<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>terra-batida &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/terra-batida/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "terra-batida"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 06:16:16 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Chão de terra batida - Lançamento dia 7 de novembro 2009]]></title>
<link>http://dialogospoeticos.wordpress.com/2009/09/19/chao-de-terra-batida-lancamento-dia-7-de-novembro-2009/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 03:45:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rudinei Borges</dc:creator>
<guid>http://dialogospoeticos.wordpress.com/2009/09/19/chao-de-terra-batida-lancamento-dia-7-de-novembro-2009/</guid>
<description><![CDATA[Chão de terra batida - Livro de Rudinei Borges CHÃO DE TERRA BATIDA por Rudinei Borges Lançamento di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_64" class="wp-caption aligncenter" style="width: 279px"><img class="size-full wp-image-64" title="Chão de terra batida - Livro de Rudinei Borges" src="http://dialogospoeticos.wordpress.com/files/2009/09/capa-de-chao-de-terra-batida.jpg" alt="Chão de terra batida - Livro de Rudinei Borges" width="269" height="364" /><p class="wp-caption-text">Chão de terra batida - Livro de Rudinei Borges </p></div>
<blockquote>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">CHÃO DE TERRA BATIDA</span><span style="color:#000080;"> </span></h1>
</blockquote>
<blockquote>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#000080;">por</span> <span style="color:#000080;">Rudinei Borges</span></h1>
</blockquote>
<blockquote>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000080;"><strong>Lançamento dia 7 de novembro, às 19 h.</strong></span></h2>
</blockquote>
<p style="margin-top:0;text-align:center;">*</p>
<p><a style="color:#0000ff;text-align:left;" href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&#38;source=embed&#38;hl=pt-BR&#38;geocode=&#38;q=R.+Ibituruna+-+Sa%C3%BAde,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP+550&#38;sll=-23.621839,-46.634645&#38;sspn=0.009299,0.013733&#38;ie=UTF8&#38;ll=-23.613385,-46.630611&#38;spn=0.027525,0.036478&#38;z=14&#38;iwloc=addr"></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;"><strong>All Print Editora e Gráfica Ltda.<br />
Espaço Cultural Antonio Adolpho<br />
</strong>Rua Ibituruna, 550 – Jd. Saúde – São Paulo – SP<br />
(próx. Estação Saúde do Metrô)<br />
Fones: (11) 2478-3413 / 2478-3414 / 2478-3415 / 2478-4479</span></p>
<p style="text-align:center;">*</p>
<blockquote>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#000080;">O CHÃO DE RUDINEI BORGES</span></h1>
</blockquote>
<h2 style="text-align:center;">por Edner Morelli</h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">A literatura de Rudinei Borges impressiona pela sua simplicidade, comprovando que a boa obra literária nem sempre precisa se apoiar num hermetismo estético que, muitas vezes, não diz nada. Por meio de uma prosa memorialista, algo que transita entre o regional e o universal, o autor, com invejável tom poético, apresenta-nos uma revisitação de seu espaço primeiro, no caso, o interior do Pará. Ao optar pela primeira pessoa, a obra adquire certa atmosfera autobiográfica, porém, nunca se esquecendo da possibilidade de representação que as imagens literárias nos proporcionam.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">O texto de Rudinei, materializado em seu primeiro livro <em>Chão de terra batida,</em> beira o relato pessoal, misto de crônica e conto fragmentado, com perdão da redundância. Obviamente, por trás dessa economia de meios de linguagem, os textos desse livro guardam uma potencialidade infindável de sugestões poéticas, como verificamos no texto abaixo, que vai do tom impressionista-cotidiano à surpreendente reflexão existencial-filosófica:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><br />
</span></p>
<blockquote><p><span style="color:#800000;"><strong>Altar</strong></span></p></blockquote>
<p><span style="color:#800000;">Mãe rezava o rosário inteiro</span></p>
<p><span style="color:#800000;">antes de dormir.</span></p>
<p><span style="color:#800000;">E eu baixinho repetia</span></p>
<p><span style="color:#800000;">as palavras da mãe:</span></p>
