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	<title>tept &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/tept/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "tept"</description>
	<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 12:07:48 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Definición Trastornos por Estrés Post Traumático]]></title>
<link>http://pamemonroy.wordpress.com/2009/11/06/definicion-trastornos-por-estres-post-traumtico/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:56:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>pamemonroy</dc:creator>
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<description><![CDATA[El trastorno por estrés postraumático o TEPT es un trastorno psicológico clasificado dentro del grup]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">El <em><span style="color:#808000;"><strong>trastorno por estrés postraumático</strong> o <strong>TEPT</strong></span></em> es un trastorno psicológico clasificado dentro del grupo de los trastornos de ansiedad, que sobreviene como consecuencia de la exposición a un evento traumático que involucra un daño físico. Es una severa reacción emocional a un trauma psicológico extremo. El factor estresante puede involucrar la muerte de alguien, alguna amenaza a la vida del paciente o de alguien mas, un grave daño físico, o algún otro tipo de amenaza a la integridad física o psicológica, a un grado tal, que las defensas mentales de la persona no pueden asimilarlo. En algunos casos, puede darse también debido a un profundo trauma psicológico o emocional y no necesariamente algún daño físico; aunque generalmente involucra ambos factores combinados.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-89" title="tept en niños" src="http://pamemonroy.wordpress.com/files/2009/11/tept.jpg?w=300" alt="tept en niños" width="300" height="286" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Herói X-tressado]]></title>
<link>http://psicotidiano.wordpress.com/2009/05/04/um-heroi-x-tressado/</link>
<pubDate>Mon, 04 May 2009 20:52:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicotidiano</dc:creator>
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<description><![CDATA[Wolverine é um dos personagens mais humanos do universo Marvel. Ainda que seus extraordinários super]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Wolverine é um dos personagens mais humanos do universo Marvel. Ainda que seus extraordinários superpoderes mutantes o coloquem num patamar superior ao dos meros mortais, sua complexidade psicológica é tão ampla que se torna quase impossível não relacionar seus conflitos com aqueles presentes na vida do sujeito ordinário.</p>
<p>Espécie de terapeuta dos X-men, o telepata paraplégico Professor Xavier ajuda seus pupilos mutantes a superar conflitos, a lidar com a rejeição e a aceitar e a aprender a conviver com suas capacidades especiais. Personagens como Nightcrawler (espécie de diabinho azul capaz de se teletransportar) e Vampira (condenada à eterna virgindade, já que drena a energia vital de quem quer que toque) são exemplos de como suas habilidades incomuns geram conflitos sociais e, consequentemente, psíquicos.</p>
<p>As demandas de Wolverine são outras e sua terapia é diferenciada. Ao contrário da maioria dos personagens Marvel, não são os superpoderes de Wolverine que desencadeiam seus conflitos psíquicos, mas o contrário. São estes conflitos que trouxeram à tona suas habilidades excepcionais. E isto é o que torna um herói mais humano. Ele não dá a mínima para o modo como os outros o vêem e não tem problemas para conviver com sua mutação; o único que deseja é ter de volta a sua memória, contando para isso com os poderes paranormais de Xavier.</p>
<p>A biografia ficcional de Wolverine deixa explícito o mecanismo de formação do Sintoma através do Recalque. Pelo recalque, o sujeito da vida real envia ao inconsciente um conteúdo rejeitado pelo consciente, resultando na formação de um sintoma, um substituto que permite a aquisição de prazer, ainda que pelo desprazer. Já Wolverine, ao recalcar as lembranças da morte trágica dos pais, produz uma mutação como sintoma: o fator de regeneração e as garras inumanas, fonte de desprazer para seus inimigos, mas de prazer para o espectador.</p>
<p>Encaminhado a um especialista, Wolverine poderia receber inicialmente o diagnóstico de Neurose Traumática. Mais especificamente Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). O primeiro requisito para este diagnóstico é revelado &#8211; apenas para quem não é fã de quadrinhos &#8211; em X-Men Origins: a vivência de um evento estressante de natureza ameaçadora; no caso, o cruel assassinato do pai e o incompreensível suicídio da mãe.</p>
<p>Daí em diante Wolverine é incapaz de fugir da repetida reexperimentação da tragédia que viveu. Fragmentos de memória surgem repentinamente, bem como pesadelos perturbadores, que o fazem acordar tomado pelo terror e pela angústia. Este é mais um requisito para o diagnóstico de TEPT.</p>
