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	<title>teses &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/teses/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "teses"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 00:13:22 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Portal Saber]]></title>
<link>http://spdbcfmusp.wordpress.com/2009/11/19/portal-saber/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:53:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>dbdfmusp</dc:creator>
<guid>http://spdbcfmusp.wordpress.com/2009/11/19/portal-saber/</guid>
<description><![CDATA[Lista de autores das Teses e Dissertações inseridas no Portal Saber no mês de novembro.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://spdbcfmusp.wordpress.com/teses-e-dissertacoes-online/">Lista de autores das Teses e Dissertações</a> inseridas no Portal Saber no mês de novembro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Obesidade e pobreza na imprensa: epidemiologia de uma questão social]]></title>
<link>http://mestradodivulgacaocientifica.wordpress.com/2009/10/30/obesidade-e-pobreza-na-imprensa-epidemiologia-de-uma-questao-social/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 13:02:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>neurojornalismo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Autora: Mônica M. Carvalho Local e data: ECA/UFRJ, 2007 Resumo: Obesidade e Pobreza na Imprensa: epi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Autora: Mônica M. Carvalho</p>
<p>Local e data: ECA/UFRJ, 2007</p>
<p>Resumo: Obesidade e Pobreza na Imprensa: epidemiologia de uma questão social. Por: Mônica Marino da Carvalho. Eco.UFRJ_2007. Orientador: Paulo Roberto Gibaldi Vaz. Resumo: Como se dá o nexo entre obesidade e pobreza no jornalismo brasileiro? Esta questão se produz em um contexto onde cada vez mais as mídias dão visibilidade a estudos epidemiológicos que alertam sobre o aumento da obesidade entre os brasileiros, em especial entre os mais pobres. A pergunta é menos restritiva do que possa parecer, na medida em que o “como” tem valor circunstancial delimitado por um universo de produção de sentidos relacionado aos campos jornalístico, político e da saúde no Brasil. Além disso, esta questão provoca uma dinâmica social de controle dos riscos. Tal dinâmica se revela através de práticas individuais de controle sobre si mesmo, no sentido de uma tendência governamental em defesa de um Estado mínimo. O sentido de risco que aqui se destaca é o de uma imposição internalizada, a partir da qual as autoridades estabelecem discursos, políticas e ações em saúde – sobretudo informativas –, que exortam as pessoas a avaliarem seu risco individual de adoecerem e, portanto, a mudarem seus comportamentos de acordo com este mesmo risco. Os meios de comunicação se colocam na interface do indivíduo consigo mesmo para o auto-entendimento e o cuidado de si, entra em cena a pobreza: um problema social que atravessa a dinâmica do controle dos riscos, baseada na responsabilização, na culpabilização e na capacidade individual de gerência sobre si. O nexo entre obesidade e pobreza constituiu o corpus deste trabalho. Foi critério para a escolha das 65 peças jornalísticas publicadas no jornal brasileiro <em>Folha de S. Paulo</em>, de 1996 à 2005. A partir da análise do material escolhido viu-se que o tema obesidade/pobreza, mais que um tema de saúde pública, se mostrou ser essencialmente político. Neste cenário, observam-se disputas discursivas políticas acerca do papel do Estado, no momento em que pretende consolidar um Estado neoliberal brasileiro.</p>
<p><a href="http://mestradodivulgacaocientifica.wordpress.com/files/2009/10/tese_mcarvalho_2007.pdf">Texto da tese em PDF</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Heterogeneidade e subjetividade no discurso da divulgação científica]]></title>
<link>http://mestradodivulgacaocientifica.wordpress.com/2009/10/28/heterogeneidade-e-subjetividade-no-discurso-da-divulgacao-cientifica/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:09:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>neurojornalismo</dc:creator>
<guid>http://mestradodivulgacaocientifica.wordpress.com/2009/10/28/heterogeneidade-e-subjetividade-no-discurso-da-divulgacao-cientifica/</guid>
<description><![CDATA[Autora: Lilian Marcia Simões Zamboni Local e data: IEL/Unicamp, 1997 Resumo: Tomando como corpus tex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Autora: Lilian Marcia Simões Zamboni</p>
<p>Local e data: IEL/Unicamp, 1997</p>
<p>Resumo: Tomando como corpus textos de divulgação científica publicados em jornais e revistas brasileiros, este trabalho oferece uma interpretação para o discurso da vulgarização, a partir dos fundamentos teóricos da Análise do Discurso de orientação francesa, sobre alguns dos quais, entretanto, são feitas considerações de ordem restritiva. Fundamentalmente, defende-se a idéia de que o discurso da divulgação científica constitui um gênero discursivo específico, no qual se manifestam não apenas elementos da heterogeneidade enunciativa, mas também, e principalmente, fenômenos da subjetividade, os quais resultam de um empreendimento enunciativo no qual o sujeito exerce uma ação com e sobre a linguagem. Nesse sentido, contrariando a tese que considera a divulgação científica como uma prática de reformulação textual-discursiva que parte de um discurso-fonte (o discurso da ciência) para chegar a um discurso-segundo (o discurso da vulgarização), defende-se a concepção de que a atividade de produção da divulgação assume a natureza de um efetivo trabalho de formulação de um discurso novo, que se articula, sob variadas formas, com o discurso da ciência, mas não como um mero produto de reformulação de linguagem. Dissociando o discurso-produto-da-vulgarização do campo científico, postula-se sua vinculação ao campo dos discursos de transmissão de informação, em cujo âmbito depreende-se sua feição de &#8220;mercadoria posta à venda&#8221;.</p>
<p><a href="http://mestradodivulgacaocientifica.wordpress.com/files/2009/10/zambonililianmarciasimoes.pdf">Texto da tese em PDF</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aníbal Quijano - os fantasmas nossos de cada dia]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/10/28/anibal-quijano-os-fantasmas-nossos-de-cada-dia/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:52:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
<guid>http://midiasocial.wordpress.com/2009/10/28/anibal-quijano-os-fantasmas-nossos-de-cada-dia/</guid>
<description><![CDATA[ Identidade, Modernidade, Democracia, Unidade e Desenvolvimento. Esses são os fantasmas históricos c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> Identidade, Modernidade, Democracia, Unidade e Desenvolvimento.</strong><br />
Esses são os fantasmas históricos colocados por Aníbal Quijano, um dos teóricos que faz parte da bibliografia da disciplina Cultura Brasileira, no Celacc (ECA-USP). Infelizmente tenho lido bastante picado o imenso volume de livros propostos no curso, o que fragmenta ainda mais minhas idéias e interpretações. Logo, resulta em posts ainda mais confusos e egoístas (sorry!)</p>
<p>O que me faz blogar sobre Quijano é a idéia sobre os <span style="text-decoration:underline;"><strong>(des) encontros</strong></span>. Ele diz: <em>o novo não acabou de nascer e o velho não terminou de morrer.</em> Esse paradigma, aliás, é o que permeia a história de <a href="http://www.scielo.br/pdf/ea/v19n55/01.pdf"><strong>Dom Quixote e os moinhos de vento na América Latina.</strong></a> São momentos de (des) encontros como esse que há oportunidade de enxergar as coisas de forma diferente daquela que estamos acostumados. Ou seja, os (des) encontros permitem a ruptura do pensamento da ordem dualista, sequencia unilinear e unidirecional de evolução. É uma oportunidade de pensar diferente e perceber que a história segue uma ordem associativa, extremamente complexa, contraditória e descontínuas de significados.</p>
<p>Quijano acredita que os fantasmas (citados acima) sempre nos perseguem porque o tratamos ainda como colonizados/colonizadores ( pensamento eurocêntrico). Ou seja, de forma fragmentada, separada, por etapas e tentamos resolvê-los gradualmente e em sequência. E, por isso mesmo, consideramos as propostas e tentativas meras utopias. Ou seja, ninguém as vê como propostas de novos sentidos históricos até porque a maioria realmente não é. Todo esse contexto permeia a cultura da América Latina, mas cada paragrafo lido me remetia à Comunicação, mídias sociais, comunidades, blogs e por aí vai.</p>
<p>Não é por acaso que a cada aula reforço a premissa de que COMUNICAÇÃO É PURA CULTURA, ou vice-versa. A hegemonia da cultura de massa segue muito bem a cartilha do pensamento eurocêntrico e o ecossistema que forma a Imprensa é recheado de pensamentos dualistas, progressistas e lineares. Pelo menos essa foi minha vivência. Meu maior desafio quando resolvi entrar na turma dos blogueiros foi abandonar a cabeça de seções, categorias, segmentos e nichos. Eu via tudo dentro de caixas. Não tinha capacidade de associar, ligar, interagir&#8230;</p>
<p>Hoje ainda é muito complicado inverter toda minha experiência, mudar meu jeitinho de pensar, mas ler Quijano permitiu entender um pouco a razão desse meu jeito de agir. Não é só cultural ( o que já é um motivo e tanto), mas também tem uma carga histórica. Confesso que olhar as potencialidades das redes e mídias sociais agora faz mais sentido, porém demonstra o TAMANHO  do desafio. Minha sensação é de que a internet também potencializa a concentração e a hierarquia, o que torna as <a href="http://donosdamidia.com.br/">quatro famílias da MÍDIA</a> ainda muito mais importante do que quando vendiam só papel. Afinal, agora &#8211; além delas estarem relacionadas a grandes grupos de telecom &#8211; o público cresceu e ainda tem muita gente que trabalha de graça pra eles.</p>
<p>PS: o material disponível em um dos links acima faz parte dos <a href="http://www.iea.usp.br/iea/revista/rev55.html">Estudos Avançados, de 2005</a> e também do curso de extensão universitária Gestão de Projetos Culturais</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SONATA DA ALEGRIA]]></title>
