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	<title>textos-e-traducoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/textos-e-traducoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "textos-e-traducoes"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 02:07:16 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O que é a iluminação]]></title>
<link>http://zenpt.wordpress.com/2007/05/10/o-que-e-a-iluminacao/</link>
<pubDate>Thu, 10 May 2007 17:14:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>chumani</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;A iluminação é ver com clareza o Aqui e Agora – nada mais do que isso – sem todas as falsas a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;A iluminação é ver com clareza o Aqui e Agora – nada mais do que isso – sem todas as falsas aparências ou sem todos os filtros que acompanham habitualmente os nossos processos mentais. É algo tão simples que leva a que a maioria das pessoas, no início da sua prática, alimentem a esperança inconsciente que seja algo mais. Mas milhares de anos de vida indicam que o que há de mais profundo ou fundamental é termos a experiência do universo, agora mesmo, tal qual ele realmente é, em vez de sermos levados pelo que o nosso pensamento, ávido e discriminativo, espera ou teme que seja o universo. </p>
<p>A iluminação nada tem a ver com obter algo, mas em renunciar ao apego aos nossos diálogos e “guiões” interiores, às nossas conceptualizações, vícios mentais, amores, ódios, à ideia do nosso eu separado da totalidade da existência. A iluminação não implica que não aconteçam coisas ruins. Mesmo que se alcance a iluminação e o corpo e a mente acabem por se fundir, há ainda que continuar a deitar fora o lixo e a lavar a louça. &#8220;</p>
<p>Do artigo &#8220;<a target="_blank" href="http://e-dharma.org/images/stories/Textos/Zen.pdf" title="Zen">Fundamentos da meditação Zen</a>&#8221; </span></font></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Meditação zen]]></title>
<link>http://zenpt.wordpress.com/2007/04/16/meditacao-zen/</link>
<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 19:17:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>chumani</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um texto muito completo, traduzido pelo José Eduardo do site Open Way, agora disponível no E-Dharma ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um texto muito completo, traduzido pelo José Eduardo do site <a target="_blank" href="http://www.openway.org.au/" title="Open Way Zen">Open Way</a>, agora disponível no E-Dharma em formato <a target="_blank" href="http://e-dharma.org/images/stories/Textos/Zen_final.pdf" title="Meditação Zen">pdf</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Porquê meditar]]></title>
<link>http://zenpt.wordpress.com/2007/03/11/porque-meditar/</link>
<pubDate>Sun, 11 Mar 2007 14:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>chumani</dc:creator>
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<description><![CDATA[Diz-se que a meditação pode trazer benefícios físicos e mentais a quem a pratica com regularidade. S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Diz-se que a meditação pode trazer benefícios físicos e mentais a quem a pratica com regularidade. Segundo estudos médicos, os seus benefícios variam entre o desenvolvimento da capacidade de concentração e de raciocínio a melhorias na actividade do sistema imunitário, a alívio de insónias e problemas relacionados com tensão alta. Os praticantes Zen não deixam, porém, de contrair doenças, de sofrer, de morrer. A meditação não é um meio para se alcançar a imortalidade física ou para se libertar das leis da natureza. </p>
<blockquote><p>Somos o que pensamos<br />
Tudo o que somos provém<br />
dos nossos pensamentos.<br />
Com os pensamentos<br />
Fazemos o mundo</p></blockquote>
<p><!--more-->Ver as coisas como elas são, incluindo nós mesmos, é o principal motivo que leva os praticantes Zen a meditarem. De um modo geral, não nos damos conta da relação entre os padrões habituais da nossa actividade mental e o sofrimento que eles nos causam a nós e aos outros. A observação consistente da mente, durante a meditação e ao longo do dia, revela-nos que grande parte do nosso tempo é despendido a correr atrás de certas coisas e circunstâncias e a rejeitar outras. Damo-nos conta que despendemos uma parte considerável do nosso tempo e da nossa energia a reciclar prazeres e agravos do passado ou ocupados em como podiam ou deviam melhorar as coisas no futuro, comparando constantemente pessoas e coisas, encarando-as segundo categorias dualistas como bem e mal, desejável e indesejável, certo e errado, culpado e inocente, amigo e inimigo, etc. </p>
<p>Ao meditarmos, passamos a ver com maior clareza os nossos preconceitos e apegos, e isto faz com que procuremos aperfeiçoar o nosso carácter. A observação simples, honesta, não verbal dos nossos processos mentais e emocionais produz de facto uma mudança no modo como encaramos as situações e as pessoas que encontramos. O efeito final é uma aproximação à vida que se manifesta em atitudes de não rejeição e de não apego, de não distorção da verdade, de abstenção do excesso de satisfação de desejos e de não cedência ao auto engano. Esta maneira de viver manifesta-se quer num plano pessoal quer num plano social, e decorre mais de uma profunda compreensão interior do que de um acto de vontade. Como consequência, tornamo-nos menos propensos, por exemplo, a explorar a natureza ou o próximo, a voltar as costas à vida por ingestão de químicos ou de drogas, a fechar os olhos às necessidades dos outros e aos efeitos das nossas vidas no meio ambiente. </p>