<p>Nos vários universos fictícios habitados por Wolverine, sua insensibilidade afetiva é sempre marcante. Sua socialização é sofrível e a demonstração de afetos é quase nula. Seu hesitante engajamento nas missões conjuntas com outros heróis da série são, na maioria das vezes, interpretados como individualismo. Contudo, estes comportamentos correspondem ao perfil do paciente traumatizado. Para completar, comportamentos psicomotores como hiperatividade e irritabilidade ajudam a fechar o diagnóstico.</p>
<p>Existem muitas alternativas para o tratamento de pacientes com TEPT. As terapias comportamentais, cognitivas e a psicanálise costumam trazer bons resultados. Se o evento gerador do estresse acarreta também dificuldades de aceitação social, as terapias de grupo são ainda mais eficazes. Mas no caso de Wolverine, considerando suas garras afiadas, é melhor confiá-lo à um instrumento terapêutico um pouco mais alternativo: a telepatia do Professor Xavier.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TEPT en víctimas de abuso sexual]]></title>
<link>http://programasdeprevencion.wordpress.com/2008/04/03/tept-en-victimas-de-abuso-sexual/</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 14:20:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>moneybux</dc:creator>
<guid>http://programasdeprevencion.wordpress.com/2008/04/03/tept-en-victimas-de-abuso-sexual/</guid>
<description><![CDATA[Trastorno de estrés postraumático Índice:  Estadísticas Tipos de acontecimientos traumáticos más pre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font color="#cc3300" face="Arial"><b>Trastorno de estrés postraumático</b></font></p>
<p class="MsoNormal" style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#cc3300"><b><font face="Book Antiqua" size="3">Índice</font></b><font face="Book Antiqua" size="3">:</font></font><font face="Book Antiqua" size="2"> </font></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoNormal" style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Estadísticas</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal" style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Tipos           de acontecimientos traumáticos más prevalentes</font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Definición           y síntomas</font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Trastornos           asociados</font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">TEPT           en niños </font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Qué           puedes hacer si tienes un TEPT</font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Agresión           sexual a mujeres</font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Agresión           sexual a hombres</font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Abuso           sexual en la infancia</font></p>
</li>
<li>
<p style="word-spacing:0;margin-top:0;margin-bottom:0;"><font color="#000000" face="Book Antiqua" size="2">Tratamiento           psicológico del TEPT</font></p>
</li>
</ul>
<hr width="70%" />
<p class="MsoNormal"><font color="#000000">    <font color="#000000" face="Arial" size="2">Un       acontecimiento traumático es un suceso que es vivido como aterrador, con       un miedo intenso, horror y sensación de impotencia, de que no hay nada       que pueda hacer para escapar o evitarlo. Casi la totalidad de las personas       expuestas a un suceso traumático desarrollan síntomas típicos del       trastorno de estrés postraumático (TEPT), durante los días siguientes       al trauma. Es una reacción normal encaminada a asimilar lo sucedido y       aprender lo más posible de dicho acontecimiento, como un modo de mejorar       la supervivencia en el futuro. En muchos casos estos síntomas vas       disminuyendo paulatinamente hasta desaparecer. Sin embargo, si los síntomas       perduran después de un mes, se considera que existe un trastorno de estrés       postraumático. En los casos en los que el trastorno se prolonga entre 3 y       6 meses, existen muchas probabilidades de que se haga crónico, pudiendo       durar años y afectando significativamente la vida de estas personas en       todos sus ámbitos.              </font></font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Puede ocurrir a       cualquier edad, en ambos sexos y en personas psicológicamente sanas y       bien ajustadas. Tiene un efecto acumulativo. Es decir, cuanto mayor sea el       número de traumas vividos, mayor probabilidad existe de desarrollar un       TEPT.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Entre las       situaciones que más probabilidades tienen de dar lugar a un TEPT se       encuentran la violación, el abuso sexual, guerras, catástrofes       naturales, asaltos, atentados terroristas, abuso físico, etc. Puede       tratarse un suceso que esta persona ha vivido personalmente o de algo de       lo que ha sido testigo o que le han contado, leído o visto en televisión.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   La severidad de       los síntomas puede varias en función de muchos factores, incluyendo la       gravedad del trauma, el modo en que fue percibido por el individuo, la       capacidad personal de afrontar el estrés y el tipo de apoyo y ayuda       recibido de la familia, amigos, profesionales, etc.              </font></p>