<link>http://robsoundtrack.wordpress.com/2009/09/02/man-music-and-computer/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 22:56:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>robsondossantos</dc:creator>
<guid>http://robsoundtrack.wordpress.com/2009/09/02/man-music-and-computer/</guid>
<description><![CDATA[Cinema Falado Música Clássica Contemporânea Brasileira - Contos e Poemas. http://www.myspace.com/cin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Cinema Falado</strong></p>
<p><strong>Música Clássica Contemporânea Brasileira</strong> <strong>- Contos e Poemas.</strong></p>
<p><a title="http://www.myspace.com/cinemafalado" href="http://www.myspace.com/cinemafalado">http://www.myspace.com/cinemafalado</a></p>
<p><strong>SONATA DA ALEGRIA</strong></p>
<p> <em>Sinopse:</em></p>
<p>Descobriu dentro de sua alma feminina inquieta, a bagagem perdida em outras eras. &#8211; O dom interior que tinha, manifestou-se. &#8211; E feliz pela revelação sonora chorou.</p>
<p>Uma história que mostra o processo natural de maturidade e crescimento interior através da música. &#8211; Guia de esperança e superação.</p>
<p>Obra dedicada a jovem Joana Paciência Filho, que revelou seu potencial ainda antes mesmo de se formar mulher.</p>
<p>Já estava na memória adormecida a sabedoria de amor, paciência e dedicação a sua família, disfarçados na música reconciliadora de afetos e reajustes emocionais, necessários para nosso desprendimento e evolução espiritual.</p>
<p>E desta alma iluminada se transformou Admirador e Amigo.</p>
<p>Robson dos Santos compositor de música clássica contemporânea brasileira e escritor.</p>
<p>Para ouvir esta historia completa em forma de conto, com narração e efeitos sonoros de cinema, basta acessar o site do autor:</p>
<p><a title="http://www.myspace.com/cinemafalado" href="http://www.myspace.com/cinemafalado">http://www.myspace.com/cinemafalado</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fontes para pesquisas científicas]]></title>
<link>http://formasconsultoria.wordpress.com/2009/08/31/base-de-dados/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 21:28:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>formasconsultoria</dc:creator>
<guid>http://formasconsultoria.wordpress.com/2009/08/31/base-de-dados/</guid>
<description><![CDATA[Muitas vezes quando precisamos fazer uma pesquisa não sabemos onde procurar, ou não temos tempo ou a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Muitas vezes quando precisamos fazer uma pesquisa não sabemos onde procurar, ou não temos tempo ou acesso a uma biblioteca&#8230; No entanto, existem várias bases de dados gratuitas que disponibilizam artigos, revistas, teses etc. para consulta. Veja o tópico &#8220;Banco de Dados&#8221;.</p>
<p>Até.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversa sobre Mestrado em Comunicação II]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/27/conversa-sobre-mestrado-em-comunicacao-ii/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:39:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
<guid>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/27/conversa-sobre-mestrado-em-comunicacao-ii/</guid>
<description><![CDATA[Quem participa da série Conversas   hoje é  André Borges, que atualmente trabalha no jornal Valor Ec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem participa da série <em><a href="http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/23/conversa-sobre-mestrado-em-comunicacao/">Conversas </a>  </em>hoje é  <strong>André Borges</strong>, que atualmente trabalha no jornal <em>Valor Econômico</em>. Eu tive a honra de trabalhar ao lado desse grande repórter entre 2000 e 2003 numa editora especializada. André é curioso, inteligente e tem &#8220;<em>alma de brasileiro&#8217;</em>.</p>
<p>Calma! Eu explico a tal alma de brasileiro: ele reconhece a diversidade dentro de casa, sabe qual é sabor da comida mineira e entende a razão da loucura paulista. Parece meio maluco, mas confesso que não sei expressar em poucas palavras o que representa ter <em>alma de brasileiro</em>. De certa maneira, identifico o melhor de mim nessa tal alma brasileiro e me reconheço um pouco no Andrezinho quando tento caracterizá-lo desta forma. Já o pior de mim está um pouco fora daquilo que considero alma de brasileiro, sacou?</p>
<p>Mas <em>aborges</em> é muito mais que isso. É um profissional que <strong><span style="text-decoration:underline;">sabe contar história</span></strong>, que sente prazer em apurá-las, que gosta de pessoas e sabe fazer delas uma representação brilhante num texto simples, claro e objetivo. Enfim, André tem tudo de um bom repórter!</p>
<p>O Borges foi o segundo que respondeu meu email com seis perguntinhas sobre a experiência de ter feito mestrado. Meu terceiro convidado foi o <a href="http://clicologoexisto.wordpress.com/">Madureira</a>, que em breve conto um pouco sobre ele aqui e publico suas respostas. Com vocês, André Borges:<br />
<strong><br />
1- Como surgiu a idéia de fazer mestrado na sua vida?</strong><br />
<em>Eu tinha concluído minha graduação, mas fiquei com vontade de seguir com os estudos. Terminei a graduação em 1997 e, um ano depois, ingressei no mestrado;<br />
</em> <br />
 <br />
<strong>2- Você já tinha um objeto de pesquisa para sua dissertação antes de encontrar seu orientador?</strong><br />
<em>Sim, o objeto de pesquisa é um pré-requisito para concorrer ao mestrado da ECA-USP. O que ocorreu é que, meses depois de entrar no curso, decidi mudar meu objeto de pesquisa e fui apoiado pelo meu orientador.</em><br />
 <br />
 <br />
<strong>3- O que foi novidade para você em relação ao mundo acadêmico. Ou seja, o que você não tinha idéia de que é assim ou assado?</strong><br />
<em>Acho que o que merece destaque é o perfil do trabalho de mestrado. Diferente da graduação, que na maioria das vezes se apoia em trabalhos coletivos, o mestrado é um exercício individual e aprofundado. É um trabalho solitário, que o aluno precisa aprender a desenvolver.</em><br />
 <br />
<strong>4- Como escolheu seu orientador para o mestrado?</strong><br />
<em>Me baseei no perfil de suas orientações anteriores e também em sua postura profissional.</em><br />
 <br />
<strong>5- Seu objetivo com mestrado é dar aula, ou não? Aproveitando, qual finalidade de um mestrado. Afinal, pra que serve um mestrado para um jornalista?</strong><br />
<em>Não cursei o mestrado com o propósito de dar aula, embora seja este o principal objetivo para quem faz o curso na USP. Muitos colegas de sala, aliás, já eram professores em algumas faculdades em cursos relacionados à área de comunicação. O mestrado me trouxe conhecimento e maior capacidade analítica; o mercado traz a aplicação disso. Penso em dar aula, mas é um projeto para o futuro.</em><br />
 <br />
<strong>6- Qual é a linha de pesquisa que escolheu? Pode falar um pouquinho sobre essa experiência. Podemos ver sua dissertação em qual endereço eletrônico ou ela não está disponível?</strong><br />
<em>Escolhi a linha de jornalismo comparado. Na tese, defendida em 2001, falei sobre os embates da mídia impressa e a internet e as tentativas da mídia tradicional para explorar os negócios no ambiente digital. O cenário analisado foi de 1995 a 2001. Não mudou muita coisa de lá para cá. A tese está à disposição na biblioteca da ECA.</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Veja Também:</span></strong><br />
<a href="http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/23/conversa-sobre-mestrado-em-comunicacao/"><em>Renato Cruz</em></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Turma da Mônica...Capitalismo?]]></title>
<link>http://patriciaksf.wordpress.com/2009/08/25/turma-da-monica-capitalismo/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 03:38:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Patricia KSF</dc:creator>
<guid>http://patriciaksf.wordpress.com/2009/08/25/turma-da-monica-capitalismo/</guid>
<description><![CDATA[Recentemente em sala de aula houve uma conversa sobre formas de ensino e educação, afinal, meu curso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Recentemente em sala de aula houve uma conversa sobre formas de ensino e educação, afinal, meu curso é de licenciatura. E esta conversa foi por conta de uma matéria na revista Nova Escola (uma matéria bem antiga, caso seja alguma pergunta) e gerou uma certa discussão quanto aos <em>gibis</em>, onde um colega, disse não gostar da Turma da Mônica, revista de Maurício de Sousa, por ser capitalista.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes de falarmos sobre esse comentário, coloco o significado de capitalismo:</p>
<h2 style="text-align:justify;">Capitalismo</h2>
<h4 style="text-align:justify;">s.m. Estatuto jurídico e regime econômico de uma sociedade humana caracterizada pelo grande desenvolvimento dos meios de produção e sua operação por trabalhadores que não são proprietários dos mesmos: capitalismo de Estado, capitalismo privado. / Sistema de produção cujos fundamentos são a empresa privada e a liberdade do mercado. / Na terminologia marxista, regime econômico, político e social que procura sistematicamente a mais-valia graças à exploração dos trabalhadores pelos proprietários dos meios de produção e de troca. &#38;151; O capitalismo liberal é o regime que realizou todo o desenvolvimento econômico até o começo do séc. XX. E continua, evoluído, a ser a base da atividade econômica dos países ocidentais.</h4>