<p><span style="color:#800000;">amar significa olhar para as coisas</span></p>
<p><span style="color:#800000;">sem sentir saudades delas.</span></p>
<p><span style="color:#800000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">Rudinei cria, ou melhor, re-cria sua própria mitologia, ao recuperar as figuras familiares mais íntimas, os espaços mais longínquos de sua infância-raiz, apontando para um movimento curioso de representação, que abrange o lado interior e exterior do poeta. Como uma fotografia em prosa, Rudinei nos oferece uma visita ao seu mundo particular, pois só ele esteve <em>in locus</em> nessas reminiscências, que esse livro possui a pretensão literária de eternizá-las.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<blockquote>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#000080;">REPERCUSSÃO</span></h1>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong><em>“Chão de terra batida</em></strong> é um microcosmo onde o leitor caminha pelas terras e sente os cheiros e os sabores da infância, as brincadeiras de criança, as travessuras de menino levado, aquele tempo que não morre e que nos acompanha durante toda a vida e nos dá conforto quando há solidão”. (Felipe Garcia de Medeiros)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>“<em>Chão de terra batida</em></strong> é um livro mítico. Ele remonta ao barro primitivo para tocar no mistério da gênese. Não da <em>Phýsys</em> enquanto mundo objetivo, mas do <em>Cosmos</em> subjetivo da poesia de Rudinei Borges. Narrativa em que as principais referências são femininas: a mãe, a vó, a Amazônia, grande ventre do qual aquelas parecem constituir figura. O livro conta, em instantâneos plenos de beleza e encanto, a conformação da poesia e do poetar na alma do menino. E, não obstante, na subjetividade do processo, uma viva comunicação se estabelece. O leitor se vê no poeta: Mistério da poesia!” (Edilson Pantoja)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>“Os poemas de <em>Chão de terra batida</em></strong> possuem uma propriedade peculiar: conseguem nos impregnar da mesma nostalgia de seu autor, como se odores, sabores e outras sensações que percorrem o livro se integrassem às lembranças de cada leitor. Epifanias que eclodem de cenas cotidianas revelam um universo repleto de singelas riquezas, para o qual somos transportados, por força do claro estilo de Rudinei Borges. A propósito deste estilo, o rigor de quem procura a palavra exata e a simplicidade derivada da opção por prescindir de efeitos vazios se encontram em medidas precisas na escrita de Rudinei, o que nos faz crer estarmos diante de um poeta destinado a se consolidar entre os melhores”. (Carlos Alberto Rodrigues Pereira)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>“<em>Chão de terra batida</em> </strong>é um mergulho nas águas densas das sensações, as mesmas águas em que navegam as pequenas embarcações que os olhos do menino avistavam do cais. Entre ruas e personagens, Rudinei Borges se debruça sobre o passado, resgata impressões do cotidiano e irrompe o universo cultural de sua terra, a Amazônia. O que mais agrada em <em>Chão de terra batida</em> é a capacidade do autor em olhar o passado sem distanciar-se do presente e correlatamente projetar o futuro. A maneira como Rudinei interage com a temporalidade torna este livro imprescindível”. (Sidnei Ferreira de Vares)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">***</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre o livro "Chão de terra batida"]]></title>
<link>http://rudineiborges1.wordpress.com/2009/09/19/chao-de-terra-batida-lancamento-dia-7-de-novembro-2009/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 03:07:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rudinei Borges</dc:creator>
<guid>http://rudineiborges1.wordpress.com/2009/09/19/chao-de-terra-batida-lancamento-dia-7-de-novembro-2009/</guid>