<h1 align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3">Estadísticas              </font></h1>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Alrededor del 30%       de las personas se ven expuestas a lo largo de su vida a algún       acontecimiento traumático. De estas personas, entre un 10 y un 20 por       ciento desarrolla el trastorno. Los hombres experimentan más       acontecimientos traumáticos que las mujeres, pero las mujeres tienen más       probabilidades de sufrir experiencias que tienen una probabilidad más       alta de provocar este trastornos en ambos sexos, como es la violación,       que da lugar a un TEPT en el 50 % de las mujeres y el 65 % de los hombres.              </font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3"><b>Tipos       de acontecimientos traumáticos más prevalentes</b>.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Entre las mujeres es más común       la violación y acoso sexual.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Entre los hombres son más       prevalentes la amenaza con arma, presenciar una agresión o asesinato y un       accidente de tráfico grave.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-En ambos sexos por igual:       muerte inesperada de un ser querido, accidente de tráfico con riesgo para       la vida, presenciar una agresión o asesinato, asalto con violencia,       amenaza con arma y catástrofe natural.              </font></p>
<h1 align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3">Definición y síntomas              </font></h1>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Las personas que       desarrollan este trastorno no pueden integrar lo sucedido en su memoria.       Es decir, el trauma no ha llegado a formar parte de su pasado, sino que       continua permaneciendo presente en su vida psíquica. Los recuerdos no se       modifican con el paso del tiempo ni pierden su carga emocional, como suele       suceder normalmente, sino que permanecen con la misma viveza y sensación       de realidad a pesar del paso del tiempo, “como si hubiera sucedido       ayer”.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Los síntomas son       los siguientes:              </font></p>
<p class="MsoNormal"><b><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Reexperimentación</font></b><font color="#000000" face="Arial" size="2">.       Consiste en volver a revivir en su mente lo sucedido, a través de       pensamientos, recuerdos o imágenes mentales relacionadas con el trauma       que aparecen en su mente sin que pueda controlarlo cuando se encuentra en       un estado de alerta o cuando la víctima está expuesta a situaciones que       le recuerdan el trauma. También tienden a revivirlo en forma de       pesadillas que escenifican el trauma o bien expresan lo que siente la víctima,       aunque no guarden relación directa con lo sucedido, como cuando sueñan       que son sepultados por una enrome masa de agua durante un maremoto. A       veces se producen flashbacks, durante los cuales tienen la sensación de       estar viviendo de nuevo todo lo que pasó. También pueden sentir       sensaciones físicas parecidas a las que sintieron entonces. Estas       reexperimentaciones van acompañadas de emociones intensas como pánico y       rabia, sensación de gran peligro (con ansiedad), deseo de escapar o deseo       de defenderse atacando a alguien.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   También pueden       reaccionar ante los recuerdos mediante síntomas físicos, como agitación,       temblores, sudoración, taquicardias.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><b><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Reexposición       compulsiva al trauma</font></b><font color="#000000" face="Arial" size="2">. De un modo que no logran explicar, tienden a       buscar situaciones que les recuerdan el trauma vivido. Por ejemplo, las       mujeres que han sido maltratadas en la infancia tienden a convivir con       hombres maltratadores, las niñas que han sufrido abusos sexuales tienen más       probabilidades de dedicarse a la prostitución o los niños que han sido       maltratados en la infancia tienen más probabilidades de ser maltratadores       en la edad adulta. Una posible explicación es que estas personas tienen       la sensación de haber fracasado ante dicha situación y buscan revivirla       para intentar controlarla y salir indemnes de ella.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><b><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Evitación y       embotamiento</font></b><font color="#000000" face="Arial" size="2">.<span>  </span>Debido al       malestar que sienten ante los recuerdos, tratan de evitar cualquier       situación, persona o conversación que pudiera recordarles el trauma.       Cuando van por la calle temen que pueda volver a repetirse, de modo que       algunos pueden llegar a desarrollar agorafobia. Conforme pasa el tiempo,       son cada vez más las cosas que les recuerdan lo sucedido, debido a que se       van estableciendo asociaciones entre unas y otras; empiezan a sentirse       acosados por lo sucedido pero, paradójicamente, cuando más tratan de       huir más parecen perseguirles los recuerdos. Esta huida llega a dar lugar       a un embotamiento de los sentidos, en un intento de dejar de sentir       cualquier cosa para no sentir más dolor emocional. Las emociones, sean       positivas o negativas, llegan a ser una amenaza, de modo que dejan de       sentirlas, se distancian del resto de las personas, incluidas sus       familias, parejas o amistades, el mundo exterior empieza a perder su       viveza y se transforma en algo frío y distante que no les produce ninguna       reacción especial. Se sienten vacíos por dentro, como muertos en vida y       pierden el interés en cosas o actividades con las que antes disfrutaban              </font></p>