<p>Uma prática contínua de plena atenção ao longo de muitos anos pode dar origem a experiências de profunda compreensão interior que transformam a visão que temos de nós mesmos, ao ponto de podermos ver que o eu a que estivemos ligados prazenteiramente ao longo da nossa vida mais não é do que uma miragem auto-construída. É como se descascássemos uma bananeira. Os falsos pensamentos são removidos, camada após camada, até deixarmos de ver não só um eu dissimulado e fingido, mas também um eu desnudado. Aspiras a descobrires o teu eu, mas acabas por descobrir que não há nada a descobrir. </p>
<p>Em termos mais concretos, praticar meditação faz diminuir gradualmente a errância dos teus pensamentos até experimentares um estado de “não-mente”. Perceberás naturalmente que a tua vida no passado foi construída sobre um acumular de noções erróneas e confusas que não são o teu verdadeiro eu. O teu verdadeiro eu é um que é inseparável de todos os outros. A existência objectiva de todos os acontecimentos compreende todas as várias dimensões da existência subjectiva do teu eu. Não tens, portanto, que procurar nada nem desprezar nada. O que está diante de ti em cada momento é o que tens procurado, e não podes nem tens de lhe acrescentar nada para ele ser perfeito. Ao alcançar este estádio, o praticante de meditação torna-se compassivo para com todos os humanos e todos os outros seres. O seu carácter torna-se radioso, aberto, luminoso como a luz da Primavera. Apesar de poder manifestar emoções em prol dos outros, internamente a mente do praticante de meditação está constantemente serena e límpida como a água num lago de Outono. Uma tal pessoa pode ser considerada iluminada.</p>
<p>Um ensinamento essencial do Zen é que a porta interior está aberta a todos, homens e mulheres, velhos e novos, sábios e ignorantes, fortes e fracos, pessoas de todas as profissões, ofícios e origens, de qualquer religião e crença.</p>
<p>Todas estas palavras, no entanto, apenas falam do Zen, não são em si o Zen. A meditação Zen requer a tua determinação em aprenderes e a tua persistência em praticares. Falar do Zen sem o praticar só faz aumentar o conhecimento inútil e confuso da nossa já confusa mente. Não te faz bem alimentares-te apenas com imagens de comida. </p>
<p>cortesia de <a href="http://www.openway.org.au/about.html">Open Way</a>, trad. de José Eduardo Reis</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sandokai]]></title>
<link>http://zenpt.wordpress.com/2007/03/11/sandokai/</link>
<pubDate>Sun, 11 Mar 2007 13:22:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>chumani</dc:creator>
<guid>http://zenpt.wordpress.com/2007/03/11/sandokai/</guid>
<description><![CDATA[Sandokai &#8211; A Identidade do Relativo e do Absoluto  A mente do grande sábio da Índia é intimame]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span><strong>Sandokai &#8211; A Identidade do Relativo e do Absoluto</strong></span><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></p>
<p><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"></span><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';">A mente do grande sábio da Índia<br />
é intimamente transmitida de Oeste a Este.<br />
Enquanto entre os seres humanos há sábios e tolos<br />
na Via não há patriarcas do Norte ou do Sul.<br />
A fonte espiritual é clara e luminosa,<br />
os afluentes correm através da escuridão.<br />
Apegar-se às coisas é ilusório,<br />
encontrar o absoluto não é ainda a iluminação.<br />
Um e Todos, as esferas subjectiva e objectiva,<br />
estão relacionados e ao mesmo tempo independentes.<br />
Estão relacionados mas trabalham de modo diferente,<br />
cada um mantém o seu próprio lugar.<br />
O carácter e a aparência variam na forma,<br />
os sons distinguem-se entre harmoniosos e desagradáveis.<br />
A obscuridade faz as palavras iguais,<br />
a luz distingue as frases boas e más.<br />
Os quatro elementos retornam à sua natureza<br />
tal como uma criança para a sua mãe.<br />
O fogo é quente, o vento move-se,<br />
a água é líquida, a terra sólida.<br />
Os olhos vêem, os ouvidos ouvem,<br />
o nariz cheira, a língua saboreia o salgado e o doce.<br />
Cada um é independente do outro<br />
como folhas nascidas da mesma raiz,<br />
causa e efeito devem regressar à grande realidade.<br />
As palavras alto e baixo são usadas de modo relativo.<br />
Na luz existe a escuridão<br />
mas não tentes compreender essa escuridão,<br />
na escuridão existe a luz<br />
mas não procures essa luz.<br />
Luz e escuridão formam um par,<br />
como o pé adiante e o pé atrás ao andar.<br />
Cada coisa tem o seu valor intrínseco<br />
e está relacionada com tudo o resto em posição e função.<br />
O relativo e o absoluto ajustam-se<br />
como uma caixa e a sua tampa.<br />
O absoluto funciona em conjunto com o relativo<br />
como duas flechas que se encontram em pleno ar.<br />
Ao ler as palavras deves perceber a grande realidade.<br />
Não julgues por quaisquer critérios.<br />
Se não vês o caminho<br />
não o vês mesmo ao andares nele.<br />
Quando percorres a Via<br />
não estás perto nem longe.<br />
Mas se andas iludido estarás a rios e montanhas de distância.<br />
Digo respeitosamente, aos que querem a iluminação<br />
”noite e dia, não percam tempo”.</span><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span></span><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"> </span><span style="color:#333333;font-family:'Trebuchet MS';"><br />
autor: <a target="_blank" href="http://www.nossacasa.net/SHUNYA/default.asp?menu=159" title="Sekito Kisen">Sekito Kisen, o 35.º patriarca</a><br />
tradução: João Rodrigues, Margarida Cardoso<br />
(este texto faz parte dos cânticos diários de muitos centros zen)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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