<description><![CDATA[  “Chão de terra batida é um microcosmo onde o leitor caminha pelas terras e sente os cheiros e os s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"> </span></div>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong><em>“Chão de terra batida</em></strong> é um microcosmo onde o leitor caminha pelas terras e sente os cheiros e os sabores da infância, as brincadeiras de criança, as travessuras de menino levado, aquele tempo que não morre e que nos acompanha durante toda a vida e nos dá conforto quando há solidão”. (Felipe Garcia de Medeiros)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>“<em>Chão de terra batida</em></strong> é um livro mítico. Ele remonta ao barro primitivo para tocar no mistério da gênese. Não da <em>Phýsys</em> enquanto mundo objetivo, mas do <em>Cosmos</em> subjetivo da poesia de Rudinei Borges. Narrativa em que as principais referências são femininas: a mãe, a vó, a Amazônia, grande ventre do qual aquelas parecem constituir figura. O livro conta, em instantâneos plenos de beleza e encanto, a conformação da poesia e do poetar na alma do menino. E, não obstante, na subjetividade do processo, uma viva comunicação se estabelece. O leitor se vê no poeta: Mistério da poesia!” (Edilson Pantoja)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>“Os poemas de <em>Chão de terra batida</em></strong> possuem uma propriedade peculiar: conseguem nos impregnar da mesma nostalgia de seu autor, como se odores, sabores e outras sensações que percorrem o livro se integrassem às lembranças de cada leitor. Epifanias que eclodem de cenas cotidianas revelam um universo repleto de singelas riquezas, para o qual somos transportados, por força do claro estilo de Rudinei Borges. A propósito deste estilo, o rigor de quem procura a palavra exata e a simplicidade derivada da opção por prescindir de efeitos vazios se encontram em medidas precisas na escrita de Rudinei, o que nos faz crer estarmos diante de um poeta destinado a se consolidar entre os melhores”. (Carlos Alberto Rodrigues Pereira)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>“<em>Chão de terra batida</em></strong> é um mergulho nas águas densas das sensações, as mesmas águas em que navegam as pequenas embarcações que os olhos do menino avistavam do cais. Entre ruas e personagens, Rudinei Borges se debruça sobre o passado, resgata impressões do cotidiano e irrompe o universo cultural de sua terra, a Amazônia. O que mais agrada em <em>Chão de terra batida</em> é a capacidade do autor em olhar o passado sem distanciar-se do presente e correlatamente projetar o futuro. A maneira como Rudinei interage com a temporalidade torna este livro imprescindível”. (Sidnei Ferreira de Vares)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:center;">***</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chão de terra batida - Lançamento dia 7 de novembro 2009]]></title>
<link>http://aruasetima.wordpress.com/2009/09/18/486/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 22:22:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rudinei Borges</dc:creator>
<guid>http://aruasetima.wordpress.com/2009/09/18/486/</guid>
<description><![CDATA[Chão de terra batida CHÃO DE TERRA BATIDA por Rudinei Borges Lançamento dia 7 de novembro, às 19h. A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_504" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-504" title="Chão de terra batida, livro em que Rudinei Borges escreve sobre a infância na Amazônia" src="http://aruasetima.wordpress.com/files/2009/09/capa-de-chao-de-terra-batida.jpg" alt="capa" width="260" height="346" /><p class="wp-caption-text">Chão de terra batida</p></div>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">CHÃO DE TERRA BATIDA</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">por Rudinei Borges</span></h2>
<p><span style="color:#003300;"><br />
</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;"><strong>Lançamento dia 7 de novembro, às 19h.</strong></span></h2>
<p><span style="color:#000080;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><strong>All Print Editora e Gráfica Ltda.<br />
Espaço Cultural Antonio Adolpho<br />
</strong>Rua Ibituruna, 550 &#8211; Jd. Saúde &#8211; São Paulo &#8211; SP<br />
(próx. Estação Saúde do Metrô)<br />
