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	<title>textos-de-apoio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/textos-de-apoio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "textos-de-apoio"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:12:26 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Colagens, lixo e outras bizarrarias]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2009/12/10/colagens-montagens-e-outras-bizarrarias/</link>
<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 23:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
<guid>http://desenhoarq.wordpress.com/2009/12/10/colagens-montagens-e-outras-bizarrarias/</guid>
<description><![CDATA[AVISO: ESTE POST FOI (quase) RECICLADO DO ANO PASSADO. No âmbito do Trabalho temático final de Desen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://desenhoarq.files.wordpress.com/2008/11/macmurray-susanashx.jpg"><img class="size-full wp-image-847 alignleft" title="macmurray-susanashx" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/macmurray-susanashx.jpg" alt="macmurray-susanashx" width="248" height="205" /></a><strong>AVISO: </strong>ESTE POST FOI (quase) RECICLADO DO ANO PASSADO.</p>
<p style="text-align:justify;">No âmbito do Trabalho temático final de Desenho I do curso de Design, aqui fica um conjunto de links que podem servir de inspiração para o desenvolvimento do vosso novo  objecto,  reconstruído de lixo<em> interessante</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Os websites <a href="http://www.redesigndesign.org/index.php?option=com_content&#38;task=blogcategory&#38;id=13&#38;Itemid=26" target="_blank">(re)design</a> e <a href="http://www.inhabitat.com/" target="_blank">Inhabitat</a> apresentam muitas soluções e projectos contemporâneos de design e arquitectura apostados na sustentabilidade e na reciclagem de materiais usados. Em <a href="http://www.zymoglyphic.org/galleries.html" target="_blank">The Zymoglyphic Museum</a>, <a href="http://bloomoosblog.blogspot.com/" target="_blank">Bloomoo&#8217;s Blog</a> e <a href="http://www.acaseofcuriosities.com/pages/02_1_00wonder.html#" target="_blank">A Case of Curiosities</a>, colecções de objectos bizarros de carácter mais surrealista, de origem na história natural e no quotidiano doméstico. O mesmo propósito guiou a exposição <a href="http://collections.madmuseum.org/code/emuseum.asp?style=browse&#38;currentrecord=1&#38;page=seealso&#38;profile=exhibitions&#38;searchdesc=Past%20Exhibitions&#38;searchstring=Past/,/greater%20than/,/0/,/false/,/true&#38;action=searchrequest&#38;style=single&#38;currentrecord=6" target="_blank">Second Lives: Remixing the Ordinary </a>no Museu de Arte e Design de Nova Iorque. Surrealista é também a <a href="http://desenhoarq.files.wordpress.com/2008/11/donovan-fullashx.jpg"><img class="size-full wp-image-848 alignleft" title="donovan-fullashx" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/donovan-fullashx.jpg" alt="donovan-fullashx" width="248" height="309" /></a>estratégia bidimensional dos desenhos de <a href="http://www.exquisitecorpse.com/definition/Morgue_%5Bthe_corpses%5D.html" target="_blank">Exquisite Corpse </a>(lembram-se de um jogo em que uma pessoa dobra um pedaço de papel com uma frase incompleta para uma outra a continuar?).</p>
<p style="text-align:justify;">A não perder os extraordinários objectos re-inventados da coreana <a href="http://www.sang.com.br/" target="_blank">Sang Won Sung</a>, residente no Brasil. Tentando relacionar arte e objectos vulgares, ficam também os <em>links</em> para os blogs <a href="http://drawingconnections.blogspot.com/" target="_blank">Drawing Connections</a>, <a href="http://debtorby.typepad.com/connections/art/" target="_blank">Connections</a> e <a href="http://www.treehugger.com/files/2007/09/garbage_design_recycling_exhibition_argentina.php" target="_blank">The Treehunger</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">(em cima, detalhe de vestido feito com luvas cirúrgicas de Susie MacMurray, 2004 e aqui ao lado, de Tara Donovan, um coral artificial feito apenas com botões e cola, 2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Uma utilização mais cínica, disfuncional, do lixo doméstico, na obra dos artistas britânicos Tim Noble e Sue Webster: aqui em baixo, <em>Dirty White Trash </em>(1998) e <em>Real Life is Rubbish</em> (2002). Pois&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/8094.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3229" title="8094" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/8094.jpg" alt="" width="400" height="385" /></a><a href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/tim_sue2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3230" title="tim_sue2" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/tim_sue2.jpg" alt="" width="400" height="299" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a flor de todos os dias]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/10/14/sobre-a-flor-de-todos-os-dias/</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 19:06:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
<guid>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/10/14/sobre-a-flor-de-todos-os-dias/</guid>