<p style="text-align:justify;">Eu acho o seguinte, uma revista em quadrinho, para ser boa, não precisa ser desconhecida. Maurício de Souza não começou já no topo, como está hoje e muito menos era tão conhecido. Evoluiu aos poucos e hoje é responsável por uma das mais importantes História em Quadrinho do Brasil, um cara de respeito. E posto aqui na realidade, a minha opinião informal sobre o assunto, pois o cara que falou sobre este assunto, conhece bastante o mundo dos quadrinhos, mas tenho que discordar quando diz não gostar (gosto é que nem c*, cada um tem o seu, eu sei disso, mas mesmo assim) por ser de extremo capitalismo. Convenhamos, todos queremos lucrar com nosso trabalho e seu trabalho não é direcionado somente ao sucesso financeiro.  Apesar de tudo, as revistas da turma, são acima de tudo educativas (ok, a galera da Globo aparece muito), além do que, o portal da Turma da Mônica na internet, é domínio da Globo.com, capitalismo sim, neste sentido, mas em nenhum momento, essa parceria ou empresariado com a Globo retirou das histórias de Maurício, a magia e a evolução.</p>
<p style="text-align:justify;">Convenhamos que aprendemos muito com as revistinhas de Maurício de Sousa, muita coisa que hoje entendo, aprendi quando pequena nas histórias da Turminha, tem caráter pedagógico, ecológico, entre outros, além de instruir e ensinar os leitores de todas as idades. Além de várias exposições, por exemplo (puxando para meu mundinho, afinal, faço Artes Visuais), Mauricio fez imagens retratando pinturas famosíssimas, entre elas, a obra de Leonardo Da Vinci, a Monalisa e fez com a carinha da Mônica, entre outros quadros, o de Michelangelo e vários outros. É uma aula, uma criança que observa aquele quadro e de repente se depara com o &#8216;original&#8217;, já conhece a história, as qualificações, o ano e tudo mais, por conta de uma exposição de um desenho em quadrinhos. E aí?A criança aprendeu? Sim, e melhor ainda, com prazer!</p>
<p style="text-align:center;">Bom, eu nem queria falar sobre isso, pois pensei &#8216;é apenas uma história em quadrinhos&#8217;, mas não é apenas isso e tive certeza ao encontrar uma tese falando sobre o caráter educativo da Turma da Mônica, no qual termino a minha &#8216;crítica&#8217; ou seria mais uma opinião, sobre este assunto.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://patriciaksf.wordpress.com/files/2009/08/tesedoutorado-85a97part-iiiseg.pdf">TeseDoutorado 85a97Part IIIseg</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversa sobre Mestrado em Comunicação]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/23/conversa-sobre-mestrado-em-comunicacao/</link>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 03:17:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
<guid>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/23/conversa-sobre-mestrado-em-comunicacao/</guid>
<description><![CDATA[Quem acompanhou meus últimos posts já sabe sobre minha busca para conhecer melhor o mundo acadêmico.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quem acompanhou meus últimos posts já sabe sobre minha busca para conhecer melhor o mundo acadêmico. Um dos passos para trajetória do Mestrado é dialogar com quem já teve essa experiência, entender a razão dessa etapa e conhecer melhor a dinâmica e as regras da Pós-Graduação. É por isso que inauguro aqui uma troca de emails com amigos solidários e colaborativos, que já passaram pelo Mestrado. <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/cruz/">Renato Cruz</a> é o primeiro que responde minhas cinco perguntinhas. Você pode conhecer melhor a trajetoria dele no próprio <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4739358J8">Lattes</a>&#8230;</p>
<p>&#8230;Mas se está acostumado a considerar mais opiniões que práticas, eu tenho a honra de elogiar um pouco o que vejo no Renato. Ético, solidário e objetivo. Renato faz parte de um grupo seleto de profissionais da Comunicação, que mesmo dentro do <em>mainstream media</em> tem um relacionamento intenso e colaborativo com os jornalistas especializados. Ele ouve, mas não entra nas fofocas rotineiras dos bastidores da imprensa &#8211; o que é muito raro em <em>espécies</em> como a nossa (risos). Mas a característica que mais me fascina em Renato é o bichinho da imprensa. Ele gosta do que faz, tem paixão pelo bom jornalismo. Ele compartilha as &#8220;investigações&#8221; ao ensinar a dinâmica do setor aos outros. Enfim, Renato já é um pouco mestre na prática do jornalismo pra quem sabe ouvir e tem interesse em fazer um jornalismo especializado que valha mais que o salário. É aquele jornalismo que vale a pena!</p>
<p>Com vocês, Renato Cruz:<br />
<strong>1- Como surgiu a idéia de fazer mestrado na sua vida?</strong><br />
Eu fiz logo depois da graduação, então é quase como se eu não tivesse parado de estudar. Terminei a faculdade de jornalismo e, no ano seguinte, prestei para o mestrado.<br />
 <br />
<strong>2- Você já tinha um objeto de pesquisa para sua dissertação antes de encontrar seu orientador?</strong><br />
Sim. Eu escrevi o projeto antes de ter um orientador. O projeto era um pré-requisito para a seleção.<br />
 <br />
<strong>3- O que foi novidade para você em relação ao mundo acadêmico. Ou seja, o que você não tinha idéia de que é assim ou assado?</strong><br />
Na minha opinião, o mais difícil para nós, jornalistas, é cuidar das referências bibliográficas. Dá mais trabalho que escrever.<br />
 <br />
<strong>4- Como escolheu seu orientador para o mestrado?</strong><br />
Na verdade, o orientador é quem me escolheu.<br />
 <br />
<strong>5- Seu objetivo com mestrado é dar aula, ou não? Aproveitando, qual finalidade de um mestrado. Afinal, pra que serve um mestrado para um jornalista?</strong><br />
Já dei aula de especialização. Para mim, dar aula é um projeto de mais longo prazo. O legal do mestrado é escrever a dissertação. Profissionalmente, a gente não costuma ter a oportunidade de escrever um texto com essa extensão e essa profundidade.<br />
 <br />
<strong>6- Qual é a linha de pesquisa que escolheu? Pode falar um pouquinho sobre essa experiência. Podemos ver sua dissertação em qual endereço eletrônico ou ela não está disponível?</strong><br />
No mestrado, escrevi sobre a venda de conteúdo na internet. A conclusão foi de que são poucas as oportunidades para fazer o leitor pagar pela informação. A dissertação está aqui: <a href="http://njmt.incubadora.fapesp.br/portal/publi/renatoc/EconomiadoExcesso.pdf">http://njmt.incubadora.fapesp.br/portal/publi/renatoc/EconomiadoExcesso.pdf</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jesus Martín Barbero - Um encontro com os acadêmicos]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/18/jesus-martin-barbero-um-encontro-com-os-academicos/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 21:38:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
<guid>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/18/jesus-martin-barbero-um-encontro-com-os-academicos/</guid>
<description><![CDATA[Ontem, talvez, tenha sido o meu primeiro contato, de fato, com a área acadêmica. Participei da Aula ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem, talvez, tenha sido o meu primeiro contato, de fato, com a área acadêmica. Participei da Aula Magna com Jesus Martin Barbero, promovida durante o Fórum Permanente de Programas de Pós-graduação em Comunicação do Estado de São Paulo, que aconteceu no Memorial da América Latina, de São Paulo. A sensação era de pura transformação. Para se ter uma idéia, o espanhol terminou sua aula com seguinte discurso: &#8220;<em>tudo que sabemos, sabemos entre todos&#8221;</em></p>
<p>Foi mágico ver um senhor com seus cabelos brancos com idéias consideradas tão atuais e, de certa maneira, até revolucionárias. Ele acredita que pesquisadores devem ter imaginação e ainda critica o olhar tão comum de considerar a oralidade um analfabetismo. &#8220;<em>Tem outras culturas além do livro</em>&#8220;, alertou Barbero. Nunca li nada sobre autor, mas a entrevista dele concedida à <a href="http://www.usp.br/matrizes/img/04/Entrevista_M4.pdf">Matrizes</a>, enviada por email pela organização do evento como material de apoio, já dá um gostinho satisfatório do que prega Jesus. Me lembrou muito a leitura que tive de Maria Nazareth Ferreira  &#8211; <a href="http://midiasocial.wordpress.com/2009/07/22/o-caminho-da-busca-pela-tese-e-tal-do-mestrado/">outra senhora revolucionária que conheci na ECA conforme já relatei aqui </a> porque ambos parecem se preocupar com as atuais trajetórias das pesquisas na área de Comunicação.</p>
<p>Eu ainda estou deslumbrada com o discurso de ambos. Logo, tudo que penso alto por aqui tem a parcialidade da paixão pelo novo. O que mais tem me cativado a mergulhar neste universo ainda desconhecido é a possibilidade  de mudança e de integração com os demais pensadores da América Latina. Ter um ponto de partida que não seja tão europeu nem norte-americano me fascina e me atrai. Vale registrar aqui o que anotei da entrevista de Barbero:</p>
<blockquote><p>Sabíamos que estávamos presos, mas pelo menos dentro do grupo da alaic existia uma consciência clara de que era preciso criar um <strong>pensamento latino-americano</strong>, de que não se tratava simplesmente de misturar coisas que vinham da semiótica com outras do marxismo e da teoria da dependência.</p></blockquote>
<p>A sensação é de que o caminho das pesquisas é muito novo e , de certa maneira, segue a prática da &#8220;butique&#8221; ( copiar e seguir os norte-americanos) e se molda muito de acordo com investimento. Parece até que há modismos nos temas escolhidos como as ondas que vivemos no mundo de cá, dos pobres mortais. Tudo é pura percepção pessoal&#8230;Entretanto, meu perfil de jornalista de bloquinho trouxe também algumas informações de discursos soltos que vale compartilhar por aqui:</p>
<p>São 36 programas de pós-graduração na área de Comunicações no Brasil e 14 delas estão localizadas no Estado de São Paulo. Na década de 70, as pesquisas feitas eram resultados de trabalhos que confundiam investigação com pesquisa, em 80, surgiram as linhas de pesquisa cheia de categorias e com foco ainda no modelo linear. Parece que tudo se move entre o objeto de conhecimento ser os MEIOS  ou as Mediações ( acho que isso em função do convidado, que tem um livro focado neste tema) e também que agora entramos na fase de analisar as interações, cognição, simulacros. Agora, a questão é como se comunica? Barbero alerta que pensar <em>como </em>exige saber <em>o que</em>&#8230;</p>