<p class="MsoNormal"><b><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Hipervigilancia</font></b><font color="#000000" face="Arial" size="2">.       Reacciona intensamente ante estímulos irrelevantes. El sonido del teléfono,       cualquier golpe inesperado, una palmada en la espalda, etc. los hace       sobresaltarse bruscamente. Se encuentran en un constante estado de alerta,       percibiendo mundo de un modo hostil y amenazante. Tienen problemas para       dormir, irritabilidad, nerviosismo y estallidos violentos. El continuo       estado de activación los distancia tanto de sus emociones como de sus       sensaciones corporales.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><b><i><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Síntomas       secundarios</font></i><font color="#000000" face="Arial" size="2">.</font></b> <font color="#000000" face="Arial" size="2"> Son síntomas que se producen como consecuencia de       los anteriores.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-<i>Agresividad y rabia hacia       los demás o hacia sí mismos</i>. Debido a su necesidad de defenderse, al       hecho de no poder controlar sus síntomas y al estado de alerta en que se       encuentran.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-<i>Culpa y vergüenza.</i>       Suelen aparecer cuando empiezan a pensar que deberían haber hecho algo,       que si no hubiesen hecho tal o cual cosa tal vez lo habrían evitado. En       parte, esto es debido a una necesidad de control: si se consideran       responsables pueden pensar que hay algo que pueden hacer para evitarlo si       vuelve a suceder, que no están totalmente a la merced de su agresor. De       hecho, este es un mecanismo de protección bastante extendido que a veces       lleva a las personas a culpar a la víctima para poder seguir pensando que       puede evitarse, que a ellos o a sus seres queridos no les pasará algo así       porque sabrán impedirlo. Pero lo cierto, es que muchas veces es imposible       controlar el comportamiento de otras personas.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-<i>Problemas para relacionarse</i>.       Les resulta difícil volver a confiar en los demás. Su embotamiento       emocional puede impedirles sentir cercanía emocional hacia otras       personas. Su necesidad de estar en guardia y defenderse puede impedirles       dejarse llevar en situaciones íntimas con sus parejas, pues eso requeriría       bajar la guardia, lo cual puede dejarlos a merced de ese mundo que       perciben como hostil, un lugar en el que pueden pasar cosas terrible, pero       no a los demás, como suele creer la mayoría de las personas, sino a       ellos mismos, sin previo aviso y sin que puedan hacer nada para evitarlo.       Pueden acabar aislándose del resto de las personas y del mundo.              </font></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3"><b>Trastornos       asociados</b>.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   El 85% de los       hombres y el 70% de las mujeres suelen tener algún otro trastorno       asociado, como consecuencia del trauma vivido. Entre estos trastornos se       encuentran la depresión mayor (el 50 % de las personas), trastorno       obsesivo-compulsivo, fobia simple, fobia social, trastorno de pánico,       agorafobia y ansiedad generalizada. El abuso de alcohol se produce en el       50% de los hombres y el 30 % de las mujeres.</font></p>
<h1 align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3">Trastorno de estrés       postraumático en niños              </font></h1>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Prácticamente la       totalidad de los niños que presencian el asesinato de un padre o una       agresión sexual desarrollan un TEPT, así como el 90% de los niños que       sufre abuso sexual,<span>  </span>el 77%       delos niños expuestos a tiroteos en la escuela y el 35 % de los expuestos       a violencia callejera.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Hay tres factores       que pueden aumentar o disminuir la probabilidad de que los niños       desarrollen TEPT:</font></p>
<ol style="margin-top:0;" start="1" type="1">
<li class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">La           severidad del acontecimiento</font></li>
<li class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">La           reacción de los padres.</font></li>