<description><![CDATA[Leonardo da Vinci (1452-1519), Estudos de flor. Accademia, Veneza. A observação atenta e quotidiana ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/10/art329594.jpg"><br />
</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/10/art89908.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1244" title="art899081" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/10/art899081.jpg?w=300" alt="art899081" width="327" height="290" /></a>Leonardo da Vinci (1452-1519)<em>, Estudos de flor</em>. Accademia, Veneza.</p>
<p style="text-align:justify;">A observação atenta e quotidiana da arquitectura de uma flor constitui um exercício de desenho diferente do habitual, cuja prática permitirá desenvolver a experiência de percepção e compreensão da forma bem como a disciplina do desenho de observação.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes de começar um novo desenho da flor cada dia, observa por algum tempo os desenhos dos dias anteriores tentando descobrir as diferenças e progressos de cada um deles. Os resultados de uma auto-avaliação e crítica regulares estará presente durante a realização de um novo desenho. A qualidade progressiva dos desenhos passa a ser consciente e deliberada em vez de ser acidental.</p>
<p style="text-align:justify;">Por vezes, pode ser necessário duplicar a escala real da flor de modo a conseguir explicar e detalhar aquilo que se observou. De qualquer modo, procurar sempre manter a consistência, rigor e segurança no uso das linhas de contorno.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acerca do Diário Gráfico]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/10/08/acerca-do-diario-grafico/</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 15:55:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
<guid>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/10/08/acerca-do-diario-grafico/</guid>
<description><![CDATA[Os diários gráficos são úteis em muitos sentidos. A prática regular do desenho, esboço e compilação ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a title="48.jpg" href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/48.jpg"><img src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/48.jpg" alt="48.jpg" width="286" height="260" align="left" /></a>Os diários gráficos são úteis em muitos sentidos. A prática regular do desenho, esboço e compilação num caderno de trabalho permite desenvolver:</p>
<p style="text-align:justify;">- a manualidade, a destreza no uso dos materiais e instrumentos e a autoconfiança nas competências de observação e registo.<br />
- a capacidade de desenho livre e o apontamento como forma de descrever a informação visual, quer se tratem de observações directas, ideias ou detalhes descritivos, relacionados com as matérias que se estão a trabalhar;<br />
- uma referência pessoal e única que permite traçar e revisitar os processos e progressos desses mesmos trabalhos;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Estratégias:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">- Trazer sempre consigo o diário gráfico, formato A4 ou A5 preferencialmente, identificado, e usá-lo mesmo durante as aulas;<br />
- Começar na primeira página do caderno e trabalhar as folhas sequencialmente;<br />
- Fazer apontamentos escritos discretos, num corpo de letra pequeno, nas margens do papel. Identificar o local e dia do desenho ou série de desenhos.<br />
- Reúna no caderno outros elementos como fotografias, textos, recortes, listas e ideias para futuros desenhos.<br />
- Use o diário tão frequentemente quanto possível &#8211; comece por sessões diárias de 15-20 minutos.<br />
- Experimente explorar diferentes aspectos de um tema: diferentes modos de representação, níveis de detalhe, contextos de uso, etc, de modo a produzir uma série de estudos que reflictam o desenvolvimento e apropriação de um determinado objecto enquanto tema e problema.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Serão considerados os seguintes aspectos na avaliação dos diários gráficos:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">- a exploração de diversas escalas de objectos e escalas de representação.<br />
- o uso regular e o progresso ao longo do tempo &#8211; a quantidade é importante!<br />
- a variedade de conteúdos descritivos, informativos e sintéticos.<br />
- a indicação da referência a ideias ou trabalhos de outros e a capacidade de justificar as suas escolhas.</p>
<p style="text-align:justify;">Visite os <em>sites</em> em Diários Gráficos  na coluna de<em> links</em> aqui ao lado. Para além da diversidade e qualidade que demonstram, muitos destes diários <em>on-line</em> incluem sugestões práticas, indicações de materiais e uso de instrumentos e até mesmo pequenos filmes video com execuções de desenhos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aquário Vasco da Gama]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2009/11/23/aquario-vasco-da-gama/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:30:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
<guid>http://desenhoarq.wordpress.com/2009/11/23/aquario-vasco-da-gama/</guid>