Fone: (11) 2478-3413</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">*</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000080;">O CHÃO DE RUDINEI BORGES</span></h2>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">por Edner Morelli</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">A literatura de Rudinei Borges impressiona pela sua simplicidade, comprovando que a boa obra literária nem sempre precisa se apoiar num hermetismo estético que, muitas vezes, não diz nada. Por meio de uma prosa memorialista, algo que transita entre o regional e o universal, o autor, com invejável tom poético, apresenta-nos uma revisitação de seu espaço primeiro, no caso, o interior do Pará. Ao optar pela primeira pessoa, a obra adquire certa atmosfera autobiográfica, porém, nunca se esquecendo da possibilidade de representação que as imagens literárias nos proporcionam.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">O texto de Rudinei, materializado em seu primeiro livro <em>Chão de terra batida,</em> beira o relato pessoal, misto de crônica e conto fragmentado, com perdão da redundância. Obviamente, por trás dessa economia de meios de linguagem, os textos desse livro guardam uma potencialidade infindável de sugestões poéticas, como verificamos no texto abaixo, que vai do tom impressionista-cotidiano à surpreendente reflexão existencial-filosófica:</span></p>
<blockquote><p><span style="color:#000000;"><strong>Altar</strong></span></p></blockquote>
<p><span style="color:#800000;"><em>Mãe rezava o rosário inteiro</em></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>antes de dormir.</em></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>E eu baixinho repetia</em></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>as palavras da mãe:</em></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>amar significa olhar para as coisas</em></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><em>sem sentir saudades delas.</em></span></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;">Rudinei cria, ou melhor, re-cria sua própria mitologia, ao recuperar as figuras familiares mais íntimas, os espaços mais longínquos de sua infância-raiz, apontando para um movimento curioso de representação, que abrange o lado interior e exterior do poeta. Como uma fotografia em prosa, Rudinei nos oferece uma visita ao seu mundo particular, pois só ele esteve <em>in locus</em> nessas reminiscências, que esse livro possui a pretensão literária de eternizá-las.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000080;">*</span></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000080;">REPERCUSSÃO</span></h2>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong><em>&#8220;Chão de terra batida</em></strong> é um microcosmo onde o leitor caminha pelas terras e sente os cheiros e os sabores da infância, as brincadeiras de criança, as travessuras de menino levado, aquele tempo que não morre e que nos acompanha durante toda a vida e nos dá conforto quando há solidão&#8221;. (Felipe Garcia de Medeiros)</span></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>&#8220;<em>Chão de terra batida</em></strong> é um livro mítico. Ele remonta ao barro primitivo para tocar no mistério da gênese. Não da <em>Phýsys</em> enquanto mundo objetivo, mas do <em>Cosmos</em> subjetivo da poesia de Rudinei Borges. Narrativa em que as principais referências são femininas: a mãe, a vó, a Amazônia, grande ventre do qual aquelas parecem constituir figura. O livro conta, em instantâneos plenos de beleza e encanto, a conformação da poesia e do poetar na alma do menino. E, não obstante, na subjetividade do processo, uma viva comunicação se estabelece. O leitor se vê no poeta: Mistério da poesia!&#8221; (Edilson Pantoja)</span></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>&#8220;Os poemas de <em>Chão de terra batida</em></strong> possuem uma propriedade peculiar: conseguem nos impregnar da mesma nostalgia de seu autor, como se odores, sabores e outras sensações que percorrem o livro se integrassem às lembranças de cada leitor. Epifanias que eclodem de cenas cotidianas revelam um universo repleto de singelas riquezas, para o qual somos transportados, por força do claro estilo de Rudinei Borges. A propósito deste estilo, o rigor de quem procura a palavra exata e a simplicidade derivada da opção por prescindir de efeitos vazios se encontram em medidas precisas na escrita de Rudinei, o que nos faz crer estarmos diante de um poeta destinado a se consolidar entre os melhores&#8221;. (Carlos Alberto Rodrigues Pereira)</span></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>&#8220;<em>Chão