<p>Foram muitos os fragmentos que restaram deste encontro e prometo retomá-los por aqui. Fui!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teoria da Recepção, Stuart Hall]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/13/teoria-da-recepcao-stuart-hall/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 07:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
<guid>http://midiasocial.wordpress.com/2009/08/13/teoria-da-recepcao-stuart-hall/</guid>
<description><![CDATA[O título deste post é referente ao pedacinho do livro &#8220;Da Diáspora &#8211; Identidades e Media]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O título deste post é referente ao pedacinho do livro &#8220;<em><a href="http://www.editoraufmg.com.br/carrinho.asp?codigo_produto=821">Da Diáspora &#8211; Identidades e Mediações Culturais</a></em>&#8220;, que trata-se do meu primeiro &#8220;<em>trabalhinho&#8217;</em> em grupo <a href="http://midiasocial.wordpress.com/2009/07/04/capital-simbolico-da-blogsfera-como-ele-se-forma/">lá no curso Gestão Cultural</a>. Eu passei os olhos no texto, depois reli a primeira parte e fiz um resuminho no <em>google docs</em>. Cada membro do grupo também fez seu resuminho no Google e depois nos encontramos pra discutir como seria a apresentação do grupo. Resultado: nenhum resumo tinha nada a ver com outro e o único consenso entre os resumos era de que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stuart_Hall">Stuart Hall </a>propunha um conceito diferente do modelo <span style="text-decoration:underline;">emissor/mensagem/receptor</span> porque o considerava linear.</p>
<p>A proposta de Hall baseava no esqueleto da produção de mercadorias apresentada por <strong>Marx</strong>. Todo mundo entendeu as seguintes palavras-chave: cíclico, multireferencial, Marx e articulação, entre outras. Saimos de lá e só agora, quando reli pela segunda vez o texto, sinto menos perdida.</p>
<p>Estou contando esta rotina toda para chamar atenção no desafio que é ler códigos. Ler códigos? Sim, a escrita acadêmica é um código e para decodificá-lo, é preciso entender as regras acadêmicas. Eu, como ainda não as conheço, resolvi <em>googlar </em>para ver como Hall era decodificado pela rede. Pasmem?! <em>O que aconteceu?</em></p>
<p>De novo, cada um teve uma leitura bastante particular, dentro de outro contexto, enfim, dificil achar o link <em>preferencial</em> ( que combina com a minha leitura). Destaco dois deles (<a href="http://www.google.com/search?q=teoria+da+recep%C3%A7%C3%A3o+stuart+hall&#38;sourceid=ie7&#38;rls=com.microsoft:en-US&#38;ie=utf8&#38;oe=utf8">pra não dizer que  achei 5,1 mil links sobre tema</a>):</p>
<blockquote><p>O <a href="http://cafecomnoticias.net/">Café com Notícias</a>, um blog de estudantes de jornalismo, foi mais similar com a minha <span style="color:#333399;"><em>pobre</em> </span>leitura porque fez um resuminho com algumas interpretações, pegando pedaços ( paragrafos inteiros) originais do texto. Seria uma resenha, dentro de um blog no formato pdf. Veja com seus próprios olhos e decodifique com seus próprios códigos o <a href="http://cafecomnoticias.net/wp-content/uploads/2008/03/identidades-e-mediacoes-culturais.pdf">link aqui </a></p></blockquote>
<blockquote><p><a href="http://www.fca.pucminas.br/saogabriel/raop/pdf/recepcao_efeitos_midia.pdf">Outro achado foi  da Intercom </a>( a partir da página 9) que avalia e compara a Teoria de Hall dentro de uma pesquisa de Mauro Porto, que lê Hall de um jeito completamente diferente do pouco que entendi diante das suas conclusões. entretanto, explica a teoria e ainda a contextualiza. Destaco a conclusão dele: <span style="color:#333399;">&#8220;</span><span style="font-family:TimesNewRoman;"><span style="color:#333399;"><em>Portanto, um dos principais problemas do modelo é o fato de que ele parte do pressuposto de que as mensagens da mídia sempre expressam a ideologia dominante, através de leituras e significados &#8220;preferidos&#8221;.</em><br />
</span></span><span style="font-family:TimesNewRoman;">Eu interpretava quase oposto disso porque na minha leitura, o que ouvi foi justamente o contrário: as mensagens da mídia não são uma repetição da ideologia, mas uma busca pelos significados que a idelogia constroi no seu mapa de sentidos.</span></p></blockquote>
<div><span style="font-family:TimesNewRoman;"> </span></div>
<p> </p>
<div><span style="font-family:TimesNewRoman;"></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family:TimesNewRoman;"></p>
<p align="left"><em>Mas, afinal, o que é essa tal de teoria da recepção?</em> Parece simples: é um novo modelo baseado em Marx para conceituar a prática de produção da mídia. Ok e <em>onde entra a recepção dentro disso?</em> Não faz pergunta dificil, mas acho que está ligado com a audiência. A relação entre audiência e a produção. Não dá pra entender um sem o outro, saca? Eles são relacionados. <em>Mas isso é obvio?</em> Pois é justamente por pensar assim que fica dificil entender o código. <em>Que tal de código é esse, Ceila? </em>Sorry!!!! Não dá mesmo pra explicar de maneira simples, apesar de parecer tão simples. Então, lá vai o que eu joguei no google docs para meu grupo de estudo, quem sabe você não pode decodificar a mensagem pra gente:</p>
<blockquote>
<div>Primeiro, Hall vai defender um novo conceito de como funciona a mídia e defende que em<strong> todos os momentos</strong> há codificação e decodificação. quais momentos?</div>
<div> </div>
<div>1- produção ( mensagem)</div>
<div>2-circulação (discursiva)</div>
<div>3- distribuição (discursiva)</div>
<div>4- consumo ( sentido)</div>
<div>5- reprodução (valor de uso social)</div>
<div> </div>
<div>Cada momento deste é determinista no fluxo de produção (fixo), porém cada momento isolado é um processo de codificação e decodificação (articulação). Como estes cinco momentos foram criados a partir da teoria de Marx, ele resulta num produto. qual produto? a mensagem que só é consumida se tiver sentido e valor de uso social. Outra coisa importante é de que a Circulação (2) e a Distribuição (3) só são realizadas de forma discursiva. E, detalhe, todo discurso envolve a operação de códigos. Logo, circulação e distribuição envolve o processo de codificar e decodificar um discurso. E onde está o codificar/decodificar do restante do fluxo ( produção/consumo/reprodução)?</div>
<div> </div>
<div><span style="text-decoration:underline;">o circuito de produção da mídia produz <strong>(1) uma mensagem</strong> codificada na forma<strong> ( 2 e 3) de um discurso</strong> significativo.</span></div>
<div> </div>
<div>A meleca toda começa porque ele vai explicar cada pedacinho dessa frase aí em cima e mistura uma porrada de coisa só pra dizer como se constroi o código da mensagem. Para nos convencer disso, ele argumenta contra as seguintes teorias:</div>
<div>1- abordagem do conteúdo do behaviorismo, onde acontece a teoria semiotica ( signos &#8211; pierce)</div>
<div>2-teoria linguística ( conotação e denotação), onde acontece a codificação</div>
<div>3-teoria da percepção seletiva ( audiencia) onde acontece a decodificação a partir dos seguintes hipotéticos códigos dominantes, códigos profissionais, códigos negociados e os códigos de oposição</div>
</blockquote>
<p align="left">Não entendeu nada? Hummmmm, eu fiz outro resuminho da mesma coisa, quando dei uma passada de olhos. Veja se facilita ou complica:</p>
<blockquote>
<div><span style="font-family:TimesNewRoman;"><span style="font-family:TimesNewRoman;"> </span></span></div>
<div><span style="font-family:TimesNewRoman;"><span style="font-family:TimesNewRoman;"></span></span></div>
<p> </p>
<p><span style="font-family:TimesNewRoman;"><span style="font-family:TimesNewRoman;"></p>
<p align="left">Stuart Hall traz três inovações nos conceitos de Mídia. Primeiro ela não funciona de forma unidirecional no modelo &#8220;produtor emite a mensagem ao receptor&#8221;. Ele ensina:<em> &#8220;produzir a mensagem não é  uma atividade tão transparente como parece&#8221;.</em> Segunda mudança: a lógica da mídia não é determinista, mas sim multirreferencial. Porém, os momentos do fluxo de produção são deterministas. Ou seja, a mensagem tem sentido diferentes de acordo com a referência do receptor. A terceira inovação é contra a idéia de que a relação de produção do conteúdo está relacionada ao consumo (grana e capital). Ou seja, Hall não acredita nos ditados populares: &#8220;a TV é ruim porque é o que o povo gosta. Audiência é quem manda. circo para povo&#8230;&#8221;. Ele alerta para o fato de que o consumo determina a produção assim como a produção determina o consumo. Ou seja, a relação da produção de conteúdo é um resultado de articulação entre os circuitos de produção.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p align="left"> </p>
</blockquote>
<p>E aí, algum comentário que possa resultar numa mensagem mais transparente, clara e decodificada para a maioria?</p>
<p> </p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[4.1 - O acesso ao código fonte 2 (ou Ficando no rebanho)]]></title>
<link>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/08/11/4-1-o-acesso-ao-codigo-fonte-2-ou-ficando-no-rebanho/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 00:34:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>bdebigode</dc:creator>
<guid>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/08/11/4-1-o-acesso-ao-codigo-fonte-2-ou-ficando-no-rebanho/</guid>
<description><![CDATA[As vezes me impressiono com certas coisas. O pensamento condicionado é uma delas. Explico. Dois anos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As vezes me impressiono com certas coisas. O pensamento condicionado é uma delas.</p>
<p>Explico.</p>
<p>Dois anos atrás comecei uma discução sobre o velho assunto do <a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061003103820AAO2ya6">sotaque dos paulistanos</a>. O ponto acabou girando de que ele era o melhor, o perfeito para apresentações artísticas, e o meu ponto era: isso empobrece a obra. Diferentes sotaques trazem diferentes sabores. Fomos avançando na discussão e o meu interlocutor acabou tendo que apelar pra três argumentos: (1)Outras regiões não entendem outros sotaques a não ser o paulistano, (2) Isso é padrão, (3) eu tenho 40 anos, você tem vinte.</p>