<description><![CDATA[Christian Schussele (1824-1879) e J. M. Sommerville (1825-1899),Vida no Oceano, aguarela, guache, gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><a href="http://desenhoarq.files.wordpress.com/2008/11/art3370811.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-930" title="art3370811" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/art3370811.jpg" alt="art3370811" width="500" height="345" /></a></p>
<h5 style="text-align:center;">Christian Schussele (1824-1879) e J. M. Sommerville (1825-1899),<em>Vida no Oceano,</em> aguarela, guache, grafite e goma arábica. Metropolitan Museum of Art, NY.</h5>
<p style="text-align:justify;">A próxima aula, dia 25 de Novembro, será das 10h às 13h (1ºA Design) e das 14h às 17h (1ºB APUT) no <a href="http://aquariovgama.marinha.pt/AVGAMA/Site/PT" target="_blank">Aquário Vasco da Gama</a>. O ponto de encontro é na entrada principal do Aquário e devem trazer convosco o material necessário para as aulas de observação no exterior. Neste caso, talvez tenha interesse trazerem também alguns instrumentos de cor práticos, como lápis ou barras de cor.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://desenhoarq.files.wordpress.com/2008/11/300px-aqu_rio_vasco_da_gama_28portugal29_288088405929.jpg"></a> <a href="http://desenhoarq.files.wordpress.com/2008/11/art329193.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-928" title="art329193" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/art329193.jpg" alt="art329193" width="276" height="400" /></a></p>
<h5 style="text-align:center;"><em> Ernst Haeckel (1834-1919), ilustração de Asteridea para livro As Formas Artísticas da Natureza, Alemanha.Victoria and Albert Museum, Londres.</em></h5>
<p style="text-align:justify;">Os desenhos de observação a realizar durante esta aula devem abordar sobretudo os exemplares expostos no àtrio e salas do primeiro piso do edifício e que integram o Museu Vasco da Gama, incluindo a Colecção Oceanográfica do Rei D. Carlos.</p>
<p style="text-align:justify;">O propósito desta aula é o de reconhecer e representar os aspectos e variedade formal dos espécimes biológicos marítimos aqui conservados, em meio líquido, naturalizados ou em réplicas. A própria terminologia usada para designar cada uma das espécies, quer se trate da classificação taxonómica científica ou da designação comum, traduz esta importância da forma e das analogias formais: como por exemplo, o &#8220;tubarão-martelo&#8221; ou o &#8220;peixe-balão&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">O Aquário Vasco da Gama foi inaugurado a 20 de Maio de 1898 e é um dos mais antigos aquários no mundo. Na altura da inauguração o Rei D. Carlos, cuja influência havia sido determinante para a edificação do Aquário, realizou numa das suas salas uma exposição com o material zoológico por ele recolhido nas suas 12 campanhas oceanográficas, de 1896 e 1897. Em Fevereiro de 1901, a  administração do Aquário foi entregue à Marinha, que ainda o tutela e mantem até hoje como organismo cultural.</p>
<p style="text-align:justify;">A Colecção Oceanográfica D. Carlos constitui o espólio mais valioso do Museu merecendo por isso especial destaque nas salas de exposição. De facto, a maior parte dos exemplares expostos no átrio e nas salas do primeiro andar, fazem parte desta colecção de grande valor histórico e científico. A Colecção inclui ainda instrumentos oceanográficos utilizados durante as campanhas. Mas, para além desta, o Museu do Aquário Vasco da Gama possui a sua própria colecção, que tem vindo a ser permanentemente aumentada e enriquecida em espécies, especialmente no que respeita a peixes marinhos da fauna indígena e tropical, aves, mamíferos marinhos e espécimes malacológicos.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-918 alignleft" title="300px-aqu_rio_vasco_da_gama_28portugal29_288088405929" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/11/300px-aqu_rio_vasco_da_gama_28portugal29_288088405929.jpg" alt="300px-aqu_rio_vasco_da_gama_28portugal29_288088405929" width="198" height="150" />Transportes Públicos</strong></p>
<p><strong>Comboio:</strong> Linha de Cascais : saia na estação de Algés e apanhe o autocarro nº76 da Carris até ao Aquário, ou ande a pé cerca de 10 minutos.</p>
<p><strong>Autocarros: </strong>723, 729, 750, 751- até Algés; 76 &#8211; até ao Dafundo; Da Vimeca: 1, 6 &#8211; até ao Dafundo</p>
<p><strong>Eléctricos:</strong> Da Praça da Figueira para Algés tome o Eléctrico 15 e, em Algés, apanhe o Autocarro 76 até à porta do Aquário Vasco da Gama.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lista das 250 maiores empresas varejistas do mundo]]></title>
<link>http://edisontalarico.wordpress.com/2009/10/20/lista-das-250-maiores-empresas-varejistas-do-mundo/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 16:47:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>thiene2080</dc:creator>
<guid>http://edisontalarico.wordpress.com/2009/10/20/lista-das-250-maiores-empresas-varejistas-do-mundo/</guid>
<description><![CDATA[250 maiores empresas varejistas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://provar-fia.blogspot.com/2009/10/lista-das-250-maiores-empresas.html">250 maiores empresas varejistas</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Edison Talarico: Venda de valor agregado]]></title>