<li class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">la           proximidad física al acontecimiento traumático.</font></li>
</ol>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Los niños que       reciben el apoyo de sus familias y que tienen padres con menos estrés,       tienen menos probabilidades de desarrollar TEPT. Los acontecimientos traumáticos       provocados por las personas tienen más probabilidades de desarrollar TEPT       que otros tipos de traumas.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><i><b><font color="#000000" face="Arial" size="2">Síntomas.</font></b></i><font color="#000000" face="Arial" size="2"><b>              </b>              </font></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Reexperimentan el trauma a           través de pensamientos, recuerdos o pesadillas que suelen centrarse           en los momentos de extremo terror o desesperanza vividos durante el           suceso. Pueden ir acompañados de síntomas físicos como           taquicardias, náuseas, vómitos y sensación de mareo</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Sus juegos o dibujos suele           incluir la incorporación de las experiencias traumáticas.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">En ocasiones pueden           reproducir en los demás las experiencias traumáticas que sufrieron.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Evitación de pensamientos,           sentimientos o actividades que desencadenen el malestar asociado al           trauma. Pueden disminuir su interés por las actividades en general,           presentar regresiones en sus capacidades ya adquiridas, como el           lenguaje, orinarse en la cama o presentar trastornos de conducta como           interrumpir las clases para disminuir su ansiedad.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Estado de activación que           da lugar a trastornos del sueño, irritabilidad, estado de alerta,           dificultades de concentración, acentuadas respuestas de sobresalto y           a veces, rabietas y agresividad. Se encuentra hiperalerta y preparado           para responder a posibles amenazas del entorno.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;"><font color="#000000" face="Arial" size="2"> </font></span><font color="#000000" face="Arial" size="2">En           los niños menores de tres años, los síntomas más frecuentes son:           mutismo, regresión (chuparse el dedo orinarse encima), temores,           pesadillas o terrores nocturnos, y la repetición a través del juego.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Los niños de edad escolar           suelen presentar cambios en su afectividad y comportamiento, disminución           de rendimiento escolar y abandono de las tareas domésticas en las que           solían colaborar.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Los adolescentes y niños           mayores suelen sentirse inseguros respecto al futuro, sus expectativas           son negativas e incluso pueden llegar a cambiar su actitud frente al           matrimonio, la posibilidad de tener hijos y la actividad profesional.</font></p>
</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3"><b>Qué       puedes hacer si tienes un trastorno de estrés postraumático</b>.              </font></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Aprende todo lo que puedas           sobre TEPT.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Cuéntale a otras personas           lo sucedido. Busca a alguien que desee escucharte y te dé su apoyo.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Inicia una psicoterapia.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Practica técnicas de           relajación o actividades que te resulten relajantes.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Practica actividades que te           resulten agradables, realiza algún tipo de actividad artística, como           pintura, escultura, escritura, etc.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Trata de evitar el alcohol           y las drogas.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">No te aísles de los demás.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Intenta, en la medida de lo           posible no evitar ciertas situaciones o recuerdos. En vez de tratar de           sacarlos de tu mente, trata de expresarlos de algún modo, por ejemplo           a través del arte.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Haz ejercicio y haz una           alimentación sana.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Realiza algún trabajo           voluntario o de ayuda a los demás.</font></p>
