton Tchecov. Grandes escolas como o Actors Studio (<span class="a"><font size="2" color="#008000"><a href="http://www.actors-studio.com/">www.<strong>actors</strong>-<strong>studio</strong>.com/</a></font></span>) de Nova Iorque utilizam as técnicas de satanislavski nas suas aulas para formar grandes atores, temos como bons exemplos Jack Nicholson e Marylin Monroe entre outros. Constantin passou anos buscando aprimorar suas técnicas até seu falecimento e lutou para facilitar o trabalho do ator, mas acima de tudo declarava:</p>
<dd><em>&#8220;Crie seu próprio método. Não seja dependente, um escravo. Faça somente algo que você possa construir. Mas observe a tradição da ruptura, eu imploro.&#8221;</em> </dd>
<p>Entre suas obras estão os clássicos:</p>
<ul>
<li>Minha vida na arte;</li>
<li>A preparaçao do ator;</li>
<li>A criação de um papel;</li>
<li>A construção da personagem;</li>
<li>Manual do ator.</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A Dama e o Vagabundo às avessas]]></title>
<link>http://mbjolpuc.wordpress.com/2007/09/05/100/</link>
<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 00:38:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>mbjolpuc</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp;   por Aline Khoury         São Paulo tem mais um motivo para consolidar-se como a capital lat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span></span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> <img src="http://www.fichada.blogger.com.br/my%20fair%20lady.jpg" /> </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;" class="MsoNormal">por Aline Khoury</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">        São Paulo tem mais um motivo para consolidar-se como a capital latino-americana dos musicais. Outra das adaptações milionárias de clássicos da Broadway, My Fair Lady tem feito jus aos pesados investimentos e salgados ingressos: “O paulistano já mostrou que sabe reconhecer um grande espetáculo, que sabe dar o devido valor a todo o esforço por meses das dezenas de cinegrafistas, figurinistas, diretores e principalmente atores” alega Cecília Soares, que não se importou em desembolsar os R$160 para o melhor setor do teatro Alfa. Existem, porém, alguns meios mais econômicos como o setor 4 de domingo, no qual a meia entrada sai por R$20. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">Nesses cinco meses em cartaz, a comédia adaptada pelo diretor veterano Jorge Takla tem repetido o sucesso que rendeu ao musical a proeza de ser encenado por 50 anos ininterruptamente. O filme homônimo (de 1964, na foto acima) e a peça Pigmaleão, de George Bernard Shaw, são as inspirações desta nova versão que conta com uma equipe permanente de 40 artistas, (entre atores, bailarinos e cantores), 20 músicos na orquestra, 40 profissionais na parte técnica (maquinistas, camareiras, cabeleireiros, peruqueiros, maquiadores, operadores de luz, som e contra-regras) e mais de 15 na produção. Dez cenários ricamente adornados e 300 figurinos típicos do início do século XX completam os números capazes de competir com os tradicionais espetáculos europeus ou americanos. <a href="http://www.teatroalfa.com.br/esp_ver.asp?id=8&#38;tipo=4">Teatro Alfa</a><br />
</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;">A rigorosíssima seleção entre quase 1000 bailarinos levou só mesmo a nata da dança na capital: “Esta é o 3º musical do Takla em que eu chego até a última triagem, acho que sempre peco um pouquinho na voz, porque não adianta cantar qualquer sucesso das Divas, tem que ser canto lírico de primeira – sem contar tantas meninas que saem chorando porque só dominam o jazz; se não tiver toda a base no clássico, tá fora” declara Stela Rossini que, novamente, dançou. </span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">A trama se desenvolve na saga de um rico professor de fonética inglês para transformar em dama aristocrata uma paupérrima vendedora de flores com um palavreado quase indecifrável. Cláudio Botelho arriscou-se a assinar mais uma vez a tradução, depois do êxito em suas adaptações de Les Miserábles, A Bela e a Fera, Chicago e outros. Embora as falas tenham sido aproximadas à nossa realidade sem perder a comicidade, não se pode afirmar o mesmo sobre a trilha sonora, que mesmo mantendo as rimas pode decepcionar espectadores mais fanáticos que esperavam cantar a inteligente letra original</span><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">. <a href="http://www.imdb.com/title/tt0058385">Sobre o filme</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Homer de cara lavada]]></title>
<link>http://mbjolpuc.wordpress.com/2007/08/17/homer-de-cara-lavada/</link>
<pubDate>Fri, 17 Aug 2007 03:19:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>mbjolpuc</dc:creator>
<guid>http://mbjolpuc.wordpress.com/2007/08/17/homer-de-cara-lavada/</guid>
<description><![CDATA[por Aline Khoury Com cerca de 60 metros de largura, o desenho do Gigante de Cerne de Abbas é um marc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>por Aline Khoury</p>
<p>Com cerca de 60 metros de largura, o desenho do Gigante de Cerne de Abbas é um marco do condado Dorset (sudeste inglês) e simboliza a fertilidade na figura de um homem nu, com o pênis ereto, segurando uma clava.</p>
<p>Eis que toda a suntuosidade deste ícone da Antigüidadefoi repentinamente abalada na última semana por nada menos que um gigantesco desenho dele mesmo: Homer Simpson. A “afronta” vem adornada com um donut nas mãos e foi feita em escala semelhante à obra histórica pelos publicitários de &#8220;Simpsons, o filme&#8221;.</p>
<p><img src="http://mbjolpuc.wordpress.com/files/2007/08/polly-simpsons-danca-da-chuva.jpg" alt="Homer e o Gigante" /></p>
<p>Para apagar a polêmica paródia, pagãos das proximidades prometeram realizar a dança da chuva a fim de lavá-la do campo. Seu trabalho, entretanto, será mais fácil do que o esperado – os contornos de Homer são de tinta biodegradável, que rapidamente dissolve na água.<br />
&#8220;Esperávamos um clima bom, mas agora vamos fazer a dança da chuva para que seja lavada a imagem de Homer. Estamos impressionados que se tenha permitido fazer uma coisa tão ridícula. Essa é uma área de interesse científico&#8221;, defendeu Ann Bryn-Evans, presidente da Federação.</p>
<p>E aí vai uma lembrancinha da editoria de Dança que comprova que na mistura da Internet até Simpsons e Dança combinam!<br />
Ou não: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uM_jW1Ptkzk">http://www.youtube.com/watch?v=uM_jW1Ptkzk</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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