<link>http://edisontalarico.wordpress.com/2009/07/27/edison-talarico-venda-de-valor-agregado/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 20:29:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>thiene2080</dc:creator>
<guid>http://edisontalarico.wordpress.com/2009/07/27/edison-talarico-venda-de-valor-agregado/</guid>
<description><![CDATA[ Venda de valor agregado Tenho participado de vários projetos de redesenho comercial de equipes, imp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> Venda de valor agregado</p>
<p>Tenho participado de vários projetos de redesenho comercial de equipes, implantando a cultura de foco no cliente e de criação de pacotes de valor em mercados que exigem um alto nível de diferenciação competitiva. O tema não é novo, mas se observa uma nova abordagem técnica, exigindo repensar a metodologia de avaliação do potencial dos nossos clientes e de capacitação dos vendedores. Ao contrário do que muita gente pensa, o valor agregado não se limita aos produtos mais caros, mas sim às situações em que devem ser explorados os benefícios esperados pelos compradores e a retenção de contas ao longo do tempo.</p>
<p>No mundo acadêmico, existem inúmeras referências como: a aplicação da ferramenta “Spin Selling”, do Neil Rackham; o método de “Value Creation Sale”, defendido por Ram Charam em seus brilhantes ensinamentos de tino comercial e planos de análise de valor; a técnica de tornar a concorrência irrelevante no livro do Oceano azul, segundo W.Cham Kim.</p>
<p>De minha parte, procuro entender o melhor de cada uma dessas técnicas, agrupando-as de forma seletiva e estruturando um método de planejamento diferenciado. Mas como colocar em prática a teoria, ou melhor, como agregar valor em vendas? Uma primeira recomendação é ter calma, pois existirão inúmeros obstáculos culturais a serem superados, várias fontes de resistência nos processos de crédito e de cadastro e algum desconforto com o pessoal de tecnologia. Nada que não possa ser administrado com foco e determinação.</p>
<p>Outro ponto é que os resultados podem demorar a aparecer. Por isso, é importante trabalhar com grupos restritos de clientes (pilotos), criando boas práticas e casos de sucesso como base multiplicadora para a capacitação dos demais vendedores. Defendo a idéia de se trabalhar em seis etapas: Definição de objetivos, Segmentação dos públicos, Identificação das necessidades, Pacotes de valor, Ativação comercial e Gestão de relacionamento.</p>
<p>Como primeiro passo, temos a Definição de objetivos. Afinal, se não sabemos aonde ir, qualquer caminho serve (autor desconhecido). Deve-se estabelecer, portanto, a visão da empresa e selecionar a estratégia de competição de mercado frente aos concorrentes (líderes, desafiantes dos líderes, seguidores de mercado e ocupantes de nicho &#8211; Philip Kotler). Uma leitura oportuna nesse momento é a teoria de diferenciação por inovação de produto, relacionamento ou excelência operacional do autor Michael Porter. Os objetivos comerciais da empresa devem ser detalhados para o triênio, estabelecendo metas agressivas de conquista de mercado, de resultados financeiros e de estruturação de carteiras de clientes saudáveis.</p>
<p>A carteira de vendas deve ser revista estabelecendo o universo ideal de clientes ativos, de reversão de clientes inativos e de conquista de novos clientes. Como segundo passo, a Segmentação dos públicos irá estabelecer com quem queremos trabalhar e com quem não queremos perder dinheiro. Decisão difícil! Os clientes devem ser agrupados por matrizes de características operacionais e de comportamento comercial (Clusters). Nesse momento, devemos identificar, dentro de cada cliente, o grupo de pessoas envolvidas no processo de decisão de compra.</p>
<p>Quem paga a conta, quem ajuda, quem pode prejudicar o andamento das negociações e qual o fluxo de decisão no cliente? O terceiro passo é a Identificação das necessidades, que exige uma leitura atenta das características do cliente-alvo. A partir disso, os gargalos nos processos de trabalho, as expectativas de geração de caixa ou de retenção de clientes, as características dos produtos e o modelo de comunicação existente devem ser mapeados. Podemos resumir a busca em quatro vetores básicos: Potencial de negócios, Produtos, Processos de trabalho e Pessoas.</p>
<p>A quarta etapa compreende a criação de um Pacote de Valor, em que devemos saber quantificar de forma objetiva quanto a nossa oferta pode gerar de ganho concreto para o cliente. Não se trata do simples cálculo do retorno sobre o investimento (ROI) ou de amortização da compra (pay back), mas de ampliar a base dos benefícios financeiros, ganhos logísticos, redução de custos e ampliação de negócios. Um bom número final é quando a nossa opção permite ao cliente gerar valores expressivos de aumento de receita e de redução de custos e, portanto, lucratividade. O quinto passo é a Ativação comercial, em que os benefícios a serem oferecidos ao cliente devem ser distribuídos ao longo do tempo (valor agregado às vendas), permitindo a sensação permanente de ganho.</p>