<p>Vamos desmontá-lo para que possamos entender o ponto aqui, ok?</p>
<p>1 &#8211; Outras regiões não entendem outros sotaques a não ser o paulistano. Verdade? Não. conheci baianos, pernambucanos, gaúchos, cariocas, mineiros e amazonenses. Nenhum deles deixou de me entender. Os erres caipiras são mais difíceis de entender, são pra dentro, mas isso ocorre com agente também, muitos caipiras se perdem nos erres uns dos outros. Ahhh também conheci um CABOVERDENSE que falou que nunca teve nenhuma dificuldade com sotaques. O que acontece na realidade é que o sotaque paulistano está no JN, e isso faz com que seja extremamente conhecido em todo o Brasil. </p>
<p>2 &#8211; Isso é padrão. O ponto aqui era me desestimular pra fora da discussão e falar pra eu calar a boca. &#8220;O padrão estava aqui antes de você nascer&#8221; a esse eu respondi: E nós moramos em cavernas. Não tomamos banho. Colocamos cintos de castidade em nossas mulheres. Não usamos eletricidade. TUDO isso foi padrão um dia, e mudou. O papo de ser padrão quer dizer: Seja ovelha, não OUSE usar seu pensamento sozinho. Questionar pra que? Essas ovelhas. Nem começarei a falar que padrão é algo construído e destruído socialmente, que isso são conceitos sociais e não naturais. E blá blá blá.</p>
<p>3 &#8211; Eu tenho 40 anos, você tem 20. A esse eu respondi: AGORA acabou a discussão né? Você tem 40 anos. O que mais se pode discutir? Me curvo a sua sabedoria. Esse argumento é a saída dos covardes, a saída da OTORIDADE, a saída escrota de todo mundo que NÃO pensou/ sabe/ entendeu o ponto da discussão. Esse argumento de tão escroto deveria dar cadeia. O meu ponto é: Se você tem o dobro da minha idade você deveria conseguir ter mais argumentos, um raciocínio mais apurado, uma retórica mais aprumada a tal ponto que recorrer a esse argumento seria seu ULTIMO recurso. Quando vocês está encurralado na parede e um moleque imberbe está segurando a sua dignidade nas mãos. Aí a OTORIDADE surge, e tenta amedontrar. Sempre que se precisa usar o medo, quer dizer que a razão se perdeu. E faz tempo.</p>
<p>O ponto todo do exemplo é que o cara enxergava o layout: O sotaque é o mais copiado, o mais usado, e ele estudante de teatro de cursinho, fora treinado a ver desse jeito: Padrão, assim que se faz! Nunca questionou o porque se faz assim, desde quando se faz assim, e a que interesses se atende quando se faz assim. Isso era impensável, afinal, sendo paulistano isso lhe caía como uma luva. Era só enunciar as palavras como sempre enunciou.  Era só se manter como ovelha: Faça como lhe foi dito e apenas isso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[4 – O acesso ao código fonte (Let me see the Matrix)]]></title>
<link>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/08/11/4-%e2%80%93-o-acesso-ao-codigo-fonte-let-me-see-the-matrix/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 18:19:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>bdebigode</dc:creator>
<guid>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/08/11/4-%e2%80%93-o-acesso-ao-codigo-fonte-let-me-see-the-matrix/</guid>
<description><![CDATA[Devo fazer uma pausa no Sustenável 2009 para continuar com as Teses da rua Augusta! O lance meus que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Devo fazer uma pausa no Sustenável 2009 para continuar com as <a href="http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/03/20/as-nove-teses-da-rua-augusta-ou-o-tratado-sobre-porra-nenhuma-ou-a-palavra-fundadora-do-parodoxismo/">Teses da rua Augusta!</a></p>
<p>O lance meus queridos é que a vida não é software livre: Você não tem acesso ao código fonte e não tem reprogramar as coisas. Infelizmente.</p>
<p>Mais de uma vez na vida a gente senta no nosso canto e pensa: Será que isso é verdade? Quantas histórias absolutamente contraditórias a gente não conhece? E é absolutamente impossível de se chegar e afirmar com 100% de certeza: Essa aqui é a verdadeira, a outra é uma layout enganador. Um exemplo?</p>
<p><a href="http://frasesdavida.wordpress.com/2009/07/18/michael-jackson-em-retrospectva/">Michael </a><a href="http://theblackwhole.wordpress.com/2009/06/26/r-i-p-finally-ma-brotha/">Jakson</a>&#8230;. Pois, <a href="http://highheelsandhitops.wordpress.com/2009/07/02/r-i-p-m-j-part-2/">é</a>.</p>
<p>Todas as &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Verdade">verdades</a>&#8221; são <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mito_da_caverna">assim</a>: Nem tão verdadeiras assim. A gente só tem acesso ao layout, as ferramentas, não tem um botão do lado esquerdo da mente, que a gente clica e escolhe &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Código_fonte">Exibir código fonte</a>&#8221; &#8211; Isso não rola.</p>
<p>E agora bigode? Não temos acesso ao código fonte, o que fazer? O melhor navegador de realidade tá dentro da sua <a href="http://www.projetoockham.org/">cabeça</a>, prego. Use todas as ferramentas que puder. Parece simples mas não é. As pessoas, em sua maioria, tem preguiça de pensar. É mais <a href="http://www.igrejauniversal.org.br/">fácil ser ovelha</a>. Sempre foi e sempre será.</p>
<p>O pensamento próprio é muito mais difícil de manter, de sustentar, de criar que o pensamento de rebanho: Porque discordar? Porque questionar?  Porque tentar? Por apenas não apenas seguir? Por que não ovelhas?  Por que não: &#8220;faça como lhe foi dito&#8221; e apenas isso? Por que não. Precisa mesmo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Holocausto">explicar</a>?</p>
<p>Não temos acesso ao código fonte&#8230;<br />
Infelizmente.<br />
Mas ainda não somos ovelhas. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A párabola do prego 2]]></title>
<link>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/08/03/a-parabola-do-prego-2/</link>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 02:16:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>bdebigode</dc:creator>
<guid>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/08/03/a-parabola-do-prego-2/</guid>
<description><![CDATA[Tu é um prego, eu já disse aqui, ok? E agora a gente vira e se pergunta: Despregar como? Um prego nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tu é um prego, eu já disse aqui, ok?</p>
<p>E agora a gente vira e se pergunta: Despregar como? Um prego não tem braços, certo?</p>
<p>Certo, mas para despregar você vai como um prego: leva a cabeça aonde o corpo não está! E sai do lugar.</p>
<p>Nós, pregos espertos que somos (falei que tu era um prego, nunca que não tinhas cabeça!) inventamos as antenas: figurativas, analógicas, digitais ou fiolósicas! Antenas que nos conectam com o mundo, antenas que nos fazem estar em lugares que nem sempre nossos corpos de pregos, pregados, não podem ir!</p>
<p>Tu é um prego amigo, não é desculpa pra ficar parado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Democracia constitucional]]></title>
<link>http://constitucional1.wordpress.com/2009/07/28/democracia-constitucional/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 14:37:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>mauronoleto</dc:creator>
<guid>http://constitucional1.wordpress.com/2009/07/28/democracia-constitucional/</guid>
<description><![CDATA[Em outubro de 2009 o país atingirá 21 anos de vigência da Constituição de 1988. Nem as mais graves c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Em outubro de 2009 o país atingirá 21 anos de vigência da Constituição de 1988. Nem as mais graves c]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Democratização no Ciberespaço é possível?]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/07/27/democratizacao-no-ciberespaco-e-possivel/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 07:37:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
<guid>http://midiasocial.wordpress.com/2009/07/27/democratizacao-no-ciberespaco-e-possivel/</guid>
<description><![CDATA[Ontem, terminei um dos capítulos do livro Reinventando @ Cultura, de Muniz Sodré, onde ele questiona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem, terminei um dos capítulos do livro <strong>Reinventando @ Cultura</strong>, de Muniz Sodré, onde ele questiona <em>as relações da Comunicação com Poder político clássico.</em> A sensação é de que a tal democracia da informação é mesmo uma utopia. Sonhar com um jornalismo coletivo produzindo conteúdo com foco político, então&#8230; Eu ainda não sei o quanto a participação no jornalismo pode resultar em uma informação menos elitizada. E, você, qual sua opinião?</p>
<p>Confesso que preciso reler o capítulo, além de terminar o livro, para ter uma noção da mensagem deste baiano. Sodré descreve e cita diversas teorias para explicar que existe uma Crise da Representatividade política, que o Governo legitima seu poder baseado no crescimento econômico e que a Mídia ganha cada vez mais poder&#8230; Vale citar duas frases anotadas:</p>
<blockquote><p><em>sobre o Estado (governo) &#8230;embora mantendo toda organização política  da época liberal (partidos, parlamento, sistema eleitoral), legitima-se de fato como gerador e facilitador de condições para o aumento do consumo</p>
<p>Já não se trata mais da velha imprensa como tribuna de uma consciência liberal, mas de um complexo integrado de formas de expressão escrita, falada e magistica, suscetível de construir uma verdadeira estrutura do poder</em></p></blockquote>
<p>Depois, ele retoma algo tão óbvio que ás vezes escapa do nosso dia-a-dia: &#8221; o acesso á informação define-se pela posição econômica do usuário. Em qualquer domínio, informação é algo que se vende, é o modo mais avançado de realização do valor do capital&#8221; Então, ele conclui que a tal democratização no ciberespaço: <em>ainda permanecem no plano da <strong><span style="text-decoration:underline;">pura euforia tecnológica</span></strong>, que tem sido uma espeécie de contraponto ideológico para o pessimismo característico das críticas intelectuais, direta ou indiretamente da Escola de Frankfurt.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trabalho precário na grande imprensa de Porto Alegre]]></title>