</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3"><b>Agresión       sexual a mujeres.              </b>              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   La agresión       sexual es el acontecimiento que más probabilidades tiene de dar lugar a       un trastorno de estrés postraumático. La mayoría de las agresiones       sexuales a mujeres son cometidas por maridos, parejas, amigos o citas       (76%), mientras que los extraños son responsables del 18 % de las       agresiones sexuales a mujeres. Muchas mujeres no cuentan lo sucedido       porque es una experiencia muy personal, porque se culpan a sí mismas, por       miedo a la reacción de los demás, porque piensan que no servirá de nada       o porque no quieren hablar de ello ni recordarlo.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   La reacción puede       se diversa. Algunas se recuperan con rapidez mientras que otras       desarrollan un TEPT que puede durar años. Algunas responden       inmediatamente, mientras que en otras los síntomas tardan un tiempo en       aparecer.              </font></p>
<h2><i><font color="#000000" face="Arial" size="2">Síntomas</font></i><font color="#000000" face="Arial" size="2">              </font></h2>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Las consecuencias inmediatas,       que afectan a la mayoría de las mujeres violadas son:</font></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Síntomas emocionales:           shock (sensación de irrealidad, como si eso no pudiera haber pasado),           miedo intenso, llanto, rabia, vergüenza, impotencia.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;"><font color="#000000" face="Arial" size="2"> </font></span><font color="#000000" face="Arial" size="2">Síntomas           psíquicos: confusión, desorientación, recuerdos no deseados,           disminución de la concentración, culpa.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Síntomas físicos:           lesiones, enfermedades de transmisión sexual, tensión muscular,           fatiga, nerviosismo, trastornos del sueño, del apetito y del impulso           sexual, problemas grastrointestinales, taquicardias, dolor.                      </font></p>
</li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Las consecuencias       a largo plazo pueden incluir enfermedades de transmisión sexual,       desconfianza hacia los demás, rabia intensa, aislamiento y trastornos       psicológicos como:              </font></p>
<ul>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Trastorno de estrés           postraumático.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Depresión: desesperanza,           baja autoestima, falta de motivación o de propósito en la vida,           disminución del placer en actividades de las que antes disfrutaba,           cambios en el patrón de sueño y a petito, pensamientos o intentos de           suicidio.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Abuso del alcohol y/o           drogas.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Problemas sexuales. Se           encuentran entre los síntomas más duraderos tras la agresión. Puede           temer y evitar las relaciones sexuales y sentir una disminución del           deseo e interés sexual.</font></p>
</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3"><b>Agresión       sexual a hombres</b>.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Los agresores       suelen ser extraños o figuras de autoridad en escuelas u otros centros.       En su mayoría son hombres heterosexuales y suelen escoger como víctimas       a chicos jóvenes o adolescentes, (con una media de edad de 17 años).       Tienen más probabilidades de asaltar a muchas víctimas.              </font></p>
<h2><i><font color="#000000" face="Arial" size="2">Síntomas</font></i><font color="#000000" face="Arial" size="2">              </font></h2>
<ul>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Trastornos emocionales:           trastorno de estrés postraumático, depresión, ansiedad.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Abuso de sustancias.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Incontinencia intestinal           (encopresis)</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Conductas de riesgo, como           actos delictivos, huir de casa, conductas sexuales de riesgo que los           exponen a enfermedades de transmisión sexual.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Problemas de identidad,           debido que la sociedad enseña a los chicos que ser una víctima no es           propio de hombres.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Sentimientos de vergüenza           y humillación</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Si el agresor ha sido un           hombre puede haber rechazo por parte de los demás y si ha sido una           mujer, los demás no se toman el asalto en serio, y la víctima siente           que sus sentimientos no son tomados en cuenta.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Los padres apenas saben           nada de agresión sexual a hombres y pueden negar la experiencia o           restarle importancia, lo cual dificulta la recuperación.</font></p>
</li>
<li>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">Muchos de estos hombre           temen que la experiencia los transformen en homosexuales, lo cual es           totalmente falso, ya que la agresión sexual no influye en la           orientación sexual de las personas.</font></p>
</li>
</ul>