<p>Entendo que devemos ativar o relacionamento com o cliente, independente do fato de termos concretizado o contrato. Se o cliente não fechou negócio conosco, nada nos impede de o visitarmos e argumentarmos o quanto a nossa opção já teria gerado benefícios. O ultimo passo é a Gestão de relacionamento. Como criar uma imagem pessoal de inovação e de suporte consultivo ao cliente?</p>
<p>Recomenda-se a geração de um calendário trimestral de atividades, selecionando ao longo das seis quinzenas uma série de materiais a serem entregues aos clientes, que incluem: conteúdo institucional da empresa, dados comparativos de performance, casos de sucesso, relatórios de ganho de produtividade, entrevistas com clientes multiplicadores e estudos de tendências. Todo o material poderá ser desenvolvido em peças impressas ou eletrônicas, tipo: blogs, pods e newsletters digitais. Como gestão, recomenda-se a definição de indicadores de desempenho específicos de cada cliente, permitindo a monitoria da evolução do relacionamento em determinado período.</p>
<p>Como agregar valor às vendas? Depende da sua visão de como trabalhar o seu dia a dia com os clientes e de saber estabelecer um plano de crescimento de vendas e de aumento de portfólio ao longo do tempo (up selling e cross selling).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como trabalhar vendas consultivas!]]></title>
<link>http://edisontalarico.wordpress.com/2009/07/16/como-trabalhar-vendas-consultivas/</link>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 12:24:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>thiene2080</dc:creator>
<guid>http://edisontalarico.wordpress.com/2009/07/16/como-trabalhar-vendas-consultivas/</guid>
<description><![CDATA[Edison Talarico apresenta um texto resumo sobre o processo de vendas executivas.KAM Key account mana]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Edison Talarico apresenta um texto resumo sobre o processo de vendas executivas.KAM Key account manager.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-101" href="http://edisontalarico.wordpress.com/2009/07/16/como-trabalhar-vendas-consultivas/kam-key-account-2/">Kam-key account</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[08 de julho - Dia Nacional da Ciência !]]></title>
<link>http://educatual.wordpress.com/2009/07/08/08-de-julho-dia-nacional-da-ciencia/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 18:56:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>educatual</dc:creator>
<guid>http://educatual.wordpress.com/2009/07/08/08-de-julho-dia-nacional-da-ciencia/</guid>
<description><![CDATA[Criado  em 2001, o Dia Nacional da Ciência pretende contribuir para a conscientização de que a Ciênc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Criado  em 2001, o Dia Nacional da Ciência pretende contribuir para a conscientização de que a Ciênc]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Discussão ética na sala de aula]]></title>
<link>http://educatual.wordpress.com/2009/07/02/discussao-etica-na-sala-de-aula/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 22:22:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>educatual</dc:creator>
<guid>http://educatual.wordpress.com/2009/07/02/discussao-etica-na-sala-de-aula/</guid>
<description><![CDATA[Com todos os avanços em biologia  e genética, é necessário manter a mente aberta e atenta às questõe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Com todos os avanços em biologia  e genética, é necessário manter a mente aberta e atenta às questõe]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Química ambiental: lixo]]></title>
<link>http://educatual.wordpress.com/2009/07/02/quimica-ambiental-lixo/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 21:58:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>educatual</dc:creator>
<guid>http://educatual.wordpress.com/2009/07/02/quimica-ambiental-lixo/</guid>
<description><![CDATA[O descarte de materiais é, sem dúvida, uma preocupação que tenderá a crescer a cada dia. A destinaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O descarte de materiais é, sem dúvida, uma preocupação que tenderá a crescer a cada dia. A destinaçã]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A busca por textos na internet é enorme. Veja aqui as palavras mais buscadas sobre o assunto:]]></title>
<link>http://sotextos.wordpress.com/2008/07/08/a-busca-por-textos-na-internet-e-enorme-veja-aqui-as-palavras-mais-buscadas-sobre-o-assunto/</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 14:04:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogylivros</dc:creator>
<guid>http://sotextos.wordpress.com/2008/07/08/a-busca-por-textos-na-internet-e-enorme-veja-aqui-as-palavras-mais-buscadas-sobre-o-assunto/</guid>