<link>http://jornalismofreelance.wordpress.com/2009/07/26/trabalho-precario-na-grande-imprens-de-porti-alegre/</link>
<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 00:58:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>jmrainho</dc:creator>
<guid>http://jornalismofreelance.wordpress.com/2009/07/26/trabalho-precario-na-grande-imprens-de-porti-alegre/</guid>
<description><![CDATA[Fabiano Burkhardt elaborou a dissertação de Mestrado &#8220;Jornalistas Freelancers &#8211; Trabalho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fabiano Burkhardt elaborou a dissertação  de Mestrado <a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/8642">&#8220;Jornalistas Freelancers &#8211; Trabalho precário na grande imprensa da Região Metropolitana de Porto Alegre&#8221;</a>, que foi apresentada em julho de 2006 no Programa de Pós-Gradução em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). <span style="color:#000000;"><em> </em>O mérito do trabalho, além da pesquisa (amostragem pequena, com 18 jornalista, mas com bom aprofundamento), é contextualizar o jornalista no universo dos trabalhadores e da precarização das condições de trabalho no Brasil. Muitos jornalistas não se consideram &#8220;trabalhadores&#8221; e sim intelectuais. Esse desvio de personalidade profissional sempre prejudicou a organização coletiva da classe, que resultou na recente desregulamentação profissional.</span></p>
<p>Porto Alegre enfrenta uma situação peculiar no trabalho dos frilas, conforme aponta Fabiano: o monopólio da rede RBS e do fechamento de inúmeras sucursais de jornais e revistas nas últimas décadas. Isso dificulta a atividade empreendedora, onde o jornalista fica a mercê do poderio econômico do contratante e não consegue impor preços e condições de trabalhos satisfatórios.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:57px;width:1px;height:1px;">Este trabalho é uma tentativa de reconstituir as atividades profissionais de um grupo de jornalistas free-lancers da Grande Porto Alegre, com o objetivo de identificar as condições de trabalho e as perspectivas de resistência dos modernos trabalhadores flexíveis da imprensa regional. Na década de 1990, o jornalismo free-lance difundiu-se em todo o país, especialmente com o fechamento de sucursais de jornais e revistas do Rio de Janeiro e de São Paulo em outras capitais brasileiras e a contratação de free-lancers para as vagas dos profissionais demitidos nesse processo. O free-lancer, que no passado era visto como um outsider, tornou-se figura cada vez mais presente nas redações jornalísticas da Região Metropolitana de Porto Alegre. Esse fenômeno está associado ao processo de reestruturação produtiva, que ganhou fôlego no Brasil na década de 1990, e ao surgimento de um novo modelo de acumulação capitalista em substituição ao fordismo. Para os trabalhadores – e profissionais qualificados, como os jornalistas, não constituem uma exceção –, freqüentemente as mudanças na gestão nas empresas e a flexibilização dos contratos de mãode- obra resultam em deterioração das condições de trabalho e menor segurança no emprego, o que compromete também sua capacidade de organização coletiva. A pesquisa que fundamentou este trabalho consistiu de 18 entrevistas com jornalistas free-lancers da Região Metropolitana de Porto Alegre. A partir de seus depoimentos acerca de sua atividade profissional, procedeu-se à elaboração de uma tipologia do jornalismo free-lance praticado na região e à análise das condições objetivas de trabalho desses profissionais, enfatizando aspectos como renda, jornada e local de trabalho, repouso e percepção da atividade sindical. Quanto a este último aspecto, a pesquisa procurou investigar as possibilidades coletivas e individuais de resistência dos trabalhadores aos processos de reestruturação produtiva em curso atualmente na imprensa do Rio Grande do Sul.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O caminho da busca pela tese e o tal do Mestrado...]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/07/22/o-caminho-da-busca-pela-tese-e-tal-do-mestrado/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 00:31:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
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<description><![CDATA[No script da vida, chega uma hora em que você vai pensar em voltar para a Faculdade, ou não. Mas se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No script da vida, chega uma hora em que você vai pensar em voltar para a Faculdade, ou não. Mas se você já chegou naquele estágio de cansaço profissional, em busca de algo novo e ainda sua profissão está passando pela fase (&#8220;Terapêutica&#8221;) da reinvenção, é bem provável que o tal do Mestrado vai rondar sua cabecinha. Aí, você olha para o lado: 80% dos seus amigos estão fazendo, pensando em fazer ou já fizeram o danado. Então, você pensa:<em> e agora José?</em> Ou, você mergulha na onda sem pensar em nada. Já eu??? Hummmmmm&#8230;.</p>
<p><strong>Eu gosto de colocar pedra no meio do meu caminho.</strong> Então, penso:<em> e agora, Caipirapora??!!</p>
<p></em>Caipirapora Original Mesmo escolhe aquilo que todo mundo conhece: USP! Afinal, até Paulão, lá de são tomás, acha que USP é diminutivo de universidade. <em>Já saiu da USP?,</em> pergunta ele quando vê alguém que está cursando a faculdade e, por isso, mora fora de casa.</p>
<p>E aí já que é pra pensar, começa devagarinho. Só observando. Tudo parece fácil: basta falar com a mulher que é orientadora dos 80% dos seus amigos, inventar alguma coisa relacionada à web e fazer uma provinha. Detalhe: a tal fluência no inglês parece que vale de quem só lê e escreve.</p>
<p>Mas, Nossa Senhora, eu gosto de colocar pedra no meu caminho. Então, resolvi começar como Aluno Especial, na minha área, e paguei pra sentir clima de outra área. Mas quem é caipirapora se apaixona, gosta de criar rituais para contemplação&#8230;E aqui estou eu me deslumbrando de novo com novo.</p>
<p>O encantamento, agora, é pelas metodologias da pesquisa. Resolvi ler  &#8221; <em><a href="http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/titulo.jsp?ck=245212&#38;tipoPesq=indice&#38;TipoDoc=Livro&#38;tipoBibli=-1&#38;termoAlternativas%20metodolgicas%20para%20a%20produo%20cientfica&#38;verif=1&#38;campo=tit&#38;tipoMat=null">Alternativas metodológicas para produção científica</a>&#8220;,</em> de <a href="http://www.scribd.com/doc/6804914/Maria-Nazareth-Ferreira-Mercosul-A-Realidade-Do-Sonho">Maria Nazareth Ferreira</a>. Faz parte do pacote do Celacc, um centro de estudos que tem na ECA , o qual eu cai de paraquedas por lá assim como um monte de gente.</p>
<p>A autora esteve no auditório no primeiro dia de aula e minha percepção foi daquelas típicas de Caipirapora, que chora quando vai embora de casa ou ouve o som da viola. Aquele gostinho de que <em>algo a mais realmente existe</em> veio na boca e caracterizei a mulher como mais uma Mestra da minha vida. [<span style="color:#333333;">Vale ressaltar que eu sou um pouco abençoada de mestres, vivo atribuindo essa tarefa para alguém na minha vida. E não me arrependo. Tive muita gente boa e ruim me ensinando a viver, todos de certa maneira me fazendo um bem danado e, lógico, a sofrer um pouquinho pra aprender.]</span></p>
<p>Comecei a ler o livro porque as perguntas que<a href="http://www.webnos.org/"> Orlando</a> fez aqui, no post passado, me deu vontade de levar adiante a idéia de realmente entrar nessa. E, pra variar, achei que o livro tinha sido escrito pra mim. <em>Coisa esquisita, sô.</em> Tudo que passei até agora tava lá no livro, uai: a ingenuidade de mergulhar bem fundo numa idéia, abandonar um pouco a vida pela construção do objeto, colocar o negócio funcionando sem saber exatamente do que se trata e com isso feito, entrar numa fase de repensar e  questionar, de novo, a mim mesmo até sobre quem eu sou&#8230; E pra fechar o ciclo: buscar o mundo acadêmico.  Parece até coisa de livro, ou seria de duende, bruxa ou Nossa Senhora da Aparecida!</p>
<blockquote><p>É óbvio que esse ciclo faz parte da minha interpretação de Caipirapora, mas vale a pena destacar alguns fragmentos que me faz pensar essa coisa toda aí em cima:<br />
&#8220;<em>Conhecer é transformar, penetrar as causas dos fenômenos e, portanto, descobrir o poder de modificá-los&#8221;<br />
&#8220;Sem conhecimento da filosofia é impossível produzir o conhecimento científico&#8221;<br />
&#8220;A ciência explica o mundo, mas se recusa a habitá-lo&#8221;</em> </p></blockquote>
<p>Eu entendi que Nazareth explica que até as pesquisas cientíticas entraram na era da automação, do mundo técnico demais, cheio de prazos, limites e metas. Ou seja, até as teses e mestrados seguem a receita de bolo padrão. Basta seguí-las para atingir seus resultados. Ela crítica esse exagero e sinaliza os resultados dessa dinâmica, mas também mostra que é a <strong><em>combinação do aprendizado do método com a filosofia</em></strong> ( pensar e contemplar) que traz um caminho diferente para pesquisa. E é óbvio que esse caminho é um jeitinho de colocar A Pedra no meio dele, mas eu já falei que gosto disso, né!?</p>
<p>A sensação que tive é de que a relação entre o<span style="text-decoration:underline;"> Sujeito</span> e o <span style="text-decoration:underline;">Objeto de Conhecimento</span> é que diferencia as metodologias. Ela propõe uma metodologia de pesquisa com dialética  entre seus dois atores, onde essa troca permite a transformação de ambos. Você até se questiona: o quanto fazer parte do objeto de conhecimento é importante para ciência, o quanto vale a experiência e até entende os riscos de ter tal perfil, mas depois a sensação é de qua há alternativa e riqueza pra quem faz parte do objeto de conhecimento.</p>
<p>Vale registrar o que ela diz pra passar algo pra quem chegou a ler até aqui:</p>
<blockquote><p><strong>Três príncipios fundamentais para fazer uma pesquisa científica:</strong><br />
1- Existem coisas independententemente de nossa consciência, de nossa sensibilidade, fora do nosso conhecimento<br />