<h1 align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3">Abuso sexual en la       infancia              </font></h1>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Según un estudio       realizado en España, una de cada cuatro o cinco niñas y uno de cada seis       y siete niños padecen o han padecido algún tipo de abuso sexual a lo       largo de su infancia e inicio de adolescencia. En un estudio realizado en       Estados Unidos con personas adultas, el 27 % de las mujeres y el 16 % de       los hombres afirmaron haber sido objeto de abuso sexual en su infancia. De       ellos, el 42 % de las mujeres y el 33% de los hombres nunca contaron a       nadie lo sucedido.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   El 60% de las       personas que cometen abusos sexuales con niños son amigos de la familia,       cuidadores o vecinos; el 30% son padres, tíos o primos y el 10% son extraños.       La mayoría son hombres. Las mujeres son las agresora en un 14 % de los       casos de abusos a niños varones y un 6% de los casos de abusos a niñas.              </font></p>
<p class="MsoNormal"><i><b><font color="#000000" face="Arial" size="2">Síntomas.</font></b></i><font color="#000000" face="Arial" size="2">              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Trastorno de estrés       postraumático, conducta sexual o seductora impropia de su edad,       sentimientos de vergüenza, culpa, inadecuación personal y miedo, dibujos       en los que utilizan mucho el rojo o el negro sobre temas violentos,       intentos de herirse a sí mismo o suicidarse, agresividad, crueldad hacia       los demás, huir de casa, problemas en el colegio.              </font></p>
<h2><i><font color="#000000" face="Arial" size="2">Consecuencias en la edad       adulta del abuso sexual sufrido en la infancia</font></i><font color="#000000" face="Arial" size="2">              </font></h2>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">   Puede producirse       un trastorno de estrés postraumático crónico, ansiedad, depresión y       pensamientos de suicidio. Según los estudios realizados con mujeres,       suelen tener problemas sexuales en un 47 % de los casos, siendo de hasta       un 70 % en los casos en los que hubo penetración. Pueden presentar       ansiedad sexual (con evitación de las relaciones sexuales) o bien       promiscuidad sexual, en la cual se devalúa a sí misma y su sexualidad.       Dicen sentirse menos satisfechas que el resto de las mujeres con sus       relaciones sexuales. Pueden ver las relaciones sexuales como algo basado       en la explotación y la coerción. A menudo tienen problemas en sus       relaciones de pareja, menor insatisfacción, niveles más bajos de       comunicación y de cercanía emocional con su pareja (aunque no tienen       problemas para sentir esa cercanía emocional con sus amistades) y mayores       rupturas en sus relaciones. Tienen más probabilidades de tener parejas       intrusivas, controladoras, y emocionalmente distantes. Pueden tener también       problemas de ansiedad, trastornos alimenticios, abuso de sustancias,       conductas auto-destructivas, baja autoestima. En los casos de abuso muy       graves y duraderos puede producirse un trastorno de personalidad límite o       un trastorno de personalidad múltiple.              </font></p>
<h1 align="center"><font color="#cc3300" face="Arial" size="3">Tratamiento psicológico       del TEPT<b>       </b>              </font></h1>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">El tratamiento psicológico       suele tener las siguientes características:              </font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Información sobre TEPT</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Tratamiento de emociones       intensas como rabia, culpa, vergüenza, miedo, etc., de modo que aprendan       a manejarlas y transformarlas adecuadamente.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Exposición gradual en       imaginación o por escrito a las situaciones temidas, comenzando por las más       fáciles de afrontar. Enseñarles cómo afrontar los recuerdos postraumáticos,       imágenes mentales, sentimientos y pensamientos negativos sin sentirse       abrumado por ellos. Los recuerdos no desaparecerán pero se pueden volver       manejables, de modo que no den lugar a emociones tan intensas y dolorosas,       sino a emociones que, aunque sigan siendo negativas, sean más fáciles de       soportar y menos intensas. Por ejemplo, sentir enfado o enojo al recordar       ciertas cosas, pero no rabia o deseos de destruir o atacar.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Tratar otros trastorno       asociados, como depresión, abuso de alcohol o drogas, trastorno de pánico,       fobia social, etc.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Enseñarle a tener una       percepción más realista del mundo y de las personas que le rodean, que       no esté teñida por el trauma vivido.</font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#000000" face="Arial" size="2">-Tratar los problemas en sus       relaciones, problemas de pareja o problemas sexuales.</font><font color="#000000">          </font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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