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<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">analise de texto, análise de textos, aquecimento global textos, banco de textos, caixa de texto, como escrever textos, como fazer um texto, compreensão de texto, compreensão e interpretação de texto, conceito de texto, conversor de texto, corretor de texto, correção de texto, criação de textos, diferentes tipos de textos, dissertação, download de textos, download textos, editor de texto, editor texto, editores de texto, escrever texto, estrutura do texto, estudo de textos, exemplo de texto dissertativo, exemplo de texto narrativo, fernanda young textos, fichamento de texto, fonte de texto, fontes de texto, fontes de textos, formatação de texto, imagem em texto, informativo, interpretacao de texto, interpretaçao de texto, interpretação de texto, interpretação texto, leitor de texto, leitura e produção de texto, marca texto, melhores textos, mensagem de texto, mensagens de texto, mensajes de texto, mini 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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O palácio interminável]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/05/03/o-palacio-interminavel/</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 18:28:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
<guid>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/05/03/o-palacio-interminavel/</guid>
<description><![CDATA[A construção do Palácio da Ajuda prolongou-se desde 1796 até à década de 30 do século XIX e tem sido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-197" style="vertical-align:text-top;" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/05/800px-ajudaplanta.jpg?w=300" alt="" width="318" height="205" />A construção do Palácio da Ajuda prolongou-se desde 1796 até à década de 30 do século XIX e tem sido tão atribulada que nunca se concluiu.</p>
<p>Implantado no local onde a família real portuguesa construiu a &#8220;Real Barraca&#8221; após o terramoto de 1755, assim designada por ser de madeira, o Palácio da Ajuda iniciou-se em 1795 segundo um projecto de Manuel Caetano de Sousa. Pouco depois o plano teria alterações significativas, com a introdução da estética neo-clássica e redesenho dos arquitectos Francisco Xavier Fabri e José da Costa e Silva.</p>
<p>Apesar do nome, só em 1861 adquiriu o estatuto oficial de residência régia.</p>
<p>D. Maria Pia de Sabóia, mulher de D. Luís, deu início às obras de actualização estética, contratando Joaquim Possidónio Narciso da Silva que deu à fachada nascente o gosto italiano e a entrada principal. O átrio seria ocupado pelo programa escultórico  das Virtudes inseridas em nichos  e  foi delineado por Machado de Castro a partir de 1802.<br />
Encerrado após a implantação da República, foi parcialmente transformado em Museu em 1968, servindo ainda como sede do Ministério da Cultura, IPPAR e IPM.</p>
<p>Como o Palácio continuava inacabado, nos anos 40 do séc. XX o Arq.º <span class="mw-redirect">Raul Lino</span> é por duas vezes encarregue de projectar o remate do edifício. Nenhum destes projectos foi realizado.</p>
<p>Em 1974, um grande incêndio destrói a Galeria de Pintura de D. Luís e parte da ala norte. Segundo relatos da imprensa, neste incêndio teriam sido destruídas grande parte das obras de arte ali existentes, num número aproximado de 500 quadros.</p>
<p>Em 1987 o Arq.º Gonçalo Byrne é convidado a desenhar a ala poente, que continua por rematar. A ampliação do Palácio da Ajuda, em Lisboa, e a construção de novas vias de circulação rodoviária estaria  prevista no plano de pormenor para a zona, apresentado por este arquitecto. O projecto previa a ampliação do Palácio da Ajuda, a construir a nascente do actual edifício,  que iria restituir a  simetria nunca alcançada do edificado.</p>
<p><a href="http://desenhoarq.files.wordpress.com/2008/05/prasec19.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-199" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/05/prasec19.jpg?w=300" alt="" width="478" height="179" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capela de Santo Amaro]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/04/29/capela-de-santo-amaro/</link>
<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 16:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Implantada numa colina sobranceira ao Rio Tejo, perto do vale de Alcântara, a Capela de Santo Amaro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://desenhoarq.files.wordpress.com/2008/04/vista-geral-1.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-196" style="float:left;" src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/04/vista-geral-1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="206" /></a>Implantada numa colina sobranceira ao Rio Tejo, perto do vale de Alcântara, a Capela de Santo Amaro foi edificada em 1549, conforme indica a inscrição colocada sobre a porta principal do templo. O projecto desta ermida de planta centralizada, única na cidade de Lisboa, é atribuído a Diogo de Torralva, um dos grandes arquitectos do século XVI português, que tão bem explorou e entendeu o novo gosto do Maneirismo, nomeadamente as vias da tratadística italiana da época.<br />
Templo de peregrinação, a fundação da capela dedicada ao santo milagreiro está envolta em lendas, não se sabendo ao certo se a sua instituição se deve a um grupo de marinheiros galegos ou a uma confraria instituída no local em 1532 por freires da Ordem de Cristo, com autorização régia de D. João III .<br />
Na verdade, a Capela de Santo Amaro destaca-se pela sua estrutura centralizada, composta por dois cilindros secantes de inspiração serliana.<br />