2- Não existe, nem pode existir, nenhuma diferença entre o fenômeno em si e a coisa em si; o que existe é a diferença entre o que é conhecido e o que ainda não se conhece, devido ao nível de desenvolvimento das técnicas<br />
3- Na Teoria do conhecimento, como em todos os domínios da ciência é necessário raciocinar sempre dialeticamente, isto é, não supor jamais que o conhecimento atual é acabado e imutável, mas, sim, de que maneira o conhecimento incompleto e inexato pode chegar a ser mais completo e inexato. para tanto, vale observar técnicas que podem ser interligadas em quaisquer procedimentos metodológicos.</p></blockquote>
<p><em>Resumo da ópera: eu não descobri ainda o caminho  para fazer Mestrado. Minha percepção é de que o mundo acadêmico respeita uma ordem estabelecida e, talvez, até necessária para você bater na porta. Precisa ter a senha certa para pegar na mão do orientador e passar nos editais. Obtê-la não é difícil, basta conhecer o amigo do amigo do amigo. Mas se você ainda não faz parte do grupo e gosta de uma pedrinha no meio caminho, eu aconselho a ler este livrinho durante uma tarde no parque.</em></p>
<p><em>bjkas!</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[3 - A parábola do prego (ou fixando e firmar-se nem sempre é bom)]]></title>
<link>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/07/15/a-parabola-do-prego-ou-fixando-e-firmar-se-nem-sempre-e-bom/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 20:18:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>bdebigode</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tu é um prego. É triste, mas é verdade: Tu é um prego. Se ajuda saber, eu também sou, todo mundo é. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tu é um prego. É triste, mas é verdade: Tu é um prego. Se ajuda saber, eu também sou, todo mundo é. Hm&#8230; realmente não ajuda em nada.</p>
<p>Todos somos pregos, mas não aquele que seu tio fala, quando fala que tu não manja nada de porra nenhuma. Nem nada assim.</p>
<p>Somos pregos, todos nós. OK? Isso é uma parábola, porra então nela somos todos pregos.</p>
<p>Ok, concordamos nessa parte então podemos seguir em frente.</p>
<p>Nós somos pregos no sentido da percepção das coisas, que fica na ponta e não na cabeça desse prego. Quando chegamos, vemos apenas a superfície das coisas, apesar de nessa época sermos capazes de transitar livremente nessa superfície. Somos pregos que ainda tem a possibilidade de esburacar qualquer lugar, estamos apenas colocados em um ponto.</p>
<p>Obviamente, somos superficias e volúveis nessa época, o que torna a coisa toda bem simples e incompreensível aos nossos olhos. Não temos ferramentas para compreender as coisas.</p>
<p>Ferramentas? Todo prego tem seu martelo, e o nosso é a cultura, o olhar, a ideologia de nossa época e espaço. Simples não? Sim, conforme vamos ganhando cultura, racionalidade, adquirindo um olhar sobre as coisas, podendo entendê-las melhor, somos pressionadas para dentro: Martelados. Nossa compreensão se aprofunda, mas nossa mobilidade acaba.</p>
<p>Quanto mais somos empurrados para dentro, mais e mais profundamente somos capazes de entender o ponto em que estamos, e mais e mais se torna dificil a compreensão de outros pontos, dos outros pregos. Quando fomos pregados até o fim, quando nos enterram a dentro da superfície, se torna impossível mudar de lugar. Ou quase isso.</p>
<p>Felizmente isso é figurativo, não somos pregos: Não precisamos necessariamente ser passivos a essas marteladas, podemos reagir, podemos escolher não sermos enterrados, podemos escolher ser enterrados e desenterrados e reenterrados em outros pontos, diversas vezes.</p>
<p>Somos e seremos sempre móveis, mesmo que as vezes, e eu entendo bem que isso acontece, as vezes não pareça ser mais possível se desenterrar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Capital Simbólico da blogosfera, como ele se forma?]]></title>
<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/07/04/capital-simbolico-da-blogsfera-como-ele-se-forma/</link>
<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 04:38:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
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<description><![CDATA[O abandono da vida online aconteceu por três motivos: trabalho, faculdade e terapia. Mas o que não f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O abandono da vida online aconteceu por três motivos: trabalho, faculdade e terapia. Mas o que não faltou foram posts pensados no travesseiro&#8230;Vontade de lembrar pelo menos de alguns deles, mas agora não resta nenhum fragmento. O que me traz aqui é a primeira idéia sobre uma tese: <em>Quais as trajetórias para formação do campo simbólico entre blogueiros?</em> Essa foi a primeira pergunta, na sala de aula, que o <a href="http://dennisoliveira.zip.net/">Dennis</a> sugeriu como tema para um TCC. Ainda não sei se é isso nem se devo trilhar para um mestrado de jornalismo, mas a sugestão dele me incentivou a voltar a falar com a telinha e quem sabe encontrar um maluco que navegue por aqui&#8230;</p>
<p>Calma! Eu vou dar um <em>lide </em>pra você entender um pouquinho por onde anda minha cabecinha perdida. Estou fazendo pós-graduação, no <a href="http://www.eca.usp.br/nucleos/celacc/">Celacc </a>, sobre Gestão Cultural. Tudo é super embrionário, mas voltar ao clima da &#8220;facu&#8221; é renascer, sem dúvida nenhuma. Tenho duas disciplinas, uma que me ensina a pensar de forma prática ( Eventos, com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2H3FqHgDWpA">Mariangela Haswani</a>) e outra que me permite viajar pelas teorias da cultura.</p>
<p><strong>O que é cultura?, eis a questão!<br />
</strong>Essa é a nossa trajetória. Tentar definir ideologia, hegemonia, relações de poderes, consenso, cotidiano e por aí vai. Ainda não consegui ler nenhum livro inteiro, mas as fontes vão desde Platão, Aristotéles até <a href="http://www.meiaduzia.com.br/culturaemprocesso/2008/08/17/bourdieu-habitus-e-campo/">Bourdieu</a>, John Thompson e <a href="http://comunix.org/node/170">Muniz Sodré.</a> Confesso que ouvir fragmentos das teorias desses caras é mais compreensível que fazer terapia em grupo. A sensação é de que todos falam a mesma coisa, mas os teóricos são mais claros do que os rituais das Mulheres que Correm com os Lobos.</p>
<p>O tema é simples: CULTURA. Compreendê-lo, entretanto, requer sair do difícil umbigo de &#8221;olhar para si mesmo&#8221;, passar pelo outro e exige uma percepção do todo. E haja resistência de classe média!!! Confesso que antes de ouvir tais teorias, estava justamente na busca de pertencer a algum grupo econômico em função das leituras de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Clarissa_Pinkola_Est%C3%A9s">Clarissa Estes </a>- cheguei até imprimir relatórios do IBGE para tentar me encaixar na infinita classe média brasileira. Nos dias de hoje, talvez, seja quase impossível se encaixar  de acordo com aquilo que consumimos. Responda-me: quem hoje não tem geladeira, telefone, TV, celular e carro dentro de casa? Ok. Isso é tema para outro post.</p>
<p>Mas percebi que a trajetória humana passa mesmo pela Grana, Educação e Reputação. Essa triologia é um pouco do que restou da teoria de Bourdieu. A gente até aprende que por aqui, no Brasil, a matriz é muito mais complexa. Ou seja,  não adianta tentar imitar a trajetória de <span style="text-decoration:underline;">estudo </span>do norte-americano para conseguir um<span style="text-decoration:underline;"> salário</span> nas multinacionais e, consequentemente, ter também o tal <span style="text-decoration:underline;">capital simbólico</span>. Exemplos não faltam de trajetórias diversas que atingem o pico do capital simbólico e passa pelas tradições futebolísticas até as religiosas como camdomblé e ainda vale citar as peculiaridades regionais e as periferias das megacidades. Haja post pra pensar alto sobre tudo isso, mas o que me traz aqui ainda é o que me move pessoalmente: <strong>autonomia!!!!</strong></p>
<blockquote><p>Explico: Viver na marginalidade das redações, ser obrigada a voltar pelo dinheiro e,  AGORA ( depois de cinco anos de luta) ter conquistado uma <strong><span style="text-decoration:underline;">certa</span></strong> autonomia do meu tempo (com quatro dias de home office e uma estabilidade financeira ,que ainda me encaixa no &#8220;infinito&#8221; grupo que consome gasolina, tv paga, celular pré-pago e banda larga, sem deixar de ter dívida com cheque especial) me levou a ouvir <span style="text-decoration:underline;">apenas a relação da autonomia</span> na sala de aula.</p></blockquote>
<p>O lance é simples e óbvio: no mundo das trocas do capitalismo, você vende seu <span style="text-decoration:underline;">tempo </span>pelo<span style="text-decoration:underline;"> salário</span> e passa 90% da sua vida cumprindo uma <span style="text-decoration:underline;">tarefa demandada pelo outro</span>, sem escolha, sem ruptura, quase alienante.  Ou seja, as escolhas acontecem não a partir daquilo que você quer fazer, mas daquelas que são possíveis agora.</p>
<p>Diante deste contexto fragmentado e confuso, a idéia é pensar <span style="text-decoration:underline;"><strong>como se forma o campo simbólico da blogosfera</strong></span>. Ou seja, para ter uma reputação diante do seu público, quais são as estratégias necessárias para sua valorização simbólica? É fato que quem tem reputação (capital simbólico) na blogosfera nem sempre tem money. Motivo? Apesar da reputação gerar audiência, alguns fatores podem impedir que o seu capital simbólico gere capital econômico: seu público, sua competência técnica ou sua &#8220;capacidade&#8221; de fazer negócio. Conhecimento também não é garantia de capital simbólico. Blogs muito cultos podem até ter uma boa reputação, mas nem sempre tem uma quantidade considerável de audiência. E ainda tem os famosos que continuam ainda mais famosos na blogosfera. Não é tão simples assim, mas pensar as trajetórias a partir da teoria de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_Bourdieu">Bourdieu </a>na prática da blogosfera parece que não rola. Talvez, haja motivo para mergulhar na brincadeira. E, aí, alguém arrisca por onde começar?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisa]]></title>