de terra batida</em> </strong>é um mergulho nas águas densas das sensações, as mesmas águas em que navegam as pequenas embarcações que os olhos do menino avistavam do cais. Entre ruas e personagens, Rudinei Borges se debruça sobre o passado, resgata impressões do cotidiano e irrompe o universo cultural de sua terra, a Amazônia. O que mais agrada em <em>Chão de terra batida</em> é a capacidade do autor em olhar o passado sem distanciar-se do presente e correlatamente projetar o futuro. A maneira como Rudinei interage com a temporalidade torna este livro imprescindível&#8221;. (Sidnei Ferreira de Vares)</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align:center;">***</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escolinha de futebol em Guadalape]]></title>
<link>http://diadobemfazer.wordpress.com/2009/08/25/escolinha-de-futebol-em-guadalape/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 19:13:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>diadobemfazer</dc:creator>
<guid>http://diadobemfazer.wordpress.com/2009/08/25/escolinha-de-futebol-em-guadalape/</guid>
<description><![CDATA[O Dia do Bem Fazer na cidade de Guadalupe &#8211; PI, comemorado no ultimo dia 16, foi marcado pela ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Dia do Bem Fazer na cidade de Guadalupe &#8211; PI, comemorado no ultimo dia 16, foi marcado pela entrega a comunidade de um campo reformado e materiais esportivos para a escolinha de futebol que atende crianças e adolescentes da comunidade.</p>
<p>O campo de futebol de terra batida, encontrava-se em total abandono, tomado pelo mato e servindo de ponto para uso de drogas. A área foi recuperada de forma que crianças e adultos possam praticar esportes.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-327  aligncenter" title="imagem" src="http://diadobemfazer.wordpress.com/files/2009/08/imagem.jpg" alt="imagem" width="450" height="331" /></p>
<p>Foram entregues também 60 jogos de uniformes de futebol completo, contendo colete, calção, meião e chuteiras além de bolas de futebol, uniformes para os goleiros e arbitros.</p>
<p>A manhã do dia 16 foi uma grande festa para toda a comunidade, pois além da entrega do material, havia muita música, gincana com toda a criançada, hora do lanche e lógico que não poderia faltar, o jogo de futebol da criançada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tem "Terra Batida" no MySpace!]]></title>
<link>http://andandoempe.wordpress.com/2009/03/11/tem-terra-batida-no-myspace/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 20:50:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>andandoempe</dc:creator>
<guid>http://andandoempe.wordpress.com/2009/03/11/tem-terra-batida-no-myspace/</guid>
<description><![CDATA[Olá, pessoas! Metaleiros do meu Pernambuco (e do meu Brasil, por que não?), uma boa notícia: metade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Olá, pessoas! Metaleiros do meu Pernambuco (e do meu Brasil, por que não?), uma boa notícia: metade da coletânea &#8220;Terra Batida&#8221;, que reúne seis bandas pernambucanas de heavy metal &#8211; Insurrection Down, Unscarred, Project 666, Desalma, Alkymenia e Rabujos -, está disponível no <a href="http://www.myspace.com/cdterrabatida" target="_blank">MySpace</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">O projeto, que foi aprovado em outubro de 2008, foi todo financiado pela lei de incentivo a cultura do Governo do Estado de Pernambuco. Feito inédito e histórico do Funcultura, visto que este é o primeiro projeto de cultura aprovado com bandas do gênero.</p>
<p style="text-align:justify;">As músicas que estão disponíveis são: &#8220;Loser&#8221;, da Alkymenia; &#8220;Hiena&#8221;, da Rabujos; &#8220;Walking by the Trials of Satan&#8221;, Project 666; &#8220;Corpo Seco&#8221;, da Desalma; &#8220;Following&#8221;, da Unscarred; e &#8220;Terror Experience&#8221;, da Insurrection Down. Em breve, o disco todo vai estar disponível para download.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-271" title="l_fa6ce49ae78241b988a5ecbd23f98f45" src="http://andandoempe.wordpress.com/files/2009/03/l_fa6ce49ae78241b988a5ecbd23f98f45.png" alt="l_fa6ce49ae78241b988a5ecbd23f98f45" width="222" height="223" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