A par com a capelinha de Bom Jesus de Valverde, em Évora, e a capela do Paço de Salvaterra de Magos, é um dos poucos espaços religiosos quinhentistas a explorar a planta centralizada, que voltará ao panorama arquitectónico português apenas na segunda metade do século seguinte.<br />
Aberta por uma arcada de cinco vãos, dois dos quais são cegos, a galilé é coberta por abóbada de nervuras abatida, com fechos decorados com símbolos alusivos ao santo padroeiro, cruzes de Cristo, florões e estrelas. Os três arcos principais foram fechados, no século XVIII, com portões de ferro forjado.<br />
As paredes deste espaço estão totalmente revestidas por azulejos polícromos tardo-maneiristas, organizados em dois registos, cujas figurações centrais, alusivas a Santo Amaro, são envoltas por <em>ferroneries</em>, <em>putti</em>, motivos de <em>grutesco</em> e <em>pendurados</em>.</p>
<p>Celebrada a 15 de Janeiro, a romaria de Santo Amaro era uma das mais concorridas da cidade, tendo sido realizada pela última vez em 1911. Com o advento da República, a ermida foi abandonada e saqueada, chegando a servir de carvoaria. Em 1927 foi entregue à Irmandade do Santíssimo Sacramento, e no ano seguinte o espaço foi reabilitado para o culto.</p>
<p>(Texto adaptado da Nota Histórico-Artística da ficha do IPPAR)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Magenta, uma cor de Páscoa]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/03/16/magenta-uma-cor-de-pascoa/</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 22:26:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Enviado pela Maria do Rosário Santos, 1ºE &#8220;LIBERTEM O MAGENTA Se esta página fosse publicada p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Enviado pela Maria do Rosário Santos, 1ºE</p>
<p align="center"><a title="lfr122.jpg" href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/03/lfr122.jpg"><img src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/03/lfr122.jpg" alt="lfr122.jpg" /></a></p>
<p align="center">
<p><strong>&#8220;LIBERTEM O MAGENTA</strong><br />
Se esta página fosse publicada por uma empresa da Net ou de telecomunicações não poderia ser desta cor. A telefónica alemã decidiu torná-la uma marca registada.</p>
<p>Terá sido baptizada em honra da sangrenta batalha de Magenta (uma cidade), que abriu caminho à unificação da Itália. Sobre os muitos milhares de mortos, um poeta terá escrito sobre a cor do sangue misturado com a neve. E assim, a partir desse ano de 1859, essa nuance de rosa-choque terá passado a chamar-se magenta. Até aí a cor dava por outros nomes: carmim, fúscia, ou púrpura &#8211; &#8220;um dos mais importantes e mais caros corantes da História&#8221;, como explica Palmira F. Silva, professora de engenharia química, no blogue De Rerum Natura ( A natureza das coisas).<br />
Obtida a partir da secreção mucosa de moluscos do género púrpura, eram precisos, conta a química, cerca de 10 mil para produzir um único grama de corante. A cor chegava a ser mais cara do que o ouro. Só os mais ricos membros da nobreza ou do clero conseguiam vestir-se de púrpura &#8211; ou magenta. Nero chegou a decretar que só os Imperadores romanos poderiam usar essa cor.<br />
Dois mil anos depois, a maior empresa de telecomunicações da Europa ditou o mesmo. Baseando toda a comunicação da T-Mobile (operador móvel) no magenta, a Deutsche Telekom decidiu registar a propriedade da cor no Instituto de Harmonização no Mercado interno, que regula a concessão de marcas ao nível comunitário: para tudo o que tenha a ver com telecomunicações e Internet, o magenta passou a ser deles. Na União Europeia, qualquer empresário destas áreas que quiser usar a cor terá de lhes pedir. E pagar, claro. Só há um problema: não foram eles que a inventaram. O magenta, (com o azul e o amarelo) é uma cor primária, ou seja, não resulta da mistura de outras cores. Mesmo assim o registo da patente foi aceite, já há sete anos. E desde então, a companhia alemã, também conhecida como gigante cor-de-rosa, tem processado empresas do ramo das comunicações ou de serviços na Internet que usem o magenta.</p>
<p>A situação foi desde logo polémica. Muitos críticos perguntaram o que aconteceria se outras empresas começassem a registar outras cores; vários questionaram a legalidade do acto; alguns caracterizaram a medida como um roubo do património intelectual e cultural das artes gráficas &#8211; o magenta é uma das quatro cores que, com o amarelo, o azul e o preto, são usadas pelos computadores e impressoras para fazerem todos os outros tons.<br />
Uma empresa de comunicação holandesa decidiu reunir toda a contestação num único sítio e apelou à criatividade. O freemagenta.nl tem recebido contributos de vários profissionais do grafismo: sem o magenta, a pantera cor-de-rosa aparece azulada, os lábios de Penélope Cruz são cosidos, num quadro de Andy Warhol o rosa forte é substituído pelo cinzento. Os exemplos são tantos que até se pensa em editar um livro sob o tema: como seria o mundo sem o magenta?&#8221;</p>
<p align="right">In <em>Sábado</em>, nº 200<br />
Isabel Lacerda</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livros Figura Humana]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/03/05/livros-figura-humana/</link>