<link>http://imediatico.wordpress.com/2009/06/24/pesquisa/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 19:42:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Analu Buchmann</dc:creator>
<guid>http://imediatico.wordpress.com/2009/06/24/pesquisa/</guid>
<description><![CDATA[Fiz uma visita virtual à biblioteca da PUC-SP. Encontrei diversas teses de mestrado e doutorado na á]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fiz uma visita virtual à biblioteca da PUC-SP. Encontrei diversas teses de mestrado e doutorado na área de televisão:</p>
<p>- O que se vê na tv: análise do fluxo da programação da Rede Globo, de Maria Silvia Fantinatti &#8211; 2008 (tese de Doutorado)</p>
<p>- As espacialidades em montagem no cinema e na televisão, de Fábio Sadao Nakagawa &#8211; 2008 (tese de Doutorado)</p>
<p>- Processos criativos na televisão brasileira: a importância da proposta de Luiz Fernando Carvalho, de Paula Salazar &#8211; 2008 (tese de doutorado)</p>
<p>- Cenário televisivo: linguagens múltiplas fragmentadas, de João Batista Freitas Cardoso &#8211; 2006</p>
<p>Todas bem interessantes e dentro do universo que pretendo pesquisar, o processo criativo na televisão e a linguagem do diretor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Defesa de Tese]]></title>
<link>http://doraexlibris.wordpress.com/2009/05/21/defesa-de-tese/</link>
<pubDate>Thu, 21 May 2009 22:55:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://doraexlibris.wordpress.com/2009/05/21/defesa-de-tese/</guid>
<description><![CDATA[Autor(a): Cláudia Regina Ziliotto Bomfá Orientador(a): Antônio Cezar Bornia, Dr. Data: 22/05/2009 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Autor(a): <a href="http://lattes.cnpq.br/9612785323050469">Cláudia Regina Ziliotto Bomfá</a><br />
Orientador(a): <a href="http://lattes.cnpq.br/1042018203108549">Antônio Cezar Bornia, Dr.</a><br />
Data: 22/05/2009 &#8211; Horário: 13:30<br />
Local: Auditório do Laboratório de Ensino à Distância (LED) &#8211; UFSC<br />
Título: <strong><span class="status-body"><span class="entry-content">Modelo para gestão de periódicos científicos eletrônicos com foco na promoção da visibilidade científica.</span></span></strong></p>
<p><span class="status-body"><span class="entry-content"><em>[Update - 25/05/2009]</em> : Foi-me enviado hoje pela manhã, por e-mail, o link pro blog da minha colega <a href="http://lattes.cnpq.br/5412773958385425"><strong>Alessandra Galdo</strong></a>, </span></span><span class="status-body"><span class="entry-content"><a href="http://alegaldo.com/2009/05/24/breves-notas-sobre-a-defesa-de-tese-de-claudia-bomfa/">onde ela fez um post com anotações sobre a defesa da tese</a>.</span></span><strong><span class="status-body"><span class="entry-content"><br />
</span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um ano]]></title>
<link>http://ilhadeconcreto.wordpress.com/2009/05/03/um-ano/</link>
<pubDate>Sun, 03 May 2009 03:21:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>ilhadeconcreto</dc:creator>
<guid>http://ilhadeconcreto.wordpress.com/2009/05/03/um-ano/</guid>
<description><![CDATA[O dia 3 de maio de 2008 foi marcado por uma madrugada mal-dormida e por um começo de manhã bastante ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O dia 3 de maio de 2008 foi marcado por uma madrugada mal-dormida e por um começo de manhã bastante tumultuado. Ocorre que um temporal de quinto ato do Rigoletto – diria Nelson Rodrigues – aliado a um vendaval bizonho, despencara sobre a Capital gaúcha, onde até então tinha morada fixa, e provocara uma destruição que poucas vezes eu tinha visto na vida.</p>
<p>Naquela manhã, não havia luz e a ventania era insistente, rebelde, e desafiava casas, postes e as árvores da cidade a permanecerem impávidos em seus lugares. Eu temia pelo que seria meu vôo para São Paulo marcado para aquela tarde.</p>
<p>Perto da hora de partir, dada minha total falta de habilidade com despedidas, preferi fazer com que ela fosse rápida porque, se por fora pareço nada sentir, por dentro me despedaço. E assim troquei um afago com minha mãe no Aeroporto Internacional Salgado Filho, temeroso pelo vento insistente e de seus possíveis efeitos na decolagem.</p>
<p>O vôo, ao contrário do que o meu pessimismo apostava, decolou sem atrasos ou problemas. E inesquecível, depois de uns 20 minutos – mais ou menos – foi olhar lá de cima, já sob o testemunho de um céu ensolarado, a praia de Bombinhas, em Santa Catarina, onde vivi temporadas de verão inesquecíveis. Para bem e para mal, registre-se. Entendi aquela visão como um aceno de que tudo ficaria bem no futuro, fosse em Porto Alegre fosse na minha nova morada.</p>
<p>Na chegada a Congonhas, desembarquei normalmente e sem problemas. E, sentado junto a um dos pontos de táxi do aeroporto, pus a esperar a minha fada madrinha, grande parceira profissional, Marina Diana, a quem carinhosamente chamo de Ruiva e que, evidentemente, merece o crédito único por eu ter vindo para cá.</p>
<p>Explico esse primeiro devido crédito. Vale à pena. Quando a questão da viagem parecia minguar ou não dar certo, lá estava a Ruiva sempre para dizer que era possível, que eu tinha capacidade para vencer aqui, que desistir seria uma covardia e etc. Não é exagero dizer que é por obra dela que vim, vi e venci. E que por obra do Lula e sua “marolinha”, o cavalo que parecia encilhado me deu o pinote. Volto a 3 de maio de 2008.</p>
<p>Passadas algumas horas, a Ruiva apareceu ao lado do noivo, o meu dileto amigo Ferdinando e, pela carona deles, fui conduzido até a Vila Madalena, onde ainda hoje, passado meu primeiro ano, ainda estou instalado e me abastecendo de histórias e mais histórias.</p>
<p>No caminho para a nova casa, passamos frente ao Parque do Ibirapuera e os monumentos que o circundam. O Obelisco, dedicado aos mortos na Revolução Constitucionalista de 1932, e o Empurra-empurra ou o Monumento às Bandeiras, onde a paulicéia parece anunciar o advento da dança do maxixe que, mais tarde, como se sabe, culminaria com a Parada Guy.</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_21" class="wp-caption alignnone" style="width: 465px"><img class="size-full wp-image-21" title="Montagem" src="http://ilhadeconcreto.wordpress.com/files/2009/05/montagem1.jpg" alt="&#60;em&#62; Exclusivo: uma nova tese antropológica sobre a Parada Guy &#60;/em&#62;" width="455" height="127" /><p class="wp-caption-text">Exclusivo: uma nova tese antropológica sobre a Parada Guy </p></div>
</div>
<p>Pisando no novo lar, o qual eu articulara pela internet com até então desconhecida Camila Gaya, fui recebido por um bilhete dela posto à mesa. Debaixo dela, surgiu a mascote Tutu – 4 anos – que, na sua natural reação, tentou me abocanhar.</p>
<p>Mas desse dia primeiro dia, ficou uma intrigante observação do Ferdinando: é que Camila deixara um par de sapatos na sala e, a medir pelo tamanho do pé da moça (grande demais), talvez eu pudesse ter problemas futuros. Se os tive ou não, só a audiência dos senhores me incitará a contar. Ou não.</p>
<p><strong>Anderson Passos</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A urgência do Neologismo (ou a preguiça de usar um dicionário)]]></title>
<link>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/04/28/a-urgencia-do-neologismo-ou-a-preguica-de-usar-um-dicionario/</link>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 16:40:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>bdebigode</dc:creator>
<guid>http://pensamentobarbudo.wordpress.com/2009/04/28/a-urgencia-do-neologismo-ou-a-preguica-de-usar-um-dicionario/</guid>
<description><![CDATA[Nem sempre a gente tem pronta, assim feito fast food, a palavra que precisa para expressar o que se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nem sempre a gente tem pronta, assim feito fast food, a palavra que precisa para expressar o que se quer. </p>
<p>As vezes ela não existe, então inventamos uma. As vezes apenas não a conhecemos, então inventamos uma.</p>
<p>Ou acochambramos. Sim sim, eu acochambro e vc tbm. Ou nunca usou uma palavra que dava na trave e arrematou um &#8220;não é bem isso, é quase isso? É algo assim&#8230; É mais ou menos isso aí&#8221; ? Não? Duvido.</p>
<p>Urubuservando a situação só se pode concluir que não, não há outra escapatória &#8211; A de se inventar as próprias palavras para expressar as próprias idéias! Só não se pode exagerar, ou não expressarás nada. Ou melhor: Expressarás apenas para ti. Para falar com os outros, consulta-se um dicionário aqui e ali.</p>
<p>Sim sim, atribuir novos significados é do cacete, uma porrada de neologismo é bom pra luxar na prosa, mas festar demais com discurso pode torná-lo, como se diz&#8230; Foda pra sacar. Suave?</p>
<p>É kinda afrociberdelia &#8211; VC chega no significado, mas não pega totalmente. Ou Oniria. Ou sei lá.</p>
<p>AS vezes os conceitos que a gente tá tentando passar já ta lá registrado no dicionário, tem lá uma manira certa pra vc falar aquele lance que tá na sua cachola &#8211; Mas a única maneira correta de se dizer uma coisa é dizê-la do seu jeito, é dizer pessoalizadamente. </p>
<p>É, uhum, é dialético: O pessoal e o geral, a sua língua e a lingua da galera.</p>
<p>Elas nunca serão a mesma. Quer dizer: elas podem até ser, mas aí vc se torna um papagaio, q só repete as palavras. Espero sinceramente que vc fale algo, ao menos um pouco, errado.</p>
<p>Mas falar tudo errado simplesmente vai fazer com que vc não seja entendido &#8211; E nem me venham sacar o direito ao ser diferente e tentar argumentar com a liberdade de expressão e bla bla bla qualquer! J´deixei claro que existe um espaço, mas a comunicação é necessária, ou falar se torna um esforço meio estupil.</p>
<p>Anyway fellas, o lance é q é suave inventar umas paradas, ajuda numa pá de coisa e deixa mais stile o jeito q a gente fala. Mas se inventar demais corre o risco de dar merda.</p>
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