<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 16:11:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aqui ficam alguns livros de &#8216;anatomia para artistas&#8217; de livre acesso para descarregar em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui ficam alguns livros de &#8216;anatomia para artistas&#8217; de livre acesso para descarregar em Pdf. Apesar de não serem recentes, as sucessivas reedições em livro continuam a esgotar. Apresentam instruções e esquemas claros quanto à construção da figura humana.</p>
<p><a title="22ce4310fca009c46a497010_aa240_l.jpg" href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/22ce4310fca009c46a497010_aa240_l.jpg"><img src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/22ce4310fca009c46a497010_aa240_l.thumbnail.jpg" alt="22ce4310fca009c46a497010_aa240_l.jpg" width="126" height="126" /></a> Andrew Loomis, <a title="Figure Drawing for all it's worth " href="http://www.austinsketchgroup.com/share/loomis_FIGURE_draw.pdf" target="_blank"><em>Figure Drawing for all it&#8217;s worth</em></a>, 1943<a title="Figure Drawing for all it's worth " href="http://www.austinsketchgroup.com/share/loomis_FIGURE_draw.pdf" target="_blank"><em><br />
</em></a></p>
<p>George B. Bridgman, <a title="Constructive Anatomy" href="http://ia311507.us.archive.org/1/items/constructiveanat00briduoft/constructiveanat00briduoft.pdf"><em>Constructive Anatomy</em></a><em>, </em>1920<a title="Constructive Anatomy" href="http://ia311507.us.archive.org/1/items/constructiveanat00briduoft/constructiveanat00briduoft.pdf"><em><br />
</em></a></p>
<p>George B. Bridgman,  <a title="The Human Machine" href="http://ia311518.us.archive.org/3/items/humanmachinethea009564mbp/humanmachinethea009564mbp.pdf" target="_blank"><em>The Human Machine</em></a><em>, </em>1939</p>
<p>Há muitos outros livros de figura humana. A maior parte dos que estão editados em português são, infelizmente, de qualidade duvidosa pelo que recomendo antes as seguintes edições:</p>
<p><a title="51qcxv7qzel_aa240_.jpg" href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/51qcxv7qzel_aa240_.jpg"><img src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/51qcxv7qzel_aa240_.thumbnail.jpg" alt="51qcxv7qzel_aa240_.jpg" width="121" height="121" /></a> Sarah Simblet, <em>Anatomy for the Artist</em>, DK, 2001</p>
<p><a title="41eb0ercs7l_aa240_.jpg" href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/41eb0ercs7l_aa240_.jpg"><img src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/41eb0ercs7l_aa240_.thumbnail.jpg" alt="41eb0ercs7l_aa240_.jpg" width="122" height="122" /></a> Nathan Goldstein, <em>Figure Drawing</em>, Prentice Hall, 2003</p>
<p>Para conhecimentos avançados de anatomia, seguir o link <strong>Interactive Anatomy Atlas</strong> na lista de <strong>Desenho</strong> aqui ao lado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Metamorfose de Franz Kafka]]></title>
<link>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/02/11/a-metamorfose-de-franz-kafka/</link>
<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 23:06:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>smo</dc:creator>
<guid>http://desenhoarq.wordpress.com/2008/02/11/a-metamorfose-de-franz-kafka/</guid>
<description><![CDATA[«Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>«Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de insecto.»</p>
<p><a title="imagem.jpg" href="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/imagem.jpg"><img src="http://desenhoarq.wordpress.com/files/2008/02/imagem.jpg" alt="imagem.jpg" align="left" /></a><br />
<strong><em>A Metamorfose</em> (1915)</strong> é a mais célebre novela de Franz Kafka e uma das mais importantes de toda a história da literatura. O texto coloca o leitor diante do caixeiro-viajante  Gregor Samsa transformado num insecto. A partir daí, a história é narrada com um realismo inesperado que associa o inverossímil e o sentido de humor ao que é trágico, grotesco e cruel na condição humana.<br />
<em>A Metamorfose </em>é uma parábola sobre a alienação humana, uma narrativa sobre o absurdo da vida e sobretudo sobre os processos de exclusão, que conserva ainda hoje toda a sua carga revolucionária.</p>
<p>Existem várias edições acessíveis, livros de bolso, em língua Portuguesa, da Editorial Presença, da Quasi Edições e da Editora Livros do Brasil (imagem da capa aqui).</p>
<p>Pode ainda ser descarregada uma edição brasileira em Pdf a partir da Biblioteca Virtual Books em <a href="http://virtualbooks.terra.com.br/" target="_blank">http://virtualbooks.terra.com.br/</a>. Outros e-books, no alemão original ou em inglês, a partir de Project Gutenberg (link em <strong>Bibliotecas</strong>).</p>
<p>Informações  sobre Franz Kafka, a sua obra e este texto, podem ser consultadas em   <em>Franz Kafka Das Schloss</em> e <em>The Kafka Project </em>nos<em> </em>links ao lado (<strong>Inspirações</strong>).</p>
<p>O enunciado para o trabalho final a realizar a partir deste livro de Kafka será posteriormente fornecido aos alunos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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